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Concurso Público Banco do Brasil

INTRODUÇÃO
Temos seis conjuntos numéricos existentes, os naturais, inteiros, racionais, irr
acionais, reais e complexos. Estudaremos, nesta primeira parte, somente os cinco
primeiros. O conjunto dos números naturais são os primeiros a serem estudados.
São os inteiros e positivos. O conjunto dos números inteiros são aqueles que env
olvem os naturais e os negativos. O conjunto dos racionais são todos aqueles que
podem ser escritos na forma de frações, já os irracionais não podem ser escrito
s na forma de fração. Os reais vão englobar todos os anteriores.
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NÚMEROS NATURAIS
Começando pelo zero e acrescentando uma unidade, vamos escrevendo o conjunto dos
números naturais, representados pela letra IN: IN = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, ...}
A reticências significa que o conjunto não tem fim, pois um número natural sempr
e possui um sucessor e a partir do zero um sucessor. Exemplos: v o sucessor de 1
0 é 11 e o antecessor de 10 é 9. v o ano que sucede 2003 é 2004 e 2002 antecede
2003. v Generalizando: o sucessor de n é n + 1 e o antecessor de n é n - 1.
Exercícios Resolvidos 1) Um número natural e seu sucessor chamam-se consecutivos
. Escreva todos os pares de números consecutivos entre esses números: 2 - 10 - 9
- 101 - 0 - 1 - 256 - 702 - 500 - 255 Resolução: 0 e 1; 1 e 2; 9 e 10; 255 e 25
6 2) Hudson disse: "Reinivaldo tem 45 anos. Thaís é mais velha que Reinivaldo. A
s idades de Reinivaldo e Thaís são números consecutivos. A minha idade é um núme
ro que é o sucessor do sucessor da idade de Thaís ". Quantos anos Hudson tem? Re
solução: Como Thaís é mais velha que Reinivaldo e as suas idades são números con
secutivos, então se Reinivaldo tem 45 anos, Thaís tem 46 anos. Como a idade de H
udson é o sucessor do sucessor de 46, então esta idade será 48 anos. 3) Escreva
todos os números naturais que são maiores que 3 e menores que 7. Resolução:
Seja o conjunto: A = {x ∈ IN / 3 < x < 7}, por uma propriedade específica o enun
ciado do exercício ficará escrito desta forma, ilustrando todos os elementos fic
a assim: A = {4, 5, 6}
ADIÇÃO
Um automóvel segue de João Pessoa com destino a Maceió. Seu condutor deseja pass
ar por Recife, sabendo-se que a distância de João Pessoa até Recife é de 120 km
e que Recife está a 285 km de Maceió, quantos quilômetros o automóvel irá
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percorrer até chegar em Maceió? Esta é uma pergunta relativamente fácil de respo
nder, basta somar as distâncias: 285 + 120 = 405 km. Adição é uma operação que t
em por fim reunir em um só número, todas as unidades de dois, ou mais, números d
ados. O resultado da operação chama-se soma ou total, e os números que se somam,
parcelas ou termos.
Propriedades
Fechamento - A soma de dois números naturais é sempre um número natural. Ex: 8 +
6 = 14 Elemento Neutro - Adicionando-se o número 0 (zero) a um número natural,
o resultado é o próprio número natural, isto é, o 0 (zero) não influi na adição.
Ex: 3 + 0=3 Comutativa - A ordem das parcelas não altera a soma. Ex: 3 + 5 + 8
= 16 ou 5 + 8 + 3 = 16 Associativa - A soma de vários números não se altera se s
ubstituirmos algumas de suas parcelas pela soma efetuada. Os sinais empregados p
ara associações são denominados: ( ) parênteses [ ] colchetes { } chaves
Exemplos: 8 + 3 + 5 = (8 + 3) + 5 = 11 + 5 = 16 13 + 5 + 2 + 7 = (13 + 5) + (2 +
7) = 18 + 9 = 27 De um modo geral a + (b + c) = (a + b) + c
Nota: Estudando-se as línguas, verificamos a importância da colocação das vírgul
as para entendermos o significado das sentenças. Exemplo: 1) "Tio Sérgio, André
vai ao teatro." 2)"Tio, Sérgio André vai ao teatro." Podemos verificar que essas
duas sentenças apresentam significados diferentes, pelo fato da vírgula ter sid
o deslocada. Nas expressões e sentenças matemáticas, os sinais de associação (pa
rênteses, colchetes e chaves) podem funcionar como verdadeiras vírgulas. Resolve
m-se os sinais na seqüência: ( ) parênteses [ ] colchetes{ } chaves
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Exemplo: A expressão (10 - 5) + 2 = 5 + 2 = 7 e 10 - (5 + 2) = 10 - 7 = 3, são d
iferentes, daí a importância da associação. Dissociativa - Em toda soma pode-se
substituir uma parcela por outra cuja soma seja igual a ela. Esta propriedade é
de sentido contrário da anterior. Exemplo: 9 + 3 + 8 = (5 + 4) + 3 + 8 (Neste ca
so o número 9 foi dissociado em dois outros 5 e 4). De uma maneira geral (a + b)
+ c = a + b + c. Observe que o zero como parcela não altera a soma e pode ser r
etirado. Exemplo: 20 + 7 + 0 + 3 = 20 + 7 + 3
SUBTRAÇÃO
Fabiano fez um depósito de R$ 1 200,00 na sua conta bancária. Quando retirou um
extrato, observou que seu novo saldo era de R$ 2 137,00. Quanto Fabiano tinha em
sua conta antes do depósito? Para saber, efetuamos uma subtração:
2 137 1 200 R$ 937,00
minuendo subtraendo resto ou diferença
Denomina-se subtração a diferença entre dois números, dados numa certa ordem, um
terceiro número que, somado ao segundo, reproduz o primeiro. A subtração é uma
operação inversa da adição. O primeiro número recebe o nome de minuendo e o segu
ndo de subtraendo, e são chamados termos da subtração. A diferença é chamada de
resto.
Propriedades
Fechamento:- Não é válida para a subtração, pois no campo dos números naturais,
não existe a diferença entre dois números quando o primeiro é menor que o segund
o. Ex: 3 - 5 Comutativa: Não é válida para a subtração, pois 9-0 ≠0-9 Associativ
a: Não é válida para a subtração, pois - 3) = 15 - 5 = 10 (15 - 8) - 3 = 7 - 3 =
4 e 15 - (8
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Somando-se ou subtraindo-se um mesmo número aos termos de uma subtração, a difer
ença não se altera. Exemplo: seja a diferença 15 - 8 = 7, somando-se 4 aos seus
dois termos, teremos (15 + 4) - (8 + 4) = 19 - 12 = 7
MULTIPLICAÇÃO
Multiplicar é somar parcelas iguais. Exemplo: 5 + 5 + 5 = 15 Nesta adição a parc
ela que se repete (5) é denominada multiplicando e o número de vezes que o multi
plicamos (3) é chamado multiplicador e o resultado é chamado de produto. Então:
5 ×3 15
multiplicando
multiplicador
produto
Multiplicação é a operação que tem por fim dados dois números, um denominado mul
tiplicando e outro multiplicador, formar um terceiro somando o primeiro tantas v
ezes quando forem as unidades do segundo. O multiplicando e o multiplicador são
chamados de fatores.
Propriedades
1) Fechamento - O produto de dois números naturais é sempre um número natural. E
x: 5 x 2 = 10 2) Elemento Neutro - O número 1 (um) é denominado de elemento neut
ro da multiplicação porque não afeta o produto. Ex: 10 x 1 = 10 3) Comutativa -
A ordem dos fatores não altera o produto. Ex: 5 x 4 = 20 ou 4 x 5 = 20 4) Distri
butiva em relação à soma e a diferença - Para se multiplicar uma soma ou uma dif
erença indicada por um número, multiplica-se cada uma das suas parcelas ou termo
s por esse número, e em seguida somam-se ou subtraem-se os resultados. Exemplo:
1º) (4 + 5) x 3 = 4 x 3 + 5 x 3 = 27
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2º) (7 - 4) x 5 = 7 x 5 - 5 x 4 = 15 Essa propriedade é chamada distributiva por
que o multiplicador se distribui por todos os termos. Para multiplicar uma soma
por outra, pode-se multiplicar cada parcela da primeira pelas parcelas da segund
a e somar os produtos obtidos. Exemplo: (6+ 3) x (2 + 5) = 6 x 2 + 6 x 5 + 3 x 2
+ 3 x 5 = 63
DIVISÃO
Divisão Exata Divisão exata é a operação que tem por fim, dados dois números, nu
ma certa ordem, determinar um terceiro que, multiplicado pelo segundo, reproduza
o primeiro. A indicação dessa operação é feita com os sinais:ou ÷ que se lê: di
vidido por. O primeiro número chama-se dividendo, o segundo divisor e o resultad
o da operação, quociente. Exemplo: 15 : 3 = 5, pois 5 x 3 = 15 Onde 15 é o divid
endo, 3 é o divisor e 5 é o quociente. Divisão Aproximada No caso de se querer d
ividir, por exemplo, 53 por 6, observa-se que não se encontra um número inteiro
que, multiplicado por 6, reproduza 53, pois 8 ´ 6 = 48 é menor que 53 e 9 ´ 6 =
54 é maior que 53. O número 8, que é o maior número que multiplicado por 6 não u
ltrapassa o dividendo 53, é denominado quociente aproximado a menos de uma unida
de por falta, porque o erro que se comete, quando se toma o número 8 para o quoc
iente, é menor que uma unidade. Temos, assim, a seguinte definição: chama-se res
to de uma divisão aproximada a diferença entre o dividendo e o produto do quocie
nte aproximado pelo divisor. A indicação dessa divisão é feita assim:
DIVIDENDO = DIVISOR × QUOCIENTE + RESTO Exemplo:
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⇉ 53 = 6 × 8 + 5
NÚMEROS INTEIROS (Z)
Em tempos remotos, com o desenvolvimento do comércio, um comerciante desejando i
lustrar a venda de 3 kg de um total de 10 kg de trigo existente num saco, escrev
e no saco: "3", a partir daí um novo conjunto numérico passa a existir, o Conjun
to dos Números Inteiros, hoje, representamos pela letra Z. Z = {..., -3, - 2, -
1, 0, 1, 2, 3, ...} A reticências, no início ou no fim, significa que o conjunto
não tem começo nem fim. Concluímos, então, que todos os números inteiros possue
m um antecessor e um sucessor. Com a relação às operações que serão possíveis de
se efetuar, ilustraremos exemplos da adição e multiplicação.
ADIÇÃO
v Sinais Iguais: Somam-se os números prevalecendo o sinal. Exemplos: (+2) + (+3)
= +5 (-2) + (-3) = - 5
v Sinais Diferentes: Subtraem-se os números prevalecendo o sinal do maior número
em módulo. Exemplos: (-2) + (+3) = +1 (+2) + (-3) = -1
Exercícios Resolvidos
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1) Calcule a soma algébrica: -150 - 200 + 100 + 300 Resolução: -150 - 200 + 100
+ 300 -350 + 100 + 300 -250 + 300 50 2) Alexandre tinha 20 figurinhas para jogar
bafo. Jogou com Marcelo e perdeu 7 figurinhas, jogou com Jorge e ganhou 2, ao j
ogar com Gregório ganhou 3 e perdeu 8 e com Hudson ganhou 1 e perdeu 11. Com qua
ntas figurinhas ficou Alexandre no final do jogo? Resolução: Representando em so
ma algébrica: 20 - 7 + 2 + 3 - 8 + 1 - 11 = 0 Resposta: Nenhuma.
MULTIPLICAÇÃO
Na multiplicação de números inteiros vamos, sempre, considerar a seguinte regra:
(+) . (+) = (+) (+) . (-) = (-) (-) . (+) = (-) (-) . (-) = (+) Exemplos: v (+2
) × (+3) = (+6) v (+2) × (- 3) = (- 6) v (-2) × (+ 3) = (- 6) v (-2) × (- 3) = (
+ 6)
Exercício Resolvido
1) Calcule o valor da expressão abaixo: {(16 - 4) + [3.(-2) - 7.1]}.[-12 - (-4).
2.2] + (-7).2 - 3 . (-1) Resolução: {(16 - 4) + [3.(-2) - 7.1]}.[-12 - (-4).2.2]
+ (-7).2 - 3 . (-1) {12 + [-6 - 7]} .[-12 -(-16)] + (-14) - (-3) {12 + [-13]} .
[-12 + 16] - 14 + 3 {12 - 13} . 4 - 14 + 3 {-1}.4 - 14 + 3
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-4 - 14 + 3 -18 + 3 -15
NÚMEROS RACIONAIS (Q) - FRAÇÕES
São aqueles constituído pelos números inteiros e pelas frações positivas e
a negativas. Número racional é todo número indicado pela expressão b , com b ≠ 0
e é representado pela letra Q.
Atenção: I) Todo número natural é um racional.
II) Todo número inteiro relativo é racional.
FRAÇÕES
Número fracionário ou fração é o número que representa uma ou mais partes da uni
dade que foi dividida em partes iguais. Exemplos: v v v v 1 hora = 60 minutos ¼
hora = 15 minutos
2 4 hora = 30 minutos 3 4 hora = 45 minutos
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⇉ Representação Uma fração é representada por meio de dois números inteiros, obe
decendo uma certa ordem, sendo o segundo diferente de zero, chamados respectivam
ente de numerador e denominador, e que constituem os termos da fração.
O denominador indica em quantas partes foi dividida a unidade, e o numerador, qu
antas partes foram tomadas. As frações podem ser decimais e ordinárias.
FRAÇÕES DECIMAIS
Quando o denominador é representado por uma potência de 10, ou seja, 10, 100, 10
00, etc. Exemplo:
FRAÇÕES ORDINÁRIAS
São todas as outras frações:
TIPOS DE FRAÇÕES
a) Frações Próprias: O numerador é menor que o denominador. Nesse caso a fração
é menor que a unidade. Exemplo:
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b) Frações Impróprias: O numerador se apresenta maior que o denominador. Nesse c
aso a fração é maior que a unidade. Exemplo:
c) Frações Aparentes: São frações impróprias que tem o numerador divisível pelo
denominador e que são chamadas de frações aparentes. Porque são iguais aos númer
os internos que se obtém dividindo o numerador pelo denominador. Exemplo:
d) Frações Irredutíveis: São frações reduzidas à sua forma mais simples, isto é,
não podem mais ser simplificadas, pois seus dois termos são números primos entr
e si, e por esta razão não têm mais nenhum divisor comum. Exemplo:
Simplificando-se
24 2 , temos (fração irredutível) 36 3
REDUÇÕE DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR
1) Reduzem-se as frações à forma irredutível 2) Determina-se o M.M.C. dos denomi
nadores dessas frações 3) Divide-se o mmc pelo denominador e multiplica-se pelo
numerador o resultado da divisão. Exemplo:
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1-)
3 6
=
1 2
2-) mmc (2, 5, 7) = 70 3-)
21 , 52
,4⇉
7
70
,
70
,
70

28 70
, 35 , 40
70 70
PROPRIEDADE DAS FRAÇÕES
1) Se multiplicarmos ou dividirmos o numerador de uma fração por um certo número
diferente de zero, o valor de fração fica multiplicado ou dividido por esse núm
ero. Exemplo:
3 6 10 . Se multiplicarmos o numerador por 2, obteremos a fração 10 , Seja a fra
ção 3 6 10 , pois se em 10 tomamos 6 das 10 divisões da que é duas vezes maior q
ue 3 unidade, em 10 tomamos apenas três.
Ilustração:
3 6 10 é duas vezes menor que 10 . Observando a ilustração, verificamos que
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2) Se multiplicarmos ou dividirmos o denominador de uma fração por um número dif
erente de zero, o valor da fração fica dividido ou multiplicado por esse número.
Exemplo:
2 2 5 . Multiplicando o denominador por 2, obtemos a fração 10 , que é Seja a fr
ação 2 2 5 , pois em 5 dividimos a unidade em 5 partes iguais e das duas vezes m
enor que 2 10 , a mesma unidade foi dividida em 10 cinco tomamos duas, enquanto
que em
partes iguais e tomadas apenas duas em dez. Ilustrações:
2 Comparando-se as ilustrações, podemos verificar que 5 é duas vezes maior que 2
10 .
3) Multiplicando-se ambos os termos de uma fração por um número diferente de zer
o, o valor da fração não se altera. Exemplo:
2 ⇉ 5 2 ⋅2 4 ⇉ 5 ⋅2 10 2 4 = 5 10
Logo:
Ilustrações:
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NÚMEROS MISTOS
Número misto é aquele formado por um número inteiro e uma fração. Para transform
armos um número misto em uma fração, basta multiplicar o denominador da fração i
mprópria pelo número inteiro e somamos o resultado obtido com o numerador. Exemp
lo:
4 7
6
=
42 + 4 7
=
46 7
COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES
Podemos comparar duas ou mais frações para sabermos qual é a maior e qual a meno
r. Para isto, devemos conhecer os critérios de comparação: 1) Quando várias fraç
ões têm o mesmo denominador, a maior é a que tem maior numerador. Exemplo:
4 3 > 10 10
>
1 10
2) Quando várias frações têm o mesmo numerador, a maior é a que tem menor denomi
nador. Exemplo:
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4 4 > 5 7
>
4 10
3) Quando as frações têm numeradores e denominadores diferentes a comparação é f
eita reduzindo-as ao mesmo denominador ou ao mesmo numerador. Exemplo:
2 5
<<
1 2
4 7

28 70
<
35 70
<
40 70
Exercício Resolvido
1) Coloque as seguintes frações em ordem crescente, empregando o sinal <.
47 , 5 10
,
2 5
,
1 2
,
6 3
Resolução: Vamos reduzir as frações ao mesmo denominador, e paratanto o mmc (2,
3, 5, 10) = 30:
4 5
10 5 2 3 30 24 21 12 15 60 ⇉ , , , , 30 30 30 30 30 Logo: 21 12 15 24 60 < < < <
⇉ 30 30 30 30 30
, 7 , 2, 1, 6 ⇉
,
30
,
30
,
30
,
30

2 5
<
1 2
<7
10
<4 <6
5 3
FRAÇÕES EQUIVALENTES
São frações que representam a mesma parte do inteiro, ou seja, são frações de me
smo valor.
Na figura acima temos:
1 2
==
3 6
2 4
logo são frações equivalentes.
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SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES
Significa obter uma outra fração equivalente na qual o numerador e o denominador
são números primos entre si. Para simplificar uma fração basta dividir o numera
dor e o denominador pelo mesmo número.
1
O
. M odo:
36 48

36 ÷ 4 9 ⇉ 48 ÷ 4 12

9 ÷3 ⇉ 12 ÷ 3
3 4
3 4 está na sua forma irredutível.
2O. Modo: Um outro processo para simplificar frações é achar o M.D.C. (máximo di
visor comum) entre o mdc (48,36) = 12
36 ÷ 12 48 ÷ 12

3 4
Exercício Resolvido
3 1) Obter 3 frações equivalentes a 5 .
Resolução:
3 Basta tomar os termos da fração 5 multiplicá-lo por um mesmo número diferente
de zero:
3 ×3 9 = 15 5×3
3 ×7 21 = 35 5×7
3 × 12 36 = 60 5 × 12
ADIÇÃO DE FRAÇÕES
Temos dois casos à considerar: v Caso 1: Denominadores Iguais "Somam-se os numer
adores e conserva-se o denominador comum". Exemplo:
11 5
+
9 5
+
2 5
=
11 + 9 + 2 5
=
22 5
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v Caso 2: Denominadores Diferentes "Reduzem-se as frações ao mesmo denominador c
omum e aplica-se a regra anterior ". Exemplo:
4 7 2 1 6 24 21 12 ⇉ + + + + + + 5 10 5 2 3 30 30 30 24 + 21 + 12 + 15 + 60 = 13
2 ⇉ 30 30
132 ÷ 6 30 ÷ 6
+
15 30
60 + 30

Podemos simplificar a resposta, deixando a fração na sua forma irredutível:
=
22 5
Nota: Em caso da adição de frações envolver números mistos, transformamos os núm
eros mistos em frações impróprias.
SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES
Para a subtração, irão valer as mesmas regras da adição (Caso 1 e Caso 2).
MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES
Ao efetuar o produto entre duas ou mais frações, não importando se os numeradore
s e denominadores são iguais ou diferentes, vamos sempre: Multiplicar os numerad
ores entre si, assim como os denominadores. Exemplos:
Þ
3 6 3×6 18 × = = 5 7 5×7 35 4 7 2 4×7×2 = × × 5 10 5 5 × 10 × 5
Þ
=
56 250
=
56 250
÷2 ÷2
=
28 125
Nota: Neste último exemplo as simplificações poderiam ter sido feitas durante o
produto, observe:
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4 5
×
7 10
×
2 5
=
2 5
×
7 5
×
2 5
=
28 125
, simplificamos o 4 com o 10 no primeiro membro.
DIVISÃO DE FRAÇÕES
Na divisão de duas frações, vamos sempre: Conservar a primeira fração e multipli
car pelo inverso da segunda. Exemplo:
Þ
3 5
÷
6 7
=
3 5
×
7 6
=
1 5
×
7 2
=
1× 7 5×2
=
7 10
EXPRESSÕES ARITMÉTICAS FRACIONÁRIAS
O cálculo de expressões aritméticas fracionárias, que são conjuntos de frações l
igadas por sinais de operações é feito na segunda ordem: 1º) As multiplicações e
divisões 2º) As adições e subtrações, respeitadas as ordens dos parênteses, col
chetes e chaves. Exemplo: Vamos resolver a seguinte expressão:
9 1 2 11 11 41 5 2 + ÷ ÷ + ⋅ ÷ = − 4 5 3 7 32 6 2
= − 4 2
9 1
9
1 10 + 2 11 7 4 5 ÷ × + ÷ = 5 11 6 6 3 12 4 6 7 3 + 6 × 5 = 3
4 9 2 − 5 ÷ 3 + 5 =
÷ = − × 2 4 5
= 10 =
45 − 6 35 + 12 ÷ 15
=
39 47 ÷ 10 15 117 94
=
39 15 = × 10 47
39 3 × 2 47
=
39 3 × 2 47
=
NÚMEROS REAIS (IR)
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A união de todos os conjuntos vistos até agora dará origem ao conjunto dos númer
os reais, representado pela letra IR. Observe o diagrama:
v Observação ⇉ "Números Irracionais" A parte que está em forma de "telhado", ou
seja, IR - Q representa o conjunto dos números irracionais, e estes por sua vez
são aqueles que não podem ser escritos na forma de fração: Exemplos:
2,
3,π
etc.
EXERCÍCIOS
P1) Que restos ode dar na divisão or 5, um número que não seja divisível or 5
? P2) Qual o menor número que se deve somar a 4831 ara que resulte um número d
ivisível or 3 ? P3) Qual o menor número que se deve somar a 12318 ara que resu
lte um número divisível or 5 ? P4) Numa caixa existem menos de 60 bolinhas. Se
elas forem contadas de 9 em 9 não sobra nenhuma e se forem contadas de 11 em 11
sobra uma. Quantas são as bolinhas? P5) O conjunto A é formado or todos os divi
sores de 10 ou 15 ; então odemos afirmar que o conjunto A tem : a) 5 elementos
b) 6 elementos
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c) 7 elementos d) 8 elementos P6) Qual o menor número elo qual se deve multili
car 1080 ara se obter um número divisível or 252? P7) Qual o menor número elo
qual se deve multilicar 2205 ara se obter um número divisível or 1050? P8) A
ssinalar a alternativa correta. a) O número 1 é múltilo de todos os números ri
mos b) Todo número rimo é divisível or 1 c) Às vezes um número rimo não tem d
ivisor d) Dois números rimos entre si não tem nenhum divisor P9) Assinalar a al
ternativa falsa: a) O zero tem infinitos divisores b) Há números que tem somente
dois divisores: são os rimos; c) O número 1 tem aenas um divisor: ele mesmo;
d) O maior divisor de um número é ele rório e o menor é zero. P10) Para se sab
er se um número natural é rimo não: a) Multilica-se esse número elos sucessiv
os números rimos; b) Divide-se esse número elos sucessivos números rimos; c)
Soma-se esse número aos sucessivos números rimos; d) Diminuí-se esse número dos
sucessivos números rimos. P11) Determinar o número de divisores de 270. P12) C
alcule o valor das exressões abaixo: a) (12 - 6) + (14 - 10) x 2 - (3 + 7) b) 1
03 - [ 23 + (29 - 3 x 5) ] + 14 x 2 c) 22 - { 14 + [ 2 x 10 - (2 x 7 - 3) - (2 +
4) ] } + 7 d) [ 60 - (31 - 6) x 2 + 15] ¸ [ 3 + (12 - 5 x 2) ] e) [150 ¸ (20 -
3 x 5) + 15 x (9 + 4 x 5 x 5) ] ¸ 5 + 12 x 2 f) ( 4 + 3 x 15) x ( 16 - 22 ¸ 11)
- 4 x [16 - (8 + 4 x 1) ¸ 4] ¸ 13 P13) Calcular os dois menores números elos qu
ais devemos dividir 180 e 204, a fim de que os quocientes sejam iguais. a) 15 e
17 b) 16 e 18 c) 14 e 18 d) 12 e16 P14) Deseja-se dividir três eças de fazenda
que medem, resectivamente, 90, 108 e 144 metros, em artes iguais e do máximo t
amanho ossível. Determinar então, o número das artes de cada eça e os comrim
entos de cada uma. 9, 8, 6 artes de 18 metros 8, 6, 5 artes de 18 metros 9, 7,
6 artes de 18 metros 10, 8, 4 artes de 18 metros
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e) e) e) P15) Quer-se circundar de árvores, lantadas à máxima distância comum,
um terreno de forma quadrilátera. Quantas árvores são necessárias, se os lados d
o terreno tem 3150,1980, 1512 e 1890 metros? a) 562 árvores b) 528 árvores c) 47
4 árvores d) 436 árvores P16) Numa reública, o Presidente deve ermanecer 4 ano
s em seu cargo, os senadores 6 anos e os deutados 3 anos. Em 1929 houve eleiçõe
s ara os três cargos, em que ano deverão ser realizadas novamente eleições ara
esses cargos? P17) Duas rodas de engrenagens tem 14 e 21 dentes resectivamente
. Cada roda tem um dente esmagador. Se em um instante estão em contato os dois d
entes esmagadores, deois de quantas voltas reete-se novamente o encontro? P18)
Dois ciclistas ercorrem uma ista circular no mesmo sentido. O rimeiro ercor
re em 36 segundos, e o segundo em 30 segundos. Tendo os ciclistas artido juntos
, ergunta-se; deois de quanto temo se encontrarão novamente no onto de arti
da e quantas voltas darão cada um? P19) Uma engrenagem com dois discos dentados
tem resectivamente 60 e 75 dentes, sendo que os dentes são todos numerados. Se
num determinado momento o dento nº 10 de cada roda estão juntos, aós quantas vo
ltas da maior, estes dentes estarão juntos novamente? P20) Sabendo-se que o M.M.
C. entre dois números é o roduto deles, odemos afirmar que: a) os números são
rimos b) eles são divisíveis entre si c) os números são rimos entre si d) os n
úmeros são ímares P21) Da estação rodoviária de São Paulo artem ara Santos, ô
nibus a cada 8 minutos; ara Caminas a cada 20 minutos e ara Taubaté a cada 30
minutos. Às 7 horas da manhã artiram três ônibus ara essas cidades. Pergunta-
se: a que horas do dia, até às 18 horas haverá artidas simultâneas? P22) No aer
oorto de Santos Dumont artem aviões ara São Paulo a cada 20 minutos, ara o S
ul do aís a cada 40 minutos e ara Brasília a cada 100 minutos; às 8 horas da m
anhã á um embarque simultâneo ara artida. Quais são as outras horas, quando os
embarques coincidem até as 18 horas. P23) Para ladrilhar 5/7 de um átio emreg
ando-se 46.360 ladrilhos. Quantos ladrilhos iguais serão necessários ara ladril
har 3/8 do mesmo átio? P24) A soma de dois números é 120. O menor é 2/3 do maio
r. Quais são os números?
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P25) Sueli trabalha aós as aulas numa loja de fazendas. Uma tarde recebeu uma 
eça de linho de 45 metros ara vender. Nesta mesma tarde vendeu 3/5 da eça, de
ois 1/3 do que sobrou. Quantos metros restaram or vender? P26) Uma senhora rea
rtiu R$273,00 entre seus três filhos. O rimeiro recebeu 3/4 do que tocou ao seg
undo e este, 2/3 do que tocou ao terceiro. Quanto recebeu cada um ? P27) Um nego
ciante vendeu uma eça de fazenda a três fregueses. O rimeiro comrou 1/3 da e
ça e mais 10 metros. O segundo comrou 1/5 da eça e mais 12 metros e o terceiro
comrou os 20 metros restantes. Quantos metros tinha a eça ? P28) Dois amigos
desejam comrar um terreno. Um deles tem 1/5 do valor e outro, 1/7. Juntando ao
que ossuem R$276.000,00, oderiam comrar o terreno. Qual o reço do terreno ?
P29) Paulo gastou 1/3 da quantia que ossuía e, em seguida, 3/5 do resto. Ficou
com R$80,00. Quanto ossuía? P30) Qual é o número que multilicado or 1/5 dá 7
3/4? P31) Um alinista ercorre 2/7 de uma montanha e em seguida mais 3/5 do res
tante. Quanto falta ara atingir o cume? P32) Qual é o número que aumenta 1/8 de
seu valor quando se acrescentam 3 unidades? P33) Um trem ercorre 1/6 do caminh
o entre duas cidades em 1 hora e 30 minutos. Quanto temo leva de uma cidade a o
utra uma viagem de trem? P34) Lia comeu 21/42 de uma maçã e Léa comeu 37/74 dess
a mesma maçã. Qual das duas comeu mais e quanto sobrou? P35) Dividindo os 2/5 de
certo número or 2/7 dá ara quociente 49. Qual é esse número? P36) Um acote c
om 27 balas é dividido igualmente entre três meninos. Quantas balas couberam a c
ada um, se o rimeiro deu 1/3 do que recebeu ao segundo e o segundo deu ½ do que
ossuía ao terceiro? P37) Uma herança de R$70.000,00 é distribuída entre três h
erdeiros. O rimeiro recebe ½, o segundo 1/5 e o terceiro o restante. Qual receb
eu a maior quantia? P38) Uma torneira leva sete horas ara encher um tanque. Em
quanto temo enche 3/7 desse tanque?
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P39) R$120,00 são distribuídos entre cinco obres. O rimeiro recebe ½, o segund
o 1/5 do que recebeu o rimeiro e os restantes recebem artes iguais. Quanto rec
ebeu cada obre? P40) Em um combate morrem 2/9 de um exército, em novo combate m
orrem mais 1/7 do que restou e ainda sobram 30.000 homens. Quantos soldados esta
vam lutando? P41) 2/5 dos 3/7 de um omar são laranjeiras; 4/5 dos ¾ são ereira
s; há ainda mais 24 árvores diversas. Quantas árvores há no omar? P42) Um corre
dor deois de ter decorrido os 3/7 de uma estrada faz mais cinco quilômetros e a
ssim corre 2/3 do ercurso que deve fazer. Quanto ercorreu o corredor e qual o
total do ercurso, em quilômetros? P43) Efetuar as adições: 1º) 12,1 + 0,0039 +
1,98 2º) 432,391 + 0,01 + 8 + 22,39 P44) Efetuar as subtrações: 1º) 6,03 - 2,945
6 2º) 1 - 0,34781 P45) Efetuar as multilicações 1º) 4,31 x 0,012 2º) 1,2 x 0,02
1 x 4 P46) Calcular os seguintes quocientes aroximados or falta. 1º) 56 or 17
a menos de 0,01 2º) 3,9 or 2,5 a menos de 0,1 3º) 5 or 7 a menos de 0,001 P47
) Em uma rova de 40 questões, Luciana acertou 34. Nestas condições: Escreva a r
eresentação decimal do número de acertos; Transformar numa fração decimal; Escr
eva em % o número de acertos de Luciana. d) d) d) P48) Calcular o valor da segui
nte exressão numérica lembrando a ordem das oerações: 0,5 + ( 0,05 ¸ 0,005). P
49) Quando o rofessor ediu a Toninho que escrevesse a fração decimal que
81 reresenta o número 0,081 na forma de fração decimal, Toninho escreveu 10 ; E
le
acertou ou errou a resosta.
P50) Dentre os números 2,3; 2,03; 2,030; 2,003 e 2,0300, quais tem o mesmo valor
?
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P51) É correto afirmar que dividir 804 or 4 e multilicar o resultado or 3 dá
o mesmo resultado que multilicar 804 or 0,75? P52) Um número x é dado or x =
7,344 ¸ 2,4. Calcule o valor de 4 - x . P53) Uma indústria A, vende suco de lara
nja em embalagem de 1,5 litro que custa R$ 7,50. Uma indústria B vende o mesmo s
uco em embalagem de 0,8 litro que custa R$ 5,40. Qual das duas vende o suco mais
barato? Em certo dia, no final do exediente ara o úblico, a fila única de cl
ientes de um banco, tem um comrimento de 9 metros em média, e a distância entre
duas essoas na fila é 0,45m. Resonder: a) Quantas essoas estão na fila? b) S
e cada essoa, leva em média 4 minutos ara ser atendida, em quanto temo serão
atendidas todas as essoas que estão na fila?
P54)
GABARITO - CONJUNTOS NUMÉRICOS
P1) 1,2,3,4 P2) 2 P3) 2 P4) 45 P5) B P6) 7 P7) 10 P8) B P9) D P10) B P11) 16 P12
) a) 4 b) 94 c) 12 f) 682 P13) A P14) B d) 5 e) 357
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P15) C P16) 1941 P17) Duas voltas da menor ou três voltas da menor P18) Os cicli
stas se encontraram deois de 180 segundos P19) Aós 4 voltas P20) C P21) 9h; 11
h; 13h; 15h; 17h P22) 11h e 20min; 11h e 40min; 18h P23) 24.339 P24) 72 e 48 P25
) 12 metros P26) R$63,00 ; R$84,00 ; R$126,00 P27) 90 metros P28) R$420.000,00 P
29) R$300,00 P30) 155/4 P31) 2/7 P32) 24 P33) 9 h P34) Cada comeu ½ e não sobrou
nada P35) 35 P36) 6,6,15 P37) R$35.000,00 P38) 3horas P39) 1º- R$60,00 , 2º- R$
12,00 , 3º 4º e 5º R$16,00
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P40) 45.000 P41) 105 P42) 14 quilômetros e 21 quilômetros P43) 1º) 14,0839; 2º)
462,791 P44) 1º) 3,0844; P45) 1º) 0,05172; P46) 1º) 3,29; 2º) 0,65219; 2º) 0,100
8; 2º) 1,5; 3º) 0,714;
P47) a) 0,85 P48) 0,05
85 b) 100 c) 85%
P49) Errou, a resosta é 81/1000 P50) 2,03; 2,030 e 2,0300 P51) Nos dois casos é
correto afirmar, ois o resultado é 603 P52) 13,6256 P53) a indústria A P54) a)
20 essoas b) 80 minutos.
NÚMEROS DECIMAIS
Os números decimais fazem arte do conjunto dos números racionais, e no entanto,
estes números merecem uma atenção esecial, que aarecem muito em nosso cotidia
no, além de se relacionar com muitas questões de rovas de concursos úblicos.
ADIÇÃO
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Escrevem-se os números decimais uns sobre os outros de modo que as vírgulas se c
orresondam; somam-se os números como se fossem inteiros, e, coloca-se a vírgula
na soma, em corresondência com as arcelas. Exemlo:
13,8 + 0,052 + 2,9 = 13,8 0,052 2,9 16,752 ou 13,800 0,052 2,900 16,752
SUBTRAÇÃO
Escreve-se o subtraendo sob o número de modo que as vírgulas se corresondam. Su
btraem-se os números como se fossem inteiros, e coloca-se a vírgula no resultado
em corresondência com os dois termos. Exemlo:
5,08 - 3,4852 = 5,0800 −3,4852 1,5948
MULTIPLICAÇÃO
Para se efetuar o produto entre números na forma decimal, deve se multiplicar no
rmalmente, como se fossem números inteiros e após conta se a quantidade de casas
decimais que cada um dos fatores apresenta somando em seguida e transferindo pa
ra o resultado do produto. Exemplo:
1,23 × 0,4 = 0,492; 12,345 × 5,75 = 70,98375
DIVISÃO
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Reduzem se o dividendo e o divisor ao mesmo número de casas decimais, desprezam
se as vírgulas de ambos, e efetua se a divisão como se fossem inteiros. Obtido o
quociente, coloca se ao mesmo tempo, uma vírgula a sua direita e um zero a sua
esquerda do resto, a fim de continuar a divisão. Os demais algarismos do quocien
te serão sempre obtidos colocando se um zero a direita de cada resto. Exemplo:
72,2379 ÷ 5,873
Igualando se as casas decimais do dividendo e do divisor temos:
EXPRESSÕES ARITMÉTICAS
É um conjunto de números reunidos entre si por sinais de operações. A partir do
estudo da adição e subtração, já podemos começar a resolver expressões aritmétic
as, envolvendo adições e subtrações. O cálculo dessas expressões é feito na orde
m em que é indicada, devendo observar se que são feitas inicialmente as operaçõe
s indicadas entre parênteses, em seguida as indicadas entre colchetes e finalmen
te as indicadas entre chaves. Exemplos: 1) Calcular o valor da expressão aritmét
ica 35 [4 + (5 3)] efetuando se as operações indicadas dentro dos parênteses
obtemos 35 [4 + 2] efetuando se as operações indicadas dentro dos colchetes t
emos 35 6 = 29 2) Calcular o valor da expressão aritmética 86 {26 [8 (2
+ 5)]} efetuando se as operações indicadas nos parênteses obtemos 86 {26 [8
7]} efetuando se as operações indicadas nos colchetes temos 86 {26 1} efet
uando as operações indicadas entre as chaves vem que 86 25 = 61 3) Calcular o
valor da expressão aritmética 53 {[48 + (7 3)] [(27 2) (7 + 8 + 10)]}
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53 {[ 48 + 4 ] [ 25 25]} 53 {52 0} 53 52 = 1 O cálculo das expressõe
s aritméticas que contém as 4 operações (adição, subtração, multiplicação e divi
são) deve obedecer a seguinte ordem: Inicialmente as multiplicações e divisões e
em seguida, as adições e subtrações, respeitando se a ordem de se iniciar com o
s parênteses mais internos, a seguir os colchetes e finalmente as chaves. Exempl
o: 54 3 x [ (7 + 6 : 2) (4 x 3 5) ] efetuando se inicialmente as multiplic
ações e divisões que estão indicadas nos parênteses temos: 54 3 x [ 10 7 ] e
fetuando se os colchetes vem que 54 3 ´ [ 3 ] 54 9 = 45
Exercício Resolvido
1) Resolva a seguinte expressão aritmética {[( 8 x 4 + 3) : 7 + ( 3 + 15 : 5) x
3] x 2 (19 7) : 6} x 2 + 12 Resolução: { [ ( 32 + 3) : 7 + (3 + 3) x 3 ] x 2
12 : 6} x 2 + 12 { [ 35 : 7 + 6 x 3 ] x 2 2 } x 2 + 12 { [ 5 + 18 ] x 2 2
} x 2 + 12 { 23 x 2 2} x 2 + 12 { 46 2 } x 2 + 12 44 x 2 + 12 88 + 12 100
DIVISIBILIDADE
Existem algumas regras que podem nos auxiliar a identificar se um número é ou nã
o divisível por outro. Por exemplo, sabemos que 16 é divisível por 2, ou que 27
é divisível por 3, e no entanto será que 762 é divisível por 2? E por 3?
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Todo número que é par é divisível por 2. Exemplos: 762, 1 572, 3 366 etc.
Somam se os algarismos do número em questão, se o resultado for um número divisí
vel por 3, então o número inicial o será também. Exemplos: v 762, pois 7 + 6 + 2
= 15 v 3 573, pois 3 + 5 + 7 + 3 = 18 v 53 628, pois 5 + 3 + 6 + 2 + 8 = 24
Observe os dois últimos algarismos se for dois zeros ou se terminar numa dezena
divisível por 4 o número será divisível por 4. Exemplos: v 764, pois 64 é divisí
vel por 4. v 1 572, pois 72 é divisível por 4. v 3 300, pois o número termina em
dois zeros.
Observe o último algarismo se for zero ou cinco o número será divisível por 5.
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Exemplos: 760, 1 575, 3 320.
Todo número que é divisível por 2 e por 3 ao mesmo tempo, será também, divisível
por 6. Exemplos: 762, 1 572, 33 291.
Seguindo um algoritmo apresentado por um professor, vamos seguir 3 passos: 1O. S
epare a casa das unidades do número; 2O. Multiplique esse algarismo separado (da
direita) por 2; 3O. Subtraia esse resultado do número à esquerda se esse result
ado for divisível por 7, então o número original também o será. Exemplos: v 378
é divisível por 7, pois Passo1: 37 ........ 8 Passo 2: 8 × 2 = 16 Passo 3: 37 −
16 = 21 Como 21 é divisível por 7, então 378 também o é. v 4 809 é divisível por
7, pois Passo1: 480 ........ 9 Passo 2: 9 × 2 = 18 Passo 3: 480 − 18 = 462 Repe
tindo os passos para o número encontrado: Passo1: 46 ........ 2 Passo 2: 2 × 2 =
4 Passo 3: 46 − 4 = 42
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Como 42 é divisível por 7, então 4 809 também o é.
Observe os três últimos algarismos, se for três zeros ou uma centena divisível p
or 8 então o número original também será. Exemplos: 1 416, 33 296, 57 800, 43 00
0.
Somam se os algarismos do número em questão, se o resultado for um número divisí
vel por 9, então o número inicial o será também. Exemplos: v 3 573, pois 3 + 5 +
7 + 3 = 18 v 53 928, pois 5 + 3 + 9 + 2 + 8 = 27 v 945 675, pois 9 + 4 + 5 + 6
+ 7 + 5 = 36
Observe o último algarismo se for zero o número será divisível por 10. Exemplos:
760, 3 320, 13 240.
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Um número será divisível por 11, quando a diferença entre a soma dos algarismos
de ordem par e a soma dos algarismos de ordem ímpar tiver como resultado um núme
ro divisível por 11. Exemplos: v 2 937, pois: soma dos algarismos de ordem par:
9 + 7 = 16 soma dos algarismos de ordem ímpar: 2 + 3 = 5 fazendo a diferença: 16
5 = 11 v 28 017, pois: soma dos algarismos de ordem par: 8 + 1 = 9 soma dos a
lgarismos de ordem ímpar: 2 + 0 + 7 = 9 fazendo a diferença: 9 9 = 0
MÚLTIPLOS E DIVISORES
⇉ Múltiplo: é o resultado da multiplicação de um número natural por outro natura
l. Exemplos: v 24 é múltiplo de 3, pois 3 x 8 = 24. v 20 é múltiplo de 5, pois 5
x 4 = 20 e é múltiplo de 2, pois 2 x 0 = 0 ⇉ Divisor: se um número x é divisíve
l por y, então y será um divisor de x. Exemplos: v 8 é divisor de 864, pois 864
é divisível por 8. v 21 é divisor de 105, pois 105 é divisível por 21.
NÚMEROS PRIMOS
Todo número que apresenta dois divisores naturais, sendo eles: o próprio número
e a unidade; ele será considerado um número primo, são eles: 2, 3, 5, 7, 11, 13,
17, 19, 23, 29, 31, 37, 41, 43, 47, ...
RECONHECENDO UM NÚMERO PRIMO:
Dividimos o número, de maneira sucessiva, pelos números que formam a série dos n
úmeros primos, até encontramos um coeficiente igual ou menor ao divisor. Caso ne
nhuma dessas divisões seja exata, então o número é primo.
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Nota: utilizando-se os critérios de divisibilidade, poderemos evitar algumas des
sas divisões. Exemplo: Vamos verificar se o número 193 é primo. Utilizando os cr
itérios da divisibilidade, podemos verificar que 193 não é divisível por 2, 3, 5
, 7. Então, dividindo:
193 11 83 17 6
193 13 63 14 11
193 17 23 11 6
Quociente menor que o divisor ⇉ 11 < 17, e não houve divisão exata, então o núme
ro 193 é primo.
DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS
Quando um número não é primo, pode ser decomposto num produto de fatores primos.
A fatoração consiste, portanto, em encontrar todos os fatores primos divisores
de um número natural. ⇉ Regra: dividimos o número pelo seu menor divisor primo,
excetuando-se a unidade, a seguir, dividimos o quociente pelo menor divisor comu
m e assim sucessivamente até encontrarmos o quociente 1. O número dado será igua
l ao produto de todos os divisores encontrados que serão números primos.
Exemplo:
QUANTIDADE DE DIVISORES DE UM NÚMERO
Podemos determinar o total de divisores de um número, mesmo não se conhecendo to
dos os divisores. ⇉ Regra: O número total de divisores de um número é igual ao p
roduto dos expoentes dos seus fatores primos aumentados (cada expoente) de uma u
nidade. Exemplo:
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Vamos determinar o total de divisores de 80. Fatorando-se o número 80 encontrare
mos:
80 = 24 × 51
Aumentando-se os expoentes em 1 unidade: v 4 +1 =5 v 1 +1 =2 Efetuando-se o prod
uto dos expoentes aumentados 5 × 2 = 10 Portanto, o número de divisores de 80 é
10. Nota: Ao determinarmos a quantidade de divisores estamos encontrando apenas
os divisores positivos desse número.
MÁXIMO DIVISOR COMUM (M.D.C.)
Denomina-se máximo divisor comum entre dois ou mais números naturais não nulos,
ao maior número natural que divide a todos simultaneamente. Exemplo: O máximo di
visor comum entre 6, 18 e 30 é o número 6, pois este divide ao mesmo tempo o 6,
o 18 e o 30 e, além disso, é o maior dos divisores simultâneos dos números dados
.
MÉTODO DA COMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS
Decompõe-se os números em fatores primo e em seguida escolhe-se os fatores primo
s comuns com os menores expoentes e em seguida efetua-se o produto destes expoen
tes. Exemplo: 1-) Encontrar o MDC entre os números 60 e 280
Escolhemos agora os fatores primos comuns aos dois números que decompomos, com o
s menores expoentes. Os fatores comuns aos dois números são 2 e 5, e estes fator
es com seus menores expoentes são : 22 × 5 = 4 × 5 = 20
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Logo o M.D.C. entre 60 e 280 é 20 e se escreve da seguinte forma: MDC (60, 280)
= 20 2-) Determinar o M.D.C. entre 480 e 188
O único fator primo comum entre 480 e 188 é 2, e como deve ser escolhido aquele
que tiver o menor expoente, então temos 22 = 4 mdc (480, 188) = 4
MÉTODO DAS DIVISÕES SUCESSIVAS
(MÉTODO DE EUCLIDES)
Vamos encontrar o máximo divisor comum entre 60 e 280. 1O. Passo: Utilize o disp
ositivo abaixo colocando o maior número na primeira lacuna (do meio) e o menor n
a segunda lacuna (do meio):
2O. Passo: Divida 280 por 60 colocando o quociente na lacuna de cima do 60 e o r
esto na
lacuna abaixo do 280:
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3O. Passo: O resto da divisão vai para a lacuna do meio do lado direito de 60 e
repete-se os passos 1, 2 e 3 até encontrarmos resto zero.
4O. Passo: O último divisor encontrado será o mdc. mdc (60, 280) = 20 Nota: "Núm
eros Primos entre Si" Dois ou mais números são considerados primos entre si se e
somente o Máximo Divisor Comum entre esses números for igual a 1. Exemplo: 21 e
16, pois mdc (21, 16) = 1
Exercícios Resolvidos
1) Determinar os dois menores números pelos quais devemos dividir 144 e 160, a f
im de obtermos quocientes iguais. Resolução: Determinamos o M.D.C. entre 144 e 1
60
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mdc (144, 160) = 24 = 16 Então: 144 ÷ 16 = 9 O maior divisor de 144 é 16 e o men
or quociente 9, Vem que 160 ÷ 16 = 10 onde 16 é também o maior divisor de 160 e
10 o menor quociente. Logo os números procurados são 9 e 10, pois 144 ÷ 9 = 16 e
160 ÷ 10 = 16. 2) Um terreno de forma retangular tem as seguintes dimensões, 24
metros de frente e 56 metros de fundo. Qual deve ser o comprimento de um cordel
que sirva para medir exatamente as duas dimensões? Resolução:
Então: mdc ( 56, 24) = 8 Resposta: O comprimento do maior cordel que pode ser ut
ilizado para medir as dimensões do terreno deve ser de 8 metros de comprimento,
pois, 8 é o maior dos divisores comuns entre 56 e 24.
MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM (M.M.C)
"Mínimo múltiplo comum de dois ou mais números naturais não nulos é o menor dos
múltiplos, não nulo, comum a esses números." Sejam dois conjuntos, um constituíd
o pelos múltiplos de 6 e outro constituído pelos múltiplos de 9. v M(6) = {0, 6,
12, 18, 24, 30, 36, ...} v M(9) = {0, 9, 18, 27, 36, 45, 54, ...} Observando-se
os dois conjuntos de múltiplos de 6 e 9, verificamos que existem números que ap
arecem em ambos, isto é, são comuns aos dois conjuntos, como os números 18 e 36,
isto é: M(6) ∩ M(9) = {0, 18, 36, ...}
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Isto significa que 18 e 36 são múltiplos comuns de 6 e 9, isto é, estes números
são divisíveis ao mesmo tempo por 6 e por 9. Logo teremos como Mínimo Múltiplo C
omum entre 6 e 9 o número 18, isto é: mmc (6, 9) = 18

