Você está na página 1de 43
B IBLIOTECA B IBLIOTECA C ENTRAL C ENTRAL C ESAR C ESAR L ATTES L

BIBLIOTECA BIBLIOTECA CENTRAL CENTRAL

CESAR CESAR LATTES LATTES

C ENTRAL C ENTRAL C ESAR C ESAR L ATTES L ATTES PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DE

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DE USUÁRIOS EM

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DE USUÁRIOS EM

INFORMAÇÃO CIENTÍFICA

INFORMAÇÃO CIENTÍFICA

UUSSUUÁÁRRIIOO UUSSUUÁÁRRIIOO DDAA IINNFFOORRMMAAÇÇÃÃOO DDAA IINNFFOORRMMAAÇÇÃÃOO DDEE CCIIÊÊNNCCIIAA DDEE CCIIÊÊNNCCIIAA EE TTEECCNNOOLLOOGGIIAAEE TTEECCNNOOLLOOGGIIAA

MÓDULO 2

MMMM ÓÓÓÓDDDDUUUU LLLLOOOO 4444

BA N ormalização SE S D E D AD de OS Trabalhos Científicos

Campinas 2008
Campinas
2008

Campinas

2008

EQUIPE

Alda Tenório Coelho A. Godoi

Danielle Dantas de Sousa

Eliana Marquetis

Heloisa Maria Ceccotti

Joana D'Arc da Silva Pereira

Patricia de Paula Ravaschio

Regina Blanco Vicentini

Regina de Moura Vera Lucia de Lima

Universidade Estadual de Campinas Sistema de Bibliotecas da UNICAMP Biblioteca Central Cesar Lattes Diretoria de Difusão da Informação R. Sergio Buarque de Holanda, 424 Cidade Universitária “Zeferino Vaz" Caixa Postal 6136 - Barão Geraldo 13083-859 – CAMPINAS – SP (19) 3521-6485 / 3521-6473 bibcen@unicamp.br

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO

6

2 ESTRUTURA DO TRABALHO

8

2.1

Informações Pré-Textuais

9

2.1.1 Capa externa

9

2.1.2 Capa

10

2.1.3 Folha de Rosto

11

2.1.4 Ficha Catalográfica

11

2.1.5 Folha de Aprovação

13

2.1.6 Dedicatória

13

2.1.7 Agradecimentos

13

2.1.8 Epígrafe

13

2.1.9 Resumo

16

2.1.10 Abstract

20

2.1.11 Listas

20

2.1.12 Sumário

20

2.2

Informações Textuais

27

2.2.1 Introdução

28

2.2.2 Desenvolvimento

28

2.2.3 Conclusão

30

2.3

Informações Pós-Textuais

30

2.3.1 Referências

30

2.3.2 Bibliografia

30

2.3.3 Glossário

31

2.3.4 Apêndice

31

2.3.5 Anexo

31

2.3.6 Índice

31

3 INSTRUÇÕES DE APRESENTAÇÃO

32

3.1 Redação

32

3.2 Errata

32

3.3 Numeração das Seções e Capítulos

32

4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA

34

4.1 Formato

34

4.2 Paginação

34

BIBLIOGRAFIA

ANEXOS

6

6

1 INTRODUÇÃO

É objetivo deste manual fornecer orientação quanto a elaboração e apresentação de trabalhos de graduação e pós-graduação, considerando a importância de se observar as deliberações da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) da Unicamp, normas sobre Documentação, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e normas do grupo Vancouver utilizadas pelas áreas biomédicas.

As orientações e exemplos foram baseadas nas seguintes normas da ABNT:

NBR 6024:2003 – Informação e Documentação - Numeração progressiva das seções de um documento escrito - Apresentação NBR 6027:2003 – Informação e Documentação – Sumário - Apresentação NBR 6028:2003 – Informação e Documentação – Resumo - Apresentação NBR 14724:2005 – Informação e Documentação - Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Esta norma especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos (teses, dissertações e demais tipos de monografia), visando à sua apresentação a instituições, através de comissões examinadoras designadas para este fim.

De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, NBR 14724 (dez. 2005),

Dissertação – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção do título de mestre.

Tese – documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a

7

especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor ou livre- docência.

Para a elaboração dos trabalhos acadêmicos seguem alguns passos básicos:

escolher o assunto que tratará, formulando um problema, uma questão, um tema

a ser investigado;

pesquisar, utilizando-se de levantamentos bibliográficos, quais os documentos existentes sobre o assunto e recolher esta documentação;

ler criteriosamente os textos e organizar esta documentação de forma a elaborar

o roteiro de seu trabalho;

reexaminar o tema à luz da documentação escolhida; direcionar os elementos do assunto para seu capítulo (introdução, revisão etc.); redigir o trabalho.

Para completar o ciclo produção-divulgação-absorção ou crítica de um novo conhecimento é preciso que o trabalho técnico-cientítico seja comunicado, divulgado. Para que essa divulgação atinja uma maior presteza, faz-se necessário o uso de normas claras e objetivas tanto em seu caráter intrínseco (metodologia, objetivos, entre outros) como extrínsecos (estrutura física e apresentação gráfica).

8

2 ESTRUTURA DO TRABALHO

De acordo com a Informação CCPG/002/06 1 , as teses e dissertações

apresentadas aos cursos de Pós-Graduação da Universidade Estadual de Campinas

(UNICAMP), poderão ser produzidas em formato tradicional ou alternativo.

Em formato tradicional, como a seguir:

Pré-Texto

Texto

Pós-Texto

Capa externa (fornecida pela Universidade) Capa Folha de rosto Ficha catalográfica (verso da folha de rosto) Folha de aprovação Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo Abstract Listas de ilustrações (opcional) Lista de Tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário

Introdução

Desenvolvimento

Conclusão

Referências (obrigatório) Bibliografia (opcional) Glossário (opcional) Apêndice (opcional) Anexo (opcional) Índice (opcional)

1 http://www.prpg.unicamp.br/ccpg_informacao.phtml

9

estabelecido que dependendo da área do conhecimento, a critério do orientador e

com aprovação da CPG da Unidade, os capítulos e os apêndices poderão conter

cópias de artigos de autoria ou co-autoria do candidato, já publicados ou submetidos

para publicação em revistas científicas ou anais de congressos sujeitos a

arbitragem, no idioma exigido pelo veículo de divulgação.

