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DESENHO TÉCNICO
DESENHO TÉCNICO

DEFINIÇÃO

DESENHO TÉCNICO DEFINIÇÃO Conjunto de Metodologias Procedimentos que visam o desenvolvimento comunicação de
DESENHO TÉCNICO DEFINIÇÃO Conjunto de Metodologias Procedimentos que visam o desenvolvimento comunicação de

Conjunto de Metodologias Procedimentos que visam o desenvolvimento comunicação de PROJECTOS, CONCEITOS e IDEIAS.

de Metodologias Procedimentos que visam o desenvolvimento comunicação de PROJECTOS , CONCEITOS e IDEIAS .
DESENHO TÉCNICO
DESENHO TÉCNICO

REPRESENTAÇÃO GEOMÉTRICA

Objectivo produzir documentação técnica

de produtos e sistemas com base em normas internacionais.

Projecções / Vistas / Cortes / Secções

Desenhos de Detalhe

Desenhos de fabrico

Cotagem / Tolerâncias / Anotações

/ Vistas / Cortes / Secções • Desenhos de Detalhe • Desenhos de fabrico • Cotagem
/ Vistas / Cortes / Secções • Desenhos de Detalhe • Desenhos de fabrico • Cotagem
/ Vistas / Cortes / Secções • Desenhos de Detalhe • Desenhos de fabrico • Cotagem
DESENHO TÉCNICO
DESENHO TÉCNICO

EVOLUÇÃO

Nos últimos 20 anos, houve um enorme

desenvolvimento das tecnologias e sistemas informáticos.

Consequência: - Afectou os processos e métodos de representação gráfica.

•

ANTES - Régua T

•

DEPOIS Máquinas de Desenhar (programas 2D)

•

AGORA Modelação geométrica 3D

• ANTES - Régua T • DEPOIS – Máquinas de Desenhar (programas 2D) • AGORA –
• ANTES - Régua T • DEPOIS – Máquinas de Desenhar (programas 2D) • AGORA –
• ANTES - Régua T • DEPOIS – Máquinas de Desenhar (programas 2D) • AGORA –
Importância do Desenho
Importância do Desenho

o

desenho é a linguagem de quem projecta

Em paralelo com a escrita, exprime uma IDEIA

Permite um entendimento universal:

- Para quem domina através de representações geométricas.

- Através de perspectivas para as restantes pessoas

É o meio de comunicação com o cliente.

. - Através de perspectivas para as restantes pessoas • É o meio de comunicação com
. - Através de perspectivas para as restantes pessoas • É o meio de comunicação com
. - Através de perspectivas para as restantes pessoas • É o meio de comunicação com
Introdução Histórica
Introdução Histórica
Introdução Histórica Caçadores Cro-Magnon pintaram animais caçados à 35.000 anos Os desenhos são as primeiras

Caçadores Cro-Magnon pintaram animais caçados à 35.000 anos

Os desenhos são as

primeiras

tentativas de comunicação

escrita.

Introdução Histórica
Introdução Histórica
Evolução progressiva para a esquematização e simplificação. • Escrita Ideográfica: - Hieróglifos Egípcios
Evolução progressiva
para a esquematização
e simplificação.
Escrita Ideográfica:
- Hieróglifos Egípcios

- Caracteres Chineses

- Hieróglifos Egípcios - Caracteres Chineses Alfabeto: • - Prática - Simples de aprender - Nº.

Alfabeto:

- Prática

- Simples de aprender

- Nº. de sinais pequeno.

Introdução Histórica
Introdução Histórica
Introdução Histórica Paralelamente à evolução da escrita, o DESENHO ganha importância, como meio de expressão,

Paralelamente à evolução da escrita, o DESENHO ganha importância, como meio de expressão, pela eficácia.

uma “

imagem vale mais que mil palavras

2 Tipos de Desenho:

-
-

ARTISTICO Liberdade subjectiva e estética do desenhador. Quem observa sente diferentes emoções/reacções.

-
-

TÈCNICO Objectos representados com rigor e objectividade. – “Gramática”, “Ortografia” e “Caligrafia” próprias.

