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‘Sch uma “itligénia” ese la ¢“tuante” & mais do que tempo lembrar qe vvemos nm epoca de comune de ras, de sotecnogco acumlado ede tempos sociolgics diversion puto ops em els our ger qua dees iteras do pai ‘Quando o tem caltral for eftivamente um valor, oderemos fpreccupar com nosso Patrimonio, esta ele no atetato-idade ou [aque testemunho da ciatvidade humana, guardado nos ‘Nar museus que nao esto mortes, que apenas despetam de un period de aparent inéreia e que so saradidos, gor, pe ‘enovador de profsionalizacso (on ses mor wd). Inu tico que extapol sss arose de pofund questi ‘de sua propia fun e aretarenegredors num mando de cl ‘aleidescpicseem,que td se relaciona coun o sistemas de prod [Nossa grande trfa@, realmente, construit ma memeéra © rane, um gigantscaindagage; registro equestionamento que os Suardo n presente eos levario ao futur dentro de una wpa so ‘hada, “fase que antecede ao plano ined nos pestis do fut, otis nas raldadesprewentee pase, 4 ‘Aco poe pertencer, numa primeiea fase, 4 inteigteia uma ‘mina: masa indagacio da verdade como fator de consciila deve ser Feta no nivel das mai externas camadas da populag. (x eontionaremno sma jurdiideds flea « macamante formal nocd da vida gue e prea no to ar Sahernos dstingue E tempo de raproxisaro Date Vid, 0 meno ‘no formalism que deve dita as els para o estos de fragments esse mesmo plurforme vive. 2. A interdisciplinaridade em Museologia' Waldisa Réssio 881 1 Ete texto € um resumo de um pequeno Seminario feta no éurso le Muscologia da Fundagio Escola de Sociologia e Politica de S80 Paulo (Fexp) a mais nova das quatro escolas de Museologia exitentes ho pase organizadora do primeizo curso de Museologa em vel de 2 ‘A Museologia€ uma cic nova e em formacdo. Ea faz parte das iencos humanas sociais. Pssul um objeto espectic, um metodo ‘special et experiment a formulago de algumas les fundamentas (Objet da nanologia € ft "musea” ou fato museolgic. O fate ‘nseolgico a elgSo profunda ene o heme = upto cones ‘co abet, pare da tealldade sobre a qual ohomem igualment ata € pode agi Eas lao comport Varios ives de conscienia,eohamesn pode apreendero objeto por intermedio de seus sents: visto, aud- ‘io, a te Ea relagosupse, em primero lugar eelimologiamente falando, que o homer “admieao oes” 3 ‘Se consigeramos ofto“msea como us relia profunda ee hhomame bjt, neces considera 2) arelagdo” em st mesma: 5) chomem quea conhece ©) abet aser combed: ) ormuseu, A rela ems meso significa“ prceps8o”(emosto, 9280) envole ‘mento (era, imager, dea), memdea(sstematzae das Weis dasimagense sus rlagbes). sca ig gm ESSE ericson note ~ Ofamon deve jgualmente secosiderao ems mesmo flsaicamen te-ecamene sole o asp da teria do conhecimento pico Eecesri stud gualmentcem win lags como ute rps Ihumanosesecas em vel acolo, sacl, peli, istrco et), (objeto “ems exige uma identiiasso, uma clasifcaio dentro de “um ists, uma integraco dentzo de uma expe género ou fami ‘lesupoe uma conservagsaoconhecimenta da suacomposgi (Quincy Iisca te), as condighes limites apne prolong sua” este” Ele ‘Quero eslarecer que neste quaro de eferénciasituaré meu iraba- th ogual perso ser mais uma reflex do que um principio basco: uma reflecio que senda a0 dislogo eer, Sem os qualsfcaiafechada ni menma, sem a posliade de se eatende ese eniguece, ou, tambem, fazer sua revi. 1. Introducso. Prime, “objeto da musolgia co ftomuneal ou ato museahgin (0 to museal a felagi profunda ene o homem sujeito connecter, ‘cw ube part da rele & sul home ganlmentepertence ‘etre qual tem o poder de apr” Esa relacto comporta vétios nels ‘leconscencaesupoe,primetro co sentido etimelogico do termo, ue ‘Shomer atin a ojo (a+ mire)? Longe de aprofundar esse conceito prelimi, necessrio a0 tema ceniral deste trabalho (Metodologia da Museolgiae a formagdo pro- 1 Bis ean eens ae ae en Antenne ming ime w

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