Ecologia Marinha 2009/2010 Cláudia Costa, Daniela Segurelho, Lídia Ferreira, Marcos Cândido, Mariana Carneiro, Nuno

Moreira

Caracterização
‡ O que é um mangal? os mangais são comunidades vegetais que colonizam as lagoas costeiras, os estuários e as depressões dos deltas. São comunidades adaptadas às condições de elevada salinidade e por isso podem subsistir submersas em águas marinhas. As árvores de mangal são apenas um dos componentes do complexo ecossistema de mangal que inclui: corpos associados de água e solos bem como uma variedade de outras plantas, animais e microorganismos (Semesi e Howell, 1992:7; Nonn, 1974:103; Couto, 1993:3)

Estrutura de um mangal...
‡ árvores com raízes aéreas formando pilares com folhagem sempre emersa - zona supra- e médiolitoral ‡ a parte inferior dos sedimentos pode ser considerada a infralitoral

Condições necessárias para o desenvolvimento de um mangal: Temperatura superior a 20ºC Salinidade usualmente baixa Sedimento fracção fina e coloidal Elevado teor em matéria orgânica Baixo teor em oxigénio Flutuações importantes do pH

‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡

Utilização
‡ fonte de combustível lenhoso ‡ Extracção de produtos para medicamentos

‡ Produção de sal

‡ extracção de madeira
-Armadilhas de peixes -Barcos (canoas) -Móveis -Etc...

Importância dos mangais:
‡ Como exportador de matéria orgânica para os estuários ‡ Ecossistemas complexos e dos mais férteis e diversificados do planeta ‡ Biodiversidade ‡ Pescas ‡ Valor ecológico e económico ‡ Vegetação dos mangais ‡ Raízes dos mangais

Distribuição Mundial...

Zona médiolitoral e nas regiões tropicais

MOÇAMBIQUE

Flora
Somente três árvores constituem as florestas de mangal: mangal vermelho, mangal preto, mangal branco.

As árvores são acompanhadas por um pequeno número de outras plantas, tais como a samambaia do mangal, o hibisco e a gramínea Spartina. Ricas comunidades de algas crescem sobre as raízes aéreas das árvores, na faixa coberta pela maré. Pelo contrário, os troncos permanentemente expostos e as copas das árvores são pobres em plantas epífitas.

Mangal Vermelho
O Mangal-vermelho (Rhizophora mangle), também conhecido como sapateiro, é uma espécie típica de mangal.

O nome da árvore é assim dado pois, quando a sua casca é raspada, apresenta uma coloração avermelhada típica da espécie.

A respiração da planta é feita através de rizóforos, que também auxiliam a sua sustentação. Neste tipo de raízes (pneumatóforas), há estruturas especiais (lenticelas), cuja função é a respiração.

Mangal Branco
Mangal-branco (Laguncularia racemosa). A árvore chega aos 18 m de altura, o tronco é áspero e fissurado. As raízes têm geotropismo negativo e portam pneumatóforos, para oxigenar os tecidos no solo alagado. Apresentam lenticelas, que também permitem a troca de gases entre a planta e o meio externo.

O pecíolo de suas folhas é vermelho e seu florescimento ocorre entre Janeiro e Fevereiro. Os frutos são drupas vermelho-marrom, e as sementes são viáveis somente por 30 dias.

Tolera altas taxas de salinidade, devido à presença de estruturas especializadas em eliminar o sal absorvido pela planta, localizadas nos pecíolos, chamadas de glândulas de sal. O facto do mangal branco existir em costas de baixa salinidade se deve ao fato de competir mais eficientemente em áreas de reduzido teor de sal. A dispersão das sementes é por autocoria.

Mangal Preto
A Avicennia schaueriana é uma espécie de mangal típica dos mangais brasileiros, maior parte no litoral sudeste, e sul-americanos. Encontra-se também espalhada um pouco por todo o mundo.

O mangal preto apresenta estruturas de respiração chamadas de pneumatóforos, que são raízes que crescem num sistema radicular e que depois sobem, ficando acima do solo, auxiliando assim a respiração da árvore. Além disso, o mangal preto tem estruturas especializadas denominadas glândulas de sal, que são assim chamadas pelo facto de excretar o sal que é absorvido pela planta.

Fauna
A fauna do mangal é constituída principalmente por peixes, moluscos e crustáceos, porém diversos animais usufruem deste ambiente, desde formas microscópicas até répteis, mamíferos e aves. É um local propício ao desenvolvimento e abrigo de organismos jovens.

