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Distribuição da Matéria Biologia e Geologia 10º Ano 2009/2010
Distribuição da Matéria Biologia e Geologia 10º Ano 2009/2010

Distribuição da Matéria

Biologia e Geologia 10º Ano

2009/2010

Distribuição da Matéria Biologia e Geologia 10º Ano 2009/2010
Distribuição da Matéria Biologia e Geologia 10º Ano 2009/2010

Evolução das Plantas

Evolução das Plantas
Evolução das Plantas
Evolução das Plantas
Tecidos definitivos vegetais Tecidos Tecidos Tecidos dermicos fundamentais condutores Epiderme Súber
Tecidos
definitivos
vegetais
Tecidos
Tecidos
Tecidos
dermicos
fundamentais
condutores
Epiderme
Súber
Parênquima
Colênquima
Esclerênquima
Xilema
Floema
Tecidos dérmicos Epiderme  Tecido primário, Câmara estomática  Células vivas, pouco especializadas;

Tecidos dérmicos

Epiderme

Tecidos dérmicos Epiderme  Tecido primário, Câmara estomática  Células vivas, pouco especializadas; 

Tecido primário,

Câmara estomática

Células vivas, pouco especializadas;

Presença de cutina;

Estomas

Presença estruturas especializadas trocas gasosas;

nas

Função: protecção

mecânica, minimiza

as perdas de água (cutícula), trocas gasosas.

de

Cutícula

Célula da epiderme

mecânica, minimiza as perdas de água (cutícula), trocas gasosas.  de Cutícula Célula da epiderme
mecânica, minimiza as perdas de água (cutícula), trocas gasosas.  de Cutícula Célula da epiderme

Tecidos dérmicos

Epiderme

Visto ao MOC

Células-guarda

Visto ao ME

Ostíolo

Células da

Epiderme

Tecidos dérmicos Epiderme Visto ao MOC Células-guarda Visto ao ME Ostíolo Células da Epiderme Células-guarda

Células-guarda

dérmicos Epiderme Visto ao MOC Células-guarda Visto ao ME Ostíolo Células da Epiderme Células-guarda
dérmicos Epiderme Visto ao MOC Células-guarda Visto ao ME Ostíolo Células da Epiderme Células-guarda
dérmicos Epiderme Visto ao MOC Células-guarda Visto ao ME Ostíolo Células da Epiderme Células-guarda
Tecidos dérmicos Súber Epiderme morta  Tecido secundário;  Células mortas;  Paredes espessas
Tecidos dérmicos
Súber
Epiderme
morta
 Tecido secundário;
 Células mortas;
Paredes espessas
impregnadas de suberina;
Súber
Funções:
substitui
a
epiderme
como
tecido
protector
nas
raízes
e
caules,
permite
as
trocas
gasosas;
Importância económica:
extracção da cortiça.

Tecido primário;

Células

vivas

diferenciadas, o

conservar

a

divisão;

que

pouco Tipos de parênquima (1) permite de Parênquima Parênquima Parênquima Parênquima de clorofilino
pouco
Tipos de parênquima (1)
permite
de
Parênquima
Parênquima
Parênquima
Parênquima
de
clorofilino
secretor
reserva
reserva,
(1) – Classificação de acordo com a sua
função (Meyer (1962)).

Tecidos fundamentais

Parênquima

capacidade

  lacunas)    Funções:
lacunas)
Funções:

Formas variadas;

Podem apresentar espaços entre as células (meatos e

Paredes celulósicas finas;

Núcleo pequeno, vacúolos de grandes dimensões, citoplasma reduzido.

fotossíntese,

regeneração entre outras.

Constitui grande parte de todos os órgãos da planta.

Tecidos fundamentais Colênquima  Tecido primário simples;  Células vivas, alongadas segundo o eixo de

Tecidos fundamentais

Colênquima

Tecido primário simples;

Células vivas, alongadas segundo o eixo de crescimento do órgão;

Colênquima visto ao MOC

Extensíveis e com elevado

grau de elasticidade;

Espessamentos

celulose

Paredes

desigualmente;

espessadas

Capacidade

desdiferenciarem;

de

se

Função de suporte de

órgãos em crescimento;

Posição periférica nos caules, pecíolos e nervuras das folha;

Não é habitual em raízes.

