Como algumas drogas de planejamento familiar podem causar

ABORTOS NO SILÊNCIO
Julio Severo
“Josias tinha oito anos de idade quando se tornou rei de Judá. Ele governou
trinta e um anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Jedida e era filha de
Adaias, da cidade de Boscate. Josias fez o que agrada ao Senhor; ele seguiu o
exemplo do seu antepassado, o rei Davi, e não se desviou nem para um lado
nem para o outro.” (2 Reis 22:1-2)

Josias foi um rei notável. Ele era tão sensível ao Espírito de Deus que, em sua vida
pessoal, ele não queria deliberadamente se afastar de Deus.
Entretanto, Josias estava com um problema sério. Ele e os crentes de sua nação
estavam, sem saber, pecando contra Deus por ignorância. Eles estavam cometendo certos
tipos de pecado porque não tinham nenhum exemplar do Livro da Lei escrito por Moisés.
Tudo o que ele e os crentes de seu país sabiam sobre a Lei de Deus era o que os seus
antepassados lhes haviam ensinado. No entanto, com o passar do tempo várias partes da Lei
foram sendo negligenciadas e esquecidas porque os seus antepassados tinham deixado que
as práticas do mundo influenciassem as suas vidas.
Então quando fez 26 anos de idade, Josias passou pela maior experiência de sua vida.
Enquanto o Templo do Senhor estava sendo consertado, o Livro da Lei escrito por Moisés
foi achado! Quando os funcionários do governo abriram o Livro e o leram, eles ficaram
pasmados. Eles o leram para o rei Josias, e ele também ficou pasmado. Josias sentiu-se mal,
envergonhado e triste. Lendo o Livro ele descobriu que ele e o povo vinham pecando contra
Deus sem perceber o que estavam fazendo! Por anos o coração de Josias só queria agradar
ao Senhor. Mas, apesar de todo o amor que tinha por Deus, ele vinha pecando contra Deus
por não o conhecer melhor!
Será que a mesma coisa também poderia acontecer em nossos dias? Claro que sim.
Por exemplo, um crente que ama a Deus pode, ao mesmo tempo, entender mal algum
mandamento específico. Ele corre assim o risco de pecar contra Deus por ignorância. Há
também o caso em que ele pode amar a Deus e entender corretamente um mandamento
específico, mas não compreende bem os fatos envolvidos. O resultado é que a falta de
informações poderá levá-lo a pecar contra Deus por ignorância.
Um exemplo desse último tipo de situação seria uma cristã usando dispositivos e
substâncias químicas que, sem ela saber, colocam em risco a vida de um bebê bem no
começo de uma gravidez. É claro, nenhuma mulher evangélica teria a coragem de expor
deliberadamente um bebê recém-concebido a esse tipo de perigo, pois nós evangélicos
somos firmemente contra o aborto e o consideramos violação clara e deliberada do Quinto
Mandamento: NÃO MATARÁS.

1

Nenhuma mulher evangélica sincera pensaria em usar algo que pode abortar uma
criança inocente. Apesar disso, muitas esposas cristãs usam o Dispositivo Intra-Uterino
(DIU) sem saber que sua função é causar micro-abortos. Muitas cristãs também usam as
modernas pílulas “anticoncepcionais” sem saber de modo adequado como esse método
realmente controla a natalidade. Elas não sabem que, em parte, a função dessas pílulas é
abortar um ser humano bem no começo da gravidez! Sim, você está lendo direito — as
modernas pílulas “anticoncepcionais” têm como uma de suas funções causar “abortos no
silêncio” de seres humanos já concebidos.
Para compreendermos com clareza a seriedade dessa questão, vamos estudar como o
ser humano começa a existir.

QUANDO COMEÇA A VIDA HUMANA?

