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Influências da evolução tecnológica na comunicação humana: estudo das redes sociais.

Influências da evolução tecnológica na comunicação humana: estudo das redes sociais.

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Este trabalho foi realizado como projeto de pesquisa na Universidade FUMEC em Belo Horizonte no estado de Minas Gerais, no curso de Pós-Graduação em Gerência de Telecomunicações e Redes de Computadores, sendo apresentado à disciplina de Metodologia do Trabalho Científico, pelo aluno Patrick Leandro Magalhães.

RESUMO
As redes sociais são os meios de comunicação mais populares da internet atualmente. As pessoas necessitam de se comunicar e expressar, buscando novos meios de fazê-los com o apoio da tecnologia. Mas, qual é a influência da evolução tecnológica na comunicação humana? O presente estudo visa responder a esta questão demonstrando a evolução das redes de computadores, da computação e o surgimento de novos meios de comunicação sendo enfatizadas as redes sociais. Esclarece também o surgimento da plataforma base das redes sociais, analisa o comportamento das pessoas nas redes, a influência deste novo meio no marketing, a publicidade política nas redes sociais, a interação através de aplicativos e também exemplifica os diversos usos das redes sociais.

ABSTRACT
Social networks are the media's most popular Internet today. People need to communicate and express themselves, seeking new ways to make them with the support of technology. But what is the influence of technological evolution in human communication? This study aims to answer this question by demonstrating the evolution of computer networks, computing and the emergence of new media and emphasized the social networks. It also explains the appearance of the base platform of social networks analyzes the behavior of people in networks, the influence of new media in marketing, political advertising on social networks, through the interaction of applications and also illustrates the different uses of social networks.
Este trabalho foi realizado como projeto de pesquisa na Universidade FUMEC em Belo Horizonte no estado de Minas Gerais, no curso de Pós-Graduação em Gerência de Telecomunicações e Redes de Computadores, sendo apresentado à disciplina de Metodologia do Trabalho Científico, pelo aluno Patrick Leandro Magalhães.

RESUMO
As redes sociais são os meios de comunicação mais populares da internet atualmente. As pessoas necessitam de se comunicar e expressar, buscando novos meios de fazê-los com o apoio da tecnologia. Mas, qual é a influência da evolução tecnológica na comunicação humana? O presente estudo visa responder a esta questão demonstrando a evolução das redes de computadores, da computação e o surgimento de novos meios de comunicação sendo enfatizadas as redes sociais. Esclarece também o surgimento da plataforma base das redes sociais, analisa o comportamento das pessoas nas redes, a influência deste novo meio no marketing, a publicidade política nas redes sociais, a interação através de aplicativos e também exemplifica os diversos usos das redes sociais.

ABSTRACT
Social networks are the media's most popular Internet today. People need to communicate and express themselves, seeking new ways to make them with the support of technology. But what is the influence of technological evolution in human communication? This study aims to answer this question by demonstrating the evolution of computer networks, computing and the emergence of new media and emphasized the social networks. It also explains the appearance of the base platform of social networks analyzes the behavior of people in networks, the influence of new media in marketing, political advertising on social networks, through the interaction of applications and also illustrates the different uses of social networks.

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Published by: Patrick Leandro Magalhães on May 05, 2010
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PATRICK LEANDRO MAGALHÃES

Influências da evolução tecnológica na comunicação humana: estudo das redes sociais.

BELO HORIZONTE UNIVERSIDADE FUMEC 2010

PATRICK LEANDRO MAGALHÃES

Influências da evolução tecnológica na comunicação humana: estudo das redes sociais.

Projeto de pesquisa realizado na Universidade FUMEC, no curso de PósGraduação em Gerência de Telecomunicações e Redes de Computadores, apresentado à disciplina de Metodologia do Trabalho Científico. Orientador: George Leal Jamil

BELO HORIZONTE 2010

DEDICATÓRIA

Dedico este trabalho a Marilda, Rangel, Hergos e Fabiana, por sempre estarem presentes, incentivando-me e apoiando-me. E aos amigos, pelas contribuições e companheirismo.

AGRADECIMENTOS

Agradeço a minha família pelo incentivo constante, ao professor Jamil, pela amizade e apoio, e aos amigos pelas diversas contribuições, em especial a Francielle e Enilaine pela paciência e dedicação.

"What’s happening?" [Twitter]

RESUMO
As redes sociais são os meios de comunicação mais populares da internet atualmente. As pessoas necessitam de se comunicar e expressar, buscando novos meios de fazê-los com o apoio da tecnologia. Mas, qual é a influência da evolução tecnológica na comunicação humana? O presente estudo visa responder a esta questão demonstrando a evolução das redes de computadores, da computação e o surgimento de novos meios de comunicação sendo enfatizadas as redes sociais. Esclarece também o surgimento da plataforma base das redes sociais, analisa o comportamento das pessoas nas redes, a influência deste novo meio no marketing, a publicidade política nas redes sociais, a interação através de aplicativos e também exemplifica os diversos usos das redes sociais.

Palavra-Chave: redes sociais, comunicação, evolução tecnológica, comportamento, aplicativos sociais.

ABSTRACT
Social networks are the media's most popular Internet today. People need to communicate and express themselves, seeking new ways to make them with the support of technology. But what is the influence of technological evolution in human communication? This study aims to answer this question by demonstrating the evolution of computer networks, computing and the emergence of new media and emphasized the social networks. It also explains the appearance of the base platform of social networks analyzes the behavior of people in networks, the influence of new media in marketing, political advertising on social networks, through the interaction of applications and also illustrates the different uses of social networks.

Key-Word: social networking, communications, technological evolution, behavior, social applications.

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Lista de Figuras
FIGURA 1: Principais redes sociais utilizadas por políticos de destaque no Brasil ... 28 FIGURA 2: Os cinco políticos com maior número de seguidores no Twitter. ............ 29 FIGURA 3: Número de perfis de políticos no Twitter, segmentados por partidos políticos. .................................................................................................................... 29 FIGURA 4: Relação entre a quantidade de perfis no Twitter e o cargo político. ....... 30 FIGURA 5: Formas de atuação na rede pelos políticos. ........................................... 30 FIGURA 6: Onde os brasileiros usam a web. ............................................................ 39 FIGURA 7: Tipo de conexão de acesso a web no Brasil. .......................................... 39 FIGURA 8: Motivos pelos quais os brasileiros não usam a internet. ......................... 40 FIGURA 9: Relação acesso a web versus renda. ..................................................... 41 FIGURA 10: Utilização da internet classificado por faixa etária. ............................... 42 FIGURA 11: Como a internet é utilizada pelos brasileiros. ....................................... 42 FIGURA 12: Índice de exclusão digital por estado. ................................................... 43 FIGURA 13: Crescimento das redes sociais por país. .............................................. 44 FIGURA 14: Relação dos países com maior número de perfis no Orkut. ................. 46 FIGURA 15: Índices de faixa etária e interesse de utilização do Orkut. .................... 46

SUMÁRIO
LISTA DE FIGURAS .................................................................................................... I 1 INTRODUÇÃO ................................................................................................... 10 2 REDES DE COMPUTADORES – BREVE CONCEITO...................................... 12 2.1 O que são redes de computadores? ............................................................................ 12 2.2 Evolução das redes de computadores ........................................................................ 13 3 COMPUTAÇÃO DISTRIBUÍDA.......................................................................... 16 4 REDES SOCIAIS ................................................................................................ 18 4.1 Potencial das redes sociais ......................................................................................... 19 4.2 Por que participar de uma rede social? ...................................................................... 20 4.3 O que pode denegrir a sua imagem nas redes sociais? .............................................. 20 4.4 Como as redes sociais interferem no comportamento social ..................................... 21 4.5 Marketing nas redes sociais ....................................................................................... 25 4.6 Publicidade política nas redes sociais ........................................................................ 27 4.7 O uso de aplicativos sociais ....................................................................................... 32 4.8 Redes sociais e empregabilidade ............................................................................... 34 4.9 Segurança nas redes sociais ....................................................................................... 35 4.10 Educação pelas redes sociais .................................................................................. 37 4.11 Exemplo de utilização de redes sociais .................................................................. 38 5 PESQUISAS ....................................................................................................... 38 6 CONCLUSÃO ..................................................................................................... 47 7 REFERÊNCIAS. ................................................................................................. 50

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1 Introdução
A evolução da tecnologia das redes de computadores permitiu um avanço na geração de diferentes formas de comunicação entre as pessoas. Pois através das redes de computadores é possível conectar-se superando grandes distâncias e alcançando grandes velocidades de comunicação. Assim, as redes possibilitaram a criação de uma gama diversa de serviços de interação social, estimulando a formação e aproximação de grupos e comunidades. A informação possibilita a influência nas atividades humanas e a tecnologia projeta aparelhos que facilitam o seu acesso mais rápido. Com o avanço da tecnologia, surge a necessidade de estruturar a capacitação e os usuários. A busca por se manter informado é crescente e proporciona uma competição entre as pessoas, instituições, entre outros. Devido a essa potencialidade da tecnologia, se faz necessário haver uma gestão tecnológica para atender as necessidades exigidas pelos seres humanos. Necessidades que geram mais produtos e serviços de interação humana. Como apresenta Pinheiro (2005):
“... aliado aos novos avanços tecnológicos envolvendo a capacidade de transporte das redes de comunicação levou a um campo de atuação comum para ambas que é o fornecimento de múltiplos serviços baseados em uma infra-estrutura única, resultado da experiência obtida no desenvolvimento e operação tanto das redes de computadores quanto das redes de telecomunicações.”. (PINHEIRO, 2005)

A fusão entre a computação e as telecomunicações apresentou a possibilidade de haver uma convergência e praticidade na tecnologia dos aparelhos, meios, e também na ampliação do ambiente de uso. Com a facilidade de uso e novos serviços as pessoas acabam construindo uma nova forma de comunicação: as redes sociais. A evolução da comunicação sempre esteve entrelaçada com os avanços tecnológicos. Os sistemas de comunicação digital proporcionaram um campo de avanço gigantesco nas comunicações. O computador, por ser um componente deste sistema que permite obter uma diversidade de formas de comunicação em sistemas digitais, tem contribuído para aumentar a facilidade na comunicação e também no barateamento dos custos em alguns casos.

