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mNGSEIARIA QUIMICA — -CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA AGITACAO DE LIQUIDOS ABSTRACT This apaper viow of the several sspects (c — ment tharscteristcs, fled. motion, power consumed, fest and mass transfer, practical aspects) concer ning liquid agitation Cincluding bath homogenecus and heterogeneous me- dius) Allthough the subjects covered are presented succinctly, this text junc flons een outline for jurther In: 2" 3th studies. A thorough list of Immendied literature is presented for that purpose (ever 100 biblio- grephilal citations). Presents an overalt RESUNO Este trabstho epresenta ume visio geral dos varios aspectos (caracteris- cas dis equipamentos, movimenta- 550 de fluidos, poténcie consumida, Transportes de calor e de massa, aspectes préticos) da agitagio do Ii- quidos {englobando néo 26 08 meies homogineos como, tembém, os hele rogéness). * eng? autmico, Profesor Assaente Deuter do Deprtsmenia. do Engrs Gute Se rus. Luiz Roberts Terron * 0s’ assuntos abordados s8o apre- sentados de manelra sucinta, porém o texto possiblita 0 seu uss como um roteiro para estudes mais aprofun- dades. Para isso & apreventada uma boa literatura recomendade (mais de 100 cltagies bibliogrétices}. 1 — INTRODUGAO 1.1 — MISTURA E AGITACKO A mistura e a agitaco de substan- cias $80 procedimentes raramente ausenter nos processos Industria. ‘Como seontece, geralmente com’ idéias comuns, esses dols termos 380 entendidos como sindnimos. Mas Isso. nc & verdade. Alguns autores (Holland @ Chapman, 1966; McCabe € Smith, 1967, Quillen, 1954; Uhl @ Gray, 19663) procurando definigdes mois’ precisas desses termos, tento- ram eliminar a confusto.exlstente entre eles, . ‘Observando essa literatura; pode sein dizer, entio, que a palavra tmistura deve ser aplicade 82. opera: Fer que tandem a redusir no! uni formidsdes ou gradientes de compo sigfo, propriedades ou temperature, em materiais considerados como um todo. Isto seria aleancado pela mo- vimentagéo do. material. Podese aplicar 0 termo mistura na mescia de materiats no estado sblido, liquide ou gasoso, entre si, fu uns com os outros. Esta ado do “misturae” pode ser realizeda de di- versas maneires, como, por exemplo, pela rotagéo de um tembor que con tenha areiz, cimento, cal, cascalho € qua (coma na feltura de concreto), ‘ou pelo escoamento de dois gaces diferentes por um mesmo duto. J6 a epltagie € um modo parti- cular de obter misturas. Esse termo & usado para caracterizar uma mo- vimentaggo circular de umn material Cobe salientar gue um liquide homegéneo como, por exemplo, um tanque de gua 4 temperatura am- biemte, pode ser agitado, mas nso ‘pace sor misturado até'que 2 ole sejs adicionade um outro liquide com ‘caracterfsticss diferentes (leo, dqua ‘mals quente),-ou um material s6lido particulado ou ocorra a dispersio de um gas na sein daquele liquide. Qs liquides’ so agitados, entéo, devido 9 vérios propésitos, depen: dendo dos objetives que sejam de sejados em uma determinada etapa de um processo industrial. Algune esses propésitos e finalidader de agitagio estao listados na tabela 1.1. 1,2 — ESCOPO DESTE TRABALHO Ettabelecidos os termos que defi- ‘¢ mistora, pode-se ago- 33 frontoiras que conterso ‘8 assuntos deste trabelho. Serio abordados os fondmenos cocorrentes em sistemas onde hé aai- tacdo de meios tiquidos contidos em vvator cilindricos verticals, 3 movie mentagso tendo promovide pela ro- tagio de rotores imersor no meio dos em_cixos também verticais. A significecto desses termos e de ‘outros que surgirem no transcorrer do texto poderio ser encontrades no glotsério ov ne nomenclatura (itens 8 e 9, respectivamento, deste traba- ho). Nic serdo estudades: — 8 agitagie por vibragio de ro- ores: — a mistura de sélidos, pastes © materials. altamente viscosos (poll eros, resinas); — a mistura de flvidee por ejete- 25, bocsis, injetores © misturadore: estéticos, TABELA 1,1 — Propésites « finalidades da ‘PROPOSITOS DA AGITAGAO FINALIDADE DA AGITAGAO ] Mistura do guides 4 miseivels| ‘Meramente @ solugéo de liquides misciveis entre si. Informagées sobre estes astuntos ausentes podem ser obtides, entre- tanto, na literatura citada no trans- corer do trabalho. Veja, por exem- plo, Quillen (1954), Fischer (1960, 1962), Parkor (1964), Uhl © Gray (1966b), Sterbseek © Teusk (1965), McCabe ‘e Smith (1967 — copituio 27), Perry @ Chilton (1980 — segies acho de guise to, na literature formasées precisas sobre © (veja, por exemplo, Miyanami e To jo, 1981). 1,3 —- SUGESTORS PARA ‘APROFUNDAMENTO: DO ESTUDO Cumpre salientar, finalmente, que, ‘no se pretende nesse trabalho uma abordagom aprofundade de cada tS pico. visitade, Seré dada uma visio sere! do problema e um levanta- mento de possibilldades. Entretanto, para cada. Item preocuper-se-d em fornecer uma boa quantidade da cita- ‘sbes biblicgréficas que funcionaré Mistura de liquidos imiseivels io. Lavagem de liquidos, extragio, emulsifica- Teitagio om sitemae gin ‘Absoreio ou disperséo de gases em Ugur ide dos {hidrogenacio, seragio, gases, clorsslo, ete.). " lavage de SON hh A do estude para aprofundamentes pessosis. Como ponto de pertida pera quol- quer estudo, sugerese 2 consults de manvais. tradicionais de Operates Unitérias (por exemplo, McCabe e | Smith, 1967 — eapitulos 9 o- Manual_de Engonbariz (Perry ¢ Chilton, 1980 — sect 19 e 21}, monografias sobre misture @ agitagio (Uhl e Gray, 19662 eb: Sterbécek @ Tausk, 1965; Holland e Chapman, 1966; Nagata, 1975), ¢, prinelpalmente, © excelente revisio — f ‘que ere publicada periodicomente na revista Industrial end Engineering Chemistry, a qual, durante os anos de 1944. até 1969, aprosentara 0 ‘que de rolovante ralizarase sobre ‘© essunto (Hixson, 1944; Rushton, 1946, 1947, 1948, 1949, 1950, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1957. 1958, 1959, 1960, 1961, 1962, 1963; Oldshue, 1965, 1966, 1968, i969). ‘Mais recantemento, fol publicada uma série de, 12 artigos sobre esitasio de liquides na revista Chemicel Em sneering (Gates, Henley e Fasic. 1975; Diekey © Fenic, 1976; Dickey ce Hicks, 1976; Hicks, Morton Fenie, 1976; Gates, Morton e Fondy, 1976 22 Fi Hicke © Gates, 1976; Hill e Kime, 1976; Romsey Zoller, 1976, Mayer e Kime, 1976: Revizen, Corpstein @:.-2 Dickey, 1976; Hicks © Dickey, 1976; | Gates, Hicks e Dickey, 1976), 0 qual, sem dovida seré de grande valia 30s. Intoressadot sobre © assunto. Fara o projeto de sistemas de agitagio re comende-se a consulta do manuel pir bilicado pela “The Engineering Equip: ment Users Association” (EEUA, 1982) 3 © conhecimento das leis baste dos fendmenos de transporte, neces: sério pore 0 estudo de qualquer” Operacfo Unitéria, pode ser adquirk do em manuais que abordam espe” ificamente esse ossunto; recoment/3i'f" dase, para esse fim, os Itens dediem =i dos & agitagéo, constantes em Bird, Stewart e Lightgoot, 1960. 