As feministas afirmam que ninguém sabe a resposta para essa pergunta. Seus motivos
são óbvios: elas reivindicam o direito legal ao aborto. Nos EUA, onde elas conseguiram o
que queriam, o aborto é legal e livre durante os 9 meses de gravidez de uma mulher.
Anualmente, mais de 1 milhão de bebês em gestação são mortos em hospitais e clínicas dos
EUA. Alguns chegam a ser deliberadamente mortos apenas poucas horas antes do parto!
Embora algumas feministas insistam em que não se sabe quando começa a vida, uma
pesquisa honesta dos fatos bíblicos e científicos revelará as respostas corretas para essa
questão.
Quando lemos a Bíblia, vemos que os bebês em gestação são sempre considerados
como seres humanos reais. Eles são tratados como seres humanos desde o momento da
concepção (fertilização), como bem podemos ver no Salmo 51:5: “Eis que em iniqüidade
fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.” É também fácil ver que a Bíblia
jamais considera os bebês no útero como “coisas” que se transformam em seres humanos
em alguma determinada fase de seu desenvolvimento. A Palavra de Deus declara que os
bebês em gestação têm personalidade, inteligência, emoções e valor aos olhos de Deus. A
Bíblia mostra que Deus em pessoa os observa e cuida deles em seu desenvolvimento na
barriga de suas mães:
“E Isaque orou muito ao Senhor em favor de sua esposa, pois ela não podia ter filhos. E o
Senhor ouviu a oração dele, e sua esposa Rebeca ficou grávida. Os bebês lutavam um com
o outro dentro dela, e ela disse: Por que está me acontecendo isso? E ela foi perguntar ao
Senhor. O Senhor lhe respondeu: No seu ventre há duas nações, e os dois povos que estão
dentro de você se separarão. Um será mais forte do que o outro, e o mais velho será
dominado pelo mais jovem.” (Gênesis 25:21-23)
“Se alguns homens que estiverem brigando ferirem uma mulher grávida, e ela der a luz
antes do tempo, porém não houver danos graves, aquele que feriu será obrigado a pagar o
que o marido dela exigir, de acordo com o que os juizes determinarem. Mas se houver
danos graves, o castigo será vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé
por pé, queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, machucado por
machucado.” (Êxodo 21:22-25)

2

“Tu criaste cada parte do meu corpo; tu me formaste na barriga da minha mãe. Eu te louvo
porque fui formado de um modo espantoso e todo maravilhoso. Tudo o que fazes é
maravilhoso, e eu sei disso muito bem. Tu viste quando os meus ossos estavam sendo
formados, quando eu estava sendo formado na barriga de minha mãe, crescendo ali em
segredo. Teus olhos me viram quando o meu corpo ainda não tinha forma, e os dias que
foram preparados para minha vida foram todos escritos no teu livro quando nenhum deles
existia.” (Salmo 139:13-16)
“Nações distantes, escutem o que eu, o servo de Deus, estou dizendo; prestem atenção,
todos os povos do mundo! O Senhor me chamou quando eu estava no útero. Eu ainda
estava dentro do corpo da minha mãe quando ele me chamou pelo nome.” (Isaias 49:1)
“0 Senhor me disse: Antes que eu formasse você no ventre eu o conheci, e antes que você
saísse de útero eu o escolhi para ser o meu profeta para as nações.” (Jeremias 1:4-5)
“0 nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, a sua mãe, ia se casar com José. Mas
antes do casamento ela ficou grávida pelo Espírito Santo.” (Mateus 1:18)
“E aconteceu que, quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o bebê saltou em seu ventre,
e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.” (Lucas 1:41)
“[Isabel disse para Maria:] Logo que ouvi você me cumprimentar, a criancinha saltou de
alegria dentro da minha barriga.” (Lucas 1:44)1

Os cientistas honestos também sabem que a vida humana começa na concepção
(fertilização). Num excelente livro intitulado A Posição da Ciência Moderna sobre o
Começo da Vida Humana, lemos a seguinte explicação:
Quando a sua vida começou? Só se pode conseguir uma resposta a essa pergunta voltando
no tempo. Antes de você se tornar adulto, você era um adolescente. Antes disso você era uma
criança e antes disso você era um bebê. Antes de ser bebê — isto é, antes de nascer — você
era um feto, e antes disso um embrião. Antes de ser embrião (mais ou menos no tempo de sua
implantação), você era um blastócito. Antes disso você era uma mórula, e antes disso um
zigoto ou óvulo fertilizado. Portanto, sua vida começou quando o núcleo do espermatozóide
do seu pai se uniu com o núcleo do óvulo de sua mãe, isto é, sua vida começou na
fertilização.2