Muitos dos animais que habitam os mangais, não vivem toda a sua vida neste ambiente. Os camarões, por exemplo, ao nascimento da nova geração em alto mar, os indivíduos migram para dentro do mangal e lá permanecem durante a fase de crescimento, passando de larvas a jovens e, então, voltam ao oceano.

Fauna
Algumas das espécies mais comuns no mangal de Moçambique são: -Sesarma spp., ( caranguejo do pântano ) -Uca spp., ( caranguejo violinista ) -Scylla serrata ( caranguejo da lama gigante ) -Saccostrea cucullata, ( ostra ) -Balanus amphitrite, ( craca ) -Terebralia palustris, ( rastejador da lama ) -Cerithidea decollata,( búzio da lama ) -Strombus spp., ( búzio da lama ) -Liza macrolepis, ( tainha ) -Hilsa kelee, ( peixe ) -Chanos chanos, ( peixe ) -Thryssa spp., ( anchova ) -Plotosus lineatus, ( peixe gato ) -Gerres oyena, ( góbio ) -Spratellomorpha bianalis ( arenque ) -Dromas ardeola, ( ave ) -Platalea alba, ( ave ) -Egretta alba, ( ave ) -Crocodylus niloticus ( réptil )

Destruição natural

Aumento do nível do mar

Alterações climáticas

Destruição humana
Agricultura Aquacultura Combustível Sal Urbanização Incêndios

Usos
Nomes das espécies de mangais

Utilização Secundária: carvão de alta qualidade, remos, minério, pegas, colmeias, tambores e raízes medicinais Principal: material de construção, suportes para tectos e lenha de alta qualidade

Avicennia marina

Bruguiera gymnorrhiza Ceriops tagal Heritiera littoralis Lumnitzera racemosa Pemphis acidula Rhizophora mucronata Sonneratia alba Xylocarpus granatum Xylocarpus moluccensis

Secundária: carvão de alta qualidade, remos, minério, pegas, colmeias, tambores e raízes medicinais Materiais de construção, remos, minério, lenha de qualidade média, carvão, tintas e armadilhas para peixes Principal: carvão Secundária: lenha, madeira de construção Principal: sem utilização substancial Secundária: madeira de construção, lenha de qualidade média e carvão Principal: lenha e carvão Secundária: madeira para construção Principal: madeira para construção e carvão de alta qualidade Secundária: lenha de alta qualidade, tintas, remédios, pomadas, redes (usando raízes), armadilhas para peixes e armas Principal: canoas e barcos, remos, mastros, pneumatóforos e caixilhos para janelas e portas Secundária: lenha de média qualidade e carvão Principal: canoas e carvão Secundária: lenha Subsidiária: os frutos fornecem remédios para a dor de estômago Principal: madeira de alta qualidade e carvão de qualidade média Secundária: lenha de qualidade média

Desflorestamento de Florestas de Mangais e Respectivos Impactes
‡ Destruição de habitats e redução da biodiversidade ‡ Aceleração da erosão ‡ Fraca produtividade ecológica ‡ Redução dos recursos pesqueiros ‡ Empobrecimento dos solos ‡ Baixo rendimento agrícola ‡ Redução de receitas de caça ‡ Desertificação ‡ Alteração do micro-clima

Erosão Costeira e Respectivos Impactes
‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Destruição de Infra-estruturas sócio- económicas Aumento de inundações Intrusão salina Destruição e perda de habitats Assoreamento Desgaste e empobrecimento dos solos Poluição da água Alteração da configuração da linha da costa Destruição de culturas Perda de investimentos

Energia e Respectivos Impactes
‡ Poucas pessoas acedem a energia eléctrica convencional ‡ Uso excessivo de energia de biomassa dando origem a desflorestação

Poluição Marinha e Respectivos Impactes
‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Contaminação das águas Destruição dos ecossistemas Contaminação da fauna e flora marinha Redução de Turismo, Pescas, Transporte Proliferação e disseminação de epidemias

Diminuição da Produtividade Primária e Respectivos Impactes
Deficiência em nutrientes Redução de espécies que têm no mangal o seu habitat

Efeitos negativos na dieta alimentar e na fonte de rendimento

Redução da pesca

Exemplos
‡ A população na costa de Moçambique em 1997 foi estimada em 6.6 milhões de pessoas e continua a crescer, o que leva a uma maior pressão sobre os recursos da costa, que afecta os mangais ‡ Em Mossuril- metade das florestas de mangais transformadas em áreas de produção de sal(salinas) ‡ Inhaca- durante a guerra civil (1975-1994) sofreu problemas com excesso de população, o que teve um impacte negativo nos recursos naturais da ilha ‡ Mangais também afectados com derramamentos de crude em Maputo ‡ Barragem de Cahora-Bassa no Rio Zambezi reduziu o fluxo de água, alterando as condições da água nos mangais e ultimamente tem causado um encolhimento na área dos mangais, acelerando assim a erosão

