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CCaarrrreeggaaddeeiirraa--RReettrrooeessccaavvaaddeeiirraaSSéérriieeLL

SeçãoSeção 11 (Rev. 4/96) R2 IntroduçãoIntrodução ee

SeçãoSeção 11

(Rev. 4/96) R2

IntroduçãoIntrodução ee EspecificaçõesEspecificações

PPublicação nº 5029

INTRODUÇÃO

ÍNDICE

Informações Gerais

1-1

Especificações da 580 L

1-3

Especificações da 580 Super L

1-21

INTRODUÇÃO

LADOS: DIREITO, ESQUERDO, DIANTEIRO E TRASEIRO DA MÁQUINA

Quando utilizados neste manual, os lados direito e esquerdo, dianteira e traseira da máquina referem-se aos seus lados direito e esquerdo vistos do banco do operador.

Retroescavadeira

e esquerdo vistos do banco do operador. Retroescavadeira 1. Lado Esquerdo 2. Dianteira 3. Lado Direito

1. Lado Esquerdo

2. Dianteira

3. Lado Direito

Máquina Básica e Carregadeira

2. Dianteira 3. Lado Direito Máquina Básica e Carregadeira 1. Lado Esquerdo 2. Dianteira 3. Lado

1. Lado Esquerdo

2. Dianteira

3. Lado Direito 4. Traseira

TRANSMISSÃO

Informações Gerais Sobre o Trem de Força

A transmissão e o eixo são fabricados pela Carraro. Trata-se de uma transmissão mecânica de

4 marchas com embreagens de aplicação elétrica e desaplicação hidráulica das marchas à frente e ré. Mobil 424 é o óleo recomendado para essa transmissão.

A família Série L é movida por um motor 4-390. O conversor de torque, conectado no volante,

transmite a potência, do motor ao eixo de entrada e à bomba da transmissão.

O óleo que a bomba envia ao filtro circula para a válvula da Tração Mecânica Dianteira (MFD) que é movida por meios elétricos/hidráulicos. O óleo então circula para a válvula de controle da transmissão. Os solenóides de sentido de deslocamento (frente/ré) enviam o óleo para o conjunto de embreagem apropriado, montado no eixo de entrada. O óleo mantém as pressões da embreagem e do conversor de torque, de onde é enviado ao radiador e, a seguir, para o sistema de lubrificação.

Com a embreagem bloqueada, a potência do conversor e do eixo de entrada é transmitida, da embreagem para a transmissão. Com a marcha engatada, a potência flui pela transmissão e pela árvore de transmissão traseira até os comandos finais. A árvore de transmissão é conectada ao eixo traseiro, onde se encontra o bloqueio do diferencial mecânico e os freios internos em banho de óleo. A potência é transmitida, através do diferencial e dos eixos, aos comandos finais planetários que, por sua vez, a transmitem, através das rodas, ao solo.

Se o trator estiver equipado com tração MFD, a potência é transmitida, das engrenagens da transmissão para as engrenagens da MFD. Na ausência de pressão hidráulica no acoplamento da MFD, a engrenagem fica bloqueada no eixo e a potência é enviada através do árvore de transmissão dianteira, para o eixo dianteiro, onde o diferencial dianteiro a transmite através dos eixos, aos comandos finais planetários que, por sua vez, a transmitem às rodas e estas, ao solo.

A tração MFD não é uma opção instalada no campo. A carcaça da transmissão é diferente da

carcaça da transmissão com tração nas duas rodas.

TRANSMISSÃO

CONVERSOR DE TORQUE

TRANSMISSÃO CONVERSOR DE TORQUE 8. Embreagem unidirecional 9. Eixo de entrada da transmissão 10. Luva de

8. Embreagem unidirecional

9. Eixo de entrada da transmissão

10. Luva de acionamento da bomba

11. Orifício de alimentação de óleo

12. Luva de apoio do estator

13. Placa de acionamento flexível

1.

Carcaça da transmissão

2. Bomba hidráulica da transmissão

3. Impulsor

4. Carcaça do conversor de torque

5. Turbina

6. Estator

7. Rolamento piloto

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 2 - 2

3. Impulsor 4. Carcaça do conversor de torque 5. Turbina 6. Estator 7. Rolamento piloto RETROESCAVADEIRA

TRANSMISSÃO

Funcionamento do Conversor de Torque

O conversor de torque conecta o motor e a transmissão, por meio de fluido hidráulico, permitindo

acionar suavemente as rodas traseiras e eliminando a necessidade da embreagem mecânica.

A capacidade que o conversor tem de aumentar o torque é classificada como a relação entre o

torque de entrada e de saída. Uma relação de estol de 2,86 para 1, por exemplo, significa que o torque de saída é 2,86 vezes maior que o torque de entrada com o conversor em rotação zero.

Deve-se tomar cuidado para não trocar conversores com relações diferentes pois isso pode prejudicar seriamente o desempenho da máquina, já que eles são feitos para aplicações especificas de máquinas.

O impulsor do conversor está conectado no motor por meio de uma placa flexível. Como a seção do impulsor faz parte da carcaça externa, sempre que o motor estiver girando, o impulsor gira com ele. O impulsor também proporciona o acionamento direto da bomba de óleo da transmissão, que alimenta a pressão hidráulica às embreagens da transmissão, conversor e sistema de lubrificação.

O impulsor faz o papel de uma bomba centrífuga no conversor, apanhando o óleo no centro e

arremessando-o contra suas paredes. Do impulsor, o óleo é enviado à turbina que está acoplada por estrias ao eixo de entrada da transmissão. O óleo que vem do impulsor em alta velocidade choca-se contra as aletas da turbina acionando o eixo de entrada da transmissão. Na turbina, o

óleo acompanha sua aletas até o centro e entra no estator, que fica entre o impulsor e a turbina.

O estator retorna esse óleo ao impulsor a uma velocidade ainda maior, produzindo um aumento

de torque.

Esse processo se repete sempre que houver necessidade de alto torque, por exemplo, na saída da máquina, ou quando a carregadeira está empurrando material.

Quando a máquina está se deslocamento livremente, a demanda de torque é menor e velocidades de rotação do impulsor e da turbina quase se igualam. Quando isso acontece, o estator tende a agir como freio, reduzindo a velocidade de deslocamento da máquina e aquecendo o óleo. Para que isso não aconteça o estator vai montado numa embreagem unidirecional, ou de roda livre, que o deixa girar. Isso permite que o estator gire com o impulsor. Logo que há um aumento de demanda de torque a rotação da turbina é reduzida em relação à do impulsor e a embreagem unidirecional evita que o estator gire ao contrário e, novamente, cumpre sua função de multiplicar o torque.

Uma parte do óleo circula através do conversor de torque e a outra retorna ao trocador de calor, para proporcionar o controle de temperatura.

TRANSMISSÃO

TRANSMISSÃO

Conversor de torque
Conversor de torque

Bomba hidráulica da transmissão

13. Sincronizador ¾

14. Engrenagem motriz da M.F.D.

15. Acoplamento M.F.D.

16. Potência para o eixo M.F.D.

17. Engrenagem motriz intermediária de ré

18. Engrenagem movida intermediária de ré

19. Engrenagem movida de 4ª

20. Engrenagem motriz de 1ª

21. Engrenagem motriz de 2ª

22. Engrenagem movida M.F.D.

23. Sincronizador ½

1.

2.

3. Engrenagem de ré

4. Embreagem de ré

5. Embreagem de marcha à frente

6. Engrenagem de marcha à frente

7. Engrenagem motriz 4ª marcha

8. Engrenagem movida da 2ª marcha

9. Engrenagem movida da 1ª marcha

10. Engrenagem motriz da 3ª marcha

11. Engrenagem movida da 3ª marcha

12. Potência p/ a árvore de transm. traseira

TRANSMISSÃO

Fluxo de Potência

Neutro

Com as alavancas de reversão e de mudança de marchas em neutro, a potência é enviada ao eixo de entrada mas, como as embreagens estão desaplicadas, as engrenagens de marchas à frente e ré não se movem. Como fazem parte do eixo de entrada, os cubos da embreagem giram solidários com ele.

Primeira à Frente

A embreagem de marchas à frente fica bloqueada no eixo de entrada e o sincronizador da

primeira/segunda desliza para a direita, bloqueando a engrenagem de 1ª para o eixo secundário.

A potência entra na transmissão através do eixo de entrada das engrenagens de marchas à

frente e chega na engrenagem motriz da 4ª marcha. Essa engrenagem está estriada no eixo primário e o faz girar junto com a engrenagem movida da 1ª marcha (uma parte usinada do eixo) . Com a 1ª marcha bloqueada no eixo secundário, a potência é transmitida, da transmissão para o eixo de transmissão traseiro e a máquina se desloca em 1ª à frente.

Se a máquina tiver MFD, a engrenagem motriz da MFD é estriada no eixo secundário. Quando

o eixo secundário gira, a engrenagem motriz da MFD gira as suas engrenagens movidas. Se

não houver pressão hidráulica no acoplamento da MFD, as molas travarão a engrenagem no eixo e a potência será enviada ao eixo de transmissão dianteiro.

Se a máquina não tiver MFD haverá um espaçador no lugar da sua engrenagem motriz e o acoplamento e o eixo da MFD não estarão na transmissão.

Primeira a Ré

A embreagem de ré está bloqueada no eixo de entrada e o sincronizador de primeira/segunda

é deslizado para a direita, bloqueando a primeira marcha no eixo secundário. A potência entra

na transmissão através do eixo de entrada e vai, da engrenagem de ré, para a engrenagem motriz intermediária de ré. O engrenagem motriz intermediária de ré e a engrenagem movida intermediária de ré são estriadas no eixo de ré. A potência é transmitida através do eixo de ré e da engrenagem movida intermediária de ré. A engrenagem movida intermediária de ré se engrena com a engrenagem motriz de 4ª no eixo primário. Como a engrenagem motgriz de 4ª é estriada no eixo primário este gira solidário com ela, fazendo a engrenagem motriz de 1ª (que é uma parte usinada do eixo) girar a engrenagem movida de primeira. Com a engrenagem de primeira bloqueada no eixo secundário, a potência é transmitida, da transmissão à árvore de transmissão traseira e a máquina move para trás em 1ª à ré.

Se a máquina tiver MFD, a engrenagem motriz esta fica estriada no eixo secundário que, ao girar, faz essa engrenagem motriz girar a engrenagem movida da MFD. Se não houver pressão hidráulica no acoplamento da MFD, as molas travarão a engrenagem ao eixo e potência será enviada à árvore de transmissão dianteira.

TRANSMISSÃO

Eixo de entrada

O eixo de entrada consiste de um eixo ao qual estão fixos os cubos da embreagem de sentido de deslocamento (frente/ré) e ré. Esse eixo gira sobre rolamentos de esferas, ao passo que as engrenagens de à frente e ré giram sobre rolamentos de agulhas. A engrenagem de marchas à

frente tem 29 dentes e a de ré tem 35. Por isso a engrenagem de ré é maior o que, por sua vez, permite que o trator se desloque mais rápido para trás do que para frente na mesma marcha. Há 6 discos de embreagem de fibra estriados nas embreagens em cada lado. Há 8 discos de aço estriados nos cubos das embreagens de cada lado. O pistão utiliza anéis de vedação metálicos para vedar o pistão no cubo da embreagem. Canais internos no eixo permitem que o óleo trave

a embreagem desejada e as lubrifique. O eixo usa anéis de vedação metálicos para vedar a

carcaça no eixo de entrada. O óleo da embreagem entra nos canais entre os anéis de vedação

e o óleo lubrificante entra nos canais na extremidade do eixo. A extremidade do eixo com os

canais se encaixa na metade traseira da carcaça da transmissão. A superfície de desgaste da carcaça faz parte da carcaça e não é substituível. A extremidade de entrada do eixo se encaixa no metade dianteira da carcaça da transmissão.

se encaixa no metade dianteira da carcaça da transmissão. 1. Eixo de entrada 2. Engrenagem de

1. Eixo de entrada

2. Engrenagem de ré

3. Disco de atrito

4. Disco da embreagem

5. Placa de reação

6. Orifício de bloqueio de ré

7. Orifício de bloqueio de marcha à frente

8. Canal de lubrificação

9. Ranhuras do anel de vedação

10. Engrenagem de marcha à frente

11. Molas de retorno do pistão

12. Placa separadora

TRANSMISSÃO

Bomba Hidráulica da Transmissão

A bomba hidráulica da transmissão é uma bomba de engrenagens com uma válvula de alívio

para a bomba e outra para o conversor de torque. A engrenagem maior na bomba é movida pelo conversor de torque. A capacidade da bomba é de 8,5-18 gpm a 900-2200 rpm. A pressão

de alimentação da bomba é de 181-225 psi a 900-2200 rpm. Nos modelos com tração dianteira,

a pressão do conversor de torque é de 22-116 psi a 900-2200 rpm. Nos modelos com tração

total, essa pressão é de 22-100 psi a 900-2200 rpm. A bomba apanha o óleo diretamente do cárter e o envia ao filtro.

apanha o óleo diretamente do cárter e o envia ao filtro. 1. Conjunto da bomba hidráulica

1. Conjunto da bomba hidráulica

2. Válvula de alívio da bomba

3. Válvula de alívio do conversor de torque

TRANSMISSÃO

VÁLVULA DE CONTROLE DA TRANSMISSÃO

TRANSMISSÃO VÁLVULA DE CONTROLE DA TRANSMISSÃO 1. Embreagem de marcha à frente 2. Embreagem de marcha

1. Embreagem de marcha à frente

2. Embreagem de marcha à ré

3. Carretel piloto

4. Solenóide de marcha à ré

5. Solenóide de marchaa à frente

6. Carcaça do modulador

7. Pistão do modulador

8. Carretel do modulador

9. Divisor de fluxo

TRANSMISSÃO

Funcionamento da Válvula de Controle da Transmissão

A válvula de controle da transmissão tem componentes que mudam a transmissão de neutro

para frente ou ré e enviam o óleo para o conversor. Para executar essas funções são necessários os seguintes componentes hidráulicos e seus correspondentes circuitos no conjunto da válvula:

CircuitoCircuito DivisorDivisor dede FluxoFluxo

O divisor de fluxo controla o óleo que vai para as embreagens e para o conversor de torque. O

carretel do divisor de fluxo e sua mola asseguram que o óleo chegue às embreagens antes que

a maior parte dele consiga retornar ao conversor.