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Hoje, convivemos com ambientes de comunicação com um alto poder de sucesso, objetivos e adesão, principalmente para as novas gerações que nasceram em épocas de inúmeras inovações tecnológicas. Temos a nossa disposição a internet com os seus sites, ferramentas de email, comunicadores instantâneos, redes sociais, telefonia por IP, rádio pela internet, etc. Tendo em vista esta evolução da tecnologia e o aumento nos serviços de interação social, são apresentados, neste trabalho, os aspectos da tecnologia das redes e suas facilidades que levaram ao aumento dos serviços de interação social.

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2 Redes de Computadores – breve conceito
2.1 O que são redes de computadores?
Para compreender melhor o ambiente que envolve as redes sociais, precisamos entender alguns conceitos sobre as redes de computadores. Então o que vem a ser uma rede de computadores? Começamos com o que é uma rede. De forma básica, rede é uma interligação para fins de compartilhamento de elementos de interesse mútuo entre entidades. Com mais detalhes, Ferreira (1977) define rede como “o conjunto dos meios de comunicação ou informação (telefone, telégrafo, rádio, televisão, etc.), ou das vias (e do equipamento) de transporte ferroviário, aéreo, etc.”. Baseando-se no conceito de rede, temos que rede de computadores é um ambiente de interligação de computadores e equipamentos de rede que permite efetuar serviços de rede e compartilhamento de informações. Segundo Galileu (2002), por definição, uma rede é “o conjunto de meios físicos (hardware) e não físicos (software) que permite ligar entre si dois ou mais computadores”. Uma definição mais detalhada sobre o que é uma rede de computadores é posta por Jorge (2003):
“Uma rede de computadores (rede informática) é um sistema de comunicação de dados (informação digitalizada) constituído através da interligação de computadores e outros dispositivos (equipamentos de interligação), com a finalidade de trocar informações e partilhar recursos (recursos físicos da rede ou de programas e ficheiros).” (JORGE, 2003)

Já o professor Moreira (2005) define uma rede como sendo “um conjunto de computadores e outros dispositivos capazes de trocar informações e compartilhar recursos, interligados por um sistema de comunicação constituído de enlaces físicos e regras que disciplinam esta comunicação.” As redes inicialmente foram criadas para atender a dois objetivos, a partilha de informação e a partilha de recursos de hardware (GALILEU, 2002). Hoje, possuem, além dos objetivos iniciais, outros como: Partilha de recursos – visa disponibilizar hardware e software e informação para os usuários conectados à rede independente de sua localização física;

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Alta confiabilidade – através de técnicas de gerenciamento de recursos sempre mantê-los disponíveis mesmo que haja falhas; Economia financeira – possibilidade de uso do meio por diversos sistemas; Comunicação entre usuários – pode efetuar a comunicação entre os usuários através de aplicativos e serviços de rede.

2.2 Evolução das redes de computadores
De modo geral, o processo de inserção da computação nas empresas iniciou-se com computadores de grande porte chamados de mainframes. Estes computadores requeriam um administrador para monitorá-lo e gerenciá-lo, sendo que este possuía controle total dos recursos informáticos da empresa. Posteriormente, desenvolveu-se o personal computer (PC), que possuía todos os recursos necessários para rodar uma aplicação e armazenar dados, mas com dimensões menores e direcionado para uso doméstico. Houve então, com a chegada do PC, uma reorganização do ambiente empresarial, que passou a ter características descentralizadas sobre o controle dos recursos informáticos. Surgiu, então, uma dificuldade de gerir e controlar a utilização das informações, pois estas passaram a estar distribuídas em todos os computadores da empresa. As redes conseguiram prover uma integração entre os computadores da empresa. Essa integração proporcionou uma redução de custos com a otimização do uso dos recursos através da partilha dos mesmos, distribuição da informação, melhoria na fiabilidade e melhor eficiência na capacidade de respostas da organização. O ambiente de rede mudou muito desde o surgimento dos primeiros sistemas de computadores. Para melhor entendimento desta evolução, abaixo segue a caracterização dos ambientes separados por décadas. 1. Década de 50 Surgem os primeiros sistemas de computadores baseados em equipamentos para processamento e armazenamento de informações.

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2. Década de 60 Surge a ARPANET, que é uma rede de computadores que oferecia serviços de e-mail, newsgroups, logon remota, transferência de arquivos. 3. Década de 70 Surgimento da Ethernet visando às redes locais. No inicio, possuía uma velocidade de transmissão de bits de 2,95 Mbps. Surge a rede Token Ring, inventada pela IBM. 4. Década de 80 O surgimento dos microcomputadores permitiu que as redes de computadores ganhassem importância nas empresas por seu potencial de aproveitamento otimizado dos recursos disponíveis, permitindo, assim, que houvesse aplicações departamentais, arquivos. A correio principal que eletrônico, arquitetura a transferência existente conexão era com de a os

cliente/servidor,

mantinha

mainframes. Nesta década, as empresas adotaram a tecnologia da informação para aumentar a produtividade dos seus usuários, desenvolvedores e dos seus processos de negócios. O surgimento das redes locais impulsionou o

desenvolvimento dos sistemas distribuídos e computação distribuída. As redes de computadores eram heterogêneas, possuíam particularidades na sua concepção e observavase uma incompatibilidade na comunicação entre os sistemas operacionais de rede nesta época, o que prejudicava a comunicação entre os computadores. 5. Década de 90 A heterogeneidade e a dificuldade de interligação das tecnologias de redes de computadores da década de 80 foram resolvidas com a adoção de sistemas abertos que padronizou a confecção de equipamentos com um grau

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maior de compatibilidade e proporcionou a comunicação de computadores independente da arquitetura base dos

equipamentos e dos fabricantes, gerando novos serviços, oportunidades e aplicações. A principal consequência desta compatibilidade foi a possibilidade das aplicações fazerem uso do potencial da computação distribuída e, assim, intensificando o tráfego de informação entre redes, o que motivou o surgimento de novas tecnologias para atender a demanda. Nesta década, dado o potencial distribuído dos sistemas e das redes de computadores, a internet se popularizou. Também se observou com a a criação dos da serviços e de a IP,

comunicação Computação.

integração exemplos:

Telefonia sobre

Sendo

voz

videoconferência, TV interativa, ensino a distância, realidade virtual, entre outros. 6. Década de 2000 Atualmente, as redes de computadores usufruem de uma alta confiabilidade quanto a sua infra-estrutura e quanto as suas prestações de serviços. Com isso, houve um impulso de novas tecnologias e serviços, como comércio eletrônico (B2C, B2B, pré-venda e pós-venda), redes convergentes (voz sobre IP, aplicações multimídia), terceirização de rede e de TI (Tecnologia da Informação), em geral (Outsourcing, Application Service Providers, Internet Data Centers).