De acordo com o Artigo 3º dependendo da área do conhecimento, a critério

fica

Formato

alternativo:

de

acordo

com

o

Artigo

desta deliberação,

do orientador e com aprovação da CPG da Unidade, o formato alternativo deve

obedecer aos incisos I, II, III, IV, V, VII do artigo 1º do formato tradicional.

De acordo com o estabelecido na Informação CCPG/002/06, artigo 2º,

parágrafo único, que diz:

O orientador e o candidato deverão verificar junto às editoras a

possibilidade de inclusão dos artigos na dissertação ou tese,

em atendimento à legislação que rege o direito autoral,

obtendo, se necessária, a competente autorização, deverão

assinar declaração de que não estão infringindo o direito

autoral transferido à editora.

2.1 Informações Pré-Textuais

2.1.1 Capa externa Fornecida pela Universidade, apresenta formato único padronizado, dando visibilidade ao nível (mestrado ou doutorado), à Unidade de defesa, à Universidade e ao ano.

Exemplo:

10

10 2.1.2 Capa Contêm os seguintes dados necessários à identificação: § Autor: o nome completo do

2.1.2 Capa

10 2.1.2 Capa Contêm os seguintes dados necessários à identificação: § Autor: o nome completo do

Contêm os seguintes dados necessários à identificação:

§ Autor: o nome completo do autor deverá ser centrado no alto da folha de rosto, escrito com letras menores do que as utilizadas para o título, e seguido dos títulos e/ou credenciais (opcional);

§ Título do Trabalho: deve ser preciso e significativo, escrito com tamanho da letra maior do que o usado para o nome do autor, colocado no centro da página. O subtítulo, quando houver, deve ser graficamente diferenciado e separado do título por dois pontos (quando for explicativo) ou por ponto e vírgula (quando for complementar);

§ Notas tipográficas: compõem-se de local (cidade) e data (ano de depósito).

Exemplo:

11

DANYEL ELIAS DA CRUZ PERES

NEOPLASIAS DE GLÂNDULAS SALIVARES NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: ANÁLISE

CLÍNICA, HISTOPATOLÓICA E IMUNOHISTOQUÍMICA

PIRACICABA

2002

2.1.3 Folha de Rosto

Contêm os mesmos dados que a capa acrescentado área de notas:

§ Nota da tese ou dissertação: deve conter a natureza do trabalho (dissertação ou tese), o nível (mestrado ou doutorado), a Unidade de defesa, a Universidade, o curso efetuado e a área de concentração.

§ Orientador: o nome do orientador do trabalho deve suceder à informação da área;

§ Co-orientador: o nome do co-orientador do trabalho deve suceder a do orientador;

12

Exemplo:

DANYEL ELIAS DA CRUZ PERES

NEOPLASIAS DE GLÂNDULAS SALIVARES NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: ANÁLISE CLÍNICA,

HISTOPATOLÓICA E IMUNOHISTOQUÍMICA

Dissertação apresentada à Faculdade de Odontologia de Piracicaba, da Universidade Estadual de Campinas, para obtenção do Título de Mestre em Estomatopatologia. Área de concentração: Estomatologia.

Orientador:

Prof.

Kowalski.

Dr.

Luiz

Paulo

2.1.4 Ficha Catalográfica O verso da folha de rosto contém,

catalográfica, confeccionada por um profissional bibliotecário da Unidade de defesa.

Item não contado e nem paginado.

na parte inferior da página, a ficha

Exemplo:

Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca da Faculdade de Odontologia da UNICAMP

P415n

Peres, Danyel Elias da Cruz Neoplasias de glândulas salivares na infância e adolescência: análise clínica, histopatológica e imunohistoquímica / Danyel Elias da Cruz Peres. - Campinas : [s.n.], 2002.

Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Odontologia de Piracicaba. Orientador: Luiz Paulo Kowalski.

1. Neoplasias das glândulas salivares. 2. Glândulas salivares. 3. Patologia bucal. I. Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Odontologia. II. Cruz, Danyel Elias da. III. Título.

13

2.1.5 Folha de Aprovação

Fornecida pela Coordenadoria de Pós-Graduação da Unidade de defesa, dá visibilidade à banca examinadora.

Exemplo:

A Comissão Julgadora dos trabalhos de Defesa de Dissertação de Mestrado, em sessão pública realizada

A Comissão Julgadora dos trabalhos de Defesa de Dissertação de Mestrado, em sessão pública realizada em 20 de setembro de 2008, considerou o candidato XXXXX XXXXXXXXXXX aprovado.

1. Profa. Dra. Xxxxxxx Xxxxx Xxxxxxxxx

2. Prof. Dr. Xxxxxxxxx Xxxxxxxx Xxxxxx

3. Prof. Dr. Xxxxxx Xxxxxxxxxxxxxx

2.1.6 Dedicatória (opcional)

Texto, geralmente curto, no qual o autor presta uma homenagem ou dedica seu trabalho a alguém.

14

Exemplo:

Dedico este trabalho à minha esposa Xxxxxxxxxxx, pela compreensão dos momentos ausentes e pela colaboração constante nas profícuas opiniões.

À nossa filha Xxxxxxxx, tradução mais simples e sólida do fruto do amor puro e verdadeiro.

2.1.7 Agradecimentos (opcional)

Página em que o autor manifesta agradecimento às pessoas e instituições que, de alguma forma, colaboraram para a execução do trabalho.

15

Exemplo:

AGRADECIMENTOS

À Profa. Dra. Xxxxxxxxxxxxx, pela participação ativa e

direta neste passo gigantesco a caminho do nosso engrandecimento profissional, nos ensinando a conciliar os momentos de austeridade e ternura, fatores primordiais na

realização de um trabalho científico, meu eterno agradecimento.

À Faculdade de Odontologia de Piracicaba, na pessoa

do seu Diretor, Xxxxxxxxxxxxxxxx, onde tive a oportunidade de dar um importante rumo ao crescimento científico e profissional.

Ao Prof. Dr. Xxxxxxxxxxxxxx, que prestou preciosas informações para a realização deste trabalho.

A todas as pessoas que participaram, contribuindo para

realização deste trabalho, direta ou indiretamente, meu agradecimento.

2.1.8 Epígrafe (opcional) Inclui citação escolhida pelo autor que, de certa forma, embasou a gênese da obra. Pode ocorrer também nas folhas de abertura das seções primárias.

