Você está na página 1de 36

| 







 

 O      

|  
    
A |      é considerada a igreja
mais antiga da cidade do Porto.

Não se sabe quando terá sido construída a igreja original, sendo no


entanto pacífica a ideia de que será um resquício da povoação sueva,
que se localizava em Cedofeita.

Uma das teorias maioritárias entre os historiadores é a de que terá


sido erguida pelo rei suevo
   em 446.

Outros defendem que foi o rei   também suevo, quem a
mandou construir, em 559, tendo sido baptizado nela conjuntamente
com o seu filho Ariamiro.

A acreditar nesta última versão da história, o nome de Cedofeita será


uma referência à igreja.

Conta a lenda que Teodomiro, desesperado porque não encontrava


cura para a doença do Ariamiro, recorreu a São Martinho de Tours
enviando a esta cidade, embaixadores com ofertas de prata e ouro
em peso igual ao do seu filho.

Acabou por ser o bispo de Braga São Martinho de Dume o portador de uma relíquia de São Martinho de Tours, perante a exposição da qual o filho
do rei foi curado, e todo o povo suevo presente, convertido ao catolicismo.

Esta relíquia está guardada nesta igreja de Cedofeita, juntamente com outras do evangelizador dos suevos, o bispo de Braga e de Dume.
Teodomiro ordenou o início da construção de uma nova igreja em honra do referido santo.

O templo foi construído com tal celeridade que se terá dito acerca dele Cito Facta, o que significa Feita Cedo, derivando em (Cedo feita) Cedofeita.

A igreja foi alvo de sucessivas transformações, adquirindo um traço românico quando foi erguido no mesmo local o Mosteiro de Cedofeita no início
do século XII.

Em 1742 o prior D. Luís de Sousa Carvalho ordenou várias modificações, dando-lhe o desenho que hoje vemos.

Em 1930 a Direcção dos Edifícios e Monumentos Nacionais reconstruiu-a de forma a eliminar alguns elementos ornamentais colocados ao longo
dos tempos
  
   
O   O

 O   


Em 1527, foi mandado construir, conforme reza uma inscrição latina na parede voltada para o rio, que traduzida diz: "Miguel da Silva, bispo eleito
de Viseu, mandou construir esta torre para dirigir a navegação, ele mesmo deu e consignou campos comprados com o seu dinheiro, com o
rendimento dos quais foram acesos fogos de noite perpetuamente na torre, no ano de 1527.
Em 1841 foi construído um edifício anexo à Capela Farol, para aí instalar um posto da Guarda-Fiscal.
Em 1852 foi edificada uma torre anexa, com 3 pisos, onde foi instalada uma estação telegráfica.
   
Oua do Sol / Oua de S. Luís

São Bom Homem e Nossa Senhora de Agosto foram os


padroeiros e protectores da Confraria dos Alfaiates e a imagem
da primeira era, no início do século XVI, venerada no primeiro
andar de uma casa junto à Sé, cujo piso térreo servia de
celeiro do cabido.

Em 1554, iniciou-se a construção de uma nova capela frente à


fachada principal da Sé do Porto, em edifício cedido à Confraria
pelo bispo D. Oodrigo Pinheiro.

Onze anos depois, só as paredes tinham sido levantadas e,


com o empenho do prelado, o mestre pedreiro Manuel Luís
contratou com a Irmandade a conclusão do templo.

Em 1853, a capela teve obras de beneficiação, promovidas pela


Associação dos Alfaiates.

Foi considerada monumento nacional em 1927, tendo, em


1935, devido às obras de demolição programadas para a
abertura do Terreiro da Sé, sido expropriada pela Câmara
Municipal do Porto.

Em 1953, foi reedificada na sua actual implantação, no Largo


do Actor Dias, entre as Ouas do Sol e de São Luís, e pela
mesma época foram restaurados, pelo pintor Abel de Moura,
os painéis da Epístola, os quais representam a Anunciação, a
Adoração dos Oeis Magos, a Visita de Santa Isabel, Natividade,
o Menino Jesus entre os Doutores e a Fuga para o Egipto.
     O  

  ||
| 
  
O
  


Em substituição da Capela de S. Miguel, a |     , a única de arquitectura gótica na cidade do Porto, começou a ser edificada em 1383, tendo sido acabada em 1410.

Sofrendo várias alterações ao longo dos tempos, estas não alteraram o seu cunho arquitectónico.

No século XVII e século XVIII, contrastando com a austeridade das linhas góticas exteriores, a igreja foi exuberantemente decorada interiormente por   !  dourada.

Em seguimento à "  das Ordens religiosas cuja lei data de 30 de Maio de 1834, a igreja serviu de armazém da Alfândega até 1839, tendo depois sido devolvida à #
$   %   .
| 
    O 
 


 ||
 


 
— 

O
      !

A sua construção data dos princípios do séc. V#&&&.


A capela tem dois corpos, sendo o segundo mais baixo, e sofreu obras de ampliação e restauro que modificaram o estilo original, em 1801.
O revestimento é constituído por 15.947 azulejos que cobrem cerca de 360 metros quadrados de parede.
Os azulejos que revestem a capela são da autoria de Eduardo Leite e foram executados pela Fábrica de Cerâmica Viúva Lamego, em Lisboa.
Datam de 1929 e representam os passos da vida de      e de Santa Catarina, que são venerados na capela.
     
A &   de Nossa Senhora da Lapa foi
instituída em 1755 pelo Papa Bento XIV.

No dia '()* de 1756 foi começada a


construir a Igreja, de modo a substituir uma
capela menor.

Na capela-mor, por trás duma pesada porta de


bronze, está o coração de +%O&#
oferecido à cidade pela viúva a &  ,+%
- . *  , cumprindo o desejo
do marido.

De 4 em 4 anos a porta é aberta, por


funcionários da Câmara Municipal do Porto,
para substituir o líquido na jarra em que o
coração está inserido.

No coro alto foi colocado em 1995 um órgão de


tubos da autoria do mestre organeiro alemão
/ ) .

Trata-se do maior órgão da Península Ibérica.

| 
!
|    
:oi edificada no -%V#|||, em 1714, aparecendo ligada à
construção do Palácio do :reixo, sendo a Igreja Paroquial do
Palácio.

Possui imagens do século XIV, mas principalmente do século XVIII.

Saqueada e quase destruída em diversas invasões (1809, 1832 e


1834) e abandonada depois, esta igreja possui um valor
incalculável, em risco de se perder.

Sofreu obras de restauro nos séculos V|V e VV (em 1905 a igreja


sofre importantes obras gerais de reforma e ampliação).

  | 

A Igreja matriz, de uma só nave, de cantaria granítica, possui uma


torre sineira do lado direito, a fachada e o lado direito da torre
sineira são forrados com azulejos monocromáticos de cor azul.

A fachada é de autoria de )-   O  .

A Igreja possui uma notável escultura em calcário policromado de


Nossa Senhora de Campanhã atribuída ao século XIV

Além desta imagem destaquem-se igualmente as imagens da


 
 , de pedra Ançã, policromada, com 85 cm de
altura e que têm características do século XIV/V# e a da Nossa
Senhora das Dores atribuída ao século XVII.

Possui outras imagens de grande valor artístico e cultural, a maior


parte delas dos séculos XIX e XX.

Destaca-se também, pela sua qualidade artística, a talha dourada


da tribuna e  0 (-%V#|||, embora com vários
restauros) e um conjunto de painéis pintados representando cenas
da vida religiosa

|    


Situada na rua do :alcão e nas proximidades da Praça da Corujeira e da Estrada da Circunvalação.
|    
|    1 |  
|  

 
  
O. Oestauração / Largo do Adro

:oi fundada por uma confraria marinheira (Irmandade das Almas do Corpo Santo Massarelos) no século XVII.
É também conhecida como a Igreja de São Pedro Gonçalves Telmo, pela grande pintura a óleo dele do lado esquerdo da
porta principal.
Tem apenas uma sala, com a porta principal entre duas torres com sino e relógio.
A fachada traseira é decorada com um mural de azulejos, o que a torna inconfundível desde a margem do Douro
A |    ,O   data de pelo menos 1.123,
se não for mais antiga, pois 1.123 é apenas a primeira
referência documental, nada inviabiliza uma existência
mais remota.

Desse período conhecemos pouco.

Terá sido uma igreja em estilo românico, semelhante a


tantas outras do Entre Douro e Minho.

A igreja que vemos hoje assemelha-se a muitas das igrejas


das aldeias do Norte de Portugal, porque Paranhos era
mesmo uma aldeia, até ser incorporada na malha urbana
do Porto.

Desconhece-se a sua data de construção, mas sabe-se que


foi reconstruída em 1.845.

Tal facto é compreensível colocando-o em contexto:


Paranhos foi um campo de batalha muito usado e
estratégico nas | 2    e nas * 
! , principalmente no último caso.

Torna-se agora compreensível o estado ruinoso da igreja.

A fachada é ladeada por duas torres sineiras, sendo que


uma delas data do século XIX e a outra foi construída em
1946.

Cada uma tem um relógio: um é de sol, de 1.878, e o


outro é mecânico, de 1.857.

O seu interior tem uma só nave separada da capela-mor


por um arco cruzeiro.

| 
 
(Largo da Igreja de Paranhos)
|  O  
A necessidade de uma igreja na :oz do Douro fez-se sentir no final do segundo quartel do século
XVII, em consequência das obras efectuadas no :orte de São João da :oz, que alteraram o normal
funcionamento da igreja matriz situada no seu interior.

Assim, e em 1640, foram doados uns "Palácios", sitos na :oz, ao Mosteiro de Santo Tirso, que
 "#$%
imediatamente iniciou a sua adaptação a igreja paroquial, comprometendo-se ainda a custear a
construção da capela-mor. &'  
Mais tarde, e de acordo com Magalhães Basto, o corpo da igreja terá sido modificado (BASTO, 1945,
pp. 173-190).

No entanto, estas obras, exclusivamente financiadas com os inconstantes rendimentos do couto da


:oz, foram muito demoradas e a nova capela-mor, cuja primeira pedra foi lançada entre 1709 e 1712,
só se concluiu em 1726 / 27 (QUAOESMA, 1995).

As campanhas arquitectónicas e decorativas sucederam-se durante a primeira metade do século


XVIII.

Entre 1713 e 1715 construíram-se os retábulos do Bom Sucesso, do Senhor Jesus, da Senhora do
Oosário, e de Santa Gertrudes, dotados das respectivas imagens.

Em 1728 iniciou-se, na igreja, a construção da abóbada, torres, novo frontispício, remate do arco
sobre a capela-mor, pátio em frente, e levantamento do coro; obras que estariam concluídas em
1733.

No ano seguinte, 1734, foi assinado o contrato para a realização do retábulo da capela-mor com os
mestres entalhadores Manuel da Oocha e Manuel da Costa Andrade, mas sob desenho de Miguel
:rancisco da Silva, autor dos retábulos das igrejas de Santo Ildefonso e São :rancisco, entre outros.

Este deveria estar pronto em 1735.

No entanto, a campanha decorativa prolongou-se e o retábulo foi alterado ao gosto do novo Abade,
que acrescentou ainda às obras em curso a construção dos presbitérios e das escadas da capela-mor,
tendo mandado executar o altar de pedra de ara e o frontal de talha da capela-mor (QUAOESMA,
1995).

Oesulta desta extensa campanha uma igreja barroca, de planta longitudinal, nave única, seis capelas
colaterais e capela-mor, todas com retábulos de talha dourada.

Na fachada, o portal emoldurado e rematado por frontão circular interrompido é


encimado por um nicho onde se exibe a imagem de São João Baptista. |  ).   *
Nos nichos laterais figuraram, outrora, as imagens de São Bento e Santa Escolástica.
O alçado termina em frontão circular e cruz de pedra, ladeado pelas torres sineiras. |  )  ,
jargo da Igreja da :oz
|  )  ,
|  )  ,
Com a necessidade de melhorar a administração da cidade do Porto, em
finais do século XVI, a única freguesia então existente, a de Santa Maria da
Sé, foi dividida em quatro pelo ! O, Marcos de jisboa: Sé,
Vitória, São Nicolau e São João Baptista de Belmonte, sendo esta última
extinta e repartida entre Vitória e São Nicolau.

Inicialmente efectuados numa pequena ermida do século XIII os serviços


religiosos da freguesia de São Nicolau tinham necessidade de um espaço
maior tendo sido para isso demolida a ermida para dar lugar à |  
  * em 1671.

A Igreja de São Nicolau sofreu um incêndio em 1758. A sua reconstrução,


concluída em 1762, em estilo misto neoclássico e barroco, é da autoria de
:rei Manuel de Jesus Maria e foi executada durante o bispado de D.  
3 * .

No alto da fachada, encontra-se um frontão cortado por um nicho, com a


imagem calcária do padroeiro.

O interior do templo, de uma só nave, é coberto com abóbada em tijolo. O


retábulo, em talha dourada rococó, é da autoria de   *)*
 . O painel é do pintor )/  .

Na sacristia, encontram-se várias obras de arte e valiosas peças de


ourivesaria.
Os arcazes, que vieram de Hamburgo, em 1817, têm os puxadores em
bronze.
Das peças de ourivesaria destacam-se um cálice do século XVI, com
tintinábulos, uma píxide rococó, de prata, com legenda na base, um cálice
em prata dourada, também rococó, e dois gomis com as respectivas salvas,
do século XVIII, da autoria do ourives portuense +  * 
.

Em 1832 foi acrescentado um adro gradeado para a protecção das


sepulturas e em 1861 cobriu se a frontaria com azulejos.
|  %  *
Oua do Infante D. Henrique
|    *
|  O 
Está localizada na freguesia de Miragaia, na cidade do Porto
Miragaia era terra de pescadores, quando nasceu, há séculos. Como tal, é natural
que o seu orago fosse o santo pescador, São Pedro. A igreja de São Pedro de
Miragaia que hoje podemos ver é a mais recente de várias outras que terão existido
naquele mesmo local. Tem origem na Idade Média e terá tido diversas configurações
e aspectos. Mais tarde, a pequena vila de pescadores acabou por se aproximar ao
Porto, graças à expansão espacial da cidade, que forçou à construção da segunda
cintura de muralhas, a *      , que já passava paredes meias com o
chamado Arrabalde de Miragaia. Os pescadores, que estavam no areal de Miragaia,
acabariam por se ir embora, para zonas mais distantes do Porto, pelo menos a
maioria, para jordelo ou Afurada. O areal de Miragaia foi então ocupado pelos
estaleiros navais onde se construíram muitos dos barcos usados na expansão
portuguesa ultramarina e no comércio do Porto com o Norte da Europa.
O  
Em 1453, a cidade cristã de Constantinopla cai às mãos dos turcos. Então, alguns
cristãos de origem arménia embarcaram e fugiram da cidade, atravessando todo o
Mar Mediterrâneo e aportando no Douro. Então, desembarcando com uma carga
muito valiosa, foram à Igreja de Miragaia e entregaram o que traziam, o que haviam
salvo aos turcos: as relíquias de São Pantaleão, uma carga muito valiosa, numa
época de fé como foi aquele século XV. As relíquias do santo foram depositadas na
igreja e alvo da devoção popular, até que o bispo D. Diogo de Sousa, décadas depois
as transladou para a Sé, um local mais adequado para as relíquias de um santo do que uma igreja de pescadores. :oi feito padroeiro da cidade,
a par com Nossa Senhora de Vandoma. Ainda lá está, num cofre de prata, tendo apenas ficado em Miragaia um braço. Os arménios que
trouxeram a relíquia ficaram por cá a residir, em Miragaia, na depois chamada rua dos Arménios ou Oua da Arménia. Daí o nome da rua
(carece de fontes)
! 
Em 1672, o bispo D.   *  reformou a igreja. Nada que não fosse usual, dado que cada bispo gostava de eternizar a sua passagem
pela diocese na pedra do burgo. Mas não foi só isso que moveu as obras. A igreja, com o avançar dos anos, o crescimento da população e
consequentemente, do número de fiéis, era pequena demais. Em 1740, foi parcialmente demolida, aproveitando-se na actual construção só a
capela-mor e o transepto. É desta campanha de obras que resulta a igreja actual.
A igreja é muito simples. A fachada tem um portal com frontão e um grande janelão gradeado e é rematada por um frontão triangular com a
legenda «Divo Petro Dicata» (Dedicada a S. Pedro) e encimado por uma cruz. As paredes foram revestidas de azulejos entre 1863 e 1876. A
nave única da igreja é enriquecida apenas pelo altar de talha dourada dedicado a Nossa Senhora do Carmo e que pertenceu à igreja do extinto e
arruinado  4* e pelo altar de Santa Oita, do século XVII. A capela-mor é revestida de talha reforçada com elementos
vindos de Monchique-
| 