Esquema

do

colênquim

a

de
de
nos caules, pecíolos e nervuras das folha;  Não é habitual em raízes. Esquema do colênquim
nos caules, pecíolos e nervuras das folha;  Não é habitual em raízes. Esquema do colênquim

Tecidos fundamentais Esclerênquima

Células mortas, com espessamentos na parede de lenhina;

Presença de pontuações (onde se encontravam os plasmodesmos);

Função de suporte nos órgãos de plantas adultas;

Distinguem-se em escleritos e fibras de acordo com

a forma e tamanho.

de suporte nos órgãos de plantas adultas; Distinguem-se em escleritos e fibras de acordo com a
de suporte nos órgãos de plantas adultas; Distinguem-se em escleritos e fibras de acordo com a

Esclerênquima

Fibras e Escleritos

Fibras

Escleritos

Células alongadas;

Afiladas nas extremidades;

Células curtas;

Com

numerosas

pontuações; Podem resultar

da

diferenciação de células de

parênquima;

Podem

isoladas

principalmente “caroços” dos frutos.

nos

massa

encontrar-se

Pequeno número de pontuações;

Formam cordões ou mesmo bainhas mais ou menos

 

continuas, normalmente

junto ao sistema condutor

ou

em

cordões ou mesmo bainhas mais ou menos    continuas, normalmente junto ao sistema condutor
cordões ou mesmo bainhas mais ou menos    continuas, normalmente junto ao sistema condutor
cordões ou mesmo bainhas mais ou menos    continuas, normalmente junto ao sistema condutor
cordões ou mesmo bainhas mais ou menos    continuas, normalmente junto ao sistema condutor
Tecidos de Transporte Xilema Xilema de Quercus robur  Tecido complexo;  Funções: água transporte

Tecidos de Transporte Xilema

Xilema de Quercus robur
Xilema de Quercus robur

Tecido complexo;

Funções:

água

transporte

de

substâncias

dissolvidos, suporte e reserva;

nela

e

Curiosidade: a

velocidade da água

no xilema pode ir de 1 a 40 m/h;

Constituído

seguintes

células:

pelos

de

tipos

Elementos de vasos;

Traqueídos;

Fibras lenhosas;

Parênquima lenhoso.

a

d

vaso lenhoso; b traqueído; c fibras;

parênquima lenhoso.

 Parênquima lenhoso. a d – vaso lenhoso; b – traqueído; c – fibras; – parênquima
 Parênquima lenhoso. a d – vaso lenhoso; b – traqueído; c – fibras; – parênquima

Xilema

Elementos de vasos

de topo
de
topo

Células

mortas,

alongadas

longitudinalmente,

paredes lenhificadas;

As paredes do

desaparecem totalmente ou são perfuradas;

Alinhadas

longitudinalmente

constituem tubos, os vasos traqueanos;

Presença de pontuações;

A disposição da lenhina

permite distinguir diversos

tipos de elementos dos vasos.

Presença de pontuações;  A disposição da lenhina permite distinguir diversos tipos de elementos dos vasos.
Presença de pontuações;  A disposição da lenhina permite distinguir diversos tipos de elementos dos vasos.
Presença de pontuações;  A disposição da lenhina permite distinguir diversos tipos de elementos dos vasos.
Xilema Traqueídos ou tracóides Traqueído Pontuação  Células mortas, as alongadas extremidades

Xilema

Traqueídos ou tracóides

Traqueído Pontuação
Traqueído
Pontuação

Células

mortas,

as

alongadas

extremidades

pontiagudas;

com

laterais

lenhificadas em anel ou espiral;

Paredes

Filogeneticamente os

mais

os

primitivos

traqueídos são

que

elementos de vasos;

Passagem da água pelas extremidades das células pelas pontuações.

traqueídos são que elementos de vasos;  Passagem da água pelas extremidades das células pelas pontuações.
traqueídos são que elementos de vasos;  Passagem da água pelas extremidades das células pelas pontuações.

