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Escola E.

B 2+3 de Alcanede
História e Geografia de Portugal 5º Ano

Cristóvão Colombo, Vida numa


Caravela…

Catarina Carvalho 5ºB nº6


Professora: Ângela Luísa

Cristóvão Colombo, Vida numa Caravela


Ano Lectivo 2009/2010 Página 1
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História e Geografia de Portugal 5º Ano

Índice

1.Introdução………………………………………………………………. 3

2.Cristóvão Colombo:

2.1Biografia……………………………………………………………. 4

2.2Projecto de Colombo…………………………………………………5

2.3As Quatro Viagens ao Novo Mundo…………………………………6

2.4Ultimos anos de Vida………………………………………………. 7

2.6Restos Mortais……………………………………………………… 7

3.Vida numa Caravela:

3.1 Duração da Viagem…………………………………………………. 8

3.2 A Bordo de um Navio………………………………………………. 8/9

3.3 Alimentação…………………………………………………………. 9

3.4 Religião……………………………………………………………… 9/10

3.5 Mortes e Doenças…………………………………………………… 10

3.6 Mortes no dia a dia…………………………………………………. 11

4.Conclusão………………………………………………………………. 12

5.Bibliografia…………………………………………………………….... 13

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Introdução
Com a chegada da matéria os descobrimentos no século xv foram no pedido que
elabora comos um trabalho do qual eu fiquei com Cristóvão Colombo e também com vida
numa caravela.
Com a realização deste trabalho pretendo dar a conhecer um pouco mais da vida de Cristóvão
Colombo, pois foi uma figura importante daquela época e relatar como era a vida naquela
altura numa Caravela.
Ao iniciar este trabalho comecei por fazer uma parte de pesquisa na qual fiz um
esboço da informação necessária para a elaboração deste trabalho, de seguida comecei a
elaborar o esquema do trabalho no qual penso que ficou do agrado de todos.

Ao iniciarmos o segundo período verificamos que iríamos estudar o séc. XV, e uma
vez inscritos num projecto científico “A Europa das Descobertas” a nossa professora
solicitou-nos para fazermos alguns trabalhos, onde eu fiquei com tema “Cristóvão
Colombo e a vida numa caravela”.

Com a realização deste trabalho pretendo ficar a conhecer melhor Cristóvão


Colombo, pois foi uma figura importante desta época, e pesquisar como era a vida a
bordo de uma caravela e relatá-la.

Espero conseguir atingir o objectivo a que me proponho.

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Biografia
Cristóvão Colombo nasceu em Génova por volta de 1451. Alguns dizem que
Cristóvão Colombo tornou-se conhecido por ter sido o primeiro homem a trazer notícias
sobre terras existentes na parte ocidental do Atlântico a América. Viveu muitos anos em
Portugal, realizando o seu maior sonho ao serviço dos Reis Católicos de Aragão e
Castela, mas muito se tem especulado sobre esta personagem.
Muitas histórias revelam que ele não seria genovês mas sim galego, catalão,
português ou até mesmo búlgaro, consoante a origem dos autores destas ideias.
Na época em que Colombo viveu eram conhecidas, pela maioria dos Europeus,
as extraordinárias riquezas que o Oriente possuía, especialmente em termos de
especiarias.
Viveu bastantes anos em Portugal, mais precisamente no arquipélago da
Madeira, onde casou com Filipa Moniz, filha de Bartolomeu Parestrelo. Sempre
acompanhou de perto os desenvolvimentos que os descobrimentos portugueses iam
conhecendo, nomeadamente as notícias algo confusas que relatavam a existência de
terras a ocidente, por outro lado, também tomou conhecimento das noções geográficas
que adquiriu especialmente por influência das ideias de Toscanelli, que atribuíram para
a terra dimensões inferiores às que realmente tem.

Fig.1 – Cristóvão Colombo

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O Projecto de Colombo
Portugal naquela época, procurava uma passagem marítima para o Oriente que
lhe permitisse comerciar directamente com Índia, de onde viriam redistribuídas as
especiarias oriundas das Ilhas Molucas, a par de outros produtos de luxo.
Colombo via nesse projecto uma resposta cristã sobre a rota terrestre
abastecedora da Europa, particularmente das cidades de Génova e de Veneza.
Como alternativa a esse projecto, Colombo concebeu atingir as Índias navegando para o
Ocidente, contornando o planeta. As suas ideias básicas eram:

• A estabilidade da Terra;
• Que os mares fossem formados por uma única massa;

