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Romeu Villa Flor Santos Neto - Mestrado em Sociologia UFS - Anteprojeto de Dissertação (A formação do espaço jurídico sergipano a partir das relações identitárias de suas elites)

Romeu Villa Flor Santos Neto - Mestrado em Sociologia UFS - Anteprojeto de Dissertação (A formação do espaço jurídico sergipano a partir das relações identitárias de suas elites)

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CURSO DE MESTRADO EM SOCIOLOGIA

ANTEPROJETO DE DISSERTAÇÃO

CANDIDATO: Romeu Villa Flor Santos Neto ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Sociologia LINHA DE PESQUISA: Política e Processos Identitários TEMA: A formação do espaço jurídico sergipano a partir das relações identitárias de suas elites

ARACAJU 2009

SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO – CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA..............................................03 2. JUSTIFICATIVA..................................................................................................................05 3. OBJETIVOS PROPOSTOS..................................................................................................07 4. METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE AÇÃO..................................................................09 5. CRONOGRAMA..................................................................................................................10 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................................11

CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA

A sutileza com a qual produção e distribuição do capital jurídico no Brasil, em especial no Estado de Sergipe, têm se modelado - formatando-se segundo os ditames de certos grupos de supremacia - tem privilegiado estruturas repetitivas e ao mesmo tempo sofisticadas de controle social. Haja vista que tais estruturas são manejadas por meio da dogmatização do pensar jurídico e da consolidação de um discurso jurídico oficial encampado pelas elites que compõem a estrutura do Poder Judiciário nesta unidade da federação. Tal discurso, arregimentado e justificado nas escoras do prestígio e autoridade sociais, nas tradições familiares, nas titulações acadêmicas, nos corporativismos, nas ocupações funcionais do seio da burocracia, nas relações de compadrio, no status e no trânsito entre as esferas de decisão política por parte de seus cultores, tem orientado a construção jurídico-normativo-acadêmica, delimitando-lhe campo e divisão de trabalho jurídicos, estabelecendo o monopólio do direito de dizer o direito (BORDIEU, 2007). Assim, alheios ao assentimento e ao alinhamento identitários com esta - digamos - fala oficial, voz autorizada (a partir da posição de seus porta-vozes na pirâmide social e no corpo das estruturas burocráticas do Poder Judiciário); o pensar jurídico dissonante e as reivindicações e postulações dos demais estratos da pirâmide têm restado desatendidos ou ilegitimados (quando não, até criminosos!), se em rota de colisão com os sentidos e interesses do discurso oficial. Formatada pelas elites ocupantes das carreiras jurídicas de Estado - consagradas como autoridades tais, no Campo Jurídico - essa ideologia dominante da administração da justiça estatal, que se verifica nas disposições normativas resultantes do trabalho desses doutrinadores acerca do funcionamento do sistema de justiça (ALMEIDA, 2009), permeia a concepção do direito posto; adstringindo seu espectro a um teto hermenêutico (STRECK, 2007), por meio do qual não se pensa o direito; antes, pensa-se a partir do Direito. Dessarte, com base em uma reiterada e desencadeada reprodução de sentidos e rituais apropriados e formatados - desde a trajetória peculiar dos bancos de faculdade - às

tribunas e aos tribunais; que o monopólio do pensamento jurídico (indisfarçavelmente a serviço da fonte de produção que o constrói) estabelece relações de identidade entre seus pares ao reproduzir e validar, interna corporis, determinados modelos e valores comportamentais, representações simbólicas e ideológicas. Uma vez internalizados tais procedimentos, estes, por conseguinte, talham o habitus jurídico dos que têm por tarefa institucional atuar na pacificação e solução dos conflitos em sociedade, instalando-se no bojo da prestação jurisdicional. Tais relações identitárias, no interior das quais se definem os meios, os fins e os efeitos específicos que são atribuídos à ação jurídica (BOURDIEU, 2007), em muito se definem a partir da posição social inicial dos agentes do campo (ALMEIDA, 2009), que a princípio ingressam e se posicionam no campo jurídico, inicialmente, apenas pela força de suas heranças familiares entendidas em sentido amplo e enfatizadas em padrões de recrutamento que comportam uma cultura familiar com forte reprodução social (CHARLE, 1989). Nesses termos, a orientação adotada para a construção da problemática de pesquisa enfatiza as diferenciações de características relacionadas às origens sociais, geográficas, escolares, bem como, o iter político, acadêmico e profissional daqueles que compõem as vozes autorizadas a dizer o direito em Sergipe, agentes estatais topograficamente insertos na cúpula das instituições de prestação jurisdicional sergipanas.