Portanto, examinando a Bíblia e a ciência com honestidade, chega-se à conclusão
óbvia: a vida humana começa na concepção. A concepção, ou fertilização, ocorre quando o
espermatozóide se encontra com o óvulo nas trompas. Essa união acontece minutos depois
de uma relação sexual. Então o bebê recém-concebido nida (“viaja”) até à camada do útero
para se implantar. Como ele é muito pequeno, essa “viagem” leva aproximadamente seis
dias. Assim, a implantação ocorre quase uma semana após a concepção.3

1

A palavra grega usada aqui em Lucas 1:44 para descrever uma criancinha no útero é “brefos.” Essa mesma palavra é também usada em
Lucas 2:12 para se referir a um bebê recém-nascido e em 2 Timóteo 3:15 referindo-se a uma criança.
2
The Position of Modern Science on the Beginning of Human Life, copyright 1975, Scientists for Life, Inc.), pág. 15.
3

Complete Book of Baby & Child Care (The Focus on the Family Physicians Resource Council, U.S.A.:
Colorado Springs, EUA, 1997), p. 4.
3

Deus criou a vida humana (Gênesis 1:26-27) e essa vida humana recebeu de Deus a
capacidade de se multiplicar (Gênesis 1:28). Quando o espermatozóide vivo do pai se une
com o óvulo vivo da mãe, uma nova criatura humana começa a existir. Ainda que esse ser
humano seja muito pequeno (mais pequeno que o ponto final deste parágrafo), ele ou ela é
realmente um ser humano completamente diferente de todos as outras pessoas e possui um
código genético diferente do código de seus pais.
Deus declara claramente em Êxodo 20:13 que ninguém tem permissão de matar uma
vida inocente. Ele não aprova o assassinato de nenhum ser humano inocente, quer já tenha
nascido, quer ainda esteja se desenvolvendo na barriga da mãe. É errado permitir o
assassinato de um bebê 8 meses após a concepção. É também errado permitir o assassinato
de um bebê 1 minuto após a concepção.

DE QUE MANEIRA ALGUNS MÉTODOS DE CONTROLE DA NATALIDADE
COLOCAM EM RISCO A VIDA DE UM BEBÊ NO COMEÇO DE UMA GRAVIDEZ?

A resposta a essa pergunta encontra-se nas informações a seguir, traduzidas
integralmente do Glossary of Abortifacients. Esse documento foi originalmente publicado
pela organização evangélica Concerned Women for America4, presidida pela Dra. Beverly
LaHaye. Ela é autora, juntamente com seu marido Tim LaHaye, de O Ato Conjugal, um dos
livros mais vendidos da Editora Betânia.

GLOSSÁRIO

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POR QUE ESSES ABORTIVOS SÃO CONSIDERADOS MÉTODOS
CONTRACEPTIVOS?

