Você está na página 1de 23

c 

VVVV VV V


V
V   VV V V   VV V   V
 V V V   VV V  V V  V V VV VV
  VVV VV  V  V V V
VV  VV V V
V VV V VV VV  V  V V V V V
 V VV  VV  V  V  V

  V  !   """"""VV

VV

#$ %&' (VV

A escalada, enquanto actividade física pode definir-se como a progressão


quadrúpede sobre um obstáculo que, pela sua verticalidade, forma ou textura impõe
dificuldades à sua superação. Podem escalar em paredes artificiais, edifícios, rochas,
falésias, montanhas, pendentes geladas, etc. O terreno de prática não tem limites! Esta
diversidade de terrenos e de filosofias de prática permite-nos dividir a prática de
escalada em diferentes tipos: desportiva, bloco, clássica e gelo. Na escola pratica-se
sobretudo escalada desportiva em paredes artificiais e em ³top-rope´.
Escalada é uma actividade de risco e como tal exige o conhecimento de técnicas
e cumprimento de regras de segurança.

'V  V  V V (V)* V  VV + VV  V  VV
 V V (V)* V› 
  ›   V   ››  V   V

'V, V V   V(-V

V$V››››› › › ››› › ›V

›      ›  › ›V

››   ›


 ›  › ›  
 ›
  › ›››V

› ››››  › › ›››   ›››

   V V  * V* V V V VV V +V  V VV
V V   V   V V V   V

.$V'  V V  (VV  V

.#V$V/V  VV  VV

 V Λ  ›   › ›  ›   !   ›››

 V      › ›  ›› › 


   ››› "  #

 V å› $     


 V @  %   › ›

 V ›   $ ››

 V & › "›   › ›  ››  '  ()*ccc

 V Î   ›  @ ›%     ››(

 V   › › › ››      ›› ›  


 ››

 V   ››  › "  '  ››  › 

+(+, › ›››

 V    ››  › › ' ! $  

 V Î      ›  › ›

 V  ›  › ›  › ›› 

 V -.›   ››   › › ›

 V å  ›    ›››      › 

 V Î ›   # ›››!›(( ›

 V Î ›#

 V  › ' › 

 V  › › ››› !" 

 V  !

 V  › '  ' ›› ›

o    


  

-V 
 
-V 
  

-V 
   

-V 
   
-V 
 

-V 
    
-V  
-V 
     !
-V "
  

V
V 
  : Este tipo de escalada é o mais indicado para a iniciação, por ser
mais seguro. Consiste na superação de vias de dimensão média, que varia geralmente
entre os 10 e 30m de altura, que são previamente equipadas com material permanente e
grande fiabilidade, para se prender a corda de segurança. Sendo mais segura, este tipo
de escalada, para além da iniciação, permite aos praticantes concentrarem-se mais sobre
a dificuldade das vias. A escalada desportiva inclui também a escalada em paredes de
escalada artificiais, assim como a escalada de competição, existindo na nossa escola
uma equipa de competição escolar e federada.

V 
  
: Este estilo é o que se manteve mais fiel às suas origens e por isso
consiste na escalada de grande vias, geralmente superiores a 100m de altura, que
obrigam à técnica de progressão em cordada, através de vários lances de corda e
implicam que os pontos de segurança da corda sejam postos pelo primeiro escalador à
medida que sobe, devendo o segundo recolhe-los, deixando assim o mínimo de material
fixo na rocha.

V
V 
   
: Esta variante consiste na superação de pequenas vias, que não
ultrapassam geralmente os 5m de altura, sem recurso a corda de segurança. Este tipo de
escalada, que surgiu exclusivamente como treino para outras escaladas, adquiriu uma
identidade e filosofia própria. Esta escalada permite ao praticante centrar-se sobretudo
na dificuldade conseguindo-se superar itinerários de elevada dificuldade, para além da
beleza estética dos movimentos, dos locais, da componente social e da diversão que
geralmente envolve esta prática.

V
V 
  # : Neste tipo de escalada incluem se os vários de tipos de progressão
em neve, gelo glaciar e gelo de fusão, típicos das actividades invernais. Para esta
escalada, os praticantes recorrem a ferramentas extra, nomeadamente os ³piolets´, que
usam nas mãos para espetar e traccionar no gelo e os ³crampons´ que se usam
nas botas para espetar os seus bicos no gelo.