16

Exemplo:

"Todo conhecimento inicia-se na imaginação, no sonho; só depois desce à realidade material e terrena por meio da lógica"

Albert Einstein

2.1.9 Resumo

Baseado na ABNT norma NBR 6028, de 2003. O resumo é a síntese dos pontos relevantes do documento, em linguagem clara, concisa e direta. Ele transmite informações e fornece elementos para decidir sobre a consulta do texto completo. Seis itens são essenciais para a elaboração de um resumo: a) situar o trabalho; b) expor os objetivos; c) descrever a metodologia utilizada; d) expor a própria experiência; e) apresentar os resultados obtidos; f) conclusão.

17

Localizado em folha separada, limita-se a um parágrafo. Não deve ultrapassar 500 palavras.

Tipos de resumo

resumo indicativo resumo informativo resumo indicativo/informativo resumo crítico

Indicativo: sumário narrativo que exclui dados qualitativos e quantitativos e não dispensa a leitura do texto

Informativo: condensação do conteúdo, que expõe finalidade, metodologia, resultados e conclusões, dispensando a leitura do texto

Informativo/Indicativo: combinação dos dois tipos. Pode dispensar a leitura do texto quanto ao seu aspecto fundamental (finalidade, conclusões), mas não quanto aos demais aspectos tratados. É o tipo mais utilizado em bases de dados referenciais

Crítico: redigido por especialistas, análise interpretativa de um documento

Dicas de Redação e Estilo

O resumo deve ser feito pelo próprio autor; Um texto realmente lido, analisado e sublinhado já é um resumo em potencial; Não resumir durante a primeira leitura; Utilizar as palavras sublinhadas do texto; Ser breve, conciso e compreensível; Empregar o verbo na voz ativa; Utilizar, de preferência, a 3ª pessoa do singular; Evitar o uso de parágrafos, fórmulas, quadros, equações; Omitir dados irrelevantes e redundantes

18

Vícios de linguagem em trabalhos científicos

Algumas expressões e frases que podem ser substituídas:

correspondentemente, conseqüentemente assim, dessa forma

pode ser apontado como responsável devido a, causado por

um exemplo neste sentido é o fato de por exemplo

durante o tempo que enquanto

com exceção de um pequeno número de casos usualmente

demonstram uma tendência a tendem a

com propósito de para

na maioria dos casos usualmente

no curso normal dos procedimentos normalmente

num futuro não muito remoto cedo, logo

envolve a necessidade de requer

à luz da investigação feita, nossa conclusão é que conclui-se

tomando-se este fator em consideração é conseqüentemente

a única diferença é que exceto

19

Evitar ou omitir algumas frases

como afirma o grande autor todo mundo sabe que geralmente é reconhecido que em virtude da escassez de tempo não foi possível não há dúvida alguma que somente uma pessoa desqualificada afirmaria que somente um leigo afirmaria que gostaria de ter feito uma pesquisa mais

Logo

abaixo

do

resumo,

indicar

as

palavras-chave,

significativas do conteúdo do trabalho.

Exemplo:

que

são

palavras

RESUMO

Esta pesquisa teve por finalidade avaliar a ação da vitamina E, como radioprotetora nos fibroblastos no processo de reparação tecidual em ratos. Após sofrerem um procedimento cirúrgico, que constituiu da produção de

uma ferida na região dorsal anterior. Os animais foram divididos em 8 grupos:

grupo C (controle) - constituido de animais onde foi realizada somente a ferida, grupos VE 60 e VE 90 - pré tratamento com vitamina E (60 e 90 UI, respectivamente), grupo IR irradiação 3 dias após à cirurgia, grupos VE60 IR

e VE90 IR - pré tratamento com 60 e 90 UI de vitamina E e irradiação de suas

bordas 3 dias após às cirurgias, grupo OOl - pré tratamento com óleo de oliva

e grupo OOl IR - pré tratamento com óleo de oliva e irradiação de suas bordas

3 dias após à cirurgia. A ação radioprotetora da vitamina E foi avaliada pelo método da hematoxilina-eosina para análise morfológica do tecido de granulação, aos 4,7, 14 e 21 dias após a cirurgia e contagem de fibroblastos aos 4 e 7 dias após da ferida. A análise dos resultados mostrou que o retardo

no processo de reparação tecidual causado por 6 Gy de radiação de elétrons com um feixe de 6 MeV, não ocorreu no grupo de animais que recebeu vitamina E. Quanto ao número de fibroblastos, verificou-se menor quantidade dos mesmos nos grupos IR, OOl e OOl IR, quando comparado com o grupo controle, enquanto os demais grupos não apresentaram diferença com o controle, nos 2 períodos analisados. Assim, a vitamina E mostrou-se efetiva como radioprotetora

Palavras-chave: Radiação ionizante, Antioxidantes, Radicais livres, Biologia

20

2.1.10 Abstract

É a tradução do resumo para a língua inglesa, com a finalidade de facilitar a divulgação do trabalho em nível internacional. Logo abaixo do abstract, indicar as key words.

Exemplo:

ABSTRACT

This research had for purpose to evaluate the action of the vitamin E as a radioprotector in the process of the tissue repair in rats, that suffered previously a surgical procedure, which consists of the wound production in the dorsal area. The animais were divided into 8 groups: group C (control) - it consists only of animais in which the wound was made; VE60 and VE90 UI groups previously treated with vitamin E (60 and 90 UI respectively); IR group - constituted by wound and irradiation of its borders, 3 days after surgery; VE60 IR and VE90 IR - these groups were previously treated with 60 and 90 UI of the vitamin E and with irradiation of their borders, after 3 days surgery; OOL groups - the wound plus the previous treatiment of olive oit; OOL IR groups the woun plus the previous treatment with olive oil and the irradiation of its bordes, 3 days after surgery. The radioprotection action of the vitamin E was evaluated by the hematoxylin-eosin staining for morphologic analysis of the granulation tissue, to the 4, 7, 14 and 21 days after surgery and fibroblasts counting to the 4 and 7 days after wound. The analysis of the results showed that the retard in the process of tissue repair, caused by 6 Gy of electrons irradiation with a beam of 6 MeV, did not happen in the groups of animais that received vitamin E. Concerning to the fibroblasts number, smaller amount of the same ones was verified in IR, OOL and OOL IR groups when compared with the control groups, while the other groups did not present difference with the control, in 2 analyzed periods. Thus, vitamin E effectively acts as a as radioprotector, as it was shown

Key Words: Radiation, Ionizing, Antioxidant, Free Radicals, biology

2.1.11 Listas (opcional)

Elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu título específico, acompanhado do respectivo número de página exceto para os casos de listas de abreviaturas, siglas e símbolos. Dependendo da necessidade podem ser feitas listas para cada item. As ilustrações são numeradas no decorrer do texto com algarismos arábicos, em uma seqüência própria, independente da numeração dos capítulos ou das páginas. Podem integrar o texto, ou estar no final de frases.