Durante a estadia em Portugal, Colombo correspondeu com Paolo del Pozzo


Toscanelli.
Nessa correspondência passou intencionalmente uma estimativa de que a distância era
mais curta que a aceite pela Junta de Matemática de D. João II. Este órgão aceitava a
afirmação de Ptolomeu de que a massa da terra ocupava 180 graus de esfera terrestre,
com 180 graus de mar. De facto só ocupava cerca de 120 graus, Colombo teria usado os
cálculos de Pierre d´Ailly acreditando que a massa ocupada por terras era de 225 graus,
deixando 135 graus de mar e atribuindo um comprimento menos ao grau de longitude
terrestre.
A circunferência verdadeira da Terra é de aproximadamente quarenta mil
quilómetros.
Colombo teria afirmado que era trinta mil e seiscentos quilómetros, estimando assim
que a distância ao Japão era de cerca de quatro mil quatrocentos e quarenta e quatro
quilómetros.
Colombo conseguiu finalmente fazer aprovar o projecto da sua viagem junto dos Reis
Católicos, após a conquista de Granada, com a ajuda do confessor da rainha Isabel de
Castela.

Fig.2 – Retrato de Colombo em pormenor


De “Virgen de los Navegantes”

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As Quatro Viagens ao Novo Mundo

Em 3 de Agosto de 1492, Colombo partiu em sua primeira viagem com três


embarcações: a nau Santa Maria e as Caravelas Niña e Pinta.
No dia 12 de Outubro de 1492, chegou a um ilhéu da Bahamas a que deu o nome
de São Salvador, continuando a navegar chegando ao Haiti a que deu o nome de
Hispaniola, dizendo ter chegado à Índia deixando lá uma pequena colónia e regressando
à Europa.
A sua segunda viagem iniciou-se em 1943, com três naus e catorze caravelas.
Foi a Hispaniola onde a pequena colónia tinha sido arrasada pelos indígenas, tendo ali
deixando outro contingente de homens, navegando para o Ocidente e chegando à
Jamaica.
A terceira viagem, partiu em 1498, com seis naus tendo chegado à ilha da
Trinidade depois de uma atribulada viagem. Rumando ao sul chegou a uma terra que
pensou ser uma ilha, a que chamou de Garcia, rumando ao norte chegou a Santo
Domingo, onde entrou em conflito com o governador, vindo a ser preso ele e o irmão e
enviados para Castela.
Na quarta e última viagem, saiu de Cádiz com quatro naus em 1502, propondo-
se mais uma vez chegar ao Oriente. Avistando a Jamaica e depois de grandes
tempestades, chegou à Ilha de Pinos nas Honduras. Avistando depois as costas da
Nicarágua, Costa Rica e Panamá, devido ao péssimo estado das naus teve de regressar a
Hispaniola, de onde voltou para Castela.

Fig.3 – Mapa com as quatro Viagens de Colombo

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Os últimos anos de Vida

Ao longo da sua vida Colombo sempre


atribuiu as suas viagens ao desejo de converter novos
povos ao Cristianismo, uma crença que se intensificou
com a idade,
Reivindicando em ouvir vozes divinas,
procurou que se organizasse uma nova cruzada para
capturar Jerusalém, usando as vestes de franciscano e
descrevendo as suas explorações ao “paraíso” como
parte do plano divino de que resultaria o último
julgamento e o fim do mundo.
Colombo exigiu da Coroa castelhana dez por
centro de todos os lucros nas terras novas de que
viesse a tomar posse, conforme o acordo antecedente
com os Reis Católicos.
Os seus filhos processaram a Coroa castelhana para obter parte dos lucros do
comércio com a América, mas perderam a causa cinquenta anos mais tarde.
Razoavelmente rico devido ao ouro que os seus homens tinham acumulado,
Colombo viria a falecer em Vallabolid a 20 de Maio de 1506.
Andres Bernaçdez cronista dos Reis Católicos. Amigo íntimo e confidente de Colombo
atribui-lhe a idade de 70 anos à época do seu falecimento.

Restos Mortais
Em 1509 os seus restos mortais foram transladados para a capela da ilha
Cartuxa, em Sevilha. Por desejo do seu filho, Diogo Colombo as ossadas foram levadas
para a catedral de São Domingos, em 1542.
Em 1795 a ilha Hispaniola foi conquistada pela França, e parte dos seus restos
mortais terão sido levados para Havana, em Cuba.
Em 2004 foi aberto o túmulo de Sevilha onde foram encontrados duzentas
gramas de ossos (cerca de 15% do total), que análises feitas por arqueólogos e cientistas
apontaram que os restos mortais pertencentes ao ilustre navegador.

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Vida numa Caravela


Duração da Viagem:
De Lisboa partiam (barcas, caravelas, naus) com
destino incerto, em mente transportavam uma missão:
“dar a conhecer novos mundos ao mundo” que em
muitos casos não passava de um sonho, todavia, noutros
a ânsia de conhecer o desconhecido torna-se realidade. O
projecto de um povo que tão recentemente se constituía
como Nação, tornava-se realidade.
As viagens duravam em média 6 meses em cada
sentido, todavia podia decorrer até ano e meio se fosse
necessário. Coincidiam quase sempre com a altura
Pascal, e caracterizavam-se, por serem viagens longas e austeras, em que as condições
de navegação mudavam continuamente. O espaço era exíguo, onde se amontoavam
pessoas, cargas e animais vivos.
No seu conjunto, estes condicionalismos, reflectiam o quotidiano a bordo, como
vamos ter oportunidade de constatar.