Introdução Histórica
Introdução Histórica
Primeiras tentativas de Representação de Desenhos Técnicos: • Egípcios (Pirâmides)
Primeiras tentativas de
Representação de
Desenhos Técnicos:
• Egípcios (Pirâmides)

Mesopotâmia

Grécia

Roma

(Pirâmides) • Mesopotâmia • Grécia • Roma Planta de um Edifício desenhado pelos Caldeus num

Planta

de

um

Edifício

desenhado

pelos Caldeus num fragmento de argila

(2000 anos A.C.)

Introdução Histórica
Introdução Histórica
Principal Dificuldade: - Como representar objectos tridimensionais no espaço bidimensional.
Principal Dificuldade:
- Como representar
objectos tridimensionais
no espaço bidimensional.
Leonardo Da Vinci
Leonardo Da Vinci

(1452-1519)

- Deu o primeiro impulso ao introduzir o desenho 3D

- Deu o primeiro impulso ao introduzir o desenho 3D Perspectiva Técnica de pormenores em diversas

Perspectiva Técnica de pormenores

em diversas posições de uma corrente articulada.

Introdução Histórica
Introdução Histórica
Principal Dificuldade: - Como representar objectos tridimensionais no espaço bidimensional.
Principal Dificuldade:
- Como representar
objectos tridimensionais
no espaço bidimensional.
Gaspar Monge
Gaspar Monge

(1746-1818)

- Importante impulso que

permitiu resolver de forma

rigorosa este problema e ainda hoje se usa.

de forma rigorosa este problema e ainda hoje se usa. Método Diédrico – Utilização de Projecções

Método

Diédrico Utilização de

Projecções Ortogonais em 2 Planos, e o rebatimento de 1 para o plano projecção.

Introdução Histórica
Introdução Histórica
Evolução do Desenho Técnico
Evolução do
Desenho Técnico

- Proximidade com o

desenho artístico. Dar

a noção do real através de sombras e cores.

Evolução da representação de uma rosca

Dar a noção do real através de sombras e cores. Evolução da representação de uma rosca

Há 100 anos

Actualmente

Introdução Histórica
Introdução Histórica
NORMALIZAÇÃO
NORMALIZAÇÃO
Introdução Histórica NORMALIZAÇÃO O Desenho Técnico actual utiliza simplificações na representação das
Introdução Histórica NORMALIZAÇÃO O Desenho Técnico actual utiliza simplificações na representação das

O Desenho Técnico actual utiliza simplificações na

representação das

projecções, o que melhora a clareza e a rapidez de

execução do desenho.

Introdução Histórica
Introdução Histórica
NORMALIZAÇÃO INTERNACIONAL
NORMALIZAÇÃO INTERNACIONAL
Introdução Histórica NORMALIZAÇÃO INTERNACIONAL Sociedade Global – Simplificação dos processos de Produção

Sociedade Global Simplificação dos processos de Produção

Unificar as características dos objectos.

1893

1928 - ISA

1947 ISO (International System Organisation) As NORMAS são obrigatórias em cada país.

- VDE

DIN Alemanha ASA Estados Unidos NP Portugal

Tipos de Desenho Técnico
Tipos de Desenho Técnico
Tipos de Desenho Técnico Esboço ou Croquis – Desenho rápido á mão livre. – Formas proporcionadas.
Tipos de Desenho Técnico Esboço ou Croquis – Desenho rápido á mão livre. – Formas proporcionadas.

Esboço ou Croquis

Desenho rápido á mão livre.

Formas proporcionadas.

Esquisso

Desenho preliminar.

Uso de instrumentos medida

Desenho

Desenho rigoroso.

Esquema

Representação simplificada e simbólica.

Uso de instrumentos medida Desenho – Desenho rigoroso. Esquema – Representação simplificada e simbólica.
Uso de instrumentos medida Desenho – Desenho rigoroso. Esquema – Representação simplificada e simbólica.
Papel
Papel
Papel Tipo - Papel Branco Papel Grão Grosso - - Vegetal - Desenho a lápis/tinta -

Tipo - Papel Branco

Papel Grão Grosso

-

- Vegetal

- Desenho a lápis/tinta

- Desenho de Aguarela

- Desenho Técnico

Mercado Vários Formatos (Ex: 430x610 mm, etc.) Rolo (Ex: l=1100 mm)