Xilema

Fibras lenhosas

  Xilema Fibras lenhosas Células mortas semelhantes às fibras esclerenquimatosas; Funções de suporte.
  Xilema Fibras lenhosas Células mortas semelhantes às fibras esclerenquimatosas; Funções de suporte.

Células mortas semelhantes às fibras esclerenquimatosas;

Funções de suporte.

  Xilema Fibras lenhosas Células mortas semelhantes às fibras esclerenquimatosas; Funções de suporte.
  Xilema Fibras lenhosas Células mortas semelhantes às fibras esclerenquimatosas; Funções de suporte.
  Xilema Fibras lenhosas Células mortas semelhantes às fibras esclerenquimatosas; Funções de suporte.

Xilema

Parênquima lenhoso

Xilema Parênquima lenhoso  Células vivas;  Funções: suporte e reserva;  Forte espessamento de lenhina.
Xilema Parênquima lenhoso  Células vivas;  Funções: suporte e reserva;  Forte espessamento de lenhina.

Células vivas;

Funções: suporte e reserva;

Forte espessamento de lenhina.

Xilema Parênquima lenhoso  Células vivas;  Funções: suporte e reserva;  Forte espessamento de lenhina.
Parênquima lenhoso  Células vivas;  Funções: suporte e reserva;  Forte espessamento de lenhina.
Parênquima lenhoso  Células vivas;  Funções: suporte e reserva;  Forte espessamento de lenhina.

Líber

ou

crivoso;

tecido Transporte floémico Tecidos fotossíntéticos transporte (seiva Todas as partes da planta não verdes
tecido
Transporte
floémico
Tecidos
fotossíntéticos
transporte
(seiva
Todas as partes da
planta não verdes
Centros de reserva
nas folhas e eixos.
dos
tubos
de

Tecidos de transporte

Floema

Tecido complexo;

 das   
das

Função:

substâncias

orgânicas

elaborada);

Células constituintes:

Células

crivosos;

Células

companhia;

Fibras liberinas;

Parênquima liberino.

Floema Células dos tubos crivosos

de
de

Células vivas; alongadas;

Perda de alguns organelos;

Constituem tubos (tubos crivosos) sendo a ligação feita através das placas crivosas;

Deposição

calose.

variável

Placa

crivosa

sendo a ligação feita através das placas crivosas;  Deposição calose . variável Placa crivosa
sendo a ligação feita através das placas crivosas;  Deposição calose . variável Placa crivosa
sendo a ligação feita através das placas crivosas;  Deposição calose . variável Placa crivosa

Floema

Células de companhia

Células

vivas,

organelos;

com

todos

os

Placas

crivosas

Acompanham as células dos tubos crivosos;

Comunicam

crivosos

pontuações;

com

os

através

tubos

das

Não sofrem degenerescência protoplásmica;

Células

dos

tubos

crivosos

Células de companhia

Fibras

Essenciais para o movimento de açucares do parênquima clorofilino para os tubos crivosos.

de companhia Fibras  Essenciais para o movimento de açucares do parênquima clorofilino para os tubos
de companhia Fibras  Essenciais para o movimento de açucares do parênquima clorofilino para os tubos
de companhia Fibras  Essenciais para o movimento de açucares do parênquima clorofilino para os tubos

Floema

Fibras liberinas

Células mortas, longas;

Função: suporte.

Importância económica:

fibras de linho

Placas

crivosas

Células

dos

tubos crivosos Células de companhia

Fibras

económica: fibras de linho Placas crivosas Células dos tubos crivosos Células de companhia Fibras
económica: fibras de linho Placas crivosas Células dos tubos crivosos Células de companhia Fibras
económica: fibras de linho Placas crivosas Células dos tubos crivosos Células de companhia Fibras

Floema

Parênquima liberino

Células vivas;

Pouco

especializadas;

Parênquima liberino Células de companhia
Parênquima
liberino
Células de
companhia

Função de reserva;

Área

crivosa

crivosas
crivosas

Fibras

Placas

Podem

armazenar

diversas substâncias, tais como:

Amido;

Tanino;

Cristais.

