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Abra o Olho

Aline, ?, 2000.

Tema: Temos os olhos vendados para a violência?


Duração: 5 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois porretes feitos com jornais
enrolados em forma de cacetete.

Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um porrete de


jornal. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o
outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste.
Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada
e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga
continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas
situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro
voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se
presenciou no contexto da sociedade atual.

A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente
refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x
posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e
solidarizar-se com o oprimido, etc.
Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários
como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes.
Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com
nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter
os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política
e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos
daqueles que não enxergam?

Sugestões de textos: Marcos 10, 46-52; Lucas 10 25 a 37 ou Lucas 24, 13-34.

Amar ao Próximo
César O.(Assembéia de Deus), RS, 2001.

Tema: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.


Duração: 20 a 30 minutos
Público: adolescentes; mínimo 6 participantes.
Material: lápis e papel

Divida a turma em grupos ou times opostos.


Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 5
perguntas e 1 tarefa para o outro grupo executar.

Deixe cerca de 15 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e


tarefas para o outro grupo.
Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e
perguntas serão executadas pelo mesmo grupo que as preparou.
Observe as reações. Peça que formem um círculo e proponha que conversem
sobre:
Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria
feito mais fáceis?
E a tarefa? Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar?
Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? "Amarás ao teu
próximo como a ti mesmo", MT 23.39
Como nos comportamos no nosso dia a dia? Queremos que os outros
executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los?
Encerre com uma oração.

Amigo Júlio
Leo F., 2003.

Tema: pecados da língua.


Duração: 5min (dia 1) + 20min (dia 2).
Público: jovens, mínimo 5 pessoas.
Material: nenhum.

Esta dinamica é sobre o poder da língua - leia Tiago 3. E tem como objetivo
que as pessoas reflitam mais antes de fazer comentários sobre outros. Em todo
ser humano existe a tendência de guardar na memória mais facilmente defeitos
do que qualidades das pessoas. Uma fofoca ou um comentário maldoso ou
impensado podem destruir a imagem e/ou a vida de alguém.

DIA 1:
O coordenador divide a turma em dois grupos. O grupo 1 sai da sala e o
coordenador fala, ao grupo 2, sobre um personagem ficticio:
"Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele é um fofoqueiro, impulsivo,
mentiroso, teimoso, ordeiro, honesto e competente."

Depois fala ao grupo 2, sem que o grupo 1 ouça, só que inverte a ordem das
qualidades e defeitos:
"Eu tenho um amigo que se chama Júlio. Ele é muito competente, honesto,
ordeiro, teimoso, mentiroso, impulsivo e fofoqueiro."

Após estes 2 momentos, informe a ambos os grupos que na próxima reunião a


atividade será concluida.

DIA 2:
No próximo encontro, pergunte as pessoas se lembram do seu "amigo Julio". É
surprendente como as pessoas lembrarão em primeiro lugar os defeitos.

Deixe que os participantes tirem suas próprias conclusões ou faça a leitura do


texto sugerido acima e estimule a discussão.
Benditas sejam estas mãos
Valdemar S. (IECLB), RS, 2002.

Tema: Bênção; tocar com as mãos.


Duração: 20 minutos
Público: adultos; mínimo 8 participantes.
Material: Bíblia, hinários

1. Iniciar com canto de louvor.


2. Leitura Bíblica: Marcos 8. 22-25
3. Reflexão:
"Se os olhos são o espelho do corpo, as mãos são o espelho da alma" (Zélia
Duncan)
Jesus usou o toque das mãos para curar. Portanto, não precisamos ter receio
em bendizer, abençoar e tocar as pessoas concretamente (ao invés de uma
"imposição aérea" das mãos), proclamando as poderosas palavras da graça de
Deus.

4. Bênção:
Convide as pessoas para que formem 2 círculos, um interno e outro externo
(uma pessoa de frente para a outra, de mãos dadas). A pessoa que coordena
lê a primeira frase e as outras repetem. Depois, as pessoas do círculo externo
andam um passo a direita (para ficarem de frente para outra pessoa e formar
um novo par, de mãos dadas). A pessoa que coordena lê então a segunda
frase, as demais repetem e trocam de lugar; assim sucessivamente até a 12a
frase.

Bênção das mãos (Diann Neue)


Convite: Olhemos nossas mãos, descubramos o seu poder e sua
ternura, e bendigamos as nossas mãos.

1. Benditos sejam os trabalhos de nossas mãos


2. Benditas sejam estas mãos que tocaram a vida
3. Benditas sejam estas mãos que criaram coisas belas
4. Benditas sejam estas mãos que contiveram a dor
5. Benditas sejam estas mãos que abraçaram com paixão
6. Benditas sejam estas mãos que plantaram novas sementes
7. Benditas sejam estas mãos que cerraram seus punhos com indignação
8. Benditas sejam estas mãos que levantaram colheitas
9. Benditas sejam estas mãos que se endureceram com o tempo
10. Benditas sejam estas mãos que se enrugaram e se feriram trabalhando
pela justiça
11. Benditas sejam estas mãos que se deram e foram recebidas
12. Benditas sejam estas mãos que sustentaram as promessas do futuro

5. Encerrar com um Canto.


Brasa no Braseiro
João R. B. (IECLB), RJ, 2000

Tema: comunhão e participação


Duração: 10min.
Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas.
Material: braseiro com várias brasas acesas (pode ser uma churrasqueira
pequena e carvão); 1 caixa de areia; 1 pinça.

Ao início de uma reunião, o coordenador retira uma brasa do braseiro e coloca


na caixa de areia, informando aos presentes que ao final voltará àquela brasa.

Segue-se uma atividade ou brincadeira.

Ao final chama-se a atenção para a brasa que foi isolada na caixa de areia. Ela
está quase apagada, podendo até ser tocada com a mão, enquanto as demais,
que se mantiveram juntas, trocaram entre si e mantiveram o calor.
O coordenador promove um debate ressaltando o paralelo entre as brasas no
braseiro e os cristãos na Igreja, mantendo aceso o "Fogo da Fé".

Caminhando entre Obstáculos


Lúcia, ?, 2002

Tema: Deus "não permitirá que sejais tentados além das vossas forças".
Duração: 15min.
Público: adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: garrafas, latas, cadeiras ou qualquer outro objeto que sirva de
obstáculo, e lenços que sirvam como vendas para os olhos.

Os obstáculos devem ser distribuídos pela sala. As pessoas devem caminhar


lentamente entre os obstáculos sem a venda, com a finalidade de gravar o local
em que eles se encontram.
As pessoas deverão colocar as vendas nos olhos de forma que não consigam
ver e permanecer paradas até que lhes seja dado um sinal para iniciar a
caminhada. O coordenador, com auxilio de uma ou duas pessoas,
imediatamente e sem barulho, tira todos os obstáculos da sala.
O coordenador insistirá em que o grupo tenha bastante cuidado, em seguida
pedirá para que caminhem mais rápido. Após um tempo o coordenardo pedirá
para que todos tirem as vendas, observando que não existem mais obstáculos.

Discutir as dificuldades e obstáculos que encontramos no mundo, ressaltando


porém que não devemos temer, pois quem está com Cristo tem auxílio para
vencer.
Texto sugerido: I Coríntios 10:12-13.
Casais - O que gosto e não gosto em você
autor não identificado

Tema: pontos positivos e negativos do casamento.


Duração: 20 minutos
Público: adultos; mínimo 4 casais.
Material: papel e lápis.

Antes de começar converse sobre sigilo e fofocas; peça aos integrantes que
lembrem que assuntos discutidos no grupo não devem ser comentados fora da
reunião. Para esta dinâmica é preciso um certo grau de confiança entre os
participantes do grupo.

Pegue a folha e divida ao meio (deitada). Do lado esquerdo escreva: O que eu


mais gosto nele(a). Do lado direito escreva: O que eu não gosto nele(a).

Peça aos casais que se separem para poderem escrever. Dê uns 10 a 15


minutos para finalizarem a tarefa. Peça que sejam o mais honestos possível,
assegurando que não será revelado a identidade das pessoas. Peça que
devolvam os papéis.
Faça a leitura dos pontos positivos e dos pontos negativos, sem revelar nomes.
(leia quantos puder, de acordo com o tempo disponível). Procure misturar os
comentários de diversos papéis para garantir o anonimato.

A reação dos casais é de riso e de constrangimento.


Os elogios causam um bem-estar muito grande e os defeitos que são
revelados produzem o início de uma mudança na relação do casal.

Você também pode pedir que pessoas se reúnam em pequenos grupos e


discutam soluções para alguns dos problemas levantados, e os apresentem
aos demais. Pode ser utilizado o texto de Efésios 4:22-32. Você também pode
encerrar com cada pessoa fazendo um cartão de agradecimento e elogios para
entregar a seu cônjuge, ou fazer uma oração conjunta de agradecimento pelas
coisas boas.

Círculo Fechado
Aline (Assembléia), PE, 2001

Tema: Exclusão; integração ao grupo.


Duração: 15 min.
Público: crianças e adolescentes; mínimo 10 participantes.
Material: nenhum

O coordenador pede a duas ou três pessoas que saiam da sala por alguns
instantes.
Combinar com grupo que fica que eles devem formar um círculo apertado com
os braços entrelaçados e não deixar de forma nenhuma os outros (que estão
fora da sala) entrar neste círculo.
Enquanto o grupo se arruma o coordenador combina com os que estão fora
que eles devem entrar na sala tentar se integrar ao grupo que está lá.
Depois de alguns minutos de tentativa, discutir com o grupo como se sentiram
não deixando ou não conseguindo entrar no grupo.

