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ESCOLA SECUNDÁRIA DE

CALDAS DAS TAIPAS

Grupo: EFA – SEC. Área: CULTURA, LÍNGUA, COMUNICAÇÃO U.C.(s) 5 (TIC) DR: 1

Competência: Lidar com a micro e macro electrónica em


Área de Competência – Cultura, Língua,
contextos socioprofissionais identificando as suas mais-
Comunicação (CLC) valias na sistematização da informação, decorrentes
Núcleo gerador 5: Tecnologias da Informação e também da especificidade de linguagens de programação
Comunicação empregues.
Domínio de Referência: DR2 – Cultura, Língua e Recursos/materiais: Projector, computador, impressora,
Comunicação no contexto profissional papel A4, Internet.
Tema: Micro e macro electrónica Formador: Ana Cristina Andrade
Duração: 12 h / 16 aulas

Cultura
Actuar perante as TIC tendo em conta as suas virtualidades nos processos de comunicação, sistematização
e tratamento da informação e sendo capaz de relacionar a micro e a macro electrónica com novas
tendências na organização do trabalho.

Língua
Actuar face aos dispositivos tecnológicos informáticos reconhecendo os recursos linguísticos na utilização
de linguagens específicas de programação (binária, visual basic, ASCII, etc.).

Comunicação
Actuar face aos diferentes meios de comunicação social compreendendo o seu desenvolvimento e
relacionando-o com a evolução das tecnologias de informação em contexto profissional.

DOCUMENTOS DE APOIO

Documento 1

A micro e a macro electrónica


A micro electrónica é a aplicação da electrónica a componentes muito pequenos, em alguns casos
microscópicos até, para a produção de equipamentos funcionais de dimensões reduzidas. A micro
electrónica é responsável pelos chips, circuitos que contêm milhares de componentes integrados. Estes
chips são utilizados, por exemplo, em computadores ou telemóveis.
A macro electrónica tem crescido bastante nos últimos anos e a sua face mais visível é invenções como
os ecrãs de plasma1, os LCD2, LED3, entre outros.
Na macro electrónica criam-se circuitos bem maiores que os chips. Os leitores de livros electrónicos e as
células solares são também invenções desta área.
Combinadas, estas duas dimensões da mesma ciência abrem-nos caminhos a novas formas de viver e de
trabalhar, nomeadamente através do uso de computadores e de telemóveis.

1
Ecrã plasma - é um dispositivo baseado na tecnologia de painéis de plasma (PDP, Plasma Display Panel), que foi aprimorada na
última década para o mercado da televisão de alta definição (HDTV). O funcionamento baseia-se na ionização de gases nobres
(plasma) contidos em minúsculas células revestidas por fósforo. Os televisores de plasma têm um ecrã totalmente o e estão
disponíveis em tamanhos até 150 polegadas, com resoluções até 2000p. Apresentam excepcional reprodução de cores e são
fabricados na proporção widescreen. São painéis finos, de volume bastante reduzido em comparação aos monitores
de tubo e retro projecção com área de tela equivalente.

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2
LCD - display de cristal líquido, em inglês liquid crystal display, é um painel fino, usado para exibir informações por via electrónica,
como texto, imagens e vídeos. O seu uso inclui monitores para computadores, televisores, painéis de instrumentos e outros
dispositivos, que vão desde cockpit de aeronaves, displays em computadores de bordo de automóveis, a dispositivos de utilização
diárias, tais como leitores de vídeo, dispositivos de jogos, relógios, calculadoras e telefones.
3
LED - em em inglês Light Emitting Diode, o diodo emissor de luz tem como funcionalidade básica a emissão de luz em locais e
instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. Especialmente utilizado em produtos de
micro electrónica como sinalizador de avisos, também pode ser encontrado em tamanho maior, como em alguns modelos de ecrãs
e de semáforos.

Documento 2

As novas tecnologias e os seus efeitos no trabalho e emprego

Nas últimas décadas do século passado e no início do novo milénio, assistimos à generalização das
chamadas tecnologias da informação e da comunicação (TIC), que vão ser aproveitadas para uso nos
sistemas de trabalho. Fruto desta utilização, o trabalho e o emprego vão sofrer alterações.

"A diversidade e importância dos efeitos das TIC e a extensão dos seus impactos
económicos, sociais e humanos justificam uma reflexão sobre o sentido do desenvolvimento
tecnológico das últimas décadas e a sua influência no perfil de uma economia renovada e
repleta de novos desafios para as gerações actuais e vindouras. De facto, uma nova sociedade
está a substituir a velha ordem capitalista industrial."

