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Cidade antiga Resumo

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Published by: marlacarineschlickma on Jun 10, 2010
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Livro primeiro: antigas crenças Capitulo I : Crenças a respeito da alma e da morte Esse trecho nos mostra que a raça

indo-europeia acreditava que após a morte tudo se acabasse, mas já as primeiras civilizações acreditavam não numa decomposição do ser, mas como uma transformação de vida. Conforme as mais antigas crenças dos romanos e gregos, a alma permanecia junto ao corpo, no mesmo tumulo. Acreditavam tão fortemente nessa união da alma com o corpo, que enterravam junto ao corpo utencilios necessários, roupas, armas e chegavam ate a degolar cavalos e escravos para que eles pudessem servir ao morto. Haviam determinados dias do ano, em que se ia levar a refeição ao tumulo, leva-se vinho, leite, mel e comidas sólidas e uma vitima para ser sacrificada, pois se derramavam todos os líquidos e o sangue da vitima sobre o tumulo e se enterrava num buraco feito no tumulo as carnes e os alimentos sólidos, e ainda depois de todo esse ritual se colocavam alguns doces e potes com leite pra o morto, e se algum ser vivo tocasse naquilo era uma grande infração. “Acreditou-se mesmo, por muito tempo, que nesta segunda existência a alma continuava unida ao corpo. Nascida com o corpo, a morte não os separava; alma e corpo encerravamse no mesmo tumulo.” (pg.11) “ A criatura que vive debaixo da terra não se encontra tão desprendida do humano que não tenha necessidade de alimento de alimento. Por isso, em determinados dias do ano, levavase uma refeição a cada tumulo.” (pg.14) Capitulo II: O culto dos mortos Os mortos eram considerados criaturas sagradas, eram chamados pelos antigos de bons, santos, bem aventurados, e não era necessário ser um homem bom ou virtuoso, o mau também era deus. Era realizado um culto para os seus deuses, para lhes dar oferenda como o “sradalha” uma mistura de arroz, leite, raízes e frutos, pois se almejava benefícios dos deuses. Pois o deus que não tivesse seu culto e suas oferendas voltavam a atormentar os vivos com aparições, colheitas pobres, gemidos na madrugada e etc, e só descansava quando era realizado o culto e suas oferendas. Essa religião dos cultos dos mortos parece ter sido a mais antiga que existiu, ou seja, antes de adorar qualquer deus, homem adorou seus próprios mortos e os temiam assim como os gregos temiam Zeus. “As sepulturas eram os templos dessas divindades.[...]Diante da sepultura havia um altar para os sacrifícios igual ao que há em frente dos templos dos deuses.” (pg.18) “ Se o morto cujo culto se descurara tornava-se uma criatura malfazeja, um outro que se honrava era sempre um deus tutelar que amava aqueles que lhe ofereciam alimentos.Para protege-los, continuava a tomar parte nos negócios humanos, neles desempenhavacom freqüência o seu papel.[...]Dirigiam-lhe suplicas, pedindo-lhe seu auxilio e os seus favores.”(pg.19) Capitulo III : O fogo sagrado Nesse capitulo vimos que toda casa de grego ou romano tinha um altar do qual possuía um pouco de cinzas e brasas, era obrigação do dono da casa manter o fogo acesso , do qual a cada anoitecer era colocado carvão para que não se apaguasse e no amanhecer do dia seguinte era colocado madeiras e galhos secos para reavivar o fogo, impotante lembrar que a madeira devia ser aquela imposta por sua religião e tudo que se colocava no fogo devia ser puro.

O fogo possuía algo de divino , e também lhe era oferecido oferendas como: flores, frutos, vinho, incenso, para se ter a devida proteção. Se compararmos esse culto do fogo , com o culto dos mortos , se tem uma estreita ligação entre eles. Era feita uma oração na entrada e na saída de casa refeição para agradecer ao fogo. O fogo era renovado uma vez ao ano geralmente em março, o antigo era apagado e um novo era novamente acendido, mas não se podia acender com metais ou coisas assim, devia ser com madeiras ou pelas luzes solares. “[...]Ao anoitecer de cada dia cobriam-se de cinza os carvões , para deste modo impedir-se que eles se consumissem inteiramente durante a noite; ao desperta, o primeiro cuidado do homem era avivar o fogo e alimentá-lo com ramos secos.”(pg.21) “[...] è um fogo puro , só podendo ser produzido quando auxiliado por certos ritos e somente podendo-se alimentar-se com determinadas espécies de madeira. È um fogo casto ; a união dos sexos deve ser afastada para longe da sua presença.” (pg.25)

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