Embora algumas dessas drogas permitam que a mulher à vezes ovule, porém na
grande maioria das vezes não permitem que um ser humano recém-concebido consiga se
implantar na mucosa do útero. Assim, a mulher não fica “grávida” durante esse tipo de
ovulação porque a implantação é impedida. Isso pode corretamente ser qualificado como
micro-aborto. Não há dúvida: essas drogas, de um modo ou de outro, têm como uma de
suas funções impedir a implantação.
O motivo pelo qual esses dispositivos e drogas são considerados “anticoncepcionais”
é porque anos atrás o Conselho Americano de Ginecologia e Obstetrícia mudou o
significado da palavra concepção, redefinido-a com um novo sentido: implantação.
Em 1963, o Ministério da Saúde, Educação e Bem-estar dos EUA (U.S. Department
of Health, Education and Welfare) definiu como aborto “todas as medidas que prejudicam
a viabilidade do zigoto [ser humano recém-concebido], em qualquer momento desde a
fertilização até a finalização do parto.” Até meados da década de 60, os cientistas em todo o
mundo reconheciam que a concepção ocorre no momento em que, em algum lugar nas
trompas, o espermatozóide fertiliza o óvulo. Mas os defensores do aborto já estavam se
preparando para efetuar certas mudanças nas palavras anticoncepcional e abortivo.37
Com o objetivo de tornar os abortivos aceitáveis para as mulheres e enganar as leis
contrárias ao aborto, os defensores do aborto perceberam a necessidade de obscurecer o
significado e a diferença entre anticoncepcional e abortivo. Eles só conseguiriam realizar
tal distorção mudando a definição de concepção, não mais a classificando como fertilização
(a união do espermatozóide com o óvulo), mas apenas como implantação. Com essa nova
definição de concepção, se um dispositivo ou droga — tal como o DIU ou a Depo-Provera
— impede a implantação, não há nenhuma necessidade de se preocupar com a questão do
aborto. De acordo com essa nova definição, só ocorre um aborto quando um dispositivo ou
droga mata uma criança que já conseguiu se implantar na parede do útero.
As constantes campanhas dos defensores do aborto para torcer tal terminologia
acabaram produzindo resultados em 1965, quando o Conselho Americano de Ginecologia e
Obstetrícia publicou seu primeiro Boletim de Terminologias. Esse boletim declara: “A
concepção é a implantação de um óvulo fertilizado.” 38 Assim, de acordo com essa
definição, um ser humano é concebido não quando o espermatozóide se une ao óvulo, mas
uma semana depois quando consegue se implantar na camada do útero.
Apesar dessas fraudes graves na classe médica, o Dr. Richard Sosnowski, presidente
da Associação Sulista de Obstetras e Ginecologistas, declarou em 1984:

37
38

Dr. Brian Clowes, The Facts of Life (Human Life International: Front Royal, EUA, 1997), pp. 65,66.
Ibd., 66.
10

Não considero algo nobre brincar, numa profissão, de torcer o significado das
palavras… Preocupa-me também o fato de que, embora não tivessem nenhuma
evidência científica para tornar válida a mudança, tenham redefinido o termo
concepção de penetração bem-sucedida do espermatozóide no óvulo para
implantação de um óvulo fertilizado. Parece-me que o único motivo para isso foi o
dilema criado pela possibilidade de que o dispositivo contraceptivo intra-uterino
tinha função abortiva.39

O QUE PRECISO FAZER SE TENHO USADO A PÍLULA OU O DIU?