Perspectivas
‡ Florestas de mangais continuam a desaparecer devido a actividades humanas como exploração e poluição, assoreamento induzido pelo homem, reclamação de terras, criação de pequenos lagos de peixes e camarões e modificações hidrodinâmicas da área. ‡ A modificação na distribuição dos mangais está também relacionada com perturbações naturais e pode ser usada como indicador do aumento do nível do mar. ‡ No futuro: perigo vindo de um desenvolvimento da população industrial

N

otícia
De alguns ambientalistas, soube o SAVANA que o mangal que está a ser destruído pelo homem desempenha um importante papel como exportador de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade primária na zona costeira. Por essa razão, constituem-se em ecossistemas complexos e dos mais férteis e diversificados do planeta. Dizem os ambientalistas que a sua biodiversidade faz com que essas áreas se constituam em grandes berçários naturais, tanto para as espécies típicas desses ambientes, como para animais, aves, peixes, moluscos e crustáceos, que aqui encontram as condições ideais para reprodução, eclosão, criadouro e abrigo, quer tenham valor ecológico ou económico. Com relação à pesca, os mangais produzem mais de 95% do alimento que o homem captura no mar. Por essa razão, a sua manutenção é vital para a subsistência das comunidades pesqueiras que vivem em seu retorno. Com relação à dinâmica dos solos, a vegetação dos mangais serve para fixar os solos, impedindo a erosão e, ao mesmo tempo, estabilizando a linha de costa. As raízes do mangue funcionam como filtros na retenção dos sedimentos. Constituem ainda importante banco genético para a recuperação de áreas degradadas, por exemplo, como aquelas por metais pesados. Avançam os ambientalistas referindo que a destruição dos mangais gera grandes prejuízos, inclusive para a economia, directa ou indirectamente, uma vez que são perdidas importantes fracções ecológicas desempenhadas por esses ecossistemas. Os mangais são uma componente biológica primária para o ambiente. Eles extraem fósforo e nitrogénio dos sedimentos e sintetizam o carbono. São importantes também na retenção de toxinas, substâncias nocivas para algumas espécies marinhas. Duma forma geral, o mangal protege o solo contra a erosão marinha e retém parte dos sedimentos descarregados pelos rios e correntes locais que seriam transportados para o mar. Devido a estes actos malignos, o pulmão verde da capital do país poderá ter perdido mais de 50 por cento da floresta do mangal. Município no silêncio Sobre a situação, o SAVANA contactou o Conselho Municipal da cidade de Maputo na pessoa de Benjamim Faduco, chefe do gabinete de Comunicação e Imagem do Presidente do Conselho Municipal, na qualidade de pessoa que serve de elo de ligação entre o município e a imprensa. Há sensivelmente 15 dias que Faduco não nos consegue pôr à fala com o presidente de município David Simango e muito menos com o vereador de Planeamento Urbano e Ambiente. Entre terça e quarta-feira, contactámos Faduco mais de cinco vezes, mas este se limitava a dizer que falaria com as pessoas indicadas e que depois nos contactaria, mas até ao momento ainda não se verificou.

Construtores devastam mangal da Costa do Sol
Colaboração de Raul Senda Sexta, 04 Dezembro 2009 08:12 A floresta de mangais que protege a cidade de Maputo está a ser destruída para dar lugar a construções de residências de luxo ao longo da orla marítima da capital moçambicana. O facto que deixa por completo a cidade de Maputo, vulnerável a calamidades e outros efeitos negativos da natureza está a alastrar-se perante um olhar impávido das autoridades municipais, onde consta que muitos deles têm interesses no negócio de terrenos. O triste cenário que poderá levar a cidade capital ao abismo é mais crítico na zona que vai da Escola Portuguesa (bairro Triunfo) até ao bairro dos pecadores. A floresta de mangais está a ser destruída para dar lugar ao parcelamento de terrenos para a construção de imóveis de luxo, num negócio considerado bastante chorudo e apetitoso, onde estão também envolvidos membros da edilidade e suas famílias. Há dias, o SAVANA visitou os bairros de Triunfo, Costa do Sol e Pescadores e verificou que a zona que anteriormente estava coberta de floresta de mangais está totalmente deserta e no seu lugar estão a surgir condomínios de luxo. Do que antes era mangal hoje vê-se apenas camiões transportando areias, gruas e máquinas pesadas envolvidas na edificação de obras. Soube o SAVANA de algumas fontes, que o município de Maputo, bem como o Ministério da Coordenação da Acção ambiental (MICOA) estão a par destes desmandos, mas nada fazem para contornar o cenário. No contacto que mantivemos com o MICOA através da Direcção Nacional de Impacto Ambiental, fomos informados que a instituição nada podia falar sobre o assunto em virtude da zona estar sob jurisdição do governo municipal. O parcelamento e atribuição de terrenos na zona que virou um negócio chorudo envolve graúdos da arena política e económica do país. Além destes influentes, os responsáveis pela gestão do município de Maputo e seus familiares estão envolvidos do negócio. Como consequência do abate do mangal para dar lugar à edificação de residenciais e outros empreendimentos de luxo, a zona da orla marítima da cidade de Maputo está, nos últimos dias, a ser assolada por vários problemas ambientais, sobretudo, relacionados com a erosão dos solos, visto que o mangal servia de defesa. Além da erosão dos solos, a destruição do mangal está também a prejudicar os corais que constituem a maternidade de várias espécies marinhas para sua reprodução. Este facto tem contribuído na escassez do pescado que se verifica neste momento, situação que traz implicações negativas na renda e alimentação das populações locais.