A Bordo de um navio temos:


♦ Capitão – Este detinha acomodações próprias, possuía larga autonomia no comando e
aspectos disciplinares, porém estava sujeito à autoridade maior da armada.
♦ Capitão-mor – Este comandava a caravela, nau, galeão.
Importa salientar que no séc. XVI a atribuição destes cargos era amiúde recompensa de
serviços prestados em matérias que nada tinham a ver com o mar, privilegiando
inequivocamente a ascendência social.
♦ Piloto – Este ocupava a hierarquia entre o homem do mar e encarregava-se da
orientação da navegação.
♦ Sota Piloto - Este tomava a responsabilidade da navegação.
♦ Mestre – Tomava a seu cargo a governação de marinheiros e grumetes, distribuía
ainda as tarefas.
♦ Contramestre – Ajudava o Mestre a comandar tudo o que se passava a bordo.
♦ Guardião – Disciplinava e distribuía o serviço dos Grumetes.
♦ Dois Trinqueiros- Reparavam o poleame e as velas dos navios.
♦ Marinheiros - Asseguravam o serviço inerente à navegação e manobras do navio.
♦ Grumetes – Representavam os jovens e adolescentes. A eles eram atribuídos os
trabalhos mais pesados, sofrendo as piores condições de vida a bordo.
♦ Mestre Bombardeiro ou Condestável – Comandava os bombardeiros, a eles era
incumbida a função de fabricar a pólvora, respondiam apenas perante o capitão.
♦ Bombardeiros – Este na ausência do cirurgião, ministrava os cuidados de saúde.
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♦ Capelão – Velava pela espiritualidade dos tripulantes.


♦ Escrivão – Assegurava a redacção do diário a bordo, registo de ocorrências,
inventários, escrituras e testamentos, rol de cargos aplicação imposta na compra e venda
de bens.

A Alimentação a Bordo

fig 4 Fig 5

A hora da refeição constituía um dos momentos mais importantes, e, um dos


mais confusos, com vamos ter oportunidade de constatar:
O problema da alimentação a bordo vai ser uma constante ao longo dos séculos XV e
XVI, uma vez que se mantêm as mesmas deficiências na armazenagem dos alimentos,
ou seja a mesma cupidez dos feitos responsáveis pelo abastecimento dos navios e a
mesma falta de higiene do vasilhame.
Além dos ajustes de horário das refeições, às condições de navegação, havia
também as naturais limitações produzidas pelo próprio acanhamento dos veleiros e
riscos implicados pelos fogos e lumes advindos das cozinhas. A bordo havia 2 fogões,
situados no convés, um de cada lado do navio, dos quais todos tinham de se servir.

A Religião
“ Se queres aprender a orar, entra no mar”

As grandes navegações Portuguesas incluíam um místico de espírito de cruzada


com intuito mercantil. A maneira como os navios eram habitados, navegados e
comandados resumia o pequeno universo da sociedade Portuguesa da época, onde os
religiosos embarcados cuidavam de manter o enorme poder que a igreja detinha em
Portugal.
A bordo, a assistência religiosa era assegurada pelos padres jesuítas que asseguravam
todos os preceitos religiosos incluindo todas as cerimónias. As missas e os terços
celebravam-se várias vezes ao dia e cumpria-se as dedicações do calendário litúrgico.
O aparato religioso, fazia-se representar pelas alfaias religiosas e por um altar colocado
no castelo de proa.
Na verdade havia muitos estímulos para manter a bordo uma vida religiosa, pois
os perigos eram eminentes e a morte permanente.
Às Sextas - Feiras, dia de abstinência, suspendia-se a carne, trazendo o peixe para a
mesa. Os preceitos pascais eram de um modo geral cumpridos como se de uma aldeia se
tratasse. Há muitas notícias de procissões e de solenidades religiosas em que não faltava

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o Lava-pés. Estas ocorriam com alguma frequência: Acção de Graças, Rações Diárias,
Laudes, Vésperas, Completas, Ladainhas etc.

