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Apostila Analise Balanços exercicios

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ALUNO (A):__________________________________________________________________ FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MACHADO DE ASSIS CIÊNCIAS CONTÁBEIS – Análise De Balanços TRABALHO DO SEMSTRE – componente da N2 PROFESSORA: Claudia

Mares Scherer Kuhn 1. Escolher uma empresa comercial, industrial ou prestadora de serviços, obter os Demonstrativos Contábeis da mesma ( publicações em jornais ou obtidas junto as empresas) de no mínimo 02 exercícios (ex.: 2008 e 2009 ou 2007, 2008 e 2009). 1.1 A partir da empresa escolhida, calcular e interpretar o conjunto de indicadores disponíveis na apostila da disciplina. 2. Elaborar ainda: 2.1 Planilha com a análise horizontal e vertical tanto dos Balanços Patrimoniais (BP) como das Demonstrações de Resultado (DR) dos períodos em análise, bem como breve relatório contendo a interpretação do resultado. 3. A partir das informações obtidas em (1) e (2), analisar o desempenho econômico e financeiro da empresa, tecendo considerações sobre as mudanças acontecidas nos índices calculados bem como as razões para estas modificações, baseando-se no estudo das alterações dos vários componentes do BP e da DRE . 4. Complemente a sua análise com considerações sobre o comportamento, para os anos em estudo, do setor em que a empresa atua, com a utilização de índices-padrão. (Quem é Quem, Maiores e Melhores, etc...). 5. Data de entrega: 02/06/2010. O trabalho final deverá ser apresentado para a Professora na data acima em sala de aula para avaliação prévia, caso seja necessário correções ou complementações será determinada nova data para entrega final, antes da prova final do semestre. Santa Rosa/RS, 17 de fevereiro de 2010.

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BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO Circulante (PC) e Exigível a Longo Prazo (ELP) ATIVO (Bens e Direito) PATRIMÔNIO LÍQUIDO (PL)

Ativo Aplicaçõ es

P e PL (origens)

$$$$$$$ $

De terceiros e próprio

$$$$$$$ $ $$$ $$$$$$$ $ $

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Exercício revisão:
1.Durante o mês de setembro, uma empresa foi registrada na Junta Comercial e captou recursos totais de R$64.000,00, sendo R$40.000,00 dos sócios sob a forma de Capital Registrado e R$24.000,00 de terceiros, destes 2/3 a título de financiamentos de longo prazo e 1/3 como receitas. Os referidos recursos foram aplicados no mesmo mês, sendo R$23.800,00 em Mercadorias para Revenda; R$9.590,00 em Aplicações Financeiras de Curto Prazo, R$6.135,00 na compra de Máquinas e Equipamentos, R$18.350,00 na concessão de Empréstimos a Terceiros e o restante em despesas.
Assim, o total do Patrimônio Líquido será: a) R$41.875,00 b) R$64.000,00 c) R$57.875,00 d) R$56.000,00

EN AD E 2009 – PRO V A DE CIÊ N C I A S CON T Á B E I S

QUESTÃO 15: A empresa XYZ adquire mercadorias para revenda, com promessa de pagamento em 3 parcelas iguais, sendo a primeira parcela com vencimento para 30 dias. Qual o efeito do registro contábil dessa operação na data da aquisição?
A) Altera o resultado do exercício. B) Gera uma receita futura. C) Mantém o ativo inalterado. D) Mantém o passivo inalterado. E) Mantém o patrimônio líquido inalterado.

QUESTÃO 17: A Cia. Incertos e Associados, empresa de consultoria jurídica, iniciou suas atividades em 30/11/X8, com um capital social de R$ 100.000,00, totalmente integralizado, parte em dinheiro, R$ 60.000,00, e parte em móveis e utensílios, R$ 40.000,00. Até o final do exercício de X8, ocorreram os seguintes fatos contábeis:
Aquisição, a prazo, de material de consumo. Pagamento antecipado de aluguel em 31/12/X8. Compra financiada de equipamentos. Aquisição, a vista, de ações da Cia. ABC. Recebimento de adiantamento de clientes por serviços contratados, a serem prestados em 45 dias. Reconhecimento da despesa com salários. Aplicação financeira em 31/12/X8. R$ 6.000,00 R$ 9.000,00 R$ 120.000,00 R$ 24.000,00 R$ 36.000,00 R$ 48.000,00 R$ 10.000,00

Com base nessas informações, o valor total do Ativo da Cia. Incertos e Associados, em 31/12/X8, é
A) R$ 271.000,00. B) R$ 262.000,00. C) R$ 253.000,00. D) R$ 251.000,00. E) R$ 217.000,00.

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UnB/CESPE – TCE/AC Cargo 4: Analista de Controle Externo – Especialidade: Ciências Contábeis – 1

Questão 86 - O quociente [capitais de terceiros]/[capitais próprios] de uma empresa era de 0,4 no primeiro ano e passou para 0,6 no segundo; e o [participação das dívidas de curto prazo]/[endividamento total] passou de 0,3 para 0,5, no mesmo período. Essas informações permitem concluir que:
a) o endividamento a curto prazo aumentou 1,5 vez em relação ao total dos recursos à disposição da empresa. b) a participação das dívidas a curto prazo sobre o endividamento total não se alterou do primeiro para o segundo ano. c) o patrimônio líquido da empresa está diminuindo. d) o perfil de endividamento da empresa está melhorando. e) a empresa está aumentando o total dos recursos à sua disposição.

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Ilustração
O objetivo da Contabilidade é prover dados para orientar os usuários na tomada de decisão. Nas empresas, três ângulos são fundamentais para a tomada de decisão. Chamamos de tripé decisorial:
Como evitar atrasos e liquidar os compromissos em dia?

1º pé: Situação Financeira Comparar: Ativo Circulante com Passivo Circulante

Como maximizar o lucro, fazer a empresa crescer e ser competitiva?

3º pé: Situação Econômica Apurar o Lucro da empresa e avaliar quando foi Capitalizado (+PL)

2º pé: Endividamento Comparar Capital de Terceiros com o Capital Próprio (PL)
Toda empresa precisa endividar-se para investir no ativo. Como contrair dívidas sem enfraquecer a empresa?

1º pé: Situação Financeira – O ideal seria, para o comércio e a indústria, que AC > PC, ou seja, os valores a receber fossem maiores que os valores a pagar. 2º pé: Endividamento – Um equilíbrio entre Capital de Terceiros (Passivo Exigível) e Capital Próprio (Patrimônio Líquido) normalmente é recomendável. Boa parte da dívida de Longo Prazo também é interessante. 3º pé: Situação Econômica – Na apuração de resultado espera-se um bom lucro. Se a parte retida (não distribuída) aumentar o Patrimônio Líquido numa proporção igual ou superior ao crescimento de dívidas (capital de terceiros), teremos uma situação favorável.

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OBJETIVO DA ANÁLISE DE BALANÇOS: "A análise de balanços visa extrair informações das demonstrações financeiras para a tomada de decisões. O perfeito conhecimento do significado do que representa cada conta que nelas figura, facilita a busca de informações precisas" (Matarazzo,1987, p.43). A análise de balanços transforma os dados extraídos das demonstrações financeiras em informações. O grau de excelência é alcançado pela qualidade e extensão dessas informações. Relatórios escritos em linguagem corrente são o produto da análise de balanços, sendo que, um bom relatório de análise de balanços é aquele que apresenta informações em vez de dados, segundo o mesmo autor. “Transformar dados em informações” MÉTODO: Segundo Sanvicente (1983), a análise de demonstrações financeiras recorre a demonstrações primárias (BP, e DRE), secundárias (DOAR), a métodos de análise (horizontal e vertical), e a índices que são grandezas construídas a partir dos números contidos nas demonstrações primárias - destinados a medir a posição financeira e os níveis de desempenho da empresa em diversos aspectos. Segundo o autor, a análise poderá ter várias finalidades, mas poderá referir-se ao passado, presente ou futuro em termos de situação e desempenho em relação a empresa em questão. Existe a possibilidade de aplicar métodos a demonstrações financeiras projetadas para o futuro, embora, os dados contábeis sejam registros de eventos já ocorridos. Através da elaboração de relatórios complementares, comparação dos grupos de contas patrimoniais e de resultados, comparação de saldos de contas patrimoniais e de resultados e sua evolução. TÉCNICAS: A análise das demonstrações financeiras podem ser aprofundadas com o uso de técnicas adicionais, as quais relacionamos abaixo, conforme apresentadas por alguns autores. Iudícibus & Marion (1992) e Marion (1986), apresentam as seguintes técnicas: · Índices (Quocientes) Financeiros (ou Índices Financeiros e Econômicos).· Análise Horizontal e Vertical · Análise da DOAR · Análise da Taxa de Retorno sobre Investimento ( Margem lucro x Giro do ativo) Matarazzo (1993) afirma que, as técnicas de análise de balanço possibilitam grande número de informações sobre as empresas, as quais são relacionadas abaixo: 1 - Análise através de Índices 2 - Análise Vertical e Análise Horizontal

