PODER JUDICIÁRIO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
CONSULTA DE PROCESSOS DO 2º GRAU
DADOS DO PROCESSO
Número do Processo:

0004793-59.2016.8.14.0000

Processo Prevento:

-

Instância:

2º GRAU

Comarca:

BELÉM

Situação:

EM ANDAMENTO

Área:

CÍVEL

Data da Distribuição:

19/04/2016

Vara:

3ª CÂMARA CÍVEL ISOLADA

Gabinete:

GABINETE DE DESEMBARGADOR NADJA NARA COBRA MEDA

Secretaria:

SECRETARIA 3ª CÂMARA CÍVEL ISOLADA

Magistrado:

NADJA NARA COBRA MEDA

Competência:

CÂMARAS ISOLADAS

Classe:

Agravo de Instrumento

Assunto:

Liminar, Direito de Greve

Instituição:

-

Nº do Inquérito Policial:

-

Valor da Causa:

R$ 0,00

Data de Autuação:

05/05/2016

Segredo de Justiça:

NÃO

Volume:

-

Número de Páginas:

-

Prioridade:

NÃO

Gratuidade:

NÃO

Fundamentação Legal:

-

PARTES E ADVOGADOS
SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO PÚBLICA DO PARÁ SINTEPP

AGRAVANTE

MUNICIPIO DE PARAUAPEBAS

AGRAVADO

JAIR ALVES ROCHA

PROCURADOR

DESPACHOS E DECISÕES
Data: 07/06/2016

Tipo:

DECISÃO INTERLOCUTÓRIA

PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
GABINETE DA DESA. NADJA NARA COBRA MEDA
SECRETARIA DA 3ª CÂMARA CÍVEL ISOLADA