MÉTODO DA COMPOSI ÃO EM FATORES PRIMOS
O mínimo múltiplo comum de dois ou mais números, obtém-se decompondo simultaneam
ente este números e efetuando-se o produto dos fatores primos comuns e não comun
s escolhidos com seus maiores expoentes. Exemplo: Determinar o M.M.C. dos número
s 70, 140, 180. Fatorando os números:
70 2 35 5 77 1
140 2 70 2 35 5 77 1
180 90 45 15 5 1
2 2 3 3 5
Então temos: 70 = 2 x 5 x 7 140 = 22 x 5 x 7 180 = 22 x 32 x 5 Os fatores primos
comuns, isto é, que aparecem nas três fatorações são 2e 5.O número 7 não é fato
r primo comum porque só aparece na fatoração dos números 70 e 140. O número 3 ta
mbém não é fator primo comum porque só aparece na fatoração do número 180. Logo:
v fatores primos comuns escolhidos com os maiores expoentes: 22 e 5. v Fatores
primos não comuns escolhidos com os maiores expoentes: 32 e 7. mmc (70, 140,180)
= 22 x 5 x 32 x 7 = 1260

MÉTODO DA DECOMPOSI ÃO SIMULTÂNEA
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Então: mmc (70, 140, 180) = 22 x 32 x 5 x 7 = 1260

RELA ÃO ENTRE O MMC E O MDC
O produto de dois números dados é igual ao produto do M.D.C. desses números. mmc
(a, b) × mdc (a,b) = a x b Exemplo: Sejam os números 18 e 80 Temos pela regra q
ue: 18 x 80 = mmc (18, 80) × mdc (18, 80) O produto é 18 × 80 = 1440. Vamos agor
a determinar o M.M.C. desses dois números.
80, 18 2 40, 9 2 20, 9 2 10, 9 2 5, 9 3 5, 3 3 5, 1 5 1, 1
mmc (80, 18) = 24 x 32 x 5 = 720 Logo: mdc(80, 18) = 1440 ÷ mmc(18, 80) = 1440 ÷
720 = 2
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EXERCÍCIO RESOLVIDO
Para identificarmos se um problema deve ser resolvido através do M.M.C. temos al
gumas indicações importantes. I - Diante de um problema, verificar se trata de f
atos repetitivos, significa que estes fatos são múltiplos; II - Os acontecimento
s deverão ser simultâneos, isto é, comuns; III - Ao buscarmos a primeira coincid
ência, estamos buscando o M.M.C. Exemplo: Três viajantes passam por determinado
local respectivamente a cada 15, 20 e 25 dias. Sabendo-se que hoje os três se en
contram, quando acontecerá o novo encontro? Resolução: v Existe a idéia de repet
ição: "Sabendo-se que hoje os três se encontraram, quando ocorrerá o novo encont
ro?" ⇉ Múltiplo v "Encontrar-se-ão num determinado dia" ⇉ Comum v "Quando aconte
cerá o novo encontro" ⇉ Mínimo Portanto
15, 20, 25 15, 10, 25 15, 5, 25 5, 5, 25 1, 1, 5 1, 1 1
2 2 3 5 5 300
Resposta: O primeiro encontro ocorrerá dentro de 300 dias.
SISTEMA LEGAL DE MEDIDAS
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MEDIDAS DE COMPRIMENTO
A medida básica de comprimento é o metro cujo símbolo é m. O metro é um padrão a
dequado para medir a largura de uma rua, o comprimento de um terreno, a altura d
e uma sala. Para medir grandes distâncias, há unidades derivadas de metro e que
são maiores que ele, como por exemplo medir a extensão de uma estrada. Há também
unidades derivadas do metro e que servem para medir pequenos comprimentos, como
por exemplo o comprimento de um prego. Observe a tabela que representa os múlti
plos e submúltiplos do metro. Nome decâmetro hectômetro quilômetro decímetro cen
tímetro milímetro Símbolo dam hm km dm cm mm Relação 10 m 100 m 1000 m 0,1 m 0,0
1 m 0,001 m
Múltiplos do Metro Submúltiplos do Metro
Nota: Os múltiplos e os submúltiplos do metro são obtidos a partir do metro, rea
lizando sucessivas multiplicações ou divisões por 10.
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MUDANÇA DE UNIDADE
Para transformar a unidade de uma medida, em geral, utilizaremos a escada de uni
dades abaixo representada:
Por exemplo, se quisermos passar uma unidade de metros para centímetros, vamos m
ultiplicar o número por 100, pois estaremos descendo dois degraus. Por outro lad
o, se fôssemos subir dois degraus esta escada (metros pra hectômetro por exemplo
), iríamos dividir o número por 100. Analogamente, de acordo com a quantidade de
degraus é que vamos escolher o fator múltiplo de dez. Exemplo1: Vamos reduzir 4
24,286 hectômetros pra metros. v hm → m ⇉ × 100 (Desce 2 degrau) 424,286 ×100 =
42428,6 m Exemplo2: Reduzindo 5645,8 decímetros para quilômetros. v dm → km ⇉ ÷
10.000 (Sobe 4 degraus) 5645,8 ¸10.000 = 0,56458 km
OUTRAS UNIDADES DE MEDIDAS RELACIONADAS AO METRO
v
v v
Polegada = 2,54 cm Pé = 30,48 cm Milha = 1609 metros
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EXERCÍCIOS - MEDIDAS DE COMPRIMENTO
P 1) Reduzir 28,569 hm a metros. P 2) Exprimir 456,835 cm em quilômetros. P 3) Q
uantos metros existem em 8 dm? P 4) Quanto dista, em quilômetros, a terra da lua
; sabendo-se que essa distância equivale, em média, a 60 raios terrestres? (Nota
: o raio da terra mede 6.370.000 m). P 5) Um viajante percorreu em 7 horas, 33.6
00 metros. Quantos quilômetros ele fez, em média, por hora? P 6) O passo de um h
omem mede cerca de 0,80m. Quanto tempo empregará esse homem para percorrer 4.240
km de uma estrada, sabendo-se que anda à razão de 100 passos por minuto? P 7) U
ma senhora comprou 20 metros de fazenda à razão de R$ 84,00 o metro. Se esta faz
enda foi medida com uma régua que era 1 cm mais curta que o metro verdadeiro; pe
rgunta-se: 1º) Quanto de fazenda a senhora recebeu? 2º) Quanto pagou a mais? P 8
) Numa construção, chama-se pé direito a distância do chão ao teto. Nos prédios
de apartamentos, o pé direito mínimo é de 2,70 m. Qual a altura aproximada de um
prédio de 15 andares? P 9) As telas dos aparelhos de televisão costumam ser med
idas, em diagonal por polegadas. Considerando-se a polegada igual a 2,5 cm. Quan
tos cm tem a diagonal de um aparelho de 16 polegadas? P 10) De acordo com a Bíbl
ia, a arca de Noé tinha 300 cúbitos de comprimento, 50 cúbitos de largura e 30 c
úbitos de altura. Considerando-se 1 cúbito = 0,5 m. Calcule as dimensões da arca
de Noé. P 11) Em um mapa cada cm corresponde a 25 km no real. Sabendo-se que a
distância real de São Paulo a Curitiba é de aproximadamente 400 km, essa distânc
ia corresponde a quantos cm no mapa? P 12) A figura a seguir mostra parte de um
mapa onde estão localizadas as cidades A, B, C< D e as distâncias (em km) entre
elas. Um automóvel percorria uma menor distância saindo de A, passando por B e c
hegando a D ou saindo de A, passando por C e chegando a D?
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P 13) Com 32,40 m de arame, Roberto quer formar 20 pedaços de mesmo comprimento.
Qual deverá ser o comprimento de cada pedaço? P 14) Uma cidade A está ligada a
uma cidade B por uma estrada que tem 52,5 km de comprimento. Por sua vez a cidad
e B está ligada a cidade C por uma estrada cujo comprimento é igual a 2/3 da dis
tância de A até B. Quantos quilômetros percorrerá um veículo que sai de A, passa
por B e atinge C? P 15) Um carpinteiro está colocando rodapé no contorno de uma
sala que tem 7,40m de comprimento por 4,15m de largura. Esta sala tem três port
as, duas delas com 90 cm de vão cada uma e a outra com 130 cm de vão. Consideran
do-se que ele não vai colocar rodapé no vão da porta, podemos dizer que ele vai
usar de rodapé: a) 16m b) 17m c) 18 m d) 19 m e) 20 m
GABARITO - MEDIDAS DE COMPRIMENTO
P1) 2856,9 P2) 0,00456835 P3) 0,80 P4) 382.200 km P5) 4,8 km/h P6) 53.000 minuto
s P7) Recebeu 19,80 m e pagou a mais 16,80 P8) 40,50 m P9) 40 cm P10) 150 m de c
omprimento, 25 m de largura e 15 m de altura
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P11) 16 cm P12) Passando por C P13) 1,62 m P14) 87,5 km P15) E
MEDIDAS DE SUPERFÍCIE
"Superfície é a região do plano determinada por segmentos de reta ou por linhas
curvas. Medir uma superfície é compará-la com outra tomada como unidade". Para m
edirmos as superfícies, utilizamos as unidades da área do sistema métrico intern
acional, cuja unidade básica é o metro quadrado (m2 ) e que corresponde a um qua
drado de 1 metro de lado.
Neste sistema, cada unidade de área é cem vezes maior que a unidade imediatament
e inferior. O metro quadrado foi criado para medir grandes superfícies, como por
exemplo, a superfície de uma fazenda. Para medir grandes superfícies foram cria
das unidades maiores que o metro quadrado, bem como, foram criadas unidades meno
res que o metro quadrado para medir pequenas superfícies.
Múltiplos do Metro Quadrado
Decâmetro Quadrado (dam2) - que corresponde a uma área quadrada de 1 dam de lado
, eqüivalendo a 100 m2. Hectômetro Quadrado (hm2) - que corresponde a uma área q
uadrada de 1 hm de lado, eqüivalendo a 10.000 m2.
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Quilômetro Quadrado (km2 ) - que corresponde a uma região quadrada de 1 km de la
do, eqüivalendo a 1.000.000 m2.
Submúltiplos do Metro Quadrado
Decímetro Quadrado (dm2 ) - que corresponde a uma região quadrada de 1 dm de lad
o, equivalendo a 0,01 m2 . Centímetro Quadrado (cm2) - que corresponde a uma áre
a quadrada de 1 cm de lado, equivalendo a 0,0001 m2. Milímetro Quadrado (mm2) -
que corresponde a uma área quadrada de 1 mm de lado, equivalendo a 0,000001 m2
QUADRO DAS UNIDADES DAS MEDIDAS DE SUPERFÍCIE
As unidades de superfície variam de 100 em 100, assim, qualquer unidade é sempre
100 vezes maior que a unidade imediatamente inferior e 100 vezes menor que a un
idade imediatamente superior.
MUDANÇA DE UNIDADE
Para transformar a unidade de uma medida, em geral, utilizaremos a escada de uni
dades abaixo representada:
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Por exemplo, se quisermos passar uma unidade de metros quadrados para centímetro
s quadrados, vamos multiplicar o número por 10.000, pois estaremos descendo dois
degraus. Por outro lado, se fôssemos subir dois degraus desta escada (metros qu
adrados pra decâmetros quadrados por exemplo), iríamos dividir o número por 10.0
00. Analogamente, de acordo com a quantidade de degraus é que vamos escolher o f
ator múltiplo de cem.
MEDIDAS AGRÁRIAS
São medidas utilizadas na agricultura para medir campos, fazendas, etc. As unida
des são o hm2, o dam2 e o m2 que recebem designações especiais. A unidade fundam
ental de medida é o ARE, cujo símbolo é a, eqüivale a 1 dam2 ou seja 100 m2. O a
re possui apenas um múltiplo e um submúltiplo: v O múltiplo do are é o hectare q
ue vale 100 ares ou 1 hectômetro quadrado. Seu símbolo é ha. v O submúltiplo do
are é o centiare, cujo símbolo é ca e cujo valor corresponde a 0,01 are e equiva
le a 1m2.
Múltiplo Sub-múltiplo Observação:
hectare are centiare
ha a ca
Hectômetro quadrado Decâmetro quadrado Metro quadrado
10.000 m2 100 m2 1 m2
Existem unidades não legais que pertencem ao sistema métrico decimal. v Alqueire
Paulista = 24.200 m2 v Alqueire Mineiro = 48.400 m2
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EXERCÍCIOS SOBRE MEDIDAS AGRÁRIAS
P 1) Uma fazenda tem 6 há de área. Qual sua área em m2? P 2) Uma reserva florest
al tem 122.800m2 de área. Qual a área dessa reserva em ha? P 3) Uma plantação de
café tem uma área de 406 ha. Qual a área dessa plantação em km2? P 4) Uma gleba
de terra tem uma área de 5/8 ha. 60% da área dessa gleba foi reservada para pas
to. Quantos m2 de pasto foram formados nessa gleba? P 5) Roberto comprou 6 alque
ires paulistas de terra, Quantos m2 ele comprou? P 6) Numa fazenda de criação de
gados para engorda, foram formados 50 alqueires (mineiros) de pasto de excelent
e qualidade. Quantos m2 de pasto foram formados nessa fazenda? P 7) Uma plantaçã
o de cana de açúcar cobre uma extensão de 42 ha. Qual é, em m2, a superfície ocu
pada pela plantação?
GABARITO - MEDIDAS AGRÁRIAS
P1) 60.000 m2 P2) 12,28 ha P3) 4,06 km2 P4) 3750 m2 P5) 145.20 m2 P6) 2.420.000
m2 P7) 420.000 m2
MEDIDAS DE CAPACIDADE
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" Capacidade é o volume de líquido que um sólido pode conter em seu interior". A
ssim, quando dizemos que no interior de uma garrafa de água mineral cabe meio li
tro, estamos medindo a quantidade de líquido que a garrafa pode conter. Como a c
apacidade é um volume, podemos utilizar as unidades de volume para medir os líqu
idos. Mas para este fim, utilizamos uma outra unidade de medida chamada litros,
que se abrevia por l.O litro corresponde à capacidade de um cubo com 1 dm de are
sta, ou seja, corresponde ao volume de um decímetro cúbico.
Exemplo: O hidrômetro de uma casa registrou no mês que passou, um consumo de 3 d
e água. Quantos litros de água foram consumidos nessa casa? 25m •25m3 = (25 x 10
00)dm3 = 25.000dm3 = 25.000l
MUDANÇA DE UNIDADE
Como os múltiplos e submúltiplos do litro variam de 10 em 10, pode-se concluir q
ue as mudanças de unidades são feitas como nas medidas de comprimento, ou seja,
deslocandose a vírgula de uma em uma casa decimal para a esquerda ou para a dire
ita ou ainda, como foi dito, utilizando a escada de transformações representada
abaixo:
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EXERCÍCIOS SOBRE MEDIDAS DE CAPACIDADE
P 1) Expressar 2l em ml. P 2) Sabendo-se que 1dm3 = 1l, expressar 250 l em cm3.
P 3) Na leitura de um hidrômetro de uma casa, verificou-se que o consumo do últi
mo mês foi de 36m3, quantos litros de água foram consumidos? P 4) Uma indústria
farmacêutica fabrica 1400 litros de uma vacina que deve ser colocada em ampolas
de 35cm3 cada uma. Quantas ampolas serão obtidas com esta quantidade de vacina?
P 5) O volume interno de uma carreta de caminhão-tanque é de 85m3. Quantos litro
s de combustível essa carreta pode transportar quando totalmente cheia? P 6) Um
reservatório, cujo volume é de 10m3, estava totalmente cheio quando deles foram
retirados 2.200 l. Numa segunda vez foi retirado 1/3 da quantidade de água que r
estou. Nessas condições, quantos litros ainda restam no reservatório? P 7) O vol
ume máximo interno de uma ampola de injeção é de 12cm3. Qual é a capacidade máxi
ma em ml desta ampola? P 8) Qual é a capacidade, em litros, de uma caixa d´água
cujo volume interno é de 0,24m3?
GABARITO - MEDIDAS DE CAPACIDADE P1) 2000ml P2) 250000 cm3 P3) 36.000 litros P4)
40.000 ampolas P5) 85.000l de combustível P6) 5200 litros
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MEDIDAS DE MASSA
"Massa de um corpo qualquer é a quantidade de matéria que esse corpo contém". O
sistema métrico decimal é utilizado, para estabelecer as unidades que servem par
a medir a massa de um corpo. A unidade padrão para medir a massa de um corpo é a
massa de um decímetro cúbico de água, a uma temperatura de 4ºC. Entretanto, por
ser mais prático, foi utilizado como unidade principal o grama (abrevia-se g) e
que se constitui numa massa igual a milésima parte do quilograma ou seja, 1g =
0,001kg ou 1kg = 1000g.
RELAÇÃO IMPORTANTE
Volume 1 dm3 =
Capacidade Massa 1 litro = 1 kg
Exemplo: Um recipiente, totalmente cheio contém um volume de 5m3 de água pura. Q
ual é o peso (massa) da água contida neste recipiente? v 5m3 = 5.000 dm3 = 5000
kg Logo, o peso dessa água contida nesse recipiente é de 5.000 kg
OUTRAS UNIDADES DE MEDIDAS RELACIONADAS AO GRAMA
v Tonelada (T) = 1.000 kg v Megaton = 1.000 toneladas v Quilate = 0,2 g (unidade
para medida de pedras e metais preciosos)
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EXERCÍCIOS SOBRE MEDIDAS DE MASSA
P 1) Com uma certa quantidade de papel, foram feitos 25.000 blocos, todos com o
mesmo número de páginas. Se cada bloco tem 0,75 kg, quantos quilogramas de papel
foram usados para fazer esses blocos? P 2) Uma laje é formada por 40 blocos de
concreto. Cada bloco de concreto tem 1 1/4 T. de massa. Qual a massa da laje tod
a? P 3) Um litro de uma certa substância corresponde a uma massa de 2.5 kg. Quan
tos kg há em 6 m3 dessa substância? P 4) Um comprimido contém 3,5 mg de vitamina
x. Uma pessoa toma três desses comprimidos por dia. Quantos miligramas de vitam
ina x essa pessoa vai ingerir após 1 mês de 30 dias? P 5) Um recipiente contém á
gua pura. A massa dessa água é de 18.000 kg. Qual é em m3 o volume interno desse
recipiente? P 6) Um volume de 0,01 m3 corresponde a quantos decímetros cúbicos?
P 7) Um reservatório tem um volume de 81 m3 e está totalmente cheio d´água. Uma
válvula colocada nesse reservatório deixa passar 1500l de água a cada 15 minuto
s. Esta válvula ficou aberta durante um certo tempo e depois foi fechada. Verifi
cou-se que havia, ainda 27m3 de água no reservatório. Durante quanto tempo esta
válvula permaneceu aberta? a) 8 horas b) 9 horas c) 12 horas d) 18 horas e) 36 h
oras
GABARITO - MEDIDAS DE MASSA P1) 18.750 kg P2) 50 T P3) 15.000 kg P4) 315 mg P5)
18 m3 P6) 10 dm3 P7) B
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MEDIDAS DE TEMPO
A unidade fundamental do tempo é o segundo. As unidades secundárias, que se apre
sentam somente como múltiplos, constam no quadro:
NOMES
Símbolos s ou seg min h d
Segundo Minuto Hora Dia
Valores em segundos 1 60 3.600 86.400
Outras unidades, usadas na prática, são: v Semana (se) 7 dias v Mês (me) 30, 31
ou 29 ou 28 dias v Ano (a) 360, 365 ou 366 dias O ano compõe-se de 12 meses. O a
no comercial tem 360 dias, o ano civil tem 365 dias e ano bissexto 366 dias. Os
meses de janeiro, março, maio, julho, agosto, outubro e dezembro têm 31 dias; os
meses de abril, junho, setembro e novembro têm 30 dias. O mês de fevereiro tem
28 dias nos anos comuns (civil) e 29 dias nos anos bissextos. Todo ano que for d
ivisível por 4, são bissextos. Assim, por exemplo: 1940, 1952, 1964 são bissexto
s 1910, 1953, 1965 não são bissextos
Nomenclaturas:
v v v v v v v v v v 02 anos chama-se biênio 03 anos chama-se triênio 04 anos cha
ma-se quadriênio 05 anos chama-se quinquênio ou lustro 10 anos chama-se decênio
ou década 100 anos chama-se século 1000 anos chama-se milênio 02 meses chama-se
bimestre 03 meses chama-se trimestre 06 meses chama-se semestre
A representação do número complexo que indica unidade de tempo, é feita escreven
do-se em ordem decrescente o valor, s números correspondentes às diversas unidad
es acompanhados dos respectivos símbolos.
Exemplo:
v 9a 4 me 18 d 15 h 23 min 17 seg
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MUDANÇA DE UNIDADES
Podem ocorrer dois casos: Caso 1: Transformação de número complexo em unidades i
nferiores também chamadas de medidas simples ou número incomplexo. Exemplo: Veri
ficar quantos minutos há em 3d 8h 13min? v Como 1 dia tem 24 horas → 24 h x 3 =
72 h v Temos + 8 h. Estas 72 h + 8 h dá 80 h. v Como a hora vale 60 min. → 80 h
x 60 min = 4800 min. v Somando-se ainda mais 13 min. → 4813 min. Caso2: Transfor
mação de um número expresso em medidas simples ou unidades inferiores ou em núme
ros incomplexos.
Exemplo:
Transformar 4813 min. em número não decimal, é o mesmo que determinar quantos di
as, horas e minutos há em 4813 min. Neste caso efetuamos as operações inversas d
o problema anterior. v 4813 ¸ 60 = 80 h e 13 min v 80h ¸ 24 = 3 d e 8 h Logo, 48
13 minutos é o mesmo que 3 dias 8horas e 13 minutos.
EXERCÍCIOS - MEDIDAS DE TEMPO
P 1) Dizer: a) Quantos minutos há numa semana? b) Quantas horas há em duas seman
as? P 2) Converter: a) 2d 12 h 15 min em minutos. b) 4 a 8 me 12 d em dias. P 3)
Efetuar a operação: 13 d 55 h 42 min + 8 d 34 h 39 min. P 4) Exprimir quantos m
eses e dias contém a fração 5/8 do ano. P 5) Numa certa fábrica um operário trab
alhou 2 a 10 me 15 d e outro durante 11 me 29 d. Qual é a diferença entre os tem
pos de trabalho dos dois operários?
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P 6) As 9 h da manhã acertou-se um relógio que atrasa 6 min em 24 h. Que horas s
erão, na verdade, quando o relógio marcar 5 h da tarde?
GABARITO - MEDIDAS DE TEMPO
P1) a) 10.080 min P2) a) 3.615 min P3) 242 d 18 h 21 min P4) 7 me e 20 d P5) 1 a
10me 14d P6) 4 h 58 min b) 336 h b) 1.712 dias
INTRODUÇÃO
Antes de iniciarmos o estudo de perímetros de figuras planas, vamos revisar algu
ns conceitos básicos da Geometria Plana.
ÂNGULOS
"Ângulo é a união de duas semi-retas de mesma origem".
ˆ Ângulo: A O B
BISSETRIZ
"É uma semi-reta de origem no vértice do ângulo, que o divide em 2 ângulos congr
uentes".
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ÂNGULOS OPOSTOS PELO VÉRTICE
"São ângulos cujos lados de um, são semi-retas opostas aos lados do outro, como
ilustra a figura".
TEOREMA: a = b ˆˆ
CLASSIFICAÇÕES
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ÂNGULOS ADJACENTES
TRIÂNGULOS
"Os Triângulos são Polígonos de três lados".
CLASSIFICAÇÕES - QUANTO AOS LADOS
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CLASSIFICAÇÕES - QUANTO AOS ÂNGULOS
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QUADRILÁTEROS
"Os Quadriláteros são Polígonos de quatro lados".
TRAPÉZIO
"Quadrilátero com dois lados paralelos e ângulos consecutivos (agudo e obtuso) s
uplementares". Trapézio ABCD:
v AD // BC ˆ ˆ v A + B = 180O
ˆ ˆ v C + D = 180º
PARALELOGRAMO
"Quadrilátero com lados dois a dois paralelos, ângulos opostos iguais e consecut
ivos suplementares". Paralelogramo ABCD:
v AB // CD e AC // BD ˆ ˆ v A + B = 180 O
ˆ ˆ v C + D = 180º ˆ ˆ ˆ ˆ v A= D e C= B
LOSANGO
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"Quadrilátero com lados dois a dois paralelos e iguais, ângulos opostos iguais e
ângulos consecutivos suplementares". Losango ABCD:
v AB // CD e AC // BD v AB =BC = CD = AD ˆ ˆ v A + B = 180O
ˆ ˆ v C + D = 180º ˆ ˆ ˆ ˆ v A= C e D = B
RETÂNGULO
"Quadrilátero com lados dois a dois paralelos ângulos internos de medida igual a
90O". Retângulo ABCD:
v AB // CD e v AD // BC ˆˆˆˆ v A = B = C = D =90O
QUADRADO
"Quadrilátero com lados dois a dois paralelos e iguais, ângulos internos de medi
da igual a 90 O". Quadrado ABCD:
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v AB // CD e AD // BC v AB = BC = CD = AD ˆ ˆˆˆ v A = B = C = D = 90O
POLÍGONOS DIVERSOS
Além dos triângulos e quadriláteros, temos polígonos de lados maiores que 4, que
é o caso do Pentágono (5 lados), Hexágono (6 lados), e assim sucessivamente. Ob
serve a tabela abaixo, referente aos nomes dos polígonos: Nomenclatura
Número de lados Triângulo 3 4 Quadrilátero 5 Pentágono 6 Hexágono 7 Heptágono 8
Octógono 9 Eneágono 10 Decágono 11 Undecágono 12 Dodecágono 20 Icoságono Exemplo
s: v Pentágono
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v Hexágono
Notas: v "Polígonos Regulares"
Os polígonos são ditos regulares quando seus lados e ângulos são iguais entre si
. Por exemplo, um polígono regular de três lados é triângulo eqüilátero, ou de q
uatro lados, o quadrado. v
Perímetro dos Polígonos
Para a obtenção do perímetro de qualquer figura plana é necessário apenas, soma
os lados da figura em questão.
EXERCÍCIOS / FIGURAS PLANAS
P 1) Um terreno é retangular. As medidas dos seus lados são 58 m e 22,5 m. Se es
se terreno precisa ser murado em todo o seu contorno, determine: a) Quantos metr
os de muro devem ser construídos? b) Quantos tijolos serão usados na construção
do muro, se para cada m de muro são usados 45 tijolos? P 2) Um jardim é quadrado
e cada um de seus lados mede 62,5m nestas condições: a) Se Manoel der 3 voltas
completas em torno do jardim, quantos m ele andará? b) Se Helena andar a metade
da medida do contorno desse jardim, quantos m ela andará? P 3) Um jardim é retan
gular. O maior lado desse jardim mede 150 m e o lado menor mede 3/5 do maior. Ne
stas condições. a) Quanto mede o menor lado do jardim? b) Qual a medida do conto
rno desse jardim? P 4) Raul tem 100 m de tela de arame para fazer uma cerca. Nes
sas condições:
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a) Ele poderia fazer uma cerca de 23 m de lado? b) Ele poderia fazer uma cerca r
etangular de 32 m de comprimento por 12 m de largura? c) Quais as medidas de uma
cerca retangular que ele poderia fazer usando toda a tela que tem? P 5) Usando
um pedaço de barbante, Helena mediu o contorno de uma mesa quadrada e encontrou
ao todo 8 pedaços. Se esse pedaço de barbante mede 24 polegadas, calcule: a) Qua
ntas polegadas mede o contorno da mesa? b) Quantos cm mede o contorno dessa mesa
, se uma polegada mede 2,5 cm. P 6) Um hexágono regular tem 6 lados, todos com a
mesma medida. Se o perímetro desse hexágono é 51 cm, quanto mede cada lado dess
e hexágono?
GABARITO - PERÍMETROS P1) a) 161 m b) 7245 tijolos P2) a) 750 m b) 125 m P3) a)
90 m b) 480 m c) 2400 m P4) a) sim b) sim P5) a) 192 polegadas b) 480 cm P6) 8,5
cm
ÁREAS DE POLÍGONOS
Quando medimos superfícies tais como um terreno, ou piso de uma sala, ou ainda u
ma parede, obtemos um número, que é a sua área. "Área é um número real, maior ou
igual a zero, que representa a medida de uma superfície." Obteremos, portanto,
as relações que vão nos auxiliar a encontrar as áreas dos polígonos mais comuns.
RETÂNGULO (SR)
A área de uma região retangular de altura h e base b é dada por b × h unidades d
e área, ou seja:
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SR = b × h QUADRADO (SQ)
A área de uma região quadrada de lado a é dada por (a × a = a2 ) unidades de áre
a, ou seja:
SQ = a × a = a 2
PARALELOGRAMO (S P
BC:
Vamos recortar o triângulo ADH e coloca-lo no espaço existente no lado
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Como as duas áreas são iguais, podemos dizer que a área da região limitada por u
m paralelogramo é dada multiplicando-se o comprimento (ou base) b pela largura (
ou altura) h, ou seja: SP = b × h
TRIÂNGULO (S∆ )
Para chegarmos na fórmula para cálculo da área limitada por um triângulo vamos p
rimeiramente dividir um retângulo por uma das diagonais, encontrando assim dois
triângulos retângulos congruentes:
Observando a figura acima, concluímos que a área de um triângulo pode ser obtida
pela metade da área de um retângulo:
S∆ =
SR b×h = 2 2 b ×h 2
SD =
LOSANGO (S L)
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Seja o Losango MNPQ abaixo de diagonal maior D e diagonal menor d.
Para deduzirmos qual a fórmula para cálculo da sua área vamos separa-lo em dois
outros triângulos (∆MNP e ∆MQP) de base D e altura d/2 congruentes entre si:
d .D d.D d.D =2× = Logo: SL = 2 × S1 = 2 x 2 4 2 2
SL =
d.D 2
TRAPÉZIO (S T )
Seja o Trapézio abaixo de base menor b, base maior B e altura h.
Para deduzirmos a fórmula para o cálculo da área limitada por um trapézio, vamos
inverter sua posição e "encaixar" num segundo trapézio idêntico ao primeiro, ob
serve:
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Desta forma, encontramos um paralelogramo, e para calcular a área de um paralelo
gramo basta multiplicar a sua base pela sua altura, logo:
SP = 2 × ST ⇉ ST =
SP 2
⇉ ST =
base × altura 2
ST =
(B + b).h 2
CÍRCULO
A área de um círculo de raio r é dada por:
S = π . r2
SETOR CIRCULAR
Se α é d do em gr us,  áre  do setor circul r pode ser c lcul d  por:
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á πr 2 360 ° SSC =
COROA CIRCULAR
A área da Coroa Circular ode ser calculada ela diferença da área do círculo ma
ior ela área do círculo menor.
SCC = π (R2 − r2)
Observação: "Comprimento da Circunferência" O comprimento de uma circunferência
é calculado a partir da fórmula: C = 2.π.R Não confunda circunferência com o cír
culo: ara você enxergar a diferença basta você imaginar uma izza, a sua borda
será a circunferência e o todo o seu recheio será o círculo.
EXERCÍCIOS SOBRE MEDIDAS DE SUPERFÍCIE (ÁREAS)
P1) Uma arede tem 27m 2 de área. Sabendo-se que já foram intados 15m 2 dessa 
arede, quantos m 2 de arede ainda resta intar? P2) Em um terreno de 5.000m 2,
42% da área foi reservada ara construções, ficando o restante como área livre. Q
uantos metros quadrados restaram de área livre? P3) Uma arede dever ser revesti
da com azulejos. A arede tem 20m2 de área e cada azulejo tem 0,04m2 de área. Qu
antos azulejos devem ser comrados ara revestir totalmente essa arede?
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P4) Uma região retangular tem 6 m de comrimento or 4 de largura, uma região qu
adrada tem 5m de lado. Qual das duas regiões tem a maior área? P5) Consideremos
uma região retangular que tem 27m de comrimento e 8 de largura. Essa região foi
dividia em duas outras regiões A e B, de forma que a área da região A correson
de a 1/3 da área da região que foi dividida. Calcule a área de cada região. P6)
Uma região circular tem 5m de raio. Essa região foi dividida em duas outras, A e
B, de modo que a área da região B corresonde a 40% da área da região original.
Calcule a área de cada uma dessas regiões. P7) Foram confeccionadas 1.500 flâmu
las triangulares. Cada flâmula tem 0,40m de base de 0,15m de altura. Quantos met
ros quadrados foram usados na confecção dessas flâmulas? P8) Uma eça de madeira
tem a fórmula de losango. A diagonal maior mede 50cm e a diagonal menor 20cm. Q
ual a área desse losango? P9) Calcular a base de um aralelogramo cuja a área é
de 8,8336dm 2 e a altura 1,52dm. P10) A área de um losango mede 2,565 dm 2 e uma
das suas diagonais tem 2,7dm. Quanto mede a outra diagonal? P11) A base maior d
e um traézio mede 2,4m e a menor é igual a 1/3 da maior. Qual é a sua área em m
2. Sabendo-se que a altura mede 8,5dm? P12) O comrimento de uma circunferência
é 25,12cm. Qual é a área da circunferência? P13) A medida do raio de uma circunf
erência é igual a metade da medida do diâmetro dessa circunferência. Esta afirma
ção é falsa ou verdadeira? P14) A roda de um automóvel tem 0,6 m de diâmetro. Qu
ando a roda desse automóvel der 5.000 voltas comletas, de quantos metros será a
distância ercorrida elo automóvel? P15) Uma circunferência tem 80 cm de raio.
Se eu dividi-la or ontos em 4 artes de mesmo comrimento, qual será o comri
mento de cada uma dessas 4 artes? P16) Determinar o valor do raio de uma circun
ferência cujo comrimento é 12,56 dm. P17) Cada uma das rodas, de 0,30 m de raio
, de um automóvel, deu 4.500 voltas ercorrendo um certo trajeto. Quantos quilôm
etros ercorreu este automóvel?
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GABARITO - MEDIDAS DE SUPERFÍCIE (ÁREAS) P1) 12m2 P2) 2900 m2 P3) 500 azulejos P
4) A quadrada ois 25 m2 > 24 m2 P5) 144 m2 ara B e 72 m2 ara A P6) A região A
= 47,10m2 e a região B = 31,40m2. P7) 45 m2 P8) 500 cm2 P9) 5,8116 dm P10) 1,9
dm P11) 1,36 m2 P12) 50,21 cm2 P13) Verdadeiro P14) 9425 m P15) 125,66 cm P16) 2
dm de raio P17) 8,478 km
VOLUME DOS SÓLIDOS
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"As abelhas em virtude de uma certa intuição geométrica sabem, que o hexágono é
maior que o quadrado e o triângulo e conterá mais mel com o mesmo gasto de mater
ial..." Paus de Alexandria
As abelhas, na realidade, não fazem hexágonos em suas colméias como disse o Mate
mático Paus de Alexandria, elas constroem Prismas Hexagonais. Os rismas são fi
guras geométricas consideradas sólidos geométricos, assim como as Pirâmides, Cil
indros, Cones, Esferas. Nesta arte de nossos estudos daremos uma atenção eseci
al ara os sólidos geométricos. Até agora, quando estudamos quadrados, triângulo
s; falávamos aenas das áreas ou erímetros dessas figuras, e agora oderemos ca
lcular o volume desses sólidos.
PRISMAS
Observe os Prismas abaixo:
Observe agora aenas o Prisma Hexagonal:
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Você deve ter observado que de acordo com a base de um risma é o como ele será
chamado, se a base for um hexágono, um Prisma Hexagonal; se for um quadrado, um
Prisma Quadrangular etc. O mesmo ocorrerá com as Pirâmides. Em todo sólido nós t
eremos as arestas, faces e vértices. A aresta nada mais é do que uma intersecção
entre as faces. Os vértices, a intersecção entre as arestas, e assim or diante
. Para o cálculo do volume de um risma basta multilicarmos a área da base ela
altura. Estudaremos a rincíio, os rismas mais comuns, o Paraleleíedo e o C
ubo que são articularidades de Prismas Quadrangulares.
CUBO
v VOLUME: V = a3 v ÁREA TOTAL: AT = 6a2 v DIAGONAL: D = a 3
PARALELEPÍPEDO
v VOLUME: V = a.b.c
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v ÁREA TOTAL: AT = 2(a.b + b.c + a.c) v DIAGONAL: D =
a 2 +b 2 +c 2
Exercício Resolvido
1) Calcule a área total e a medida da diagonal de um cubo cujo volume é 125 m3.
Resolução:
3 V = 125 ⇉ a3 = 125 ⇉ a = 125 ⇉ a = 5 m AT = 6a2 ⇉ AT = 6´5 2 ⇉ AT = 6 × 25 ⇉ A
T = 150 m2
D =a 3⇉ D=5 3m
PIRÂMIDES
Para estudarmos as Pirâmides, vamos partir de um prisma:
Observe que a pirâmide se encaixa perfeitamente dentro de um prisma (desde que s
uas dimensões, como a base, altura e propriedades sejam as mesmas, no nosso caso
um prisma quadrangular e uma pirâmide quadrangular). Se pudéssemos completar um
prisma com areia, e após completar uma pirâmide concluiríamos que com o volume
de areia contido no prisma poderíamos encher três vezes a pirâmide, daí o volume
desse prisma seria o triplo do volume da mesma pirâmide. Na realidade é isso qu
e acontece, o volume do prisma quadrangular da figura acima é numericamente igua
l ao triplo do volume da pirâmide, portanto o volume de uma pirâmide pode ser pe
gando o volume de um prisma e dividindo por três. Podemos ainda identificar outr
os elementos da pirâmide, observe a figura abaixo:
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Ab ⋅ H 3 v VOLUME: V =
v ÁREA TOTAL: AT = AL + A b v RELAÇÃO: p2 = b2 + H2
Onde: p ⇉ apótema da pirâmide; ab ⇉ apótema da base; H ⇉ altura da pirâmide.
Exercício Resolvido
R2) Calcule o volume e a área lateral de uma pirâmide regular, sabendo que seu a
pótema mede 5 cm e a sua base é um quadrado sujo lado mede 8 cm. Resolução: Para
encontrarmos o volume dessa pirâmide precisamos saber a sua altura:
8
ap2 = a b2 + H2 ⇉ 52 = ( 2 )2 + H2 ⇉ H2 = 25 − 16 H2 = 9 ⇉ H = 3 cm Logo:
V= A b ⋅H 3
⇉ V=
8 2 ⋅3 3
⇉ V = 64 cm3
Para se chegar na área lateral devemos saber quantas são as faces laterais e qua
l a área de uma face. Como a base é um quadrado de lado 8cm e cada face de uma p
irâmide é um triângulo, fica ilustrada uma face lateral da seguinte forma:
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apótema da pirâmide
ap = 5cm
.
b = 8cm
AF =
8⋅ 5 2
= 20 cm2
AL = 4  20 = 80 cm 2
CILINDROS
Encontr mos vários tipos de cilindros no nosso di   di :
P r  se c lcul r o volume de um cilindro, f remos n log mente o prism  (Ab  H
), somente com  ress lv  de que  b se de um cilindro será um círculo. N  figur
s represent d s b ixo temos  pl nific ção de um cilindro (Figur  4) onde pode
mos perceber que p r  o cálculo de su  áre  l ter l v mos consider r o retângulo
form do com  b se sendo numeric mente igu l o comprimento d  circunferênci .
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v VOLUME: VC = Ab  H v ÁREA LATERAL: AL = 2πr × H v ÁREA TOTAL: AT = AL + 2Ab
Exercícios Resolvidos
1) Calcule o volume de um cilindro reto de altura 10 cm, sabendo que sua área la
teral é 60 cm2 . Resolução: AL = 2πr × H ⇉ 60π = 2πr × 10 ⇉ r = 3cm V = Ab × H
= πr2 × H = 9π × 10 = 90π cm3 V = 90 cm3 2) Calcule o volume de um cilindro eqü
ilátero, sabendo que a área de sua secção meridiana é 64 m2. Resolução: Um cilin
dro eqüilátero é aquele que ossui a altura igual ao diâmetro da base: Cilindro
Eqüilátero: H = d Secção Meridiana
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ASM = 64 ⇉ H × d = 64 ⇉ d2 = 64 ⇉ H = d = 8 m V = Ab × H = πr2 × H = π 42 × 8 =
128π m3 V = 128π m3
ESFERA
Considere um semicírculo, fixo num eixo, rotacionando o mesmo em torno do eixo,
este semicírculo gera uma esfera:
4 ðR3 3 v VOLUME: V =
v ÁREA ESFERA: A = 4πR2
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Exercício Resolvido
1 ) Uma esfera tem raio 15 cm. Calcule: a) seu volume; b) sua área; c) a área da
secção feita a 9cm do centro. Resolução: a) Volume:
V=
4 4 π R 3 = π 15 3 ⇉ V = 4 500π cm 3 3 3
b) Área: A = 4 π R2 = 4 π 152 ⇉ A = 900π cm2 c) Secção:
Cálculo do raio da secção:
152 = 92 + r2 ⇉ r 2 = 144 r = 12cm
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Logo a área da secção: As = π r2 = 144π cm2 Α s = 144π cm2
CONES
Um cone ode ser obtido através da rotação de um triângulo retângulo em torno de
um eixo (e). Na figura temos que a hiotenusa (g) do triângulo será a geratriz
do cone.

relação que existe entre um cone e um cilindro é a mesma existente entre uma 
irâmide e um risma, observe:
Podemos concluir então que volume de um cone será obtido dividindo o volume de u
m cilindro, de mesma base e mesma altura, or três.
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b ⋅ H 3v VOLUME:
  V =      
v ÁRE L TER L: L = π r g v ÁRE TOT L: T = L + b v REL ÇÃO: g2 = H2 + r2
Onde: g ⇉ geratriz do cone; r ⇉ raio da base H ⇉ altura do cone.
Exercício Resolvido
1) Os catetos de um triângulo retângulo medem 8 cm e 15 cm. Calcule o volume e a
área total do cone de revolução gerado pela rotação completa desse triângulo em
torno de um eixo que contém seu cateto maior. Resolução:
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O triângulo retângulo considerado, ao dar uma volta completa, gera no espaço um
cone de raio r = 8cm e altura H = 15cm . Sendo g a medida da geratriz desse cone
, por Pitágoras: g2 = 82 + 152 ⇉ g2 = 64 + 225 ⇉ g = 17 cm Volume:
V=
Ab ⋅H π ⋅r 2 ⋅H 64 ⋅ ⋅ 15 π = = = 320π cm3 3 3 3
Área Total:
  