21

Exemplo:

A figura 1 mostra o comportamento do consumo de oxigênio

Durante os primeiros

(figura 1)

Para as ilustrações apresentadas em anexo, acrescentar a informação.

Exemplo:

figura 1 anexo 2. Numeram-se As listas podem ser de:

Ilustrações São consideradas ilustrações: desenhos, esquemas, fórmulas, fluxogramas, fotografias, gráficos, gravuras, mapas, organogramas, plantas, quadros, tabelas, imagem que acompanha um texto, entre outros. As ilustrações (com exceção de tabelas) são designadas como figuras. De acordo com IBGE (1993), a tabela é uma “forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central”.

] são

confeccionadas com objetivo de apresentar resultados numéricos e valores comparativos, principalmente quando em grande quantidade.

(FRANÇA, 2007, p.115)

As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente [

A identificação de uma tabela deve aparecer no topo, com algarismos

arábicos, de modo crescente, precedidos da palavra Tabela, seguido do título da mesma. As fontes citadas na construção da tabela e notas eventuais aparecem na parte inferior da mesma, após o fio de fechamento. As tabelas devem ser inseridas o mais próximo possível do trecho a que se referem.

Se a tabela não couber em uma folha, deve ser continuada em folha seguinte

e, nesse caso, não é delimitada por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e

o cabeçalho repetidos na folha seguinte. Utilizam-se fios horizontais e verticais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fecha-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as colunas e fios horizontais para separar as linhas. Os quadros contêm informações textuais agrupadas em colunas. Devem apresentar um título claro e objetivo, sem abreviações, localizado acima deles (FRANÇA, 2007, p.114).

22

A tabela e o quadro não devem ser fechados lateralmente e não possui traços horizontais separando as informações nele contidas.

Exemplos:

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1

Figura 2

Tabela 1 –

Evolução do homem

15

Pressões sobre o 3º disco lombar em uma pessoa de 70 Kg

23

Dados apurados do usuário padrão referente à

 

iluminação / ótica

31

Tabela 2

Freqüência de idades na classe de usuários x

42

Figura 2

Classes de usuários com dores lombares

62

Tabela 1

– Idade da população X usuário padrão

73

LISTA DE TABELAS

Tabela 1 – Cursos em que os sujeitos da pesquisa lecionaram 1975-78

23

Tabela 2 – Disciplinas lecionadas pelos sujeitos da pesquisa 1975-78

24

Tabela 3 – Tempos de experiência dos sujeitos da pesquisa no magistério na área de didática

35

Tabela 4 – Caracterização da didática considerando-se categorias soladas

43

23

Abreviaturas e Siglas É a relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas na publicação, seguidas das palavras a que correspondem, escritas por extenso. Não devem figurar abreviaturas e siglas comuns, como centímetro, milímetro, et al. etc.

Símbolos

Elemento

opcional,

que

deve

ser

elaborado

de

acordo

com

a

ordem

apresentada no texto, com o devido significado.

Exemplo:

LISTA DE SÍMBOLOS

x 1 – Bactérias fixas

x 2 – Bactérias suspensas x 3 – Fitoplâncton x 4 – Zooplâncton

C

– Concentração do poluente x

K

– Coeficiente de dispersão [-]

As ilustrações são centradas na página e impressas em local tão próximo quanto possível do trecho onde são mencionadas no texto. O título e/ou legenda explicativa deve ser breve, porém explicativo. No caso das figuras é digitado abaixo da ilustração e na mesma margem desta; quadros e tabelas o título aparece acima da ilustração. Duas ou mais ilustrações podem constar da mesma página, cada uma contendo seu título e/ou legenda e número. Quando se tratar de ilustrações relacionadas, estas poder ser agrupadas sob um mesmo título e/ou legenda e número, com identificação para cada figura. Toda ilustração que já tenha sido publicada anteriormente deve conter, abaixo do título e/ou legenda, dados sobre a fonte (autor, data e página) de onde foi extraída (Lei n.9.610 de 19 fev. 1998, cap. I, art. 7º, IX, que regulamenta os direitos

24

autorais). Como nas demais citações, a referência completa, relativa à fonte da

ilustração, deve figurar na listagem no final do trabalho.

Exemplos:

G N P O S St LL M
G
N
P
O
S
St
LL
M

FIGURA 2 - Pontos cefalométrico segundo a análise Epker & Fish Fonte: RODRIGUES, 2000, p.70.

 

250

200

Dureza

150

Knoop

(KHN)

100

50

0

Charisma Vitremer Permite Dyract Durafil
Charisma
Vitremer
Permite
Dyract
Durafil

PC15%200 Dureza 150 Knoop (KHN) 100 50 0 Charisma Vitremer Permite Dyract Durafil PC10% SALI VA

PC10%200 Dureza 150 Knoop (KHN) 100 50 0 Charisma Vitremer Permite Dyract Durafil PC15% SALI VA

SALI VA200 Dureza 150 Knoop (KHN) 100 50 0 Charisma Vitremer Permite Dyract Durafil PC15% PC10%

FIGURA 2 -

Dureza Knoop (KHN) dos materiais restauradores utilizados, submetidos ao tratamento clareador com peróxido de carbamida a 10 e 15% e saliva artificial

Fonte: CAMPOS, 2000, p.96.

25

TABELA 1 - Número total de crianças segundo a faixa etária em meses o estágio de mineralização do primeiro molar permanente inferior direito

 

FAIXA

 

ESTÁGIO

 

TOTAL

ETÁRIA

5

6

7

8

9

10

36

a 41

2

4

6

42

a 47

1

13

14

48

a 53

2

9

3

14

54

a 59

9

13

1

23

60

a 65

5

20

4

1

30

66

a 71

2

8

7

2

19

72

a 77

6

6

5

17

78

a 83

1

9

4

14

84

a 89

13

3

16

90

a 95

7

11

2

20

96

a 101

3

11

6

20

102

a 107

1

5

5

11

108

a 113

1

5

11

17

114

a 119

6

12

18

120

a 125

1

7

8

126

a 131

1

15

16

132

a 137

1

12

13

138

a 143

7

7

144

a 149

7

7

150

a 155

1

1

156

a 161

2

2

T O T A L

5

42

51

52

56

87

293

Fonte: COSTA, 1999, p.25.