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3 Computação Distribuída
Com a evolução dos dispositivos e avanços tecnológicos atribuídos às redes de computadores, o desenvolvimento de aplicações e tecnologias de computação distribuída se tornou possível. Os sistemas baseados na computação distribuída, por essência, possuem, segundo Sobral (1999), uma “interação em forma de comunicação” que herda fundamentos das redes de forma que a interação seja realizada com “comunicação e cooperação/colaboração.” (SOBRAL, 1999). As tarefas são distribuídas por diferentes maneiras. Ao distribuir tarefas diferentes para que cada computador/usuário as realize, caracteriza-se aí o sentido de cooperação. Já quando todos realizam o processamento de uma mesma tarefa, é caracterizado como colaboração. Com base nos estudos de Sobral (1999) as organizações das características dos sistemas distribuídos são dividas em seis categorias principais: compartilhamento de recursos, sistemas abertos, concorrência, escalabilidade, tolerância a falhas e transparência. Compartilhamento de recursos - permite usufruir de equipamentos e serviços de um computador ou da rede. Sistemas Abertos – o sistema deve ser de arquitetura não proprietária e operável com outros tipos de arquiteturas. Concorrência – processos podem coexistir em um computador e serem executados competindo pelos mesmos recursos. Escalabilidade – flexibilidade que um sistema apresenta para aumentar sua capacidade de carga de recursos ou serviços. Tolerância a falhas – é a capacidade de o sistema continuar disponível mesmo que ocorra uma falha nos seus componentes. Técnicas de redundância de equipamentos, recuperação, são empregadas para que o sistema obtenha disponibilidade e confiabilidade, características que os torna tolerante a falhas. Transparência – que é a capacidade do sistema de ocultar dos usuários a comunicação e interação com outros meios,

computadores e serviços. Já para Calsavara (1997), transparência

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é “esconder do usuário e do programador de aplicações a separação de componentes em um sistema distribuído, tal que este seja visto como um sistema centralizado.”. A internet foi responsável pela transformação na importância da computação distribuída. O foco dos projetos de software passou a proporcionar meios de comunicação e serviços que não existiam outrora. Como acesso a sistemas legados, aplicações cliente/servidor sobre TCP/IP, entre outros (MACEDO, 2007). Neste novo cenário do desenvolvimento de software, desafios surgiram, como ambientes computacionais heterogêneos, sem comunicação, sistemas autônomos sem acesso a estados globais (por exemplo, uma memória RAM comum ou processador compartilhado) (MACEDO, 2007). A superação de problemas relacionados à heterogeneidade dos sistemas do ambiente computacional e o melhor entendimento do novo ambiente, fizeram surgir novos tipos de tecnologias. Os principais tipos são: serviço web, grid computing, peer-to-peer e clusters. Os serviços web podem ser considerados a evolução das aplicações web que anteriormente era destinado à produção de sites com páginas em HTML (Hypertext Markup Language) as quais eram armazenadas em servidores e o seu acesso dava-se por meio de navegadores de internet. Nesta nova tecnologia, existem três elementos básicos que atuam: provedores de serviços, registradores e consumidores. Essa tecnologia utiliza-se de padrões web para representação de dados e comunicação. Grades computacionais (grid computing) são formações de uma rede interligada pela internet que disponibiliza recursos computacionais de computadores pessoais para processar e armazenar dados, sem a necessidade de conhecer a localização destes recursos ao efetuar o compartilhamento. O sistema peer-to-peer consiste em redes em que seus componentes possuem mesma funcionalidade e desempenho de tarefas. Este sistema tem a característica de ser dinâmico quanto à entrada e saída de seus componentes, o que exige do sistema maior tolerância a falhas. Os clusters são unidades computacionais homogêneas que são interligadas por conexões de alta velocidade para disponibilizar serviços e aplicações com maior rapidez e confiabilidade para os clientes. Usando

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balanceamento de cargas e recursos de tolerância a falhas, aumenta-se a disponibilidade e desempenho deste tipo de sistema.

4 Redes sociais
Träsel (2008) define redes sociais como sendo “o conjunto de dois elementos: atores e conexões entre esses atores.”. Em seus estudos, o professor explica a formação das conexões entre os atores através de laços sociais relacionais e associativos. Sendo o relacional, os resultados das interações sociais e o associativo, gerado pela associação do ator a um determinado ambiente. No contexto tecnológico, a compreensão sobre redes sociais proposta por Lins (2010), define como sendo “sistemas que buscam conectar pessoas, possibilitando a comunicação entre elas”. As redes sociais permitem a criação personalizada de perfis, que armazenam dados de diversos tipos e informações. Com isso, permitiu-se uma nova forma de comunicação social, onde as pessoas passaram a prover conteúdos e divulgá-los nas redes. Nas condições de provedor de conteúdo, os usuários das redes sociais passam a despertar o interesse dos outros usuários. A informação e as características definidas no perfil na rede passam a caracterizar o capital social, ou seja, “um conjunto de recursos (conhecimento, fama, etc.) compartilhado por uma rede social.”, como define Träsel (2008). Alguns dos objetivos das redes sociais são: Estabelecer vínculos de interação entre os atores; Compartilhar conhecimentos e experiências; Mobilizar usuários para participação de comunidades e atividades sociais; Estabelecer parcerias; Entre outros. Segundo Nepomuceno (2009), as redes sociais na internet não são pioneiras na colaboração mundial no compartilhamento de conhecimento. Ele afirma que a internet é somente uma evolução das redes de conhecimento anteriores, rede da fala, impressa, do som, e da imagem, porém, com maior potencial em

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proporcionar velocidade e alternativas, sendo a mais complexa rede já criada. Em seu texto, diz:
“A rede social da escrita, do livro impresso, a partir de 1500, que nos possibilitou inventar a academia, por exemplo, tinha também seus links (citações), o somatório de experiências, um grande Orkut do papel, que mudou o mundo com ideias e, depois, produtos.” (NEPOMUCENO, 2009).

4.1 Potencial das redes sociais
O acesso á internet por diversos meios potencializa o uso das redes sociais. Uma das formas de acesso é através da mobilidade provida pelos celulares e netbooks. Com esta disponibilidade de acesso à internet, as pessoas passam mais tempo enviando e lendo mensagens nas redes sociais. O acesso às redes sociais pelo celular é realizado com maior ênfase pelos britânicos, sendo que 23% dos usuários acessam por equipamentos móveis. No mundo, estima-se que pelo menos dois terços dos internautas visitam sites das redes sociais (TI INSIDE, 2009b). A popularidade das redes sociais está em alta. Um estudo realizado pela Nielsen Online nos EUA revelou que os internautas passam 10% do tempo acessando redes sociais, o que representa mais tempo que o passado visualizando e-mails. Os dados do estudo revelam que, entre 2007 e 2008, o tempo de utilização das redes sociais teve um aumento de 63%. No ano de 2008 o estudo revelou que o internauta gastava um a cada quinze minutos utilizando sites de redes sociais. Em 2009, esse número cai para um a cada onze minutos (TI INSIDE, 2009b). O Brasil, no ano de 2009, estava em segundo lugar em número de acessos a redes sociais, segundo estudos da consultoria comScore. Os internautas brasileiros passam, em média, 6,3 horas em sites de redes sociais por mês e possuem, em média, 1,22 mil acessos por mês a sites de relacionamento. Como prova da sua potência, o acesso a redes sociais no mês de maio do ano de 2009, representou 65% da audiência da internet, correspondendo a 734,2 milhões de páginas acessadas (TI INSIDE, 2009a). Os brasileiros têm a característica de possuírem um perfil de usuário que faz uso constante dos sites de relacionamento. Chegando a taxas de 80% dos

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internautas frequentarem esse tipo de site e também passarem a maior parcela de tempo, representado por 23% (TI INSIDE, 2009c).

4.2 Por que participar de uma rede social?
As redes sociais possibilitam a criação de comunidades e grupos sociais. Esses grupos são formados em torno de um assunto a ser compartilhado e discutido por membros das redes. Por sua vez, os membros devem possuir identidades semelhantes, o que causa interesse em ingressar ou não em um grupo. Os grupos sociais necessitam de uma maneira mais abrangente para efetuar a divulgação das informações com maior eficiência e também agregar novos membros. Para tal, a internet é usada como plataforma para alcançar os objetivos de publicação de forma rápida e ampla.

4.3 O que pode denegrir a sua imagem nas redes sociais?
O comportamento nas redes sociais pode afetar diretamente na sua aceitação como membro. A abrangência dos efeitos negativos ou positivos proporcionados pelas redes ultrapassa o limite do mundo cibernético. Alguns cuidados na criação e exposição do perfil na rede devem ser observados, já que a utilização das redes sociais está além da interatividade com os amigos. Os principais cuidados citados por Santos (2010) e Gonzales (2008) para aqueles que usam as redes são: Evite exposição de fotos onde a pessoa se apresente com poses ridículas e vulgares ou em bebedeiras. Pois o uso das fotos contribui para que seja melhorada a relação com o seu interlocutor nas redes sociais, tendo em vista uma busca de maior humanização dos participantes. As transcrições das ideias tão logo surjam em sua mente, podem acabar levando à exposição de assuntos pessoais que por sua vez prejudicam a sua imagem. Por exemplo: problemas no trabalho, relações íntimas, etc. Atentando para esse ponto, é importante que as mensagens sejam escritas de forma correta gramaticalmente,

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para que facilite a compreensão pelos interlocutores, evitando também a escrita com linguagem vulgar. Não adicione pessoas a sua rede com quem você não conversa muito ou que nem sabe da sua existência, para aumentar a sua rede social, pois o diálogo não renderá e pode atrapalhar o gerenciamento dos seus amigos na rede. Evite participar de comunidades que gerem polêmicas e exaltem o ódio.

