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UNIME - Ciências Morfofuncionais II 2010.1

UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS II CICLO BÁSICO – ÁREA
UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS II CICLO BÁSICO – ÁREA
UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS II CICLO BÁSICO – ÁREA

DISCIPLINA DE CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS II CICLO BÁSICO ÁREA DA SAUDE ROTEIROS DE AULAS PRÁTICAS E ESTUDOS DIRIGIDOS REFERÊNCIAS SUGERIDAS

Corpo Docente:

Fernando Queiroz Hélio Gomes José Pinheiro Lívia Prates Marcos Ribeiro Simone Cucco

Lauro de Freitas, fevereiro de 2010

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 INSTRUÇÕES GERAIS DA DISCIPLINA E LABORATÓRIO AULAS TEÓRICAS E

INSTRUÇÕES GERAIS DA DISCIPLINA E LABORATÓRIO

AULAS TEÓRICAS E PRÁTICAS

NORMAS GERAIS:

1) Superfícies de trabalho: deverão ser limpas e organizadas após o término do trabalho.

2) Ler os roteiros antes de começar a prática.

3) Quebra de material: notificar imediatamente o laboratorista ou o professor.

4) A limpeza, a organização, o rigor científico e o máximo grau de observação nos

fenômenos que ocorrem são indispensáveis em todos os trabalhos de laboratório.

5) Por educação não usar o celular no período da aula.

6) Evitar saídas desnecessárias da sala de aula, podendo acarretar em falta para o aluno.

Todos têm o direito de ir e vir, portanto arcamos com as consequências.

7) Trabalhos/relatórios entregues fora do prazo não terão o mesmo valor daqueles que

forem entregues dentro do prazo, ou terão nota igual a zero.

8) Teste não tem segunda chamada

9) Respeitar o horário das aulas.

NORMAS DE SEGURANÇA

1)

USO OBRIGATÓRIO DO JALECO: durante a aula no laboratório.

2)

USO DE LUVAS DE PROCEDIMENTO: trabalhos em que haja contato casual ou previsto com

sangue ou qualquer outro material que ofereça risco de contaminação.

3)

TERMINANTEMENTE PROIBIDO: fumar, comer, beber no laboratório.

4)

TERMINANTEMENTE PROIBIDO: sapatos e roupas inadequados ao laboratório (chinelo

de dedo, sandália aberta, bermudas e saias).

5)

USO DE EQUIPAMENTOS: de acordo com o manual de instruções ou com o auxílio e

informação do professor. Uma vez utilizado, deixá-lo em condições de ser utilizado por outra pessoa.

FERIMENTOS: por mais simples que pareçam devem ser tratados imediatamente. Lavar as mãos após qualquer procedimento desenvolvido no laboratório.

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 ASPECTOS MACROSCÓPICOS – SISTEMA RESPIRATÓRIO IDENTIFICAR: 1.

ASPECTOS MACROSCÓPICOS SISTEMA RESPIRATÓRIO

IDENTIFICAR:

1. Nariz externo

- Base (narinas)

- Ápice

- Dorso

- Raiz

2- Cavidade nasal

- Septo nasal

- Conchas nasais (inferior, média, superior).

3- Seios paranasais

- Maxilar, frontal, esfenoidal, etmoidais.

4- Faringe

- Nasofaringe- Orofaringe

- Laringofaringe

5- Laringe

- Cartilagem tireoide

- Cartilagem cricóide

- Cartilagem epiglótica

- Pregas vestibulares

- Pregas vocais

6- Traqueia

7- Brônquios principais

8- Pulmões - Músculo diafragma

- Face costal do pulmão

- Face diafragmática

- Face medial

- Ápice

- Lobos do pulmão direito

- Fissuras do pulmão direito

- Lobos do pulmão esquerdo

- Fissura do pulmão esquerdo

- Raiz do pulmão

direito - Fissuras do pulmão direito - Lobos do pulmão esquerdo - Fissura do pulmão esquerdo
direito - Fissuras do pulmão direito - Lobos do pulmão esquerdo - Fissura do pulmão esquerdo

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 ASPECTOS MICROSCÓPICOS – SISTEMA RESPIRATÓRIO 1. Introdução O

ASPECTOS MICROSCÓPICOS SISTEMA RESPIRATÓRIO

1. Introdução

O sistema respiratório é constituindo pelos pulmões e um sistema de tubos que comunicam o

parênquima pulmonar com o meio exterior. Constituído de uma porção condutora, que compreende

as fossas nasais, nasofaringe, laringe, traqueia, brônquios e bronquíolos, e uma porção respiratória,

constituída pelos bronquíolos respiratórios, ductos alveolares e alvéolos.

bronquíolos respiratórios, ductos alveolares e alvéolos. 2. 3. a- b- c- Analise tecidual: Desenho 01 –

2.