Circuito do Modulador

O circuito do modulador controla a velocidade de aplicação das embreagens. Ele mantém a pressão das embreagens e controla a velocidade em que elas são desaplicadas. O circuito do modulador aplica as embreagens lentamente para que a mudança de sentido de deslocamento seja suave. Ele também as desaplica com rapidez para que ambas as embreagens não possam ser aplicadas ao mesmo tempo.

Carretel-Piloto de Sentido de Deslocamento da Máquina

O carretel-piloto de marchas à frente/ré controla qual embreagem vai receber o óleo sob pressão,

para determinar o sentido de deslocamento da máquina. Trata-se de um carretel-piloto de 3 posições, de centro aberto, controlado por dois solenóides.

TRANSMISSÃO

CIRCUITOCIRCUITO HIDRÁULICOHIDRÁULICO DADA TRANSMISSÃOTRANSMISSÃO

HIDRÁULICOHIDRÁULICO DADA TRANSMISSÃOTRANSMISSÃO 1 . Motor 2. Conversor de torque 3. Bomba hidráulica da

1.

Motor

2. Conversor de torque

3. Bomba hidráulica da transmissao

4. Filtro

5. Conj. válvula de controle da transmissão

6. Trocador de calor

7. Carretel-piloto

8. Embreagem de marcha à frente

9. Embreagem de marcha a ré

10. Lubrificante para os rolamentos e conjuntos de discos de embreagem

11. Lubrificante para os sincronizadores e engrenagens

12. Pistão do modulador

13. Circuito do modulador

14. Divisor de fluxo

15. Regulador de pressão da MFD

16. Válvula de alívio da bomba

17. Filtro-tela de entrada

18. Solenóide de marchas à frente

19. Solenóide de marcha à ré

20. Válvula de controle da MFD

21. Acoplamento da MFD

22. Alívio do conversor de torque

23. Emissor de temperatura do óleo

24. Válvula de retenção Tomadas de teste M1-M7

TRANSMISSÃO

FuncionamentoFuncionamento dada VálvulaVálvula dede ControleControle

Do cárter, óleo é enviado para a bomba (3) hidráulicao da transmissão, através do filtro-tela (17) de 250 micra, saindo através da bomba e sendo filtrado (4) antes de entrar na válvula reguladora/alívio de pressão (15). A seção de regulagem de pressão da válvula (15) assegura pressão constante para desengatar a tração das rodas dianteiras, enquanto a válvula de alívio protege a bomba hidráulica.

O óleo sai da válvula reguladora de pressão (15) após a alimentação regulada de óleo para o

circuito de tração das rodas dianteiras ter sido satisfeito.

O óleo que sai do regulador entra no conjunto da válvula de controle no divisor de fluxo (14).

Nesse ponto o fluxo é dividido entre a válvula de controle e os circuitos do conversor de torque/ lubrificação. Um orifício de 3,5 mm no carretel divisor de fluxo permite que o óleo entre no circuito de centro aberto do carretel-piloto (7). Quando a demanda de pressão do óleo é satisfeita nesse circuito, o divisor de fluxo permite a entrada do óleo nos circuitos do conversor de torque/ lubrificação.

Quando o carretel-piloto (7) é deslocado para frente, o óleo que circula através do seu centro aberto e retorna ao cárter é agora dirigido ao conjunto de embreagens de marchas à frente (8). Para controlar a velocidade de aplicação da embreagem o circuito do modulador entra em ação.

O fluxo de óleo entra no pistão (13) através de um orifício de 1,0 mm. A pressão do óleo para o

conjunto de discos de embreagem de marchas à frente aumenta à medida que o pistão comprime um conjunto de molas múltiplas. A modulação prossegue até que o pistão modulador assenta

em seu alojamento. Nesse ponto, há necessidade de continuar o controle da pressão modulada.

O carretel (2) do modulador continua regulando a pressão da embreagem retornando o óleo ao

cárter da transmissão.

Quando a válvula-piloto (7) é retornada a neutro é necessário remover a modulação de pressão o mais rápido possível. A válvula de retenção no circuito de modulação descarrega o óleo de trás do pistão modulador, retornando o circuito para abrir a pressão central.

Se a transmissão for mudada para ré, o carretel piloto é acionado e a embreagem de ré é aplicada. Todos os circuitos restantes funcionam como descrito anteriormente.

TRANSMISSÃO

Figura 1 Válvula de Controle em Neutro

Pressão da bomba Pressão do conversor Orifício de 1 mm Retorno ao cárter Pistão do
Pressão da bomba
Pressão do conversor
Orifício de 1 mm
Retorno ao cárter
Pistão do modulador
Orifício de
3,5 mm
7.
Carretel-piloto
8.
Embreagem de marcha à frente
9.
Embreagens de marcha à ré
12.
Carretel do modulador
14.
Divisor de fluxo
18.
Solenóide de marcha à frente
19.
Solenóide de marcha à ré
RETROESCAVADEIRA SÉRIE L
2 - 12

TRANSMISSÃO

A Figura (1) mostra a válvula de controle com o carretel de marchas à frente/ré na posição neutra e o óleo entrando no orifício “P”, vindo da bomba hidráulica. O óleo que entra no orifício “P” passa por um orifício de 3,5 mm no carretel divisor de fluxo, entra no centro aberto do conjunto da válvula de controle e retorna ao tanque. O restante do óleo é enviado ao orifício “C" regulado pelo carretel do divisor de fluxo. O óleo que entra no orifício “C” é dirigido ao conversor de torque e circuitos de lubrificação. (NOTA: o carretel do divisor de fluxo regula o óleo ao orifício “C”)

TRANSMISSÃO

Figura 2

Válvula de Controle para o Início da Modulação à Frente Pressão da bomba Orifício de
Válvula de Controle para o
Início da Modulação à Frente
Pressão da bomba
Orifício de 1 mm
Pressão do conversor
Pressão da embreagem
Pistão do
modulador
Retorno ao cárter
Orifí-
cio de
3,5
mm
7.
Carretel-piloto
8.
Embreagem de marcha à frente
9.
Embreagem de marcha à ré
12.
Carretel do modulador
14. Divisor de fluxo
18. Solenóide de marcha à frente]
19. Solenóide de marcha à ré

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 2 - 14

Divisor de fluxo 18. Solenóide de marcha à frente] 19. Solenóide de marcha à ré RETROESCAVADEIRA

TRANSMISSÃO

Figura 2 Válvula de Controle Deslocada para Marcha à Frente/Início de Modulcação

A Figura (2) mostra a válvula de controle com o carretel de marcha à frente/ré deslocado para a frente. O óleo está entrando no orifício “P” vindo da bomba de carga. O óleo que entra no orifício “P” passa pelo orifício de 3,5 mm no carretel do divisor de fluxo e entra no centro aberto da válvula de controle. Com o carretel de marcha à frente/ré deslcoado para a frente, o fluxo do óleo através do centro aberto é interrompido. O óleo é enviado ao conjunto de discos da embreagem de marchas à frente, ao mesmo tempo em que a pressão aumenta e o circuito do modulador é acionado. (NOTA: O divisor de fluxo continua a regular o óleo para o orifício “C” o carretel de marchas à frente/ré é deslocado para a frente e o carretel de modulação começa a regular a pressão da embreagem)

TRANSMISSÃO

Figura 3

Válvula de Controle Deslocada para Frente - Continuação de Modulação Pressão da bomba Pressão do
Válvula de Controle Deslocada
para Frente - Continuação de
Modulação
Pressão da bomba
Pressão do conversor
Orifício de 1 mm
Pressão da embreagem
Retorno ao cárter
Pistão do
modulador
Orifício
de 3,5
mm
7.
Carretel-piloto
8.
Embreagem de marcha à frente
9.
Embreagem de marcha à ré
12.
Carretel do modulador
14.
Divisor de fluxo
18.
Solenóide de marcha à frente]
19.
Solenóide de marcha à ré
RETROESCAVADEIRA SÉRIE L
2 - 16

TRANSMISSÃO

Figura 3 Válvula de Controle Deslocada para Frente Continuação de Modulação

A Figura (3) mostra a válvula de controle com o carretel de marcha à frente/ré deslocado para a

frente, o óleo entrando no orifício “P” vindo da bomba hidráulica. O óleo que entra pelo orifício “P” passa pelo orifício de 3,5 mm no carretel do divisor de fluxo e entra no centro aberto da válvula de controle. Com o carretel de marcha à frente./ré deslocado para a frente, o fluxo do óleo através do centro aberto é interrompido. O óleo é dirigido para o conjunto de discos da embreagem de marcha à frente, ao mesmo tempo a pressão aumenta no circuito de modulação.

A pressão do óleo está sendo regulada pelo carretel do modulador. Ao mesmo tempo o pistão

do modulador está sendo pressurizado através do orifício de 1,0 mm. Conforme a pressão do óleo aumenta, o pistão do modulador é movido em direção ao carretel modulador. O conjunto de molas entre o carretel do modulador é comprimido, aumentando gradualmente a pressão da embreagem regulada conforme controlada pelo carretel modulador. Quando o pistão do modulador assenta em seu alojamento, as modulação termina e a pressão máxima do conjunto de embreagens é obtida (NOTA: O carretel do divisor de fluxo continua a regular o óleo para o orifício “C” e o carretel de marcha à frente/ré é deslocado para a frente, o carretel do modulador aumenta a pressão da embreagem conforme

o pistão do modulador aumenta a força da mola).

TRANSMISSÃO

Figura 4

Válvula de Controle Deslocada para Neutro./Descarga de Modulação Pressão da bomba Orifício de 1 mm
Válvula de Controle Deslocada para
Neutro./Descarga de Modulação
Pressão da bomba
Orifício de 1 mm
Pressão conversor
Retorno ao cárter
Pistão do modulador
Orifício de
3,5 mm
7.
Carretel-piloto
8.
Embreagem de marcha à frente
9.
Embreagem de marcha a ré
12.
Carretel do modulador
14.
Divisor de fluxo
18.
Solenóide de marcha à frente
19.
Solenóide de marcha à ré
RETROESCAVADEIRA SÉRIE L
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TRANSMISSÃO

Figura 4 Válvula de Controle Deslocada para Neutro/Descarga de Modulação

A

Figura (4) mostra a válvula de controle com o carretel de marcha à frente/ré na posição neutra

e

o óleo entrando no orifício “P” vindo da bomba hidráulica. O óleo que entra no orifício “P”

passa pelo orifício de 3,5 mm no carretel do divisor de fluxo e entra no centro aberto do conjunto da válvula de controle e o circuito de modulação. O restante do óleo é enviado ao orifício “C” regulado pelo carretel divisor de fluxo. Quando o carretel de marchas à frente/ré é retornado à posição neutra, a pressão da embreagem de marcha à frente e a pressão do pistão modulador são descarregadas para o centro aberto e retornam ao tanque. (NOTA: O carretel do divisor de fluxo que regula o óleo para o orifício “C”, o carretel de marcha à frente/ré é deslocado para a posição neutra, a embreagem de marcha à frente é desaplicada, a válvula de retenção de modulação é aberta, o pistão de modulação é retornado à posição neutra, pronto para a próxima mudança)

* Antes da próxima mudança, a válvula de retenção de mudanças teria reassentado. A configuração da válvula de controle retornaria à condição notada na Figura 1.

TRANSMISSÃO

Válvula Seletora da Tração Dianteira

1. Armadura 2. Mola de retorno 3. Fluxo da bomba 4. Carretel de controle 5.
1. Armadura
2. Mola de retorno
3. Fluxo da bomba
4. Carretel de controle
5. Retorno
6. Alimentação para o pistão do acoplamento
7. Orifício de retorno
8. Alimentação para a válvula seletora
9. Luva da válvula de retenção
10. Carcaça da válvula seletora
11. Esfera de retenção
RETROESCAVADEIRA SÉRIE L
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TRANSMISSÃO

Válvula Seletora da Tração Dianteiras

A válvula seletora da tração nas rodas dianteiras está montada no topo da transmissão acima

do filtro. No topo da válvula seletora há um orifício de pressào da bomba. Se esse orifício for destampado, a pressão da bomba pode ser verificada , com a válvula ligada ou desligada.

Mecanismo Auxiliar da Tração Dianteira Desengatado

Quando o mecanismo auxiliar da tração dianteira é desengatado, a corrente energiza o solenóide

e o carretel da válvula sobe em direção ao mesmo, bloqueando o orifício de retorno e permitindo

que a pressão da bomba flua através de uma válvula de retorno, entre no corpo e no carretel da válvula e vá até o fim do canal, descendo para a transmissão através de um tubo. Chegando ao fim do tubo, o óleo entra no acoplamento e faz as molas se comprimirem, separando o acoplamento e desengatando o mecanismo auxiliar de tração dianteira.

MecanismoMecanismo AuxiliarAuxiliar dada TraçàoTraçào DianteiraDianteira EngatadoEngatado

Quando o mecanismo auxiliar de tração dianteira é engatado, a corrente deixa de circular para

o solenóide. O carretel da válvula se afasta do solenóide. Isso bloqueia o orifício de alimentação da bomba e abre o canal de retorno para o acoplamento do mecanismo de tração das rodas dianteiras. O óleo que estava comprimindo as molas no acoplamento da tração das rodas dianteiras fica agora aberto para a passagem de retorno. As molas forçam a união dos acoplamentos e o mecanismo auxiliar de tração dianteiras é engatado.

TRANSMISSÃO

Tomadas de Teste de Pressão da Transmissão

TRANSMISSÃO Tomadas de Teste de Pressão da Transmissão M1. Pressão da bomba hidráulica M2. Pressão da

M1. Pressão da bomba hidráulica M2. Pressão da embreagem regulada M3. Pressão da embreagem de marcha à frente M4. Pressão de marcha à ré M5. Pressão do conversor de torque

TRANSMISSÃO

Teste da Pressão da Transmissão

As verificações da pressão da transmissão podem ser executadas nas válvulas de controle da tração das rodas dianteiras e da transmissão.

Número/Localização/Utilização da Tomada de Teste

M1

Localiza-se na válvula de controle da tração dianteira (se não estiver equipada com tração dianteira, a tomada de teste estará localizada na área de montagem da válvula) e é usada para determinar se a pressão do sistema está adequada antes da válvula de controle.

M5

Localiza-se na válvula de controle da transmissão e é usada para determinar a pressão do óleo para o conversor de torque.

M6

Localiza-se perto da transmissão, na unidade emissora de temperatura e usa-se para determinar a pressão do óleo lubrificante para as engrenagens da transmissão, eixos e embreagens.

