Você está na página 1de 12

C . F. T. V.

Circuito Fechado de TV

Informações Básicas
Circuito Fechado de TV - CFTV

Indice:

1.0 - Introdução a Circuito Fechado de TV 03


1.1 - Conceitos Básicos 03
2.0 - Lentes 03
2.1 - Comprimento Focal 04
2.2 - Montagem em C ou CS 04
2.3 - Formato 04
2.4 - Lentes Varifocais 04
2.5 - Lentes Zoom 04
2.6 - Lentes Íris Fixa 05
2.7 - Lentes Auto Iris 05
3.0 - Câmeras 06
3.1- Resolução das Cãmeras 06
3.2 - Sensibilidade à Luz. 06
4.0 - Suporles e Caixas de Proteção 07
5.0 - Monitores 07
6.0 - Time Lapse 08
6.1 - Modelos e Modos de Gravação de um Time Lapse 08
7.0 - Gerenciamento de Imagens 09
7.1 - Seqüenciais de Video 09
7.2 - Seqüenciais de Audio e Vídeo 10
7.3 - Quads 10
7.4 - Dual Quad 10
7.5 - Duplicador de Quad 11
7.6 - Multiplexer 11
7.7 - Controlador por Computador 11
8.0 - Amplificadores de Vídeo 12

www.ceitel.com.br 02
Circuito Fechado de TV - CFTV

1.0 - Introdução a Circuito Fechado de TV

O principal objetivo de um Circuito Interno de Televisão é fazer a monitoração de diversos ambientes ao


mesmo tempo, e casualmente poder gravar as imagens geradas para uma futura utilização.
Chamamos de "Circuito Fechado" justamente porque as imagens geradas somente são distribuídas
para os elementos integrantes do sistema, impossibilitando assim que pessoas alheias ao sistema vejam
ou utilizem essas imagens para fins diversos.
O C.F. T. V é hoje o ramo da segurança eletrônica que mais se destaca, uma vez que é possível filmar e
gravar todo o ocorrido, facilitando o esclarecimento de um possível fato, conseqüentemente ajudando na
busca dos envolvidos. Há também a possibilidade de ser instalado junto a algum sistema de alarme.

1.1 - Conceitos Básicos

Um sistema completo de C.F. T. V se divide basicamente em três etapas.

1. CAPTAÇÃO DO VÍDEO

Relacionado a parte de câmeras e lentes, responsáveis pela geração de imagens. O papel da


lente será direcionar os raios de luz refletidos pelos objetos para a câmera, que converterá a infor-
mação luminosa para sinal elétrico.

2. TRANSMISSÃO

Após a imagem gerada e convertida para sinal elétrico, é necessário fazer a transmissão deste
sinal até o local desejado. Essa transmissão pode ser feita através cabo coaxial, par trançado, etc.
Obs: Para transmissão por meio de fibra óptica, faz-se necessário a utilização de equipamen-
tos para enlace óptico. O mesmo para transmissão via Rádio Freqüência, que é necessário o
emprego de transmissores de RF.

3. GERENCIAMENTO DE IMAGENS

Quando utilizamos somente uma câmera para monitoração, não precisamos gerenciar a ima-
gens, basta uma conexão simples entre câmera, meio transmissor e monitor.
Quando utilizamos mais de uma câmera, passamos a ter a necessidade de seleção de câme-
ras, uma vez que é impossível ver a imagens de todas ao mesmo tempo ou seqüencialmente sem a
utilização de um equipamento para fazer esse controle (Gerenciamento).
Os equipamentos capazes de fazer esse controle são: seqüenciais de vídeo, quad, multiplexer
,etc.