3's Suspenstes ou dissolugbes de slides em liquides, controle de erescimento de cris- tals, redugdo de tomanho do partieulas, Hloculagfo ‘de preciplteds, liiviegéo, ree- ‘Agitegao em sistemas sBlideliquie ‘Agltagio em sistemas tifésico (g8sliquido-sélido) Resco quimice, fermentacio. Velores de propriedades flies doting Tronsporte de color ‘Aquecimento ou resfriementa de liquides, | ~ substncies podem ser_obtdas’ suspensées ov emulsées. s0g80 3 de Perry © Chilton, 1980 ou ealeulados, quando ausentes, por: téonicts estimatives citados ne th ratura (Reid et alii, 1977) LA NAA ICA — 7 2 — EQUIPAMENTOS PARA AGITAGAO — CARACTERISTICAS GERAIS Um sistema padréo, pare reslizae a agitagho de lquidcs, consta das ‘Seguintes partes: motor, exo, vaso, Tolar © aeesxOrioe (sel0s, gavetas, @ ‘sefpantinad, ofe.). Um esquema des- “go de fnetlonbo pod sor vistS ‘guns Ge seus DATSTMIOS pe Varlantes dessa montagem podem ‘corrar quando da necessidade de atuagées ospecifics: ou na agitacio de flvides ‘complexes (suspensses, suspensies aeradas ov dispersdo de gases em. Tiquidos). Sob pressbes Slovadat ov quando hd. deepreen mento do gates devido a reagSes Guimicas, 9. gitagSo deve 2er real- zade em vases fechados © com aces- sérios (selos © gaxetas) que impe gam o vazamento dos fluides para o Exterior, ‘At chicanas so adicionadas para avitar a formagio de vértices no flu do e 0 conzeajlente consumo desne- cessério de energia (poténcia) neces siria & agitago do meio. A seguir sero feitos alguns oo- rmentérios acorca das principais par- tes do sistema de agitardo: vasos, rotores, elx0s. Outros dispositivos tals como chicanas, carpentinas, co- mises © aeredores, serBo discutidos adiante, Informagées sobre os motores a serem urador podem ser adquir em Perry e Chilton (1980 — seco 24), Parker (1964), Nailen (1970), EEUA. (1962 — sogio 4) @ na lic teratura dos fabricantes. 2.2 — COMENTARIOS ACERCA DAS PARTES PRINCIPAIS DOS EQUIPAMENTOS, PARA AGITAGKO, 2.9.1 — Vatos Vasos cillndricos verticais com fun- do chato ou arredondado $80 0s ge ralmenta usados em sistemas de agl- tagdo. Outros tipos de fundes podem belo Tampoe chicana, aa D Potee DIMENSOES PADROES (Chidewe, 1904) ase! ner F le ———-mmotor eixo goxehe vaso b f 9 / c= (oom + e200 $5 Sor treet Figuen 2.1 — Exquama » dimers padriat de um seme de antagho de Seven. também ser usedos, assim como var 05 cilindricas horizontals ov reten- gulares de varies proporobes. Na fi gure 2.2 estéo apresentados esque. mat de vasos.cilindricos. verticais com vérios tipos de fundos. Os tipos ee d (cBnicos e com perfil, respec tivemente) vém sendo estudades es- pecificemente para serem usados em Sistemas que. requeiram suspensSex de sélidos (Musil e Vik, 1978; Chu- dacok, 1984, 19853 0 b). Os soguintes fatores si significan- tes quondo se consideram os vas0s eilindricos vert — Razio de preenchimento (rela 80 entre a altura do liquide @ 0 didmatro do tanque): ay tura (EEUA., 1962) co mente que os valores, goralmente usados, para g, veriam entre 0,5 @ 1,5. 0 valor @ = 1&0 recomendado pera a maior parte dos casos e, nos eacor de dicpersio de gases admi- tese @ = 2 para manter um maior tempo de contate entre © ods ¢ 0 It quido. & mesma fonte observa que, para @ > 1, existe um maior con sumo de poténcia especifica, p, para de 2 diminuigSo de @ e, mantendo ov- tras porémetras igusis, vaso: com fondo arredondedas tendem a con- ssumir menos potncia na agitesso do que outras geometrias (EEUA., 1962); porém na suspensio de séli- 2 eiceania cutauca dos, os vasos com fluides com per fil_s80 mais eficientes (Chudecek, 1984). — Rugosidade das paredes do va- ‘20: a¢ superficies do vaso devem ser ‘as mais Tisae postivels. At rugotida- dee dae. paredee ocationariom turbu encias localizedes que resultam em perdas de energla (EEUA,, 1962). res deg. Dimensset recomandadas podem sor oncontradas na literaturs {EEUA, 1962 — Appondix A) 2.2.2 — Rotores © rotor é 0 elemento que, fixo a0 eito, em Gltima andlise, ir impor movimento 20 liquide ‘contido no vaso. Sua rotagio é devida 26 motor, que the transenite © movimento etre vés do eixo. ‘S50 varios os tipos de rotores e existe alguma confusso 20 se tentar deeerevé loc: algunt 0 seriam pols forma Fisica, outros pela categoria de operayo (Uhl e Gray, 1966a — cap. 3). Classificagtes © descrictes detalhadas podem ser encontradas na literatura (Uhl © Gray, 19663 —- cap, 3, Rase, 1977 — cap. 8; McCabe ¢ Smith, 1967 — cap. 9). Grosscira: mente, os vérios Upos de rotores poderiam ser classificados como: helices, turbinas, pas e rotores para meice muito viscosos. Qs rotores mais comwns entéo sx ravit6 expecifica. Esta tarafs bma_arte.6 6 mesmo, padi, , sex_dito com, relagBo. 0s tras partes co sistema Ge exesg0. Existem, entretanto, eritérios, grafi- cos, cartes e tabelos que ou esse selecio (vejs, por exemple, EEA, 1962 — seglo 3; Parke 1964; Holland @ Chapman, 1966: Penney, 1970). Na figura 2.4 esté apresentado um gréfico tpico nore a escolha de agitadores, levando em conta a viscosidade © © volume 8 ser agitedo, de ume determinads massa fquida DimensGes recomendadlas, para as |_| @) funde chat LU Pd funole cdnteo oS . a A fandos com perfil FIGURA 2.2 — Enquema de vane clindsien verteais com virion tpot de fondon, diversas partes de rotores, pode ser encontrada na literatura 2.2.3 — Exe A principal funcéo do elxo do agi tador & transmitir torque do motor * 20 rotor. © projeto estrutural do eixo deve ser de tal maneira a pro- ver uma operacdo sem problemes como, por oxemplo, ot advindos da vibragSo do mesmo, Além disso, de- vese, no projeto, lever em conta efeitos. tals como’ os das forcas hi- dréulicas que atuam no rotor, @ eau sam 0 momento fletor do aixo. Finalmente, 0 rotor 2 6 eixo devem ter seu movimento rotacional em va- 8 n30 muito perto das suas fre- clas noturais de vibracéo. Percebese. entio, que 0 projeto do efxo € um dos pontos erucials do projato mecénico do sistema de 30, Diretrizes para que essa jade possa sor roalizada catis- fatoriamonte podem sor encontrades ne literatura (EEUA,, 1962; Porker, 1964; Penney, 1970; Ramsey e Zoller, 1976). Nessas fontes existern, tam- ‘bém, informagées acerca dos solos 8 sarem empregados quando 2 agi 4 ofetuada om vases fechados. FIGURA 2.4 — totereale de operesée dew roves lode come parimetras & volume de mau do! do ncere lamina helicordal a ae) non vseaidede (Peay, 1970) a oS exomennian guimica — 9 No pater Spy raon oe paetas ete Ne wrton dice ae pate tee OND wrhine de putes cores NS) eton pts Innate 4) turbine com dco @ plies 3 — FLUIDODINAMICA DA AGITAGAO E POTENCIA CONSUMIDA NA AGITACAO 3.1 — CARACTERISTICAS DA MOVIMENTAGKO DE FLUIDOS NA AGITACKO. 