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Construtores devastam mangal da Costa do Sol
De alguns ambientalistas, soube o SAVANA que o mangal que está a ser destruído pelo homem desempenha um importante papel como exportador de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade primária na zona costeira. Por essa razão, constituem-se em ecossistemas complexos e dos mais férteis e diversificados do planeta. Dizem os ambientalistas que a sua biodiversidade faz com que essas áreas se constituam em grandes berçários naturais, tanto para as espécies típicas desses ambientes, como para animais, aves, peixes, moluscos e crustáceos, que aqui encontram as condições ideais para reprodução, eclosão, criadouro e abrigo, quer tenham valor ecológico ou económico. Com relação à pesca, os mangais produzem mais de 95% do alimento que o homem captura no mar. Por essa razão, a sua manutenção é vital para a subsistência das comunidades pesqueiras que vivem em seu retorno. Com relação à dinâmica dos solos, a vegetação dos mangais serve para fixar os solos, impedindo a erosão e, ao mesmo tempo, estabilizando a linha de costa. As raízes do mangue funcionam como filtros na retenção dos sedimentos. Constituem ainda importante banco genético para a recuperação de áreas degradadas, por exemplo, como aquelas por metais pesados. Avançam os ambientalistas referindo que a destruição dos mangais gera grandes prejuízos, inclusive para a economia, directa ou indirectamente, uma vez que são perdidas importantes fracções ecológicas desempenhadas por esses ecossistemas. Os mangais são uma componente biológica primária para o ambiente. Eles extraem fósforo e nitrogénio dos sedimentos e sintetizam o carbono. São importantes também na retenção de toxinas, substâncias nocivas para algumas espécies marinhas. Duma forma geral, o mangal protege o solo contra a erosão marinha e retém parte dos sedimentos descarregados pelos rios e correntes locais que seriam transportados para o mar. Devido a estes actos malignos, o pulmão verde da capital do país poderá ter perdido mais de 50 por cento da floresta do mangal. Município no silêncio Sobre a situação, o SAVANA contactou o Conselho Municipal da cidade de Maputo na pessoa de Benjamim Faduco, chefe do gabinete de Comunicação e Imagem do Presidente do Conselho Municipal, na qualidade de pessoa que serve de elo de ligação entre o município e a imprensa. Há sensivelmente 15 dias que Faduco não nos consegue pôr à fala com o presidente de município David Simango e muito menos com o vereador de Planeamento Urbano e Ambiente. Entre terça e quarta-feira, contactámos Faduco mais de cinco vezes, mas este se limitava a dizer que falaria com as pessoas indicadas e que depois nos contactaria, mas até ao momento ainda não se verificou.

