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SISTEMA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA

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SISTEMA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA

1) ROTEIRO • • • Apresentação Segurança Pública Órgãos de Segurança  Normativos  Conselhos  Gabinete de Gestão Integrada   Corpos de Bombeiros Militares Força Nacional de Segurança pública

 Policiais  Outros • • • • Estrutura Organizacional da PMPA Estrutura Organizacional do Corpo Militar de Saúde Estrutura Organizacional da Diretoria de Pessoal Avaliação do Ensino/Aprendizagem

2) APRESENTAÇÃO • • • • • • • Defesa Territorial Defesa Interna Defesa Pública Segurança Territorial Segurança Interna Segurança Pública SISTEMA: Conjunto de elementos, concretos ou abstratos interdependentes, intelectualmente organizados que visam produção, de modo específico, de certo resultado. e à

3) SEGURANÇA PÚBLICA

“A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos ...” Artigo 144, caput, da Constituição Federal Artigo 193, caput, da Constituição do Estado do Pará

4) ÓRGÃOS DE SEGURANÇA • ÓRGÃOS NORMATIVOS:   • Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) Secretarias de Segurança Pública dos Estados

CONSELHOS:   Conselho Nacional de Segurança Pública Conselhos Regionais de Segurança Pública

• • • •

GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA ÓRGÃOS POLICIAIS:      Polícia Federal Polícia Rodoviária Federal Polícia Ferroviária Federal Polícia Civil Polícia Militar

OUTROS:      Departamento Estadual de Trânsito Órgão de Perícia Órgão de Administração Penitenciário Guarda Municipal Órgão Municipal Trânsito

4.1) ÓRGÃOS NORMATIVOS • SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA À Secretaria Nacional de Segurança Pública compete: I - assessorar o Ministro de Estado na definição, implementação e acompanhamento da Política Nacional de Segurança Pública e dos Programas Federais de Prevenção Social e Controle da Violência e Criminalidade; II - planejar, acompanhar e avaliar a implementação de programas do Governo Federal para a área de segurança pública; III - elaborar propostas de legislação e regulamentação em assuntos de segurança pública, referentes ao setor público e ao setor privado; IV - promover a integração dos órgãos de segurança pública; V - estimular a modernização e o reaparelhamento dos órgãos de segurança pública; VI - promover a interface de ações com organismos governamentais e não-governamentais, de âmbito nacional e internacional; VII - realizar e fomentar estudos e pesquisas voltados para a redução da criminalidade e da violência; VIII - estimular e propor aos órgãos estaduais e municipais a elaboração de planos e programas integrados de segurança pública, objetivando controlar ações de organizações criminosas ou fatores específicos geradores de criminalidade e violência, bem como estimular ações sociais de prevenção da violência e da criminalidade; IX - exercer, por seu titular, as funções de Ouvidor-Geral das Polícias Federais; X - implementar, manter e modernizar o Sistema Nacional de Informações de Justiça e Segurança Pública - INFOSEG; XI - promover e coordenar as reuniões do Conselho Nacional de Segurança Pública; XII - incentivar e acompanhar a atuação dos Conselhos Regionais de Segurança Pública; e XIII - coordenar as atividades da Força Nacional de Segurança Pública.

SECRETARIAS ESTADUAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA

 Distribuição  Denominações  Organização   Atribuições Secretaria de Estado de Segurança Pública do Pará

4.2) CONSELHOS • CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA O Conselho Nacional de Segurança Pública é um órgão colegiado permanente de natureza consultiva e deliberativa, instituído no âmbito do Ministério da Justiça, que tem por finalidade formular e propor diretrizes para as políticas públicas voltadas à promoção da segurança pública, prevenção e repressão à violência e à criminalidade e atuar na sua articulação e controle democrático. O Conselho composição: Nacional de Segurança Pública tem a seguinte