2.0 - Lentes

Tem a finalidade de captar e direcionar os raios de luz que são refletidos pelos objetos para o CCD (res-
ponsável pela conversão da imagem em sinal elétrico ).A lente tem um papel fundamental na geração de
imagem, pois influi diretamente no campo de visão, na adequação a quantidade de luz e no foco da imagem.
As diferenças entre uma lente e outra, são atribuídas ao comprimento focal, formato,etc.

www.ceitel.com.br 03
Circuito Fechado de TV - CFTV

Vejamos os principais:

2.1 - Comprimento Focal

Você deve escolher entre:

1 Um ângulo de visão largo, porém com poucos detalhes.


1 Muitos detalhes, porém com ângulo de visão estreito.

Geralmente as lentes de 3,6mm devem ser usadas quando o objetivo da monitoração for obter o maior
ângulo possível de visualização, sem que o detalhe da cena seja um ponto importante.
Exemplos: Ambientes externos, Hall de entrada ou saída, etc.
As lentes de 12 mm devem ser usadas quando algum detalhe na localidade de monitoração é um fator
importante neste processo.
Exemplos: Identificação de pessoas em portas de entrada, corredores longos, etc.

Obs: Um largo ângulo de visão com muitos detalhes não é possível.

2.2 - Montagem em C ou CS

A montagem pode ser em C ou CS, basicamente está relacionada a distância da lente ao CCD, a CS é
conectada diretamente a câmera, a C necessita de um anel adaptador de 5 mm.

2.3 - Formato

Chamamos de formato o tamanho do CCD, ou seja, a área que vai captar a Imagem.
Portanto, o formato da lente deve ser maior que o CCD, para evitar o efeito tubo, onde visualizamos as
bordas da lente e perdemos parte da imagem.

2.4 - Lentes Varifocais

São lentes que possuem uma pequena variação no seu campo de visão. É possível através de um
pequeno ajuste manual ampliar ou estreitar o seu ângulo de abertura.
São ideais para os locais onde não sabemos as dimensões ou à distância da câmera ao objeto.
Tem a vantagem de poderem ser usadas em outro local sem troca de lente.
A desvantagem que custam um pouco mais cara que as lentes de foco fixo.
Ex: Lentes com distância focal entre 3.5mm e 8mm.( pode-se ajustá-Ias entre esses dois valores).

2.5 - Lentes Zoom

É mais utilizada em câmeras controladas, porém há algumas que podem ser ajustadas manualmente.
Possuem a capacidade de alterar sensivelmente seu campo de visão, pois podemos aumentar ou dimi

www.ceitel.com.br 04
Circuito Fechado de TV - CFTV

nuir através de um controlador. É ideal para instalação em locais onde o tamanho do objeto ou sua distância
em relação à câmera varia constantemente.
O importante do Zoom é que a distância focal varia (tracking) sem perder o foco, obtendo assim ima-
gens perfeitas.

2.6 - Lentes Íris Fixa

Íris - Em definição simples é a quantidade de luz que passa pela lente e penetra no interior da câmera.
Íris fixa significa que essas lentes não possuem o ajuste da quantidade de luz. São recomendadas para
ambientes com pequenas variações luminosas, como ambientes internos onde se faz o uso de luz artificial.
Para a utilização dessas lentes é necessário que as câmeras tenham um recurso chamado shutter ou
íris eletrônico, onde todo esse controle de luminosidade é feito pela câmera.

2.7 - Lentes Auto Iris

Sua função é manter o nível de luz correto no CCD da câmera.


Também são mais utilizadas em câmeras controladas, salvo alguns modelos que podem ser ajustadas
manualmente, porém não são recomendadas.
Elas funcionam como o olho humano alterando o diâmetro da lente, ajustando assim a imagem pra a
falta ou excesso de luz em um determinado ambiente através da abertura ou fechamento do íris.
Há dois tipos de lentes Auto Íris, a chamada DC e a chamada Vídeo.

1 Vídeo - quem comanda a abertura e o fechamento do íris é a lente, a câmera apenas alimenta e
fornece a lente uma amostra do sinal de vídeo. A lente analisa o sinal e faz as correções necessári-
as no íris.

