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Quinta-feira • 30 de junho de 2016 •
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VILA NOVA DE FOZ CÔA

Governo mantém Côa Parque

Ministro da Cultura reconhece que é necessária uma «profunda reestruturação», mas considera que o cenário «mais viável» para gerir o museu e o parque arqueológico é «a continuação

do modelo de fundação»

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REGIÃO

Nascimentos aumentaram em 2014

A taxa de mortalidade diminuiu nas Beiras e Serra da Estrela e as mulheres tiveram mais filhos que em 2013, mas a taxa de natalidade da região continua a ser, a par da Beira Baixa, a mais

baixa da região Centro

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VILAR FORMOSO

Arranca construção do Memorial aos refugiados da IIª Guerra Mundial

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do Memorial aos refugiados da IIª Guerra Mundial _ 6 862 30 junho 2016 Ano 15

862

30 junho 2016 Ano 15 quinta-feira 0.70 iva incluído Diretor: Luís Baptista-Martins

Impasse no Hotel Turismo por 180 mil euros A Visabeira Turismo já foi notificada da
Impasse no Hotel Turismo
por 180 mil euros
A Visabeira Turismo já foi
notificada da adjudicação
da unidade guardense,
mas recusa-se a pagar
rendas antes da abertura
do hotel, o que pode in-
viabilizar negócio Pág.5

Câmara da Guarda repara casas degradadas de famílias carenciadas

Numa medida inédita, a autarquia decidiu destinar 100 mil euros para fazer obras nas habitações de 13 famílias do concelho que vivem em situação de grande fragilidade económica Pág.5

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2 • • Quinta-feira • 30 de junho de 2016

Quinta-feira 30 de junho de 2016

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Álvaro Amaro n a v a l h a
Álvaro Amaro
n a v a l h a

Embalado pelo sucesso das marchas de S. João… o presidente da Câmara da Guarda apontou um novo objetivo de que até agora pouco ouvíramos falar para os lados da autarquia: a solidariedade e o combate à

pobreza. «Tirar algumas famílias do limiar da pobreza» e «conferir dignidade habitacional»

é o desafio iniciado esta semana com a apli-

cação de 100 mil euros na reabilitação das casas particulares degradadas de 13 famílias carenciadas do concelho. Mas há mais, os guardenses com menos recursos também vão poder beneficiar de uma comparticipa- ção extra dos seus medicamentos.

Fundação Côa Parque

O modelo de fundação criado para a gestão do Parque Arqueológico e do Museu do Côa vai manter-se. O Governo considera que é a solução «mais viável», embora ne- cessite de uma reestruturação. O ministro

da Cultura esteve em Vila Nova de Foz Côa

e reuniu com os trabalhadores, a quem ga-

rantiu a manutenção dos postos de trabalho.

No entanto, ainda ninguém sabe em que vai consistir a reestruturação anunciada e qual será o novo modelo de financiamento. Dúvidas que urge esclarecer o mais rapida- mente possível.

Dúvidas que urge esclarecer o mais rapida- mente possível. Beiras e Serra da Estrela Embora os

Beiras e Serra da Estrela

Embora os últimos indicadores demo- gráficos apresentados pelo INE revelem uma subida da Taxa de Natalidade e uma diminuição das Taxa de Mortalidade nas Beiras e Serra da Estrela, os dados conti- nuam a ser preocupantes. A população está cada vez mais envelhecida e o número de nascimentos pode ter subido três décimas, mas permanece o mais baixo da região Centro, não sendo por isso suficiente para travar uma diminuição irreversível da população.

Hotel Turismo

Estará cada vez mais distante a re- abertura do Hotel Turismo da Guarda. O Turismo de Portugal, atual proprietário do imóvel, já notificou a Visabeira Turismo da adjudicação com vista ao arrendamento da unidade, mas o grupo empresarial não quer pagar rendas antes da abertura do novo hotel. O impasse está para durar e pode até culminar na desistência do único candidato admitido. Fechado desde finais de 2010, o futuro do emblemático Hotel Turismo continua, por isso, ameaçado.

do emblemático Hotel Turismo continua, por isso, ameaçado. ENTRE VISTA CARA A CARA P E R

ENTRE

VISTA

CARA A CARA

P E R F I L João Azevedo Presidente da Liga dos Combatentes - Covilhã
P
E
R
F
I
L
João Azevedo
Presidente da Liga dos Combatentes
- Covilhã
Idade: 71 anos
Profissão: Bancário reformado
Currículos: Presidente da Liga dos Com-
batentes da Covilhã desde 1986
Naturalidade: Covilhã
Livro preferido: “A tropa vai fazer de ti
um homem”, Juvenal Sacadura Amado
Hobbies: Liga dos Combatentes

«A prenda ideal seria a construção de um centro de dia»

P- O Núcleo da Liga dos Comba- tentes da Covilhã está a comemorar 90 anos, o que significa esta data? R- Estes 90 anos são uma data muito forte, é um número redondo, que mereceu umas comemorações dignas e esperemos que venham mais 10 anos para podermos celebrar os 100 anos. Estamos muitos contentes com esta data. Ao longo destes 90 anos passou pela Liga muita gente, desde a sua fundação, que se iniciou como apoio aos combatentes da Grande Guerra e depois os combatentes do Ultramar, ainda somos muitos.

P- Qual seria a prenda ideal que a direção da Liga gostaria de receber nesta ocasião? R- A prende ideal seria a concre- tização de um sonho. Nesta altura gostaríamos de ter construído um

centro de dia e lar para os nossos só- cios. Infelizmente falta dinheiro para que possamos avançar com esta obra, que, por enquanto, está em “standby”.

A Comunidade Europeia não nos dá

cobertura financeira e vamos ver se

se aproveitam as linhas de crédito que

existem. Temos recebido apoios locais para este projeto, mas não podemos exigir muito mais, já a nível nacional poderia haver mais disponibilidade.

já a nível nacional poderia haver mais disponibilidade. P- Quais são as principais carên- cias da

P- Quais são as principais carên- cias da associação? R- Precisamos de uma sede maior para desenvolvermos as nossas ati-

vidades. Embora a sede não seja pe- quena, com as atividades que temos

já precisávamos de outras instalações.

Felizmente temos um bom número de sócios porque se contássemos apenas como os apoios externos nada faríamos. Temos cerca de 950 sócios, o que nos dá uma boa cotização.

P- Que serviços e atividades a associação proporciona aos asso- ciados? R- Neste momento estamos com o Centro de Apoio Médico Social, onde temos uma psicóloga, uma assistente

social, um médico e uma enfermeira. Depois ajudamos em toda a parte burocrática que os nossos associados vão precisando, alguns já na reforma e outros a caminhar para lá.

P- O país tem valorizado e apoia- do condignamente os antigos com- batentes? R - Isto está muito aquém do apoio que desejávamos. Os combatentes en- veredaram por uma situação de reivin- dicações quase monetárias, deixando para segundo plano as reivindicações principais, que, para mim, é o apoio à terceira idade, que não está consagrado e não está a ser feito por ninguém. Ape- nas a Liga dos Combatentes tem feito isso por iniciativa própria. Já pedimos

à Segurança Social e ao Ministério da

Defesa que tenham atenção a esta situa- ção. Não é por falta de reivindicação da Liga dos Combatentes, mas a verdade é que não passamos disto e continuamos todos na mesma, mas a cada ano mais velhos.

P- Em relação à Covilhã, quais são os objetivos? R - Estamos em negociação com

a Câmara Municipal para um novo

espaço. No mês de agosto iremos fazer

no Tortosendo a reabilitação do monu- mento de homenagem aos combatentes e vamos tentar fazer alguma interven- ção no monumento da Covilhã. Vamos também continuar com o nosso jornal trimestral.

Quinta-feira 30 de junho de 2016

Quinta-feira • 30 de junho de 2016 • • 3

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Quinta-feira • 30 de junho de 2016 • • 3 opinião André Barata O BE e
opinião André Barata
opinião
André Barata

O BE e o referendo à UE

Cada vez há menos dúvidas sobre o sucesso da solução governativa que permitiu pôr termo ao

período austeritário em Portugal. E menos dúvidas há de quanto essa solução se ficou a dever à atitude do Bloco de Esquerda, capaz de guardar diferendos e convicções em prol de um interesse maior, aos olhos de muitos genuinamente da ordem do interesse nacio- nal. O caminho que Portugal levava não levava a lado nenhum, nem económica, nem socialmente. As últimas notícias sobre o bom curso da execução orçamental são um verdadeiro alívio. Afinal, apesar dos muitos

e significativos riscos associados à opção, largar a

austeridade, devolver poder de consumo digno, é um caminho que funciona. Compreende-se à luz disto que quaisquer sanções de Bruxelas sobre Portugal só possam ser recebidas como

um ato de prepotência inaceitável. Há coisas que não se fazem. E das quais é necessário tirar consequências

à altura. Uma delas é precisamente não deixar de ter a

Comissão Europeia à altura da crítica dos governos, dos

partidos e dos cidadãos nacionais. Por exemplo, susci- tando, da maneira que for possível, por mais informal que seja, um pedido de demissão da Comissão Europeia. Nas mãos desta, a União Europeia bem pode dar-se por entregue a coveiros. Os mesmos que, diante da saída do Reino Unido, como se nada fosse com eles, exigem que estugue o passo e saia depressa. Os mesmos que,

diante da crise dos refugiados, preferem pagar para que a Turquia faça o trabalho sujo. Mas, o BE que tanto contribuiu para resgatar Portugal do falso resgate a que se chamou Austeridade não devia, como entretanto fez, pôr sobre a mesa um referendo nacional sobre a continuidade de Portugal na União Europeia. Comete três erros: em primeiro lugar, a possibilidade de um Portugal de partida ainda não foi seriamente considerada no debate público português, pelo que referendá-la seria manifestamente precipitado. Além de pouco sério, é enviesado. Pois, um referendo como resposta de censura a um ato da Comissão Europeia é o mesmo que dizer um referendo com voto pré-sinalizado, de saída. Por fim, pior do que tudo, é muitíssimo destrutivo diante da dificílima situação em que caiu o Reino Unido e a UE. Nem o primeiro, a braços com uma profundíssima crise que pode abalar mesmo a sua integridade nacional, merece que se precipitem imediatamente outros referendos, nem realmente é provável que a UE se dê ao luxo de se submeter à câmara de tortura de sucessivas amputa- ções. O mais provável é que, diante da possibilidade de mais “rederendexits”, os próprios estados-membros fundadores, ou simplesmente os mais poderosos, designadamente o eixo franco-alemão, ponham um ponto final no melhor e mais ambicioso projeto de paz que a Europa concebeu em toda a sua História.

 

editorial

  editorial
 

Luís Baptista-Martins

baptista-martins@ointerior.pt

 

Exit

Na última semana ocorreram duas fatalidades. Ambas por força da soberana vontade popular. O referendo no Reino Unido sobre a continuidade ou não dos britânicos na União Europeia, com o “Brexit”

a

vencer; e as eleições “gerais” em Espanha, cujo resultado foi similar

ao anterior, ou seja, seis meses depois Espanha continua em suspenso.

 

A

língua inglesa, a mais utilizada das línguas oficiais e o idioma

utilizado pela generalidade dos políticos, eurocratas e funcionários

poderá deixar de ser utilizada oficialmente em Bruxelas. Esta é apenas uma das muitas consequências do “Brexit” – e já há uma proposta nesse sentido.

 

O

governo do demissionário e errante James Cameron não tem

pressa, pois percebeu o problema em que meteu Inglaterra e de cujas

consequências todos falamos mas que na verdade são incomensu- ráveis. O voto inglês é considerado como o resultado do medo e do

populismo, mas é também o resultado da aspiração do povo a recuperar

a

soberania e é um voto contra o poder pouco democrático e quase

ilegítimo dos eurocratas. O “Brexit” pode ter sido um voto dos mais velhos, dos que ainda acreditam no regresso da Grande Inglaterra, do mundo rural, dos ignorantes… Mas é uma escolha legítima contra os excessos da Comissão, contra a falta de democracia e legitimidade com que em Bruxelas tudo se decide sem respeitar as pessoas, os cidadãos, e a suas vontades ou opções. O “Brexit” é uma fatalidade

para a Inglaterra e para a Europa porque pode ser o princípio do fim do projeto mais extraordinário que os europeus criaram em prol da paz, da concórdia e pelo desenvolvimento europeu. Mas para além do abrir da caixa de Pandora, não devemos esquecer que o País de Gales foi uma das regiões que mais fundos de coesão recebeu da Europa, que o Reino Unido não tinha de cumprir o Pacto de Estabilidade (nem aderiu ao Euro) e que estava longe de estar entre os maiores contribuintes líquidos da União (lista encabeçada pelo Luxemburgo com 422,25por cidadão, seguido Suécia com 396, Dinamarca, 393, Holanda 379, …, Alemanha 319,… Espanha 214, Reino Unido 176, …, Portugal 156, …, e no fim da lista Hungria 90, Roménia 67e Bulgária 55). Ou seja, o Reino Unido, que entretanto também se pode desintegrar, optou pelo isolacionismo, não garantiu o futuro dos seus jovens, mas

é

o país com maior crescimento da Europa nos últimos 30 anos e com

uma taxa de desemprego “ridícula” de cerca de 5 por cento. A frente

populista vai crescer por toda a Europa. E cada vez mais irão defender menos Europa, quando o que precisamos é mais Europa, mas Europa mais democrática, mais solidária, mais tolerante e igualitária. O que comprova o “Brexit” é que os europeus viram as costas a uma Europa cheia de regras, incapaz de se reinventar, que não cresce e que defende

a

austeridade e a opressão.

 

A

outra tragédia, a espanhola, diz-nos diretamente respeito. É

o

nosso vizinho ibérico e parceiro social e económico (o segundo

destino das nossas exportações e o nosso segundo fornecedor) mas o maior cliente das nossas pequenas e médias empresas e também fornecedor essencial na pequena empresa ou nas grandes opções financeiras. A falta de governo em Espanha, o adiamento de reformas, o protelar decisões tem uma influência determinante na nossa economia e na nossa vida. PS: O jornal “Reconquista”, de Castelo Branco, é o grande vencedor do Prémio Gazeta de Imprensa Regional 2016. Os prémios Gazeta são os mais importantes prémios de jornalismo em Portugal, são atribuídos pelo Clube de Jornalistas e têm o Alto Patrocínio da Presidência da República. O “Reconquista” é o terceiro jornal da Beira Interior a receber tão elevada distinção, antes já venceram os prémios Gazeta o “Jornal do Fundão” e “O INTERIOR” – o único a merecer tão distinto galardão no distrito da Guarda.

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Quinta-feira 30 de junho de 2016

EmFoco

Nascimentos aumentaram na região em 2014

A taxa de mortalidade diminui nas Beiras e Serra da Estrela e mulheres têm mais filhos que em 2013

e Serra da Estrela e mulheres têm mais filhos que em 2013 Ana Eugénia Inácio Contrariando

Ana Eugénia Inácio

Contrariando a tendência nacional, em 2014 a Taxa de Na-

talidade (TN) das Beiras e Serra da Estrela subiu três pontos percentuais comparativamente

a 2013, isto é, passou de 5,6

por cento para 5,9 permilagem. Embora seja uma evolução po- sitiva, continua a ser, a par da Beira Baixa, a taxa mais baixa da região Centro, cuja média é de 6,8 permilagem. Já a nível na- cional, em 2014 a TN foi de 7,9 permilagem, revelam os dados divulgados pelo INE. Se olharmos para a Taxa de Mortalidade (TM) existe um ce- nário idêntico. Em 2014 a média foi de 14,5 permilagem, inferior a 2013, quando se registaram 15 permilagem. Os valores são su- periores à TM média do Centro (11,7 permilagem) e nacional (10,1 permilagem). Atrás das Beiras e Serra da Estrela só a NUT III da Beira Baixa, com 16,5 permilagem. O mesmo documento divulga também o índice de fecundidade geral, que corresponde, ao número de nas- cimentos por cada 1.000 mulhe- res em idade fértil (entre os 15 e 49 anos de idade). No caso das Beiras e Serra da Estrela o índice situa-se em 30 permilagem (em

DR
DR

Na região as mulheres têm em média 1,12 filhos, a mesma da região Centro, segundo os últimos dados do INE

2013 era de 28,2 permilagem), sendo a média da região Centro de 31 permilagem e a nacional de 34,3 permilagem, um aumen- to de duas décimas em relação a 2013, que estava em 30,8 permilagem. Já o índice sintético de fecundidade (número médio de crianças nascidas por cada mulher em idade fértil) é de 1,12 filhos. Esta média é também a da região Centro. À frente das Beiras e Serra da Estrela só a

NUT III do Oeste, com 1,19 filhos por mulher. Por sua vez, o índice sintéti- co de fecundidade nacional é de 1,23. Se compararmos a 2013, nas Beiras e Serra da Estrela as mulheres tinham menos filhos, 1,05, e na região Centro a média estava em 1,11 filhos. Ainda no documento sobre Indicadores Demográficos é referido a idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho. Também neste

caso a médica das Beiras e Serra da Estrela é igual à do Centro, 30,1 anos e por sua vez superior em uma décima à nacional, que está nos 30 anos. Ambas subi- ram quando compradas a 2013, estavam em 29,9 anos. Contactado por O INTE- RIOR, o Coordenador do Obser- vatório para o Desenvolvimento Económico e Social (ODES) da UBI lembra que «temos umas das TN mais baixas da Europa

e no caso do interior é a taxa

mais baixa do país», pelo que,

embora não muito significativo

é «positivo» o aumento regista-

do. Para José Pires Manso, «já batemos no fundo e existe a necessidade de aumentar a TN»,

mas resta saber se os números respeitantes a 2014 se tratam de um aumento conjuntural «po- dendo não se verificar no ano seguinte», ou se pelo contrário

é estrutural «com uma inversão da tendência». Apesar do investigador pre-

ferir a segunda opção, sabe que

é difícil por «temos uma popu-

lação muito envelhecida, com poucos jovens. Existe um saldo negativo», pelo que também

é natural haver uma taxa de

mortalidade mais elevada. As-

sim, o aumento da natalidade

é «urgente», para Pires Manso,

mas o investigador teme que em Portugal não haja popu- lação suficiente para que se possa repor um saldo positivo nos próximos anos e lembrou um estudo que revela que, «em 2050, Portugal terá apenas 6 ou 7 milhões de habitantes. Nem a possibilidade da chega- da de emigrantes o faz antever um cenário mais positivo, pois «não existe emprego em Portu- gal e muito dificilmente haverá pessoas a fixarem-se».