1

PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
CONSULTA DE PROCESSOS DO 2º GRAU
AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0004793-59.2016.8.14.0000
AGRAVANTE: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO PÚBLICA DO ETADO DO PARÁ - SINTEPP
ADVOGADO: WALMIR MOURA BRELAZ - OAB 6971, ANILSON RUSSI - OAB 10032-B, PAULO HENRIQUE MENEZES CORREA
JÚNIOR - OAB 12598, JAIRO MARCOS PEREIRA PASSOS - OAB 21825
AGRAVADO: MUNICÍPIO DE PARAUAPEBAS
ADVOGADO/PROC. AUTARQUICO: JAIR ALVES ROCHA - OAB 10609
RELATORA: DESA. NADJA NARA COBRA MEDA
DECISÃO INTERLOCUTÓRIA
Trata-se de Agravo de Instrumento interposto pelo MUNICÍPIO DE PARAUAPEBAS, visando modificar decisão proferida pelo
Juízo a quo que deferiu liminarmente em Ação Civil Pública, movida pelo Município de Parauapebas, determinando a imediata
suspensão da greve, sob pena de multa diária de R$50.000,00 (cinquenta mil reais).
Em suas razões, o sindicato agravante defende a incompetência absoluta do juízo a quo para processar e julgar o feito de
origem anulando os atos processuais referente ao Processo n.º 0006173-94.2016.8.14.0040.
Com base nesses argumentos, requer seja reconhecida a incompetência absoluta da jurisdição de piso para conhecimento e
apreciação do presente feito, anulando-se a decisão liminar objurgada e seus efeitos, remetendo-se os presentes autos para
apreciação do do Tribunal de Justiça da Pará.
É o relatório. Decido.
Presentes os requisitos de admissibilidade, tem-se que o recurso deve ser conhecido; considerando que o agravo foi
interposto contra decisão liminarmente proferida em sede de Ação Civil Pública, deve ser processado na modalidade instrumental.
No caso em tela, está-se diante de demanda em que se discute questão relativa a movimento grevista instaurado por
servidores municipais.
Ocorre que o Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Mandado de Injunção n. 708/DF, decidiu que o Tribunal de Justiça
possui competência originária para processar e julgar demandas envolvendo direito de greve de servidores municipais ou estaduais
no âmbito da sua jurisdição; in verbis:
MANDADO DE INJUNÇÃO. GARANTIA FUNDAMENTAL (CF, ART. 5º, INCISO LXXI). DIREITO DE GREVE DOS SERVIDORES
PÚBLICOS CIVIS (CF, ART. 37, INCISO VII). EVOLUÇÃO DO TEMA NA JURISPRUDÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
(STF). DEFINIÇÃO DOS PARÂMETROS DE COMPETÊNCIA CONSTITUCIONAL PARA APRECIAÇÃO NO ÂMBITO DA JUSTIÇA
FEDERAL E DA JUSTIÇA ESTADUAL ATÉ A EDIÇÃO DA LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA PERTINENTE, NOS TERMOS DO ART. 37,
VII, DA CF. EM OBSERVÂNCIA AOS DITAMES DA SEGURANÇA JURÍDICA E À EVOLUÇÃO JURISPRUDENCIAL NA
INTERPRETAÇÃO DA OMISSÃO LEGISLATIVA SOBRE O DIREITO DE GREVE DOS SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS, FIXAÇÃO
DO PRAZO DE 60 (SESSENTA) DIAS PARA QUE O CONGRESSO NACIONAL LEGISLE SOBRE A MATÉRIA. MANDADO DE
INJUNÇÃO DEFERIDO PARA DETERMINAR A APLICAÇÃO DAS LEIS Nos 7.701/1988 E 7.783/1989. 1. SINAIS DE EVOLUÇÃO
DA GARANTIA FUNDAMENTAL DO MANDADO DE INJUNÇÃO NA JURISPRUDÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
(STF). [...] 6. DEFINIÇÃO DOS PARÂMETROS DE COMPETÊNCIA CONSTITUCIONAL PARA APRECIAÇÃO DO TEMA NO
ÂMBITO DA JUSTIÇA FEDERAL E DA JUSTIÇA ESTADUAL ATÉ A EDIÇÃO DA LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA PERTINENTE, NOS
TERMOS DO ART. 37, VII, DA CF. FIXAÇÃO DO PRAZO DE 60 (SESSENTA) DIAS PARA QUE O CONGRESSO NACIONAL
LEGISLE SOBRE A MATÉRIA. MANDADO DE INJUNÇÃO DEFERIDO PARA DETERMINAR A APLICAÇÃO DAS LEIS Nos
7.701/1988 E 7.783/1989. 6.1. Aplicabilidade aos servidores públicos civis da Lei nº 7.783/1989, sem prejuízo de que, diante do caso
concreto e mediante solicitação de entidade ou órgão legítimo, seja facultado ao juízo competente a fixação de regime de greve mais
severo, em razão de tratarem de "serviços ou atividades essenciais" (Lei nº 7.783/1989, arts. 9º a 11). 6.2. Nessa extensão do
deferimento do mandado de injunção, aplicação da Lei nº 7.701/1988, no que tange à competência para apreciar e julgar eventuais
conflitos judiciais referentes à greve de servidores públicos que sejam suscitados até o momento de colmatação legislativa específica
da lacuna ora declarada, nos termos do inciso VII do art. 37 da CF. 6.3. Até a devida disciplina legislativa, devem-se definir as
situações provisórias de competência constitucional para a apreciação desses dissídios no contexto nacional, regional, estadual e
municipal. Assim, nas condições acima especificadas, se a paralisação for de âmbito nacional, ou abranger mais de uma região da