Espessura: - 50; 63; 71; 80 (comum); 90; 100; 250 g/m²

Formatos do Papel
Formatos do Papel
Formatos do Papel Folhas BASE (ao Alto) A0 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 841x1189
Formatos do Papel Folhas BASE (ao Alto) A0 A1 A2 A3 A4 A5 A6 A7 841x1189

Folhas BASE (ao Alto)

A0

A1

A2

A3

A4

A5

A6

A7

841x1189 mm 594x841 mm 420x594 mm 297x420 mm 210x297 mm 148x210 mm (Livros)

105x148 mm (Bilhete Postal)

74x105 mm

841x1189 mm 594x841 mm 420x594 mm 297x420 mm 210x297 mm 148x210 mm (Livros) 105x148 mm (Bilhete
Formatos OBLONGOS
Formatos OBLONGOS
Formatos OBLONGOS
Linhas dos Desenhos
Linhas dos Desenhos
Linhas dos Desenhos As superfícies exteriores dos objectos são delimitadas por linhas . Normas: ISO 128

As superfícies exteriores dos objectos são delimitadas por linhas.

Normas: ISO 128 e NP 62 (Linhas e sua utilização)

Diferentes tipos de linhas, têm um significado bem definido.

(Formas, Faces, Arestas, à vista ou escondidas, Dimensões,

)

Grossura do Traço: - Traços Grossos - Traços Finos

Faces, Arestas, à vista ou escondidas, Dimensões, ) • Grossura do Traço: - Traços Grossos -
Exemplos de Linhas
Exemplos de Linhas
Exemplos de Linhas
Utilização das Linhas
Utilização das Linhas
Utilização das Linhas Linha a Traço Continuo Grosso A1 – Arestas e contornos á vista A2

Linha a Traço Continuo Grosso

A1 Arestas e contornos á vista

A2 Resultados de construções

geométricas.

Linha a Traço Continuo Fino

B1 Linhas de Cotagem B2 Contornos de secções rebatida B3 Tracejado de secções

B4 Arestas fictícias

B5 Construções geométricas B6 Diagonais de superfícies plana

Utilização das Linhas
Utilização das Linhas
Utilização das Linhas Linha a Traço Continuo Fino À mão livre À régua com zigzag C1
Utilização das Linhas Linha a Traço Continuo Fino À mão livre À régua com zigzag C1
Utilização das Linhas Linha a Traço Continuo Fino À mão livre À régua com zigzag C1

Linha a Traço Continuo Fino

À mão livre

À régua com zigzag

C1 Linhas de rotura a delimitar parcialmente o objecto.

Linha a Traço Interrompido Fino

D1 Arestas e contornos

encobertos

Linha a Traço Misto Fino

E1 Eixos/Planos de Simetria E2 Linhas de Centros E3 Partes aquém do plano corte E4 - Trajectórias

Formato da Folha
Formato da Folha
Formato da Folha
Legenda
Legenda
Legenda Zona 1 – Designação ou Título (o que esta a ser representado) Zona 2 –

Zona 1 Designação ou Título

(o que esta a ser representado)

Zona 2 Indicação Complementar

(destino do desenho)

Zona 3 Responsáveis/ Executantes do Desenho

Zona 2 – Indicação Complementar (destino do desenho) Zona 3 – Responsáveis/ Executantes do Desenho
Legenda
Legenda
Legenda Zona 4 – Entidade que executa Desenho (Ex: Gabinete de Projecto ) Zona 5 –

Zona 4 Entidade que executa Desenho

(Ex: Gabinete de Projecto

)

Zona 5 N.º de Registo do Desenho

(Nº de Identificação)

Zona 6 Referências às Alterações/ Reedição do desenho

N.º de Registo do Desenho (Nº de Identificação) Zona 6 – Referências às Alterações/ Reedição do
Legenda
Legenda
Legenda Zona 7 – Identificação (O desenho efectuado antes substitui o da legenda) Zona 8 –

Zona 7 Identificação

Zona 7 – Identificação (O desenho efectuado antes substitui o da legenda) Zona 8 – Identificação

(O desenho efectuado antes substitui o da legenda)

Zona 8 Identificação

antes substitui o da legenda) Zona 8 – Identificação (Desenho efectuado á posteriori que substitui o

(Desenho efectuado á posteriori que substitui o que diz respeito á legenda)

Zona 9 Escala Zona 10 Anotações posteriores à execução (Esclarecimentos)

Escrita Normalizada ISO
Escrita Normalizada ISO
Escrita Normalizada ISO Aplicado a algarismos e caracteres Em Esboços e Desenhos. Permite Uniformidade Legibilidade
Escrita Normalizada ISO Aplicado a algarismos e caracteres Em Esboços e Desenhos. Permite Uniformidade Legibilidade

Aplicado a algarismos e caracteres

Em Esboços e Desenhos. Permite Uniformidade Legibilidade

Reprodução s/ perca qual.