Construtores devastam mangal da Costa do Sol
Colaboração de Raul Senda Sexta, 04 Dezembro 2009 08:12 A floresta de mangais que protege a cidade de Maputo está a ser destruída para dar lugar a construções de residências de luxo ao longo da orla marítima da capital moçambicana. O facto que deixa por completo a cidade de Maputo, vulnerável a calamidades e outros efeitos negativos da natureza está a alastrar-se perante um olhar impávido das autoridades municipais, onde consta que muitos deles têm interesses no negócio de terrenos. O triste cenário que poderá levar a cidade capital ao abismo é mais crítico na zona que vai da Escola Portuguesa (bairro Triunfo) até ao bairro dos pecadores. A floresta de mangais está a ser destruída para dar lugar ao parcelamento de terrenos para a construção de imóveis de luxo, num negócio considerado bastante chorudo e apetitoso, onde estão também envolvidos membros da edilidade e suas famílias. Há dias, o SAVANA visitou os bairros de Triunfo, Costa do Sol e Pescadores e verificou que a zona que anteriormente estava coberta de floresta de mangais está totalmente deserta e no seu lugar estão a surgir condomínios de luxo. Do que antes era mangal hoje vê-se apenas camiões transportando areias, gruas e máquinas pesadas envolvidas na edificação de obras. Soube o SAVANA de algumas fontes, que o município de Maputo, bem como o Ministério da Coordenação da Acção ambiental (MICOA) estão a par destes desmandos, mas nada fazem para contornar o cenário. No contacto que mantivemos com o MICOA através da Direcção Nacional de Impacto Ambiental, fomos informados que a instituição nada podia falar sobre o assunto em virtude da zona estar sob jurisdição do governo municipal. O parcelamento e atribuição de terrenos na zona que virou um negócio chorudo envolve graúdos da arena política e económica do país. Além destes influentes, os responsáveis pela gestão do município de Maputo e seus familiares estão envolvidos do negócio. Como consequência do abate do mangal para dar lugar à edificação de residenciais e outros empreendimentos de luxo, a zona da orla marítima da cidade de Maputo está, nos últimos dias, a ser assolada por vários problemas ambientais, sobretudo, relacionados com a erosão dos solos, visto que o mangal servia de defesa. Além da erosão dos solos, a destruição do mangal está também a prejudicar os corais que constituem a maternidade de várias espécies marinhas para sua reprodução. Este facto tem contribuído na escassez do pescado que se verifica neste momento, situação que traz implicações negativas na renda e alimentação das populações locais.

Zona Tropical Relacionar aspectos geograficos e outros com cenas das aulas google earth influenciada pela água salobra e encontra-se perto de um estuário

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Colaboração de Raul Senda Sexta, 04 Dezembro 2009 08:12 A floresta de mangais que protege a cidade de Maputo está a ser destruída para dar lugar a construções de residências de luxo ao longo da orla marítima da capital moçambicana. O facto que deixa por completo a cidade de Maputo, vulnerável a calamidades e outros efeitos negativos da natureza está a alastrar-se perante um olhar impávido das autoridades municipais, onde consta que muitos deles têm interesses no negócio de terrenos. O triste cenário que poderá levar a cidade capital ao abismo é mais crítico na zona que vai da Escola Portuguesa (bairro Triunfo) até ao bairro dos pecadores. A floresta de mangais está a ser destruída para dar lugar ao parcelamento de terrenos para a construção de imóveis de luxo, num negócio considerado bastante chorudo e apetitoso, onde estão também envolvidos membros da edilidade e suas famílias. Há dias, o SAVANA visitou os bairros de Triunfo, Costa do Sol e Pescadores e verificou que a zona que anteriormente estava coberta de floresta de mangais está totalmente deserta e no seu lugar estão a surgir condomínios de luxo. Do que antes era mangal hoje vê-se apenas camiões transportando areias, gruas e máquinas pesadas envolvidas na edificação de obras. Soube o SAVANA de algumas fontes, que o município de Maputo, bem como o Ministério da Coordenação da Acção ambiental (MICOA) estão a par destes desmandos, mas nada fazem para contornar o cenário. No contacto que mantivemos com o MICOA através da Direcção Nacional de Impacto Ambiental, fomos informados que a instituição nada podia falar sobre o assunto em virtude da zona estar sob jurisdição do governo municipal. O parcelamento e atribuição de terrenos na zona que virou um negócio chorudo envolve graúdos da arena política e económica do país. Além destes influentes, os responsáveis pela gestão do município de Maputo e seus familiares estão envolvidos do negócio. Como consequência do abate do mangal para dar lugar à edificação de residenciais e outros empreendimentos de luxo, a zona da orla marítima da cidade de Maputo está, nos últimos dias, a ser assolada por vários problemas ambientais, sobretudo, relacionados com a erosão dos solos, visto que o mangal servia de defesa. Além da erosão dos solos, a destruição do mangal está também a prejudicar os corais que constituem a maternidade de várias espécies marinhas para sua reprodução. Este facto tem contribuído na escassez do pescado que se verifica neste momento, situação que traz implicações negativas na renda e alimentação das populações locais.