& Vantagens e Desvantagens:

1. Uso Interno ou Externo


2. Custo Mais Alto
3. Melhor Alcance com a Variação Luminosa
4. Circuito de Controle Instalado na Lente

1 DC - o comando de abertura e fechamento do íris é feito na própria câmera que envia o sinal para os
motores da lente.

& Vantagens e Desvantagens:

1. Custo Mais Baixo que o do Tipo Vídeo


2. Custo de Controle Instalado na Câmera
3. Montagem fácil ( PIug and Play)

www.ceitel.com.br 05
Circuito Fechado de TV - CFTV

3.0 - Câmeras

Sua função básica é transformar os sinais refletidos pelos objetos em um pulso elétrico, que será trans-
formado mais tarde no sinal de vídeo composto.

São dividas em:

1 Cmos
& Menor Resolução
& Nescessita maior iluminação
& Não oferece manutenção
& Baixo custo

1 Color Cmos CCD


& Maior resolução
& Nescessita de pouca luz
& Custo alto

3.1- Resolução das Câmeras

Resolução é medida da qual.idade de imagem, ela representa a fidelidade à imagem que estamos
observando e que sem apresentada na tela do monitor, sendo ambos, resolução e qualidade de imagem,
relacionados, quanto maior for a reso1ução maior serà a qua1idade de imagem.
Na especificação de resolução, quanto maior o número de linhas horizontais, melhor sua resolução.

3.2 - Sensibilidade à Luz.

Sensibilidade à luz é a capacidade que a câmera tem de conseguir captar imagens nas diferentes con-
dições de iluminação de um ambiente ou em ambientes diferentes.
Utilizamos como parâmetro a mínima iluminação na qual a câmera pode operar e pra isso utilizamos
como escala métrica o Lux. Portanto, quanto menor o número de lux na especificação de uma câmera,
melhor.
As câmeras a cores não são tão sensíveis como as câmeras P/B, portanto necessitam de mais luz.
Então, onde utilizar P&B e onde utilizar Color?

0 Câmeras P/B deveriam ser usadas somente onde o nível de iluminação impede o uso de câmeras a
cores, devido a sua sensibilidade.
0 Câmeras a cores deveriam ser usadasl vendidas sempre que possível em ambientes onde a visuali-
zação de perspectiva é importante. No sistema P/B é muito difícil estabelecer as distâncias na ima-
gem. Em ambientes onde a circulação de pessoas ou objetos é muito intensa, a cor é essencial para
determinar-se detalhes, impossíveis de se obter em sistemas P/B.

www.ceitel.com.br 06
Circuito Fechado de TV - CFTV

Para localidades sem iluminação nenhuma é necessário utilizar-se câmeras infra- vermelhas.

Vantagens e Desvantagens dos Sistemas:

1 Sistema P&B

& Menor Custo.


& Opera cl Pouca Luminosidade
& Alta sensibilidade, supressão de reflexos.
& Baixissimo consumo.

1 Sistema Color

& Identificação Melhor.


& Observação Mais Fácil.
& Resolução: NTSC=250,920
& Imagem dinâmica, anti-reflexo.
& Filtro Infra Vermelho.
& Baixíssimo Consumo

4.0 - Suporles e Caixas de Proteção

Divide-se em:

1 Internas -Vantagens e Desvantagens

& Proteção mínima contra pó e sujeira.


& É melhor limpar o vidro da caixa de proteção do que limpar lente da câmera
& Dificulta que mexam na lente e na câmera

1 Externas- Vantagens e Desvantagens

& Devem suportar vento, chuva, calor, frio e pó.


& Protege a câmera de toda e qualquer ação da natureza, conservando e aumentando sua
vida útil.