Seu coração pode estar sofrendo neste momento. Talvez você seja uma mulher que
está usando o DIU ou alguma moderna pílula anticoncepcional sem saber que o DIU e a
pílula podem causar micro-aborto. (Ou talvez você seja um marido que pediu à esposa que
os usasse sem saber que podem causar micro-aborto.)
Provavelmente, você deve estar perguntando para você mesma: “Será que eu já tive
um aborto no silêncio? Ou vários? Será que cheguei a destruir a vida de uma criança que
Deus queria que eu tivesse?” A resposta, naturalmente, é: Só Deus sabe. É possível que
Deus fizesse com que a pílula não deixasse você ovular, e assim você jamais teve um
aborto no silêncio. É possível que Deus não permitisse que ocorresse um aborto no silêncio
porque você não conhecia todas as funções da pílula que estava usando. Mas, por outro
lado, sem dúvida alguma há a possibilidade de que você tenha tido um (ou até mesmo mais
de um) aborto no silêncio. Em nenhuma parte da Bíblia Deus promete nos guardar de
cometer pecados por ignorância.
Contudo, mesmo que tenha tido um aborto no silêncio, você ainda pode ter paz.
Embora por fraqueza tenhamos pecado e assim nos tornado culpados de desobedecer à
vontade de Deus, pela fé podermos ir até a presença dele e pedir perdão. Por meio de Jesus
podemos obter paz. A Bíblia nos mostra com clareza o perdão que recebemos por meio do
sacrifício de Jesus por nossos pecados. As seguintes passagens nos dão a certeza de que
Jesus está pronto para nos perdoar:
“O Senhor diz: Venham agora, vamos discutir isso juntos. Ainda que os seus pecados sejam
como a cor vermelha, eles ficarão brancos como a neve. Ainda que sejam como vermelho
escuro, eles ficarão brancos como a lã.” (Isaias 1:18)
“No entanto, era o nosso so frimento que ele estava carregando, era a nossa dor que ele
estava suportando. E nós pensávamos que era por causa das suas próprias culpas que Deus
o estava castigando, que Deus o estava maltratando e ferindo. Mas ele estava sofrendo por
causa dos nossos pecados, estava sendo castigado por causa das nossas maldades. Nós
obtemos paz por causa do castigo que ele sofreu, somos sarados pelos ferimentos que ele
recebeu. Todos nós éramos como ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o
seu próprio caminho. Mas o Senhor colocou sobre ele [Jesus] a culpa e o pecado de todos
nós.” (Isaías 53:4-6)
“No dia seguinte, João viu Jesus, que vinha na direção dele, e disse: Olhem, ai está o
Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!” (João 1:29)
39

Ibd., 66.
11

“Mas, se vivemos na luz, como Deus está na luz, então estamos unidos uns com os outros, e o
sangue de Jesus, seu Filho, nos limpa de todos os pecados. Se dissermos que não temos
pecados, enganamos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Mas, se confessarmos os
nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é justo: perdoará os
nossos pecados e nos limpará de toda maldade.” (1 João 1:7-9)

Toda vez que percebemos que podemos ter cometido algum pecado contra Deus, nós
colocamos os olhos em Jesus. Ele morreu por nós. Confiando no que ele fez por nós, nós
vamos até Deus e confessamos os nossos pecados. Com a ajuda do Espírito Santo podemos
nos aproximar de Deus e dizer, audivelmente, a seguinte oração:
Pai celestial, venho a ti com muita tristeza no coração. Acabei de saber que a
pílula que eu estava tomando pode causar micro-aborto. Não sei se já tive um
aborto no silêncio. Se tu impediste esse pecado, ó Senhor, eu louvo o teu Santo
Nome. Mas se eu já tive um aborto no silêncio, ó Senhor, suplico o sangue de
Jesus que foi derramado por mim na Cruz. Lava-me com o sangue de Jesus e
torna-me pura aos teus olhos. E, Pai celestial, já que este mundo está cheio de
coisas confusas e difíceis de entender, eu suplico a ti: enche-me com o teu Santo
Espírito! Por meio do teu Espírito Santo, ajuda-me a compreender a tua santa
Palavra e mostra-me a tua santa vontade para a minha vida. Capacita-me a
viver pela fé, abençoa-me e protege-me em minha confiança em ti. Peço-te tudo
no nome de Jesus. Amém.
E agora, querida amiga, levante-se de seus joelhos e não fique triste, pois o Senhor
nosso Deus é gracioso, onisciente e onipotente. Ele não só nos perdoa, mas também nos dá
poder para transformar nossas experiências e erros em bênçãos (veja Romanos 8:28). Como
Neemias disse às pessoas que estavam chorando:
“Vão agora para casa e façam um a festa. Este dia é sagrado para o nosso Deus. Por isso,
não fiquem tristes, pois a alegria que o Senhor dá fará com que vocês fiquem fortes.”
(Neemias 8:10)

Com as informações que acabou de ler, você ficou sabendo como é que funcionam
alguns dispositivos e substâncias químicas usados na prática do planejamento familiar.
Agora cabe a você proteger a sua saúde. Cuidando-se assim, você poderá também estar
protegendo a vida de um futuro bebê.
Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização
expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual,
publicado pela Editora Betânia. E-mail: juliosevero@hotmail.com

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