NORMA ISO 3098 h=Altura da letra maiúscula

(2.5;3.5;5;7;10;14;20mm)

Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Dobragem da Folha
Projecções Ortogonais
Projecções Ortogonais
Projecções Ortogonais
Projecção no Plano
Projecção no Plano
Projecção no Plano
Projecção no Plano
Projecção em 2 Planos
Projecção em 2 Planos
Projecção em 2 Planos
Projecção em 2 Planos
Rebatimento do Plano
Rebatimento do Plano
Rebatimento do Plano
Método do 1º Diedro
Método do 1º Diedro
Método do 1º Diedro
Significado das Linhas
Significado das Linhas
Significado das Linhas Traço Contínuo Grosso: - Representam os contornos visíveis das peças. - Podem ter

Traço Contínuo Grosso:

- Representam os contornos visíveis das peças.

- Podem ter vários significados:

a) Linhas de intersecção de duas superfícies.

b)

Contorno das superfícies

exteriores.

c)

Limite de superfícies curvas.

Significado das Linhas
Significado das Linhas
Traço Interrompido: - Representam contornos invisíveis das peças - Necessário um cuidado extra. - Quando
Traço Interrompido:
- Representam contornos invisíveis das peças
- Necessário um cuidado extra.
- Quando duas linhas se intersectam, tocam-se
- Quando se cruzam, não se tocam.
Linhas Eixo:
- Traço Misto Fino.
- Linhas de Simetria (Posicionam o centro de
furos ou pormenores com simetria radial)
- Desenhada em cilindros, cones, troncos de
cone e furos.
- Centro da Simetria com duas linhas
- perpendiculares (estendem-se ligeiramente dos
limites e de outras linhas).
Precedência de Linhas
Precedência de Linhas
Situação A: - Aresta Visível têm precedência sobre a Aresta Invisível. Situação B: - Aresta
Situação A: - Aresta Visível têm precedência
sobre a Aresta Invisível.
Situação B: - Aresta Visível têm precedência
sobre a Linha de Eixo.
(A linha de Eixo que se estende para
além da peça deve ser representada a
linha continua fina)

Quando existe sobreposição de linhas, apenas uma pode ser representada.

deve ser representada a linha continua fina) Quando existe sobreposição de linhas , apenas uma pode
Intersecção de Linhas
Intersecção de Linhas
Quando ocorre cruzamento de linhas invisíveis com linhas interrompidas ou com linhas de eixo, a
Quando ocorre cruzamento de linhas invisíveis com linhas interrompidas ou
com linhas de eixo, a representação deve ser clarificada.
(Rectas ou Curvas)
Norma ISO 128-20:1996
interrompidas ou com linhas de eixo, a representação deve ser clarificada. (Rectas ou Curvas) Norma ISO
Escolha de Vistas
Escolha de Vistas
Escolha de Vistas • A Vista de Frente deve ser escolhida de modo a fornecer a

A Vista de Frente deve ser

escolhida de modo a fornecer

a maior quantidade de informação sobre a peça.

O Número de Projecções deve ser o necessário e suficiente para definir a peça.

(Uma vista que não traga informação

adicional, não deve ser representada)

Escolha de Vistas
Escolha de Vistas
Escolha de Vistas • A escolha de vistas deve ser bem estudada de forma a que

A escolha de vistas deve ser bem

estudada de forma a que não surjam dúvidas.

à esquerda: - Conjunto correcto

à direita:

- Conjunto duvidoso

(pode representar ambas as peças) (necessário uma terceira vista)

Escolha de Vistas
Escolha de Vistas
Escolha de Vistas • As projecções devem conter o menor número possível de linhas invisíveis. •
Escolha de Vistas • As projecções devem conter o menor número possível de linhas invisíveis. •
Escolha de Vistas • As projecções devem conter o menor número possível de linhas invisíveis. •

As projecções devem conter o menor número possível de linhas invisíveis.