GUARDA

Feira de antiguidades regressa no domingo

A Feira de Antiguidades e

Colecionismo está de volta à Praça Velha e Rua do Comércio, na Guarda, no domingo. Organizada pela autarquia,

a iniciativa está programada

para o primeiro domingo de cada mês até outubro e a primei-

ra começa pelas 10 horas do dia

3 de julho para atrair visitantes, turistas e colecionadores de

toda a região ao centro histórico da cidade mais alta. Tal como no ano passado, a organização volta a apostar numa forma mais prática de sombreamento dos

expositores e num programa de animação complementar. As próximas edições da feira

realizar-se-ão a 7 de agosto, 4 de setembro e a última a 2 de outubro.

IPG

Engenharias divulgadas para alunos do secundário e profissional

Entre segunda e a próxima sexta-feira vai decorrer no Insti- tuto Politécnico da Guarda (IPG) uma atividade denominada “Eu sou engenheiro”.

O objetivo é promover junto

dos alunos do ensino secundário

e profissional da região um con-

junto de atividades que lhes per- mitam experimentar as diversas

áreas da Engenharia lecionadas na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPG, como Informáti- ca, Civil, Topográfica e Energia e Ambiente. O programa decorrerá

diariamente, das 9h30 às 17h30, de 4 a 8 de julho. Os interessados

podem obter mais informações e inscrever-se em www.eusouenge- nheiro.ipg.pt .

FUNDÃO

Concurso de fado “Amália Rodrigues” no domingo

A quarta edição do concurso

de fado “Amália Rodrigues” acon- tece no domingo, no Fundão.

A iniciativa destina-se a

todos os fadistas amadores, a partir dos 15 anos, sendo ante- cedida de ensaios, a partir das

10 horas, no Casino Fudanense onde poderão ser eliminados os concorrentes que não pre- encham os requisitos. As finais decorrem no Largo da Capela do

Calvário, a partir das 21h30. Or- ganizado pelo município, o con- curso destina-se a divulgar os

novos talentos na área do fado

e é uma homenagem a Amália

Rodrigues, a maior fadista de todos os tempos, que teve raízes

familiares no Fundão. O júri de seis elementos será constituído por um fadista profissional e uma fadista local, professores do curso de Música da Escola

Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART), um vereador da autarquia e um convidado

com experiência em guarda- roupa. O vencedor irá receber 250 euros e vai gravar uma maqueta profissional nos estú- dios da ESART com a produção de Custódio Castelo. O segundo classificado terá direito a 200 euros e o terceiro a 150 euros.

COVILHÃ

Autarquia quer criar Gabinete de Apoio ao Emigrante

A Câmara da Covilhã vai

criar um Gabinete de Apoio ao

Emigrante, que irá funcionar no Balcão Único.

O anúncio foi feito por Vítor

Pereira, que explicou que a me- dida surge no âmbito do Simplex Municipal, que se destina a desen- volver medidas de simplificação administrativa favorecendo a articulação e coordenação de

um conjunto de instrumentos. O Gabinete de Apoio ao Emigrante vai prestar apoio a cidadãos que pretendam emigrar e a quem já se

encontre a residir e trabalhar no estrangeiro. «Apoiar, incentivar

e acompanhar os cidadãos que

regressem definitivamente ao concelho da Covilhã, bem como cidadãos estrangeiros que pre- tendam fixar-se na cidade», são

outras valências, declarou o edil covilhanense. «Vamos ter mais um serviço importante na nossa cida- de, queremos prestar todo o apoio aos emigrantes, abrangendo todas as nacionalidades, é uma medida

de apoio que vamos implementar brevementeequeestárelacionada com outras que temos vindo a tomar para simplificarmos pro- cessos», sustentou Vítor Pereira.

EmFoco

Quinta-feira 30 de junho de 2016

E m F oco Quinta-feira • 30 de junho de 2016 • • 5

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GUARDA

Câmara reabilita casas degradadas de famílias carenciadas

A Câmara da Guarda vai desti- nar 100 mil euros para fazer obras

nas casas de 13 famílias carencia- das do concelho. A decisão foi apro- vada por unanimidade na reunião do executivo de segunda-feira, o mesmo acontecendo com o regu- lamento para a comparticipação de medicamentos aos guardenses com menores recursos. No primeiro caso, o objetivo é

requalificarhabitaçõesparticulares entãoÁlvaroAmaro.Nessesentido,

a Câmara vai celebrar protocolos

com as farmácias do concelho. Após

a aprovação na AM, a autarquia irá

«instituir um sistema» para creden-

ticiado (ver edição de 12 de maio),

a medida, que tem uma dotação de

25 mil euros para 2016, destina-se

a apoiar os munícipes com dificul-

dades económicas e garantirá uma

entrar em vigor alguns dias depois. Tal como O INTERIOR já tinha no-

comparticipação «em 80 por cento de todos os medicamentos pres- critos pelo médico mas na parte suportada pelos doentes», disse

degradadas de 13 famílias residen- tes nas freguesias de Benespera (uma), Codesseiro (uma), Marme- leiro(duas),Maçainhas(duas),Pera do Moço (duas), Panoias (duas), União de Freguesias de Rochoso

ciar os beneficiários desta compar- ticipação. «É mais uma promessa

e Monte Margarida (duas) e Vila

e que estamos a cumprir. Não sei

intervençõesvãodecorrer«emarti- quantovaicustarestamedida,mas

não é por aí que a Câmara vai entrar em rutura financeira», afirmou o

presidente. Nesta sessão, o executivo aprovou por unanimidade a atri- buição de mais de 39 mil euros

à Junta de Freguesia da Guarda

para a manutenção e conservação

de caminhos não pavimentados

e a ampliação do cemitério da

Guarda-Gare, entre outras inicia- tivas. A Câmara deliberou ainda apoiar o NERGA e a ACG com um total de 10 mil euros para que estas entidades «prestem melhor serviço aos seus associados». No entanto, o socialista Joaquim

Carreira considerou o montante «diminuto»: «Podia passar para

o dobro porque há situações

complicadas nestas duas institui- ções», disse o vereador.

que fiz na campanha autárquica

Cortês do Mondego (uma). Estas

culação com as Juntas de Freguesia, que vão contratar os empreiteiros»

e destinam-se a «tirar algumas

famílias do limiar da pobreza», justificou Álvaro Amaro no final

da reunião. Aos jornalistas, o edil adiantou que as famílias contem- pladas resultam da análise de um relatório dos serviços sociais do município, mas também de casos concretos que conheceu aquando da entrega de cabazes de Natal:

«Dói-me saber que há famílias em situações de pobreza extrema, pelo que compete à Câmara tudo fazer para lhes conferir dignidade habitacional»,sublinhouoautarca.

Já o Regulamento Municipal

para Atribuição de Compartici- pação em Medicamentos vai ser apreciado na Assembleia Municipal (AM), marcada para hoje, e deverá

«TMG não tem os dias contados»

«O TMG não tem os dias con- tados, pelo contrário, tem até mais dias a contar», disse Álvaro Amaro na última reunião de Câmara a propósito da manchete da sema- na passada de O INTERIOR– que noticiou que o Teatro Municipal da Guarda deverá dar lugar ao Teatro da Guarda (TdG), a futura designa- ção do complexo cultural da cidade.

O presidente da autarquia

disse-se «chocado» com o títu- lo principal da última edição e acrescentou que foi o termo «mais benevolente» que encontrou por-

que «a notícia de primeira página

é mentira». Contudo, durante a

sua intervenção na abertura do

período de antes da ordem do dia,

o edil não desmentiu o conteúdo da

notícia,confirmandoqueomunicí-

pio ouviuváriosparceiros«locaise

nacionais»aquempediusugestões

sobre a possibilidade de criação de uma régie cooperativa para

gerir o TMG, conforme noticiou O INTERIOR. «Há todo um caminho a

percorrereéoqueestamosafazer, jardim do Largo Frei Pedro. «Não

estranhamosqueoSIACtenhasido

mais caro em quase 50 por cento,

mastambémnãonosescandaliza»,

tanto mais que este Orçamento de Estado abriu a possibilidade de se criarem novas figuras de gestão para os equipamentos culturais, no-

final de 29.684 euros, mais 9.684

euros que o orçamento inicial. E revelou que os responsáveis já

do TMG». No mesmo período, o presidente anunciou que o Sim- pósio Internacional de Arte Con- temporânea (SIAC), que terminou no passado dia 14, teve um custo

oitomilpessoasforamaatividades

29 de abril a 24 de junho, «mais de

meadamente com o envolvimento de entidades locais e até nacionais. Este é um caminho», sublinhou Álvaro Amaro, que acrescentou «nunca ter prometido um Teatro Nacional na Guarda». «O que disse é que faria todos os esforços para isso e este é um caminho», adiantou, revelando de

estão a trabalhar numa segunda edição. Até lá, a Câmara adiantou que vai instalar as esculturas criadas nesta quinzena no TMG, no Largo da Estação, na zona da BMEL/CEI, nos separadores existentes frente à marisqueira “O Caçador” e à “Madrilena” e no

declarou Joaquim Carreira

Reabertura do Hotel Turismo depende

de 180 mil euros

A Visabeira Turismo já foi notificada da adjudicação da unidade guardense, mas recusa-se a pagar rendas antes da abertura do hotel

AR
AR

Arrendatário vai ter que fazer obras e poderá comprar imóvel nos dez primeiros anos do contrato por 1,7 milhões de euros

Luis Martins posição partilhada pela autarquia guardense, que, de resto, votou contra a adjudicação no

Luis Martins

posição partilhada pela autarquia guardense, que, de resto, votou contra a adjudicação no seio do júri formado com o Turismo de Portugal, atual proprietário do imóvel, e representantes do Ministério das Finanças. «Antes da notificação a empresa nun- ca aceitou aquelas condições e duvido que o faça agora porque

o Estado obrigado a promover uma terceira hasta pública o mais rapidamente possível». O tema Hotel Turismo foi introduzido por Joaquim Carreira, mas a propósito do «estado de abandono» a que estão votados os espaços verdes e o edifício. «É uma imagem de desleixo e o seu estado atual não é dignificante», disse o vereador socialista. Álvaro Amaro respondeu dizendo que a Câmara já alertou «quem de di- reito, até em termos de segurança

Cerca de 180 mil euros es- tão a bloquear o arrendamento, com opção de compra, do Hotel Turismo da Guarda por parte da Visabeira Turismo. Esse é o valor

das rendas a pagar entre o mo- mento da assinatura do contrato

e

a abertura da unidade, mas que

está juridicamente respaldada

o

grupo empresarial entende não

nesta posição», acrescentou o presidente do município, para quem o que está agora em causa

dever liquidar antes da entrada

em funcionamento do futuro

hotel e que o Turismo de Portugal

é

«a Visabeira aceitar e assinar

porque hotel tem sido “visitado”

e

o Ministério das Finanças não

o

contrato, ou desistir ficando

durante a noite».

abdicam. «A Câmara da Guarda já manifestou disponibilidade para pagar esse montante, encontran- do o enquadramento legal para tal, para desbloquear o processo, mas o Turismo de Portugal e so- bretudo o Ministério das Finanças não abdicam desse dinheiro», disse Álvaro Amaro a O INTERIOR no final da reunião de Câmara da passada segunda-feira. Nesta ses-

são, no período de antes da ordem do dia, o presidente da Câmara da Guarda anunciou que o Turismo de Portugal já notificou a Visa- beira da decisão de adjudicação do arrendamento, com opção de compra, do Hotel Turismo. No entanto, o edil não escondeu a sua preocupação relativamente

à conclusão do procedimento.

«Este processo é vítima das situ- ações incríveis da administração central», criticou Álvaro Amaro. Tudo porque o grupo Visa-

beira considera que não tem de

pagar rendas até à abertura da unidade – cerca de 5.000 euros por mês durante 36 meses –, uma

Quatro anos para reabrir unidade

A Visabeira Turismo foi o concorrente escolhido para reabrir

o Hotel Turismo da Guarda, que deverá ostentar a marca “Monte-

belo”. O grupo, que gere atualmente seis unidades hoteleiras de cinco e quatro estrelas no distrito de Viseu e em Aveiro, passou à fase de negociações com o Turismo de Portugal na segunda hasta

pública realizada em 2015, após um primeiro procedimento ter ficado deserto. Se este negócio se concretizar, a Visabeira Turismo terá que realizar obras de recuperação do edifício e abrir o hotel, encerrado desde finais de 2010, num prazo de quatro anos. O contrato de arrendamento vigorará por 30 anos e renovar-se-á automaticamente por 15 anos, salvo decisão em contrário de alguma das partes. Nesse período, o futuro adjudicatário poderá comprar o imóvel, uma opção a exercer nos dez primeiros anos do contrato, por 1,7 milhões de euros, «um valor atualizável à taxa de 2 por cento ao ano, capitalizável anualmente», refere o caderno de encargos. Se tal acontecer, o potencial proprietário terá direito a abater as rendas pagas, sendo que a dedução será de 70 por cento se exercer a opção de compra até 4 anos; de 50 por cento se fizer após o quarto ano e até ao sétimo; e de 25 por cento entre o sétimo e o décimo ano. O edifício onde funcionou o Hotel Turismo da Guarda foi vendido em maio de 2011 pela Câmara da Guarda, então liderada pelo socialista Joaquim Valente, ao Turismo de Portugal, por 3,5 milhões de euros, para ser recuperado e transformado em hotel de charme com escola de hotelaria, mas o projeto não saiu do papel

e o imóvel está de portas fechadas e a degradar-se desde então.

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Quinta-feira 30 de junho de 2016

S
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Sociedade

SAÚDE

ULS Guarda assina protocolos de cooperação com CHUC

A Unidade Local de Saú- de (ULS) da Guarda assinou na segunda-feira dois proto- colos de cooperação com o Centro Hospitalar e Univer- sitário de Coimbra (CHUC), numa cerimónia presidida por Adalberto Campos Fer- nandes, ministro da Saúde. Um dos protocolos prevê

a cooperação entre as entida-

des no campo da imagiologia.

O segundo visa a colaboração

nas áreas técnicas, documen- tação informação, formação

especialização, investigação

e prestação de serviços de

saúde, havendo a possibili- dade de ser alargado a outras áreas funcionais.