5.0 - Monitores

Depois que o sinal de vídeo enviado pela câmera chega ao local onde será monitorado, ele deve ser
convertido pra sinal luminoso, essa conversão é feita através do monitof. Ele aparece com um aparelho de
televisão, mas não "pega" canais, pois não tem seleção de emissoras.
A escolha do monitor deve ser feita de acordo com cada projeto, levando em consideração o tamanho, a
quantidade e posicionamento. Afinal, é nele que teremos o resultado de todo os componentes do sistema,

www.ceitel.com.br 07
Circuito Fechado de TV - CFTV

então de nada adiantaria a utilização de câmeras de alta resolução, cabos de alta qualidade, lentes de ires
automático se o monitor fosse de má qualidade.
Muitas pessoas utilizam televisão ao invés de monitores, no entanto as televisões não foram
desenvolvidas para permanecerem ligadas durante todo o tempo, o que acaba diminuindo sua vida útil,
além de existir a possibilidade da pessoa que estiver vigiando os monitores colocar em um canal de alguma
emissora, desprezando assim a finalidade do C.F.T.V.

Obs: Quando o sistema de C.F. T. V for composto por mais de uma câmera, será necessária a utilização de
aparelhos para gerenciamento de imagens, que serão explicitados mais adiante.

6.0 - Time Lapse

Para fazermos o armazenamento das imagens geradas em um sistema de C.F. T. V que poderão vir as
ser utilizadas no futuro, faz-se o uso do time Lapse, que nada mais é do que um vídeo cassete especial que
utiliza fitas especiais destinadas a longas horas de
gravação.
O uso de vídeo cassete é desaconselhável porque assim coma a televisão, ele não foi projetado para
trabalhar durante todo tempo. Mesmo que se ele agüentasse trabalhar durante todo o tempo, o número de
fitas que teríamos de armazenar seria muito alto, tendo em vista que uma fita comum grava no máximo 6
horas. A fita do time lapse tem a capacidade de gravação de no máximo 960 horas

Vantagens e Desvantagens:

1 Economia de fita.
1 Maior tempo de gravação, evitando assim sucessivas substituições de fita.
1 Compatível sistema Color e P/B
1 Busca do alarme ou gravação em alta velocidade

6.1 - Modelos e Modos de Gravação de um Time Lapse

Os mais comuns são:

1 Gravação em 24 horas
1 Gravação em 960 horas
1 Gravação em 24 horas "Real Time"

1 Modos de Gravação:

& Gravação de 12 horas


& Grava 1 quadro a cada 6 -5 quadros/s
& Gravação de 24 horas
& Grava1 quadro a cada 12 -2.5 quadros/s
& Gravação de 48 horas
& Grava 1 quadro a cada 24 -1.25 quadros/s

www.ceitel.com.br 08
Circuito Fechado de TV - CFTV

7.0 - Gerenciamento de Imagens

Sistemas Multi Canais ou Multi Câmeras

Em quase todos os locais onde existe CFTV não utilizamos somente uma câmera, ao contrário empre-
gamos várias delas em pontos diversos.
Portanto surge a necessidade de fazermos o controle dessas câmeras para visualizá- Ias da forma
desejada.
Para fazermos o controle de poucas câmeras, não teríamos grandes problemas, mas para controle de
várias seria necessário aumentar o número de vigilantes, além do número de monitores.
O controle é feito através de gerenciadores de imagens, que tem como finalidade concentrar as ima-
gens e distribuir ao menor número de monitores possível e da forma desejada.
A seguir, mostraremos os equipamentos explicitando seu funcionamento e seus diferenciais.

7.1 - Seqüenciais de Video

Popularmente chamado de chaveadores são dispositivos que tem como função exibir as imagens das
câmeras em uma seqüência pré-programada ou não.
Os seqüenciais são desenvolvidos para uma capacidade de quatro ou oito câmeras, não necessitado
que eles utilizem a capacidade total para funcionarem.
A partir de oito câmeras o seqüencial passa a ser inviável, pois como sua demonstração é feita em
seqüência a muita perda de imagem, ou seja o tempo entre a apresentação da primeira câmera e a última é
demasiadamente longo.
Ex: Se programarmos cada câmera um tempo de 5 segundos, em um seqüencial de 8 câmeras, até o
seqüencial fazer toda a varredura e voltar a uma câmera inicial, perderemos 40 segundos, tempo mais que
suficiente para ocorrer um fato.
Eles operam em sistemas P&B ou Colorido, não sendo necessário a mudança de modelo ou equipa-
mento de um sistema pra outro.
Quando utilizamos a gravação com Time Lapse não devemos utilizar seqüenciais, devido ao fato de
estes não possuírem sincronismo com o gravador, gerando problemas na gravação como perda de quadros
e faixas no meio da imagem.

