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Reino Fungi

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características reino fungi
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SUGESTÃO E ORIENTAÇÃO DE AULA RELACIONADA AO REINO FUNGI

Falar sobre fungos em sala de aula, bem como outros organismos, requer o cuidado em transmitir que esses seres não são necessariamente causadores de doenças, causando malefícios à espécie humana.

Portanto, o educador deve ter a preocupação de apresentar este assunto ressaltando não somente os problemas que estes organismos causam (contaminação de alimentos, destruição de roupas e papéis entre outros), mas também o fato dos fungos agirem como importantes decompositores, contribuindo para a reciclagem da matéria, bem como utilizados na fabricação de bebidas, pães, fabricação de antibióticos, sendo alguns comestíveis (Champion).
Entre outros aspectos, uma aula sobre micozoários, deve conter a estruturação de um fungo, evidenciando a parede celular formada por quitina, composição das hifas, micélio e corpo de frutificação, esclarecendo os mecanismos de nutrição (sapróbia), respiração (aeróbia ou anaeróbia facultativa por meio de fermentação), reprodução e dispersão (brotamento, fragmentação esporulação). No decorrer da aula, convém apresentar a classificação dos fungos, subdivididos em quatro grupos: zigomicetos, ascomicetos, basidiomicetos e deuteromicetos, de acordo com o tipo de processo reprodutivo e estruturas que propiciam a propagação. Pode ser trabalhada com os alunos a importância dos fungos como bioindicadores de poluição atmosférica, pois em simbiose com algas formam os liquens (associação harmônica mutualística). E posteriormente esclarecer as doenças provocadas por fungos nos seres humanos (micoses e dermatofitoses), também afetando outros animais e vegetais.

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Reino Fungi

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Micologia é o ramo da Biologia que estuda os fungos, ela engloba o estudo de um grande número de seres:
pluricelulares (macroscópicos); ou unicelulares (microscópicos).

Características Gerais:

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Os fungos são os membros de um grande grupo de organismos eucariotos que inclui micro-organismos e macro-organismos. As células apresentam paredes celulares com quitina, ao contrário das células vegetais, que contêm celulose. Os fungos microscópicos são de vida livre e podem ser:

a - saprófitas, que nutrem-se de matéria orgânica, formando o bolor ou mofo; Se alimentam de matéria orgânica animal ou vegetal morta
Obs.: Os fungos que vivem exclusivamente como saprófitas, são chamados saprófitas obrigatórios . São incapazes de infectar plantas ou animais vivos. São exemplos Rhizopus ("bolor preto do pão"); Penicillium ("bolor azul").

b - fermentadores, conhecidos como lêvedos, ou leveduras.

Características Gerais:

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Os fungos microscópico...
- parasitas, provocam as micoses. Vivem dentro de ou sobre organismos vivos (animais ou vegetais), deles retirando seus alimentos. Podem ser: obrigatórios: é aquele que só pode viver sobre um hospedeiro. Ex.: Erysiphe sp.

Saprófitas facultativos : normalmente vive como parasita e deste modo atinge seu maior desenvolvimento. Entretanto, dependendo das circunstâncias pode viver como saprófita. Ex.: Phytophtora infestans (parasita de batata) pode se desenvolver em meio de ágar, em laboratório.
facultativo: é aquele que geralmente é saprófita, mas pode se tornar parasita. Ex.: certas espécies da Fusarium que habitam o solo vivendo como saprófitas. Se um hospedeiro vegetal (plântulas, por exemplo) adequado for colocado no solo, o fungo passa a atacá-lo, vivendo agora como parasita. Obs.: nem sempre se pode fazer uma clara distinção entre parasitas e saprófitas.

Características Gerais:

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Os macroscópicos são bem mais conhecidos: - champignons, utilizados na indústria de alimentos; - Outros são extremamente venenosos, tóxicos ou alucinógenos a ponto de provocarem a morte caso ingerido.

 São aclorofilados e heterotróficos.  Possuem pigmentos responsáveis pelas cores variadas que apresentam, mas nenhuma capaz de absorver energia para síntese de carboidratos a partir de CO2. Se nutrem por obsorção, ao contrário dos animais, por ingestão; Excetuam-se os
representantes da classe Nyxomicetes que também se nutrem por ingestão.

dependem de água líquida para seu crescimento e desenvolvimento.

 O crescimento do filamento - a hifa - é apical, porém as outras partes do fungo possuem potencialidades de crescimento. Assim um pequeno fragmento de quase qualquer
parte do fungo é suficiente para dar início a um novo talo.

Características Gerais:

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 Estas e outras diferenças mostram que os fungos formam um só grupo de organismos relacionados entre si. Todos eles pertencem a um único filo, os eumicetos, ou Eumycota (fungos verdadeiros ou Eumycetes), e que partilham um ancestral comum.

Exercícios Passo a Passo - 1, 2 e 3 – página 434 Exercícios Objetivas – 1, 2, 5, 6, 8, 9, 11 – páginas 435 e 436 Exercícios Dissertativas – 4a

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Fungos
Mocinhos ou Bandidos ???

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- Micorrizas;
- Produtores de antibióticos, enzimas, vitaminas, esteróides, e hormônios de crescimento vegetal; - Maiores Decompositores do Planeta; - Controle Biológico; - Biotransformadores: - Doenças no homem, nos Animais e em Plantas; - Micotoxicoses; - Alergias;
queijos, cervejas, pão, vinho, missô, molho de soja...;

- Biomassa.

Aspecto Positivo Aspecto Negativo

- Biodeterioração.

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No sistema de cinco reinos, proposta por Wittaker (1969) para a classificação dos seres vivos, o grupo adquiriu identidade própria:

Reino Fungi (grego: sphongos = esponja; latin = fungus).

Reino Mycetae (grego: mykes = cogumelo) Alexopoulos & Mimus (1979) adotaram a posição do reino para o grupo, mas com outra terminologia.

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Apresentam algumas características comuns aos vegetais e outras aos animais, sendo que sua posição entre os seres vivos foi polêmica durante muito tempo.

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Os animais: Características partilhadas com: Os vegetais: Outros eucariotos:

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Os animais:
Características partilhadas com:

- Sem cloroplastos; - São organismos heterotróficos; Os vegetais:
Outros eucariotos:

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Os animais:
Os vegetais:

Características partilhadas com:

- Possuem parede celular (sem celulose) e vacúolos; - Reproduzem-se por meios sexuados e assexuados, e produzem esporos; - Tal como os musgos e algas, têm núcleos haplóides. - Por carecerem de um sistema eficiente para o transporte de água e nutrientes a longa distância, alguns fungos, como os do gênero Armillaria, formam rizomorfos estruturas semelhantes às raízes das plantas.

Demais eucariotos:

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Os animais:
Os vegetais: Demais eucariotos: Características partilhadas com: - Núcleos das células limitados por uma membrana e contêm cromossomos com DNA; - Organelas citoplasmáticas delimitados por membrana tais como mitocôndrias e ribossomos; -Têm carboidratos, compostos armazenados solúveis, (como o manitol), dissacarídeos e polissacarídeos (glicogênio – substância de reserva).

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Os fungos apresentam características únicas: Algumas espécies crescem como leveduras unicelulares que se reproduzem por gemulação ou fissão binária; Os dimórficos podem alternar entre uma fase de levedura e uma fase com hifas, em função das condições ambientais; A parede celular dos fungos é composta por glicanos (também em plantas) e quitina (exoesqueleto animal) - são os únicos organismos que combinam estas duas moléculas estruturais na sua parede celular; As paredes celulares dos fungos não contêm celulose.

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Exercícios Passo a Passo – Exercícios Objetivas – 4 Exercícios Dissertativas – 3 (a,c)

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Fungos
Estrutura

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Estrutura do Fungo:

 Micélio e corpo de frutificação:
corpo de frutificação (424)
esporos

esporângios
hifas

• Hifas (424) • Micélio (424) • Esporos

micélio (conjunto de hifas)

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Os tipos de hifas

Pelos poros das hifas septadas ocorre trânsito de citoplasma e de núcleos de uma célula para outra. Nos fungos, os núcleos são haplóides (n).

hifa cenocítica

hifa septada com um núcleo por célula

hifa septada com dois núcleos por célula

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Os tipos de hifas
As hifas liberam enzimas digestivas para o meio que as rodeia – digestão extra-celular.

hifa cenocítica

Logo após, os produtos digeridos são absorvidos e utilizados no metabolismo do fungo.

hifa septada com um núcleo por célula

hifa septada com dois núcleos por célula

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Os tipos de hifas

Micélio com hifas septadas

Micélio com hifas não septadas ou cenocíticas

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Exercícios Passo a Passo – 4 Exercícios Objetivas – Exercícios Dissertativas –

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Fungos
Importância

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A importância dos fungos
• Ecológica
Os fungos saprófitas decompõe resíduos completos de plantas e animais, transformando-os em formas químicas mais simples, que retornam ao solo tornando o solo mais fértil (fertilizantes, humos)

• Médica
• Alimentar • Industrial • Destaques:

 A produção de álcool combustível (etanol) pelo Saccharomyces ..cerevisae
 O Penicillium e a penicilina

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A importância dos fungos
• Ecológica
Produção da penicilina, Penicillium um dos primeiros antibióticos a ser empregado com sucesso no combate a infecções causadas por bactérias.
Produção de substâncias denominadas ciclopeptídios, capazes de inibir a síntese de RNA mensageiro nas células animais. Basta a ingestão de um único corpo de frutificação (cogumelo) do basidiomiceto Amanita phalloides, por exemplo, para causar a morte de uma pessoa.

• Médica
• Alimentar • Industrial • Destaques:

 A produção de álcool combustível (etanol) pelo Saccharomyces ..cerevisae
 O Penicillium e a penicilina

Reino Fungi
A importância dos fungos
• Ecológica
O levedo Saccharomyces cerevisae, empregado na fabricação de pão e de bebidas alcoólicas. Ele fermenta acúcares para obter energia, liberando gás carbônico e álcool etílico. Produção de queijos, sendo responsáveis por seu sabor característico. Os fungos Penicillium roquefortii e Penicillium camembertii, por exemplo, são utilizados na fabricação de queijos tipos roquefort e camembert respectivamente.

• Médica
• Alimentar • Industrial • Destaques:

 A produção de álcool combustível (etanol) pelo Saccharomyces ..cerevisae
 O Penicillium e a penicilina

Reino Fungi
A importância dos fungos
• Ecológica
Fermentação industrial, utilizados para: Fabricação da cerveja Fabricação do vinho Produção de antibióticos (penicilina) Produção de vitaminas e de ácidos orgânicos (ác. cítrico)

• Médica
• Alimentar • Industrial • Destaques:

 A produção de álcool combustível (etanol) pelo Saccharomyces ..cerevisae
 O Penicillium e a penicilina

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Conhecidas como micoses; As doenças causadas por fungos – Unicelulares

Nas plantas

Nos animais e, inclusive, no homem

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Conhecidas como micoses; As doenças causadas por fungos – Unicelulares

Nas plantas

Nos animais e, inclusive, no homem

Nas plantas (Aspergillus flavus, hemileia vastatrix), liberam substância cancerígena e provocam ferrugem;

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Conhecidas como micoses; As doenças causadas por fungos – Unicelulares

Nas plantas

Nos animais e, inclusive, no homem

- As mais comuns ocorrem na pele (Candida albicans), podendo manifestar-se em qualquer parte da superfície do corpo. São comuns: do couro cabeludo, da barba, das unhas e dos pés (péde-atleta) e as rachaduras entre os dedos. - Podem afetar as mucosas, como a da boca, como exemplo, o "sapinho” (múltiplos pontos brancos), comum em crianças. - Os fungos parasitas do interior do organismo, podem causar a histoplasmose, doença grave que ataca os pulmões.

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Fungos
Reprodução

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Reprodução assexuada nos fungos
• Brotamento • Fragmentação • Esporulação
Formação de brotos ou gêmulas que podem manter-se unidos aos fungos ou separar-se formando novo indivíduo. Ex.: Saccharomyces cerevisiae

esporos (conidiósporos)

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Reprodução assexuada nos fungos
• Brotamento • Fragmentação • Esporulação
esporos (conidiósporos)

Rompimento do micélio, formação de novas hifas e micélios.