26

QUADRO 1 As safras modificadas

Percentual de lavouras trangênicas em relação à área plantada no mundo

Soja

51%

Algodão

20%

Canola

12%

Milho

09%

Fonte: International Service for the Acquisition of Agro-biotech Applications (ISAAA), 2002.

2.1.12 Sumário

Baseado da ABNT norma NBR 6027, de 2003. É a indicação do conteúdo do documento, refletindo as principais divisões e seções, na mesma ordem em que aparecem no texto. Cada parte é seguida pelo número da página em que se inicia. Usa-se o termo “sumário” (e não a palavra índice ou lista) para designar esta parte. O sumário deve incluir apenas as partes do trabalho que lhe sucedem, sendo assim dever ser localizado:

a) como último elemento pré-textual;

b) quando houver mais de um volume, deve ser incluído o sumário de todo o trabalho, de forma que se tenha conhecimento do conteúdo, independente do volume consultado.

Exemplo:

27

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO

1

1.1

OBJETIVOS DA PESQUISA

2

 

1.1.1 Objetivos gerais

4

1.1.2 Objetivos específicos

5

2. REVISÃO DA LITERATURA

6

 

2.1 Xxxxxxxxxxxxx xxxxxx

7

2.2 Xxxxxxxxxxxxx xxxxxx

10

 

2.2.1 Xxxxxxxxx xxxxx

30

2.2.2 Xxxxxxxxx xxxx

35

3.

MATERIAIS E MÉTODO

36

4.

RESULTADOS

50

5.

ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

60

6.

CONCLUSÃO

2.2 Informações Textuais (corpo do trabalho)

É a parte do trabalho onde se expõe o conteúdo do documento. A redação do

texto exige domínio do assunto, método e criatividade. Para efeito de sistematização

utiliza-se numeração progressiva.

Compreende três partes que podem não vir nitidamente definidas, mas

apenas delineadas: introdução, desenvolvimento e conclusão

28

2.2.1 Introdução

Parte em que o autor apresenta seu trabalho como um todo. Estabelece o assunto de forma sucinta sem deixar dúvidas, evidenciando o período de abrangência da pesquisa realizada, com informações sobre a natureza e a importância do tema; objetivos, finalidade e a justificativa do trabalho; destaca os principais tópicos do trabalho objetivando situar o tema do trabalho. Na introdução pode estar contida a revisão de literatura, no caso em que se justifique. Não deve entretanto incluir as conclusões. Em se tratando de trabalho experimental ou de argumentação, a hipótese pode ser incluída na introdução ou situar-se logo após a mesma, precedendo imediatamente a descrição dos materiais e métodos utilizados na sua comprovação.

2.2.2 Desenvolvimento

Parte principal do texto, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método. As principais abordagens dentro desse item podem ser:

revisão de literatura; proposição; material(is) e método(s) ou metodologia; resultados; discussão.

a) Revisão de Literatura – Objetiva sintetizar, de forma clara, as várias idéias arroladas nos trabalhos anteriores que serviram de base à investigação que está sendo realizada. Oferece base para a derivação das hipóteses e a explicação de sua fundamentação. A literatura deve ser apresentada preferencialmente em ordem cronológica, em blocos de assunto. Todo documento citado deve constar na listagem de referências.

b) Material(is) e Método(s) ou Metodologia – Compreende-se o instrumental empregado e a descrição das técnicas adotadas, incluindo-se a experimentação com detalhes. Os materiais devem ser descritos de maneira precisa e breve, possibilitando assim a repetição do experimento com a mesma precisão. A metodologia é apresentada na seqüência

29

cronológica em que o trabalho foi conduzido. Os métodos que já tenham sido publicados devem ser referidos apenas por citação, a não ser que tenham sido substancialmente modificados.

Dados como sexo, idade, peso, latitude e longitude inerentes a cada caso devem ser incluídos. Podem ser incluídos, também, gráficos, tabelas etc. que ilustrem os processos seguidos pelo autor: instrumentação (indicação de testes, medidas, observações, escalas, questionários a serem usados); coleta de dados (informações sobre como, quando, onde e por que foram aplicados os processos de pesquisa); tratamento estatístico etc.

Equipamentos, produtos e outros materiais que estejam sendo utilizados pela primeira vez devem ser descritos com detalhes, inclusive com fotografias e desenhos.

Marcas comerciais de equipamentos, drogas e outras só deverão ser incluídas quando contribuírem significativamente para a melhor compreensão e avaliação do trabalho.

c) Resultados - Os resultados obtidos devem ser apresentados de forma objetiva, precisa, clara e lógica, utilizando-se tabelas, figuras, fotografias que complementam o texto.

Podem ser subdividos em tópicos que correspondam a cada uma das hipóteses formuladas. Apresentam-se os resultados positivos e negativos, desde que sejam relevantes. Não devem conter interpretação pessoal.

d) Discussão - É a comparação entre os resultados obtidos pelo autor e os encontrados em trabalhos anteriores, permitindo uma análise que estabeleça relações entre eles e deduções das proposições e generalizações pertinentes.

Baseada em fatos comprovados, deve ressaltar os aspectos que confirmem de modo significativo as teorias estabelecidas, apresentando novas perspectivas para a pesquisa.

30

2.2.3 Conclusão

Fundamenta-se no texto e é decorrente das provas relacionadas na discussão. O autor faz uma recapitulação sintética dos resultados e da discussão do trabalho apresentado correspondentes aos objetivos ou hipóteses tratados no trabalho. Pode conter a indicação de novos estudos

2.3 Informações Pós-Textuais

Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Bibliografia (opcional) Apêndice (opcional) Anexos (opcional) Índice (opcional)

2.3.1 Referências (obrigatório)

Consultar Guia de Normalização ABNT e Vancouver para Referências e Citações.

2.3.2 Bibliografia (opcional)

Trata-se de uma variação de listas bibliográficas. Difere-se das referências por se tratar de uma lista composta de documentos não citados diretamente no texto, mas que auxiliaram na elaboração do trabalho. Também pode ser constituída de levantamento bibliográfico sobre o tema, ou com ele relacionado, incluindo documentos não consultados. Para a confecção desta lista deve ser utilizado o modelo da lista de referências.

31

2.3.3 Glossário (opcional)

Consiste em uma lista, em ordem alfabética, das palavras ou expressões pouco conhecidas utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições.