   

Na escalada desportiva, o praticante progride utilizando os pés e as mãos nos
apoios e agarres disponíveis, tendo a corda para suportar os escalador aquando das
quedas. O objectivo será sempre escalar a uma determinada via de início ao fim, sem
recorrer aos materiais de segurança para descansar nem para progredir. Esta ideia de
escalar um via completa pelos próprios meios designa-se ³encadear´ a via. Por via de
escalada entenda-se um itinerário previamente estabelecido. Convém ainda diferenciar
dois tipos de progressão. A escalada com corda por cima (top-rope), na qual alguém
coloca a corda previamente a passar no topo da via, sendo necessário apenas recolher e
travar uma das pontas da corda enquanto o escalador sobe amarrado à outra ponta. Em
oposição, pode-se escalar ³de primeiro´ começando-se com a corda no chão e, à medida
que se progride, vai-se passando a corda por pontos de segurança intermédios.
Para que este processo possa decorrer em segurança é necessário:
VConhecer e saber utilizar correctamente os materiais necessários à prática;
VPromover a conservação destes materiais;
VSaber realizar alguns nós fundamentais;
VEquipar-se e encordar-se devidamente;
VDar segurança na corda com aparelho próprio a um companheiro que escala;
VProgredir na parede com tranquilidade não pondo em risco a sua integridade e a dos
outros.

[ 

Os materiais a conhecer para uma iniciação segura à escalada em parede


artificial são:

$: constitui-se por fitas, fivelas, acolchoados, porta materiais e anel de rapel.
Utiliza-se para vestir bem justo e unir o corpo do escalador aos elementos da cadeia de
segurança.
Merece cuidados especiais ao vestir:
Vcertificar-se de que se encontra na posição correcta e com todas as fitas destorcidas.
Vsubir bem a cinta superior de modo a ficar acima dos ossos ilíacos, apertar bem na
cinta primeiro e só depois ajustar nas pernas.
VVerificar o tipo de fecho das cintas porque existem fechos simples e automáticos e no
caso dos primeiros a cinta deve passar 3 vezes em cada fivela.

 : existem dinâmicas e semi-estáticas sendo que para escalar só podem ser
utilizadas as dinâmicas que pelo seu alongamento suavizam o impacto sentido pelo
escalador em caso de queda. As cordas são constituídas pela alma no interior que lhe
confere a resistência à tracção e a camisa no exterior que lhe confere resistência à
abrasão e desgaste. As cordas nunca devem ser calcadas com os pés e deve-se alternar
com frequência a ponta utilizada para encordar o escalador.
[% &: são um elemento de ligação entre elementos da cadeia de segurança.
Utilizam-se por exemplo para ligar o oito ao arnês. Existem simples e de seguro (com
sistema de segurança no fecho). Em situações que a segurança depende apenas de um
mosquetão, deve utilizar-se sempre mosquetões de seguro. Os cuidados a te são fechar
sempre o sistema de segurança (rosca) quando estão a ser utilizados e não os deixar cair
ao chão nem chocar contra outros objectos.

': o oito é um aparelho descensor facilita a travagem da corda com u sistema de


atrito. Pode ser utilizado de variadas formas, sendo mais recomendável para a
funcionalidade de descer por uma corda fixa (rapel). No entanto, também pode ser
utilizado para dar segurança na escalada, apesar de não ser o aparelho mais fiável.
# ( : é um aparelho concebido para dar segurança em escalada desportiva com a
particularidade de ter um sistema de travagem semi automático. Isto quer dizer que
aquando da queda do escalador o aparelho tem a capacidade de travar acorda quase sem
que o segurador tenha que fazer qualquer força. Uma incorrecta montagem da corda
neste aparelho compromete gravemente a sua funcionalidade.