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Reprodução assexuada nos fungos
• Brotamento • Fragmentação • Esporulação
Em fungos aquáticos: formação de zoósporos (esporos flagelados) que formam novos fungos. Em fungos terrestres: corpos de frutificação formam conidiósporos, que formam novos fungos. Ex.: Penicillium
esporos (conidiósporos)

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Reprodução sexuada nos fungos: esquema geral
fase heterocariótica (n + n)

fase haplóide
fase diplóide fase dicariótica CARIOGAMIA (fusão de núcleos) PLASMOGRAMA (fusão de citoplasmas)

esporângio
MITOSE esporos REPRODUÇÃO ASSEXUADA micélio REPRODUÇÃO SEXUADA

núcleo diplóide

Zigoto

GERMINAÇÃO

GERMINAÇÃO

esporângio

MEIOSE

Podem apresentar: sexuada, assexuada ou ambas.

esporos

Ver pag. 429

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Reprodução sexuada nos fungos: esquema geral
Fase heterocariótica

Plasmogamia

Cariogamia

Os esporos sexuados se originam da fusão de estruturas diferenciadas com caráter de sexualidade. O núcleo haplóide de uma célula doadora (fase heterocariótica) funde-se com o núcleo haplóide de uma célula receptora (cariogamia) , formando um zigoto. Posteriormente, por divisão meiótica, originam-se quatro ou oito núcleos haplóides, alguns dos quais se recombinarão, geneticamente.

Ver curiosidades pag. 429

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Exercícios Passo a Passo - 6 – página 434 Exercícios Objetivas – 3, – páginas 435 e 436 Dissertativas – 4b

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Fungos
Classificação

Classificação dos Fungos

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Não constam na classificação do livro os oomicetos e os deuteromicetos.

Nº de espécies Quitridiomicetos 790

Estrutura reprodutora ?

Exemplos

Prováveis ancestrais dos fungos Rhizopus stolonifer Saccharomyces sp. Cogumelos, orelhas de pau Penicillium, Aspergillus

Zigomicetos Ascomicetos Basidiomicetos Deuteromicetos

1.000 32.000 22.000 ?

Filamentos Ascos Basídios Conídios

Filo Oomycota

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Segundo alguns autores, estes deveriam ser incluídos no Reino Protista.

Produzem esporos assexuados biflagelados, que os verdadeiros fungos nunca produzem. A reprodução sexuada inclui a produção de oogónios com oosferas e anterídeos com núcleos masculinos. Da fecundação resulta o oósporo, um esporo de parede resistente, que dá nome ao taxon. Pertencem a este filo os chamados míldios, bem como os fungos que causam doenças em peixes e nos seus ovos;

Filo Chytridiomycota

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O fóssil mais antigo de fungo conhecido até à data é uma forma do tipo pertencente a este filo.

Os fósseis melhor conservados de fungos deste filo são encontrados em estratos do Devónico, juntamente com os restantes grupos principais de fungos atuais. Os fósseis do Devónico indicam que estes fungos já seriam bastante diversificados. Os quitrídios não são os primeiros fungos apenas pela idade dos seus fósseis. Estudos sobre as relações filogenéticas entre eles e outros fungos indicam que terão características próximas dos ancestrais de todos os fungos modernos.
Ver pag. 430

Filo Chytridiomycota

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Tal como os restantes filos de fungos, os quitrídios têm parede celular de quitina mas há um pequeno grupo (Hyphochytrios) com parede celulósica, uma característica única entre os fungos vivos. Há uma variabilidade considerável na morfologia e ecologia dos quitrídios. Podem ser de água doce ou marinhos, parasitas de plantas e insetos dípteros ou saprófitos. Alguns são unicelulares, alguns são cenocíticos micelianos. Poucos fungos deste filo têm impacto sobre o Homem, com excepção para alguns que parasitam algas, causam doenças em batata (Synchytrium endoboticum) e os utilizados em investigação científica (género Allomyces). Ver pag. 430

Filo Chytridiomycota

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Os quitrídios são predominante aquáticos, o que indica que este reino terá tido a sua origem na água, tal como as plantas e os animais. Têm gâmetas flagelados, o que mais nenhum fungo apresenta, sugerindo que terão perdido esta característica ao longo da sua história evolutiva. Ver pag. 430

Filo Zygomycota

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DIVISÃO ZYGOMYCOTA Inclui fungos de micélio cenocítico, ainda que septos podem separar estruturas como os esporângios. A reprodução pode ser sexuada, pela formação de zigosporos e assexuada com a produção de esporos, os esporangiosporos, no interior dos esporangios. Os fungos de interesse médico se encontram nas ordens Mucorales e Entomophthorales.