3.1.1 — Sistemas liquides ‘monofiisleos As bases teéricas para o estudo do movimentagéo de sistemas Tiquidos monofésicos em vasos agitados se prendam as lels da conservacio da ‘massa 9 da quantidade de movimen- to descritas pelas. cquagSes fundementais do transporte de quan- tidade de movimento. Esta linha te rica no seré aqui zbordada mas, informagies sobro esse assunto, $30 foncentradas em Bird (1960), Uhl @ Gray (1966 — capitulos 2 @ 4) e Dickey e Fenie (1976), Serd felto, entretanto, um astudo mais descritive desse fenfmeno. Padréss tipicos de excoamento de Iiquides Newtonianes (monofé de baixs ou moderadas viscosidades (1. < 1p) estdo mostrados na fi gura 3.1. Para um rotor disposto axialmente @ operando a velocidades 10 — ENGENHARIA. QUIMICA a 2 baixas om um vaso aberto com uma interfece gésliquido, © superficie do liquide € eproximedamente plana © @ liquide cirevle em torne do eixe. Quando a velocidade do rotor au- mmenta para produzir condigbes. tur bulentas, a potenc girer 0 rotor eresce € magto de um vértice em volte do ino. A cltas velocidedes 0 vértice pode, erentualmente atingir 0 rotor (veja fesquemas da figura 3.1). Nessas clr- cunstineias, © ar seré arrastad pars 9 melo do liquide, © rotor operaré parcialmente descoberte oa poténcia consumida diminuird, Esse sltuagio freqlentemente & indesejével_ pois pode proporcionsr e formaséo de sspumas, vibregies, a dissolugéo do ar no liquide e a dificuldade em fe aplicar téenicas de ampliagSo de teeala (“Scale up") 2 partir do da dos obtidos em escala pilote. pel ce Rod 4) FIGURE 3.1 — Padrons de siconmonto eo anaes aglados contend liuldos montisicos (Tomy bay 1900; Rushton w Oldsbee, 1953 ~~ clade em Rast, 1977] 2 lion, com ta chin Lb) turhinestico com pathtas rat €) rato txamente chao, sem Interface gtstquido, esesameno continue ser chicas: ) peak decentrlizade do rotor A formagao de vortices poderé ser evitade, entéio, das seguintes manel- ras, para of casos de vasos abertos © com interfacee git liquide (Trey- bal, 1980): — operagio ne regio de escoa- mento laminar (Re, < 20). Esta si tuagdo &, usualmente, inefici 65 principals objetivos da egit — operagdo decentralizada do ro- tor, spropriada para equipamentos de poguenar dimensBes e quando 0 sistema motriz pode ser fixedo nas bordes do vaso; Este Gime expuiente 6 de longo, (© mals usado na prétice. Sata e"thcona hs as planes verticais, geralmente em niimero de quatro, arranjadas radialmente © 2 Intervalos de 90°, em volta das pore- des do tanque. A espessura_das chicanas, geral- sada, 6 de T/12 , menor tements T/10. Ag vezos elas s80 dispostas a uma pequena distie- cla das paredes do vaso (veia a fi gura 2.1), variando de 1/5.a 1/6 FIGURA 3.2 — Eaquama dy sites de ape Bo de Hgudon "eeedon™> de espessura da chicana_(Treybal, 1980; ‘Chudacek, 1984). Esse inter- valo ‘entre chicana e a parece do vvat0 tem © objetivo de fazor 9 me- thor cireulagfo do fluide ou eviter reaiGes estegnadss © © depdsito de prtlculas sélides quendo da agita- (0 de suspensbes. AAs chicanias poder ser usadas co- mo suporte das serpentinas de aque- cimento ou resfriamento imersas no Higuido. ‘A condi¢éo de escoamento plena~ mente turbulento com chicanas é atingide quando Ro, > 10! (Trey, 1980). DimensSes recomendadas para chi- ‘canas podem ser cbtidas na litera: tura (EEUA,, 1962 — Appendix A). 3.1.2 — Sistemas bifisieor @ tifésicos © estudo de eaitesko dos sisternas bifésicos (dispersto de gases em Il- ‘guides, emulsio do liquides imizel- veis entre si ou suspensies de séli- dos) @ dos triffsieos (suspensCes orados) 380, pela sua propria natu- rece, muito mais complexos do que 6 dos monofésicos. Se a descrigio do ‘comportamento hidrodinémico destex € complena, o daqueles & mals ainda. Bases para este estuco encontram- 0 na literatura (Uhl © Gray, 1967 = cepitulos 6 © 9 Shah, 1979 — capitulo 9; Balai, 1980; Landeghen, 1980; Midoux © Charpentier, 1979, ENGENHARIA QUIMICA = 21 Ze ne cotor FIGURA 3.3 — Tpos de seradere. 1981; Joshi_et ali, 1987), ambora a informagSet estojam, ainda, die- persas ¢ sentese, acima de tudo, a ecessidade de mais trabelhos no ‘campo. Sugerese, também, o estude das. seguintes referencias: Oldshue (1969); Gates, Morton Fondy (1976) @ Hicks © Gates (1976). 3.1.2.1 — conto fedtouido em tungors sacs Os vases agitados #80 geralmente izedos para a absorcéo de gases relativamente pouco soldveis. A ab- sorefo, normalmente, seguece uma reagdo quimica, tais como: oxidacao, hhidrogenagio, cloragdo, carbonata- ‘80, ozonizagio, niteagSo, sulfonageo. ROA A A Na tabela 8.1 esto as reagées mats ‘comune realizadas em vasos agitados “peradot™ (note que O termo “aera fo" nio implica que, necessariamen- te, 0 ais disperso no llquido seja 0 a. Um esqueme tipico de um equips: mento usedo na agitacio de sisteme géeliquide esté mostrado na figura $12, Normalmente.o gis & introdu- por um serador locelizado em beize do rotor © © ponto de saida do gis 8 mela dish tor @ 0 fundo do vaso. $40 usados viios tipos de aeradores. Os mais comune 280 o om forma de anel ios de salda para o Gs. Aeradores em forma de, tubo fom um Unico orificlo de sella. sé0 também empregados. Em outras si- tagger, 0 G8 & Introduzido pelo proprio rotor (velo esquemes da fi- ‘gure 8.9). A movimentacéo do gés_no inte: rior do vaso agitedo depende de cdo conjunta da velocidade de roracéo 0 rotor @ da vazi0 de gi. No Figura 3.4 véve um exquoma da evolucso do modo de cirevlagao do aés & ume yaxio de gs constante, Q, e com rotacio crescente, N. Observando-se a figura note-se qua a partir da ete. pa € 0 gés comece, realmente, a 50 isporsar Bolo liquide, Na otapa eo uinte, d, iniciase uma recireulagso do gis ¢ 0 mesmo jé passa a ser lsperso.acima e absixo do_ rotor. Uns eritéria para a estimativa de ums ywelocidade critica de rotacdo é dada pela equogio 3.1. Um dos pontes decisives ne. bos disperséo do gfs esté na escolha e dimensionamento do aerador. Fssas informagies encontram-se dispersas na itratura Por exist gust InformagSas genérieas om Treybal (1980), resumidas © seguir: rotor, em forma de enel, com did metro igual ov Higeiraments menor do que 0 do rotor: — os orificios de salda do os. jados na porcso suparior do anel, davom ter sous dismotros entro 3 3 5 mm; “— © numero de orificios deve ser tal que Re, = 10 (Re, = nimero de Reynold: do orificio}; TABELA 3,1 — Algumes ranger reollzadas em tanquer sgitados aerator (Midous, Charpentier, 1979). ‘OxIDAGAO aes mentagio. HIDROGENAGAO ‘CLORAGAO do cielohexano, de mercaptans, de asfalto, sintese do Scido latico ov de strepromicina, produgio de écido 1 adipico, tereftlice, produgio de fenol, fer- de oleate em estearato de ettla, de glucose em sorbitol. do para-cretol, do benzeno, do fenal. NITRAGAO 1) 0 96r oto 6 ceria: 1) o welctdade do ogagto 6 eficiota pare Coon as bothee © eliperiSibs Be Bert ‘Serer: ©) Inlese © capersbo do. gh nas repon do benzero, do telueno, de arométicos em goral. SULFONAGOES —_produgo de culfonatos de a-olefinas. tao do rotor ) mite diapers acina @ saxo do rotor (om Neale 12) bee diperafo de gt © spereclnems de cranten secon (N > Nea) FIGUEA 2,4 — Cleviaghe de git um tanque agen (Widows « Charpentier, 1979). ) ( \ ‘| LAIR NNN MICA — 13 <2 distincia entre o¢ orificios nfo deve ser mencr do que 0 dif- metro das bothas 3 serem formedes, Dy. Consideragées acerca da forma. 20 de bolhas serso feites no item Felativo a0 treneporte de massa em tanques agitados com aeragio. Pra situagies que requeiram gran- des tempos de residéneia do git, 2u- (gerese 0 us0 de vasos fundes, agite- dos por mUltiplos rotores (vela figura 3.25). Em grandes tanques de acraqio, utilizados na obtencdo de lamas ativadas ov outros tipes de fermenteco, cujes volumes de liqui- do podem atingir 90 m', 9 altura do Iiquido nfo deve exceder elturas de ga 5 m pars evitar altos custos de comproseso do ar. Nessas situa- shes deve-se prever a agitagio o 2 Introduce de gs em méltiplos pon- tos da masse agitada. Os rotores usados na dispersio de 3.1.2.2 — comme de dots signer lets a tances ato © contato de dois liquids imix civels en tergues agitodos corre rormalmente ios processos. de ex tragae lquidocliquide. Os tipos de equipamentos usados 80 0s mostrex or na porgéo da direita da figura 3.1b © ne figura 9. le. ‘Se houver uma interface gés-liquie do, 0 vaso deveré sor provide de Chicanas pore evitor a formagio de Vortices, Seo vaso for coberto e Dperar chelo de liquido, a colocasso do chicanas é opcional. Nos sistomas continuos de opera: 8, 08 liquides a serem contactados adem entrar pelo fundo do tanque © selrem pele parte superior. Em alguns casos o liquid menos denso @ 0 mais denzo $80 introduzidos la feralmente porto do topo, e do fun- gases tio G2 do tipo Turbina com do, respectivamente, e sfc retirados, “Difetes Tétas (aberlos ovcom dif. ambos, pele parede oposta a0 rotor. Para operaches descontinuas, © vaso ‘onde ccorre a mistura pode alver, apée finda a agitagso, também como vase de sedimentagao. Os rotores comuments usados s80 ‘com [éminas ratae ‘$2, Figuta 2,30 « €) come rolagae D/T variando entre 0.25 « 0.4; dis: Ee er tlagio 66" funda do Seg oma Seine cquivalene ‘20 digmetro do roter. Para a produ- eH Sperste tats Ge Be, 3 valocidade do rotor deve ser supe Fvelocidade do rotor deve ser supe “Flor a um earto valor eritico, o quel, turbines dizeo ad (3.3) onde 1.0 <<) = 2.0 t = 1,6, ambos, ve t depandem de geametria do. sistema. Uma correlagio mait recente (Conti et alii, 1981), consi Influéneia de distSncia entre © roter © 9 fundo do tanque (influéncia esta ié essinalads por Oldshue, 1969 — veje figura 3.5). 08 ZB = a(Rens Pa) + (3.4) 7 (ep) ” Ob [ 9 | Tow be z (3.5) Nas PI" D? 4 ) 80 $00 Joo $0? 4.300 Reus = 91D! Nas/itsT Boz Ms/My (3.6) pare (C/T) < 0,22; a = 208 X 109 — 4 x 10 (C/T) a7) bm 0,575 — 1,25 (C/T) (3.8) 6 ars de som 9 pare (C/T) > 0,22: snort 0 nn 2 tnpents copie a = 170 X 107 — 455 X 10 (C/T) (8.9) pounn tm 6 ent ign: b= oat ea ae le 20) Sus pensie homogenes PIGUEA 3.5 — Potince conromide ma spiae ‘ode tespaaten — Elto de Efe de ipa oe stipe. {Olaehon, 19680), » S rotor: turbine (h90 axial) D = 8 po ese cong cicange T= 1? pot (lider Saondon, 285 oe 08, frm PofP Cackim. Suspengaio tte Xe AAT HEN ARIA CUIMICA — 15 (Ditle Riger, 1980) onde est8o apon- tadac divergéncias entre os resulta- dos, correlagies e teorias aprosonta- das pelos diverses autores que estu- daram 0 assunto. Observe-se, porém, uma acentus- da preferéncla por parte dos autores * que estudam 0 comportamento de Suspenséer agitadas para. caracteri- zhla pola velocidade News. Todos os termes da equagio 3.4 80 adimonsionais, Para fine praticos ‘2 eutores sugerem que o nUmoro ‘de poténcia, Pay pare uma primeira aproximacss de Nas, deva assur fos. sequintas valores: 5.5. (quando Cyr -< 0,22) ov 80 (quando C/T > 0,22). No tabela 9.2 eatio rosumides a6 "condigSes para a5 qusis 5 equagSes 3.3 ¢ 3.4 so vélides. Outras eaur- ‘gies para a estimativa de Neg $80 Gitadas na literatura (Uhl © Gray, 1967 — capitulo 9). Existem, na literatura (Uhl @ Gray, 1967 — capitulo 9; Nagata, 1975 — capitulo 6! Hicks © Gates,'1976) TABELA 3,2 — Condigées experimentais 1958; Conti et al Informactes acerca dos equipamen- tos indicadas para uma boa circul $80 dos sdlides om suspensées agi fades. Algumas delas 380 controdi- térias. Um bom resume delas & apresentado em Treybal (1980 — capitulo 11). 5 vasos, geralmente usedos, 380 ‘08 de funda chato ou arredondado. Fetdo sendo estudados os com fun- dos com perfis para que os sélidos ‘nS depositem noz cantos do vaso ‘ou nfo se scumulem no centro do undo, logo absixo do rotor. Veja & figure 2.2 pare esses tipos de vasos. Normalmente a relagfo H/T varia entre 0,75 0 1,5, Sé0 usadas quatro chicanes com lergura, b, igual & T/12, distantes das paredes.(veja ‘este comentério no item 3.1.1). 8 rotores mais empregados _si0 5 do tipo turbina (figuras 2.3 b, € @ 0) dispostos coincidentemente com o eixo central do vaso ¢ com ‘uma distneia com relacdo so fundo, C, em torna de 2/3. & interessante, porém, que € nunca zeja menor do 1981). que a altura dos stlidos depositedos no fundo, quando o sistema est em repouso. Etse procedimento evita que 9 rotor fique “soterrado” so a mo- vimentagie cesser. ‘As recomendogies de Lyons (1967, 1974) para a suspensio de sélidos om gua, modificade para permitir aplicagSes @ Nquides de outras den- sidades esto mostrades na figura 3.7. A figura mostra duas ralagées T/D, uma dependends das densidedes uma das dimensées das. particule: deve-se escolher uma de valor médio centre os relagiez T/D obtidas polas duas curvas. Se os sdlidos forem constitvider de particulas com di- mensdes e densidades variadas, do- vese oplar pelos maiores velores dostes pardmetros. Em qualquer situagéo, a relagéo T/D deve ser maior do que 16 6a escolha de digmetro do rotor pode ser modificada por consideractes de torque (Treybal, 1980). dor ensalos de suspensio de sélides em liquides por agitacio (Zwitering, vasos L RaTORES PARTICULAR Tiauioos wc —_| come] vor [we [om fone] oom | om atin | oon] oe 0.234 uniformes | 8,5 x 10-4 {| curbina cores 2180 | acetone 70 |} Oat | [see | ow | oo ae wm Paw fe | | eae ee earbono | 1600 e [eon w= weal y fe te as 16 — ENGENARIA GUT(CA NCS eT 009 1s 40 | ] 010 f wg fess Tis i a0 ArT xe ° exo 2 XN 1 ° 2 3 FICUEA 2.7 — pidmates rrvsmendados ps oy 5 turbings pare sutpanbo de Stee arm quis om vncvades pram dos de dpen (Uyont, 1207, 1974 —~ cise tm Teor, bar 3980). 