") : sapatilhas próprias para escalada que aumentam o rendimento do


praticante no apoio dos pés. Caracterizam-se por serem justos ao pé e terem um sola lisa
e aderente permitindo maior aderência nas superfícies e maior precisão no apoio do pé
nas presas.
å  
: l tili i t t t i
i i l t i
t i








t i l t j it i
i i tili í i l li
l i i t t t ± it l
t i i t t j t
t t i l
)

 


Contrariamente a outras modalidades desportivas, não existem padrões rígidos


de uma técnica correcta de escalada. Existem diversas técnicas padronizadas que são
conciliadas pelo escalador de modo alcançar o êxito na escalada. Mas as técnicas
utilizadas e a forma como se aplicam ficam ao critério de cada um em função das suas
características e capacidades.
Assim o desafio psicomotor da escalada inclui uma componente cognitiva de
análise e escolha da melhor solução motora para cada problema com que o praticante se
depara e uma componente física sobretudo de força, resistência e flexibilidade.

' %  ) 
 *

 V Superar e progredir com êxito


 V Progredir com economia de esforço - encontrar formas rentáveis de progredir e
permanecer na vertical
 V Optimização da técnica - muito pessoal!

)

  


  + ,-  )

A técnica de pés é talvez o factor que mais facilmente permite indentificar a


mestria do escalador. Ao escalar deve-se ter a preocupação de procurar sempre bons
apoios e, sobre eles, colocar os pés com a maior precisão possível. Depois de bem
apoiados deve-se tentar adequar a posição corporal de forma a descarregar sobre eles a
maior quantidade do peso, aliviando assim a força exercida pelas mãos e os braços.
Os pés podem ser utilizados com técnicas muito diversas: apoio de ponta, face interna,
face externa, aderência, calcanhar, entalamento e troca de pés. Cada uma tem um
determinado propósito. O ideal é dominá-las todas para se poder escolher a melhor para
cada situação. Se não sabes por onde começar, deves privilegiar o apoio frontal de
ponta, tentando sempre ter o calcanhar num nível superior à ponta do pé.

  + ,-   -

As mãos são o elemento essencial de ligação do escalador à rocha. Para utilizar


as mãos deves procurar sempre as várias possibilidades de agarres, admitindo uma
grande variedade de formas e localizações. A alteração da posição do corpo também
permite rentabilizar os agarres, mesmo que à partida pareçam desfavoráveis. Por
exemplo, basta desequilibrar o corpo um pouco para o lado para um agarre lateral se
tornar melhor, assim como subir o centro de gravidade para uma presa invertida, que
parece não servir para nada se tornar óptima.
Consoante as formas da rocha, podemos usar as mãos de variadas formas: agarre
de mão cheia, apoias apenas as pontas dos dedos, agarrar presas em pinça, entalar as
mãos em fendas, apoiar as mãos só em aderência, usar as mãos invertida (com a palma
da mão para cima), lateralmente, empurrar e trocar de mãos numa presa. Quando a
parede ultrapassa a inclinação vertical (sub-prumo), torna-se mais difícil aliviar a força
dos braços. Neste caso, devo procurar manter os braços estendidos, aliviando assim a
contracção de todos os músculos que participam na flexão do braço.
Outro conceito interessante é chamado ³mãos suaves´ e consiste em escalar no
limite mínimo da força necessária para se ficar agarrado. Desta forma, poupo os
músculos do antebraço que são responsáveis pela flexão dos dedos. Para experimentar,
basta tentar relaxar um pouco mais os braços durante uma escalada simples. Facilmente
percebemos que é possível escalar bastante mais descontraído. Este conceito surge em
oposição ao aumento da chamada força de contacto que também é importante quando
queremos agarrar presas diminutas.

) V V  V
0(V  V

V V
1 V
V

1V

. 
[ 

 

[


)

  
 


Quando bem conjugada com a utilização das mãos e dos pés e adequada às
características da via, a posição corporal, é a chave de todo o sucesso A posição mais
básica, consiste na progressão tipo escada, no entanto, a disposição dos apoios e agarres
obrigam-nos a alterar constantemente esta posição para conseguir progredir. Algumas
das posições mais comuns estão já tipificadas, nomeadamente: corpo girado, posição de
rã, bicicleta e posições de repouso.