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justiça federal, ou ainda, compreender mais de uma unidade da federação, a competência para o dissídio de greve será do Superior
Tribunal de Justiça (por aplicação analógica do art. 2º, I, "a", da Lei nº 7.701/1988). Ainda no âmbito federal, se a controvérsia estiver
adstrita a uma única região da justiça federal, a competência será dos Tribunais Regionais Federais (aplicação analógica do art. 6º
da Lei nº 7.701/1988). Para o caso da jurisdição no contexto estadual ou municipal, se a controvérsia estiver adstrita a uma unidade
da federação, a competência será do respectivo Tribunal de Justiça (também por aplicação analógica do art. 6º da Lei nº 7.701/1988).
As greves de âmbito local ou municipal serão dirimidas pelo Tribunal de Justiça ou Tribunal Regional Federal com jurisdição sobre o
local da paralisação, conforme se trate de greve de servidores municipais, estaduais ou federais. 6.4. Considerados os parâmetros
acima delineados, a par da competência para o dissídio de greve em si, no qual se discuta a abusividade, ou não, da greve, os
referidos tribunais, nos âmbitos de sua jurisdição, serão competentes para decidir acerca do mérito do pagamento, ou não, dos dias
de paralisação em consonância com a excepcionalidade de que esse juízo se reveste. Nesse contexto, nos termos do art. 7º da Lei
nº 7.783/1989, a deflagração da greve, em princípio, corresponde à suspensão do contrato de trabalho. Como regra geral, portanto,
os salários dos dias de paralisação não deverão ser pagos, salvo no caso em que a greve tenha sido provocada justamente por
atraso no pagamento aos servidores públicos civis, ou por outras situações excepcionais que justifiquem o afastamento da premissa
da suspensão do contrato de trabalho (art. 7º da Lei no 7.783/1989, in fine). 6.5. Os tribunais mencionados também serão
competentes para apreciar e julgar medidas cautelares eventualmente incidentes relacionadas ao exercício do direito de greve dos
servidores públicos civis, tais como: i) aquelas nas quais se postule a preservação do objeto da querela judicial, qual seja, o
percentual mínimo de servidores públicos que deve continuar trabalhando durante o movimento paredista, ou mesmo a proibição de
qualquer tipo de paralisação; ii) os interditos possessórios para a desocupação de dependências dos órgãos públicos eventualmente
tomados por grevistas; e iii) as demais medidas cautelares que apresentem conexão direta com o dissídio coletivo de greve. 6.6. Em
razão da evolução jurisprudencial sobre o tema da interpretação da omissão legislativa do direito de greve dos servidores públicos
civis e em respeito aos ditames de segurança jurídica, fixa-se o prazo de 60 (sessenta) dias para que o Congresso Nacional legisle
sobre a matéria. 6.7. Mandado de injunção conhecido e, no mérito, deferido para, nos termos acima especificados, determinar a
aplicação das Leis nos 7.701/1988 e 7.783/1989 aos conflitos e às ações judiciais que envolvam a interpretação do direito de greve
dos servidores públicos civis. (MI 708/DF, Rel. Min. Gilmar Mendes, Tribunal Pleno, j. 25.10.2007, DJ-e 30.10.2008) (grifos aditados)
Desse modo, tem-se que a decisão interlocutória foi proferida por juízo absolutamente incompetente, pois a competência
originária pra processar e julgar a demanda em questão é desta Corte de Justiça. Logo, resta evidente a incompetência absoluta do
juízo de primeiro grau e, por conseguinte, a existência de vício de validade no atos decisório impugnado.
Considerando a existência de precedente da Corte Suprema, a hipótese comporta aplicação do art. 932, V, ¿a¿, do CPC,
