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Conhecimentos Bancários - 253pg

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Ações

Títulos de renda variável, emitidos por sociedades anônimas, que representam a menor
fração do capital da empresa emitente. Podem ser escriturais ou representadas por
cautelas ou certificados .

Documento que indica ser seu possuidor o proprietário de certa fração de determinada
empresa. Existem vários tipos de ações, cada um dos quais definindo formas diversas de
participação na propriedade e nos lucros da empresa. Ações ao portador (extintas pelo
Plano Collor) não trazem expresso o nome de seu possuidor, sendo, portanto, daquele
que as tiver em seu poder.

O investidor em ações é um co-proprietário da sociedade anônima da qual é acionista,
participando dos seus resultados. As ações são conversíveis em dinheiro, a qualquer
tempo, pela negociação em bolsas de valores ou no mercado de balcão.

Ações
Títulos de renda variável, emitidos por sociedades anônimas, que representam a menor
fração do capital da empresa emitente. Podem ser escriturais ou representadas por
cautelas ou certificados . O investidor em ações é um co-proprietário da sociedade
anônima da qual é acionista, participando dos seus resultados. As ações são conversíveis
em dinheiro, a qualquer tempo, pela negociação em bolsas de valores ou no mercado de
balcão.

Tipos

Ordinárias
Proporcionam participação nos resultados da empresa e conferem ao acionista o direito
de voto em assembléias gerais.

Preferenciais
Garantem ao acionista a prioridade no recebimento de dividendos (geralmente em
percentual mais elevado do que o atribuído às ações ordinárias) e no reembolso de
capital, no caso de dissolução da sociedade.

Formas

Nominativas
Cautelas ou certificados que apresentam o nome do acionista, cuja transferência é feita
com a entrega de cautela e a averbação de termo, em livro próprio da sociedade emitente,
identificando novo acionista.

Escriturais
Ações que não são representadas por cautelas ou certificados, funcionando como uma
conta corrente, na qual os valores são lançados a débito ou a crédito dos acionistas, não
havendo movimentação física dos documentos.

Rentabilidade

É variável. Parte dela, composta de dividendos ou participação nos resultados e
benefícios concedidos pela empresa, advém da posse da ação; outra parte advém do
eventual ganho de capital na venda da ação.

Dividendos

A participação nos resultados de uma sociedade é feita sob a forma de distribuição de
dividendos em dinheiro, em percentual a ser definido pela empresa , de acordo com os
seus resultados, referentes ao período correspondente ao direito.
Quando uma empresa obtém lucros, em geral é feito um rateio , que destina parte deste
lucro para reinvestimentos, parte para reservas e parte para pagamento de dividendos.

Juros sobre o Capital Próprio

As empresas, na distribuição dos resultados aos seus acionistas, podem optar por
remunerá-los por meio de pagamento de juros sobre o capital próprio, em vez de distribuir
dividendos, desde que sejam atendidas determinadas condições estabelecidas em
regulamentação específica.

Bonificações em Dinheiro

Excepcionalmente, além dos dividendos, uma empresa poderá conceder a seus acionistas
uma participação adicional nos lucros, por meio de uma bonificação em dinheiro.

Direitos de Subscrição
É o direito de aquisição de novo lote de ações pelos acionistas - com preferência na
subscrição - em quantidade proporcional às possuídas, em contra partida à estratégia de
aumento de capital da empresa.

Venda de Direitos de Subscrição

Como não é obrigatório o exercício de preferência na subscrição de novas ações, o
acionista poderá vender a terceiros, em bolsa, os direito que detém.

Opções sobre Ações

São direitos de compra ou de venda de um lote de ações , a um preço determinado (preço
de exercício), durante um prazo estabelecido (vencimento). Para se adquirir uma opção,
paga-se ao vendedor um prêmio . Os prêmios das opções são negociados em Bolsa. Sua
forma é escritural e sua negociação é realizada em bolsa de valores. A rentabilidade é
dada em função da relação preço/prêmio, existente entre os momentos de compra e venda
das opções.

Opções de Venda

São aquelas que garantem a seu titular o direito de vender ao lançador (vendedor da
opção) um lote determinado de ações, ao preço de exercício , na data de vencimento da
opção . Como é possível ter diferentes posições , tanto titulares como lançadoras em
opções de compra e/ou opções de venda, pode-se formar diversas estratégias neste
mercado, segundo a maior ou a menor propensão do investidor ao risco.
Tanto o titular como o lançador de opções (de compra e venda) podem, a qualquer
instante, sair do mercado, pela realização de uma operação de natureza oposta.

Operação em Margem

Modalidade operacional em bolsas de valores no mercado a vista, pela qual o investido
pode vender ações emprestadas por uma corretora , ou tomar dinheiro emprestado numa
corretora para a compra de ações.

Banco de Títulos CBL - BTC

Serviço de empréstimos de títulos, disponíveis por meio do sistema eletrônico, no qual os
participantes da Custódia Fungível da CBLC, atuando como doadores e tomadores,
podem registrar suas ofertas, bem como efetuar o fechamento de operações de
empréstimos.

Clube de Investimentos

Instrumento de participação dos pequenos e médios investidores no mercado de ações,
que pode ser administrado por uma sociedade corretora, distribuidora, banco de
investimento ou banco múltiplo com carteira de investimento. A participação é feita pela
aquisição de quotas iguais, representativas de uma parcela do patrimônio do clube sua
rentabilidade depende do desempenho dos títulos componentes de sua carteira.
Difere-se dos fundos mútuos pelo limite de participantes - máximo 150, sendo que é
assegurado a cada membro o direito de aumentar o número de suas quotas, por novos
investimentos, até o limite máximo de 40% das quotas existentes - e pela possibilidade de
participação na gestão dos recursos da carteira do clube.

Clube de Investimentos - FGTS

Caracteriza-se pelo condomínio constituído exclusivamente por pessoas físicas, que o
utilizem para aplicar parcela de seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, na
aquisição de contas de Fundos Mútuos de Privatização - FGTS. As cotas do Clube de
Investimento - FGTS correspondem a frações ideais em que se divide o seu patrimônio,
assumindo a forma escritural e assegurando a seus detentores direitos iguais.

Fundo Mútuos de Investimento
Condomínios aberto ou fechado de investidores, para aplicação de recursos em uma
carteira diversificada de títulos e valores mobiliários, em forma de quotas. Podem ser
administrados por sociedades corretoras, distribuidoras, banco múltiplos com carteira de
investimento e bancos de investimento, e devem dispor em seu regulamento sobre os
ativos que poderão compor suas carteiras de aplicações. As quotas de Fundo Mútuo de
Investimento correspondem a frações ideais do seu patrimônio e assumem a forma
nominativa ou escritural.

Fundo Mútuo de Investimento em Ações - Carteira Livre

Constituído sob a forma de condomínio aberto ou fechado, é uma comunhão de recursos
destinado à aplicação em carteira diversificada em títulos e valores mobiliários. Deverá
manter , diariamente, no mínimo 51% do seu patrimônio aplicado em ações e opções
sobre índices de ações.

Fundo Mútuo de Ações

Forma de Investimento que aplica, diariamente, no mínimo 51% de seu patrimônio em
ações.

Fundo de Investimento Financeiro (FIF)

Fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio aberto, cujo patrimônio
destina-se à aplicação em carteira diversificada de ativos financeiros e demais
modalidades operacionais disponíveis no âmbito do mercado financeiro. Para fins de
resgate, suas quotas devem ser atualizadas a intervalos mínimos de 30 dias, contados a
partir da data de emissão.

Fundo de Investimento Financeiro - Curto Prazo

Sua constituição é regida pelas mesmas normas do Fundo de Investimento (FIF), com a
diferença que este fundo admite o resgate de quotas a qualquer tempo, com rendimento
diário.

Fundo de Aplicações em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro

Tem por objetivo exclusivo a aplicação de recursos em quotas de fundos de
investimentos financeiros e demais fundos de investimento que vierem a se especificados

Fundo Imobiliário

Fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio fechado, cujo patrimônio é
destinado a aplicações em empreendimentos imobiliários . As quotas desses fundos, que
não podem ser resgatadas, são registradas na CVM, podendo ser negociadas em bolsas
de valores ou no mercado de balcão.

Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes

Constituído sob a forma de condomínio fechado, é uma comunhão de recursos
destinados a aplicação em carteira diversificada de valores mobiliários de emissão de
empresas emergentes, a companhia que satisfaça os seguintes parâmetros:

Tenha faturamento anual inferior ao equivalente a R$ 60 milhões;
Não seja integrante de grupo de sociedades com patrimônio líquido consolidado
maior ou igual a R$ 120 milhões.

Tal como nos clubes de investimento, a rentabilidade de um fundo mútuo é dada em
função do comportamento dos títulos que compõem sua carteira.

Fundo Mútuo de Privatização - FGTS

Constituído sob a forma de condomínio aberto, é uma comunhão de recursos destinados
à aquisição de valores mobiliários no âmbito do Programa Nacional de Desestatização. É
formado, exclusivamente, por recursos de pessoas físicas participantes do FGTS,
diretamente ou por intermédio de clubes de investimento. Suas cotas são integralizadas,
exclusivamente, com recursos da conversão parcial dos saldos do FGTS dos respectivos
participantes.

Opções de Compra Não-padronizadas (Warrants)

Warrant de compra é um título que dá ao seu possuidor o direito de comprar um ativo
financeiro a um preço predeterminado (preço de exercício), em um prazo também
predeterminado. O emissor de Warrant pode ser a própria empresa emissora do ativo
subjacente à Warrant, ou qualquer instituição que detenha em sua carteira de
investimentos uma grande quantidade de ações emitidas por outra instituição.

Recibo de Carteira Selecionada de Ações - RCSA

O RCSA é um recibo que representa uma carteira preestabelecida de ações, cujas
quantidades são fixadas e perfeitamente conhecidas antes de sua constituição. Os papéis
integrantes dos RCSAs devem ser depositados em custódia antes de sua emissão e, uma
vez constituídos, os recibos são negociados na BOVESPA como se fossem um título
qualquer, com seu valor sendo determinado pelo mercado. A principal característica do

RCSA é que ele permite que o investido compre ou vinda um conjunto de ações por meio
de uma única operação.

Saiba mais sobre AÇÕES

A Bolsa de Valores de Nova York gira mais de US$ 1 bilhão num dia normal de pregão,
fechando o ano com qualquer coisa como 4% do Produto Nacional Bruto dos Estados
Unidos. Um em cada dez americanos tem interesse direto nas cotações de ações e de
commodities de seu país, seja comoinvestidores, como cotistas de fundos mútuos, ou
como participantes de planos de pensão, individuais e de empresas.

A origens das Bolsas de Valores é bastante remota. Durante toda a Idade Média e até o
século XVII, as operações de Bolsa resumiram-se á compra e venda de moedas, letras de
câmbio e metais preciosos. A palavra Bolsa, no seu sentido comercial e financeiro,
nasceu em Bruges, cidade lacustre da Bélgica, a Bourse de Paris foi implantada por Luís
VII em 1141. Em 1698 foi fundada a Bolsa de Fundos Públicos de Londres, mas só no
século XVIII estas instituições atingiram grande desenvolvimento, quando as exigências
de crédito público obrigaram os banqueiros a fracionar os empréstimos em títulos de
participação.

No Brasil, seu desenvolvimento está intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da
estrutura financeira do País, que se assentou basicamente sobre dois tipos de
instituições:

Os Bancos Comerciais e as Bolsas de Valores.

Antes do século XIX não se encontravam instituições organizadas, mas apenas indivíduos
exercendo as funções de banqueiros ou corretores.

Em 13 de março de 1897 foi expedido o Decreto nº 2475, que veio a se constituir na
espinha dorsal da legislação sobre Bolsas e Corretoras. Em São Paulo, em dezembro de
1894, foi aprovada uma tabela de corretagem para a embrionária Bolsa Livre de Valores,
por ato do governo estadual. Este fato representou o passo inicial para a criação dos
primeiros cargos de corretores de fundos públicos.Em 1897, o Governo Estadual instituía
a Bolsa Oficial de títulos de São Paulo. Foi a partir das reformas que institucionalizaram o
sistema financeiro nacional, iniciadas em 1964, que as Bolsas de Valores assumiram as
características que hoje possuem.

Perseguindo mais o modelo norte-americano do que outros modelos europeus, as Bolsas
de Valores brasileiras- as de São Paulo e Rio de Janeiro em especial- assumiram postura
empresarial que as classifica, na atualidade, entre as instituições mais modernas do
mundo. A organização interna das Bolsas volta-se para a divulgação instantânea de
informações sobre o desenrolar das atividades de pregão, e da oferta de dados adicionais
sobre as companhias cotadas.

As Bolsas de Valores são associações civis, sem fins lucrativos. Seu patrimônio é
representado por títulos que pertencem ás sociedades corretoras membros. Possuem
autonomia financeira, patrimonial e administrativa, mas estão sujeitas á supervisão da
Comissão de Valores Mobiliarios e obedecem ás diretrizes e políticas emanadas do
Conselho Monetário Nacional. Seus objetivos e atividades são:

Manter local adequado á realização, de transações de compra e venda de títulos e

valores mobiliários.

Criar e organizar os meios materiais, os recursos técnicos e as dependências
administrativas necessárias a pronta, segura e eficiente realização e liquidação das
operações efetuadas no recinto de negociação(pregão), entre outros.

A atividade do corretor (com esse nome ou o de cambista) começou na mais remota
antiguidade, referia-se ás pessoas que se dedicavam a troca de moedas.

No Brasil, o corretor de fundos públicos atuou, e foi reconhecido como tal, desde os
tempos de Império. Na República, o corretor, pessoa física, com caráter de ofício público
vitalício, era nomeado pelo Presidente da República e sua indicação referenciada pelo
Ministro da Fazenda, sendo exigidas condições especiais para o exercício do cargo.

A Lei de Mercado de Capitais extinguiu a figura do corretor de fundos públicos e instituiu
as sociedades corretoras, instituições financeiras membros da Bolsa de Valores,
constituídas sob a forma de sociedade anônima ou por quotas de responsabilidade
limitada.

Pretendeu-se, também, a igualdade de condições legais para todo mercado de títulos no
território nacional, o que não ocorria quando os corretores funcionavam como
serventuários oficiais nas Bolsas estaduais. Houve, portanto, uma espécie de
federalização das atividades das sociedades corretoras, que acompanhavam idêntica
medida de federalização das Bolsas de Valores.

As sociedades corretoras estão sujeitas ás normas do Conselho Monetário Nacional,
Banco Central e CVM. Seus objetivos são:

Operar com exclusividade em Bolsas de Valores.

Comprar, vender e distribuir títulos e valores mobiliários por conta de terceiros;

Formar e gerir, como líder ou participantes de consórcios para lançamento

público;

Encarregar-se da administração de carteiras de valores e da custódia de títulos e

valores mobiliários;

Encarregar-se da subscrição de títulos e valores mobiliários;

Promover o lançamento de títulos e valores mobiliários, públicos e particulares;

Instituir, organizar e administrar fundos mútuos de investimentos, bem como

clube de investimentos;

Oganizar fundos de investimentos, sob a forma de sociedade anônima de capital

autorizado;

Operar em open market e overnight, desde que especificamente credenciada pelo

Banco Central do Brasil;

Intermediar operações no mercado de commodities;

Assessorar os clientes no processo de tomada de decisão.

Relacionamento investidor-corretora-Bolsa necessita ser especialmente formal, para
conferir ás operações a segurança essencial á sua legitimação.

Os investidores podem emitir aos seus corretores vários tipos de ordens de compra e
venda de ações. As mais comuns são:

Mercado;

Limitada;

Casada;

De financiamento;

De stop;

Para o dia;

Prazo determinado;

Em aberto.

Os investidores compram ações de companhias, em Bolsa, através das sociedades
corretoras. O investidor emite uma ordem de compra e venda á sua corretora e esta se
encarrega de executá-la no pregão. O operador, de posse das ordens de compra e de
venda dos clientes de sua corretora, participa diretamente do pregão, apregoando seus
negócios. As operações em Bolsa são remuneradas á base de comissões sobre os
negócios efetuados.

Local mantido pelas Bolsas para a realização de negócios de compra e venda de títulos,
principalmente ações, em mercado livre e aberto. O pregão é o principal recinto de uma
Bolsa de Valores, e onde se realiza todo o seu processo operacional. Apesar de realizar-se
dentro de uma sala de dimensões normais, o pregão é um mercado onde se efetuam
milhares de negócios em um só dia, de forma segura, ágil e livre. No pregão encontram-se
os fluxos de oferta e procura do mercado de ações. Milhares de pessoas que desejam
comprar e vender ações estão aí representadas pelos operadores de Bolsa (os próprios
corretores ou seus prepostos).

Sistemas de informações liga, através de terminais, o pregão de uma Bolsa aos pregões
das demais Bolsas do País, às sociedades corretoras dos diversos Estados, a bancos de
investimento e investidores individuais.

Pregão pode ser organizado segundo os sistemas de negociaçãoexistentes:

Operadores ficam em volta de balcão circular, onde anunciam de viva voz suas ofertas de
compra e venda. O diretor do pregão delimita intervalo de tempo para a negociação de
cada título. Esgotado o tempo, o mesmo título só pode ser transacionado no final, em
nova rodada, ou no dia seguinte. (Call System).

Negócios são realizados durante todo o período do pregão. O sistema é consagrado nas
maiores Bolsas do País e estrangeiras, e permite efetuar grandes volumes de negócios
(Trading Post).

Os negócios são realizados segundo quatro processos:

Negociação Comum- Realiza-se entre dois representantes. Apregoação de viva voz
mensiona intenção de comprar e vender, o título, características, quantidade e preço
unitário.

Negociação Direta- O mesmo operador é, simultâneamente, comprador e vendedor:
comprador para um dos clientes de sua corretora e vendedor para outro. Apregoação é
feita por um representante da Bolsa.

Negociação por Leilão- Semelhante a negociação direta. Ao ocorrer apregoação de
compra e venda de grande quantidade, representante da Bolsa interfere colocando em
leilão.

Negociação por Oferta- Realizada entre dois operadores, sendo um deles representado
pelo posto de negociação que recebeu sua oferta.

Introduzido em 1990 e operado pela Bolsa de Valores de São Paulo, o CATS oferece um
sistema de informações de mercado e instrumentos de análise de investimentos,
contribuindo para que a Bolsa possa manter um sistema eficiente de negociações e
funcinamento do mercado.

Á Vista: Compra e venda de lotes padronizados de ações, executadas a um preço
estabelecido em determinado instante da sessão do pregão, ou através de sistemas
eletrônicos de negociação.

A Termo: Compra e venda de ações, em sessão de pregão ou através de sistemas
eletrônicos de negociação, a um preço fixado, para entrega numa data definida, entre 30 e
180 dias, a partir da data da negociação, daí resultando um contrato entre as partes.

Operações a Prazo-Conta Margem: No mercado de Bolsa as operações a prazo podem ser
realizadas através da conta margem que é um mecanismo de crédito, operado pelas
Corretoras, a seus clientes. Em verdade a conta-margem é uma operação extra-bolsa. A
Corretora empresta a seu cliente dinheiro para comprar ações, ou ações para serem
vendidas no mercado.

Operações a Futuro: Operação de futuro é aquela em que a prestação e a contra prestação
são contemporâneas no futuro.

O outro mercado que não se liquida a vista ou contra entrega é o mercado de opções. No
mercado de opções o que se negocia são direitos sobre ações. São direitos de uma parte
comprar ou vender a outra, até uma determinada data, certa quantidade de ações a um
preço preestabelecido, pagando-se de uma só vez o valor da opção.

Lançador: É quem vende a opção.

Titular: É que compra a opção.

Ação-Objeto: Ação a ser comprada ou vendida no dia de vencimento da opção.

Dia de Exercício: Dia de vencimento da opção.

Day Trade: Compra e venda de opções da mesma série, numa mesma sessão de pregão,
na mesma Bolsa.

Dentro do Preço: Opção cujo preço de exercício é maior do que o preço a vista da ação-
objeto; entre outros.

Em síntese, ao investidor no mercado de opções é dado lançar, fechar posições exercer,
comprar e vender opções e ainda fazê-lo da forma day trade.

O Índice de ações são indicadores de variação de preços de mercado utilizados para a
avaliação comparada de performance dos preços das ações para administradores e
investidores. É ainda poderoso instrumento de avaliação nas negociações a futuro.

O índice de ações mais conhecido no Brasil é o Índice BOVESPA. Calculado
ininterruptamente há mais de 25 anos, em função do movimento da maior Bolsa do país, o
BOVESPA, é importante indicador do desempenho médio das cotações do mercado de
ações. O Índice BOVESPA é o valor atual em moeda do país de uma carteira teórica de
ações, a partir de uma aplicação hipotética.