Filipe Almeida, Organizações, Pessoas e Novas Tecnologias

As TIC englobam as seguintes "ferramentas":


− Computadores pessoais;
− Computadores portáteis;
− Software de apoio à gestão e à produção;
− Internet, com as variantes de intranet e extranet;
− Correio electrónico (e-mail);
− Telefones móveis;
− Tecnologia WAP (wireless application protocol);
− Vídeo-conferências;
− Fotocopiadoras e impressoras;
− Televisão interactiva.

Estas tecnologias estão hoje presentes em todos os domínios do trabalho, desde a agricultura,
passando pelos serviços, até à medicina, nomeadamente em tecnologia de ponta laboratorial, em
assistência ao trabalho médico em consultas à distância, a telemedicina.

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Estas ferramentas dão origem à chamada nova economia: servem para introduzir inovações nas
empresas e nos postos de trabalho, facilitam os contactos em tempo real entre as pessoas e as empresas e,
ao mesmo tempo, intensificam as trocas de bens e serviços.

Com efeito, a junção das telecomunicações e da informática (telemática) origina um conjunto de novos
serviços e novas profissões, promovendo novos empregos (teletrabalho). Mas, por outro lado, as novas
tecnologias da informação e da comunicação vão tornar muitas profissões desnecessárias, levando
milhares de trabalhadores para o desemprego.

As TIC têm, pois, vantagens e desvantagens, colocando grandes desafios e alterações à actual
economia, a "nova economia". Eis alguns desses desafios:
− Manter os empregados comprometidos com a empresa e motivados para o trabalho;
− Esperar que os empregados sejam gestores deles próprios;
− Construir uma rede sólida de colaboradores que partilhem e consigam gerir a informação;
− Criar oportunidades de exploração da criatividade e inovação dos trabalhadores;
− Lançar em todas as empresas canais de comunicação e comércio online;
− Captar recursos humanos capazes de gerir e usar essas tecnologias.

E eis algumas dessas alterações:


− Redução do número de trabalhadores necessários, em muitos sectores de actividade. As TIC
reduzem o tempo de trabalho e o número de pessoas. Desaparecem profissões;
− As TIC criam novas exigências para o seu manuseamento e criam novas necessidades profissionais.
Surgem novas profissões.

Alterações no emprego

As telecomunicações e as novas tecnologias estão cada vez mais presentes nas nossas vidas e no sistema e
organização do trabalho. Com a afirmação de uma economia cada vez menos de base industrial e mais
assente na multiplicação de serviços diversos, dá-se a terciarização da economia. O sector terciário tem-se
tornado o sector de maior crescimento, quer em termos de emprego, quer em termos de produção de
riqueza. Contudo, este desenvolvimento tem provocado profundas alterações no mundo laboral. São
profissões que desaparecem e outras que surgem, são pessoas que perdem o emprego e não se adaptam a
empregos com exigências diferentes, são os vínculos laborais que ficam menos protegidos, provocando
insegurança e assiste-se também à deslocalização de empresas para países com menores custos associados
à mão-de-obra. Tudo isto cria uma situação de instabilidade e precarização do trabalho.

Termina o conceito de emprego para toda a vida, assistindo-se a alguma incapacidade dos
trabalhadores, que perdem um emprego, de se adaptarem a um novo emprego. A "nova economia" exige
cada vez mais que o trabalhador se actualize com novos conhecimentos e competências, o que pressupõe
formação ao longo de toda a vida, de modo a que, pela actualização constante, consiga responder às
exigências de uma economia de base tecnológica. O trabalhador com baixas qualificações da economia de
base industrial já não dá resposta à procura existente no mercado de trabalho.

Com o desenvolvimento da informática, das telecomunicações e da electrónica, as aplicações


tecnológicas estendem-se, desde as tarefas de gestão corrente de perfil administrativo até à informatização
dos processos de produção e aos processos de tomada de decisão nas organizações. Os trabalhadores na
"nova economia" têm de ser altamente qualificados e de estar abertos a uma aprendizagem constante, de
modo a adquirirem as competências profissionais necessárias. Quem não o conseguir fazer fica
desempregado.

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Sector terciário. Na classificação das actividades económicas, é o sector que corresponde aos
serviços (o comércio, a banca, os seguros, os transportes, a comunicação social, a educação, o
turismo, etc.). É um sector onde se incluem muitas e variadas actividades no âmbito dos serviços.