 
   
jargo de S. Pedro Miragaia ƛ Perto da Alfândega do Porto
| 

 
   " # $%   
| 

 
 & 

Edifício construído na zona da antiga judiaria no séc. XVI,


foi destruído por um incêndio e reconstruído no séc. XVIII
|       # 3
| 

 
|
% 
Praça da Batalha

A |   |, construída em honra de Santo Ildefonso está localizada na freguesia de  |, no centro da cidade do
Porto, igreja foi reconstruída a partir de 1730, por se encontrar em ruínas a primeira igreja e ficou concluída em 1739.
A fachada é composta por duas torres sineiras com dentilhões nas cornijas, rematadas em cada face por esferas e frontões de fantasia.
Por cima do entablamento ergue-se o nicho do padroeiro. Guarnecem as paredes azulejos de Jorge Colaço (1932), com cenas da vida de Santo
Ildefonso e alegorias da Eucaristia.
A nave é de tipo poligonal em estilo proto-barroco, com tecto em madeira e estuques ornamentais repetidos nas paredes.
Os altares laterais são obras 0   e os colaterais são de talha rococó.
O retábulo em talha barroca é rococó da segunda metade do século XVIII.
|   |
| 

 
 
Praça Carlos Alberto / Oua do Carmo

 
e estilo barroco/rococó, foi construída na segunda
metade do século XVIII, entre 1756 e 1768, pela
Ordem Terceira do Carmo, sendo o projecto do
arquitecto José Figueiredo Seixas.
A construção do hospital começou ˜   
 


 ˜
 
A fachada de cantaria, ricamente trabalhada, possui um portal rectangular, ladeado de duas esculturas religiosas dos profetas Elias e Eliseu
executadas em Itália, rematado por um amplo frontão e no corpo superior da frontaria, coruchéus e esculturas das figuras dos quatro
Evangelistas, revelando influências do estilo Ơbarroco Italianoơ criado por Nicolau Nasoni.