Os Mortos
Mortos e as Doenças:
A época dos Descobrimentos, tão importante pelo impacto de diferentes
culturas, traz ao país novas doenças e problemas médicos. As doenças manifestavam-se
com certa facilidade e decorriam de duas situações principais: falta de condições
higiénicas e alimentação deficiente. É facilmente compreensível que o navio representa,
pelas suas dimensões, um excelente meio de transmissão de agentes patológicos de
vária ordem.
Nos porões das caravelas, naus e galeões que proporcionaram aos portugueses a
hegemonia nas descobertas do novo mundo, havia mortos e doenças, abuso sexual de
meninos adolescentes, fome e descriminação social.
Não havia banheiro nos navios e os viajantes recorriam a pequenos assentos
pendurados sobre a amurada dos navios. Ninguém se lavava, pois o banho era
considerado nocivo à saúde.
As naus aram um amontoado de capoeiras, despensas, caixas, tonéis e canastros.
Esta desorganização por falta de espaço contribuía para a proliferação de ratos e baratas,
que disputavam com os homens os alimentos comprometendo as condições e a higiene a
bordo.
A doença estava indivisível da crença, antes da partida eram frequentes as
doações em benefício das casas religiosas em troca de dádiva divina.
Os passageiros estavam entregues a si próprios, muitos inconscientes da aventura que os
esperava.
As reparações dos navios eram apresadas, os excessos de carga o alterar das
rotas e o desrespeito pelas condições climatéricas faziam com que o número dos
naufrágios fosse enorme, o reduzido espaço a bordo era compartilhado por animais,
barris, fardos, passageiros, o frio insuportável e o calor abrasador, chuva abundante que
inundava toda a embarcação, as condições sanitárias, a carência de géneros alimentares
frescos a deterioração da carne e peixe, a falta de agua, os abrigos para dormir faziam
com que a dureza, fome, sede, doença, o risco de naufrágios, o temor de um ataque
inimigo estivessem presentes.

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A Morte no dia a dia:

Em busca de novos horizontes de riqueza e aventura, todos os anos partiam


passageiros rumo à Índia e ao Brasil. Estavam entregues a si próprios inconscientes da
aventura que os esperava, sem o mínimo de informação sobre os riscos destas longas
viagens.
Atendendo chegar em primeiro lugar com as suas mercadorias, os capitães
viajavam para fora da época aconselhada, desrespeitando as monções e alterando as
rotas. Apressavam as reparações nos navios, colocavam-lhes um excesso de carga
reduzindo ao mínimo o espaço destinado ao alojamento das provisões e ao descanso dos
tripulantes. Os naufrágios tornaram-se a principal causa da morte em Portugal, calcula-
se que 40% dos navios nunca chegara ao destino “…enormes super carregados e mal
arrumadas as naus e galeões portugueses eram presa fácil de corsários franceses e
ingleses, e dos temporais…”. Os passageiros amontoavam-se misturados com fardos,
baris de carga e animais vivos que seriam consumidos durante a viagem. As condições
climatéricas eram terríveis desde um frio insuportável ate um calor abrasador. Por vezes
uma chuva abundante, inundava a embarcação. As condições sanitárias eram as piores
possíveis. Os passageiros vomitavam e faziam as suas necessidades uns sobre os outros,
numa atmosfera nauseabunda sendo a falta de limpeza a causa de inúmeras doenças e
mortes. As carências de géneros alimentares frescos, a deterioração da carne e peixe
conduziam rapidamente a fome. A falta de água era um terrível pesadelo estas carências
eram devidas quer a poupança e ambição dos armadores, quer à degradação dos
alimentos pelas condições climatéricas…”Se os doentes tivessem mais agua do que lhe
deram, não morriam 80 pessoas que nos morreram até chegar à Índia, fora 26 desses
doentes que ficaram em Moçambique e no hospital de Goa onde pusemos 65 doentes,
que quando já chegamos a esta costa da Índia não trazia-mos quem nos mareasse a
vela”.
Par alem da dureza da viagem, da fome, da sede, das doenças, do risco de
naufrágio, o temor de ataque inimigo estavam sempre presentes. Havia inúmeros casos
de depressão e outras doenças do foro psiquiátrico.

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Conclusão
Com a elaboração deste trabalho consegui apreender mais acerca de uma grande
figura, Cristóvão Colombo.
Ao elaborar o tema de Cristóvão Colombo consegui perceber que foi um homem
muito importante para as rotas dos descobrimentos naquela altura. Foi sem dúvida uma
figura que elaborou um projecto na qual consistia na estabilidade da terra e que os
mares fossem formados por uma única massa.
Aprender a vida numa caravela também foi um dos grandes desafios deste
trabalho na qual me dificultou um pouco a parte da pesquisa, mas penso que o trabalho
final foi produtivo.

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Bibliografia

 http://www2.crb.ucp.pt/Historia/abced%C3%A1rio/bordo/Trabalho%20Final%2
0Expans%C3%A3o%20A%20B%20C%20dos%20Descobrimentos.htm
 http://marioquintas.no.sapo.pt/vidaabordo.html#alimentacao
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Crist%C3%B3v%C3%A3o_Colombo
 http://www.museucolombo-portosanto.com/museu_colombo.html

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