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Ventosaterapia

07/11/2015

拔罐法 – Ba Guan Fa Ventosaterapia Ana Luisa Laux Ana_laux@Hotmail.com
拔罐法 – Ba Guan Fa
Ventosaterapia
Ana Luisa Laux
Ana_laux@Hotmail.com
É um sistema terapêutico aplicado no exterior, que atua no interior do corpo incentivando o
É um sistema terapêutico aplicado no exterior, que atua no interior
do corpo incentivando o organismo, através de sua própria
fisiologia, a separar os resíduos sólidos e toxinas presentes no
sangue.

Ventosaterapia

07/11/2015

Histórico  Egito – Ebers Papyrus (1550 a.C) – “cucúrbitas”  Grécia – Heródoto (413
Histórico
 Egito – Ebers Papyrus (1550 a.C) – “cucúrbitas”
 Grécia – Heródoto (413 a.C)
 Dinastia Han后汉 (206 a.C ‐ 220 d. C)
Até o início do século XX, as ventosas eram aplicadas em toda a Europa. No
Até o início do século XX, as ventosas eram aplicadas em
toda a Europa.
No século XVII havia os aplicadores de ventosa nos
Hospitais Universitários de Londres e para atendimento da
família real inglesa.
O primeiro médico sueco, Benedictus Olai, no século XVl,
escreveu instruções a respeito.
Nos livros de medicina da Finlândia até 1907 ainda havia
descrição da técnica. As ventosas foram caindo em desuso
pelo advento da indústria farmacêutica e hospitalar.

Ventosaterapia

07/11/2015

Uso das ventosas nos dias de hoje  Os russos e poloneses utilizam muito as
Uso das ventosas nos
dias de hoje
 Os russos e poloneses utilizam muito as ventosas secas, e
consideram as ventosas eficazes para infecções respiratórias, por
exemplo.
 Os chineses trabalham com, ventosas secas, ou úmidas com pouca
sangria, e indicam as ventosas para várias doenças internas,
especialmente com Estagnação de Sangue.
 Os Brasileiros usam ventosas especialmente para distúrbios
musculares, como tratamento coadjuvante em MTC e com fins
estéticos.
Instrumentos usados na aplicação de ventosas  Chifres ocos  Cuias com pequenos orifícios 
Instrumentos usados na
aplicação de ventosas
 Chifres ocos
 Cuias com pequenos orifícios
 Bambus
 Copos de vidro
 Copos de plástico
Aplicação do vácuo no interior das ventosas
 Através do fogo dentro da ventosa;
 Através de bomba de sucção.

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07/11/2015

Ventosaterapia 07/11/2015 Mecanismo de ação das ventosas na pele A pele tem uma força de pressão
Mecanismo de ação das ventosas na pele A pele tem uma força de pressão isomérica
Mecanismo de ação das
ventosas na pele
A pele tem uma força de pressão isomérica de 1.000 ”bar”.
Para retirar essa pressão é aplicado uma pressão negativa na
pele (no caso, através das ventosas), e quanto maior a pressão
negativa, menor a resistência cutânea.
Com essa pressão diminuída, há um afastamento da derme e
epiderme, permitindo a liberação de catabólitos, toxinas e
gases.

Ventosaterapia

07/11/2015

Estrato basal ou germinativo: constituído por células cuboides que repousam sobre a membrana basal que
Estrato basal ou germinativo:
constituído por células
cuboides que repousam sobre
a membrana basal que separa
a epiderme da derme. É o mais
profundo e o mais importante,
pois apresenta intensa
atividade mitótica, sendo
responsável pela renovação da
epiderme a cada 20 ou 30 dias,
aproximadamente.
Epiderme
Vácuo Epiderme Derme
Vácuo
Epiderme
Derme

Ventosaterapia

07/11/2015

AL1 Este mecanismo é igual ao da troca gasosa à nível dos alvéolos pulmonares, por
AL1
Este mecanismo é igual ao da troca gasosa à nível dos
alvéolos pulmonares, por diferenças das pressões. Assim,
quanto maior a pressão negativa imposta, pelo vácuo no
interior da ventosa, à pele, maior a ação no diâmetro das
arteríolas e veias, possibilitando essas trocas gasosas a nível
cutâneo.
=
Essa dilatação pode chegar a 250 % do diâmetro inicial antes
de aplicar as ventosas, favorecendo a difusão de oxigênio nos
capilares sanguíneos.
Ocorrências mecânicas e fisiológicas da pressão negativa aplicada à pele:  Diminuição da pressão isomérica
Ocorrências mecânicas e fisiológicas da pressão negativa
aplicada à pele:
 Diminuição da pressão isomérica da pele;
 Dilatação das arteríolas e veias;
 Aumento da difusão de O₂;
 Ativa movimentação das células.