3.1.2.4 — Apliaste de sompnatan eran Este & © campo onde: existem 0 menor _nimero de informagces, na Iiteratura. Sabese, porém, que, de acordo com as propriedades fiticas dos materiais envolvidos (sélidos, Ife quides © gasosos), com a yelocidade de retecio, com a vazio de gés'e ‘com a quentidade de sélidos existen- tes na suspensio, existe um ponte timo, onde a conjungie dos trés fatoret soguintes: — boa dispersio do gis; — boa suspensio doe eélidos; — minimo consumo de energi Properciona o funcionamento eff te do equipamento para o objetivo desejado. Este assunto voltaré a ser tretado no item relative 20 consumo de energia (Poténcia) na agitagdo de Suspensder eradas (item 3.2.2.4). 3.2 — POTENCIA CONSUMIDA NA AGITACKO 3.2.1 — Sistemas Liguides’ ‘Monofésleos © movimento complexo do flvide (ou dos materiais sélidos, gasozos cu ambos) em um vse egitsde no pode, ainda, ser disposto em ume forma enalitica completa, mas 83 equegies de movimento podem ser descritas em termos de grupos aeli- mensionats, pela equagso: F (Ree, Fey Pa) = 0 (3.11) que vélida para sistemas de vasos geometricamente similares. Para. si- laridades néo geométricas, outros sionals so necessaries para represemtar bem o fenémeno (I/D, H/D, C/o, 1/0, ete.). Para sistemas onde no existem vertices, 9 eguosio 3,11 essuine @ forme: “ FRer ») =O (3,12) Normalmente as equagies 3.11 @ 3.12 so apresentadat a forma de gréficas. Existom varios desses gréfie 0: na literstura (Uhl e Gray, 1966a — eapitulo 3: figures 5,7 8 11, Na gete, 1975. — capftvlo 1: figuras 112, 1.13, 1.17, 1.18, 1.28 a 131), para fluidos Newtonianos. A figure 3.8 apresenta um gréfico tipico de #9 relagio, Na mesina Iiteratura aci- ma citede @ também em Deak ot alii (1985) encontram-se dados para fluidos no Newtonianos. OBSERVACOES COM RELACO A. FIGURA 3.8 (TREYBAL, 1980) 1. A figura 3.8 6 vétida pare ro: tores imersos em liquidos homoge. eos, vasos com chianas e com im terface gSsliquide (com exceséo das curvas € ¢ 9). 2. As curvas correspéndem soe rotores da figura 2. -a — hélice maritima; > & — turbina com palhetss rete, com W, — D/5; ~¢ — turbinardisco com palhotas retas, com @ som superficie ods qui 4 —— turbine com pathetes curvas; ¢ — turbinas com pelhetas inctic odas; 9 — turbinas com palhetas retas; sem chicanas, sem interface. ge. ido, sem vertices. 3. A poténcia P 6 comente a for: recida 20 tiquide pelo rotor. Néo & libersde pelo motor, & qual inelui as perdes (mais ou menos 30 28 40% de P). Selos causam perdas adicionats. 4, Todes as curvas so vilidas pera elxos coincidentes com 0 eix0 vertical do vaso e H/T — 1. 5, AS curvas ae e sho para vatoe abertos, com interface gis liquido, ¢ com quatro chicenes (b — T/10 até 7/12). 6. A curva w é para hélice mari. time com D/T = 1/3@C > DO \> 02 u an 6 10 i ma [OUR 8.8 — Poin commie nb nto ES Sco lbee ‘Siler, Homogineot (Freya. 1980), == Vein sburragtes no. quedo 3.1 efeito de D/T nota-se somente ‘altos valores de Re, © néo esté ainda bem definido. 7. As curves b 2 « fo ‘bss con. Fa tb 60_coM palheras retes, cucva_e, metro D7T fo intervalo entre 0,15 ¢ 0,50. Para fs turbinas abertas, curva k, 0 afeito de D/T pode ser importante, depen- dendo do pardmetro nb/T, onde n & © numero de palhetas. 8, A curva g ¢ para turbinssdisco. com palhetas retas_operando em va- ‘dos sem chicanes, fechados 0 cheios, totalmente, de liquide de tel_ modo que ngo ocorre formacéo de vertices. Se existirem chicanas, as carocterls- jcas da poténcia a aitos valores de Ro, Se essencialmente os mesmos curva b, para vasos aber- as, com 8 poténeia um 9. Para vasos muito fundos, com dois rotores no mesmo eix0, um aci- ‘mado outro, distantes 1,5 D (ov ‘8 pote bos rd se aproxi a potencia de um 56. Isto é valida <0 da pottncia raquerida para mo- Vimentar um rotor, 8 uma dada velo- cidade. 1280 ocorre, provavelmente, pele. diminuig80 da. viscosidede do fnassa a ser agiteda (Treybal, 1980). Das muitas correlacbes apresentadas (veja, por exemplo, Nagata, 1975 — capitulo 1 — item 1.4.1), a apr senteds a figura 3.9, apecor das uites. simplificagées admitidas no ‘ua obtencéo 6 a recomended (Trey- bal, 1980) para representar o consu- imo de poténcia na agleacbo de siste- mas seredes, quando os rotores do tipo turbina diceo (figura 2,3c) #05 liquides. so &gua ov sol quesas de nBo eletrolitos. Criticas ‘quanto a validade dessa cuirelacéo, Ou também, correlagées mals recene tot 80 eprosentadas em Landeghem, 1980. Observe ss que 0 gréfico citado (figura 3.9) apresenta a. poténcia relativa Puo/Pa em fungéo do némero ra650 A. O termo Pas & 2 pO tincia requerida para a agitagéo com disporsio de gis e P, sem a clsper- so de afs; 0 némero de seragSo & definido pela equarBo: Qe No Ao = (8.13) 9.9.2.2 — Sita tga guido A pottncia consumida na agitagso de misturas de dois liquidos imisct- ‘eis, por rotores do tipo turbine-dis- co (figura 2.3¢), pode ser estimada ppeles curvas ¢ (vasos com chieanes) 2 g (vases sem chicanas) na figura 8.8, desde que a densidade e a vise cosidade da mistura, pM 3 uM, res- ‘pectivamente, sejam calculadas pelas ‘equagées (Treybal, 1980): BM = be + 94 98 (3.14) eS es mes + ) (3.15) & Bete : para vas0s com chicanas, o: aM = “eo 6 te altite “a et the pare Qe > 04 (a.18) “® VS Oe =) oe (re) pare ge < 04 a ‘onde os Indices. inferiéres ¢, d, we © referemse, respectivamente, 8 fase continua, disperse, liquides aquoses. € liquidos organicos. O termo @ € a fragéo volumétrica Para outras informacées, vela Lad- da © Degalecsan (1976 — capttulo 14), Nagata (1975 — capitulo 1 item 1.4.3) e Treybat (1980 — pitulo 70). 