BELMONTE

“Há Música no Coreto” começa com comédia

Regressa hoje o ciclo “Há Música no Coreto”, em Belmonte, uma iniciativa da autarquia para revitalizar os coretos existentes no concelho. A primeira proposta está a cargo dos Bang Co- medy Gang, que atuam esta noite (21h30) no coreto do Jardim Público da vila. Trata-se de um coletivo de humoristas que se divide entre a “stand up comedy”,

a comédia de improviso e

a comédia musical. Nes-

te espetáculo é o público que sugere os cenários, as personagens ou as ações a

interpretar pelos sete ato- res, a quem cabe converter esses desafios em situações de comédia. O Bang Comedy Gang é formado por Paulo Oliveira, Henry Ferreira, Jor- ge Moura, Tiago Costa, Ri- cardo Tomé, Rafael Santos e Mário Malhado. Promovida pela autarquia de Belmonte,

a iniciativa “Há Música no

Coreto” regressa a 28 de julho e a 25 de agosto.

Memorial aos refugiados da IIª Guerra Mundial concluído no próximo ano

Projeto a concretizar em Vilar Formoso pretende «homenagear os sobreviventes do Holocausto e recriar a viagem deles até à fronteira», diz António Baptista Ribeiro

Os antigos armazéns da RE- FER, em Vilar Formoso, vão alber- gar o Memorial aos Refugiados da IIª Guerra Mundial e ao Cônsul Aristides de Sousa Mendes. An-

tónio Baptista Ribeiro, presidente da Câmara de Almeida, refere que «a obra física já foi adjudicada e dentro de um mês o empreiteiro estará em condições para iniciar», adiantando que «no início do verão de 2017 estará concluída».

O projeto, da arquiteta Luísa

Pacheco Marques, com conteúdos da historiadora Margarida Maga-

lhães Ramalho, ronda os 730 mil euros e pretende «homenagear os sobreviventes do Holocausto

e recriar a viagem deles até à

fronteira, nomeadamente o aco-

lhimento em Portugal, sobretudo em Vilar Formoso», adianta o au- tarca. O lançamento da primeira pedra do museu acontece hoje em

Vilar Formoso, com a presença da comitiva “On The Road To Free- dom”, que conta com quatro so- breviventes, «crianças na altura», acrescenta o edil. A apresentação do projeto acontece também hoje (12 horas), no auditório do pavi- lhão multiusos da vila fronteiriça.

DR
DR

Lançamento da primeira pedra do museu realiza-se hoje com a presença de quatro sobreviventes

O evento está inserido na Feira de Artes e Cultura – Ativi- dades Hípicas, que decorre em Almeida. Entre sexta-feira e do- mingo, contará com o Percurso de Luz “Almeida – Estrela Iluminada” (amanhã e sábado), um concerto “Alémmar” (amanhã), uma noite

branca, com uma aula de zumba

e um espetáculo de tributo aos

anos 80 com o grupo “Remember”

(sábado), e ainda um “peddy paper” intitulado “Passo a passo descubra

a estrela do interior” (domingo). O dia de sábado será também dedi- cado às comemorações do feriado

municipal nos Paços do Concelho,

com a assinatura do novo acordo de cooperação com o secretário de Estado das Comunidades, no âmbito dos gabinetes de apoio ao

emigrante, e ainda a apresentação do livro “Por caminhos de Almei- da” de Inês Montalvão Prazeres.

COVILHÃ

José Cid e GNR na feira de São Tiago

A feira anual de São Tiago

já tem datas e este ano decorre

entre 15 e 26 de julho, tendo

como cabeças-de-cartaz José Cid (no primeiro dia) e GNR (dia 23). De resto, haverá espetáculos com artistas do concelho e o certame contará com um novo “layout” de forma «a ser mais funcional

e para que haja uma maior inte-

ração entre as pessoas e a feira», explicou o presidente da Câmara Municipal, Vítor Pereira. Para que

tal seja possível existirão vários

espaços: uma zona de artesana- to, uma zona representativa das freguesias, uma zona de restau- ração ampliada, uma zona de diversão e a grande novidade é a disponibilização de uma zona de “babysitting” para crianças com mais de quatro anos. A Internet

também marca presença em todo

o recinto da feira e será gratuita, tal como a entrada em todos os dias do certame.

SEIA

Autarquia distingue pessoas e empresas no feriado municipal

Seia comemora no domingo

o 30º aniversário de elevação a

cidade com uma sessão solene no auditório da Casa Municipal da Cultura. Na ocasião serão atribuídas Campânulas de Mérito Municipal

a pessoas e instituições do con-

celho e distinguidos os melhores alunos. Este galardão destina-se

a premiar quem se notabilizou

pelos seus méritos pessoais ou feitos cívicos contribuindo para

o desenvolvimento e afirmação

do município serrano. Este ano

a Campânula de Mérito e Dedi-

cação é atribuída a António Brito (a título póstumo) e à Fundação Vodafone Portugal, bem como a Luiz Morgadinho (mérito cultu-

ral), Habimadeiras (área empre- sarial) e a Ricardo Cruz (mérito desportivo), a título póstumo. Já

os Prémios de Mérito Escolar vão para 10 alunos, os melhores de cada nível de ensino.

COOPERAÇÃO

UBI apoia 18 entidades desportivas

A Universidade da Beira Interior (UBI) vai apoiar 18 coletividades nos próximos três anos através da cedên- cia de espaços, organização de atividades, apoio médico

de Patinagem da Covilhã Associação APC/AAUBI, a Associação Desportiva da Estação, o CCD Amigos do Basquete da Covilhã, a As- sociação de Basquetebol de

e

a promoção e divulgação

Castelo Branco, a Associação

das instituições e das suas atividades. Os protocolos de coope-

de Futebol de Castelo Bran- co, a AD Fundão, a B&B - Em- preendimentos Turísticos e

ração foram assinados na se- gunda-feira e abrangem fede- rações desportivas nacionais

Desportivos, Lda e a Casa do Sport Lisboa e Benfica na Covilhã. Os restantes par-

e

distritais, clubes da região

ceiros são o CCD Leões da

e

outros organismos, que,

Floresta, a Escola da Quinta

por sua vez, vão igualmente

das Palmeiras (Covilhã), a

disponibilizar instalações e equipamentos desportivos, colaborar na organização de competições nacionais ou internacionais. Estes parcei- ros deverão também acolher alunos da UBI em estágio e distribuir divulgação a uni- versidade nos seus jogos e suportes de comunicação. Estão envolvidas a Academia

Federação de Desportos de Inverno de Portugal, a Fede- ração Portuguesa de Basque- tebol, o Grupo Desportivo da Mata, o Núcleo de Basket da Covilhã, o Sp. Covilhã, a TKS- ports & Events, Unipessoal, Lda, o Unidos Futebol Clube do Tortosendo e o Núcleo de Basquetebol da Casa de Pessoal da UBI.

Quinta-feira 30 de junho de 2016

Quinta-feira • 30 de junho de 2016 • • 7

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ENSINO

Aulas começam de 9 a 15 de setembro

No próximo ano letivo as aulas para o ensino básico e se- cundário vão começar entre os dias 9 e 15 de setembro. De acordo com o despacho de Calendário Escolar, que foi publicado na noite de sexta- feira, as férias do Natal serão entre 19 de dezembro e 2 de janeiro e as da Páscoa entre 5 e

18 de abril. As aulas terminam durante o mês de junho: primei- ro para os alunos do 9º, 11º e

12º anos (no dia 6), depois para

o 5º, 6º, 7º, 8º e 10º anos (a 16

de junho) e, finalmente, a 23 de junho para todos os estudantes do ensino básico. O documento define também as datas das pro- vas e exames a realizar. Assim,

os alunos do 2º ano vão fazer provas de aferição a Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Português, Matemática e Estudo

do Meio. Já os estudantes do 5º ano terão de realizar testes a História, Geografia de Portugal, Matemática e Ciências Naturais e os do 8º a Ciências Naturais, Físico-Química e Português.

GUARDA

Bairro da Luz e Póvoa do Mileu vencedores das festas de São João

DR
DR

O evento “Santos do Bairro”, promovido pela autarquia em conjunto com as coletividades da cidade, trouxe pela primeira vez às ruas da Guarda as mar- chas populares. No domingo desfilaram os bairros da Luz, Alfarazes e Sequeira, tendo o conjunto do Bairro da Luz (na foto) ganho o prémio da “Melhor Marcha”. Já o galardão da “Boneca de Cristal”, dotado de um valor monetário de 1.200 euros, foi atribuído à Póvoa do Mileu que concorreu

com a “Ti Branquinha”. Os no- mes dos vencedores da edição deste ano das atividades dos santos populares foram revela- dos na festa de encerramento, que decorreu à noite no Largo do Município. A festa contou ain- da com um baile popular e com

a atuação do grupo “Spirit” no

momento da queima da boneca dos santos populares. Nos “Santos do Bairro” par- ticiparam seis bairros: Alfarazes,

Luz, Bonfim, Póvoa do Mileu, São Vicente e Sequeira, cada um com

uma noite de festa. Outro momento incontor- nável desta quadra foi a feira anual de São João, que decorreu se este ano entre o Jardim José de Lemos e a Torre de Menagem, passando pelas ruas Vasco Bor- ges e Soeiro Viegas, bem como

no largo da escola de Santa Clara. Segundo a autarquia, o número de participantes exce- deu os cerca de 200 feirantes inscritos no ano passado. A localização também agradou a clientes e vendedores.

O INTERIOR errou

Há mais festivais na região*

Na qualidade de leitora de O INTERIOR e de pre- sidente da Associação de Desenvolvimento do Feital venho por este meio demonstrar o meu descontenta- mento perante uma notícia da última edição em que se refere ao Festival Mêda + como sendo o único festival realizado na região. Tal não é verdade. Foi realizada, em 2015, na aldeia de Feital, a primeira edição do Fonte Grande Festival, em parceria com a União de Freguesias de Vila Franca das Naves e Feital, e já está divulgada em página oficial a data, bem como os artistas confirmados até ao momento para o presente ano.

Sendo apenas o segundo ano de existência deste festival, percebemos que, por lapso, tenham consi- derado apenas a existência de um festival na região. Contudo, seria importante corrigir a notícia, uma vez que o Fonte Grande Festival, apenas numa edição, deu provas que é um projeto que dinamiza a região e que pode vir a atingir a dimensão de outros festivais nos próximos anos.

* Título da responsabilidade da região

Diana Lino, Feital, carta recebida por email

GUARDA

MCG promove X Concentração Motard no fim-de-semana

O Moto Clube da Guarda

(MCG) promove nos dias 1 e 2 de julho, a X Concentração Motard MCG. O evento, que decorre nas imediações da sede do MCG (an- tiga escola primária do Bairro do Torrão), contará com a atuação dos UHF, banda que se encontra em digressão para comemorar os 37 anos de carreira. A organização destaca, ainda, a presença de «um dos mais emblemáticos “stunt riders” nacionais», Humberto Ribeiro. No 30º aniversário do

clube, o MCG promove ainda uma feira motard onde haverão mostras gastronómicas da região,

barbeirovintage,atividadesinfan-

tis, animação teatral, concurso e

exposição de motas transforma-

das,bailarinasexóticas,demonstra-

ções de perícia motociclista, provas

de vinho, artesanato, entre outros. A X Concentração Motard tem a parceria da Câmara da Guarda, e o apoio logístico do município de Pinhel, Mêda e fre- guesia da Guarda.

UBI

UBIAN16 na Eco Maratona Shell

A Universidade da Beira In- terior (UBI) inicia hoje a sua 17ª participação consecutiva na Eco Maratona Shell, que se disputa em Londres até domingo. Para esta edição, o depar- tamento de Eletromecânica desenvolveu o UBIAN16 que vai competir na categoria Urban Concept. O veículo tem uma nova carroçaria em carbono, que estreará em 2017, e à exce- ção do motor que é adquirido e depois alvo de alterações, é totalmente desenvolvido pelos cerca de 15 estudantes portu-

gueses e estrangeiros do curso. No ano passado o carro da UBI percorreu 234 quilómetros com apenas litro de gasolina

e a previsão para esta partici-

pação é que faça cerca de 250

quilómetros, consumindo 0,4 litros aos cem. À semelhançadas

ediçõesanteriores,acoordenação

da formação é entregue a um estudante, Daniel Cardoso, do 2º Ciclo de Engenharia Eletromecâ- nica. Já a equipa é composta por alunos da licenciatura e mestrado das engenharias Eletromecânica, Mecânica e Design Industrial.

TORTOSENDO

IIº encontro de clássicos no domingo

O IIº Encontro de Clássicos

Tortosendo Motorizado realiza- se no domingo naquela vila do

concelho da Covilhã.

A caravana de verdadeiros

apaixonados pelos automóveis clássicos e históricos parte do Par- que de S. Miguel pouco depois das

8h30,estandoprevistasparagens

nas freguesias de Erada, onde será servido o pequeno-almoço, e de Sobral de S. Miguel. Os participan- tes regressam ao Tortosendo para

o almoço-convívio e desfrutar de

de um programa de animação durante a tarde. A organização, a

cargo da Tortosendo Motorizado,

a secção de Desportos Moto-

rizados do Sport Tortosendo e

Benfica, vai entregar lembranças

a todos os participantes e ainda

alguns troféus especiais a revelar no dia. As inscrições terminam hoje (dia 30) pelo email tmoto- rizado@gmail.com, onde poderá obter mais informações.

ACG

Sessão de esclarecimento sobre alterações do IVA na restauração

As alterações feitas às taxas do IVA na restauração entram em vigor amanhã. Com o intuito de informar os seus associados sobre as mesmas, a Associação do Comércio e Serviços do Distrito da Guarda(ACG)promovehojeuma

sessão de esclarecimento. A ação, que tem início às 16 horas na sede da ACG, tem como oradores João Cabaços e Rui Portela, da Direção GeraldasFinanças.Aparticipação na sessão é gratuita mas sujeita a inscrição.

GNR

Dois detidos por tráfico de droga em Pinhel

A GNR deteve, em Pinhel,

um casal pela alegada prática do crime de tráfico de estupe- facientes. Segundo o Comando Terri- torial da Guarda, o duo foi detido na semana passada no âmbito de uma investigação relacionada

com aquele crime e estava na pos-

se de 100 doses de heroína. O duo,

com idades entre 20 e 30 anos, foi presente a tribunal, tendo o ho- mem ficado em prisão preventiva

eamulhersujeitaaapresentações

periódicas no posto policial da sua

área de residência.

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8 • • Quinta-feira • 30 de junho de 2016

Quinta-feira 30 de junho de 2016

Fundação Côa Parque mantém-se

Ministro da Cultura reuniu-se com trabalhadores e garantiu que não haverá despedimentos no Museu do Côa e Parque Arqueológico

despedimentos no Museu do Côa e Parque Arqueológico Patrícia Garrido Luís Filipe de Castro Mendes, ministro

Patrícia Garrido

Luís Filipe de Castro Mendes, ministro da Cultura, esteve em Vila Nova de Foz Côa na segunda- feira para confirmar que o modelo de fundação criado para a gestão do Parque Arqueológico e do Mu- seu do Côa vai manter-se. Segundo o governante, «o mais viável é a continuação do modelo de fundação», embora seja necessária uma «profunda reestruturação». Para Luís Cas- tro Mendes, é «essencial» que a revitalização da Côa Parque seja feita «através do diálogo com os trabalhadores», com os quais reuniu e de quem ouviu queixas relativamente às «faltas e carên- cias que têm sentido nos últimos anos» e ainda as «dúvidas sobre os excessivos modelos de ges- tão que têm sido apresentados para o Vale do Côa». O ministro assegurou ainda a manutenção dos postos de trabalho existen- tes, garantindo que não haverá

AR

de trabalho existen- tes, garantindo que não haverá AR Próxima reunião está agendada para sete de

Próxima reunião está agendada para sete de julho

despedimentos. De acordo com Gustavo Duarte, presidente da Câmara de Vila Nova de Foz Côa, a fundação tem tido «algumas reuniões» com a tutela, tendo já agendado um novo encontro para 7 de julho com alguns fundadores, representantes das Finanças e do Turismo de Portugal para

«definirmos a melhor solução». O autarca adianta ainda que «talvez no final de julho a situação esteja resolvida». Para o autarca, «os cortes e a falta de dotação financeira condu- ziram-nos a esta situação», acres- centando que este modelo só re- sultará se «houver um regime de

exceção» para a Côa Parque. Por sua vez, José Pedro Branquinho, representante dos trabalhadores, revelou que estes esperavam que o Estado «tutelasse novamente» o Parque Arqueológico e o Museu. «Estes cerca de cinco anos em que estivemos sob o modelo da Fundação foram maus de mais.