O conjunto de projecções necessárias para a representação, deve conter o máximo de pormenores visíveis.

Nenhum pormenor deve ser invisível em todas as vistas.

O espaçamento entre vistas deve ser constante.

Exemplos de Projecções
Exemplos de Projecções
Exemplos de Projecções
Exemplos de Projecções
Exemplos de Projecções
Exemplos de Projecções
Exemplos de Projecções
Exemplos de Projecções
Vistas Deslocadas
Vistas Deslocadas

Quando a representação total da vista não fornece nenhuma

informação adicional.

A Vista é delimitada por uma Linha de Fractura.

Vistas Parciais
Vistas Parciais
Vistas Parciais Para clarificar a projecção, pode-se representar uma vista fora da sua posição correcta: •

Para clarificar a projecção, pode-se representar uma vista fora da sua

posição correcta:

Numa projecção, assinala-se o sentido de observação, com uma Flecha e Letra Maiúscula.

Na vista deslocada, inscreve-se

“Vista A” e pode ocupar qualquer

posição na folha de papel.

Vistas Interrompidas
Vistas Interrompidas
Vistas Interrompidas A representação de um objecto longo, com características uniformes , pode ser feita: •

A representação de um objecto longo, com características

uniformes, pode ser feita:

Representando as extremidades, não se desenhando a parte intermédia.

Linhas de Fractura especiais, que permitem identificar determinados

materiais ou configuração de peças.

Vistas de Pormenor
Vistas de Pormenor
Vistas de Pormenor Usadas para detalhar pequenas zonas de uma vista claramente representadas. que não estão

Usadas para detalhar pequenas zonas

de uma vista

claramente representadas.

que não estão

Zona de detalhe envolta num círculo a traço contínuo fino, identificado por uma letra maiúscula.

contínuo fino, identificado por uma letra maiúscula. • • A Vista Ampliada é acompanhada da letra

A Vista Ampliada é acompanhada

fino, identificado por uma letra maiúscula. • • A Vista Ampliada é acompanhada da letra e

da letra e da escala.

fino, identificado por uma letra maiúscula. • • A Vista Ampliada é acompanhada da letra e
fino, identificado por uma letra maiúscula. • • A Vista Ampliada é acompanhada da letra e
Planos de Simetria
Planos de Simetria
Planos de Simetria Existindo Planos de Simetria , não é necessário representar a totalidade da peça.
Planos de Simetria Existindo Planos de Simetria , não é necessário representar a totalidade da peça.
Existindo Planos de Simetria , não é necessário representar a totalidade da peça. As extremidades

Existindo Planos de Simetria, não é necessário representar a totalidade da peça.

As extremidades dos Eixos de Simetria, referenciam-se através de dois pequenos traços paralelos e perpendiculares ao eixo.

São usados quando a peça a

representar

possui uma forma interior complexa,

ajudando a

esclarecer.

Só se justificam

quando favorecem

a leitura do desenho.

forma interior complexa , ajudando a esclarecer. Só se justificam quando favorecem a leitura do desenho.
Cortes
Cortes
forma interior complexa , ajudando a esclarecer. Só se justificam quando favorecem a leitura do desenho.
forma interior complexa , ajudando a esclarecer. Só se justificam quando favorecem a leitura do desenho.
forma interior complexa , ajudando a esclarecer. Só se justificam quando favorecem a leitura do desenho.
forma interior complexa , ajudando a esclarecer. Só se justificam quando favorecem a leitura do desenho.
Representação do Corte
Representação do Corte
Representação do Corte 1. Consiste em imaginar a peça cortada por um ou mais planos ,

1. Consiste em imaginar a peça cortada por um ou mais planos, em que se suprime uma das suas partes.

2. A parte que fica, projecta-se segundo as regras de disposição de vistas.

3. Representa-se a tracejado as superfícies da peça intersectada.

4. Os Planos de Corte devem passar por: - Planos de Simetria

(de preferência)

- Eixos de Furos

Representação do Corte
Representação do Corte
TRACEJADO do CORTE: - Sempre que possível a 45º. - Traço Continuo Fino. - Espaçamento
TRACEJADO do CORTE:
- Sempre que possível a 45º.
- Traço Continuo Fino.
- Espaçamento Conveniente.