3.

a-

b-

c-

Analise tecidual:

Desenho 01 Tecido:

Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina: TRAQUÉIA

Tecido: Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina: TRAQUÉIA Atividades complementares Diferencie histologicamente os

Atividades complementares

Diferencie histologicamente os brônquios e bronquíolos.

Quais as células presentes na parede interalveolar?

Diferencie pneumócitos tipo I e tipo II

Desenho 02 Tecido:

Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina: BRÔNQUIOLO/ALVÉOLOS

pneumócitos tipo I e tipo II Desenho 02 – Tecido: Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina:

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 Caso clínico – Sistema Respiratório Fármacos que atuam sobre

Caso clínico Sistema Respiratório

Fármacos que atuam sobre o Sistema Respiratório

QUESTÃO PARA ESTUDO:

Menina de 12 anos com história de asma desde a infância queixa-se de tosse, dispneia e chiado no peito após ter estado em um estábulo. Seus sintomas tornaram-se tão intensos que seus pais a trouxeram para o pronto-socorro. Ao exame físico, nota-se intensa perspiração, dispneia, taquicardia e taquipnéia.

Para cada opção abaixo, escolha o fármaco mais apropriado:

A) Cromolina por via inalatória

B) Beclometasona por via inalatória

C) Metilpredinisolona por via oral ou IV

D) Ipratrópio por via inalatória

E) Albuterol por via inalatória

F) Propranolol por via IV

G) Difenidramina

H) Salmeterol por via inalatória

I) Oximetazolina

1)

Qual o fármaco mais apropriado para reverter rapidamente a broncocosntrição?

2)

O fármaco mais apropriado para promover a solução sustentada dos sintomas da paciente?

3)

O fármaco contraindicado nesta paciente?

4)

Fármaco possivelmente ineficaz nesta paciente?

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 SISTEMA RESPIRATÓRIO - ATIVIDADE DIRIGIDA COMPLEMENTAR PARA ESTUDO 1-

SISTEMA RESPIRATÓRIO - ATIVIDADE DIRIGIDA COMPLEMENTAR PARA ESTUDO

1- Descreva as estruturas anatômicas envolvidas na ventilação pulmonar. 2- Identifique os músculos envolvidos na respiração e a sua função na ventilação pulmonar

3 - Quais são as pressões parciais do O 2 e do CO 2 do ar inspirado, do ar alveolar e do sangue arterial e venoso? Use a figura para auxiliá-lo.

do sangue arterial e venoso? Use a figura para auxiliá-lo. 4 – A partir da observação

4 A partir da observação da figura abaixo explique as três maneiras de transportar o CO 2 no sangue, e após cite as maneiras de transporte de O 2 no sangue?

e após cite as maneiras de transporte de O 2 no sangue? 5 - Quais são

5 - Quais são os estímulos químicos que regulam a profundidade e a FR?

6 - Qual o papel do sistema respiratório no equilíbrio acidobásico?

7- A partir das questões 5 e 6 responda: Qual o papel do sistema respiratório no equilíbrio acidobásico?

8- Diferencie acidose metabólica de acidose respiratória e, alcalose metabólica de alcalose respiratória. Explique também quais as maneiras que o organismo compensa cada uma das situações acima.

9- Defina espaço morto anatômico e alveolar.

10 Como ocorrem os controles voluntário e involuntário da ventilação pulmonar?

11- Situação problema 1.: Um individuo em crise asmática precisa fazer uso de uma droga bronco dilatadora e um anti- inflamatório (corticoide). Porque a necessidade do uso concomitante das duas drogas?

12- Situação problema 2: Fumante de tabaco, 3 carteiras por dia, tem desencadeado seguidos resfriados (trato respiratório superior e algumas vezes inferior também) com produção significativa de secreção viscosa, eliminada sob a forma de escarro. Pergunta-se: Por que as reincidências em tão curto período de tempo. Diminuir a quantidade de cigarros provocaria alguma melhora?

13- Situação problema 3: Casa incendeia com 4 pessoas dormindo. Duas acordam a tempo de fugir, mas duas não acordam, e uma delas mesmo depois de socorrida e submetido ao oxigênio não sobreviveu. O que poderia ter provocado sua morte? (considerar apenas aspectos respiratórios).