Fibras Placas Podem armazenar diversas substâncias, tais como:   Amido; Tanino;  Cristais.
Fibras Placas Podem armazenar diversas substâncias, tais como:   Amido; Tanino;  Cristais.
Fibras Placas Podem armazenar diversas substâncias, tais como:   Amido; Tanino;  Cristais.

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Cilindro central Zona Cortical

Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Cilindro central Zona Cortical
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Cilindro central Zona Cortical

Cilindro

central

Zona

Cortical

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Cilindro central Zona Cortical
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Cilindro central Zona Cortical

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas

Cilindro

central

Zona

Cortical

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Cilindro central Zona Cortical
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Cilindro central Zona Cortical
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Cilindro central Zona Cortical

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Endoderme

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Endoderme
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Endoderme
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Endoderme
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Monocotiledóneas Endoderme

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas Cilindro central Zona cortical
Cilindro central Zona cortical
Cilindro
central
Zona
cortical
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas Cilindro central Zona cortical
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas Cilindro central Zona cortical
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas Cilindro central Zona cortical
das plantas da raiz - Dicotiledóneas d o s ó r g ã o s

das plantas

da raiz - Dicotiledóneas

dos órgãos

Estrutura primária

Estrutura

Dicotiledóneas d o s ó r g ã o s Estrutura primária E s t r

Cilindro

central

Zona

cortical

Dicotiledóneas d o s ó r g ã o s Estrutura primária E s t r
Dicotiledóneas d o s ó r g ã o s Estrutura primária E s t r
d o s ó r g ã o s Estrutura primária E s t r u
d o s ó r g ã o s Estrutura primária E s t r u

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz - Dicotiledóneas

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária da raiz

Floema
Floema

Protoxilema

Metaxilema

Periciclo

Metaxilema em

fase inicial de

desenvolvimento

Metaxilema em fase inicial de desenvolvimento Endoderme Cilindro central da raiz de uma
Endoderme Cilindro central da raiz de uma Monocotiledónea
Endoderme
Cilindro central da
raiz
de
uma
Monocotiledónea
Metaxilema em fase inicial de desenvolvimento Endoderme Cilindro central da raiz de uma Monocotiledónea
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz Periciclo Floema Endoderme Metaxilema

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária da raiz

dos órgãos das plantas Estrutura primária da raiz Periciclo Floema Endoderme Metaxilema Protoxilema Cilindro

Periciclo

Floema

Endoderme

Metaxilema

Protoxilema

Cilindro central da raiz de uma Dicotiledónea

da raiz Periciclo Floema Endoderme Metaxilema Protoxilema Cilindro central da raiz de uma Dicotiledónea
da raiz Periciclo Floema Endoderme Metaxilema Protoxilema Cilindro central da raiz de uma Dicotiledónea

Estrutura primária da raiz

Características gerais:

Zona

cortical

cilindro central;

geralmente

mais

desenvolvida

Endoderme bem diferenciada;

Feixes condutores simples e alternos;

Xilema primário com crescimento centrípeto.

Características Monocotiledóneas:

específicas

que

o

das

Endoderme com espessamentos em U;

Número elevado de feixes condutores;

Características específicas das Dicotiledóneas:

Endoderme com bandas de Caspary;

Número reduzido de feixes.

    
das Dicotiledóneas: Endoderme com bandas de Caspary;  Número reduzido de feixes.    

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas

Tecido

fundamental

Feixes

condutores

Epiderme

das plantas Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas Tecido fundamental Feixes condutores Epiderme
das plantas Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas Tecido fundamental Feixes condutores Epiderme
das plantas Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas Tecido fundamental Feixes condutores Epiderme

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas Parênquima Feixe condutor

Parênquima

Feixe condutor

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas Parênquima Feixe condutor
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas Parênquima Feixe condutor
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Monocotiledóneas Parênquima Feixe condutor
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Dicotiledóneas

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária do caule - Dicotiledóneas

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Dicotiledóneas
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Dicotiledóneas

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura primária do caule - Dicotiledóneas

