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Tumores Do Rim

Tumores Do Rim

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O câncer do rim (adenocarcinoma do rim; carcinoma das células renais; hipernefroma) é responsável por cerca de 2% dos cânceres em adultos
O câncer do rim (adenocarcinoma do rim; carcinoma das células renais; hipernefroma) é responsável por cerca de 2% dos cânceres em adultos

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05/01/2015

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·Tumores do rim

·Antonio Fernandes Neto
UN!vERS!DADE ESTADUAL DE
LONDR!NA
CENTRO DE C!ÊNC!AS DA SAUDE
Tumores do rim
Prevalência
-3° de todos as neoplasias humanas (terceira
geniturinaria em Ireqüência)
-Atingem homens e mulheres na proporcão de 3:2
-A doenca e mais comum em individuos idosos
-U.S.A.:50.000 novos casos - 20.000 mortes
-8° são carcinomas.
-Os demais tumores, na maioria, são benignos:
Angiomiolipomas
Oncocitomas
'Adenomas¨.
Enquanto que no periodo de 1360·1363 a sobrevida de S anos
situava·se em torno de 37%, mais recentemente este indice elevou·
se para cerca de S3%.
NCNCA em reIação à idade e sexo
Kidney cancer incidence, numbers of newIy diagnosed cases and directIy age
standardised rates (European) per 100,000 popuIation
0
500
1000
1500
2000
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Males Numbers
Females Numbers
Males DAS(E)
Females DAS(E)
Cancer Research UK Cancer Research UK
Tumores do rim
!ncidência
Tumores do rim
Prevalência
- 80° no parênquima (adenocarcinomas)
- 20° excretor (Carcinoma de celulas transicionais)
- Mortalidade mundial em 2000 ~ 100.000
-Incidência tem aumentado entre 2,3° e 4,3° ao ano,
principalmente em negros.
Aumentou 38° de 1974 a 1990 (Eco, TAC)
-As chances de sobrevida aumentaram entre 1975 e
1999, em Iuncão da identiIicacão mais precoce destes
casos (maior numero de tumores diagnosticados
incidentalmente).
Tabagistas têm 40% mais chance de desenvolve Tabagistas têm 40% mais chance de desenvolve··lo. lo.
Tabagismo e obesidade (ambos diretamente Tabagismo e obesidade (ambos diretamente
relacionados ao desenvolvimento desse tumor em relacionados ao desenvolvimento desse tumor em
mulheres), mulheres),
Hipertensao arterial Hipertensao arterial
Doenca cistica renal adquirida Doenca cistica renal adquirida
Uso de diuréticos (principalmente os tiazidicos), Uso de diuréticos (principalmente os tiazidicos),
Uso de estrógenos Uso de estrógenos
Radioterapia prévia Radioterapia prévia
Exposicao a derivados de petróleo, metais pesados Exposicao a derivados de petróleo, metais pesados
ou asbesto ou asbesto
Dialise crönica (+ de 3 anos), causando doenca Dialise crönica (+ de 3 anos), causando doenca
renal cistica renal cistica
Tumores do rim
Fatores de risco
Pacientes dialisados: Pacientes dialisados:
1) 1) 30 a 4S% desenvolvem a doenca cistica 30 a 4S% desenvolvem a doenca cistica
adquirida do rim. adquirida do rim.
2) 2) Destes, até S% desenvolvem cancer. Destes, até S% desenvolvem cancer.
3) 3) Nas as metastases só ocorrem em 1S% Nas as metastases só ocorrem em 1S%
Tumores do rim
Fatores de risco · dialise
Nuitos anos de hemodialise aumenta em 100 vezes
o risco de adenocarcinoma renal, geralmente
papilifero
O achado de atipias celulares em cistos renais é
muito comum em pacientes dialiticos e
transplantados e tal achado ja foi chamado de
carcinoma ¨abortado", uma vez que estes cistos
raramente evoluem para carcinoma invasivo. Outro
aspecto importante é que estes tumores sao de
excelente prognóstico e que a taxa de cura na
literatura é de 100%.
Tumores do rim
Fatores de risco · dialise
ssociacao familial, correspondem a 4% dos ssociacao familial, correspondem a 4% dos
Carcinomas de células renais. Carcinomas de células renais.
1) 1) Carcinoma renal familial associado com a Carcinoma renal familial associado com a
sindrome de Birt sindrome de Birt··Hogg Hogg··Dubé Dubé
2) 2) Carcinoma renal papilifero hereditario tipo ! e !! Carcinoma renal papilifero hereditario tipo ! e !!
3) 3) Doenca de von Hippel Doenca de von Hippel··Lindau. Pode Lindau. Pode
desenvolver carcinoma renal bilateral, desenvolver carcinoma renal bilateral,
feocromocitoma bilateral multifocal, tumores feocromocitoma bilateral multifocal, tumores
pancreaticos e cisto, cistoadenomas do pancreaticos e cisto, cistoadenomas do
epididimo, hemangiomas cerebelares e epididimo, hemangiomas cerebelares e
espinhas, angiomas de retina e tumores do espinhas, angiomas de retina e tumores do
ouvido interno. ouvido interno.
Tumores do rim
Fatores de risco - história familiar
Distintos tipos de tumores de rim sao Distintos tipos de tumores de rim sao
causados por genes distintos. causados por genes distintos.
Cerca de 7S% sao carcinomas de Cerca de 7S% sao carcinomas de
células claras, 1S% sao papiliferos, células claras, 1S% sao papiliferos,
S% sao cromofóbicos e S% sao S% sao cromofóbicos e S% sao
oncocitomas. oncocitomas.
Cada tipo de sindrome hereditaria é Cada tipo de sindrome hereditaria é
associada a um tipo histológico associada a um tipo histológico
Tumores do rim
Fatores de risco - história familiar
1) 1) sindrome Birt Hogg Dubé (BHD) esta sindrome Birt Hogg Dubé (BHD) esta
associada ao carcinoma renal cromofóbico e ao associada ao carcinoma renal cromofóbico e ao
oncocitoma oncocitoma
2) 2) Carcinoma renal papilifero hereditario (HPRC) é Carcinoma renal papilifero hereditario (HPRC) é
a forma hereditaria do carcinoma renal a forma hereditaria do carcinoma renal
papilifero tipo 1 papilifero tipo 1
3) 3) leiomiomatose renal (HLRCC) é a forma leiomiomatose renal (HLRCC) é a forma
hereditaria do carcinoma renal papilifero tipo 2. hereditaria do carcinoma renal papilifero tipo 2.
4) 4) von Hippel von Hippel··Lindau (vHL) é a forma hereditaria Lindau (vHL) é a forma hereditaria
do carcinoma de células claras do carcinoma de células claras
S) S) Esclerose tuberosa (doenca de Bourneville) Esclerose tuberosa (doenca de Bourneville)
associada a angiomiolipoma associada a angiomiolipoma
Tumores do rim
Fatores de risco - história familiar
von Hippel Lindau. Sao bilaterais e multicêntricos von Hippel Lindau. Sao bilaterais e multicêntricos
Carcinoma papilar hereditario tipo 1. Sao bilaterais Carcinoma papilar hereditario tipo 1. Sao bilaterais
e multicêntricos e multicêntricos
Birt Birt·· Hogg Bubé. ssociado a pneumotórax Hogg Bubé. ssociado a pneumotórax
espontaneo e cistos renais. Sao bilaterais e espontaneo e cistos renais. Sao bilaterais e
multicêntricos. multicêntricos.
Sindrome de leiommatosse hereditaria e carcinoma Sindrome de leiommatosse hereditaria e carcinoma
de células renais (HLRCC). Desenvolve carcinoma de células renais (HLRCC). Desenvolve carcinoma
papilar tipo 2, alta letalidade associa papilar tipo 2, alta letalidade associa··se a mioma se a mioma
uterino e leimiomas cutaneos. qui deve ser feito uterino e leimiomas cutaneos. qui deve ser feito
nefrectomia radical. nefrectomia radical.
Esclerose tuberosa. Sao bilaterais e multicêntricos Esclerose tuberosa. Sao bilaterais e multicêntricos
Tumores do rim
Fatores de risco - história familiar
Doenca autossömica dominante de
alta penetrancia (cerca de 100% aos
6S anos)
Rara, com prevalência de 1/36.000
pessoas
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
s principais manifestacoes sao:
Hemangioblastomas de sistema nervoso
central (SNC) e retina
Carcinoma renal, cistos renais
Feocromocitoma
Tumores cisticos e sólidos de pancreas
Cistoadenoma de epididimo
Tumores de saco endolinfatico.
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
s manifestacoes iniciais mais freqüentes
sao hemangioblastomas de retina e cerebelo
Seguidos do carcinoma de rim
expectativa média de vida é de 43 anos
Sendo as principais causas de morte o
carcinoma renal e os tumores de sistema
nervoso central
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
Os critérios diagnósticos para casos
isolados sao:
Existência de 2 hemangioblastomas (de
sistema nervoso central ou retina) ou de 1
hemangioblastoma somado a uma
manifestacao visceral
proximadamente S0% dos pacientes só
terao uma manifestacao
Nos casos familiares só uma manifestacao
ja é suficiente para o diagnóstico.
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
sindrome é classificada em em 3 tipos,
de acordo com a natureza do tumor
encontrado:
Tipo !: hemangioblastomas de SNC e retina,
cistos e carcinomas renais e doenca cistica
pancreatica. Esses pacientes nao apresentam
feocromocitoma. É a forma clinica mais
comum.
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
Tipo !!: hemangioblastomas de SNC e
retina, feocromocitoma e tumores de ilhotas
pancreaticas, esses pacientes nao sao
portadores de carcinoma de rim e têm
melhor prognóstico.
Tipo !!B: hemangioblastomas de SNC e
retina, feocromocitoma, tumores renais e
pancreaticos, esses pacientes têm todas as
manifestacoes da sindrome e constituem a
forma mais rara de sua apresentacao
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
Doenca renal na sindrome de vHL
idade de aparecimento dos tumores de
rim é de 37 anos (1S a 67 anos)
É mais precoce que o carcinoma renal
esporadico, que se apresenta entre SS e 60
anos.
Sao unilaterais em 43% e bilaterais em
S6% dos casos
Em oposicao ao carcinoma renal esporadico
que é bilateral em apenas 1,8% dos casos
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
Doenca renal na sindrome de vHL
O tratamento pode ser expectante em
lesoes suspeitas menores que 2 cm na
tentativa de poupar os pacientes de varias
exploracoes cirúrgicas.
Como as metastases de carcinoma só sao
reportadas com tumores maiores que 4,S
cm, recomenda·se que sejam abordadas
apenas lesoes maiores que 3 cm
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
Feocromocitomas na sindrome de vHL
Ocorrem em 7 a 18% dos casos
idade de inicio é de 27 ' 13 anos, mais
precoce que nos casos de tumores esporadicos.
Em oposicao a esses últimos, eles sao mais
freqüentemente bilaterais (S0 a 80% dos
casos), multifocais e extra·adrenais, sendo
raramente malignos.
Os pacientes, com relativa freqüência, sao
assintomaticos e possuem catecolaminas
normais
Tumores do rim
von Hippel Lindau von Hippel Lindau
O rastreamento populacional para O rastreamento populacional para
deteccao precoce nao se justifica, pela deteccao precoce nao se justifica, pela
baixa prevalência, a excecao em: baixa prevalência, a excecao em:
1) 1) Hemodializados ha mais de 03 anos Hemodializados ha mais de 03 anos
2) 2) Portadores de vHL (doenca de von Portadores de vHL (doenca de von
Hippel Hippel··Lindau) Lindau)
3) 3) Portadores de esclerose tuberosa Portadores de esclerose tuberosa
4) 4) História familiar de cancer renal História familiar de cancer renal
hereditario hereditario
visar os pacientes e familiares. visar os pacientes e familiares.
Tumores do rim
Rastreamento populacional
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Células claras
Cromófilo ou
papilar
Cromófobo
Ductos coletores
Nalignos
70% a 80% 10% a 1S% 4 a S%
CARC!NONAS DE CÉLULAS RENA!S
< de 1%
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Nalignos
variacao sarcomatóide
Em qualquer dos
subtipos podem surgir
areas de transformacao
sarcomatosa, que
conferem maior
gravidade a doenca.
CARC!NONAS DE CÉLULAS RENA!S
Degeneracao sarcomatóide do carcinoma renal e
extensao direta de sarcoma retroperitoneal sao muito
mais comuns que o sarcoma renal primario.
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Nalignos
variacao sarcomatóide sobrevida
CARC!NONAS DE CÉLULAS RENA!S
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Nalignos
Diferenciacao escamosa
Se no anatomo vier diferenciacao
escamosa o prognóstico é muito
ruim e a maioria dos pacientes nao
sobrevive. Nao responde nem a
quimio nem a radioterapia.
sobrevida média nos Carcinomas
de células escamosas (CEC) cai
muito quando comparado com
Carcinomas de células Transicionais
(CCT).
CARC!NONAS DE CÉLULAS RENA!S
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Nalignos
Carcinoma medular renal
É uma neoplasia rara que ocorrem em
jovens
Nuito agressiva
ssociada a anemia falciforme
Diagnóstico diferencial é com o
carcinoma dos ductos coletores de
Bellini
O prognóstico é muito ruim. s
metastases sao linfaticas e
hematogênicas
sobrevida média após nefrectomia tem
sido de apenas 1S semanas.
CARC!NONAS DE CÉLULAS RENA!S
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Nalignos
O carcinoma de células renais tipo 2
apresenta pior prognóstico que o tipo 1.
sobrevida livre de doenca para o tipo 1 é de
32% e para o tipo 2 de 44%
Pacientes portadores de carcinoma renal
papilar apresentam maior risco de uma
segunda neoplasia primaria, geralmente de
próstata ou de cólon
CARC!NONAS DE CÉLULAS RENA!S
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Nalignos
Linfomas
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Nalignos
Carcinomas do urotélio renal
Carcinoma das
células transicionais
Carcinoma das
células transicionais
papilifero grau !!
1) Nefroblastoma (tumor de wilms)
2) Carcinoma embrionario
3) Linfoblastoma · mieloma
4) Sarcoma
Fibrossarcoma
Lipossarcoma
Leiomiossarcoma
Sarcoma osteogênico
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos · malignos
Tumores do rim
Patologia - metastases
Netastases para os rins ocorrem
particularmente no carcinoma brönquico,
neoplasias mamaria e gastrointestinal e pele
(melanoma)
Netastase exofitica solitaria é comum em
pacientes com cancer de cólon e extensao
tumoral perinéfrica é tipica do melanoma.
Tumores do rim
Patologia - subtipos histológicos
Benignos
Nefroma cistico
multilocular
Oncocitoma
Angiomiolipoma
Nefroma
mesoblastico
congênito
Adenomas
Corticais
Tumores do rim
Patologia - outros subtipos histológicos · benignos
1. Fibroma renal ou hamartoma (benigno, medular,
<1cm)
2. Niolipoma (muito raro)
3. Lipoma (muito raro)
4. Leiomioma (também apresenta gordura
microscópica, geralmente <1,0cm, simulam
carcinoma).
S. ngioma
6. Neurofibroma
7. Cisto dermóide
8. Rabdomioma
Tumores do rim
Origem, freqüência e sobrevida relacionada aos
subtipos histológicos
O papilifero tem tipo ! e tipo !!. O tipo ! é
mais benigno comparado com tipo !! porem
ele é mais multifocal
O tipo !! é menos multifocal tem maior grau
nuclear (Fuhrman 3/4), maior estadio e
mais invasao vascular e maior diferenciacao
sarcomatosa. Sao tumores maiores e a
sobrevida é menor. O tipo dois é mais
agressivo. sobrevida em S anos para
carcinoma renal papilifero tipo ! é de 30%
enquanto que a do tipo 2 é de S0%.
Tumores do rim
Subtipo histológico · tumor papilifero
Nultifocalidade ocorre em S,3% dos
tumores renais, sendo um terco detectado
em exames de imagem e quase metade
sendo tumor papilifero. multicentricidade
é pequena em tumores até 3 cm sendo de 0
a 3,7% porem no tumor papilifero é de 30%
de modo que em tumores papilifero se
operarmos o paciente tem chance de 10x
mais de recidivar o tumor por ser
multicêntrico, nao sendo impróprio que
estes pacientes sejam operados somente se
alcancar 3 cm.
Tumores do rim
Subtipo histológico · tumor papilifero
sindrome dos tumores papiliferos
múltiplos deve ser feito diagnóstico
diferencial com von Hippel Lindau que é
doenca que acompanhada de múltiplos
nódulos em ambos os rins e a sindrome dos
múltiplos oncocitomas (sindrome de Birt·
Hogg·Dube)
Se tiver varios nódulos nos rins (tumor
múltiplos) e hipovascularizado o diagnóstico
diferencial de tumor papilifero renal também
deve ser feito com linfoma e uma biópsia
pode evitar cirurgia.
Tumores do rim
Subtipo histológico · tumor papilifero
Tumor de células claras é de cor amarelo
ouro e igual a supra·renal
Cromófobo é de cor acastanhada é sólido e
parecido com parênquima renal. Ë parecido
com oncocitoma. Os dois lembram o
parênquima normal
Ouando é muito heterogêneo
incaracteristico com hematoma, necrose e
mucinoso as vezes parecem casium e de cor
branca e avermelhada deve ser tumor
papilifero de células renais
Tumores do rim
parência macroscópica
Os tumores renais bilaterais compreendem
3·S% dos carcinomas renais diagnosticados
Destacou que os tumores renais sincrönicos
têm taxa de sobrevida bastante semelhante
a dos tumores unilaterais.
]a em relacao aos tumores metacrönicos, o
prognóstico da doenca costuma ser pior se
o segundo tumor é diagnosticado em um
intervalo inferior a 30 meses após o
tratamento da primeira lesao.
Tumores do rim
Bilateral
Ouando o paciente têm tumor renal bilateral
e operamos um dos rins e fazemos o estudo
do exame anatomopatológico a chance de
ter o mesmo tipo histológico no rim
contralateral é de 7S%
Em 2S% dos casos o tipo histológico é
diferente. Podendo em um lado ser benigno
e no outro maligno
Tumores do rim
Bilateral
Sao causa de tumor renal bilateral:
Pode ser carcinoma renal sendo geralmente
o tumor de células claras bilateral
von Hippel, Lindau
ngiomiolipoma bilateral da esclerose
tuberosa
Tumores papiliferos familiares
Tumores do rim
Bilateral
Sao causa de tumor renal bilateral:
Sindrome de Birt·Hogg·Dube que é uma
sindrome hereditariia (que pode ter
associado tumor cromofobo, oncocitoma e
tumor de células claras). Tem
fibrofoliculoma de pele e cisto pulmonares
com pneumotores expontaneo.
Oncocitomas e cromofobos bilaterais
Linfoma
Netastase
Tumores do rim
Bilateral
Tumores do rim
Bilateral
Tratamento
Pode ser feita abordagem em um tempo só.
Comecando sempre pelo rim melhor, porque o rim
pior pode ser necessario ser retirado
completamente
incisao pode ser subcostal bilateral se forem
operar ao mesmo tempo os dois rins.
Se um tumor for exofitico em um rim e intrasinusal
em outro rim opera primeiro o mais facil e depois o
mais dificil. Se for intrasinusal operar com uso de
USC intra·operatória
Tumores do rim
Bilateral
Tratamento
Se tiver um tumor pequeno em um rim e
grande no outro. Opera primeiro o rim melhor
porque o outro rim mesmo ruim que vai ser
retirado posteriormente mantém a funcao
renal no pós operatório.
Se for operar cerca de 2 meses depois que fez
a nefrectomia parcial em um dos rins fazer
cintilografia pra ver funcao do rim operado
porque sempre manipula o pediculo e pode ter
insuficiência renal neste rim
Se tiver tumor bilateral e no anatomo patológico
em um lado oncocitoma e no outro lado uma
lesao pequena com menos de 3 cm a
possibilidade de ser cancer é baixa somente
10%
Se o paciente for idoso é melhor explicar que o
risco de ser cancer é baixo e nao operar
Se for jovem explicar que existe uma
associacao entre o oncocitoma e tumor de
células claras que pode estar presente no outro
rim em torno de 7 a 30% (o número classico é
de 10%) devendo o paciente ser explorado
Tumores do rim
Bilateral
Se no lado contralateral for tumor grande e o
paciente ja fez biópsia em outro servico que
confirmou oncocitoma mesmo assim o paciente
deveria ser operado. Pode ser Sindrome de
Birt·Hogg·Dube (que pode ter associado tumor
cromofobo, oncocitoma e tumor de células
claras) e a biópsia nao é suficiente para
garantir que nao tenha tumor no lado
contralateral
Se de um lado que foi operado na peca deu
oncocitoma no lado contra lateral a
possibilidade de ser carcinoma é de 2/3 e de
ser oncocitoma é de 1/3
Tumores do rim
Bilateral
ntes da cirurgia
Depende do tamanho da lesao (pior se > 7
cm), presenca de adenomegalia, invasao
vascular e necrose dentro do rim
pós a cirurgia
Crau de Furmam, tipo histológico, estagio
patológico e invasao microvascular.
Tumores do rim
Cravidade do tumor renal
!ncidentais ou sintomaticos
maioria dos tumores renais sao diagnosticados
incidentalmente. Estes tumores apresentam menor
tamanho e melhor prognóstico.
Em clinica privada 70% dos tumores renais sao
diagnosticados incidentalmente enquanto nos
hospitais públicos 40% dos casos (falta de acesso
a USC)
Os tumores incidentais apresentam sobrevida de
30% em S anos enquanto os sintomaticos
apresentam sobrevida de 60% em S anos.
Tumores do rim
Diagnóstico
Clinica: Clinica:
¨Triade classica": hoje só é vista em 10% dos casos ¨Triade classica": hoje só é vista em 10% dos casos
60% hematúria, 4S% massa palpavel, 40% dor 60% hematúria, 4S% massa palpavel, 40% dor
lombar. Se presente a triade lembra neoplasia de lombar. Se presente a triade lembra neoplasia de
mau prognóstico mau prognóstico
Sindrome paraneoplasica: até 1/3 dos casos Sindrome paraneoplasica: até 1/3 dos casos
anemia 40%, hipertensao 38%, febre 17%, anemia 40%, hipertensao 38%, febre 17%,
disfuncao hepatica 1S% (Sindrome de Stauffer), disfuncao hepatica 1S% (Sindrome de Stauffer),
hipercalcemia 6%, policitemia 4%. hipercalcemia 6%, policitemia 4%.
Tumores do rim
Diagnóstico
Sindrome para neoplasica
nemia por emagrecimento ou producao de fator
tóxico medular
Hipercalcemia em S a 10 % porque o tumor de rim
produz um peptidio paratormönio light parecido
com a molécula do paratormönio
Febre por producao de interleucina 6 e fator de
necrose (TNF)
lteracao de enzimas hepaticas (TCO e TCP)
Emagrecimento
Relaciona·se com prognóstico e indica mal sinal
plaquetose, emagrecimento.
Tumores do rim
Diagnóstico
DHL..........................alta pior DHL..........................alta pior
Calcio........................alto pior Calcio........................alto pior
Hemoglobina............ com anemia ou Hemoglobina............ com anemia ou
eritrocitoce eritrocitoce pior pior
Urina Urina !. !.......................com hematúria pior ......................com hematúria pior
vHS...........................alto pior vHS...........................alto pior
Fosfatase Fosfatase alcalina........alta pior alcalina........alta pior
Creatinina Creatinina...................alta pior ...................alta pior
Tumores do rim
Diagnóstico - exames complementares
Tumores do rim
Diagnóstico - sistematizacao imagem
Se tiver um nódulo que captar contraste,
ou seja, tiver realce pelo contraste isto
pode indicar que aquela area é mais
vascularizada e pode ser benigna, maligna,
inflamatória
Na tomografia se tiver um nódulo que
capta contraste Pode ser tumor de células
renais (maligno), angiomiolipoma e
oncocitoma (benigno), inflamatória
(abscesso)
Tumores do rim
Diagnóstico - !magem TC
Uma massa renal que capta contraste na
tomografia tem quase 100% de chance de
se tratar de um tumor, enquanto que uma
massa renal que nao capta contraste tem
cerca de 20% de chance de ser tumor
Nódulos sólidos renais têm densidade
acima de 20 a 30 UH e realca pelo menos
de 12 a 20 UH após contraste.
Tumores do rim
Diagnóstico - !magem TC
De todos os nódulos sólidos que
realcam cerca de 12,8% destes
nódulos sao benignos
< que 3cm 2S% benignos
< que 2 cm 30% benigno
< que 1 cm 44% a S0% benigno
Tumores do rim
Diagnóstico - !magem TC
Diante de um nódulo renal o radiologista deve
fazer o estadiamento observando:
· O tamanho. ver se tem necrose tumoral
· extensao local ver se esta ou nao confinado a
capsula.
· extensao venosa para veia renal, cava
(infra·hepatica, ao nivel da supra hepatica ou
acima da supra hepatica) e até atrio direito.
· disseminacao para os linfonodos regionais
· s metastases
Tumores do rim
Diagnóstico - !magem TC
Tumores do rim
Diagnóstico - sistematizacao imagem
US e/ou Urografia Excretora (UCE): efeito de massa?,
deslocamento, alongamento e/ou distorcao de calices?,
deslocamento de todo o rim para o lado contralateral ao do
crescimento? Exclusao funcional do rim?
FER TONOCRF! CONPUTDOR!D OU RNN
UCE massa
UCE exclusao
USC cisto
USC massa
O risco de implante tumoral após uma biópsia renal
percutanea hoje é de apenas 1:10000, podendo ser
indicada em:
Pacientes portadores de outro tumor primario
Suspeita de linfoma
Em casos de dúvida diagnóstica, por ex. cistos
Bosniak 3
Confirmar a presenca de carcinoma renal
irressecavel
Nassa de povavel origem inflamatória.
Candidatos a vigilancia. Tumores com patologias
clinicas graves associadas e risco cirúrgico elevado
Pacientes que farao tratamento percutaneo
(radiofreqüência, crioablacao).
Tumores do rim
Biópsia renal · diagnóstico
s indicacoes de biópsia renal percutanea
na avaliacao de massas renais tornaram·se
mais restritas, devido a maior exatidao dos
métodos de imagem, como a TC e a RN.
Entre 83% a 30% das massas renais
suspeitas de carcinoma renal detectadas por
exames de imagem sao confirmadas como
cancer pelo estudo anatomopatológico.
Tumores do rim
Biópsia renal · diagnóstico
Na Europa e nos Estados Unidos estao
voltando a realizar puncao aspirativa e
biópsia de fragmento guiado por tomografia
porque em tumores com menos de 3 cm a
possibilidade de nao ser maligno é de 30%
e acima de 4 cm a possibilidade de nao ser
maligno é somente de 10%.
ntigamente com a biópsia nao colhia
material suficiente em 2S a 30% dos casos
e atualmente isso ocorre em somente 6%
dos casos.
O numero de resultados falso negativo que
era de 2S a 30% caiu para 3%.
Tumores do rim
Biópsia renal · diagnóstico
O cisto renal cresce na velocidade de
de 0 a 4 cm e em media 4 mm por
ano.
O tumor renal cresce na mesma
velocidade (0 a 2 cm). Por isso
acompanhar paciente com exame de
imagem nao é valido tendo nódulos
renais.
Tumores do rim
velocidade de crescimento do tumor renal
esões cisticas renais
sto Smples
nico / múltiplo
Unilateral / bilateral
Congênito ou adquirido = nao esta claro
Causa: obstrucao tubular, isquemia
Fisiopatologia: compressao do parênquima
adjacente, isquemia, pressao, destruicao
parenquimatosa
Sintomas: se grande tamanho
Tumores do rim
esões cisticas renais
Sintomas: se grande tamanho
Tratamento: geralmente nao
necessario. Tratar se houver
sintomas
spiracao percutanea, Exerese
laparoscópica
Tumores do rim
esões cisticas renais
Tumores do rim
esões cisticas renais
Cisto simples: 70% da massas
assintomaticas
Cistos complicados
· Naior que 3 cm de diametro
· Calcificacao da parede
· Espessamento da parede
· Septacoes (multilocular)
· Conteúdo espesso / sangue / particulas
suspensas (Hiperdenso/hipersinal)
· Com realce
· Com nodulacao
Cistos complicados.
Causas: cisto simples complicado
(hemorragia, infeccao, isquemia) e
carcinoma renal cistico (10%).
Descricao: benigna ou indeterminada
(controle evolutivo ou cirurgia), dependendo
das caracteristicas morfológicas e de
impregnacao, levando em consideracao
aquela de maior agressividade.
Tumores do rim
esões cisticas renais
Bosniak !: (cisto simples) têm 0 % de
chance de malignidade
Bosniak !!: (septos finos) têm de 0 a S %
de chance de malignidade
Bosniak !!F (conteúdo mais denso) têm de
10 a 20 % de chance de malignidade
Bosniak !!! (septacoes e calcificacoes
grosseiras) têm 40 % de chance de tumor
Bosniak !v, como neste caso, têm 80 a 30
% de chance de malignidade.
Lesoes cisticas renais
ClassiIicacão dos cistos renais Bosniak
Lesoes cisticas renais
Impregnacão pelo contraste
Critério da tomografia multislice para
!mpregnacao do contraste: consenso
0 · 10 UH*: rtefatual
10 · 1S UH*: Duvidosa
> 1S UH*: vascularizacao
O Carcinoma de células papilifero por ser
hipovascularizado 10 a 30 UH
US tem valor complementar importante
UH* =unidade Hounsfield
Carcinoma papilifero
O carcinoma papilifero pode apresentar
impregnacao duvidosa (10 a 1S UH na TC).
USC mostra lesao sólida e hiperdensa e
devemos nestes casos sempre fazer um TC
para fazer diagnóstico diferencial com cisto
hiperdenso (Bosniak !!f· cisto que sangrou)
Lesoes cisticas renais
Impregnacão pelo contraste
Carcinoma papilifero
Na TC a lesao é hipovascular e contrasta
pouco, sendo que tipicamente o contraste é
periférico e a distribuicao do contraste é
homogênea (quando parecer um cisto com
contraste na periferia sugere fortemente ser
tumor papilifero)
Lesoes cisticas renais
Impregnacão pelo contraste
cancer
Lesoes cisticas renais
ClassiIicacão dos cistos renais Bosniak
% de
cancer
Lesoes cisticas renais
ClassiIicacão dos cistos renais Bosniak
Lesoes cisticas renais
ClassiIicacão dos cistos renais Bosniak
'alora no csto
- A parede .
- Septos.
- Presença de calcfcações.
alcfcações grossera hoje em da não
têm muto valor para câncer.
- O conteúdo do csto
- A mpregnação pelo contraste
Bosnak
Bosnak Ì ( possbldade de câncer = 0%).
onteúdo: hpoatenuante, homogêneo de 0 a 20 UH
ontornos: regulares.
Paredes: fnas e lsa sem espessamento paretal.
Septo: Não.
alcfcação: Não.
Realce: Não têm.
Massa: Não têm.
Bosnak Ì - T
Bosnak Ì - T
sto smples
Hpodenso.
Paredes fnas e lsas
Atenuação água (HU próxmo de ero)
Ausênca de realce calcfcações ou septos
Bosnak Ì - T
UH =unidade Hounsfield
Bosnak Ì - T
UCE
Deformidade
Falha de enchimento
Bordos regulares
Bosniak ! · UCE e USC
USC
Lesao anecóica
Reforco acústico
posterior
RN hipointenso em T1
Bosniak ! · RNN
RN hiperintenso em T2
RN hipointenso em T1
Bosniak ! · RNN
RN hiperintenso em T2
Bosnak Ì
sto smples
Cisto simples (presente >
S0% da populacao> S0
anos) provavelmente por
obstrucao dos tubulos ou
ductos.
Nao se comunica com
sistêma coletor.
maioria é assintomatico,
raramente: hematuria (por
rotura), infectam. Podem
causar desconforto.
Bosnak ÌÌ
Bosnak ÌÌ ( possbldade de câncer = 0%).
enores que 3 cm, hipoatenuantes bem deIimitadas,
ou hiperdenso porem exofítico (>20 UH)
ontornos: regulares.
Paredes: fnas e lsa sem espessamento paretal.
Septo: Sim finos < 1mm, até 2 septos
alcfcação: pequenas calcfcações lneares paretal ou
septal.
onteúdo: hpodenso atenuação de água (UH próxmo de
ero).
Realce: Não têm.
Massa: Não têm.
Exofítico
Bosnak ÌÌ
Septos fnos < 1 mm, mínmo realce.
alcfcações suts.Pequenas calcfcações.
Pequenas lesões (<3 cm) hpoatenuantes bem delmtas e
que não realçam.
60 UH
Sem contraste
72 UH
om contraste
sto com septos fnos
Bosnak ÌÌ
TC Septos finos ( < 1mm)
USG Septos finos ( < 1mm)
Bosnak ÌÌ
USG Septos finos ( < 1mm)
Bosnak ÌÌ
Exofítco hperdenso ÷ Hemorrágco < 3 cm
T sem
contraste
Pré contraste
Pós contraste
sto < 3 cm
T sem
contraste
Bosnak ÌÌ
Exofítco hperdenso ÷ Hemorrágco < 3 cm
Bosnak ÌÌ f
Bosnak ÌÌ f ( possbldade de câncer = 5%)
aior ou iguaI a 3 cm hiperdenso porem
intrarenaI ou heterogêneo
ontornos: regulares.
Parede: minimamente espessadas porem
reguIares.
Septos: até duas septações finas < 1mm.
CaIcificações: espessas ou noduIares na parede
ou dentro do cisto
Realce: Não têm.
Massa: Não têm.
>70 UHem TC sem CONTRASTE
Cisto Hemorrágico
ntra-renaI
sraeI G. #,/44 2007
sto >3 cm
ntra-renal
T sem
contraste
Bosnak ÌÌf
Ìntra renal hperdenso, ntra renal > 3 cm
sto > 3 cm ntra renal
T
Sem contraste 68 UH
(hemorrágco)
sto > 3 cm ntra renal
T
om contraste 70 UH.
Sem realce
Bosnak ÌÌf
Bosnak ÌÌf
Calcificacoes grosseiras da parede sem realce
sto > 3 cm
extra renal
Sem contraste
sto > 3 cm
ntra renal
om contraste
sto > 3 cm
extra renal
T
Sem contraste
sto > 3 cm
extra renal
T
om contraste
Bosnak ÌÌÌ
Bosnak ÌÌÌ ÷ ndetermnados( possbldade de
câncer = 45% a 60%)
Paredes: Espessada e irreguIares que
podem reaIçar.
Septo: ais grosseiros > 2mm ou mais que
2 septos com reaIce.
orrespondem a cstos complcados nfectados
quando bengnos ou quando malgnos.
correspondem a: nefroma cístco multlocular
ou neoplasas cístcas.
ReaIce: Sim na parede
Massa: Não têm.
Bosnak ÌÌÌ
sto com paredes rregulares, espessadas e septações
com realce
sto > 3 cm
T
om contraste
Bosnak ÌÌÌ
Septos espessos > 2 mm
sto > 3 cm
extra renal
T
om contraste
Paredes: Espessada e rregulares com realce pós contraste
Septo: Mas grossero > 2mm ou mas que 3 septos com realce
orrespondem a cstos complcados quando malgnos
correspondem a Nefroma cístco multlocular
Neoplasas cstcas
Bosnak ÌÌÌ
> 3 a 4 septos
O diagnóstico diferencial entre CCR multilocular e
Nefroma multicistíco não é possivel
Operar
As lesões
nflamatóras
podem aprecer
como massas
multloculares
Lembrar
Abscesso renal
sto > 3 cm
T
om contraste
Bosnak ÌÌÌ
> 3 a 4 septos
multlocular, massa encapsulada
Operar
sto > 3 cm
T
om contraste
Bosnak ÌÌÌ
> 3 a 4 septos
multlocular, massa encapsulada
Operar
sto > 3 cm
T
om contraste
Bosnak ÌÌÌ
sto com paredes rregulares, espessadas e septações
com realce
Operar
sto > 3 cm
T
om contraste
Bosnak ÌÌÌ
sto com paredes rregulares, espessadas e septações
com realce
sto > 3 cm
extra renal
T
om contraste
Bosnak ÌÌÌ
sto Ìntrarenal com paredes espessadas
com realce
Operar
Lembrar de:
sto nfectado
Abscesso
sto hemorrágco Hematoma
Operar
sto > 3 cm extra
renal
T
Sem contraste
15 UH
om contraste
35 UH
Bosnak ÌÌÌ
sto extrarenal com paredes espessadas com realce
sto > 3 cm
extra renal
Sem
calcfcação na
parede do csto
na T sem
contraste.
T
om contraste
Bosnak ÌÌÌ
Bosnak Ì'
Bosnak Ì' (possbldade de câncer de 90 a
100%)
Neoplasa cístca
Paredes: grosseiras espessada e
irreguIares e noduIar
Septo: com espessamento grosseiro e
irreguIar e noduIar
Conteúdo: tecido sóIido junto a parede ou
septo.
assa: têm componente sóIido com
reaIce.
Nassas Cisticas - Bosniak !v
NODULES SOL!DS N PREDE DO C!STO
sto com 3 cm
Ìntra renal
T
om contraste
om realce do
csto
Bosnak Ì'
Bosnak Ì'
22% dos Rs sâo
cístco Bosnak Ì'
Bosnak Ì'
Bosnak Ì'
Nódulo
somente na
parede do
csto. Raro
Dopler com
vascularaa
ção
têm
mpregnação
de contraste
Tumores associados a cisto renais
Os tumores cisticos multiloculares
normalmente sao de baixo grau e o
prognóstico após o tratamento cirúrgico é
muito bom
Outros tumores de bom prognóstico sao de
pacientes que fazem dialise ou em pacientes
transplantados que tem tumor no rim
primitivo (rim do próprio doente)
!ndividuos com insuficiência renal crönica e
que realizam hemodialise desenvolvem
cistos renais, e em achados de autópsia S -
7% destes pacientes apresentam
adenocarcinoma de rim e clinicamente este
número é bem menor
credita que na insuficiência renal fatores
anti·carcinogênicos impedem o crescimento
do tumor. ssim ha o desenvolvimento de
carcinomas que nao crescem (sao
carcinomas abortados),
Tumores associados a cisto renais
Tumores associados a cistos renais em
geral apresentam melhor prognóstico,
pois sao estagio !, de progressao lenta
Os tumores cisticos do rim em 73%
das vezes sao grau histológico ! e em
83% sao estadio T1
Tumores associados a cisto renais
Representa 1 a 2,S% dos tumores renais
Sao incidentais em 83% das vezes
Ocorrem na faixa de 60 anos.
Ceralmente sao tumores de baixo grau com
apenas 2 a 3 camadas de células cancerosas.
Naior chance de tumor em doenca cistica
adquirida, rim multicistico localizado e doenca de
von Hippel·Lindau.
cirurgia parcial esta indicada devido a
possibilidade de acometimento contralateral.
Tumores associados a cisto renais
esões solidas renais
Defnção de nódulo sóldo
>20 UH sem contraste
Realce > 20 UH com contraste
esões solidas renais
EXPANS'O
Carcin. céIuIas renais (CCR) Carcin. céIuIas renais (CCR)
Cistos Cistos
AngiomioIipoma AngiomioIipoma
Oncocitoma Oncocitoma
Cisto muItiIocuIar Cisto muItiIocuIar
Nefroma Nefroma
PieIonefrite focaI PieIonefrite focaI
etastases etastases
Linfoma Linfoma
BaII
esões solidas renais
Massas sólidas - Ball X Bean
NFLTRAT'O
Carcinoma céIuIas transicionais
Linfoma
Carcinoma céIuIas escamosas
etastases
Carcinoma renaI meduIar
Raramente RCC
nfecção: PieIonefrite focaI
nfarte renaI
Bean
esões solidas renais
Massas sólidas - Ball X Bean
esões solidas renais
Padrão de aIeccão
PERRRENAL
Linfoma Linfoma
Carcinoma de CéIuIas renais (CCR) Carcinoma de CéIuIas renais (CCR)
etástases (pumão, RCC, meIanoma) etástases (pumão, RCC, meIanoma)
nfecção nfecção
Hemorragia Hemorragia
BetchoId RE. The perirenaI space: ReIationship of
PathoIogic Processses to normaI retroperitoneaI anatomy
Radiographics, 1996; 16: 841-854
Protótipo das ¨Ball·type" Lesions"
Corresponde a 30% das neoplasia renais
!ncidência aumenta ao longo dos anos
Pico de incidência na 6 e 7 decadas de vida
Triade classica: hematúria, dor no flanco e massa
abdominal palpavel (raramente ocorre)
Naioria é detectado incidentalmente durante
exames realizados por queixas nao urológicas
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais (CCR)
O carcinoma de células claras é o subtipo
histológico + comum(70 a 80%) e apresenta
tipicamente a arquitetura em ¨bola"
natureza hipervascular condiciona intenso realce
em fase cortical (a diferenca de atenuacao > 100
UH
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais (CCR)
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais (CCR)
!NC!DÊNC!A
- 3% dos tumores malignos do adulto
- ¨mais letal dos tumores urológicos"
- !ncomum na infancia
- Sexo masculino 3:2
- !NC!DENTLON
#ATOLOC!A
- Classificacao de Fuhrmann ! · !v
- Bilateral em 4%
- Subtipos histológicos
- Células claras - 70·80% ( + agressivo)
- Papilar 10·1S% ¨familiar"
- Cromófobo S%
- Ducto de Bellini 1%
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais (CCR)
APRESENTAÇÃO CLÍNCA
ncidentaIomas / assintomático (> 50%)
Tríade cIássica (6 a 10%)
Hematúria
or em fIanco
assa paIpáveI
Sind. ParaneopIásico até 20%
PoIicitemia
Hipertensão
Febre
Caquexia
Perda de peso
'HS aIta
HipercaIcemia
Sintomas reIacionados com metástases: 25 a 30%:
Tosse e dor óssea
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais (CCR)
Exame fisico: valor limitado
Nassa palpavel, Canglios cervicais,
varicocele, Edema dos membros inf.