4.4 Como as redes sociais interferem no comportamento social
Baseado no conceito de redes sociais, os usuários compartilham conhecimentos e experiências. Segundo Dias (2009), as relações obtidas com os laços sociais, permitem a construção de padrões de comunicação, e assim, adaptar e produzir comportamentos dentro do sistema social. Comportamentos que às vezes são baseados nos sentimentos de competitividade e individualismo são numerosos devido à necessidade de se promover e ser aceito positivamente pelos membros da rede social. As redes convergem à competição existente entre os internautas em cooperação. Isso porque sua estrutura organizacional permite que seja produzida mais cooperação através da interação e padrões de comportamento. Mesmo que haja competição dentro da rede, no resultado final, não fica explícita essa atitude, devido à democracia que há na participação das redes sociais. Eventos organizados através das redes estão mais comuns e seu alcance atinge níveis globais. Um exemplo recente é o evento “No Pants Day”, que reúne pessoas para passarem um dia sem calças em trens urbanos. Pode parecer estranho, mas o evento já se espalhou por mais de 43 cidades, em 16 países e na última edição, na cidade de Nova York, mais de 2500 pessoas foram reunidas, aparentemente sem motivo, para participarem na brincadeira. “O grupo organizou o evento usando as redes sociais da internet. Segundo os organizadores, a missão da brincadeira é provocar „cenas de caos e alegria em lugares públicos‟.” (BBC, 2010). Outro manifesto de grande importância que demonstra o reflexo das redes no comportamento humano, foi o envio de mensagens de apoio ao piloto

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Felipe Massa. Logo após um acidente grave numa corrida de Fórmula 1, as pessoas manifestaram, nas redes sociais, mensagens de apoio e recados de incentivo em diversos sites de relacionamento, como Orkut, Twitter e YouTube. No Orkut algumas comunidades registraram mais de 120.000 pessoas, já no Twitter foi necessário criar um perfil especial que conta com mais de 14.000 seguidores. Com as redes sociais, é possível potencializar a produtividade nas organizações, se estas forem utilizadas como ferramentas de trabalho. Os usos das ferramentas existentes nas redes podem dinamizar a comunicação. Atentando às atividades realizadas num expediente cotidiano, observa-se a necessidade dos empregados efetuarem trocas de conhecimentos, colaboração em projetos, solucionar problemas e conhecer e descobrir as tendências de mercado. Sendo o relacionamento interpessoal fundamental para contribuição do aumento do desempenho das empresas. O uso dessas redes como ferramenta de trabalho pode ocasionalmente fazer com que as pessoas confundam os momentos de lazer durante o acesso no ambiente de trabalho. Sendo visualizado conteúdo não relacionado ao trabalho, como acesso a fotos de amigos, perfis alheios, etc. Mas estudos realizados pela Demos (INFO, 2009), revelou que mesmo com esses momentos de lazer dentro das empresas, não é interessante bloquear o acesso às redes sociais. Devido à influência positiva no processo de indução criativa, produtividade e na democracia dentro das organizações (MORAES, 2009). Apesar da associação ao lazer, as principais redes sociais do mundo permitem o seu uso para assuntos profissionais. Cada uma com suas particularidades. Pois a diversidade de formas de atuação e comunicação que os sites de redes sociais proporcionam é enorme. Como expõe Dias (2009):
“O conceito de redes sociais é a base de sites como Facebook, Linkedin, MySpace, Orkut e outros. Esses sites oferecem aos usuários a capacidade de se conectarem com outros para formação, p.ex., de redes de amigos, redes de profissionais, grupos de interesse, grupos de discussão, etc.” (DIAS, 2009).

O Orkut, por exemplo, é uma comunidade online criada para estimular uma interação na vida social com amigos e profissionais, através de fotos e mensagens. O site possibilita a criação e participação de comunidades online, visando o compartilhamento de interesses e hobbies, discussão de temas, etc. As comunidades online podem ser aproveitadas também para relacionamentos

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profissionais. A fácil administração das comunidades e o maior controle permitem que as adesões sejam mais criteriosas e a moderação no uso seja mais eficiente, podendo controlar o acesso ao conteúdo, disponibilizando as informações a somente membros. A definição do que é o Orkut é exposto por Recuero (2006):
Lançado em janeiro de 2004 pelo Google, a criação de Orkut Buyukkokten apenas permite a entrada de pessoas convidadas por outras précadastradas. Neste sentido, a ideia do sistema era construir uma rede social a partir dos laços já verificados pelos indivíduos na vida concreta. O Orkut funciona basicamente através de perfis e comunidade. Os perfis são criados pelas pessoas ao se cadastrar, que indica também quem são seus amigos. As comunidades são criadas pelos indivíduos e podem agregar grupos, funcionando como fóruns, com tópicos (nova pasta de assunto) e mensagens (que ficam dentro da pasta do assunto). (RECUERO, 2006)

O Twitter, que é “um microblog lançado em 2006 que começou a ganhar popularidade em meados de 2008, registrando as maiores taxas de crescimento nos primeiros meses de 2009.” (CARVALHO e BARICHELLO, 2009). Por ter como característica textos mais curtos, é possível acompanhar profissionais e amigos, com maior objetividade. Há aplicativos e extensões de programas que permite organizar as mensagens postadas, facilitando o seu uso e acesso. Já o Linkedin, nasceu com o objetivo de aprimorar as maneiras de realizar contato profissional. A rede possui áreas de encontro para discussão dentro dos grupos, permite facilidades para obter noticias sobre áreas determinadas, vagas disponíveis. A rede tem incorporado boas opções de aplicativos, o que ajuda nas interações sociais. Segundo a definição do próprio site, “LinkedIn is an interconnected network of experienced professionals from around the world, representing 150 industries and 200 countries. You can find, be introduced to, and collaborate with qualified professionals that you need to work with to accomplish your goals.” (LINKEDIN, 2010). Sendo possível efetuar o uso do site objetivando: administrar publicações sobre seu perfil; relacionar com possíveis clientes e colaboradores; criar, colaborar, com projetos e soluções; encontrar oportunidades de negócios; informar-se sobre discussões profissionais; buscar profissionais. No Brasil, 55% das empresas possuem política de controle de uso de mídias sociais, segundo pesquisa realizada pela Manpower. Enquanto a média global é de 20%. A África do Sul possui índice de 40% e China com 33%. Já os países que possuem menor índice de política de controle são a Polônia com índice de 1% e a França com índice de 2%. Os setores que apresentam o maior controle

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são: financeiro com 81%, transportes com 65% e administração pública e educação com 58%. Um dos principais motivos para que as empresas controlem o acesso as mídias sociais é a produtividade. A proteção de informações confidenciais e proteção da reputação da empresa são também razões para a existência das políticas. Essa postura de controle é justificada por Pedro Guimarães, diretor comercial da Manpower no Brasil, afirmando que “as políticas para mídias sociais ainda estão focadas no gerenciamento de riscos, e não na maneira como as ferramentas podem ser aproveitadas em benefício dos empregados e do negócio” (SANTOS, 2010). Dias (2009), afirma em seus estudos, que a participação nas redes sociais e disponibilização de conteúdo podem provocar o vazamento de conhecimentos das organizações. Mesmo possuindo a vantagem de obter conhecimento com as redes, existem riscos associados, devendo ser analisados, pois o vazamento de conhecimento estratégico pode trazer impactos negativos e até mesmo positivos para as organizações. Estudos realizados pelas agências IBOPE Inteligências e Troiano Consultoria de Marca, sobre o índice de confiança em marcas de material esportivo para o público de brasileiros jovens entre 15 e 19 anos, relatou dentre os itens pesquisados, as fontes de pesquisas usadas pelos jovens para aquisição de produtos esportivos. A pesquisa revelou que 66% dos jovens para auxiliar a decisão de compra, pesquisam em sites de fabricantes dos produtos. Já 61% dos jovens dão importância à opinião de outros consumidores; 58% citaram opiniões de consumidores em sites de lojas. As pesquisas em sites comparadores de preço representaram 50% das opiniões. As redes sociais e propagandas online representam a opinião de 45% dos jovens. Mídias como matérias jornalísticas e propaganda de TV representaram a opinião dos jovens com 41% e 39% respectivamente. Uma observação deve ser posta sobre a influência das ferramentas dos meios digitais usadas pelos jovens para auxiliar em suas tomadas de decisões. As facilidades de acesso a internet, juntamente com mecanismos de interação com os clientes e ferramentas de marketing online, pode garantir uma efetiva aproximação das empresas a seus potenciais clientes. As fontes citadas pelos jovens revelam a

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predominância da busca pelo ambiente digital para buscar de informações visando à tomada de decisão. A tradição pode ser superada por redes sociais e suas tecnologias? Algumas faculdades dos EUA decidiram adotar redes sociais, como o Facebook, para substituir os seus anuários. Estes eram usados para a realização de consultas e recordar épocas históricas vividas pelos alunos. A adoção do Facebook como plataforma de armazenamento de informações duradouras, leva-nos a

questionamentos importantes sobre a tecnologia digital. Será que o armazenamento digital é tão confiável quanto um livro que pode durar por centenas de anos? As mídias de armazenamento digital estão sujeitos a falhas e erros que podem tornar os dados irrecuperáveis, mesmo tendo em mente que os dados digitais possibilitam deixar o conteúdo intacto. Há também, o inconveniente de tempos em tempos realizar a transferências do conteúdo digital de uma mídia de armazenamento a outra (CDs, DVDs, por exemplo.). O armazenamento de informações na nuvem também oferece riscos de perdas de informação, já ocorridos na historia, como cita Dvorak (2010):
“Isso inclui armazenar conteúdo na nuvem. Milhares de sites do Geocities desapareceram quando o serviço foi fechado. Velhos sites pessoais na AOL também se perderam. Não há razão para se pensar que o Facebook e outras iniciativas terão destino diferente.”. (DVORAK, 2010)

Segundo Dvorak (2010), o uso da tecnologia como ferramenta nos permite obter um auxilio na execução de uma determinada tarefa, já como solução, a tecnologia torna-se objeto substancial passível a erros e falhas e são temporárias, podendo ser substituído por inovações, sendo o Facebook uma solução.