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De alguns ambientalistas, soube o SAVANA que o mangal que está a ser destruído pelo homem desempenha um importante papel como exportador de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade primária na zona costeira. Por essa razão, constituem-se em ecossistemas complexos e dos mais férteis e diversificados do planeta. Dizem os ambientalistas que a sua biodiversidade faz com que essas áreas se constituam em grandes berçários naturais, tanto para as espécies típicas desses ambientes, como para animais, aves, peixes, moluscos e crustáceos, que aqui encontram as condições ideais para reprodução, eclosão, criadouro e abrigo, quer tenham valor ecológico ou económico. Com relação à pesca, os mangais produzem mais de 95% do alimento que o homem captura no mar. Por essa razão, a sua manutenção é vital para a subsistência das comunidades pesqueiras que vivem em seu retorno. Com relação à dinâmica dos solos, a vegetação dos mangais serve para fixar os solos, impedindo a erosão e, ao mesmo tempo, estabilizando a linha de costa. As raízes do mangue funcionam como filtros na retenção dos sedimentos. Constituem ainda importante banco genético para a recuperação de áreas degradadas, por exemplo, como aquelas por metais pesados. Avançam os ambientalistas referindo que a destruição dos mangais gera grandes prejuízos, inclusive para a economia, directa ou indirectamente, uma vez que são perdidas importantes fracções ecológicas desempenhadas por esses ecossistemas. Os mangais são uma componente biológica primária para o ambiente. Eles extraem fósforo e nitrogénio dos sedimentos e sintetizam o carbono. São importantes também na retenção de toxinas, substâncias nocivas para algumas espécies marinhas. Duma forma geral, o mangal protege o solo contra a erosão marinha e retém parte dos sedimentos descarregados pelos rios e correntes locais que seriam transportados para o mar. Devido a estes actos malignos, o pulmão verde da capital do país poderá ter perdido mais de 50 por cento da floresta do mangal. Município no silêncio

Do que antes era mangal hoje vê-se apenas camiões transportando areias, gruas e máquinas pesadas envolvidas na edificação de obras.

município de Maputo, bem como o Ministério da Coordenação da Acção ambiental (MICOA) estão a par destes desmandos, mas nada fazem para contornar o cenário.

Sobre a situação, o SAVANA contactou o Conselho Municipal da cidade de Maputo na pessoa de Benjamim Faduco, chefe do gabinete de Comunicação e Imagem do Presidente do Conselho Municipal, na qualidade de pessoa que serve de elo de ligação entre o município e a imprensa. Há sensivelmente 15 dias que Faduco não nos consegue pôr à fala com o presidente de município David Simango e muito menos com o vereador de Planeamento Urbano e Ambiente. Entre terça e quarta-feira, contactámos Faduco mais de cinco vezes, mas este se limitava a dizer que falaria com as pessoas indicadas e que depois nos contactaria, mas até ao momento ainda não se verificou.

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Maputo está, nos últimos dias, a ser assolada por vários problemas ambientais, Construtores devastam mangal da Costa do Solsobretudo, relacionados com a erosão dos solos, visto que o mangal servia de defesa. ( ) a destruição do mangal está também a prejudicar os corais que constituem a maternidade de várias espécies marinhas para sua reprodução. ( ) contribuindo na escassez do pescado que se verifica neste momento, situação que traz implicações negativas na renda e alimentação das populações locais.
Colaboração de Raul Senda Sexta, 04 Dezembro 2009 08:12 Município no silêncio

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De alguns ambientalistas, soube o SAVANA que o mangal que está a ser destruído pelo homem desempenha um importante papel como exportador de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade primária na zona costeira. Por essa razão, constituem-se em ecossistemas complexos e dos mais férteis e diversificados do planeta. Dizem os ambientalistas que a sua biodiversidade faz com que essas áreas se constituam em grandes berçários naturais, tanto para as espécies típicas desses ambientes, como para animais, aves, peixes, moluscos e crustáceos, que aqui encontram as condições ideais para reprodução, eclosão, criadouro e abrigo, quer tenham valor ecológico ou económico. Com relação à pesca, os mangais produzem mais de 95% do alimento que o homem captura no mar. Por essa razão, a sua manutenção é vital para a subsistência das comunidades pesqueiras que vivem em seu retorno. Com relação à dinâmica dos solos, a vegetação dos mangais serve para fixar os solos, impedindo a erosão e, ao mesmo tempo, estabilizando a linha de costa. As raízes do mangue funcionam como filtros na retenção dos sedimentos. Constituem ainda importante banco genético para a recuperação de áreas degradadas, por exemplo, como aquelas por metais pesados. Avançam os ambientalistas referindo que a destruição dos mangais gera grandes prejuízos, inclusive para a economia, directa ou indirectamente, uma vez que são perdidas importantes fracções ecológicas desempenhadas por esses ecossistemas. Os mangais são uma componente biológica primária para o ambiente. Eles extraem fósforo e nitrogénio dos sedimentos e sintetizam o carbono. São importantes também na retenção de toxinas, substâncias nocivas para algumas espécies marinhas. Duma forma geral, o mangal protege o solo contra a erosão marinha e retém parte dos sedimentos descarregados pelos rios e correntes locais que seriam transportados para o mar. Devido a estes actos malignos, o pulmão verde da capital do país poderá ter perdido mais de 50 por cento da floresta do mangal.

