P. 1
Auditoria

Auditoria

|Views: 1.458|Likes:
Publicado pormidduarte

More info:

Published by: midduarte on May 30, 2010
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

01/14/2013

pdf

text

original

ALBUQUERQUE, Frederico de Freitas Tenório. A Auditoria Operacional e seus

Desafios: Um Estudo a partir da experiência do Tribunal de Contas da União. Rio

de Janeiro: Livraria Editora Renovar: 2007

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria – Um curso completo e moderno. 5ª

Edição. São Paulo: Editora Atlas, 1996.

ARAÚJO, Inaldo da Paixão Santos. Introdução à Auditoria Operacional. 3ª edição. Rio

de Janeiro: FGV Editora, 2006.

ARAÚJO, Inaldo da Paixão Santos et al. Auditoria Contábil – Enfoque teórico,

prático e normativo. São Paulo: Editora Saraiva, 2008

BAHIA. Tribunal de Contas do Estado. Manual de Auditoria Governamental. Salvador:

TCE/BA, 2000.

_____. Diretrizes para aplicação de Normas de Auditoria Operacional- INTOSAI.

Traduzido pelo Tribunal de Contas do Estado da Bahia. Salvador: TCE/BA, 2005b.

_____. Normas de Auditoria Governamental - GAO. Traduzido pelo Tribunal de Contas

do Estado da Bahia. Salvador: TCE/BA, 2005c.

BARZELAY, Michael. Instituições Centrais de Auditoria e Auditoria de

Desempenho: Uma análise comparativa das estratégias organizacionais na

OCDE. Revista do Serviço Público, Brasília, ano 53 no

2, p-5-35, abril/junho 2002.

118

BRASIL. Tribunal de Contas da União. Glossário Disponível em http://www.tcu.gov.br.

Acesso em 10.08.2008

______. Constituição, 1988. Constituição da República Federativa do Brasil.

Disponível em http://www.planalto.gov.br. Acesso em 11.08. 2008b.

______. Manual de Auditoria de Natureza Operacional. Tribunal de Contas da

União. Brasília: 2000c.

______. Técnicas de Auditoria: Marco Lógico. Tribunal de Contas da União. Brasília:

2000d.

______. Técnicas de Auditoria: análise SWOT e matriz de verificação de risco.

Tribunal de Contas da União. Brasília: 2000e.

______. Técnicas de Auditoria: análise RECI. Tribunal de Contas da União. Brasília:

2000f.

______. Técnicas de Auditoria: mapa de processos. Tribunal de Contas da União.

Brasília: 2000g.

______. Roteiro para Elaboração de Auditoria de Natureza Operacional. Tribunal

de Contas da União. Brasília: 2004h.

BEHN, Robert D. O novo paradigma da gestão pública e a busca da accountability

democrática. Revista do Serviço Público, Brasília, ano 49 , n. 4, p 5-45,out/dez, 1998.

BRESSER PEREIRA, Luiz Carlos. Da Administração Pública Burocrática à

Gerencial. Revista do Serviço Publico, Brasília, ano 47, no

1, janeiro/abril, 1996.

119

__________________, Luiz Carlos. Uma reforma Gerencial da Administração

Pública no Brasil. Revista do Serviço Público, Brasília, ano 49 , no

1, p 5-42, jan/abr,

1998.

__________________, Luiz Carlos. Reforma do Estado para a cidadania. Ed. 34.

ENAP, 1998b.

CAMPOS, Ana Maria. Accountability: quando poderemos traduzi-la para o

português? Revista Gestão Pública e Controle Externo. Salvador. vol. 1, n.º1, p. 381-

421, 2005

COSTA, Frederico Lustosa da. Condicionantes da Reforma do Estado do Brasil, em

Martins, Paulo Emílio Matos e Pieranti, Octavio Penna, Estado e Gestão Pública –

Visões do Brasil Contemporâneo. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2006.

CREPALDI, Silvio Aparecido. Auditoria Contábil - Teoria e Prática. São Paulo:

Editora Atlas, 2000.

DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 18ª Edição. São Paulo:

Editora Atlas, 2005.

FÉDER, João. Auditoria Operacional. Revista do Tribunal de Contas do Estado de

Santa Catarina, Santa Catarina, no

4, p. 5-78, nov/dez. 1988

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário da língua portuguesa.

ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1986.

GOMES, Marcelo. Auditoria de Desempenho Governamental e o Papel de

Entidades Fiscalizadoras Superiores (EFS). Revista do Serviço Público, Brasília, ano

53 , no

2, p 36, abril/junho,2002.

120

_______, Marcelo. Modelos e Estratégias de Auditoria de Desempenho. Material do

Curso ministrado pela FGV para o TCE/RJ, 2004.

GUERRREIRO RAMOS, Alberto. Administração e Contexto Brasileiro. Rio de

Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1983.

LIMA JUNIOR, Olavo Brasil. As reformas Administrativas no Brasil: modelos,

sucessos e fracassos. Revista do Serviço Público, Brasília, ano 49, no

2, p. 5-28,

abril/junho. 1998

LEAL, Márcia Pimentel Aparecida Leal. A auditoria operacional e sua contribuição

para a melhoria da gestão pública: Um estudo de caso da auditoria operacional

da agência estadual de meio ambiente e recursos hídricos em Pernambuco.