A falta de financiamento levou a

que se cometessem muitos erros, alguns deles graves, tais como a

falta de dinheiro para o pagamen-

to de salários dos trabalhadores»,

recorda o sindicalista. Luís Castro Mendes teve uma primeira audição em co- missão parlamentar a 17 de maio e, nessa altura, não adian- tou nada sobre o futuro da Fun- dação Côa Parque. Esta entidade

foi

criada em 2011 com o objeti-

vo

de gerir o Parque Arqueológi-

co

e o Museu do Côa, tendo em

vista a proteção, conservação, investigação e divulgação da arte rupestre, classificada Patri- mónio Mundial da UNESCO em 1998. O seu capital social está distribuído da seguinte forma:

275 mil euros, da Direção-Geral

do Património Cultural, cem mil

euros da Agência Portuguesa do Ambiente e do Turismo Porto e

Norte, 20 mil euros da Câmara

de Vila Nova de Foz Coa e cinco

mil euros da Associação dos Municípios do Vale do Côa.

FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO

Incubadora de Oficinas e Indústria inaugurada no feriado municipal

A Incubadora de Oficinas e

Indústria de Figueira de Castelo Rodrigo vai ser inaugurada pela autarquia no parque industrial a 7 de julho, dia do feriado muni- cipal, com uma empresa da área da comercialização e reparação de máquinas agrícolas e outra de estofos para automóveis. «É um projeto extremamen- te importante porque se trata de criação de empresas, que vão contribuir para a dinami- zação da economia local e para

a criação de novos postos de

trabalho», declarou Paulo Lan- grouva, autarca local. O projeto contemplou a edificação de um pavilhão, que foi dividido ao meio, criando dois espaços com cerca de 220 metros quadra- dos onde vão laborar as novas empresas durante um período máximo de três anos, mediante

o pagamento de uma renda

simbólica. As primeiras unida- des vão criar, numa primeira fase, cinco postos de trabalho, adiantou o presidente do muni- cípio, segundo o qual a Câmara admite a possibilidade de edifi- car outro pavilhão para albergar mais duas empresas do género.

AR
AR

Segundo Paulo Langrouva, a construção da Incubadora de Oficinas e Indústria representou um investimento de cerca de 260 mil euros e foi compartici-

pado por fundos comunitários no âmbito de uma candidatura ao Quadro de Referência Es- tratégica Nacional (QREN). O espaço vai ser inaugurado no dia em que se assinalará ao 352º aniversário da Batalha da Salga- dela, numa cerimónia que conta- rá com a presença do secretário

de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel. Atualmente, em Figueira de Castelo Rodrigo existe o Ninho de Empresas do Conhecimento, que está a funcionar desde julho de 2008 em duas antigas casas de magistrados que foram re- cuperadas pela autarquia para acolher jovens empreendedo- res. O espaço, com capacidade para acolher doze empreende- dores, aloja atualmente seis, segundo o autarca figueirense.

PINHEL

30 anos da banda filarmónica são tema do “Museu à Noite”

Os 30 anos da Banda Fi- larmónica de Pinhel, que a coletividade está a comemorar, são o tema da sessão de hoje do ciclo “Museu à Noite”, que decorre no Jardim 5 de Outu- bro a partir das 21 horas. Os conferencistas são al- guns dos antigos músicos da banda que vão recordar o passado, mas também projetar o futuro da filarmónica pin- helense. Intitulada “Pauta de Memórias”, nesta tertúlia serão também recordados os factos e

as pessoas que contribuíram

para a afirmação da banda na área da música filarmónica e da formação musical e cívica dos seus elementos ao longo da sua existência. «Mais do que um “Museu à Noite” nos

moldes tradicionais, este será sobretudo um momento de partilha de conhecimentos e

de recordações entre oradores

e público em geral», adianta

a autarquia, que organiza a

sessão com o apoio do Museu Municipal.

SEIA

Festa da transumância no sábado

Sábado é dia da Festa da

a

cidade em direção à monta-

Transumância em Seia e, pelo

nha, prosseguindo a sua via-

quarto ano consecutivo, o pú- blico poderá acompanhar as ovelhas e os pastores na subida à Serra da Estrela em busca de

gem pelos seculares caminhos da transumância em direção àquela que é a aldeia dos pas- tores - o Sabugueiro», refere

melhores pastos.

o município em comunicado.

A iniciativa resulta de uma

A organização adianta que

organização espontânea dos pastores locais, com o apoio da

pelo caminho os participantes terão oportunidade de degustar

autarquia e em parceria com a

a

típica merenda do “alforge”

Associação de Desenvolvimen-

e

um almoço com os pastores

to Integrado da Rede das Al- deias de Montanha (ADIRAM).

envolvidos. «Para os pastores esta também é uma forma de

«O gado, aproximadamente

sensibilizar os portugueses para

800 a 1.000 cabeças, prove-

a

importância da pastorícia no

niente das terras chãs (Santa Comba, Folgosa, Maceira), concentrar-se-á no Largo da Câmara às 7h30 e atravessará

contexto do desenvolvimento económico e social da Serra da Estrela e do interior do país», sublinham os promotores.

ESPECIAL

AUTO

Quinta-feira, 30 de junho de 2016

Especial AUTO

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Férias em segurança

de 2016 E special AUTO 1 Férias em segurança Antes de ir de férias não deve
Antes de ir de férias não deve descurar uma boa revisão do seu carro para
Antes de ir de férias não deve descurar uma boa revisão do seu carro para
que a viagem rumo ao seu destino decorra sem imprevistos mecânicos ou
de outra ordem.
Está, por isso, na altura de saber quais os cuidados a ter para preparar o
carro e O INTERIOR dá-lhe uma ajuda. É absolutamente essencial que faça
algumas verificações para não correr o risco de ficar parado sem saber o que
fazer e arrependido por não ter preparado tudo antecipadamente.
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Antes de ir de férias não deve descurar uma boa revisão do seu carro para que a viagem rumo ao seu destino decorra sem imprevistos mecânicos ou de outra ordem. Está, por isso, na altura de saber quais os cuidados a ter para preparar o carro. Muitos condutores têm algum receio de levar o seu automó- vel para grandes viagens, especialmente se este já tem muitos

quilómetros. Na verdade, conduzir grandes distâncias em estrada

é melhor para o automóvel do que conduzir no dia-a-dia nas

grandes cidades. Porque a velocidade é mais constante, este

tipo de condução é menos exigente para órgãos mecânicos como

o motor, a embraiagem, a caixa de velocidades, etc. De qualquer forma, antes de se fazer à estrada, é absoluta-

mente essencial que faça algumas verificações para não correr

o risco de ficar parado sem saber o que fazer e arrependido por não ter preparado tudo antecipadamente. Por isso, é melhor começar cedo.

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Duas a quatro semanas antes de partir:

Veja, no livro de revisões, quando é a próxima revisão programada. Se já faltarem poucos quilómetros, considere a hipótese de a fazer mais cedo para viajar mais tranquilo. Verifique também quantos quilómetros lhe fal- tam para trocar peças importantes de desgaste, como, por exemplo, o filtro do ar ou a correia da distribuição. Se ainda faltar muito tempo para a próxima revisão pode fazer um “check-up” ao carro na oficina da marca (há muitas que, ocasio- nalmente, o fazem gratuitamente), nalgumas grandes redes de oficinas ou no seu mecânico de confiança. É importante que qualquer um dos dois pontos atrás referidos sejam tratados com as tais duas a quatro semanas de antecedência de modo a poder confirmar se as eventuais reparações feitas e peças substituídas permi-

semanas de antecedência de modo a poder confirmar se as eventuais reparações feitas e peças substituídas

Quinta-feira, 30 de junho de 2016

Especial AUTO

3

previstos na sua viagem de férias

E special AUTO 3 previstos na sua viagem de férias qual é a pressão recomendada para

qual é a pressão recomendada para o seu carro para o peso que pretende levar. De

preferência, verifique a pressão numa loja de pneus e não numa estação de serviço pois, muitas vezes, o equipamento destas está descalibrado. Faça esta operação sempre com os pneus frios. Estas recomendações também se aplicam ao pneu suplente. Veja se está em condições

e se tem a pressão adequada. Aproveite e

verifique se tem as chaves, o macaco e (se for

o caso) o adaptador da porca de segurança. Confirme se tem o manual do automóvel

no porta-luvas ou nas bolsas por trás dos bancos do condutor e do passageiro. Se o manual desapareceu é boa ideia considerar a hipótese de pedir um novo ou imprimir a versão em pdf que alguns fabricantes disponibilizam nos seus sites. Verifique as datas de validade dos docu- mentos do carro: Documento Único Automóvel (DUA) ou livrete e registo de propriedade. É essencial que tenha o seguro em dia e que este cubra os países para onde pensa viajar. Para saber isso basta ver o verso da carta verde. Se estiver a planear entrar num país não coberto,

tem ao carro o funcionamento nas melhores condições. Se vai para uma zona com um clima muito quente ou muito frio veja se tem a mistura correta de água e anticongelante. Se acha que está a precisar de substituir o radiador, faça-o agora. Verifique os pneus. O mínimo legal da profundidade do rasto dos pneus é de 1,6 mi- límetros mas é sempre prudente que seja bem mais do que isso, por razões de segurança. Numa redução de velocidade de 80 km/h até 0 um carro equipado com pneus com 8 mm de rasto tem uma distância de travagem de 43 metros. O mesmo carro com pneus com um rasto de menos de 1,6 mm pode chegar a levar 73 metros a parar completamente. Agora imagine se for mais depressa ou em piso mo- lhado e escorregadio… Veja, também, se o desgaste dos pneus é uniforme. Se estiver a gastar mais de um lado do que do outro deve mandar calibrá-los e/ ou alinhar a direção. Não vale a pena arriscar até porque, não se esqueça, vai fazer muitos quilómetros que lhe vão desgastar também os pneus. A pressão dos pneus também é muito importante pois, se for insuficiente, o carro vai consumir mais combustível e a segurança pode ficar comprometida. Veja no manual de instruções (ou, nalguns casos, na porta ou no interior da tampa do depósito de combustível)

porta ou no interior da tampa do depósito de combustível) PUB De 13/06 a 21/08/2016 Pulverize
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Especial AUTO

Quinta-feira, 30 de junho de 2016

Dicas para evitar imprevistos na sua viagem de férias (continuação)

evitar imprevistos na sua viagem de férias (continuação) basta pagar à sua companhia de seguros uma
evitar imprevistos na sua viagem de férias (continuação) basta pagar à sua companhia de seguros uma

basta pagar à sua companhia de seguros uma extensão da cobertura para os dias em causa. Em princípio, também pode fazer um seguro temporário na fronteira do tal país. De preferência, faça cópias de toda a documentação para o caso do seu carro ser roubado e coloque-as num local diferente dos originais (estes devem estar na sua carteira e não no próprio automóvel).

Uma semana antes de partir

Veja se, entretanto, não chegou a altura de mudar o óleo. Tire tudo aquilo de que não vai precisar na viagem de dentro do carro. Quanto mais peso carregar, mais combustível vai gas- tar. Para além disso, todos os compartimentos lhe vão ser úteis se vai passar muito tempo dentro do carro. Se tiver barras no tejadilho

para carregar bicicletas, por exemplo, retire-as (a não ser que as necessite para transportar bagagem). Elas aumentam o peso do carro, prejudicam a aerodinâmica e aumentam o consumo.

Um dia antes de partir

Aspireocarroelimpe-opor dentro. Quanto

à parte de fora, decida se a vai lavar ou não.

Um carro muito limpo pode dar mais nas vistas

e atrair os ladrões mas o mesmo pode aconte-

cer se estiver muito sujo. De qualquer forma, limpe a grelha frontal com um potente jacto de água para lavar bem o radiador de modo a que este faça corretamente a refrigeração do motor

(especialmente no Verão). Faça as malas. Verifique, mais uma vez, a pressão dos

pneus e veja se não está a perder ar devido a uma válvula danificada. Encha o depósito com gasolina ou gasóleo suficiente.

No dia da partida

Pense bem se vai mesmo precisar de tudo aquilo que colocou dentro das malas. Leve todas as malas para perto do carro e reflita sobre a melhor maneira de as colocar no porta-bagagens em vez de o ir enchendo com tudo o que vai aparecendo. Coloque as malas de maior peso junto das costas dos bancos e distribua o peso equitativamente de ambos os lados. Certifique-se que não excedeu o peso máximo recomendado pelo fabricante. Tente fazer todos os preparativos descritos acima com calma e tempo. Relaxe no dia da

partida e, por um lado, faça um esforço por partir à hora prevista; por outro, seja flexível e lembre-se que está em férias. Se for viajar acompanhado, tente não entrar em conflito com os seus companheiros de aventura logo no início. Vão passar muito tempo juntos dentro do carro. Já durante a viagem, faça uma paragem de duas em duas horas para descansar e mexer um pouco as pernas. Pode ir trocando de condutor mas isso depende do gosto pela condução e da autoconfiança de quem vai consigo. Ao longo dos quilómetros que percorrer vão acontecer, de certeza, imprevistos. Mas se fizer cuidadosamente a preparação do seu carro vai estar a diminuir o número de proble- mas que poderiam ocorrer. Boa viagem.

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Especial AUTO

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Matos & Prata disponibiliza campanha de verão em manutenção automóvel

Além da concessão de vendas, a empresa aposta no serviço pós-venda, contando com oficinas próprias na Guarda e Castelo Branco

Numa altura em que as famílias se pre- param para ir de férias, as condições do seu automóvel não pode falhar. Apensar nisso, a Matos & Prata tem em curso uma campanha de verão na oficina da empresa, situada na Póvoa do Mileu, na Guarda. Trata-se da verificação de ar condiciona- do, de travagem e de suspensão, disponível para todos os clientes. No entanto, não é apenas no verão que a empresa se preocupa com a manutenção e reparação automóvel. Durante todo o ano proporciona serviços de excelência, «desde limpeza, manutenção de pneus, verificação de travões, de sus- pensão e de ar condicionado», revela José Prata. Segundo o administrador, o objetivo da Matos & Prata não passa apenas pela concessão de vendas, mas também pela aposta no serviço de pós-venda, contando com oficinas próprias na Guarda e Castelo Branco com 36 trabalhadores divididos pelas duas filiais. Para o empresário, «não há pós- venda se não houver vendas e não há vendas sem pós-venda, tem de existir um apoio para quem compra uma viatura».

PG
PG

No campo da concessão, tendo como marca oficial a BMW, a empresa vai apre- sentar ainda este mês, o BMW série 3 Gran Turismo. Mas a Matos & Prata representa também os tratores New Holland, as viaturas comerciais Isuzu e ainda as marcas Case,

Atlas Copco Galucho e Still. Os tratores fo- ram o ponto de partida para Laurindo Prata, juntamente com Alberto Matos e mais três sócios minoritários, fundarem a Matos & Prata em 1969. A empresa começou com a «maquinaria agrícola industrial, prestando tambémserviços nesse campo», e ainda hoje

se dedica à atividade, refere o administrador.

Com audácia e dedicação, a empresa rapi- damente se afirmou no panorama regional

e hoje, o importante é «consolidar o que

temos», garante José Prata. Além das instalações na Guarda, a em- presa criou quatro filiais em Gouveia, Tranco- so e Figueira de Castelo Rodrigo (dedicadas essencialmente a máquinas e equipamento agrícola) e Castelo Branco (automóveis BMW). Para além destas, há um ponto de venda de automóveis na Covilhã.