4.5 Marketing nas redes sociais
Fazendo uso do meio que as redes sociais mais adaptaram sendo este a internet, podemos verificar que facilmente estes sites tornaram-se importantes veículos de comunicação publicitária. As diversas formas de trabalhar com a informação proporcionam pela transferência rápida e baixo custo do meio, a possibilidade de fazer deste um segmento importante de interação com o público alvo.

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A internet possibilita uma precisão e facilidade para definir a segmentação da veiculação. A segmentação é feita por praça, faixa etária, horário, entre outros. Aliado ao custo baixo na produção em relação a outras mídias pode-se focar com maior eficiência e precisão o segmento ao qual será destinada a comunicação As redes sociais permitem analisar os usuários de forma que possa conhecer informações importantes sobre o seu perfil e desta forma traçar estratégias que vão ao encontro das necessidades e desejos dos futuros consumidores, tornando a estratégia publicitária mais eficaz. As ações de marketing direcionadas às redes sociais recebem o nome de SSM (Social Media Marketing). Essas ações permitem um relacionamento direto com o cliente. Aliando o potencial destas ações a uma análise mensurável detalhada da audiência e impactos da publicidade, com a possibilidade de saber qual o retorno conseguido e a taxa de conversão obtida, as redes sociais tornam-se uma poderosa ferramenta de comunicação publicitária. Com tamanho potencial publicitário, as redes sociais tornam-se grandes oportunidades de melhoramento da relação empresa – consumidor, sendo possível melhorar a sua visibilidade no mercado, distribuição maior do conteúdo e aumento da audiência. Mas a comunicação deve ser de forma transparente e baseada em um diálogo, possibilitando ao público interagir diretamente no processo de criação e desenvolvimentos de produtos. Um estudo divulgado pela IBOPE//NetRatings em 2008, apresentou dados interessantes sobre o impacto das redes sociais brasileiras nas marcas e organizações. O volume de pessoas que utilizam redes sociais no Brasil ultrapassa 20 milhões por mês, representando cerca de 90% dos internautas. O estudo revelou que o impacto de uma campanha realizada pelas comunidades virtuais, podem atingir 1 bilhão de pessoas enquanto que uma campanha realizada pelos sites oficiais de empresas (no caso deste estudo, empresas automobilísticas) conseguiria atingir cerca de 2 milhões de pessoas. Ou seja, os impactos gerados pelas campanhas das comunidades virtuais são 500 vezes maiores (IBOPE, 2008). Nestas comunidades virtuais, os usuários possuem características distintas, devendo as campanhas por redes sociais ser segmentados para que sejam mais efetivas. O conhecimento desta poderosa ferramenta de marketing, que é a rede social, pelas empresas pode trazer benefícios vantajosos. Alexandre Magalhães,

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gerente de análise do IBOPE//NetRatings cita o porquê as empresas devem conhecer e utilizar das potencialidades das redes sociais no marketing.
“Este crescimento acentuado das redes sociais no Brasil e a influência que elas exercem sobre os usuários que são também consumidores, ainda não são amplamente conhecidos pelas corporações. Pelo que temos observado ao longo dos últimos meses, conhecer bem essas redes sociais e aprender como fazer parte delas não apenas previne eventuais crises ou problemas de imagem das empresas, como também as aproxima de seus públicos, funcionando como uma valiosa ferramenta estratégica”. (IBOPE, 2008)

4.6 Publicidade política nas redes sociais
A expressão da opinião de forma democrática proporcionada nos ambientes virtuais trazidos com a internet faz com que a plataforma web seja utilizada por políticos para demonstrar idéias e opiniões aos internautas, afirmando uma tentativa de formação política de novos eleitores e trazer força para que suas candidaturas eleitorais tornem-se impactantes. Com o advento das redes sociais, tornou-se possível, juntamente com as estratégias de ações de marketing, aumentar a eficiência na mobilização dos eleitores, geração de conteúdo e eventos nas mídias de comunicação. A eficiência da comunicação será proporcional ao grau de planejamento e organização utilizado na exposição dos candidatos. A inserção da presença digital da figura política de um candidato, em uma rede social, deve observar todas as especificidades desta rede quanto a seu potencial e aos seus riscos. Fundamentalmente, as estratégias de marketing político na internet devem se atentar a critérios como: presença, atualização, interação com o público, personalização, relação entre os canais de comunicação. A personalização da informação juntamente com o potencial em proporcionar uma comunicação direta com o público que a internet oferece, faz do Twitter e Blog as principais redes sociais usadas pelos políticos. Estas ferramentas transmitem a informação em forma de texto curto, com o Twitter, e longo, com o Blog. O que torna essas redes ideais para expressão da opinião. A Figura 1 apresenta as principais redes usadas por políticos de destaque no Brasil.

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FIGURA 1: Principais redes sociais utilizadas por políticos de destaque no Brasil FONTE: CRUZ, 2009.

As redes sociais de maior sucesso entre os políticos, como demonstra a figura, são Blog e Twitter. O Youtube aparece em terceiro lugar. A presença dos políticos na maior rede social utilizada pelos brasileiros, ainda não é tão expressiva quanto em outras redes. O Twitter é a rede mais freqüentada pelos políticos. Isso devido à facilidade de atualização das informações e pelo alcance atingido com a sua publicação. Segundo dados estatísticos do site Politweets, o Twitter possui 391 políticos presentes na rede, com mais de 219.000 mensagens publicadas e tendo um total de 610.239 seguidores (POLITWEETS, 2010). A Figura 2 mostra os cinco políticos com maior número de seguidores no Twitter. Sendo José Serra o político com maior número de seguidores: 158544. Já a Figura 3 traz o número de perfis de políticos presentes no Twitter segmentado por partidos políticos. O Partido dos Trabalhadores é o que possui maior número de perfis, seguido pelo PSDB e PMDB.

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FIGURA 2: Os cinco políticos com maior número de seguidores no Twitter. FONTE: POLITWEET, 2010.

FIGURA 3: Número de perfis de políticos no Twitter, segmentados por partidos políticos. FONTE: POLITWEETS, 2010.

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As informações contidas na Figura 4 mostram a relação quantidade de perfil versus cargos políticos. Os deputados federais são os mais presentes no Twitter, seguidos pelos vereadores e pelos senadores e deputados estaduais.

FIGURA 4: Relação entre a quantidade de perfis no Twitter e o cargo político. FONTE: POLITWEETS, 2010.

Segundo Cruz (2009), há três formas dos políticos atuarem nas redes sociais, sendo que elas estão baseadas nos objetivos a serem atingidos e a proporção dos resultados. A Figura 5 demonstra as três formas de atuação proposta, sendo a ideal, a que o político participe diretamente do diálogo juntamente com uma equipe para obter maior confiabilidade dos seguidores, pessoalidade nas informações e também alcançar maiores proporções na divulgação e resultados esperados.

FIGURA 5: Formas de atuação na rede pelos políticos. FONTE: CRUZ, 2009.

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Um exemplo de estratégia política na web que obteve sucesso foi a campanha à presidência dos Estados Unidos da América pelo presidente Barack Obama no ano de 2008. O início da presença digital do presidente dos EUA nas redes sociais se deu com um ano e meio de antecedência. A sua presença foi estrategicamente planejada com o auxilio de uma equipe de planejamento digital, que conhecia as mídias sociais e ajudou-o a decidir a relevância das redes nas quais sua presença se firmaria. Então foram desenvolvidos mecanismos para participação e geração de conteúdo dos usuários na sua campanha, permitindo assim uma relação direta na comunicação entre público e político. Os resultados obtidos com está estratégia foi a geração de 5 milhões de contatos e a representação de 87% das doações realizadas na sua campanha (CRUZ, 2009). A importância do traçado correto da estratégia de marketing online é imprescindível para que não possibilite erros nos resultados pretendidos, pois, tendo em vista a velocidade de propagação das informações na web, a correção pode não ser tão expressiva e efetiva. A comunicação deve ser contextualizada com o meio, não devendo ser de linguagem exclusivamente culta, e o político não pode deixar de atualizar os seus canais de comunicação. Essa ressalva na comunicação através das redes sociais por políticos fica bem demonstrada pela opinião de Eduardo Jorge, vice-secretário executivo do PSDB e líder de estudo interno da legenda sobre o uso das redes sociais, para o site Veja.com, “A minha avaliação pessoal é que tudo isso será menos importante do que se acredita porque a cultura brasileira de participação é diferente da americana e da européia” (FRANÇA, 2009). Contrapondo a opinião de Eduardo Jorge, o deputado federal Eliseu Padilha, presidente da Fundação Ulysses Guimarães que orienta a discussão sobre redes sociais pelo PMDB, diz que “Estamos vivendo uma carência de posições e de ideologias e essas ferramentas possibilitam estimular o debate com a sociedade” (FRANÇA, 2009).