Documento 3

"Falar" com computadores


O computador é actualmente a ferramenta mais importante do nosso dia-a-dia. Na realidade, esta
máquina intervém de forma importante em grande parte das nossas actividades, desde as de trabalho até
às de lazer. Tendo em conta a sua importância na sociedade actual (imagine-se o que seria o colapso,
mesmo que temporário, do equipamento informático que controla as principais bolsas de valores
mundiais), é quase impossível acreditar que os computadores electrónicos foram inventados à apenas
meio século.
De uma forma simplificada pode-se dizer que o computador é uma máquina de cálculo que permite
guardar informação e realizar operações matemáticas sobre essa informação com uma rapidez tal que
ultrapassa largamente as capacidades humanas para realizar essas tarefas. É importante referir que, no
entanto, os computadores não "pensam" do mesmo modo que se entende por pensamento humano. Na
realidade, estas máquinas seguem instruções que são codificadas pelos programadores. A sequência de
instruções, que permitem aos computadores levar uma tarefa do início até ao fim, é designada por
programa computacional ou, simplesmente, programa.
Assim, os programas controlam toda a sequência de cálculos que é necessária efectuar de forma a
processar a informação que é fornecida. Portanto, qualquer erro existente no programa poderá afectar
irremediavelmente a execução da tarefa por parte do computador. Dependendo da importância das
operações as suas consequências poderão ser mais ou menos gravosas, podendo afectar em alguns casos
vidas humanas como, por exemplo, nos sistemas informáticos de controlo do tráfego aéreo ou de uma sala
de operações de um hospital.
Embora o desenvolvimento da tecnologia informática tenha como base o desenvolvimento de
mecanismos electrónicos cada vez mais potentes, mais pequenos e com custos baixos, a implementação de
linguagens de programação que permitam o desenvolvimento de programas (vulgarmente designados por
software) que tirem partido dessas potencialidades é essencial.
Os diferentes tipos de tarefas que presentemente são possíveis de realizar com o computador levaram
nos últimos anos ao desenvolvimento de diferentes tipos de linguagens de programação.

http://paginas.fe.up.pt/~aarh/

Documento 4

Sistema Binário
A informação com que os computadores trabalham é baseada no código binário de valência dois (2,
número de símbolos que constituem o alfabeto desse código. Este sistema é composto por dois dígitos (1 e
0). Cada dígito, denominado bit (Binary Digit = dígito binário), é representado por estados electrónicos: on,
com corrente = 1; off, sem corrente = 0. A informação é representada por uma sequência de bits, impulsos
electrónicos. Os bits agrupam-se em conjuntos de oito - os bytes.
Os computadores podem receber valores decimais, através do teclado, e escrever valores decimais,
através do vídeo, por exemplo. Mas internamente, ou seja, no interior da CPU (Central Processing Unit =
Unidade Central de Processamento) e da memória, os valores são armazenados num outro sistema, mas
adequado aos circuitos do computador. Trata-se do SISTEMA BINÁRIO. Enquanto no sistema decimal, cada
dígito pode assumir 10 valores (0, 1, 2, 3, ..., 9), no SISTEMA BINÁRIO cada dígito pode assumir apenas 2
valores: 0 e 1. Por exemplo, o número 13, que no sistema decimal é representado apenas com dois dígitos
(1 e 3), no sistema binário é representado com 4 dígitos, na forma: 1011.

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Dentro do computador, todos os dados que estão a ser armazenados ou processados são
representados na forma de BITS. Como um BIT é muito pouco, já que pode representar apenas dois
valores, os computadores trabalham com agrupamentos de bits. Por exemplo, os microprocessadores
antigos, como o 8080, podiam operar com 8 bits de cada vez. Os PCs que usam os microprocessadores
8088 e 80286 trabalham com 16 bits (apesar de aceitarem também instruções e dados de 8 bits). Os
microprocessadores 80386, 80486 e PENTIUM operam com 32 bits (apesar de aceitarem também
instruções e dados de 8 ou 16 bits).
Sempre que um microprocessador, uma memória, ou outro chip qualquer precisar receber ou
transmitir dados, esses dados são transferidos na forma de BITS. Entretanto, para que a transferência seja
mais rápida, esses bits não são transferidos um de cada vez, e sim, vários de uma só vez. Com um único fio
só é possível transmitir um bit de cada vez. Com 8 fios é possível transmitir 8 bits de cada vez, o que é
muito mais rápido.
Portanto, os bits nos computadores são sempre transmitidos em grupos de 8, 16 ou 32 bits.

Conversão de um número binário num número decimal:

Dado um número binário x, deve-se escrever cada número que o compõe multiplicado pela base do
sistema (base = 2), elevado à posição que ocupa.

Ex.: 1011
1 x 2 3 + 0 x 22 + 1 x 21 + 1 x 20 =
=8+0+2+1=
= 11

1011 (bin.) = 11 (dec.)

Conversão de um número decimal num número binário


Dado um número decimal inteiro, para convertê-lo em binário basta dividi-lo sucessivamente por 2,
anotando o resto da divisão inteira. De seguida, é apenas necessário juntar todos os algarismos dos restos.

Ex.: 12
12 / 2 = 6 + 0
6/2=3+0
3/2=1+1
1/2=0+1
= 1100

12 (dec.) = 1100 (bin.)

