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Mensagens Bíblicas

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9 mensagens bíblicas com ilustrações
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Mensagens

Bíblicas
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Bíblicas
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Sumário
A Prova ....................................................7
Tg 1:12-15 9

O Barco ...................................................11
Gl 3:23-25 14

A Força Interior ........................................17
1 Co 10:13 19

O Muro do Pecado ...................................21
Is 59:1, 2 23

Lembranças ..............................................25
2 Pe 3:1-9 27

Conheço o Seu Filho ................................29
Jo 14:1-9, 13, 14 31

Perdeu o Valor ..........................................33
Rm 10:4 35

Autoridade ...............................................39
Mt 28:18-20 42

A Construção ...........................................45
Lc 6:46-49 48

| 6

Capítulo

-

A Prova

1

“A provação vem, não só para testar o nosso valor, mas para aumentá-lo; o carvalho não é apenas testado, mas enrijecido pelas tempestades” (Lettie Cowman) Uma prova é uma coisa boa. O aluno que está pronto, não teme a prova. Ele só fica ansioso para ver uma nota boa. Um professor dá todo o ensinamento e no final de um tempo ele precisa avaliar o progresso dos seus alunos. A prova é o instrumento de avaliação do progresso. Se o aluno for aprovado, pois este é o objetivo da prova, ele avança confiante para maiores desafios. Se o aluno não prestou atenção ao

ensinamento, a prova lhe causa pavor, mas também avalia sua necessidade de maior aplicação pessoal. O mau aluno culpa o professor, o acusa de perseguição. Ele erra e procura encontrar os culpados por sua falta de aplicação. A prova, ou a provação, é coisa boa. Ela avalia se o investimento no aluno valeu a pena. "Ninguém conhece as suas próprias capacidades enquanto não as colocar à prova." Públio Siro. (85 a.C. - 43 a.C.), escritor latino da Roma antiga. A prova é demonstração de confiança por parte do mestre. Ele já fez a sua parte, agora ele precisa compartilhar a responsabilidade em quem confia. O mestre coloca à prova a capacidade do aluno e espera a sua aprovação para que o recompense com maior confiança ainda. O aluno bem instruído lembra que a prova é como o fogo que revela e depura o ouro. Sem prova, o homem cresce fisicamente, mas não amadurece e não revela e desenvolve o seu caráter. A pedra preciosa não pode ser polida sem fricção, nem o homem aperfeiçoado sem provação. A prova é boa, ela quem nos faz subir mais um degrau acima para perto de Deus.

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A Provação Tg 1:12-15 Introdução: A Prova Discussão: I. Deus, a Fonte da Provação (v. 12) A. Bem aventurados os que são provados B. Suportar com perseverança C. Depois de ter sido aprovado D. Receberá a recompensa E. Prova do amor ao Senhor II. Cobiça, a Fonte da Tentação (v. 13, 14a) A. Todos seremos tentados B. Quem é o culpado? (Pv 19:3) C. Deus não tenta ninguém D. A fonte da tentação é a cobiça III. A Escalada da Cobiça (v. 14b, 15) A. Cobição são nossos maus desejos B. A cobiça nos atraí C. A cobiça nos seduz D. A cobiça concebe em nós E. Com o tempo nasce o pecado F. O pecado, gera a morte 9 |

IV. A Luta Contra o Pecado A. Somos responsáveis por nossos maus desejos (Gn 4:6, 7) B. Somos fortes por natureza para vencer a tentação (1 Co 10:13) Conclusão: A. A prova é boa para nos aperfeiçoar. A prova mostra a confiança de Deus em nós. B. A tentação não vem de Deus. Deus é imune a tentação e não nos aflige com ela ainda que permita. C. A fonte da tentação são nossos maus desejos. Quanto maiores forem os nosos maus desejos, maiores serão nossas tentações. D. Os maus desejos nos atrem com valores ilusórios, nos seduz fazendo que baixemos a guarda e concebe o pecado em nós até que ele venha à luz pela prática e gera em nós a morte eterna.