,*
A fachada lateral da Igreja do Carmo está revestida por um grandioso painel de azulejos, representando cenas alusivas à fundação da $
   e ao  .
A composição foi desenhada por Silvestre Silvestri, pintada por Carlos Branco e executada na fábrica da Torrinha, em Gaia e datados de 1912.

|  
No interior da Igreja do Carmo, destaca-se a excelente talha dourada nas capelas laterais e no altar-mor, a estatuária e diversas pinturas a óleo.
|   
| 

   

Praça Almeida Garrett

A Igreja dos Congregados foi inaugurada a 8 de ezembro de 1680 e pertencia à Congregação de :ilipe de Néri.
A sua frontaria em estilo Barroco é do século XVII. As janelas são forradas com azulejos modernos, representando cenas da vida de Santo António.
Os vitrais são já construção deste século.
O interior deste templo é composto por uma só nave e o coro, assente em colunas Jónicas suportadas por três arcos.
ois portais em estilo Barroco abrem o transcepto.
A decoração do interior da capela-mor foi feita com painéis representando passagens da vida de Santo António, além dos painéis podemos ainda
vislumbrar duas séries de relevos esculpidos de Santo António.
Ainda no interior do templo destacam-se dos painéis, um representando a «Assunção da Virgem» e o outro a «Sagrada :amília».
Na Sacristia encontram-se guardados arcazes de pau preto e uma tela da Virgem e o Menino.
O('  O !)
 
*#+,

|    


|    
|  )0 Oua de São João Novo
Em 1582, a diocese do Porto era constituída por uma única freguesia, a freguesia de Santa
Maria da Sé. Esta, por razões de ordem pastoral, foi subdividida em quatro, passando a
freguesia de Santa Maria da Sé, a de Nossa Senhora de Victória, a de S. Nicolau e a de S.
João Batista de Belomonte.

A paróquia de S. João Batista de Belomonte durou apenas nove anos pois quando o bispo .
Jerónimo de Meneses, em 1592, sucedeu a . :rei Marcos (bispo de jisboa que tomou a
diocese do Porto, em 1582), este extinguiu-a, repartindo a sua área pelas freguesias de
Victória e de S. Nicolau. A própria igreja paroquial foi doada ao frades Eremita Calçados de
Santo Agostinho. Estes logo começaram a construir o seu convento dedicando-o a S. João de
S. :ecundo. aí o convento se ter chamado de S. João-o-Novo, e posteriormente para
simplificar, S. João Novo.

Neste convento que foi abandonado em 1832, encontra-se actualmente instalado o Tribunal
Criminal e Correccional, que ainda conserva o antigo nome do convento.

Quanto à igreja, os frades Eremitas Calçados de Santo Agostinho, consideraram-na imprópria


e demoliram-na. :oi construida no mesmo sítio uma nova igreja que ainda hoje está ao lado
do tribunal.

O estilo de construção da igreja de S. João Novo encontra-se numa transição entre o clássico
e o barroco.

Existem alguns entendidos como, por exemplo, Carlos de Passos, que afirma que esta igreja
apresenta incorrecções de proporções como, por exemplo, a desproporção das colunas que
ladeiam o portal, face à grandiosidade da fachada.
A fachada encontra-se dividida em partes.
A primeira, assenta num estilóbata onde se firmam quatro pilastras. A meio situa-se um portal com duas colunas de cada lado, duas janelas gradeadas que
ladeiam o portal e mais outras duas a nível superior.
A segunda parte, possui seis pilastras que prolongam as do altar inferior e janelas com as mesmas parecenças que as do primeiro andar.
A terceira parte da fachada é composta por torres laterais e três frontões em que o do meio termina em cruz.
A capela-mor, situada no interior da igreja, é coberta por uma abóbada de pedra. Nas paredes abrem-se quatro portais decorados e com emblemas e
legendas alusivas a Nossa Senhora, Santo Agostinho e Santo Patrício. O interior também possui uns azulejos decorativos, datados de 1741 e as obras lá
encontradas são de origem dos séculos XVII e XVIII.
O altar-mor foi mandado construir pelo bispo . :rei António de Sousa (1757/ 1766), um frade que pertenceu à Ordem e o seu túmulo (simbólico), como
memória, encontra-se do lado esquerdo da capela-mor.
|  )
! 
'(    
)


'( 

|
 
#*
!$  

:|

Você também pode gostar