JUSTIFICATIVA

Nessa palheta de uma só cor, embora repleta de subtons, prenhe de (re)produção simbólica e de relações tanto formais quanto informais de poder, passeia a problemática do tema proposto. Esse habitus dogmático, instalado no seio da comunidade jurídica e pintado repetitivamente aos mil matizes de cinza, tem sido extremamente prejudicial, na medida em que, o avanço e a concretização de direitos, garantias, liberdades e justiça social apenas se podem efetivar em contexto de renovação de idéias, participação e politização populares, militando a tomada das consciências dispersas rumo à concretização da função social do Direito e da consolidação da Democracia. Nesse entender, justifica-se que o processo de apropriação, reprodução e intelecção da produção jurídico-normativo-acadêmica, que - em última análise - é a própria formatação do espaço jurídico, há de ser detectado e entendido localmente, a fim de que novas cores possam surgir no quadro social sergipano, uma vez que partindo de reflexivas localizadas. Ponto fundamental, portanto, para justificar a escolha do tema que se quer como objeto de dissertação, reside em reconhecê-lo, à luz do contexto sociológico, como sendo extremamente valioso no avanço da construção do conhecimento e na contribuição ao questionamento do status quo; ensejando a discussão, o pensar crítico e a transformação social locais; propondo assim, por intermédio da pesquisa, novos e possíveis caminhos à concepção do campo jurídico sergipano e à desmonopolização de seus pólos de produção. Ainda mais, a escolha do tema encontra guarida pelo fato de ter o fenômeno jurídico gênese não a partir do mundo natural, mas a partir do mundo cultural, fruto do homem e de suas interações em sociedade. A abordagem do tema proposto, sem embargo do evidente teor sociológico que traz em seu bojo (sociologia do espaço jurídico no Estado de Sergipe), trilha igualmente pelas veredas da multidisciplinaridade; pois, a diversos ramos das Ciências Sociais interessa a problemática sobre a qual se objetiva dissertar; haja vista o todo e cada uma de suas sinergias estarem estreitamente ligados, em interações constantes e paradoxais (REIS, 1997).

Ademais, a utilização de um modus estandardizado de produção, apropriação e intelecção do Direito pelos donos do poder, estabelecendo um horizonte limitado de sentido, um teto hermenêutico onde, fora desta delimitação não há respaldo da própria comunidade jurídica (STRECK, 2007), antes de ser acontecimento repercussivo apenas no campo jurídico, é no mundo da cultura tomado de maneira ampla, posto que o trabalho jurídico, assim inscrito na lógica de conservação, constitui um dos fundamentos maiores da manutenção da ordem simbólica (BOURDIEU, 2007). Nesse diapasão, a fim de detectar o instrumental simbólico utilizado pelas elites, consubstanciado no discurso dos grupos de supremacia, há que ser levado em conta que o contexto confere sentido (ROULAND, 2003) e, se o texto se dá contexto, os processos endógenos e exógenos de socialização dos operadores do Direito muito dizem sobre a orientação da comunidade jurídica como um todo, que os contornos de uma sociedade justa ou injusta, predominantemente igual ou desigual costumam realçar (SOUTO, 1997). Entender (se) e posicionar (se), diante destes contornos é fundamental para operar mudanças efetivas, propondo uma relação dialogal com os diversos setores da sociedade (SANTOS, 2003), em busca de justiça social e de concretização da função social do Direito (STRECK, 2007). Dessarte, as relações identitárias das elites do Direito, insertas no espaço jurídico de Sergipe, bem como a formação deste por aquelas, imprescinde uma sociologia acurada de seus atores e instituições, habitus e modus, pois as formas da sociedade são a substância da cultura (GEERTZ, 2001). É, pois, por tudo quanto aqui ventilado nestas justificativas preliminares de importância de tema, e ainda mais por tudo quanto certamente se descobrirá no meio do caminho - pois a tarefa do pesquisador é um eterno encontrar-se em aberto - que se justifica a importância em estudar os mecanismos identitários no âmbito dos grupos de poder, na construção do campo jurídico no Estado de Sergipe.