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 ASPECTOS MACROSCÓPICOS – SISTEMA CIRCULATÓRIO IDENTIFICAR:

ASPECTOS MACROSCÓPICOS SISTEMA CIRCULATÓRIO

IDENTIFICAR:

Coração

– SISTEMA CIRCULATÓRIO IDENTIFICAR: Coração 1. - Localização - Pericárdio fibroso - Face

1.

- Localização

- Pericárdio fibroso

- Face esternocostal

- Face diafragmática

- Face pulmonar

- Ápice

-

- Aurículas direita e esquerda

Base (aorta, tronco pulmonar, veias cavas superiores e inferior, veias pulmonares)

- ANATOMIA INTERNA

- Estrutura: Epicárdio, miocárdio, endocárdio

- Átrio direito

- Ventrículo direito

- Átrio esquerdo

- Ventrículo esquerdo

- Septo inter-atrial

- Septo interventricular

- Óstio atrioventricular direito

- Óstio atrioventricular esquerdo

- Ventrículo direito- Valva do tronco pulmonar

(válvulas semilunares)

- Cúspides atrioventriculares (tricúspide e bicúspide)

- Cordas tendíneas, músculos papilares

- Ventrículo esquerdo - Valva da aorta (válvulas semilunares)

- Ventrículo esquerdo - Valva da aorta (válvulas semilunares) ASPECTOS MICROSCÓPICOS – SISTEMA CIRCULATÓRIO 8
- Ventrículo esquerdo - Valva da aorta (válvulas semilunares) ASPECTOS MICROSCÓPICOS – SISTEMA CIRCULATÓRIO 8

ASPECTOS MICROSCÓPICOS SISTEMA CIRCULATÓRIO

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 1. Introdução . O sistema cardiovascular ou circulatório é

1. Introdução .

O sistema cardiovascular ou circulatório é uma vasta rede de tubos de vários tipos e calibres, que põe em comunicação todas as partes do corpo. Dentro desses tubos circula o sangue, impulsionado pelas

contrações rítmicas do coração

Endocárdio Miocárdio Epicardio
Endocárdio
Miocárdio
Epicardio
rítmicas do coração Endocárdio Miocárdio Epicardio 2. Analise tecidual: Desenho 01 – Tecido Objetiva: 10 ou

2. Analise tecidual:

Desenho 01 Tecido Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina: ARTERIA

Tecido Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina: ARTERIA Desenho 02 – Tecido: Objetiva: 10 ou 40x

Desenho 02 Tecido:

Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina: VEIA

Tecido: Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina: VEIA Desenho 03 – Tecido: Objetiva: 10 ou 40x

Desenho 03 Tecido:

Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina: CORAÇÃO

Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina: CORAÇÃO 3. Atividades complementares a) Diferencie artéria de veia

3. Atividades complementares

a) Diferencie artéria de veia quanto às camadas teciduais.

b) Que característica o endotélio dos capilares apresenta?

c) Explique a importância da presença de válvulas nas veias de membros inferiores e tronco.

SISTEMA CARDIOVASCULAR - ATIVIDADE DIRIGIDA COMPLEMENTAR PARA ESTUDO

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 RELACIONE CADA TERMO DO QUADRO COM AS AFIRMATIVAS ABAIXO:

RELACIONE CADA TERMO DO QUADRO COM AS AFIRMATIVAS ABAIXO:

1. artérias

2. arteríolas

3. nodo AV

4. auto regulação

5. capilares

6. nervos aceleradores do coração

7. débito cardíaco

8. centro de controle cardiovascular

9. comando central

10. diástole

11. PA diastólica

12. duplo produto

13. eletrocardiograma

14. discos intercalares

15. sangue venoso misto

16. miocárdio

17. circuito pulmonar

18. nodo sinusal

19. volume de ejeção

20. sístole

21. PA sistólica

22. nervo vago

23. veias

24. vênulas

a. pressão arterial durante a diástole.

b. quantidade de sangue bombeado pelo coração por unidade de tempo.

c. porção do sistema cardiovascular envolvido na circulação do sangue entre o coração e os pulmões.

d. Quantidade de sangue bombeado pelos ventrículos numa única batida.

e. Parte do sistema nervoso simpático que estimula o nodo AS a aumentar a frequência cardíaca.

f. Vasos sanguíneos que recebem sangue das vênulas e o conduzem ao coração.

g. Mecanismo por meio do qual um órgão regula o fluxo sanguíneo para coordenar a taxa metabólica.

h. Grandes vasos que transportam o sangue arterializado.

i. Músculo cardíaco.

j. Mistura de sangue venoso das extremidades superiores e inferiores.

k. Período de enchimento do coração entre as contrações.

l. Pequeno ramo de uma artéria que se comunica com a rede capilar.