T = L + b = π r g + π r 2 = π .8 .17 + π . 82 = 200π cm2
EXERCÍCIOS SOBRE VOLUMES
P1) Sendo 5cm a medida de uma aresta de um cubo, obtenha: a) a medida de uma dia
gonal de uma face de um cubo. b) a medida de uma diagonal desse cubo. c) sua áre
a total. d) seu volume. P2) Se a diagonal de uma face de um cubo mede 5 2 , entã
o o volume desse cubo é: a) 600 3 b) 625 c) 225 d) 125 e) 100 3 P3) Um aralele
íedo reto retângulo tem arestas medindo 5, 4 e k. Se a sua diagonal mede 3 10 ,
o valor de k é: a) 3 b) 7 c) 9 d) 10 e) 20
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P4) Se a soma das medidas de todas as arestas de um cubo é 60cm, então o volume
desse cubo, em centímetros cúbicos, é: a) 125 b) 100 c) 75 d) 60 e) 25 P5) Dois
blocos de alumínio, em forma de cubo, com arestas medindo 10cm e 6cm, são levado
s juntos à fusão e em seguida o alumínio líquido é moldado como um araleleíed
o reto
 de arestas 8cm, 8cm e x cm. O valor de x é: a) 16 b) 17 c) 18 d) 19 e) 20
P6) água de um reservatório na forma de um araleleíedo reto retângulo de c
omrimento 30m e largura 20m atingia a altura de 10m. Com a falta
 de chuvas e o
calor, 1800 metros cúbicos da água do reservatório evaoraram. água restante n
o reservatório atingiu a altura de: a) 2 m b) 3 m c) 7 m d) 8 m e) 9 m P7) Dado
um risma regular triangular (base é um olígono regular) de aresta da base medi
ndo 4cm e altura 6cm, calcule:
a) a área de uma base. b) a área de uma face lateral.
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c) a área lateral. d) a área total. e) o volume. P8) Uma irâmide regular de bas
e hexagonal é tal que a altura mede 8cm e a aresta da base 2 3 cm . O volume des
sa irâmide em cm 3, é: a) 24 3 b) 36 3 c) 48 3 d) 72 3 e) 144 3 P9) Um imerado
r de uma antiga
 civilização mandou construir uma irâmide que seria usada como s
eu túmulo. s características dessa irâmide são: 1O. Sua base é um quadrado com
100m de lado. 2O. Sua altura é de 100m. Para construir cada arte da irâmide e
quivalente a 1000 m 3, os escravos, utilizados como mão-de-obra, gastavam, em mé
dia, 54 dias. Mantida essa média, o temo necessário ara a construção da irâmi
de, medido em anos de 360 dias, foi de: a) 40 anos b) 50 anos c) 60 anos d) 90 a
nos e) 150 anos P10) Qual é a altura de uma irâmide quadrangular que tem as oit
o arestas iguais a
2?
P11) Na figura seguinte,
 o onto V é o centro de uma face do cubo. Sabendo que o

volume da irâmide V BCD é 6m3, o volume do cubo, em m3, é:
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a) 9 b) 12 c) 15 d) 18 e) 21 P12) Num cilindro de revolução, o raio da base mede
8cm e a altura mede 10cm. Calcule desse cilindro: a) a área da base. b) a área
lateral. c) a área total. d) a área de uma secção meridiana. e) o volume. P13) U
m tanque de etróleo tem a forma de um cilindro circular reto, cujo volume é dad
o or: V =  R2 h. Sabendo-se que o raio da base e a altura medem 10 m, odemos
afirmar que: o volume exato desse cilindro (em m 3) é: a) 1 000 b) 100 c) (1 0
00)/3 d) (100)/3 e) 200 P14) O volume de um cilindro circular reto é 36 6  c
m3. Se a altura desse cilindro mede 6 6 cm, então a área total desse cilindro, e
m cm2, é: a) 72 b) 84 c) 92 d) 94 e) 96 P15) Na figura, a base do cone reto
está inscrita na face do cubo. Suondo  = 3, se a área total do cubo é 54, ent
ão o volume do cone é:
81 a) 2 9 c) 4
27 b) 2 27 d) 4
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81 e) 4
P16) Uma esfera tem raio medindo 15cm. Calcule: a) a área de sua suerfície esfé
rica. b) o volume dessa esfera. c) a área de uma secção feita nessa esfera or u
m lano que dista 9 cm do seu centro. P17) Bolas de tênis, normalmente são vendi
das em embalagens cilíndricas contendo três unidades que tangenciam as aredes i
nternas da embalagem. Numa dessas embalagens, se o volume não ocuado elas bola
s é 2, o volume da embalagem é:
a) 6π b) 8π c) 10π d) 12π e) 4π P18) Considere uma laranja como sendo uma esfera
de 3cm de raio. Se a dividirmos em doze gomos congruentes, então o volume de ca
da em gomo, em cm3, será:
8 a) πb) 2πc) 3 π
49 d) 3πe) 6 π
P19) Um tijolo tem a forma de um araleleíedo retângulo. Esse tijolo tem 22cm
de comrimento, 10 cm de largura e 7cm de altura. Qual é o volume de argila usad
o na fabricação desse tijolo? P20) Um cubo tem 3cm de aresta. Um segundo cubo te
m uma aresta que é igual ao trilo da aresta do rimeiro. Calcule o volume de ca
da cubo e verifique quantas vezes o volume do segundo cubo é maior que o volume
do rimeiro.
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P21) Uma iscina, em forma de araleleíedo retângulo, tem 10m de comrimento,
5m de largura e 1,75m de rofundidade internamente. Quantos m3 de água são neces
sários ara encher totalmente essa iscina? P22) Uma arede é feita de blocos. C
ada bloco tem 0,4m de comrimento, 0,15m de largura e 0,25m de altura. Sabendo-s
e que foram usados 200 desses blocos ara a construção dessa arede, qual é o vo
lume da arede em m3? P23) Um bloco de edra cúbico tem 2m de aresta. Qual é o 
eso desse bloco, se cada m3 esa 1/2 tonelada? P24) Deseja-se cimentar um quinta
l retangular que tem 12m de comrimento or 7 de largura. Com uma mistura de are
ia e cimento que tem 3cm de esessura. Qual é em m3, o volume da mistura usada n
esse revestimento? P25) Um araleleíedo retângulo tem 4 m de comrimento, 3m d
e largura
 e 2m de altura. Um cubo tem 3m de aresta. Qual deles tem o volume maio
r? P26) carroceria de um caminhão tem as seguintes medidas internas: 4m de com
rimento, 2,5m de largura e 0,5m de altura. Essa carroceria está transortando u
ma quantidade de areia que corresonde a 3/5 do seu volume. Quantos m3 de areia
estão sendo transortados elo caminhão:? P27) Exresse em dm 3: a) 0,08m 3 b) 1
3600 cm 3
1 c) 2 m3
P28) Um volume de 2.500.000 cm 3 corresonde a quantos metros cúbicos? P29) O vo
lume de 0,7m 3 de uma solução líquida deve ser distribuído em amolas cujo volum
e máximo é de 250 cm 3. Quantas amolas serão usadas? P30) Uma caixa d´água está
totalmente cheia e contém 2m3 de água. Um registro colocado nessa caixa, deixa
escolar 0,25m 3 de água a cada 20 minutos, quando está aberto. Se o registro fic
ar aberto durante uma hora, quantos metros cúbicos de água restarão na caixa aó
s seu fechamento? P31) Um sólido tem 1,2m3 de volume. Um segundo sólido tem um v
olume
 que corresonde a 5/8 do sólido dado. Qual o volume do segundo sólido? P32
) leitura de um hidrômetro feita em 01/4/98 assinalou 1936m3. Um mês aós, a l
eitura do mesmo hidrômetro assinalou 2014m3. Qual foi, em m3, o consumo nesse e
ríodo?
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P33) O volume inicial de um tanque é1m3 de ar. Cada gole de uma bomba de vácuo
extrai 100dm 3 de ar desse tanque. ós o 7º gole da bomba, quantos m3 de gás
ermanecem no tanque? GBRITO - VOLUMES P1) a) 5 2 cm c) 150 cm2 P2) D P3) B P4

) P5) D P6) C P7) a) 4 3 cm2 c) 72 cm 2 e)  24 3 cm3 P8) C P9) B P10) P11) D P1
2) a) 64 cm2 c) 288 cm2 e) 640 cm3 P13) P14) B P15) D P16) a) 900 cm2 c) 1
44 cm2 b) 4500 cm3 b) 160 cm2 d) 80 cm2
1 =1
b) 5 3 cm d) 125 cm 3
b) 24 cm2 d) 8( 3 + 9) cm2
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P17) P18) D P19) 1540 cm3 P20) 27cm3, 729cm 3, 27vezes P21) 87,50 m3 P22) 3 m
3 P23) 4 toneladas P24) 2,52 m 3 P25) o cubo ois 27m 3 > 24 m3 P26) 3 m 3 P27)
a) 80 dm 3 P28) 2,5 m3 P29) 2800 amolas P30) 1,25 m 3 P31) 0,75 m 3 P32) 78 m3
P33) 0,3 m3 b) 13,6 dm3 c) 500 dm3

R ZÃO
v Grandeza: é tudo aquilo que ode ser medido. v Razão: é a relação entre duas g
randezas.
DEFINIÇÃO
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"Chama-se razão de duas grandezas da mesma esécie, ao quociente da divisão dos
números que medem essas grandezas numa mesma unidade. Este quociente é obtido, d
ividindo-se o rimeiro número elo segundo". Conforme a definição, ara determin
armos a razão entre duas grandezas é necessário que sejam da mesma esécie, e me
didas com a mesma unidade. 
a b ou a : b (que se lê "a está ara b"), sendo a razão é reresentada sob a f
orma
e b dois números racionais, com b ≠ 0.
Exemlo 1: Num exame há 1200 candidatos disutando 400 vagas. Se comararmos ess
es dois números através de uma divisão, obtemos:
1200 =3 400 Dizemos que há 3 candidatos ara cada vaga ou que a razão entre o nú
mero de candidatos e o número de vagas é de 3 ara 1. 400 1 = v 1200 3
v
Dizemos que ara cada vaga há 3 candidatos ou que a razão entre o número de vaga
s e o número de candidatos é de 1 ara 3. Quando comaramos dois números através
deuma divisão, o resultado obtido chama-se razão entre esses números. Exemlo
2: dmite-se como ideal, numa cidade, a existência de 1 médico ara cada 5000 ha
bitantes. Nessas condições, quantos médicos deverá ter uma cidade com 50.000 hab
itantes? De acordo com o roblema, a razão entre o número de médicos e o número
de
1 5000 . habitantes é

Número de habitantes 5.000 10.000 15.000 ...... 50.000 cidade deverá ter 10 mé
dicos.
Número de médicos 1 2 3 ...... 10
1 10 5000 e 50000 são iguais. Verificamos que as razões destacadas,
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Exercícios
 Resolvidos
1) char a razão entre dois segmentos de 1dm e 25cm resectivamente. Resolução:
Como é necessário medir as duas grandezas com a mesma unidade, vamos reduzir as
duas medidas a cm, ara obter a 10 cm 2 Logo, s im  lif ic a n d o -s e ⇉ ou 2
: 5 25 cm 5 razão. Assim: 1 dm = 10cm 2) Em uma competição esportiva participam
500 atletas, sendo 100 moças e 400 rapazes. a) Qual a razão do número de moças p
ara o número de rapazes? b) Qual a razão do número de rapazes para o número de m
oças? Resolução: a) Dividindo-se o número de moças pelo número de rapazes, encon
tramos a razão:
b)
100 1 = 400 4
400 4 = =4 100 1
5 1 3) Determinar a razão entre 2 e 6
Resolução:
1 2= 1×6 = 6 = 3 5 2 5 10 5 6
PROPRIEDADE FUNDAMENTAL DAS RAZÕES
"Multiplicando-se ou dividindo-se os termos de uma razão por um mesmo número, di
ferente de zero, obtém-se um razão equivalente a uma razão dada".
3 ×3 9 = 5 × 3 15
Exemplo:
RAZÕES ESPECIAIS
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VELOCIDADE MÉDIA
"Denomina-se velocidade média a razão entre a distância percorrida e o tempo gas
to para percorrê-la".
Velocidade Média =
Distância Percorrida Tempo Gasto
Exemplo: Vamos determinar a velocidade média de um trem que percorreu a distânci
a de 453km em 6 horas:
d 453 = = 75,5 km/h t 6 Resposta: A velocidade média do trem foi de 75,5 km/h
Vm =
ESCALA
"Denomina-se escala de um desenho a razão entre o comprimento considerado no des
enho e o correspondente comprimento real, medido com a mesma unidade".
Escala =
Compriment o Desenho Compriment o Real
As escalas têm grande aplicação nos esboços de objetos (móveis, automóveis, etc)
, nas plantas de casas e terrenos, nos mapas e cartas cartográficas. Exemplo1: E
m um mapa a distância entre duas cidades é de 3 cm. Sabendo-se que a distância r
eal entre as cidades é de 300 km, qual a escala utilizada no mapa? Resolução: v
Comprimento do desenho: 3 cm v Comprimento real: 300 km = (300 x 100.000) cm = 3
0.000.000 cm
Escala =
3 1 Desenho = = 30000000 10000000 Real
Resposta: A escala utilizada foi de 1:10.000.000 Exemplo2:
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Ao desenhar a sua sala de aula, Paula traçou um segmento de 12 cm, que correspon
de ao comprimento total da sala. Sabendo-se que a escala utilizada foi de 1:60,
qual o comprimento real da sala?
Escala =
1 12 De senh o ⇉ = ⇉ x = 720 cm 60 x Re al
Logo, o comprimento de 12 cm no desenho corresponde a um comprimento de 720 cm o
u 7,2 m do real. Resposta: O comprimento real desta sala é 7,2m.
EXERCÍCIOS - RAZÕES
P 1) A soma de dois números é 54 e a razão 7/11. Calcular os dois números. P 2)
A diferença entre dois números é 15 e a razão 8/5. Calcular os dois números. P 3
) Num ginásio há ao todo 540 alunos distribuídos em classes. A cada classe de 45
meninos corresponde uma classe de 30 meninas. Calcular o número de meninas do g
inásio. P 4) A razão entre a base e a altura de um triângulo é de 5 para 2, e a
área do triângulo é de 45m2 . Calcular a base e a altura. P 5) Uma barra feita c
om uma liga de ouro/cobre tem a massa de 513g. Achar a massa de cada metal saben
do que estão na razão de 11 para 8. P 6) Um trapézio é isósceles. A base menor e
stá para a base maior na razão 2:5. Determine a área, sabendo que: 1º) A altura
do trapézio vale 12cm. 2º) A altura está para a base maior na razão 4:5. P 7) Qu
al a razão entre as áreas de dois círculos se o raio de um deles é o quádruplo d
o raio do outro. P 8) Numa prova de matemática, um aluno acertou 12 questões sob
re 20 que foram dadas. Qual a razão entre o número de questões que ele acertou p
ara o número de questões da prova? P 9) Uma mercadoria acondicionada numa embala
gem de papelão, possui 200g de peso líquido e 250g de peso bruto. Qual a razão e
ntre o peso líquido e o peso bruto? P 10) Um retângulo A tem 10cm e 15cm de dime
nsões, enquanto as dimensões de um retângulo B são 10cm e 20cm. Qual a razão ent
re a área do retângulo A e a área do retângulo B?
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P 11) A razão entre a altura de Tarcísio e sua sombra, em determinada hora do di
a é de 3 para 2. Se a sombra mede 1,2m, qual a altura de Tarcísio? P 12) A razão
entre a velocidade de 2 móveis, A e B é de 3/8. Encontre a velocidade do móvel
A, quando a velocidade do móvel B for igual a 20m/s P 13) A razão entre as massa
s de enxofre e de ferro que se combinam para formar o sulfeto de ferro é de 4,7.
Calcular: a) A massa de ferro que deve combinar com 32 gramas de enxofre para f
ormar o sulfeto de ferro. b) A massa de enxofre que se deve combinar com 1,12g d
e ferro para formar o sulfeto de ferro. P 14) Para pintar uma parede, um pintor
deve misturar tinta branca com tinta cinza na razão de 5 para 3. Se ele precisar
de 25 litros dessa misturam, quantos litros de cada cor irá utilizar? P 15) Qua
l é a escala de um desenho em que um comprimento de 3m está representado por um
comprimento de 5cm? P 16) A largura de um automóvel é 2 metros, uma miniatura de
sse automóvel foi construída de modo que essa largura fosse representada por 5cm
. Qual foi a escala usada para construir a miniatura? P 17) Em um mapa, a distân
cia entre duas cidades é de 3cm. Sabendo-se que a distância real entre as cidade
s é de 300km. Qual a escala utilizada no mapa? P 18) A distância entre São Paulo
e Rio de Janeiro é de aproximadamente 408km. Qual é a escala de um mapa onde es
ta distância está representada por 20,4cm? P 19) Numa escala de 1:50, qual o com
primento real em metros, correspondente a 8cm. P 20) Uma fotografia aérea mostra
parte de uma região cuja área é 480m2 (área da parte fotografada). Sabendo que
a foto tem 8cm por 15cm, qual foi a escala da foto. GABARITO - RAZÕES P1) 21 e 3
3 P2) 40 e 25 P3) 216 P4) 15m e 6 m P5) 297g e 216g P6) 126 cm2
1 16 P7)
3 P8) 5
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4 P9) 5
3 P10) 4
P11) 1,80 P12) 7,5 m/s P13)a) 56,00g b) 0,64g P14) 15 litros de tinta branca e 9
litros de tinta cinza P15) 1:60 P16) 1:40 P17) 1:10.000.000 P18) 1:2.000.000 P1
9) 1:3000 P20) 1:200
PROPORÇÃO
INTRODUÇÃO
Um posto de gasolina oferece um desconto de 1 real para cada 10 litros completos
de gasolina. Se uma pessoa colocar 50 litros de gasolina no carro, que desconto
irá obter? Com os dados do problema, podemos montar uma tabela:
Litros 10 20 30 40 50 Descontos (em R$) 1 2 3 4 5
O desconto será de R$ 5,00 Nesta tabela podemos destacar:
1 10 vRazão entre desconto e litros:
5 vRazão entre desconto e litros: 50 .
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V erificam o s que as razõ es
1 5 e s ão igu ais (o u equivalentes). 10 50
DEFINIÇÃO DE PROPORÇÃO
"Proporção é a igualdade entre duas razões, ou seja, quando duas razões apresent
am o mesmo quociente, sendo, portanto iguais". Quatro números racionais a, b, c,
d, diferentes de zero, nessa ordem, formam uma proporção quando a razão do prim
eiro número para o segundo é igual a razão do terceiro para o quarto.
ac = bd
Ou, ainda, podemos escrever: que se lê:
a: b=c: d
"a está para b assim como c está para d" Os quatro termos que formam a proporção
são denominados termos da proporção. O primeiro e o quarto termo são chamados e
xtremos da proporção. O segundo e o terceiro são chamados meios.
PROPRIEDADE FUNDAMENTAL DAS PROPORÇÕES
"Em toda proporção o produto dos meios é igual ao produto dos extremos". ac = ⇉
a.d = b.c bd Exemplo:
v
6 5 = ⇉ 6 x 15 = 5 x 18 ⇉ 90 = 90 18 15
RECÍPROCA DA PROPRIEDADE FUNDAMENTAL
"Quando o produto de dois números é igual ao produto de dois outros, os quatro n
úmeros formam uma proporção". Observação:
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Para verificar se quatro números formam uma proporção, efetuamos o produto do nú
mero maior pelo menor e verificamos se esse produto é igual aos outro dois. Assi
m, os quatro números 4,10,16 e 40 formam uma proporção, pois os produtos 4 ´ 40
e 10 ´ 16, tem como resultado 160.
QUARTA PROPORCIONAL
"Chama-se Quarta Proporcional a três números dados, um quarto número que forma c
om os mesmos uma proporção". Exemplo: Vamos encontrar a quarta proporcional aos
números 16, 12 e 48. Representando por x o termo procurado, veremos que o proble
ma admite três soluções, correspondentes às proporções, pois a posição do número
x é arbitrária.
I-)
12 16 = ⇉ x1 = 64 48 x1
12 x 2 ⇉ x2 = 36 = 16 48
12 48 ⇉ x3 = 4 = x3 16
II-)
III-)
Só há três soluções porque em cada solução o produto de um dos números dados por
x é igual ao produto dos outros dois. Em geral, considera-se a solução obtida,
conservando na proporção a ordem dos números dados, e considerando como incógnit
a o último termo.
PROPORÇÃO CONTÍNUA
"Proporção contínua é aquela em que os meios e os extremos são iguais".
46 = (os meios são iguais) 69 Na proporção contínua, o termo igual é denominado
média proporcional ou geométrica, e qualquer um dos outros termos (4 ou 9) é den
ominado terceira proporcional. No exemplo acima, 4 é a terceira proporcional ent
re 9 e 6, sendo 9 a terceira proporcional entre 4 e 6.
Exemplo:
Exercícios Resolvidos
1) Achar a terceira proporcional a 5,6 e 0,84.
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Resolução: Observando que, se a média não for previamente fixada, haverá duas so
luções:
1 O. Modo:
5,6 0,84 = ⇉ 5,6x = (0,84)2 ⇉ x = 0,126 0,84 x
2O .Modo:
0,84 5,6 = ⇉ 0,84x = (5,6)2 ⇉ x = 37,33 5,6 x
Se, contudo, a média for previamente fixada, só haverá uma das resoluções. 2) Ac
har a terceira proporcional a 3 e 9, sendo 9 a média. Resolução:
39 = ⇉ 3x = 81 ⇉ x = 27 9x
PROPRIEDADES GERAIS DAS PROPORÇÕES
PROPRIEDADE 1 "Em uma proporção, a soma dos dois primeiros termos está para o pr
imeiro termo, assim como a soma dos dois últimos termos está para o terceiro ter
mo".
ac a +b c +d =⇉ = bd a c
PROPRIEDADE 2 "Em uma proporção, a soma dos dois primeiros termos está para o se
gundo termo, assim como a soma dos dois últimos está para o quarto termo".
ac a +b c +d =⇉ = bd b d
PROPRIEDADE 3 "Numa proporção, a diferença dos dois primeiros termos está para o
primeiro termo, assim como a diferença dos dois últimos termos está para o terc
eiro termo".
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ac a −b c − d =⇉ = bd a c
PROPRIEDADE 4 "Numa proporção, a diferença dos dois primeiros termos está para o
segundo termo, assim como a diferença dos dois últimos termos está para o quart
o termo". ac a −b c − d =⇉ = bd b d PROPRIEDADE 5 "Numa proporção, a somados ant
ecedentes está para a soma dos conseqüentes, assim como cada antecedente está pa
ra seu conseqüente".
ac a +c a a +c c =⇉ =e = bd b +d b b +d d
PROPRIEDADE 6 "Numa proporção, a diferença dos antecedentes está para a diferenç
a dos conseqüentes, assim como cada antecedente está para seu conseqüente".
a c⇉ = bd
a −c a a −c c =e = b −d b b −d d
PROPRIEDADE 7 "Em toda proporção, o produto dos antecedentes está para o produto
dos conseqüentes assim como o quadrado de qualquer antecedente está para o quad
rado do respectivo conseqüente".
ac a ⋅c a 2 a ⋅c c 2 =⇉ = e = bd b ⋅d b 2 b ⋅d d 2

Exercícios Resolvidos 1o Exercício diferença entre os antecedentes de uma ro
orção é 10 e os conseqüentes 9 e 7. char os antecedentes. Resolução: Reresenta
ndo or a e b os antecedentes, formamos a
ab = roorção: 9 7 alicando-se a roriedade relativa à diferença, vem que:
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a −b a 10 a =⇉ = ⇉ 2a = 90 ⇉ a = 45 9 −7 9 29
logo, b = 35
Resposta: Os antecedentes são, respectivamente 45 e 35. 2o Exercício
Resolução: Aplicando se a propriedade relativa à soma, vem:
x + y = 20 Resolver o sistema x y 3 = 7
x+y x 20 x =⇉ = ⇉ x=6 3+7 3 10 3
logo, y = 14 Resposta: Os antecedentes procurados são respectivamente 6 e 14.
PROPORÇÃO PROLONGADA
Proporção prolongada é a sucessão de três ou mais razões iguais.
Exemplo:
26 8 = = 4 12 16
PROPRIEDADE DAS PROPORÇÕES PROLONGADAS "Numa proporção prolongada, a soma dos an
tecedentes está para a soma dos conseqüentes, assim como qualquer antecedente es
tá para seu conseqüente".
Exemplo:
2 6 8 2+6+8 = = = 4 12 16 4 + 12 + 16
Exercício Resolvido
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abc == 1) Achar a, b, c na seguinte proporção 3 4 6 sabendo-se que a soma é a +
b +
c = 26.
Resolução: Aplicando-se a propriedade das proporções prolongadas temos:
abc a + b + c 26 === = =2 3 4 6 3 + 4 + 6 13
Logo,
v v v
a =2⇉ a=6 3 b =2⇉ b=8 4 c = 2 ⇉ c = 12 6
NÚMEROS PROPORCIONAIS
NÚMEROS DIRETAMENTE PROPORCIONAIS
"Duas seqüências A e B de números reais, não nulos, são diretamente proporcionai
s se, e somente se, a razão dos termos correspondentes são todas iguais entre si
". Exemplo: Sejam as seqüências: (2, 5, 6, 9) e (8, 20, 24, 36). Essas seqüência
s são diretamente proporcionais porque:
2 5 6 9 = = = =k 8 20 24 36
O v alo r co m u m d as r az õ e s é k =
1 , u m a co n st an te nã o nu la. 4
"K é denominado fator constante ou coeficiente de proporcionalidade". Exercício
Resolvido 1) Dada as seqüências proporcionais (3, 5, 7, y) e (6, 10, x, 8). Dete
rmine o coeficiente de proporcionalidade e os valores de x e y.
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Resolução:
Como:
Então:
v
3 5 7 y1 1 = = = = , logo o coeficiente de proporcionalidade é . 6 10 x 8 2 2
7 1 = ⇉ x = 14 x 2
v
y1 = ⇉ 2y = 8 ⇉ y = 4 82
1 O valor de x é 14 e o valor de y é 4. O coeficiente de proporcionalidade é 2 .
Resposta:
NÚMEROS INVERSAMENTE PROPORCIONAIS
"Duas seqüências A e B de números reais são inversamente proporcionais, quando o
produto entre qualquer termo da primeira seqüência e seu correspondente na segu
nda, é sempre uma constante k não nula". Exemplo: Sejam as seqüências: (20, 25,
40, 50) e (10, 8, 5, 4). Essas seqüências apresentam números inversamente propor
cionais porque o produto dos termos correspondentes é sempre 200. Observe: 20 ´
10 = 200; 25 ´ 8 = 200; 40 ´ 5 = 200; 50 ´ 4 = 200. O produto k = 200 denomina-s
e coeficiente de proporcionalidade. Podemos escrever esses produtos, também, da
seguinte forma:
20 25 40 50 =k = = = 1 1 1 1 10 8 5 4
1 111 ,,, 10 8 5 4
Logo 20, 25, 40, 50 são diretamente proporcionais aos números:
DIVISÃO PROPORCIONAL
DIVISÃO ENTRE AS PARTES DIRETAMENTE PROPORCIONAIS
Exemplo:
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Vamos dividir o número 32 em parcelas que sejam diretamente proporcionais aos nú
meros 3, 5, 8. Resolução: O problema consiste em encontrar três parcelas cuja so
ma seja 32, e que sejam proporcionais aos números 3, 5, 8. Chamamos essas parcel
as de x, y e z temos:
x + y + z = 32 e
xyz == 358
Pela propriedade da proporção: x y z x + y + z 32 === = =2 3 5 8 3 + 5 + 8 16 su
bstituindo os valores:
v v v
x =2⇉ x =6 3 y = 2 ⇉ y = 10 5 z = 2 ⇉ z = 16 8
Exercício Resolvido
2 1) Dividir 153 em partes diretamente proporcionais aos números 3 e
3 4.
Resolução: Neste caso, o número 153 deve ser dividido em duas parcelas, x e y:
x y x+y 153 153 153 ⋅ 12 = 9  12 ⇉ k = 108 == = = = 2 3 2 3 8 + 9 17 17 + 3434
12 12
Uma vez que encontramos o coeficiente de proporcionalidade:
x 2 = 108 ⇉ x = .108 ⇉ x = 72 2 3 3 y 3 = 108 ⇉ y = 108 ⇉ y = 81 v 3 4 4
Resposta: Os números procurados são 72 e 81.
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DIVISÃO ENTRE AS PARTES INVERSAMENTE PROPORCIONAIS
Exemplo: Vamos dividir o número 273 em partes inversamente proporcionais a
11 2 , e. 34 7 O problema consiste em encontrar três parcelas cuja soma seja 273
, e que 112 ,,. sejam inversamente proporcionais aos números 3 4 7 Chamamos essa
s parcelas de x, y e z temos:
x + y + z = 273 e
xyz == 347 2
note que invertemos os número, no denominador das razões. Pela propriedade da pr
oporção:
xyz x+y+z 273 273 273 ⋅2 === = = = ⇉ K = 26 7 14 + 7 21 347 21 3+4+ 2 2 2 2
Substituindo os valores:
v v v
91
x = 26 ⇉ x = 78 3 y = 26 ⇉ y = 104 4 z 7 = 26 ⇉ z = . 26 ⇉ z = 7 2 2
EXERCÍCIOS - PROPORÇÕES
xy = P1) Calcular x e y, na proporção 4 5 , sabendo que x + y = 45. xy = P2) Cal
cular x e y, na proporção 5 3 , sabendo que x - y = 14. xyz == P3) Calcular x, y
e z na proporção 2 3 4 sabendo que 2x + 3y + 4z = 58.
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P4) Calcular x, y e z sabendo que 2xy = 3xz = 4yz e que x + y + z = 18. P5) Dete
rminar o coeficiente de proporcionalidade entre os seguintes grupos de
2581 ,,, 14 35 56 7 números proporcionais:
P6) Verificar se as seguintes seqüências (45, 60, 75) e (3, 4, 5) são proporcion
ais. P7) Achar x nas sucessões proporcionais (2, 8, 3) e (4, 16, x). P8) A grand
eza x é diretamente proporcional a y. Quando a grandeza y tem o valor 8, x tem o
valor 40. Determinar o valor da grandeza x, quando y vale 10. P9) Em 18 gramas
de água, há 2 de hidrogênio e 16 de oxigênio; em 45 gramas de água há 5 de hidro
gênio e 40 de oxigênio. Verificar se há proporcionalidade entre as massas de águ
a e hidrogênio, água e oxigênio, hidrogênio e oxigênio. Em caso afirmativo deter
minar os coeficientes de proporcionalidade. P10) Dividir 180 em três partes, dir
etamente proporcionais a 3, 4 e 5. P11) Três sócios querem dividir um lucro de R
$ 13.500,00. Sabendo que participaram da sociedade durante 3, 5 e 7 meses. Qual
a parcela de lucro de cada um? P12) Um prêmio de R$ 152.000,00 será distribuído
aos cinco participantes de um jogo de futebol de salão, de forma inversamente pr
oporcional às faltas cometidas por cada jogador. Quanto caberá a cada um, se as
faltas foram 1, 2, 2, 3 e 5? P13) Distribuir o lucro de R$ 28.200,00 entre dois
sócios de uma firma, sabendo que o primeiro aplicou R$ 80.000,00 na sociedade du
rante 9 meses e que o segundo aplicou R$ 20.000,00 durante 11 meses. P14) Um com
erciante deseja premiar, no primeiro dia útil de cada mês, os três primeiros fre
gueses que chegarem ao seu estabelecimento com a quantia de R$ 1 2 2 ,1 4 3 e 1,
2. 507.000,00 divididas em partes inversamente proporcionais a Nessas condições,
qual o prêmio de menor valor a ser pago? P15) Uma pessoa deseja repartir 135 ba
las para duas crianças, em partes que sejam ao mesmo tempo diretamente proporcio
nais a 2/3 e 4/7 e inversamente proporcionais a 4/3 e 2/21. Quantas balas cada c
riança receberá? P16) Um pai distribuiu 284 bombons entre os filhos Hudson, Lari
ssa e Carol, em partes diretamente proporcionais à nota de Matemática e inversam
ente proporcional a idade dos filhos. Calcule o número de bombons recebidos de a
cordo com os dados: Hudson: 10 anos e nota 7;
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Larissa: 12 anos e nota 5; Carol: 8 anos e nota 10. GABARITO - PROPORÇÕES P1) x
= 20; y = 25 P2) x = 35; y = 21 P3) x = 4; y = 6; z = 8 P4) x = 8; y = 6; z = 4
P5) k =
1 7
P6) Sim, k = 15 P7) x = 6 P8) x = 50
P9) Sim, k =
P10) 45, 60, 75
2 5
P11) Sócio1: R$ 2.700,00; Sócio2: R$ 4.500,00; Sócio 3: R$6.300,00 P12) R$ 60.00
0,00; R$ 30.000,00; R$ 30.000,00; R$ 20.000,00; R$12.000,00 P13) R$ 21.600,00; R
$6.600,00 P14) R$ 120.000,00 P15) 27 e 108 P16) Hudson: 84; Larissa: 50; Carol:
150.
SEQÜÊNCIA NUMÉRICA
Chama-se seqüência ou sucessão numérica, a qualquer conjunto ordenado de números
reais ou complexos. Assim, por exemplo, o conjunto ordenado A = ( 3, 5, 7, 9, 1
1, ... , 35) é uma seqüência cujo primeiro termo é 3, o segundo termo é 5, o ter
ceiro termo é 7 e assim sucessivamente.
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Uma seqüência pode ser finita ou infinita. O exemplo dado acima é de uma seqüênc
ia finita. Já a seqüência P = (0, 2, 4, 6, 8, ... ) é infinita. Uma seqüência nu
mérica pode ser representada genericamente na forma: (a1, a2, a3, ... , a k, ...
, an, ...) onde a1 é o primeiro termo, a2 é o segundo termo, ... , ak é o k-ési
mo termo, ... , an é o n-ésimo termo. (Neste caso, k < n). Por exemplo, na seqüê
ncia Y = ( 2, 6, 18, 54, 162, 486, ... ) podemos dizer que a3 = 18, a5 = 162, et
c. São de particular interesse, as seqüências cujos termos obedecem a uma lei de
formação, ou seja é possível escrever uma relação matemática entre eles. Assim,
na seqüência Y acima, podemos observar que cada termo a partir do segundo é igu
al ao anterior multiplicado por 3. A lei de formação ou seja a expressão matemát
ica que relaciona entre si os termos da seqüência, é denominada termo geral. Con
sidere por exemplo a seqüência S cujo termo geral seja dado por an = 3n + 5, ond
e n é um número natural não nulo. Observe que atribuindo-se valores para n, obte
remos o termo an (n ésimo termo) correspondente. Assim por exemplo, para n = 20,
teremos an = 3.20 + 5 = 65, e portanto o vigésimo termo dessa seqüência (a 20)
é igual a 65. Prosseguindo com esse raciocínio, podemos escrever toda a seqüênci
a S que seria: S = ( 8, 11, 14, 17, 20, ... ). Dado o termo geral de uma seqüênc
ia, é sempre fácil determiná-la. Seja por exemplo a seqüência de termo geral a n
= n2 + 4n + 10, para n inteiro e positivo. Nestas condições, podemos concluir q
ue a seqüência poderá ser escrita como: (15, 22, 31, 42, 55, 70, ... ). Por exem
plo: a6 = 70 porque a6 = 62 + 4.6 + 10 = 36 + 24 + 10 = 70.
PROGRESSÃO ARITMÉTICA (P.A.)
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Chama-se Progressão Aritmética - PA - à toda seqüência numérica cujos termos a p
artir do segundo, são iguais ao anterior somado com um valor constante denominad
o razão. Observe as seqüências numéricas abaixo: I. (2, 4, 6, 8, ...) II. (11, 3
1, 51, 71, ...) III. (9, 6, 3, 0, ...) IV. (3, 3, 3, 3, ...)
9 11 V. (4, 2 , 5, 2 , ...)
Note que de um número para outro está sendo somada uma constante, podendo ser: U
m número positivo ⇉ Seqüências I e II 2 +2 =4 4 +2 =6 ou 11 + 20 = 31 31 + 20 =
51 Um número negativo ⇉ Seqüência III 9 + (-3) = 6 6 + (-3) = 3 O número Zero (e
lemento neutro da adição) ⇉ Seqüência IV 3 +0 =3 3 +0 =3 Uma fração ⇉ Seqüência
V
As cinco seqüências numéricas são exemplos de Progressões Aritméticas (P.A.) e a
constante que em cada caso foi adicionada a um termo, é chamada de razão (r) da
progressão.
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Definição: "Progressão Aritmética (P.A.) é uma seqüência numérica em que cada te
rmo, a partir do segundo, é igual ao anterior somado com um número fixo, chamado
razão da progressão. "
CLASSIFICAÇÕES
De acordo com a razão de uma P.A. podemos classifica-la da seguinte forma: a) se
r > 0 (razão positiva) ⇉ P.A. crescente Casos: I, II e V b) se r < 0 (razão neg
ativa) ⇉ P.A. decrescente Caso: III c) se r = 0 (razão nula) ⇉ P.A. constante Ca
sos: IV
TERMO GERAL
Seja a P.A. representada na forma matemática:
P.A.: (a1, a2, a3, a4, ..., an)
Encontraremos uma relação que nos auxiliará a obter um termo qualquer da P.A. co
nhecendo-se apenas, o primeiro termo (a1) e a razão (r). Da P.A. acima de razão
"r" temos:
a2 = a1 + r a3 = a2 + r ⇉ a3 = a1 + 2r a4 = a3 + r ⇉ a4 = a1 + 3r a5 = a4 + r ⇉
a5 = a1 + 4r . . . . . . an = an-1 + r ⇉ an = a1 + (n - 1) × r
PROPRIEDADES IMPORTANTES
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Seja a P.A.:
TERMOS EQÜIDISTANTES
A soma dos termos eqüidistantes de uma P.A. é sempre constante:
TERMOS CONSECUTIVOS
Um termo é sempre obtido pela média aritmética dos "vizinhos", ou dos eqüidistan
tes.
Exercícios Resolvidos
1) Encontre o 21º termo da P.A. (22, 27, 32, ...).
Resolução: Sabemos que a 1 = 22 e r = 27 - 22 = 5 Utilizando a relação do termo
geral escrevemos: a21 = a1 + (21 - 1) r ⇉ a21 = 22 + 20 . 5 a21 = 122 2) Numa P.
A. de razão 4, o quinto termo é 97. Qual a ordem do termo que é igual a 141? Res
olução: Sabemos que a 5 = 97 e r = 4 a5= a1 + (5 - 1)r ⇉ 97 = a1 + 4 . 4 ⇇ a1 =
81⇉ an = a1 + (n - 1)r ⇉ 141 = 81 + (n - 1) . 4 n = 16 3) Sabendo que a seqüênci
a (3y, y + 1, 5, ...) é uma P.A. Encontre a sua razão e o primeiro termo dessa p
rogressão.
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Resolução: Utilizando a propriedade de três termos consecutivos obtemos a seguin
te relação:
y+1=
3y + 5 ⇉ 2(y+1) = 3y + 5 2
Resolvendo a equação do primeiro grau obtemos y = -3 Logo a P.A. fica escrita (-
9, -2, 5, ...) e portanto a1 = -9 e r = -2 - (-9) = 7
SOMA DOS TERMOS DE UMA P.A.
Imagine se quiséssemos somar os cem primeiros números naturais, ou seja, obtería
mos a seguinte soma:
Seria a soma dos 100 primeiros termos da seguinte P.A.:
e portanto se somarmos seus termos eqüidistantes obteremos somas constantes, faz
endo uso desta propriedade poderemos escrever a soma dos 100 primeiros termos da
seguinte forma:
Observando que para somar todos esses termos foi necessário somar o primeiro ter
mo com o último, multiplicar pelo número de termos e dividir por dois. Chegamos,
portanto na relação da soma dos "n" primeiros termos de progressão aritmética:
Exercícios Resolvidos
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1) Determine a soma dos 20 primeiros termos da progressão aritmética (2, 5, 8, .
..). Resolução: Temos a1 = 2 e r = 3 precisamos obter o a 20 ⇉ a20 = a1 + (20 -
1) . r a20 = 2 + 19 . 3 ⇉ a20 = 59 Portanto
(2 + 59).20 ⇉ S20 = 61 . 10 2 S20 = 610
S20 =
2) Um torneio de futebol é disputado em nove semanas. Na 1ª semana, há dois jogo
s; na 2ª semana, cinco; na 3ª oito; e assim por diante. Quantos jogos, ao todo,
são disputados nesse torneio? Resolução: Observando a seqüência de jogos disputa
dos durante as nove semanas encontramos a seguinte P.A. de nove termos: (2, 5, 8
, ..., a9) e portanto para sabermos quantos jogos serão realizados, no total, de
vemos somar todos os termos, ou seja, todos os jogos disputados em cada semana:
a9 = a1 + 8.r ⇉ a9 = 2 + 8 . 3 ⇉ a9 = 26 ()Τϕ .9/Φ6 14.813 /Φ6 1 0 0 1 a + a9 ()
Τϕ.9 Τφ 14.906 2 + 26 ⇉ S9 = ⇉ S9 = 14 . 9 S9 = 1 2 2 S9 = 126
Τφ 1 0 360.89 Τµ () 154.5 0 1 244.5 360.89 Τµ
Contudo serão realizados 126 jogos, nestas nove semanas de jogo.
EXERCÍCIOS - P.A.
P1) O trigésimo primeiro termo de uma P.A. de 1º termo igual a 2 e razão 3 é: a)
63 b) 65 c) 92 d) 95 e) 102 P2) Sendo 47 o 17º termo de uma P.A. e 2,75 a razão
, o valor do primeiro termo é:
  
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a) -1 b) 1 c) 2 d) 0 e) 3 P3) Interpolando-se 7 termos aritméticos entre os núme
ros 10 e 98, obtém-se uma progressão aritmética cujo quinto termo vale: a) 45 b)
52 c) 54 d) 55 e)57 P4) Se os ângulos internos de um triângulo estão em P.A. e
o menor deles é a metade do maior, então o maior mede: a) 60º b) 80º c) 70º d) 5
0º e) 40º P5) Uma montadora de automóveis produz uma quantidade ixa de 5000 car
ros ao mês e outra, no mesmo tempo, produz 600, para atender ao mercado interno.
Em janeiro de 1995 ambas as montadoras arão um contrato de exportação. Mensalm
ente, a primeira e a segunda montadoras deverão aumentar , respectivamente, em 1
00 e 200 unidades. O número de meses necessários para que as montadoras produzam
a mesma quantidade de carros é: a) 44 b) 45 c) 48 d) 50 e) 54 P6) Sabendo que a
seqüência (1 - 3x, x - 2, 2x + 1, ...) é uma P.A., então o décimo termo da P.A.
(5 - 3x, x + 7, ...) é: a) 2 b) 6 c) 5 d) 4 e) 3 P7) A soma dos vinte primeiros
termos da P.A. (-13, -7, -1, ...) é: a) 400 b) 480
  
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c) 880 d) 800 e) 580 P8) O oitavo termo de uma P.A. é 89 e a sua razão vale 11.
Determine a soma: a) de seus oito primeiros termos; b) de seus quinze primeiros
termos. P9) Um cinema possui 20 poltronas na primeira ila, 24 poltronas na segu
nda ila, 28 na terceira ila, 32 na quarta ila e as demais se compõem na mesma
seqüência. Quantas ilas são necessárias para a casa ter 800 lugares? P10) Um a
gricultor colhe laranjas durante doze dias da seguinte maneira: no 1º dia, são c
olhidas dez dúzias; no 2º, 16 dúzias; no 3º, 22 dúzias; e assim por diante. Quan
tas laranjas ele colherá ao inal dos doze dias? P11) Veri icou-se que o número
de pessoas que comparecia a determinado evento aumentava, diariamente, segundo u
ma P.A. de razão 15. Sabe-se que no 1º dia compareceram 56 pessoas e que o espet
áculo oi visto, ao todo, por 707 pessoas. Durante quantos dias o espetáculo ic
ou em cartas? (Dado:
94249 = 307.)
P12) Um estacionamento adota a seguinte regra de pagamento: 1ª hora: R$ 4,00 2ª
hora: R$ 3,50 A partir daí, o preço das horas varia segundo uma P.A. de razão ig
ual a -R$ 0,30 a) Qual o valor a ser cobrado na 8ª hora de permanência de um car
ro neste estacionamento? b) Quanto pagará um proprietário de um veículo estacion
ado por oito horas? P13) A soma dos múltiplos de 3 compreendidos entre 100 e 200
é: a) 5000 b) 3950 c) 4000 d) 4950 e) 4500
GABARI O - P.A.
P1) P2) P3) P4) P5) P6) P7) C E C B A D C
  