 Ministro de Estado da Justiça  Secretário Nacional de Segurança Pública  Nove representantes governamentais  Nove representantes de entidades de trabalhadores da área de segurança pública  Doze representantes de entidades e organizações sociedade civil na área de segurança pública. Compete ao Conselho Nacional de Segurança Pública: I - Atuar, como órgão normativo, na formulação de estratégias e no controle de execução da Política Nacional de Segurança Pública; II - Estimular a modernização institucional para o desenvolvimento e a promoção intersetorial das políticas de segurança pública; III - Desenvolver estudos e ações visando a aumentar a eficiência da execução da Política Nacional de Segurança Pública; IV - Estabelecer diretrizes para as ações da Política Nacional de Segurança Pública e acompanhar a destinação e aplicação dos recursos a elas vinculados; da

V - Convocar e coordenar as Conferências Nacionais de Segurança Pública e zelar pela efetividade das suas deliberações; VI - Articular e apoiar, sistematicamente, os Conselhos Estaduais, do Distrito Federal e Municipais de Segurança Pública, visando a formulação e realização de diretrizes básicas comuns e a potencialização do exercício das suas atribuições legais e regulamentares; VII - Estudar, analisar e sugerir alterações na legislação pertinente; e VIII - Promover a integração entre órgãos de segurança pública federais, estaduais, distritais e municipais. • CONSELHOS REGIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA Os Conselhos Regionais têm a competência de promover, no âmbito regional, a troca de experiências, bem como realizar o planejamento integrado e a coordenação de ações de segurança pública de interesse comum, tendo em vista que estas extrapolam os limites das unidades federadas. Exemplos desses conselhos são: os seguintes conselhos: Conselho de Segurança Pública do Sudeste; Conselho de Segurança Pública do Sul; Conselho de Segurança Pública do Entorno do Distrito Federal; Conselho de Segurança Pública do Nordeste, Conselho de Segurança Pública do Meio-Norte e Conselho de Segurança Pública do Norte Os Conselhos Regionais de Segurança Pública tem a seguinte composição base:       Secretário de Segurança Pública Comandante Geral da Polícia Militar Diretor Geral da Polícia Civil Secretário Nacional de Segurança Pública Superintendentes da Polícia Federal Superintendentes da Polícia Rodoviária Federal

4.3) GABINETE DE GESTÃO INTEGRADA O Gabinete de Gestão Integrada (GGI) é um fórum deliberativo e executivo que opera por consenso, sem hierarquia e respeitando a autonomia das instituições que o compõem. Visa coordenar o Sistema Único de Segurança Pública nos Estados, integrando de maneira prática os órgãos

pertinentes ao campo da justiça criminal sem, no entanto, que a integração implique em unificação desses órgãos, uma vez que o SUSP foi concebido com o objetivo de integrar as ações das polícias nas três esferas do Poder Executivo. Fazem parte do GGI o Secretário Estadual de Segurança Pública, como coordenador, e mais representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Guardas Municipais. Compete ao Gabinete de Gestão Integrada (GGI): I - O incremento da integração entre os órgãos do sistema de justiça criminal; II- A implantação do planejamento estratégico como ferramenta gerencial das ações empreendidas pelo sistema de justiça criminal; e III - A constituição da informação como principal ferramenta de ação policial. 4.4) CORPOS DE BOMBEIROS MILITARES Aos Corpos de Bombeiros Militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil.  Distribuição  Denominações  Organização  Atribuições

4.5) CORPOS DE BOMBEIROS MILITAR DO PARÁ O Corpo de Bombeiros Militar é instituição permanente, força auxiliar e reserva do Exército, organizado com base na hierarquia e disciplina militares, subordinando-se ao Governador do Estado e competindo-lhe, dentre outras atribuições previstas em lei, executar: I - serviço de prevenção e extinção de incêndios, de proteção, busca e salvamento; II - socorro de emergência; III - perícia em local de incêndio; IV - proteção balneária por guarda-vidas; V - prevenção de acidentes e incêndios na orla marítima e fluvial; VI - proteção e prevenção contra incêndio florestal;

VII - atividades de defesa civil, inclusive planejamento e coordenação das mesmas. VIII - atividades técnico-científicas inerentes ao seu campo de atuação.