-

A Inclinação não deve coincidir nem

ser perpendicular com a orientação de um ou mais traços do contorno da peça.

Inclinação não deve coincidir nem ser perpendicular com a orientação de um ou mais traços do
Representação do Corte
Representação do Corte
Representação do Corte É de evitar a representação de pormenores invisíveis, a menos que poupe a

É de evitar a representação de pormenores invisíveis, a menos que poupe a representação de outra vista.

(no exemplo á esquerda, a vista de cima leva a crer que todos os

furos são iguais).

vista de cima leva a crer que todos os furos são iguais). A peça em cima,

A peça em cima, precisa de invisíveis para definição de um pormenor para além do Plano de Corte.

furos são iguais). A peça em cima, precisa de invisíveis para definição de um pormenor para

Representação correcta de cortes

Representação correcta de cortes CESAE

CESAE

Tipos de Materiais
Tipos de Materiais
Tipos de Materiais O Tipo de Tracejado é usado para distinguir diferentes tipos de materiais. NP

O Tipo de Tracejado é usado para distinguir diferentes tipos de materiais.

NP 167:1966

Pode ser usada Cor em

Desenho Técnico, embora seja desaconselhável.

Figuração de diferentes materiais em corte

CESAE
CESAE
Tipos de Cortes
Tipos de Cortes
Corte Total - Meio Corte (Peças Simétricas)
Corte Total
-
Meio Corte
(Peças Simétricas)

Simbologia de Corte:

Assinalar onde o plano se

encontra de topo, uma linha a traço misto, com traço grosso nas extremidades e mudanças

de direcção.

- Duas flechas, com letras identificadoras maiúsculas,

definem o sentido de corte.

- Na vista cortada, a indicação CORTEseguido das letras.

Corte Parcial
Corte Parcial

(Pormenores de Zona)

Escolha entre corte total, meio corte e corte parcial

Escolha entre corte total, meio corte e corte parcial CESAE

CESAE

Escolha entre corte total, meio corte e corte parcial CESAE

Cortes múltiplos numa peça

Cortes múltiplos numa peça CESAE
Cortes múltiplos numa peça CESAE
CESAE
CESAE

Corte por planos paralelos

Corte por planos paralelos CESAE
Corte por planos paralelos CESAE
Corte por planos paralelos CESAE
Corte por planos paralelos CESAE

CESAE

Corte por planos concorrentes

Corte por planos concorrentes CESAE

CESAE

Corte por planos concorrentes CESAE

Corte por planos sucessivos

Corte por planos sucessivos CESAE

CESAE

Representações convencionais em cortes

Representações convencionais em cortes CESAE

CESAE

Tracejados em conjuntos de peças

Tracejados em conjuntos de peças CESAE
Tracejados em conjuntos de peças CESAE

CESAE

Corte de conjuntos

CESAE
CESAE
Corte de conjuntos CESAE

Secções

Secções CESAE

CESAE

Secções rebatidas CESAE
Secções rebatidas CESAE

Secções rebatidas

CESAE

Secções rebatidas CESAE

Diferença entre um corte e uma secção

Diferença entre um corte e uma secção CESAE

CESAE

Aplicações em CAD

Aplicações em CAD CESAE

CESAE

Tipos de Cortes Mecânica: - Exemplo de Aplicação

Tipos de Cortes

Tipos de Cortes Mecânica: - Exemplo de Aplicação

Mecânica:

- Exemplo de Aplicação

Tipos de Cortes
Tipos de Cortes
Tipos de Cortes Arquitectura:
Tipos de Cortes Arquitectura:
Tipos de Cortes Arquitectura:
Tipos de Cortes Arquitectura:
Tipos de Cortes Arquitectura:

Arquitectura:

Tipos de Cortes
Tipos de Cortes
Tipos de Cortes Arquitectura:
Tipos de Cortes Arquitectura:
Tipos de Cortes Arquitectura:
Tipos de Cortes Arquitectura:
Tipos de Cortes Arquitectura:

Arquitectura: