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Quero apenas cinco coisas...

Primeiro é o amor sem fim


A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.

Tristes são tuas conclusões, com tuas horas gastas, julgamentos igualados a pó. Quem é
você? Ou melhor, o que sabe? Aposto que nem o mínimo para o tanto que fala, e
mesmo
assim não lhe falha o simples erro de julgar, fracassa porque é humano,
se acha soberano, rei de um império de cartas, ameaçado pela brisa.

Os próprios defeitos, digno é quem consegue enxergá-los a não ser quando passa por
uma tempestade, não deveria ser algo tão utópico alguém que se importa mais com o
que sente do que com o que vê, mas é, viram até motivo de gozação, até
porque é tão fácil e confortável ser cruel com os outros e não consigo
mesmo, difícil é olhar no espelho e enxergar o que não é visível a olho
nu.

Somos destruidores por natureza, se o mal que fizéssemos correspondesse a uma


bomba, já teríamos explodido tudo há tempos, e ainda passaríamos por pobres infelizes,
pois somos animais, insistimos em nos considerarmos evoluídos, mas
somos animais racionais e ignorantes, e sempre seremos.