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Quinta-feira, 30 de junho de 2016

PedraSina de olhos postos no turismo nacional

Empresa guardense, que pertence ao grupo Amporgest, define-se como uma «equipa jovem, que quer continuar a lutar pela Guarda» e a partir da Guarda

Numa altura em que os investimentos

no interior são cada vez mais raros, ainda existem algumas exceções e de sucesso. A PedraSina, na Guarda, é um exemplo disso mesmo. Dedica-se à produção e montagem de equipamentos de hotelaria industrial

e são representantes oficiais de várias

marcas de equipamentos hoteleiros. A Pe- draSina está ligada a uma outra empresa,

a ClimaCold e ambas pertencem à Amp-

orgest. Todas elas sediadas na Guarda, complementam-se entre si. «O processo começa com o levantamento das necessi- dades, fazemos o projeto, aconselhamos o equipamento e realizamos a implantação», começa por explicar Ricardo Coelho, um dos sócios. É depois disto, numa fase pós-comer-

cialização, que entra a ClimaCold «que faz as montagens e a assistência técnica no equipamento de hotelaria da lavandaria»

e da climatização, pois tudo aquilo que a

PedraSina vende é montado e assistido pela ClimaCold. Embora o «grosso da atividade seja na Guarda», Ricardo Coelho afirma que as empresas querem alargar horizontes. Os primeiros passos já começaram a ser dados e hoje atuam não só em outras zonas do país ou Europa, como também em África. «Um dos nossos interesses passa pela internacionalização e a expor- tação de grande parte dos produtos que

AEI
AEI

produzimos e comercializamos», sublinha Paulo Gomes, também sócio do grupo. Na mira já estão também os mercados da Madeira e principalmente dos Açores, uma vez que «está com um grande crescimento turístico». Essa é a aposta do grupo, ten- tar entrar onde há nichos de crescimento turístico e aproveitar, e sendo este o caso de Portugal os empresários acreditam que «ainda há margem de crescimento para

a empresa, em qualquer um dos ramos». A quota de mercado era «relativamente pequena e neste ano temos conseguido inverter a situação, essencialmente no distrito, ao conseguirmos chegar a zonas novas», refere Ricardo Coelho. O turismo não é o único setor de inter- venção do grupo Amporgest, pois também as IPSS, que são um «cliente importante para nós», depois do nascimento de muitos

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equipamentos sociais na região, «alguns equipados por nós» agora a aposta é na manutenção. Para maior crescimento do grupo em- presarial os empresários identificam um entrave: o novo quadro comunitário. O grupo está envolvido em alguns projetos que aguardam apoio financeiro para que possam ser concretizados, «um processo demasiado lento», lamenta Ricardo Coelho. A cargo da Amporgest, que é a de- tentora da PedraSina e da ClimaCold, e representa-as noutras empresas, ficam os trabalhos de serralharia e inox. Trabal- hando todas juntas, fazem mesas cadeiras, mobiliário, decoração, lavandaria, cozinha, refeitórios, quartos, «tudo, de uma ponta a outra», sublinha Ricardo Coelho. Como uma forma de estarem mais visíveis ao público os empresário têm também em vista um espaço mais central na Guarda. «Aqui temos um espaço mais dedicado à produção, procuramos agora um outro direcionado para o “showroom”», referiu Paulo Gomes. Com «uma equipa jovem, que quer con- tinuar a lutar pela Guarda», sublinha Paulo Gomes, trabalham no grupo 18 funcionári- os. Outro dos desejos dos empresários é investirem na linha de inovação produtiva, para isso vão apresentar uma candidatura ao Portugal 2020, com o objetivo de refor- çar a parte de produção.

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Quinta-feira, 30 de junho de 2016

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Portagens podem baixar «ainda este verão»

O primeiro-ministro admite que as por-

tagens nas antigas autoestradas sem cus-

tos para o utilizador poderão baixar ainda este verão, adiantando que vai contactar as forças políticas para um consenso em matéria de descentralização. Após este anúncio, o presidente da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) voltou a rei- vindicar que a redução das portagens nas antigas SCUTA25 (Aveiro-Vilar Formoso) e A23 (Guarda-Torres Novas) tenha em conta as diferenças de riqueza no território. «A nossa principal preocupação não se prende tanto com o mês que entra em vigor e se

é em julho ou em agosto, mas sim com o

modelo que vai ser aplicado e que, reitero, esperamos que tenha em conta as gran- des assimetrias que existem no território nacional», afirmou Paulo Fernandes. O também autarca do Fundão recordou que

a CIMBSE defende que a redução nas vias

que servem esta região seja no mínimo de 50 por cento, de modo a corresponder ao Produto Interno Bruto (PIB) per capita da

Novas cartas condução com 15 anos de validade

O Governo aprovou, recentemente , me-

didas para simplificar a renovação das cartas de condução, sem necessidade da morada, com validade de 15 anos, e atestado médico

a partir dos 60 anos. Trata-se de mais um passo no âmbito no programa “Simplex2016”, denominado “carta sobre rodas”. «Foi um trabalho de grande co- ordenação dentro do Governo, que redunda

numa vida muito mais fácil para os titulares de carta de condução. A alteração de morada deixa de ser um fator relevante que levava tanto tempo às pessoas ou pela qual até poderiam ser autuadas. Amorada que passa

a valer é a do cartão do cidadão. As novas cartas de condução deixam mesmo de ter morada indicada», afirmou Pedro Marques.

O ministro dos Transportes sublinhou

também que fica alargada «a rede de atendi- mento, para além do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT)», incluindo agora «os serviços do Instituto dos Registos e Notariado (IRN), mas também o atendimento online». Segundo o governante, o título que ha- bilita os cidadãos a conduzir terá agora um prazo de 15 anos e não de 10, o máximo permitido por diretiva europeia, e a neces-

sidade de apresentação de um atestado médico para a renovação somente a partir dos 60 anos de idade do condutor, em vez dos 50. O mesmo documento poderá ser transmitido eletronicamente através do Mi- nistério da Saúde, enquanto a habilitação para veículos pesados fica limitada aos 67 anos, em vez de 65.

AR
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região, que é sensivelmente 50 por cento inferior ao dos grandes centros urbanos. «É importante que essa proporção seja tida em conta e as diferenças sejam pon- deradas para que não continuemos a ser a região com as autoestradas mais caras, que é um selo que não queremos e que nem sequer é justo para a nossa população e empresas», acrescentou o presidente da CIMBSE.

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A MatosCar promoveu “quatro dias

incríveis” na Guarda

Cerca de 120 automóveis novos, seminovos

e

de serviço tiveram descontos entre os três

e

os doze mil euros

Pela primeira vez na Guarda, o grupo A

MatosCar promoveu um evento com veículos

a preços mais reduzidos do que são comer-

cializados normalmente. Durante “quatro dias incríveis” as instalações da empresa, na Avenida da Estação, acolheram uma ex- posição de cerca de 120 automóveis novos, seminovos e de serviço. Fiat, Citroën, Opel, Nissan, Volvo, Ford

e Volkswagen foram algumas marcas com

descontos entre os três e os doze mil euros. Instalado na Guarda desde final de 2014, o grupo ainda é, de acordo com Paula Matos, diretora de marketing, «pouco conhecido», mas nem isso impediu que os guardenses se deslocassem ao evento que, segundo a responsável, teve «uma grande afluência». Paula Matos garante que «foi feito um es- forço em termos de publicidade por parte da equipa de cerca de 12 pessoas». Para

a promoção do evento, que decorreu entre

quinta-feira e domingo, foram distribuídos folhetos, «não por correio, mas pesso- almente nos carros, caixas de correio», entre outros meios. Criar um ambiente de festa, com «música, bandeiras e toda

a envolvente do espaço» foi o objetivo

PG
PG

da diretora de marketing, que pretendeu atrair os guardenses para as instalações da empresa chamando a sua atenção para «algo diferente». O objetivo foi cumprido, tendo alcançado «cerca de 500 visitas e dezenas de vendas, o que excedeu todas as expetativas», revela Paula Matos. A operar sempre no interior do país, a A MatosCar viu na cidade mais alta uma oportunidade para complementar o traba- lho iniciado há cerca de 30 anos. O grupo, que se faz representar pela Lubripor e A MatosCar Beiras, começou em Portalegre com a Opel e atualmente encontra-se em cinco cidades: Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco e Guarda. Paula Matos recorda que a empresa está há menos tempo na cidade mais alta e «com menos marcas». Para já, representam apenas a Fiat e a Citroën, contudo, «não quer dizer que não venhamos a aumentar a nossa frota», afirma a empresária. Sobre os “quatro dias incríveis”, Paula Matos adianta que se realiza anualmente nas outras cidades onde estão situados e, na Guarda, há a possibilidade de voltar a ser feito no próximo ano.

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Quinta-feira • 30 de junho de 2016 • • 1 7

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Opinião OVO DE COLOMBO Olivia, 100 anos que o vento não levou DR Miguel Moreira*
Opinião
OVO DE COLOMBO
Olivia, 100 anos que
o vento não levou
DR
Miguel Moreira*
dos Óscares de 1942, na qual as
Amanhã, 1 de julho, Olivia de
Havilland fará 100 anos de vida. É
caso para dizer que é a única de
todo o gigante elenco de “Gone
With The Wind” que o “vento”
ainda não levou (e provavelmen-
te de toda a equipa envolvida).
Considero triste que esta atriz não
seja tão lembrada quanto Bette
Davis ou Joan Crawford. É das
melhores atrizes da era clássica,
além de que ganhou dois óscares
como a maioria das GRANDES:
Davis, Bergman, Taylor. A par
disso, ela é, para mim, aquela que,
juntamente com Davis, melhor car-
reira possui: “The Heiress” (uma
obra-prima), “To Each His Own”,
“Hold Back The Dawn”, etc. Porém,
infelizmente, os seus títulos mais
lembrados são o já citado “Wind” e
“The Adventures of Robin Wood”,
nos quais a doce Olivia não é a
principal protagonista. Julgo que o
facto de não ter uma presença tão
forte, exuberante, na tela quanto
Davis ou Hepburn, além da sua
vida privada ter sido muito mais
discreta, não lhe possibilitou uma
iconografia tão forte. O seu próprio
rosto, belo mas não deslumbrante
nem exótico, colocam-na no papel
de alguém que corre o risco de
passar ao lado.
O trajeto de Olivia como atriz,
e como pessoa, é impressionante:
duas eram candidatas, vencendo,
qual injustiça, Joan, até ao facto
de se dizer que a longevidade das
duas se ter devido ao desejo de
nenhuma querer ser a primeira a
morrer.
Além de uma grande atriz,
Olivia era uma notável entendida
face a questões legais. A atriz
estava, como qualquer ator de
Hollywood, integrada no cha-
mado sistema de estúdios, o
que significa que tinha de fazer
os filmes que, no seu caso, a
Warner quisesse. Saturada de
interpretar jovens doces, Olivia
passou a recusar os papéis que
lhe eram dados, valendo-lhe uma
suspensão de seis meses. Não
podendo trabalhar durante esse
tempo com outro estúdio, Olivia
teve de esperar “sentada” para
voltar ao trabalho. Supostamen-
te, o seu contrato de sete anos
estaria cumprido depois desse
tempo de suspensão. No entanto,
a atriz deparou-se com a terrível
notícia de que ainda teria de
trabalhar para a Warner por seis
meses de forma a compensar o
tempo do seu castigo. Conside-
rando isso injusto, a atriz abriu
um processo contra o estúdio…
e ganhou! A partir daí os atores
passaram a ter maior liberdade
profissional. Existe, de facto, a
nasceu em Tóquio; começou a
sua carreira de atriz por acaso,
tornando-se uma das novas pro-
messas da Warner Bros., o estúdio
com o qual assinou um contrato
de sete anos; foi parceira de Errol
Flynn em fabulosos filmes de
aventuras, fazendo um papel que
lhe caía muito bem mas ao qual ela
não achava muita graça – a típica
donzela em perigo; fez o papel de
Melanie Hamilton em “Wind” por-
que, segundo alguns, a sua irmã
Joan Fontaine recusou encarnar tal
personagem. Sim, a inesquecível
protagonista de Rebecca era sua
irmã mais nova. Famosa é a rivali-
dade entre as duas, desde as birras
de infância, passando pela noite
Lei De Havilland que defende
que o contrato de trabalho de
um ator deve durar o máximo
de sete anos, incluindo qualquer
tempo de suspensão. A partir
do momento em que se livrou
da Warner, a carreira de Olivia
virou magistral no que toca a
performances.
Felizmente que Olivia ainda
está entre nós para nos recordar
a maravilhosa época que viveu
como atriz, coisa que a própria faz
tão bem nas suas entrevistas, nas
quais parece narrar uma história
de tempos mágicos e distantes
(de facto, os tempos do velho
Hollywood assim foram).
* Autor do blogue “Ziegfeld Boy”

TEATRO

Teatro das Beiras em digressão

O Teatro das Beiras inicia amanhã a digressão da peça “Loa, xácara e bugiganga”, de Calderón

de la Barca. A primeira apresenta- ção ao ar livre acontece no bairro de Santo António (21h30), na Covilhã.

Oespetáculoécompostopelo

entremez “As carnavalescas”, onde duas jovens filhas se confrontam com o pai, um velho avarento, e pela comédia “As visões da mor- te”, cuja trama se desenvolve em torno de uma companhia de ato- res após a representação de um auto sacramental. A extensa obra teatral de Calderón de la Barca (1600-1681) é um legado cultu- ral inalienável da humanidade e constitui ainda hoje um “material“ cénico motivador e inspirador. «O teatro como festa, a “irraciona- lidade abstrata” onde o carácter sério das comédias mitológicas e autos sacramentais contrastam com a escrita de um teatro so- cial, habitado por personagens do tipo popular que povoam

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as loas, xácaras e entremezes», adianta a companhia covilha- nense. Com encenação de Gil Salgueiro Nave e interpretação de Adriana Pais, Celso Pedro, Marco Ferreira, Miguel Telmo

e Sónia Botelho, “Loa, xácara e

bugiganga” repete dia 5 no Paúl

e dia 7 no Tortosendo.

Já esta noite (21h30) a Or- questra de Sopros da EPABI, dirigida por Francisco Luís Vieira e Pedro Sobral, atua ao ar livre no Teatro das Beiras. Do repertório constam obras de John Williams,

Carl Wittrock, Jacq Stamp, Fre- derico Fernandes, Pedro Sobral

Santos e Leroy Anderson.

LITERATURA

Manuela da Silva Ramos fala da Covilhã de Ferreira de Castro

O escritor Manuel da Silva Ramos fala hoje sobre

“A Covilhã de ‘A Lã e a Neve’, de Ferreira de Castro” no Museu de Lanifícios da UBI.

Esta sessão das “Tardes de Quinta no Museu” tem início pelas 16 horas e associa-se às celebrações do centenário da vida literária de José Maria de Fer- reira de Castro (1898-1974), um dos maiores vultos

da literatura portuguesa. O orador nasceu na Covilhã em 1947, o ano em que romancista publicou “A Lã e a Neve”, onde narra a vivência dos habitantes de Serra da Estrela durante a IIª Guerra Mundial. «Já não é possível, nem queremos, uma Covilhã como a d’“A Lã

e a Neve”, classista e desigual. Decerto, conhecendo

bem aquela, o nosso conferencista dir-nos-á sobre

a Covilhã possível no século XXI, global e diligente,

solidária, inteligente e culta», adianta o museu em comunicado.

LITERATURA

Luís Sepúlveda recebe Prémio Eduardo Lourenço amanhã

O romancista chileno Luís Sepúlveda recebe

amanhã, na Guarda, o Prémio Eduardo Lourenço.

A cerimónia está agendada para as 15 horas na

Biblioteca Municipal batizada com o nome do

patrono do Centro de Estudos Ibéricos (CEI), entidade que instituiu este galardão.

A sessão contará com intervenções do pen-

sador Eduardo Lourenço e de Luís Sepúlveda, en- quanto Fernando Paulouro Neves, que apresentou

a candidatura, fará o elogio do galardoado. Este

prémio anual, no montante de 7.500 euros, desti-

na-se a galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cultura

e cooperação ibéricas. Este ano, o júri reconhe-

ceu o trabalho de Luís Sepúlveda «em louvor da língua e da cultura espanholas, fazendo da pátria idiomática, que tem a dimensão plurinacional de vários continentes, uma aventura criadora em que

o Homem é a medida de todas as coisas».

MÚSICA

A música do povo de César Prata no café-concerto

O músico e compositor César

Prata atua esta noite no café- concerto do TMG para apresentar

o seu mais recente trabalho, inti- tulado “Populi musica”. Neste projeto de “djaying”, o

também investigador da música popular casa recolhas de música

de tradição oral portuguesa com ritmos e sons contemporâneos graças ao “laptop”, controladores MIDI, programações e manipu- lação áudio em tempo real. O resultado é «um projeto que casa

DR
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ambos em momentos musicais

a

tradição com a modernidade e

de descontração, ritmo e dança»,

o

velho com o novo, fundindo-se

adianta o TMG. O concerto está

marcado para as 22 horas e tem entrada livre. O nome de César Prata está ligado a inúmeros discos, quer como compositor, arranjador, criador, intérprete ou técnico, dos quais se destacam Chuchurumel, Assobio, Chukas (encomenda do IGESPAR para o Parque Arqueológico do Vale do Côa) e Ai!, de que foi também fundador. Desde julho de 2014, e em parceria com Suzete Marques, está a desenvolver o projeto “Ou- vir Ontem” – um levantamento e tratamento do património imate- rial do concelho de Pinhel.