A )

 o  consiste em estabilizar sempre 3 apoios antes de mexer o quarto
e nunca mexer dois em simultâneo. Este princípio é muito válido para a iniciação
porque promove a calma e a procura de equilíbrio. No entanto, desaparece rapidamente
quando se começa a perceber que a escalada passa muito pela aceitação dos
desequilíbrios e pela ³escalada dinâmica´.

A 
 /
é mais um conceito que nos permite tomar consciência da
importância da fluidez dos movimentos. Contrariamente à escalada dita estática, na qual
se faz muita força para conseguir alcançar lentamente as presas mais afastadas, a
escalada dinâmica caracteriza-se pela utilização do impulso e da energia cinética para
alcançar o próximo agarre.

)

       ,

Para um prática segura na aula de educação física o aluno deve cumprir as


seguintes regras de segurança:
Vequipar-se com o arnês de forma correcta, bem posicionado e justo
Vverificar o arnês dos colegas
Vencordar-se correctamente com o nó de oito duplo penteado, justo e com margem
de segurança e pedir a alguém para verificar o nó antes de subir
Vavisar o segurador e certificar-se que este está pronto antes de iniciar a subida
Vavisar o segurador em caso de queda e proteger o impacto na parede com os pés e as
mãos. Nunca virar costas à parece para não bater com as costas ou cabeça
Vna descida, acompanhar com os pés apoiados na parede e as pernas perpendiculares à
parede
Vem exercícios e jogos de escalada sem corda, não ultrapassar a altura estabelecida pelo
professor e não se colocar debaixo de outro aluno que esteja a escalar.

    ,

O aluno só deverá dar segurança com a devida autorização do professor e depois


de ele verificar se tem competência para o fazer. Para dar segurança não deve ter um
peso inferior 4/5 do peso do escalador. Deve montar correctamente a corda no aparelho
de segurança e preparar-se para dar segurança. Depois de iniciada a subida vai
recolhendo a corda sobrante de modo a que fique apenas um ligeira folga na corda. Em
caso de queda deve bloquear a corda e contrapor o seu peso ao do escalador. Em caso de
descida, deve fazê-lo de forma lenta e progressiva, com especial atenção ao momento
em que o escalador coloca os pés no solo. Nesse momento deve pousá-lo com
suavidade.

. 

Mais do que uma diversão ou uma actividade propriamente dita, a técnica de


rapel deve ser encarado na escalada como uma manobra de recurso, que permite descer
por uma parede ou falésia, quando não existe uma alternativa mais sensata. É uma
manobra perigosa, na qual ocorrem muitos acidentes. Deve ser encarada com grande
respeito e responsabilidade.
Consiste em descer por um corda fixa no topo, utilizando para o efeito um
aparelho descensor (oito) unido ao arnês por um mosquetão. Este aparelho, pela sua
capacidade de travagem ajuda a controlar a velocidade da descida.

V
V
VVVV V VV  2 VV   V (VV V V V V  V
  V VV    VV V   VV   V  V/VVV
 V V  V V + V  VVV  VV VVVV
  VV V  V VV 2 V  VV  V

VVVV1  V V   VVV   V  V


V V V V  VV  VV
 V0 V VV V(V V V V 3 VV  V V  V VV
V  V V   V'V V VV
V V   V V(VV
  V
V V V V3V   V V V  V  V V  V
  V V  VV 3V4 V
 V V V   V  V   V (V  V
V V V   (V  V  (V  V   V V
 V  VV   (V  V  V4V  2 VV V (V
 V V V V VV V V VVV V -V  (V V V
+ VV   VV  VV  VV V VVV
 V   V V  V
V
VVVV'V   V V(V V  V(V  VV  V1  $ V V 5 V* V1  V
V  (V V V V3  V V  VV  VVV VVV V
  V6  VV VV VV  V VV 5 VV V0 V VV
 V  VVV V V  V (VV V    * V7 V(V  V
 V
V(V  (V  V V   VV3V V V3 V    V7 V
V   V(V   VV V VV V V VV V V V V
  V V  +$VV , (V V  VV V VV 3 V 5 V   V