m. Pequenos vasos sanguíneos que transportam o sangue capilar às veias.

n. Atua na transmissão dos impulsos cardíacos dos átrios para os ventrículos.

o. Porção do ciclo cardíaco na qual os ventrículos estão contraindo.

p. Controle do sistema cardiovascular ou pulmonar pelos impulsos corticais.

q. Porção da célula muscular cardíaca onde uma célula se conecta com a seguinte.

r. Principal nervo parassimpático.

s. Vasos sanguíneos microscópicos que conectam as arteríolas às vênulas.

t. Gera o impulso elétrico que inicia o batimento cardíaco.

u. A maior pressão arterial mensurada durante um ciclo cardíaco.

v. Registro de alterações elétricas que ocorrem no miocárdio.

w. Área do bulbo que regula o sistema cardiovascular.

x. Produto da frequência cardíaca e da pressão sistólica.

1. VERDADEIRO OU FALSO

1. O sangue venoso é retornado ao lado esquerdo do coração.

2. O coração recebe seu suprimento sanguíneo via artérias coronárias direita e esquerda.

3. O músculo contém miofilamentos de actina e miosina.

4. A pressão arterial sistólica é produzida quando o sangue é ejetado do coração durante o relaxamento

ventricular.

5.

Uma liberação de acetilcolina produz uma diminuição da atividade dos nodos AS e AV.

6.

O aumento do débito cardíaco durante o exercício progressivo é obtido por uma diminuição na PA.

7.

O fator determinante mais importante da resistência ao fluxo é o raio do vaso sanguíneo.

8.

Os ajustes cardiovasculares no início do exercício são lentos.

2.

ESCOLHA A(S) ALTERNATIVA(S) CORRETA(S):

1. O fluxo retrógrado das artérias para os ventrículos é impedido pelas:

a) válvulas atrioventriculares

b) válvulas tricúspides

c) válvulas semilunares

d) válvulas bicúspides

2. O sangue oxigenado retorna ao coração através da:

a) artéria pulmonar

b) veia pulmonar

c) veia cava superior

d) aorta

3. O débito cardíaco pode ser alterado com o aumento:

a) da frequência cardíaca

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 b) do volume de ejeção a) o sistema nervoso

b)

do volume de ejeção

a) o sistema nervoso simpático

c)

do segmento ST do ECG

b) sistema nervoso parassimpático

d)

alternativas a e b estão corretas

c) o débito cardíaco

 

d) a pressão sistólica

4.

A(s) determinante(s) da frequência cardíaca é (são):

5.

A diferença arteriovenosa de O 2 representa:

6. Os baroceptores são sensíveis às alterações:

a)

o débito cardíaco

a) dos metabólitos musculares

b)

o volume de ejeção

b) da pressão muscular

c)

a captação de O 2 pelos tecidos

c) da pressão arterial

d)

as alternativas a e b estão corretas

d) nenhuma das alternativas

7.

A liberação de óxido nítrico, pelas células endoteliais

8. Os atletas de endurance apresentam um melhor

das artérias, promove:

enchimento ventricular devido:

a) relaxamento da musculatura lisa

b) vasodilatação

c) aumento do fluxo sanguíneo

d) todas as alternativas corretas

9. Ciclo cardíaco:

- o que é;

- estruturas anatômicas que mantém;

- tipos de circulação;

- regulação intrínseca e extrínseca.

a) à diminuição da frequência cardíaca b) ao aumento do retorno venoso c) à diminuição do retorno venoso d) à diminuição do volume de ejeção

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 MEDIÇÃO INDIRETA DAS PRESSÕES ARTERIAIS MÁXIMA E MÍNIMA NO

MEDIÇÃO INDIRETA DAS PRESSÕES ARTERIAIS MÁXIMA E MÍNIMA NO HOMEM

Introdução: No homem, registram-se duas pressões diferentes: a máxima (maior) e a mínima (menor), devido à pressão arterial flutuar de acordo com as modificações do ciclo cardíaco, isto é, durante a sístole a tensão arterial sobe até o máximo, que é denominada pressão máxima ou sistólica, e durante a diástole, a pressão desce, até chegar a níveis mínimos, identificados como pressão mínima ou diastólica.

Objetivo: avaliar através da auscultação do pulso arterial, as variações de pressão arterial no homem.

Animal: Homo sapiens

Material: Estetoscópio e esfignomanômetro.

Procedimento:

1. Deve ser realizado na posição deitada, sentada, e em ortostase.

2. Colocar o esfignomanômetro no braço com o manguito desinsuflado, de forma

confortável, com a borda inferior do manguito a aproximadamente 2,5 cm acima da fossa antecubital.