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1 8 • • Quinta-feira • 30 de junho de 2016 Publicidade

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Quinta-feira 30 de junho de 2016

Quinta-feira • 30 de junho de 2016 • • 1 9

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SP. COVILHÃ

Serranos regressam amanhã ao trabalho

O Sporting da Covilhã, da IIª Liga, tem agendados jogos de preparação durante a pré-

época com o Paços de Ferreira,

o Académico de Viseu e o Vitória

de Setúbal. Segundo uma informação publicada no site do clube, o primeiro encontro particular da formação orientada por Filipe

Gouveia (ex-Académica) acontece

a 9 de julho, com uma seleção de

jogadores do distrito de Castelo Branco. No dia 13 os “leões da

serra” deslocam-se a Fornos de Algodres para defrontarem o Pa- ços de Ferreira, da Iª Liga, e três dias depois viajam até ao estádio

do Fontelo para o jogo com o Aca- démico de Viseu, que retribui a visita no dia 20. O último encontro de preparação realiza-se a 23 de julho, data da apresentação ofi- cial do plantel do Sp. Covilhã aos sócios, com o Vitória de Setúbal,

da Iª Liga. A equipa serrana, 14ª classificada na época transata, regressa amanhã ao trabalho.

FUTEBOL

Youth Cup envolveu centenas de atletas em Fornos de Algodres

AP
AP

Centenas de atletas disputa- ram no passado fim-de-semana

a Youth Cup de Fornos de Algo-

dres, uma competição que atraiu milhares de visitantes e foi apadrinhada pelos futebolistas fornenses Candeias, Luisinho, Rui Miguel e Bosingwa. Estiveram em prova mais de quatro dezenas de equipas, oriundas de vários pontos do país, e a espanhola Futsal Pla- net. Cada jogo foi vivido com grande intensidade, já que os pequenos futebolistas lutaram pelo melhor lugar até ao final do torneio. Em traquinas A e B venceram Sporting e Benfica, respetivamente. No segundo lugar ficaram as equipas do Oliveirense, enquanto o FC Porto Dragon Force e o Cracks de Lamego completaram o pó- dio, em igualdade pontual, na terceira posição. No escalão de benjamins A e B ganharam Fiães

e os Repesenses, seguidos do

Tocha e Varzim, respetivamente.

Em terceiro ficaram FC Porto Dragon Force e os espanhóis do Futsal Planet. Em infantis A e B venceram, por esta ordem, o Fut- sal Planet e o Cracks de Lamego, enquanto a Académica de Coim-

bra e a Oliveirense ocuparam o segundo lugar e os Repesenses e Aguiar da Beira fecharam o pódio. Já em Petizes todas as equi- pas inscritas acabaram por realizar os seus jogos da melhor maneira. Para o presidente do município, a Youth Cup de For- nos de Algodres é «uma aposta ganha, pois é já uma referência nacional e internacional, con- seguindo envolver cerca de 800 miúdos». Manuel Fonseca sublinhou que o torneio «dina- mizou a economia local durante

o fim-de-semana».

António Pacheco

ANDEBOL

Torneio Linda Saraiva em Pinhel

As equipas de juvenis mas- culinos do Benfica, São Bernar- do (Aveiro), Almada Atlético

Clube e da Escola Falcão Pinhel disputam este fim-de-semana a sétima edição do torneio de an- debol Linda Saraiva, em Pinhel. Com entrada gratuita, os jo- gos decorrem no pavilhão multiu- sos, sendo que no sábado, a partir das 16h30, estão agendadas as partidas Falcão Pinhel-Benfica

e São Bernardo-Almada Atlético

Clube. No domingo o encontro de atribuição do terceiro lugar está marcado para as 10h30 e a final para as 15 horas. A entrega de prémios acontece duas horas depois. Além da vertente compe- titiva, este torneio é uma home- nagem a Linda Saraiva, atleta da Escola de Andebol Falcão-Pinhel falecida em 2008 com apenas 12 anos. A organização é do municí- pio de Pinhel e da Associação de

Andebol da Guarda.

FUTEBOL

Guarda com duas derrotas e dois empates no Torneio Lopes da Silva

DR
DR

Duas derrotas e dois em- pates era, anteontem, o saldo da participação da seleção sub-14 da AF Guarda no Torneio Inter- associações Lopes da Silva, que termina hoje na Madeira. No primeiro encontro, real- izado na passada sexta-feira, os guardenses perderam 2-0 com Ponta Delgada e empataram a zero as duas partidas seguintes com a equipa açoriana da Horta e Viana do Castelo no sábado e no domingo, respetivamente. Se- gunda-feira foi dia de descanso, mas no dia seguinte a Guarda

perdeu 3-1 com Aveiro, um dos grandes favoritos à vitória final. Ontem, após o fecho desta

edição, os jovens representantes do distrito enfrentaram mais um adversário de peso, a seleção de Lisboa, que é outro sério candi- dato a vencer esta competição cuja final decorre hoje entre o primeiro e o segundo classifi- cados da prova. Organizada pela Federação Portuguesa de Fute- bol, esta é a maior competição de formação juntando cerca de 400 atletas em representação das 22 seleções das Associações de Futebol regionais e distritais. O vencedor representará Portu- gal no Torneio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que terá lugar na ilha do Sal, em Cabo Verde.

Para o torneio a Asso- ciação de Futebol da Guarda (AFG) convocou os jogadores António Diogo, Francisco La- geo, Miguel Gomes, Francisco Santos, Bernardo Oliveira e

João Gomes (todos da AD São Romão), João Nascimento (Figueirense), Cristiano Fer- reira (GD Foz Côa), Diogo Far- ias (ED Carlos Franco), Fábio Francisco (Aguiar da Beira), Ruben Lopes, Diogo Leocádio

e Fernando Azevedo (GD Tran-

coso), Lourenço Sequeira (ED Gouveia), Pedro Sieiro e Marco Gomes (Sp. Vilar Formoso), Marco Cardoso (Sp. Sabugal)

e Miguel Carvalho (Sp. Mêda).

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PUB Aditamento Loteamento Municipal da Zona Industrial de Trancoso Processo 2/1999/1002 Amílcar José Nunes Salvador,

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Aditamento Loteamento Municipal da Zona Industrial de Trancoso

Processo 2/1999/1002

Amílcar José Nunes Salvador, Presidente da Câmara Municipal do Concelho de Trancoso:

Faz saber, para legais e devidos efeitos, do teor da informação da deliberação camarária tomada em reunião de 22 de junho de 2016, referente à alteração ao loteamento municipal da Zona Industrial de Trancoso (Lote 3), de acordo com o art.º 27 do Decreto-Lei nº 555/99 de 16 de Dezembro, alterado pelo Decreto-Lei 136/2014 de 9 de setembro, conjugado com o disposto no artigo 15º do Regulamento de Urbanização e Edificação do Município de Trancoso, é emitido o aditamento ao Loteamento Municipal da Zona Industrial de Trancoso, requerido por Alberto Jorge da Silva, contribuinte fiscal nº 101 742 975, com sede na Zona Industrial de Trancoso, através do qual é autorizada a alteração do lote 3 do loteamento sito no lugar de “Crujeiro”, União das Freguesias de Trancoso (São Pedro e Santa Maria) e Souto Maior, concelho de Trancoso, descrito na Conservatória do Registo Predial sob o nº 1040/19990408 e omisso na matriz. A alteração incide sobre o Lote nº 3, nomeadamente:

Aumento da área de implantação de 451 m 2 para 738 m 2 , da área de construção de 451 m 2 para 893 m 2 e do número de pisos de 1 para 1,5. Mantêm-se inalteradas as características inicialmente aprovadas do loteamento. Para conhecimento geral se publica o presente aviso que vai ser afixado nos lugares públicos do costume. Trancoso, Setor de Licenciamento de Obras Particulares e Loteamentos, 23 de junho de 2016.

Presidente da Câmara Municipal,
Presidente da Câmara Municipal,

(Amílcar José Nunes Salvador)

23 de junho de 2016. Presidente da Câmara Municipal, (Amílcar José Nunes Salvador) O Interior, nº

O Interior, nº 862 de 30/06/2016

www.ointerior.pt

PUB Comarca da Guarda Celorico Beira - Inst. Local- Sec. Comp. Gen. - J1 Palácio

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Comarca da Guarda

Celorico Beira - Inst. Local- Sec. Comp. Gen. - J1 Palácio da Justiça - Praça da República - 6360-306 Celorico da Beira Telef: 271747490 Fax: 271090249 Mail: cbeira.judicial@tribunais.org.pt

ANÚNCIO

Processo: 49/16.1T8CLB

Interdição / Inabilitação

N/Referência: 24272455

Data: 03-06-2016

Requerente: Maria Alice Requerido: Belarmino Bartolomeu

 

Faz-se saber que foi distribuida neste tribunal,a ação de Interdição/Inabililação em que

é requerido Belarmino Bartolomeu, natural de Açores - Celorico da Beira, nascido em

18-05-1963, filho de António Joaquim Bartolomeu e de Maria Alice com residência em

Rua do Paço N° 7, 6360-011 Aldeia Rica - Celorico da Beira, para efeito de ser decretada

a sua interdição por anomalia psíquica.

A Juiz de Direito, Drª. Inês Azevedo Aguiar Soares
A Juiz de Direito,
Drª. Inês Azevedo Aguiar Soares
O Oficial de Justiça, Carlos Lopes
O Oficial de Justiça,
Carlos Lopes

O Interior, nº 862 de 30/06/2016

PUB Aditamento ao Alvará de Loteamento 2/2002 Processo 2/2000/1001 Amilcar José Nunes Salvador, Presidente da

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Aditamento ao Alvará de Loteamento 2/2002

Processo 2/2000/1001

Amilcar José Nunes Salvador, Presidente da Cãmara Municipal do Concelho de Trancoso:

Faz Saber, que em deliberação tomada por esta Cãmara Municipal em sua reunião realizada em 22 de junho de 2016, e em face do que prescreve o nº 7 do artº 27 do Decreto-Lei nº 555/99 de 16 de Dezembro, alterado pelo Decreto-Lei 136/2014 de 9

de setembro, é emitido o aditamento ao alvará de loteamento 2/2002, requerido por Filipe da Silva Ferreira, contribuinte fiscal nº 241506816, através do qual é autorizada

a alteração do loteamento sito no lugar de “Quinta D. Maria”, União das Freguesias de Trancoso (São Pedro e Santa Maria) e Souto Maior, concelho de Trancoso, descrito na Conservatória do Registo Predial sob o nº 1543/20021030.

A alteração incide sobre o Lote nº 32, nomeadamente:

Eliminação da área de construção para Cave/Estacionamento e consequente redução do número de pisos de 3 para 2.

Mantêm-se inalteradas as características inicialmente aprovadas do alvará de loteamento

nº 2/2002.

Para conhecimento geral se publica o presente aviso que vai ser afixado nos lugares

públicos do costume. Trancoso, Setor de Licenciamento de Obras Particulares e Loteamentos, 23 de junho de 2016.

O Presidente da Camara Municipal,
O Presidente da Camara Municipal,

(Amilcar José Nunes Salvador)

O Interior, nº 862 de 30/06/2016de Obras Particulares e Loteamentos, 23 de junho de 2016. O Presidente da Camara Municipal, (Amilcar

PUB Aditamento Loteamento Municipal da Zona Industrial de Trancoso Processo 2/1999/1002 Amilcar José Nunes Salvador,

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Aditamento Loteamento Municipal da Zona Industrial de Trancoso

Processo 2/1999/1002

Amilcar José Nunes Salvador, Presidente da Câmara Municipal do Concelho de Trancoso:

Faz Saber, que em deliberação tomada por esta Cãmara Municipal em sua reunião realizada em 22 de junho de 2016, e em face do que prescreve o nº 7 do artº 27 do Decreto-Lei nº 555/99 de 16 de Dezembro, alterado pelo Decreto-Lei 136/2014 de 9 de setembro, é emitido o aditamento ao Loteamento Municipal da Zona Industrial, de Trancoso, requerido pela firma Torres & Filho, Ld”, contribuinte fiscal nº 500286272, com sede na Zona Industrial de Trancoso, através do qual é autorizada a alteração do lote 11, do prédio sito no lugar de “Crujeiro”, União das Freguesias de Trancoso (São Pedro e Santa Maria) e Souto Maior, concelho de Trancoso, inscrito sob o artigo matricial nº 1961 e descrito na Conservatória do Registo Predial sob o nº

1046/19990408.

A alteração incide sobre o Lote nº 11, nomeadamente:

Aumento da área de implantação de 526,00m 2 , para 657,00m 2 da área de construção de 526,00m 2 para 692,00m 2 e do número de pisos de 1 para 2. Mantêm-se inalteradas as caracteristicas inicialmente aprovadas do loteamento. Para conhecimento geral se publica o presente aviso que vai ser afixado nos lugares públicos do costume. Trancoso, Setor de Licenciamento de Obras Particulares e Loteamentos, 23 de junho de 2016.

Presidente da Câmara Municipal,
Presidente da Câmara Municipal,

(Amílcar José Nunes Salvador)

23 de junho de 2016. Presidente da Câmara Municipal, (Amílcar José Nunes Salvador) O Interior, nº

O Interior, nº 862 de 30/06/2016

Quinta-feira 30 de junho de 2016

Quinta-feira • 30 de junho de 2016 • • 2 1

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ATLETISMO

Paulo Gomes e Lídia Pereira vencem em Vilar Formoso

Paulo Gomes (na foto) e Lí-

dia Pereira venceram no sábado

o

Grande Prémio entre Almeida

e

a fronteira de Fuentes de

Onõro/Vilar Formoso. O atleta de Celorico da Beira, que alinha no Clube União Artística Benaventense, correu os 16,7 quilómetros da prova em 58m34s, quase me- nos dos minutos que Fernando Matos (GCA Donas), o segundo classificado com a marca de

1h00m03s. Luís Martins (CA Seia) foi terceiro com o tempo de 1h02m46s. Nas senhoras,

a corredora da Casa do Povo

de Mangualde ganhou sem dificuldades em 1h09m14s deixando a segunda classifi- cada, Patrícia Rosado (ACDR Arneirense), a mais de seis minutos (1h15m01s). Maria Teresa Bernardo (Núcleo Spor- tinguista “Leões da Fronteira”) fechou o pódio com o tempo de 1h19m26s. Nas restantes pro- vas os vencedores foram Taísa Dias (CA Seia) e Ângelo Feve- reiro (individual) em infantis/ benjamins; Joana Marques e Mário Vicente (ambos CA Seia) em infantis e a equipa B do Feirense na estafeta 16,7Kms.

DR
DR

A competição contou com a

participação de 63 atletas. No fim-de-semana reali- zaram-se, na pista da Maia, o Campeonato de Portugal e o Nacional de sub-23. Em termos coletivos, o Benfica sagou-se campeão com a ACR Senhora do Desterro (São Romão) a terminar na quinta posição em femininos e o Centro de Atle- tismo (CA) de Seia na sexta em masculinos. Individualmente

destaque para os segundos luga- res de Hélio Vaz (CAS) nos 110

m barreiras (14s40’), de Nuno

Lopes (CAS) nos 5.000 metros (14m17s76’) e de Amélia Vito-

rino (Senhora Desterro) nos 800 metros (2m11s63’). Nelson Pin-

to (CAS) foi terceiro no salto em

altura (2,05 metros), o mesmo resultado obtido por Jennifer Gomes (Senhora Desterro) no salto em altura (1,64 metros). Já António Gomes e Daniel Gregório (ambos do CAS) fo- ram quartos nos 5.000 metros (14s96’) e nos 3.000 metros obstáculos (9m19s16’), respe- tivamente. Nos sub-23, Samuel Barata (Benfica), natural da Bouça (Covilhã), foi terceiro nos 5.000 metros.

LAZER

Rali da Guarda este fim-de-semana

Cinquenta equipas partici- pam este fim-de-semana no Rali Banco BIC Guarda, que vai juntar as ações de convívio e lazer aos percursos de estrada e à prova de maneabilidade. Este ano, a atividade orga- nizada pelo Clube Escape Livre fará uma ligação a Gouveia onde serão visitados o Museu da Mi- niatura Automóvel e o Parque Senhora dos Verdes, antes da seletiva prova de maneabilidade na tarde de sábado. No domingo, após a visita guiada e encenada

ao centro histórico da Guarda, tem lugar a cerimónia do pódio e o almoço de encerramento com entrega de prémios aos participantes. Estão confirmados os pilotos Francisco Carvalho e Francisco Romãozinho, os jor- nalistas António Catarino e Rui Cardoso, os diretores de marcas automóveis Anabela Correia e Ricardo Oliveira, Hermínio Lou- reiro (presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis) e o radia- lista Marcos André, bem como os organizadores António Matos

Chaves e Alberto Gonçalves. Paralelamente, no centro comer- cial La Vie, o Escape Livre expõe o Renault Gordini com que José Carpinteiro Albino venceu o Rali TAP, em 1967. Instalado na segunda-feira, o bólide pode ser visto até domingo, dia em que o filho do ex-piloto, Eduardo Car- pinteiro Albino, e a neta, Maria Carpinteiro Albino, vão apre- sentar no “shopping” a biografia recentemente lançada (Edições Vintage) sobre o campeão nacio- nal e assinada por Sérgio Veiga.