M2

Localiza-se na válvula de controle da transmissão e é usada para medir a pressão regulada para as embreagens de marchas à frente/ré.

M3

Localiza-se na válvula de controle da transmissão e usa-se para medir a pressão da embreagem das marcha à frente.

M4

Localiza-se na válvula de controle da transmissão e usa-se para medir a pressão da embreagem de ré.

TRANSMISSÃO

Folha de Teste de Pressão da Transmissão Pos. Mudança Número 21 Número 22 Pressão Conv.
Folha de Teste de Pressão da Transmissão
Pos. Mudança
Número 21
Número 22
Pressão Conv.
de Torque (psi)
Número 24
do Inversor
Pressão da
Embreagem
N/F/R
bomba (psi)
Regulada (psi)
Rotação do motor
Neutro
Marcha-lenta
À frente
Marcha-lenta
Marcha-lenta
Neutro
rpm máx. s/carga
À frente
rpm máx. s/ carga
rpm máx. s/carga

TRANSMISSÃO

Teste de Pressão da Transmissão

A seguinte série de passos e a tabela na página anterior podem ser usados como orientação para testar a transmissão.

Passo 1 Assegura que o nível do óleo da transmissão está na marca FULL (cheio).

Passo 2 Instale o manômetro de 0 - 600 psi na tomada de teste 21.

Passo 3 Aplique o freio de estacionamento, acione o motor, aqueça a transmissão a 120°F, opere nas rotações mínima e máxima sem carga. O manômetro deve ler entre 145 e 218 psi em ambas as posições de marcha-lenta. Abaixo dessa especificação a transmissão pode não funcionar adequadamente.

Passo 4 Se a pressão do Passo 3 for aceitável, mova o manômetro para a tomada de teste 24 onde a pressão regulada da embreagem pode ser observada para os conjuntos de discos de embreagem de marchas à frente e de ré. Com a transmissão em neutro, a pressão na Tomada de Teste 24 deve ser zero. Ao mudar para a frente ou ré, a pressão deve ser de 145 a 181 psi.

NOTANOTA: Se a pressão não sair de zero ao mudar de neutro para uma marcha à frente ou ré, pode haver problema na válvula de controle. Entretanto, assegure-se de verificar se os circuitos e componentes elétricos estão funcionando corretamente antes de desmontar a válvula de controle da transmissão.

PassoPasso 55

Se as pressões registradas no Passo 4 forem aceitáveis, o circuito restante a ser testado é a pressão do conversor de torque. Deve ser usado um manômetro de 0 a 200 psi para esse teste. A pressão do óleo do conversor varia de 25 a 100 psi e está diretamente relacionada com a rotação do motor; 25 psi em marcha-lenta e 100 psi em rotação máxima sem carga.

PassoPasso 66

Se todos os testes acima forem aceitáveis, a verificação final pode ser um teste de estol do conversor de teste.

TTrreeiinnaammeennttooddeeSSeerrvviiççooddeeEEqquuiippaammeennttoossppaarraaCCoonnssttrruuççããoo

TTrreeiinnaammeennttooddeeSSeerrvviiççooddeeEEqquuiippaammeennttoossppaarraaCCoonnssttrruuççããoo

CCaarrrreeggaaddeeiirraa--RReettrrooeessccaavvaaddeeiirraaSSéérriieeLL

SeçãoSeção 22 (Rev. 4/96) R2 TransmissãoTransmissão

SeçãoSeção 22

(Rev. 4/96) R2

TransmissãoTransmissão

TRANSMISSÃO

INDICE

Informações Gerais Sobre o Trem de Força

2-1

Conversor de Torque

2-2

Transmissão

2-4

Bomba Hidráulica da Transmissão

2-7

Válvula de Controle da Transmissão

2-8

Circuito Hidráulico da Transmissão

2-10

Válvula Seletora da Tração Dianteira

2-20

Teste de Pressão da Transmissão

2-22

TRANSMISSÃO

TREM DE FORÇA

RETROESCAVADEIRA 580 L 1. 2. Transmissão 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. .11
RETROESCAVADEIRA 580 L
1.
2.
Transmissão
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
.11
12.

EIXO TRASEIRO

Descrição

O eixo de tração traseiro é um comando final de dupla redução, de suporte de carga tipo modular. Sua carcaça central contém o pinhão, a coroa e o diferencial e o bloqueio com bloqueio mecânico. Os freios estão alojados em duas carcaças nas laterais da carcaça central. Os freios de serviço são aplicados hidraulicamente e são auto-ajustáveis. O freio de estacionamento é mecanicamente aplicado usando os mesmos discos que os freios de serviço.

As reduções finais são unidades planetárias de três pinhões que trabalham sobre cubos de rodas. Os planetários são acionados a partir do diferencial através de dois semi-eixos estriados dentro das carcaças das fundidas do eixo.

As carcaças central e dos semi-eixos são lubrificadas por um cárter independente. das rodas são lubrificados por seus próprios cárteres.

Os cubos

cárter independente. das rodas são lubrificados por seus próprios cárteres. Os cubos RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 3

EIXO TRASEIRO

1. Pinhão 2. Suporte 3. Coroa 4. Carcaça do eixo, direita 5. Acoplamento de acionamento
1.
Pinhão
2. Suporte
3.
Coroa
4.
Carcaça do eixo, direita
5.
Acoplamento de acionamento
6.
Semi-eixo, direito
7.
Disco de freio
8.
Anel-trava do diferencial
9.
10.
11.
12.
13.
Satélite
Planetária
Pistão do freio
Semi-eixo, esquerdo
Coroa

EIXO TRASEIRO

Especificações 580 L e 580 Super L

Lubrificante das engrenagens

MS1317

Capacidades

Reservatório Central

15. qts.

Planetários (cada lado)

1,6 qt.

Toques Especiais dos Planetários

Parafusos das satélites Parafusos do cubo da coroa Parafuso Allen do suporte Bujão do orifício de reabastecimento

50 lb ft 161 lb. ft 221 lb.ft 59 lb ft

Torques Especiais dos Eixos

Parafuso Allen de fixação do retentor da carcaça do freio Parafuso da alavanca do freio de estacionamento Parafuso da coroa Parafusos da tampa do bloqueio do diferencial Parafusos Allen do suporte e carcaça do eixo na seção central

204 lb pol 310 lb pol. 95 lb ft 21 lb ft 90 lb ft

Medida entre os furos centrais das alavancas do freio de estacionamento

Posição aplicada

Torque de giro da porca do pinhão, sem vedador

Torque de giro inicial do rolamento do difer., s/ vedador

Folga entre dentes da coroa

11,10 a 11,50 pol.

14,2-21,1 lb.pol.

16,9-21,1 lb.pol.

0,007-0,009 pol.

EIXO TRASEIRO

NOTAS

EIXO TRASEIRO

Ilustração da Instalação dos Planetários
Ilustração da Instalação dos Planetários

1. Cubo da roda

2. Prisioneiro

3. Anel “O”

4.

5.

6. Eixo do pinhão

7.

Coroa

Suporte

Bujão

8.

9. Pino de encosto

Parafuso

10. Rolam de agulhas

11.

12. Arr. encosto interna

13. Pino

14.

Sarélites

Parafuso

15.

16. Bucha, 24 mm

17. Bucha, 20 mm

18. Cubo da coroa

19.

Parafuso

Anel-trava

20. Luva de acionam.

21. Bucha de bronze

22.

23. Eixo de acionamento

24. Retentor do cubo

25. Rolamento da roda

26.

27. Arruela encosto ext.

28.

Retentor

Anel-trava

Arruela

EIXO TRASEIRO

Cubos do Suporte dos Planetários

EIXO TRASEIRO Cubos do Suporte dos Planetários 1. Eixo de acionamento 2. Cubo da roda 3.

1. Eixo de acionamento

2. Cubo da roda

3. Carcaça do eixo

4. Retentor do cubo

5. Cubo da coroa

6. Anel-trava

7. Coroa

EIXO TRASEIRO

Cubos do Suporte dos Planetários

Os rolamentos de roletes cônicos onde se apóiam os cubos do suporte dos planetários não requerem ajuste de pré-carga nem de folga lateral. Entretanto, as dimensões a seguir devem ser verificadas se forem usadas peças novas ou usadas. Qualquer peça fora de especificação deve ser substituída.

peça fora de especificação deve ser substituída. A = 17,95 a 18,00 mm B = 64,275

A = 17,95 a 18,00 mm

B = 64,275 a 64, 325 m

C = 23,070 a 23,172 mm

EIXO TRASEIRO

Ilustração da Carcaça do Eixo

1. Bujão 2. Carcaça do eixo, esquerda 3. Anel “O” 4. Carcaça do suporte 5.
1.
Bujão
2.
Carcaça do eixo, esquerda
3.
Anel “O”
4.
Carcaça do suporte
5.
Carcaça do freio
6.
Seção central
7.
Interruptor de temperatura
8.
Tubo de lubrificação
9.
Respiro
10.
Carcaça do eixo, esquerda
11.
Tubo
12.
Parafuso
13.
Parafuso Allen

EIXO TRASEIRO

Seção Central do Eixo

EIXO TRASEIRO Seção Central do Eixo 1. Anel do diferencial 2. Calço 3. Satélite 4. Espaçador

1.

Anel do diferencial

2.

Calço

3.

Satélite

4.

Espaçador

5.

Satélite

6.

Cruzeta

7.

Planetária

8.

Carcaça do diferencial

9.

Coroa

10.

Semi-eixo

EIXO TRASEIRO

Ilustração da Coroa e do Pinhão

1. 2. Coroa Pinhão 3. Calços 4. Conjunto de rolamentos 5. Arruela lisa 6. Espaçador
1.
2.
Coroa
Pinhão
3.
Calços
4.
Conjunto de rolamentos
5.
Arruela lisa
6.
Espaçador

7. Conjunto do rolamento

8. Arruela especial

9. Porca do pinhão

10. Retentor

11. Anel “O”

12. Tampa

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

3 - 10

rolamento 8. Arruela especial 9. Porca do pinhão 10. Retentor 11. Anel “O” 12. Tampa RETROESCAVADEIRA

EIXO TRASEIRO

Ajuste da Profundidade do Pinhão

EIXO TRASEIRO Ajuste da Profundidade do Pinhão 1. CAS 1596 A-4 2. CAS 2372 3. CAS

1. CAS 1596 A-4

2. CAS 2372

3. CAS 1596B-5

4. CAS-1596 A7

5. CAS-1596 A-6

6. MediDA a folga

7. Conjunto de rolamentos

Folha de Trabalho

a .119,350 mm

Constante da ferramenta

b.

+

mm

Medida da folga

c.

mm

Distância total

d.

-

mm

Leitura no pinhão

e.

mm

Espessura necessária dos calços

Exemplo

a .

119,350 mm

Constante da ferramenta

b. + 0,600 mm

c. 119,950 mm

d. -117,000 mm

e. 2,950 mm

Use calços com espessura de 2,950 mm

Medida da folga

Distância total

Leitura no pinhão

Espessura necessária dos calços

EIXO TRASEIRO

Ilustração do Diferencial

1. 2. Arruela de encosto Satélite 3. Planetária
1.
2.
Arruela de encosto
Satélite
3.
Planetária

4. Arruela de encosto

5. Carcaça do diferencial

6. Parafuso

7. Conjunto de rolamento

8. Anel de ajuste

9.

Parafuso

10.

11.

Placa-trava

Pino

12. Mola

13. Anel-trava do diferencial

14. Anel trava

15. Eixo

16. Planetária

17.

18.

19.

Pino

Bucha

Coroa

EIXO TRASEIRO

Ajuste da Pré-Carga do Rolamento do Diferencial

TRASEIRO Ajuste da Pré-Carga do Rolamento do Diferencial 1. Anel de ajuste 2. Coroa 3. Lado

1. Anel de ajuste

2. Coroa

3. Lado dentado da coroa

4. Lado posterior da coroa

Se a folga entre dentes for insuficiente, use a chave de ajuste CAS-2376 para afrouxar 1 entalhe

o anel de ajuste esquerdo. A seguir aperte o anel de ajuste direito 1 entalhe. Continue com esse passo até obter uma folga entre 0,007 e 0,009 pol.

Se a folga entre dentes for excessiva, use a chave de ajuste CAS-2376 para afrouxar 1 entalhe

o anel de ajuste direito. A seguir aperte o anel de ajuste esquerdo 1 entalhe. Continue com esse passo até obter uma folga entre 0,007 a 0,009 pol.

EIXO TRASEIRO

Ilustração do Bloqueio do Diferencial

EIXO TRASEIRO Ilustração do Bloqueio do Diferencial 1. Carcaça Anel “O” 2. 3. Anel-trava 4. Espaçador

1.

Carcaça

Anel “O”

2.

3. Anel-trava

4. Espaçador

5. Garfo do bloqueio do diferencial

6.

Anel-trava

Colar

Mola

Eixo

Tampa

7.

8.

9.

10.

11.

12.

13. Alavanca do bloqueio do diferencial

14. Pino elástico

15. Retentor

16.

17.

18.

19.

Parafuso

Eixo

Came

Mola

Pino elástico

Tampa

Parafuso

20.

21. Suporte

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

3 - 14

16. 17. 18. 19. Parafuso Eixo Came Mola Pino elástico Tampa Parafuso 20. 21. Suporte RETROESCAVADEIRA

EIXO TRASEIRO

Freios

EIXO TRASEIRO Freios 1. Semi-eixo 2. Anel-trava 3. Flange 4. 5. Cavidade do pistão do freio

1. Semi-eixo

2. Anel-trava

3. Flange

4.

5. Cavidade do pistão do freio

6. Carcaça do freio

7. Bucha central de ajustador de folga

8. Arruela do ajustador de folga

9. Parafuso do ajustador de folga

Pino elástico

10. Bucha do ajustador de folga

11. Bucha

12.

13. Parafuso cabeça Allen

14.

15. Came do freio de estacionamento

16. Eixo do freio de estacionamento

17. Vedadores do pistão do freio

18. Disco de atrito

19. Disco de reação interno

Arruela

Mola

20. Disco de reação central

21. Disco de reação da saída

EIXO TRASEIRO

Ilustração dos Freios

1. Disco de reação externo 2. Disco de atrito 3. Disco de reação central 14.
1. Disco de reação externo
2. Disco de atrito
3. Disco de reação central
14. Pistão
4. Disco de reação interno
15. Anel ‘O”
5. Parafuso cabeça Allen
16. Pino elástico

6.