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4.7 O uso de aplicativos sociais
Aplicativos sociais são programas disponíveis para usuários de redes sociais, oferecendo atração, interatividade e incentivo ao compartilhamento, que são integrados aos sites dessas redes. Essa integração permite que os aplicativos acessem áreas personalizadas do usuário, como perfil, contatos, fotos, vídeos, entre outros. A interação com os amigos pode ser realizada através de notificações, atualização de status, mensagens privadas, solicitações e diversas outras ferramentas. O uso dos aplicativos é baseado em entretenimento com ações repetitivas e com aspecto informativo. Ao ser exibido no perfil do usuário, fica disponível para visualização por seus contatos e estes são opcionalmente notificados quando for realizada alguma interação entre usuário e aplicativo. Assim, a produção dos aplicativos traz consigo a possibilidade de anunciar dentro das redes sociais, de forma que o usuário interaja fortemente com uma marca, com custos baixos e receita líquida total, sem repasse financeiro para intermediários. Os aplicativos de mídia social dividem-se em quatro modelos básicos, como propõe Silva (2009a):
Aplicativo social como mídia: os desenvolvedores os produzem para exibir anúncios. Exemplos: Minha Música, Vou Não Vou. Aplicativo social de marca: produzido por encomenda para uma empresa, produto ou marca. Exemplos: Ramarim 2.0, BoltPoke! Aplicativo social serviço web: produzir para levar algum serviço web para dentro do site de rede social. Exemplo: Terra Sonora, Amazônia. Vc. Aplicativo social com produto próprio: aplicativos que vendem novas funcionalidades ou presentes virtuais. Ex: BuddyPoke. (SILVA, 2009a)

Para que um aplicativo social tenha sucesso é necessário que, este ofereça aos usuários novos modelos de interação, permita que sejam customizados seus perfis e relações, esteja sempre disponibilizando novidades e interaja com o universo real. Comprovando o sucesso dos aplicativos nas redes sociais, o fenômeno Farmville, integrado ao Facebook, possui em seu ambiente virtual mais de 69 milhões de usuários únicos, ultrapassando o Twitter, que possui 18,9 milhões de usuários ativos e é a rede social mais popular na internet atualmente. Proporcionando experiências distintas das trocas de mensagens e visualização de fotos, o aplicativo proporciona um entretenimento envolvente, misturando estratégia

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e simulação, aguçando o desenvolvimento nos usuários de características administrativas para obter maior produtividade com suas técnicas e estratégias. Esse ambiente de distração e desenvolvimento mental cativa os usuários, como diz Wesley Gomes Carneiro, estudante de administração de Belo Horizonte, a respeito do aplicativo Farmville do Facebook: “Os criadores arrumaram um jeito de prender a atenção do jogador, que precisa bolar estratégias para conseguir ter uma fazenda mais produtiva, enquanto novos elementos surgem constantemente” (BOTTREL, 2009). Desta forma, é possível verificar a eficiência dos fatores que propiciam obtenção de sucesso dos aplicativos nas redes sociais: interação, atualização, conexão com a realidade (em forma de estratégias administrativas e simulação de uma atividade real, neste caso gerência de uma fazenda). Para as empresas de games sociais, é um desafio manter-se no mercado, pois o surgimento de algo inovador, pode colocar todo o investimento a perder. Os projetos das empresas devem possuir um caráter dinâmico, para caso necessário, sofrer alterações bruscas. Uma prova de que o momento dos games sociais é favorável, são as negociações financeiras entre as empresas. A empresa Eletronic Arts (EA) comprou umas das empresas que está na briga pela liderança no mercado de jogos sociais, por aproximadamente U$ 275 milhões. Firmando todo o potencial que as redes sociais oferecem, e acreditando no marketing indireto que pode realizar, influenciando na compra de seus outros produtos e na retenção de clientes. O posicionamento de Barry Cottle, vice-presidente sênior e gerente-geral da EA Interactive, elucida o momento do mercado dos jogos sociais: “Jogos sociais, com ênfase em amigos e comunidade, estão apresentando um enorme crescimento e agora é a hora certa para investir no fortalecimento de nossa participação nesse espaço”. As redes sociais possuem estratégias de conduta que oferecem a possibilidade de criar algo inovador que viabilize suas expansões. Estratégias estas, como as parcerias das redes sociais com empresas, por exemplo, de jogos sociais e de produtos tecnológicos, que ajuda na criação de novos produtos e novas formas de interagir com os seus usuários.

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4.8 Redes sociais e empregabilidade
Empresas de recrutamento estão usando cada vez mais a Internet como local de realização das pré-seleções dos candidatos a ofertas de empregos. A facilidade de acesso, a velocidade de divulgação e retorno que a Internet proporciona no processo seletivo, alavanca o seu uso para tal fim. Com a finalidade de divulgação de oportunidades de emprego e recrutamento, existem sites especializados neste serviço, sendo estes os mais recomendados por especialistas. Mas, as redes sociais e os sites de relacionamento também são usados nos processos seletivos. Sendo o seu uso polêmico entre especialistas em recrutamento. As conexões proporcionadas pelas redes sociais podem ajudar em casos de oportunidades relacionadas a áreas especificas. Destinadas a divulgar e recrutar profissionais existe comunidades e grupos dentro das redes sociais como Orkut, Facebook e redes sociais específicas para assuntos profissionais, como é o caso do Linkedln. Porém, a busca por emprego em sites de relacionamento não é bem vista por especialistas, como opina a diretora do Instituto Capacitare, Leyla Nascimento, “Se a empresa recorre a esses sites deve ter algo errado com ela. Não pode ser algo formal” (ALECRIM, 2009). A candidatura a uma oportunidade deve ser cuidadosamente avaliada para que não haja problemas futuros. A facilidade do acesso a informações pessoais traz riscos de as mesmas serem utilizadas de forma indevida, podendo ser usadas para ofertas de produtos e outros fins. Assim sendo, deve-se atentar à credibilidade que o site possui na internet, e observar a origem das ofertas de emprego, podendo o usuário pesquisar sobre a empresa antes mesmo de candidatar-se a vaga ou mesmo antes da entrevista. Apesar de o objetivo das redes sociais não ser a busca por um emprego, as empresas já estão monitorando a formação de comunidades e grupos específicos para o recrutamento profissional. E quanto mais cedo as pessoas começarem a utilizar os relacionamentos das redes sociais para busca de vaga ou indicação, maiores serão as chances de sucesso. Outro ponto importante para obtenção de sucesso é a personalização das informações pessoais de acordo com a vaga a ser concorrida, devendo haver um destaque para as experiências profissionais e os cursos afins com as áreas exigidas pela vaga. Erros de português ao redigir

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respostas, velocidade de comunicação com a empresa, acesso constante aos sites de cadastros de oportunidades, e a manutenção do currículo atualizado são fatores que podem ajudar em uma rápida inserção no mercado de trabalho.

4.9 Segurança nas redes sociais
Um ponto importante que passa despercebido pelos usuários das redes sociais é a segurança. Os usuários começam a criação dos perfis nas redes sem lerem os termos e políticas de serviços. Neste documento podemos obter informações importantes quanto ao uso dos dados pessoais inseridos no perfil. Há dois tipos principais de políticas nos ambientes das redes sociais, sendo a política do “opt-out” a mais adotada. Esta política espera que o usuário decida os limites dos usos dos dados depois de efetuado o cadastro no site. Esse tipo de política leva em consideração que os dados podem ser divulgados até que sejam modificadas as autorizações pelo usuário. A outra política é a “opt-in”, onde as configurações padrão e a política de funcionamento são menos agressivas em relação à proteção da privacidade, ficando o usuário encarregado de aceitar e preferir que seus dados sejam divulgados, compartilhados e utilizados para diversos fins. Com a adoção da política opt-out, as informações por padrão ficam disponíveis para o site gerir e utilizá-las da maneira que desejarem. Com tantos dados disponíveis, as redes sociais viram alvo de ataques de criminosos virtuais. Devendo os usuários ter precauções ao interagir nas redes. Os criminosos aproveitam da confiabilidade nas conexões dos usuários para obterem brechas e disseminar vírus e malwares. Já que a receptividade obtida de uma mensagem remetida por um amigo é maior que a mensagem de um remetente desconhecido ou uma mensagem de spam. Desta forma, os criminosos criam mecanismos para gerar um censo de confiança falso e obter acesso a informações e benefícios. Para obter acesso a algumas redes sociais é usado o e-mail como forma de login permitindo que haja uma fragilidade na segurança dos dados dos usuários. Como recomendação, as principais empresas de segurança afirmam que o ideal é