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Capítulo

-

O Barco

2

"Não há nada que conduza à verdade. Temos que navegar por mares sem roteiros para encontrá-la." (J. Krisnamurti) Todos a bordo! Poderia ter dito Noé. A arca foi a única e última salvação daquela geração, porém apenas oito pessoas foram salvas através da água dentro da arca. Você já navegou num barco ou mesmo num navio? Mesmo que não tenha navegado, você sabe como funciona: o barco nos protege flutuando sobre as águas. Ao mesmo tempo que o barco nos protege, ele também nos prende até que cheguemos a um lugar seguro.

Imagine você se tivesse que entrar numa embarcação como a arca de Noé. Imagine agora como eles sentiram-se perdidos e sem rumo. Mesmo perdidos e sem rumo, mas sendo a única salvação e tendo tudo o que era necessário lá dentro por um tempo indeterminado, você pularia fora da embarcação se soubesse nadar? Eu que não sei nadar, aposto que não! Pois se fosse no mar a água salgada e os perigos de virar comida de peixe nos segurariam dentro da embarcação. Como já disse alguém: “Um timoneiro que se preze continua a navegar mesmo com a vela despedaçada.” (Cartas a Lúcio) Continue viajando nesta embarcação comigo… Imagino, junto com você, que a mesma embarcação que nos serve de proteção, também nos serve de prisão. Queremos mais liberdade, mais espaço. Queremos fazer valer na prática o direito de ir e vir. Por isso não é natural viver perdido em alto mar. Para que possamos sair daquela embarcação, precisamos chegar a um lugar seguro, mesmo que seja uma ilha. Terra à vista! Diria o atalaia do mais alto mastro e com todas as forças do pulmão em alta voz. Lá está, logo à nossa frente, aquela ilha segura e paradisíaca. Chegamos com nossa embarcação à praia, podemos todos descer e colocar a embarcação em nossas costas e, todos os dias, carregar o peso em nossos ombros. Faz sentido? Se você já navegou sabe que não se leva a embarcação nas costas quando se chega à praia. Então todos juntos numa célebre cerimônia afundaremos a embarcação para nos | 12

livrar, definitivamente, daquela que nos protegia e nos aprisionava. Bem, acho que ninguém concorda com isso também. Simplesmente ancoramos a embarcação e todas as vezes que estivermos caminhando livremente em nossa ilha segura, nos lembraremos como chegamos até ali. A embarcação ancorada servirá para que possamos contar aos nossos filhos sobre nossas experiências e como podemos deixar para eles a liberdade como a mais valiosa herança.

13 |

O Barco Gl 3:23-25 Introdução: O barco Discussão: I. Antes da Fé Chegar (v. 23) A. Os judeus viviam num tempo em que a fé ainda não tinha chegado B. O Velho Testamento servia para proteger e aprisionar o povo judeu C. O VT protegia e aprisionava o povo judeu para a fé que um dia iria chegar II. O Guia (v. 24) A. O VT serviu de guia para o povo judeu (Sl 119:105) B. O VT guiou o povo até Cristo C. O que justifica é a fé e não a Lei (Gl 3:11) III. (v. 25) A. Cristo é a fé B. Tendo Cristo vindo, já não se precisa do VT como guia IV. Liberdade! | 14

A. Devemos permanecer livres (Gl 5:1) B. O fim do VT é Cristo, Ele justifica (Rm 10:4) C. Maldito quem fica na lei (Gl 3:13) Conclusão: A. O VT protegeu e aprisionou o povo judeu para que pudessem chegar em segurança até Jesus. B. O VT foi um guia até Cristo. Tendo Cristo chegado como a fé, o guia já cumpriu o seu papel. C. Quem volta ao VT, mesmo que seja um só mandamento, volta à maldição, anula o que Cristo fez na cruz e perde a salvação (Gl 3:1-4)