7. Flange

8. Bucha do ajustador de folga

9. Bucha central

Retentor

10. Arruela

11. Parafuso

12. Mola externa

13. Anel “O”

17. Luva

18. Semi-eixo direito

19. Parafuso cabeça Allen

20. Retentor de mola

21. Mola interna

22. Anel isolador

23. Sem-fim esquerdo (não mostrado)

24. Sem-fim direito

EIXO TRASEIRO

SISTEMA DE FREIOS

EIXO TRASEIRO SISTEMA DE FREIOS 1 . Retorno da válvula da retro 2. Trocador de calor

1. Retorno da válvula da retro

2. Trocador de calor

3. Base do filtro

4. Conexão do orifício

5. Reservatório

6. Retorno ao reservatório

7. Cilindros mestres dos freios

8. Freios dos comandos finais

EIXO TRASEIRO

CILINDRO MESTRE - FREIOS DESAPLICADOS

Vedador do assen- to central Vista da extremidade Do reservatório Reservatório Press ao
Vedador
do assen-
to central
Vista
da
extremidade
Do reservatório
Reservatório
Press
ao

1. Mola de retorno do pistão

2. Pistão do cilindro mestre

3. Anel-trava do retentor

4. Carcaça

5. Válvula de agulha

6. Tubo de balanço

7. Vedador do assento central

8. Cilindro mestre esquerdo

9. Cilindro mestre direito

10. Tubo de freio esquerdo

11. Tubo de freio direito

12. Vedador

13. Esfera

14. Haste

15. Haste do vedador do assento central

EIXO TRASEIRO

SISTEMA DE FREIOS

CILINDROS MESTRES - FREIOS NÃO APLICADOS

Freios Não Aplicados Cada cilindro mestre contém um pistão, uma mola de retorno, uma válvula de retenção, uma esfera de válvula de retenção, uma válvula isoladora do reservatório, uma haste de abertura de válvula, e uma mola Belleville.

Quando ambos os pedais são desaplicados, a mola de retorno do pistão em cada clindro-mestre empurra o pistão deste para trás. O pistão retorna até que a haste de abertura da válvula puxa a válvula isoladora do reservatório contra a sede da mola. (A mola Belleville fica comprimida entre a sede da mola e a válvula do isolador do reservatório). Quando a válvula do isolador do reservatório é puxada do seu alojamento, o orifício do reservatório é conectado ao orifício de alimentação do freio. O fluido pode agora circular entre as linhas de freio e o reservatório para encher o cilindro mestre como para desaplicar os freios.

EIXO TRASEIRO

CILINDROCILINDRO MESTREMESTRE -- FREIOFREIO DIREITODIREITO APLICADOAPLICADO

Reservatório Pressão
Reservatório
Pressão

1. Mola de retorno do pistão

2. Pistão do cilindro mestre

3. Anel-trava do retentor

4. Carcaça

5. Válvula de agulha

6. Tubo de balanço

7. Vedador do assento central

8. Cilindro mestre esquerdo

9. Cilindro mestre direito

10. Tubo de freio esquerdo

11. Tubo de freio direito

12. Vedador

13. Válvula de retenção

14. Haste

15. Haste do vedador do assento central

EIXO TRASEIRO

SISTEMASISTEMA DEDE FREIOSFREIOS CILIDROSCILIDROS MESTRESMESTRES -- UMUM PEDALPEDAL DEDE FREIOFREIO APLICADOAPLICADO

UmUm PedalPedal dede FreioFreio Aplicado,Aplicado, DireitoDireito Quando um freio é aplicado, a articulação do pedal do freio força a haste do cilindro mestre e do pistão para dentro do alojamento do cilindro mestre. Um vedador do pistão evita vazamento do fluido ao redor do pistão.

Conforme o pistão do cilindro mestre é empurrado para baixo, a mola Belleville assenta a válvula do isolador do reservatório no ponto “A”, isolando o reservatório da pressão de aplicação do freio. Um canal no pistão evita que a haste de abertura da válvula interfira com o movimento do pistão. Além disso, o pistão abre a válvula de retenção direita levantando sua esfera.

A pressão do fluido também é aplicada na válvula de retenção no cilindro mestre oposto através

de uma linha de balanço. Essa pressão força a válvula de retenção a assentar no ponto “B “, ficando o fluido pressurizado preso entre os pontos “A” e “B”. Essa pressão aumenta conforme aumenta a força aplicada no pedal do freio. Com o fluido preso nos pontos “A” e “B”, o fluido de aplicação do freio é forçado para fora da linha do freio até o cilindro (pistão) de aplicação do freio.

Ao desaplicar o pedal do freio, o pistão do cilindro mestre é forçado para fora do cilindro mestre pela mola de retorno do pistão. O fluido atrás do pistão de aplicação do freio retorna através da linha do freio, de volta ao cilindro mestre. À medida que o pistão do cilindro mestre retorna à sua

posição original, puxa a haste de abertura da válvula e abre a válvula do isolador do reservatório.

O cilindro mestre é uma vez mais aberto para o reservatório.

EIXO TRASEIRO

CILINDROS MESTRES - AMBOS OS FREIOS APLICADOS

da Reservatório Pressão
da
Reservatório
Pressão

Vista

extremidade

Vedador do

Assento

Central "A"

Do reservatório

1. Mola de retorno do pistão

2. Pistão do cilindro mestre

3. Anel-trava do retentor

4. Carcaça

5. Válvula de agulha

6. Tubo de balanço

7. Vedador do assento central

8. Cilindro mestre esquerdo

9. Cilindro mestre direito

10. Tubo de freio esquerdo

11. Tubo de freio direito

12. Vedador

13. Esfera

14. Haste

15. Haste do vedador do assento central

EIXO TRASEIRO

SISTEMAS DE FREIOS CILINDROS MESTRES - AMBOS OS FREIOS APLICADOS

Ambos os Pedais Aplicados Quando ambos os pedais são aplicados ao mesmo tempo, ambas as hastes de pressão e pistões dos cilindros mestres são forçados para dentro. As molas Belleville assentam as válvulas do isolador do reservatório, isolando-o da pressão de aplicação do freio. Além disso, ambas as válvulas de retenção são abertas pelos pistões dos cilindros mestres, levantando as esferas das válvulas de retenção.

O fluido do freio pode fluir livremente entre os dois cilindros mestres através da linha de balanço, resultando em pressão igual para cada cilindro (pistão) de aplicação do freio. Esse fluxo livre aplicará uma pressão igual a ambos os freios e a máquina parará em linha reta.

EIXO TRASEIRO

Ajuste do Pedal do Freio

Contraporca

Contraporca Parafuso-batente Folga de 2-4 mm Assoalho de aço AJuste inicial: 36-38mm Ajuste final do
Contraporca
Parafuso-batente
Folga de 2-4 mm
Assoalho de aço
AJuste inicial:
36-38mm
Ajuste final do interruptor da luz:

Produção mais recente P/N 234622A1/234623A1

1-2 mm

EIXO TRASEIRO

Ajuste da altura do pedal

Usando os parafusos-batente, ajuste os pedais de modo que a borda traseira de ambos os pedais fiquem posicionadas conforme mostrado para o pedal correto. Essa medição é em relação à chapa do assoalho sem o tapete.

Ajuste a haste de pressão do cilindro mestre até que o pino se instale livremente através do garfo e do pedal. Instale o pino-garfo e um novo contrapino.

Remova o guarda-pó da carcaça do cilindro mestre e ajuste as hastes de pressão do cilindro mestre até que ambos os pedais tenham uma folga igual. Determine a medida de folga livre correta e, a seguir, aperte as contraporcas do garfo e reinstale os guarda-pós.

Com os pedais do freio contra os parafusos-batente, ajuste a cabeça do parafuso do interruptor do freio para posicionar o atuador do interruptor das luzes, como mostrado.

Procedimento de Sangria do Freio

NOTA : Assegure-se de que o reservatório de óleo hidráulico está cheio até a linha de cheio no visor de nível.

Aplique 10 psi no reservatório hidráulico.

Abra a válvula de sangria direita e observe o fluxo do óleo até que comece a escorrer óleo sem bolhas de ar e, em seguida, feche a válvula de sangria direita.

Abra a válvula de sangria esquerda.

Pise no pedal do freio esquerdo abaixando-o 2 a 2 ½ polegadas.

Lentamente bombeie o pedal direito 4 a 5 vezes.

Solte os dois pedais.

Observe o fluxo de óleo da válvula de sangria esquerda até que fique isento de biolhas de ar.

Feche a válvula de sangria esquerda.

O pedal do freio deve ficar firme nas seguintes distâncias:

Com tapete do assoalho:

Sem tapete no do assoalho:

mínimo 2,4 pol. do assoalho mínimo 2,9 pol. do assoalho

Torne a sangrar os freios como necessário para firmar o pedal como descrito acima.

EIXO TRASEIRO

Ilustração da Instalação do Freio de Estacionamento

Ilustração da Instalação do Freio de Estacionamento 1. Parafuso 2. Arruela 3. Alavanca 4. Mola .

1. Parafuso

2. Arruela

3. Alavanca

4. Mola . Mostrada a esquerda

5. Eixo

6. Pino elástico

7. Válvula de sangria do freio

8. Mola

9. Came

10. Interruptor do freio de estacionamento

11. Esfera de aço

12. Anel “O”

13. Suporte. Mostrado o esquerdo

14. Espaçador

15. Espaçador, 1,0 mm

16. Espaçador, 0,5 mm

EIXO TRASEIRO

Ajuste do Interruptor do Freio de Estacionamento (Produção Antiga)

Para ajustar o interruptor do freio de estacionamento, conecte um ohmímetro nos cabos do interruptor. Afaste a alavanca aproximadamente 1/16 pol. (1,6 mm) do batente. Segure a alavanca nessa posição e gire o interruptor na carcaça do freio até que o ohmímetro indique que o interruptor está fechado. Aperte a contraporca no interruptor do freio. O ohmímetro deve indicar que o interruptor do freio está aberto. Ajuste a profundidade do interruptor conforme necessário para a operação correta.

NOTA: O interruptor do freio mais antigo pode ser adaptado ao mostrado para produção atual usando mais uma esfera de aço, um calço de 0,5 mm e uma porca sextavada M10 x 1 no interruptor e seguindo o procedimento de ajuste descrito acima.

e seguindo o procedimento de ajuste descrito acima. 1. Contraporca 2. Interruptor do freio 3. Calço

1. Contraporca

2. Interruptor do freio

3. Calço de 0,5 mm

4. Esferas de aço

NOTASNOTAS

TTrreeiinnaammeennttooddeeSSeerrvviiççooddeeEEqquuiippaammeennttoossppaarraaCCoonnssttrruuççããoo

TTrreeiinnaammeennttooddeeSSeerrvviiççooddeeEEqquuiippaammeennttoossppaarraaCCoonnssttrruuççããoo

CCaarrrreeggaaddeeiirraa--RReettrrooeessccaavvaaddeeiirraaSSéérriieeLL

SeçãoSeção 44 (Rev. 4/96) R2 SistemaSistema

SeçãoSeção 44

(Rev. 4/96) R2

SistemaSistema HidráulicoHidráulico

SISTEMA HIDRÁULICO

ÍNDICE

Introdução e Especificações

4-2

Reservatório e Bombas

4-7

Alívio Principal e de Circuitos

4-12

Filtro

4-18

Sistema de Prioridade

4-20

Sistema de Controle de Carga

4-28

Sistema de Giro

4-41

Sistema de Controle da Retroescavadeira

4-54

SISTEMA HIDRÁULICO

Introdução

Serviço

Especificações de Serviço

Capacidade de reabastecimento do reservatório hidráulico Com troca de filtro

54,5 l

Sem troca de filtro

52,6 l

Tipo de fluido Intervalos:

Case TCH Fluid.

Verificação do nível do fluido Troca do filtro Troca do fluido hidráulico

NívelNível dodo fluidofluido

50 h ou semanalmente 1000 horas 1000 horas

Verifique o nível do fluido do sistema hidráulico cada da 50 horas de operação ou semanalmente, o que ocorrer primeiro.

1. Estacione a máquina sobre um terreno nivelado.

2. Assegure-se de que a caçamba da carregadeira esteja sobre o solo e de que a retro esteja na posição de transporte. Assegure-se de que o fundo da caçamba da carregadeira esteja paralelO ao solo. Pare o motor.

3. Assegure-se de que o fluido hidráulico esteja frio ao verificar o nível (temperatura do fluido igual à temperatura externa)

4. O reservatório hidráulico está cheio quando o fluido hidráulico cobrir metade da janela do visor.

SISTEMA HIDRÁULICO

Introdução

Serviço

Filtro Hidráulico

Para máquina for nova, troque o filtro após as primeiras 20 horas de operação e, depois, cada 1000 horas ou se a luz-piloto correspondente se acender.

1000 horas ou se a luz-piloto correspondente se acender. Para verificar a condição do filtro hidráulico:

Para verificar a condição do filtro hidráulico:

1. Funcione o motor e aumente a temperatura do fluido hidráulico até atingir o valor de operação (a lateral do reservatório fica muito quente). Para aumentar a temperatura do fluido hidráulico, faça o seguinte:

A. Funcione o motor em aceleração máxima s

e recolha a caçamba da carregadeira, mantendo a alavanca de controle nessa posição por 15 segundos.

B. Após 15 segundos, mova a alavanca para NEUTRO.

C. Repita os passos A e B até que a lateral do reservatório fique bastante aquecida.

2. Funcione o motor em aceleração máxima. Se a luz-piloto do filtro hidráulico acender, troque o filtro.

SISTEMA HIDRÁULICO

Filtro hidráulico

Para trocar o filtro hidráulico:

IntroduçãoIntrodução

ServiçoServiço

1.

Abaixe a caçamba da carregadeira ao solo e aplique o freio de estacionamento.

2.

Pare o motor

3.

Com uma chave de filtro, remova o filtro antigo da máquina.

4.

Lubrifique a junta do novo filtro com óleo limpo.

5

Instale o novo filtro e gire no sentido horário até que a junta encoste no cabeçote do conjunto do filtro.

6.

Funcione o motor e verifique se há vazamentos no filtro hidráulico.