è ››    › ›è› › ›

VVVV4V  (V* V   V V V V V V, V  VV (V V
 (V  V V V VV  V V  VV   V V
V V3V  V
 V  V  V, V

VVVV'V  V  V V VVV  VV   VV  V


V V  V V  V

V V VV V V* V V  V VV (VV V

VVVV'V, VV  (V* V   V  VV * VV V VV V1 V
VV V V  (V* VV  V  V  $ VV  VV V
 V VVVV V V VV  V V V V VV+ V
 V  V V V V(V3VV   V
VVVV4V  (V* V   V  VV   V 8 V V  VV V
  V 
V V V* V   VV V V   (V V  (V V
 V

VVVV9V  + V V  V V V  VV VV V V   V1 VV
V5 V 3 V  V VV V    V  V VV 5 VV
 V4V  V VV (V)* V  V VV V V + V  V VV
   VV V V  V V  V V V

VVVVV7 VVV (V)* V3V V,  VV  V V  V  V V , V
  V VV V V ,V   VV  2 V VV  2 V
 V V V V V V + V   V

VVVVV4V V V (V)* V(V  V     V VV   V
 V V  V(V
V + VVV V V  V V V V ,V
    V V   VV   V V:0'&;&4V.<<=>V

››› ›   › ›

VVVV4V V V


V V + V V VV
 V V V VV V
 V V V, V  VV+V V V V   (VV V VV  V V
V V V V V8 V V V?<V  V V V VV+V V
  V
 V4V  V V V V  V  *V V V V
 VV V  VV  V  V V V VV VV   V
:/@V.<<=V V1&;&4V.<<A>V V VV  V  V VV V  V V
V V  V  V V V V V V
VV VV  V:BC6&V#DDDV
 V1&;&4V.<<A>V
V
VVVV/VV  VV  V V V V V  VV@ VVVVVE<VV
 V VV V  V
V V V VV  V(V V(V  V
  VV V V V0V V (VV V V 
VV 5 V
 V V  V V   V V  V   V V V V VV   V V
V V

VVVV'VVD<VV   V V V7  VV   V+V V  V


  V V V   VV V V V V  VVV V V
 V  V V  VV V VV  V  V'V  V
   V V * V V (V V V V V V   VV@ V V
  V  VF V V  V

4V  VV  V

VVVV4VVVD<V V V  V V  V   VV&V VG  V V


7(V1 V  V VV V VV  VV@ V) V V V VV
  VV  V  V 
V V V   V V  (V* V V

V  V   VV  VV  V V V  VV V VV  V
 V V V V (V
V  V VV V VV   V

VVVV V   VV   V V  V V (VV  VV VV
(V VVV V V V VV  * V V V V V  VV
 (VV V
VVVV VV  
V V V   VV V +V  VV (V V
V  V V,V V    V VV  + V VV V V
  V VVV  V + V VV + V V
VV5 V V  (V
:1&;&4.<<A>V

VVVV7  V1  V:.<<A>VV  V V V V V V V V VV


 V V,V V    VVV  V V  V -V $ V V V
  V   VV V,F$ $FV 2$V 2VVV V  V V V
  V V V3V(V VV  V
V V V  V V V V V

c › ››› › ›è› ›

VVVV4V  V,+V
V V V V  VV  V V7(V1 V V   V   VV
1  V V V VVV   V V  V
V V V +V, V
VV V  $   VV(V V  VV  VV V V  (V* V

VVVV4 V V VV(V   VV   V V  (V* V   V V
V
 VV  V VV V V  VV V

VVVV0 V VV V   VV  V V(V  VV
 V V
 VV V, V  VV V V  V  V V  VV  V
V V

/ $› ›››

VVVV7 V:.<<#>V V V V  V V  V VV  V


VV V V V
 VVV V (V V  (V V  V V V  V  VV
 (VV 2 V   VV  (V* V

VVVV4V V; V V    V V V  V V 5 V  VV
 V+V V  V 2 V V V   * VV   V
 V V  VV VV  V V V  V  V V   V
5 V V  2 V,+V HV

VVVV'V   VV V


V +V V  V V@  V V:.<<#>V V 
V
 V V  V   VV  V V V V V   V    V V
  V   V4V  VVV   VV   V V  V  V (V
   V VV V  VV V V*VV  V V V
 VVV V V(V V