contudo, à luz do que fora decidido pelo Superior Tribunal de Justiça no julgamento do REsp n. 1148296/SP, submetido ao regime do
art. 1.036 do CPC, é preciso que a parte agravada seja, primeiramente, intimada a exercer o contraditório; confira-se:
PROCESSUAL CIVIL. TRIBUTÁRIO. RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. ART. 543-C, DO CPC.
AGRAVO DE INSTRUMENTO. ART. 527, V, DO CPC. AUSÊNCIA DE INTIMAÇÃO DO AGRAVADO PARA RESPOSTA.
OBRIGATORIEDADE. NULIDADE. O PRINCÍPIO DO PREJUÍZO IMPEDE A APLICAÇÃO DA REGRA MATER DA
INSTRUMENTALIDADE. VIOLAÇÃO DO ART. 535 DO CPC. NÃO-OCORRÊNCIA. 1. A intimação da parte agravada para resposta é
procedimento natural de preservação do princípio do contraditório, nos termos do art. 527, V, do CPC, in verbis: "Art. 527. Recebido o
agravo de instrumento no tribunal, e distribuído "incontinenti", o Relator: (...) V - mandará intimar o agravado, na mesma
oportunidade, por ofício dirigido ao seu advogado, sob registro e com aviso de recebimento, para que responda no prazo de dez (10)
dias(art. 525, § 2º), facultando-lhe juntar a documentação que entender conveniente, sendo que, nas comarcas sede de tribunal e
naquelas em que o expediente forense for divulgado no diário oficial, a intimação far-se- á mediante publicação no órgão oficial." 2. A
dispensa do referido ato processual ocorre tãosomente quando o relator nega seguimento ao agravo (art. 527, I), uma vez que essa
decisão beneficia o agravado, razão pela qual conclui-se que a intimação para a apresentação de contrarazões é condição de
validade da decisão que causa prejuízo ao recorrente. (Precedentes: REsp 1187639/MS, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA
TURMA, julgado em 20/05/2010, DJe 31/05/2010; AgRg nos EDcl nos EDcl no REsp 1101336/RS, Rel. Ministro HERMAN
BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 02/02/2010, DJe 02/03/2010; REsp 1158154/RS, Rel. Ministro CASTRO MEIRA,
SEGUNDA TURMA, julgado em 19/11/2009, DJe 27/11/2009; EREsp 882.119/RS, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, PRIMEIRA
SEÇÃO, julgado em 13/05/2009, DJe 25/05/2009; EREsp 1038844/PR, Rel. Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI, PRIMEIRA SEÇÃO,
julgado em 08/10/2008, DJe 20/10/2008) 3. Doutrina abalizada perfilha o mesmo entendimento, verbis: "Concluso o instrumento ao
relator, nas 48 horas seguintes à distribuição (art. 549, caput), cabe-lhe, de ofício, se configurada qualquer das hipóteses do art. 557
caput, indeferir liminarmente o agravo (inciso I). Não sendo esse o caso, compete-lhe tomar as providências arroladas nos outros
incisos do art. 527. (...) A subsequente providência - cuja omissão acarreta nulidade - consiste na intimação do agravado." (José
Carlos Barbosa Moreira, in Comentários ao Código de Processo Civil, Vol. V, 15ª ed., Ed. Forense, p. 514) 4. In casu, o acórdão
recorrido deu provimento ao agravo de instrumento do Município de São Paulo, causando evidente prejuízo aos agravados, ora
recorrentes, por isso que merece ser reformado. 5. O art. 535 do CPC resta incólume se o Tribunal de origem, embora sucintamente,
pronuncia-se de forma clara e suficiente sobre a questão posta nos autos. Ademais, o magistrado não está obrigado a rebater, um a
um, os argumentos trazidos pela parte, desde que os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar a decisão. 6.
Recurso especial provido, determinando-se o retorno dos autos à instância de origem, para que proceda à intimação do recorrente
para apresentação de contra-razões ao agravo de instrumento. Prejudicadas as demais questões suscitadas. Acórdão submetido ao