SISTEMA HIDRÁULICO

EspecificaçõesEspecificações

580580 SuperSuper LL ee 590590 SuperSuper LL

VazãoVazão dada BombaBomba HidráulicaHidráulica (580(580 SuperSuper L)L)

Seção traseira

Seção dianteira

28,6 gpm a 3000 psi a 2200 rpm

9,5 gal. a 3000 psi a 2200 rpm

VazãoVazão dada BombaBomba HidráulicaHidráulica (590(590 SuperSuper L)L)

Seção traseira

Seção dianteira

Rotações do Motor

Aceleração total (sem carga)

Marcha-lenta

Valores de Pressão

Válvula de alívio principal

Válvula de alívio de giro - sistema hidráulico de modelos anteriores e sistema hidráulico auxiliar da retro

31,5 gpm a 3000 psi a 2200 rpm

11,0 gpm a 3000 psi a 2200 rpm

2330-2380 rpm

850-900 rpm

3000-3100 psi

2705-1855 psi

Válvulas de Alívio de Circuito - Somente Valores para Bomba Manual

Tomada A da lança

2950-3150 psi

Tomada B da lança

4300-4500 psi

Tomadas A e B do braço da retro

1950-3150 psi

Tomadas A e B da caçamba retro

2950-3150 psi

Tomadas A e B de giro

2500-2700 psi

Tomadas A e B da caçamba da carregadeira

2950-3150 psi

SISTEMA HIDRÁULICO

Especificações 580 L

Vazão da bomba Hidráulica

Rotações do Motor

Aceleração total (sem carga)

Marcha-lenta

Valores de Pressão

Válvula de alívio principal

Alívio do sistema hidráulico auxiliar da retro

28,5 gpm a 3000 psi a 2200 rpm

2330-2380 rpm

850-900 rpm

3000-3100 psi

2705-2855 psi

Válvulas de Alívio do Circuito - Somente Valores para Bomba Manual

Tomada A da lança

2950-3150 psi

Tomada B da lança

4300-4500 psi

Tomadas A e B do braço da retro

2950-3150 psi

Tomadas A e B da caçamba retro

2950-3150 psi

Tomadas A e B do giro

2050-2250 psi

Tomadas A e B da caçamba da carregadeira

2950-3150 psi

SISTEMA HIDRÁULICO

Reservatório Hidráulico

O reservatório hidráulico está montado no lado esquerdo do chassi principal da máquina. O nível do óleo hidráulico pode ser verificado do chão, pelo visor que se encontra na lateral esquerda do tanque. O óleo hidráulico pode ser adicionado a partir do nível do chão, através da tampa de abastecimento montada na dianteira do tanque. O respiro hidráulico está montado à distância por meio de uma mangueira direcionada para a parte interna do chassi principal. O respiro controla a pressão do reservatório hidráulico para auxiliar na alimentação do óleo para a entrada da bomba.

Tampa de reabastecimento Respiro Sucção da bomba Tampa da bateria
Tampa de reabastecimento
Respiro
Sucção da bomba
Tampa da bateria

Visor sde nível

SISTEMA HIDRÁULICO

Bomba Hidráulica - Vista Explodida

SISTEMA HIDRÁULICO Bomba Hidráulica - Vista Explodida 1. Parafuso 2. Arruela lisa 3. Tampa da extremidade

1. Parafuso

2. Arruela lisa

3. Tampa da extremidade da tomada

4. Anel de seção quadrada

5. Vedador

6. Placa de encosto

7. Carcaça de engrenagens

8. Pino-guia

9. Engrenagem motriz

10. Engrenagem movida

11. Tampa da extremidade do eixo

12. Vedador

13. Rolamento

14. Anel-trava

SISTEMA HIDRÁULICO

Bomba Hidráulica 570L e 580L

A bomba hidráulica utilizada nas 570LXT e 580L são fabricadas pela Commercial Intertech. São bombas de simples estágio com um conjunto de engrenagens. Há uma entrada e uma saída. A saída alimenta a válvula de prioridade. A bomba gira no sentido anti-horário visto da extremidade do eixo.

de prioridade. A bomba gira no sentido anti-horário visto da extremidade do eixo. RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA HIDRÁULICO 1. Engrenagem acionada 2. Anel de seção quadrada 3. Carcaça de engrenagens 4. 5.

1. Engrenagem acionada

2. Anel de seção quadrada

3. Carcaça de engrenagens

4.

5. Anel de seção quadrada

6. Tampa de extremidade

7.

8.

9. Pino-guia

Vedação

Arruela lisa

Parafuso

10. Placa de encosto

11. Pino-guia

12. Engrenagem acionada

13. Anel de seção quadrada

14. Carcaça de engrenagens

15. Placa de encosto

16. Anel de seção quadrada

17.

Suporte

18. Vedador

19. Placa de encosto

20. Acoplamento

21.

22. Vedador

23. Pino-guia

24.

25.

26. Vedador de óleo

27. Placa de encosto

28. Engrenagem movida

29. Engrenagem motriz

30. Vedador

31. Tampa da extremidade de acionamento

32. Haste de ligação roscada

33. Arruela lisa

34.

Pino-guia

Anel-trava

Rolamento

Porca

SISTEMA HIDRÁULICO

Bomba Hidráulica 580 Super L e 590 Super L

A bomba hidráulica utilizada na 580 e na 590 Super L são fabricadas pela Commercial Intertech. São bombas de duplo estágio com dois conjuntos de engrenagens. Há um orifício de entrada e dois orifícios de saída. A seção mais próxima do motor é a bomba primária, maior. A seção maior alimenta a válvula de prioridade e a menor alimenta a válvula da retro. A bomba gira no sentido anti-horário visto da extremidade do eixo.

válvula da retro. A bomba gira no sentido anti-horário visto da extremidade do eixo. RETROESCAVADEIRA SÉRIE

SISTEMA HIDRÁULICO

Alívio Principal

SISTEMA HIDRÁULICO Alívio Principal 1. Orifício de entrada 2. Orifício de saída 3. Carretel de controle

1. Orifício de entrada

2. Orifício de saída

3. Carretel de controle

4. Filtro-tela

5. Orifício de controle

6. Esfera-piloto

7. Orifício de sangria

8. Parafuso de ajuste

SISTEMA HIDRÁULICO

Alívio Principal Posição Fechada

A válvula de alívio principal está localizada na seção de saída da válvula da carregadeira. Na

570LXT e na 580L, a válvula de alívio principal controla a pressão máxima da bomba em todos os circuitos, exceto o da direção. Na 580 Super L e na 590 Super L, a válvula de alívio principal controla a pressão máxima da bomba em todos os circuitos exceto a direção e o giro.

O óleo pode fluir para o alívio principal da seção de entrada da válvula da carregadeira através

da passagem paralela. Quando a pressão da bomba é menor do que o valor ajustado do alívio principal, a mola menor faz o carretel de controle deslizar em direção ao lado de pressão e bloqueia o fluxo ao tanque. A pressão da bomba segue por um orifício de controle no carretel de controle até a área da mola menor da válvula. A pressão fica presa na área da mola menor

pela esfera-piloto que encosta no assento. O óleo preso na área da mola menor da válvula tem

a mesma pressão que o fluxo da bomba. Com pressão igual em ambos os lados do carretel de

controle, as forças ficam equilibradas e a mola menor mantém fechado o carretel de controle.

SISTEMA HIDRÁULICO

Alívio Principal

SISTEMA HIDRÁULICO Alívio Principal 1. Orifício de entrada 2. Orifício de saída 3. Carretel de controle

1. Orifício de entrada

2. Orifício de saída

3. Carretel de controle

4. Filtro-tela

5. Orifício de controle

6. Esfera-piloto

7. Orifício de sangria

8. Parafuso de ajuste

SISTEMA HIDRÁULICO

Alívio Principal Posição Aberta

Todas as máquinas série “L” usam a mesma válvula de alívio operada por piloto. Quando a pressão do sistema começa a ficar maior do que o valor ajustado do alívio principal, a esfera- piloto sai do seu orifício e o óleo preso na área da mola menor começa a retornar ao tanque. O óleo sai da área da mola menor mais rápido do que consegue entrar no orifício de controle do carretel. Conforme o óleo preso circula para o tanque, a pressão cai na área da mola menor, provocando uma condição de desequilíbrio do carretel de controle. Quando a força hidráulica é maior no lado do sistema do carretel de controle do que a força no lado com mola, a mola menor cede e o carretel de controle sobe e, com isso, o fluxo da bomba é retornado ao tanque.

SISTEMA HIDRÁULICO

Alívio do Circuito

SISTEMA HIDRÁULICO Alívio do Circuito RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 16

SISTEMA HIDRÁULICO

Alivio do Circuito

A

finalidade de uma válvula de alívio de circuito é limitar a pressão máxima nesse circuito, com

o

carretel de controle em neutro. Quando a pressão do óleo no circuito é menor do que o seu

valor ajustado, a agulha é mantida na posição fechada bloqueando a entrada do óleo para o canal de retorno. A agulha é mantida em seu alojamento pela força de uma mola que pode ser aumentada ou diminuída por meio de um parafuso de ajuste. Na maioria dos circuitos, o ajuste do alívio do circuito é maior do que o alívio principal.

Quando a pressão do óleo no circuito é maior do que o valor ajustado da mola do alívio do circuito, a agulha é forçada a sair do seu alojamento, liberando o retorno do óleo ao tanque.

A pressão de alívio do circuito é ajustada com uma bomba manual. As especificações de ajuste

refletem essa fonte de óleo. Não aumente a pressão de alívio principal para ajustar um alívio de circuito.

SISTEMA HIDRÁULICO

Filtro Hidráulico

SISTEMA HIDRÁULICO Filtro Hidráulico 1. Entrada 2. Fluxo para o reservatório 3. Conjunto de derivação do

1. Entrada

2. Fluxo para o reservatório

3. Conjunto de derivação do filtro

4. Fluxo para o trocador de calor

5. Conjunto de derivação do trocador de calor

SISTEMA HIDRÁULICO

Filtro Hidráulico

O óleo que retorna de todos os circuitos hidráulicos flui para o interior do orifício de entrada da base do filtro hidráulico e passa pelo elemento filtrante de fora para dentro, saindo para o orifício de saída. Se o filtro apresentar uma restrição ou se o óleo estiver frio, contorna o elemento filtrante e desaloja a válvula de derivação do seu orifício. A válvula de derivação do filtro está ajustada para se abrir a 50 psi de diferencial. Da área central da base do filtro, o óleo pode fluir sem restrição ao trocador de calor do óleo hidráulico montado na frente do radiador. Se o trocador de calor não aceitar a vazão total do sistema, o óleo pode fluir diretamente para o reservatório, forçando a abertura da válvula de derivação do trocador de calor na base do filtro. Essa válvula protege o trocador de calor e se abre a 15 psi. O óleo que circula através do trocador de calor ou de sua válvula retorna diretamente à entrada da bomba, alimentando-a com o óleo mais frio possível.

retorna diretamente à entrada da bomba, alimentando-a com o óleo mais frio possível. RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE PRIORIDADE

SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMA DE PRIORIDADE RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 20

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Entrada

Fluxo de Prioridade em Neutro Na 570LXT e na 580L, a função da válvula de prioridade é assegurar que os sistema de direção

e auxiliar sejam satisfeitos antes do restante do sistema receber óleo. Na 580 Super L e na 590 Super L, a válvula de prioridade assegura que os sistemas de direção, auxiliar e giro sejam satisfeitos antes do restante do sistema receber o óleo.

Na partida inicial, o óleo que vem da bomba hidráulica entra no orifício de entrada da válvula da carregadeira. O óleo passa ao redor do carretel e, do orifício de prioridade vai até os sistemas de prioridade. Se esses sistemas de prioridade estiverem satisfeitos, forma-se pressão através de um orifício de equilíbrio no carretel de prioridade, para pressurizar a extremidade sem mola

do carretel,. O carretel de prioridade se desloca e envia o óleo para a válvula da carregadeira e aos circuitos da retro. Requer-se uma pressão aproximada de 200 psi para deslocar o carretel

e permitir que o óleo vá para o resto do sistema hidráulico.

que o óleo vá para o resto do sistema hidráulico. 1. Orifício de entrada 2. Saída

1. Orifício de entrada

2. Saída para o sistema de prioridade

3. Orifício de retorno de sinal

4. Carretel de prioridade

5. Ressaltos de controle

6. Orifício de balanço

7. Orifício de alimentação para a carregadeira

8. Válvula de alívio

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE PRIORIDADE
SISTEMA DE PRIORIDADE

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Entrada

Demanda de Fluxo de Prioridade

A bomba hidráulica envia o óleo para o orifício de entrada da válvula da carregadeira. O

carretel de prioridade é acionado por mola para enviar o óleo primeiro aos circuitos de prioridade.

O óleo contorna o carretel e, do orifício de prioridade vai até o sistema de prioridade. Quando o

sistema de prioridade necessita de óleo, um sinal-piloto é enviado de volta à extremidade de mola do carretel de prioridade. Quando a válvula de prioridade sente a demanda do circuito de prioridade, a pressão de óleo de sinal na extremidade com mola do carretel de prioridade, junto com a força da mola desloca o carretel para alimentar o óleo para o sistema de prioridade. Fluxo excessivo da bomba provoca formação de pressão através do orifício de balanço. Isso faz o carretel de prioridade se deslocar, permitindo que um fluxo extra seja enviado à válvula da carregadeira, através do canal secundário e, ao mesmo tempo, satisfazer a demanda de fluxo de prioridade.

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE PRIORIDADE

SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMA DE PRIORIDADE RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 24

SISTEMA HIDRÁULICO

Circuito de Prioridade Válvula de Controle da Direção

Direção - Neutro

A válvula de controle da direção é de centro fechado. Com o volante parado, o orifício de entrada e o orifício de sinal deixam escapar para o tanque um pouco de óleo através de um orifício. Esse pequeno vazamento assegura que o óleo e o ar sejam mantidos fora do sistema. Isso elimina qualquer vacilação do sistema de direção ao girar o volante. O carretel de prioridade dosa só a quantidade suficiente de óleo para a válvula de controle da direção, para compensar os vazamentos. Todos os orifícios de trabalho são bloqueados e o cilindro permanece parado.