Slide 11

AL1

A ocorrência de distúrbios circulatórios como hemorragias, trombos ou depósitos de resíduos metabólitos nos capilares, gerando coagulação, cria um meio favorável à proliferação de microrganismos, que dependendo da quantidade de acidez, determinará sua patogenicidade.

Ana Laux; 02/08/2015

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07/11/2015

Princípios terapêuticos das ventosas O organismo mantém a correta atividade de todas as suas funções,
Princípios terapêuticos das
ventosas
O organismo mantém a correta atividade de todas as suas funções,
devido ao equilíbrio de três princípios vitais:
Funcionamento do Coração
 Pressão arterial sistêmica
Resistência do sangue nas
paredes dos vasos
 Equilíbrio Ácido ‐ Base
pH organismo: entre 7, 35 e 7, 45
A ocorrência de distúrbios circulatórios como
hemorragias, trombos ou depósitos de
 Circulação sanguínea
resíduos metabólitos nos capilares, gerando
coagulação, cria um meio favorável à
proliferação de microrganismos, que
dependendo da quantidade de acidez,
determinará sua patogenicidade.
Características do “Tratamento Negativo”  Mantém o pH do sangue numa faixa de ligeira acidez,
Características do
“Tratamento Negativo”
 Mantém o pH do sangue numa faixa de ligeira acidez,
aumentando a vida média dos glóbulos vermelhos
 Limpa os glóbulos vermelhos degenerados;
 Aumenta o nível de cálcio do sangue;
 Fortalecimento dos vasos;
 Ativa a secreção hormonal;
 Acelera a digestão
 Elimina a dor;

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07/11/2015

 Combate a tosse;  Trata intoxicação por substâncias químicas, remédios e gases ; 
 Combate a tosse;
 Trata intoxicação por substâncias químicas,
remédios e gases ;
 Elimina toxinas;
 Acalma o nervosismo;
 Bom para doenças de Rim e de Fígado;
 Controla hipertensão e arteriosclerose
 Ajuda a controlar Manias;
Indicações da Terapia de Ventosa na MTC A ventosa ‐ terapia é eficaz para o
Indicações da Terapia de
Ventosa na MTC
A ventosa ‐ terapia é eficaz para o tratamento de diversas síndromes
pela visão da medicina chinesa, tais como:
 Estagnação de sangue
 Deficiência yang do Baço
 Invasão de frio no Coração e/ou nos demais órgãos
 Hiperatividade do yang do Fígado
 Síndromes Bi
 Estagnação de Qi do Fígado
 Deficiência yin/yang do Rim, etc.

Ventosaterapia

07/11/2015

Patologias que podem ser tratadas com ventosaterpia  Alergia;  Torções;  Reumatismo;  Dor
Patologias que podem ser
tratadas com ventosaterpia
Alergia;
Torções;
Reumatismo;
 Dor artrítica;
 Dor abdominal;
Tuberculose;
 Dor de estômago e dispepsia;
AVC;
Resfriado;
Asma;
Cefaleia;
 Hipertensão arterial;
 Câncer(com restrições e
Tosse;
orientações médicas)
 Dismenorreia, Menopausa e
 Paralisia facial;
Infertilidade;
 Nervosismo e Insônia
Contra indicações * *Gestação Não aplicar no 1º trimestre; Não aplicar no abdome. Não aplicar
Contra indicações
*
*Gestação
Não aplicar no 1º trimestre;
Não aplicar no abdome.
Não aplicar se disfunções vasculares, pré‐ eclâmpsia, outros.