4.6) FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA A Força Nacional de Segurança Pública, coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, visa atender às necessidades emergenciais dos Estados, em questões onde se fizerem necessárias a interferência maior do poder público ou for detectada a urgência de reforço na área de segurança. Ela é formada por policiais e bombeiros dos Estados, que passam por um treinamento na Academia Nacional de Polícia em Brasília. Após treinamento ou atuação, os servidores reintegram às suas respectivas funções em seus Estados, onde também repassam, aos demais membros de suas corporações, os conhecimentos e experiências adquiridos. A idéia é criar um padrão de comportamento.

4.7) ÓRGÃOS POLICIAIS • POLÍCIA FEDERAL A Polícia Federal, instituída por lei como órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destinase a: I - apurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme, segundo se dispuser em lei; II - prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas respectivas áreas de competência; III - exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras; IV - exercer, com exclusividade, as funções de polícia judiciária da União.

POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL

A Polícia Rodoviária Federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais, além das seguintes atribuições: . I - realizar o patrulhamento ostensivo, executando operações relacionadas com a segurança pública, com o objetivo de preservar a ordem, a incolumidade das pessoas, do patrimônio da União e o de terceiros; II - exercer os poderes de autoridade de polícia de trânsito, cumprindo e fazendo cumprir a legislação e demais normas pertinentes, inspecionar e fiscalizar o trânsito, assim como efetuar convênios específicos com outras organizações similares; III - aplicar e arrecadar as multas impostas por infrações de trânsito e os valores decorrentes da prestação de serviço de estadia e remoção de veículos, objetos, animais e escoltas de veículos de cargas excepcionais, executar serviços de prevenção, atendimento de acidentes e salvamento de vítimas nas rodovias federais; IV - realizar perícias, levantamento de locais, boletins de ocorrências, investigações, testes de dosagem alcoólicas e outros procedimentos estabelecidos em leis e regulamentos, imprescindíveis à elucidação dos acidentes de trânsito; V - credenciar os serviços de escoltas, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos serviços de remoção de veículos, escoltas e transporte de cargas indivisíveis; VI - assegurar a livre circulação nas rodovias federais, podendo solicitar ao órgão rodoviário a adoção de medidas emergenciais, bem como zelar pelo cumprimento das normas legais relativas ao direito de vizinhança, promovendo a interdição de construções, obras e instalações não autorizadas; VII - executar medidas de segurança, planejamento e escoltas nos deslocamentos do Presidente da República, Ministros de Estado, Chefes de Estado e diplomatas estrangeiros e outras autoridades, quando necessário, e sob a coordenação do órgão competente; VIII - efetuar a fiscalização e o controle do trânsito e tráfico de menores nas rodovias federais, adotando as providências cabíveis contidas na Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente); e IX - colaborar e atuar na prevenção e repressão aos crimes contra a vida, os costumes, o patrimônio, a ecologia, o meio ambiente, os furtos e roubos de veículos bens, o tráfico de entorpecentes e drogas afins, o contrabando, o descaminho e os demais crimes previstos em

leis; o realizar concursos públicos, outros processos seletivos, cursos, estágios, formação, treinamentos e demais atividades de ensino na área de sua competência.

POLÍCIA FERROVIÁRIA FEDERAL A Polícia Ferroviária Federal, órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais.

POLÍCIA CIVIL As Polícias Civis são os órgãos do sistema de segurança pública aos quais competem, ressalvada competência específica da União, as atividades de polícia judiciária e de apuração das infrações penais, exceto as de natureza militar.  Distribuição  Denominações  Organização  Atribuições

POLÍCIA CIVIL DO PARÁ A Polícia Civil, instituição permanente, auxiliar da Justiça Criminal e necessária à defesa do Estado e do povo, é dirigida por delegados de polícia de carreira, tendo como incumbência principal as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares.

POLÍCIA MILITAR As Polícias Militares são os órgãos do sistema de segurança pública aos quais competem as atividades de polícia ostensiva e preservação da ordem pública.  Distribuição  Denominações  Organização  Atribuições

POLÍCIA MILITAR DO PARÁ A Polícia Militar é instituição permanente, força auxiliar e reserva do Exército, organizada com base na hierarquia e disciplina militares, subordinando-se ao Governador do Estado e competindo-lhe, dentre outras atribuições prevista em lei: I - o policiamento ostensivo fardado; II - a preservação da ordem pública; III - a segurança interna do Estado; IV - a colaboração na fiscalização das florestas, rios, estuários e em tudo que for relacionado com a preservação do meio ambiente; V - a proteção do patrimônio histórico, artístico, turístico e cultural.

4.8) OUTROS ÓRGÃOS • • • • • DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DO PARÁ CENTRO DE PERÍCIAS CIENTÍFICAS “RENATO CHAVES” SUPERINTENDÊNCIA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO GUARDAS MUNICIPAIS COMPANHIAS DE TRANSPORTE DOS MUNICÍPIOS / DEPARTAMENTOS MUNICIPAIS DE TRÂNSITO

5)ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA PMPA 5.1) ESTRUTURA GERAL A organização básica da Polícia Militar do Pará tem a seguinte estrutura: • • • Órgãos de Direção Geral; Órgãos de Direção Intermediária ou Setorial; Órgãos de Execução.

5.2) ÓRGÃOS DE DIREÇÃO GERAL • • Comandante-Geral; Subcomandante-Geral;

• • • • • • • • •

Corregedoria-Geral; Estado-Maior Estratégico; Comissão de Promoção de Oficiais; Comissão de Promoção de Praças; Gabinete do Comandante-Geral; Ajudância-Geral; Consultoria Jurídica; Comissão Permanente de Controle Interno;e Comissão Permanente de Licitação.

5.3) ÓRGÃOS DE DIREÇÃO INTERMEDIÁRIA • • • • • Comando de Policiamento da Capital Comando de Policiamento da Região Metropolitana; Comando de Policiamento Especializado; Comando de Missões Especiais; Comandos de Policiamento Regionais I a XI.

5.4) ÓRGÃOS DE DIREÇÃO SETORIAL • • • • • Diretoria de Pessoal; Diretoria de Apoio Logístico; Diretoria de Finanças; Diretoria de Ensino e Instrução; Corpo Militar de Saúde.

5.5) ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO • De Atividade-fim (ou operacionais)          Batalhões de Polícia Militar Batalhões de Polícia Especializada Regimento de Polícia Montada Grupamentos de Polícia Militar Companhias Independentes de Polícia Militar Companhias Independentes de Polícia Especializada Pelotões de Polícia Militar Destacamentos de Polícia Militar Zonas de Policiamento.

De Atividade-meio (ou de apoio)  Centro de Inativos e Pensionistas

 Centro de Suprimento e Manutenção      Centro de Informática e Telecomunicações Academia de Polícia Militar Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças Escolas Regionais de Formação de Praças Policlínicas Regionais

 Hospital Militar do Estado          Ambulatório Médico Central Odontoclínica Laboratório de Análises e Diagnoses Laboratório Químico-farmacêutico Unidade de Perícias Médicas Clínica Médico-veterinária Clínica Médica de Reprodução Animal Unidades Sanitárias de Área Centro Integrado de Psicologia e Assistência Social

6) ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO CORPO MILITAR DE SAÚDE • • • • • • Diretor Subdiretor Estado-Maior do Corpo; Seção Técnica Seção Logística Unidades de Execução, nos seguintes níveis:  Nível I: Unidades Hospitalares, Unidades Ambulatoriais, Unidades de Perícias Médicas, Clínicas e Laboratórios e Unidades de Produção Químico-farmacêutica  Nível II: Policlínicas Regionais  Nível III: Unidades Sanitárias de Área

7) ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA DIRETORIA DE PESSOAL • • • Diretor Subdiretor Seção de Cadastro e Avaliação de Oficiais

• • • • • • •

Seção de Cadastro e Avaliação de Praças Seção Financeira Seção de Mobilização, Recrutamento e Seleção Seção de Expediente Seção de Identificação Policial-Militar Centro de Inativos e Pensionistas Centro Integrado de Psicologia e Assistência Social

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