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P8) a) 404 b) 1335 P9) 16 ilas P10) 6192 laranjas P11) 7 dias P12) a) R$ 1,40 b
) R$ 21,15 P13) D
PROGRESSÃO GEOMÉ RICA
(P.G.)
Observe as seqüências numéricas abaixo:
I. II. (2 , 4 , 8 , 1 6 , ...) (11 , 3 3 , 9 9 , 2 9 7 , ...)
1 3
III. (9, 3 , 1 , , ...) IV . (3, 3 , 3 , 3 , ...) V . (4, -8 , 1 6 , -3 2 , ...)
Note que de um número para outro está sendo multiplicada uma constante, podendo
ser: Um número positivo ⇉ Seqüências I e II 2 ×2 =4 4 ×2 =8 ou 11 × 3 = 33 33 ×
3 = 99 Uma fração ⇉ Seqüência III
1 9x 3 =3 1 3 x3 =1
O número 1 (elemento neutro da multiplicação) ⇉ Seqüência IV 3x 1=3 3x 1=3 Um nú
mero negativo ⇉ Seqüência V 4 x (-2) = -8 (-8) x (-2) = 16
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As cinco seqüências numéricas são exemplos de Progressões Geométricas (P.G.) e a
constante que em cada caso foi multiplicada a um termo, é chamada de razão (q)
da progressão. Definição: "Progressão Geométrica (P.G.) é uma seqüência numérica
em que cada termo, a partir do segundo, é igual ao anterior multiplicado por um
número fixo, chamado razão da progressão. "
CLASSIFICAÇÕES
De acordo com a razão de uma P.A. podemos classifica-la da seguinte forma: a) se
a1 > 0 e q > 1 (primeiro termo e razão positiva) ⇉ P.G. crescente Casos: I e II
b) se a1 > 0 e 0 < q < 1 (primeiro termo positivo e razão entre 0 e 1) ⇉ P.G. d
ecrescente Caso: III c) se q = 1 (razão igual a 1) ⇉ P.G. constante Casos: IV d)
se a1 ≠ 0 e q < 0 ⇉ P.G. alternante Caso: V
TERMO GERAL
Seja a P.G. representada na forma matemática:
P .G . : ( a 1 , a 2 , a 3 , a 4 , ..., a n )
Encontraremos uma relação que nos auxiliará a obter um termo qualquer da P.G. co
nhecendo-se apenas, o primeiro termo (a1) e a razão (q). Da P.G. acima de razão
"q" temos:
a2 a3 a4 a5 . . . an = = = = a1 a2 a3 a4 × × × × q q ⇉ a 3 = a 1 × q2 q ⇉ a 4 =
a 1 × q3 q ⇉ a 5 = a 1 × q4 . . . × q ⇉ a n = a 1 × q (n - 1 )
= a n -1
PROPRIEDADES IMPORTANTES
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Seja a P.G.:
(1, 3 , 9, 2 7, 8 1, 2 43 , 72 9)
TERMOS EQÜIDISTANTES
A produto dos termos eqüidistantes de uma P.G. é sempre constante:
1 × 729 = 3 × 243 = 9 × 81 = 27 × 27 = 27
2
TERMOS CONSECUTIVOS
Um termo é sempre obtido pela média geométrica dos "vizinhos", ou dos eqüidistan
tes.
32 = 1 × 9 ; 272 = 9 × 81 ; 92 = 3 × 27
Exercícios Resolvidos
1) Calcule o quinto termo da P.G. (2, 6, 18, ...). Resolução: Sabemos que a 1 =
2 e q = 6 ÷ 2 = 3 Utilizando a relação do termo geral escrevemos: a5 = a1 × q(5
- 1) ⇉ a5 = 2 × 34 a5 = 162 2) Sabendo que a seqüência (3, y + 2, 5y - 2, ...) é
uma P.G. Encontre a sua razão e o primeiro termo dessa progressão. Resolução: U
tilizando a propriedade de três termos consecutivos obtemos a seguinte relação:
(y + 2)2 = 3 .(5y - 2) y2 + 4y + 4 = 15y - 6 y2 - 11y + 10 = 0 Resolvendo a equa
ção do segundo grau obtemos:
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y = 10 P .G .: (3 , 1 2 , 4 8 , ...) ou y=1 P .G .: (3 , 3 , 3 , ...)
a 1 = 3 q = 4
a 1 = 3 q =1
SOMA DOS TERMOS DE UMA P.G.
Para o cálculo da soma dos n primeiros termos de uma progressão geométrica, usa-
se a fórmula abaixo:
Sn =
a 1 ⋅(1 − q n ) 1−q
ou
Sn =
a 1 ⋅(q n - 1) q-1
Exercícios Resolvidos
1) Determine a soma dos 8 primeiros termos da progressão geométrica (1, 3, 9, ..
.). Resolução: emos a1 = 1 e q = 3 Portanto
S8 =
1 ⋅( 38 − 1) ( 3 − 1)
⇉ S8 =
6561 − 1 2
S 8 = 3 280
2) Determine a soma dos oito primeiros termos da P.G. ( 1, 2, 4, 8, ...) Resolu
ção: Da P.G. acima temos: a1 = 1 e q = 2 ÷ ( 1) = 2 Utilizando a fórmula para
o cálculo dos cem primeiros termos da P.G.:
S8 =
− 1 ⋅ ()Τϕ1] /Φ6 [ −2 − ( −2 − 1)
8
15.25 255 ⇉ S8 = −− 3Τφ
1 0 0 1 257 192.89 Τµ
S8 = 85
  
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EXERCÍCIOS - P.G.
24 P1) Qual é o quinto termo da P.G. ( 9 , 3 , 8, ...)? 1 250 e o 1º. termo é ig
ual a 4. Qual é a razão dessa P2) O 4º. termo de uma P.G. é
P.G.?
2 P3) O 9º. termo de uma P.G. é 8 e a sua razão é
2 2 . Determine:
a) O primeiro termo; b) o quarto termo.
P4) Qual é o décimo termo da P.G.: (20, 10, 5, ...)? P5) Numa pequena cidade, um
boato é espalhado da seguinte maneira: no 1º. dia, 5 pessoas icam sabendo; no
2º., 15; no 3º., 45; e assim por diante. Quantas pessoas icam sabendo do boato
no 10º. dia? P6) Num cassino, são disputadas dez rodadas em uma noite. Na 1ª. ro
dada, o valor do prêmio é R$2000,00. Caso os valores dos prêmios aumentem segund
o uma P.G., qual é o valor do prêmio na última rodada, se na 5ª. rodada ele or
de R$10 125,00? P7) Calcule o valor de x, de modo que a seqüência (x - 4, 2x - 4
, 4x + 4) seja uma P.G. P8) Calcule a soma dos sete primeiros termos da P.G. (4,
-12, 36, ...). P9) Numa P.G. de termos positivos, o 1º. termo é igual a 5 e o 7
º. é 320. Calcule a soma dos dez primeiros termos dessa P.G. P10) Um indivíduo c
ontraiu uma dívida e precisou pagá-la em oito prestações assim determinadas: 1º.
R$60,00; 2ª. R$90,00; 3ª. R$135,00; e assim por diante. Qual o valor total da d
ívida? P11) Numa cidade, 3100 jovens alistaram-se para o serviço militar. A junt
a militar da cidade convocou, para exame médico, 3 jovens no primeiro dia, 6 no
2º. dia, 12 no 3º., e assim por diante. Quantos jovens ainda devem ser convocado
s para o exame após o 10º. dia de convocações?
GABARI O - P.G.
P1) 288
1 10 P2) q =
  
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P3) a) 2 2 b) 1
5 128 P4)
P5) 98 415 P6) R$ 76 886,72 P7) 8 P8) 2 188 P9) 5 115 P10) R$ 2 956,00, aproxima
damente P11) 31
SIS EMAS LINEARES
É um conjunto de m equações lineares de n incógnitas (x1, x2, x3, ... , xn ) do
tipo:
a11 x1 + a12x2 + a13 x3 + ... + a1n xn = b1 a21 x1 + a22x2 + a23 x3 + ... + a2n
xn = b2 a31 x1 + a32x2 + a33 x3 + ... + a3n xn = b3 ............................
..................................... ..........................................
....................... a m1 x1 + a m2 x2 + am3x3 + ... + a mn xn = bn
Exemplo: 3x + 2y - 5z = -8 4x - 3y + 2z = 4 7x + 2y - 3z = 2 0x + 0y + z = 3
emos acima um sistema de 4 equações e 3 incógnitas (ou variáveis). Os termos a1
1, a12, ... , a1n, ... , am1, am2, ..., amn são denominados coe icientes e b1, b
2, ... , bn são os termos independentes.
  
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A ênupla (a 1, a 2 , a 3 , ... , a n ) será solução do sistema linear se e somen
te se satis izer simultaneamente a todas as m equações. Exemplo: O termo ordenad
o (2, 3, 1) é solução do sistema: x + y + 2z = 7 3x + 2y - z = 11 x + 2z = 4 3x
- y - z = 2 pois todas as equações são satis eitas para x=2, y=3 e z=1. Notas: 1
- Dois sistemas lineares são EQUIVALEN ES quando possuem as mesmas soluções. Ex
emplo: S1: S2 : 2x + 3y = 12 3x - 2y = 5 5x - 2y = 11 6x + y = 20
Os sistemas lineares são equivalentes, pois ambos admitem o par ordenado (3, com
o solução. Veri ique! 2 - Se um sistema de equações possuir pelo menos uma soluç
ão, dizemos que ele é POSSÍVEL ou COMPA ÍVEL. 3 - Se um sistema de equações não
possuir solução, dizemos que ele é IMPOSSÍVEL ou INCOMPA ÍVEL. 4 - Se o sistema
de equações é COMPA ÍVEL e possui apenas uma solução, dizemos que ele é DE ERMIN
ADO. 5 - Se o sistema de equações é COMPA ÍVEL e possui mais de uma solução, diz
emos que ele é INDE ERMINADO. 6 - Se os termos independentes de todas as equaçõe
s de um sistema linear orem todos nulos, ou seja b1 = b2 = b3 = ... = bn = 0, d
izemos que temos um sistema linear HOMOGÊNEO. Exemplo: x + y + 2z = 0 2x - 3y +
5z = 0 5x - 2y + z = 0
  
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Exercícios Resolvidos 1 -Se os sistemas S1: x+y=1 x - 2y = -5 S2: ax - by = 5 ay
- bx = -1 são equivalentes, então o valor de a2 + b2 é igual a: a) 1 b) 4 c) 5
d) 9 e) 10 Resolução: Como os sistemas são equivalentes, eles possuem a mesma so
lução. Vamos resolver o sistema S1 : x +y =1 x - 2y = - 5 Subtraindo membro a me
mbro, vem: x - x + y - (- 2y) = 1 - (- 5). Logo, 3y = 6 \ y = 2. Portanto, como
x+y = 1, vem, substituindo: x + 2 = 1 \ x = -1. O conjunto solução é portanto S
= {(-1, 2)}. Como os sistemas são equivalentes, a solução acima é também solução
do sistema S2. Logo, substituindo em S2 os valores de x e y encontrados para o
sistema S1, vem: a(-1) - b(2) = 5 ⇉ - a - 2b = 5 a(2) - b (-1) = -1 ⇉ 2 a + b =
-1 Multiplicando ambos os membros da primeira equação (em azul) por 2, fica: -2
a - 4b = 10 Somando membro a membro esta equação obtida com a segunda equação (e
m vermelho), fica: -3b = 9 \ b = - 3 Substituindo o valor encontrado para b na e
quação acima, teremos: 2 a + (-3) = -1 \ a = 1. Portanto, a2 + b2 = 12 + (-3)2 =
1 + 9 = 10.
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Portanto a alternativa correta é a letra E. 2 - Determine o valor de m de modo q
ue o sistema de equações abaixo, 2x - my = 10 3x + 5y = 8, seja impossível. Reso
lução: Teremos, expressando x em função de m, na primeira equação: x = (10 + my)
/ 2 Substituindo o valor de x na segunda equação, vem: 3[(10+my) / 2] + 5y = 8
Multiplicando ambos os membros por 2, desenvolvendo e simplificando, vem: 3(10+m
y) + 10y = 16 30 + 3my + 10y = 16 (3m + 10)y = -14 y = -14 / (3m + 10) Ora, para
que não exista o valor de y e, em conseqüência não exista o valor de x, deverem
os ter o denominador igual a zero, já que , como sabemos, NÃO EXISTE DIVISÃO POR
ZERO. Portanto, 3m + 10 = 0 , de onde conclui-se m = -10/3, para que o sistema
seja impossível, ou seja, não possua solução. Agora, resolva e classifique os se
guintes sistemas: a) 2x + 5y .- ..z = 10 .............3y + 2z = ..9 ............
.........3z = 15 b) 3x - 4y = 13 .....6x - 8y = 26 c) 2x + 5y = 6 ....8x + 20y =
18 Resposta: a) sistema possível e determinado. S = {(25/3, -1/3, 5)} b) sistem
a possível e indeterminado. Possui um número infinito de soluções. c) sistema im
possível. Não admite soluções
Método de eliminação de Gauss ou método do escalonamento
Karl Friedrich Gauss - astrônomo, matemático e físico alemão - 1777/1855.
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O método de eliminação de Gauss para solução de sistemas de equações lineares, t
ambém conhecido como escalonamento, baseia-se em três transformações elementares
, a saber: T1 - um sistema de equações não se altera, quando permutamos as posiç
ões de duas equações quaisquer do sistema. Exemplo: Os sistemas de equações line
ares 2x + 3y = 10 5x - 2y = 6 5x - 2y = 6 2x + 3y = 10 são obviamente equivalent
es, ou seja, possuem o mesmo conjunto solução. Observe que apenas mudamos a orde
m de apresentação das equações. T2 - um sistema de equações não se altera, quand
o multiplicamos ambos os membros de qualquer uma das equações do sistema, por um
número real não nulo. Exemplo: Os sistemas de equações lineares 3x + 2y - z = 5
2x + y + z = 7 x - 2y + 3z = 1 3x + 2y - z = 5 2x + y + z = 7 3x - 6y + 9z = 3
são obviamente equivalentes, pois a terceira equação foi multiplicada membro a m
embro por 3. T3- um sistema de equações lineares não se altera, quando substituí
mos uma equação qualquer por outra obtida a partir da adição membro a membro des
ta equação, com outra na qual foi aplicada a transformação T2. Exemplo: Os siste
mas 15x - 3y = 22 5x + 2y = 32 15x - 3y = 22 ...... - 9y = - 74 são obviamente e
quivalentes (ou seja, possuem o mesmo conjunto solução), pois a segunda equação
foi substituída pela adição da primeira equação, com a segunda multiplicada por
( -3 ).
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Vamos resolver, a título de exemplo, um sistema de equações lineares, pelo métod
o de Gauss ou escalonamento. Seja o sistema de equações lineares: . x + 3y - 2z
= 3 .Equação 1 2x . - .y + z = 12 Equação 2 4x + 3y - 5z = 6 .Equação 3 Resoluçã
o: 1 - Aplicando a transformação T1, permutando as posições das equações 1 e 2,
vem: 2x .-...y + z = 12 x ..+ 3y - 2z = 3 4x + 3y - 5z = 6 2 - Multiplicando amb
os os membros da equação 2, por (- 2) - uso da transformação T2 - somando o resu
ltado obtido com a equação 1 e substituindo a equação 2 pelo resultado obtido -
uso da transformação T3 - vem: 2x - ..y + z = 12 .....- 7y + 5z = 6 4x + 3y - 5z
= 6 3 - Multiplicando ambos os membros da equação 1 por (-2), somando o resulta
do obtido com a equação 3 e substituindo a equação 3 pela nova equação obtida, v
em: 2x - ..y + ..z = ...12 .....- 7y + 5z = ....6 ........5y - 7z = - 18 4 - Mul
tiplicando a segunda equação acima por 5 e a terceira por 7, vem: 2x -.....y + .
...z =....12 .....- 35y +25z =... 30 .......35y - 49z = -126 5 - Somando a segun
da equação acima com a terceira, e substituindo a terceira pelo resultado obtido
, vem: 2x - .....y + ....z = ..12 .....- 35y + 25z = ..30 ...............- 24z =
- 96 6 - Do sistema acima, tiramos imediatamente que: z = (-96) / (-24) = 4, ou
seja, z = 4. Como conhecemos agora o valor de z, fica fácil achar os valores da
s outras incógnitas:
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Teremos: - 35y + 25(4) = 30 \ y = 2. Analogamente, substituindo os valores conhe
cidos de y e z na primeira equação acima, fica: 2x - 2 + 4 = 12 \ x = 5. Portant
o, x = 5, y = 2 e z = 4, constitui a solução do sistema dado. Podemos então escr
ever que o conjunto solução S do sistema dado, é o conjunto unitário formado por
um terno ordenado (5,2,4) : S = { (5, 2, 4) }
Verificação:
Substituindo os valores de x, y e z no sistema original, teremos: 5 + 3(2) - 2(4
) = 3 2(5) - (2) + (4) = 12 4(5) + 3(2) - 5(4) = 6 o que comprova que o terno or
denado (5,4,3) é solução do sistema dado. Sobre a técnica de escalonamento utili
zada para resolver o sistema dado, podemos observar que o nosso objetivo era esc
rever o sistema na forma ax + by + cz = k1 dy + ez = k 2 fz = k3 de modo a possi
bilitar achar o valor de z facilmente ( z = k3 / f ) e daí, por substituição, de
terminar y e x. Este é o caminho comum para qualquer sistema. É importante ressa
ltar que se em z = k 3 / f , tivermos: a) f 0 , o sistema é possível e determi
nado. b) f = 0 e k3 0 , o sistema é impossível, ou seja, não possui solução, o
u podemos c) dizer também que o conjunto solução é vazio, ou seja: S = f . d) f
= 0 e k3 = 0 , o sistema é possível e indeterminado, isto é, possui um número in
finito de soluções. Não podemos escrever uma regra geral para o escalonamento de
um sistema de equações lineares, a não ser recomendar a correta e oportuna apli
cação das transformações T1, T2 e T3 mostradas anteriormente. Podemos entretanto
observar que o método de escalonamento consiste basicamente em eliminar a prime
ira incógnita a partir da segunda equação,
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eliminar a segunda incógnita em todas as equações a partir da terceira e assim s
ucessivamente, utilizando-se das transformações T1, T2 e T3 vistas acima. A prát
ica, entretanto, será o fator determinante para a obtenção dos bons e esperados
resultados. Agora, resolva os seguintes sistemas lineares, usando a técnica de e
scalonamento: Sistema I : Resp: S = { (3, 5) } 4x - 2y = 2 2x + 3y = 21 Sistema
II : Resp: S = { (-1, 2, 4) } 2 a + 5b + .3c = ...20 5 a + 3b - 10c = - 39 ...a
+ ..b + ....c = .....5 Sistema III : Resp: S = { (2, 3, 5) } ..x + .y .- ..z = .
..0 ..x - 2y + 5z = 21 4x + .y + 4z = 31
Regra de Cramer para a solução de um sistema de equações lineares com n equações
e n incógnitas.
Gabriel Cramer - matemático suíço - 1704/1752. Consideremos um sistema de equaçõ
es lineares com n equações e n incógnitas, na sua forma genérica: a11x1 + a12x2
+ a13x 3 + ... + a1nxn = b1 a21x1 + a22x2 + a23x 3 + ... + a2nxn = b2 a31x1 + a3
2x2 + a33x 3 + ... + a3nxn = b3 ................................................
....= ... ....................................................= ... an1x1 + an2
x2 + a n3x3 + ... + annxn = b n onde os coeficientes a11 , a12, ..., a nn são nú
meros reais ou complexos, os termos independentes b1, b2, ... , bn , são números
reais ou complexos e x1, x2, ... , x n são as incógnitas do sistema nxn. Seja D
o determinante da matriz formada pelos coeficientes das incógnitas.
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Seja D x i o determinante da matriz que se obtém do sistema dado, substituindo a
coluna dos coeficientes da incógnita x i ( i = 1, 2, 3, ... , n), pelos termos
independentes b1, b2, ... , bn.
A regra de Cramer diz que:
Os valores das incógnitas de um sistema linear de n equações e n incógnitas são
dados por frações cujo denominador é o determinante D dos coeficientes das incóg
nitas e o numerador é o determinante D x i, ou seja: xi = D x i / D Exemplo: Res
olva o seguinte sistema usando a regra de Cramer: x + 3y - 2z = 3 2x - y + z = 1
2 4x + 3y - 5z = 6 Teremos:
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Portanto, pela regra de Cramer, teremos: x1 = D x1 / D = 120 / 24 = 5 x2 = D x2
/ D = 48 / 24 = 2 x3 = D x3 / D = 96 / 24 = 4 Logo, o conjunto solução do sistem
a dado é S = { (5, 2, 4) }. Agora, resolva este: 2 x + 5y + 3z = 20 5 x + 3y - 1
0z = - 39 x +y +z =5 Resp: S = { (-1, 2, 4) }
EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES- 1º e 2º GRAUS
EQUAÇÃO DO 1º. GRAU
Observe as sentenças abaixo: 1º) 2 x 3 + 5 = 11 2º) 2 x 4 + 5 = 11
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3º) 2 x x + 5 = 11 A sentença 1 é verdadeira pois verificamos a igualdade A 2 é
uma sentença falsa pois 2 x 4 + 5 = 13. Com relação a sentença 3 ela será uma se
ntença aberta pois não sabemos que valor que o x poderá assumir; que inclusive e
ssa sentença é um caso particular de equação do 1O. grau.
RESOLUÇÃO DA EQUAÇÃO DO 1O . GRAU Exemplo1:
Resolva, em IR, a equação 2(x - 3) = x - 3.
Resolução:
Aplicando a propriedade distributiva no primeiro membro da igualdade temos: 2x -
6 = x - 3 ⇉ 2x - x = 6 - 3 ⇉ x = 3
Resolvendo
x x 5 x − 2x −60 − ⇉ 5x − 2x = −60 ⇉ 3x = −60 ⇉ x = −20 = −6 ⇉ = 25 10 10
Resposta: O número real é o - 20.
02) Existem três números inteiros consecutivos com soma igual a 393. Que números
são esses?
Resolução:
x + (x + 1) + (x + 2) = 393 3x + 3 = 393 3x = 390 x = 130 Então, os números proc
urados são: 130, 131 e 132.
03) Resolva as equações a seguir: a)18x - 43 = 65 b) 23x - 16 = 14 - 17x c) 10y
- 5 (1 + y) = 3 (2y - 2) - 20 d) x(x + 4) + x(x + 2) = 2x2 + 12 e) (x - 5)/10 +
(1 - 2x)/5 = (3-x)/4 f) 4x (x + 6) - x2 = 5x2
Resolução: (a)
18x = 65 + 43 18x = 108 x = 108/18 x=6
(b)
23x = 14 - 17x + 16 23x + 17x = 30 40x = 30 x = 30/40 = 3/4
(c)
10y - 5 - 5y = 6y - 6 -20 5y - 6y = -26 + 5 -y = -21 y = 21
(d)
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x² + 4x + x² + 2x = 2x² + 12 2x² + 6x = 2x² + 12 Diminuindo 2x² em ambos os lado
s: 6x = 12 x = 12/6 = 2
(e)
[2(x - 5) + 4(1 - 2x)] / 20 = 5 (3 - x) / 20 2x - 10 + 4 - 8x = 15 - 5x -6x - 6
= 15 - 5x -6x + 5x = 15 + 6 -x = 21 x = -21
(f)
4x² + 24x - x² = 5x² 4x² - x² - 5x² = -24x -2x² = -24x Dividindo por x em ambos
os lados: -2x = - 24 x = 24/2 = 12 04) Determine um número real "a" para que as
expressões (3a + 6)/ 8 e (2a + 10)/6 sejam iguais.
Resolução:
(3a + 6) / 8 = (2a + 10) / 6 6 (3a + 6) = 8 (2a + 10) 18a + 36 = 16a + 80 2a = 4
4 a = 44/2 = 22
05) Resolver as seguintes equações (na incógnita x): a) 5/x - 2 = 1/4 (x 0)
b) 3bx + 6bc = 7bx + 3bc
Resolução: (a)
(20 - 8x) / 4x = x/4x 20 - 8x = x -8x = x - 20 -8x - x = -20 -9x = -20 x = 20/9
(b)
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3bx = 7bx + 3bc - 6bc 3bx - 7bx = -3bc -4bx = -3 bc x = (3bc/4b) x = 3c/4
INEQUAÇÃO DO 1º. GRAU
A resolução de inequações do 1º. grau é análoga a resoluções de equações do 1º.
grau, observe:
Inequação: 4(x + 1) − 5 ≤ 2x + 6 4(x + 1) − 5 ≤ 2x + 6 4x + 4 − 5 ≤ 2x + 6 4x −
2x ≤ 6 − 4 + 5 2x ≤ 7 7 x≤ 2 7 S = {x ∈ IR / x ≤ } 2
Exercício Resolvido
x +1 1 − 2x .
R3) Obtenha o conjunto domínio da função representada por f(x) =
Resolução:
Para obter o domínio de uma função basta verificar quando ela vai existir, ou se
ja, neste caso, temos uma raiz quadrada, então devemos impor que o radicando sej
a não negativo, isto é:
x +1 ≥0 1 − 2x
Obtemos uma inequação do tipo quociente, para a resolução da mesma devemos estud
ar o sinal do numerador e denominador:
Estudo do sinal do numerador
x + 1 = 0 ⇉ x = −1
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_
+
−1
Estudo do sinal do denominador
1 − 2x = 0 ⇉ 2x = 1 ⇉ x =
1 2
+
1 2
_
O próximo passo é estudar o sinal do quociente entre as duas funções e paratanto
faremos uso do "quadro de sinais":
Quadro de Sinais
−1
1 2
f(x ) = x + 1
g (x ) = 1 – 2 x
f(x) g(x)
Assim o domínio da função é:
D = { x ∈ IR / −1 ≤ x <
1 } 2
EXERCÍCIOS FUNÇÃO DO 1O.GRAU
P1) Uma empresa aérea vai vender passagem para um grupo de 100 pessoas. A empres
a cobrará do grupo 2 000 dólares por cada passageiro embarcado, mais 400 dólares
por cada passageiro que não embarcar. Pergunta se:
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a) Qual a relação entre a quantidade de dinheiro arrecadado pela empresa e númer
o de passageiros embarcados? b) Quanto arrecadará a empresa se só viajarem 50 pa
ssageiros? c) Quantos passageiros viajarão se a empresa só conseguir arrecadar 9
6 000 dólares? P2) Um padeiro fabrica 300 pães por hora. Considerando esse dado,
pede se: a) a função que representa o número de pães fabricados (p) em função d
o tempo (t); b) quantos pães são fabricados em 3 horas e 30 minutos? P3) Um moto
rista de táxi, em uma determinada localidade, cobra uma quantia mínima fixa de c
ada passageiro, independentemente da distância a ser percorrida, mais uma certa
quantia, também fixa, por quilômetro rodado. Um passageiro foi transportado por
30km e pagou R$32,00. Um outro passageiro foi transportado por 25km e pagou R$27
,00. Calcule o valor de reais cobrado por quilômetro rodado. P4) Uma função f af
im é tal que f( 1) = 3 e f(1) = 1. Determine o valor de f(3). P5) Resolva, em IR
, as seguintes inequações: a) 3x 4 ≤ x + 5 b) 19 17x < 4 + x c) 5 3x > 7
11x d) 3 x ≤ 1 + x P6) Resolva, em IR, as inequações:
a)
2x + 1 >0 x +2
b)
3x − 2 <0 3 − 2x
c)
3 − 4x ≥0 5x + 1
P7) O gráfico abaixo representa a de IR em IR dada por f(x) = ax + b (a, b ∈ IR)
. De acordo com o gráfico, conclui se que
y
x
a) a < 0 b) a < 0 c) a > 0 d) a > 0 e) a > 0 e e e e e b >0 b <0 b >0 b <0 b =0
P8) O gráfico da função f(x) = mx + n passa pelos pontos ( 1, 3) e (2, 7). O val
or de m é:
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a)
4 3
b)
5 3
c) 1
d) 2
e) 3
P9) Numa escola é adotado o seguinte critério: a nota da primeira prova é multip
licada por 1, a nota da segunda prova é multiplicada por 2 e a nota da terceira
prova é multiplicada por 3. Os resultados, após somados, são divididos por 6. Se
a média obtida por este critério for maior ou igual a 6,5 o aluno é dispensado
das atividades de recuperação. Suponha que um aluno tenha tirado 6,3 na primeira
prova e 4,5 na segunda prova. Quanto precisará tirar na terceira prova para ser
dispensado da recuperação?
GABARITO FUNÇÃO DO 1O .GRAU
P1) a) Sendo x a quantidade de passageiros embarcados e Q a quantidade de dinhei
ro arrecadado, temos Q = 1600x + 40 000. b) 120 000 dólares c) 35 passageiros P2
) a) p = 300 t b) 1050 pães P3) R$ 1,00 P4) 1 P5)
23 9 2 } b) S = {x ∈ IR | x > 18 } a) S = {x ∈ IR | x ≤ 1 c) S = {x ∈ IR |x > 4
} d) S = {x ∈ IR |x ≥ 2}
P6) a) S = {x ∈ IR | x < 2 ou x > 2 3 3 ou x > 2 } b) S = {x ∈ IR | x <
− 1 3 5 <x≤ 4}
− 1 2}
c) S = {x ∈ IR | P7) A P8) A
P9) No mínimo 7,9
EQUAÇÃO DO 2O. GRAU
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Definição:
"É toda sentença aberta, em x, redutível ao tipo ax2 + bx + c = 0, com a ∈ IR*,
b ∈ IR e c ∈ IR."
RESOLUÇÃO DA EQUAÇÃO DO 2º. GRAU
1O. CASO ⇉ b = 0 e c ≠ 0
Exemplo1: 2x2 - 8 = 0
Resolução análoga à resolução de uma equação do 1O . grau, observe: 2x2 − 8 = 0
⇉ 2x2 = 8 ⇉ x2 = 4 ⇉ x = ± 4 ⇉ x = ± 2 S = {2; -2} 2O. CASO ⇉ b ≠ 0 e c = 0
Exemplo2: x2 - 4x = 0
Utilizando a fatoração:
x2 − 4x = 0 ⇉ x(x − 4) = 0
S = {0; 4}
x =0 ou x − 4 = 0
⇉ x = 0 ou x = 4
CASO GERAL - "FÓRMULA DE BHASKARA"
x=
−b± Ä ⇉ ∆ = b 2 − 4.a.c 2 ⋅a
Exemplo3: x2 - 5x + 6 = 0
a =1 0 b = −5 c = 6
Para a resolução desta equação utilizaremos a fórmula de Bhaskara e paratanto va
mos retirar os coeficientes da equação:
x − 5x + 6 =
2
substituindo...
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∆= b 2 – 4ac⇉ ∆= (−5) 2 − 4.1.6⇉ ∆ = 25 − 24 ⇉ ∆ = 1
2 ⋅a
2 ⋅1
− ()Τϕ 1 − 5 ± /Φ6 13.188 Τφ 1 0 0 1 227 693.89 Τµ () x = −b ± ∆ ⇉ x =
5 +1 6 x= = =3 5 ±1 2 2 x= 2 x = 5 − 1 = 4 = 2 2 2
⇉ S = {2; 3}
Sendo S o conjunto-solução de uma equação do 2O. grau do tipo ax2 + bx + c = 0,
concluise que:
Observação:
v
− b + ∆ − b − ∆ ∆>0⇉ S= ; 2a 2a
⇉ Duas raízes reais e distintas v
− b ∆=0⇉ S= 2a
⇉ Uma raiz real ou duas raízes idênticas v ∆<0⇉ S=∅ ⇉ Não há solução real
Exercícios Resolvidos
R1) Do quadrado de um número real vamos subtrair o quádruplo do mesmo número. O
resultado encontrado é 60. Qual é esse número?
Resolução:
quadrado do número: x2 quádruplo do número: 4x Equação: x2 − 4x = 60 Normalizada
: x2 − 4x − 60 = 0 Resolvendo com o auxílio da fórmula de Bhaskara, obteremos co
mo solução 10 e −6, logo o número real descrito poderá ser o 10 ou o −6. R2) Det
ermine os valores de m para que a função quadrática f(x) = x2 + (3m + 2)x + (m2
+ m + 2) tenha um zero real duplo.
Resolução:
Ter um zero real duplo significa que a equação tenha duas raízes reais e idêntic
as, ou seja, ∆ = 0, logo: b2 - 4ac = 0 ⇉ (3m + 2)2 − 4.1.(m2 + m +2) = 0 Desenvo
lvendo o quadrado perfeito e aplicando a propriedade distributiva 9m2 + 12m + 4
− 4m2 − 4m − 8 = 0 5m2 + 8m − 4 = 0 com o auxílio da fórmula de Bhaskara
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2 m = −2 ou m = 5
INEQUAÇÕES DO 2O . GRAU
Vamos aplicar o estudo do sinal de uma função quadrática na resolução de inequaç
ões. Utilizaremos como exemplo o item a do exercício R1: y = x2 − 3x − 10 Uma in
equação que podemos formar: x2 − 3x − 10 > 0 Para a resolução desta inequação ba
sta considerarmos o estudo do sinal para a y > 0, ou seja: S = {x ∈ IR / x < −2
ou x > 5} Geometricamente:
+
−2
_
_
+
5
Observações:
v Se tivéssemos uma inequação do tipo x2 − 3x − 10 ≥ 0, a solução seria S = {x ∈
IR / x ≤ −2 ou x ≥ 5} e o esboço ficaria da seguinte forma:
+
−2
_
_
+
5
Agora os valores −2 e 5 pertencem à solução da inequação e por isso representamo
s no eixo com uma "bolinha" fechada diferentemente da inequação anterior. v Não
há necessidade do eixo y na representação do esboço.
EXERCÍCIOS FUNÇÃO DO 2O. GRAU
P1) Considere a função y = −x2 + 2x + 3. a) Determine o ponto onde a parábola qu
e representa a função corta o eixo dos y. b) Verifique se a parábola que represe
nta a função corta o eixo dos x; em caso afirmativo, determine as coordenadas do
s pontos onde isso acontece. c) Determine as coordenadas do vértice da parábola
que representa a função. d) Desenhe o gráfico da função.
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P2) A soma de dois números é 207. O maior deles supera o menor em 33 unidades. Q
uais são os dois números? P3) A soma de um número real com o seu quadrado dá 30.
Qual é esse número? P4) Do quadrado de um número real vamos subtrair o quádrupl
o do mesmo número. O resultado encontrado é 60. Qual é esse número? P5) Sabe se
que Junior tem 5 anos a mais que Hudson e que o quadrado da idade de Junior está
para o quadrado da idade da idade de Hudson assim como 9 está para 4. Qual é a
idade de Junior e qual a idade de Hudson? P6) A diferença entre o quadrado e o t
riplo de um número real é igual a 4. Qual é esse número? P7) O produto de um núm
ero inteiro positivo pelo seu consecutivo é 20. Qual é esse número? P8) A medida
da base de um triângulo é de x cm. A altura mede (x + 2) cm. Ache essas medidas
, sabendo que a área desse triângulo é igual a 12 cm2 . P9) A classe de Flávio B
etiol vai fazer uma excursão ao Rio de Janeiro, para comemorar a formatura da 8ª
série. A despesa total seria de R$3.600,00. Como 6 alunos não poderão ir ao pas
seio, a parte de cada um aumentou em R$ 20,00. Quantos alunos estudam na classe
de Flávio Betiol? P10) O quadrado de um número estritamente positivo adicionado
com o seu dobro é igual ao quadrado do seu triplo. Qual é esse número? P11) A me
tade de um número positivo somado com o dobro do seu quadrado é igual ao quádrup
lo do número. Qual é o número? P12) O quadrado da idade de Reinivaldo menos o qu
íntuplo de sua idade é igual a 104. Qual é a idade de Reinivaldo? P13) Subtraímo
s 3 do quadrado de um número. Em seguida, calculamos a soma de 7 com o triplo de
sse mesmo número. Nos dois casos, obtemos o mesmo resultado. Qual é esse número,
se ele é um número natural? P14) Resolva, em IR, as inequações: a) x2 − 3x + 2
> 0 b)−x2 + x + 6 > 0 c) x2 − 4 = 0 d)−3x2 − 8x + 3 ≤ 0 e)−2x2 + 3x > 0 f) x2 +
10x > 0
GABARITO FUNÇÃO DO 2O .GRAU
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P1) a) y = 3 b) x1 = −1 ou x2 = 3 c) xv = 1 e yv = 4 d) Gráfico: a < 0 e ∆ > 0 P
2) O número menor é 87, o maior é 120. P3) O número procurado é 5 ou - 6 P4) O n
úmero procurado é 10 ou - 6 P5) -2 não convém pois pede-se idades ⇉ Hudson = 10
anos e Junior = 15 anos P6) 4 ou -1 P7) 4 P8) base = 4cm e altura = 6cm P9) 36 a
lunos P10) 1 P11) 7/4 P12) 13 anos P13) 5
P 1 4 ) a) S = { x ∈ IR / x < 1 o u x > 2 } b ) S = { x ∈ I R / −2 < x < 3 } c)
S = { x ∈ IR / x < − 2 o u x > 2 } d ) S = { x ∈ IR / x ≤ − 3 o u x ≥ e) S = { x
∈ IR / 0 < x < 3 } f) S = { x ∈ I R / x < −1 0 o u x > 0 }
2
1 3
}
EQUAÇÕES EXPONENCIAIS
Regra:
a x1 = a x2 ⇇ x 1 = x 2
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Exemplo1: Vamos resolver a seguinte equação exponencial:
2x = 128 ⇉ fatorando o segundo membro ⇉ 2x = 27
2a.) 1 > 1
2
x
128
1 1 ⇉ > ⇉ x<7 2 2
x
7
c) S = {x ∈ IR / x < 4} d) S = { x ∈ IR / x ≤ −3}
e) S = {x ∈ IR / x ≤ −6} f) S = {x ∈ IR / x ≤− g) S = {x ∈ IR / x ≥
3 } 2
8 } 3
FUNÇÕES
INTRODUÇÃO
Uma determinada gráfica imprime apostilas para concursos públicos. O custo de ca
da apostila varia em função da quantidade de páginas a serem impressas. Vamos su
por que cada página tenha o custo de R$ 0,07 e para cada apostila confeccionada
ainda há um custo fixo de R$ 5,00 relacionado com a capa, plastificação etc. Obs
erve a tabela abaixo que relaciona o preço de cada apostila montada em função da
quantidade de páginas impressas:
Páginas 50 70 100 200 Preço R$ 8,50 R$ 9,90 R$ 12,00 R$ 19,00
É impossível até estabelecermos uma fórmula que relacione a quantidade de página
s impressas (x) e o preço (y) de cada apostila: y = 0,07x + 5 Este é um exemplo
de função, observe que para cada valor de x encontramos um único valor de y, pod
emos dizer então que y é função de x, isto é, y está em função de x, e outra for
ma de escrevermos a mesma fórmula é: f(x) = 0,07x + 5 Se uma pessoa interessada
em editar suas apostilas nesta gráfica quisesse saber o quanto deveria desembols
ar para confeccionar uma apostila com 300 páginas, ela poderia simplesmente subs
tituir x = 300, na expressão acima: f(300) = 0,07 .300 + 5 = 21 + 5 = 26 Logo, o
valor que iria desembolsar seria de R$ 26,00 por apostila impressa.
DEFINIÇÃO
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Seja f uma relação entre dois conjuntos A e B, diz se que f é uma função de A em
B e indica se por f: A → B, se e somente se para cada elemento de x ∈ A exista
um único elemento y ∈ B.
f x1 A y1 B
O conjunto A é chamado de domínio da função e o conjunto B é chamado de contra d
omínio e os elementos de B que estão relacionados com os de A fazem parte do con
junto imagem da função.
RECONHECENDO UMA FUNÇÃO
PELOS DIAGRAMAS
Exemplo1: Observe as relações abaixo entre os conjuntos A e B dizendo em cada it
em se são ou não função, em caso afirmativo, encontre o seu domínio (Df), contra
domínio (CDf) e conjunto imagem (Imf ) das funções identificadas.
a)
A 0• 1• B •0 •5 • 10 • 20
Esta relação é uma função, pois cada elemento de A está relacionado com apenas u
m de B.
v
v v
Df = {0, 1} CDf = {0, 5, 10, 20} Imf = {0, 5}
b)
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A 0• 1• 2• 3•
B •0 •2 •4 •6 •8 •10
Esta relação não é uma função, pois existe um elemento de A que não se relaciona
com nenhum de B.
c)
A 1 • 2 • 2• 1• B •1 •2 •3 •6 •7 •8
Esta relação é uma função, pois cada elemento de A está relacionado com apenas u
m de B, e não existe nenhuma elemento de A sobrando.
v
v v
Df = { 1, 2, 2, 1} CDf = {1, 2, 3, 6, 7} Im f = {1, 7}
d)
A 0• 2• B • 1 •0 •1
Esta relação não é uma função, pois existe um elemento de A que se relaciona com
dois de B.
Observação: Repare que podemos ter um elemento do contra domínio relacionado com
dois do domínio, e ainda, pode haver sobras de elementos no contra domínio.
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PELOS GRÁFICOS Exemplo2: Identifique quais dos gráficos abaixo representam funçõ
es, em caso afirmativo determine o Domínio e a Imagem de cada uma das funções id
entificadas.
a)
y 6 −3 0 −5 3 x
Este gráfico representa uma função, as retas verticais pontilhadas "cortam" o gr
áfico em apenas um ponto. Logo, cada elemento x estará relacionado com apenas um
y. v v
Df = {x ∈ IR / −3 ≤ x ≤ 3} ⇉ Eixo x Imf = {y ∈ IR / −5 ≤ y ≤ 6} ⇉ Eixo y
b)
y 4 −1 0 7 x
−3
Este gráfico não representa uma função, pois observe que as retas pontilhadas "c
ortam" em mais de um ponto o gráfico.
c)
y
−2 1 3 −6 −7
8
x
Este gráfico representa uma função, as retas verticais pontilhadas "cortam" o gr
áfico em apenas um ponto. Logo, cada elemento x estará relacionado com apenas um
y. v Df = {x ∈ IR / 2 < x ≤ 8} ⇉ Eixo x v
Imf = {y ∈ IR / −7 ≤ y ≤ 1} ⇉ Eixo y
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Exercícios Resolvidos 1 ) Se f(x) = 2x + 3x2 - 7x, encontre o valor de: Resoluçã
o: v v v f(0) - f(1) + f(2)
f(0) = 20 + 3(0)2 - 7(0) = 1 f(1) = 21 + 3. (1)2 - 7.(1) = 2 + 3 - 7 = -2 f(2) =
22 + 3.22 - 7.2 = 4 + 12 - 14 = 2
Logo: f(0) - f(1) + f(2) = 1 - (-2) + 2 = 5 2 ) Um pedreiro vai ladrilhar uma sa
la de 3m ´ 3m com ladrilhos quadrados, todos iguais entre si. Se ele pode escolh
er ladrilhos com lados iguais a 10cm, 12cm, 15cm, 20cm, 25cm e 30cm, qual é o nú
mero de ladrilhos que usará em cada caso? Resolução: Para sabermos a quantidade
de ladrilhos que serão utilizados, basta dividir a área total da sala pela área
de um ladrilho, portanto podemos chegar na seguinte função que relaciona a quant
idade de ladrilhos (y) em função da dimensão (x) de cada ladrilho:
y=
ST 3 ⋅3 9 9 = 2 = 2 ⇉ y= 2 SL x x x
É importante ressaltar que a área de cada ladrilho deve estar em m 2, isto é, a
dimensão x deve ser dada em metros. Observe a tabela que relaciona cada ladrilho
com a quantidade necessária para cobrir a sala: x (m) 0,10 Y 900 0,12 625 0,15
400 0,20 225 0,25 144 0,30 100
EXERCÍCIOS - FUNÇÕES
P1) A tabela abaixo indica o custo de produção de certo número de peças de autom
óvel: Peças custos 1 1 2 4 3 9 4 16 5 25 6 36
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Observando a tabela responda: a) Qual é o custo da produção de 3 peças? b) Qual
é o número de peças produzidas com R$ 25,00? c) Qual a lei que representa o cust
o c da produção em função do número de peças n? d) Com relação ao item anterior,
qual o número máximo de peças produzidas com R$ 1 000,00? P2) O número y de pes
soas (em milhares) que tomam conhecimento do resultado de um jogo de futebol, ap
ós x horas em sua realização, é dado por y = 10 x . Responda: a) Quantas pessoas
já sabem o resultado do jogo após 4 horas? b) Quantas pessoas já sabem o result
ado do jogo em 1 dia? c) Após quantas horas de sua realização, 30 mil pessoas to
mam conhecimento do resultado do jogo? P3) A velocidade média de um automóvel em
uma estrada é de 90km/h. Responda: a) Qual é a distância percorrida pelo automó
vel em 1hora? E em 2 horas? b) Em quanto tempo o automóvel percorre a distância
de 360 km? c) Qual é a expressão matemática que relaciona a distância percorrida
(d) em função do tempo (t)? (d em quilômetros e t em horas) P4) Um professor pr
opõe à sua turma de 40 alunos um exercício-desafio, comprometendo-se a dividir u
m prêmio de R$ 120,00 entre os acertadores. Sejam x o número de acertadores (x =
1, 2, 3, .., 40) e y a quantia recebida por cada acertador (em reais). Responda
: a) y é função de x? Por quê? b) Quais os valores de y para x = 2, x = 8, x = 2
0 e x = 25? c) Qual é o valor máximo que y assume? d) Qual é a lei de correspond
ência entre x e y? P5) Qual é a notação de cada uma das seguintes funções de IR
em IR? a) f associa cada número real ao seu dobro. b) g associa cada número real
ao seu quadrado. c) h associa cada número real ao seu triplo menos 1. P6) Qual
é a notação de cada uma das seguintes funções? a) f é a função de IR* em IR* que
associa cada número real ao seu inverso. b) g é a função de IN em IN que associ
a cada número natural ao quadrado de seu sucessor. P7) Sendo f uma função de Z e
m Z definida por f(x) = 2x + 3. Calcule: a) f(0) b) f(1) c) f(-2) P8) Seja f: IR
→ IR definida por f(x) = x2 - 5x + 4. Calcule: a) f(1) b) f(2) c) f(-1)
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P9) Seja f: IR → IR definida por f(x) = x2 - 3x + 4. Calcule:
1 a) f 2
b) f( 3 ) c) f(1 − 2 ) d) f(2p)
P10) Os diagramas de flechas dados representam relações binárias. Pede se, para
cada uma: a) dizer se é ou não uma função; b) em caso afirmativo, determinar o d
omínio, o contradomínio e o conjuntoimagem da mesma.
I ) 1• 2• 3• 4• II ) 1• 3• 4• III ) 1• 2• 3• IV ) 1• 2• 3• •2 •1 •1 •4 •5 •2 •3
•9 • 10 • 11 • 12 •5 •6 •7 •8
V )
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1• 2• 3• •0
VI )
•1 1• •2 •3
P 11) Observe os gráficos abaixo:
y x y x y x
y x y x
Podemos afirmar que: a) todos os gráficos representam funções; b) os gráficos I,
III e IV representam funções; c) apenas o gráfico V não representa uma função;
d) os gráficos I, II, III e IV representam funções; e) apenas o gráfico II não r
epresenta função. P12) As funções f e g são dadas por:
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v
f(x) =
3 4 x − 1 e g(x) = x + a 5 3
1 1 .O valor de f(3) − 3.g é: 3 5
Sabe se que f(0)− g(0) =
a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4
P13) A função y = f(x) é representada graficamente por:
y 4 2 −2 0 2 4 x
Através da análise do gráfico, encontre: a) Domínio da função (Df ); b) Imagem d
a função (Imf ); c) f(3); d) o valor de x tal que a função seja nula. P14) Uma f
unção f de variável real satisfaz a condição f(x + 1) = f(x) + f(1) qualquer que
seja o valor da variável x. Sabendo se que f(2) = 1, pode se concluir que f(3)
é igual a:
a)
1 4
b)
1 2
c)
3 2
d) 2
e)
5 2
GABARITO FUNÇÕES P1) a) R$ 9,00 P2) a) 20 mil b) 5 c) c = n2 d) 31
b) 48 989
c) 9 horas b) 4 horas c) d = 90t
P3) a) 90 km; 180 km
P4) a) Sim, pois a cada valor de x corresponde um único valor de y. b) x = 2 → y
= 60, x = 8 → y = 15, x = 20 → y = 6 x = 20 → y = 6 e x = 25 → y = 4,8
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c) 120
d) y =
120 x
P5) a) f: IR → IR f(x) = 2x b) g: IR → IR g(x) = x2
a) h: IR → IR h(x) = 3x − 1 P6) a) f: IR* → IR
f(x) =
1
b) g: IN → IN g(x) = (x + 1)2 P7) a) 3 b) 5 c) −1 P8) a) 0 b) −2 P9) 11 a) b) 7
− 3 3 4 d) 4p2 − 6p + 4 P10) I ) Não é função II ) Não é função III ) é função:
Df = {1, 2, 3} CDf = {1, 2, 3, 4, 5} Imf = {1, 2, 3} IV ) é função: Df = {1, 2,
3}, CDf = {1, 2}, Imf = {1, 2} V ) é função: Df = {1, 2, 3}, CDf = {0} Imf = {0}
VI) Não é função. P11) B P12) E P13) a) Df = {x ∈ IR / −2 < x ≤ 4} b) Imf = {y
∈ IR / 0 < x < 4} c) f(3) = 4 d) x = 0 P14) C c) 10 c) 2 + 4
x
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FUNÇÃO DO 1o . GRAU
INTRODUÇÃO
Larissa toma um táxi comum que cobra R$ 2,60 pela bandeirada e R$ 0,65 por quilô
metro rodado. Ela quer ir à casa do namorado que fica a 10 km de onde ela está.
Quanto Larissa vai gastar de táxi? Ela terá que pagar 10 × R$ 0,65 pela distânci
a percorrida e mais R$ 2,60 pela bandeirada, ou seja 6,50 + 2,60 = R$ 9,10. Se a
casa de seu namorado ficasse a 17 km dali, o preço da corrida (em reais) seria:
0,65 × 17 + 2,60 = 13,65 Enfim, para cada distância x percorrida pelo táxi há u
m certo preço p(x) em função de x: p(x) = 0,65x + 2,60 que é um caso particular
de função polinomial do 1º. grau, ou função afim.
DEFINIÇÃO
"Toda função polinomial representada pela fórmula matemática f(x) = a.x + b ou y
= a.x + b, com a ∈ IR, b ∈ IR e a ≠ 0, definida para todo real, é denominada fu
nção do 1º grau." Na sentença matemática y = a.x + b, as letras x e y representa
m as variáveis, enquanto a e b são denominadas coeficientes. Assim são funções d
o 1º grau: f(x) = 2.x +3 (a = 2 e b = 3) y = 3.x (a = 3 e b = 0) Observações:
1º.) No caso de a ≠ 0 e b ≠ 0, a função polinomial do 1º grau recebe o nome de f
unção afim. 2º.) No caso de a ≠ 0 e b = 0, a função polinomial do 1º grau recebe
o nome de função linear.
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Exercício Resolvido
1) Dada a função f(x) = ax + b sendo f(1) = 3 e f(2) = 9, qual o valor de f(0)?
Resolução: f(1) = 3 ⇉ a.(1) + b = 3 f(2) = 9 ⇉ a.(2) + b = 9 Chegamos no sistema
de duas equações e duas incógnitas:

a +b =3 , resolvendo o sistema obtemos 2 a + b = 9
a = 6 e b = - 3, logo: f(x) = 6x - 3 ⇉ f(0) = 6.(0) - 3 ⇉ f(0) = - 3
GRÁFICO DA FUNÇÃO DO 1O. GRAU
Seja a função do 1 O. grau f(x) = ax + b, o gráfico desta função é uma reta:
Nota: v "Denomina-se zero ou raiz da função f(x) = ax + b o valor de x que anula
a função, isto é, torna f(x) = 0." v O ponto onde o gráfico "corta" o eixo y se
rá sempre (0, b), onde b é o coeficiente da função.
ANÁLISE DOS GRÁFICOS:
v Gráfico 1: Gráfico de uma função crescente onde teremos o coeficiente a > 0. v
Gráfico 2: Gráfico de uma função decrescente onde teremos o coeficiente a < 0.
Exemplo1: Vamos construir o gráfico da função y = 3x - 9:
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Como o gráfico é uma reta, basta obter dois de seus pontos e liga-los com o auxí
lio de uma régua. (Ou ainda, podemos observar que precisamos obter a raiz da fun
ção e o coeficiente b Raiz:
9 ⇉ x=3 3 Logo, já sabemos que o ponto (3, 0) é o ponto de intersecção do gráfic
o com o eixo x.
3x − 9 = 0 ⇉ 3x = 9 ⇉ x =
Coeficiente b: Da lei de formação da função ⇉ b = -9 Logo, sabemos que o ponto (
0, -9), nos dará a intersecção do gráfico com o eixo y. Gráfico:
Exemplo2: Vamos construir o gráfico da função y = -2x + 4: Analogamente ao exemp
lo 1, obteremos a raiz da função e seu coeficiente b. Raiz: -2x + 4 = 0 ⇉ -2x =
- 4 ⇉ x = 2 Coeficiente b: Da lei de formação ⇉ b = 4
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SINAL DA FUNÇÃO DO 1O . GRAU
Estudar o sinal de uma função qualquer é determinar para quais valores de x a fu
nção é positiva, ou seja, y > 0; para quais valores de x a função é zero, ou sej
a, y = 0; e, para quais valores de x a função é negativa, ou seja, y < 0. Consid
ere a função f(x) = ax + b, ou seja, y = ax + b; vamos estudar o sinal da função
.
b Vimos que a função se anula para x = − , há dois casos a considerar . a
1O. Caso) a > 0 ⇉ Função Crescente
y
_
y<0
− b a
+
y>0 x
v v
b a b y<0⇉ x< − a
y>0⇉ x> −
2O. Caso) a < 0 ⇉ Função Decrescente
v v
b a b y<0⇉ x>− a
y>0⇉ x<−
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FUNÇÃO DO 2O. GRAU
INTRODUÇÃO
Uma empresa de táxis fez uma análise de custos operacionais e chegou à seguinte
conclusão: Para cada automóvel, ela tem: a) um ganho fixo de R$ 8,00 na bandeira
da. b) um ganho calculado como o quadrado da distância percorrida (em km). c) um
a despesa de R$ 6,00 por quilômetro rodado, relativa a combustível, manutenção,
taxas e impostos, salários, etc. 1) Vamos escrever a função que relaciona o lucr
o dessa empresa com a distância percorrida, para cada automóvel. Chamemos de x a
distância percorrida e de y o lucro total da empresa para cada automóvel: y = 8
+ x2 6x ⇉ y = x2 -6x + 8 2) Analisando essa função, descobriu-se que, depende
ndo da distância percorrida, o táxi poderia dar lucro ou prejuízo, observe a tab
ela abaixo:
Tabela
x 0 1 2 3 4 5 6 y 8 3 0 -1 0 3 8
Notas: Observe que quando o táxi percorre 2km e 4km, não há prejuízo e nem lucro
. Se o táxi percorre 3km, há um prejuízo de R$1,00. Os maiores lucros, de acordo
com os dados da tabela, são obtidos se o táxi não andar (em caso do passageiro
só pagar a bandeirada), ou se o táxi percorrer 6km. 3) Para uma melhor visualiza
ção do lucro da empresa variando de acordo com a distância percorrida foi feito
o gráfico abaixo representando a distância percorrida no eixo x (em km) e no eix
o y o lucro obtido (em reais).
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1
2
3
4
5
6
7
8
9
10 11
x
Notas: De acordo com o gráfico podemos observar que: v Para distâncias percorrid
as menores que 2km ou maiores que 4km o táxi dá realmente lucro: x < 2 ou x > 4
v Para distâncias percorridas entre 2km e 4km o táxi dá prejuízo: 2 <x <4 v Se o
táxi percorrer 2km ou 4km o táxi não dará nem lucro nem prejuízo: x = 2km ou x
= 4km v A função representada pelo gráfico é uma função do 2 O. grau e o gráfico
ilustrado é uma parábola.
DEFINIÇÃO
denomina-se função do 2º grau ou função quadrática".
GRÁFICO DA FUNÇÃO DO 2O. GRAU
Para toda função do 2 O. grau temos o gráfico sendo uma parábola, assim como na
função do 1 O. grau. Entretanto aqui, os pontos mais importantes serão: ⇉ inters
ecção com o eixo y: (0; c) o coeficiente c nos "diz" onde o gráfico "corta" o ei
xo y.
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⇉ zeros (ou raízes) da função: (x1; 0) e (x 2; 0) onde o gráfico se intercepta o
eixo x; para a obtenção das raízes da função devemos resolver uma equação do 2O
. grau obtida através da própria função. ⇉ vértice da parábola: (xv , yv ) são o
s pontos de máximo ou de mínimo da função.
VÉRTICE DA PARÁBOLA
Para o cálculo das coordenadas do vértice da parábola utilizaremos as fórmulas a
seguir: V(xv , yv)
xv =
−b 2a
yv =
−Ä 4a
Em geral, a parábola poderá estar em posições distintas no que se refere aos eix
os coordenados, observe a tabela a seguir:
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∆>0
∆=0
∆<0
a>0
a<0
Observações: De acordo com o coeficiente a e o discriminante ∆ numa função do 2O
. grau, podemos tirar algumas conclusões a respeito da posição da parábola: v A
parábola poderá ter a concavidade voltada para cima (a > 0) ou para baixo (a < 0
). v O gráfico poderá interceptar o eixo x em dois pontos ( ∆ > 0 - duas raízes
distintas), ou em um único ponto (∆ = 0 - uma única raiz) ou ainda não intercept
ar o eixo x (∆ > 0 - a função não possui raízes reais). Exemplo1: Façamos o esbo
ço do gráfico da função y = 2x 2 - 5x + 2: Características: ⇉ concavidade voltad
a para cima: a = 2 > 0 ⇉ zeros (ou raízes): 2x 2 - 5x + 2 = 0 Resolvendo a equaç
ão, obtemos:
1 x1 = 2 ou x2 = 2
⇉ intersecção com o eixo y: (0, c) = (0, 2)
Ä 5 − 9 b ⇉ vértice da parábola V = − ,− = , 2a 4a 4 8
Gráfico:
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Exemplo 2: Façamos agora, o esboço do gráfico da função y = x 2 2x + 1: Caract
erísticas: ⇉ concavidade voltada para cima: a = 1 > 0 ⇉ zeros (ou raízes): x2 -
2x + 1 = 0 Resolvendo a equação, obtemos: x1 = x2 = 1 (raiz dupla)
b Ä ⇉ vértice da parábola : V = − , = (1,0) 2a 4a ⇉ intersecção como eixo
y : (0, c) = (0,1)
Gráfico:
Exemplo3: Façamos por fim, o esboço do gráfico da função y = -x2 - x - 3: Caract
erísticas: ⇉ concavidade voltada para baixo: a = −1 < 0 ⇉ zeros (ou raízes): x2
− 2x + 1 = 0
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não existe x ∈ IR, pois ∆ < 0
Ä 1 11 b ⇉ vértice da parábola : V = , = - , 4 2a 4a 2 ⇉ intersecçã
o como eixo y : (0, c) = (0,- 3)
Gráfico:
SINAL DA FUNÇÃO QUADRÁTICA
Considere a função quadrática y = f(x) = ax2 + bx + c, vamos determinar para qua
is valores de x temos a função positiva (y > 0), função negativa (y < 0) ou a fu
nção nula (y = 0). Na tabela a seguir temos as posições relativas e os sinais de
acordo com os eixos coordenados, o discriminante (D) e o coeficiente a.
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∆>0
∆=0
∆<0
a>0
+
_
++
+
+
+
+
_ a<0 _ + _
_
_
_
_
Exercícios Resolvidos
R1) Estude o sinal das funções abaixo: a) y = x2 - 3x - 10. b) y = -x2 + 6x - 9
c) y = x2 + 7x + 13 Resolução: a) 1O.) Raízes: x2 - 3x - 10 = 0 ⇉ x1 = -2 ou x2
= 5
2O.) Esboço:
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3O.) Estudo do Sinal: y > 0 ⇉ x < -2 ou x > 5 y = 0 ⇉ x = - 2 ou x = 5 y < 0 ⇉ -
2 < x < 5 b) 1O.) Raízes: -x2 + 6x - 9 = 0 ⇉ x1 = x2 = 3
2O.) Esboço:
3O.) Estudo do Sinal: y > 0 ⇉ não existe x ∈ IR y=0⇉ x=3 y < 0 ⇉ x < 3 ou x > 3
c) 1O.) Raízes: x2 + 7x + 13 = 0 ⇉ ∆ < 0 (não existe x real)
2O.) Esboço:
3O.) Estudo do Sinal: y > 0 ⇉ ∀ x ∈ IR y = 0 ⇉ não existe x real y < 0 ⇉ não exi
ste x ∈ IR
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FUNÇÃO EXPONENCIAL
INTRODUÇÃO
Imagine que exista um micróbio que a cada minuto ele se duplicada. Podemos então
formar a seguinte seqüência numérica relativamente a quantidade desses seres em
cada minuto: (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, ...) Podemos ainda, escrever esta seqüênc
ia na forma de potência: (20, 21 , 22, 23, 24, 25, 26, ...) Se chamarmos os minu
tos de x e a quantidade de elementos de y. Concluímos que y está em função de x
e encontraremos a seguinte função: y = f(x) = 2x Para encontrar qual a quantidad
e existente de elementos após o término do 10O . minuto, basta encontrarmos o va
lor de y, quando x = 10. f(10) = 210 = 1024
DEFINIÇÃO
'Chama-se função exponencial qualquer função f de IR em IR dada por uma lei da f
orma f(x) = ax, onde a é um número real dado, a > 0 e a 1".
GRÁFICO DA FUNÇÃO EXPONENCIAL
acima: Vamos construir o gráfico relativo ao desenvolvimento do micróbio descrit
o
y 16
8
4 2 1 1 2 3 4 x (min)
Como não há tempo negativo, o gráfico existirá apenas para x ≥ 0.
Exemplo:
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Vamos construir num mesmo sistema cartesiano os gráficos das funções
1 f(x) = 3x e g(x) = . 3
x
. g(x) 27 9 3 1 1/3 1/9 1/27
x -3 -2 -1 0 1 2 3
f(x) 1/27 1/9 1/3 1 3 9 27
x 1 g(x) = 3
y
f(x) = 3x
0
x
Observações:
v A função f é uma função crescente, pois conforme os valores de x crescem o mes
mo acontece com os valores de y. v A função g é uma função decrescente, pois con
forme os valores de x crescem, os valores de y diminuem. v f(x) = ax ⇉ crescente
, pois a = 3 > 1
v
g(x) = ax ⇉ decrescente, pois 0 < a = 1 < 1
3
LOGARITMOS
Vimos que para resolver equações exponenciais, devemos ter dos dois lados da igu
aldade bases iguais nas potências. Entretanto equações exponenciais do tipo 2x =
6, se torna impossível de resolve-las utilizando os artifícios estudados até aq
ui. Querendo resolver a equação 2x = 6, não conseguiremos reduzir todas as potên
cias à mesma base. Neste caso, como 4 < 6 < 8, então 4 < 2x < 8, ou seja, 22 < 2
x < 23 e apenas podemos garantir que 2 < x < 3. Para resolver equações exponenci
ais onde é impossível reduzir as duas potências à mesma base, estudaremos agora
os logaritmos.
DEFINIÇÃO
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Chama-se logaritmo de a na base b, e se indica por logba, o expoente x ao qual s
e deve elevar b para se obter a, observe:
logba = x ⇇ b x = a
onde: a ⇉ logaritmando e a > 0 b ⇉ base do logaritmo e b > 0 e b ≠ 1 x ⇉ logarit
mo
Exemplos:
v log24 = x ⇉ 2x = 4 ⇉ 2x = 22 ⇉ x = 2
cologaN = loga
1 = - logaN N
ANTILOGARITMO
Da nomenclatura apresentada loga N = α decorre que N (log ritm ndo) é o ntilog 
ritmo de α n  b se . log  N = α ⇇ antilog aα = N
Exercício Resolvido
R1) C lcule o v lor de y = log44 + log71 + 2.log10. Resolução: log44 = 1 log71 =
0 log10 = log1010 = 1 Logo: y = 1 + 0 + 2.1 = 3
PROPRIEDADES DOS LOGARITMOS
Observe  igu ld de: log28 + log24 = log232 Podemos escrever log232 como sendo l
og2(8 4), logo: log28 + log24 = log2(8  4) Isto não é um  mer  coincidênci  e s
im, um  d s propried des oper tóri s dos log ritmos.
LOGARITMO DO PRODUTO log (x . y) = log  x + log y
LOGARITMO DO QUOCIENTE
log (
x ) = log x + log y y
LOGARITMO DA POTÊNCIA
log  xn = n . log  x
Exercício Resolvido
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R2) S bendo-se que log 2 = 0,3010, log 3 = 0,4771 e log 5 = 0,6990, determine: 
) log 30 b) log 25 c) log 2,5 d) log cos 45º Resolução: log 30 = log(5 . 6) = lo
g 5 + log 6 = 0,6990 + log(2 . 3) = 0,6990 + log 2 + log 3 = 0,6990 + 0,3010 + 0
,4771 = 1,4771 b) log 25 = log 52 = 2 . log 5 = 2 . 0,6990 = 1,3980
c) log 2,5 = log ( 5 )
2
= log 5 – log 2 = 0,6990 – 0,3010 = 0,3980 d) log cos45º = log
2 2
= log √2 – log 2 = log 21/2 – 0,3010 = ½ . log 2 – 0,3010 = ½ . 0,3010 – 0,3010
= - 0,1505 ou ind : log
2 2
= log (21/2 . 2-1) = log (21/2 – 1) = log 2-1/2 = - ½ . log 2 = - ½ . 0,3010
= - 0,1505
MUDANÇA DE BASE:
Há situ ções em que podemos nos dep r r com sistem s de log ritmos com b ses dis
tint s e p r  plic rmos s propried des oper tóri s dos log ritmos devemos ter
log ritmos com b ses igu is. A fórmul  b ixo nos uxili rá  converter  b se d
o log ritmo em um  b se m is conveniente.
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logb  =
log c  log c b
Exercícios Resolvidos
R3) Se log2 = 0,3 e log3 = 0,48, qu l é o v lor de log23? Resolução: Temos o log
2 e o log3, que p recem todos n  b se dez, pede-se o log de 3 n  b se 2, port n
to devemos converter log23 p r  um log n  b se dez:
log 23 =
log3 log2
= 0,48 = 1,6
0,3
R4) Qu l é o v lor de y = log 32 . log4 3 . log54 . log65? Resolução:
y = log32 .
log3 3 log3 4 1 log 3 6
.
log3 4 log3 5
.
log3 5 log3 6 1 log 3 2 + log 3 3
c ncel ndo os logs obteremos: y = log32 . y= ⇉ y = log32 . ou y = 1 +
log 3 2 log3 2 + log3 3
log3 2 log3 3
FUNÇÃO LOGARÍTMICA
DEFINIÇÃO
"Chama-se função logarítmica qualquer função f de IR *+ em IR dada por uma lei d
a forma f(x) = logax,, onde a é um número real dado, a > 0 e a 1".
GRÁFICO DA FUNÇÃO LOGARÍTMICA
1-) Vamos construir o gráfico da função y = log2x, definida para x > 0: x
1 8
y = log2x −3 −2 −1 0
¼ ½ 1
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2 4 8
1 2 3
y 2 1 1 0x 2 4
2 ) Vamos construir agora, o gráfico da função y = log 1 x , definida para x > 0
:
2
x 8 4 2 1 ½ ¼ y= −3 −2 −1 0 1 2 3
log 1 x
2
y 2 1 x 0 −1
Observações: A função f(x) = logax será:
v Crescente quando a > 1 ⇉ Gráfico 1 v Decrescente quando 0 < a < 1 ⇉ Gráfico 2
1
2
4
EQUAÇÕES LOGARÍTMICAS
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Regra:
loga x 1 = loga x 2 ⇇ x 1 = x 2
Exemplo1: Vamos resolver a seguinte equação logarítmica: log2 (2x − 5) = log23 O
bserve que temos no logaritmando do primeiro membro uma expressão 2x − 5 e de ac
ordo com a condição de existência de um logaritmo devemos sempre no logaritmando
um número positivo, portanto: C.E.: 2x − 5 > 0 Uma vez que tenhamos encontrada
a C.E. resolveremos a equação pela regra descrita acima (a regra somente é válid
a quando as bases dos dois logaritmos forem iguais). log2 (2x − 5) = log23 ⇉ 2x
− 5 = 3 ⇉ 2x = 8 ⇉ x = 4 Substituindo na C.E.: 2.4−5= 8−5 =3> 0 S = {4}
Exercício Resolvido
R4) Resolva a equação log 2(x − 3) + log2(x + 3) = 4. Resolução:
x −3 >0 ⇉ x >3 x + 3 > 0 ⇉ x > −3
1O.Passo) C.E. ⇉ , como todo número que é maior que 3, é também maior que −3, co
ncluímos da Condição de Existência: x > 3. 2O.Passo) Regra ⇉ para aplicarmos a r
egra prática para a resolução de equações logarítmicas devemos ter apenas um log
aritmo, portanto se faz necessário a aplicação da propriedade: log2 (x − 3) + lo
g2(x + 3) = 4 ⇉ log2 [(x − 3).(x + 3)] = 4 ⇉ log2(x2 − 9) = 4 A partir daqui pod
emos utilizar a definição para a resolução da equação: log2 (x2 − 9) = 4 ⇉ x2 −
9 = 24 ⇉ x2 = 16 + 9 ⇉ x2 = 25 x =±5 Da C.E. ⇉ x = 5 > 3 Logo: S = {5}
INEQUAÇÕES LOGARÍTMICAS
Regra:
a > 1 ⇉ x1 > x 2 log a x 1 > log a x 2 ⇇ 0 < a < 1 ⇉ x 1 < x 2
Exemplo: Vamos resolver a inequação: log3 (2x − 5) < log3x
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5 1O.Passo) C.E. ⇉ 2x − 5 > 0 ⇉ x > 3 x >0
d) log 5(2x − 3) = 2 e) log2(x2 + x − 4) = 3 P9) Resolva as seguintes equações:
a) log2(x + 4) + log2(x − 3) = log218 b) 2 log x = log 2 + log(x + 4) GABARIT O
LOGARITMOS
P1) a) 2
P2) a) A = P3) B
3 2
b) 7 c) 4d) 3
b) B = −
1 2
e) 4
3
f)− 5 g) − 3
2
2
c) C = 0
P4) a) a + b b) 2a c) a + 1 d) g) 1 − a + b P5) 5
3 2 1 2a P7) a+b
1 a e) −a f) 1 − a 2
P6)
P8) a) S = {2} b) S = {4} e) S = {−4; 3} P9) a) S = {5}
c) S = {−1} d) S = {14}
b) S = {4}
PROBABILIDADE
INTRODUÇÃO
Em um jogo, dois dados são lançados simultaneamente, somando se, em seguida, os
pontos obtidos na face superior de cada um deles. Ganha quem acertar a soma dess
es pontos. Antes de apostar, vamos analisar todos os possíveis resultados que po
dem ocorrer em cada soma. Indicando os números da face superior dos dados pelo p
ar ordenado (a, b), onde a é o número do primeiro dado e b o número do segundo,
temos as seguintes situações possíveis: a + b = 2, no caso (1, 1); a + b = 3, no
s casos (1, 2) e (2, 1);
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a+b a+b a+b a+b a+b a+b a+b a+b a+b
= 4, nos casos (1, 3), (2, 2) e (3,1); = 5, nos casos (1,4), (2,3), (3, 2) e (4,
1) = 6, nos casos (1, 5), (2, 4), (3, 3), (4,2) e (5, 1); = 7, nos casos (1, 6)
, (2, 5), (3, 4), (4,3), (5, 2) e (6, 1); = 8, nos casos (2, 6), (3, 5), (4, 4),
(5, 3) e (6, 2); = 9, nos casos (3, 6), (4, 5), (5, 4) e (6,3); = 10, nos casos
(4, 6), (5, 5) e (6, 4); = 11, nos casos (5, 6) e (6,5); = 12, no caso (6, 6).
É evidente que, antes de lançar os dois dados, não podemos prever o resultado "s
oma dos pontos obtidos"; porém, nossa chance de vencer será maior se apostarmos
em a + b = 7, pois essa soma pode ocorre de seis maneiras diferentes. Situações
como essa, onde podemos estimar as chances de ocorrer um determinado evento, são
estudas pela teoria das probabilidades. Essa teoria, criada a partir dos "jogos
de azar", é hoje um instrumento muito valioso e utilizado por profissionais de
diversas áreas, tais como economistas, administradores e biólogos.
ESPAÇO AMOSTRAL
Um experimento que pode apresentar resultados diferentes, quando repetido nas me
smas condições, é chamado experimento aleatório. Chamamos Espaço Amostral ao con
junto de todos os resultados possíveis de um experimento aleatório. Dizemos que
um espaço amostral é equiprovável quando seus elementos têm a mesma chance de oc
orrer. No exemplo acima temos, como espaço amostral 36 possibilidades, para a oc
orrência de quaisquer eventos. No exemplo de uma moeda lançando se para cima, a
leitura da face superior pode apresentar o resultado "cara" (K) ou "coroa" (C).
Trata se de um experimento aleatório, tendo cada resultado a mesma chance de oco
rrer. Neste caso, indicando o espaço amostral por S1 e por n(S1) o número de seu
s elementos, temos: S1 = {K, C} e n(S1) = 2
Se a moeda fosse lançada duas vezes, teríamos os seguintes resultados: (K, K), (
K, C), (C, K), (C, C). Neste caso, indicando o espaço amostral por S2 e por n(S2
) o número de seus elementos, temos: S2 = {(K, K), (K, C), (C, K), (C, C)} e n(S
2) = 4
EVENTOS
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Chama se evento a qualquer subconjunto de um espaço amostral. Considerando o lan
çamento de um dado e a leitura dos pontos da face superior, temos o espaço amost
ral: S= {1, 2, 3, 4, 5, 6} e n(S) = 6 Um exemplo que podemos elucidar de evento
é "ocorrência de número par". Indicando esse evento por A, temos: A = {2, 4, 6}
e n(A) = 3
PROBABILIDADE DE OCORRER UM EVENTO
Ainda levando se em consideração o exemplo acima, "ocorrência de número par", no
lançamento de um dado, teremos:
P( A ) =
n( A ) 3 1 == n( S ) 6 2
Concluí se que a probabilidade de o evento "ocorrência de número par" ocorrer é
50% ou ½. Isto quer dizer que ao lançarmos um dado ao acaso teremos 50% de chanc
e de obter um número par, na face do dado. Voltando ao nosso primeiro exemplo, o
nde num jogo, ganha quem conseguir a soma das faces. Vimos que a probabilidade d
e ocorrer o número 7 era maior, pois tínhamos diversas maneiras de ocorrer. Cham
aremos o evento "ocorrência da soma 7" entre os dois dados, de E: n(E) = 6; n(S)
= 36.
portanto: P(E ) =
n(E ) 6 1 = = , temos então que 16,7% é a probabilidade do evento ocorrer. n( S
) 36 6
Exercícios Resolvidos
R1) Qual a probabilidade do número da placa de um carro ser um número par? Resol
ução: Para o número da placa de uma carro ser um número par, devemos ter um núme
ro par no algarismo das unidades, logo o espaço amostral (S) e o evento (E) serã
o: S = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9} ⇉ n(S) = 10 E = {2, 4, 6, 8, 0} ⇉ n(E) = 5
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Portanto a Probabilidade de ocorrer o referido evento será: n(E ) 5 1 P( E ) = =
= n(S ) 10 2 Resposta: 50% ou ½ R2) O número da chapa de um carro é par. A prob
abilidade de o algarismo das unidades ser zero é:
a)
1 10
b)
1 2
c)
4 9
d)
5 9
e)
1 5
Resolução: Se a placa de um carro é um número par, então, independente do numero
de algarismos que tenha a placa o algarismo das unidades será, necessariamente,
um número par. O espaço amostral, neste caso: S = {2, 4, 6, 8, 0} ⇉ n(S) = 5 O
evento é "ocorrência do zero", logo só podemos ter ocupando o último algarismo o
número zero: E = {0} ⇉ n(E) = 1
P(E ) =
n(E ) 1 = n( S ) 5
1 5
Res pos ta: 20% ou
PROBABILIDADE DA UNIÃO DE DOIS EVENTOS
Consideremos dois eventos A e B de um mesmo espaço amostral S. Da teoria dos con
juntos temos: n(A ∪ B) = n(A) + n(B) - n(A ∩ B) Dividindo os dois membros dessa
igualdade por n(S), temos: P(A ∪ B) = P(A) + P(B) - P(A ∩ B) A probabilidade da
união de dois eventos A e B é igual à soma das probabilidades desses eventos, me
nos a probabilidade da intersecção de A com B." Observação: se A e B orem disju
ntos, isto é: se A ∩ B = Æ, então P(A ∪ B) = P(A) + P(B).
  
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Neste caso, ainda, os eventos são ditos Eventos Independentes. Exercício Resolvi
do R3) No lançamento de um dado, qual é a probabilidade de se obter o número 3 o
u um número ímpar? Resolução: Espaço amostral é S = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e n(S) =
6 evento "número 3" é: A = {3}e n(A) = 1 evento "número ímpar" é: B = {1,3,5} e
n(B) = 3 A ∩ B = {3} ∩ {1,3,5} = {3}, então n(A∩ B) = 1 Logo: P(A ∪ B) = 1/6 + 3
/6 - 1/6 = ½ Resposta: 50% ou ½ Observação: A soma da probabilidade de ocorrer u
m evento A com a probabilidade de não ocorrer o evento A é igual a 1:
p(A) + p( A ) = 1
1 Assim, se a probabilidade de ocorrer um evento A or 0,25 ( ), a probabilidade
de não ocorrer o 4 3 evento A é 0,75 ( ). 4
EXERCÍCIOS
P1) Joga-se um dado "honesto" de seis aces, numeradas de 1 a 6, lê-se o número
da ace voltada para cima. Calcular a probabilidade de se obter: a) o número 2 b
) o número 6
c) um número par
d) um número ímpar
e) um número primo
  
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P2) Considere todos os números de cinco algarismos distintos obtidos através dos
algarismos 4, 5, 6, 7 e 8. Escolhendo-se um desses números, ao acaso, qual a pr
obabilidade de ele ser um número ímpar? P3) Qual a probabilidade de uma bola bra
nca aparecer ao retirar-se uma única bola de uma urna contendo 4 bolas brancas,
3 vermelhas e 5 azuis? P4) Considere todos os anagramas da palavra LONDRINA que
começam e terminam pela letra N. Qual a probabilidade de se escolher ao acaso um
desses anagramas e ele ter as vogais juntas? P5) A probabilidade de ocorrerem d
uas caras ou duas coroas no lançamento de duas moedas é:
a)
1 4
b)
3 4
c) 1
d) 2
e)
1 2
P6) Em uma indústria com 4.000 operários, 2.100 têm mais de 20 anos, 1.200 são e
specializados e 800 têm mais de 20 anos e são especializados. Se um dos operário
s é escolhido aleatoriamente, a probabilidade de ele ter no máximo 20 anos e ser
especializado é:
a)
1 10
b)
2 5
c)
3 8
d)
27 85
7 e) 18
P7) Um prêmio vai ser sorteado entre as 50 pessoas presentes em uma sala. Se 40%
delas usam óculos, 12 mulheres não usam óculos e 12 homens os usam, a probabili
dade de ser premiado um homem que não usa óculos é:
a)
4 25
b)
6 25
c)
8 25
d)
9 25
e)
2 5
P8) Dois jogadores A e B vão lançar um par de dados. Eles combinam que, se a som
a dos números dos dados or 5, A ganha, e se essa soma or 8, B é quem ganha. Os
dados são lançados. Sabe-se que A não ganhou. Qual a probabilidade de B ter gan
ho?
a)
10 36
b)
4 32
c)
5 36
d)
5 35
  
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e) não se pode calcular sem saber os números sorteados. P9) Se dois prêmios igua
is orem sorteados entre 5 pessoas, sendo duas brasileiras e três argentinas, qu
al será a probabilidade de: a) serem premiadas as duas brasileiras? b) ser premi
ada pelo menos uma argentina? c) serem premiadas duas argentinas? P10) Numa caix
a existem 5 balas de hortelã e 3 balas de mel. Retirando-se sucessivamente e sem
reposição duas dessas balas, qual a probabilidade de que as duas sejam de horte
lã?
GABARI O
1 6 1 6 1 3
1 2 1 2 1 2
P1) a)
2 5
b)
c)
d)
e)
1 5
P2)
P3)
P4)
P5) E P8) B
P6) A
P7) D
P 9) a)
1 10
b)
9 10
c)
3 10
P10)
9 16

NO ÕES DE ES A ÍS ICA
IN RODU ÃO
Em anos de eleições é inevitável nos depararmos com pesquisas eleitorais, como p
or exemplo, quem está em primeiro lugar nas pesquisas, ou em segundo, mas será q
ue todos os eleitores oram consultados? Com certeza não, pois há métodos mais c
onvenientes, como por exemplo, considera-se uma amostra dos eleitores e a partir
desta amostra se conclui para o restante dos eleitores. Em março de 1983, o dep
utado ederal Dante de Oliveira, atendendo a uma orte pressão do povo brasileir
o, apresentou uma proposta de emenda à Constituição, que pretendia
  
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restabelecer as eleições diretas para a Presidência da República. A expectativa
em torno dessa votação deu origem à maior mani estação popular já conhecida nest
e país, que icou conhecida como "Diretas já". Em abril de 1984, cerca de 500 mi
l pessoas estavam na Praça da Candelária, no Rio de Janeiro e mais 1 milhão no V
ale do Anhangabaú em São Paulo. A relação desse acontecimento com a Matemática,
é a orma como oram contadas as pessoas nestes lugares. Conta-se a quantidade d
e pessoas em um certo local, e divide-se pela área ocupada por essas pessoas, em
seguida, multiplica-se pela área total ocupada, obtendo assim o valor estimado
que é bem próximo do total.
ROL
As notas de 20 alunos de uma turma de oitava série estão abaixo relacionadas: 5,
9 - 5,8 - 3,4 - 7,4 - 4,0 - 7,3 - 7,1 - 8,1 - 3,7 - 7,9 - 7,6 - 7,7 - 5,6 - 3,2
- 6,7 - 7,4 - 8,7 - 2,1 - 9,6 - 1,3 Para encontrarmos o Rol desta distribuição d
e valores basta colocarmos os valores em ordem crescente ou decrescente: v 1,3 -
2,1 - 3,2 - 3,4 - 3,7 - 4,0 - 5,6 - 5,6 - 5,6 - 6,7 - 7,1 - 7,3 - 7,4 - 7,4 - 7
,6 - 7,7 - 7,7 - 8,1 8,7 - 9,6 v 9,6 - 8,7 - 8,1 - 7,7 - 7,7 - 7,6 - 7,4 - 7,4 -
7,3 - 7,1 - 6,7 - 5,6 - 5,6 - 5,6 - 4,0 - 3,7 - 3,4 - 3,2 2,1 - 1,3
CLASSES
Qualquer intervalo real que contenha um rol é chamado de classe. Considerando a
relação de notas especi icadas acima podemos estabelecer as seguintes classes de
intervalos: v o intervalo [1, 2[ contém a nota 1,3 v o intervalo [2, 1[ contém
a nota 2,1 v o intervalo [2, 3[ contém as notas 3,2; 3,4; 3,7 E assim sucessivam
ente. Observação: A amplitude é a di erença entre o maior e o menor elemento de
uma distribuição, intervalo ou classe.
  
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Exemplos: v 9,6 - 1,3 = 8,5 é amplitude da distribuição das notas. v A amplitude
da classe [7, 8[ é 7,7 - 7,1 = 0,6.
 
DIS RIBUI ÃO DE REQÜÊNCIAS

REQÜÊNCIA ABSOLU A ( i )
É a quantidade de vezes que um determinado valor aparece numa classe. Observe a
tabela abaixo, re erente à distribuição das notas: CLASSES
 [1, 2[ [2, 3[ [3, 4[
[4, 5[ [5, 6[ [6, 7[ [7, 8[ [8, 9[ [9, 10[ O AL 8,0. reqüência Absoluta (  i)
1 1 3 1 3 1 7 2 1 20
Da tabela podemos concluir que, por exemplo, 7 alunos tiraram notas entre 7,0 e

REQÜÊNCIA ABSOLU A ACUMULADA ( a )
A distribuição de reqüências absolutas pode ser completada com mais uma coluna,
chamada reqüências absolutas acumuladas ( a ), cujos valores são obtidos adici
onando a cada reqüência absoluta os valores das reqüências anteriores. 
CLASSES [1, 2[ [2, 3[ [3, 4[ [4, 5[ [5, 6[ reqüência Absoluta ( i ) 1 1 3 1 3
reqüência Absoluta Acumulada ( a) 1 2 5 6 9
  
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[6, 7[ [7, 8[ [8, 9[ [9, 10[ O AL(n)
1 7 2 1 20
10 17 19 20 ℵℵℵℵℵ ℵℵ ℵℵ ℵℵ ℵℵ

REQÜÊNCIA RELA IVA (  %)
REQÜÊNCIA RELA IVA ACUMULADA ( a%)
A reqüência relativa é obtida através do quociente:
onde  i representa a reqüência absoluta de um dado valor ou classe, e n repres
enta a soma de todos as reqüências absolutas. A reqüência relativa acumulada é
obtida de modo análogo à reqüência absoluta acumulada, mas agora utilizando a
reqüência relativa. Acrescentando mais duas colunas na tabela: 
CLASSES [1, 2[ [2, 3[[3, 4[ [4, 5[ [5, 6[ [6, 7[ [7, 8[[8, 9[ [9, 10[ .A. ( i
) 1 1 3 1 3 1 7 21 .A.Al. ( a) 1 2 5 6 9 10 17 19 20 . R. ( %) 5% 5% 15% 5%
15% 5% 35% 10% 5% . R. A. ( a%) 5% 10% 25% 30% 45% 50% 85% 95% 100%
O AL(n)

20
ℵℵℵℵℵ
100%
ℵℵℵ ℵℵ
    
• .A. ( i) = reqüência Absoluta• .A.A. ( a)= reqüência
 Absoluta Acumulada • .
R. ( %) = reqüência Relativa • . R. A. ( a%) = reqüência RelativaAcumulada

Nota: Esta tabela é chamada de abela de Distribuição de reqüência.
 
REPRESEN A ÃO GRÁ ICA
  
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A tabela de distribuição de reqüência do exemplo anterior pode ser representada
gra icamente:

GRÁ ICO DE LINHA

REQÜÊNCIA Número de Alunos
CLASSES
[1,2] [2,3] [3,4] [4,5] [5,6] [6,7] [7,8] [8,9] [9,10]
NO AS
Para a construção deste grá ico, marcam-se os pontos determinados pelas classes
e as correspondentes reqüências, ligando-os, a seguir, por seguimentos de reta.