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possuir senhas de acesso diferentes para outros sites e ter e-mail diferente para negócios, contas de redes sociais, e uso pessoal. Os principais ataques nas redes sociais são: Ataque Distribuído de Negação de Serviços: que consiste em disparar inúmeros pedidos de acesso a um determinado serviço na rede. No caso das redes sociais o ataque ocorre contra um perfil especifico. Exemplo recente do que ocorreu com um usuário de rede social da Geórgia em agosto de 2009, que foi o alvo especifico dos criminosos, mas o ataque acabou afetando toda a rede social. Phishing e Scams: cria-se falso senso de confiança com o alvo do ataque e capturam informações valiosas como acessos a bancos. Os códigos adicionados no computador do usuário permitem que os criminosos imitem os sites de interesse e obtenha as informações de acesso. A principal recomendação para aumentar a segurança na utilização das redes sociais é: manter os softwares de segurança do computador sempre atualizados (antivírus, firewall, entre outros), realizando limpeza e verificações periódicas do sistema. Recomenda-se também, como medida preventiva, que seja criterioso ao aceitar solicitações de amizade de desconhecidos e convites, não clicar em links de fontes não confiáveis, crie senhas fortes, com pelo menos 8 caracteres, para dificultar a obtenção de acesso as informações confidenciais, troque a senha com freqüência, principalmente se o acesso for realizado em locais públicos ou em diferentes computadores, saia do serviço adequadamente, para que não permita que a sessão utilizada no acesso ao servidor da rede social fique disponível e a próxima pessoa acessar o computador não obtenha informações sobre sua sessão. A empresa de segurança digital, McAfee, recentemente divulgou um relatório que previa as principais ameaças em 2010. As redes sociais e os aplicativos de terceiros podem tornar-se o principal alvo dos criminosos digitais. Cavalos de Tróia e botnets estão entre os ataques que podem ser os mais desenvolvidos devido a complexidade em seus desenvolvimentos e ataques, e oportunidades das tecnologias emergentes como o HTML 5. Em contra partida, os crimes digitais podem ser reduzidos, pois o amadurecimento nas legislações sobre os crimes digitais e segurança da informação

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contribuem para que sejam criadas novas metodologias para combate ao crime digital. Como afirma Jeff Green, vice-presidente sênior do McAfee Labs, “Na última década, observamos uma grande melhoria na capacidade de monitorar a rede, de detectar e deter os ataques de cibercrime” (IPNEWS, 2010). Green também prevê que 2010 será um ano satisfatório para a segurança da informação:
“Atualmente, enfrentamos ameaças emergentes originadas de um crescimento explosivo das redes sociais e da utilização mal-intencionada de aplicações populares e de técnicas mais avançadas por parte dos cibercriminosos. Contudo, estamos confiantes de que 2010 será um ano de sucesso para a comunidade de segurança cibernética”. (IPNEWS, 2010)

4.10 Educação pelas redes sociais
Alguns séculos foram caracterizados por inovações tecnológicas. O século XIX foi caracterizado por invenções mecânicas, já o século XX pela informação, onde a capacidade de processamento e a geração de conhecimento tornaram-se importantes para definição das relações interpessoais. A diversidade de uso da internet pela sociedade populariza a utilização deste meio como ferramenta de comunicação proporcionando a aproximação de pessoas independente de barreiras geográficas, criando no mundo uma imensa rede de comunicação. Desta forma é possível construir e partilhar a informação de forma democrática, usando o conhecimento e a participação da sociedade para gerar conhecimento, o que é chamado de inteligência social. A intensidade de informações disponíveis para que a sociedade conviva e lide, é hoje um desafio para as pessoas, o que acaba influenciando no cotidiano das pessoas. E neste mundo virtual, as redes sociais tornam-se meios importantes no processo de divulgação das informações. Nestes ambientes os usuários podem trocar informações e aprender com a partilha do conhecimento. O fluxo de informação e conhecimento gerado entre os usuários das redes sociais permite que seja facilitado o processo de compartilhamento do conhecimento, dados e experiência, contribuindo com o processo de ensinoaprendizagem. Desta forma, é possível observar a contribuição na formação de opinião das pessoas e da construção coletiva de conhecimento, propiciado pela utilização das redes sociais.

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4.11 Exemplo de utilização de redes sociais
A exemplo da Plazes, Pelago, Brightkite, Fire Eagle e o brasileiro OndeEstou, a associação das redes sociais com os serviços de localização geográfica, abre novas possibilidades de utilização das redes e oportunidades no setor. Além de contato com amigos e profissionais, essas redes permitem compartilhar a localização de cada pessoa. Um dos possíveis meios de utilizações para este tipo de rede é através dos celulares, que já saem de fábrica com GPS, o que permite uma maior disseminação e popularização deste serviço. Outra estratégia de popularização das redes geográficas é a criação de widgets para as redes sociais genéricas, o que agrega um crescimento de usuários e anúncios. Os anúncios direcionados para as redes sociais geográficas terão como base um estudo sobre os dados geográficos publicados pelos usuários e sobre as informações comerciais disponíveis para a região onde o usuário está. Criando assim, uma publicidade dirigida, obtendo maior desempenho na efetividade dos anúncios. “O objetivo é estudar o comportamento das pessoas e oferecer informações relevantes e contextuais.” (GONZALES, 2008), afirma Rafael Siqueira, CTO do Apontador Maplink. Outra forma interessante de utilização das redes social recentemente criada, por Lula Ribeiro e Laila Sena, é o projeto Veia Social, que tem por objetivo montar uma rede de doadores e receptores de sangue. Os membros desta rede podem se informar sobre a doação de sangue e seus benefícios, através de blog, vídeos, fotos, comunidades, depoimentos, entre outros, e também uma área especifica para a postagem de pedidos de doações. O projeto tem como plataforma de comunicação e divulgação o Twitter (VEIA SOCIAL, 2010).

5 Pesquisas
Pesquisa divulgada na revista Info Exame, apresenta as estatísticas sobre o acesso à internet no Brasil e o comportamento dos usuários. A Figura 6 descrimina os locais mais freqüentados pelos brasileiros para acessarem a internet. A pesquisa demonstra que 57,1% acessam a web de suas

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casas. LAN Houses e acesso no trabalho ficaram praticamente empatados com 35,2% e 31% respectivamente. Já a Figura 7 apresenta o tipo de infra-estrutura utilizado para prover acesso à web. Sendo a utilização de acesso por banda larga de maior presença na pesquisa, representando 80,3% dos brasileiros.

FIGURA 6: Onde os brasileiros usam a web. FONTE: LEAL, 2009.

FIGURA 7: Tipo de conexão de acesso a web no Brasil. FONTE: LEAL, 2010.

Os dados apresentados tornam-se interessantes, quando comparados com os dados de disponibilidade de banda larga à população em geral. O país

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apresenta uma densidade de 5,8% sobre a população e possui 10,1 milhões de acessos fixos a banda larga. (LEAL, 2010) Os principais motivos pelos quais as pessoas não utilizam a internet são expostos pela Figura 8, que revela com 54% o custo elevado ser a principal causa da não utilização deste meio.

FIGURA 8: Motivos pelos quais os brasileiros não usam a internet. FONTE: LEAL, 2010.

A comparação entre a renda em salários mínimos dos brasileiros e o acesso a web é registrado pela Figura 9. O acesso a web está disponível para 75,6% dos brasileiros que possuem renda superior a 5 salários mínimos, já entre os brasileiros que recebem menos de 1 salário mínimo, somente 22,2% acessam a internet.

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FIGURA 9: Relação acesso a web versus renda. FONTE: LEAL,2010.

Atualmente, o governo brasileiro e os governos estatais possuem estudos e planos para discutirem e levar o acesso a web para áreas remotas e que não despertam o interesse das operadoras de telecomunicações. O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), Rio Estado Digital, Acessa Escola, Acessa SP, são projetos e iniciativas que visam minimizar os índices de exclusão digital no país. Outros dados relevantes da pesquisa é sobre quem são os principais usuários e qual o comportamento quando acessam a internet. Os jovens de 10 a 14 anos e os adultos com idade entre 30 e 39 anos ficam praticamente empatados quanto aos que mais acessam a web, com índices de 17,6% e 16,9%, respectivamente. O acesso a internet, é usado para em sua maioria para serviços de comunicação entre pessoas, lazer, educação e aprendizado. Essas formas de utilização, representadas pela Figura 11, sofrem influência dos hábitos de quem mais a utiliza, os jovens. Que possuem uma necessidade de expressar e explorar novidades, adotando a Internet como plataforma principal para atuarem. A Figura 10 mostra a representação percentual do uso da web por faixa etária.

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FIGURA 10: Utilização da internet classificado por faixa etária. FONTE: LEAL, 2010.

FIGURA 11: Como a internet é utilizada pelos brasileiros. FONTE: LEAL, 2010.

A Figura 12 mostra os dados da exclusão digital segmentadas por estados e região. A exclusão digital é maior em estados das regiões nordeste e norte, onde a economia é pouco aquecida. Os destaques ficam para o estado de

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Alagoas, que possui 80,1% de sua população privada do acesso a web e para o Distrito Federal, que apresentou índice inferior a 55% de exclusão social.

FIGURA 12: Índice de exclusão digital por estado. FONTE: LEAL, 2010.