Documento 5

ASCII

Os números são a linguagem dos computadores. De que forma o computador utiliza o alfabeto para
comunicar com programas e outros computadores? Uma das formas é convertendo um conjunto de
caracteres numa representação numérica.
Nos anos 60, a necessidade de estandardização conduziu ao American Standard Code for Information
Interchange (ASCII). A tabela ASCII contém 128 números atribuídos a caracteres correspondentes. A ASCII
permite aos computadores armazenarem e partilharem dados com outros computadores e programas.
O texto formatado em ASCII não contém informações de formatação como o negrito, itálico ou tipos
de letra. Quando utiliza o Bloco de Notas da Microsoft ou guarda um ficheiro como texto simples no
Microsoft Office Word, é utilizada a ASCII. Já deverá ter lido um anúncio de vaga de emprego em que o

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empregador solicitava currículos em formato ASCII. Isto significa que, quer envie o currículo numa
mensagem de correio electrónico, por fax ou como cópia impressa, o empregador pretende que este não
inclua qualquer formatação de estilo especial. As grandes empresas poderão digitalizar os currículos e o
texto formatado em ASCII funciona perfeitamente com software de digitalização com Reconhecimento
Óptico de Caracteres (OCR, Optical Character Recognition).

Inserir um carácter ASCII num documento

 NOTA: Esta funcionalidade requer o Excel, FrontPage, InfoPath, OneNote, Outlook, PowerPoint, Project, Publisher,
Word ou o Visio.

Além de escrever um carácter no teclado, pode também utilizar o código de carácter do símbolo como
atalho de teclado. Por exemplo, para inserir a letra a, mantenha premida a tecla ALT e escreva 97 no
teclado numérico (Ana = 65 + 110 + 97).

NOTA: Tem de utilizar o teclado numérico para escrever os números e não o teclado. Certifique-se de que a tecla
NUM LOCK está activa se o teclado o requerer para escrever número no teclado numérico.

Visual Basic

Linguagem de programação e ambiente integrado de desenvolvimento criado pela Microsoft. Baseado


na linguagem BASIC, foi um dos primeiros produtos a fornecer um ambiente de desenvolvimento gráfico e
uma associação visual para desenvolvimento de interfaces com o utilizador. Apesar de não ser
formalmente uma linguagem orientada por objectos, contém uma filosofia que se assemelha a este
paradigma de programação misturado com um paradigma de orientação por eventos. Desde o seu
lançamento em 1990, o seu ambiente de desenvolvimento tornou-se como norma prática para várias
linguagens de programação tais como C, C++, Pascal e Java.
Muitas vezes englobada no denominado grupo RAD (Rapid Application Development ), esta linguagem
permite a realização de protótipos de aplicações muito rapidamente.
Esta linguagem de programação desenvolvida pela Microsoft e baseada na linguagem BASIC permite
aos programadores criar aplicações de ambiente Windows.

Documento 6

Dos problemas aos programas


Pseudocódigo: é uma forma genérica de escrever um algoritmo, utilizando uma linguagem entendida por
qualquer pessoa. É uma simulação de código, pelo que não pode ser executado pelo computador.

Algoritmo (informática): um algoritmo é uma sequência ordenada, definida e finita de acções que visam a
solução de um determinado problema computacional. Em suma, o problema contém um conjunto de
dados de entrada (input) e o algoritmo, na sequência das acções resolventes, produz os dados de saída
(output).

Exemplo:
Numa empresa de distribuição de cimento, existem dois armazéns onde é guardado o stock. Para
nivelar o stock dos dois armazéns definiu-se que se escoariam primeiro os sacos de cimento de armazém
que tem um stock maior. Para isso, criou-se uma aplicação informática que determina automaticamente de
que armazém deve partir cada uma das encomendas.
Assim, foi necessário determinar qual dos armazéns continha mais material, pelo que foi criado um
algoritmo para ler dois valores e dizer qual deles era o maior ou se eram iguais.

Algoritmo em pseudocódigo:

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Início
Ler (valor 1)
Ler (valor 2)
Se valor 1> valor 2 então

Escrever (“armazém 1: stock:” valor 1)


Senão
Se valor 1 <valor 2 então

Escrever (“armazém 2: stock:” valor 2)


Senão
Escrever (“valores iguais – indiferente”)
Fim

Valor 1 – stock do armazém 1


Valor 2 – stock do armazém 2

Algoritmo em Pascal:

Begin
Read (valor 1)
Read(valor 2)
If valor 1 > valor 2 then

Write (“armazém 1: stock:” valor 1)


Else
If valor 1< valor 2 then

Write (“armazém 2: stock:” valor 2)


Else
Write (“valores iguais – indiferente”)
End

Valor 1 – stock do armazém 1


Valor 2 – stock do armazém 2

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