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3 - Análise do Capital de Giro 4 - Modelos de Análise de Rentabilidade - Análise do ROI - Análise da Alavancagem 5 - Análise das demonstrações das origens e aplicações de recursos e Fluxo de caixa Matarazzo (1993) informa que em pesquisas efetuadas com a insolvência de pequenas e médias empresas tem evidenciado a Análise Vertical e Análise Horizontal como instrumento de análise. Matarazzo (1987), ainda observa que a realização da análise das demonstrações financeiras deve partir do cálculo de índices, seguida da aplicação da Análise Vertical/Horizontal. Por exemplo: os índices podem apresentar um alto endividamento de uma empresa, entretanto, a análise vertical/horizontal apontará qual o principal credor e como cada credor modificou sua participação nos últimos dois exercícios. USUÁRIOS: Administradores, acionistas, instituições financeiras, possíveis investidores e Administrações Públicas. Obs.: Para efetuarmos uma análise profissional das demonstrações financeiras devemos inicialmente: a) simplificar os dados das demonstrações realizando arredondamentos e/ou efetuando o corte dos zeros; b) é aconselhável agrupar certos itens que tem natureza semelhante; c) adequar as demonstrações financeiras com o intuito de analisá-las. Isso significa fazer algumas modificações na forma de apresentação das demonstrações e na classificação das contas. 1. PRINCIPAIS INDICADORES: "Os índices são relações que se estabelecem entre duas grandezas, ou seja, o índice de um número é o quociente do primeiro dividido pelo segundo", segundo a definição dada por (Treuherz, 1978, p.76). A finalidade principal do uso dos índices é permitir ao analista extrair tendências e comparar os índices com padrões preestabelecidos, segundo Carmello & Schoeps (1968); Iudícibus & Marion (1986). 1.1 INDICADORES DE LIQUIDEZ: São utilizados para avaliar a capacidade de pagamento da empresa, isto é, constituem uma apreciação sobre se a empresa tem capacidade para saldar seus compromissos. Esta capacidade pode ser avaliada no curto, longo e médio prazo. São índices que a partir do confronto dos ativos circulantes com as dívidas, procuram medir quão sólida é a base financeira da empresa.

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1.1.1 Índice de Liquidez Corrente – medida de liquidez calculada pela divisão do ativo circulante da empresa por seu passivo circulante. Um baixo índice de liquidez pode significar que a empresa irá enfrentar problemas para honrar seus compromissos de curto prazo; por outro lado, um altíssimo índice de liquidez corrente pode significar que a empresa tem uma grande quantidade de recursos alocados em ativos não produtivos. Sua fórmula é: (AC / PC)

1.1.2 Índice de Liquidez Seca – medida de liquidez usada quando se supõe que uma empresa possui estoques com liquidez não imediata. É calculado dividindo-se o ativo circulante menos o estoque (e outros ativos sem liquidez como despesas antecipadas) pelo passivo circulante. O quociente apresenta uma posição bastante conservadora da liquidez da empresa em determinado momento. É uma medida de habilidade da empresa em pagar suas obrigações de curto prazo, sem recorrer à venda de seus estoques. Sua fórmula é: (AC – Estoques – Despesas Antecipadas) / PC.

1.1.3 Índice de liquidez geral – serve para detectar a saúde financeira (no que se refere a liquidez) de longo prazo do empreendimento. Mede quanto a empresa possui de recursos não aplicados em ativos permanentes para cada real de dívida. É aferida pela divisão da soma do ativo circulante com o realizável a longo prazo e com as duplicatas descontadas pela soma do exigível total com as duplicatas descontadas. Se o índice for menor que 1, a empresa dependerá em maior extensão de lucros futuros, renovação das dívidas ou vendas de ativo permanente para manter solvente. Sua fórmula é: (ativo circulante + ativo realizável a longo prazo) / (passivo circulante + passivo exigível a longo prazo). 1.1.4 Capital Circulante Líquido – CCL – (folga financeira) representa os recursos de curto prazo disponíveis para o financiamento das atividades da empresa. Sua fórmula é: (ativo circulante – passivo circulante) IMPORTANTE : INDICADORES DE LIQUIDEZ AJUSTADA

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Exercício:
33 CONTADOR(A) JÚNIOR MAIO2006

Foram extraídos, da análise de demonstrações contábeis da Cia. Brasília, os seguintes dados:
Índices Liquidez Geral Liquidez Corrente 2004 1,18 1,46 2005 0,88 1,61

Com base exclusivamente nessas informações, pode-se afirmar que a Empresa está:
(A) melhorando o perfil de Liquidez Geral entre 2004 e 2005. (B) dependendo de geração futura de recursos para liquidar suas dívidas totais, em 2005. (C) dependendo de geração futura de recursos para liquidar suas dívidas de curto prazo, em 2005. (D) comprometida com dívidas, destinando metade do capital total da empresa para liquidar suas dívidas, em 2005. (E) impossibilitada de pagar suas dívidas de curto ou de longo prazo, em 2005, sem utilizar empréstimos de curto prazo.

1) Em 31.12.2003, determinada companhia publicou a demonstração contábil que se segue.
ATIVO Ativo Circulante Realizável a Longo Prazo Ativo Permanente Total do Ativo PASSIVO Passivo Circulante Exigível a Longo Prazo Patrimônio Líquido Total do Passivo R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ Balanço Patrimonial 2002 2003 71.750,00 R$ 77.250,00 15.000,00 R$ 22.500,00 23.750,00 R$ 34.000,00 110.500,00 R$ 133.750,00 2002 45.750,00 27.250,00 37.500,00 110.500,00 R$ R$ R$ R$ 2003 54.250,00 37.500,00 42.000,00 133.750,00

A afirmativa CORRETA é:

a) O índice de Liquidez Geral foi reduzido em R$ 0,09 de 2002 para 2003, porém este fator compromete a b) c) d)
liquidez da companhia em curto prazo, uma vez que o índice de Liquidez Corrente, ao final de 2003, é de R$ 1,42. O índice de Liquidez Corrente foi reduzido em R$ 0,15 de 2002 para 2003, porém esta redução não interfere no fluxo de caixa da companhia, uma vez que este índice considera operações de longo prazo. O índice de Liquidez Corrente de 2002 para 2003 decresceu de R$ 1,57 para R$ 1,42, porém este fator não compromete a liquidez da companhia em curto prazo, uma vez que a capacidade de endividamento dela está acumulada em longo prazo. O índice de Liquidez Geral foi reduzido em R$ 0,10 de 2002 para 2003, porém este fator não compromete a liquidez da companhia em curto prazo, uma vez que o índice de Liquidez Corrente, ao final de 2003, é de R$ 1,42.