Resumindo, as vantagens e desvantagens são:


.
! Funcionam tanto em P&B como em Color.
! Não pode ser utilizado com time lapse
! lnviável para o uso de muitas câmeras.
! Fácil instalação, possui 4 ou 8 entras e a grande vantagem de ter 2 saídas para monitores.
! Há perda de imagem

www.ceitel.com.br 09
Circuito Fechado de TV - CFTV

! Baixo preço.
! Indicado para reduzir número de monitores em sistemas maiores

7.2 - Seqüenciais de Audio e Vídeo

Em cada entrada de vídeo uma entrada de áudio, possibilitando para cada imagem o áudio correspon-
dente.

7.3 - Quads

Através da digitalização das imagens o quad permite a divisão da tela do monitor em quatro quadrantes,
conseguindo assim mostrar simultaneamente quatro imagens.
Os quads possuem uma grande vantagem sobre os seqüenciais, pois podem mostrar quatro câmeras
em tempo real.
Com a tecnologia atual, os quad conseguem demonstrar as imagens em tempo real, isto é, não possui
atrasos ou perda de quadros em relação a cena.

Vantagens e Desvantagens:

! Há um modelo para P&B e outro modelo para Color


! Indicado para ser utilizado com time lapse.
! Fácil instalação.
! Preço razoável.
! Não há perda de imagem.
! Indicado para reduzir número de monitores em sistemas maiores.
! Pode usar entradas de alarmes.
! Recomenda-se utilizar monitores maiores de melhor resolução.
! Permite um upgrade fácil de sistemas existentes, isto é, podemos simplesmente trocar um swit-
cher velho pelo quad.

7.4 - Dual Quad

O Dual Quad possuem entrada para oito câmeras. No entanto ele não divide a tela em oito.Ele funciona
como se tivéssemos dois quads ligados em um seqüencial,primeiro ele mostra uma imagem com quatro
câmeras e em seqüência outras quatro.
Também é necessário um modelo para P&B e outro para o Color.

www.ceitel.com.br 10
Circuito Fechado de TV - CFTV

7.5 - Duplicador de Quad

Um produto de muita aceitação no mercado é o Duplicador de Quad , que junto com wn quad tem a
mesma função do Dual Quad, com a vantagem de menor custo.
As oito câmeras são ligadas no duplicador e ele ligado no quad. Então o duplicador primeiro manda a
imagem de 4 câmeras e depois das outras 4, fazendo assim o papel de dual quad.

7.6 - Multiplexer

O Multiplexador de imagem surgiu pra que pudéssemos gravar múltiplas câmeras em um só gravador,
mas além desse papel primário ele possui outros recursos, como o de divisor de imagem, podendo no caso,
o de 16 câmeras, dividir a tela em 4, 9 ou 16 câmeras, quer dizer, podemos ter até 16 câmeras simultanea-
mente apresentadas em um único monitor.
Ele consegue gravar até 16 câmeras em um só gravador utilizando o seguinte recurso, quando o grava-
dor vai gravar um quadro o multiplexador envia a imagem de uma câmera "x" e da para essa câmera um
número correspondente, no próximo quadro a ser gravado, pelo Time Lapse, o multiplexador envia o quadro
da próxima câmera "X + 1" e da pra ela um outro número correspondente. Quando o Multiplexador vai repro-
duzir uma câmera selecionada, ele busca no gravador o número correspondente aquela câmera e vai exi-
bindo na tela essas imagens, de maneira a somente reproduzir uma câmera selecionada, ele busca no gra-
vador o número correspondente aquela câmera e vai exibindo na tela essa imagens, de maneira a somente
reproduzir a câmera solicitada. A reprodução das câmeras também pode ser feita nos modos quad, 9 ou 16
câmeras, bastando a seleção dessas opções na hora de reproduzir a fita.
E importante demonstrar que independente do que é demonstrado na tela, o multiplexer grava da mane-
ira mencionada.
No mercado, há dois tipos de multiplexadores:

! Simples
Ele somente grava ou reproduz, ou seja: Se ontem ocorreu um evento e hoje nós vamos assistir a
fita dessa ocorrência, durante o período de reprodução o MuJtiplexador não envia a imagem das
câmeras para o gravador, isto é, ou ele grava ou reproduz e quando o Multiplexador esta no modo
de gravação, ele não consegue dividir a tela no formato Quad, 9 ou 16 imagens, somente apresenta
tela cheia ou seqüencial.
! Duplex
Ao contrário do Simplex pode gravar e reproduzir simultaneamente com a utilização de dois grava-
dores, quer dizer, enquanto assistimos a uma fita gravada anteriormente ele continua mandando
imagens para o outro gravador, e quando o Multiplexador é colocado no modo de gravação ele con-
tinua dividindo a tela em formato Quad (4,9, ou 16 câmeras)

7.7 - Controlador por Computador

Existe no mercado uma nova linha de gerenciadores de imagens. Esta nova linha passa a ser controla-

www.ceitel.com.br 11
Circuito Fechado de TV - CFTV

da por computador e tem uma enorme diferença entre os tipos de controladores já apresentados, com a van-
tagem de utilizarmos as mesmas câmeras dos sistemas antigos.
Está disponível em vários modelos, pois há a possibilidade de conexão de quatro, oito ou dezesseis
câmeras e também quanto a escolha do número de FRAMES.
FRAMES é o número de quadros por segundo que há em uma imagem.
Por exemplo: Um sistema de filmagem convencional possui 32 quadros por segundo, é como se a cada
segundo fossem tiradas trinta e duas fotos e depois todas fossem colocadas em seqüência, montando
assim um filme.
Com esse sistema, não é mais necessário o uso do seqüênciais, quads, multiplexer,time lapse e até
mesmo do monitor porque o computador passa a controlar a câmera do modo desejado, toda a gravação
passa a ser feita no disco rígido do computador e podemos vizualizarmos as imagens através do próprio
monitor do computador, diminuindo assim os custos.

Este sistema é dividido nas seguintes partes:

! Captura de Video: é basicamente uma placa que é conectada a placa mãe do computador
que fica dentro da CPU do computador e serve para que possamos conectar as câmeras ao
computador.
! Software : responsável pelo controle das câmeras, através dele podemos fazer o controle
necessário das câmeras conectadas.

A grande vantagem deste sistema é que por estarmos utilizando o computador a imagem passa a ser
toda digital, melhorando assim a qualidade da imagem.Desta forma podemos fazer até modificações na
imagem como zoom digital, congelamento de imagem, transmissão de imagens via Internet, podendo
assim fazer a monitoração de qualquer lugar do mundo, sendo somente necessário que os dois computado-
res estejam conectados a rede.

8.0 - Amplificadores de Vídeo

O amplificador de vídeo se torna necessário em um CFTV onde exista uma ou mais câmeras localiza-
das a mais que x metros da central do sistema.
Os amplificadores de vídeo Nitrix possuem ajuste de ganho para que sinal seja amplificado com a máxi-
ma qualidade.
Os Amplificadores de vídeo devem ser utilizados sempre quando um link ultrapassar 80 metros. (com o
uso do cabo coaxial RG59)
Se a distância exceder o máximo permitido, o Amplificador deve ser instalado sempre na metade do link
entre os dois equipamentos
Ao instalar o amplificador deve-se ajustar o tripot de ganho até que a imagem fique perfeita no monitor.
Se o link ultrapassar 80 metros e não for instalado o amplificador, nota-se uma distorção na parte superior
da imagem no monitor.

www.ceitel.com.br 12

Você também pode gostar