DireçãoDireção -- FuncionamentoFuncionamento

Ao girar o volante, o carretel da válvula de controle da direção se move, o que abre o orifício no orifício de entrada da válvula. O orifício de entrada é aberto para um lado do motor e para a linha de sinal. Isso causa uma perda de carga no lado sem mola da válvula de prioridade de maneira que a válvula começa a se movimentar. Conforme o óleo é enviado à válvula de controle da direção, é direcionado para um lado do motor e para o lado com mola da válvula de prioridade. O óleo flui através do orifício e abre a retenção na válvula de retenção/orifício. A seguir ele circula através de um orifício na válvula de prioridade e aplica pressão no lado com mola da válvula, deslocando-a. A válvula de prioridade é deslocada o suficiente para dosar a quantidade correta de óleo para a válvula de controle da direção. Após o óleo passar pelo carretel da válvula de controle da direção, entra no motor, saindo pelo lado oposto, retornando ao carretel da válvula de controle da direção e saído para o cilindro. O cilindro da direção começa a se mover e força o óleo de retorno para o outro lado, para a válvula de controle da direção, passando por ella e retornando ao tanque.

Alívio da Direção - Todos os Modelos

Quando os cilindros da direção atingem o fim do seu curso, a pressão aumenta até o valor ajustado da válvula de alívio da direção. O alívio então abre a válvula de controle da direção e envia o óleo-piloto de volta à agulha da válvula de alívio da direção. Quando o alívio se abre, a pressão-piloto se nivela na linha piloto e no lado com mola do carretel de prioridade. A pressão no lado sem mola continua aumentando através do orifício de balanço. A pressão do óleo no lado sem mola do carretel de prioridade pode então superar a tensão da mola e a pressão no lado da mola do carretel de prioridade. O carretel de prioridade se desloca obstruindo o fluxo do óleo para o sistema de direção e o fluxo da bomba é enviado à válvula da carregadeira através da passagem secundária.

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE GIRO DA 580L/580SL

* Para
* Para

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira

Seção de Entrada Alívio de Fluxo de Prioridade

Alívio de Giro da 580 Super L e 590 Super L

Quando os cilindros de giro atingem o fim do seu curso, a pressão aumenta até o valor ajustado da válvula de alívio de prioridade. O alívio se abre e envia o óleo piloto de volta ao tanque sobre a agulha da válvula de prioridade. Quando o alívio se abre, a pressão-piloto se nivela no lado com mola do carretel de prioridade. A pressão do óleo no lado sem mola do carretel de prioridade pode então superar a tensão da mola e a pressão no seu lado com mola. O carretel de prioridade se desloca fechando o fluxo de óleo para o sistema de giro e o fluxo da bomba é enviado à válvula da carregadeira através de uma passagem secundária.

da carregadeira através de uma passagem secundária. 1. Entrada 2. Válvulas de alívio do circuito 3.

1. Entrada

2. Válvulas de alívio do circuito

3. Válvulas anticavitação

4. Orifícios dos cilindros

5. Orifícios de sinal

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção da Caçamba

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle da Carregadeira Seção da Caçamba RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 28

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

4 - 28

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle da Carregadeira Seção da Caçamba RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 28

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção da Caçamba

A válvula da carregadeira é de centro aberto e recebe o óleo após o circuito de prioridade ter

sido alimentado.

A primeira seção dessa válvula controla os circuitos da caçamba. A seção da caçamba tem

prioridade sobre a de levantamento da carregadeira.

Uma bobina magnética, montada na extremidade do carretel, o mantém conectado enquanto

estiver na posição de retorno à escavação. Essa característica de retorno à posição de escavação

é controlada por um micro-interruptor que fica no pino de articulação da carregadeira. A seção

da caçamba tem duas válvulas de alívio de circuitos e duas válvulas anticavitação. As válvulas de alívio do circuito limitam a pressão máxima no circuito quando o carretel está na posição neutra e as válvulas anticavitação evitam que o cilindro sofra cavitação quando um alívio de

circuito é ativado.

sofra cavitação quando um alívio de circuito é ativado. 1. Orifício da bomba, em paralelo 2.

1. Orifício da bomba, em paralelo

2. Válvulas de retenção de carga

3. Válvulas anticavitação

4. Válvulas de alívio de circuito

5. Solenóide de retenção

6. Orifícios dos cilindros

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção da Caçamba

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle da Carregadeira Seção da Caçamba RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 30

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção da Caçamba

Seção da Caçamba - Neutro

Quando a seção da caçamba está em neutro, o óleo entra nessa seção no centro do carretel no canal central aberto. O óleo flui sobre o caretel e vai, da seção da caçamba, seguindo para a próxima seção de válvula.

Se uma força externa fizesse a haste da caçamba entrar no cilindro, com o carretel em neutro,

o alívio do circuito no lado do pistão se abriria, permitindo que o fluido entrasse na passagem do tanque na válvula. Ao mesmo tempo, a válvula anticavitação no lado da haste se abriria permitindo a entrada de óleo nesse lado do cilindro, evitando sua cavitação.

Seção da Caçamba - Despejar

Quando a alavanca de controle da carregadeira é empurrada para a direita, o carretel da caçamba

é puxado para cima, afastando-se da bobina elétrica. O carretel agora bloqueou a passagem

de centro aberto e o óleo começa a formar pressão na retenção de carga. Conforme o óleo do sistema abre a retenção de carga, sai para o lado da haste do cilindro. Do lado do pistão, o óleo retorna para dentro da válvula indo diretamente para a passagem do tanque na válvula da carregadeira. O óleo que retorna vai, então, para a extremidade da válvula da carregadeira, para o filtro e para o trocador de calor e tanque. Quando os cilindros da caçamba atingem o fim do seu curso, a válvula de alívio principal se abre e o óleo do sistema é enviado através da passagem paralela, sobre a válvula de alívio principal e para o filtro e o tanque.

Seção da Caçamba - Recolher

Quando a alavanca de controle da carregadeira é puxada para a esquerda, o carretel da caçamba

é empurrado para baixo para dentro da bobina elétrica. Se o micro-interrruptor no pino de

articulação da carregadeira estiver fechado, a bobina será energizada e manterá o carretel da caçamba na posição de recolher se o operador soltar a alavanca de controle da carregadeira.

Quando a seção da caçamba estiver na posição de recolher, o carretel agora bloqueou a passagem de centro aberto e o óleo começa a formar pressão na retenção de carga. Conforme

o óleo do sistema abre a retenção de carga, sai para o lado do pistão do cilindro. O óleo que

retorna flui para dentro da válvula do lado da haste e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da carregadeira. O óleo que retorna então vai para a extremidade da válvula da carregadeira, para o filtro e para o trocador de calor e o tanque. Quando os cilindros da caçamba atingem o fim dos seus cursos, a válvula de alívio principal se abre e o óleo do sistema é enviado através de uma passagem paralela, sobre a válvula de alívio principal e de volta ao filtro e ao tanque.

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Levantamento

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Levantamento RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 32

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Levantamento

A seção de levantamento da carregadeira é a segunda seção do bloco de válvulas da carregadeira e não tem válvulas de alívio de circuito. Bujões cegos estão instalados no lugar dessas válvulas. A seção de levantamento da carregadeira também tem uma posição extra chamada “flutuação”. O carretel é mantido em posição por uma mola e uma retenção mecânica esférica. A posição de flutuação permite que a carregadeira acompanhe o contorno do terreno.

A seção de levantamento da carregadeira recebe óleo da passagem de centro aberto da válvula. Se a seção da caçamba for completamente deslocada, a seção de levantamento da carregadeira não receberá óleo e, portanto, não funcionará.

Seção de Levantamento da Carregadeira - Neutro

Quando a seção de levantamento da carregadeira está em neutro, o óleo entra na seção no centro do carretel na passagem de centro aberto. O óleo circula sobre o pistão, sai para a seção de levantamento da carregadeira e segue para a próxima seção da válvula ou para a tampa de extremidade para a seção da válvula da retro.

a tampa de extremidade para a seção da válvula da retro. 1. Retenções de carga 2.

1. Retenções de carga

2. Retentores de carga

3. Orifícios de cilindro

4. Esferas de retenção

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle de Carga Seção de Levantamento

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle de Carga Seção de Levantamento RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 34

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

4 - 34

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle de Carga Seção de Levantamento RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 34

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção de levantamento

Seção de Levantamento da Carregadeira - Levantar

Ao puxar para trás a válvula de controle da carregadeira, o carretel da válvula de levantamento sobe, afastando-se da retenção mecânica. Quando a seção de levantamento da carregadeira está na posição de levantar, o carretel bloqueou agora a passagem de centro aberto e o óleo começa a formar pressão na retenção de carga. Ã medida que o óleo do sistema abre a retenção de carga, flui para o lado do pistão do cilindro. O óleo que retorna flui para dentro da válvula a partir do lado da haste e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da carregadeira. O óleo que retorna vai então para o fim da válvula da carregadeira, sai para o filtro e para o trocador de calor e tanque. Quando os cilindros da carregadeira atingem o fim do seu curso, a válvula de alívio principal se abre e o óleo do sistema é enviado através da passagem paralela, sobre a válvula de alívio principal e retorna ao filtro e ao tanque.

Seção de Levantamento da Carregadeira - Abaixar

Quando a alavanca de controle da carregadeira é empurrada para a frente, o carretel da válvula de levantamento da carregadeira é empurrado para baixo em direção à retenção mecânica. Se ele não for empurrado para a retenção, a carregadeira fica na posição de abaixar. O carretel agora bloqueou a passagem de centro aberto e o óleo começa a formar pressão na retenção de carga. Conforme o óleo do sistema abre a retenção de carga, flui para o lado da haste do cilindro. O óleo que retorna entra na válvula, vindo do lado do pistão e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da carregadeira. O óleo de retorno então vai para a extremidade da válvula da carregadeira, para o filtro e para o trocador de calor e tanque. Quando os cilindros da carregadeira atingem o fim do seu curso, a válvula de alívio principal se abre e o óleo do sistema é envaido através da passagem paralela, sobre a válvula de alívio principal e retorna ao filtro e ao tanque.

Seção de Levantamento da Carregadeira - Flutuar

Ao puxar a alavanca de controle da carregadeira totalmente para a frente, o carretel da válvula de levantamento é empurrado para baixo para a posição de retenção. Quando isso acontece, a passagem de centro aberto se abre para enviar o óleo para o resto da válvula e para a válvula da retro. Ambos, o lado da haste e o lado do pistão dos cilindros de levantamento da carregadeira são abertos para a passagem de retorno na válvula da carregadeira. Os cilindros estão agora livres para acompanhar o contorno do terreno. Eles não estão travados na posição e podem estender e retrair conforme necessário. A alavanca de controle da carregadeira não sairá da posição de retençãom até o operador puxá-la de volta para a posição neutra.

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Mandíbula

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Mandíbula RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 36

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

4 - 36

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Mandíbula RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 36

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção de Mandíbula

A

seção de mandíbula é uma simples válvula de centro aberto sem válvulas de alívio de circuito

e

sem quaisquer retenções. Para operar a seção da mandíbula, o operador deve torcer a

alavanca de controle da carregadeira. Como a seção de levantamento da carregadeira, a seção da mandíbula conta com bujões no lugar de válvulas de alívio de circuito. A seção da mandíbula recebe seu óleo pressurizado da passagem paralela de modo que o carretel da caçamba pode ser completamente deslocado e a seção da mandíbula ainda funcionará.

Seção da Mandíbula - Neutro

Quando a seção da mandíbula está em neutro, o óleo entra na seção no centro do carretel na passagem de centro aberto. O óleo circula sobre o carretel e vai para a seção da mandíbula e até a tampa de extremidade, seguindo para a seção da válvula da retro.

extremidade, seguindo para a seção da válvula da retro. 1 . Válvulas de retenção de carga

1. Válvulas de retenção de carga

2. Válvulas anticavitação

3. Orifícios do cilindro

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvulas de Controle da Carregadeira Seção da Mandíbula

SISTEMA HIDRÁULICO Válvulas de Controle da Carregadeira Seção da Mandíbula RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 38

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

4 - 38

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvulas de Controle da Carregadeira Seção da Mandíbula

Seção da Mandíbula - Abrir

Para abrir a seção da mandíbula, o operador deve girar o manípulo de controle da carregadeira no sentido horário, puxando para cima o carretel da válvula. O carretel agora bloqueou a passagem de centro aberto e o óleo recomeça a formar pressão, através da passagem de centro aberto e a passagem paralela para a retenção de carga. À medida que o óleo do sistema abre a retenção de carga, circula para o lado da haste do cilindro. O óleo retorna para dentro da válvula a partir do lado do pistão e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da carregadeira. O óleo que retorna flui para dentro da válvula, do lado do pistão e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da carregadeira. O óleo de retorno vai então para a tampa de extremidade da válvula da carregadeira, para o filtro e para o trocador de calor e o tanque. Quando os cilindros da mandíbula atingem o fim do seu curso, a válvula de alívio principal se abre e o óleo do sistema é enviado através da passagem paralela, sobre a válvula de alívio principal e de volta ao filtro e ao tanque.

Seção da Mandíbula - Fechar Para fechar a seção da mandíbula, o operador deve girar o manípulo de controle da carregadeira

no sentido anti-horário. Isso empurra para baixo o carretel da válvula. O carretel agora bloqueou

a passagem de centro aberto e o óleo começa a formar pressão através da passagem de

centro aberto e a passagem paralela para a retenção de carga. Conforme o óleo do sistema abre a válvula de retenção, sai para o lado do pistão do cilindro. O óleo de retorno flui para dentro da válvula a partir do lado da haste vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da carregadeira. O óleo de retorno vai então para a tampa de extremidade da válvula da

carregadeira pata o trocador de calor e para o tanque. Quando os cilindros da mandíbula atingem

a extremidade do seu curso, a válvula de alívio principal se abre e o óleo do sistema é enviado

através da passagem paralela, sobre a válvula de alívio principal e retorna ao filtro e ao tanque.

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Seção da Tampa de Extremidade

A seção da tampa de extremidade aloja a válvula de alívio principal e a válvula de retenção de isolação. O orifício de saída para o tanque está conectado na passagem de retorno da válvula da carregadeira e para o lado de saída da válvula de alívio principal. A passagem paralela vai para o lado de trás da válvula de retenção de isolação e para o lado de entrada da válvula de alívio principal. A passagem de centro aberto vai para a válvula da retroescavadeira. Se uma função da retroescavadeira é puxada e forma-se pressão na passagem de centro aberto da válvula da carregadeira, a pressão desaloja a válvula de isolação da sua sede e permite que a pressão da bomba fique acessível para a válvula de alívio principal.

bomba fique acessível para a válvula de alívio principal. 1. Tampa de saída da válvula da

1. Tampa de saída da válvula da carregadeira

2. Válvula de alívio principal

3. Válvula de retenção de isolação

4. Orifício paralelo

5. Orifício de centro aberto

6. Retorno do cilindro ao tanque

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção de Entrada

580L

A seção de entrada da retroescavadeira recebe seu óleo da passagem de centro aberto da

válvula de controle da carregadeira. O óleo entra na válvula e pode fluir para dentro da passagem paralela e através de uma passagem de centro aberto para o resto das válvulas da retroescavadeira. A seção de entrada também aloja a retenção de regeneração que se abre e permite que o óleo que retorna se junte com o óleo de alimentação quando a pressão de regeneração é maior do que a pressão do sistema.