GRÁ ICO DE BARRAS
Vamos agora construir um diagrama de barras verticais, e paratanto, basta dispor
as reqüências num eixo vertical:
  
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REQÜÊNCIA Número de Alunos
CLASSES [1,2] [2,3] [3,4] [4,5] [5,6] [6,7] [7,8] [8,9] [9,10] NO AS

GRÁ ICO DE SE ORES
Para a construção deste grá ico vamos dividir um círculo em setores com ângulos
proporcionais às reqüências. No nosso caso já temos a reqüência relativa: [1,
2[ ⇉ 5% de 360 O = 0,05 ´ 360 O = 18 O [2, 3[ ⇉ 5% de 360 O = 0,05 ´ 360 O = 18O
[3, 4[ ⇉ 15% de 360 O = 0,15 ´ 360 O = 54 O [4, 5[ ⇉ 5% de 360 O = 0,05 ´ 360 O
= 18 O [5, 6[ ⇉ 15% de 360 O = 0,15 ´ 360 O = 54 O [6, 7[ ⇉ 5% de 360 O = 0,05
´ 360 O = 18 O [7, 8[ ⇉ 35% de 360 O = 0,35 ´ 360 O = 126O [8, 9[ ⇉ 10% de 360 O
= 0,10 ´ 360 O = 36 O [9, 10[ ⇉ 5% de 360 O = 0,05 ´ 360 O = 18 O
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5%
5%
5%
5%
35%
5%
10%
15%
15%
HISTOGRAMA
Freqüência (Número de alunos)
Classes Notas
MEDIDAS DE POSIÇÃO MÉDIA ARITMÉTICA ( x )
Para encontrar a média aritmética entre valores, basta somar todos eles e dividi
r pela quantidade que aparecem. Matematicamente:
ou usando símbolos:
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MODA (Mo)
Considere a distribuição abaixo referente às idades de 11 pessoas integrantes de
um movimento popular: 16 - 19 - 18 - 14 - 19 - 16 - 14 - 14 - 15 - 20 - 14 Repa
re que a idade de maior freqüência é 18 anos, portanto dizemos que a moda desta
amostra é 14 anos. Mo = 14 anos Exemplos: v 3 - 7 - 4 - 6 - 9 - 6 - 4 - 2 - 1 -
4 ⇉ Mo = 4 v 5 - 3 - 2 - 8 - 8 - 9 - 5 - 1 - 5 - 8 ⇉ Mo = 8 Mo' = 5 Esta amostra
é considerada bimodal por apresentar duas modas. v 1 - 9 - 8 - 6 - 4 - 3 - 2 -
7 - 5 ⇉ Esta amostra não apresenta moda, repare que todos os elementos apresenta
m a mesma freqüência.
MEDIANA (Md)
Considerando ainda, o mesmo exemplo anterior e dispondo as idades em rol temos:
14 - 14 - 14 - 14 -15 - 16 - 16 - 18 - 19 - 19 - 20 O termo central desse rol é
chamado mediana da amostra: Md = 16 anos Exemplo: v Dispondo em rol as estaturas
de seis atletas de um colégio temos: 1,68 - 1,68 - 1,70 - 1,72 - 1,72 - 1,74 Ag
ora temos dois termos centrais, pois é uma distribuição com um número par de ele
mentos, toda vez que isso ocorrer, a mediana será a média aritmética dos dois te
rmos:
Md = 1,71m
Observação: O rol pode ser disposto na sua forma crescente ou decrescente, pois
o(s)
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termo(s) central(is) será(ão) o(s) mesmo(s) nos dois casos.
MEDIDAS DE DISPERSÃO
Observe as notas de três turmas de um curso de espanhol e suas respectivas média
s: v Turma A: 5 - 5 - 5 - 5 - 5 ⇉ x A = 5 v Turma B: 4 - 6 - 5 - 6 - 4 ⇉ x B = 5
v Turma C: 1 - 2 - 5 - 9 - 8 ⇉ x C = 5 Se fôssemos nos basear apenas nas médias
aritméticas de todas as turmas, diríamos que todas apresentam desempenho igual,
no entanto observamos pelas notas dos integrantes que isso não é verdade, daí v
em a necessidade de se definir uma nova medida que avalie o grau de variabilidad
e da turma, de tal forma que a análise dos dados não fique comprometida.
DESVIO ABSOLUTO MÉDIO (Dam)
Nas notas acima podemos encontrar qual o desvio de cada turma, paratanto basta e
fetuar a diferença entre uma nota e a média, nessa ordem. O módulo dessa diferen
ça é chamado desvio absoluto. Logo, a média aritmética desses desvios absolutos
é chamada Desvio Absoluto Médio:
O desvio absoluto médio mede o afastamento médio de cada turma com relação a méd
ia. Assim, temos que a turma C apresenta uma variação muito grande da média, a t
urma B um afastamento moderado e A não apresenta afastamento. Matematicamente:
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VARIÂNCIA (S 2)
A variância também pode apresentar esse grau de variabilidade entre os elementos
de uma distribuição. Define-se essa medida como a média aritmética entre os qua
drados dos desvios dos elementos da amostra:
Em símbolos:
DESVIO PADRÃO (S)
Muitas vezes as amostras estão relacionadas com unidades de medidas que ao serem
interpretadas, poderá causar algumas dificuldades, como por exemplo se os eleme
ntos da amostra representam as estaturas em metros, a variância representará um
valor em m2 (unidade de área); e portanto como a unidade não tem a ver com as me
didas dos elementos da amostra, não será conveniente utilizar a variância. Por d
ificuldades como essa é que foi definido o desvio padrão que nada mais é que a r
aiz quadrada da variância. A⇉ σ= B⇉ σ=
0=0
0,8 ≅ 0,89
C ⇉ σ = 10 ≅ 3,16
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Ob
ervação: Apre
entamo
trê
forma
di
tinta
de
e anali
ar a
di
per
õe
entr
e a
amo
tra
, em cada ca
o anali
aremo
da forma que mai
convir.
EXERCÍCIOS
P1) Que re
to
pode dar na divi
ão por 5, um número que não
eja divi
ível por 5
? P2) Qual o menor número que
e deve
omar a 4831 para que re
ulte um número d
ivi
ível por 3 ? P3) Qual o menor número que
e deve
omar a 12318 para que re
u
lte um número divi
ível por 5 ? P4) Numa caixa exi
tem meno
de 60 bolinha
. Se
ela
forem contada
de 9 em 9 não
obra nenhuma e
e forem contada
de 11 em 11

obra uma. Quanta



ão a
bolinha
? P5) O conjunto A é formado por todo
o
divi

ore
de 10 ou 15 ; então podemo
afirmar que o conjunto A tem : a) 5 elemento

b) 6 elemento
c) 7 elemento
d) 8 elemento
P6) Qual o menor número pelo qual

e deve multiplicar 1080 para


e obter um número divi
ível por 252? P7) Qual o me
nor número pelo qual
e deve multiplicar 2205 para
e obter um número divi
ível
por 1050? P8) A

inalar a alternativa correta. a) O número 1 é múltiplo de todo

o
número
primo
b) Todo número primo é divi
ível por 1 c) À
veze
um número
primo não tem divi
or d) Doi
número
primo
entre
i não tem nenhum divi
or P9)
A

inalar a alternativa fal


a: a) O zero tem infinito
divi
ore
b) Há número

que tem
omente doi
divi
ore
:
ão o
primo
; c) O número 1 tem apena
um divi

or: ele me
mo; d) O maior divi
or de um número é ele próprio e o menor é zero. P
10) Para
e
aber
e um número natural é primo não:
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a) Multiplica-
e e

e número pelo

uce

ivo
número
primo
; b) Divide-
e e

e
número pelo

uce

ivo
número
primo
; c) Soma-
e e

e número ao

uce

ivo

mero
primo
; d) Diminuí-
e e

e número do

uce

ivo
número
primo
. P11) Dete
rminar o número de divi
ore
de 270. P12) Calcule o valor da
expre

õe
abaixo:
a) (12 - 6) + (14 - 10) x 2 - (3 + 7) b) 103 - [ 23 + (29 - 3 x 5) ] + 14 x 2 c
) 22 - { 14 + [ 2 x 10 - (2 x 7 - 3) - (2 + 4) ] } + 7 d) [ 60 - (31 - 6) x 2 +
15] ¸ [ 3 + (12 - 5 x 2) ] e) [150 ¸ (20 - 3 x 5) + 15 x (9 + 4 x 5 x 5) ] ¸ 5 +
12 x 2 f) ( 4 + 3 x 15) x ( 16 - 22 ¸ 11) - 4 x [16 - (8 + 4 x 1) ¸ 4] ¸ 13 P13
) Calcular o
doi
menore
número
pelo
quai
devemo
dividir 180 e 204, a fim
de que o
quociente

ejam iguai
. a) 15 e 17 b) 16 e 18 c) 14 e 18 d) 12 e16 P1
4) De
eja-
e dividir trê
peça
de fazenda que medem, re
pectivamente, 90, 108 e
144 metro
, em parte
iguai
e do máximo tamanho po

ível. Determinar então, o


número da
parte
de cada peça e o
comprimento
de cada uma. 9, 8, 6 parte
de
18 metro
8, 6, 5 parte
de 18 metro
9, 7, 6 parte
de 18 metro
10, 8, 4 parte

de 18 metro
e) e) e) P15) Quer-
e circundar de árvore
, plantada
à máxima di

tância comum, um terreno de forma quadrilátera. Quanta


árvore

ão nece

ária

,
e o
lado
do terreno tem 3150,1980, 1512 e 1890 metro
? a) 562 árvore
b) 52
8 árvore
c) 474 árvore
d) 436 árvore
P16) Numa república, o Pre
idente deve p
ermanecer 4 ano
em
eu cargo, o

enadore
6 ano
e o
deputado
3 ano
. Em 192
9 houve eleiçõe
para o
trê
cargo
, em que ano deverão
er realizada
novament
e eleiçõe
para e

e
cargo
? P17) Dua
roda
de engrenagen
tem 14 e 21 dente

re
pectivamente. Cada roda tem um dente e
magador. Se em um in
tante e
tão em co
ntato o
doi
dente
e
magadore
, depoi
de quanta
volta
repete-
e novamente o
encontro? P18) Doi
cicli
ta
percorrem uma pi
ta circular no me
mo
entido. O
primeiro percorre em 36
egundo
, e o
egundo em 30
egundo
. Tendo o
cicli
ta

partido junto
, pergunta-
e; depoi
de quanto tempo
e encontrarão novamente no
ponto de partida e quanta
volta
darão cada um?
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P19) Uma engrenagem com doi
di
co
dentado
tem re
pectivamente 60 e 75 dente
,

endo que o
dente

ão todo
numerado
. Se num determinado momento o dento nº
10 de cada roda e
tão junto
, apó
quanta
volta
da maior, e
te
dente
e
tarão
junto
novamente? P20) Sabendo-
e que o M.M.C. entre doi
número
é o produto d
ele
, podemo
afirmar que: a) o
número

ão primo
b) ele

ão divi
ívei
entre

i c) o
número

ão primo
entre
i d) o
número

ão ímpare
P21) Da e
tação
rodoviária de São Paulo partem para Santo
, ônibu
a cada 8 minuto
; para Campin
a
a cada 20 minuto
e para Taubaté a cada 30 minuto
. À
7 hora
da manhã parti
ram trê
ônibu
para e

a
cidade
. Pergunta-
e: a que hora
do dia, até à
18 h
ora
haverá partida

imultânea
? P22) No aeroporto de Santo
Dumont partem aviõ
e
para São Paulo a cada 20 minuto
, para o Sul do paí
a cada 40 minuto
e para
Bra
ília a cada 100 minuto
; à
8 hora
da manhã á um embarque
imultâneo para
partida. Quai

ão a
outra
hora
, quando o
embarque
coincidem até a
18 hora

. P23) Para ladrilhar 5/7 de um pátio empregando-


e 46.360 ladrilho
. Quanto
l
adrilho
iguai

erão nece

ário
para ladrilhar 3/8 do me
mo pátio? P24) A
oma
de doi
número
é 120. O menor é 2/3 do maior. Quai

ão o
número
? P25) Sueli
trabalha apó
a
aula
numa loja de fazenda
. Uma tarde recebeu uma peça de lin
ho de 45 metro
para vender. Ne
ta me
ma tarde vendeu 3/5 da peça, depoi
1/3 do
que
obrou. Quanto
metro
re
taram por vender? P26) Uma
enhora repartiu R$273
,00 entre
eu
trê
filho
. O primeiro recebeu 3/4 do que tocou ao
egundo e e
t
e, 2/3 do que tocou ao terceiro. Quanto recebeu cada um ? P27) Um negociante ven
deu uma peça de fazenda a trê
fregue
e
. O primeiro comprou 1/3 da peça e mai

10 metro
. O
egundo comprou 1/5 da peça e mai
12 metro
e o terceiro comprou o

20 metro
re
tante
. Quanto
metro
tinha a peça ? P28) Doi
amigo
de
ejam co
mprar um terreno. Um dele
tem 1/5 do valor e outro, 1/7. Juntando ao que po

ue
m R$276.000,00, poderiam comprar o terreno. Qual o preço do terreno ? P29) Paulo
ga
tou 1/3 da quantia que po

uía e, em
eguida, 3/5 do re
to. Ficou com R$80,0
0. Quanto po

uía?
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P30) Qual é o número que multiplicado por 1/5 dá 7 3/4? P31) Um alpini
ta percor
re 2/7 de uma montanha e em
eguida mai
3/5 do re
tante. Quanto falta para atin
gir o cume? P32) Qual é o número que aumenta 1/8 de
eu valor quando
e acre
cen
tam 3 unidade
? P33) Um trem percorre 1/6 do caminho entre dua
cidade
em 1 hor
a e 30 minuto
. Quanto tempo leva de uma cidade a outra uma viagem de trem? P34)
Lia comeu 21/42 de uma maçã e Léa comeu 37/74 de

a me
ma maçã. Qual da
dua
c
omeu mai
e quanto
obrou? P35) Dividindo o
2/5 de certo número por 2/7 dá para
quociente 49. Qual é e

e número? P36) Um pacote com 27 bala


é dividido igualm
ente entre trê
menino
. Quanta
bala
couberam a cada um,
e o primeiro deu 1/3
do que recebeu ao
egundo e o
egundo deu ½ do que po

uía ao terceiro? P37) Um


a herança de R$70.000,00 é di
tribuída entre trê
herdeiro
. O primeiro recebe ½
, o
egundo 1/5 e o terceiro o re
tante. Qual recebeu a maior quantia? P38) Uma
torneira leva
ete hora
para encher um tanque. Em quanto tempo enche 3/7 de

e
tanque? P39) R$120,00
ão di
tribuído
entre cinco pobre
. O primeiro recebe ½,
o
egundo 1/5 do que recebeu o primeiro e o
re
tante
recebem parte
iguai
. Qu
anto recebeu cada pobre? P40) Em um combate morrem 2/9 de um exército, em novo c
ombate morrem mai
1/7 do que re
tou e ainda
obram 30.000 homen
. Quanto

olda
do
e
tavam lutando? P41) 2/5 do
3/7 de um pomar
ão laranjeira
; 4/5 do
¾
ão
pereira
; há ainda mai
24 árvore
diver
a
. Quanta
árvore
há no pomar? P42)
Um corredor depoi
de ter decorrido o
3/7 de uma e
trada faz mai
cinco quilôme
tro
e a

im corre 2/3 do percur


o que deve fazer. Quanto percorreu o corredor e
qual o total do percur
o, em quilômetro
? P43) Efetuar a
adiçõe
: 1º) 12,1 + 0
,0039 + 1,98 2º) 432,391 + 0,01 + 8 + 22,39 P44) Efetuar a

ubtraçõe
: 1º) 6,03
- 2,9456
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2º) 1 - 0,34781 P45) Efetuar a
multiplicaçõe
1º) 4,31 x 0,012 2º) 1,2 x 0,021
x 4 P46) Calcular o

eguinte
quociente
aproximado
por falta. 1º) 56 por 17 a
meno
de 0,01 2º) 3,9 por 2,5 a meno
de 0,1 3º) 5 por 7 a meno
de 0,001 P47)
Em uma prova de 40 que
tõe
, Luciana acertou 34. Ne
ta
condiçõe
: E
creva a rep
re
entação decimal do número de acerto
; Tran
formar numa fração decimal; E
crev
a em % o número de acerto
de Luciana. d) d) d) P48) Calcular o valor da
eguint
e expre

ão numérica lembrando a ordem da


operaçõe
: 0,5 + ( 0,05 ¸ 0,005). P49
) Quando o profe

or pediu a Toninho que e


creve

e a fração decimal que


81 10 ; Ele repre
enta o número 0,081 na forma de fração decimal, Toninho e
crev
eu
acertou ou errou a re
po
ta.
P50) Dentre o
número
2,3; 2,03; 2,030; 2,003 e 2,0300, quai
tem o me
mo valor
? P51) É correto afirmar que dividir 804 por 4 e multiplicar o re
ultado por 3
dá o me
mo re
ultado que multiplicar 804 por 0,75? P52) Um número x é dado por x
= 7,344 ¸ 2,4. Calcule o valor de 4 - x . P53) Uma indú
tria A, vende
uco de l
aranja em embalagem de 1,5 litro que cu
ta R$ 7,50. Uma indú
tria B vende o me
m
o
uco em embalagem de 0,8 litro que cu
ta R$ 5,40. Qual da
dua
vende o
uco m
ai
barato? Em certo dia, no final do expediente para o público, a fila única de
cliente
de um banco, tem um comprimento de 9 metro
em média, e a di
tância en
tre dua
pe

oa
na fila é 0,45m. Re
ponder: a) Quanta
pe

oa
e
tão na fila? b
) Se cada pe

oa, leva em média 4 minuto


para
er atendida, em quanto tempo
er
ão atendida
toda
a
pe

oa
que e
tão na fila?
P54)
GABARITO - CONJUNTOS NUMÉRICOS
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P1) 1,2,3,4 P2) 2 P3) 2 P4) 45 P5) B P6) 7 P7) 10 P8) B P9) D P10) B P11) 16 P12
) a) 4 b) 94 c) 12 f) 682 P13) A P14) B P15) C P16) 1941 P17) Dua
volta
da men
or ou trê
volta
da menor P18) O
cicli
ta

e encontraram depoi
de 180
egund
o
P19) Apó
4 volta
P20) C P21) 9h; 11h; 13h; 15h; 17h P22) 11h e 20min; 11h e
40min; 18h P23) 24.339 P24) 72 e 48 P25) 12 metro
d) 5 e) 357
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P26) R$63,00 ; R$84,00 ; R$126,00 P27) 90 metro
P28) R$420.000,00 P29) R$300,00
P30) 155/4 P31) 2/7 P32) 24 P33) 9 h P34) Cada comeu ½ e não
obrou nada P35) 3
5 P36) 6,6,15 P37) R$35.000,00 P38) 3hora
P39) 1º- R$60,00 , 2º- R$12,00 , 3º 4
º e 5º R$16,00 P40) 45.000 P41) 105 P42) 14 quilômetro
e 21 quilômetro
P43) 1º
) 14,0839; 2º) 462,791 P44) 1º) 3,0844; P45) 1º) 0,05172; P46) 1º) 3,29; 2º) 0,6
5219; 2º) 0,1008; 2º) 1,5; 3º) 0,714;
P47) a) 0,85 P48) 0,05
85 100 c) 85% b)
P49) Errou, a re
po
ta é 81/1000
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P50) 2,03; 2,030 e 2,0300 P51) No
doi
ca
o
é correto afirmar, poi
o re
ultad
o é 603 P52) 13,6256 P53) a indú
tria A P54) a) 20 pe

oa
b) 80 minuto
.
GABARITO - ESTATÍSTICA
P1) Conjunto A - a) 8 Conjunto B - a) 8 b) 6 c) 2,4 d) 8 e) 2,8 aprox. b) 7 c) 2
,4 d) 8 e) 2,8 aprox.
P2) a) Conjunto A X = 9 DP » 1,51 Conjunto B X = 11 DP » 1,53 Conjunto C X = 7 D
P » 0,75 b) O Conjunto B tem a maior di
per
ão porque tem o maior de
vio padrão
P3) Máquina 1, poi
tem a melhor média e o menor de
vio P4) Turma A. De
vio meno
r
ignifica que, de modo geral, a
nota
e
tão mai
próxima
da média. P5) Uma d
i
tribuição po

ível é:
Cla

e (m) [1,69; [1,76; [1,83; [1,92; 1,76[ 1,83[ 1,92[ 1,93[ fi 3 5 5 3 f% 18,
75% 31,25% 31,25% 18,75%
P6)Gráfico de Barra
Verticai

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Freqüência
450
250 150 100 50
1
2
3
4
5
Numeração
Gráfico de Linha
Freqüência
450
250 150 100 50
1
2
3
4
5
Numeração
Gráfico de Setore

5 10%
1 5%
2 15%
4 45%
3 25%
P7) I-) D II-) A P8) a) 7 aluno
b) 20 aluno
c) 25%
P9) a) 700 garrafa
b) aproximadamente 57,14% P10) C P11) D
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P12) 20,2 ano
P13) 8 P14) a) 1 520 candidato
b) não, poi
a nota média, ne

a
que
tão, é: x = 2,30 e portanto, x > 2. P15) a) Mo = 2 b) Md = 2 P16) 180 mulher
e
e 40 homen
. P17) a) x = 6,6 b) Md = 7 c) Mo = 7
P18) a) Jogador A: x A =20, jogador B: x B = 20; b) jogador A: σ A = 1,2, jogado
r B: σB = 6,5 c) Você decide! Ob
erve, porém, que, ape
ar de o
jogadore
po


rem a me
ma média de ponto
por jogo, o de
vio-padrão do jogador A é menor do qu
e o do jogador B. I

o quer dizer que, em muito mai


jogo
, o jogador A e
teve m
ai
próximo da média do que o jogador B, i
to é, A foi mai
regular do que B.
REGRA DE TRÊS
É uma técnica de cálculo por meio da qual
ão
olucionado
problema

obre grand
eza
proporcionai
. E
te
problema

ão de doi
tipo
: 1) Regra de Trê
Simple
:
quando
e referem a dua
grandeza
diretamente ou inver
amente proporcionai
. 2
) Regra de Trê
Compo
ta: quando
e referem a mai
de dua
grandeza
diretamente
ou inver
amente proporcionai
.
GRANDEZAS DIRETAMENTE PROPORCIONAIS
Con
ideremo
a
eguinte
ituação:
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Sobre uma mola
ão colocado
corpo
de ma

a diferente
. A
eguir, medindo o com
primento da mola, que
e modifica com a ma

a do corpo colocado
obre ela, pode-

e organizar a
eguinte tabela: Ma

a do corpo (em kg) Comprimento da mola (em c


m)
10 20 30
50 100 150
Pela tabela pode-
e notar que: v Se a ma

a do corpo duplica, o comprimento da m


ola também duplica. v Se a ma

a do corpo triplica, o comprimento da mola também


triplica. U
ando o
número
que expre

am a
grandeza
, temo
: 1-) Quando a ma

a do corpo pa

a de 10kg para 20kg, dizemo


que a ma

a varia na
10 1 = . Enquanto i

o, o comprimento da mola pa

a de 50cm para 100cm, ou


eja,
o 20 2 50 1 comprimento varia na razão de =. 100 2
razão
2-) Quando a ma

a do corpo pa

a de 10kg para 30kg, dizemo


que a ma

a varia n
a
10 1 = . Enquanto i

o o comprimento da mola pa

a de 50cm para 150cm, ou


eja,
o 30 3 50 1 comprimento varia na razão de = 150 3
razão
Note que a ma

a do corpo e o comprimento da mola variam


empre na me
ma razão;
dizemo
, então, que a ma

a do corpo é uma grandeza DIRETAMENTE PROPORCIONAL ao


comprimento da mola. "Quando dua
grandeza
variam
empre na me
ma razão, dizemo

que e

a
grandeza

ão diretamente proporcionai
, ou
eja, quando a razão ent
re o
valore
da primeira é igual a razão da
egunda". Veja outro
exemplo
de g
randeza
diretamente proporcionai
: v v Quando vamo
pintar uma parede, a quanti
dade de tinta que u
amo
é diretamente proporcional à área a
er pintada duplica
ndo-
e a área, ga
ta-
e o dobro de tinta; triplicando-
e a área, ga
ta-
e o trip
lo de tinta. Quando compramo
laranja
na feira, o preço que pagamo
é diretamen
te proporcional à quantidade de laranja
que compramo
; duplicando-
e a quantida
de de laranja
, o preço também duplica; triplicando-
e a quantidade de laranja
,
o preço também triplica.
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GRANDEZAS INVERSAMENTE PROPORCIONAIS
Con
ideremo
a
eguinte
ituação: A profe

ora de Portuguê
da 6ª
érie tem 48 l
ivro
para di
tribuir entre
eu
melhore
aluno
. Vamo
ob
ervar que: v Se ela e

colher apena
o
doi
melhore
aluno
, cada um receberá 24 livro
. v Se ela e
c
olher o
quatro melhore
aluno
, cada um receberá 12 livro
. v Se ela e
colher o


ei
melhore
aluno
, cada um receberá 8 livro
. Vamo
colocar e

e
dado
no
quadro
eguinte: Número de aluno
e
colhido
2 4 6 Número de livro
di
tribuído
a cada aluna 24 12 8
Pela tabela podemo
notar que: v v Se o número de aluno
duplica, o número de li
vro
cai pela metade. Se o número de aluno
triplica, o número de livro
cai par
a a terça parte.
U
ando o
número
que expre

am a
grandeza
, temo
: 1-) Quando o número de alun
o
pa

a de 2 para 4, dizemo
que o número de
2 aluno
varia na razão: 4 . Enquanto i

o, o número de livro
pa

a de 24 para
12, 24 variando na razão: 12 .
Note que e

a
razõe
não
ão iguai
, ela

ão inver
a
, ou
eja:
2 1 24 2 = e = 4 2 12 1
Ne

a
condiçõe
, o número de aluno
e
colhido
e o número de livro
di
tribuído

variam
empre na razão inver
a; dizemo
então que o número de aluno
e
colhido

é INVERSAMENTE PROPORCIONAL ao número de livro


di
tribuído
. "Quando dua
gra
ndeza
variam
empre uma na razão inver
a da outra, dizemo
que e

a
grandeza

ão inver
amente proporcionai
, ou
eja, quando a razão entre o
valore
da prim
eira é igual ao inver
o da razão entre o
valore
da
egunda". Veja outro
exemp
lo
de grandeza
inver
amente proporcionai
:
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v v
Quando vamo
fazer uma con
trução, o tempo que
e ga
ta ne

a con
trução é inver

amente proporcional ao número de operário


que
e contrata; duplicando-
e o núm
ero de operário
o tempo cai pela metade. Quando fazemo
uma viagem, o tempo que

e leva é inver
amente proporcional à velocidade do veículo u
ado: dobrando-
e
a velocidade do veículo, o tempo ga
to na viagem cai pela metade.
REGRA DE TRÊS SIMPLES
Con
ideremo
a

eguinte

ituaçõe
: 1º) Um carro faz 180km com 15 litro
de álc
ool. Quanto
litro
de álcool e
te carro ga
taria para percorrer 210km? O proble
ma envolve dua
grandeza
: di
tância e litro
de álcool. Indiquemo
por x o núme
ro de litro
de álcool a
er con
umido. Coloquemo
a
grandeza
de me
ma e
pécie
em uma me
ma coluna e a
grandeza
de e
pécie
diferente
que
e corre
pondem e
m uma me
ma linha.
Di
tância Litro
de álcool
180 210
15 x
Na coluna "litro
de álcool" vamo
colocar uma flecha apontada para o x.
Di
tância Litro
de álcool
180 210
15 x
Ob
erve que aumentando a di
tância, aumenta também o con
umo de álcool. Então, a

grandeza
di
tância e litro
de álcool,
ão diretamente proporcionai
. No e
qu
ema que e
tamo
montando, indicamo
i

o colocando uma flecha no me


mo
entido d
a anterior. Di
tância Litro
de álcool 180 15 210 x
180 15 6 15 = = ⇉ ⇉ 6x = 105 ⇉ x = 17,5 l 210 x 7x
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Resposta: O carro gastaria 17,5 litros de álcool. 2º) Um avião voando à velocida
de de 800km por hora vai de São Paulo a Belo Horizonte em 42 minutos. Se voar a
600km, por hora em quanto tempo fará a mesma viagem? As duas grandezas são: velo
cidade do avião e tempo de vôo. Observemos que, se a velocidade do avião aumenta
, o tempo de vôo diminui, logo a velocidade e o tempo são grandezas inversamente
proporcionais. Chamando de x o tempo necessário para voar de São Paulo à Belo H
orizonte a 600km por hora, temos: Tempo de vôo 42 X Velocidade 800 600
42 600 42 3 ⇉ = = ⇉ 3x = 168 ⇉ x = 56 minutos x 800 x4
Resposta: O avião vai de São Paulo a Belo Horizonte em 56 minutos, voando a 600k
m/h.
REGRA DE TRÊS COMPOSTA
A regra de três composta se refere a problemas que envolvem mais de duas grandez
as. A grandeza cujo valor procuramos pode ser diretamente ou inversamente propor
cional a todas as outras, ou até mesmo diretamente proporcional a umas e inversa
mente proporcional a outras. 1O) Em quatro dias oito máquinas produziram 160 peç
as. Em quanto tempo 6 máquinas iguais às primeiras produzirão 360 dessas peças?
Resolução: Indiquemos o número de dias por x. Coloquemos as grandezas de mesma e
spécie em uma só coluna, e as grandezas de espécies diferentes que se correspond
em em uma mesma linha. Na coluna "dias" coloquemos uma flexa apontada para x.
Máquinas 8 6
Peças 160 360
Dias 4 x
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Comparemos cada grandeza com aquela onde está o x. As grandezas, peças e dias sã
o diretamente proporcionais. No nosso esquema isso será indicado colocando-se na
coluna "peças" uma flecha no mesmo sentido da flecha da coluna "dias". Máquinas
8 6 Peças 160 360 Dias 4 x
As grandezas máquinas e dias são inversamente proporcionais (quanto maior o núme
ro de máquinas, menos dias para se efetuar o trabalho). No nosso esquema isso se
rá indicado colocando-se na coluna "máquinas" uma flecha no sentido contrario na
coluna "dias" Máquinas 8 6 Peças 160 360 Dias 4 x
4 Agora vamos montar a proporção, igualando a razão que contém o x, que é x ,
como o produto das outras razões, obtidas segundo orientação das flechas:
4 160 8 = ⋅⇉ x 360 6 ⇉ x = 12
4 43 4 11 4 1 = ⋅⇉ =⋅⇉ = ⇉ x 94 x 31 x 3
Resposta: 12 dias. 2º) Trabalhando durante 6 dias, 5 operários produzem 400 peça
s. Quantas peças desse mesmo tipo serão produzidas por 7 operários trabalhando d
urante 9 dias? Resolução: Inicialmente vamos organizar os dados no seguinte quad
ro, indicando o número de peças pedido pela letra x. Operários 5 7 A Dias 6 9 B
Peças 400 x C
v Fixando a grandeza A, vamos relacionar as grandezas B e C, se aumentarmos o nú
mero de dias, o número de peças também aumentará; logo, as grandezas B e C são d
iretamente proporcionais. v Fixando a grandeza B, vamos relacionar as grandezas
A e C, se aumentarmos o número de operários, o número de peças também aumentará,
logo, as grandezas A e C são diretamente proporcionais.
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Então, a grandeza C é diretamente proporcional às grandezas A e B; logo seus val
ores são diretamente proporcionais aos produtos dos valores das grandezas A e B,
ou seja: 400 56 400 52 400 10 = ⋅⇉ =⋅⇉ = ⇉ x 79 x 73 x 21
40 1 = ⇉ x = 40 . 21 ⇉ x = 840 x 21 Resposta: Produzirão 840 peças.

EXERCÍCIOS
P1) Um automóvel gasta 10 litros de gasolina para percorrer 65km. Quantos litros
gastará num percurso de 910km? P2) Qual o tempo gasto por 12 homens para execut
ar um trabalho que 8 homens nas mesmas condições executam em 9 dias? P3) Um font
e dá 38 litros de água em 5 minutos; quantos litros dará em uma hora e meia? P4)
Para tecer 19m de um tecido com 50cm de largura são gastos 38kg de lã. Quantos
metros serão tecidos com 93kg da mesma lã, sendo a largura de 60cm? P5) Numa tra
nsmissão de correia, a polia maior tem 30cm de diâmetro e a menor 18cm. Qual o n
úmero de rotações por minuto da menor polia, se a maior dá 45 no mesmo tempo? P6
) Com 9 há de gasto podem ser mantidas 20 cabeças de gado. Quantos há serão nece
ssários para manter 360 cabeças? P7) Uma máquina, que funciona 4 horas por dia d
urante 6 dias produz 2000 unidades. Quantas horas deverá funcionar por dia para
produzir 20.000 unidades em 30 dias? P8) Um automóvel, com a velocidade de 80km
por hora, percorreu certa distância em 6 horas. Que tempo gastará para percorrer
a mesma distância se reduzir a velocidade para 50km por hora? P9) Um automóvel
percorreu certa distância em 4h, com a velocidade de 60km por hora. Qual o tempo
que gastará para percorrer a mesma distância com a velocidade de 90km por hora?
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P10) Se três homens podem arar um campo de 8 há em 5 dias, trabalhando 8 horas d
iárias, em quantos dias 8 homens poderão arar 192 há trabalhando 12 horas diária
s? P11) Com 16 máquinas de costura aprontaram-se 720 uniformes em 8 dias de trab
alho. Quantas máquinas serão necessárias para confeccionarem 2160 uniformes em 2
4 dias? P12) Se 54 operários trabalhando 5 horas por dia levaram 45 dias para co
nstruir uma praça de forma retangular de 225m de comprimento por 150m de largura
, quantos operários serão necessários para construir em 18 dias, trabalhando 12
horas por dia, outra praça retangular de 195m de comprimento por 120m de largura
? P13) Para construir um canal de 104m de comprimento por 5m de profundidade e 7
m de largura, 100 operários, trabalhando 7 horas por dia, levaram 2 meses e meio
. Aumentando de 40 o número de operários e fazendo-os trabalhar 10 horas por dia
, pergunta-se: em quanto tempo os operários construíram um segundo canal, com o
mesmo comprimento do primeiro, porém de profundidade e largura duplas da do prim
eiro? P14) Se com 1000 litros de água se rega um campo de 450 há durante 20 dias
, qual é a quantidade de água necessária para se regar outro campo de 200 há dur
ante 30 dias? P15) Para o piso de uma sala empregam-se 750 tacos de madeira de 5
cm de comprimento por 3cm de largura. Quantos tacos de 40cm de comprimento por 7
,5cm de largura são necessários para um piso cuja superfície é dupla da anterior
? P16) Se 10 operários, trabalhando 8 horas diárias, levantam em 5 1/2 dias uma
parede de 22m de comprimento por 0,45 de espessura em quanto tempo 16 operários,
trabalhando também 8 horas por dia, levantam outra parede de 18m de comprimento
, 0,30 de espessura e de altura duas vezes maior que a primeira? P17) Um bloco d
e mármore de 3m de comprimento, 1,50m de largura e 0,60 de altura pesa 4350kg. Q
uanto pesará um bloco do mesmo mármore cujas dimensões são: comprimento 2,20 lar
gura 0,75m e altura 1,20? P18) Um navio tem viveres para 20 dias de viagem. Poré
m um imprevisto deixou-o ancorado em alto mar durante 10 dias, onde o comandante
do navio foi avisado da previsão do atraso. Em quanto se deve reduzir a ração d
iária da tripulação, para que não faltasse comida até o fim da viagem? P19) Uma
pessoa calculou que o dinheiro que dispunha seria suficiente para passar 20 dias
na Europa. Ao chegar, resolveu prolongar sua viagem por mais 4 dias. A quanto t
eve de reduzir o sue gasto diário médio?
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P20) Alguns operários devem terminar certo serviço em 36 dias, trabalhando 8 hor
as por dia. O encarregado, após 20 dias, verifica que só 0,4 da obra estava pron
ta. Para entregar o serviço na data fixada; quantas horas por dia devem os operá
rios trabalhar nos dias restantes?
GABARITO - REGRA DE TRÊS
P1) 140 litros P2) 6 dias P3) 684 litros P4) 38,75 metros P5) 75 rotações P6) 16
2 há P7) 8 horas por dia P8) 9 horas e 36min P9) 2 h e 45min P10) 30 dias P11) 1
2 máquinas P12) 39 operários P13) 5 meses P14) 666,666 litros P15) 75 tacos P16)
3,15 dias P17) 3190 kg
1 P18) 3
1 P19) 6
P20) 15 horas
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PORCENTAGEM (%)
"Porcentagem é uma fração decimal, cujo denominador é cem, a expressão x %, é ch
amada de
taxa percentual e representa a razão
x ". 100
Exemplos:
OPERAÇÕES COM PORCENTAGEM
Podemos, por exemplo, operar números na forma de porcentagem, observe: Exemplo:
Efetue:
v v v
64% =
2
64 84 = = = 0,8 = 80% 100 10 5
2 2
10 1 1 (10%) = = 1% = = 100 10 100 5 15 1 3 3 5% × 15% = =×= = 0,
75% × 100 100 20 20 400
TRANSFORMAÇÕES
Muitas vezes teremos que transformar números decimais, ou frações, para a forma
de porcentagem, ou mesmo teremos que fazer o contrário, transformar porcentagens
em números decimais ou frações.
DECIMAIS → PORCENTAGEM
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"Para converter números decimais em porcentagem, basta multiplicar o número por
100". Exemplos: Vamos converter os números abaixo para a forma de porcentagem: v
0,57 ×100 = 57% v 0,007 ×100 = 0,7% v 1,405 ×100 = 140,5%
FRAÇÕES → PORCENTAGEM
"Para converter frações para porcentagens, em geral, vamos transformar as fraçõe
s em números decimais, em seguida multiplicá-los por 100". Exemplos:
v v
7 =0,466...=46,666% aproximadamente 46,7% 15 3 = 0,75 = 75% 4
CÁLCULOS EM PORCENTAGEM
Existem problemas onde precisamos encontrar a porcentagem de um valor específico
, ou mesmo a porcentagem de um determinado número de elementos em um conjunto, o
u população: Exemplo1: Em uma empresa trabalham 60 pessoas, sendo 15 mulheres. V
amos determinar qual a porcentagem de homens, existente nesta empresa. Observe q
ue de 60 pessoas, 15 são mulheres e 45 são homens, logo, em
45 sabemos que 60 dos funcionários da empresa são homens. 3 Simplificando a fraç
ão encontrada obtemos 4 , então teremos 75% dos
funcionários como sendo homens e o restante (25%) sendo mulheres.
Exemplo2: Vamos determinar quanto é 23% de R$ 500,00. Paratanto, vamos calcular
de duas formas distintas, a primeira utilizando uma regra de três, e a outra, ut
ilizando a relação "fração → todo", utilizada na resolução de problemas que envo
lvem frações. 1O.Modo: "Regra de Três" % 23 R$ x
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100
500
Como as grandezas são diretamente proporcionais a equação fica assim:
v
23 x = ⇉ 100x = 23 . 500 ⇉ x = 23 . 5 ⇉ x = 115 100 500
Logo, 23% de R$ 500,00 é igual a R$ 115,00. 2O.Modo: "Fração → Todo"
23 . 500 = 23 . 5 = 115 100 Logo, 23% de R$ 500,00 é igual a R$ 115,00.
v
23% de 500 =
Exercícios Resolvidos R1) Ao receber uma dívida de R$ 1.500,00, uma pessoa favor
ece o devedor com um abatimento de 7% sobre o total. Quanto recebeu? Resolução:
Uma pessoa deve receber R$ 1.500,00, e no entanto, essa pessoa, concede um abati
mento de 7% sobre esse valor, portanto, ela recebeu 93% do valor total (R$ 1.500
,00).
93 × 1.500 = 93 . 15 = 1.395 100 Logo a pessoa recebeu R$ 1.395,00.
v
93% de 1.500 =
R2) Uma pessoa ao comprar uma geladeira, conseguiu um abatimento de 5% sobre o v
alor de venda estipulado, e assim foi beneficiado com um desconto de R$ 36,00. Q
ual era o preço da geladeira? Resolução: 1O.Modo: "Regra de Três" % 5 100 R$ 36
x
Como as grandezas são diretamente proporcionais a equação fica assim:
v
5 36 = ⇉ 5x = 36 . 100 ⇉ x = 36 . 20 = 720 100 x
Portanto, o preço da geladeira era de R$ 720,00.
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2O.Modo: "Fração → Todo" Sabemos, do enunciado, que 5% de um valor qualquer (aqu
ele que temos que descobrir) é igual a R$ 36,00, logo:
5 . x = 36 ⇉ 5x = 36 . 100 ⇉ x = 720 100 Portanto, o preço da geladeira era de R
$ 720,00.
v
5% de x = 36 ⇉
R3) Uma coleção de livros foi vendida por R$ 150,00. Com um lucro de R$ 12,00. Q
ual foi a porcentagem do lucro? Resolução: "Fração → Todo":
x% de 150 = 12 ⇉
x . 150 = 12 ⇉ x = 8% 100
"Regra de Três" % X 100 R$ 12 150
x 12 = ⇉ 150x = 1200 ⇉ x = 8% 100 150
AUMENTOS E DESCONTOS
Uma determinada loja de roupas dá as seguintes opções de compra de uma calça jea
ns, cujo preço é de R$ 40,00: v 1a.Opção de Pagamento ⇉ pagamento à vista com um
desconto de 5%. v 2a.Opção de Pagamento Þ pagamento a prazo com um aumento de 5
%. Qual será o novo preço da calça, nos dois casos considerados? Uma forma de en
contrarmos estes dois valores é determinando quanto é 5% de R$ 40,00. Na opção d
e pagamento à vista, subtrairíamos do valor da calça, e na segunda opção, somarí
amos os 5% no valor da calça, obtendo assim, nos dois casos, os seus respectivos
valores. Entretanto, em geral, utilizaremos um Fator de Multiplicação, para o c
aso de haver um desconto ou um aumento.
DESCONTOS
"Um desconto de x % em cima de um valor V é dado por: (0,a) × V, onde a = (100 -
x)".
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Exemplos (Tabela):
Descontos (%) 25 30 70 5
Observe que:
v v v v
Fator de Multiplicação 0,75 0,70 0,30 0,95
75 = (100 − 25) 70 = (100 − 30) 30 = (100 − 70) 95 = (100 − 5)
Voltando ao nosso exemplo inicial, o preço pago pela calça, no pagamento à vista
será: v 0,95 × 40 = R$ 38,00
AUMENTOS
"Um aumento de x % em cima de um valor V é dado por: (1,x) × V". Exemplos (Tabel
a): Aumentos (%) 25 30 70 5 Fator de Multiplicação 1,25 1,30 1,70 1,05
Voltando ao nosso exemplo inicial, o preço pago pela calça, no pagamento a prazo
será: v 1,05 × 40 = R$ 42,00
Exercícios Resolvidos 1) Uma adega vende certa quantidade de garrafas de vinho a
R$ 580,00, obtendo um lucro de 25% sobre o preço da compra. Determinar o preço
da compra e o lucro obtido. Resolução: Como se trata de um lucro, nos deparamos
com um problema de aumento. Pelo enunciado R$ 580,00 é o preço de venda e o lucr
o de 25 % (ou o aumento) é dado
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em cima de um valor de compra desconhecido, vamos escrever uma equação que nos r
elacione esses valores em linguagem matemática: Preço de Compra: C Logo: v 1,25
× C = 580 ⇉ C = 464 Portanto o preço de compra é R$ 464,00 e o lucro obtido é ig
ual a 580 - 464 = R$ 116,00. 2) Um número diminuído de seus 18% vale 656. Qual o
número? Resolução: Houve uma diminuição, portanto é o mesmo que dizer que houve
um desconto, e este foi de 18%, logo o fator de multiplicação é 0,82. Escrevend
o a equação matemática vem: Número: x v 0,82 .x = 656 ⇉ x = 800 Portanto o númer
o é 800. EXERCÍCIOS - PORCENTAGEM P1) Qual o número cujos 18% valem 108? P2) Qua
l o número cujos 43% valem 374,1? P3) Uma pessoa compra um terreno por R$ 17,500
,00 e vende-o com um lucro de R$ 3.500,00. Qual a porcentagem do lucro? P4) Qual
o número que aumentado de seus 20% da a soma de 432? P5) Escrever a razão 3/8 n
a forma de porcentagem. P6) Um desconto de R$ 7.000,00 sobre um preço de R$ 25.0
00,00, representa quantos por cento de desconto? P7) Um lucro de R$ 12.000,00 so
bre um preço de R$ 150.000,00, representa quantos por cento desse preço? P8) Exp
rimir 51% na forma decimal. P9) Em um jogo de basquete, um jogador cobrou 20 lan
ces livres, dos quais acertou 65%. Quantos lances livres acertou?
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P10) Durante o ano de 1992, uma equipe de basquete disputou 75 jogos, dos quais
venceu 63. Qual a porcentagem correspondente aos jogos vencidos? P11) Comprei 60
figurinhas e aproveitei apenas 45 em meu álbum. As restantes eram repetidas. Qu
al foi a porcentagem de figurinhas repetidas? P12) Em um colégio, 1400 alunos es
tudam no período da manhã. Esse número representa 56% do número de alunos que es
tudam no colégio. Quantos alunos estudam ao todo nesse colégio? P13) Na compra d
e um objeto, obtive um desconto de 15%. Paguei, então, R$ 7.650,00 pelo objeto.
Nessas condições qual era o preço original desse objeto? P14) Um representante c
omercial recebe de comissão 4% pelas vendas que realiza. Em um mês recebeu de co
missão R$ 580,00. Quanto vendeu nesse mês? P15) Em uma fábrica 28% dos operários
são mulheres, e os homens são 216. Quantos são no total os operários dessa fábr
ica? P16) Um comerciante compra 310 toneladas de minério à R$ 450,00 a tonelada.
Vende 1/5 com lucro de 25%; 2/5 com lucro de 15% e o resto com um lucro de 10%.
Quanto recebe ao todo e qual é o seu lucro? P17) Um agente de motores adquire o
s mesmos por R$ 18.000,00 e paga uma taxa alfandegária de 15%. Devendo dar ao ve
ndedor uma comissão de 10%. Por quanto deve vender para pagar 30% sobre o mesmo
preço? P18) Uma pessoa compra uma propriedade por R$ 300.000,00. Paga de taxas,
comissões e escritura R$ 72.000,00. Por quanto deve revendê-la para obter um luc
ro de 12%? P19) Um número diminuído de seus 27% vale 365. Qual é o número? P20)
Uma pessoa ganha em uma transação 3/5 da quantia empregada. De quantos por cento
foi o lucro? P21) A porcentagem de 36% sobre um valor, que fração é desse mesmo
valor? P22) Uma betoneira depois de trabalhar na construção de um edifício, sof
re uma depreciação de 27% sobre seu valor e, é então avaliada em R$ 36.500,00. Q
ual o valor primitivo? P23) Com uma lata de tinta é possível pintar 50m2 de pare
de. Para pintar uma parede de 72m 2 gastam-se uma lata e mais uma parte de uma S
egunda. Qual a porcentagem que corresponde a parte que se gasta da segunda lata?
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P24) Sabendo-se que uma substância chamada óxido de magnésio contém 24g de magné
sio. Sendo assim, qual a porcentagem de magnésio existente em 40g de óxido de ma
gnésio? P25) A área de um terreno A é 930m 2, enquanto a área do terreno B é 150
0 m 2. Nessas condições a área do terreno A representa quantos por cento da área
do terreno B?
GABARITO - PORCENTAGEM
P1) 600 P2) 870 P3) 20% P) 360 P5) 37,5 P6) 28% P7) 8% P8) 0,51 P9) 13 P10) 84%
P11) 25% P12) 2.500 P13) 9.000 P14) 14.500 P15) 300 P16) Recebe R$ 160.580,00 e
lucra R$ 21.080,00 P17) R$ 29.250,00 P18) R$ 416.640,00 P19) 500 P20) 60%
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P21)
9 25
P22) R$ 50.000,00 P23) 44% P24) 60% P25) 62%
JUROS
"Juro é a remuneração do capital empregado. É a compensação em dinheiro que se r
ecebe quando se emprega uma determinada quantia por um determinado tempo". Quand
o aplicamos um capital durante um certo período de tempo, esperamos obter um ren
dimento. Após esse período, o capital se transformará em um valor capitalizado,
chamado montante. "Montante é o capital aplicado acrescido do rendimento obtido
durante o período da aplicação. É também chamado valor futuro, valor de resgate
ou valor capitalizado". Sejam: v C = Capital aplicado ou principal v t = Tempo d
e aplicação v i = Taxa porcentual v J = Juro produzido ou rendimento v M = Monta
nte Observação: O tempo de aplicação deve estar coerente com a taxa, isto é, se
um estiver expresso em anos o outro deve estar também, e assim sucessivamente.
JUROS SIMPLES
"No juro simples a taxa será incidente apenas no valor inicial". Exemplo:
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Empregando R$ 5.000,00 a uma taxa de 10% a.m. a juros simples, qual será o valor
resgatado após 3 meses? Repare que: v v v v v C = 5.000 t = 3 meses i = 10% J =
? M=?
O que se pede no problema é o montante (M), vamos então, estabelecer uma seqüênc
ia de rendimentos durante os meses, sabendo que se a aplicação está relacionada
com o juros simples devemos empregar a taxa apenas ao valor inicial (Capital = 5
.000): 10% de 5000 = 500 Logo, a seqüência: (5000; 5000 + 500, 5500 + 500, 6000
+ 500, ...) (5000; 5500; 6000; 6500; ...) Pela seqüência podemos concluir que ap
ós os três meses de aplicação termos um montante de R$ 6.500,00, tendo rendido R
$ 1.500,00 de juros. Imagine agora se fôssemos calcular o montante obtido após 3
0 meses. Seria inviável utilizar uma seqüência para a obtenção do montante, port
anto utilizaremos para cálculo do Juros Simples, a seguinte fórmula. Nota: Para
a obtenção do montante basta somar o juros obtido com o capital empregado.
J=
C⋅ ⋅ it 100 e M = J + C
Vamo
calcular novamente o montante de uma aplicação de R$ 5.000,00 a uma taxa d
e 10% a.m. durante 3 me
e
:
v
J=
5000 ⋅ ⋅3 150000 10 = = 1500 100 100
v M = 1500 + 5000 = 6500 Ob
ervaçõe
: v Para o no

o e
tudo, de
ignaremo
m (min
ú
culo) e d (minú
culo) para referirmo-no
ao tempo em me
e
e a dia
, re
pectiv
amente. v Vamo
con
iderar o ano com 360 dia
(ano comercial).
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Exercício Re
olvido R1) Seja um capital de R$ 800.000,00, inve
tido durante 4 me

e
e a taxa de juro

imple
de 120% a.a.. Calcule: a) O juro obtido. b) O mont
ante. Re
olução: a) Dado
: v C = 800.000 v t = 4 me
e
v i = 120 % a.a. Ob
erve
que a taxa e
tá em ano
e o tempo em me
e
, portanto devemo
converter um dele
,
é mai
conveniente, em geral, tran
formar o tempo de acordo com a taxa e parata
nto podemo
utilizar uma regra de trê
: Ano Me
e
1 12 x 4 Como
ão grandeza
di
retamente proporcionai
, o cálculo
erá imediato. Repare que não haveria nece

i
dade da regra de trê
, uma vez que quatro me
e

1 4 é uma parte do ano e e

a parte nada mai


é que 12 que é o me
mo que 3 .
Logo:
v
t=
1 3
Sub
tituindo na fórmula:
120 1 C ⋅ ⋅ 800000 ⋅ ⋅ 3 it = = 320.000 J= 100 100
M = J + C = 320.000 + 800.000 = 1.120.000
JUROS COMPOSTOS
"No Juro Compo
to, o
juro
gerado

ão calculado
em cima do valor inicial de c
ada período,
endo incorporado ao montante de cada período". Exemplo:
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Empregando R$ 5.000,00 a uma taxa de 10% a.m. a juro
compo
to
, qual
erá o val
or re
gatado apó
3 me
e
? Repare que: v v v v v C = 5.000 t = 3 me
e
i = 10% J
=? M=?
Analogamente ao
juro

imple
vamo
e
tabelecer uma
eqüência de rendimento
du
rante o
me
e
, como o juro

erá calculado em cima do valor inicial de cada per
íodo, vamo
utilizar um fator de multiplicação para o rendimento de 10% ⇉ 1,10 A
seqüência: (5000; 1,10 . 5000, 1,10 . 5500, 1,10 . 6050, ...) (5000; 5500; 6050
; 6655; ...) Pela seqüência podemos concluir que após os três meses de aplicação
termos um montante de R$ 6.655,00, tendo rendido R$ 1.655,00 de juros. Em geral
, utilizaremos a fórmula: Mt = C .(1 + i)t Vamos calcular novamente o montante d
e uma aplicação de R$ 5.000,00 a uma taxa de 10% a.m. durante 3 meses: M 3 = 500
0 . (1 + 0,10)3 = 5000 . (1,10)3 = 6.655 EXERCÍCIOS - JUROS P1) Qual o juro prod
uzido por R$ 14.000,00 em três anos, a 5% ao ano? P2) Calcular o juro de R$ 2.70
0,00 a 8% ao ano, em 3 anos e 4 meses. P3) Calcular o juro produzido por R$ 900,
00 em 1 ano, 5 meses e 20 dias a 0,8% ao mês. P4) Calcular o juro de R$ 264,00 e
m 9 meses a 7% ao ano. P5) Qual o capital que produz R$ 400,00 de juro ao ano em
1 ano e 8 meses á uma taxa de 1% ao mês? P6) A que taxa ao ano deve ser emprega
do o capital de R$ 16.000,00 para produzir R$ 2.520,00 em 2 anos e 3 meses?
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P7) O capital de R$ 6.000,00 empregado à 9% ao ano, produziu R$ 810,00 de juro.
Durante quanto tempo esteve empregado? P8) Uma pessoa adquire um automóvel por R
$ 18.000,00. O vendedor oferece um abatimento de 5% pelo pagamento à vista. A pe
ssoa, no entanto, prefere pagar em duas prestações iguais. A primeira 6 meses de
pois da compra e a outra um ano depois submetendo-se ao pagamento de 7% de juro
ao ano. Quanto gastou a mais, adotando o pagamento em prestações? P9) Certo capi
tal colocado a juro durante 3 anos e 4 meses a 8% ao ano, produziu R$ 720,00 de
juro. Qual o capital? P10) O capital de R$ 900,00 empregado a 0,8% de juro ao mê
s, produziu R$ 127,00 de juro. Durante quanto tempo esteve empregado? P11) Um ap
arelho eletrônico custa R$ 620,00 à vista. Em 5 prestações mensais o preço passa
a ser de R$ 868,00. Sabendo-se que a diferença entre os preços é devida ao juro
s, qual a taxa de juros cobrada ao mês por essa loja? P12) Quem aplicou R$ 20.00
0,00 por 2 meses a uma taxa de 10% ao mês vai receber a mesma quantia que quem a
plicou R$ 25.000,00 a uma taxa de 8% ao mês pelo mesmo período de tempo. Esta af
irmação é VERDADEIRA ou FALSA? P13) Qual o tempo necessário para que um capital,
colocado a 5% ao ano, dobre de valor? P14) Qual o capital que colocado a 6% ao
ano, produz um montante de R$ 100.000,00 no fim de 15 anos? P15) Qual o montante
de R$ 100.000,00 no fim de 10 anos à taxa de 5,5%? P16) Qual a taxa que esteve
empregado o capital de R$ 24.750,00, se ao fim de 60 dias produziu o montante de
R$ 24.997,50? P17) Uma pessoa deposita suas economias no valor de R$ 13.000,00
num banco que paga 5% ao ano. Qual o capital acumulado em 5 anos? P18) Uma pesso
a emprega seu capital a 8% e, no fim de 3 anos e 8 meses recebe capital e juros
reunidos no valor de R$ 15.520,00. Qual o capital empregado? P19) No fim de quan
to tempo um capital qualquer aplicado a 5% triplica de valor? P20) Uma pessoa co
loca um capital a 4%. No fim de 3 anos retira o capital e juros e coloca o monta
nte a 5%. Ao cabo de 2 anos o novo montante é de R$ 6.160,00. Qual o capital?
GABARITO - JUROS
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P1) R$ 2.100,00 P2) R$ 720,00 P3) R$ 127,20 P4) R$ 13,86 P5) R$ 2.000,00 P6) 7%
ao ano P7) 1 ano e 6 meses P8) R$ 1.845,00 P9) R$ 2.700,00 P10) 1 ano, 5 meses e
20 dias P11) 8% P12) sim P13) 20 anos P14) R$ 52.631,58 P15) R$ 155.000,00 P16)
1,67% a.d. P17) R$ 16.250,00 P18) 12.000 P19) 40 unidades de tempo P20) R$ 5.00
0,00
O QUE É CAPITALIZAÇÃO
Do ponto de vista das finanças, CAPITALIZAÇÃO é o processo de aplicação de uma i
mportância a uma determinada taxa de juros e de seu crescimento por força da inc
orporação desses mesmos juros à quantia inicialmente aplicada. No sentido partic
ular do termo, CAPITALIZAÇÃO é uma
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combinação de economia programada e sorteio, sendo que o conceito financeiro aci
ma exposto aplica-se apenas ao componente "economia programada", cabendo ao comp
onente lotérico o papel de poder antecipar, a qualquer tempo, o recebimento da q
uantia que se pretende economizar ou de um múltiplo dela de conformidade com o p
lano. Para a venda de um título de Capitalização é necessário uma série de forma
lidades que visam a garantia do consumidor. A Sociedade de Capitalização deve su
bmeter o seu plano ao órgão fiscalizador do Sistema Nacional de Capitalização -
SUSEP.
Plano de Capitalização - é o conjunto de elementos que dão forma ao título, são
as Condições
que caracterizam um produto e os diferenciam entre si. Os planos são representad
os pelas Condições Gerais, Nota Técnica Atuarial e Material de Comercialização.
A comercialização de um título de Capitalização envolve termos próprios, a saber
: O QUE É TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO? É um papel do mercado mobiliário, nominativo,
que pode ser adquirido à prazo ou à vista. O QUE SIGNIFICA "JUROS"? É uma remun
eração do capital aplicado a uma determinada taxa, denominada taxa de juros. No
final de cada período de Capitalização que é previamente estipulado, os juros pr
oduzidos são adicionados ao capital, passando a fazer parte do mesmo para efeito
de cálculo dos próximos juros. Assim, estamos diante de uma aplicação de juros
compostos. CONDIÇÕES GERAIS É o documento onde contém todos os direitos e devere
s da Sociedade de Capitalização e do comprador do título. É, portanto, de fundam
ental importância conhecer o texto das Condições Gerais de um título, tanto para
vendê-lo como para comprá-lo. Atente-se ainda para o fato de que não existe pad
rão de Condições Gerais, assim sendo, os direitos conferidos pela aquisição de u
m título de Capitalização ou os deveres decorrentes da sua venda variam substanc
ialmente de empresa para empresa e até de plano para plano em uma mesma empresa.
NOTA TÉCNICA É o documento que contém as demonstrações de cálculos dos parâmetr
os técnicos de um título de Capitalização. Esse documento consiste de enunciados
e fórmulas matemáticas e deve ser assinado por atuário registrado no órgão de c
lasse e credenciado junto à SUSEP.
MATERIAL DE COMERCIALIZAÇÃO É o material usado para a divulgação e venda do títu
lo. Deve ser bem claro, atendendo ao Código de Defesa do Consumidor. É fundament
al o conhecimento do produto para que todos possam prestar quaisquer esclarecime
ntos aos clientes. COMO SE ADQUIRE UM TÍTULO DE CAPITALIZAÇÃO? O título pode ser
adquirido, mediante preenchimento de uma Proposta para Compra de Título de Capi
talização. O QUE É PROPOSTA? Proposta é um formulário contendo os dados do subsc
ritor, bem como sua autorização para débito em sua conta das mensalidades do tít
ulo.
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SOBRE A NATUREZA E TRANSFERIBILIDADE DO TÍTULO NATUREZA DO TÍTULO O título é liv
remente negociável, podendo ser vendido, trocado ou doado, desde que seja formal
izada junto a Sociedade de Capitalização a transferência conjunta do cedente e c
essionário. Assim, o cessionário sucede o cedente em todos os seus direitos e ob
rigações. CEDENTE - Pessoa física ou Jurídica que cede o Título de Capitalização
. CESSIONÁRIO - Pessoa física ou Jurídica a quem está sendo cedido o título e qu
e se tornará o novo subscritor. ATRIBUTOS BÁSICOS DO TÍTULO O título de Capitali
zação possui os seguintes atributos básicos: prazos, sorteios, mensalidades e at
ualizações monetárias. QUE SIGNIFICA PRAZO? É o prazo para pagamento das mensali
dades do título cujos valores são capitalizados no mesmo período, ou não, depend
endo do plano. QUE SIGNIFICA VIGÊNCIA? O título é considerado em vigor no primei
ro dia útil seguinte ao do pagamento da primeira mensalidade. O título permanece
rá nessa condição enquanto não houver atraso no pagamento das mensalidades subse
quentes. QUE SIGNIFICA TÍTULO SUSPENSO? Vencido o prazo para pagamento e não qui
tado o débito, ficará suspenso automaticamente o direito de o título concorrer a
sorteios, até que venha a ficar novamente em dia, pelo pagamento das mensalidad
es vencidas. QUE É PRAZO DE CARÊNCIA? É o período de tempo em que o subscritor d
o título terá que esperar para receber o valor de resgate correspondente ao sald
o de Capitalização garantido. Decomposição das Mensalidades de um Título de Capi
talização A mensalidade é composta pelo menos de três elementos a saber: Reserva
Matemática - É a parcela deduzida de cada mensalidade para constituir as quanti
as economizadas pelo subscritor. É somente sobre a reserva matemática que se apl
icam correção monetária e juros e não sobre o total das mensalidades. A reserva
matemática nada mais é que o valor de resgate ao final do plano. Despesas Operac
ionais - É a parcela deduzida de cada mensalidade para cobrir despesas operacion
ais e administrativas da Companhia tais como: salários, honorários, aluguéis, pu
blicidade, material, correios, etc. Custo de Sorteios - É a parcela deduzida de
cada mensalidade para garantir o pagamento dos prêmios aos subscritores contempl
ados. FORMA DE PAGAMENTO O título de Capitalização pode ser adquirido à prazo ou
à vista. PRAZO DE PAGAMENTO / TAMANHO DA SÉRIE O prazo de pagamento e o tamanho
da série são definidos em função do plano a ser elaborado pela Companhia de Cap
italização.
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DESCONTO BANCÁRIO
Chamamos de desconto comercial, bancário ou por fora o equivalente ao juro simpl
es produzido pelo valor nominal do título no período de tempo correspondente e à
taxa fixada. Sejam d o valor de desconto comercial, N o valor nominal do título
, A o valor atual comercial, n o tempo que falta para o vencimento e i a taxa de
desconto, então: O valor atual bancário é dado por: EXERCÍCIOS 1. Um título de
R$ 60.000,00 vai ser descontado à taxa de 2,1% ao mês. Faltando 45 dias para o v
encimento do título, determine: a . o valor do desconto comercial b . o valor at
ual comercial Solução N = 60.000,00 i = 2,1% a.m. n = 45 dias a. d = N i n = 60.
000 x 0,021 x 1,5 = R$ 1.890,00 b. A = N - d = 60.000 - 1.890 = R$ 58.110,00 2.
Uma duplicata de R$ 6.900,00 foi resgatada antes de seu vencimento por R$ 6.072,
00. Calcule o tempo de antecipação, sabendo que a taxa de desconto comercial foi
de 4% ao mês. Solução N = 6.900,00 A = 6.072,00 i = 4% a.m. d = N - A = N i n .
(6.900 - 6.072) = 6.900 x 0,04 x n n= 828 69000 x 0.04 =3 Resp: 3 meses
DESCONTO COMPOSTO
O desconto simples, racional ou comercial são aplicados somente aos títulos de c
urto prazo, geralmente inferiores a 1 ano. Quando os vencimentos têm prazos long
os, não é conveniente transacionar com esses tipos de descontos, porque podem co
nduzir a resultados que ferem o bom senso. Observe o EXEMPLO Calcular o desconto
comercial de um título de R$ 100.0000,00 com resgate para 5 anos, à taxa de 36%
ao ano. RESOLUÇÃO Fórmula: d = N i n
N = R$ 100.000,00 i = 36% a.a. = 0,36 a.a. n= 5 anos
d = 100.000 . 0,36 . 5 = 180.000 Como vemos, o valor do desconto é superior ao v
alor nominal do título, o que é um absurdo!!! É por esse motivo que, em casos co
mo o apresentado, adotamos o regime de regime de juros compostos, que jamais dar
ão resultados desse tipo. Como no desconto simples, temos duas formas de descont
o composto, o desconto comercial, bancário composto ou por fora e o desconto rac
ional ou por dentro.
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Como o desconto comercial simples, o desconto comercial composto é calculado sob
re o valor nominal do título. O valor atual é obtido por meio de uma sucessão de
descontos sobre o valor nominal, isto é, sobre o valor expresso no título. Assi
m, Instante n: valor do título é N Instante n - 1 (ou 1 período anterior: valor
do título era N - iN = N (1 - i) Instante n - 2: valor do título era (N - iN) -
i (N - iN) = (N - iN) [1 - i] = = N(1 - i)[1 - i] = N (1 - i)2 e, assim sucessiv
amente, n períodos antes do vencimento o valor do título era: A = N (1 - i) n O
desconto comercial é a diferença entre o valor nominal do título e o seu valor a
tual. Assim, d = N - A = N - N(1 - i)n = N [ 1 - (1 - i)n]
DESCONTO COMERCIAL, BANCÁRIO COMPOSTO OU POR FORA
EXERCÍCIO RESOLVIDO
1. Calcular o valor atual de um título de R$ 20.000,00 descontado um ano antes d
o vencimento à taxa de desconto bancário composto de 5% ao trimestre, capitalizá
vel trimestralmente. SOLUÇÃO A = ? N = R$ 20.000,00 i = 5% a.t. = 0,05 a.t. n =
1 ano = 4 trimestres A = N (1 - i)n = 20.000 (1 - 0,05)4 = 20.000 . 0,814506 = 1
6.290,13 A = N (1 - i)n
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
1. Calcular a taxa de desconto bancário composto de um título de R$ 20.000,00, d
escontado 4 meses antes do vencimento, recebendo líquido o valor de R$ 16.290,13
. 2. Um título de R$ 20.000,00 foi descontado num banco, pelo desconto bancário
composto, à taxa de 5% a.m., sendo creditada, na conta do cliente, a importância
de R$ 16.290,13. Quanto tempo antes do vencimento foi descontado este título? G
abarito 01 - Resp: 5% 02 - Resp : 4 meses
O que é Taxa de Juros?
É o preço do dinheiro. Dinheiro é uma mercadoria com outra qualquer. Tomemos o e
xemplo de uma geladeira. O preço varia em função da lei da oferta e da procura.
Quanto
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maior a quantidade de geladeira no mercado, menos o consumidor pagará por ele. C
om o dinheiro é a mesma coisa. Quanto mais dinheiro os bancos têm para oferecer
aos seus clientes, menos eles cobram pelo empréstimo. E o preço que os bancos co
bram é a taxa de juros. Os bancos precisam captar recursos no mercado para poder
emprestar. Para atrair esse capital eles remuneram os clientes que depositam se
u rico dinheirinho. E adivinhe com o se chama essa remuneração: taxa de juros. P
ortanto, por definição, o que o banco lucra é a diferença entre a taxa de juros
paga ao depositante e a taxa cobrada de quem pega um empréstimo. É o chamado spr
ead.
TAXAS
DESCONTO COMERCIAL SIMPLES
Se uma pessoa deve uma quantia em dinheiro numa data futura, é normal que entreg
ue ao credor um título de crédito, que é o comprovante dessa dívida. Todo título
de crédito tem uma data de vencimento; porém, o devedor pode resgatá-lo antecip
adamente, obtendo com isso um abatimento denominado desconto. O desconto é uma d
as mais comuns aplicações da regra de juro. Os títulos de crédito mais utilizado
s em operações financeiras são a nota promissória, a duplicata e a letra de câmb
io. A nota promissória é um comprovante da aplicação de um capital com venciment
o predeterminado. É um título muito usado entre pessoas físicas ou entre pessoa
física e instituição financeira. A duplicata é um título emitido por uma pessoa
jurídica contra seu cliente (pessoa física ou jurídica), para o qual ela vendeu
mercadorias a prazo ou prestou serviços a serem pagos no futuro, segundo um cont
rato. A letra de câmbio, assim como a nota promissória, é um comprovante de uma
aplicação de capital com vencimento predeterminado; porém, é um título ao portad
or, emitido exclusivamente por uma instituição financeira. Com relação aos títul
os de crédito, pode ocorrer: •que o devedor efetue o pagamento antes do dia pred
eterminado. Neste caso, ele se beneficia com um abatimento correspondente ao jur
o que seria gerado por esse dinheiro durante o intervalo de tempo que falta para
o vencimento; •que o credor necessite do seu dinheiro antes da data predetermin
ada. Neste caso, ele pode vender o título de crédito a um terceiro e é justo que
este último obtenha um lucro, correspondente ao juro do capital que adianta, no
intervalo de tempo que falta para o devedor liquidar o pagamento; assim, ele pa
ga uma quantia menor que a fixada no título de crédito. Em ambos os casos há um
benefício, definido pela diferença entre as duas quantidades. Esse benefício, ob
tido de comum acordo, recebe o nome de desconto. As operações anteriormente cita
das são denominadas operações de desconto, e o ato de efetuá-las é chamado desco
ntar um título. A fórmula é: d = N.i.n Exemplo:
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Qual o desconto de um título no valor de R$ 50.000,00, se ele for pago 2 meses a
ntes do vencimento à uma taxa de 5,5 % a.m.? Aplicando a fórmula: d : o que você
quer saber N : 50.000,00 i : 5,5% - 0,055 n :2 Logo : 50000 . 0,055 . 2 = > R$
5.500,00 de desconto
Valor Atual / Nominal
O cálculo do valor atual está para o Desconto Simples como o Montante para o cál
culo de Juros Simples , ou seja, é o valor final após calcular o desconto. Pegan
do o exemplo da seção anterior, o Valor Nominal do título era de $ 50.000,00 e o
desconto incidente foi de $ 5.500,00 ( ou seja , A = N-d ). Logo, o Valor Atual
é de $ 44.500,00. Fácil, não? A fórmula para o cálculo direto do Valor Atual é:
A = N. (1-i.n) Exemplo: Após receber sua devolução do I.R., você resolve quitar
de uma vez as suas parcelas restantes do seu consórcio, num valor total de $ 70
.000,00 ( claro, como você é uma pessoa consciente você paga suas dívidas e não
sai por ai torrando e fazendo novas dívidas). Faltam 5 parcelas mensais e o desc
onto será de um 1% a.m. . Quanto você terá de pagar em cash ? Aplicando a fómula
: A = o que você quer descobrir N =70.000,00 i = 1% a.m. n = 5 meses Logo: A=700
00. (1 - 0,01.5) resultando $ 66.500,00 , ou seja, uma diferença de $ 500,00.
Taxas Equivalentes
Em linguagem simples, são duas taxas ou mais taxas que, quando aplicadas, em det
erminado lapso de tempo em determinada quantia têm como resultado o mesmo valor.
Complicado? Tá, então digamos assim: você tem uma aplicação que rende 1 % a.m.
se você aplicar durante 6 meses . E você tem outra que rende 12 % a.a. se você a
plicar durante um ano. Qual é mais vantajosa? É tudo a mesma coisa , ou seja, el
as são equivalentes, ou não? Ou será que é melhor pagar antecipadamente uma dívi
da ou aplicar o dinheiro e pagá-la no vencimento previsto? EXEMPLO: Calcular o j
uro produzido pelo capital de R$ 20.000,00 - à taxa de 4% ao mês, durante 6 mese
s - à taxa de 12% ao trimestre, durante 2 trimestres RESOLUÇÃO No primeiro caso,
temos J = 20.000,00 x 0,04 x 6 = 4.800,00 No segundo caso, temos J = 20.000,00
x 0,12 x 2 = 4.800,00
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Como os juros são iguais, podemos dizer que 4% a . m. e 12% a . t., são taxas eq
uivalentes Ah, mais uma coisinha que causa confusão entre os não-iniciados. Muit
as vezes você vai ouvir sobre Taxas Nominais, Taxas Efetivas e Taxas Reais e qui
çá, Proporcional e Aparente . Mas, afinal, do que se trata tudo isso? Vamos lá:
Taxa Nominal - Versão financiês : É quando o período de formação e o período de
incorporação de juros ao Capital não coincide com aquele a que a taxa está refer
enciada. - Versão português : É quando você diz, por exemplo, que uma aplicação
é de 35% ao ano só que a capitalização é mensal ou que a aplicação financeira é
de 0,85% ao mês só que a capitalização é diária, como os FIFs ou FAQs, de capita
lização diária , dos bancos. Assim, por exemplo, 35% ao ano, com capitalização m
ensal; 16% ao ano, com capitalização semestral; 36% ao mês, com capitalização di
ária. Veja bem: A taxa nominal é muito utilizada no mercado, quando da formaliza
ção dos negócios. Não é, porém, utilizada diretamente nos cálculos, por não corr
esponder, de fato, ao ganho/custo financeiro do negócio. Qual é, então, a taxa e
fetivamente utilizada? É a taxa efetiva
Taxa Efetiva - falando financiês : É quando o período de formação e o período de
incorporação de
juros ao Capital coincide com aquele a que a taxa está referenciada. - falando p
ortuguês : É quando você diz, por exemplo, que uma aplicação é de 1 % ao mensal
e capitalização é mensal, como a poupança. Como se obtém a TAXA EFETIVA? O seu v
alor pode ser determinado através da equivalência: o principal VP aplicado à tax
a iaa durante um ano deve produzir mesmo montante que quando aplicado à taxa i d
urante m períodos: VP( 1 + iaa) = VP( 1 + i)m. Portanto, iaa = (1 + i)m - 1 = FA
C (m,i) - 1 EXEMPLO Sejam R$ 100,00 aplicados a 2% ao mês, capitalizados mensalm
ente. Taxa nominal: iN = 12 x 2% = 24% ao ano. Taxa efetiva: i E = (1 + 0,02)12
- 1 = 1,268 - 1 = 0,268 = 26,8% ao ano O montante após um ano será 100(1 + 0,268
) = 126,8 e não 100(1 + 0,24) = 124 como se poderia supor!!. A distinção entre t
axa efetiva e taxa nominal é de suma importância. Em situações envolvendo emprés
timos ou financiamentos, por exemplo, a taxa que figura nos contratos é geralmen
te a taxa nominal, que não pode ser tomada como critério de decisão.
Taxa Real - é a taxa efetiva corrigida pela taxa inflacionária do período. Você
vai ouvir esse termo
adoidado. Pegando o exemplo da poupança , quando o Governo diz que a poupança te
m um rendimento real de 0,5% ao mês , siginifica que seu dinheiro foi corrigido
primeiro pela inflação do período e sobre este montante foi aplicado 0,5%. Bom a
gora que você está suficientemente confuso ou confusa , vamos aos cálculos de eq
uivalência:
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Taxa de Juros Proporcional
Duas taxas são ditas proporcionais quando os números que indicam as taxas são di
retamente proporcionais aos respectivos números que indicam os períodos de refer
ência. É um conceito do regime de juros simples. Por exemplo: 15% ao trimestre é
proporcional a 5% ao mês. Isto porque: 15% / 3 meses = 5% / 1 mês
Taxa de Juros Aparente
É um conceito usado em estudos financeiros em contexto inflacionário. Hoje em di
a não é utilizada devido às baixas taxas de inflação registradas já há alguns an
os no Brasil.
Equivalência entre duas taxas no regime de juros simples
Essa é Fácil: é só pegar a taxa e multiplicá-la (ou dividi-la) pelo período corr
espondente ao que deseja descobrir. Exemplo : você tem uma taxa de 5% a.m. e que
r saber quanto é equivalente ao ano. Ora, um ano tem 12 meses então é só multipl
icar 5% por 12 e você tem 60% a.a. O inverso também é verdadeiro : você tem uma
taxa de 15% a.m. e quer saber quanto é ao dia . É só dividir 15% por 30 dias e v
ocê tem 0,5% a.d. Fácil, não ?
Equivalência entre duas taxas no regime de juros composto
Bom, essa é um pouco mais complicada, mas também não é nenhum bicho-de-sete-cabe
ças. Se você quer passar de uma unidade de tempo "menor" para uma "maior" , como
de mês para ano, você eleva a taxa de juros pelo número de períodos corresponde
nte. Se for o contrário, como por exemplo de ano para mês, você eleva ao inverso
do período . Complicado ? Que nada , isso é matéria de 2º grau mas para os que
não se lembram ou cochilaram na aula, abaixo uma tabelinha com as conversões nec
essárias : De a.m. para a.a. = ia = (1+im)12 -1 De a.d. para a.m. = im = (1+id )
30 -1 De a.d. para a.a. = ia = (1+id)360 -1 De a.a. para a.m. = im = (1+ia)1/12
-1 De a.m. para a.d. = ia = (1+im)1/30 -1 De a.a. para a.d. = id = (1+ia)1/360 -
1 Exemplo : você tem uma taxa de 24% a.a. e quer saber quanto é equivalente ao m
ês. Usando a fórmula dá aproximadamente 1,81% a.m. Será? Então faça uma prova de
confirmação : use as duas taxas sobre um valor simples como R$ 1.000,00 e veja
se o resultado não é igual. (Na verdade dá uma pequena diferença porque eu arred
ondei o decimal na hora de calcular ;))
Equivalência entre uma aplicação e um desconto no regime de juros simples
Há ocasiões em que será necessário verificar se uma taxa de juros aplicada a um
capital e uma taxa de juros aplicada para fins de desconto são equivalentes. Iss
o é fundamental para decidir se vale a pena pagar antes, aplicar , reinvestir ,
etc.. A fórmula para determinar uma taxa equivalente é : Se você tem a taxa de d
esconto e quer descobrir a taxa de juros correspondente:
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i / 1- i.n Se você tem a taxa de juros para aplicação e quer descobrir a taxa de
desconto correspondente: i / 1+ i.n Exemplo: Vamos pegar um capital de $ 60.000
,00 investido a juros simples de 8% a.m. por 3 meses. Qual a taxa de desconto si
mples equivalente ? Usando a fórmula : i / 1+ i.n = > 0,08 / 1,08*3 = >0,0645 Ou
seja 6,45% a.m. de desconto é equivalente a 8% a.m. para aplicação, em regime d
e juros simples, num prazo de 3 meses.
RENDAS UNIFORMES E VARIÁVEIS (Rendas Certas ou Anuidades)
Bom, anuidades ou rendas certas é o nome que se dá aos pagamentos sucessivos tan
to a nível de financiamentos quanto de investimentos. Se a renda possui um númer
o finito de termos será chamada de temporária caso contrário é chamada de perman
ente. Apesar da opinião de alguns mutuários da Caixa Econômica , o financiamento
da casa própria é temporária, apesar de ter um termo de conclusão bem longo. Ag
ora, se os termos da renda certa forem iguais é chamada de renda certa de termo
constante ou renda certa uniforme; senão é uma renda certa de termo variável. Fi
nalmente, quando o período entre as datas correspondentes aos termos tiverem o m
esmo intervalo de tempo , diz-se que a renda certa é periódica ; caso contrário
é não periódica.
Exemplo:
Um financiamento de casa própria é um caso de renda certa temporária, de termo v
ariável (sujeito à variação da T R) e periódica. Um financiamento de eletrodomés
tico é um caso de renda certa temporária, de termo constante (você sabe quanto p
agará de juros) e periódica. Já a caderneta de poupança pode se considerar como
um caso de renda certa perpétua (pelo menos enquanto o dinheiro estiver à dispos
ição para aplicação), de termo variável e periódica. Bico, como pode ver. E já q
ue é bico, mais algumas definições : As rendas periódicas podem ser divididas em
: §Postecipadas §Antecipadas §Diferidas As Postecipadas são aquelas na qual o p
agamento no fim de cada período e não na origem. Exemplo: pagamento de fatura de
cartão de crédito As Antecipadas são aquelas na qual os pagamentos são feitos n
o início de cada período respectivo. Exemplo: financiamentos com pagamento à vis
ta
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E as Diferidas são aquelas na qual o primeiro pagamento é feito após um determin
ado período. Exemplo: promoções do tipo, compre hoje e pague daqui a x dias Caso
ainda não tenha percebido , os cálculos envolvendo renda certa lembram os cálcu
los de Juros Compostos e Descontos Compostos já vistos anteriores.
Calculando Valor Atual em casos de Rendas Certas
Bom, para começar, trabalharemos aqui com cálculos de renda certas do tipo perió
dicos, de termos constantes e temporários, os quais são mais usados. Para se cal
cular o Valor Atual num caso de Rendas Certas, a fórmula a ser utilizada depende
de ser postecipada , antecipada ou diferida. Assim , se for: Postecipada a fórm
ula é : V=T.an¬i
Antecipada a fórmula é : V=T+T.an-1¬i Diferida a fórmula é : V=T.an¬i/(1+i) m
m é sempre uma unidade menor do que a se deseja calcular, ou seja, se a venda é
diferida de 3 meses, m será 2 . Para saber o valor de an¬i , você pode: Exemplo:
Um carro é vendido a prazo em 12 pagamentos mensais e iguais de R$2.800,00 (num
total de R$ 36.000,00), sendo a primeira prestação no ato da compra, ou seja, o
famoso " com entrada" , ou ainda, um caso de renda certa antecipada. Sendo que
a loja opera a uma taxa de juros de 8% a.m. , calcule o preço à vista desse carr
o. Aplicando a fórmula: n = 12 T = 2800 V = 2800+2800.a11¬8% = R$ 22.789,10 Outr
o exemplo: Um dormitório é vendido em 4 prestações de R$ 750,00, com o primeiro
pagamento para 3 meses após a compra (ou seja, esse é um caso de diferida) Saben
do que a loja trabalha com juros de 6% a.m. , calcule o valor à vista. Aplicando
a fórmula: n=4 T = 750 m=2 i = 6% V = 750.a4¬6 %/(1+.06)2 = 750.3,465106/1.1236
= R$2.312,95
§calcular usando a fórmula (1+i)n-1/i(1 + i )n.
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Calculando o Montante em casos de Rendas Certas
Como você deve se lembrar, Montante nada mais é do que a somatória dos juros com
o capital principal. No caso de rendas certas , a fórmula é dada por:
M=T.Sn¬i
Para saber o valor de Sn¬i você pode: -calcular usando a fórmula (1+i)n-1/i. Exe
mplo: Calcule o Montante de uma aplicação de R$ 100,00 , feita durante 5 meses,
a uma taxa de 10% a.m. Aplicando a fórmula (esse é um caso de postecipada, porqu
e o primeiro rendimento é um mês após a aplicação) : n=5 T = 100 i = 10% a.m. M
= 100.S5¬10% = R$ 610,51 Quando for uma situação de: antecipada : subtraia 1 de
n diferenciada : após determinar Sn¬i , divida o resultado por (1+i)m Nomenclatu
ras usadas i = do inglês Interest , é usado para representar os juros envolvidos
em quaisquer operações financeiras. C = do inglês Capital , é usado para repres
entar o Capital utilizado numa aplicação financeira. M = do inglês a Mount , é u
sado para representar o Montante que é o resultado da soma do Capital com os jur
os. n = nesse caso é uma incógnita (quem aprendeu equações do segundo grau usou
muitas incógnitas. Todos aqueles x, y, z são incógnitas.) referente ao período d
e tempo (dias, semanas, meses, anos...) de uma aplicação financeira. Lembre-se d
a expressão : "levou n dias para devolver o dinheiro..." a.d. = abreviação usada
para designar ao dia a.m. = abreviação usada para designar ao mês a.a. = abrevi
ação usada para designar ao ano d = do inglês Discount , é usado para representa
r o desconto conseguido numa aplicação financeira.
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N = do inglês Nominal , é usado para representar o valor Nominal ou de face de u
m documento financeiro. A = do inglês Actual , é usado para representar o valor
real ou atual de um documento financeiro em uma determinada data. V = incógnita
usada para representar o Valor Atual em casos de renda certa ou anuidades T = in
cógnita usada para representar o Valor Nominal em casos de renda certa ou anuida
des
an¬i = expressão que representa o fator de valor atual de uma série de pagamento
s. Sn¬i = expressão que representa o fator de acumulação de capital de uma série
de
pagamentos.
PLANOS DE AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS Amortização - SAC
(Sistema de Amortização Constante)
Neste sistema, o devedor obriga-se a restituir o principal em n prestações nas q
uais as cotas de amortização são sempre constantes. Ou seja, o principal da dívi
da é dividido pela quantidade de períodos n e os juros são calculados em relação
aos saldos existentes mês a mês. A soma do valor de amortização mais o dos juro
s é que fornecerá o valor da prestação. Não há necessidade de fórmulas complicad
as mas você precisará montar uma planilha em situações de períodos mais ou menos
longos. Esse tipo de empréstimo é usado pelo SFH e também, em certos casos, em
empréstimos às empresas privadas através de entidades governamentais. Exemplo: N
a compra de um apartamento de $ 300.000,00, você faz um financiamento em um banc
o com juros de 4% a.m., a ser pago em 5 meses. Calcule a prestação mensal. Bom,
o valor da amortização é calculado dividindo-se o principal pela quantidade de p
eríodos, ou seja, 300.000 por 5 que dá 60.000 Os juros são calculados sobre os s
aldos da prestação, assim : 1º mês 300.000 * 4% = 12.000,00 2º mês 240.000 * 4%
= 9.600,00 3º mês 180.000 * 4% = 7.200,00 4º mês 120.000 * 4% = 4.800,00 5º mês
60.000 * 4% = 2.400,00 Os saldos são calculados subtraindo-se apenas o valor da
amortização. Por exemplo, no primeiro mês você pagará $ 72.000,00 de prestação m
as do saldo devedor será subtraído apenas o valor da amortização que é $ 60.000,
00 e por aí vai... Ou seja, ao final você pagará $ 336.000,00 em 5 prestações, s
endo a primeira de $ 72.000,00, a segunda de $ 69.600,00 , a terceira de $ 67.20
0,00 , a quarta de $ 64.800,00 e a
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quinta de $ 62.400,00. Disso, $ 300.000,00 corresponde ao principal e $ 36.000,0
0 aos juros.
Amortização - SACRE
O SACRE é uma modalidade de financiamento criada pela Caixa Econômica Federal a
ser aplicada nos empréstimos para aquisição de casa própria. A Caixa costumava (
em alguns casos ainda utiliza) utilizar os sistemas Price , SAC e o SAM, só que
enquanto que nesses sistemas os juros são calculados sobre o saldo do saldo deve
dor menos amortização, a Caixa calculava os juros antes do abatimento da amortiz
ação o que acabava resultando em um abatimento menor. Junte-se a isso a alta ina
dimplência, a Caixa optou por desenvolver um mecanismo próprio de amortização. E
m termos comparativos é como fosse um Sistema Price só que as mensalidades inici
ais são maiores do que as finais. Qual a vantagem disso ? Bom o contratante quit
aria o grosso do empréstimo mais cedo e, caso ficasse inadimplente, haveria uma
grande possibilidade de que a maior parte do empréstimo já estivesse paga. O cál
culo divide-se em duas partes: o cálculo do Encargo Mensal sobre o qual é calcul
ado a prestação mensal a ser paga. A fórmula para o Encargo Mensal é : EM = C *
( i +1/n) Exemplo: Na compra de um apartamento de R$ 300.000,00, você faz um fin
anciamento em um banco com juros de 4% a.m., a ser pago em 5 meses. Calcule a pr
estação mensal. EM = 300000 ( 0,04 + 1/5 ) EM = 72000 Para calcular a Prestação
Mensal entram dois índices também criados pela Caixa Econômica : O CES (Coeficie
nte de Equivalência Salarial) e o Seguro , que possui uma metodologia toda própr
ia. Não vou me alongar no conceito jurídico ou do porquê eles existem senão prec
isarei de um livro só para isso. CES - 1,12, fixado por Circular. Seguro - a tax
a do seguro é composta por duas partes, a DIF, para Danos Físicos, e a MIP, Mort
e e Invalidez. Outra coisa, ela trabalha, atualmente, sobre o valor da avaliação
do imóvel e não sobre o valor financiado. Isso quer dizer que se o imóvel foi a
valiado em R$ 500.000,00 é sobre isso que será calculado e não sobre o valor fin
anciado. As fórmulas são básicas: DIF = valor da avaliação x taxa de seguro x CE
S MIP = valor da avaliação x taxa de seguro x CES Apresentamos as duas fórmulas
em separado, porque as taxas de seguro são diferentes ( faz sentido, afinal Dano
s Físicos é bem diferente de Morte, não ?). Para saber quais taxas aplica-se no
seu caso você tem de contatar a Caixa, mas para os planos feitos após 94 , na Ca
tegoria 6 a taxa para DIF é 0,02402 % e para MPI é 0,14429% . A taxa de seguro v
aria conforme a categoria (que é dividida conforme o valor da avaliação) conform
e o plano
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contratado, quando você fechou o contrato... enfim, estamos assumindo que o cont
rato é realizado HOJE . Então vamos lá: DIF = 500.000 * 0,02402% * 1,12 = 134,51
MIP = 500.000 * 0,14429%*1,12 = 808, 02 Total do seguro = 942,53 Agora vamos fi
nalmente calcular quanto será sua prestação mensal. A fórmula para o Encargo Men
sal é: PM = (EM*CES)+ Seguro Exemplo: Na compra de um apartamento de R$ 300.000,
00, você faz um financiamento em um banco com juros de 4% a.m., a ser pago em 5
meses. Calcule a prestação mensal: EM = 300000 ( 0,04 + 1/5 ) EM = 72000 PM = (
72000*1,12) + 942,54 PM = 81.582,54 Agora, não se esqueça que existem outras coi
sas a considerar: - esse é um método exclusivo da Caixa, apresentado aqui apenas
para fins didáticos. - existem outros pontos a serem considerados como T R e re
ajustes da prestação que devem ser levados em conta ao montar a planilha.
Amortização - SAM
(Sistema de Amortização Mista)
Esse sistema é baseado no SAC e no Sistema Price. Nesse caso, a prestação é igua
l à média aritmética entre as prestações dos dois outros sistemas, nas mesmas co
ndições. Esse é o caso típico daquela frase: para quê simplificar se pode compli
car... na verdade é apenas mais uma forma de se fazer um pagamento, uma outra al
ternativa que o cliente tem para quitar suas dívidas... Exemplo: Na compra de um
apartamento de R$ 300.000,00, você faz um financiamento em um banco com juros d
e 4% a.m., a ser pago em 5 meses. Calcule a prestação mensal: Esse problema já f
oi resolvido pelos outros dois sistemas, logo, tudo que tenho a fazer é somar os
valores das prestações dos dois casos e dividir por dois. Ou seja, ao final voc
ê pagará $ 336.470,34 em 5 prestações, divididas da seguinte forma : 1ª $ 69.694
,06 2ª $ 68.494,07 3ª $ 67.294,07
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4ª $ 66.094,07 5ª $ 64.894,07 Disso, $ 300.000,00 corresponde ao principal e $ 3
6.470,34 aos juros.
Sistem a Alemão de Am ortização
Esse sistema é utilizado mais em países europeus. Assim, quem fizer negócios com
a Alemanha, Suíça e outros é bem capaz de você encontrar esse tipo de amortizaç
ão. O que o torna diferente? Enquanto que nos outros sistemas de amortização os
juros são pagos no vencimento, neste sistema os juros são pagos antecipadamente.
Ou seja, quanto você contrai o empréstimo os juros do primeiro período são pago
s; quando for pagar a 1ª parcela pagará, também, os juros antecipados da 2ª parc
ela e por aí vai. A prestação é calculada pela fórmula : C * i / 1 - (1-i)n Exem
plo: Na compra de um apartamento de R$ 300.000,00, você faz um financiamento em
um banco suíço com juros de 4% a.a., a ser pago em 5 anos. Calcule a prestação a
nual. Aplicando a fórmula: C*i / 1 - (1-i)n 300000* 4% / 1-(1-4%)5 64.995,80 Ou
seja, ao final você pagará $ 336.979,02 em 5 prestações, correspondente $ 300.00
0,00 ao valor de amortização e $ 36.979,02 aos juros. Alguém poderá dizer: mas 6
4995,80 vezes 5 anuidades dá 324.979,00, o que dá uma diferença de 12.000. É, ma
s não se esqueça que os juros são pagos antecipados. E 4% sobre 300.000 dá 12.00
0. Abaixo uma tabela para melhor entendimento. Parc. 1 2 3 4 5 Total 300000 2350
04 170008 105012 40017 Juros 12000 9400 6800 4200 1601 Anuidade 12000 64995,8 64
995,8 64995,8 64995,8 64995,8 336979,0 Saldo 235004 170008 105013 40017 -24979
Sistem a Am ericano
Neste sistema, o devedor obriga-se a devolver o principal em um único pagamento,
normalmente ao final, enquanto os juros são pagos periodicamente. Nesse caso, n
ão existem cálculos complexos. Se for uma taxa de juros fixa, basta usar um cálc
ulo de juros simples que você terá o total de juros, dividindo o mesmo pelo perí
odo terá os pagamentos mensais.
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Exemplo: Na compra de um apartamento de $ 300.000,00, você faz um financiamento
em um banco com juros de 4% a.m., a ser pago em 5 meses. Calcule a prestação men
sal: Calculando: 300.000 *4%*5 => 60.000,00 Ou seja, ao final você pagará $ 360.
000,00 em 5 prestações, correspondendo $ 300.000,00 ao valor de amortização, pag
a de uma única vez ao final do período e $ 60.000,00 de juros, pagos em 5 presta
ções iguais de $ 12.000,00 Há casos em que o cliente, não desejando pagar de uma
só vez o valor do principal, negocia com o banco a criação de um fundo de amort
ização denominado SINKING FUND de forma que, ao final do período, o total de fun
do seja igual ao valor a pagar. Um tipo de caderneta de poupança forçada vamos a
ssim dizer. A prestação é calculada pela fórmula :
M=T. Sn¬i
Se preferir, divida o principal pelo número de prestações, que você terá o valor
do depósito mensal a ser feito.
Sistem a Price de Amortização
Batizado em homenagem ao economista inglês Richard Price, o qual incorporou a te
oria do juro composto às amortizações de empréstimos, no século XVIII, é uma var
iante do Sistema Francês. O sistema Price caracteriza-se por pagamentos do princ
ipal em prestações iguais mensais, periódicas e sucessivas. A prestação é calcul
ada pela fórmula:
T. an¬i
Os juros são calculados sobre o saldo devedor e o valor da amortização é a difer
ença entre o valor dos juros e da prestação. Exemplo: Na compra de um apartament
o de R$ 300.000,00, você faz um financiamento em um banco com juros de 4% a.m.,
a ser pago em 5 meses. Calcule a prestação mensal: Aplicando a fórmula:
F= T. an¬i
300000=T. a 5¬4 % T=67.388,13
Ou seja, ao final você pagará R$ 336.940,65 em 5 prestações, correspondente R$ 3
00.000,00 ao valor de amortização e R$ 36.940,65 aos juros.
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Cálculo financeiro: custo real efetivo de operações de financiamento, empréstimo
e investimento.
Nos financiamentos incide uma série de custos adicionais, como IOF, despesas adm
inistrativas de elaboração do contrato, comissões, etc. Tais fatores elevam o cu
sto (ou taxa) efetivo e devem ser considerados ao se tomar um empréstimo. Em con
textos inflacionários inflacionários, deve-se ficar atento para a denominada ilu
são monetária, ou rendimento aparente. Nesta situação é importante determinar a
taxa real de juros e o custo ou rendimento real de um financiamento ou aplicação
. No processo de cálculo da taxa real, é necessário homogeneizar os valores das
séries financeiras, de forma a retirar os efeitos corrosivos da inflação nos val
ores aplicados ou recebidos em cada data, traduzindo-os ao mesmo padrão monetári
o de referência em uma determinada época, ou seja, é necessário "datar" a moeda;
dizer, por exemplo, moeda de 1994, moeda de 1995 etc. O processo de homogeneiza
ção dos valores monetários utiliza índices de preços a fim de deflacionar ou inf
lacionar as séries de valores nominais ou aparentes. o deflacionamento permite r
eduzir todos os valores da série a uma base comum de referência, situada preteri
tamente no início da série. Os índices de preços permitem calcular deflatores. o
u seja. operadores que, multiplicados pelos valores monetários das diversas époc
as, reduzem-nos a valores correspondentes ao nível de preços da data inicial de
referência. O inflacionamento (indexação ou atualização monetária), inversamente
, traduz a colocação dos diversos valores correntes nominais, em termos de moeda
de poder aquisitivo do final da série; isto é, a indexação (inflacionar) transf
orma os valores nominais de cada época em valores compatíveIs com a capacidade d
e compra verificada numa data superior. Em contextos inflacionários são muitos u
sadas as expressões, "em preços correntes" (valores nominais) e "em preços const
antes". A primeira representa poder aquisitivo da data respectiva do fluxo consi
derado, enquanto a segunda representa poder aquisitivo de uma única data (preços
constantes de uma única data).
ÍNDICES DE PREÇOS
Um índice de preços procura medir a mudança que ocorre nos níveis de preços de u
m período para outro. No Brasil, a maioria dos cálculos de índices de preços est
á a cargo da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro. Os índices nacionais e r
egionais são publicados mensalmente na revista Conjuntura Econômica. Outras inst
ituições também têm elaborado índices de preços: o IBGE, a FIPE e o DIEESE em Sã
o Paulo, a FUNDARJ em Recife, o IPEAD -UFMG em Belo Horizonte. Para comparações
específicas e obtenção de taxas reais de crescimento em determinados setores, de
vem ser utilizados índices de preços particulares de cada setor, como, por exemp
lo, construção civil, produtos agropecuários etc.
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O índice mais geral disponível é o Índice Geral de Preços -disponibilidade inter
na da FGV ClGP-di).Para inflacionar ou deflacionar uma série de valores monetári
os cujas causas foram devidas a muitos fatores. o mais indicado é usar o IGP-di
que mede a inflação do país. O processo de "inflacionar" ou "deflacionar" uma sé
rie de pagamentos/recebimentos para uma determinada data de referência traduz em
si uma comparação entre as evoluções dos valores monetários em análise e o comp
ortamento dos preços dos produtos enfeixados no índice escolhido. Assim, se um i
nvestimento teve um rendimento de 15% real, tomando-se como referência um determ
inado índice de preços, isso significa que este rendimento superou em 15% a evol
ução do índice escolhido, ou seja, a evolução média dos preços dos bens e serviç
os que compõem o índice.
REPRESENTATIVIDADE DOS VALORES FINANCEIROS EM AMBIENTES INFLACIONÁRIOS
O processo inflacionário obriga a quem faz cálculo financeiro ou toma decisões d
e investimento ou financiamento a prestar especial atenção ao significado econôm
ico dos lucros e contas nominais apresentados pelas empresas. ao impacto da infl
ação na avaliação dos investimentos e com o processo decisório é afetado. Como r
esultado da inflação, o significado das medidas contábeis e econômicas de rentab
ilidade. lucros e custos diverge, e esta divergência é maior à medida que a infl
ação se acelera. No Brasil, diversos mecanismos foram desenvolvidos para atenuar
o impacto da inflação nas peças contábeis das empresas (correção monetária do B
alanço Patrimonial, Correção integral etc.). Mas, são mecanismos imperfeitos que
aliviam. mas não curam o mal. Enquanto a inflação estiver presente na economia.
o tomador de decisões deve saber lidar com ela. Deve-se compreender o significa
do dos valores nominais, taxas de juros aparentes e reais, custos efetivo aparen