Dissertação de mestrado em Administração – Escola de Administração da

Universidade Federal da Bahia. Salvador: 2006.

LÓDI, João Bosco. História da Administração. 8ª Edição. São Paulo: Biblioteca

Pioneira de Administração e Negócio, 1984.

MARINI, Caio. Gestão Pública no Brasil: Temas Preservados e Temas Emergentes

na Formação da Agenda. Artigo apresentado no VII Congresso da Associação de

Estudos Brasileiro BRASA – Brazilian Studies Association, Junho de 2004.

MEGGINSON, Leon e outros. Administração: conceitos e aplicações. Tradução de

AURIPHEBO Berrance Simões, São Paulo: Harbra, 1986.

MINTZBERG, Henry. Administrando Governos, governando Administradores.

Revista do Serviço Público, Brasília, ano 49 , no

4, p 158, Outubro/Dezembro, 1998.

121

NASCIMENTO, Roberto Sérgio do. Auditoria Financeira versus auditoria

tradicional: uma ampliação do escopo da auditoria tradicional. Revista do Tribunal

de Contas, Brasília, v.32, no

88, abr/jun, 2001.

NÓBREGA, Marcos & FIGUEIRÊDO, Carlos Maurício. Tribunais de Contas como

Agência de Accountability. Revista do Tribunal de Contas do Município do Rio de

Janeiro, Rio de Janeiro, no

26, p.64-74, abril/2004.

NUNES, W anda Cláudia Galluzi. Auditorias de Desempenho. Revista do Tribunal de

Contas do Município do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, no

26, p.64-74, abril/2004.

PAES DE PAULA, Ana Paula. Por uma Nova Gestão Pública. Rio de Janeiro: Editora

FGV, 2007.

POLLIT, Christopher e BOUCKAERT, Geert. Avaliando reformas da gestão pública:

uma perspectiva internacional. Revista do Serviço Público, Brasília, ano 53 , no

3, p

7, jul/set, 2002.

PETER, Maria da Glória Arrais & MACHADO, Marcus Vinicius Veras. Manual de

Auditoria Governamental. São Paulo: Editora Atlas: 2007.

RIO DE JANEIRO, Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Relatório da

Inspeção Ordinária com caráter de operacional na CODERTE, TCE/RJ, 2007.

SANTOS, Luiz Alberto do & CARDOSO, Regina Luna Santos. Avaliação de

Desempenho da Ação Governamental no Brasil – Problemas e Perspectivas.

Monografia vencedora do XV Concurso de Ensayos Y Monografias sobre Reforma del

Estado y Modernización de la Administración Pública ocorrido no VI Congresso

Internacional del CLAD sobre la Reforma del Estado y de la Administración Pública,

Julho de 2001.

122

SPECK, Bruno Wilhemlm. Inovação e rotina no Tribunal de Contas da União. São

Paulo: Fundação Konrad Adenauer, 2000.

TOHÁ, Carolina e SOLARI, Ricardo. A modernização do Estado e a gerência

pública. Revista do Serviço Público, Brasília, ano 48 , no

3, p 84, Set/Dez, 1997.

123

APÊNDICE

ROTEIRO DA ENTREVISTA COM TÉCNICOS DO TCE/RJ

1) Em sua opinião você já realizou através do TCE/RJ de uma inspeção ordinária de

natureza operacional, com o propósito exclusivo de avaliar o desempenho quanto à

eficiência, economicidade, eficácia e efetividade do órgão, entidade, setor ou

programa auditado? Caso positivo, os seus gestores estavam cientes desta

modalidade de auditoria?

2) O conhecimento adquirido em auditoria operacional foi através de uma ação formal

e estruturada, mediante treinamento promovido pelo TCE/RJ, ou foi por esforço

próprio, baseado em leitura técnica ou repasse informal de informações por

profissionais com experiência prática na modalidade?

3) Qual a relação entre auditoria de conformidade e auditoria operacional, em sua

opinião? São antagônicas ou complementares? Por que razão?

4) O tempo gasto no planejamento da auditoria operacional é o ideal para garantir que

a sua realização seja bem sucedida? Por quê?

5) Nas inspeções com natureza operacional, em que você participou, durante a fase

de planejamento foram definidas previamente a Matriz de Planejamento, com as

questões de auditorias a serem examinadas na fase de planejamento?

6) Em sua opinião as inspeções com a natureza de auditoria operacional em que você

participou no TCE/RJ utilizaram modelos analíticos – modelo de insumo-produto,

mapa de processo, mapa de produtos - nas fases de planejamento e de execução

para estudar e conhecer os pontos fortes e fracos da organização auditada?

7) Em sua opinião quais as medidas a serem implementadas para a auditoria

operacional avançar e alcançar a importância institucional que as auditorias de

conformidade já têm no TCE/RJ? Qual o papel que a ECG pode contribuir para

tornar isso realidade?

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->