Ventosaterapia

07/11/2015

Cuidados ao tratar com ventosas Evite usar em:  Articulações (pele muito fina)  Áreas
Cuidados ao tratar com
ventosas
Evite usar em:
 Articulações (pele muito fina)
 Áreas com pele flácida
 Áreas onde o músculo é fino ou a pele não é plana por causa dos
ângulos e depressões ósseas, pois há a dificuldade para manter o
vácuo nestas regiões.
Em pacientes obesos com flacidez :
 Esticar a pele para deslizar a ventosa(no caso de ventosa
deslizante).
 Trabalhar com pequenas áreas por vez.
Maneiras de aplicar o vácuo na ventosa  Com fogo  Com bomba  Ventosa
Maneiras de aplicar o
vácuo na ventosa
 Com fogo
 Com bomba
 Ventosa de vidro
 Ventosa acrílica

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07/11/2015

Diagnóstico de Síndromes a partir da aplicação de ventosas As reações pigmentares que ocorrem durante
Diagnóstico de Síndromes a
partir da aplicação de ventosas
As reações pigmentares que ocorrem durante e após a
aplicação das ventosas representam informações importantes
para o diagnóstico principal ou complementar, inclusive para
tratamento com outras técnicas da MTC ou medicina ocidental.
As reações pigmentares podem apresentar‐se sob vários
aspectos, desde manchas até bolhas.
Reações Pigmentares & Diagnóstico
Reações Pigmentares &
Diagnóstico

Ventosaterapia

07/11/2015

 Manchas arroxeadas Podem indicar existência de doenças crônicas no interior do organismo. a) Rochas
 Manchas arroxeadas
Podem indicar existência de doenças crônicas no interior do
organismo.
a) Rochas escuras: Excesso
b) Rochas claras: Deficiência
 Manchas vermelhas
Indicativo de doença mais simples e aguda, indicando
restabelecimento mais rápido;
 Manchas muito claras (quase esbranquiçadas)
Revela pouca circulação sanguínea periférica, o que
necessitará de tratamento adequado. Em alguns
pacientes com doenças internas mais graves (como
tumores), é bastante comum de as manchas serem mais
claras, isso revela que todo o sangue e energia do corpo
se encontra no interior, combatendo a doença.
• Surgimento de bolhas
Pode significar excesso de sucção e excesso de tempo.
Mas também pode significar doença crônica grave.
Reações Pigmentares das Ventosas
Reações Pigmentares das
Ventosas

Ventosaterapia

07/11/2015

Cuidados durante e após a sessão de ventosaterapia  Avaliar o tamanho do copo, de
Cuidados durante e após a
sessão de ventosaterapia
 Avaliar o tamanho do copo, de acordo com a região a ser
tratada;
 Observar durante a aplicação da ventosa, se há formação de
bolhas ou lesão cutânea. Se for o caso, pare imediatamente;
 O paciente pode ficar hipotenso, por essa razão, não deixe
que ele saia imediatamente após a sessão. Aguarde uns dez
minutos até liberá ‐lo;
 Se possível, aplicar uma massagem com leve pressão, sobre
a área tratada, com o uso de um hidratante corporal ou óleo
de massagem, pois a área pode ficar sensível. A massagem
proporciona bem estar.
 Certifique‐se que o cliente não esteja tonto, nauseado ou
cansado demais. Se for o caso, faça ‐o repousar uns 15
minutos antes de sair do consultório;
Dez técnicas de aplicação das ventosas  Método Fraco  Método Médio  Método Forte
Dez técnicas de aplicação
das ventosas
 Método Fraco
 Método Médio
 Método Forte
 Método Deslizante
 Método com agulha
 Método com moxa
 Método Flash
 Método com sangria
 Método herbáceo *
 Método com água

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07/11/2015

 Método Leve (para tonificar) Emprega‐se sucção leve ou fraca quando desejamos restaurar:  Deficiência
 Método Leve (para tonificar)
Emprega‐se sucção leve ou fraca quando desejamos restaurar:
 Deficiência de xue e Qi;
 Movimentar estagnação de sangue e Qi.
Assim, a ação suave de sucção atua estimulando o movimento do Qi dentro
dos meridianos, tonificando ‐o, como também ao sangue.
Indicado para uso em :
 Crianças menores de 7 anos;
 Adultos debilitados;
 Idosos.
Duração: Até 30 minutos
 Método Médio (para tonificar) Usado com mais frequência em pacientes que estejam mais fortalecidos
 Método Médio (para tonificar)
Usado com mais frequência em pacientes que estejam mais fortalecidos
energeticamente.
Indicado para uso em
 Crianças maiores de 7 anos;
 Rosto
 Abdome
Aplicado para tratar
 Síndromes ‐Bi (tanto por calor como por frio);
 Estresse;
 Tonificação do sangue;
 Tonificação do Qi;
 Doenças infantis .
Duração: De 15 a 20 minutos