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2) Para que possamos dizer que uma empresa tem condições de quitar seus compromissos a curto e a longo prazo em caso de liquidação da mesma, como devem estar os valores da empresa:
a)( b)( c)( d)( ) ATIVO < PASSIVO EXIGÍVEL ) ATIVO > ou = PASSIVO EXIGÍVEL ) ATIVO < OU = PASSIVO EXIGÍVEL ) nenhuma das alternativa acima

3) Avaliar a capacidade de pagamento a curto prazo de uma empresa, significa comparar os seus ativos circulantes com seus passivos circulantes. Caso este resultado corresponda a um índice de 1,80 significa que ?
a)( b)( c)( d)( e)( ) O Ativo Circulante é oito vezes maior que o Passivo Circulante ) O Ativo Circulante é oito vezes menor que o Passivo Circulante ) O Ativo Circulante é oitenta porcento maior que o Passivo Circulante ) O Ativo Circulante é oitenta porcento menor que o Passivo Circulante ) Nenhuma das alternativas está correta

4) Uma empresa possui as seguintes informações extraídas de seu Balancete de Verificação:
Ativo Circulante Passivo Circulante 31.12.2002 R$ 17.500,00 R$ 9.500,00 31.12.2003 R$ 39.625,00 R$ 20.500,00

Em relação ao crescimento do Índice de Liquidez Corrente da empresa em 2003, é CORRETO afirmar que:
a) A empresa terminou o exercício de 2003 com crescimento positivo na Liquidez Corrente de aproximadamente R$ 0,09. b) A empresa terminou o exercício de 2003 com crescimento positivo na Liquidez Corrente de aproximadamente R$ 0,93 para cada R$ 1,00 de Passivo Circulante. c) A empresa terminou o exercício de 2003 com crescimento negativo na Liquidez Corrente de aproximadamente R$ 0,09. d) A empresa terminou o exercício de 2003 com crescimento negativo na Liquidez Corrente de aproximadamente R$ 0,91 para cada R$ 1,00 de Passivo Circulante.

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5)

6)

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1.2 INDICADORES DE ENDIVIDAMENTO: 1.2.1 Índice de Participação de Capitais de Terceiros nos Recursos Totais – Representa a participação dos capitais de terceiros em relação ao passivo total. Sua fórmula é: Capital de Terceiros [(PC + PELP) / (PC + PELP + PL)] x 100

1.2.2 Índice de Participação das Dívidas de Curto Prazo sobre o Endividamento Total (ou Composição do Endividamento) - forma de análise de endividamento que representa a composição do endividamento total ou qual a parcela que vence a curto prazo, no endividamento total. Sua fórmula é: [(Passivo Circulante incluindo duplicatas descontadas) / (PC + PELP)] x 100.

1.2.3 Índice de capitais de terceiros sobre capitais próprios – forma de análise de endividamento que representa outro modo de observar a dependência de recursos de terceiros. Do ponto de vista estritamente financeiro, quanto maior esse índice menor a liberdade de decisões financeiras da empresa ou maior a dependência a esses terceiros. Se esse quociente, durante vários anos, for consistente e acentuadamente maior que um, denotaria uma dependência exagerada de recursos de terceiros. Um índice muito grande pode indicar o risco de insolvência. Por outro lado, a alavancagem total pode ser importante quando as margens de lucro são pequenas e existe a necessidade de aumentar a lucratividade dos acionistas. Os bancos usam a liquidez e a relativa estabilidade dos fluxos de caixa dos serviços financeiros para permitir um uso mais amplo da dívida. Sua fórmula é: [(PC + PELP) / (PL)] x 100.

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Exercício: 1. Uma empresa apresenta um Passivo (Circulante + Longo Prazo) de R$ 200.000 e um Ativo Total de R$ 430.000. Ao efetuar o pagamento de um empréstimo no valor de R$ 50.000, o seu Patrimônio Líquido estará financiando:
a) uma percentagem maior do seu Ativo Total em relação à situação anterior. b) a mesma percentagem do seu Ativo Total em relação à situação anterior. c) uma percentagem menor do seu Ativo Total em relação à situação anterior. d) 2/3 do seu Ativo Total.

EN AD E 2009 – PRO V A DE CIÊ N C I A S CON T Á B E I S

QUESTÃO 23: Analise as informações a seguir, referentes ao Balanço Patrimonial da Cia. MMS, relativo ao exercício financeiro de X8. ATIVO Caixa Clientes Aplicações Financeiras (Curto Prazo) ICMS a Recuperar Marcas e Patentes Obras de Arte Veículos Clientes (Longo Prazo) TOTAL DO ATIVO R$ 400 1.000 1.700 200 200 1.500 8.000 1.100 14.100 PASSIVO + PL Empréstimo (Curto Prazo) Fornecedores Títulos a Pagar (Curto Prazo) Prov p/Férias e 13º Sal Financiamentos (Longo Prazo) Capital Social Reservas de Lucros Reserva de Capital TOTAL R$ 600 500 800 1.100 4.500 4.000 1.800 800 14.100

Com base nessas informações, quais são, respectivamente, o índice de liquidez corrente e o índice de composição do endividamento? A) 1,5 e 40% B) 1,1 e 114% C) 1,1 e 40% D) 1,1 e 33% E) 1,0 e 33%

3. O controller da Cia. Calha Norte S/A, ao elaborar a análise das demonstrações contábeis da empresa, percebeu que o índice de composição do endividamento (CE = Passivo Circulante/ Capital de Terceiros) alcançava um resultado igual a 0,90. Em vista disso, concluiu que
(A) a empresa está comprometendo quase a totalidade de seu capital próprio com obrigações para com terceiros. (B) a empresa não terá como pagar seus compromissos de curto prazo. (C) o endividamento da empresa está concentrado no curto prazo. (D) o risco de insolvência da empresa é altíssimo. (E) a cada R$ 100,00 de Ativo Circulante correspondem R$ 90,00 de Passivo Circulante.

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1.3 INDICADORES DE IMOBILIZAÇÕES: 1.3.1 Índice de imobilização dos Recursos não Correntes – este quociente retrata qual a porcentagem dos recursos não correntes (PELP + PL) que está alocada ao ativo permanente. Caso esse índice seja muito alto (maior que 100), a empresa estará correndo um risco de insolvência razoável. Significará que os investimentos no ativo permanente foram financiados por recursos próprios, recursos a longo prazo e também recursos a curto prazo. Sua fórmula é: [(Ativo Permanente) /(PELP + PL)] x 100. 1.3.2 Índice de obsolescência do ativo imobilizado – representa uma estimativa da idade dos ativos imobilizados da empresa. Importante indicador para verificar se a empresa está renovando seus ativos operacionais ou não. O resultado desse índice indica quanto do ativo imobilizado já foi depreciado. Sua fórmula é: (Depreciações/exaustões acumuladas / Ativo Imobilizado Bruto) x 100. 1.3.3 Investimento no Imobilizado - é obtido com base na demonstração de origens e aplicações de recursos e representa um bom indicador da expansão dos negócios da empresa. Exercício: 1) Numa empresa quanto menor for o índice de imobilização do Patrimônio Líquido, a tendência é:
a( b. ( c. ( d. ( e. ( ) menor rentabilidade do patrimônio líquido. ) maior composição do endividamento. ) menor liquidez. ) maior liquidez. ) nenhuma das alternativas está correta

2) Considerando a seguinte evolução na relação entre Ativo Permanente e Patrimônio Líquido: ano A 0,85 ano B 0,80 e ano C 0,75 Pode-se concluir que:
a. ( b. ( c. ( d. ( )a empresa está aumentando a cada ano seu capital de giro próprio. )a empresa está reduzindo a cada ano seu capital de giro próprio. )esta relação não tem influência sobre o capital de giro próprio. )as dívidas da empresa estão sendo mantidas no mesmo nível.

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51 CONTADOR(A) JÚNIOR MAIO2006

A Cia. Serra Negra Ltda. apresentou o Balanço Patrimonial abaixo em 31 de dezembro de 2005.
ATIVO Disponível Valores a Receber Estoques Ativo Circulante Realizável Longo Prazo Investimentos Imobilizado Diferido Ativo Permanente Total do Ativo PASSIVO 200,00 150,00 100,00 450,00 50,00 150,00 350,00 200,00 700,00 1.200,00 Fornecedores Contas a Pagar Passivo Circulante Exigível Longo Prazo Capital Reservas Lucros Acumulados Patrimônio Líquido Total do Passivo 200,00 100,00 300,00 200,00 500,00 100,00 100,00 700,00 1.200,00

Com base nos dados acima, pode-se afirmar que o índice de imobilização do capital próprio, em reais, foi de: (A) 0,50 (B) 0,75 (C) 1,00 (D) 1,25 (E) 2,00

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1.4 INDICADOR DE SOLVABILIDADE: 1.4.1 Solvência Geral :

Sua fórmula é: SG = AT / CT Nota < 1,0 Passivo Descoberto = 1,0 Nulo > 1,0 Riqueza Própria 1.4.2 Margem de Garantia : Sua fórmula é: MG = PL / CT

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1.5 INDICADORES DE RESULTADOS: Os Índices de Rentabilidade são indicadores econômicos utilizados na análise empresarial voltada para a rentabilidade da empresa, para seu potencial de vendas, para sua habilidade em gerar resultados, para a evolução das despesas etc. Medidas de lucratividade pelas quais se estabelece a relação entre lucro e vendas, lucro e ativos, lucro e patrimônio líquido. As mais comuns são: margem bruta, margem líquida, retorno sobre ativo, retorno sobre patrimônio líquido. 1.5.1 Margem Bruta – indica a rentabilidade primária (bruta) das operações da empresa. Sua fórmula é: (Lucro Bruto / Vendas Líquidas) x 100

1.5.2 Margem Líquida – lucros como porcentagem de vendas constituem uma medida habitual da lucratividade. Mais importante do que a análise do índice anual isolado é verificar o que está acontecendo com esse índice ao longo do tempo. Sua fórmula é: (lucro líquido / vendas líquidas) x 100.