15 |

Capítulo

-

A Força Interior

3

"Nós adquirimos a força que superamos." (Ralph Waldo Emerson) Até o senso comum já ouviu falar que todos fomos formados à imagem e semelhança do criador. Mas pelo jeito, com o passar do tempo, o pecado nos transformou mais à nossa própria imagem. Agora, Deus nos chama de volta para casa e para que possamos passar pelas portas dos céus, precisamos voltar a nos parecer com Ele. Quero que valorize o que você tem. Quero falar com sua auto estima. Todo o universo gira em

redor de nós. Nós temos uma grande importância para Deus. Se você pode sonhar, pode realizar. Sua força não tem barreiras e para conquistar o impossível é apenas questão de tempo. Se somos criados à imagem e semelhança de Deus, compartilhamos com Ele o poder da realização. As oportunidades estão por aí, disponíveis a qualquer um que queira realizar. Não depende de quase nada: “Vi ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o favor; porém tudo depende do tempo e do acaso.” (Ec 9:11). É necessário você reconhecer o seu potencial, sua força para realizações, pois você vai precisar disso para vencer o pior dos desafios: a tentação. Também diz o ditado popular que Deus dá o frio conforme o cobertor. Olhe para todas as suas desventuras. Sejam provações sejam tentações, é dado a você o que você pode suportar. Imagine que numa escala de 0 a 10 sua força seja 8. Nunca, jamais, você terá um problema maior do que suas forças. Acredito que nem igual às suas forças serão, pois se, numa escala de 0 a 10 as forças das suas adversidades for 8, seria empate. Num empate ninguém ganha. Mas você já é um vitorioso. Você nasceu para vencer, Deus acredita em você!

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A Força Interior 1 Co 10:13 Introdução: A Força Interior Discussão: I. A Tentação A. Somos tentados por nossas cobiças (Tg 1:13) B. Toda tentação é humana, pois vem da cobiça C. Não existe tentação alienígena D. Não é pecado ser tentado II. A Fidelidade Divina A. Deus é confiável, fiel B. Ele cumpre a sua promessa C. À exemplo da imagem e semelhança divina, somos mais fortes do que as tentações III. Força Para Vencer A. Deus não permite que você seja tentado além das suas forças B. O livramento virá junto com a tentação Ex: Daniel na cova dos leões, A fornalha em Daniel e a crucificação. 19 |

C. Você foi criado por Deus para poder suportar toda e qualquer tentação D. Quanto maiores as cobiças, mais fortes as tentações E. Pecado é cair em tentação Conclusão: A. Ser tentado é humano, pois as tentações vêm das nossas cobiças. B. Confie em Deus, Ele sempre estará do seu lado. Ele te criou para vencer. C. Deus não permite que você seja derrotado pela tentação. D. O livramento vem junto com a tentação. Fique atento para ser auxiliado.

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Capítulo

-

O Muro do Pecado

4

"Obstáculos são aquelas coisas assustadoras que vemos quando afastamos os olhos do alvo." (Hanah More) Neemias foi o responsável por reconstruir os muros de Jerusalém edificados originalmente por Salomão mas foram derrubados pelos babilônios. A função dos muros era deixar os inimigos do lado de fora e, claro, proteger quem estava dentro. Porém os muros foram derrubados novamente e foram novamente reconstruídos por Herodes o Grande. Hoje aquele mura é conhecido como O Muro das Lamentações. É o lugar mais sagrado do judaísmo.

O mesmo muro que foi projetado para proteger tornou-se o Muro das Lamentações. Quando se constrói-se muros, erege-se também um alvo a ser derrubados e conquistado. Talvez por isso os muros de Jerusalém foi derrubado tantas vezes. Numa dessas vezes que Jerusalém foi derrubada, os judeus começaram a orar por libertação, mas nada acontecia. Alguns deles começaram a pensar: Será que Deus está de braços cruzados? Será que Deus está surdo? O profeta veio dizer: Não! Deus não está surdo ou de braços cruzados. O problema é que vocês fizeram um muro entre Ele e vocês com seus pecados. O mesmo material que constroem-se muros, constroem-se pontes.

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O Muro do Pecado Is 59:1, 2 Introdução: O Muro do Pecado Discussão: I. A Mão do Senhor A. A mão do Senhor é confiável (Nm 11:23 B. A mão do Senhor é forte (Js 4:24) C. A mão do Senhor não está encolhida II. Os Ouvidos do Senhor A. Deus ouve os desamparados (Gn 21:17) B. Deus ouve as murmurações (Ex 16:7, 12 C. Deus não está surdo. Ele ouve os clamores (Lc 187) D. Deus ouve a pecadores (At 10:1-5) III. As Iniqüidade A. O pecado nos desfigura. Deixamos de nos parecer com Deus B. O Salário do pecado é a morte (Rm 6:23) C. O pecado nos separa de Deus Conclusão:

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A. O Senhor Deus não está de braços cruzados. Ele quer nos salvar. Ele está com a mão estendida para nossa direção, o seu braço é forte, Ele está pronto a nos puxar para o céu. Nós é que precisamos estender nossas mãos reconhecendo a necessidade que temos Dele. B. Deus está atento às nossas orações e clamores. Deus age no tempo certo ainda que pareça demorado, Ele atende aos seus escolhidos. C. O pecado nos afasta de Deus deixamos de nos parecer com Deus para nos parecer mais com nossos próprios desejos maus.

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Capítulo

-

Lembranças

5

"Um homem sem lembranças é um homem perdido." (Armand Salacrou) Não é bom esquecer o passado totalmente. Eu já pensei que perdoar é esquecer, mas não é. Lembrar do erro é lembrar por que perdoou. Quando esquecemos coisas importantes, perdemos o alvo e quando perdemos o alvo, nos perdemos pelo tempo e pelo caminho. Em quem você votou para vereador ou deputado nas últimas eleições? Quando nem lembramos quem escolhemos, de quem vamos cobrar o que deixou de ser feito? Alguém já disse que o esquecimento é o companheiro da embriagues. Isto quer dizer que quando esquecemos,

e se é algo importante, é como estar embriagado. O embriagado tem contra si o esquecimento. Sente as dores e não lembra o porquê. Desta forma dificulta seu arrependimento e sua mudança. Entra em apuros o homem que esquece a data de aniversário, de casamento, de namoro, etc. “Basta o esquecimento de uma única circunstância para nos levar ao erro.” Imagine um relojoeiro esquecer o processo de montagem do relógio. São tantas as peças que se não estiverem presentes e no lugar certo, nunca vão fazer o relógio funcionar com precisão. Dizem que o elefante tem uma boa memória. Um dia, num circo, o dono fez um concurso com a platéia de que não precisaria pagar mais o ingresso para assistir aos shows quem fizesse o elefante sentar. Ninguém tinha conseguido até que um velhinho veio com sua bengala bem devagarinho. Chegou perto do elefante e sem que percebessem deu uma bengalada bem na altura do joelho do elefante. O elefante sentou de dor. Em outro ano o circo voltou na cidade e o dono fez o mesmo show em desafio. Depois de mais alguns candidatos lá veio o velhinho com sua bengala. Chegou perto do elefante e perguntou: - Você lembra de mim? O elefante acenou positivamente com a cabeça. - Quer levar outra bengalada? - perguntou o velhinho. O elefante meneou negativamente e sentou-se. | 26

Lembranças 2 Pe 3:1-9 Introdução: Lembranças Discussão: I. A Segunda Carta (v. 1-4) A. Para despertar com lembranças (v. 1) B. Para recordar as palavras dos profetas, de Jesus e dos apóstolos (v. 2) C. Para lembrar dos sinais dos últimos dias (v. 3, 4) 1. Escárnios e paixões (v. 3) 2. A falta de esperança e dúvidas (v. 4) II. Coisas Que Esquecem (v. 5-8) A. Deus já destruiu a Terra uma vez (v. 5-7) - O dilúvio B. Deus não é como nós (v. 8) 1. Deus não tem relógio nem calendário 2. Deus não conta o tempo, Ele é eterno III. Por Que Jesus Não Voltou Ainda (v. 9) A. Deus não está sendo demorado 27 |

B. Porque Deus é paciente C. Porque Deus é misericordioso e quer o arrependimento Conclusão: A. Quando esquecemos, estamos andando na beira do precipício. B. É bom lembrar a vinda de Cristo para não perder a esperança e viver satisfazendo as paixões. C. Não devemos esquecer do dilúvio e que Deus é eterno. Ele não conta o tempo como nós contamos. D. Jesus ainda não voltou porque Deus é paciente e misericordioso. Ele quer que mais pessoas tenham tempo de chegar ao arrependimento e sejam salvas.

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Capítulo

-

Conheço o Seu Filho

6

“É no filho que se revela a virtude do pai” Costumo ilustrar uma passagem falando hipoteticamente dos meus pais. Se você for a Curitiba, na casa dos meus pais e você bater na porta deles, provavelmente vão entreabrir a porta e já se fazerem entender que não querem comprar nada. Eles já são sexagenários e como muitos idosos, desconfiados. Porém, se você se apresentar depois de dizerem que conhece um de seus filhos, apelar pelo nome de um deles, falar como o conheceu e mostrar intimidade, provavelmente você será

recebido de uma forma diferente, poderá ter uma refeição ou até uma hospedagem. Muitos de nós por necessidade até chegamos no trono de Deus com nossas angustias, súplicas e orações, mas, por ignorância, chegamos de mãos vazias e sozinhos. Deus só vai nos aceitar depois que apelarmos pelo nome do seu Filho, Jesus Cristo. É por este nome que importa que todo ser humanos seja salvo. Quando chegamos sozinhos, depois de fazer os nossos pedidos, Deus tem todo o direito de perguntar: - Quem é você? O que te faz pensar que eu tenho que te responder? Mas se neste momento invocarmos o nome do seu filho, seremos aceitos e ouvidos. Os humildes serão aceitos enquanto os arrogantes serão rejeitados.

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Conheço o Seu Filho Jo 14:1-9, 13, 14 Introdução: Discussão: I. Confiança (v. 1-3) A. Fique tranquilo (v. 1) B. Lembre das promessas (v. 2, 3) II. Como Saber o Caminho? (v. 6, 7) A. Eu sou (v. 6) B. A importância de conhecer Jesus (v. 7) C. Quem conhece Jesus, conhece também a Deus (v. 7) III. Quanto Tempo Conhece Jesus? (8-9) A. Queremos ver a Deus (v. 8) B. O que? Você ainda não entendeu? (v. 9) C. Se Deus fosse um homem, quem seria? (v. 9) IV. Em Nome do Filho (v. 13, 14) A. Deus é poderoso para fazer tudo o que pedimos (Ef 3:20) B. Deus espera que cheguemos através de Jesus (Hb 10:19-22) 31 |

C. Nossas orações só serão ouvidas por amor a Jesus (v. 13, 14) Conclusão: A. Precisamos ter confiança nas promessas de Jesus. Ele foi preparar lugar e vai voltar para buscar os seus discípulos. B. O caminho, a verdade e a vida é Jesus. Precisamos conhecer bem a Jesus, pois só quem conhece Jesus, pode dizer que conhece a Deus. C. Se quisermos ver a Deus, olhemos e conheçamos mais a Jesus. Deus foi um de nós através de Jesus. Ele nos compreende e pode nos ajudar. D. Você não será aceito se não chegar a Deus por meio de Jesus.

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Capítulo

-

Perdeu o Valor

7

"O valor das coisas está na sua utilidade." (Jaime Balmes) Você lembra daquele dinheiro usado no Brasil chamado Cruzado e o Cruzeiro? Foram tempos que, para quem os viveu, não esquece, mas gostaria de esquecer. Eram tempos de inflação galopante onde o dinheiro não tinha valor. E hoje, Cruzado e Cruzeiro ainda é dinheiro? Sem pensar muito diríamos que não, mas na verdade ainda continua sendo dinheiro, este não é o problema, o problema é o valor. Você até pode ir com mil Cruzeiros num super mercado,

mas não poderá comprar nada com ele porque ele já perdeu o valor. Lembro de um vizinho que vendeu sua casa na década de 1980 para, num só mês, faturar 100% de juros. Hoje, milhões de Cruzeiros ou cruzados, não teriam valor nenhum. Continuam sendo dinheiro, mas não têm valor. O que nos faz pensar que não são mais dinheiro é o valor. Outra ilustração fala sobre um pregador que pegou uma nota de R$ 100,00 e perguntou se alguém queria. Quase todos levantaram as mãos. Depois ele pegou a nota e amassou, ainda assim as pessoas queriam a nota. Ele jogou no chão e pisou na nota, ele sujou toda a nota e ainda assim as pessoas queriam aquela nota. Então ele concluiu que nós somos assim. Não importa o que aconteça, não importa se nos amassam, se nos jogam no chão, se nos pisam ou nos sujam, Deus ainda nos quer de volta. Ele nos dá valor. Não somos como uma nota de dinheiro que perde o valor, não importa quanto tempo passa.

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Perdeu o Valor Rm 10:4 I. UM GUIA (GL 3:23-25) A. Antes da fé chegar (v. 23) 1. Os judeus viviam num tempo em que a fé ainda não tinha chegado 2. Eles viveram protegidos pelo V.T. 3. Eles viveram presos pelo V.T. 4. Eles foram protegidos e presos para a fé que haveria de chegar B. Justificados por fé (v. 24) 1. O V.T. serviu de guia para conduzir a Cristo 2. A lei não justifica e sim Cristo (Gl 3:11) C. A fé chegou (v. 25) 1. Jesus Cristo é a nossa fé, Ele já chegou! 2. Jesus nos libertou do V.T. II. LIBERDADE! (GL 5:1-4) A. Ele nos libertou! (v. 1) 1. Jesus chama todos à liberdade 2. Não devemos voltar à escravidão do V.T. (Gl 3:12) B. O valor de Cristot (v. 2) 1. Quem guarda um só mandamento do V.T. não aproveita do perdão de Cristo. 35 |

2. A circuncisão não tem valor pra quem não obedece à lei (Rm 2:25) 3. Nunca ninguém conseguiu obedecer ao V.T. C. Não é opcional (v. 3) Quem faz uma coisa do V.T. está obrigado a guardar todo o V.T. D. A perda da salvação (v. 4) 1. Será que perde a salvação quem guarda um só mandamento? 2. Se desliga de Cristo 3. Cai da graça E. Tentando a Deus (At 15:1-10) 1. Os judeus queriam voltar à lei. 2. Eles estava pregando a volta a circuncisão e toda a lei de Moisés. 3. Paulo e Barnabé foram contra. 4. O V.T. é um jogo que ninguém consegiu obedecer. 5. Pedro concluiu que pregar o V.T. é tentar a Deus III. É o Fim A. Exemplo (1 Co 1:1-11) 1. O V.T. não é mais a nossa lei 2. O V.T. serve como exemplo para nós B. Legitimamente (1 Tm 1:8) 1. É bom conhecer o V.T. 2. O V.T. sempre será a Palavra de Deus 3. Temos que saber usar legitimamente o V.T. | 36

C. É Cristo (Rm 10:4) 1. O fim do V.T. é Cristo 2. O V.T. não nos justifica e sim Cristo Conclusão: A. Cruzeiro, Cruzado ainda é dinheiro, mas perdeu o valor e com eles não podemos fazer nada. B. Da mesma forma é impossível chegar até Deus pela obediência ao V.T. C. Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Só por Jesus podemos chegar até Deus. D. O V.T. serviu para proteger e aprisionar os judeus. Jesus deu liberdade e não devemos voltar à escravidão da Lei. E. Quem obedece a apenas um mandamento do V.T. perde o valor de Cristo, se obriga a guardar toda a lei, se desliga de Cristo e cai da graça. F. O V.T. serve como exemplo e ensino para nós (Rm 15:1-3). Para cumprir toda a Lei, precisamos amar ao próximo (Gl 5:14). Precisa saber usar o V.T. G. Jesus é o fim do V.T. Só Ele pode justificar quem crê.

37 |

Capítulo

-

Autoridade

8

"A autoridade é necessária para tutelar a liberdade de cada um contra a invasão de todos, e a liberdade de todos contra os atentados de cada um." (Cesare Cantú) Qual a sua opinião? Quantos centímetros tem uma folha sulfite de alto a baixo? Qualquer pessoa pode dar sua opinião. Todas as opiniões são bem vindas e válidas, só não vale brigar por causa disso. Mas por enquanto tudo não passa de opiniões e provavelmente muitas opiniões dadas são bem diferentes umas das outras. O que usaríamos para que possamos medir a folha e saber exatamente quantos centímetros tem a folha? Seria a régua, não é?

A régua é o objeto legalmente aceito para definir o padrão das medidas. A régua é aceita por todos mesmo que ela tenha sido inventada por homens e mesmo que não saibamos a origem dela. Nunca vi ninguém discutindo com uma régua usando o argumento de que ela foi inventada por homens e não sabe como ela surgiu. Ninguém fica interpretando as medidas que ela dá, não necessita de interpretação, pois o que a régua diz é acatado por todos. Para que possamos viver em harmonia, precisamos definir algumas autoridades. Seja em casa, na rua, na escola, no país e até mesmo na igreja. Se vivermos baseados apenas por opiniões, cada pessoa pode dar a sua própria opinião. Isso não serve para coisas sérias desta vida como grandes edificações. Pois se erramos pouco no começo, nos desviaremos muito lá na frente. Em casa os pais são autoridade, na rua os policiais, na escola o diretor e os professores, no Brasil o presidente e na igreja? O senso comum diria o pastor, o padre, etc. Mas se analisarmos bem, veremos que as pessoas de fato exercem autoridade mas não são a autoridade. Para os pais, policiais, professores, presidente existem leis que os guia. Por que na igreja muitos vivem debaixo de opiniões de líderes religiosos?

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Precisamos de um padrão e a Palavra de Deus é suficiente para isso. Não precisamos viver debaixo de opiniões.

41 |

Autoridade Mt 28:18-20 Introdução: A régua Discussão: I. Seja Amaldiçoado! (Gl 1:6-9) A. O desvio causa admiração (v. 6) B. Não existe um outro evangelho (v. 6, 7) C. Alguns querem perverter e perturbar o Evangelho de Cristo (v. 7) D. Nem um apóstolo, nem um anjo tem autoridade de dar novos ensinamentos (v. 8, 9) E. O Evangelho condena tais práticas F. Cuidado com sonhos, visões, revelações, pastores, etc. II. Subjetivo ou Objetivo A. Subjetivo: sonhos, visões, revelações, opiniões, etc. B. Objetivo: a Palavra escrita (A Bíblia) C. Satanás usa o subjetivo: visões (2 Co 11:14) D. Ninguém deve ter autoridade usando a subjetividade (Cl 2:18, 19) E. Satanás virá com seu poder para engar, se deixarmos (Mc 13:21-23) | 42

III. A Autoridade na Igreja (Mt 28:18-20) A. Toda autoridade foi dada a Jesus (v. 18) B. Os discípulos são do Pai, do Filho e do Espírito (v. 19) C. O ensinamento e acompanhamento é de Jesus (v. 20) Conclusão: A. Não devemos aceitar uma fé subjetiva baseada em visões, revelações e doutrinas de opiniões humanas. B. Muitos querem perturbar a fé verdadeira e perverter o evangelho de Cristo. Nem um apóstolo, num um anjo tinham esta autoridade. Devemos condenar tais práticas. C. A palavra de Deus, o Novo Testamento, deve ser como o padrão para todos. Ela foi inspirada por Deus e todos devemos obedecer ao que nela está escrito.

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Capítulo

-

A Construção

9

"O gênio é um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração." (Thomas Edison) Dois homens decidiram comprar um lote cada no mesmo bairro. Eles não se conheciam, mas tornaram-se vizinhos. A imobiliária oferecia os serviços de um engenheiro para ajudar na planta da construção. Ambos contrataram o engenheiro para fazer a planta para eles. O engenheiro daria todas as medidas exatas dos materiais que seriam gastos da fundação ao acabamento. Ambos ouviram todos os conselhos e receberam a planta pronta do engenheiro, bastava colocar mãos à obra e começar a construção.

O primeiro homem seguiu à risca a planta e construiu a sua casa. Conforme a planta cavou bem profundamente até encontrar o solo rochoso e lançou seus alicerces. Ele aprendeu que quem quer construir uma casa deve estar pronto para construir duas: Uma casa para baixo, que é a fundação e outra é a casa visível, as paredes até o telhado. Ele gastou muito e teve muito esforço para concluir sua casa. O outro achou que a planta era muito minuciosa e que não precisava de tudo aquilo. O engenheiro não concordou em deixar seu nome naquele novo projeto. Então o homem decidiu chamar uns amigos e levantar as paredes sem se preocupar tanto com a fundação. Em pouco tempo a sua casa estava pronta e ele estava recebendo seus convidados para a festa de inauguração. Ele até terminou a obra primeiro do que o seu vizinho. Olhando de fora as duas casas eram bem parecidas, estavam bem pintadas e eram novas construções, na verdade não dava pra ver diferença nenhuma entre elas. Num certo tempo depois choveu muito naquela cidade. O rio elevou-se acima da sua margem tradicional e o bairro alagou. A enchente bateu contra todas as casas, inclusive a casa destes dois moradores novos. A casa que tinha sido bem construída resistiu ao temporal e a enchente. A casa que não tinha alicerces enfraqueceu suas paredes e ruíram. O homem imprudente viu todo o seu | 46

investimento ir por água a baixo. O pior era que naquela tragédia ele tinha perdido um filho que estava em casa na hora que a casa desabou. Uma outra ilustração conta a estória de um carpinteiro que tinha trabalhado por 30 anos para um homem. Ele estava prestes a se aposentar quando o patão o chamou para um último trabalho. O patrão encomendou a casa e pediu para ele não o incomodar a não se que tivesse a chave na mão. Como sempre agia o patrão, não importava quanto iria custar, pois o retorno da venda da casa seria sempre lucrativo. O carpinteiro pensou que esta poderia ser a sua chance de ter um dinheirinho a mais para a sua aposentadoria. Fez um orçamento dos melhores materiais, como sempre, e entregou para o patrão. O patrão liberou o dinheiro e ele foi e comprou os materiais mais baratos e inferiores. Depois de pronta e pintada a casa, parecia como todas as outras. Somente o tempo iria revelar a qualidade da casa, mas aí, ele já estaria longe. O patrão agradeceu este último trabalho e disse: - Joaquim, como você trabalhou por todos estes anos para mim, decidi dar esta casa de presente para você. Lembre-se sempre que a casa que você está construindo hoje, é nela que você vai morar.

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A Construção Lc 6:46-49 Introdução: Os dois construtores - o carpinteiro Discussão: I. Quem é Jesus Para Você? (v. 49) A. O Senhor dos Senhores B. Um homem bom, um profeta, um iluminado… C. Se Jesus é o seu Senhor, você faz tudo o que Ele manda? D. Se você não o obedece, Ele não é o seu Senhor E. Se Jesus não é o seu Senhor, quem é? II. O Praticante da Palavra (v. 47, 48) A. Vem e ouve a Palavra (v. 47) B. Paga o preço: cava até a rocha (v. 48) C. Enfrenta a enchente preparado (v. 48) III. O Não Praticante (v. 49) A. Vem e ouve a Palavra B. Edifica sobre a terra sem alicerces C. Não está disposto a pagar o preço. D. É arrogante, não segue a planta | 48

E. Enfrenta a tempestade e tem sua ruína. F. Tem todo o prejuízo Conclusão: A. Se Jesus é o nosso Senhor, devemos ouvir e obedecer as Palavras Dele. Se não o obedecemos automaticamente demonstramos que Ele não é o nosso Senhor. B. Ouça e pratique a Palavra de Jesus. Siga suas instruções, vale a pena pagar o preço para ter segurança. C. Não é suficiente chegar e ouvir, tem que obedecer. Todos teremos problemas, mas seguir as Palavras de Jesus é que nos alicerça na rocha. E. Lembre-se de que a casa que você está construindo hoje, será a sua morada eterna amanhã.

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