2.3.4 Apêndice (opcional)

Consiste em um texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar sua argumentação. Por trata-se de material complementar ao texto, deve ser incluído quando for imprescindível à compreensão do trabalho. Quando houver mais de um, cada apêndice deverá conter sua indicação, seguido do número correspondente, em algarismo arábico, apontados, inclusive, no Sumário.

2.3.5 Anexo (opcional)

Consiste em um texto ou documento não elaborados pelo autor, com o intuito de fundamentar, comprovar e ilustrar, como leis, estatutos etc. Por trata-se de material complementar ao texto, deve ser incluído quando for imprescindível à compreensão do trabalho. Quando houver mais de um, cada anexo deverá conter sua indicação, seguido do número correspondente, em algarismo arábico, apontados, inclusive, no Sumário.

2.3.6 Índice (opcional)

É a relação detalhada, em ordem alfabética, dos assuntos, nomes (de pessoas, geográficos entre outros) e títulos que aparece no final do documento, localizando e remetendo ao texto. O índice deve ter paginação contínua a do texto.

32

3 INSTRUÇÕES DE APRESENTAÇÃO

Baseado na ABNT, norma NBR 14724, de 2005, e na Deliberação da

Unicamp CCPG/002/06 2 que trata basicamente, de alguns cuidados que o autor de

um trabalho de pesquisa deverá ter para que o mesmo apresente-se normalizado de

acordo com padrões utilizados nas publicações técnico-científicas.

3.1 Redação A redação do trabalho deve ser cuidadosa, transmitindo as informações

obtidas de forma clara e objetiva, utilizando as expressões corretas, coordenação

lógica, sintaxe adequada e disposição uniforme do conteúdo, com linguagem e

terminologia corretas, precisas e coerentes ao tempo verbal.

3.2 Errata Se necessária à elaboração de uma errata, deverá ser inserida antes da folha

de rosto.

Exemplo:

onde se lê

leia-se

ERRATA

página

parágrafo

linha

material de referência

conclusão

132

1

3

pretextuais

pré-textuais

156

2

2

postetuais

pós-textuais

156

2

1

3.3 Numeração das Seções e Capítulos

Designada pela ABNT NBR 6024, de 2003, como numeração progressiva,

tem a finalidade de oferecer aos leitores uma visão global do trabalho, de forma clara

e coerente do texto, facilitando a localização imediata das partes que o compõem.

As divisões e subdivisões denominam-se seções (primárias, secundárias,

terciárias, quaternárias, quinárias etc.), sendo que os títulos das seções devem ser

destacados gradativamente, utilizando-se racionalmente os recursos de negrito,

2 http://www.prpg.unicamp.br/ccpg_informacao.phtml

33

itálico ou grifo, tamanho de fonte, letras em maiúsculas ou minúsculas etc. Comumente as seções recebem indicativas representadas por algarismos arábicos.

Exemplo:

1 INTRODUÇÃO

1

1.1 Objetivos

10

1.1.1 Geral

11

1.1.2 Específico

12

2 REVISÃO

25

3 MATERIAL E MÉTODOS

26

4 RESULTADOS

56

5 DISCUSSÃO

89

6 CONCLUSÃO

95

- que, geralmente, são

designadas por letras minúsculas do alfabeto latino. As alíneas são utilizadas para

relacionar conteúdo pouco extenso. São pontuadas com ponto e vírgula, com exceção da última.

Também podem ser utilizadas alíneas - a); b);

Exemplo:

São objetivos da disciplina:

a) orientar sobre o uso da Biblioteca;

b) dar conhecimento dos recursos de informação na área;

c) oferecer treinamento de técnica de pesquisa.

Cada seção pode ser dividida em seções secundárias; estas, em terciárias, e assim por diante. Não é recomendada a subdivisão excessiva de um texto, ou seja, subdivisão que ultrapasse a seção terciária. A apresentação gráfica dos títulos das seções de um mesmo nível deve ser padronizada, ou seja, com mesmo tipo e corpo, enquanto que seções de níveis diversos devem ser apresentadas de forma diferenciada, demonstrando a subordinação ou não de um item a outro. Os títulos das seções primárias devem iniciar em folhas distintas.

34

4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA

4.1 Formato Por exigência da Universidade, a tese ou dissertação deve ser impressa em

folha “carta”, de dimensões 21,59 x 27,94cm, em papel branco e tinta de cor preta.

Digitados no anverso da folha até 100 páginas. A fonte utilizada pode ser escolhida

entre Times New Roman ou Arial, tamanho 13 ou 14 para os títulos, 12 para o texto,

e 10 para citações longas e notas de rodapé.

Espacejamento:

entre as linhas do texto: espaço 1,5;

entre as linhas de referências, notas de rodapé e citações textuais longas:

espaço simples.

Margens:

Para documentos até 100 páginas

Para documentos com mais de 100 páginas

superior: 3, 0 cm;

 

superior: 3, 0 cm;

esquerda: 3, 0 cm;

esquerda: 3, 0 cm;

direita: 2, 0 cm;

direita: 3, 0 cm;

inferior: 2, 0 cm;

inferior: 3, 0 cm;

de parágrafos: 2, 0 cm a partir da margem esquerda;

de citação longa: 4, 0 cm a partir da margem esquerda.

4.2 Paginação De acordo com a Informação CCPG 001/00 3 , todas as páginas deverão,

obrigatoriamente, ser numeradas a partir da capa, da seguinte forma:

em romano, em sua forma minúscula, da capa ao sumário (com exceção

da ficha catalográfica);

35

em arábico, a partir do Introdução até o final do trabalho, incluindo as informações pós-textuais, exemplo: anexos e apêndices. Os números das páginas deverão figurar na posição “fim da página (rodapé)”

e alinhamento “centralizado”:

Para trabalhos com até 100 páginas (contadas da capa até a última página),

a impressão final será efetuada apenas no padrão frente, exceção feita à página da ficha catalográfica.

Exemplo:

Capa

i

Dedicatória

v

Abstract

ixi

Página de

Rosto

ii

Agradecimentos

vi

Sumário

x

Ficha

Catalográfica

iii

Epígrafe

vii

1 Introdução

1

Folha de

Aprovação

iv

Resumo

viii

.

.

.

Para trabalhos com mais de 100 páginas (contadas da capa até a última página), a impressão final será efetuada no padrão frente e verso, com exceção às páginas iniciais e divisão de capítulos. Assim, obrigatoriamente, os capítulos terão início em página ímpar, uma vez que toda página com numeração “ímpar” será impressa como “frente” e toda página com numeração “par” será impressa como “verso”.