Parênquima

Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Dicotiledóneas Parênquima
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Dicotiledóneas Parênquima
Estrutura dos órgãos das plantas Estrutura primária do caule - Dicotiledóneas Parênquima
Estrutura dos órgãos das primária do caule - Dicotiledóneas Estrutura plantas Floema Colênquima Estoma

Estrutura dos órgãos das

primária do caule -

Dicotiledóneas

Estrutura plantas

Floema Colênquima Estoma
Floema
Colênquima
Estoma

Parênquima

Epiderme

Floema primário

Cambio

interfascicular

Xilema

Cambio

intrafascicular

Estoma Parênquima Epiderme Floema primário Cambio interfascicular Xilema Cambio intrafascicular
Estoma Parênquima Epiderme Floema primário Cambio interfascicular Xilema Cambio intrafascicular
Estrutura primária do caule  Características gerais:  Zona cortical geralmente menos desenvolvida que o
Estrutura primária do caule
Características gerais:
 Zona cortical geralmente menos desenvolvida que o cilindro
central;
 Endoderme e pericíclo de dificil distinção;
Feixes condutores duplos e colaterais;
Xilema primário com crescimento centrífugo.
Características específicas das Monocotiledóneas:
Feixes condutores fechados;
Feixes dispostos de forma irregular
Características específicas das Dicotiledóneas:
Feixes condutores abertos, presença de câmbio intrafascicular;
Presença de câmbio interfascicular;
Feixes dipostos de forma regular formando um anel.

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura da folha - Monocotiledóneas

Estoma

das plantas Estrutura da folha - Monocotiledóneas Estoma Epiderme Xilema Floema Parênquima clorofilino -Estomas

Epiderme

Xilema

Floema

Parênquima

clorofilino

-Estomas

igualmente distribuídos pelas duas páginas;

-Mésofilo

simétrico;

-Feixes

condutores

e

colaterais

fechados.

-Estomas igualmente distribuídos pelas duas páginas; -Mésofilo simétrico; -Feixes condutores e colaterais fechados.
distribuídos pelas duas páginas; -Mésofilo simétrico; -Feixes condutores e colaterais fechados.
distribuídos pelas duas páginas; -Mésofilo simétrico; -Feixes condutores e colaterais fechados.

Estrutura dos órgãos das plantas

Estrutura da folha - Dicotiledóneas

órgãos das plantas Estrutura da folha - Dicotiledóneas -Estomas essencialmente página inferior; -Mésofilo
órgãos das plantas Estrutura da folha - Dicotiledóneas -Estomas essencialmente página inferior; -Mésofilo

-Estomas

essencialmente

página

inferior;

-Mésofilo

assimétrico;

-Feixes

condutores

colaterais;

-Câmbio intrafascicular ao nível da nervura principal.

na

assimétrico; -Feixes condutores colaterais; -Câmbio intrafascicular ao nível da nervura principal. na Estoma
assimétrico; -Feixes condutores colaterais; -Câmbio intrafascicular ao nível da nervura principal. na Estoma

Estoma

Estrutura primária da folha

Características

Monocotiledóneas:

específicas

das

Epiderme cutinizada com distribuição equitativa de estomas pelas duas páginas;

Mesófilo simétrico;

Feixes condutores duplos, colaterais e fechados.

Características específicas das Dicotiledóneas:

Epiderme cutinizada com distribuição desigual de

estomas pelas duas páginas;

Mesófilo assimétrico;

Feixes condutores duplos, colaterais e abertos.

    
duas páginas; Mesófilo assimétrico;  Feixes condutores duplos, colaterais e abertos.     
Translocação nas plantas Seiva Seiva bruta elaborada 1 – Absorção de água e minerais ao

Translocação nas plantas

Seiva Seiva bruta
Seiva
Seiva
bruta

elaborada

1 Absorção de água e minerais ao nível da raiz; 2 Troca de gases ao nível

da raiz; 3 Translocação no xilema; 4 Transpiração; 5 Trocas gasosas ao

nível das folhas; 6 Fotossíntese; 7 Translocação no floema.