1.5.3 Margem Operacional – deve evidenciar a relação entre o resultado puramente operacional e as vendas líquidas. Sua fórmula é: (lucro operacional / vendas líquidas) x 100.

IMPORTANTE:

LAJIR

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Exercício: 1) A Receita Operacional Líquida de uma empresa em 2002 foi de R$ 625.000.00 e o Resultado Operacional Bruto foi de R$ 125.000,00. Em relação à Lucratividade Bruta podemos afirmar que:
a) A direção da empresa não pode ter certeza de que teve uma Lucratividade Bruta na ordem de 20,0%, pois a mesma não tem como saber os seus Custos de Produtos Vendidos e se houve devolução de mercadorias. b) A direção da empresa pode ter certeza de que teve uma Lucratividade Bruta na ordem de 25,0% e que pode contar com este percentual para repassar suas Despesas Operacionais na empresa. c) A direção da empresa não pode ter certeza de que teve uma Lucratividade Bruta na ordem de 25,0%, pois a mesma não tem como separar os seus Custos de Produtos Vendidos das devoluções de mercadorias, para calcular a sua Lucratividade Bruta sobre seus Custos. d) A direção da empresa pode ter certeza de que teve uma Lucratividade Bruta na ordem de 20,0% e que pode contar com este percentual para repassar suas Despesas Operacionais na empresa.

2) Uma empresa apresenta os seguintes dados: VendasLíquidas: Custo dos Produtos Vendidos: ANO A R$ 200.000,00 R$ 120.000,00 ANO B R$ 220.000,00 R$ 130.000,00 ANO C R$ 240.000,00 R$ 130.000,00

a)( b)( c)( d)(

)o seu lucro operacional melhorou no período considerado. ) o seu lucro bruto permaneceu estável no período considerado. ) o seu lucro bruto melhorou no período considerado. )o seu lucro bruto piorou do ano A para o ano B e melhorou do ano B para o ano C.

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1.5.4 Índice de Eficiência Operacional – representa a relação entre o lucro operacional puro, ou seja, da atividade operacional principal, e o ativo operacional. Devemos levar em consideração apenas os fatores realmente aplicados na produção dos produtos e serviços, frente aos resultados advindos por meio da utilização dos meios de produção. Sua fórmula é: (Lucro operacional / Ativo operacional) x 100.

1.5.5 Índice de Retorno sobre o Ativo Total – representa o quanto a empresa obtém de lucro em relação ao ativo total. Se uma empresa é capaz de obter um retorno mais alto em ativos do que o custo desse investimento no ativo, ou seja, o custo do financiamento do ativo, seus investidores irão usufruir dessa margem diferencial. Sua fórmula é: (lucro líquido / ativo total médio) x 100.

1.5.6 Índice de Retorno sobre o Ativo Operacional - representa o quanto a empresa obtém de lucro em relação ao ativo operacional. Indica qual é a margem líquida da empresa sobre o total dos seus ativos operacionais, ou quanto a empresa ganha em seu negócio. Sua fórmula é: (lucro líquido / ativo operacional médio) x 100.

1.5.7 Índice de Retorno sobre o Patrimônio Líquido – significa o retorno líquido que os acionistas tiveram em relação ao investimento na empresa. Intuitivamente significa o retorno sobre o capital do dono da empresa. Sua fórmula é: (lucro líquido / patrimônio líquido médio) x 100.

1.5.8 Índice de Custo Financeiro Médio – indica qual a taxa média de juros que a empresa paga sobre seu endividamento oneroso com instituições financeiras. Sua fórmula é: (Despesas financeiras / Passivo Oneroso Médio) x 100.

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Exercícios: 1) Uma empresa possui as seguintes informações extraídas de seu Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultados em 2004: PERÍODOS LUCRO DO EXERCÍCIO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ATIVO TOTAL 2002 R$ 8.000,00 R$ 20.000,00 R$ 40.000,00 2003 R$ 12.000,00 R$ 60.000,00 R$ 240.000,00 2004 R$ 16.000,00 R$ 100.000,00 R$ 400.000,00 A análise CORRETA em relação à Rentabilidade dos Capitais Totais, nos respectivos períodos é: a) O Controller, ao analisar os demonstrativos da empresa, pode controlar o desempenho da mesma afirmando que a Rentabilidade do Capital Total em cada exercício está em declínio, uma vez que os índices foram de 40,0%, 20,0% e 16,0% devido ao crescimento do Patrimônio Líquido da empresa. b) O Controller, ao analisar os demonstrativos da empresa, pode controlar o desempenho da mesma afirmando que a Rentabilidade do Capital Total em cada exercício está em declínio, uma vez que os índices foram de 20,0%, 5,0% e 4,0% devido ao crescimento de investimentos no Ativo da empresa. c) O Controller, ao analisar os demonstrativos da empresa, pode controlar o desempenho da mesma afirmando que a Rentabilidade do Capital Total em cada exercício está em crescimento, uma vez que os índices foram de 500,0%, 2.000,0% e 2.500,0% devido ao crescimento de investimentos no Ativo da empresa. d) O Controller, ao analisar os demonstrativos da empresa, pode controlar o desempenho da mesma afirmando que a Rentabilidade do Capital Total em cada exercício está em crescimento, uma vez que os índices foram de 250,0%, 500,0% e 625,0% devido ao crescimento do Patrimônio Líquido da empresa.

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1.6 OUTROS ÍNDICES: São indicadores podem ser elaborados e analisados de acordo com as disponibilidades de dados, como segue: 1.6.1 Índice de Vendas por Empregados – evidencia a produtividade da empresa referente à geração de vendas da empresa por empregado. É uma medida de produtividade dos trabalhadores que indica a contribuição de cada um na geração das vendas. Sua fórmula é: Vendas Líquidas / número de empregados.

1.6.2 Índice de Crescimento das Vendas - É o crescimento da receita líquida de vendas de produtos e serviços de um período para outro. Para um melhor aproveitamento do índice deveríamos corrigir as vendas do período anterior por um índice inflacionário que correspondesse a realidade econômica do país. Sua fórmula é: [(Vendas líquidas atuais – Vendas líquidas anteriores) / (Vendas 1.6.3 cobertura de juros Este índice procura verificar a proporção em que os resultados da empresa, permitem cobrir as despesas correspondentes aos encargos financeiros. Sua fórmula é: CJ = RO ( antes de Dep., DF e RF ) / Despesas Financeiras

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1.7 ÍNDICES DE EFICIÊNCIA OPERACIONAL Através desses índices, procura-se medir a rapidez com que certos ativos ( e um item de passivo ) giram dentro de um exercício normal, dado o volume de operações então alcançados. A idéia é : quanto maior o giro ( expresso por um número de vezes, rotações ou voltas por período ), dado um volume de operações ( representado pela receita ), mais eficiente tende a ser a administração do aspecto específico analisado, pois isso significa que a empresa está sendo capaz de gerar um dado volume de operações com um investimento médio relativamente menor em certos tipos de ativo. 1.7.1 Giro do Ativo Operacional Este índice informa o número de vezes em que os ativos operacionais líquidos são “utilizados num dado período, para gerar o número de operações desse período. Sua fórmula é: GA = ROL(receita operacional líquida) / AOLM (ativo operacional líquido médio) 1.7.2 Giro do Capital dos Acionistas Este índice reflete a rapidez, velocidade ou eficiência relativa, com a qual são usados os recursos da empresa, para atingir um certo volume de atividade. Sua fórmula é: GCA = ROL (receita operacional líquida) / PLM (patrimônio líquido médio)

Os índices de prazos médios não devem ser analisados individualmente, mas sempre em conjunto. Também não é recomendável misturar a análise dos índices de prazos médios com a dos índices econômicos e financeiros. A conjugação dos três índices de prazos médios leva à análise dos ciclos operacional e de caixa, elementos fundamentais para a determinação de estratégias empresariais, tanto comerciais quanto financeiras, geralmente vitais para a determinação do fracasso ou sucesso de uma empresa. A partir dos ciclos operacionais e de caixa são construídos modelos de análise do capital de giro e do fluxo de caixa.