VVVV&  V  V V  V V V  V(V V   $ V V
 V VV(V V VV
V V  V  2 V   V  V
V   VV   V V V 3 V  V  VV2 V   V
V4V   V V V V $ V V  V   V VV  V V V
  VV VVIVV V V  V:04&; B'V.<<#>V

VVVV1  V:.<<A>VV+V V  * VV  V V V V V -V
   V V   V 2 V V  
V V V V
V V (V (V  * V8 V V (V V V
þ›    ›   ›è›

VVVV'V  V, VV   V V  (V* V


V  V VV V
   V V VV     VV V   V V4V
 V V V  VV V  V(V  V VV (V V
  V  V V  (V V V VV V   V  V
:/B;J;4/'K7LCV.<<E>V

VVVV7  VM  ( V:.<<#>VV + V V   VV VV  V
V
    VV   V V V  V  VV (V5 V V+ V V V
 V   V V* V V V V  V V V V  2 V VV V

VVVV) V   V VV   V V (V)* V  V   VV V V V
 V V (V  V VV V VV   VV V V
 V V V ,VV  V

VVVV6 V VV   VV  * VV (V)* VV  V $
  VV V V VV V VV V  V, VV  V
:7;NJ4VV4@&4 /B7.<<O>V

VVVV@  V   VV(V 3 VV   VPV V (V V6 V
:#DDQ>V VM(V:.<<.>V   VVV V (-V V  VVPV
 (VV + V  V V   V V  V + V  V (VV
 (V VV   V V  VV  * VV V VV  V VV
  V  * V VV 2 $( V

VVVV;V V V


VV   V V  V   V  * V
V
V
 VV   V  V V V    V V(V V V  V V
  V V 5 V V   V V V V V   V) V  V V(V V V
  VV  V V   VV V VIVV (V   $ V
:/ V#DDQV VM(.<<.>V

þ   ›è$› ›  › › ›››

VVVV'V   V


 VV V  V VV VV  V V  V
 V V V  V V V   V  V  V V V V   VVV
 VV1   V7  V/ RSV:.<<E>V VV   V
 V
VV   V     V  VV V(V +V V
VV  V  * V    V V  VV   V  VV  V
V V  V

VVVV1 V/V:.<<=>VV V VV  V V  V  +V  V V V V


 (V V +V  V  V -V7 5 V V  V V V V 5 V

 VV + VV  V3 VV  HV


 V V  (HV   HV
  VV  HV  HV (V V  (VV  V HV
 HVV VVV VV 3 V 8 V V3 V+ V3 $
3  VV V V  HV   VV HV (V 3 HVV
  HVV  HV V (V 3 VV  V V VV 5 V
VV V  HV VV V  VV  V HV HV V
   V   V  V V  VV  VV V V3 V  V
V + VV  V V VV V   V

‰  ›   ›

VVVV0 VV V V, V V V  V V V  V(V2V


 (V 2 V V (V)* VV V V(V V VV  2 V
V+ V V2 V V   V V VV V V V V V

VVVV1
V V VV V +VV   V  V  $ V
V V V V
 (V* V VVV  VV   VV V  V VV  V
 V VV  VV  V VV   V  VV
  V V V V V VV VV (V
 V + VV   VV
V V  VV VV   V V VV    V V VVV 5 V
 VV   V

VVVV1 V V  V V  * V V  V  V V V  V V
  V VV  VV   V V,+V VV  2 V V VV V  V V
  V V(V V VV  V  VV V (VV V

VVVV/V V  V  V VV  V 


V V 5 V V
 V
 * V V V  V 8 V V  V V V VV
  V 3  V V + V VV V

VVVV% VV   V V   V V V   V V V V
    V V  V V   V  VV   VV V V
V V  V  V V  V  V V  V VV V V
  VVV V VV   V

VVVV4V  V V  V  V   V V  V V  V  V V  V
VV VV V V  V V 5 VV  5 VV  V  V V
   V    VV V V V

VVVV/VV V    V V VV  V   V+ V V VV


 V V V VV  VV  V  VV   $ V V V
  V  V V  (V* V V   V V   VVV V   VV
 2 V + V V V  VV  V V  V  V VV V

Interesses relacionados