36

Exemplo:

Capa

i

Folha de

Aprovação

iv

Agradecimentos

viii

Resumo

xii

Sumário

xvi

Verso

em branco”

ii

Verso

em branco”

v

Verso

em branco”

ix

Verso

em branco”

xiii

Verso

em branco”

xvii

Página de

Rosto

iii

Dedicatória

vi

Epígrafe

x

Abstract

xiv

1 Introdução

1

Ficha

Catalográfica

Verso

em branco

vii

Verso

em branco”

xi

Verso

em branco”

xv

.

.

.

6

BIBLIOGRAFIA

1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 10520 – Informação e Documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7p.

2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 12256 - Apresentação de originais. Rio de Janeiro: ABNT, 1992. 4p.

3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 6024 – Informação e Documentação - Numeração progressiva das seções de um documento - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 3p.

4. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 14724 – Informação e Documentação - Trabalhos acadêmicos - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. 9p.

5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 6028 – Informação e Documentação – Resumo - Apresentação. Rio de Janeiro:

ABNT, 2003. 2p.

6. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 6027 – Informação e Documentação – Sumário - Apresentação. Rio de Janeiro:

ABNT, 2003. 2p.

7. CASTRO, C.M. Estrutura e apresentação de publicações técnicas: versão preliminar. Rio de Janeiro: IPEA, 1973. 43p.

8. FRANÇA, J.L.; VASCONCELLOS, A.C. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8.ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: UFMG, 2007. 255p.

9. FUNARO, V.M.B.O. et al. Diretrizes para apresentação de dissertações, teses e trabalhos de conclusão de curso da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo. São Paulo: SDO-FO/USP, 2003.

10. GRIGOLLI, A.A.G.; GIACHETI, D.A. Guia para elaboração de dissertações e teses: curso de Pós-Graduação – HRAC. 3. ed. Bauru: HRAC, 2001.

11. INTERNATIONAL COMMITTEE OF MEDICAL JOURNAL EDITORS - ICMJE. Uniform requirements for manuscripts submitted to biomedical journals updated. October 2007. Disponível em: <http://www.icmje.org/index.html>. Acesso em: 02 out. 2002.

12. INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA - INMETRO. Unidades legais de

medidas.

Disponível

em:

<http://www.inmetro.gov.br/consumidor/unidLegaisMed.asp>.

Acesso

em:

18

mar.

2008.

7

13. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Metodologia do trabalho científico. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2001.

14. NAHUZ, C.S.; FERREIRA, L.S. Manual para normalização de monografias. 2.ed.rev. e atual. São Luís: Ed. da Universidade do Maranhão, 1993. 139p.

15. SÁ, E.S. (Coord) et al. Manual de normalização de trabalhos técnicos científicos e culturais. 7.ed. Petrópolis: Vozes, 2002.

16. SOUSA, D.D.; CECCOTTI, H.M.; RAVASCHIO, M.A.P. Normalização de teses. Campinas: [s.n.]; 1998. 48p.

ANEXOS

INFORMAÇÃO CCPG/002/06

Tendo em vista a necessidade de revisão da regulamentação das normas sobre o formato e a impressão das dissertações de mestrado e teses de doutorado e com base no entendimento exarado no Parecer PG nº 1985/96, que trata da possibilidade do formato alternativo ao já estabelecido, a CCPG resolve:

Artigo 1º - O formato padrão das dissertações e teses de mestrado e doutorado da UNICAMP deverão obrigatoriamente conter:

I. Capa com formato único ou em formato alternativo que deverá conter informações relativas ao nível (mestrado ou doutorado) e à Unidade de defesa, fazendo referência à Universidade Estadual de Campinas, sendo o projeto gráfico das capas definido pela PRPG.

II. Primeira folha interna dando visibilidade à Universidade, a Unidade de defesa, ao nome do autor, ao título do trabalho, ao número de volumes (quando houver mais de um), ao nível (mestrado ou doutorado), a área de concentração, ao nome do orientador e co- orientador, ao local (cidade) e ao ano de depósito. No seu verso deve constar a ficha catalográfica.

III. Folha de aprovação, dando visibilidade à Comissão Julgadora com as respectivas assinaturas.

IV. Resumo em português e em inglês (ambos com no máximo 500 palavras).

V. Sumário.

VI. Corpo da dissertação ou tese dividido em tópicos estruturados de modo característico à área de conhecimento.

VII.Referências, formatadas segundo normas de referenciamento definidas pela CPG da Unidade ou por critério do orientador.

VIII.Todas as páginas deverão, obrigatoriamente, ser numeradas, inclusive páginas iniciais,

páginas iniciais poderão ser numeradas

divisões de capítulos, encartes, anexos etc

As

utilizando-se algarismos romanos em sua forma minúscula.

IX. Todas as páginas com numeração "impar" serão impressas como "frente" e todas as páginas com numeração "par" serão impressas como "verso".

§ 1º - A critério do autor e do orientador poderão ser incluídos: dedicatória; agradecimento;

epígrafe; lista de: ilustrações, tabelas, abreviaturas e siglas, símbolos; glossário; apêndice; anexos.

§ 2º - A dissertação ou tese deverá ser apresentada na língua portuguesa, com exceção da possibilidade permitida no artigo 2º desta Informação.

§ 3º - As dissertações e teses cujo conteúdo versar sobre pesquisa envolvendo seres humanos,

animais ou biossegurança, deverão apresentar anexos os respectivos documentos de aprovação.

Artigo 2º - A critério do orientador e com aprovação da CPG da Unidade, os capítulos e os apêndices poderão conter cópias de artigos de autoria ou de co-autoria do candidato, já publicados ou submetidos para publicação em revistas científicas ou anais de congressos sujeitos a arbitragem, escritos no idioma exigido pelo veículo de divulgação.