Compartilhar: Muitas vezes formamos verdadeiras "panelas" e não deixamos


outras pessoas entrar e se sentir bem no nosso meio. Como temos agido com
as pessoas novas na igreja ou no nosso grupo?

Comprimidos da Fé
Aline (Assembléia), PE, 2001

Tema: Fé e testemunho.
Duração: 15 min.
Público: todos; mínimo 4 participantes.
Material: Três copos com água. Três comprimidos efervescentes (com
envelope individual, tipo "Sonrisal")

Coloque três copos com água sobre a mesa.


Pegue três comprimidos efervescentes, ainda dentro da embalagem.
Peça a atenção do grupo e coloque o primeiro comprimido com a embalagem
ao lado do primeiro copo com água.
Coloque o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a
embalagem fechada.
Por fim, retire o terceiro comprimido da embalagem e coloque-o dentro do
terceiro copo com água.

Estimule a discussão com o grupo, com questões como:


Qual dos três comprimidos+copos faria mais efeito caso você estivesse
passando mal e o bebesse?
Com qual dos três se parece a minha relação com Deus? Eu permito que ele
aja "sem embalagem" ou eu o deixo do lado de fora? Com qual dos três eu me
pareço quando levo minha fé para fora da igreja? etc..

Textos bíblicos que você pode relacionar:


Parábola do semeador (Mc 4.1-9; Mt 13.1-9; Lc 8.4-8)
Parábola da candeia (Mc 4.21-25; Lc 8.16-18)
"Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15)
"Vós sois o templo onde habita Deus"
"Eis que estou a porta e bato" (Ap. 3.20)

Como Orar
Daniel M. (IECLB), RJ, 2000

Tema: Oração.
Duração: 20 min.
Público: adolescentes; qualquer número.
Material: folhas com perguntas, Bíblias, canetas.

Divida a turma em grupos.


Faça folhas e tire cópias do texto abaixo, substituindo as partes em vermelho
por linhas em branco. (As respostas, em vermelho, são referência para o
coordenador da atividade.) Dê um tempo para cada grupo ler, responder e
conversar sobre cada parte. Depois junte todos, ouça as respostas e faça
comentários.

Como devemos orar?


Mateus 6:5-13

1. Não com orações repetidas, mas com orações do coração


O que compõe a oração que Jesus ensinou? O que quer dizer cada
parte?
2. Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome;
Adoramos a Deus
3. Venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
Submetemo-nos à Sua vontade
4. O pão nosso de cada dia nos dá hoje
Pedimos por nossas necessidades básicas, por coisas materiais que
garantam a nossa viva.
5. E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos
nossos devedores.
Perdão, salvação
6. E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal
Pedimos que nos guie, ajude, oriente; por libertação e proteção
7. Pois teu é o reino, o poder, e a glória para sempre.
Constatação de que Ele é o Senhor e adoração.

Como conseguir o que pedimos em oração?


Mateus 7: 7-11

1. Mateus 13:58 - Com Fé


2. Lucas 11:5-13 e Lucas 18: 1-7 - Pedir (ou pedindo) em oração
3. Tiago 4:3 - Pedindo com Motivos puros - sem más intenções
4. Tiago 5: 16-18 - Seja uma pessoa justa, correta
5. I João 5:14 - Procure conhecer a vontade de Deus

Como Orar - Que palavras usar?


Adaptado da Revista Group Magazine, www.grouppublishing.com

Tema: Oração.
Duração: 20 min.
Público: adolescentes; qualquer número.
Material: Bíblias, papel e canetas.

Leiam em voz alta o texto de Romanos 8:26-27


Então peça às crianças que contem momentos em que tiveram dificuldades em
saber como (ou o que) orar.
Divida o grupo em duplas.
Diga a elas que esta passagem nos ajuda a entender que nós sempre
podemos orar, mesmo que não saibamos o que dizer. Peça então que cada um
diga a sua dupla alguma coisa que o está preocupando. Quem ouviu, então,
coloca esta preocupação numa oração (pode ser apenas uma frase - ex.: se o
primiro disse que tem uma prova difícil na escola, o segundo pode orar algo
como "Querido Deus, ajude o João a entender o que ele está estudando, e lhe
dê calma no momento da prova. Amém").
Depois invertem-se os papéis.

Quando as duplas terminaram de orar, pergunte como se sentiram, se acharam


fácil orar assim, o que eles podem fazer quando estão inseguros sobre que
palavras usar e como orar, etc..

Encerre com oração - cada um do grupo deve orar por alguma outra pessoa -
pode ser do próprio grupo ou outros conhecidos, família, etc..

Você também pode pedir que cada um escreva seu nome e uma preocupação
num papel. Depois as crianças sorteiam entre si os papéis e durante a semana
devem orar pela pessoa e preocupação cujo nome está no papel.

Credo Apostólico
LB, RJ, 1996

Tema: Confissão de fé; descrevendo em quem você acredita.


Duração: 30 min.
Público: adolescentes; mínimo 6 pessoas.
Material: papel e canetas, folhas de perguntas, cópia do Credo Apostólico.

Forme um círculo e proponha um rápido exercício:


Peça a uma pessoa que descreva sua mãe; outra que descreva seu irmão,
etc.. Estas pessoas, em voz alta e rapidamente, devem dar algumas
informações sobre as pessoas indicadas.
Ressalte as formas de fazer uma descrição: detalhes físicos, características
emocionais, gostos, etc...

Depois deste rápido exercício, divida a turma em 3 grupos.


Cada grupo vai receber um papel com um nome escrito - 1. Deus; 2. Jesus; 3.
Espírito Santo - e deverá compor uma descrição da pessoa indicada no seu
papel. Para ajudá-las na descrição você pode acrescentar algumas perguntas:
Como esta pessoa agia no passado? E hoje? O que esta pessoa fez e/ou faz
por você? Qual sua relação e sentimentos para com esta pessoa?

Deixe cerca de 10 minutos. Distribua então uma folha de perguntas para


debate ainda nos pequenos grupos:
1. "Creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do Céu e da Terra"
No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo
Apostólico?
Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos?

2. "Creio em Jesus Cristo, seu filho unigênito, nosso Senhor e Salvador..."


No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo
Apostólico?
Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos?

3. "Creio no Espírito Santo..."


No que a sua descrição de Deus se parece e/ou difere desta linha do Credo
Apostólico?
Para que serve o Credo Apostólico? Porque e quando o dizemos?

Acrescente ainda quaisquer outras perguntas que você queira, de acordo com
tempo, grupo e linha de discussão.
Deixe mais um tempo para que cada grupo comente as perguntas. Forme
novamente um círculo com todos e peça comentários e/ou as respostas a cada
pergunta.

Encerre com a leitura de um novo Credo:


Leia a primeira parte do Credo Apostólico, em seguida o grupo 1. lê a sua
descrição de Deus; Leia a segunda parte do Credo, e o grupo 2. lê a sua
descrição de Jesus; Leia a terceira parte do Credo Apostólico e o grupo 3.
encerra com sua descrição do Espírito Santo.

Sugestão: pode-se ler esta composição, resultado do trabalho do grupo, com


toda a comunidade num culto, substituindo o Credo Apostólico. Leve cópias
para distribuir à comunidade ou copie o texto em lâminas para retroprojetor
para que todos possam acompanhar.

Considerações: em geral o comportamento das pessoas ao recitar o Credo


nos cultos é cabisbaixo e fechado. Pode-se fazer uma analogia ao torcedor de
um time, que veste camisa, tem bandeiras e flâmulas em casa, canta o hino, se
mostra como torcedor. O Credo Apostólico é nossa "bandeira" como cristãos.
Ele resume aquilo em que nós cremos, por isso, deveria ser falado em todas as
circunstâncias em que somos questionados a respeito de nossa fé e ao
recitarmos em nossos cultos, deveria ser dito com a cabeça erguida, quem
sabe até, olhando nos olhos de outra pessoa.

De quem será o presente?


Elaine T., ?, 2002

Tema: Autoestima; dons e serviço.


Duração: 20 min.
Público: adolescentes, mínimo 5 pessoas.
Material: 1 Presente (pode ser bombons com mensagens, ou outra
lembrancinha, mas que tenha uma para cada pessoa. Deve estar em uma
caixa bonita de presente, que desperte a curiosidade de todos.)

Embrulhe o presente da seguinte maneira: primeiro uma camada de papel de


presente, a mensagem número 14. Papel de presente, a mensagem número
13; papel de presente, mensagem número 12, e assim sucessivamente até
usar todas as mensagens. Termine com uma camada de papel de presente.

Explique que uma pessoa no grupo irá receber o presente, mas que ela tem
que ser a pessoa certa. Sorteie quem irá começar a brincadeira. A pessoa
sorteada abre o primeiro papel de presente e acha o bilhete e age de acordo,
passando o presente a próxima pessoa. Assim até que todos os papéis tenham
sido abertos. Incentive as pessoas a procurarem alguém que ainda não tenha
participado a cada nova instrução.

1. Parabéns!! Você tem muita sorte, foi sorteado com este presente. Ele
simboliza a compreensão, a confraternização e a amizade que temos e
ampliaremos. Mas o presente não será seu. Observe os amigos e
aquele que considera mais organizado será o ganhador dele.
2. A organização é algo de grande valor e você é possuidor desta virtude,
irá levantar-se para entregar este presente ao amigo que você achar
mais feliz.
3. Você é feliz, construa sempre a sua felicidade em bases sólidas. A
felicidade não depende dos outros, mas de todos nós mesmos, mas o
presente ainda não será seu. Entregue-o para uma pessoa que na sua
opinião é muito meiga.
4. A meiguice é algo muito raro, e você a possui, parabéns. Mas o presente
ainda não será seu. E você com jeito amigo não vai fazer questão de
entregá-lo a quem você acha mais extrovertida.
5. Por ter este jeito tão extrovertido é que você está sendo escolhido para
receber este presente, mas infelizmente ele é seu, passe-o para quem
você considera muito corajoso.
6. Você foi contemplada com este presente, e agora demonstrando a
virtude da coragem pela qual você foi escolhida para recebe-lo,
entregue-o para quem você acha mais inteligente.
7. A inteligência nos foi dada por Deus, parabéns por ter encontrado
espaço para demonstrar este talento, pois muitos de nossos irmãos são
inteligentes, mas a sociedade muitas vezes os impede que desenvolvam
sua inteligência. Agora passe o presente para quem você acha mais
simpático.
8. Para comemorar a escolha distribua largos sorrisos aos amigos, o
mundo está tão amargo e para melhorar um pouco necessitamos de
pessoas simpáticas como você. Parabéns pela simpatia, não fique triste,
o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais dinâmica.
9. Dinamismo é a fortaleza, coragem, compromisso e energia. Seja sempre
agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio.
Precisamos de pessoas como você, parabéns, mas passe o presente a
quem você acha mais solidário.
10. Solidariedade é a coisa rara no mundo em que vivemos, de pessoas
egocêntricas. Você está de parabéns por ser solidário com seus
colegas, mas o presente não será seu, passe-o a quem você acha mais
alegre.
11. Alegria!!! Você nessa reunião poderá fazer renascer em muitos corações
a alegria de viver, pessoas alegres como você transmitem otimismo e
alto astral. Com sua alegria passe o presente a quem você acha mais
elegante.
12. Parabéns a elegância completa a citação humana e sua presença se
torna mais marcante, mas o presente não será seu, passe-o para aquele
amigo que você acha mais bonito.
13. Que bom!!! Você foi escolhido o amigo mais bonito entre o grupo, por
isso mostre desfilando para todos observarem o quanto você é bonito.
Mas o presente não será seu, passe-o para quem lhe transmite paz.
14. O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão
riqueza, parabéns!!! Você está fazendo falta as grandes potências do
mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. O
presente é seu!!! Pode abrí-lo. Com muita paz, abra o presente e passe-
o a todos os seus amigos e deseje-lhes em nome de todos nós, muita
paz.

Se quiser encerre com uma conversa: Quão difícil foi escolher uma pessoa
com a qualidade descrita? Há mais pessoas no grupo com as mesmas
qualidades? Há desvantagens em ter determinadas qualidades ou de que
forma as pessoas podem interpretar sua qualidade como algo negativo (ex.:
elegância pode ser confundida com esnobismo; ou alegria pode ser confundida
com falta de realismo)? Quais qualidades são as mais importantes? Quais são
necessárias ao trabalho da igreja, e como?

13o Discípulo
Adaptado de www.abingdom.org

Tema: Discipulado; seguir a Jesus


Duração: 20 min.
Público: crianças, mínimo 5 pessoas.
Material: Cartolinas, espelhoos ou papel espelhado, canetas.

Faça um cartão para cada criança, dobrando um pedaço de cartolina e colando


dentro o espelho. Do lado de fora escreva: Quem o 13o discípulo?
Mostre um cartão, sem abrir, e diga às crianças que terão - 15 minutos, uma
semana, etc - para tentar responder à pergunta e que somente após este
tempo receberão o cartão com a resposta.

Prepare e distribua uma lista de tarefas a fazer que poderão ajudá-las a


encontrar a resposta:
- procurar na Bíblia;
- memorizar o nome dos 12 discípulos de Jesus;
- conversar e entrevistar adultos, pastores, etc..
Após o tempo determinado, ouça os relatos da pesquisa e entregue os cartões.
Depois que as crianças o abrirem converse sobre as reações ao verem sua
imagem refletida, como e porque cada um é o 13o discípulo, etc..

Escrever o texto de João 15.14 nos cartões.


As crianças podem então preparar um outro cartão para presentear ou preparar
convites ou mensagens para distribuir a amigos

Enfrentando Desafios com Fé


Thais P. (Católica), SP, 2001

Tema: A Fé supera desafios, testemunho.


Duração: 15 min.
Público: crianças, mínimo 5 pessoas.
Material: Bola pequena, 10 vasilhames de refrigerante descartáveis,
transparentes e com tampa; tinta guache (diversas cores) e onze eiquetas
adesivas

Encha as garrafas com água. Para dar um colorido a cada uma das garrafas
misture um pouco de guache na água.

Escreva nas etiquetas 10 obstáculos que dificultam a missão de evangelizar e


que nos afastam de Deus, como por exemplo: egoísmo, inveja, etc. Peça
sugestões as crianças do grupo. Cole uma etiqueta em cada garrafa e peça as
crianças que as arrumem num extremo da sala, como se fossem um jogo de
boliche.

Converse com as crianças sobre o que seria capaz de derrubar estes desafios.
Afixe na bola, uma etiqueta com a palavra FÉ.

Começa o jogo, todos deverão mirar os obstáculos e jogar a bola para tentar
derrubá-los. Ganha quem conseguir derrubar todos os obstáculos.

Termine fazendo uma reflexão, mostrando que aqueles que crêem em Deus
são capazes de superar esses obstáculos e realizar grandes obras em Seu
nome.

Expectativas e Avaliação
LB, RJ, 2000

Tema: quebra-gelo, levantamento de objetivos e avaliação da atividade


Duração: 20min + 10min.
Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas.
Material: bolas de inflar (bexiga), caneta permanente (tipo para retroprojetor).
Esta dinâmica acontece em duas etapas: a primeira no início do encontro, para
que você saiba qual a expectativa do grupo frente à programação ou tema do
encontro.
A segunda parte, serve para avaliar quais expectativas foram cumpridas e se
os resultados foram positivos.

PARTE 1
Inciar com boas vindas ao grupo, cantos e oração.
Conversar rapidamente, sem deixar que comentem demais: Vocês sabem o
tema do nosso encontro / retiro? Já olharam a programação dos estudos e
atividades? O que acharam? O que vocês mais gostaram? Como vocês se
sentiram quando foram convidados para este encontro? O que vocês acham
que vai acontencer? O que vocês gostaríam que acontecesse? etc...
Ir distribuindo as bolas e pedir que encham e fechem com um nó. Cada um
deve escrever sobre a bola, com caneta para retroprojetor uma frase ou
palavra que expresse suas expectativas sobre o encontro - o que quer /
espera?
A medida em que acabam de escrever, levantam-se e brincam entre si com as
bolas, sem deixar que estourem. Ao sinal, cada um pega uma das bolas,
qualquer uma, e formam grupos de acordo com a cor. O grupo lê o que está
nos balões e conversa a respeito.
Voltar a formar um círculo com todas as pessoas e fazer uma oração,
intercedendo pelo encontro e pelas expectativas comentadas.
Pendurar os balões num local visível e deixá-los até o fim do encontro.

PARTE 2:
No encerramento do encontro / retiro, cada um pega um balão qualquer, e lê
para todo o grupo, e diz se na sua opinião aquela expectativa se cumpriu e
como. O coordenador pode aproveitar para anotar as sugestões!

Frederico e o Guarda-Chuva
Alessandra (Assembléia), SP, 2001.

Tema: ler a Bíblia; por em prática.


Duração: 15min.
Público: todos, mínimo 3 pessoas.
Material: Guarda-chuva ou figuras de acordo com a história; Bíblia.

Mostre o desenho de um menino:


Naquele dia, Frederico estava muito contente. Para um menino africano, era
muito importante completar 12 anos! Era a primeira vez que o menino
Frederico ganharia dinheiro e poderia ir sozinho até a aldeia, a fim de comprar
para si o que quisesse! Pois com 12 anos, já era considerado gente grande!

Frederico havia sonhado muito com esse dia. Pensava, pensava e não sabia
que presente comprar: talvez um livro; mas ainda não tinha aprendido a ler.
Naquela tribo da África, era muito difícil aparecer uma professora. As pessoas
da aldeia eram muito pobres, e o lugar, não era fácil para se chegar; então,
quase nunca tinham visitantes, muito menos alguém para ensiná-los a ler.
Então, talvez comprasse um brinquedo, daqueles que vira na casa de seu
amigo. Frederico havia ganho um bom dinheiro e queria comprar algo que
pudesse guardar como lembrança daquele dia tão especial e feliz.

Ele chegou à aldeia, e começou a percorrer as lojas, mas não encontrava nada
que gostasse. Ele queria algo que fosse útil. Depois de caminhar por algum
tempo, Frederico deparou-se com um objeto que nunca vira antes!

Mostre a figura de um menino segurando e olhando para um guarda-chuva


fechado:
Mas o que seria aquilo? Estava lá, exposto na loja! Era a coisa mais estranha e
curiosa que ele já vira! Seria um brinquedo? Roupa? Para que serviria? Não
sabia... Nem imaginava, mas achou bonito! Então perguntou o nome daquilo.
— Guarda-chuva? - repetiu ele espantado quando lhe responderam. - Quer
dizer que eu compro isso para guardar a chuva dentro?
O homem da loja riu.
— Não rapazinho, você compra prá isso guardar você da chuva.
— Puxa... - pensou Frederico - quer dizer que, comprando isso, poderei andar
na chuva sem me molhar?
Era muito bom pensar assim, pois quando chovia as crianças da tribo de
Frederico tinham que ficar nas suas casas; não podiam sair. Frederico ficou
maravilhado. E comprou o guarda-chuva.

Mostre a figura do menino com o guarda chuva embaixo do braço:


— Vai ser um sucesso na tribo, pensou ele.
E foi caminhando para casa, pensando no dia em que poderia finalmente usar
o seu tão valioso presente! E olhando para o céu, viu várias nuvens escuras.
— Oba! - pensou ele - antes de chegar em casa poderei usá-lo!
Frederico ficou felicíssimo! E não demorou muito, começaram a cair os tão
esperados pingos de chuva. O menino sorria de tão feliz que estava!
— Pode chover, que agora eu não me molho - pensou ele. Que bom
companheiro eu arrumei! - e ele olhava para o seu guarda-chuva.

Desenhe pingos de chuva caindo na figura anterior:


Frederico caminhava, e ia ficando todo molhado pela chuva.
— Epa, o homem da loja mentiu! Comprei isto e ainda estou me molhando.
Algumas pessoas passavam por Frederico e riam sem parar. Frederico então
pensou:
— Será que é assim que se usa? Não, acho que deve ser de outro jeito. Puxa,
como sou burro!
Ele riu de si mesmo. Havia usado erradamente o guarda-chuva, mas agora
sabia como usar!

Mostre uma nova figura com o menino com guarda-chuva ainda fechado, em
cima da cabeça:
Frederico levantou o guarda-chuva acima de sua cabeça, pensando que agora
tinha acertado.
Vocês acham que agora ele acertou? Claro que não, continuava errado, e cada
vez mais molhado. Imaginem só, ter uma coisa tão boa e útil e não saber usar!
E Frederico foi ficando muito bravo: além de se molhar todinho, ainda todos
riam dele!
Já ia voltando à loja para brigar com o dono, quando uma senhora muito
bondosa chamou Frederico e lhe disse: — Não é assim que usa isto meu filho!
Deixe-me mostrar para você como se usa.
E pegando o guarda-chuva de Frederico, ela o abriu, e levantou o guarda-
chuva acima de sua cabeça. O menino levou um grande susto! Mas depois
sorriu, e sorriu muito. Agora estava satisfeito, e agradeceu muito àquela
senhora. E assim continuou seguindo seu caminho!

Mostrar uma figura do menino embaixo de um guarda-chuva aberto:


Agora sim, não caía uma gota sequer na sua cabeça. Frederico seguia para
casa cantarolando, muito feliz. Mas também muito envergonhado por ter sido
tão bobo.
Alguma vez já aconteceu algo parecido com você? Você tinha algo que era útil,
mas não sabia usar?
(deixe as crianças comentarem)

Vocês sabiam, que muitas vezes algumas crianças e também adultos agem do
mesmo modo que Frederico? Têm algo muito mais útil que um guarda-chuva e
não sabem usar? Você mesmo pode ter e não estar sabendo usar... Mas
como? Você ainda não sabem do que estou falando?

Mostre o desenho de um menino lendo uma Bíblia


Da Bíblia, a Palavra de Deus!
Ela é a coisa mais útil que podemos ter; é um verdadeiro tesouro, e nós
seremos tolos se não a usarmos.
Você sabe como alguém não usa a palavra de Deus?
Primeiro, deixando de lê-la todos os dias! É na Bíblia que encontramos o
caminho de deus para a salvação, que ele nos oferece de graça, através de
seu filho Jesus. (leia Romanos 6:23).
Depois que cremos em jesus e "o recebemos" como salvador, o Espírito Santo
vem habitar em nós, e ele nos ajuda a compreender o que lemos e a lembrar
do que aprendemos. (leia João 14:16).
Se não lermos a Bíblia, não poderemos lembrar do que ela diz.

Em segundo lugar, não usamos a Palavra de Deus, quando não colocamos em


prática o que aprendemos. (ler salmo 119: 130)
Se você tem ouvido a Palavra de Deus, mas continua mentindo, falando
palavrão, desobedecendo aos seu pais, brigando e fazendo tantas outras
coisas ruins, você não está usando o "entendimento" que essa palavra pode
lhe dar. Está desperdiçando esse tesouro tão útil que você, ou a mamãe, ou o
papai tem em casa.
A Palavra de Deus, que é a verdade, pode fazer de você uma pessoa feliz. Mas
você precisa tê-la em sua vida, tem que guardá-la dentro do seu coração, e
fazer o que ela manda.
Você quer fazer isso agora mesmo? Peça ao Senhor Jesus que o ajude a ler e
a praticar diariamente o que ele mesmo nos diz na Bíblia.
Garrafa dos elogios
Lúcia (Assembléia), PE, 2002

Tema: "a boa palavra o alegra" Pv 12.24b.


Duração: 10min.
Público: adolescentes, mínimo 5 pessoas.
Material: Uma garrafa vazia (pode ser de refrigerante).

O grupo deve sentar, formando um círculo.


O coordenador coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar
rapidamente, quando ela parar estará apontando o gargalo para alguém. O
coordenador dirá uma palavra de encorajamento, estímulo ou elogio à essa
pessoa.
A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar palavras de
encorajamento para quem ela apontar e assim sucessivamente.

Textos para trabalhar após este exercício: 1 Pe 4:10,11; Ef 4:29,30; Pv 12:25.

Grande Abraço
Walter B. (IECLB), RJ, 2001

Tema: oração
Duração: 10min.
Público: todos, mínimo 10 pessoas.
Material: nenhum.

Convidar o grupo a se abraçar e abraçar a Deus junto, em etapas:

1. as pessoas devem se abraçar duas a duas e dizer umas as outras que


foi bom terem estado juntas, se conhecido, etc...
2. formar novos grupos, com pessoas diferentes, com 4 pessoas cada,
abraçadas devem orar agradecendo;
3. formar novos grupos com 6 ou mais pessoas cada, abraçadas devem
orar, louvando e pedindo;
4. formar um grande abraço, com todas as pessoas (formar um círculo em
que um abrace o outro pela cintura ou ombro) orar juntos o Pai Nosso e
desejar bençãos de Deus para todos, com um hino ou palavras.

O Joio e o Trigo
LB, RJ, 2005
Tema: Parábola do Joio e do Trigo; preconceitos.
Duração: 10min cada sugestão.
Público: crianças, mínimo 5 pessoas.
Material: de acordo com a sugestão.

Nesta página estão algumas idéias sobre a Parábola do Joio e do Trigo. Você
pode escolher uma ou outra idéia para utilizar junto com a história ou para
iniciar ou encerrar o tema.

Separando grãos:
Para ver quão difícil é separar coisas semelhantes, traga um pacote de grãos
misturados e peça as crianças para separarem em pilhas de acordo com o
tamanho ou o tipo (você pode misturar: lentilha, ervilha, feijão, milho...).
Outra alternativa é trazer um pacote de chá matte (a granel) e perguntar às
crianças se veem alguma diferença. Depois, usando peneiras de vários
tamanhos, ir peneirando o chá e perceber que há tamanhos diferentes no chá:
de pedaços maiores a farelo fininho.

Quebra-cabeça:
Pegue duas folhas de papel e escreva duas frases diferentes em cada uma; ou
imprima um mesmo desenho (colorido diferentemente). Corte as folhas ao
mesmo tempo, como um quebra-cabeça. Misture as peças dos dois desenhos
e dê às crianças para que montem. No final as peças devem encaixar sem
problemas, mas a imagem ou frase não irá fazer sentido.
Sugira às crianças que troquem peças entre os dois jogos para formar a
imagem/frase certa.
Você pode usar este jogo para demonstrar a dificuldade dos agricultores ao
tentar separar o joio do trigo, afinal eles são muito parecidos quando plantas
novas, mas ao crescerem a diferença fica mais visível - assim como as
crianças montaram uma imagem similar mas desencontrada e depois
conseguiram separar as peças certas.

Paladar:
Traga espigas de trigo maduras para mostrar; permita às crianças comerem
grãos frescos de trigo.
Faça um pão usando trigo apenas, e outro misturando alguma erva amarga à
massa (de preferência que não faça diferença visível) ou use trigo integral
(escuro) em ambos para esconder a erva amarga, assim eles só saberão a
diferença se experimentarem. Ofereça os pães às crianças e veja qual elas
gostam mais.
Tome cuidado com a escolha da erva - que não seja tóxica, diurética ou
medicinal; pergunte a um profissional (médico, nutricionista, homeopata).
Também verifique se as crianças não tem alergia a gluten ou outro componente
da receita.
Para uma receita simples de fazer, veja a massa de pizza neste site.

Plantas e sementes:
Plante grãos de feijão num copo de vidro ou plástico. Coloque algodão ou
papel toalha dentro de um pote de vidro ou plástico. Coloque o grão de feijão
sobre o algodão e mantenha úmido. Observe a planta crescendo ao longo das
semanas. Você pode plantar diferentes grãos e observar as diferenças.
Você pode decidir fazer um mês de histórias sobre plantas e sementes para
acompanhar o crescimento da plantinha, por exemplo, a Parábola do
Semeador e a do Grão de Mostarda ou histórias de Gênesis.

Preconceito racial:
A boa semente que Deus planta nos nossos corações não é visível através de
cor, idade, sexo, etc... Para demonstrar isso você pode pedir às crianças que
formem grupos:
1. de acordo com cor do cabelo;
2. de acordo com idade;
3. meninas de um lado, meninos do outro;
4. e para encerrar: quem acredita em Deus / participa da igreja.
Assim elas podem ver que Deus não faz distinções físicas, mas observa as
características especiais que cada um tem dentro de si.

Levar as Cargas uns dos outros.


Lúcia (Assembléia), PE, 2002

Tema: Serviço, Gálatas 6.2.


Duração: 15min.
Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas.
Material: papel e lápis

Cada um recebe um papel e deve escrever uma dificuldade que sente no


relacionamento, um medo, problema, etc.. que não gostaria de expor
oralmente.
A papeleta deve ser dobrada e colocada num saco.
Depois de bem misturadas as papeletas, cada pessoa pega uma qualquer
dentro do saco e assume o problema que está na papeleta como se fosse seu,
esforçando-se por compreendê-lo.

Cada pessoa, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta
e usando a 1ª pessoa "eu", fazendo as adaptações necessárias, dirá sua
solução para o problema apresentado.

Após este exercício ainda compartilhar e conversar sobre a importância de


levarmos a cargas uns dos outros, de ajudarmos o nosso próximo, e de
percebermos que, embora conselhos nem sempre sejam bons, ouvir as
sugestões e visões de outros sobre o nosso problema, pode nos ajudar a
encontrar uma outra saída.

Luz vence o Medo.


Milena (Verbo Vivo), SP, 2003
Tema: fé, Mateus 5. 14-16
Duração: 20min.
Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas.
Material: uma vela para cada participante, fósforo ou isqueiro e 2 bexigas (bola
inflável)

Encha as duas bexigas e deixe escondidas; você vai precisar de um ajudante


para estourá-las no momento combinado, sem que os outros saibam.
A sala precisa estar completamente escura. Conduza os participantes a
fazerem silêncio e diminuirem a agitação. Quando a sala estiver quieta, o
ajudante estoura a bexiga.
Acenda uma vela, mostre a causa do barulho e pergunte quem se assustou e
porque.
Direcione a conversa para o valor da luz, pois quando estamos nas trevas até
mesmo uma coisa simples como uma bexiga estourando nos assusta.
Compare com Jesus ser a luz da nossa vida.

Chame a atenção dos participantes para a iluminação; quem está em


destaque, quem está no escuro, se todos podem ver uns aos outros bem.
Converse se no mundo é assim; como as pessoas vêem a presença de cada
um dos participantes; como o falar sobre Jesus e a salvação é como ter uma
vela acessa. Comece a falar sobre a importância de haver mais luzes acesas
(Jesus).
Dê a cada um uma vela e a acenda com a sua; fale de como espalhar o
evangélho.
Assim que a sala estiver toda iluminada, estoure a outra bexiga. Converse
sobre a diferença no susto - maior ou menor que enquanto estava escuro, e o
quanto a luz de Jesus nos afasta e nos ajuda a lidar com medo e sustos da
vida.

Encerre com uma música relacionada ao tema.

Considerações: Cuidado com cabelos, mantenha as velas distantes do rosto e


dos cabelos. Para evitar que cera derretida pinque, fure um copo de cafezinho
(ou outro recipiente plástico) e prenda a vela neste. Se preferir substitua as
velas por lanternas; peça a cada criança que traga uma de casa, com pilhas.
Algumas crianças têm medo exagerado de bexigas; se for o caso, substitua
estourar a bexiga por derrubar um pandeiro ou panela.

Objetivos pessoais e do grupo


Aline, ?, 2002
Tema: reflexão, traçar metas.
Duração: 20min.
Público: adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: papel e lápis.

O coordenador pede aos integrantes que pensem nas


atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou
semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades
profissionais, familiares, religiosas, etc.) ou nos seus
objetivos e motivos para participar do grupo.
Então, cada integrante deve iniciar um desenho que
represente o seu desejo no papel.
Após apenas trinta segundos o coordenador pede para que
todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, para
que o vizinho continue a fazer o desenho, da maneira como
achar melhor (o vizinho pode continuar com sua própria
idéia inicial ou tentar imaginar o que o outro queria
desenhar). Após trinta segundos passar adiante novamente
e assim sucessivamente até que as folhas voltem à origem.
Então cada integrante mostra o desenho que tem em mãos,
descreve o que gostaria de ter desenhado e o que
consegue entender do desenho que recebeu ao final.

Levar o grupo a conversar sobre:

 Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;


 Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas
dificuldades em alcançá-los;
 O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo
e de que maneira podemos ajudá-los;
 A importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas, etc..

Dependendo da situação você pode então pedir que definam objetivos para o
grupo do qual participam.
Por exemplo, se são um grupo de jovens, quais os alvos que querem atingir?
(desde abstratos: fazer amizades, ao número de reuniões por mês, atividades
especiais, se as reuniões terão tema, canto, etc..)

Relógio
Cristina G. (IECLB), SP, 2001

Tema: quebra-gelo, apresentação


Duração: 30min.
Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas.
Material: um relógio de papel (conforme modelo), canetas ou lápis.

Faça uma lista de assuntos para motivar a conversa, de acordo com o tema do
encontro ou interesse do coordenador.
Faça um relógio de papel, como o desenho ao lado e tire tantas cópias iguais,
quantos forem os participantes.
Distribua os relógios, e um lápis ou caneta para cada pessoa. Peça que
escrevam seu próprio nome no retângulo abaixo do relógio.

Os participantes devem caminhar e marcar um encontro para cada hora. Cada


pessoa se apresenta a alguém e marca com ela um encontro - ambas devem
então escrever o nome uma da outra, sobre o relógio no espaço da hora
combinada. É necessário número par de participantes.

Quem já tiver preenchido todos os horários deve se sentar, para que fique mais
fácil completar as agendas.

Quando todos tiverem marcado as horas, comece a brincadeira...


Diga as horas, por exemplo, "Uma hora" e um assunto. Cada um deve procurar
o par com quem marcou o encontro da uma hora e conversar sobre a pergunta
ou assunto definido. Se for do seu interesse, peça que anotem as respostas
numa folha avulsa.

O relógio pode servir de crachá durante todo o encontro.

Ser Igreja
Juliana G. (Católica), SP, 2000

Tema: comunhão e participação


Duração: 10min.
Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas.
Material: bolas de inflar (bexiga).

Entregar uma bexiga a cada adolescente e pedir pra que eles brinquem com as
bolas, jogando um para o outro, sem deixar cair. O coordenador aos poucos
tira crianças da brincadeira, uma a uma. Notar como aumenta a dificuldade dos
últimos para deixar tantas bexigas no ar (mesmo as que caem no chão podem
ser postas no jogo novamente).

Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar às crianças que


a igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um
tem um lugar especial na igreja. A igreja, assim como as bexigas não podem se
sustentar no ar, isto é, de pé, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de
todos nós.

Significado do seu Nome


LB, RJ, 1999

Tema: significado de nome, quebra-gelo, Isaías 43.1c.


Duração: 15min.
Público: crianças, mínimo 4 pessoas.
Material: lista com nome dos participantes do grupo, Livro com significados
dos nomes (ou pesquise na internet); papel e canetas.

Prepare fichas, na forma de quebra cabeça - uma parte é o nome das crianças
no grupo, a outra é o significado.

Distribua duas partes para cada criança: um nome e um significado (que não
seja o correspondente).
Diga às crianças que andem pelo salão, procurando encontrar pares corretos
de nome e significado, montando cada quebra-cabeça numa mesa ou no chão,
a medida que encontram os pares; até que todos os nomes tenham sido
montados.

Cada criança deve então pegar o seu próprio nome com o significado correto.
Um a um, lêem em voz alta o seu nome e o significado para os demais.

Você pode então promover uma conversa com elas:


Quem se surpreendeu com o significado do seu nome? porque?
Quem passou a gostar mais do seu nome depois de saber o que significa?
Por que nosso nome é importante para nós?
Será que Deus sabe o nosso nome?
O que quer dizer o texto de Isaías 43.1c "Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!"
e o que isso tem de importante na nossa vida?
Quais eram os nomes de Jesus (Emmanuel, Cristo, Nazareno, etc..) -
pesquisar na Bíblia os seus significados

Somos criaturas de Deus


LB, RJ, 1996

Tema: influências do mundo, formação, crescimento.


Duração: 20min.
Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas.
Material: papel e lápis coloridos.

Sentado em círculo, cada um recebe uma folha e lápis; escreve o nome e faz
um desenho que represente a si mesmo (pode ser boneco de “palitinhos” ou
com detalhes). Incentivar os preguiçosos e os tímidos. Após 2 ou 3 minutos,
Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de
fazer?

Passar o desenho ao colega do lado direito, pedir que acrescente uma coisa ao
desenho - sugira que façam algo que representa uma qualidade positiva do
dono do desenho. Passar novamente para a direita, repetir o processo umas
duas ou três vezes. Devolver o desenho ao dono. Lembrar às crianças que o
desenho representa uma pessoa, e que devemos demonstrar respeito (esteja
atento para evitar ao máximo, chifres, rabos e outras adições grosseiras aos
desenhos uns dos outros).
Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e
repetir as perguntas feitas c/ relação ao desenho), o que Ele quer de nós? E as
pessoas c/ quem convivemos, nos influenciam (o que elas nos dizem pode nos
influenciar? O que professores e amigos fazem acrescentam algo a nós)?

Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que
temos Cristo como nosso salvador. Desenhar um coração na figura e desenhar
uma cruz dentro dele ou outra representação que o grupo concorde.

Será que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta em nós? (deixar
um minuto de oração silenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de
“desenhá-los")

Sugestão (esta parte não foi testada): recolher os desenhos e expô-los na


igreja. Convidar os pais e a comunidade a ver os desenhos e escrever para
cada um dos jovens uma palavra, um desejo, uma benção no papel (se o papel
já estiver muito ocupado pelo desenho, grampear ou colar uma segunda folha
ao lado do desenho, deixar canetas próximas); devolver o desenho aos jovens
na semana seguinte.

União faz a Força

1. Andreia, ?, 1999
Tema: comunhão e participação.
Duração: 15min.
Público: Adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: fios finos de barbante ou de lã (pedaços de mais ou menos 30cm).

Distribuir entre os participantes os fios de barbante, pedir que cada um analise


a aparência, utilidade e propósito daquele pedaço de barbante, (cerca de 2
minutos, para não ficar cansativo).
Pedir que cada um tente arrebentar o seu fio e observe como foi fácil.
Depois, pedir que cada um ofereça o maior pedaço que lhe sobrou para formar
um feixe de barbantes e pedir a alguns voluntários que tentem arrebentar este
feixe.
Observar como fica mais difícil a medida que o feixe fica grosso.
Para concluir leia o texto bíblico: Eclesiastes 4. 9-12 e discutam sobre a relação
com a dinâmica e o grupo.

2. Aline, ?, 2000
Tema: comunhão e participação.
Duração: 15min.
Público: Adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: 1 pacote de palitos de madeira para churrasquinho.

Pedir que um dos participantes pegue um dos palitos e o quebre. (o que fará
facilmente).
Cuidado com as pontas finas dos palitos.
Pedir que outro participante quebre cinco palitos juntos num só feixe (será um
pouco mais difícil).
Pedir que outro participante, quebre todos os palitos que restaram num só
feixe. Se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
Estimular todos os participantes a que falem sobre o que observaram e
concluíram. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos
unidos.

Viver a Palavra de Deus


Fr. Cristiano A. (católico), 1997

Tema: fé e testemunho.
Duração: 15min.
Público: Adolescentes, mínimo 3 pessoas.
Material: uma tigela ou copo com água, um giz, uma pedra e uma esponja.

Coloque a tigela de água em local visível e vá mergulhando um a um os


objetos e promovendo debate, sobre a reação de cada peça à água e
comparando com a forma das pessoas vivenciarem a Palavra de Deus.
Também pode tomar algum texto Biblíco que fale sobre evangelização, entrega
e mudança de vida; não vou citar nenhum porque a dinâmica vem ao encontro
da realidade que o dirigente e de cada grupo.

1. água: fonte que restaura e purificação e que gera vida. Simboliza aqui a
Palavra e o agir de Deus na sua vida.

2. giz: feito de cal e que absorve para si toda água. Simboliza pessoas que
recebem a Palavra de Deus mas ficam só prá si, deixando de anunciar e
testemunhá-la;

3. pedra: material rústico que não deixa que nada penetre dentro de si.
Pessoas que se fecham e não deixam que a Palavra de Deus as transforme e
molde suas vidas como vaso nas mãos do oleiro;

4. esponja: depois de molhada absolve uma certa quantidade de água, assim


que apertá-a ela transmite o que tem de mais precioso dentro de si que é a
água que purifica e restaura. É a pessoa que absorve, escuta a Palavra de
Deus, e deixa que transforme e modifique sua vida; tornando também
testemunha fiel do Reino de Deus.

ACIMA DE 30 MINUTOS

As Duas Alianças
Walter B, RJ, 2000.
Tema: Gênesis: criação e dilúvio. Novo Testamento: Nova aliança em Cristo.
Duração: 45min a 1h.
Público: Adultos; 20 ou mais pessoas.
Material: 1 plástico preto (aprox. 4x6m), material para a Santa Ceia e
componentes do altar; Bíblias; Cds e aparelho de som. 4 folhas de cartolina
azul claro e 4 de azul escuro; 6 cartolinas marrom cortadas em forma de
morros; cartolinas verdes cortadas em forma de árvores (na altura da cartolina)
e/ou ramos, flores ou folhagens naturais; sol, estrelas e lua; pássaros, animais,
peixes e pessoas (cortar de revistas, bonecos e bichos de pelúcia,
dobraduras...); fitas ou tiras de aprox. 1 metro (pode ser pano ou papel) nas
cores azul, vermelho, amarelo; uma pomba branca com ramo; toalha branca
(pequena) e vendas para os olhos.
Hinário utilizado: HPD (Hinos do Povo de Deus) da IECLB, Editora Sinodal.

Foi preparada para um encontro de casais e propõe oferecer aos participantes


uma visão abrangente de três momentos fundamentais na história da
humanidade temente a Deus, enfocando a “criação do mundo”; “o dilúvio e a
aliança Divina”; “a crucificação e a nova aliança em Cristo”.
Encerra-se a dinâmica com a “nova Aliança” do Cristianismo: A Santa Ceia,
administrada em comunidade.

Os Participantes: Para um bom resultado desta dinâmica, recomenda-se a


média de 20 pessoas (ou mais...) É interessante que os participantes não
saibam detalhes da dinâmica, mas serão previamente convidados a trazerem
os materiais e elementos necessários.

Preparação prévia:
Dos organizadores:
- informar aos integrantes (antecipadamente) a(s) peça(s) que deverão trazer;
- preparar (meia hora antes, no mínimo, o local da dinâmica, verificando se tem
os hinários na quantidade certa, o plástico preto estendido no chão, os
elementos da Eucaristia (à mão, fora da área da dinâmica), a música ambiente.
Do participante:
- Trazer as peças que lhe compete, a Bíblia e estar presente pontualmente.

A Dinâmica:
Introdução: Esta dinâmica quer nos oferecer uma oportunidade de conferirmos
a realidade das duas “Alianças” que o Trino Deus nos garantiu, ontem e hoje e
para sempre. Convidamos portanto a todos para formarmos um círculo ao
redor deste plástico preto (podem subir nele)

Cantar o hino 248

Queremos realizar esta dinâmica, em “nome do Pai e do Filho e do Espírito


Santo, enfim, da Santíssima Trindade a quem damos honra e louvor.
Cada integrante deverá colocar agora a “venda nos olhos”. Uma pessoa
conduz o grupo a formar uma espiral bem apertada no centro do plástico; não
se assustem com incertezas, barulhos, sensações estranhas, e assim
permaneçam bem apertados um contra o outro, enquanto escutam a leitura:
Gênesis: 1, 1-2

O condutor desfaz a espiral enquanto é lido Gênesis: 1, 3-6. Podem retirar as


vendas dos olhos enquanto caminham de volta ao círculo.

Formar um círculo ao redor do plástico e, de acordo com a leitura bíblica cada


participante deverá colocar sobre o plástico, a(s) peça(s) que está(ão) em seu
poder, à moda e maneira que lhe convier...: (Sempre atuar após a leitura)
Gn: 1, 7-8 (céu e água);
Gn: 1, 9-10 (terras, morros);
Gn: 1, 11-13 (vegetações);
Gn: 1, 14-19 (sol, lua, estrelas);
Gn: 1, 24-25 (animais);
Gn: 1, 26-27 (Adão, Eva, pessoas)

Todos se dão as mãos e recebem a bênção Divina : Gn: 2, 3

O dilúvio... (neste momento alguém deve revolver a cena montada sobre o


plástico... deixar tudo no centro, revolvido - pegar o plástico pelas pontas e
juntar todo o conteúdo no centro e abrir novamente o plástico)
Ler: Gn: 7, 17-19 e 22

A primeira aliança: Ler Gn: 9, 11-13 e 16


Convidar após a leitura, os participantes a refazem o painel e o participante que
trouxe as fitas coloridas a arrumar um arco-íris e colocar a Pomba da Paz.

Apelo: “Vinde e unamo-nos ao Senhor, em aliança eterna que jamais será


esquecida” (Jr: 50, 5)
MAS ... a realidade humana foi e é diferente...

A crucificação : O Cordeiro
“Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo...”(Jo: 1,29)
Colocar o Crucifixo no centro do painel, sobre a toalha branca e Ler Mc: 14, 1-2
e...38

A nova Aliança: neste momento, prepara-se o Altar (sobre a toalha onde já está
o Crucifixo) e os elementos da Eucaristia.
Todos em círculo colaboram, os participantes responsáveis pelos castiçais,
crucifixo, flores, e elementos (pão, vinho, cálice) preparam a Mesa do Senhor.
Cantar hino 159

Pastor/a realiza a Bênção e Instituição da Santa Ceia com a leitura de Mc: 14,
10-26 e todos oram em conjunto o “Pai Nosso”
“Vamos à Ceia do Senhor, pois tudo já está preparado”...
A distribuição é feita no círculo, cada um passando ao vizinho do lado o pão e
depois o vinho, dizendo: “Este é o Corpo e Sangue de Cristo” (ou outra palavra
breve...)
Oração final (todos de mãos dadas) Agradecimento, intercessão, louvor
Hino final: 161
Abrir para Comentários e discussão.

Ano Novo, Turma Nova


LB, RJ, 2000.

Tema: integração e verificação de conhecimentos


Duração: 30 a 45 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: papel, caixa de sapato, lápis, papel de embrulho e fitas

Faça para cada criança, uma pequena caixinha ou embrulho de presente,


contendo 12 quadradinhos de papel:

1. X dias de aula (no meu caso eram cerca de 30 sábados por ano).
2. Jesus
3. Jogos
4. Bênçãos de Deus
5. Trocas
6. vários pontos de interrogação (???)
7. Novos Amigos
8. 10 + 2 Mandamentos
9. Leitura da Bíblia
10. Histórias, estudo, conhecimento
11. Conversas com pais, amigos, entre nós.
12. Oração, louvor, música

Faça também uma folha, como se fosse uma carta com o seguinte texto:
"No dia 1o de janeiro nós recebemos um presente. Todos nós o recebemos do
mesmo tamanho. Nós o sabemos.
Levaremos 365 dias para conhecer o presente que recebemos, é como uma
destas belas caixas de surpresa, que se lê apenas uma por dia.
365 dias de expectativa, surpresas, alegrias, tristezas...
Mais alegrias que tristezas para quem está perto de Deus.

Mas, além deste presente de 365 dias, este ano em especial, nós recebemos
um segundo presente..."

Coloque as caixinhas dentro da caixa de sapatos, junto com uma folha com o
texto e embrulhe com papel de presente bem vistoso e deixe em local de
destaque na sala.

Inicie o encontro se apresentando e com algumas músicas. Convide a turma


para sentar em círculo, pode até ser no chão para descontrair.

Pegue o presente e retire a "carta"; leia o texto pausadamente e ao chegar à


última frase, olhe dentro da caixa, e demonstre surpresa, como se só então
tivesse percebido os demais pacotinhos.
Passe a caixa ao redor do círculo e peça que cada um tire o seu presente.
Peça que abram, leiam cada quadradinho. Pergunte: O que vocês acham
destas coisas?
Vamos começar com a carta "???" - esta é para vocês. Quando vocês vieram
hoje para cá, era assim que estavam se sentindo? O que seus pais explicaram
sobre estas aulas? O que vocês acham - vai ser bom ou vocês acham que vai
ser chato? Que perguntas vocês gostariam de fazer?

Depois deste papo inicial, peça que cada um escolha uma carta que lhe
chamou a atenção e que diga o que entende sobre o que está escrito. Explique
ou acrescente o que for necessário:

1. X dias de aula.
Nós vamos ter tantos encontros; o horário é tal; teremos férias em julho
ou não, etc..
2. Jesus
Este será o tema principal dos nossos encontros, etc..
3. Jogos
Após cada encontro podemos jogar bola, tem espaço, tragam jogos de
tabuleiro, vou usar brincadeiras em alguns encontros...
4. Bênçãos de Deus
Este ano será abençoado, porque Deus prometeu que estaria presente
conosco...
5. Novos Amigos
Esta é fácil: vejam as pessoas aqui, serão novos amigos (aproveite este
momento para pedir que cada um diga o seu nome e idade)
6. 10 + 2 Mandamentos
Mas eu sempre ouvi falar que eram 10!! Sim, mas Jesus nos deu outros
2, sobre os quais também vamos estudar.
7. Leitura da Bíblia
É importante que vocês tenham cada um a sua Bíblia, a tragam sempre,
cuidem dela, não deixem rasgar ou sujar, etc..
8. Histórias, estudo, conhecimento
Os encontros terão sempre uma história ou um tema, nós vamos
debater, estudar, ler, etc..
9. Conversas com pais, amigos, entre nós.
Sempre que alguém tiver dúvida podemos conversar, vamos fazer
entrevistas com os pais, com pessoas da comunidade, etc..
10. Oração, louvor, música
Nossos encontros vão começar sempre com alguns cantos, com oração;
vamos encerrar com...
11. Trocas
Bom, e esta carta? Não sou só eu que vou ficar falando sozinha, vocês
também sabem alguma coisa. Peça que cada um diga um personagem
ou uma história bíblica que conheça.

Quando todos tiverem terminado, peça que peguem esta carta de troca, e
escrevam o seu nome atrás dela.
Depois, vão passar esta carta para a direita, e novamente escrever o seu
nome. Assim até que todas as fichas tenham todos os nomes.
Peça que se levantem e procurem uma pessoa (ou mais) que ainda não
conheçam. Conversem com ela, identificando o nome, idade, interesses.
Encerre o encontro com música e oração.
Se as crianças forem usar um caderno ao longo do ano, os quadradinhos
podem ser colados numa das páginas deste.

Ceia - Presente de Cristo


LB, RJ, 1995.

Tema: Santa Ceia / Eucaristia.


Duração: 45 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: Caixa, papel de presente, papel colorido, Bíblias, papel e lápis.

Prepare com antecedência:


1 caixa de sapatos, embrulhada como se fosse um presente, bem vistoso

Dentro dela coloque pequenos presentinhos, em cores diferentes (tantas cores


quantas forem os pequenos grupos que irão ser formados para discussão);
estes presentinhos, podem ser simplesmente um retângulo de papel dobrado
ao meio, com a frase "Eu te dou a Minha Vida!" escrita no lado interno

1 carta, com o seguinte texto sugerido: "Queridos irmãos da _______,


Este é o meu presente para vocês, e é com muito amor que o dou.
Há um pequeno pedaço dele para cada um de vocês, peguem o seu na caixa,
mas não o abram ainda!
Qual a sensação de ganhar um presente? Assim de surpresa? É bom, ruim? O
que passa na sua cabeça?
E na véspera de seu aniversário? Você sabe que no dia seguinte vai ter festa,
amigos, parentes... E com certeza alguns presentes. O que será que você vai
ganhar? Aquilo que tinha pedido, ou vão te surpreender com algo inesperado?
Como você se sente?
E este pequeno presente, o que será?"

e folhas de perguntas, uma para cada grupo.

Inicie a dinâmica dizendo que o grupo recebeu um presente, acompanhado de


uma carta que você gostaria de ler. Pegue a caixa e mostre ao grupo; leia a
carta, e deixe que cada um tire o seu presentinho de dentro dela.
Depois, peça que se dividam em pequenos grupos, de acordo com a cor do
presente tirado da caixa, e que só então o abram.

Distribua as folhas de perguntas entre os grupos e deixe tempo suficiente para


conversarem sobre cada questão.
Sugestões de perguntas:
1. Qual a sua reação ao abrir este pequeno presente?
2. Leia: Mateus 26, 26-30 e I Coríntios 11, 23-29 Quem deu a sua vida? Para
que? De que forma?
3. Quando vamos a igreja, tomar a Santa Ceia, como nos comportamos, o que
sentimos, como agimos?
4. No que a Santa Ceia é igual a ganhar um presente? No que é diferente?
5. Precisamos fazer alguma coisa especial para ganhar este presente de
Cristo?

Depois deste momento, reúna todo o grupo e converse novamente sobre cada
uma das questões, enfatizando as diferenças entre a alegria do perdão e o
peso/tristeza de nossos pecados. A possibilidade de confessar a Deus, se
arrepender e receber, gratuitamente o grande presente da vida de Cristo.

Encerre com uma oração e o convite para participar da Ceia no próximo culto.
(Ou se você for o pastor, oficie uma Ceia com o grupo; se quiser, ao invés de
óstia use, pão árabe; é uma experiência muito rica, passar o pão de mão em
mão, em que cada um rasga um pedaço de pão e o oferece ao próximo, da
mesma forma, com o vinho se usamos um cálice único).

Cidade Comunitária
Walter B. (IECLB), RJ, 2001

Tema: Trabalho em equipe; dons a serviço do grupo.


Duração: 2horas
Público: todas as idades; 20 participantes.
Material: Argila (escolar encontrada em papelarias); um tablado de madeira
(1,5x1,0m) pode ser uma placa de compensado ou uma mesa forrada com
plástico grosso; duas bacias grandes (para preparar a massa); dois baldes para
água. Bíblia.
Hinário usado: HPD (Hinos do Povo de Deus), IECLB, Editora Sinodal.
Cafezinho com biscoitos (o cafezinho deve ser servido fora do alcance visual
do local da dinâmica)

Esta dinamica propõe a polemica da individualidade e opostamente os


resultados da organização e companheirismo. Próprio para integração e união
de grupos independentemente da idade.

Participantes: Pastor (P), Dirigente (D) e quantos membros (M) quiserem.

P: Chegada, saudação, apresentação


D: Fazer um grande círculo (bem aberto e de mãos dadas), agradecimentos
P: ORAÇÃO INICIAL (...incluir o pedido da presença da Santíssima Trindade...)
Todos: Hino 177
P: leitura do Salmo 127
D: leitura do Salmo 128
D: formação de pequeno círculo: “O abraço comunitário”
T: Hino 165
M: Leitura de Gn.11:1-9

D: “A VILA DE BARRO”
Esclarecer sobre o uso da argila e que cada um(a) fará uma parte desta Vila,
construindo sua casa, animais, obelisco etc. CADA QUAL
INDIVIDUALMENTE...
Colocar a massa em bacias e convidar à manipulação da massa; várias
pessoas manipulam juntas cada bacia (tato, sensação, prazer). Cada um retira
um pouco de massa.
Construção da Vila: trabalho individual cada qual fazendo a sua parte (idéia
própria) - previsão 1/2 h.
Formar grande círculo e avaliar os resultados (sem muita delonga...)

D: convidar a todos para lavarem suas mãos, tomarem um cafezinho, SEM


retornarem ou permanecerem no local da dinâmica (esta etapa deve ser feita
em local sem alcance visual do espaço da dinâmica) e levarem suas Bíblias e
Hinários (intervalo previsto 15 min.)
M. Anônimo: amassar e revolver a “Vila de Barro”, sem tirar do tablado.
(Combine com antecedência com uma pessoa para que ela faça esta
destruição; não deve ser o dirigente ou o pastor, pois sua ausência chamaria a
atenção).
T: Hino 216 (no local do cafezinho)
M: leitura Hb.10:19-31

D: Convidar a voltar ao local da “VILA DE BARRO”. Avaliar a “decepção,


desolação, reações, comportamentos..”.
E agora o que fazer? Lamentar! Desistir!... Formar grande círculo para tomada
de decisões...
M: se afasta do grupo e lê em Voz alta Is.64:1-7
P: ORAR: Is.64:8-12
T: Cantar Hino 194 (2x)
D: Coordenar a “RECONSTRUÇÃO DA VILA DE BARRO”: sugerir estratégia
de reconstrução; trabalho de equipe e não isolado; cuidados e proteções contra
invasores; sugerir muros, porteiras, torres etc;
T: Hino 166
D: coordenar o “lavar as mãos e proteger a Vila” (dois grupos = um cuida, outro
se lava...)
coordenar o retorno à “Vila de Barro” (acelerar o retorno) e formar grande
círculo ao redor da Vila : Comentar o valor do trabalho em equipe, os Dons que
recebemos; apreciação artística.
Convidar a todos para suas avaliações e manifestações.
M: ler Rm.12:1-8
P: fazer breves considerações sobre o texto lido (Rm.12:1-8) e sobre a
Dinâmica;
T: Hino 216
P: Bênção : Ef.1:3-8
T: ORAÇÃO FINAL / “Pai Nosso” e Hino 302

 Dicas para o uso da argila:


Antes de começar o trabalho, manipule e amacie bem a argila, batendo-a
contra o chão, e umedecendo com pouquinha água.
Para modelar pode-se usar, além das mãos, colheres, garfos, espátulas.
Para colar partes prontas de uma peça, arranhe as superfícies e umedeça
ligeiramente. Para arrematar a junção, estique um pouco de argila de uma das
partes, ou faça uma "minhoca" e envolva a junção, esticando depois sobre as 2
partes.
Para alisar a massa e dar acabamento, umedeça levemente com água e passe
a mão ou as costas de uma colher.

Culto Jovem
Ademir T. F. (Pentecostal), SP.

Tema: Motivação e participação nos cultos.


Duração: preparo + culto
Público: jovem, mínimo 5 pessoas.
Material: Convites, música e instrumentos, suco e salgadinhos, cadastro de
aniversariantes.

Culto do +1.
Num culto de mocidade pré-estabelecido, jovens serão desafiados a trazerem
um visitante pelo menos, do contrário o culto perde a razão de ser. Montar um
programa de culto evangelístico com bom pregador, música, dramatização e
cantina para confraternização.
Premie aquele que trouxer mais visitantes.

Culto do reencontro ou da centésima ovelha.


Culto da mocidade em que serão convidados por carta ou pessoalmente todos
os que fizeram parte do grupo de jovens.

Madrugada com Deus.


Os organizadores acordam às 4 da manhã, e com transporte e percurso
previamente estudados, vão passando na casa dos componentes do grupo que
devem rapidamente acompanhar os demais. O alvo é estar às 6 da manhã na
igreja para oração, louvor e meditação, e servir às 8 da manhã um “café de
comunhão”.

Cantinho da integração.
Após o culto dominical, os visitantes são convidados a tomar um chá ou suco
na cantina. Para lá devem se deslocar alguns integrantes do grupo de jovens e
que apresentarão os visitantes e orarão por eles.
Também pode-se programar um rodízio entre os jovens, para que a cada
domingo alguns cheguem mais cedo na igreja e recepcionem, não só os
visitantes, mas também membros "regulares" da comunidade, com um abraço
de bom dia.

Culto de Ação de Graças.


Prepare um micro-culto a ser realizado na casa do integrante do grupo, no
domingo mais próximo ao aniversário dele - funciona como uma visita especial
de aniversário.
Ou pode-se fazer um culto por mês, na igreja ou outro local, onde se faça uma
bênção especial aos aniversariantes do mês, que deverão antecipadamente
receber convite ou telefonema avisando deste culto.
Festa Jovem
Ademir T. F. (Pentecostal), SP, 2002.

Tema: Convite e motivação.


Duração: 2horas cada.
Público: jovens, mínimo 5 pessoas.
Material: de acordo com a festa.

Dia dos Namorados - 12 de junho ou data próxima.


Fazer um "jantar do amor". Ler textos bíblicos relacionados a amor, amizade,
etc. Pensar na decoração do ambiente, fundo musical e músicas para cantar.
Pode-se premiar a carta mais romântica, mais antiga, a melhor foto do casal,
etc.
Pode-se também programar o “Dia dos Solitários”. Seria um encontro entre
aqueles que não namoram. Pode ser na casa de alguém (cada um leva um
pratinho) ou numa pizzaria ou algo do tipo.

Chá da amizade.
O convite pode ter o formato de xícara, de uma fatia de bolo, com data e local.
O objetivo do encontro deve ser o evangelismo, visando os amigos que
gostaríamos de levar ao convívio da igreja e a integração de novos jovens ao
grupo.
A idéia é realizar no inverno. No verão pode-se fazer o “Suco da Amizade”.
Deve-se ter um devocional sobre a amizade, corinhos sobre tema, sorteio de
pequenos brindes (debaixo das xícaras cole com durex alguns vales-brindes).
Faça correio da amizade. E que tal convidar o pastor?

Festas com Cardápio Temático.


Com o objetivo de arrecadar fundos e aumentar a comunhão e amizade cristã,
promova festas com o cardápio como tema.
A decoração e as roupas dos "garçons" poderão ser de acordo também:
- do sorvete (sirva casquinha, sunday, milkshake, banana-split, etc.. Decore o
espaço como uma lanchonete dos anos 1950)
- do cachorro-quente (tente molhos e acompanhamentos diversos)
- da pipoca (doce, salgada, com queijo, com bacon... Observe como os
pipoqueiros se vestem e tente conseguir um carrinho de pipoca, destes que se
alugam para festas. )
- do milho (ofereça polenta, canjica, broa, pamonha... Todo mundo vestido de
espantalho? Decoração como um milharal, com palha espalhada no chão.)
- da esfiha (carne, queijo, acelga... Árabes, turbantes, lenços coloridos.)
- churrasco (nem precisa dizer...)
Faça correio elegante e louvor comunitário; seja criativo!

Noite da Pizza.
Reserve com uma pizzaria, acerte com um bom grupo musical evangélico e
faça um programa conjugando o espiritual ao material. Pode-se pensar em
evangelização, pois muitos que não iriam a uma igreja podem ir a uma pizzaria.
Jornal de Natal
Lilliana, Iugoslávia, 1996

Tema: Nascimento de Cristo, Advento e Natal.


Duração: poucas horas a dias, dependendo da complexidade.
Público: Adolescentes, mínimo 6 pessoas.
Material: Bíblias e livros; mapa da região de Belém; papel e lápis; livros de
geografia e história para você estudar previamente.

Ao invés de fantasiar as crianças com roupas de anjos e pastores, que tal


trabalhar com elas uma leitura e interpretação atual da história de Jesus?

Leia a história do natal, de preferência em mais de uma fonte - Bíblia na


Linguagem de Hoje, Bíblias e Livros infantis, etc...

Peça que observem programas jornalismo na TV e jornais impressos. Faça


com as crianças um diagrama sobre as sessões que um jornal contém, tipos de
matérias, se levam fotos ou não, etc..

Proponha que desenvolvam um jornal sobre o dia do nascimento de Jesus.


Pode ser em formato impresso (que pode depois ser fotocopiado e distribuído
aos adultos) ou em formato TV, a ser apresentado a comunidade.

Antes de iniciar, determine:


- Quem edita o jornal? (O povo local era judeu; o governo era romano).
- O jornal é de onde? (da cidade de Belém? de todo o país?)

Temas que vocês podem desenvolver:


- lotação esgotada nas hospedarias
- um editorial sobre o censo: a direção do jornal concorda ou discorda do
decreto romano para realizar o censo?
- uma estranha estrela nos céus
- a visita inesperada de reis do oriente (explore com as crianças a aparência
diferente que estes homens deviam ter, o impacto deles na população local,
etc...)
- a visita de pastores de ovelhas à cidade (no meio do horário de expediente!!
Será que os pastores estão fazendo uma greve?)
- um dos "repórteres" pode ir junto com os pastores ou os reis, e entrevistar os
pais da criança (porque ela está recebendo tantas visitas, quem é, o que há de
tão especial aqui?)
- previsão do tempo (quem sabe até com um mapa da região?)

Incluam também propagandas, afinal, um jornal as tem:


- uma do governo, convocando para o censo
- quais os produtos da época? Camelos (aluguel de camelos ou "vaga" para
estacioná-los); comidas (o que se comia? como anunciar estes produtos?);
pontos turísticos de Belém ("aproveite que você está aqui para o censo, e
visite..." - quem sabe o templo, ou algum local relevante da história do rei Davi).

As fotografias para o jornal impresso podem ser desenhos das próprias


crianças. Para o jornal da TV, vocês podem confeccionar um cenário para os
"âncoras" usando mesas e cadeiras e um painel de papel pardo ou um pano no
fundo e da mesma forma criar cenários para as entrevistas e reportagens nos
diferentes locais.

O importante é que as crianças mergulhem na história e encontrem aspectos


inusitados da narrativa bíblica.