O sistema de difusão de informações das Bolsas de Valores brasileiras é, possivelmente,
um dos mais avançados do mundo. As Bolsas utilizam quase todos os meios de
comunicação disponíveis: correio, malotes, imprensa escrita, falada e televisada, telex e o
teleprocessamento de dados com terminais de computadores on-line ou ligados a telex.
Além disso, as Bolsas de Valores do Rio e de São Paulo estão ligadas na rede
internacional Internet e por sistemas de E-mail.

As principais Bolsas de Valores do País, do Rio de Janeiro e de São Paulo, estão
equipadas com o que há de mais moderno em teleprocessamento de dados. Todo o
processo, desde o fechamento da operação até o momento da liquidação, é feito através
do computador.

As duas Bolsas instalaram uma rede de terminais que opera on-line com o sistema central
de computadores e permite a utilizaçãode um amplo sistema integrado de
teleprocessamento, com unidades que podem ser distribuídas por todo o território
nacional e memso no exterior.

As Bolsas de Valores são obrigadas a manter um Fundo de Garantia, com a finalidade de
ressarcir os clientes de seus associados dos prejuízos que lhes sejam ocasionados por
ato doloso ou culposo dos membros da entidade.

Capital Social

O capital social de uma sociedade anônima, como ocorre em relação às demais
sociedades comerciais, pode ser integralizado pelo acionista em $, bens ou créditos.

Aumento de capital social:

a) Emissão de ações: aumento deliberado em assembléia geral extraodinária; tem por
pressuposto a realização de pelo menos 3/4 do capital social então existente.

b) Valores Mobiliários: conversão de debêntures ou partes beneficiárias em ações, bem
como o exercício dos direitos conferidos por bônus de subscrição ou opção de compra,
aumento de capital social, com emissão de novas ações.

c) Capitalização de lucros e reservas: parte do lucro líquido ou de reservas para reforço
do capital social.

Redução: excesso e irrealidade.

Órgãos Sociais

•Assembléia Geral;
•Conselho de Administração;
•Diretoria;
•Conselho fiscal.

Assembléia Geral: órgão máximo da S/A de caráter deliberativo, que reúne acionistas com
ou sem direito à voto. A lei exige a realização de assembléia nos 4 meses imediatamente
seguintes ao término do exercício social.

Conselho de Administração: órgão facultativo, colegiado, de caráter deliberativo.
Obrigatório nas S/As abertas, nas de capital autorizado e nas e economia mista.

Diretoria: órgão legal de representação da companhia e de execução das deliberações da
Assembléia Geral e do Conselho de Administração. Diretores não precisam ser acionistas.
São eleitos pelo Conselho de Administração ou Assembléia Geral.

Conselho Fiscal é órgão de existência obrigatória, mas de funcionamento facultativo.
Destina-se à fiscalização dos órgãos de administração.

Administração da Sociedade

Regras aplicáveis ao Conselho de Administração como a Diretoria.

Deveres:

a) de diligência;
b) de lealdade;
c) de informar.

O administrador não é responsável pelas obrigações assumidas pela companhia por ato
regular de gestão, mas responderá por ato ilícito seu, pelos prejuízos que causar seja por
culpa ou dolo.

Poder de Controle

O acionista ou grupo de acionistas vinculados por acordo, titular de direitos de sócio que
lhe assegurem, de modo permanente, a maioria de votos na Assembléia Geral e o poder
de eleger a maioria dos administradores e usa, efetivamente, desse poder para dirigir as
atividades sociais e orientar o funcionamento dos órgãos da companhia é considerado
acionista controlador.

Ser maioria societária significa possuir ações que lhe garantam a maioria nas decisões
tomadas pelas 3 últimas assembléias.

As ações que dão sustentação ao poder de controle costumam ser negociadas por valor
substancialmente maior que das demais (prêmio de controle).

Acionistas

Participação nos resultados sociais: direito a receber o dividendo, bem como participar
dos resultados da companhia.

Fiscalização da gestão dos negócios sociais: direta e indireta.

Direito de preferência: os acionistas tem direito de preferência na subscrição de ações e
de valor mobiliário.

Direito de retirada: reembolso de ações.

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