3. Realizar a palpação do pulso braquial.

4. Insufle o manguito até aproximadamente 30 mmHg acima do ponto em que a

pulsação pode mais ser sentido.

5. Coloque o diafragma do estetoscópio sobre a artéria braquial.

6. Desinsufle o manguito lentamente (2 a 3 mmHg por segundo) observando o

manômetro.

7. Anotam-se os dois valores de pressões observados no manômetro.

8. O Valor que começa a aparecer as pulsações é considerado como a pressão

máxima ou sistólica, e o que produz desaparecimento total das pulsações é considerado como pressão mínima ou diastólica.

9. Observar e discutir os resultados decorrentes da medição indireta da pressão

arterial.

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 ASPECTOS MACROSCÓPICOS – SISTEMA NERVOSO CENTRAL (Encéfalo)

ASPECTOS MACROSCÓPICOS SISTEMA NERVOSO CENTRAL (Encéfalo)

IDENTIFICAR

1. Telê encéfalo

- hemisférios cerebrais

- Lobo frontal

- Lobo parietal

- Lobo occipital

- Lobo temporal

- Observar através de um corte sagital:

corpo caloso

2.

Diencéfalo

4.

Tronco encefálico

-

Mesencéfalo

-

Ponte

-

medula oblonga( bulbo)

5. Cerebelo

1. Ventrículos encefálicos

- Laterais, III ventrículo, IV ventrículo

- medula oblonga( bulbo) 5. Cerebelo 1. Ventrículos encefálicos - Laterais, III ventrículo, IV ventrículo 13
- medula oblonga( bulbo) 5. Cerebelo 1. Ventrículos encefálicos - Laterais, III ventrículo, IV ventrículo 13
- medula oblonga( bulbo) 5. Cerebelo 1. Ventrículos encefálicos - Laterais, III ventrículo, IV ventrículo 13

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 ASPECTOS MICROSCÓPICOS – TECIDO NERVOSO 1.Introdução -

ASPECTOS MICROSCÓPICOS TECIDO NERVOSO

1.Introdução - Comunicação rápida e específica entre áreas distintas do corpo.

1. Sistema nervoso central

 Neurônios:  Formam uma rede;  Recolhem informações dos receptores sensoriais;  Processam informações
 Neurônios:
 Formam uma rede;
 Recolhem informações dos receptores sensoriais;
 Processam informações e armazenam (memória);
 Geram sinais efetores;
 Possuem metabolismo alto;
 Estrutura básica: corpo celular ou pericário, axônio e dendritos.
 Células de suporte ou glia:
Astrócitos;
Oligodendrócitos;
Células ependimárias;
Micróglia.

2. Sistema nervoso periférico

Nervos periféricos:

2. Sistema nervoso periférico  Nervos periféricos:  Axônios mielinizados;  Células de Schwann 

Axônios mielinizados;

Células de Schwann

Fibroblastos

Tecido de suporte: endoneuro, perineuro e epineuro.

2. Análise tecidual

Desenho 01 Tecido:

Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina: CEREBELO

Desenho 02 Tecido:

Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina: GANGLIO

Desenho 03 Tecido:

Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina: MEDULA

Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina: MEDULA 3. Atividades complementares A) Descreva as funções das
Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina: MEDULA 3. Atividades complementares A) Descreva as funções das
Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina: MEDULA 3. Atividades complementares A) Descreva as funções das

3. Atividades complementares A) Descreva as funções das fibras mielínicas. B) Descreva as funções das células da glia.

Desenho 04 Tecido:

Objetiva: 10 ou 40x Coloração:

Lâmina : FEIXE VASCULO NERVOSO

das células da glia. Desenho 04 – Tecido: Objetiva: 10 ou 40x Coloração: Lâmina : FEIXE

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 SISTEMA NERVOSO AUTONÔMICO – Para estudo   Efeito da

SISTEMA NERVOSO AUTONÔMICO Para estudo

 

Efeito da estimulação simpática

Efeito da estimulação parassimpática

Órgão

Olho: pupila

Dilatada

Contraída

Músculo ciliar

nenhum

Excitado

Glândulas gastrointestinais

vasoconstrição

Estimulação de secreção

Glândulas sudoríparas

sudação

Nenhum

Coração: músculo (miocárdio) Coronárias

Atividade aumentada Vasodilatação

Diminuição da atividade Constrição

Vasos sanguíneos sistêmicos:

   

Constrição Dilatação Constrição ou dilatação

Nenhum

Abdominal

Nenhum

Músculo

Nenhum

Pele

 

Pulmões: brônquios Vasos sanguíneos

Dilatação Constrição moderada

Constrição

Nenhum

Tubo digestivo: luz Esfíncteres

Diminuição do tônus e da peristalse Aumento do tônus

Aumento do tônus e do peristaltismo Diminuição do tônus

Fígado

Liberação de glicose

Nenhum

Rim

Diminuição da produção de urina

Nenhum

Bexiga: corpo

Inibição

Excitação

Esfíncter

Excitação

Inibição

Ato sexual masculino

Ejaculação

Ereção

Glicose sanguínea

Aumento

Nenhum

Metabolismo basal

Aumento em até 50%

Nenhum

Atividade mental

Aumento

Nenhum

Secreção da medula suprarrenal (adrenalina)

Aumento

Nenhum

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 FISIOLOGIA DAS SENSAÇÕES SOMÁTICAS NA ESPÉCIE HUMANA A adaptação

FISIOLOGIA DAS SENSAÇÕES SOMÁTICAS NA ESPÉCIE HUMANA

A adaptação do homem ao seu meio ambiente e à sociedade requer o

processamento constante de informações recebidas do meio e dos indivíduos que nela vivem. O sistema nervoso central toma conhecimento do que se passa interna e externamente ao organismo por intermédio de seus órgãos sensoriais. Existem diversas modalidades de receptores sensoriais, cada qual específico para determinado estímulo. As sensações são divididas em: especiais (visuais, auditivas, olfativas e gustativas), cutâneas/somáticas (táteis, térmicas e dolorosas) e profundas (proprioceptivas e viscerais).

Introdução:

Objetivo: O objetivo destes experimentos é examinar algumas das sensações somáticas da espécie humana.

Animal: Homo sapiens

Material e Métodos:

1.

SENSIBILIDADE GERAL

1.1.

Sensibilidade tátil

Obs.: o aluno deverá estar com os olhos vendados e uma das mãos descansando sobre a mesa

A. "Mapeamento" das sensações tácteis

Explore com um pedaço de algodão as áreas: dorso e palma da mão, polegar, lábios e braço.

Espere pelo menos um segundo entre os dois estímulos e sempre use a mesma intensidade e velocidade. Onde é mais sensível?

B. Localização

Toque a pele do dorso da mão do aluno com a ponta de uma caneta hidro cor. Faça-o, então, tentar colocar a ponta de outro lápis na área estimulada. Meça em milímetros o erro de localização. Repita a experiência para outros pontos diferentes como o polegar, antebraço e lábios. Repita a experiência três vezes para cada ponto e determine o erro médio. Ocorrem diferenças entre as diversas regiões? Por que?

C. Discriminação

Tome um compasso e aproxime suas pontas até uma distância aproximada de 0,5 cm. Com esta abertura, toque o dorso da mão, polegar, lábios e braço com as duas pontas do compassa, simultaneamente. Pergunte ao aluno se ele sente um ou dois pontos. Anote os resultados Aumente gradativamente a distância entre as pontas do compasso até que o aluno consiga distinguir dois estímulos separados. Anote. Tente explicar os resultados.

1.2. Sensibilidade térmica

a) Coloque em um cálice água a 40 o C e nela mergulhe o dedo. Após um minuto, mergulhe o

outro dedo, sem retirar o anterior. Em qual dedo o aluno sente a água mais quente? Explique os resultados.

b) Solicitar a um aluno que realize as seguintes etapas:

- Colocar a mão em um Becker com água quente por 1 minuto;

- Em seguida em outro Becker com água em temperatura ambiente por mais 1 min;

- E mais 1 minuto em água gelada. - Logo após colocar a mão diretamente em água quente.

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 1.3. Estereognosia Pedir ao aluno que reconheça pelo tato

1.3. Estereognosia Pedir ao aluno que reconheça pelo tato vários objetos de uso corrente que lhe são fornecidos. Anotar o tempo que cada objeto exige para ser reconhecido. Coloque luvas em ambas as mãos e peça que tente reconhecer alguns outros objetos. Em qual das situações o aluno demora mais para a identificação. Por quê?

2. SENSIBILIDADES ESPECIAIS

2.1 Sensibilidade Gustativa Molhe um cotonete com solução salina 10% e após enxugar um pouco a língua, aplique-o na ponta, base e bordas da língua. Em que região pode sentir o gosto salgado e onde a sensação é mais acurada? Repita o teste com as seguintes soluções: sacarose 5% e ácido acético 1%. Entre as aplicações, enxágue a boca com água. Identifique na língua, onde as sensações de salgado, doce ou azedo são mais fortes.