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07/11/2015

 Método Forte (para dispersar) Só deve ser usado em pacientes com padrões energéticos fortes,
 Método Forte (para dispersar)
Só deve ser usado em pacientes com padrões energéticos fortes, uma vez
que essa técnica aplica a pressão forte.
Aplicado para tratar
 Síndromes de Excesso, Plenitude;
 Síndromes Bi (por calor);
 Síndrome do ombro congelado.
Não usar
Duração:
 No rosto,
 Abdome (região do estômago),
 Crianças menores de 14 anos,
 Idosos,
 Pessoas debilitadas
Máximo de 10 minutos
na 1ª sessão.
Pode chegar a 20
minutos nas demais
sessões.
 Gestantes.
 Método Deslizante – Tui Guan Fa Só deve ser usado em pacientes com padrões
 Método Deslizante – Tui Guan Fa
Só deve ser usado em pacientes com padrões energéticos fortes,
uma vez que essa técnica aplica a pressão forte.
Aplicada para tratar
 Síndromes de excesso calor interior
 Síndromes de estagnação de Qi, Xue
 Patologias neurológicas como paralisia e debilidade pos AVC.
Contra Indicada
 Pacientes sensíveis
 Pacientes debilitados
 Crianças menores de 14 anos
Duração: Na 1ª sessão – 5 minutos
De 5 a 15 minutos – demais sessões

Ventosaterapia

07/11/2015

Ventosaterapia 07/11/2015  Método com agulha Aplicado para tratar  Síndromes Bi dolorosas – calor:
 Método com agulha Aplicado para tratar  Síndromes Bi dolorosas – calor: articulações dos
 Método com agulha
Aplicado para tratar
 Síndromes Bi dolorosas – calor: articulações dos joelhos e
cotovelos doloridos e hiperemiados (pressão : média a forte).
 Estagnação de Xue e Qi – áreas musculares (pressão: fraca a
média).
Contra Indicado
Agulha indicada
 Aplicação nos pontos Shu Dorsais
 20 X 25
 Crianças
 25 X 25
Duração
O tempo de permanência da agulha com a ventosa,
deverá ser entre10 e 15 minutos.

Ventosaterapia

07/11/2015

Ventosaterapia 07/11/2015  Método com moxa – AI GUAN FA Aplicado para tratar  Síndromes de
 Método com moxa – AI GUAN FA Aplicado para tratar  Síndromes de frio
 Método com moxa – AI GUAN FA
Aplicado para tratar
 Síndromes de frio do Baço e Estômago
 Síndromes Bi – Frio
 Dores articulares inflamatória
 Síndromes de Deficiência Yang do Rim, pelo frio (lombalgia,
enurese noturna, impotência, etc.)
Contra Indicado
Agulha indicada
 Crianças menores de 14 anos
 20 X 30
 40 X 30
Duração: 30 minutos (10 e 20 minutos)

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07/11/2015

Ventosaterapia 07/11/2015  Método Flash – SHAN GUAN FA A pressão usada é entre média e
 Método Flash – SHAN GUAN FA A pressão usada é entre média e forte.
 Método Flash – SHAN GUAN FA
A pressão usada é entre média e forte. Usada por um
período curto, na região posterior do corpo.
Aplicada para tratar
 Tonificar e movimentar Qi e Xue
 Útil quando o patógeno for Frio ou Calor
Indicada para usar
 Crianças menores de 14 anos (melhor método)
 Pacientes debilitados
 Pacientes sensíveis
 Pacientes idosos
Duração : Cerca de 1 minuto de permanência de cada
cúpula, repetindo‐se por cerca de 5 a 10 minutos.