Transpiração; 5 – Trocas gasosas ao nível das folhas; 6 – Fotossíntese; 7 – Translocação no
Transpiração; 5 – Trocas gasosas ao nível das folhas; 6 – Fotossíntese; 7 – Translocação no

Translocação nas plantas

Processos

em

que

está envolvido:

o

sistema

condutor

Captação da água e de solutos do meio;

Transporte,

a

pequena

distância,

de

substâncias de célula a célula;

Transporte, a longa distância, dos materiais ao nível do xilema e do floema.

substâncias de célula a célula;  Transporte, a longa distância, dos materiais ao nível do xilema
substâncias de célula a célula;  Transporte, a longa distância, dos materiais ao nível do xilema
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas

Transporte nas plantas

Absorção da água e de solutos pelas plantas

Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas

Transporte nas plantas

Absorção da água e de solutos pelas plantas

Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas

Transporte nas plantas

Absorção da água e de solutos pelas plantas

Célula flácida
Célula
flácida

destilada

água e de solutos pelas plantas Célula flácida destilada Água a) Condições iniciais: Ψ celular >
água e de solutos pelas plantas Célula flácida destilada Água a) Condições iniciais: Ψ celular >

Água

a) Condições iniciais: Ψ celular > Ψ da solução

b) Condições iniciais: Ψ celular < Ψ da solução

Célula flácida Solução de sacarose
Célula
flácida
Solução de
sacarose
Ψ da solução b) Condições iniciais: Ψ celular < Ψ da solução Célula flácida Solução de

Transporte nas plantas

Absorção da água e de solutos pelas plantas

Via apoplasto
Via
apoplasto
Epiderme Via simplasto Pêlo
Epiderme
Via
simplasto
Pêlo

Córte

x

Elementos de vasos

pelas plantas Via apoplasto Epiderme Via simplasto Pêlo Córte x Elementos de vasos Endoderme Periciclo
Endoderme Periciclo
Endoderme
Periciclo
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas

Transporte nas plantas

Absorção da água e de solutos pelas

plantas
plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas

Transporte nas plantas

Absorção da água e de solutos pelas plantas

Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Absorção da água e de solutos pelas plantas
Transporte nas plantas Pressão radicular Exsudação

Transporte nas plantas

Pressão radicular

Transporte nas plantas Pressão radicular Exsudação
Transporte nas plantas Pressão radicular Exsudação

Exsudação

Transporte nas plantas Pressão radicular Exsudação
Transporte nas plantas Pressão radicular Exsudação
Transporte nas plantas Pressão radicular Gutação

Transporte nas plantas

Pressão radicular

Transporte nas plantas Pressão radicular Gutação

Gutação

Transporte nas plantas Pressão radicular Gutação
Transporte nas plantas Pressão radicular Gutação
Transporte nas plantas Teoria Tensão-Coesão
Transporte nas plantas Teoria Tensão-Coesão
Transporte
nas plantas
Teoria Tensão-Coesão
Transporte nas plantas Teoria Tensão-Coesão

Transporte nas plantas

Transporte nas plantas Teoria Tensão-Coesão A elevada polaridade da molécula de água é responsável por duas

Teoria Tensão-Coesão

A elevada polaridade da molécula de água é responsável por duas propriedades muito importantes: Coesão e a Adesão

A elevada polaridade da molécula de água é responsável por duas propriedades muito importantes: Coesão e
A elevada polaridade da molécula de água é responsável por duas propriedades muito importantes: Coesão e
A elevada polaridade da molécula de água é responsável por duas propriedades muito importantes: Coesão e
Teoria Tensão-Coesão Transpiração vs Absorção radicular

Teoria Tensão-Coesão

Teoria Tensão-Coesão Transpiração vs Absorção radicular

Transpiração vs Absorção radicular

Teoria Tensão-Coesão Transpiração vs Absorção radicular
Teoria Tensão-Coesão Transpiração vs Absorção radicular
Teoria Tensão-Coesão Transpiração vs Absorção radicular
Teoria Tensão-Coesão Adesão - Contraria a força gravítica Coesão - Responsável pela formação de uma

Teoria Tensão-Coesão

Adesão

- Contraria a força gravítica

Coesão

- Responsável pela formação de uma

coluna de água

contínua desde a raiz até às folhas.