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1.7.3 Giro do Estoque de Produtos Acabados: relaciona o volume médio investido em estoques, ao montante vendido no período, já que os estoques são contabilizados ao custo, a menos que o valor de venda caia a níveis mais baixos. Sua fórmula é: GE produtos acabados) = CPV ( custo dos produtos vendidos) / EMPA (estoque médio de

1.7.4 Estoque Médio de Produtos Sua fórmula é: EMP = 365 / GE

1.7.5 Giro do saldo de contas a receber: Através deste cálculo, verificamos o número de vezes em que o saldo médio de operações de vendas a crédito, está contido no volume total de vendas, nessas condições, dentro de um período. Sua fórmula é: GCR = VP (vendas a prazo) / SMCR ( saldo médio de contas a receber)

1.7.6 Prazo Médio de Cobrança Sua fórmula é: PMC = 365 / GCR

1.7.7 Giro do saldo de fornecedores ( CONTAS A PAGAR ) : Este índice fornece o giro do saldo dos valores devidos a fornecedores de materiais. Sua fórmula é: GF = CMP (compras de materiais a prazo) / SMF(saldo médio de fornecedores) 1.7.8 Prazo médio de pagamentos Sua fórmula é: PMP = 365 / GF

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Através da determinação dos prazos médios pode-se determinar qual o ciclo operacional da empresa que é a soma do prazo médio de renovação de estoques mais o prazo médio de recebimento de contas. Se compararmos o prazo médio de recebimento de contas com o ciclo operacional a diferença resultante é o ciclo de caixa da empresa, ou seja, o prazo médio que a empresa tem que se manter através do seu capital de giro. Para a empresa é interessante reduzir ao máximo seu ciclo de caixa, pois desta forma menor será seu capital de giro. Para tanto a empresa busca sempre prazos mais longos para pagamento de suas contas e prazos o mais curtos possível para receber suas duplicatas. Ciclo Operacional = Ciclo de Caixa =

Exercício: 1) Nas demonstrações contábeis de determinada empresa observam-se os seguintes dados: Em R$
ITENS Compras a prazo Estoques Fornecedores Custo das Mercadorias Vendidas Vendas a prazo Duplicatas a Receber POSIÇÃO EM: 31/12/199A 107.700,00 231.000,00 75.000,00 31/12/199B 1.620.000,00 192.300,00 309.000,00 1.080.000,00 720.000,00 105.000,00

Considerando que o interstício de análise entre os balanços analisados é de 360 dias comerciais e que inexistem efeitos de sazonalidade, pode-se afirmar que os prazos médios da rotação de estoques, de recebimento de clientes e de pagamentos a fornecedores, calculados com os dados acima apresentados, são, respectivamente:
a) b) c) d) e) 50, 45 e 60 dias. 60, 45 e 50 dias. 50, 60 e 45 dias. 45, 60 e 50 dias. 90, 120 e 180 dias.

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34 CONTADOR(A) JÚNIOR MAIO2006

Obtiveram-se da Cia. Mega S/A as seguintes informações, considerando o ano de 360 dias:
• Rotação de duplicatas a receber: 12 vezes • Rotação de fornecedores: 24 vezes • Rotação de estoques: 8 vezes

Com base nesses dados, o ciclo de caixa da empresa, em dias, é de:
(A) 44 (B) 45 (C) 60 (D) 75 (E) 90

EN AD E 2009 – PRO V A DE CIÊ N C I A S CON T Á B E I S

QUE S T Ã O 24: Os indicadores de rentabilidade e de prazos médios da empresa ABC S.A., referentes aos exercícios de X1 e X2, foram os seguintes:
INDICADORES Giro do Ativo Margem Líquida Rentabilidade do Ativo Rentabilidade do PL Médio de Renovação de Estoques Prazo Médio de Recebimento de Vendas Prazo Médio de Pagamento de Compras Ciclo Operacional Ciclo Financeiro X1 0,6 15,2% 9,1% 18,4% 74 60 18 134 116 X2 0,6 19,1% 11,5% 21,7% 85 54 19 139 120

Rentabilidade

Prazos Médios

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que
A) a capacidade de pagamento melhorou, devido ao aumento do ciclo financeiro. B) a empresa ganhou R$ 15,20 para cada R$ 100,00 investidos no ativo em X1. C) a empresa passou a conceder, em média, um prazo maior em suas vendas a prazo. D) a remuneração do capital próprio reduziu durante o período sob análise. E) a rentabilidade do ativo aumentou em X2, devido ao aumento da margem líquida.

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2. QUANTOS INDICADORES SÃO NECESSÁRIOS PARA UMA BOA ANÁLISE ?

DEPENDE DO USUÁRIO e ______________________________________________________________
Algumas precauções que devem ser tomadas quanto ao uso da análise de índices financeiros: - Normalmente, um único índice não fornece informações suficientes para se julgar o desempenho global de uma empresa; muitas vezes, requer-se um conjunto de índices; - Apenas quanto ao aspecto da posição financeira, um ou dois índices podem ser suficientes; - Ao comparar demonstrações financeiras, observar se as datas das mesmas são iguais, ou seja, períodos de tempos semelhantes; - Recomenda-se usar demonstrações auditadas, uma vez que, as não-auditadas não refletem a verdadeira situação financeira; - Certificar-se da consistência dos dados em comparação (especialmente quanto à depreciação e estoques), para não haver distorções nos resultados da análise; Ex: Fornecedores:____________________________________________________________ Ex: Possível Investidor: _________________________________________________________ Ex: Instituição Financeira: _______________________________________________________ 3. A IMPORTÂNCIA RELATIVA DE CADA ÍNDICE (PESO). Cada índice pode ser avaliado individualmente, sendo seu resultado quanto maior melhor ou quanto menor melhor. Ex: Liquidez Corrente = quanto maior melhor. Endividamento Geral = quanto menor melhor. Para avaliar uma empresa de maneira global existem varias fórmulas na literatura que relacionam os diversos índices através de equações. Para Matarazzo a fórmula que descreve a situação global da empresa é dada pelas equações:

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Estrutura de Capital EC = 0,6*(CT/PL) + 0,1*PC/CT + 0,2*AP/PL + 0,1*AP/(PL+ELP) Liquidez L = 0,3*(AC+RLP)/CT + 0,5*AC/PC + 0,2*(AC-EST)/PC Rentabilidade R = 0,2*V/AT + 0,1*LL/V + 0,1*LL / AT + 0,6*LL/PL Nota Global NG = 0,4*EC + 0,2*L + 0,4*R Cada autor utiliza equações distintas, dando maior importância para os índices que julga mais significativos na avaliação da empresa. 3.1 Previsão de Falência Utilizando a analise discriminante pode-se determinar a potencialidade da empresa entrar em processo de falência ou continuar atuando no mercado por um longo período. Diversos trabalhos foram realizados com o objetivo de determinar equações matemáticas capazes de dizer se a empresa corre risco de falência no futuro próximo. Dentre os autores na área podemos citar Kanitz, Altman, Elizatsky, Matias e Perreira. Cada autor estabelece uma metodologia própria para previsão de falência baseando-se em seus estudos e pesquisas. Um dos modelos mais aceitos pela comunidade acadêmica é o apresentado por Kanitz. Fórmula de Kanitz Fi = 0,05X1 + 1,65 X2 + 3,55 X3 - 1,06X4 - 0,33 X5

Onde: Fi = Fator de Insolvência X1 = Lucro Líquido/Patrimônio Líquido; X2 = (Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo )/ Exigível Total; X3 = (Ativo circulante – Estoques) / Passivo Circulante; X4 = Ativo Circulante / Passivo Circulante; X5 = Exigível Total / Patrimônio Líquido;

Segundo esse modelo, a empresa estará insolvente se Fi for inferior a -3; a sua classificação estará indefinida entre -3 e 0 e acima de 0 estará na faixa de solvência.