2.2. Sensibilidade Auditiva

Com os olhos vendados, cubra um dos ouvidos com a mão. Outro estudante vai aproximar um relógio ou um cronômetro com diferentes distâncias e ângulos para que o aluno vendado identifique de onde vem o som (e se ele está escutando?). Repita o mesmo experimento com o outro ouvido coberto e com os dois descobertos. Existe diferença na audição entre um dos ouvidos cobertos e os dois descobertos? E entre um e outro? Qual foi o melhor ângulo para a detecção do som? (pode tirar a venda do aluno)

2.3. Sensibilidade Visual

A. Demonstração do ponto cego

Com o olho direito coberto mire o desenho do lado direito. Mantenha o olhar fixo por alguns segundo e lentamente vá aproximando o papel. O que acontece com a figura do lado esquerdo?

o olhar fixo por alguns segundo e lentamente vá aproximando o papel. O que acontece com
o olhar fixo por alguns segundo e lentamente vá aproximando o papel. O que acontece com

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 ATIVIDADE DIRIGIDA - SISTEMA NERVOSO/JUNÇÃO NEUROMUSCULAR COM A AJUDA

ATIVIDADE DIRIGIDA - SISTEMA NERVOSO/JUNÇÃO NEUROMUSCULAR

COM A AJUDA DA BIBLIOGRAFIA , DÊ O SIGNIFICADO PARA OS SEGUINTES TERMOS:

NEURÔNIO

ADRENALINA

GÂNGLIO

PLACA MOTORA

NERVO

SINAPSE NEUROMOTORA

PLEXO

PEPS

NEUROTRANSMISSOR

PIPS

SINAPSE QUÍMICA

SARCOLEMA

SINAPSE FÍSICA

SARCOPLASMA

FENDA SINÁPTICA

SARCÔMERO

AXOPLASMA

MIOSINA

IMPULSO NERVOSO

ACTINA

SOMAÇÃO TEMPORAL

CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA

SOMAÇÃO ESPACIAL

CONTRAÇÃO ISOTÔNICA

ACETILCOLINA

FADIGA MUSCULAR

NEURÔNIOS EFERENTES

CÃIMBRA

NEURÔNIOS DE ASSOCIAÇÃO

TETANIA MUSCULAR

NEURÔNIOS AFERENTES

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 ATIVIDADE DIRIGIDA - SISTEMA NERVOSO 1. Um mesmo neurotransmissor

ATIVIDADE DIRIGIDA - SISTEMA NERVOSO

1.

Um mesmo neurotransmissor pode exercer tanto um efeito excitatório quanto inibitório. Como podemos justificar isto?

2.

Cite exemplos de neurotransmissores excitatórios e inibitórios. Faça a associação de alguns com determinadas situações patológicas e/ou normais.

3.

Faça um esquema mostrando a liberação de neurotransmissores (pré ou pós-sináptico) e o local de sua ação (sistema nervoso motor/eferente)

4.

Considerando o esquema abaixo: “Membrana plasmática como exemplo de membrana biológica”, responda as questões.

 

- célula animal -

 
 

Meio intracelular K + [140 mEq/l]

Meio interno

+ +

+ + + + + + + + + + +

 

[4 mEq/l]

+

-

- - -

- -

- -

- -

+

Cl

-

[ 4 mEq/l]

[103 mEq/l]

+

-

-

+

Na + [10 mEq/l]

[142 mEq/l]

+

-

- - -

- -

- -

- -

+

 

+

 

+

+ + + + + + + + + + + + +

 

a ) Qual o sentido dos íons K + , Cl - , Na + quando transportados passivamente através dos canais iônicos na membrana?

(

(

b ) Qual a finalidade da Bomba Na + /K + ? Explique como ocorre este transporte.

 

c ) A manutenção de um gradiente de concentração para estes íons induz na formação de um potencial de membrana.  quais os tipos de estímulos que podem alterar este potencial?  quais são as fases do potencial de ação gerado pelos estímulos acima citados? Comente cada uma.

(

(

d ) Qual o papel do meio interno na manutenção funcional da célula?

 

4.

Conceitue potencial de membrana O PM tem o mesmo valor para todas as células? Por quê?

5. O que é lei do "tudo ou nada"? É possível desencadear-se um potencial de ação usando-se vários estímulos subliminares? Justifique.

6. Explicar a condução nervosa eletrônica e saltatória. Qual o efeito da mielinização quanto à velocidade e metabolismo na condução de potenciais de ação na fibra? Qual a dependência da velocidade de condução com o diâmetro das fibras? Qual o efeito dos anestésicos locais sobre a fibra nervosa?