te e real dos financiamentos, rentabilidade efetiva e real das aplicações, taxas
de crescimento nominal e real, atualização monetária e cambial etc. Exemplos: 1
) Um eletrodoméstico. cujo valor à vista é $ 1000.00. foi financiado em 3 presta
ções mensais (Sistema Francês) sem entrada, a uma taxa de 10% a.m. Calcule o val
or das prestações, sabendo-se que as mesmas serão corrigidas mensalmente pelo IG
PM. Supor variação mensal do IGPM 1%a.m. Solução: Cálculo da Prestação:
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2) Numa aplicação financeira, um investidor obteve uma taxa aparente de 10%. Sen
do a inflação do período de 25%. qual a taxa de juros reais desta aplicação?
3) Uma pessoa aplicou seu capitaI de R$ 10.000,00 na caderneta de poupança por 1
mês e obteve um montante de R$ 1025,00. Sendo a taxa de inflação do mês em ques
tão igual a 2%, qual a taxa de juros reais desta aplicação?
AVALIAÇÃO DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTO
O Comitê de Política Monetária (Copom) em recente reunião estabeleceu a taxa de
juros básica em 17,25% a.a. Cada vez mais, a definição dos juros está basicament
e relacionada com o cumprimento da meta de inflação de 2006 (vale lembrar que o
efeito de mudanças nos juros sobre o nível de preços da economia leva alguns mes
es para ser sentido). Como as projeções disponíveis hoje apontam para uma inflaç
ão acima da meta para o ano que vem, o Copom continua optando por uma trajetória
mais amena de queda dos juros. As recentes reduções nos juros têm trazido a tax
a de juros básica, paulatinamente, para níveis mais baixos. Em termos de aplicaç
ão financeira, isso significa que os investimentos em renda fixa estão se tornan
do cada vez menos atraentes em termos de retorno, o que tem incentivado os agent
es a buscar alternativas mais arriscadas para
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aplicar seu dinheiro. Essa situação é nova no mercado brasileiro, onde as aplica
ções de menor risco (renda fixa) eram também as de maior retorno esperado. Refle
xo disso é que os fundos de renda fixa ainda respondem por cerca de 96% do total
de aplicações em fundos de investimentos no Brasil. Com os juros mais baixos, o
investidor que quiser maiores retornos terá que aprender a conviver com maiores
riscos, ou seja, com maior possibilidade de perda. Porém, essa busca por novas
opções de investimento pode trazer diversas complicações. Neste momento, os inve
stidores devem ter alguns princípios básicos em mente, que, embora pareçam óbvio
s, nem sempre são lembrados no momento da aplicação. Alocação imprópria: muitos
analistas dizem que 90% do retorno de um investimento é dado pela alocação adequ
ada dos recursos. Isso significa que as aplicações escolhidas pelo investidor de
vem ser compatíveis com diversos parâmetros determinados por ele, como tempo de
duração do investimento, a necessidade de saques ocasionais durante este período
, a capacidade do investidor de suportar períodos de alta volatilidade, entre ou
tros. Resumindo, para poder alcançar uma alocação adequada de recursos, o invest
idor deve ter objetivos muito bem estudados e claramente definidos. Evitar um el
evado número de transações: no entusiasmo dos negócios, muitos investidores exag
eram na quantidade de transações e, com isso, acabam desperdiçando seu tempo e p
arte expressiva de seus recursos no pagamento de taxas e impostos. Além disso, a
umentasse a possibilidade de cometer erros de avaliação. O pior é que, em geral,
esse excesso de movimentações não traz ganhos expressivos em termos de retorno.
Fugir de taxas exageradas: antes de aplicar o dinheiro, deve-se sempre prestar
muita atenção no custo das operações que serão realizadas. Promessas de retornos
elevados podem esconder custos operacionais exagerados. Portanto, muita atenção
com as taxas que são cobradas em cada etapa do processo de investimento. Tomar
cuidado com a diversificação excessiva: alternativas simples de investimento pod
em oferecer retornos tão bons quanto muitas alternativas sofisticadas. Embora a
diversificação de investimentos seja uma estratégia recomendável, deve-se ter cu
idado para não exagerar na dose e cair numa situação na qual torna-se extremamen
te difícil monitorar adequadamente sua carteira de investimentos. Ter opinião pr
ópria: embora seja muito importante ouvir a avaliação de vários especialistas, é
sempre mais importante possuir uma opinião própria sobre as tendências do merca
do. Caso contrário, você ficará como um cego que tem que confiar no seu guia par
a não errar o caminho. Enquanto o guia estiver certo, tudo bem. Por outro lado,
quando o guia começar a falhar, você fica sem rumo. Neste ponto, vale lembrar um
a máxima do mercado: quando todos estão seguindo um determinado caminho, tente d
escobrir se não existe um melhor. No entanto, essa descoberta é possível somente
quando se tem consciência do que se está fazendo. Muitos fundos de investimento
cobram dos investidores uma taxa de performance, que é a remuneração do adminis
trador do fundo pelo seu desempenho. Este desempenho é avaliado de acordo com al
gum parâmetro predeterminado no estatuto do fundo. Por exemplo, se um fundo de a
ções tem como meta superar o desempenho do Ibovespa, a taxa de performance será
cobrada sempre que o retorno do fundo em determinado período for maior que o do
Ibovespa. Se o fundo não conseguir superar o retorno do Ibovespa, não será cobra
da taxa de performance. Portanto, ao escolher um fundo de investimento, deve-se
prestar muita atenção nessa taxa. Alguns investidores preocupamse em analisar ap
enas o desempenho passado do fundo (o que também deve ser feito) e se esquecem d
e verificar se existe uma taxa de performance e de quanto ela é. Afinal,
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retornos esperados elevados podem ser ofuscados por altas taxas de performance,
o que, normalmente, o investidor só percebe quando é tarde demais. O ato de inve
stir recursos vem se tornando uma tarefa que exige cada vez mais atenção por par
te dos investidores. Como alternativas de investimentos tem-se à disposição do i
nvestidor uma cesta de ativos composta por instrumentos de Renda Fixa como opera
ções estruturadas de financiamento a termo na BOVESPA, debêntures, certificados
de depósitos bancários (CDB) emitidos por empresas e bancos estrangeiros de prim
eira linha, que apresentam as melhores rentabilidades e garantias, proporcionand
o sempre nas reaplicações e movimentações financeiras a isenção da CPMF e oferec
endo liquidez diária. Atualmente, há mais de R$ 200 bilhões aplicados nas divers
as modalidades de fundos oferecidos pelas instituições administradoras de recurs
os. Escolher qual fundo investir não é tarefa simples, nem mesmo para grandes in
vestidores. As alternativas são inúmeras e as informações nem sempre estão facil
mente disponíveis.
APLICAÇÕES FINANCEIRAS COM RENDA FIXAS
São as seguintes as aplicações financeiras com a renda fixa que temos no mercado
: •Renda pré - fixada: CDB, RDB, LC, BBC, LTN •Renda pós - fixada: CDB, RDB, LC,
Caderneta de Poupança, NTN, Debêntures, •Operações com Fundo de Investimento de
Renda Fixa, FAF
ENGENHARIA ECONÔMICA
Engenharia econômica é o conjunto de princípios e técnicas necessárias para se t
omar decisões sobre aquisições e disponibilidades de bens de capital pelas empre
sas. De uma forma geral, podemos dizer que a engenharia econômica consiste na te
oria, baseada na matemática financeira, que trata da análise técnico-financeira
e decisão entre alternativas de investimentos. Um estudo técnico-econômico/finan
ceiro completo, envolve normalmente os seguintes passos : 11) Objetivo : um prob
lema a resolver ou uma decisão a tomar ou uma função a executar. 12) Linhas de a
ção : As diversas soluções alternativas tecnicamente possíveis. 13) Estratégia :
Avaliação de cada alternativa de investimento, determinando vantagens e desvant
agens. Análise das diferenças, eliminando os fatores comuns. 14) Decisão : Compa
ração e escolha da melhor alternativa de investimento. OBS : naturalmente, só ex
istirá uma decisão se existirem alternativas (linhas) de ação a tomar; é necessá
rio que elas sejam tecnicamente viáveis para que o problema seja solucionado efe
tivamente e não só teoricamente. Normalmente os métodos existentes de avaliação
de alternativas de investimentos analisam e visam uma decisão de optar pela alte
rnativa que apresente o menor custo para atingir a um mesmo objetivo, o maior lu
cro decorrente de uma aplicação definida ou mesmo a maior taxa de rentabilidade
dos capitais empregados, sempre visando soluções de longo prazo.
CRITÉRIOS DE DECISÃO:
O que caracteriza uma decisão é a existência de mais de uma alternativa de inves
timento. No limite deste raciocínio, poderemos inclusive adotar como alternativa
o "não fazer nada" em oposição a apenas uma alternativa a investir. Não é simpl
es a avaliação das vantagens e desvantagens de cada alternativa de investimento,
uma vez que devemos enfocar somente eventos futuros, eliminando fatores constan
tes e tendo como denominador comum o dinheiro, com isto, iremos elaborar, para c
ada alternativa, um fluxo caixa.
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Caso estejamos estudando alternativas de custo, iremos optar pela alternativa ma
is econômica (de menor custo) e, caso estejamos analisando alternativas que irão
gerar recursos, iremos optar pela alternativa mais lucrativa (de maior lucro).
Todos os métodos e critérios de avaliação de alternativas de investimento baseia
m-se no princípio da equivalência. A comparação das alternativas só poderá ser r
ealizada quando o investidor estabelecer uma medida de equivalência. Esta medida
e comumente chamada de Taxa mínima de Atratividade, Taxa mínima Atrativa de Ret
orno de um Investimento, ou, Taxa Interna de Retorno (IRR-Internal Rate of Retur
n).
VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO:
O conceito de equivalência está ligado, intimamente, à capacidade do dinheiro ge
rar lucros (juros). Não se pode comparar valores absolutos de dinheiro em épocas
ou datas diferentes. Esta comparação dependerá da taxa de juros que se atribuir
ao dinheiro. Sempre iremos supor que o dinheiro poderá ser investido em alguma
atividade produtiva que nos irá fornecer uma certa quantia de juros que serão a
remuneração do investimento. A taxa de rendimento mínima que esperamos de nosso
investimento é calculada em função da situação prevista para o mercado financeir
o e do risco que atribuímos ao investimento. A taxa mínima atrativa de retorno d
e um investimento é portanto, totalmente subjetiva, podendo variar de pessoa par
a pessoa, de empresa para empresa, de ramo de negócio para ramo de negócio, etc.
. Não se tem, geralmente, um conhecimento preciso sobre todas as oportunidades d
e investimento que se está perdendo. Baseado na sensibilidade, o investidor irá
determinar uma taxa mínima que uma nova proposta de investimento deverá atingir
para ser atrativa : é a taxa mínima de atratividade. Recomenda-se utilizar em um
estudo econômico, as estimativas sempre em moeda corrente, incluindo-se, portan
to, a inflação, ou seja, a expectativa de inflação pode ser incorporada à taxa m
ínima de atratividade, sem qualquer problema. Todavia, se as estimativas forem f
eitas em moeda constante, eliminado-se o efeito da inflação, a taxa mínima de at
ratividade não estará incluindo a taxa de inflação. Também, pode-se não consider
ar a despesa oriunda do imposto de renda, que é uma percentagem do lucro líquido
, e que faz com que ocorram duas taxas mínimas de atratividade : uma antes do im
posto de renda e outra depois do imposto de renda.
FLUXO DE CAIXA (CASH-FLOW):
O fluxo de caixa indicará os recebimentos e pagamentos futuros decorrentes de um
investimento realizado hoje; ele é portanto, um modelo da alternativa de invest
imento em estudo. Em um fluxo de caixa as datas que aparecem são sempre futuras,
partindo de um momento atual (hoje). Por outro lado, lembramos que na análise e
conômica-financeira, não interessará saber de que maneira as receitas e despesas
estarão sendo contabilizadas e sim em quais datas elas estarão efetivamente oco
rrendo. O estudo econômico deve cobrir um intervalo de tempo compatível com a du
ração da proposta de investimento considerada, frequentemente denominada de VIDA
ÚTIL, VIDA ECONÔMICA OU VIDA DO PROJETO.
TAXA INTERNA DE RETORNO
Em muitas situações práticas (investimentos e empréstimos por exemplo), é necess
ário o cômputo da taxa de juro que ao ser usada para obtenção do valor presente
de um fluxo de recebimentos ou de pagamentos, torna esse valor igual a zero. A t
axa de juro que apresenta essa propriedade com relação a um dado fluxo de recebi
mentos e pagamentos é chamada taxa interna de retorno desse fluxo.
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A importância da diversificação
Freqüentemente nos deparamos com perguntas do tipo: Qual a melhor alternativa de
investimento no momento? Qual é o investimento mais rentável? Estas perguntas s
ão tão sem sentido quanto entrar em uma farmácia e solicitar o melhor remédio pa
ra curar uma gripe, por exemplo. A tabela abaixo apresenta uma relação de alguns
aspectos que devem ser observados em relação a um medicamento e um determinado
investimento. Um bom investimento é aquele que a pessoa escolhe, após uma anális
e cuidadosa das informações disponíveis, como apropriado às suas preferências em
termos de risco e taxa de retorno (rentabilidade), bem como adequando o investi
mento ao perfil de consumo, patrimônio e fluxo de caixa, do indivíduo ou da famí
lia. Baseado nesta premissa, o investidor deve alocar seus recursos de acordo co
m suas necessidades. Em contrapartida, se o investidor busca maiores retornos pr
ecisa assumir maiores riscos. Portanto, o investimento mais adequado é aquele qu
e atende aos seus objetivos financeiros ao longo do tempo e com a melhor relação
entre risco e retorno. Podemos entender que a parcela de recursos disponível pa
ra um prazo maior pode ser direcionada para alternativas de investimento com mai
or risco e conseqüentemente com expectativas de maiores retornos. E recursos dis
poníveis para um prazo mais curto devem ser destinados para investimentos com me
nor risco e maior liquidez e conseqüentemente menores rentabilidades. Com as ele
vadas taxas de juros vigentes no Brasil, fica difícil justificar a diversificaçã
o em ativos com maiores riscos em troca de expectativas de maior retorno. O merc
ado de ações, naturalmente uma alternativa de investimento de longo prazo, vem a
presentando riscos mais elevados dos que os tradicionais fundos de renda fixa, p
orém, sem oferecer rentabilidades compensadoras. Nos últimos sete anos (junho de
1995-2002), o índice da Bolsa de Valores de São Paulo registrou uma rentabilida
de acumulada de 167,1%, enquanto que o Certificado de Depósito Interbancário (CD
I), o referencial mais utilizado para investimentos em renda fixa, 160,0%. Porém
, o risco proporcionado pela Bovespa foi 15 (quinze) vezes ao de um investimento
de renda fixa. Então, podemos concluir, que para este período analisado o retor
no em ações não compensou o risco proporcionado. Em contrapartida, a poupança no
mesmo período apresentou uma rentabilidade de 95,3% (líquida de IR). Neste caso
, o ganho proporcionado pelo mercado de ações foi de aproximadamente 40% sobre a
poupança. O maior problema para conscientizar as pessoas da necessidade de dive
rsificação em ativos de maior risco está representado no gráfico abaixo. Este gr
áfico mostra a rentabilidade mensal do Ibovespa, CDI, Dólar e Poupança no períod
o de junho de 1995 a 2002. A volatilidade (= risco) apresentada pelo Ibovespa as
susta, principalmente, o investidor menos experiente. Historicamente, observamos
que investidores optam em diversificar na Bolsa em momentos de alta, porém sem
entender a dinâmica deste mercado. A conseqüência imediata é o resgate (ou liqui
dação) da posição no primeiro retorno negativo apresentado. Outro bom exemplo se
ria a demanda existente atualmente pelo dólar devido, principalmente, a escalada
desenfreada e desequilibrada do seu valor em relação ao real nos últimos dois m
eses. Comprar dólares ou investir em papéis atrelados ao dólar é uma alternativa
para as pessoas que estejam poupando para realizar um gasto futuro em dólar (vi
agem, estudo dos filhos no exterior, compra de imóveis no exterior, etc) ou que
tenham dívidas atreladas em dólar. A diversificação dos investimentos tem por ob
jetivo a redução do risco e a adequação às reais necessidades e/ou objetivos do
investidor no curto, médio e longo prazos Vamos
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utilizar um exemplo para apresentar a importância da diversificação mesmo em mom
entos de elevada incerteza e volatilidade no mercado. Uma pessoa concentra todo
o seu dinheiro em poupança. Em junho de 1995 havia definido como meta de longo p
razo (junho de 2002) fazer uma viagem para os Estados Unidos de um mês com sua f
amília. O correto seria definir o valor em dólares que gostaria de acumular nest
e período e programar investimentos periódicos equivalentes em dólar em alguma a
lternativa de investimento atrelada ao dólar. Porém, como esta pessoa é muito co
nservadora resolveu concentrar seus investimentos em poupança. Decorridos três a
nos fez uma comparação entre a poupança e o dólar e chegou a conclusão de que su
a escolha foi correta. Porém, em janeiro de 1999 veio a surpresa, o dólar se val
orizou em relação ao Real. Em junho de 2002, o dólar havia acumulado uma valoriz
ação próxima a 120% enquanto a poupança estava com 100%. A escolha mais conserva
dora seria poupar em dólar para gastos em dólar, independente das expectativas d
e valorização do dólar ou se este está caro ou barato. A conclusão é que a diver
sificação dos seus investimentos é muito importante e necessária, porém não desc
arta uma boa análise e um entendimento das principais alternativas existentes.
QUESTIONÁRIO
Pertinência: 01. O QUE É UM FUNDO DE INVESTIMENTO? É uma forma de investimento q
ue reune vários aplicadores, formando uma espécie de condomínio, no qual as rece
itas e as despesas são divididas. O patrimônio é gerido por especialistas - os a
dministradores - e aplicado em títulos diversos ou em outros fundos, buscando ma
ximizar os retornos e diminuir os riscos dos investimentos. O dinheiro depositad
o nos fundos é convertido em cotas. Os cotistas - pessoas que integram o fundo -
são proprietários de partes da carteira, proporcionais ao capital investido. A
cota é atualizada diariamente e o cálculo do saldo é feito multiplicando o númer
o de cotas adquiridas pelo valor da cota daquele dia. O dinheiro aplicado nos fu
ndos é utilizado para a compra de títulos diversos como por exemplo ações, títul
os públicos, CDBs, etc. conforme a política de cada fundo. 02. POR QUE INVESTIR
EM FUNDOS? Uma das principais razões de se investir em fundos é a comodidade par
a o investidor, que prefere deixar sob os cuidados de especialistas a gestão de
seus recursos. As equipes de gestores acompanham e analisam o mercado diariament
e em busca de boas oportunidades de investimento, o que muitas vezes o investido
r não tem tempo nem condições de fazer. Em virtude do volume de dinheiro que cap
ta, o fundo consegue taxas mais vantajosas em várias operações do que um pequeno
e médio investidor individualmente conseguiria. Os fundos são investimentos com
alta liquidez, o que permite na grande maioria dos casos saques a qualquer mome
nto sem qualquer tipo de carência. 03. OS FATORES QUE DETERMINAM A RENT ABILIDAD
E ? A rentabilidade de cada fundo é determinada pela estratégia de investimento
adotada pelo administrador que deve respeitar as características definidas no se
u estatuto. Existem
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fundos conservadores e fundos mais agressivos com graus de risco definidos de ac
ordo com seu objetivo. Se um fundo conseguir rentabilidade de 3% em um mês, todo
s os cotistas terão a mesma valorização, independentemente do valor aplicado. As
taxas e impostos têm grande importância na rentabilidade do fundo, portanto, va
le a pena ficar atento às taxas cobradas, que variam de acordo com o fundo e com
a instituição. 04. QUEM ADMINIST RA OS FUNDOS? Os administradores de fundos são
as instituições financeiras responsáveis legais perante os órgãos normativos e
reguladores (Comissão de Valores Mobiliários - CVM e Banco Central) além de dete
rminar a política e o regulamento de cada fundo. Existe também a figura do gesto
r de fundos que é responsável pela escolha dos papéis, avaliação dos cenários e
montagem das carteiras. No Brasil, existem administradores que realizam a gestão
de seus fundos e que também terceirizam esta gestão para asset managers indepen
dentes. Profissionais especializados acompanham o mercado e procuram definir os
melhores momentos de compra e venda e quais ativos comporão a carteira do fundo.
Cada fundo de investimento constitui-se como uma pessoa jurídica própria, não s
e confundindo com a instituição gestora. O que significa que o dinheiro aplicado
num fundo está resguardado de qualquer eventual problema financeiro que a admin
istradora ou a gestora venha a ter. 05. AS TAXAS COBRADAS? Taxa de administração
. A taxa de administração é a porcentagem cobrada sobre o valor total da aplicaç
ão de cada cotista do fundo independentemente do resultado do mesmo. Será recolh
ida diariamente uma parcela pelo administrador, que varia de fundo para fundo. É
a remuneração da instituição administradora pelo serviço de gestão e custódia d
os recursos. O regulamento do fundo deve prever quanto será o percentual cobrado
relativo à taxa de administração. Taxa de Performance Muitos fundos cobram uma
taxa extra, além da taxa de administração, sobre o que exceder o seu benchmark (
seu parâmetro de comparação). O benchmark muda de acordo com o tipo de fundo. Os
Fundos de renda fixa normalmente adotam o CDI ou o IGP-M como comparativo, os f
undos cambiais usam como benchmark o dólar e os fundos de renda variável costuma
m adotar o IBOVESPA. Sobre a rentabilidade obtida acima destes índices, é aplica
da uma taxa de performance, que pode variar de um fundo para outro. Por exemplo:
Um fundo de renda fixa que possui como meta o CDI, cobra uma taxa de 20% sobre
a rentabilidade que exceder o rendimento do CDI. Portanto, se o fundo render 30%
no ano, e o CDI render 20%, sobre a diferença, no caso 10% será cobrada a taxa
de performance. O que no caso, será 2% fazendo com que o rendimento do fundo de
30% passe para 28% no ano, descontada a taxa de performance. 06. APLICAÇÕES E RE
SGATES Cada fundo define o valor mínimo para a aplicação inicial e para os movim
entos adicionais. Os valores exigidos pelas administradoras de recursos de terce
iros variam conforme sua política de investimento, composição da carteira e públ
ico-alvo. Há fundos bem populares, que aceitam aplicações iniciais a partir de R
$ 100,00. Os prazos para movimentação dos fundos devem ser divulgados, uma vez q
ue diferem de acordo com o fundo e com a instituição. Para aplicação, o padrão é
considerar as cotas de D+0 ou D+1. Se for solicitada uma aplicação até o horári
o permitido do dia que varia das 9.00 às 16.00 horas, a cota que valerá será a d
aquele dia (D+0) ou a do dia útil seguinte (D+1). É importante notar que a data
do pedido de resgate (que costuma ser D+1) não necessariamente é igual à data em
que o dinheiro estará disponível na conta corrente (que pode ser D+0, D+1 ou D+
3). 07. ÓRGÃOS REGULADORES ?
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O órgão regulador a que o fundo vai se submeter varia conforme a composição e po
lítica de investimento da carteira. O Conselho Monetário Nacional (CMN), entidad
e superior do sistema financeiro, autoriza a criação e o funcionamento dos fundo
s e delega à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou ao Banco Central (Bacen) a
responsabilidade pelo controle e acompanhamento da gestão. O Banco Central (Bac
en) é o órgão executivo do sistema financeiro. A entidade é responsável pela reg
ulação e fiscalização dos fundos de investimento de renda fixa. A Comissão de Va
lores Mobiliários (CVM) é o órgão normativo do sistema financeiro voltado basica
mente para a fiscalização do mercado de ações e de debêntures. A CVM está para o
s fundos de renda variável assim como o Bacen está para os de renda fixa. As car
teiras reguladas e fiscalizadas pela CVM devem ter, no mínimo, 51% dos recursos
aplicados em ações de companhias abertas registradas na própria entidade. Além d
isso, podem ser constituídas sob a forma de condomínio aberto ou fechado, com pr
azo de duração determinado ou indeterminado. 08. AS CATEGORIAS DOS FUNDOS? Os fu
ndos de investimento podem ser classificados em duas grandes categorias: renda f
ixa e renda variável. Renda Fixa Os fundos de renda fixa devem aplicar no mínimo
51% de seu patrimônio em títulos de renda fixa que pagam juros pré ou pós-fixad
os. Estes fundos dividem-se em: os FIFs e os FACs. Os FIFs - Fundos de Investime
nto Financeiro-investem seu patrimônio diretamente em títulos diversos do mercad
o, como títulos públicos federais, CDBs e debêntures, entre outros. Todo o patri
mônio líquido dos FIFs pode ser alocado em títulos públicos federais. De acordo
com o Bacen, o investimento em ações e cotas de fundos de ações não pode ultrapa
ssar 49% do patrimônio líquido (PL). O percentual da carteira em títulos emitido
s por uma mesma pessoa jurídica, sociedades por ela controladas ou coligadas dev
e ser igual ou menor a 10% do patrimônio. Aplicações em papéis de uma única inst
ituição financeira ou coligada não podem representar mais do que 20% dos recurso
s. Já os FACs - Fundos de Aplicação em Cotas - aplicam seu patrimônio em cotas d
e diferentes tipos de FIFs, em proporções variáveis. Os FACs, portanto, são fund
os de fundos, o que significa que em vez de aplicar diretamente em ativos, prefe
rem aplicar em cotas de fundos diversos inclusive de outras instituições. Os tít
ulos de renda fixa mais comuns que compõem as carteiras dos fundos são o Certifi
cado de Depósito Bancário (CDB) e os títulos públicos, como LTN e NBC, entre out
ros. Os títulos com juros prefixados têm definido no momento do investimento o p
ercentual que será pago. Por exemplo: No caso de um CDB de 60 dias prefixado, o
investidor saberá no momento da aplicação, que será pago 3% de juros nesse perío
do. Os títulos com juros pós-fixados têm sua valorização atrelada a um indicador
como, por exemplo, o DI (depósito interbancário). Isso significa que o investid
or não sabe, no momento da aplicação, quanto serão os juros pagos ao final do pe
ríodo, pois eles irão depender da performance do indicador. 09. OS GRUPOS DE FUN
DOS DE RENDA FIXA ? Existem diversos tipos de fundos de renda fixa uns mais cons
ervadores com baixo nível de risco e outros mais arrojados. Os fundos de renda f
ixa mais arrojados mesclam em sua composição ativos de renda fixa e de renda var
iável ou operações com derivativos (mercado futuro). A Associação Nacional dos B
ancos de Investimento (ANBID) desenvolveu uma classificação para os fundos procu
rando identificar mais claramente as diferentes famílias de acordo o perfil de r
isco, potencial de retorno e metas do investimento. A idéia é separar os fundos
principalmente de acordo com seu grau de risco e obrigar as instituições adminis
tradoras a seguir mais de perto o objetivo de cada fundo, buscando evitar que o
investidor compre \"gato por lebre\". A classificação adotada pela ANBID dividiu
os fundos de renda fixa em 3 grandes grupos: •referenciados, •não referenciados
e
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•genéricos. 1. Fundos Referenciados: Fundos referenciados são aqueles que adotam
uma administração passiva, ou seja, o fundo busca replicar a performance de det
erminado indicador. Os fundos referenciados devem ser compostos por no mínimo 95
% de ativos de renda fixa que acompanham o desempenho de um único indicador esco
lhido pelo administrador, como o CDI ou o dólar. Pelo menos 80% da sua carteira
deve ser aplicada em títulos públicos federais ou ainda títulos de empresas priv
adas, que apresentem baixo risco de crédito. Estes fundos não podem possuir uma
posição que comprometa seu patrimônio em operações futuras, evitando possibilida
des de perdas. Fazem parte deste grupo: Fundos DI Estão totalmente atrelados à v
ariação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) no prazo de um dia. A ind
exação é feita por meio de derivativos financeiros, como swap de taxas. São fund
os que acompanham a taxa de juros, sendo indicados para cenários cuja expectativ
a é de alta da taxa de juros. Fundos Cambiais Buscam proteger a moeda nacional c
ontra eventuais desvalorizações. Aplicam em títulos de renda fixa corrigidos pel
o dólar, como NTN- C (Notas do Tesouro Nacional Cambiais) e export notes. Instru
mentos de derivativos como swap de dólar também são permitidos. Além de acompanh
ar a variação do dólar, o capital é rentabilizado com uma taxa de juros. É indic
ado para quem possui dívidas em dólar ou quem acredita na desvalorização da noss
a moeda. 2. Fundos Não Referenciados: São fundos considerados conservadores e/ou
moderados, e que não precisam seguir nenhum referencial ou indicador. Neste tip
o de fundo é possível diversificar a carteira em títulos prefixados e pós-fixado
s com diferentes indexadores. Estes fundos deverão ser compostos com no mínimo 8
0% de títulos públicos federais, ou títulos de empresas privadas que apresentem
baixo risco. Fazem parte desta categoria: » Fundos de Renda Fixa Tradicionais Ap
licam em ativos de renda fixa prefixados e pós-fixados. Tais carteiras não possu
em uma estratégia de investimento claramente definida, o que dificulta mensurar
os riscos envolvidos na aplicação. A rentabilidade varia de acordo com os humore
s do mercado e a estratégia usada pelo administrador. 3. Fundos Genéricos: São f
undos que podem apresentar risco moderado ou agressivo, uma vez que possuem tota
l liberdade na composição da carteira, podendo aplicar até 49% de seu patrimônio
em ações além de aceitar operações de derivativos. Em virtude do risco existent
e nestes fundos, informações como a política de investimentos, taxas, classifica
ção, etc, devem ser destacadas para que o investidor entenda exatamente em que t
ipo de fundo está aplicando. Fazem parte desta categoria: Fundos Derivativos Apl
icam em ativos de renda fixa pré ou pós-fixados e assume posições em derivativos
, incrementando a rentabilidade por meio de contratos no mercado de futuros, opç
ões e operações no mercado a termo. Em função das estratégias arrojadas, os valo
res das cotas podem sofrer fortes impactos, acarretando, inclusive, perda do pat
rimônio. Os fundos derivativos recebem a classificação "FIFs Livres". Fundos Mul
tiportfólio São aqueles que tem sua carteira diversificada entre títulos e opera
ções de renda fixa e aplicações em renda variável, podendo atuar também no merca
do de derivativos. Fundo de Investimento no Exterior - Fiex. Foi criado como alt
ernativa de investimento em moeda estrangeira. Deve investir no mínimo 80% da ca
rteira em títulos da dívida externa brasileira, também conhecidos como bradies e
até 20% em qualquer título de crédito negociado no mercado internacional, com o
limite de concentração máximo de 10% em títulos de um mesmo emitente. Os título
s são mantidos em custódia no exterior em nome do fundo e pode alternativamente,
ter no máximo, 10% do seu patrimônio, isolada ou cumulativamente, em conta de d
epósito no exterior ou no país, em nome do fundo e ainda realizar operações em m
ercado organizados de derivativos no exterior, exclusivamente para fins de hedge
. É um fundo aberto formado por cotas sem carência para resgate, caracterizado c
omo de renda fixa, embora com volatilidade de renda variável.
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10.OS GRUPOS DE FUNDOS DE RENDA VARIÁVEL ? Os fundos de renda variável devem ter
no mínimo 51% de sua carteira aplicada em títulos de renda variável como ações,
além de também poderem operar no mercado futuro. Estes fundos portanto, estão s
ujeitos a fortes oscilações em sua rentabilidade, possuem alto risco, possibilid
ade de altos retornos e também de eventuais perdas. São conhecidos popularmente
como Fundos de Ações e são chamados oficialmente de FITVM - Fundos de Investimen
to em Títulos e Valores Mobiliários. Os fundos de renda variável podem ser divid
idos em três grupos: fundos passivos, fundos ativos e setoriais. O FITVM pode ap
licar seu patrimônio em: - ações de emissão de companhias com registro na CVM; v
alores mobiliários cuja distribuição tenha sido objeto de registro na CVM; - cer
tificados ou recibos de depósitos de valores mobiliários, regulados pelo CMN ou
pela CVM; títulos públicos de emissão do Tesouro Nacional ou do BC; títulos de r
enda fixa de emissão de instituições financeiras; cotas de FIF, cotas de FAC e c
otas de FIEX; operações com derivativos, envolvendo contratos referenciados em t
ítulos e valores mobiliários, realizadas em pregão ou em sistema eletrônico que
atenda as mesmas condições dos sistemas competitivos administrados por bolsas;op
erações de empréstimos de ações, na forma regulada pela CVM e - operações compro
missadas de acordo com a regulamentação do CMN, limitadas a 5% do PL do fundo. O
s fundos passivos têm como objetivo seguir um indexador como o Ibovespa ou qualq
uer outro. Na prática, um fundo passivo de Ibovespa vai compor sua carteira com
base na carteira do Ibovespa e aguardar os resultados. Já os fundos ativos busca
m superar a rentabilidade de seu indexador. Para isto é necessário ter uma estra
tégia agressiva na composição da carteira, usando em alguns casos operações no m
ercado futuro. Os fundos setoriais por sua vez possuem como estratégia investir
em ações de determinado setor como telecomunicações, energia, bancos e tecnologi
a. 11- T RIBUTAÇÃO IR ? Imposto de renda 20% é a alíquota aplicada nos ganhos ob
tidos com fundos de renda fixa, já os ganhos com fundos de renda variável são tr
ibutados em 10%. Para a Receita Federal um fundo só pode ser tributado em 10% se
possuir no mínimo 67% de seu patrimônio aplicado em títulos de renda variável c
omo ações. IOF - Imposto sobre operações financeiras Apenas os fundos de renda f
ixa estão sujeitos à cobrança de IOF. Saques realizados com prazos inferiores a
30 dias terão incidência do IOF sobre os rendimentos auferidos. 12- ANÁLISE DE D
ESEMPENHO Transparência É obrigação dos administradores de recursos fornecerem t
odo o tipo de informação relevante para o cotista sobre a política de investimen
to do fundos, os riscos envolvidos e os principais direitos e responsabilidades
dos investidores e dos gestores. O prospecto e o regulamento do Fundo são os ins
trumentos básicos de informação no momento inicial do investimento. Porém, duran
te o período de permanência do investidor no fundo ele deve ser informado sobre
todas as mudanças importantes, seja na equipe de gestores ou no estatuto do fund
o. A utilização do correio eletrônico (e-mail) como meio de comunicação entre o
administrador de fundos e os cotistas é uma das principais inovações nas regras
dos fundos. Benchmark é um indicador que dá a referência de performance que cada
fundo busca acompanhar. Os fundos de Renda Fixa costumam ter como ponto de refe
rência o CDI ( Certificado de Depósito Interbancário ). A meta é sempre obter re
sultados iguais ou superiores à taxa do CDI, como mostra o exemplo a seguir: O F
undo XYZ obteve em 1998 rentabilidade igual a 36,16%, enquanto o CDI rendeu 28,6
1% . Portanto se o objetivo do fundo era render 110% do CDI, ele superou seus ob
jetivos e rendeu na verdade 126% em relação a taxa do CDI. Já em 1999, por exemp
lo o Fundo XYZ rendeu apenas 22,56% enquanto o CDI teve retorno de 25,26% . O Fu
ndo não atingiu seu objetivo pois rendeu na verdade apenas 89% comparada à taxa
do CDI. Já os fundos de
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Renda Variável possuem como principal benchmark o Índice Bovespa. Os fundos de a
ções buscam alcançar rentabilidade anual igual ou maior que o IBOVESPA, dependen
do do perfil e composição do fundo. Volatilidade A volatilidade vem a ser a disp
ersão positiva ou negativa em relação à média das rentabilidades diárias. Mais e
specificamente seria a média dos desvios padrões . Um investimento com alta vola
tilidade deve ser considerado como de maior risco. Já os investimentos com baixa
volatilidade possuem uma performance mais estável e, portanto, com um comportam
ento mais previsível, sua performance não surpreende o investidor. Risco e retor
no Retorno e risco são duas variáveis que andam juntas no mundo dos investimento
s. Quanto maior a possibilidade de retorno maiores os riscos envolvidos. Por exe
mplo, fundos que investem mais do que seu patrimônio no mercado futuro e que pod
em ter alta rentabilidade em certos períodos, trazem consigo um alto risco e a p
ossibilidade de rendimentos negativos durante algum período. Já os fundos mais c
onservadores procuram garantir mais segurança aos seus investidores e portanto r
entabilidades menores. Análise de Risco Antes de investir em um fundo é importan
te avaliar! §os riscos envolvidos na aplicação. Conhecer o tipo de investimento,
a volatilidade das cotas e os índices de risco do fundo é fundamental para a es
colha consciente do investidor. Outros aspectos que devem ser analisados pelo in
vestidor são: a instituição que faz a gestão e a administração do fundo, o agent
e custodiante (instituição que faz a custódia dos títulos do fundo) bem como a e
mpresa que faz auditoria dos fundos. Alavancagem Um conceito importante a ser ex
plorado é o de Alavancagem. A alavancagem ocorre quando o gestor assume obrigaçõ
es maiores do que o patrimônio do fundo caso as operações previstas dêem errado.
O regulamento de cada fundo preceitua quanto é o limite de alavancagem de cada
fundo. Por isso, é importante sempre ler no regulamento quanto é este limite par
a se conhecer o campo de atuação do gestor. Há gestores que alavancam mais de tr
ês vezes o patrimônio do fundo. Para os fundos de renda variável há um limite es
tabelecido pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de 100% de alavancagem sob
re o patrimônio. Risco de Crédito É a avaliação da capacidade do emissor de cada
papel em honrar a obrigação assumida no título. Por exemplo, se um CDB compuser
a carteira do fundo, é fato relevante saber se o Banco emissor está pagando sua
s contas, adimplento no mercado, em suma a saúde financeira da instituição. Índi
ce de Sharpe O índice de Sharpe, criado por William Sharpe, é um indicador que p
ermite avaliar a relação entre o retorno e o risco dos fundos. Ele deve ser usad
o para comparar fundos de uma mesma categoria. O índice de Sharpe é definido pel
a seguinte equação: (Retorno Fundo - Retorno Livre de Risco) IS = --------------
-------------------------------Desvio Padrão do Retorno do Fundo. O Retorno do F
undo menos o Retorno Livre de risco é definido como prêmio que o investidor tem
pelo risco que se dispôs a assumir. Quanto maior este prêmio, maior o Sharpe, qu
anto menor o desvio padrão, será maior o Sharpe. Histórico do Fundo e do Gestor
Embora rentabilidade passada não seja garantia de rentabilidade futura, a evoluç
ão do valor das cotas do fundo é um bom parâmetro para se tomar como base na esc
olha de um fundo de investimento. Porém, é importante saber se a política de ges
tão praticada, o gestor e o procedimentos de análises atuais são os mesmos que g
arantiram aquela rentabilidade passada. 13- OUT ROS FUNDOS 1. Fundo Capital Gara
ntido tem como meta proteger o capital principal investido. Investe uma pequena
parcela do patrimônio em renda variável, buscando uma rentabilidade maior do que
a dos demais fundos de renda fixa, porém, sem colocar em risco o valor principa
l. Se o mercado de renda variável alcançar bom desempenho este fundo renderá mai
s do que os fundos que só investem em renda fixa. Caso o mercado de renda variáv
el não
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apresente bons resultados, o investidor não perde seu capital como aconteceria s
e ele tivesse aplicado num fundo de ações, ele terá garantido o capital inicial
investido. Por exemplo: Um fundo investe 98% de seu patrimônio em títulos de ren
da fixa prefixado, com este rendimento ele garante uma rentabilidade que cobrirá
os 2% restante do patrimônio do fundo. Os outros 2% o administrador investe em
títulos de renda variável ou no mercado futuro, buscando maior rentabilidade. Ca
so, haja perda total nos investimentos de renda variável ele tem garantido os 10
0% do patrimônio do fundo. Na pior das hipóteses este fundo não perde. 2. Fundos
Off Shore: São carteiras que aplicam recursos disponíveis no exterior em ativos
brasileiros e que têm a sua sede formalmente localizada no exterior. 3. Fundos
Private Equity: São fundos fechados que compram participações minoritárias em em
presas privadas. Esses fundos não podem investir em empresas de capital fechado.
Por esta razão esta razão as empresas interessadas em receber esses investiment
os devem abrir o capital ou fazer a chamada abertura técnica\" (registro na CVM
e emissão de ações que são compradas pelo fundos). Os objetivos dos fundos priva
te equity são capitalizar a empresa, definir uma estratégia de crescimento, valo
rizar as ações e vender com lucro esta participação. O horizonte da aplicação va
ria de três a oito anos. Fontes de consulta: Mercado Financeiro, Produtos e Serv
iços - Eduardo Fortuna Banco Central do Brasil Comissão de Valores Mobiliários.
TAXAS DE RETORNO
A taxa de retorno de um investimento é a taxa de juros que anula a diferença ent
re os valores atuais das receitas e das despesas de seu fluxo de caixa. Numa aná
lise de investimentos, a escolha recai na alternativa de maior taxa de retorno.
Uma alternativa de investimento é considerada vantajosa quando a taxa de retorno
é maior que a taxa mínima de atratividade. Dentre todos os indicadores mais uti
lizados a TIR é aquele que, ao primeiro exame, aparenta apresentar as menores li
mitações. Isso se deve, possivelmente, a independência de informações exógenas a
o projeto para a sua obtenção.
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Em particular, não depende da definição "a priori" de um custo de oportunidade d
o capital para sua elaboração, como ocorre nos casos dos outros indicadores cons
iderados. Todavia, essa vantagem é apenas aparente, pois a TIR somente será um i
ndicador consistente, em uma situação em que um investidor que dispuser de um ca
pital para aplicação de valor K, tendo como alternativas de investimento projeto
s mutuamente exclusivos, não puder aplicar o valor residual de seu capital inici
al após o investimento no projeto escolhido, o que é uma situação bem pouco real
ista. Em alguns casos, os resultados da aplicação do critério TIR são absolutame
nte incoerentes, como ocorre no projeto I, que apresenta o seguinte fluxo de cai
xa líquido, definido para os períodos 0 e 1: Fo = 100 e F1 = -90 A TIR desse pro
jeto que é -10%, tornaria, à primeira vista, inviável sua seleção quando compara
do a qualquer projeto com TIR positiva. Entretanto, basta uma rápida inspeção no
fluxo de caixa para se perceber que o projeto é altamente viável (corresponde a
uma situação na qual toma-se 100 unidades monetárias no período 0 para pagament
o de apenas 90 unidades monetárias no período 1). A análise dos projetos E e F a
presentados previamente permite constatar outras limitações da TIR quando compar
ado ao VA por exemplo. Pelo critério da TIR o projeto E (TIR = 20,00%) seria pre
ferido ao projeto F (TIR = 15,76%) ; contudo, se o custo de oportunidade conside
rado for de 10,0 %, o critério do VA apresentaria o projeto F como preferido ao
projeto E. Uma justificativa para a escolha do projeto F resulta da análise do f
luxo de caixa dos projetos. O investimento nos dois projetos é idêntico e igual
a 100 unidades monetárias.O projeto E apresenta seu benefício de 120 unidades mo
netárias no período 1 e o projeto F apresenta seu beneficio de 134 unidades mone
tárias no período 2. É fácil verificar que à taxa de 10%(custo de oportunidade d
o capital considerado)o valor do benefício recebido no projeto E de 120 unidades
monetárias,no período 1, representaria um valor de 132 unidades no período 2, v
alor inferior ao obtido pelo projeto F no período 2. Uma outra dificuldade na ut
ilização da TIR como indicador está associada à possibilidade de ocorrência de m
últiplas TIR para um mesmo fluxo de caixa. Ou seja, para alguns fluxos de caixa
existirá mais de uma TIR que atenda à definição desse indicador. O descarte de p
rojetos através da TIR pode ser realizado comparando-se seu valor com o do custo
de oportunidade do capital. Caso o valor da TIR (positivo) de um projeto seja i
nferior ao valor do custo de oportunidade do capital, então esse projeto será de
scartado.
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