2.2.2.3 — Satoras_tigutdestide Informagées seguros’ sobre a po- ttneta consumida ie agiteyd0 fpenstes.nSo foram, ainda, publice ‘8a, No entanto, alguns dados podem ‘encontradot para sistemas par- tievlares (Nagote, 1975 — capstulo Ty item 1.4.2; Uhl @ Gray, 1967b — capitulo 9 ¢ nas citacées 7, 68 0 69 0 Traybal, 1980 — capitulo 12). No entanto, existem algumas: re agree pritieas (Treybal, 1980 — eapt- Tulo 11) que serdo citadas segui OO i, A LS 1 a jie. i i | 2 | t {op 3 | 3 | d = = boos 1 pon) | L | j L ¢ aE > oe tone wae wae ae — 105 Nas nee ) _— para suspenstes dilvidas (com » excegio para materisis fibroses) 2 poténela requerida pars a agitesso, 3 uma dada velocidade, & essencial- mente, @ mosma para 0 Wqvido isen- to de sélidos; — lamas concantradas © aquelas roses compar tamse come fluidos néo newtoni hos (Veja as referéncies citadas ‘ne item 3.2.1, para esses 3505): = na austncia de dados concre: tos, uma estimativa grosseira poderd ser foite usando-se 0 gréfieo da figu- 72.9.8, mas com densidedes e visco- sidades celculadas pelos equaste: bo = Gime + (1 Gen) me (8.18) Be —— 7a.) (1 os0/es5) e Seco >on (8) Nas equaghes 3.18 ¢ 9.19, os ter- mos gm @ a5 $80, respectivamnente, 2 Fregio volumétrice dos sélidos na Suspensée (absixo do rotor) © a frax do volumétrica dos sélidos na lems ssentads no fundo do vaso, epés finda a agitagko. Na auséncia de da- dos experimentais para se, assumir © valor 0,6, Os resultados obtides pera Re, < 100, usando a técnica Gescrita acime, néo so muito con fidveis. 3.2.24 — Sits Mquldostiogte Sabese, jf, que = introdugio do fase gesosa modifica © comportamen- to das suspensGes vuitedes. Nesse e280 © eritério da suspensio com plete ir8 depender, também, do mo- do que 0 gés é introduzide ne tenque fe da gus vazio. A imterago entre a vazio do 96 © a velocidade de rotecio do rotor pore que se verifique o-critério de Suspenséo completa das particulas go esté, sings, bom definida Sabese, todovia, que exiéte uma ‘nica velacidade de rotagse para uma Gniea vazio de gs (e vice-versa) que jr8 resultar no estado de suspenséo completa (Chapman et alii, 1981) Como esse estado est intimamente Tigado & poténcia concumida na agi- ago, serd neste ponto discutido. Esse ponte & determinado com 0 auxllio de graficos do nimero de po tincia om fungao do mimero de are So, medidos experimentalmente em Sistemas onde ocorre 8 agitagso de suspensées aeradas. Um exemplo desses gréficos pode ser visto na figura 3.10 e note-se, pola abservacio do mesmo que, pars ume dada vazso de gés existe um ndmero de seragéo (Ax) onde 0 nd~ mero de pottncla aeredo € minimo. Enso € 0 ponte que, segundo Nienow at alit (1977), est ocorrando, simul. tangamente, a suspenséo complete ¢ 9 dispersio do gas e & chamado de “loading point”. Desde que Ar s2ja conheeido, seré conhecida @ poténcia consumida e 3 velocidade Stima de egitagdo para 8 suspensio: @e Nase (3.20) Ap Sobese (Chapman et alil, 1981) que: Ae = flo. 2%, geometria * do sistema (3.21) porém nfo existem, ainda, 08 ture, equasies para a cua estimativa. 3.3 — USO DA POTENCIA CONSUMIDA NA AGITAGAO NA ESCOLHA DE MOTORES (© valor da poténcia consumnida na agitecio, celculods através daz téc- hnicas apresentades nos itens enterio- res 6 aquala que 0 rotor deveré re pasar 20 meio durante 2 agitagso, 4 fe o A potincia do motor, necesséria pa ra que isso se dé deveré, obviomen- te, ser maior e dependers dos co- racterfsticos dos motores disponivels. _Catélogos dos préprios fabricantes apresentam regras pare que se fagam ‘esses escolhas. Poor = UIP) + Pe conde: Como exemple, citarces a regra rida pela Plaudler Co., pera 2 estimativa da pottncia de” motores quando os rotores $40 do tipo tur- ina-diseo com 6 laminas ratas (fie gura_2.3c) @ apresentada em Rase (3.23) (2.24) Nessas equactes, Pons, Pr e Pr so em hp, a, em tb/ft, N en rpm e Dem polegadas. Liauioo; Agua Ghs AR (Qe= 0,57x Jo? m*/p) ah xZ=4% cugvas ESFERAS METALICAS: Sz BAGO Kgim> Dps 4Bos1m p=7/3 pie cuevaz ESFERAS Pasricas S,= 1050 Kain? Dp? 250;4m da T/y TlQURA 3,10 — Hissre de Pottacis om fonghe do Mimare de heregdo — Shtamar Tafsene {ehepman at aly 198R). ngerh my Coe ats ENGENHARIA QUIMICA — 19 4 — TRANSPORTE DE CALOR NA AGITAGAO 4.1 — GENERALIDADES © transporte do calor entre © con- tesco que esté sendo agitado om um vase e 98 paredes (aquecimente por camisas) ou as serpentinas imersas no meio dependem do tipo e disposi- {G20 do rotor (eu dos rotores) @ chi- canas @ da geemetria do vaso. Alem disco dependle, também, dat proprio: dades dos materiais envalvidos. Uma Unice correlagéo gero! para representar esse fendmeno néo fot ainda obrida e as varias existentes fa literatura diferem entre si, prin cipslmente, por causa da diversidade ‘entra o¢ tistemae experimentais estu- odes, Uma das abordagens mais promis: soras ao problema (Ress, 1977) tem Sido definir uma configuracéo padrao para 0 tanque @ © rotor, com desvios pera as outras partes do sistema de agitagio. De qualquer modo, a forma ¢ os ‘expoentes das vérios correlagdes ler ‘dem a uma certa concordincia e eles ‘oferecem tele gulas para 2 variagso de escala (“sealeup”). © problema, em si, esta na de. ‘torminagéo do’ eosficiente glebal de transporte de calor, U, qua 6 ume fungio, entre outros parimetros, dos coeficientes individvais de transporte de calor par convacgio da massa ag tada, hy, @ do meio que esté forne condo (ov rotirande) 0 ealor, ha. Serio apresentadas, nos itens que sequem, equacSes recomendedss para a esti desses coeficientes. Para maior preciso, 0 ideal seria a determinagio experimental desses coeficientes, abtides em equipamen- tot ov om instalagSes j existentes. Um dos métodae melhores para isso 6 © uso do gréfico modificado de Wilson, técnica essa bem descrita na Izeratura (Holland # Chapman, 1966; Chapman e Holland, 1965), 4.2 — COEFICIENTES INDIVIDUALS DE TRANSPORTE DE CALOR POR CONVECGAO DA MASSA AGITADA (h;) ‘Multas equagGes empiricas, pare a DAO SRTAGELA 4.1 — Sumirio das corrlages resomendadas pore costiclant de transport de calor de masse da — veja a equacao 4.1 — (Adaptade de Rase, 1977) — Veja em conjunto as observasées da. ‘bela 4.2. neo ve | suPearicis | werenvaro. Wo ge | ce teas | bet, apa |e | curos TerMos | COMENTARIOS ADICIONAIS FERENCIA | (npr rors | came | 10 108 or | ous Jon | 024 = indices pare tatlaten po (aie tb Jstes (H/0 = 1. C/D 3 230 1 lore = on, oft = u/s, patie: lrgure = 0/4, lire = 0/5). Pare outers inetnatae 1S (CTC TI OM seegenion | 400-1258 oar | ox7 | oar | vate vei wb. 42 - abe 3. tnd . no ‘ee. lads ‘pers entigorstnn a. ertas com DT = 07. S] en? a= Ze ee zse = O13 Sergio | 108-4 099 | oss | 029 | oa | corres cx/mt?| ~ fermen wecajcn | camise | 108 108 oa | oar | oss | ore - vn ca. 2.2 - obs. & rcapch | serpentine | 108 = 108 yao | og | oss | or - = risus | comin | 20-200 wie | oar | asa | 02 - JA ensincs de chcenns nfo =. nts 0 fenteno. para aa cera de Re ested, em one aso coin Y 2 12 po ve? comin | aot win | 047 | oss | ona = are vor wirfcedon © com ' 2x 108 ub. ehienss tipo eecos one vein | Omie. 22108 ose | os | 02s | one - aso comm Tem 5h, rotor eporto = 45% de inclinagto eee reiss0 90 x0 coal do veo en cara do tan pe, ae chiara Comise onz [ors | ose | 02s fervore0 quo - Swpenia | an 102 oa | 042 | ose | ons = - 25n18 Aacors | Comte | 10 - 200 aw jos | oss | ore = - 300.4 « 108 oss Josr | oss } a1 - - —L enoeaARlA QUIMICA — 2 Existem, na literatura (EEUA, 1980 = Appendix C; Rese, 1977 — Capitulo. 8) tebelas que resurne 3 qrhagses emplriess rocomendadss. F Sioa 4.16 2 edaptagso de ume Seles (Rase, 1977 — tsbele 8.6). OBSERVAGAO nN? OBSERVAGAO 1 ‘Fenbologle dos rorares © chieanss eg es wurbinacisco com 6 patheras rete ‘Alguas comentérios qualitatives THe: turbing com 6 palhetas cures comrclagio 20 Coeficiente de trans Che existencia de chieanas no vos? forte de calor, fy, erm vOe0e 25e° HiCh; vaso sem chicanas Ber exo apresentades @ seguir (Race, Ch xine, corn ps inctinadas de 4° FeCS: turbina com 3 palhetas 2 Tao a 200 He, — 0887 (wom So) ara © ca de vsos sem evicanas hss > OFS te “— valores de fobs em vests [pare 0 ee ale Sh | creates Ghicanse £80, em 4 haces oF < 00 oe vila calelace encamiseegee, manores Jo que 206" Na regio plenemente turbulente, chicanes ‘aurentar jes gerados em vasos com ‘serpenti- Neosat de, oproximademeno, 37+ weet |__o valet oe Tait ransporte de calor & ait s Para © = 4.1/2 poly & oat eficiente quando o rotor esté locsli- pare © = 11 pol, a = 0899 Sado oproximadamente 0, Canto de | rere C= Ne Sprorimproxizne 00 Fundo (ob . Para rotor do 090, 6 > OF Ya Go Tlta com relegio ® rovores Pare foror vitrticado, @ = 088 sees bina) rt presence de chicenas sume” tam of valores de hy, em vBs0# 98 de hy foram provestes, & coe tae oS Nrrbines, quando Ree > 1: nivade Ja pore igus, Pe = nimero de Prandtl ra regio tulent we. ‘revisoas que tratant ke Desde que hy a NO (aproximacamen- Gs anon os (aay te), entdo, he PP 0; Chapman e Hel vp cre chen ‘9 que fot comentade, reste by Wollond 6 oe stom até agora, @ valide pare 2 agi wo ‘gg de mosses liquides hemoge- Vis = ——— (némera de regio ao existem multas informe BERS" gearca’ do tranaporte de C2Ior fe equasie 6 ad em melos mais complexes. Um resuy costndey (4.5) oy pon, ue ens ae 2 rental se Ne = afRed™ cPae (vise sea equagéo, em termos adimmen- ee Rar, Pay WIS) id , outros termes) tay He ES Bets gometien Sl gae cote ate were Tete ea (Oe coe & 2 onde: oe se caaceien), eG PO aga es Eg cortele vriedadies fisicas do. fluido (ke, pe Bs 7 a oe Sea yee), © nomero eee go de Urban et alll (977) he Cosidads, VIS, € a relagso entre & Ny = —— (ndmero de Nusesl) valor da viseosidade no 20 ido flu P+ Pe ca wae de eens ye oumior hy | as) de (le do uid presi 38 P (4.2) Sarees (img) mar pace, dot aredesonaiderese que VIS seie iou8l . Sek dade. A escolhe. do comorimen onde hy e P 860, respestiverente, ° aN 8 uriggctertien, &, variou de treba one fente e poréncia requerid Fel" Pe = (momero de Tho para trabalho, © mesmo scone Ghee a0 meio sem dispersso Ce 98s. ue ‘condo com 05 oot ‘i Ue fu, & Py 560 08 mosmos Fetors Gn Bec) e com o exisencia d& 29." ‘igpersdo de aSs. A potencle Py Reynolés) (4.3) outros termos, Se equerida para comerimir © 08 2 CMA A, adiabaticamente desde 2 pressio do tope até a fundo do vaso. Deve-se consultar, também, Rao ‘Murti (1972) @ Joshi ot alli (1982). — Sistemas onde existe a suspensio de aétidos am liquidos agitadox Quande gy < 0,01 os « afetam o transporte de calor @ a ‘equagéo 4.1, juntamente com a fermagées das tabales 4.1 © 4.2, pode ser useda. Acime daquela com centragao de silidos os efeitos 80 significativos causando um. declinio nos valores de hy ebtidos. Ums das correlagdes existentes (Franticak ot alii, 1968) & epliedvel para lomas Newtonianes: hit = cp. m/e | 0,575 (Re) (P.)° (T/D)2 (. # ¢ ) cp. me 1—¢ * (4.7) conde: 2m, Bef hy = (=) (ks — y) kek ar (4.8) 2k sb ke — (—) (ky — ka) 9) w= mw [+28 are ) f valores de Cp © g podem ser calcula dos por uma regra aditiva relaciona- 14 mm 2oe | 9m Ve = 65) De | 2 — pore 0,7 Oy = 14 no existe uma sorrelagto dé Vie. para digmetres de bolhes este interval, Costumeiramen- fe considerase uma relagso fi ear entre Vc @ Dy, tendo como Valores limites os obtidos peles equagies 5.46 5.5. © uso das equacées 5.2 2 5.5, pore a cotimativa de D, requer vm Brocesso de tontativas e erros. Um Golor iniciel do Vig razoavelmente atisfatério serio © de 0,21 m/s, ov @ eguivatente em outras unidades, jo66b — capitulo 6; Miller, 1974): He Hy (——)* (5.2) we 10,65, para solugSas aquosas de steasis © ourras Substéncies orgénices. (© termo He representa a quantidede de gis retida na mesa Mquida {gas holdup”) e pode ser ealculado pela eaves ‘ee primeiras forges que regulam 2 transferéncia de massa. G diametro das bolhes, De, pode ser eximodo pola seguinte equaso {Colderbork, 1958, 1959; Unl e Gray, conde: ” (5.8) 5.2 — COEFICIENTE DE JRANSPORTE DE MASSA NA AGITAGAO DE SISTEMAS. SOLIDO-LIQUIDO gebeae que (Treybal, 1980) ume ver que os sélides estejam suspen Ses, um ecréscimo na_potencia dis: pendida na agitacto, n80 fd aurmen: peneencuravelmente, © transporte Gelmaase sélidoliquide. Para parti SSigs pequenas, of coeficientes de frenaporte de masse, iminvern, com Saumento do tomanho da particul Spquanto que, pare particulas, gra SRetngo existe efeito do tamanho da perticula, © didmetro de tron Ge mais ov menos 2 mim. ara valores modersdos da, dife- renge entre a densidede do sétido © do liquide, Bp = (te — m)s © Om Giciente de transporte de massa ¢ ndependente de Api mas para altot ae metslices pequenas concentragées de Para sblidos (or = 0,01), parece ave Kis independe de gy. O masmo foi obser: Vado para @ presenge ev nao de chi Yonas ¢ 0 tipo do roter, para um Gedo valor da poténcia consueide. AA A Lec A inflvéncia do ndmero de Sch- midt, S., néo esté, até hoje, bem definids. As varies correlacées empiricas pu- blicadas até 0 momento, foram obt!- das 3 partir de diferentes definigtes dos adimensianais caraeteristicer do transporte de massa. Por indicagées dy literatura (Treybel, 1980) existe uma certa preference pelos equacdes (Uhl e Gray, 19666 — capitulo 6; Calderbank e Moo-Young, 1961; Miller, 1971; Levins e Glastonbury, 1972): — para partculas pequenas (D, <2 mum), svapensies completa ¢ Ap << 280 Kg/m? Stas = 2-4 OA7 Roe (D/T) S40 (5.6) £357 X 106 04 2 Rey = 60 viélida para 267 = Sus Shis = 0,222 Re, $9 Saal (8.7) — para particolas grandes {D, > 2 mm} e suspensio complete Nas equagdes 5.6 © 5.7 os ack mensionais 30 definidos usando se 26 propriedades fisices do Nquido (4 p) € do conjugedo liquide-sélido (0.1. 