580 Super L e 590 Super L

A seção de entrada da retroescavadeira recebe seu óleo da passagem de centro aberto da

válvula de controle da carregadeira. O fluxo da bomba menor também flui da passagem paralela e junta com o fluxo da bomba maior. O óleo das duas bombas flui através da passagem de centro aberto e vai para o resto das válvulas da retro. A seção de entrada também aloja a retenção de regeneração, que permite que o óleo que retorna para se junte com o óleo de alimentação quando a pressão de regeneração é maior do que a pressão do sistema.

de regeneração é maior do que a pressão do sistema. 1. Tampa de saída da válvula

1. Tampa de saída da válvula da retro

2. Válvula de retenção de regeneração

3. Sede da válvula de retenção

4. Orifício central aberto

5. Orifício paralelo

6. Orifício de retorno do cilindro

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE GIRO DA 580 L

SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMA DE GIRO DA 580 L RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 42

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção de Giro da 580L

A válvula de giro da retroescavadeira é uma válvula de centro aberto. O óleo é alimentado à válvula de

retroescavadeira após a válvula da carregadeira estar eslimentada.

A primeira seção da válvula da retroescavadeira controla o circuito de giro. A seção de giro tem duas

válvulas de alívio de circuito e duas válvulas anticavitação. As válvulas de alivio do circuito limitam a pressão máxima no circuito quando o carretel está em neutro. As válvulas anticavitação evitam que os cilindros sofram os efeitos da cavitação quando um alívio de circuito é ativado.

da cavitação quando um alívio de circuito é ativado. 1. Carretel de controle 2. Válvulas de

1. Carretel de controle

2. Válvulas de alívio do circuito

3. Válvulas anticavitação

4. Retenções de carga

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE GIRO DA 580 L

SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMA DE GIRO DA 580 L RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 44

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção de Giro da 580 L

Seção de Giro - Neutro

Quando a seção de giro está em neutro, o óleo entra na seção no centro do carretel na passagem de centro aberto, circula sobre o carretel e sai da seção de giro seguindo para a próxima seção da válvula.

Se uma força externa fizesse a lança mover uma das hastes de giro para dentro do cilindro, estando o carretel na posição neutra, o óleo sairia da lateral do pistão desse cilindro, passaria pelo lado da haste do outro cilindro e abriria o alívio do circuito, permitindo que o fluxo fosse para a passagem do tanque na válvula. Ao mesmo tempo, a válvula anticavitação no lado da haste do cilindro retraído se abriria, permitindo a passagem do óleo por aquele cilindro e para o lado do pistão do outro cilindro evitando a cavitação nos cilindros.

Seção de Giro - À Direita

Ao pressionar o pedal de giro à direita, o carretel de giro é forçado a entrar na válvula de giro. Quando o carretel de giro desce, a passagem de centro aberto fica agora bloqueada e o óleo recomeça a formar pressão através da passagem de centro aberto e da passagem paralela da retenção de carga. À medida que o óleo do sistema abre a retenção de carga, sai da seção de

giro e abre o orifício/retenção, passa pela válvula de retenção e entra no cilindro direito no lado da haste. Ele passa pelo cilindro direito e abre o orifício/retenção entre os cilindros e entra no lado do pistão do cilindro esquerdo. Conforme a retroescavadeira começa a girar para a direita,

o óleo de escape sai do lado do pistão do cilindro de giro direito através de um orifício maior e

um orifício menor. O óleo assenta a retenção no orifício/retenção entre os cilindros e força o óleo através do orifício. Depois de ter passado pelo orifício, ele passa pelo lado da haste do cilindro direito e assenta a retenção no orifício/retenção na seção da válvula de giro. Depois de

ter passado per esse orifício de restrição de velocidade, entra na seção de giro e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da retroescavadeira. Como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não consegue sair da válvula da retro. Isso faz com que comece

a se formar pressão no lado de alimentação da bomba do circuito. À medida que a pressão do

óleo se forma na passagem paralela, a válvula de regeneração começa a ser abrir. A aproximadamente 400 psi, a válvula de regeneração se abre e o óleo de retorno sai da válvula da retro e retorna ao tanque. À medida que o cilindro de giro se aproxima do fim do seu curso,

o orifício maior no lado do pistão do cilindro de giro direito é coberto pelo pistão. Agora o óleo

deve fluir através do orifício menor ocasionando o efeito amortecedor no fim do curso do cilindro. Quando os cilindros atingem o fim do seu curso, forma-se pressão na seção da válvula. Conforme

a pressão se forma, o alívio do circuito de giro se abre e permite que o óleo de alimentação da bomba entre na passagem de retorno e retorne ao tanque.

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE GIRO DA 580 L

SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMA DE GIRO DA 580 L RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 46

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção de Giro da 580L

Seção de Giro - À Esqueda

Ao pressionar o pedal de giro esquerdo, o carretel de giro sobe, bloqueando a passagem de

centro aberto e o óleo começa a formar pressão de volta através da passagem de centro aberto

e da passagem paralela para a retenção de carga. À medida que o óleo do sistema abre a

retenção de carga, sai da seção de giro e abre o orifício/retenção, passa pela válvula de retenção e entra no cilindro esquerdo no lado da haste, passando pelo cilindro esquerdo e abrindo o orifício/retenção entre os cilindros e entramdo no lado do pistão do cilindro esquerdo. Conforme a retroescavadeira começa a girar para a esquerda, o óleo de escape sai do lado do pistão do cilindro de giro esquerdo através de um orifício maior e um orifício menor. O óleo assenta a retenção no orifício/retenção entre os cilindros e força o óleo através do orifício.

Depos de ter passado pelo orifício, o óleo passa pelo lado da haste do cilindro direito e assenta

a retenção no orifício/retenção na seção da válvula de giro. Depois de ter passado pelo orifício

de restrição de velocidade, o óleo entra na seção de giro e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da retroescavadeira. Como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não consegue sair da válvula da retro. Isso faz com que comece a se formar pressão no lado de alimentação da bomba do circuito. À medida que a pressão do óleo se forma na passagem paralela, a válvula de regeneração começa a ser abrir. A aproximadamente 400 psi, a válvula de regeneração se abre e o óleo de retorno sai da válvula da retro e retorna ao tanque. À medida que os cilindros de giros se aproximam do fim dos seus cursos, o orifício maior no lado do pistão do cilindro de giro esquerdo é coberto pelo pistão. Agora o óleo deve fluir através do orifício menor ocasionando o efeito amortecedor no fim do curso do cilindro. Quando os cilindros atingem o fim dos seus cursos, forma-se pressão na seção da válvula. Conforme a pressão se forma, o alívio do circuito de giro se abre e permite que o óleo de alimentação da bomba entre na passagem de retorno e retorne ao tanque.

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMASISTEMA DEDE GIROGIRO 580580 SL/590SL/590 SLSL

SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMASISTEMA DEDE GIROGIRO 580580 SL/590SL/590 SLSL RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 48

SISTEMA HIDRÁULICO

VálvulaVálvula dede ControleControle dada RetroescavadeiraRetroescavadeira SeçãoSeção dede GiroGiro dada 580580 SuperSuper LL ee 590590 SuperSuper LL

A válvula da retroescavadeira é do tipo centro fechado. O óleo é alimentado à válvula de giro

quando a máquina é acionada devido ao seu sistema de prioridade.

A primeira seção da válvula de controle da retroescavadeira controla o circuito de giro. A seção

de giro tem duas válvulas de alívio de circuito e duas válvulas anticavitação. As válvulas de alívio de circuito limitam a pressão máxima no circuito quando o carretel está em neutro e as

válvulas anticavitação evitam que os cilindros sofram cavitação quando o alívio de um circuito

é ativado.

cavitação quando o alívio de um circuito é ativado. 1. Entrada 2. Válvulas de alívio de

1. Entrada

2. Válvulas de alívio de circuito

3. Válvulas anticavitação

4. Orifícios dos cilindros

5. Orifícios de sinal

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE GIRO DA 580SL/590 SL

Para *
Para
*

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Sistema de Giro da 580 Super L e 590 Super L

Seção de Giro - Neutro

Quando a seção de giro está em neutro, o carretel de giro bloqueia o orifício de entrada, o

orifício de sinal, os orifícios de trabalho e o orifício de retorno. Quando o óleo de prioridade é bloqueado, começa a se formar pressão na válvula de prioridade, deslocando-a e permitindo que o óleo circule através das passagens de centro aberto da válvula da carregadeira e da retro

e retorne ao tanque.

Se uma força externa fizesse a lança entrar uma das hastes de giro no cilindro, estado o carretel na posição neutra, o óleo sairia da lateral do pistão desse cilindro, passaria pelo lado

da haste do outro cilindro e abriria o alívio do circuito, permitindo que o fluxo do óleo fosse para

a passagem do tanque na válvula. Ao mesmo tempo, a válvula anticavitação no lado da haste

do cilindro retraído se abriria, permitindo a passagem do óleo por aquele cilindro e para o lado do pistão do outro cilindro evitando a cavitação nos cilindros.

Seção de Giro - À Direita

Ao pressionar o pedal de giro direito, o carretel de giro é forçado a entrar na válvula de giro. Quando o carretel de giro desce, abre a entrada para o orifício de sinal e para o orifício de trabalho, provocando uma perda de carga no lado sem mola da válvula de prioridade, que começa a se mover. O óleo também é enviado ao orifício de sinal até o lado com mola da válvula de prioridade. Agora a válvula de prioridade se desloca o quanto for necessário para permitir que o volume correto de óleo saia para a válvula de giro. Conforme o óleo de prioridade circula sobre a retenção de carga, flui para as seções de giro e abre o orifício/retenção. Ele passa pela válvula de retenção e entra no cilindro direito no lado da haste, passa pelo cilindro

direito e abre o orifício/retenção entre os cilindros e flui para dentro do lado do pistão do cilindro esquerdo. Conforme a retro começa a girar para a direita, o óleo que escapa sai do lado do pistão do cilindro de giro direito através de um orifício maior e um orifício menor. O óleo assenta

a retenção no orifício/retenção entre os cilindros e força o óleo através do orifício. Após o óleo ter passado através do orifício, passa através do lado da haste do cilindro esquerdo e assenta

a retenção no orifício /retenção. Depois de passar por esse orifício de restrição de velocidade,

o óleo entra na seção de giro e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da retro mas, como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não consegue sair da válvula da retro. Se as outras válvulas da retro não estiverem sendo usadas, a passagem de centro aberto fica livre para retornar ao tanque, de modo que não haverá pressão no circuito paralelo, não permitindo a formação de pressão no topo da válvula de regeneração. Quando o óleo de retorno do giro forma pressão suficiente, a retenção de regeneração e a entrada da válvula da retro se abrem permitindo que o óleo de retorno do giro se junte com a bomba menor

e retorne ao tanque através de passagens de centro aberto das outras válvulas. Conforme o

cilindro de giro se aproxima do fim do seu curso, o orifício maior no lado o pistão do cilindro de

giro direito é coberto pelo pistão. Agora o óleo deve fluir através do orifício menor, causando um efeito amortecedor no fim do curso do cilindro.

SISTEMA HIDRÁULICO

SISTEMA DE GIRO DA 580SL/590 SL

SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMA DE GIRO DA 580SL/590 SL RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 52

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Carregadeira Sistema de Giro da 5880 Super L e da 590 Super L

Seção de Giro - `À Esquerda

Ao pressionar o pedal de giro esquerdo, o carretel de giro é puxado para cima. Quando sobe,

o carretel abre a entrada para o orifício de sinal e para o orifício de trabalho. Isso provoca uma perda de carga no lado sem mola da válvula de prioridade, que começa a se mover. O óleo também é enviado ao orifício de sinal até o lado com mola da válvula de prioridade. Agora a válvula de prioridade se desloca o quanto for necessário para permitir que o volume correto de óleo saia para a válvula de giro. Conforme o óleo de prioridade circula sobre a retenção de

carga, flui para as seções de giro e abre o orifício/retenção. Ele passa pela válvula de retenção

e entra no cilindro esquerdo no lado da haste. Ele passa pelo cilindro esquerdo e abre o orifício/ retenção entre os cilindros e flui para dentro do lado do pistão do cilindro esquerdo, Conforme

a retro começa a girar para a esquerda, o óleo que escapa sai do lado do pistão do cilindro de

giro esquerdo através de um orifício maior e um orifício menor. O óleo assenta a retenção no orifício/retenção entre os cilindros e força o óleo através do orifício. Após o óleo ter passado através do orifício, passa através do lado da haste do cilindro esquerdo e assenta a retenção

no orifício /retenção. Após o óleo passar por esse orifício de restrição de velocidade, entra na seção de giro e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da retro. Como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não consegue sair da válvula da retro. Se as outras válvulas da retro não estiverem sendo usadas, a passagem de centro aberto fica livre para retornar ao tanque, de modo que não haverá pressão no circuito paralelo, não permitindo

a formação de pressão no topo da válvula de regeneração. Quando o óleo de retorno do giro

forma pressão suficiente a retenção de regeneração e a entrada da válvula da retro se abrem permitindo que o óleo de retorno do giro se junte com a bomba menor e retorne ao tanque através de passagens de centro aberto das outras válvulas. Conforme o cilindro de giro se aproxima do fim do seu curso, o orifício maior no lado o pistão do cilindro de giro esquerdo é coberto pelo pistão. Agora o óleo deve fluir através do orifício menor causando um efeito amortecedor no fim do curso do cilindro.

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira

Seção da Lança
Seção da Lança

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção da Lança

A seção da lança é a segunda válvula no bloco de válvulas da retroescavadeira. Trata-se de

uma válvula de centro aberto, com válvulas de alívio de circuito e uma válvula anticavitação no lado do pistão do circuito. A seção da lança recebe seu óleo pressurizado da passagem paralela. As válvulas de alívio do circuito limitam a pressão máxima no circuito quando o carretel está em

neutro. A válvula anticavitação evita que o cilindro forme cavitação quando um alívio de circuito

é ativado.