Sobre a situação, o SAVANA contactou o Conselho Municipal da cidade de Maputo na pessoa de Benjamim Faduco, chefe do gabinete de Comunicação e Imagem do Presidente do Conselho Municipal, na qualidade de pessoa que serve de elo de ligação entre o município e a imprensa. Há sensivelmente 15 dias que Faduco não nos consegue pôr à fala com o presidente de município David Simango e muito menos com o vereador de Planeamento Urbano e Ambiente. Entre terça e quarta-feira, contactámos Faduco mais de cinco vezes, mas este se limitava a dizer que falaria com as pessoas indicadas e que depois nos contactaria, mas até ao momento ainda não se verificou.

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O mangal ( ) desempenha um importante papel como exportador de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade primária da zona. Como em muitos outros Com relação à pesca, os casos os órgãos responsáveis mangais produzem mais (Municípios e Associações) de 95% do alimento que o mantêm o SILÊNCIO apesar homem captura no mar. de saberem exactamente os riscos que correm.
De alguns ambientalistas, soube o SAVANA que o mangal que está a ser destruído pelo homem desempenha um importante papel como exportador de matéria orgânica para os estuários, contribuindo para a produtividade primária na zona costeira. Por essa razão, constituem-se em ecossistemas complexos e dos mais férteis e diversificados do planeta. Dizem os ambientalistas que a sua biodiversidade faz com que essas áreas se constituam em grandes berçários naturais, tanto para as espécies típicas desses ambientes, como para animais, aves, peixes, moluscos e crustáceos, que aqui encontram as condições ideais para reprodução, eclosão, criadouro e abrigo, quer tenham valor ecológico ou económico. Com relação à pesca, os mangais produzem mais de 95% do alimento que o homem captura no mar. Por essa razão, a sua manutenção é vital para a subsistência das comunidades pesqueiras que vivem em seu retorno. Com relação à dinâmica dos solos, a vegetação dos mangais serve para fixar os solos, impedindo a erosão e, ao mesmo tempo, estabilizando a linha de costa. As raízes do mangue funcionam como filtros na retenção dos sedimentos. Constituem ainda importante banco genético para a recuperação de áreas degradadas, por exemplo, como aquelas por metais pesados. Avançam os ambientalistas referindo que a destruição dos mangais gera grandes prejuízos, inclusive para a economia, directa ou indirectamente, uma vez que são perdidas importantes fracções ecológicas desempenhadas por esses ecossistemas. Os mangais são uma componente biológica primária para o ambiente. Eles extraem fósforo e nitrogénio dos sedimentos e sintetizam o carbono. São importantes também na retenção de toxinas, substâncias nocivas para algumas espécies marinhas. Duma forma geral, o mangal protege o solo contra a erosão marinha e retém parte dos sedimentos descarregados pelos rios e correntes locais que seriam transportados para o mar. Devido a estes actos malignos, o pulmão verde da capital do país poderá ter perdido mais de 50 por cento da floresta do mangal. Município no silêncio

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Construtores devastam mangal da Costa do Sol
Colaboração de Raul Senda Sexta, 04 Dezembro 2009 08:12