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07/11/2015

Ventosaterapia 07/11/2015  Método com sangria – XUE GUAN FA Também chamado de método molhado, e
 Método com sangria – XUE GUAN FA Também chamado de método molhado, e um
 Método com sangria – XUE GUAN FA
Também chamado de método molhado, e um dos mais
praticados na antiguidade.
Aplicado para
 Tratar patologias de excessos como hipertensão súbita, dores
musculares intensas, etc.
 Síndromes de Excesso: Calor no Xue
 Síndromes de Estagnação de Xue
Contra Indicado
 Crianças
 Idosos
Duração: Entre 10 e 15 minutos
Volume de sangue máximo: Entre 60 e 100 mL – 1 X/mês

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07/11/2015

Fonte: Google imagens
Fonte: Google imagens
 Método Hebáceo – Yao Guan Fa Pouco usado em clínicas pela demora do processo.
 Método Hebáceo – Yao Guan Fa
Pouco usado em clínicas pela demora do processo.
Aplicado para tratar
 Combater agentes patógenos como Frio, Umidade e Vento,
tratando:
 Resfriados
 Tensões musculares (ombros e pescoço)
 Asma
 Tosse
 Síndromes de Deficiência de Qi e Xue
Indicado
 Pacientes idosos
 Pacientes com deficiência de Qi e Xue
Duração: Entre 10 e 20 minutos

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07/11/2015

Fonte: Google imagens
Fonte: Google imagens
 Método com água – Shui Guan Fa Esse método é menos usado que o
 Método com água – Shui Guan Fa
Esse método é menos usado que o método com ventosas de
bambu, pois requer habilidade manual.
Aplicado para tratar
 Dispersar estagnação de Qi do Pulmão
 Regularizar o Qi do Pulmão
 Eliminar fleuma
 Síndromes Bi por vento ‐frio ou vento ‐umidade
 Inflamações localizadas com dor
 Tosse seca e asma em crianças
Duração: Entre 10 e 20 minutos

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07/11/2015

Fonte: Google imagens
Fonte: Google imagens
Aplicação das Ventosas  Crianças menores de 7 anos  Tempo máximo de aplicação: 5
Aplicação das Ventosas
 Crianças menores de 7 anos
 Tempo máximo de aplicação: 5 minutos ( de 2 a 3 minutos)
 Tamanho dos copos: 1 e 2
 Método: Flash, Fraco e com Água
 Crianças entre 7 e 14 anos
 Tempo máximo de aplicação: 10 minutos
 Tamanho dos copos: 2 e 3
 Método: Flash, Fraco, Médio ou com Água
 Crianças com 14 anos ou mais
 Tempo máxi o de aplicação: De 10 a 15 minutos
 Tamanho dos copos: 2, 3 e 4(para dorso)
 Método: Todos, conforme o caso.

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07/11/2015

 Patologias Infantis Tratadas  Asma  Resfriados  Distúrbios gástricos  Cefaleias  Pontos
 Patologias Infantis Tratadas
 Asma
 Resfriados
 Distúrbios gástricos
 Cefaleias
 Pontos usados
 Preferencialmente os pontos Shu Dorsais
 Frequência das sessões
 Diariamente, num total de 10 sessões. Se precisar
continuar o tratamento, aguardar uma semana.
 Adultos  Na primeira e segunda sessão, evitar tratamento por tempo longo, para evitar
 Adultos
 Na primeira e segunda sessão, evitar tratamento por tempo longo,
para evitar que o Qi se esgote. Mantendo a sessão entre 10 e 15
minutos.
 Tempo das demais sessões: Conforme o método, o seu tempo
indicado, não ultrapassando de 30 minutos.
 Método: Nas 1ª e 2ª sessões: Método Fraco e Médio.
 Idosos
 De modo geral, as sessões não devem ultrapassar 15 minutos.
 Idosos tendem a sentir vertigem e tonturas após a sessão. Ajudá ‐los a
levantar após fazê‐los repousar uns 10 minutos.
 Método: Todos, menos Deslizante, com Sangria e Forte
 Frequência das Sessões
Diariamente, por 10 sessões. Ou 1X/semana, 2X/semana ou 3X/semana