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4. ANÁLISE CONJUNTA DOS INDICADORES: A avaliação intrínseca dos índices nos dá uma noção de como está a situação das empresas, mas para uma análise mais aprofundada é necessário comparar estes índices com outras empresas do mesmo ramo de atividade. Ex: Empresa com liquidez corrente positiva, mas com taxa de lucratividade negativa. Ex: Empresa com alto índice de endividamento, mas com taxa de rentabilidade positiva.

Exemplo: empresa MARISOL S/A Análise dos Índices Estrutura de Capital Participação de Capitais de Terceiros CT/PL Composição do endividamento PC/CT Imobilização do Patrimônio Líquido AP/PL Imobilização de recursos não correntes AP/(PL+ELP) Liquidez Liquidez Geral (AC+RLP)/CT Liquidez Corrente AC/PC Liquidez Seca (AC-EST)/PC Rentabilidade Giro do Ativo V / AT Margem líquida LL / V Rentabilidade do Ativo LL / AT Rentabilidade do Patrimônio Líquido LL / PL 2005 66% 44% 58% 42% 2005 1,64 3,2 2,25 2005 1,06 8% 9% 15% 2004 73% 50% 55% 40% 2004 1,62 2,79 2,14 2004 1,07 12% 12% 21% 2003 75% 48% 61% 44% 2003 1,53 2,76 2,12 2003 1,05 8% 8% 14%

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5. ANÁLISE VERTICAL - AV (%) Indica o quanto representa percentualmente cada rubrica em relação ao total (ou às vendas brutas na Demonstração de Resultados). Calcula-se o percentual de cada conta em relação a um valor base (no BP é o Total do Ativo e na DRE são as Vendas ou Receita Líquida). O objetivo da análise vertical, segundo Matarazzo (1993), é mostrar a importância de cada conta em relação à demonstração financeira a que pertence e, através da comparação das contas do demonstrativo em relação a empresas concorrentes do mesmo ramo de atividades ou com percentuais da própria empresa em anos anteriores, permite inferir se há contas fora das proporções normais. conta selecionada ------------------------------ x 100 total

AV =

É importante analisar nas vendas brutas, a sua evolução nominal e real durante o período, para verificar a taxa de crescimento das vendas, e a sua rotatividade em relação ao ativo da empresa. Exercício - fonte: PROFISSIONAL BÁSICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS (1a FASE) – BNDES NOV/2009 39 A Cia. Patagônia S/A, ao realizar sua análise anual, apresentou os seguintes demonstrativos de resultados, em reais:
CONTAS Receita Bruta de Vendas (-) Impostos sobre Vendas (=) Receita Líquida de Vendas (-) Custo dos Produtos Vendidos (=) LUCRO BRUTO (-) Despesas Comerciais (-) Despesas Administrativas (-) Despesas Financeiras Líquidas (=) RESULTADO OPERACIONAL (+) Resultado não Operacional (=) Resultado Líquido antes IR e CSL (-) Provisão para IR e CSL (=) Resultado Líquido do Exercício 2007 1.435.109,00 - 254.524,00 1.180.585,00 - 946.378,00 234.207,00 - 25.403,00 - 163.926,00 - 587.560,00 - 542.682,00 17.740,00 - 524.942,00 0 - 524.942,00 AV% 2008 834.049,00 - 149.117,00 684.932,00 - 552.724,00 132.208,00 - 33.153,00 - 216.104,00 - 439.305,00 - 556.354,00 0 - 556.354,00 0 - 556.354,00 AV%

Com base exclusivamente nos dados acima, o percentual de participação relativa do item de Despesas Administrativas (análise vertical) do exercício de 2008 foi (A) 21,55 (B) 4,84 (C) (13,89) (D) (25,91) (E) (31,55)

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6. ANÁLISE HORIZONTAL: É o acompanhamento da evolução de cada conta (item) de uma série de demonstrações financeiras ou índices em relação a anterior e/(ou em relação a mais antiga das séries). Conseqüentemente, envolve o cálculo percentual de variação de cada conta considerada entre um ano (período) e outro, no caso do BP e DRE. Através da Análise Horizontal podemos relacionar a evolução ou variações das contas comparada a de outro, por exemplo: a evolução da mesma conta comparada aos concorrentes do mesmo ramo de atividade (ou mais próximos da empresa). Como também, podemos estudar (ou verificar modificações no) o comportamento das contas das demonstrações financeiras ou índices, bem como, investigar com mais profundidade as contas que mais se alteraram. Uma definição simplificada é a apresentada por Marion (1986, p.504) que diz o seguinte: "análise horizontal é a observação de uma seqüência de um mesmo índice ou de uma seqüência de valores de uma mesma conta, durante vários anos ou períodos. Esta análise é facilmente realizada estabelecendo o ano inicial da série analisada como índice básico 100 e expressando as cifras relativas aos anos posteriores, com relação ao índice básico 100", segundo Iudícibus & Marion (1992, p.110). A fórmula do cálculo da Análise Horizontal (AH) para qualquer conta do Balanço Patrimonial ( seja, do ativo ou passivo) e Demonstrativo do Resultado é a seguinte: AH = Valor absoluto da conta do ano atual -------------------------------------------X 100 Valor da conta no ano-base

O resultado mostra a evolução percentual de cada conta (grupo ou série em análise) em relação ao exercício anterior, ou seja, o crescimento de cada conta mostra os caminhos percorridos pela empresa e as possíveis tendências. O objetivo da análise horizontal é mostrar o crescimento de cada conta das demonstrações financeiras, comparando-as entre si, permitindo assim, tirar conclusões sobre o crescimento da empresa, segundo Matarazzo (1993).

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Exercício - fonte: PROFISSIONAL BÁSICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS (1a FASE) – BNDES NOV/2009 38 A Cia. Manhattan S/A apresentou os seguintes demonstrativos, com valores em reais:
Contas Receita Bruta Deduções da Receita Bruta Receita Líquida CMV Lucro Bruto Despesas de Vendas Despesas Administrativas Despesas Financeiras Resultado Avaliado ao MEP. Lucro Operacional Resultado não Operacional LAIR Provisão IR e CSL Lucro Líquido 2006 27.700.000,00 (4.450.000,00) 23.250.000,00 (14.650.000,00) 8.600.000,00 (1.256.000,00) (4.270.000,00) (2.950.000,00) 37.000,00 161.000,00 (31.000,00) 130.000,00 32.500,00 97.500,00 2007 AH% 35.000.000,00 (5.700.000,00) 29.300.000,00 (17.500.000,00) 11.800.000,00 (2.630.000,00) (5.960.000,00) (3.200.000,00) 80.000,00 90.000,00 (35.000,00) 55.000,00 (13.750,00) 41.250,00

Com base exclusivamente nos dados acima, o percentual de variação do lucro líquido (análise horizontal) do exercício de 2007, em relação a 2006, foi (A) 42,31 (B) 36,36 (C) (53,64) (D) (56,97) (E) (57,69)