0 niimero de Reynolds da par- ticula é caleulado pela equecso: ture de Treybal. (1980 ~~ capitylos Tie 12) para informagtes sobre esse assunto. Quando exlstem essas outras re sisténcias, podese calcular um coe ficiente global da trantporte de mat- 82 que seria, come no eazo de trane- porte de calor, uma somatéria de todas eles. 5.3 — COEFICIENTE DE ‘TRANSPORTE DE MASSA NA AGITACAO DE SISTEMAS Liquipe-Liquipo Existem poucas medidas do coefi- clente global do transporte de massa para. sistemas. liquidediquido com agitagdo e, menor ainds, do. coefi- lente individusl para o fase conte ‘nue. O estado atusl de conheciinento do aszunto no possitilite, até 0 mo- mento, que sefam postivels gener zaqbes utlizdveis para fine prétices © cocticiente de transporte de masse liquidoliquido, global, seria calculado pela equaczo: ya 1 — = —— +—— (5.9) a conde kag @ ko teriam, respect te, 08 coo massa por convecséo, na acitacdo de sistemas liquidoliquido, da fase dis: persa © da fase continua, © termo me, Coeficiente de dis @ ealesiado por: dc d Ca (5.10) conde C € @ concentragia molar. ‘Sugere-se (Treybal, 1980) a3 se guintes equagSes pera o edlevlo dos coeficientes individusis: — cotticiente individual de transporte de massa da fase dispersa (Elzinga 2 Banchero, 1959) >, se da 64 Ds 8 meo{ Bm [Z5, ere (PEE an 8 ‘onde Dy ¢ Dns S80, respestivamente, © 0 copficiente de difuet De © diémetro da gota da fase ‘disperss do um liquide no eutro, Os pardmetros By € 2, cestio listados na tabola 5.1. © termo @ € 0 tempo de resistencia dos Ii: quidos no voso. TABELA 5.1 — Valores dos parimetrot 8, © hy # serem usados na equa: (capilaridade, ebsorgio, dezoredo, etc.) que fegem edo ambito deste trabalho. No entento sugere-se 2 lel 5 Po Rt gio 5.11 Re, = 0,6 (0 (5.8) caer = [® % e m . serve que v, & 0 volume de liquide [320 | aaa | oaae var [anor = tuistente'no voro enfo.e veri do | Sa | gaye | | | | 8 = ni . fi de 8.00 0536 ~ ~ = = ote que © coeficemte de trans | ap “ =], porte demase cud ma defini | 2 we | oom |X Go" ndmero. de Sherwood as equ : so | — | orae | ose = fen precedentes #80 bereosor nm | 213 sa] — | ona | one = eric axterma da particule como | 267 so | sz | ae | ewe | oa se force lisa e gem pores, ae tee m2 taze 704 ws as 0.603 0208 ies ne nome ence ete | oro | tase | an | wee | ta | om | ance sm, Obviemente, influir no trans 2130 1.550 8.90 28 rat 0.588 0.386 porte de massa sbiidoparrcula com | ooo | sao | aaa | ata | as | ose | eae gutroe maconismos de transporte | a | aso | ose | m2 | 12 | osve | once Observe que 0s parémetros 2, @ B, est30 em fungie do numero de Sherviood da fase continua. ATS CGENIAGA CuiICK — 2$ — cocficlente individual de transpor- te de masta da fate continua Nia auténcia de dedor pars 0 caso tem questi 6 recomendado 0 vie dat relag6es existentes para o transporte Ge masse que ocorre em partfeules sélidas em suspensdo, Use-se, porter- to, 2 equasso 8.6 (Treva, 1960) com a6 seguintes modifieagées: — so usadas 2 propriodades fi sicas (p, By Dux) da fase continu: — use-se, nos céleulos, odidmetro dis gata, Dy20 inves do didmetro de portale, By — 0 ndmero de Sherwood 6 as: tim definido: Ke Dy Dae As duas expressées, para kus © pe ra ke, $80 vélidas quando Dy < 2 mm e Mp = (ee — pu) < 280 Kg/m?. Sugere-se, também, 2 consulta de Laddha e Degaleesan (1976 — capl- tule 14). 8.4 — COEFICIENTE DE TRANSPORTE DE MASSA NA AGITACAO DE SISTEMAS GAS-LIQUIDO-SOLIDO Existe uma austncia quase total de dads sobre otto assunto na litera ture. E de uso comum 0 emprege dot resultados existentes para trans porte de matza sblideliquido ou gis- iguido, somente (Shoh, 1979). Alguma informagio, de cardter ‘mais qualitativo, poda sor obtida em Wiedmann et alii (1980 ¢ b). — REATORES DE TANQUE AGITADO 0s reatores de tanque agitado, ope rando continuamente (CSTR) ou em bateladas, s80 extensemente usodes ‘am reagées onda © meio & homoge neo ou heterogéneo (gSeliquido, lie quiderliquido, gisliquide sélido). Muitos dos carecteristicos, desses ‘equipamentos s80 0s abordados. nos itens anteriores, juntemente com agusles relacionados com 2 reaga0 fem sl. A abordagomn descos sitimoe sszuntos fogem da finelidade deste trebatho. Sugere-se, entretanto, 2 seguinte Iteretura especalizada: = Levenspiel, 19748 (capltvlos 6 en: = Smith, 1970 (capitulos 3 a 6 21); — Froment @ Bischoff, 1979 (cx pltulos 10 @ 14); — Shah, 1979 (capitulos 4 0 9}; — Rese, 197 (capttulos 3 6 4}; ~~ Corpatein et alii, 1979. 7 — CONSIDERACSES FINAIS Finalizando este trabalho que vise dar uma vite goral sobre os diver sez acpoctor do agitagao de liquidos seria de interesse abordar rapide. mente alguns tSpicos que nfo o fo ram nas partes precedentes. 7.1 — INSTALAGOES EM ESCALA ILOTO E VARIACAO DE ESCALA ("SCALE-UP") Nio raro as informagées desejadas sobre um determinads aspecto pré- tieo ou s8o inexistentes no literati- ra oy so Incompletas. Temese, nese sas situagses, que, a0 lencar-se m0 de extrapolagses de dados ou uso de correlages muito generalizadas, ebtenha-se como recultado atvagbes desastrosas de equipamentos indus tris, # recomenddvel, ent8o, nesses si tuagées a montagem de instalagbes ‘em escala piloto # a obtencéo, nelas, de dados que serio utels pare o projeto dos equipamentoo em escala real. Existe uma bos quentidade de obras que Instruem quanto ao pro- joto o a montagem de plantarpiloto en_geral (Jordan, 1955; Grotre 1956; Katzen, 1968) e algumas es- pecificamente para. sistemas onde corre 2 egitecso (Rusthon, 1245; 1945; Bates, 195%; Connelly © Winter, 1969). © uso dos dados provenientes de plantapiloro no projeto de equine mentaz em escala real segue uma série de regras, chamadat “regres de sealeup". Estes procedimentos, apli- cados a sistemas de agitagio, esto bem explanados em Race (1977 — capitulo 8, item “Scaleup Procedu- res"). Qutras fontes fornecem, tam- sm, dtimas informagsas sobre 0. artunto (Jordan, 1958; Corpstein at alii, 1979; Desplanches et alii, 1983; Knevle, 1985). 7.2 — CORROSKO E ESCOLHA DOS MATERIAIS Um problema bisico comum a muitas inztalagdee industriais, on ve a elegdo de materiais apropri dos pera e construgéo de sistemas de agitacao. . Para servigot onde esto presentes subetineias altamente corrosivas, fa tores tsis como, a localizacéo, ¢ modo de construso do rotor, in- Hen trator certltions Ia fected vessel, Chem, En. TE-Fobs 175182, 1965. CrnNac CA; NIENOW, ANZ; MIDDLETON, J, Parca somension teat TochtonTorbinw agitated vse, Trans. 1. Chem Eber 120197, 1981. CCuARDIT, ©. Htude cee transfer termigues dana um eéctur mic reinant eis rena ie gle cotect geeTguige soe, Erni, Re tor: 6071, 1781. CoAVOACEE, MW. Dows your tank ouon have the right shupe?, Chem ng Gets 11-73-03, 1986 ‘aids svepoton bahavour to profi botton and fet bot ‘mining enki, Cham. Eng. 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