A floresta de mangais que protege a cidade de Maputo está a ser destruída para dar lugar a construções de residências de luxo ao longo da orla marítima da capital moçambicana. O facto que deixa por completo a cidade de Maputo, vulnerável a calamidades e outros efeitos negativos da natureza está a alastrar-se perante um olhar impávido das autoridades municipais, onde consta que muitos deles têm interesses no negócio de terrenos. O triste cenário que poderá levar a cidade capital ao abismo é mais crítico na zona que vai da Escola Portuguesa (bairro Triunfo) até ao bairro dos pecadores. A floresta de mangais está a ser destruída para dar lugar ao parcelamento de terrenos para a construção de imóveis de luxo, num negócio considerado bastante chorudo e apetitoso, onde estão também envolvidos membros da edilidade e suas famílias. Há dias, o SAVANA visitou os bairros de Triunfo, Costa do Sol e Pescadores e verificou que a zona que anteriormente estava coberta de floresta de mangais está totalmente deserta e no seu lugar estão a surgir condomínios de luxo. Do que antes era mangal hoje vê-se apenas camiões transportando areias, gruas e máquinas pesadas envolvidas na edificação de obras. Soube o SAVANA de algumas fontes, que o município de Maputo, bem como o Ministério da Coordenação da Acção ambiental (MICOA) estão a par destes desmandos, mas nada fazem para contornar o cenário. No contacto que mantivemos com o MICOA através da Direcção Nacional de Impacto Ambiental, fomos informados que a instituição nada podia falar sobre o assunto em virtude da zona estar sob jurisdição do governo municipal. O parcelamento e atribuição de terrenos na zona que virou um negócio chorudo envolve graúdos da arena política e económica do país. Além destes influentes, os responsáveis pela gestão do município de Maputo e seus familiares estão envolvidos do negócio. Como consequência do abate do mangal para dar lugar à edificação de residenciais e outros empreendimentos de luxo, a zona da orla marítima da cidade de Maputo está, nos últimos dias, a ser assolada por vários problemas ambientais, sobretudo, relacionados com a erosão dos solos, visto que o mangal servia de defesa. Além da erosão dos solos, a destruição do mangal está também a prejudicar os corais que constituem a maternidade de várias espécies marinhas para sua reprodução. Este facto tem contribuído na escassez do pescado que se verifica neste momento, situação que traz implicações negativas na renda e alimentação das populações locais.

Com relação à dinâmica dos solos, a vegetação dos mangais serve para fixar os solos, impedindo a erosão e, ao mesmo tempo, estabilizando a linha de costa.

Sobre a situação, o SAVANA contactou o Conselho Municipal da cidade de Maputo na pessoa de Benjamim Faduco, chefe do gabinete de Comunicação e Imagem do Presidente do Conselho Municipal, na qualidade de pessoa que serve de elo de ligação entre o município e a imprensa. Há sensivelmente 15 dias que Faduco não nos consegue pôr à fala com o presidente de município David Simango e muito menos com o vereador de Planeamento Urbano e Ambiente. Entre terça e quarta-feira, contactámos Faduco mais de cinco vezes, mas este se limitava a dizer que falaria com as pessoas indicadas e que depois nos contactaria, mas até ao momento ainda não se verificou.

Preservação de mangais e sua sustentabilidade
‡ Zona de Conservação de mangais ‡ Implantação e Gestão de:
± Viveiro de mangais ± Plantação de mangais ‡ Gestão sustentável do mangal

Zona de Conservação de mangais
Além da própria zona de mangais, a zona de Conservação de mangais deve incluir: ‡ A zona de variação de marés; ‡ Áreas marinhas e terrestres adjacentes (incluindo zonas de captação de água)

Viveiro de mangais
‡ Essencial para criar e tratar de sementes de mangais até estarem prontas para serem plantadas no campo. ‡ Assegura a biodiversidade e boa qualidade das espécies em campo

Viveiros de Mangais - Localização

‡ ‡ ‡ ‡

Fornecimento de água Centralização e acessibilidade Drenagem Tamanho da área

Temporários

Tipos
Permanente Subsidiários

Plantação de mangais
‡ Direccionada, maioritariamente, para os locais com menor capacidade de regeneração natural
± Grandes variações de maré ± Desprovidas de árvores-mãe ‡ Não plantar sobre zonas com vegetação

marinha actualmente estável

Pesca Comercial

Educação

Pesca Recreativa

Gestão Sustentável

Ecoturismo

Apicultura

Colheita apropriada

Bibliografia
‡ Documentos: Baia, A. H. M., 1998. Para uma análise da degradação da floresta de mangal o caso de Nhangau. Taylor, M., Ravilious C., Green E.P., 2003. Mangroves of East Africa. Direcção Nacional de Planificação Pobreza e o Ambiente. República de Moçambique, 2006. Senda, R., 2009. Construtores devastam mangal da Costa do Sol. Maueua C., Cossa O., Mulhovo G., Pereira M., 2007. Vulnerabilidade Climática nas Zonas Costeiras. Hoguane A. M., 2007. Perfil Diagnóstico da Zona Costeira de Moçambique. Kamaruzaman, J., 2008. Managing Sustainable Mangrove Forests in Peninsular Malaysia. Journal of Sustainable Development Jin-Eong, O., 1995. The ecology of mangrove conservation & management. Presented in Asia-Pacific Symposium on Mangrove Ecosystems . Yao, C., Melana, E., Melana, D., Gonzales, H., Edwards, R., Atchue III, J., 2000. Mangrove Management Handbook. ‡ Web Sites: - www.ead.ftc.br - www.wikipedia.com

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