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07/11/2015

Tratando com ventosas  Dor Lombar, Dor Ciática e Distúrbios Sexuais Etiologia  Def. Qi
Tratando com ventosas
 Dor Lombar, Dor Ciática e Distúrbios Sexuais
Etiologia
 Def. Qi do Rim
 Def. Yang do Rim
 Agentes patógenos como Vento, Frio e Umidade
Princípio do Tratamento
 Tonificar Qi Rim
 Fortalecer Yang Rim
 Eliminar fatores patógenos
 Mobilizar estagnação de Qi e Xue
Aplicação das Ventosas Adultos  Pontos Tratamento Base VG3, VG4 , VC4, B23, B25, B54
Aplicação das Ventosas
Adultos
 Pontos Tratamento Base
VG3, VG4 , VC4, B23, B25, B54 ou VB30.
Se a Síndrome for decorrente de Vento ‐Frio, aplicar Ventosa
com agulha quente em VC4, VG4 e B23.
 Pontos adicionais para dor lombar: B24, B26, B51 e B57 e
crista ilíaca.
 Pontos adicionais para dor ciática: VB30, B58, VB34,
seguido de moxabustão.
 Tempo aplicação: Até 20 minutos
 Método: Médio, Forte ou Deslizante
+
 Acupuntura: VC4, BP6, VG4, B23, B26, B60, VB30, B40, R3

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07/11/2015

Ilustração: Maciocia Esquema
Ilustração: Maciocia
Esquema
Lombalgia ‐ Ventosas Ilustração: Profº Antônio A. Cunha
Lombalgia ‐ Ventosas
Ilustração: Profº Antônio A. Cunha

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07/11/2015

Ventosas & Acupuntura Ilustração: Profº Antônio A. Cun h
Ventosas & Acupuntura
Ilustração: Profº Antônio A. Cun h
Ciatalgia – Ventosas & Acupuntura Ilustração: Profº Antônio A. Cunha
Ciatalgia – Ventosas
& Acupuntura
Ilustração: Profº Antônio A. Cunha

Ventosaterapia

07/11/2015

 Tendinite do Ombro, Periartrite, Ombro Congelado Etiologia  Síndromes Bi Vento ‐Frio, umidade 
 Tendinite do Ombro, Periartrite, Ombro Congelado
Etiologia
 Síndromes Bi Vento ‐Frio, umidade
 Estagnação de Qi em ID
 Deficiência de Qi e Xue, Yin do F e R
Princípio de Tratamento
 Expulsar agentes patógenos externos
 Mobilizar Qi e Xue
Aplicação das Ventosas  Pontos IG: Colocar ventosas desde o ponto IG10 até IG15 ID:
Aplicação das Ventosas
 Pontos
IG: Colocar ventosas desde o ponto IG10 até IG15
ID: Colocar ventosas desde o ponto ID8 até ID12
P: Colocar ventosas desde o ponto P1 até P3
 Metodo: Método de Fraco a Médio
 Tempo de aplicação: 15 a 20 minutos
+
 Acupuntura: IG 11, IG14, IG15 e Jian Nei Ling

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Ventosas e Acupuntura Ilustração: Profº Antônio A. Cunha
Ventosas e
Acupuntura
Ilustração: Profº Antônio A. Cunha
Bibliografia  LEE, Eu Won‐ Acupuntura Médica , Ed.Won Lee, São Paulo, 1998.  ‐
Bibliografia
 LEE, Eu Won‐ Acupuntura Médica , Ed.Won Lee, São Paulo, 1998.
 ‐ Apostila de Ventosaterapia, Ed. C.E.M.O., São Paulo,
1984.
 WHITE – Bioquímica Aspectos Gerais, Ed. Guanabara Koogan, Rio
de Janeiro, 1989.
 CUNHA, Antônio Augusto ‐ Ventosaterpia: Tratamento e Prática,
2ª edição. Ed. Ícone, São Paulo, 2012.
 KIM, Daniel Son. Suma de Diagnósticos secretos para tratamento
com ventosaterapia, Ed.A.B.E.M.O, São Paulo.
 Apostila de Moxa e Ventosa ‐ Dr. Wou Tou, CEATA, 2012.
 CHIRALI, Ilkay Zihni. Ventosaterapia. Medicina Tradicional
Chinesa, Ed. ROCA, São Paulo, 2001.

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07/11/2015

Obrigada!
Obrigada!