OBJETIVOS PROPOSTOS

São dois, os objetivos específicos pretendidos por meio deste trabalho. O primeiro deles é detectar, no âmbito do Estado de Sergipe, de que maneira as relações identitárias dos operadores do Direito, que compõem e estruturam a cúpula das carreiras de Estado nesta unidade da federação, contribuíram para delinear a formação do espaço jurídico sergipano. O segundo objetivo específico que se pretende desafiar em sede de dissertação consiste em demonstrar, no âmbito do Estado de Sergipe, de que maneira o capital sóciopolítico-jurídico influenciou no processo de formação deste mesmo campo jurídico. Nesse sentido, o trabalho que se quer como dissertação propõe uma sociologia do Poder Judiciário sergipano, cujo âmbito analítico resida na formação do espaço jurídico no Estado de Sergipe, confeccionado a partir das relações identitárias de seus atores, em cujo entorno permeia um amálgama de ritos, símbolos, discursos, atributos, tradições jurídicas e demais condicionantes ideológicos, genealógicos e sociais. Tal amálgama, fundamental na compreensão da construção e concorrência do espaço jurídico-normativo-acadêmico nesta unidade da Federação, merece acurada pesquisa na medida em que se mostram relevantes ao acesso e à ascensão no referido campo. Interessam igualmente à presente pesquisa sociológica, as formas de uso do Direito, bem como do espaço jurídico enquanto espaço de poder, formatando um sentido padronizado e dogmático, tanto na aplicação como na elaboração, compreensão e reprodução das normas jurídicas, personificando-se verdadeiros instrumentais de mantença do poder. No tocante à instrumentalização jurídica do discurso e às disputas de espaços de poder, na medida em que aumenta a força dos dominados no campo social e a dos seus representantes (partidos ou sindicatos) no campo jurídico, a diferenciação do campo jurídico tende a aumentar, como sucedeu na segunda metade do século XIX, com o desenvolvimento do direito comercial, e também com o do direito do trabalho e, mais geralmente, com o do direito social (BOURDIEU, 2007).

Nesse diapasão, buscar-se-á uma compreensão do tema a partir da contextualização situacional do espaço jurídico em seu viés nitidamente político e, portanto, de locus para além (muito além) das esferas de interesses de uma elite dirigente, mas verdadeiro espaço de convergência das lutas sociais.

METODOLOGIA E ESTRATÉGIA DE AÇÃO

No tocante à metodologia de pesquisa proposta, subentende-se que uma sociologia de elites não estará completa se não somar ao mapeamento dos sistemas de valores e dos padrões comportamentais uma análise específica sobre o processo social de produção dos seus membros (PERISSINOTTO et al, 2006). Ao partir desta premissa, serão utilizados questionários sociais para aferir trajetória, valores jurídicos e morais, formação escolar, acadêmica, religiosa, bem como entrevistas biográficas (BEAUD & WEBER, 1998), aprofundando os estudos endógenos e exógenos de socialização dos entrevistados pertencentes às elites jurídicas sergipanas. Concomitantemente ao levantamento de dados por intermédio de questionários e entrevistas sociais, farta pesquisa documental e bibliográfica, remissiva a textos de Lei, pesquisas doutrinárias e jurisprudenciais sergipanas, bem como publicações locais, darão suporte à pesquisa. Nesse sentido, se os estudos são construídos sobre outros estudos (não na acepção de que retomam a partir de onde outros deixaram) mas no entender de que, melhor informados e melhor conceitualizados, eles mergulham mais profundamente nas mesmas coisas (GEERTZ, 2001), também compulsaremos as publicações e produção cultural dos próprios entrevistados. Noutro giro, tratando-se o Direito de verdadeiro Fato Social, cria da sociedade e na sociedade, envolvido dialeticamente em idéias interdependentes e construtoras umas das outras, fruto do próprio homem, amarrado a teias de significados que ele mesmo teceu (WEBER, 1992), não se prescindirá da utilização do método dialético na elaboração deste trabalho científico, de sociologia analítica das relações de poder e força do ponto de vista das concepções e interpretações antagônicas, entre interesses dos segmentos de poder e os segmentos de submissão. Sobremaneira, face à dificuldade de se obter dados sobre o conjunto que atua nas carreiras jurídicas, devido à extensão da população e dados pouco acessíveis (ENGELMANN, 2004), se comparada às informações sobre elites dos demais campos atuantes no palco social.

CRONOGRAMA

Semestre X Atividades

2009.1 2009.2 2010.1 2010.2

Leitura Revisão Bibliográfica levantamento de dados Feitura da Dissertação X X X X

Aplicação de Questionários

Realização de Entrevistas

Organização e Revisão da Dissertação

Apresentação da Dissertação

X X

X X

X X

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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