PATINAGEM

Unidos do Tortosendo competiu no Nacional de iniciados

O Unidos do Tortosendo partici-

pou com três atletas no Nacional de Patinagem Livre de iniciados, realiza- do no sábado em Braga.

O campeonato juntou 68 patina-

dores de todas as associações do país,

tendo as representantes de Castelo Branco obtido resultados modestos «fruto da sua inexperiência em com- petições deste nível de exigência, adianta o clube, onde a modalidade apenas existe há cerca de três anos. Daniela Rodrigues foi a melhor repre- sentante distrital com a 41ª posição, enquanto Lana Fazendeiro foi 63ª e Laura Mesquita 65ª. As atletas foram acompanhadas pela treinadora Ana Santos (na foto).

DR
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CICLISMO

João Mariano é campeão nacional em master 35

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A vila alentejana de Almo-

dôvar acolheu no domingo o Campeonato Nacional de Elites

e Masters Amadores em que participaram 170 ciclistas.

A equipa guardense Mar-

ques & Pereira/Garbike esteve em destaque na corrida prin-

cipal, destinada a atletas até masters 40-45, que cumpri- riam 111 e 147 quilómetros, respetivamente. Alexandre Guilhoto integrou a fuga pro- tagonizada no início e que durou durante uma centena de quilómetros, altura em que foi neutralizada, quando os masters 40-45 se preparavam para acabar a sua corrida. Nes- ta categoria, António Ferreira foi 11º, com o mesmo tempo do vencedor, e Hugo Dias 14º. A derradeira volta para o final das restantes classes ficou marcada por várias tentativas de fuga prontamente anuladas pela

Marques & Pereira/Garbike. Os guardenses resguardaram João Mariano para o final e a

estratégia resultou com o ciclista

a sagrar-se campeão nacional

de master 35 num sprint espe- tacular. Pedro Pereira cortou a meta na oitava posição, a um minuto do vencedor, e Alexan- dre Guilhoto foi 19º, a 3m39s do primeiro na classe master

30. Já Bruno Fernandes foi obri- gado a desistir devido ao grande cansaço gerado pelo trabalho de equipa na volta final. Na corrida de master 50 Luís Marques também desis- tiu ao quilómetro 39, quando seguia no pelotão da frente, vítima de avaria mecânica. Já o piloto guardense de “downhill”

e enduro João Rodrigues, que

participou integrado na estru- tura da Marques & Pereira/ Garbike, desistiu por causa de uma gastroenterite.

PARAPENTE

Linhares da Beira acolhe Taça do Mundo

A Aldeia Histórica de Linha-

res da Beira (Celorico da Beira)

vai acolher a Taça do Mundo em

Parapente,entresábadoe9julho.

Segundo uma nota da au- tarquia, a competição contará com a participação de dezenas dos melhores praticantes de

parapente do mundo e «milha- res de olhares da comunidade parapentista mundial». No even- to, considerado como sendo «a Fórmula 1 do parapente», são esperados «os 150 melhores pilotos do mundo», incluindo oito portugueses.

NATAÇÃO

Guardenses com bons resultados em Elvas

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Decorreu no passado fim- de-semana o IIIº Torregri de cadetes, da Associação de Natação do Interior Centro (ANIC), nas piscinas de Elvas. O Clube de Natação da Guarda (CNG) competiu com 13 nadadores e obteve dez pódios, nomeadamente um

primeiro lugar, três segundos e seis terceiros. Para o CNG, são resultados «bastante positivos tendo em conta a tenra idade dos atletas (nascidos entre 2004 e 2008)». A prova contou com a presença de 91 atletas provenientes de seis clubes membros da ANIC.

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2 2 • • Quinta-feira • 30 de junho de 2016

Quinta-feira 30 de junho de 2016

 
 

opinião

 

David Santiago

 

Nada ficou na mesma

Atemorizado pelos ganhos eleitorais do UKIP e acossado pelos conservadores eurocé- ticos, David Cameron, agora primeiro-ministro demissionário, prometeu referendar a perma- nência do Reino Unido na União Europeia. Cameron achou que a inesperada maioria absoluta de 2015 e o acordo entre Londres e Bruxelas assinado em fevereiro, que atribuía um estatuto ainda mais especial ao Reino Unido, garantiriam a força necessária ao “remain”. Enganou-se e por via desse irresponsável engano abriu caminho à possibilidade de um líder populista tomar conta do Partido Conser- vador. Somar o populismo nos conservadores

à

liderança inexistente do socialista Jeremy

Corbyn nos trabalhistas e à irresponsabilidade de Nigel Farage é um risco com danos potenciais equivalentes ao Brexit. É que o Reino Unido continuará a ser uma

grande economia, uma potência nuclear com assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas e o principal e mais avançado exército europeu. E nesta altura não se vislumbra uma solução para a crise dos refugiados nem para o

problema de defesa e securitário que a Europa atravessa, exatamente os principais fatores – se ignorarmos as questões do défice democrático

o descontentamento dos mais pobres – que deram a vitória ao “leave” no referendo.

e

Na UE a resposta foi difusa. Mas ao contrário do que se ouve, a reação inicial do diretório europeu mostra que as coisas não terão ficado na mesma. Até agora havia o eixo franco-alemão, com a chanceler Angela Merkel

a

incluir, mesmo que só na forma, Paris nas

principais decisões. Esta fórmula permitia a Berlim parecer que não decide tudo sozinho. Mas a reunião dos seis membros fundadores (Alemanha, França, Itália e Benelux) da União pareceu um sinal de que ganharam força aqueles que defendem o regresso a uma União de núcleo restrito. É essa a teoria, por exemplo, do ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, que defende também duas divisas europeias, um euro forte e um fraco. Depois Merkel convidou (para Berlim, pois claro!) Matteo Renzi (Itália), François Hollande (França) e Donald Tusk (presidente do Conselho Europeu) para discutir uma resposta ao Brexit.

Ignorou Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, que tem advogado, em oposição a Tusk, a necessidade de negociar rapidamente o Brexit para diminuir a incerteza. Merkel pede prudência. Mas sabe-se que os periféricos (dívida pública e mercados) são os primeiros a ser atingidos, rápido e em força, sempre que a incerteza se avoluma. É de esperar que o Brexit provoque mudanças profundas, faltando saber se vai ou não haver uma altera- ção também profunda no status quo e modus operandi europeus. Em Espanha houve eleições com o Brexit em pano de fundo, o que terá favorecido os conservadores do ainda primeiro-ministro Ma- riano Rajoy. Muitos espanhóis terão votado pela certeza contra a incerteza dos nacionalismos independentistas que a saída britânica reavivou. Porém apesar de um Parlamento novamente polarizado e de não haver uma solução gover- nativa óbvia, não se pode dizer que Espanha teve eleições para deixar tudo na mesma. Porque a derrota do Unidos Podemos foi também uma derrota do extremismo populista antieuropeu. Nem tudo está mal.

 
 

opinião

 

Messidor

António Godinho Gil *

godgil@sapo.pt

1.

“Soubemos sofrer!”. Foi a frase mais ouvida nas TV quando

de nós. Ou seja, enquanto ficarmos baratos à UE.

Portugal ganhou à Croácia no Europeu de futebol. Dita por jogadores,

 

4.

A necessidade leva ao engenho. O engenho leva ao risco. O

adeptos e comentadores. Com uma convicção inabalável. Saber sofrer. Sem querer, estamos a falar de uma marca essencial da nossa matriz

risco leva a responsabilidade. A responsabilidade leva à liberdade. A liberdade leva à imaginação. A imaginação leva ao ócio. O ócio leva

cultural. Um espanhol desdenha o sofrimento. Para um italiano, é um motivo cénico. Para um francês, um passe coreográfico. Para um japonês, um desafio. Para um inglês, talvez uma razão para o humor. Para um árabe, uma fatalidade histriónica. Mas nós somos diferentes. Não escondemos o sofrimento. Não fazemos dele algo inacessível, aterrador, requintado, sobrenatural, salvífico. Nós sabemos que o sofrimento dorme connosco. Faz parte da decoração. É o braço que empunha o chicote e a promessa da redenção. Nós não aguentamos a perda. Mas não podemos viver sem a sua sombra. Sabemos sofrer? Não. Por isso, aprendemos sempre. Desde que ganhemos, claro.

à

necessidade. Que tédio!

 

5.

Acerca do Brexit, já quase tudo foi dito. Só me ocorre partilhar

algo que escrevi recentemente. Numa praia onde de me encontrava, havia uma família inglesa com duas criança entre oito e dez anos. Passaram o tempo a escavar a areia com as suas pás, orientadas pelo

pai. Como se estivessem algures no Egipto, em registo Indiana Jones. Percebi a natureza do génio britânico. Mesmo quando a escavação

é

uma metáfora da curiosidade e não uma memória de tradições

mineiras, militares ou arqueológicas. É um génio exploratório, em vez de especulativo. Experimental em vez de dogmático. É o génio

2.

Foi notícia recente o director escolar de Carcavelos que, no seu

que produziu Darwin, Shakespeare, Dickens, Ricardo, Turner, Newton. Escavações que conduzem à descoberta das leis naturais e económi- cas. Ou, por via artística e literária, às subtilezas da devastadora, mas surpreendente comédia humana. Mas dificilmente levarão a edifícios complexos, teorias criadas para funcionar como relógios, grandes sistemas construídos de cima, ou derivas psicanalíticas

agrupamento, aboliu os trabalhos de casa, os chumbos e, pasme-se, os toques de campainha. Deve ser o paraíso na terra. No entanto, por muito que tentem inventar, aprender nunca foi fácil. Fazer disso uma festa, sem metas e exigência, está-se mesmo a ver no que vai dar:

futuros tótós, auto complacentes, preguiçosos e bué de “felizes”. A propósito, leio num grupo de uma rede social, reservado a uma classe profissional em que a licenciatura é obrigatória, a palavra “pude-se”. Erros deste tipo são frequentes neste fórum, onde já li “promeça”, “fizesse-mos”, o inevitável “há-des”, etc. Aposto que estes cidadãos foram extraordinariamente “felizes”, enquanto estudantes. Agora são só iletrados de luxo.

 

6.

Certo dia, vi um trolha mandar um piropo a uma “inocente”

rapariga. A qual, no momento, ia a curtir a sua música com os hea-

dphones vem visíveis. É certo que tamanha “ofensa” não chegou à “vítima ‘. Mas o hediondo comportamento criminoso do trolha não

deveria ficar em claro. Ainda tentei pegar no telemóvel, para denunciar

caso às autoridades. Infelizmente, esqueci-me do aparelho em casa, pelo que o vil perpetrador ficou impune

o

3.

Já se percebeu quem são os grandes beneficiários líquidos do

regime: os oligarcas da política, da finança, das grandes sociedades de advogados e da Maçonaria. Portugal tornou-se uma cleptocracia dos subúrbios, onde as cartas são distribuídas pelos mesmos que as recolhem, e os trunfos nunca saem de mão. Mas a fraude aparece sempre como outra coisa. Os títeres nunca dispensaram os ilusio- nistas, tal como os reis nunca prescindiram dos bobos. Porque tudo isto é mantido graças a um gigantesco truque: a Justiça faz de conta que a lei é aplicada aos grandes, as entidades reguladoras fazem de conta que regulam, os órgãos de soberania fazem de conta que o país é soberano, o Governo faz de conta que governa, os emissários em Bruxelas fazem de conta que protestam, o PR faz de conta que reina, as meninas do BE fazem conta que tratam da moral da Nação, os partidos fazem de conta que estão acima de tudo isto e Costa faz de conta que existe. E tudo isto só é possível enquanto para Bruxelas compensar salvar a face, em vez de pagar o preço de se desembaraçar

 

7.

Há um momento em que está tudo por nós, ainda que

ninguém nos queira acompanhar nessa vertigem. Há um momento em que parece tudo estar à espera da audácia do nosso próximo lance, mas é difícil imaginar como ele é solitário. Há um momento em que podemos resgatar a memória, abandonar a arena, soltar as amarras, largar o lastro. Mas o melhor é estarmos precavidos de que ninguém o irá fazer por nós. Há um momento em que tudo parece estar perdido. É quando se torna claro que não podemos mais partilhar as responsabilidades por aquilo que somos. E olha- mos para esse encargo como um peso, em vez de uma alavanca. A flecha sai do arco em silêncio, sem uma réstia de hesitação. Como se fosse a respiração do tempo. É fundamental estarmos preparados para esse momento.

 

* O autor escreve de acordo com a antiga ortografia

mitocôndriasequasares

 
opinião

opinião

António Costa

A astronomia no passado

antoniomanuelcosta@gmail.com

No próximo dia 4 de julho iremos assistir a mais um feito único na história da Ciência. Lançada a 5 de agosto de 2011, e depois de quase 5 anos a viajar, a sonda Juno irá explorar o planeta Júpiter. Esta sonda terá como principais tarefas compreender a origem e a evolução do planeta, observar auroras e realizar medições da quantidade de água e amónia na atmosfera. Olhando para feitos recentes da ciência, existe uma certa tendência para considerar as primeiras civilizações ignorantes em matéria de Ciência. Na realidade, muitos pontos de vista eram de facto muito primitivos. Mas é notável que o seu profundo conhecimento de astronomia tenha também influenciado a sua arquitetura. Por volta de 3.000 a.C. começou a construção de um dos mais famosos monumentos do mundo, Stonehenge, que hoje se pensa ter sido um primitivo observatório astronómico. Stonehenge é provavelmente o mais conhecido monumento megalítico da Europa. Fica numa zona rural em Inglaterra e é uma importante atração turística. Ninguém sabe precisamente como foi construído em diferentes épocas pelos druidas. A primeira fase deve ter começado há cerca de 5 mil anos com a criação do núcleo original – um conjunto de banco de terra, buracos e valas. O primeiro círculo de pedras foi erigido possivelmente mil anos mais tarde, tendo sido completado por volta de 1.500 a.C. Há quem pense que Stonehenge foi usado para sacrifícios humanos ou como lugar de sepultura para pessoas importantes. Contudo, existe também uma teoria popular segundo a qual se trataria de uma espécie de observatório, usado para prever os movimentos e os eclipses da Lua e do Sol. As provas estão no alinhamento dos monumentos, que permite que todos os anos, no solstício de verão, o Sol nasça de uma das pedras principais, conhecida como a “Heel Stone”. Na mesma época em que Stonehenge começou a ser construído,

mas noutro continente, os egípcios erigiam as suas pirâmides de Gizé, localizadas de maneira a alinharem perfeitamente com certas estrelas do céu. Os antigos egípcios tinham grande interesse pelo céu. As pirâmides do planalto de Gizé estão alinhadas com grande precisão de acordo com os pontos cardeais; cada uma das faces está orien- tada para norte, sul, este ou oeste com diferença de apenas alguns

décimos de grau. Além disso, no tempo em que as pirâmides foram construídas, o polo norte era diferente do atual. Há uma teoria, ainda não inteiramente fundamentada em provas, que sugere que Gizé foi construída como reflexo do céu noturno: as três pirâmides represen- tariam as estrelas do cinturão da constelação de Orionte – conhecida pelos egípcios como Osiris, o deus dos Mortos –, enquanto a Esfinge seria a constelação de Leão e o rio Nilo a Via Láctea. Dois milénios mais tarde, os maias faziam o mesmo no Novo Mundo. A civilização maia estabeleceu-se em territórios dos atuais México, Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador, e floresceu entre

1500 a.C. e 900 d.C

Tal como os antigos gregos, os maias tinham

um grande interesse científico pelos céus estimulado pela sua religião.

As provas deste fascínio são claras, especialmente na orientação de muitas das suas cidades. Um bom exemplo é a famosa pirâmide de

Palenque. As janelas laterais e o topo estão orientadas de maneira a serem plenamente iluminadas pelo Sol na manhã anterior ao dia em que Vénus se torna visível. A pirâmide de Chichén Itzá oferece-nos outro exemplo. Nos equinócios, a iluminação do Sol sobre as escadas

no topo da pirâmide cria a ilusão de uma serpente – Quetzalcoatl, o deus-serpente maia, que personifica o planeta Vénus. Estes são apenas alguns exemplos de civilizações que se dedica-

e

ram de forma independente a desenvolver a sua arquitetura de maneira

a

que esta se conformasse ao movimento da luz (e dos deuses) no céu.