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8. RELAÇÃO ENTRE ANÁLISE HORIZONTAL/VERTICAL Marion (1986) e Matarazzo (1993), recomendam o estudo em conjunto das análises horizontal/vertical, ou seja, deveriam ser usadas como uma técnica de análise única. Por esta razão, mencionam o aspecto de complementaridade, quer dizer, que as conclusões baseadas na análise vertical sejam complementadas pela análise horizontal, no sentido da identificação das causas constatadas. Segundo os mesmos autores, há casos em que se deve levar em conta a Inflação para que a análise horizontal e análise vertical não sejam é afetadas. Essas situações ocorrem porque na análise horizontal são comparados os valores de uma mesma conta (ou índice) de um ano para outro, portanto, em moeda de diferente poder aquisitivo. Na análise vertical são relacionados dois valores (índices) de uma mesma demonstração financeira (BP ou DRE), portanto, encontram-se em moeda de uma mesma data. Cuidados quanto a interpretação dos resultados da análise horizontal e vertical com base em Iudícibus & Marion, (1992): - Se os valores extraídos das demonstrações financeiras estiverem expressos em valores nominais o crescimento (ou decréscimo) dos índices expressará percentuais nominais - AH. - Dependendo do objetivo da empresa em relação a certos itens das demonstrações, é necessário que as análises horizontal e vertical sejam utilizadas em conjunto para uma melhor definição do assunto, sendo que, estas duas análises se complementam - AH. - Observar se todos os grupos ou contas das demonstrações financeiras foram corrigido monetariamente, e se todos os valores são nominais históricos - AV. - Sempre relacionar itens da mesma demonstração financeira e dentro do mesmo lado (devedor ou credor) - AV. - Verificar se o numerador ou denominador ou vice-versa, estão com valores nominais ou corrigidos, e com valores presentes – AV

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EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES:
ANALISTA DE NÍVEL SUPERIOR / CONTABILIDADE
FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br)

15 Uma sociedade anônima de capital fechado, atuando na área comercial, em 30 de junho de 2009, realizou as seguintes operações com vencimento para 30 de agosto de 2009:
I – Adiantamento a empregados – R$ 50.000,00; II – Adiantamento a diretores – R$ 50.000,00; III – Venda de mercadorias para uma coligada – R$ 50.000,00.

No balanço de 30 de julho de 2009, de acordo com a Lei das Sociedades Anônimas vigente, essas operações são classificadas como:
Ativo Circulante (A) I, II e III (B) I e II (C) I e III (D) II e III (E) Ativo não Circulante Realizável Longo Prazo III II I I, II e III

16 A Comercial Novidade S/A, em agosto de 2009, fez as seguintes operações com mercadorias:
Dia 10 15 18 20 25 Histórico Compra de Mercadorias a Prazo Venda de Mercadorias à Vista Devolução de Compras Desconto Concedido pela Liquidação do Título antes do Vencimento Desconto Auferido pela Liquidação do Título antes do Vencimento Valor 90.000,00 120.000,00 20.000,00 10.000,00 15.000,00

Considerando exclusivamente as informações acima e desconsiderando a incidência de qualquer imposto nessas operações, o custo das mercadorias vendidas, nesse período, em reais, é
(A) 55.000,00 (B) 60.000,00 (C) 70.000,00 (D) 80.000,00 (E) 90.000,00

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Considere os dados abaixo para responder às questões de nos 22 e 23. A Fina Flor do Mato Verde S/A publicou os resultados abaixo.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DOS EXERCÍCIOS Em reais 2008
RECEITA LÍQUIDA Custo das Mercadorias e Serviços LUCRO BRUTO RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Gerais e Administrativas Despesas Financeiras Receitas Financeiras LUCRO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL LUCRO ANTES I. RENDA E CSLL Imposto de Renda da Pessoa Jurídica Contribuição Social sobre o Lucro Participação dos Empregados no Resultado LUCRO DO EXERCÍCIO LUCRO POR AÇÃO (em reais) 287.929,00 (214.620,00) 73.309,00 (16.632,00) (6.995,00) (12.682,00) 3.045,00 56.677,00 5.808,00 62.485,00 (13.830,00) (5.100,00) (202,00) 43.353,00 1,2903

2007
256.809,00 (205.875,00) 50.934,00 (12.566,00) (6.144,00) (11.163,00) 4.741,00 38.368,00 4.117,00 42.485,00 (9.496,00) (3.461,00) (124,00) 29.404,00 0,8751

Informação adicional, dada pela Companhia Giros dos ativos (GA)

2008 10

2007 8

22 Considerando exclusivamente a boa técnica da elaboração da análise horizontal, o lucro operacional de 2008, em relação a 2007, apresentou uma variação percentual de
(A) 12,12 (B) 43,93 (C) 47,72 (D) 112,12 (E) 147,72

23 Considerando exclusivamente as informações recebidas da Companhia Fina Flor do Mato Verde S/A, a rentabilidade do ativo em 2007, em percentuais, foi
(A) 91,6 (B) 104,4 (C) 119,5 (D) 151,0 (E) 158,7

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Seleção Pública para Estagiários de Cursos Superiores - Prova: Ciências contábeis Dia: 25 de outubro de 2009. TJPE 2009

37. O Balancete de Verificação da Empresa Cardoso em 31-12-x8 apresentava saldos das seguintes
contas ( em R$ mil )

Bancos 10; Clientes 20; Capital a Realizar 50; Capital 100; Salários a Pagar 10; Caixa 15; Mercadorias 40; Empréstimos obtidos 40; Prejuízos acumulados 20; Fornecedores 5. Os valores encontrados para o Balancete de Verificação e o Patrimônio Líquido foram de:
a) Balancete de Verificação 165 e Patrimônio Líquido 55. b) Balancete de Verificação 185 e Patrimônio Líquido 65. c) Balancete de Verificação 150 e Patrimônio Líquido 35. d) Balancete de Verificação 95 e Patrimônio Líquido 45. e) Balancete de Verificação 155 e Patrimônio Líquido 30.

38. Uma Empresa resolveu fazer um adiantamento de salário concedido a empregado, que pode ser contabilizado da seguinte maneira:
a) Adiantamento a Empregados a Caixa (Bancos). b) Caixa a Salários a Pagar. c) Salários a Pagar a Caixa. d) Adiantamento de Empregados a Salários a Pagar. e) Caixa (Banco) a Adiantamento a Empregados.

39. Considerando que o Patrimônio é o conjunto de BENS, DIREITOS e OBRIGAÇÕES, para encontrar o Patrimônio Liquido desta representação gráfica, devemos fazer a seguinte equação:
Patrimônio da Cia. Shaul S/A (em R$ mil) Ativo BENS Dinheiro Veículos Imóveis Máquinas Ferramentas Móveis eUtensílios Marcas Patentes DIREITOS Depósitos em Bancos Duplicatas a Receber Títulos a Receber Aluguéis a Receber Ações 800 7.200 16.000 5.800 2.200 2.400 7.100 41.500 7.000 27.000 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 14.000 2.000 10.000 60.000 ? Passivo OBRIGAÇÕES Empréstimos a Pagar Fornecedores Salários a Pagar Encargos Sociais a Pagar Financiamentos Impostos aPagar Títulos a Pagar Contas a Pagar 6.300 9.800 5.200 4.700 4.600 7.000 1.400 1.300 40.300

a) Bens - Direitos + Obrigações = Patrimônio Líquido b) Bens + Direitos + Obrigações = Patrimônio Líquido c) Bens + Direitos - Patrimônio Líquido = Obrigações d) Bens + Direitos - Obrigações = Patrimônio Líquido e) Bens - Direitos - Obrigações = Patrimônio Líquido

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40. Com base na questão anterior, o Patrimônio Líquido desta representação Gráfica seria: a) 61.200 b) 60.000 c) 60.200 d) 59.800 e) 101.500

41. O Balanço Patrimonial é o mais importante relatório gerado pela contabilidade, através dele, pode-se identificar a situação financeira e econômica da empresa. Esse relatório contábil mostra:
a) O Lucro obtido pela entidade no ano civil (01-01 a 31-12). b) Os bens, as obrigações, os direitos e o Patrimônio Líquido da entidade em determinado momento. c) O Ativo e Passivo da entidade em determinado momento. d) Os resultados acumulados obtidos pela entidade em um período distinto. e) Os bens, as obrigações, os direitos pela entidade em determinado momento.

42. A Empresa Vigor apresentou o Balancete em 31/12 com a seguinte posição:
Caixa R$ 100.000; Fornecedores R$ 300.000; Contas a Pagar R$ 200.000; Duplicatas a Receber 200.000; Móveis e Utensílios R$ 700.000; Bancos 50.000; Receitas de Serviços R$ 1.400.000; Despesas Antecipadas R$ 50.000; Despesas de Salários R$ 200.000; Capital R$ 500.000; Lucros ou Prejuízos Acumulados R$ 100.000 Despesas de Impostos R$ 200.000; Despesas de material para Escritório R$ 200.000; Despesa de Energia R$ 100.000; Despesas Diversas R$ 300.000; Receitas de Operações Financeiras R$ 100.000; Descontos Concedidos R$ 100.000; Instalações R$ 400.000.