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais (CCR)
D!ACNOST!CO
- Ultra·som
- Tomografia computadorizada
- Ressonancia magnética
- RX ou TC de tórax
- Biópsia renal guiada por US ou TC ?
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais (CCR)
Hiper ou hipovascular
maioria dos tumores renais sao
hipervasculares (tumores das células renais
= células claras)
Os hipovasculares sao tumores papiliferos,
cromófobos (benigno), tumores das células
transicionais (via excretora), metastases,
linfomas, tumores raros da medula ou dos
ductos coletores.
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais (CCR)
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais -diagnostico
- EcograIIa(<3cm- ?9%) /TAC (< 3cm- 94%):
2S a 40% massa renaI IncIdentaI (t. pequenos)
- T. bIIateraIs 1 a 3%
- Metástases na aItura do dIag. 2S a 30%:
PuImão - S0 a 60%
Ossos - 30 a 40%
FIgado - 30 a 40%
Cérebro - S%
- UGE. (< 3cm 6?%) - excepcIonaI
- RM: avaIIação da v.c.I. quando bá suspeIta
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais -TC
arcnoma das células renas
Os tpos mas comuns de carcnomas de células renas (R) são o carcnoma
de células claras, também chamado de convenconal e representa cerca de
65% dos tumores do córtex renal. A maora é uma lesão tpo bola.
Lesão tpo bola
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais -TC
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais - TC
esões solidas renais
Carcinoma de celulas renais - TC
Diagnóstico diferencial com lesoes que causam
espessamento parietal
Espessamento parietal pode ser visto em
doenca nao·neoplasica: cisto hemorragico,
infectado, abscesso e hematoma com
pseudocapsula.
bscesso
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T T - - Tumor primário: Tumor primário:
TX: não cIassificado TX: não cIassificado
T0: sem evidência de tumor T0: sem evidência de tumor
T1:Tumor < 7 cm na sua maior dimensão, circunscrito ao rim T1:Tumor < 7 cm na sua maior dimensão, circunscrito ao rim
T1a tumor T1a tumor 55 4cm 4cm
T1b tumor T1b tumor 2 4cm 2 4cm
T2: Tumor > 7 cm na sua maior dimensão, circunscrito ao rim T2: Tumor > 7 cm na sua maior dimensão, circunscrito ao rim
T3: Tumor com extensão extra T3: Tumor com extensão extra- -renaI renaI
T3a: T3a: Tumor invade a gIânduIa adrenaI ou tecidos peri-renais,
sem uItrapassar a fáscia de Gerota
T3b: Tumor invade a veia renaI ou a veia cava infradiafragmática T3b: Tumor invade a veia renaI ou a veia cava infradiafragmática
T3c: Tumor invade a veia cava supradiafragmática ou parede da cava T3c: Tumor invade a veia cava supradiafragmática ou parede da cava
T4: Tumor invade para aIém da fáscia de Gerota T4: Tumor invade para aIém da fáscia de Gerota
N N - - NóduIos Iinfáticos regionais NóduIos Iinfáticos regionais
NX: não cIassificados NX: não cIassificados
N0: Sem metástases em nóduIos regionais N0: Sem metástases em nóduIos regionais
N1: etástase num só nóduIo Iinfático regionaI N1: etástase num só nóduIo Iinfático regionaI
N2: etástase em mais do que um nóduIo Iinfático N2: etástase em mais do que um nóduIo Iinfático
- - etástases à distância etástases à distância
X: não cIassificadas X: não cIassificadas
0: Sem metástases à distância 0: Sem metástases à distância
1: etástases à distância 1: etástases à distância
1
¹ Cohen, Herbert; McGovern, J. (Dec 2005) ÷ Renal-Cell Carcinoma. The New England Journal of Medicine, 353: 2477-90.
Estadiamento TNN
! · Tumor confinado ao rim < 7cm
!! · Tumor confinado ao rim > 7cm
!!!a · !nvade adrenal ou gordura seio/peri·renal
b · Trombo veia renal/cava abaixo diafragma
c · Trombo p/ veia cava acima do diafragma
ou invade a parede da veia cava
!v · !nvade além da capsula de Cerota
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T1 - limitado ao rim, < 7 cm T2 - limitado ao rim, > 7 cm
T3a: invade adrenal ou
tecido perinéfrico sem
ultrapassar a fascia de
Cerota
T3b: veia renal ou cava infra·diafragmatica
T3c: veia cava supra·diafragmatica
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T4 · ultrapassa a
fascia de Cerota
N1 - ganglio
regional único
N2 Canglios
múltiplos
N1 Netastases
distantes
Sempre determinar a extensao a extensao
tumoral para o adequado estadiamento
!nvasao da gordura per·renal e extensao
além da fascia renal
Extensao a veia renal ou vC!
denopatia regional
!nvasao de órgaos adjacentes
Netastases para: pulmao mediastino osso e
figado
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T1a
T1 - limitado ao rim, < 4 cm
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T1b
T1 - limitado ao rim, entre 4 e 7 cm
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T2
T2 - limitado ao rim, > 7 cm
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T3a
T3a: invade adrenal ou tecido perinéfrico sem ultrapassar a
fascia de Cerota
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T3a trombo tipo I II - III
!
Trombo
! = veia renal
!! = veia renal e cava
infra·diafragmatica
!!!= veia renal e cava infra e
supra·diafragmatica
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T3b
T3b: veia renal ou cava infra·diafragmatica
Trombo em veia renal
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T3c
T3c: veia cava supra·diafragmatica invadida
Trombo em veia renal e veia cava
supra· diafragmatica
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T3c
T3c: veia cava supra·diafragmatica invadida por tumor renal direito
Trombo em veia renal e veia cava
supra· diafragmatica
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T3c
T3c: veia cava supra·diafragmatica invadida por tumor renal direito
Trombo em veia renal e veia cava
supra· diafragmatica
analise do trombo é importante.
Se for trombo tiver mais coagulo (trombo hematico)
que tumor é melhor quando comparado com os
trombos que sao tumorais
Ouando os trombos sao mais tumorais na
ressonancia ou TC eles se impregnam com
contraste
expectativa de vida dos pacientes com cancer
renal com trombo tumoral em veia cava inferior cai
de aproximadamente S0% para 20% em S anos
quando linfonodos hilares estao comprometidos
pela neoplasia.