gravítica Coesão - Responsável pela formação de uma coluna de água contínua desde a raiz até
gravítica Coesão - Responsável pela formação de uma coluna de água contínua desde a raiz até
gravítica Coesão - Responsável pela formação de uma coluna de água contínua desde a raiz até

Funcionamento dos estomas

Ocupam 1-2% da superfície foliar;

Células reniformes;

Ocupam 1-2% da superfície foliar;  Células reniformes;  Cloroplastos presentes; Paredes celulares  Paredes

Cloroplastos presentes;

Paredes

celulares

Paredes desigualmente espessadas;

Variação no diâmetro do ostiolo;

Mudança de forma das células devido ao grau de turgescência.

Factores do grau turgescência:

Concentração de iões;

Intensidade luminosa;

Concentração de CO 2 ;

pH.

Concentração de iões; Intensidade luminosa;  Concentração de CO 2 ;    pH.
Concentração de iões; Intensidade luminosa;  Concentração de CO 2 ;    pH.
Funcionamento dos estomas guarda Estoma fechado: -Células-guarda plasmolisada; -Transporte activo de iões

Funcionamento dos estomas

guarda

Estoma fechado:

-Células-guarda

plasmolisada;

-Transporte activo de iões cessa;

- Saída de água nas células- guarda

de iões cessa; - Saída de água nas células- guarda Paredes celulares Estoma aberto: -Células- guarda
Paredes celulares Estoma aberto: -Células- guarda turgidas; -Transporte activo de iões; - Entrada de água
Paredes
celulares
Estoma
aberto:
-Células-
guarda
turgidas;
-Transporte
activo de
iões;
- Entrada de
água nas
células-
Estoma aberto: -Células- guarda turgidas; -Transporte activo de iões; - Entrada de água nas células-
estomas dos plantas Transporte nas Funcionamento

estomas

dos plantas

Transporte nas

Funcionamento

estomas dos plantas Transporte nas Funcionamento
estomas dos plantas Transporte nas Funcionamento
estomas dos plantas Transporte nas Funcionamento

Transporte nas plantas

Factores que influenciam a transpiração

Factores

Radiação solar

Temperatura

Humidade

Vento

Efeitos

Influência a abertura dos estomas e

a temperatura das folhas.

Com o aumento de temperatura a tendência para a evaporação da água aumenta.

Com o aumento de humidade na

atmosfera a taxa de transpiração

diminui.

Vento moderado aumenta a taxa de transpiração, rajadas de vento fortes diminui a taxa de transpiração

  
Vento moderado aumenta a taxa de transpiração, rajadas de vento fortes diminui a taxa de transpiração

Transporte nas plantas

Factores que influenciam a transpiração

Factores

Conteúdo de água no solo.

Concentração de CO 2 interno

Factores intrinsecos como por

exemplo forma da folha,

localização dos estomas.

Efeitos

Quantidades reduzidas de água no solo podem

não ser suficientes para

compensar

transpiração.

Relacionado

actividade

fosforilases.

com

das

 
a a
a
a

Transporte no floema

a)

Estudos feitos através de incisões nas plantas

floema a) Estudos feitos através de incisões nas plantas Remoção de um anel de tecido exterior
floema a) Estudos feitos através de incisões nas plantas Remoção de um anel de tecido exterior
floema a) Estudos feitos através de incisões nas plantas Remoção de um anel de tecido exterior

Remoção de

um anel de

tecido exterior ao xilema.

b) Acumulação

de seiva elaborada na parte superior da incisão.

de um anel de tecido exterior ao xilema. b) Acumulação de seiva elaborada na parte superior
de um anel de tecido exterior ao xilema. b) Acumulação de seiva elaborada na parte superior
Transporte no floema Reino: Animalia Filo: Arthropoda Classe: Insecta Ordem: Hemiptera Subordem: Sternorrhyncha

Transporte no floema

Transporte no floema Reino: Animalia Filo: Arthropoda Classe: Insecta Ordem: Hemiptera Subordem: Sternorrhyncha

Reino: Animalia

Filo: Arthropoda

Classe: Insecta Ordem: Hemiptera Subordem: Sternorrhyncha Superfamilia: Aphidoidea

Familia: Aphididae Género: Aphis

Aphis sp.