7. O quê é despolarização e hiperpolarização? Como ocorrem no axônio?. Relacione os fenômenos acima com permeabilidade e concentração de K + e Na +.

8. Descreva uma sinapse. Como se explica o retardo sináptico?

9. Quem é a unidade funcional do sistema nervoso?

10. Como é feita a divisão anátomo-funcional do sistema nervoso?

11. O que representam as vias somática e motora do sistema nervoso periférico?

12. O que vem a ser sinapse? Qual a diferença entre sinapse química e sinapse elétrica?

13. Qual a função dos receptores excitatórios e inibitórios na membrana pós-sináptica? O que é PPSE e PPSI?

Relacione PPSE e PPSI com a variação da permeabilidade de membrana a K + e Na +

14. Quais os efeitos de uma acidose e de uma alcalose sobre a transmissão sináptica?

15. Cite 5 tipos de receptores sensoriais e os estímulos captados por cada um .

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 16. Como e porque ocorre adaptação dos receptores a

16. Como e porque ocorre adaptação dos receptores a um determinado estímulo? De exemplos de receptores de

adaptação lenta e de adaptação rápida.

17. Explique como se dá a integração sensório-motora.

18. Marque a resposta correta:

Proteínas transmembrana que permitem o fluxo de iontes com transporte termodinamicamente favorável

a) Proteína G.

b) Bombas.

c) Canais.

d) Poros.

2) Qual a resposta errada?

a) A acetilcolinesterase permite que os potenciais de ação sejam transmitidos com alta frequência.

b) O canal receptor de acetilcolina é um canal controlado por voltagem.

c) As fendas sinápticas possuem um propagador de impulso nervoso que é um neurotransmissor chamado

acetilcolina.

d) As toxinas podem causar paralisia quando bloqueiam os canais receptores de acetilcolina.

3) O que é preciso acontecer para termos um potencial de ação?

a) Que a concentração de potássio no interior da célula diminua.

b) O canal estar inativado.

c) A condutância do sódio diminuir.

d) Que o potencial de membrana seja despolarizado para valores acima do limiar crítico.

19. Classifique o sistema nervoso periférico.

20. Caracterize cada um dos tipos eferentes quanto:

a) localização do efluxo dos neurônios e padrão neuronal (um ou dois)

b) presença/ausência de sinapse ganglionar

c) neurotransmissor do gânglio e respectivo receptor e respectiva ação

d) neurotransmissor liberado no órgão efetor; seus respectivos receptores e possíveis ações da ligação

e) exemplos de agonistas e antagonistas dos neurotransmissores no órgão efetor.

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UNIME - Ciências Morfofuncionais II – 2010.1 SUGESTÃO DE REFERÊNCIAS PARA ESTUDAR E RESOLVER OS ESTUDOS

SUGESTÃO DE REFERÊNCIAS PARA ESTUDAR E RESOLVER OS ESTUDOS DIRIGIDOS:

1. GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. 10ª .ed. Rio de Janeiro: Guanabara

Koogan, 2002.

2. SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana - uma abordagem integrada. 2ª ed. São

Paulo: Manole, 2003

3. SILVA, P., Farmacologia. Editora(s) Guanabara Koogan, 7ª. ed, 2006.

4. KATZUNG, B.G. Farmacologia Básica e Clínica. 8ª ed. Guanabara Koogan, 2003.

5. MACHADO, A. B. M., Neuroanatomia

2ª. ed .Atheneu, , 2006.

6. DANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana básica. 4ª ed. Manole. 1998.

7. GARTNER, Leslie P. Tratado de histologia em cores. Rio de Janeiro: Guanabara,

1999

8. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica, 9.ed., Rio de Janeiro:

Guanabara

Koogan, 1999.

9. DAVIES, A et al. Fisiologia Humana.1ed. Porto Alegre: ARTMED, 2002.

10. GUYTON, A.C

Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.

11. R ANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M. Farmacologia. 4ª ed. Guanabara

Koogan, 2001.

12. HARDMAN, J. G.; LIMBIRD, L. E., Goodman & Gilman : As bases

Neurociência básica anatomia e fisiologia. 2.ed.,

farmacológicas da Terapêutica. 10.ed. McGraw-Hill 2003.

13. TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S.R. Corpo humano: fundamentos de

anatomia e fisiologia. 6ª ed. Artmed, 2006.

14. DI FIORE, M. S. H. Atlas de Histologia. 7.ed. , Rio de Janeiro, Guanabara-

Koogan, 1997.

15. GARCIA,S.L.; et al.

Embriologia. Porto Alegre: Artmed, 2001.

16. FUCHS. Farmacologia clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.**