As pessoas estão passando a maior parte do seu tempo, quando acessam a web, visitando sites de relacionamento e conectados por comunicadores instantâneos. Tendo em vista o crescente aumento das interações interpessoais em plataforma digital, a pesquisa realizada pela Nielsen Online, divulgada pela revista Info Online (PAVARIN, 2009), revelou que no Brasil, 80% dos internautas visitaram redes de relacionamento no mínimo uma vez ao mês. Este índice representa o sucesso da popularização da rede social Orkut, na sociedade brasileira, que é responsável por obter 70% de internautas que o acessam pelo menos uma vez em um mês. O tempo de permanência em sites de redes sociais é de 23% em relação ao tempo total de acesso a web. Revelando que o brasileiro é o que mais gasta tempo visitando sites deste gênero.

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Se a expressão do Orkut é tão grande no Brasil, no cenário global ele não possui tanta expressão. Já o Facebook, tem crescido bastante neste cenário, ultrapassando o MySpace, em números de visitas mensais nos EUA. A sua utilização se dá por 3 internautas a cada 10 mensalmente (PAVARIN, 2009). A quarta atividade mais popular da internet, sites de relacionamento, é a que mais cresce na web, chegando a taxas de crescimento 2 vezes maior que busca, portais e software para PCs (Personal Computer). A penetração das redes sociais nos hábitos digitais dos alemães foi a que mais cresceu. Em 2008, o índice de penetração era de 39%, passando para 51% em 2009. A Espanha foi o segundo país que mais acessou sites de relacionamento, com 75% dos internautas. A Itália fica com a terceira posição, com 73%. A média global em 2009 é de 67% contra 61% em 2008. O responsável pelo aumento da referência global foi o crescimento da participação dos internautas da faixa etária de 34 a 49 anos no acesso a redes sociais e blogs (PAVARIN, 2009). A Figura 13 representa o crescimento no acesso a redes sociais por país, segundo a pesquisa realizada pela Nielsen Online.

FIGURA 13: Crescimento das redes sociais por país. FONTE: PAVARIN, 2009.

O Twitter, rede social mais popular do mundo, completou 4 anos de existência. Durante todos estes anos revolucionou a comunicação com suas mensagens curtas e objetivas, e conseguiu índices bastante expressivos no ambiente web, segundo a matéria do site Info Online escrita por Rothman (2010).

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A rede possui cerca de 75 milhões de usuários. 72,5 % destes usuários criaram suas contas no 1° semestre de 2009 e 21% dos usuários nunca comunicaram pelo Twitter. O número de mulheres ultrapassou o número de homens, sendo 53% mulheres e 47% homens. 65% dos usuários do Twitter possuem até 25 anos e o maior grupo, com 35%, possui idade entre 20 e 24 anos. O maior número de usuários do Twitter está concentrado nos Estados Unidos da América, com 62,14%, seguido pelo Reino Unido que participa com 7,87% e Canadá que concentra 5,69%. Quanto às mensagens, o número de postagens chega a cerca de 50 milhões de tuites por dia. Apesar de uma numerosa quantidade de usuários, 85,3% utilizam seu perfil menos de uma vez ao dia, e o índice dos que postam mais 1 mensagem por dia é de 1,13% O dia preferido para as postagens, segundo uma amostra de 20 milhões de tuites, é a quinta-feira que obteve um índice de 15,7%. Um dado interessante é que apenas 5% dos usuários são responsáveis por 75% das atividades do Twitter. A maior parte dos perfis da rede social Orkut advém de brasileiros, segundo dados do próprio site. A presença dos brasileiros na rede é de 50,74%, sendo seguido pela Índia que representa 20,32% dos usuários e Estados Unidos, com 17,74%, como representa a Figura 14. Os dados da Figura 15 expõem a faixa etária dos usuários da rede, em sua maioria são jovens que possuem idade entre 18 e 25 anos (53,49%) e o interesse principal da utilização das redes, sendo o foco a comunicação entre amigos (44,23%), confirmando o principal uso das redes sociais.

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FIGURA 14: Relação dos países com maior número de perfis no Orkut. FONTE: ORKUT, 2010.

FIGURA 15: Índices de faixa etária e interesse de utilização do Orkut. FONTE: ORKUT, 2010.

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6 Conclusão
Este estudo teve como principal objetivo demonstrar a influência que a evolução tecnológica das redes de computadores efetuou no surgimento de novas mídias de comunicação e interação social e novos paradigmas que surgiram e que estão sendo descobertos com o amadurecimento da compreensão destas tecnologias, advindo com o seu uso e pesquisas relacionadas ao assunto, que proporcionam o aumento das facilidades e a melhoria na comunicação dos seres humanos. A evolução de equipamentos e serviços das redes de computadores gerou um meio de comunicação de alta complexidade, que é a internet. As potencialidades desta nova rede fez surgir meios de comunicação como as redes sociais online, baseadas em conceitos que foram herdados das redes de computadores: compartilhamento e cooperação no uso de recursos. Seguindo este principio, as redes sociais proporcionam aos seus membros a possibilidade de compartilhar e gerar informação e interação. A alta capacidade de divulgação, disseminação e acesso ao meio, faz com que as redes sociais se tornem uma excelente plataforma de relacionamento de diversos fins. O potencial das redes sociais, ainda não descoberto, faz com que os investimentos na área ainda sejam tímidos. Fatores como as incertezas sobre as redes sociais e a insegurança quanto a sua permanência perante novos sistemas tecnológicos que vão surgindo, influencia negativamente nos incentivos. Mas a recente aceitação das redes sociais pelas pessoas, atingindo números alarmantes, e tendo em vista que ainda estão sendo descobertas, demonstra uma tendência positiva quanto ao seu futuro. O marketing nas redes sociais ainda não possui uma idéia bem formada das suas diretrizes, apesar de haver diversas métricas e formas de captação de informação dos usuários. O potencial de generalização e de segmentação dos assuntos possui bases próximas, o que impede que estratégias conhecidas de marketing sejam empregadas de forma a surtirem efeito eficaz, cabendo estudos em busca de novos modelos de ações de marketing direcionados a esse novo ambiente. Estudos estão sendo realizados sobre métodos de publicidade em marketing com a associação das redes sociais com informações de localização geográfica,

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possibilitando novos rumos na comunicação direta com o cliente e aumentando o desempenho dos anúncios. O uso das redes como plataforma de divulgação política é um ponto polêmico, pois trabalha com a imagem dos candidatos. A adoção de estratégias de marketing na presença dos candidatos nas redes sociais pode ser controversa com as intenções iniciais se não forem bem traçadas. Exemplo de estratégia política bem sucedida foi à candidatura de Barack Obama a presidência dos Estados Unidos. Mas no Brasil, ainda há receio quanto ao uso destes recursos na política, o que gera discussões polêmicas entre os políticos, devendo o assunto ser mais estudado para amadurecimento do tema. Os aplicativos sociais são a base forte de interação existente nas redes. Por meio de atividades que simulam a realidade e comunicação constante através de notificações, os aplicativos promovem um aumento na audiência das redes. A utilização e criação de aplicativos têm atingido níveis altos nas redes como é o caso do Facebook, que possui forte parceria com desenvolvedores de jogos sociais. As negociações financeiras que envolvem o uso de aplicativos sociais têm atingido níveis bastante representativos e o seu uso está além dos sites, estando disponíveis também em dispositivos móveis. Um ponto interessante abordado neste estudo refere-se à influência das redes sociais no comportamento humano. Sentimentos humanos de individualismo são transformados em atitudes colaborativas, quando analisado os resultados finais das colaborações, pois a estrutura organizacional das redes baseadas na democracia de expressão de ideias não permite transparecer objetivos individuais. As redes sociais permitem a formação de eventos sociais que atingem proporções mundiais. Essa conectividade das redes potencializa a formação da criatividade, conhecimento, colaboração e aumenta a relação interpessoal. Benefícios que são estendidos para o convívio social nas empresas. Outro ponto do comportamento é a influência na tomada de decisão, pois as redes sociais a partir da confiabilidade das amizades já estabelecida repassam maior credibilidade nas opiniões do usuário. O sucesso das redes sociais, dentre outros fatores, deve-se a disseminação da internet e ao seu uso para diversos fins (diversão, trabalho, localização geográfica, entre outros). Mostrando-se bastante eclética quanto às potencialidades que ainda estão sendo estudadas, as redes sociais já demonstram

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sinais de maturidade, o que permite deduzir que em um futuro próximo estas poderão ser um meio de comunicação importante para a humanidade. Pontos importantes para incentivo à continuidade e melhoria dos estudos das redes sociais são: Aprofundamento do uso das redes sociais como plataforma de propaganda política, tendo em vista as recentes discussões pelo governo brasileiro sobre o ingresso desta mídia no processo eleitoral. Ajuda das redes sociais no processo de informação e educação pessoal. Demonstrando a importância destes meios em ambientes sociais com déficit de formação tecnológica. Métodos de publicidades nas redes sociais, visando colaborar com a iniciativa de obter lucratividade, visibilidade em um meio digital tão promissor. Ponto importante nas redes sociais são as interações, o que proporciona uma possibilidade de aprofundamento quanto à influência deste meio nas relações humanas. A infra-estrutura computacional que é utilizada pelas redes sociais pode ser apresentada, destacando pontos como os aspectos da computação empregada na comunicação, formas de

armazenamento e gerenciamento de dados,

tecnologias e

linguagens utilizadas para construção dos sites e aplicativos das redes sociais, dentre outros assuntos.

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