ESPAÇO PÚBLICO

Quinta-feira 30 de junho de 2016

E S P A Ç O P Ú B L I C O Quinta-feira • 30

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As sete mentiras de Júlio Sarmento

O TMG não tem os dias contados

Na edição de 2 de junho de 2016, foi publicado

n’O INTERIOR uma notícia com o título “Câmara de

Trancoso alvo de inspeção”. Na referida notícia são transcritas afirmações

Como resulta da ata publicada no site da Câma- ra Municipal, na reunião de Câmara de 11 de maio

de 2016, a Câmara Municipal limitou-se a deliberar

a delegação e subdelegação de novas competências

Titula o jornal O INTERIOR na sua última edição, em grande destaque na primeira página:

“TMG com os dias contados”. Ter os dias contados significa, em Portugal, que algo vai acabar, vai terminar, vai fechar. Ora,

perante este “título jornalístico”, que tantas dúvidas suscitou aos leitores, a Câmara Municipal da Guarda esclarece que o TMG não tem os dias contados, en- quanto equipamento cultural que assegura o serviço público de programação regular à comunidade.

O TMG não vai fechar. Muito pelo contrário,

o município da Guarda reafirma a sua aposta

nesta estrutura de programação e criação cultural cada vez mais plural e fruída, como provam os últimos números. Só entre maio e junho, em igual período de 2015 e 2016, o TMG mais do que duplicou espetadores/participantes nas suas

atividades culturais, artísticas e educativas. Em quase 9 mil pessoas, em pouco mais de mês e meio, passaram por cá centenas de crianças. (…) Por isso, este título conduz a uma mentira que importa negar.

Ou seja, ao contrário do que insinua o título da capa do jornal, nada está decidido.

Bem pelo contrário. Quis e quer este execu- tivo estimular o debate e envolver todos quantos querem participar. Não será o caminho correto? Notícias destas – puramente falsas – é que não contribuem, em nada, para a dimensão nacional que continuamos a desejar para o TMG

e para a Guarda. Pena é que não se queira contribuir para uma

dimensão maior da estratégia cultural e se prefira

o desgaste pela mentira.

É mesmo pena!!!

(…)

O projeto está aí, a sua execução depende da

vontade de todos. Nós não impomos, dialogamos. Somos adeptos de uma sociedade democrá- tica e esclarecida. E consideramos, para o efeito, imprescindível o papel do jornalismo. Por isso, graças à fundamental conquista das liberdades de imprensa e de expressão, cumpre-lhe a tarefa de

um exercício eticamente responsável na difusão do rigor e da verdade. Os leitores assim o exigem.

O executivo da Câmara Municipal da Guarda, carta recebida por email

Nota da redação: O INTERIOR nunca escreveu que o TMG vai acabar, apenas que “tem os dias contados” porque, como se lê no postítulo da primeira página em causa, «o Teatro Municipal da Guarda deverá dar lugar ao Teatro da Guarda (TdG). A mudança está a ser preparada pela Câmara, instituições públicas e privadas, bem como coletividades do concelho, com vista à criação de uma régie cooperativa para gerir o complexo cultural da cidade».

de Júlio Sarmento, deputado da Assembleia Munici-

em áreas especificas publicada em legislação que

pal

e ex-Presidente da Câmara Municipal de Tranco-

entrou em vigor após o inicio deste mandato. Não se

so,

que, além de revelarem profunda ignorância, são

tratou assim de ratificar a delegação ou subdelega-

absolutamente falsas, como a seguir se demonstra:

ção de competências de despachos de vereadores.

 

- Da afirmada inspeção à Câmara pela Ins-

7º - Do afirmado lanche oferecido e recusado

peção-Geral da Administração do Território (IGAT):

pelos inspetores do IGF:

O IGAT não existe. O que existe é a Inspeção

Geral da Administração Local de Lisboa, e existiu a Inspeção Geral da Administração Local (IGAL), já extinta, e cujas funções foram integradas na atual Inspeção Geral de Finanças (IGF). Logo não pode

a Câmara estar a ser investigada por uma entidade

que não existe, como bem deveria saber quem foi Presidente de Câmara durante 28 anos. Reafirma-se que a única entidade que se en-

contra a realizar a inspeção é a IGF e com o objeto referido na mesma notícia pelo atual presidente da Câmara, Amílcar Salvador.

2º - Da afirmada violação de loteamento e PDM:

A violação a que se refere Júlio Sarmento

reporta-se ao arranjo urbanístico do lugar das Alminhas. Trata-se de uma obra executada e não concursada pelo anterior autarca e pela qual se en-

contra sob investigação da IGF e Policia Judiciária da Guarda. Acresce que não existe plano de loteamento para o lugar em causa, logo nunca poderia haver violação do mesmo. 3º- Da afirmada utilização ilegítima de um empréstimo não visado para permitir fundos

disponíveis:

Foi o próprio Júlio Sarmento que, a 27/09/2013,

propôs, tendo sido deliberado em reunião de Câmara com o seu voto favorável e dos vereadores do PSD,

a utilização de um empréstimo a contrair no futuro

para cálculo dos fundos disponíveis. A atual maioria continuou a utilizar esta fórmula

de cálculo até 16/07/2014, o que, na nossa perspeti-

va, nada tem de ilegítimo porquanto é admitido pela

al. c), n.º 1, art. 4.º da lei 8/2012, e n.º 1, art. 6.º do

DL 127/2012.

Júlio Sarmento chega assim ao ponto de

afirmar a ilegalidade de uma decisão que ele próprio implementou na Câmara Municipal.

4º - Das afirmadas ilegalidades na nomeação

do

chefe de gabinete e do presidente do Conselho

de

Administração da TEGEC:

A

atual maioria na Câmara de Trancoso nunca

foi

interpelada, até à presente data, por qualquer

entidade, sobre uma alegada ilegalidade na no-

meação do chefe de gabinete que, aliás, respeitou integralmente a lei. Quanto à nomeação do presidente do Conselho

de Administração da TEGEC, a existir ilegalidade,

a mesma é da única responsabilidade do anterior

executivo que não atualizou os estatutos da TEGEC por forma a permitir que a nomeação fosse da

competência desta e não do executivo. Prova disso é que, aquando da entrada em vigor da lei 50/2012 de 31 de agosto, o então presidente da TEGEC também não foi nomeado por esta e continuou em funções com nomeação do executivo.

A atual maioria já esclareceu a IGF sobre esta

matéria (que não é objeto da atual inspeção) há cerca de 2 anos, nada mais lhe tendo sido pedido.

5º - Da alegada prática de um crime de partici-

pação em negócio pelo vereador João Paulo Matias:

Além de difamatória, tal afirmação é absoluta- mente falsa. A advogada a quem foram adjudicados alguns serviços jurídicos não é colega de escritório do

referido vereador. Ambos exercem a advocacia em es- critórios distintos e não têm qualquer sociedade formal ou informal em conjunto. Logo o referido vereador não teve qualquer benefício com tais adjudicações. 6º - Da alegada ratificação de despachos

de vereadores que não tinham subdelegação de

competências:

Não foi oferecido qualquer lanche. Foi oferecido um café durante a manhã, o qual foi aceite, com agrado, pelos senhores inspetores e onde estiveram presentes além do executivo, o chefe de departamen- to e chefes de divisão da Câmara Municipal.

As afirmações de Júlio Sarmento têm como único

objetivo desviar a atenção do conjunto de ilegalidades praticadas durante os seus mandatos e que hoje se consubstanciam nos seguintes factos irrefutáveis:

- Sentenças transitadas em julgado que con-

denam a Câmara Municipal a pagar a quantia de

aproximadamente 900 mil euros, com origem em

obras não concursadas e sem qualquer fiscalização da Câmara Municipal.

- Processos judiciais em curso, igualmente

com origem em obras não concursadas, e sem

fiscalização, bem como na parceria publico privada, nos quais empresas e a Caixa Geral de Depósitos reclamam o pagamento da quantia total de apro- ximadamente 12 milhões e setecentos mil euros. São estes os números que traduzem a irres- ponsabilidade, incompetência e ilegalidades prati- cadas por quem agora, com absoluta incoerência

e hipocrisia, se permite, qual arauto da legalidade,

divulgar mentiras na imprensa regional e imputar ilegalidades ao atual executivo de que ele próprio foi o autor.

O presidente da Câmara e os vereadores eleitos pelo PS, carta recebida por email

É um título enganador, alarmante e infeliz.

Enganador porque, de imediato, leva os lei-

tores a concluir que o Teatro Municipal da Guarda

vai fechar. E a verdade é que não vai. Alarmante, desde logo, para os funcionários que pensaram num cenário de despedimento

e instabilidade. Tudo ao contrário do que este

município fez e está a fazer, quer em defesa da

permanência e melhoria do serviço público cultu-

ral quer da continuidade de todos os funcionários.

Um título infeliz, em termos jornalísticos, pois confunde os leitores entre o objeto da notícia, o que está realmente em causa, e o que o jornal quer fazer parecer. O TMG não tem os dias contados. (…) O que está em causa, isso sim, é um processo democrático, de abertura ao contributo cooperativo de instituições e agentes culturais, no sentido de se analisar os prós e contras da possível constituição de uma régie cooperativa.

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Diretor : Luís Baptista-Martins Redação : Luis Martins (Chefe de Redacção) e Ana Eugénia Inácio.
Diretor : Luís Baptista-Martins Redação : Luis Martins (Chefe de Redacção) e Ana Eugénia Inácio.

Diretor: Luís Baptista-Martins Redação: Luis Martins (Chefe de Redacção) e Ana Eugénia Inácio. Conselho Editorial: António Ferreira, Nuno Amaral Jerónimo, Cláudia Quelhas, João Canavilhas, José Carlos Alexandre, Diogo Cabrita e Maurício Vieira. Colunistas e Colaboradores: Albino Bárbara, Américo Brito, António Ferreira, António Costa, António Godinho, Cláudia Quelhas, Cláudia Teixeira, David Santiago, Diogo Cabrita, Fernando Pereira, Frederico Lucas, Hélder Sequeira, Honorato Robalo, Joaquim Igreja, João Canavilhas, Joaquim Nércio, Jorge Noutel, José Carlos Lopes, José Pires Manso, Júlio Salvador, Marcos Farias Ferreira, Miguel Sousa Tavares e Norberto Gonçalves. Desporto: António Pacheco, António Silva, Arlindo Marques, Daniel Soares, José Ambrósio, José Luís Costa e Miguel Machado. Cartoon: Maurício Vieira. Paginação: Jorge Coragem Projeto Gráfico: Maurício Vieira. Departamento Comercial: Joana Santos Impressão: FIG-Indústrias Gráficas, S.A. • Rua Adriano Lucas – 3020-265 Coimbra • Telefone 239 499 922 • Fax 239 499 981 • e-mail: fig@fig.pt Sede, Redação e Publicidade: Rua da Corredoura, 80 - R/C Dto - C • 6300-825 Guarda N.I.P.C. – P-504847422. Nº de registo no ICS: 123436 Depósito Legal:146398/00 Tiragem desta edição: 7.200 exemplares Periodicidade: Semanário Edição Internet: O Interior Propriedade: JORINTERIOR - Jornal • O Interior, Ldª. Detentores de mais de 10% do capital da empresa: José Luís Carrilho Agostinho de Almeida e Luís Baptista-Martins. Guarda - Redacção/Publicidade: 271212153 www.ointerior.pt • publicidade@ointerior.pt

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24 • • Quinta-feira • 30 de junho de 2016 bilhetepostal rua da corredoura, 80
24 •
• Quinta-feira • 30 de junho de 2016
bilhetepostal
rua da corredoura, 80 - R/C Dto - C • 6300-825 Guarda
Redacção/Publicidade: 271212153 • www.ointerior.pt • publicidade@ointerior.pt • ointerior@ointerior.pt
Rui Tavares
GUARDA
dcabrita@iol.pt
Diogo Cabrita
Câmara organiza “The Long Weekend”
em meados de julho
ausência de outros ou por teimosia dos
programas. Na divergência de ideias solta
os palavrões de que alguma esquerda tem
A
edição deste ano do “The Long
Weekend” vai ser organizada pela Câmara
da Guarda nos dias 15, 16 e 17 de julho,
que contratou para o efeito a empresa de
João Pedro Borges, atual presidente da
concelhia da Guarda do PS e deputado
municipal.
vida cultural e comercial da zona antiga
da cidade mais alta através da atração de
pessoas com diversas atividades e anima-
ção. O “The Long Weekend” foi idealizado
pela ACG e implementado pela primeira
vez em setembro de 2014, com sucesso,
tendo sido repetido no ano passado.
A
Plataforma Jota, que se dedica à
organização de eventos, já tinha colabo-
rado com a Associação Comercial (ACG)
na realização das duas edições anteriores
de uma atividade pensada para agitar a
Desta vez, a Associação Comercial alegou
falta de recursos financeiros e de apoios
para promover um dos eventos mais
inovadores na dinamização do centro
histórico da Guarda.
os bolsos cheios. Os outros são sempre
atrasados, mentecaptos, cegueira fascista.
Os portugueses são milhões e deve existir
uma infinidade de gente culta e bem prepa-
rada, mas temos de ouvir constantemente
alguns que não sei como são escolhidos.
Os líderes do PSD e do PS conseguem um
protagonismo frequente. Mas alguns são
apagados como se provocassem terror. Há
uma ditadura da linguagem e dos conceitos
aceites como se outras ideias perigassem
a
democracia. Porque não vemos Carva-
lho da Silva? Porque apagaram o Carlos
GUARDA
Autarquia entrega apoios a bombeiros
Que forças obscuras permitem tanto
espaço de exposição a Rui Tavares? Quem
é o historiador e fundador do Livre? Foi mi-
litante do Bloco de Esquerda, por quem foi
deputado europeu, e fundou o Livre com a
dura realidade de uma hecatombe eleitoral.
Escreveu sete livros, entre os quais um das
suas crónicas no jornal “Público”. Ele é
uma figura da comunicação pontificando
nos jornais e televisões. Ele está onde,
por exemplo, não entra Carlos Carvalhas,
que liderou o PCP de 1992 até 2004. Ele
está onde não surgem Garcia Pereira ou
Carvalho da Silva. Rui Tavares tem este
charme indiscreto de se insinuar como um
fio condutor moralista que define branco e
preto, direita e esquerda, num tom estafado
de esquerdista dos anos 30. Define-se
como o futuro numa recente crónica
sobre Paulo Varela Gomes. Este homem
de 43 anos é um vigoroso representante
dos inflamados salteadores da liberdade
da direita, um dos que incendeia o mundo
quando alguém se lhe opõe, um destes
ofensores dos que são cristãos, dos que
são pela família como base da sociedade,
dos que querem para os islâmicos o mes-
mo que eles nos dão nas terras em que
ditam leis, um acérrimo lutador contra os
malvados do dinheiro, os criminosos do
capital. Rui Tavares é uma das vozes mais
antidemocráticas que vou lendo e vou
tendo de escutar na televisão por evidente
Carvalhas que liderou mais de dez anos o
PCP? Por curiosidade, Carlos Carvalhas
teve 600 mil votos contra menos de 50
mil de Rui Tavares. Porque não ouvimos
O
município da Guarda entregou
ano passado pela autarquia (17.550 eu-
ros). Na mesma cerimónia a Câmara, as
referidas Associações Humanitárias e a
empresa Eurosistra Portugal assinaram
um protocolo de colaboração com vista
à reposição das condições de segurança
rodoviária após a ocorrência de aci-
dentes que envolvam, por exemplo, o
derrame de combustível nas estradas
concessionadas pela autarquia. A me-
dida não implica qualquer custo para o
município e garante a atribuição de um
apoio, por parte da Eurosistra, aos bom-
beiros, conforme a sua área de atuação.
direita reacionária? Porque calaram a
voz dos que pensam de outro modo?
a
na terça-feira a primeira verba do valor
global do subsídio anual aos “soldados
da paz” do concelho.
As três associações humanitárias
vão receber 52.500 euros, dos quais
4.006,88 euros destinam-se a Famali-
cão, 5.158,05 para Gonçalo e 17.085,07
para a Guarda. O valor atribuído anual-
mente a cada uma delas é de 8.013,76
euros, 10.316,10 e 34.170,14, respeti-
vamente. Segundo o município, no caso
dos bombeiros houve um aumento três
vezes superior ao valor concedido no
O
espantalho dos fascistas é levantado
com a insanidade da ignorância. A defesa
incompreensível da Coreia do Norte por
alguma esquerda mete dó. A postura acrí-
tica sobre os crimes de modo transversal.
Crimes de trabalhadores são atos de luta,
crimes de empresários são hediondos.
Rui Tavares consegue ter alguns dos seus
mais convictos amigos na esfera da gover-
nação. Tem de ser um homem importante.
Eu é que não vislumbro!
opinião
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