§ único - O orientador e o candidato deverão verificar junto às editoras a possibilidade
§ único - O orientador e o candidato deverão verificar junto às editoras a possibilidade de inclusão
dos artigos na dissertação ou tese, em atendimento à legislação que rege o direito autoral, obtendo,
se necessária, a competente autorização, deverão assinar declaração de que não estão infringindo o
direito autoral transferido à editora.
Artigo 3º - Dependendo da área do conhecimento, a critério do orientador e com aprovação da CPG
da Unidade, a dissertação ou tese poderá ser apresentada em formato alternativo, desde que
observados os incisos I, II, III, IV, V e VII do artigo 1º.
Artigo 4º - Para impressão, na gráfica da Unicamp, dos exemplares definitivos de dissertações e
teses defendidas, deverão ser adotados os seguintes procedimentos:
1º - A solicitação para impressão dos exemplares de dissertações e teses poderá ser encaminhada
à gráfica da Unicamp pelas Unidades, que se responsabilizarão pelo pagamento correspondente.
§
§
2º - Um original da dissertação ou tese, em versão definitiva, impresso em folha tamanho carta, em
uma
só face, deve ser encaminhado à gráfica da Unicamp acompanhado do formulário "Requisição
de Serviços Gráficos", onde conste o número de exemplares solicitados.
§
3º - A gráfica da Unicamp imprimirá os exemplares solicitados com capa padrão. Os exemplares
solicitados serão retirados pelas Unidades em no máximo, cinco dias úteis para impressão preto e
branco e 10 dias úteis para coloridas.
§
4º - No formulário "Requisição de Serviços Gráficos" deverão estar indicadas as páginas cuja
reprodução deva ser feita no padrão "cores" ou "foto", ficando entendido que as demais páginas
devam ser reproduzidas no padrão preto/branco comum.
§
5º - As dissertações e teses serão reproduzidas no padrão frente e verso, exceção feita às páginas
iniciais e divisões de capítulos; dissertações e teses com até 100 páginas serão reproduzidas no
padrão apenas frente, exceção feita à página que contém a ficha catalográfica.
6º - As páginas fornecidas para inserção deverão ser impressas em sua forma definitiva, ou seja,
apenas frente ou frente/verso.
§
§
7º - O custo, em reais, de cada exemplar produzido pela gráfica será definido pela Administração
Superior da Universidade.
Artigo 5º - É obrigatória a entrega de dois exemplares para homologação.
Artigo 6º - Esta Informação entrará em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as
disposições em contrário, principalmente as Informações CCPG 001 e 002/98 e CCPG/001/00.
Campinas, 13 de setembro de 2006
Profa. Dra. Teresa Dib Zambon Atvars Presidente Comissão Central de Pós-Graduação Declaração As cópias de
Profa. Dra. Teresa Dib Zambon Atvars
Presidente
Comissão Central de Pós-Graduação
Declaração
As cópias de artigos de minha autoria ou de minha co-autoria, já publicados ou submetidos para
publicação em revistas científicas ou anais de congressos sujeitos a arbitragem, que constam da
minha Dissertação/Tese de Mestrado/Doutorado, intitulada "
não infringem os dispositivos da Lei n.º 9.610/98, nem o direito autoral de qualquer editora.
",
Campinas, (data)
Autor
RG n.º
Orientador
RG n.º
INFORMAÇÃO CCPG/003/06 Tendo em vista a necessidade de estabelecer as regras para a publicação das
INFORMAÇÃO CCPG/003/06
Tendo em vista a necessidade de estabelecer as regras para a publicação das dissertações e
teses em texto completo na Biblioteca Digital da UNICAMP, a CCPG resolve:
Artigo 1º - As dissertações e teses serão disponibilizadas em texto completo na Biblioteca
Digital da UNICAMP.
Artigo 2º - Os arquivos completos com o conteúdo das dissertações e teses deverão estar
preferencialmente com a extensão ponto pdf (Adobe) ou outro qualquer quando esse não for
possível.
§. 1º Os arquivos não devem conter chaves que restrinjam o acesso.
§. 2º O conteúdo da dissertação e/ou tese deve ser salvo em um único arquivo.
§. 3º O conteúdo deve estar em conformidade com a cópia impressa da dissertação ou tese ou
com o conteúdo da cópia enviada para homologação.
§. 4º Páginas deverão ser escaneadas, quando necessário, e incorporadas no arquivo único da
tese seguindo a mesma seqüência do volume impresso.
Artigo 3º - As mídias de suporte dos arquivos eletrônicos com o conteúdo das dissertações e
teses deverão estar convenientemente acondicionadas e devidamente identificadas,
externamente, com as informações:
I - Nome do autor por extenso;
II - Título e subtítulo (completo);
III - Grau de Defesa;
IV - Unidade de Defesa;
V - Data de Defesa;
VI - Endereço de e-mail e telefone para contato;
VII - Identificação do tipo de arquivo
Artigo 4º - Os autores deverão entregar os arquivos com o conteúdo das dissertações e teses
defendidas na Unicamp nas mídias de suporte na Secretaria de pós-graduação da unidade de
defesa.
§. 1º - Ao receber os arquivos eletrônicos das dissertações e teses defendidas na Unicamp, as
Secretarias de Pós-Graduação deverão:
I checar se as informações para identificação das dissertações e/ou
invólucro da mídia;
teses
estão constando no
II - obter declaração do aluno de que o conteúdo da dissertação ou tese é correspondente ao
original entregue para a homologação.
§ 2º - O arquivo eletrônico é parte integrante dos documentos necessários à homologação da
dissertação ou tese.
§. 3º A versão eletrônica deverá ser encaminhada à Biblioteca Central - Biblioteca Digital, acompanhada
§. 3º A versão eletrônica deverá ser encaminhada à Biblioteca Central - Biblioteca Digital,
acompanhada de relação de remessa ou ofício de encaminhamento e do formulário de
autorização para divulgação na biblioteca Digital ou alternativamente poderá ser entregue na
Biblioteca Setorial que emitirá uma declaração de que se responsabiliza pela inserção da tese na
BD-UNICAMP. Essa declaração acompanhará os documentos necessários para a homologação.
Artigo 5º - Esta Informação entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
Campinas, 13 de setembro de 2006
Profa. Dra. Teresa Dib Zambon Atvars
Presidente
Comissão Central de Pós-Graduação

INFORMAÇÃO CCPG/005/05

Para a constituição das Comissões Julgadoras de Dissertações de Mestrado e de Teses de Doutorado, devem ser previstos além do Orientador e dos membros efetivos, mais dois membros para as Comissões Julgadoras de Mestrado, sendo um deles externo à Unidade e mais três membros para as Comissões de Doutorado, sendo pelo menos um, externo à Unidade.

Esclareço que os membros titulares das Comissões Julgadoras, quando necessário, deverão ser substituídos pelos homólogos, isto é, se da Unidade, por outro da Unidade, se externo à Unidade, por membro externo à Unidade e não havendo necessidade, a participação ficará a critério da Unidade

Campinas, 30 de junho de 2005

Profa. Dra. Teresa Dib Zambon Atvars Presidente Comissão Central de Pós-Graduação

Interesses relacionados