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Definição de AFTA

Afta (ou estomatite aftosa) é uma ferida na mucosa bucal, é uma ferida considerada
limpa, pois não é provocada por microorganismo algum, como bactéria ou fungo.
Caracterizam-se como áreas de erosão (com rompimento do tecido epitelial e exposição
do tecido conjuntivo) em qualquer local da cavidade bucal. Geralmente ocasiona reação
inflamatória de intensidade leve ou moderada associada à dor, por expôr o tecido
conjuntivo (e suas terminações nervosas) em contato direto com o meio bucal.

Pouco se conhece sobre a etiopatogenia das aftas. Dados científicos sobre o assunto
sugerem que a aftose provavelmente seja uma manifestação comum a diversas doenças,
causada por mecanismos distintos, geralmente de natureza imunológica. Geralmente a
lesão regride de 1 a 2 semanas (mas pode persistir por um período incerto).

Segundo a crença popular, alimentos e frutas ácidas como o abacaxi e o limão, assim
como temperos picantes, podem funcionar como possíveis indutores da formação de
aftas, preferencialmente em quem já apresenta tendência para o problema. Mas os
principais desencadeadores das lesões são o stress e trauma local. Outros fatores
também podem causar ou contribuir como: doenças sistêmicas, imunopatias,
deficiências nutricionais, alergias, doenças auto-imunes e reações a determinados tipos
de medicamentos.

O que é Tártaro?
Tártaro, às vezes também chamado de cálculo, é a placa bacteriana ou biofilme dental que endurece na
superfície dos dentes. O tártaro também pode se formar sob a gengiva e irritar os tecidos gengivais.
Além disso, o tártaro dá à placa bacteriana um espaço maior e propício para o seu crescimento, o que
pode levar a problemas mais sérios como as cáries e gengivite.

O tártaro não só prejudica a saúde dos seus dentes e gengivas, mas também é um
problema estético. Substância porosa, o tártaro absorve as manchas com mais facilidade.
Assim, para aquelas pessoas que fumam ou tomam chá ou café, é ainda mais importante
que evitem a formação do tártaro.

O que é gengivite?
O termo gengivite refere-se à inflamação de gengiva marginal e é de caráter reversível,
enquanto que por doença periodontal destrutiva ou periodontite é referida a inflamação
dos tecidos de suporte de dente, detectada pela presença de sangramento à sondagem e
perda de inserção - osso, cemento e ligamento periodontal -, resultando disso a
formação de bolsa periodontal[2]

A gengivite - a mais comum das doenças periodontais -, pode ocorrer em qualquer


indivíduo se houver acúmulo suficiente de placa bacteriana dental na margem e/ou nível
dentogengival. É considerada uma doença infecto-inflamatória, caracterizando-se por
vermelhidão da gengiva marginal, edema, e sangramento à sondagem. A inflamação na
margem gengival é devida a uma resposta ao acúmulo gradual de biomassa supra
gengiva. Os microrganismos mais comuns associados são da espécie estreptococos,
Actinonicetes e espiroquetas.

Cárie dentária
A cárie dental pode ser definida como uma destruição localizada dos tecidos dentais
causada pela ação das bactérias. A desmineralização dos tecidos dentais (esmalte,
dentina ou cemento) é causada por ácidos, especialmente o ácido lático, produzido pela
fermentação bacteriana dos carboidratos da dieta, geralmente a sacarose. A baixa do pH
ocasiona dissolução do esmalte e transporte do cálcio e fosfato para o meio ambiente
bucal[1]

O que é fluorose? Por que ocorre?

A fluorose é uma alteração que ocorre devido ao excesso de ingestão de flúor durante a
formação dos dentes. Ela se manifesta principalmente pela alteração de cor do esmalte,
que pode assumir uma tonalidade esbranquiçada ou exibir pequenas manchas ou linhas
brancas. Nos casos mais graves, adquire uma coloração acastanhada ou marrom,
podendo haver perda de estrutura dental; nesses casos, torna-se mais friável, mais fácil
de desgastar fisiologicamente. Muitos trabalhos apontam como causa da fluorose a
utilização de gotas e comprimidos contendo flúor, inclusive muitos complexos
vitamínicos recomendados pelos pediatras. Atualmente, a maior causa de fluorose é a
ingestão de produtos fluoretados em locais onde já existe água fluoretada, sendo que o
mais comum é o dentifrício fluoretado, que muitas crianças engolem durante a
escovação. O enxaguatório contendo flúor também poderá contribuir, se for indicado
para crianças que ainda não tenham controle adequado da deglutição.