O encerramento das contas de Receitas e Despesa informará que houve:
a) 200.000 de lucro líquido. b) 100.000 de prejuízo. c) 900.000 de lucro líquido. d) 300.000 de lucro líquido. e) 400.000 de lucro líquido.

43. Acerca da Demonstração do Resultado do Exercício, é correto afirmar que:
a) O Patrimônio Líquido em determinado momento e sua distribuição. b) A variação da situação financeira entre dois momentos diferentes e sua distribuição. c) As despesas pagas e receitas recebidas entre dois momentos diferentes e consecutivos e sua distribuição. d) As despesas e as receitas incorridas entre diferentes e consecutivos e sua distribuição. e) O saldo das contas do Ativo e Passivo Financeiro.

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46. No dia primeiro do mês de outubro, a empresa Moura Ribeiro S/A demonstrou a seguinte situação patrimonial:
· Ativo Circulante R$ 5.200,00 · Ativo PermanenteR$ 5.200,00 · Passivo Circulante R$ 5.200,00 · Patrimônio Liquido R$ 5.200,00

Durante o referido mês, a empresa executou e contabilizou diversas partidas contábeis, chegando ao último dia com a seguinte situação Patrimonial:
· Ativo Circulante R$ 4.800,00 · Ativo PermanenteR$ 7.200,00 · Passivo Circulante R$ 6.400,00 · Patrimônio Liquido R$ 5.600,00

Neste período, não houve aumento de capital por subscrição e integralização de ações novas. De acordo com estas informações, podemos afirmar que a empresa Moura Ribeiro S/A, no mês de outubro referido, apurou:
a) Perdas de R$ 1.000,00, como mostra o aumento do Passivo Circulante. b) Perdas de R$ 1.700,00, como mostra a redução do Ativo Circulante. c) Nem ganhos nem perdas, já que o patrimônio permanece balanceado. d) Ganhos de R$ 2.000,00, como mostra o aumento do ativo total. e) Ganhos de R$ 400,00, como mostra o aumento do Patrimônio Líquido.

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO PROCESSO SELETIVO PARA O PROVIM ENTO DE VAGAS DO QUADRO DE ESTAGIÁ RIOS DE NÍVEL SUPERIOR Dia: 29 de novembro de 2009. Prova: Ciências Contábeis

27. A seguir, serão apresentadas, cronologicamente,as transações de “Empresa Comercial Recife S.A.”:
3/1- constituição do capital inicial em dinheiro, no valor de $ 8.000; 5/1- compra de um terreno, à vista,no valor de $3.000, afim de construir a sede da empresa; 10/1- venda de metade do terreno pelo preço de custo, a prazo; 15/1- compra, a prazo, junto ao fornecedor Cia X, de 3.800 em peças para reparos necessárias para as atividades da empresa; 20/1- recebimentos de $ 1.000, relativos à venda do terreno em 10-1-X1; 25/1- pagamento de $ 2.500 à Cia X pela compra efetuada em 15-1-X1. Pede-se: Para demonstrar a situação Patrimonial da Empresa Comercial Recife S.A., após cada operação. Assinale a alternativa correta: a) O total do Balanço é $ 6.300 (o Passivo é 1.300). b) O total do Balanço é $ 7.500 (o Passivo é 1.500). c) O total do Balanço é $ 8.600 (o Passivo é 1.800). d) O total do Balanço é $ 9.300 (o Passivo é 1.300). e) O total do Balanço é $ 5.300 (o Passivo é 1.700).

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28. Um débito numa conta de Ativo e um crédito simultâneo de igual valor numa conta de Patrimônio Líquido podem indicar:
a) Contração de uma dívida. b) Um aumento do Ativo. c) Aumento do Capital Social. d) Desinvestimento de Capital. e) Compra de um veículo.

29. A Cia. Comercial Pontes, cujo período-base coincide com o ano calendário, contratou, em 01/09/X8, um empréstimo bancário com vencimento para 31/08/X9, pagando antecipadamente, naquela data, R$ 720,00 de juros e correção monetária prefixada (R$ 60,00 por mês). O balanço Patrimonial de 31/12/X8, em decorrência dessa operação financeira, apresentou:
a) Um acréscimo no disponível de R$ 240,00. b) Um valor realizável a curto prazo de R$540,00. c) Uma realização a longo prazo de R$ 620,00. d) Uma despesa do exercício seguinte de R$480,00. e) Um passivo circulante de R$ 380,00.

30. Patrimônio Líquido é a diferença entre o valor do Ativo e do Passivo de uma entidade, em determinado momento. As fontes do Patrimônio Líquido são:
a) Os investimentos e os dividendos pagos. b) Os investimentos dos proprietários e os lucros. c) O capital inicial e os novos investimentos. d) As Reversões e os lucros. e) Os investimentos e os Ativos.

31. Em consonância à Resolução CFC n° 750/93, de 29 de dezembro de 1993. O princípio contábil que impõe a escolha de hipótese que resulte menor patrimônio líquido, quando se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos demais Princípios Fundamentais da Contabilidade, é o Princípio da:
a) Oportunidade. b) Competência. c) Entidade. d) Continuidade. e) Prudência. PROFISSIONAL BÁSICO CIÊNCIAS CONTÁBEIS (1a FASE) – BNDES NOV/2009

31 Na demonstração do resultado do exercício, as transações realizadas no período, não vinculadas à exploração do objeto da empresa, são classificadas como
(A) despesas com vendas. (B) despesas administrativas e não operacionais. (C) despesas financeiras deduzidas de receitas financeiras. (D) outras despesas e receitas operacionais. (E) receitas e despesas não operacionais.

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Dados para responder às questões de nos 40 e 41.
Balanço Patrimonial da Cia. Alvorada S/A (em reais) ATIVO 2005 2006 ATIVO CIRCULANTE 9.000.000,00 12.100.000,00 Caixa 500.000,00 400.000,00 Bancos 1.500.000,00 2.500.000,00 Duplicatas a Receber 3.000.000,00 4.200.000,00 Estoques 4.000.000,00 5.000.000,00 REALIZÁVE L LP 400.000,00 230.000,00 Contas a Receber 300.000,00 200.000,00 Empréstimos a Controladas 100.000,00 30.000,00 ATIVO PERMANENTE 7.000.000,00 14.400.000,00 Investimentos 2.500.000,00 5.000.000,00 Imobilizado 4.000.000,00 8.500.000,00 Diferido 500.000,00 900.000,00 TOTAL ATIVO 16.400.000,00 26.730.000,00 PASSIVO 2005 2006 PASSIVO CIRCULANTE 6.500.000,00 8.000.000,00 Fornecedores 5.000.000,00 6.000.000,00 Contas a Pagar 1.500.000,00 2.000.000,00 EXIGÍVE L LP 1.950.000,00 603.250,00 Empréstimos 1.500.000,00 400.000,00 Repasses Externos 450.000,00 203.250,00 PATRI MÔNIO LÍQUIDO 7.950.000,00 18.126.750,00 Capital Social • Subscrito 6.000.000,00 9.000.000,00 • A Realizar (3.000.000,00) (1.000.000,00) Reserva Capital 2.100.000,00 6.580.000,00 Reserva Lucros • Legal 300.000,00 549.100,00 • Estatutária 450.000,00 288.200,00 • Contingência 600.000,00 387.300,00 Lucros Acumulados 1.500.000,00 2.322.150,00 TOTAL 16.400.000,00 26.730.000,00

40 Considerando exclusivamente os dados apresentados, o índice de liquidez seca da Cia. Alvorada, em 2006, é
(A) 0,6612 (B) 0,7692 (C) 0,8875 (D) 1,3846 (E) 1,5125

41 A relação entre capital de terceiros e capital próprio, no exercício de 2005 da Cia. Alvorada, é
(A) 1,0629 (B) 1,0475 (C) 1,0263 (D) 0,8189 (E) 0,8176

QUE S T Õ E S DIS C U R S I V A S – BND E S
Questã o n o 2, 3 e 4 CÓP I A S

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