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Há um importante preceito no Código Civil, situado no campo dos contratos


(art. 406º/2 CC, —   
) o contrato em princípio só produz efeitos
entre as partes. Este preceito resulta, que o negócio não é invocável perante
terceiros, só quando a lei o proteja e nos precisos termos que faça, é que o
negócio produz efeitos para terceiros. ‘

us relações entre as partes acabam por se projectar sobre terceiros, no


entanto há uma diferença muito importante entre a eficácia externa dos direitos
de crédito e o carácter absoluto dos direitos reais. Nos dois casos haja a
possibilidade de identificar uma reserva do sistema jurídico que diz respeito a
todos os cidadãos e a que todos devem respeitar essa relação. No que toca
aos direitos reais tem que se assinalar a lgo mais.‘

Todos nós, por imposição do sistema jurídico temos que respeitar o negócio
feito nos direitos reais, à ainda o direito universal de respeitar o bem, é
oponível è      .‘

u regra que prevalece é a prevalência è      ± regra da


oponibilidade imediata.‘

c art. 408º/1 CC, esta eficácia dá-se por mero efeito do contrato para que
haja uma total oponibilidade no sistema jurídico português, o efeito normal do
registo, traduz-se na inoponibilidade do sujeito à inscrição registral em relação
a terceiros, os efeitos entre as partes produzem-se mas a eficácia externa do
negócio fica afectada.‘