Fungo Pilobus sp com zigosporângios

Ver pag. 431

Filo Zygomycota

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Fungo Pilobus sp com zigosporângios

A reprodução sexuada origina zigósporos no interior de um zigosporângio (que dá o nome ao taxon e pode permanecer dormente longos períodos), de estrutura muito semelhante a um esporangióforo.

Ver pag. 431

Filo Ascomycota

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DIVISÃO ASCOMYCOTA Agrupa fungos de hifas septadas, sendo o septo incompleto, com os típicos corpos de Woronin. A sua principal característica é o asco, estrutura em forma de saco ou bolsa, no interior do qual são produzidos os ascosporos, esporos sexuados, com forma, número e cor variáveis para cada espécie. Algumas espécies produzem ascocarpos e ascostromas no interior dos quais se formam os ascos. Conídios, propágulos assexuados, são também encontrados.

As espécies patogênicas para o homem se classificam em três classes: Hemiascomycetes, Loculoascomycetes e Plectomycetes.

Ver pag. 431

Filo Ascomycota

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Produzem assexuadamente conídios ou exósporos em conidióforos. A designação do filo deriva da estrutura produtora dos esporos sexuados, o ascocarpo, em forma de saco. Ascocarpo jovem com esporos
Ver pag. 431

Filo Ascomycota

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Tipos de ascocarpos

Filo Basidiomycota

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Principais estruturas de Basidiomycota.

DIVISÃO BASIDIOMYCOTA
Compreende fungos de hifas septadas, que se caracterizam pela produção de esporos sexuados, os basidiosporos, típicos de cada espécie. Conídios ou propágulos assexuados podem ser encontrados. A espécie patogênica mais importante se enquadra na classe Teliomycetes.

Ver pag. 431

Filo Basidiomycota

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Cogumelo, mostrando a sua estrutura micelar
Basidiósporos, localizados sob a umbela do cogumelo

A estrutura produtora de esporos sexuados, o basidiocarpo, é vulgarmente conhecido por cogumelo.

Este resulta da fusão de dois micélios diferentes e irá produzir basídios, células em forma de clava e separadas do restante micélio por septos. Deles, formam-se os basidiósporos, grupos de 4 e presos por pequenos pedúnculos; Ver pag. 431

Filo Deuteromycota

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DlVISÃO DEUTEROMYCOTA Engloba fungos de hifas septadas que se multiplicam apenas por conídios e por isso são conhecidos como Fungos Imperfeitos. Entre os Deuteromycota se encontra a maior parte dos fungos de importância médica.

Ver pag. 431

Filo Deuteromycota

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Este filo inclui todos os fungos em que não seja conhecida, ou esteja sendo ignorada por motivos taxonômicos, a reprodução sexuada, como por exemplo os fungos pertencentes ao gênero Penicillium. Este gênero é um dos casos em que a fase sexuada é conhecida mas não é considerada na sua classificação devido á sua elevada semelhança com outros organismos deste filo. Ver pag. 431

Filo Deuteromycota

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Imagem de microscopia de varredura eletrônica (cores adicionadas) de micélio fúngico com as hifas (verde), esporângio (laranja) e esporos (azul), Penicillium sp. (aumento de 1560 x).

Conídios de Aspergillus agrupados em forma de cabeça, ao redor de uma vesícula. Ver pag. 431

Filo Deuteromycota

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Exercícios Passo a Passo – 5, 7 Exercícios Objetivas – 7, 10, 12, – páginas 435 e 436

Exercícios Passo a Passo - 1, 2 e 3, 4, 5, 6, 7 Exercícios Objetivas – 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 – páginas 435 e 436

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