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CONSULTA DE PROCESSOS DO 2º GRAU
regime do art. 543-C do CPC e da Resolução STJ 08/2008. (REsp 1148296/SP, Rel. Min. Luiz Fux, Corte Especial, j. 01/09/2010,
DJe 28/09/2010)
Ante o exposto, considerando a manifesta existência de verossimilhança nas alegações do agravante, DEFIRO o efeito
suspensivo pleiteado.
Oficie-se ao Juízo a quo, para que o mesmo tenha ciência do decidido, bem como para que preste informações, incluindo se
foi cumprido pelo agravante o ônus previsto no artigo 1.018, § 2º do Código de Processo Civil, e sobre eventual exercício de juízo de
retratação.
Intime-se o agravado para que ofereça contrarrazões no prazo de 10 (dez) dias.
Publique-se. Intime-se. Cumpra-se.
Belém, 07 de junho de 2016.
Desa. Nadja Nara Cobra Meda
Relatora

Data: 27/04/2016

Tipo:

DESPACHO

3ª CÂMARA CÍVEL ISOLADA
COMARCA DE ORIGEM: PARAUAPEBAS
AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº. 0004793-59.2016.8.14.0000 (I VOLUME)
AGRAVANTE: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO PÚBLICA DO ESTADO DO PARÁ - SINTEPP
ADVOGADO: WALMIR MOURA BRELAZ - OAB/PA 6971
ADVOGADO: ANILSON RUSSI - OAB/PA 10032-B
ADVOGADO: PAULO HENRIQUE MENEZES CORREA JÚNIOR - OAB/PA 12.598
ADVOGADO: JAIRO MARCOS PEREIRA PASSOS - OAB/PA 21.825
AGRAVADO: MUNICÍPIO DE PARAUAPEBAS
ADVOGADO: JAIR ALVES ROCHA - OAB/PA 10.609 - PROC. MUNICIPAL
RELATORA: DESA. EDINÉA OLIVEIRA TAVARES
DESPACHO
Por motivo superveniente, julgo-me impedida de atuar no presente feito. (NCPC - art. 145, § 1º).
Encaminhem-se os presentes autos à Secretaria correspondente, para as providências de praxe, e consequente redistribuição.
Belém, (PA), 28 de abril de 2016
DESA. EDINÉA OLIVEIRA TAVARES
Desembargadora Relatora

TRAMITAÇÕES
Documento

Data

20160136798287

07/06/2016

Origem
GABINETE DE
DESEMBARGADOR NADJA

Destino
SECRETARIA 3ª CÂMARA CÍVEL
ISOLADA

Data Baixa
07/06/2016

4

PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
CONSULTA DE PROCESSOS DO 2º GRAU
NARA COBRA MEDA
Documento

Data

20160136798287

06/05/2016

Documento

Data

20160136798287

05/05/2016

Documento

Data

20160136798287

04/05/2016

Documento

Data

20160136798287

02/05/2016

Documento

Data

20160136798287

27/04/2016

Documento

Data

20160136798287

20/04/2016

Documento

Data

20160136798287

19/04/2016

Documento

Data

20160136798287

19/04/2016

Origem
SECRETARIA 3ª CÂMARA
CÍVEL ISOLADA
Origem
SETOR DE AUTUACAO
(TRIBUNAL)
Origem
CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO
DO TRIBUNAL
Origem
SECRETARIA 3ª CÂMARA
CÍVEL ISOLADA
Origem
GABINETE DE
DESEMBARGADOR EDINEA
OLIVEIRA TAVARES
Origem
SECRETARIA 3ª CÂMARA
CÍVEL ISOLADA
Origem
SETOR DE AUTUACAO
(TRIBUNAL)
Origem
CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO
DO TRIBUNAL

Destino
Data Baixa
GABINETE DE DESEMBARGADOR 06/05/2016
NADJA NARA COBRA MEDA
Destino
Data Baixa
SECRETARIA 3ª CÂMARA CÍVEL 05/05/2016
ISOLADA
Destino
Data Baixa
SETOR DE AUTUACAO
05/05/2016
(TRIBUNAL)
Destino
Data Baixa
CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO DO 02/05/2016
TRIBUNAL
Destino
Data Baixa
SECRETARIA 3ª CÂMARA CÍVEL 02/05/2016
ISOLADA
Destino
Data Baixa
GABINETE DE DESEMBARGADOR 20/04/2016
EDINEA OLIVEIRA TAVARES
Destino
Data Baixa
SECRETARIA 3ª CÂMARA CÍVEL 19/04/2016
ISOLADA
Destino
Data Baixa
SETOR DE AUTUACAO
19/04/2016
(TRIBUNAL)

MANDADOS
Não existem mandados cadastrados para este processo.

PROTOCOLOS
Não existem protocolos cadastrados para este processo.

CUSTAS
Código

Tipo

Valor

Data/Hora

Situação

1

AGRAVO DE INSTRUMENTO

R$ 315,78

12/04/2016

QUITADO

5

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