Afídio, também conhecido como Pulgões

Superfamilia: Aphidoidea Familia: Aphididae Género: Aphis Aphis sp. Afídio, também conhecido como Pulgões
Superfamilia: Aphidoidea Familia: Aphididae Género: Aphis Aphis sp. Afídio, também conhecido como Pulgões
Transporte no floema Seiva elaborada Exsudação de floema pelo estilete

Transporte no floema

Transporte no floema Seiva elaborada Exsudação de floema pelo estilete

Seiva elaborada

Transporte no floema Seiva elaborada Exsudação de floema pelo estilete
Transporte no floema Seiva elaborada Exsudação de floema pelo estilete
Transporte no floema Seiva elaborada Exsudação de floema pelo estilete

Exsudação de floema pelo estilete

Seiva elaborada

Com os estudos anteriores foi possível verificar que a seixa flui em todos as direcções e que se encontra sobre pressão.

Foi ainda concluir em que vasos condutores circula esta seiva e a sua constituição:

10 a 20% de sacarose;

Outros açucares;

Aminoácidos;

Nucleótidos;

Hormonas;

Iões inorgânicos.

sacarose;  Outros açucares;  Aminoácidos;  Nucleótidos;  Hormonas;  Iões inorgânicos.
sacarose;  Outros açucares;  Aminoácidos;  Nucleótidos;  Hormonas;  Iões inorgânicos.
Transporte no floema A Experiência de Münch – Fonte – Balão com solução (Órgãos concentrada

Transporte no floema

Transporte no floema A Experiência de Münch – Fonte – Balão com solução (Órgãos concentrada produtores);

A

Experiência de Münch

Fonte

Balão com solução (Órgãos

concentrada

produtores);

B Local de consumo Balão com soulção diluída (Locais de consumo e reserva);

C Tubo de ligação (Floema).

Local de consumo – Balão com soulção diluída (Locais de consumo e reserva); C – Tubo
Local de consumo – Balão com soulção diluída (Locais de consumo e reserva); C – Tubo
plantas no floema Transporte nas Transporte b) Plantas com frutos a) Plantas sem frutos

plantas

no floema

Transporte nas

Transporte

plantas no floema Transporte nas Transporte b) Plantas com frutos a) Plantas sem frutos

b) Plantas com frutos

plantas no floema Transporte nas Transporte b) Plantas com frutos a) Plantas sem frutos

a) Plantas sem frutos

plantas no floema Transporte nas Transporte b) Plantas com frutos a) Plantas sem frutos
plantas no floema Transporte nas Transporte b) Plantas com frutos a) Plantas sem frutos
Transporte no floema Hipótese do Fluxo em Massa - Glicose sacarose; convertida em - Transporte

Transporte no floema

Hipótese do Fluxo em Massa

Transporte no floema Hipótese do Fluxo em Massa - Glicose sacarose; convertida em - Transporte activo

- Glicose

sacarose;

convertida

em

- Transporte activo da

sacarose pelas células de companhia

Fluxo em Massa - Glicose sacarose; convertida em - Transporte activo da sacarose pelas células de
Fluxo em Massa - Glicose sacarose; convertida em - Transporte activo da sacarose pelas células de
Transporte no floema Xilema Floema Hipótese do Fluxo em Massa -Aumento da concentração de sacarose

Transporte no floema

Xilema Floema
Xilema
Floema

Hipótese do Fluxo em Massa

-Aumento da concentração de

sacarose nas células do tubo crivoso;

-Entrada de água por osmose;

-Aumento da pressão de turgescência;

-Deslocamentoda

célula;

-Remoção da seiva por transporte activo para as células de consumo;

-Saída de água das células do tubo crivoso.

seiva

para

outra

transporte activo para as células de consumo; -Saída de água das células do tubo crivoso. seiva
transporte activo para as células de consumo; -Saída de água das células do tubo crivoso. seiva