Seção da Lança - Neutro

Quando a seção da lança está na posição neutra, o óleo entra na seção central do carretel na passagem de centro aberto. O óleo circula sobre o carretel e sai para a seção da lança, seguindo para a próxima seção da válvula.

Se uma força externa fizesse a haste da lança se estende do cilindro, com o carretel em neutro,

o alívio do circuito se abriria e permitiria que o fluido fosse para a passagem do tanque na

válvula. Ao mesmo tempo, a válvula anticavitação no lado do pistão se abriria e permitira que o óleo entrasse naquele lado do cilindro, evitando a formação de cavitação no cilindro.

cilindro, evitando a formação de cavitação no cilindro. 1. Carretel de controle 2. Válvula de alívio

1. Carretel de controle

2. Válvula de alívio do circuito

3. Válvulas de retenção de carga

4. Orifício paralelo

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira

Seção da Lança
Seção da Lança

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção da Lança

Seção da Lança - Levantar

Ao puxar para trás a alavanca da lança, o carretel desta sobe na seção da válvula da lança. Quando o carretel sobe, a passagem de centro aberto fica bloqueada e recomeça a se formar pressão através da passagem de centro aberto e a passagem paralela para a retenção de carga. Ã medida que o óleo do sistema abre a retenção de carga flui, da seção da válvula da lança para o orifício/válvula de retenção. A válvula de retenção se abre e o óleo circula livremente para o lado da haste do cilindro. O óleo que retorna para dentro da válvula, vindo do lado do pistão, vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da retroescavadeira. O óleo de retorno então sai para a tampa de extremidade da válvula da retroescavadeira. Como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não consegue sair da válvula da retroescavadeira. Isso faz começar a se formar pressão no lado de alimentação da bomba do circuito. Conforme a pressão se forma na passagem paralela, a válvula de regeneração começa a se abrir . A aproximadamente 400 psi, a válvula de regeneração se abre e o óleo de retorno sai da válvula da retro e retorna ao tanque. Conforme o cilindro da lança se aproxima do fim do seu curso, passa sobre dois pequenos furos conectados por um ressalto de conexão. Esses furos permitem que parte do óleo vá do lado do pistão para o lado da haste. O óleo vai do lado do pistão através de um furo, retorna através do outro furo e entra no orifício do pistão. Isso ajuda a evitar picos de pressão no cilindro conforme o conjunto da retroescavadeira é levado para a posição sobre centro. Ele também permite que a lança fique na posição sobre centro com mais facilidade. Quando o cilindro atinge o fim do seu curso, forma-se pressão através da passagem paralela, da passagem de centro aberto e retorna à válvula da carregadeira. A válvula de retenção que combina a bomba se abre na tampa de extremidade da carregadeira e o óleo força a abertura do alívio principal. O óleo circula sobre o alívio principal e retorna ao tanque.

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira

Seção da Lança
Seção da Lança

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

4 - 58

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção da Lança RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 58

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira

Seção da Lança - Abaixar

Ao empurrar para frente a alavanca da lança, o carretel desta desce na seção da válvula da lança. Quando carretel desce, a passagem de centro aberto fica bloqueada e recomeça a se formar pressão através da passagem de centro aberto e a passagem paralela para a retenção de carga. À medida que o óleo do sistema abre a retenção de carga, flui para a seção da válvula da lança para o lado do pistão do cilindro. O óleo que retorna do lado da haste circula através de um orifício maior e um orifício menor e assenta a retenção no orifício/válvula de retenção e força o óleo a circular através do orifício que, por sua vez evita que a lança abaixe

muito rapidamente. Após ter passado pelo orifício, ele flui para dentro da válvula e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da retroescavadeira. O óleo de retorno então sai para a tampa de extremidade da válvula da retroescavadeira. Como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não pode sair da válvula da retro. Isso faz com que comece a se formar pressão no lado de alimentação da bomba. Conforme forma-se a pressão hidráulica na passagem paralela, a válvula de regeneração começa a ser abrir. A aproximadamente 400 psi,

a válvula de regeneração se abre e o óleo de retorno sai da válvula da retroescavadeira e retorna ao tanque. Se a lança tiver que abaixar mais depressa do que as bombas podem

alimentar o óleo (tal como em marcha-lenta), a pressão de alimentação cai abaixo de 400 psi e

a pressão de retorno aumenta. Para evitar que o cilindro da lança forme cavitação ao ser

abaixado, a retenção de regeneração é desalojada de sua sede pelo óleo de retorno e o óleo de retorno é “regenerado” de volta ao lado de alimentação. Conforme a cilindro da lança se

aproxima do fim do seu curso, o orifício maior no lado da haste e do cilindro fica coberto. Agora

o óleo de retorno deve circular através do orifício menor, o que causa parte do amortecimento.

Conforme o pistão se desloca mais ainda, passa sobre o orifício menor do cilindro. O óleo agora passa através de um orifício no pistão e sai do cilindro através de um orifício amortecedor menor. Quando o cilindro atinge o fim do seu curso, a pressão se forma através da passagem paralela, da passagem de centro aberto e retorna à válvula da carregadeira. A válvula de retenção que combina a bomba se abre na tampa de extremidade da carregadeira e o óleo força a abertura do alívio principal. O óleo circula sobre o alívio principal e retorna ao tanque.

SISTEMA HIDRÁULICO

Cilindro da Retroescavadeira Pistão do Cilindro da Lança

SISTEMA HIDRÁULICO Cilindro da Retroescavadeira Pistão do Cilindro da Lança RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 60

SISTEMA HIDRÁULICO

Cilindro da Retroescavadeira Pistão do Cilindro da Lança

O pistão do cilindro da lança tem dois vedadores com uma anel de apoio no centro. Há um furo cruzado que forma uma intersecção com um furo na extremidade para proporcionar outro estágio de amortecimento como explicado no circuito de abaixar a lança. O orifício também permite que o cilindro se retraia quando totalmente estendido porque o pistão passou pelo orifício de entrada. O óleo vem no orifício de entrada no lado da haste e circula através do orifício do pistão e sai para o lado da haste do pistão.

Há uma válvula de alívio no pistão, que limita a pressão máxima na extremidade da haste do cilindro durante o amortecimento no fim do curso. Esse alívio permite que o óleo vá do lado da haste para o lado do pistão do cilindro. Ele se abrirá somente quando a caçamba estiver escavando na profundidade total está ajustado em 4500-5000 psi e não é regulável.

escavando na profundidade total está ajustado em 4500-5000 psi e não é regulável. RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira

Seções esquerda e direita do estabilizador
Seções esquerda e direita do
estabilizador

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seções Esquerda e Direita do Estabilizador

A seção da válvula do estabilizador é uma válvula de centro aberto e recebe seu óleo pressurizado da passagem paralela. Não há retenções de carga nem válvulas de alívio de circuito nas válvulas do estabilizador. Um bujão é colocado no lugar da válvula de alívio de circuito no lado da haste da válvula e uma retenção é colocada no lugar do alívio do circuito no lado do pistão da válvula. Um carretel-piloto é usado na válvula para acionar a retenção.

Seção do Estabilizador - Neutro

Quando a seção do estabilizador está em neutro, o óleo entra na seção no centro do carretel na passagem de centro aberto, o óleo circula sobre o carretel e sai da seção do estabilizador, seguindo para a próxima seção da válvula.

estabilizador, seguindo para a próxima seção da válvula. 1. Carretel de controle 2. Válvula de retenção

1. Carretel de controle

2. Válvula de retenção

3. Sede da válvula de retenção

4. Orifício paralelo

5. Carretel piloto

6. Orifício de retorno do cilindro

7. Orifício de centro aberto

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira

Seções Esquerda e Direita do Estabilizador
Seções Esquerda e Direita do
Estabilizador

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seções Esquerda e Direita do Estabilizador

Seção do Estabilizador - Abaixar

Quando o operador empurra para a frente a alavanca de controle do estabilizador, o carretel desce na válvula bloqueando a passagem de centro aberto e começa a se formar pressão hidráulica através da passagem de centro aberto e da passagem paralela. O óleo entra na

válvula e flui para a retenção operada por piloto. O óleo abre a retenção e circula para o lado do pistão do cilindro. O óleo de retorno circula do lado da haste, através da válvula e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da retroescavadeira. O óleo de retorno então vai para a tampa de extremidade da válvula da retroescavadeira. Como a válvula de regeneração esta fechada, o óleo de retorno não consegue escapar da válvula da retroescavadeira. Isso faz começar a formar-se pressão no lado de alimentação da bomba do circuito. Conforme forma-se pressão na passagem paralela, a válvula de regeneração começa

a se abrir. A aproximadamente 400 psi, a válvula de regeneração se abre e o óleo de retorno

flui para a válvula da retroescavadeira e retorna ao tanque. Quando o cilindro atinge o fim do seu curso, a pressão se forma através da passagem paralela, da passagem de centro aberto e retorna à válvula da carregadeira. A válvula de retenção que combina a bomba se abre na tampa de extremidade da carregadeira e o óleo força a abertura do alívio principal. O óleo circula sobre o alívio principal e retorna ao tanque.

Seção do Estabilizador - Levantar

Quando o operador puxa para trás a alavanca de controle dos estabilizadores, o carretel sobe na válvula bloqueando a passagem de centro aberto e recomeça a se formar pressão hidráulica através da passagem de centro aberto e da passagem paralela. O óleo entra na válvula e sobe

até o carretel-piloto, emurrando-o e abrindo a retenção operada por piloto no lado de retorno. O óleo então sai para o lado da haste do cilindro. O óleo no lado do pistão pode agora fluir pela retenção operada por piloto e diretamente para dentro da passagem do tanque na válvula da retroescavadeira. O óleo de retorno então sai para a tampa de extremidade da válvula da retroescavadeira. Como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não consegue escapar da válvula da retroescavadeira. Isso faz começar a formar-se pressão no lado de alimentação da bomba do circuito. Conforme a pressão aumenta na passagem paralela, a válvula de regeneração começa a se abrir . A aproximadamente 400 psi a válvula de regeneração se abre e o óleo de retorno vai para a válvula da retroescavadeira e retorna ao tanque,. Quando

o cilindro chega ao fim do seu curso, forma-se pressão através da passagem paralela, da

passagem de centro aberto e retorna à válvula da carregadeira. A válvula de retenção que combina a bomba se abre na tampa de extremidade da carregadeira e o óleo força a abertura da válvula de alívio principal. O óleo circula sobre o alívio principal e retorna ao tanque.

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira

Seção do Braço
Seção do Braço

RETROESCAVADEIRA SÉRIE L

4 - 66

SISTEMA HIDRÁULICO Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção do Braço RETROESCAVADEIRA SÉRIE L 4 - 66

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção do Braço

A seção do braço fica após as válvulas do estabilizador. Trata-se de uma válvula de centro

aberto com válvula de alívio de circuito e válvulas anticavitação. A seção do braço recebe seu óleo sob pressão da passagem paralela. As válvulas de alívio do circuito limitam a pressão máxima no circuito com o carretel em neutro. As válvulas anticavitação evitam que o cilindro sofra a cavitação quando um alívio de circuito é ativado.

SeçãoSeção dodo BraçoBraço -- NeutroNeutro

Quando a seção do braço está na posição neutra, o óleo entra na seção no centro do carretel na passagem de centro aberto, o óleo circula sobre o centro da seção do braço e segue para

a próxima seção da válvula.

Se uma força externa fizesse a haste do braço estender o cilindro, com o carretel em neutro, o alívio do circuito no lado da haste abriria e permitiria ao fluido sair para a passagem do tanque. na válvula. Ao mesmo tempo, a válvula anticavitação no lado do pistão se abriria permitindo a entrada do óleo nesse lado do cilindro, evitando a ocorrência de cavitação.

lado do cilindro, evitando a ocorrência de cavitação. 1. Orifício de centro aberto 2. Válvulas de

1. Orifício de centro aberto

2. Válvulas de alívio do circuito

3. Retenções de carga

4. Orifício paralelo

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção do Braço

Seção do Braço
Seção do Braço

SISTEMA HIDRÁULICO

Válvula de Controle da Retroescavadeira Seção do Braço

Seção do Braço - Retraído

Quando o operador empurra para a frente o manípulo de controle do braço, o carretel do braço desce na válvula. Ao descer, a passagem de centro aberto fica bloqueada e começa a se formar pressão através da passagem de centro aberto e da passagem paralela. Conforme a pressão aumenta, o óleo abre a retenção de carga e sai da válvula para o lado do pistão do cilindro. O óleo no lado da haste do cilindro sai do mesmo e assenta a retenção na conexão do orifício/retenção. Isso força o óleo através do orifício, o que reduz a velocidade do braço de modo que o cilindro não cavila. Após o óleo ter passado através do orifício, passa pela válvula do braço e vai diretamente para a passagem do tanque na válvula da retro. O óleo de retorno vai para a tampa de extremidade da válvula da retro. Como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não consegue escapar da válvula da retro. Isso faz formar-se pressão no lado de alimentação da bomba do circuito. Conforme a pressão aumenta na passagem paralela, a válvula de regeneração começa a se abrir a aproximadamente 400 psi e o óleo de retorno sai para a válvula da retroescavadeira e retorna ao tanque. Quando o cilindro chega ao fim do seu curso, forma-se pressão através da passagem paralela, da passagem central e retorna à válvula da carregadeira. A válvula de retenção que combina a bomba se abre na tampa de extremidade da carregadeira e o óleo força a abertura do alívio principal. O óleo circula sobre o alívio principal e retorna ao tanque.

Seção do Braço - Estendido

Quando o operador puxa para trás a alavanca de controle do braço, o carretel do braço sobe na válvula. Ao subir a passagem de centro aberto fica bloqueada e começa a se formar pressão através da passagem de centro aberto e da passagem paralela. Conforme a pressão aumenta,

o óleo abre a retenção de carga e sai da válvula para a conexão do orifício/retenção. O óleo

abre a retenção e flui livremente para o lado da haste do cilindro. No lado do pistão do cilindro,

o óleo deixa o cilindro e vai através da válvula do braço e diretamente para dentro da passagem na válvula da retroescavadeira. O óleo de retorno então vai para a tampa de extremidade da válvula da retroescavadeira. Como a válvula de regeneração está fechada, o óleo de retorno não consegue sair da válvula da retroescavadeira. Isso faz formar-se pressão no lado de alimentação da bomba do circuito. Conforme a pressão se formar na passagem paralela, a válvula de regeneração começa a e abrir. A apr