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
Analise do trombo
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
T4
T4 · ultrapassa a fascia de Cerota
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
N1 N2
Gânglios múltiplos
- gânglio regional único
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
N1 N2
Adenomegalia
Canglios < 2 cm
pensar em processo
inflamatório e> de 2
cm pensarmos em
metastases tumorais.
O tumor renal pode dar
aumento de ganglios
sem ser tumor por
necrose tumoral.
!ncidência de linfonodos positivos é de 20 a
30%
Linfonodos positivo sem metastases a
distancia S0%
Linfonodos positivos curaveis 10 a 1S%
Sobrevida em S anos se linfonodo positivos
2S%
Nortalidade cirúrgica na linfadenectomia é
de 1%
Beneficio da linfadenecttomia de 1 a 3%
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
N1 N2
N1 Netastases distantes
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
M1
N1 Netastases distantes
esões solidas renais
CCR - Estadiamento TNM
M1
Distribuicao das metastases por freqüência
e invasao de veia
esões solidas renais
CCR - metastases
De 0 a 4 cm a chance de metastase é de S
a 10%. Outros trabalhos dizem ser de 1%.
De 4 a 7 cm 1S a 30%
cima de 7 cm 60%
Nestes casos com metastases vale a pena
fazer cirurgia por aumentar um pouco a
sobrevida. Se tiver metastases única no
pulmao ela pode ser ressecada.
esões solidas renais
CCR - metastases
Netastases: pulmonar
resseccao de metastases pulmonares de
carcinoma renal em pacientes jovens,
portadores de lesoes únicas e com intervalo
maior que 12 meses entre o tratamento do
tumor primario e o surgimento da
metastase promove cura da doenca em até
40% desses casos.
Sao descritos casos de regressao de lesoes
metastaticas renais após tratamento de
lesoes primarias.
esões solidas renais
CCR - metastases
Fatores + importantes:
Estadio TNN
Crau nuclear de Fuhrman
Subtipo histológico.
!nvasao microvascular
esões solidas renais
CCR Fatores prognóstico
Os principais fatores que indicam
prognósticos favoravel no carcinoma renal
de células: tamanho menor que 4 cm, grau
nuclear 1 ou 2 e ausência de invasao micro·
vascular.
Se estas três caracteristicas forem
favoraveis a taxa de cura chega a 3S%, se
uma ou duas caracteristicas forem
desfavoraveis a taxa de cura cai para S0%
Se as três caracteristicas forem
desfavoraveis a chance de cura é de 13%.
esões solidas renais
CCR Fatores prognóstico
- Estadiamento patológico ¨573.5,1,947¾
- Tu confinado 70·30% => Sa (vivo)
- !nvasao de gordura S0·70% => Sa (vivo)
- Trombo na v. cava 40·60% => Sa(vivo)
- Linfonodos + => S·30% => Sa(vivo)
- Netastases + => S0% => 1a (vivo)
esões solidas renais
CCR Fatores prognóstico
'olume tumoral
<5cm: 84º ÷> 5a (vivo)
5-cm: 5º ÷> 5a (vivo)
>cm: º ÷> 5a (vivo)
esões solidas renais
CCR Fatores prognóstico
Histologicos
Subtipo histologico:
Celulas claras (80 a 90°).¨pior¨ prognostico
Papilar (10 a 15°)..prognostico intermedio
2 subtipos: Tipo 1 de baixa agressividade e tipo 2
de elevada agressividade.
CromoIobo (4 a 5°) .melhor prognostico
Focos sarcomatoides.
Invasão microvascular.
Invasão do sistema excretor
esões solidas renais
CCR Fatores prognóstico
Histologicos
- Crau de Fuhrman (+ aceito)
esões solidas renais
CCR Fatores prognóstico
grau !: núcleos pequenos,
uniformes, sem nucléolos visivéis.
grau !!: núcleos de
aproximadamente 1S micras, com
nucléolos visiveis
grau !!!: núcleos miores e
irregulares com nucléolos
proeminentes
Crau !v núcleos mais
pleomórficos e nucléolos
grandes, em alguns casos
veremos areas sarcomatoides.
Evidenciou·se uma sobrevida
em cinco anos de:
64% a 76% para o grau 1
34% a 72% para o grau 2
31% a S7% para o grau 3
10% a 3S% para o grau 4.
Histologicos
- Crau de Fuhrman (+ aceito)
esões solidas renais
CCR Fatores prognóstico
Fatores de risco
1· DHL>..................DHL baixa melhor
2· Calcio..................baixo melhor
3· Hemoglobina.......sem anemia melhor
4· Nefrectomia........nefrectomizado melhor
(melhora a imunoterapia)
esões solidas renais
CCR Fatores prognósticos
Fatores de risco e sobrevida
Fatores de risco 0 1·2 >3
Sobrevida global 20 meses 10 meses 4 meses
TUNOR LOCAL!ZADO
- Nefrectomia Radical
- Nefrectomia parcial (<4cm / polar)
507,c4,-079,4:,5,748.ó5.,
- Crioablacao ?
- Radiofrequência ?
- Observacao ? ¨idosos, <3 cm¾
esões solidas renais
CCR Tratamento
- Nefrectomia radical
Com adrenalectomia se:
- Tumor maior de 7 cm
- Tumor polar superior.
- !nvasao da veia renal
Com linfadenectomia,
- !nvasao ganglionar limitada
- Nefrectomia parcial:
- !ndicacoes:
bsoluta: Rim único (funcional ou
anatómico)
Relativa: Rim contralateral insuficiente.
Formas hereditarias de CCR
Electiva:Rim contralateral normal:
- Desde que margem de seguranca suficiente
e parênquima restante funcionante razoavel.
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Nefrectomia parcial ou radical?
Excetuando·se os casos de rim único, a
enucleacao de lesoes renais esta indicada
para tumores de até 3·4 cm, ja que neste
caso a chance de outras lesoes renais
multicêntricas é muito baixa (1·2%)
Ouando o tumor renal tem diametro maior
que 3·4 cm a chance de outras lesoes renais
microscópicas ou que nao foram detectadas
na tomografia é de 20% e, portanto, nestes
casos, esta indicado a nefrectomia radical.
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Controle radiológico no pós·operatório
de nefrectomia parcial
té 20% dos pacientes submetidos a
nefrectomia parcial apresentam algum tipo
de alteracao renal nos exames de imagem
de controle que, entretanto, representam
artefatos criados pelo cirurgiao na maioria
dos casos.
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Complicacoes da nefrectomia parcial
Hematoma 1S%.
Fistula urinaria 10%.
#sudoaneurisma e fistula
arteriovenosa.
Ouilúria. Confunde com ar dentro
da bexiga.
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Tempo de isquemia na nefrectomia
#arcial
O tempo de isquemia desejado deve ser de 30
minutos porem pode chegar até 30 minutos
(toleravel)
Se o tempo de isquemia é de 30 minutos a
creatinina no #O é normal
Se o tempo de isquemia é entre 60 a 30 minutos a
creatinina aumenta no segundo e quarto #O
porem se normaliza no sétimo #O
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Nargem positiva na peca cirúrgica
Estudo retrospectivo de S0 nefrectomias parciais
videolaparoscópicas de tumores com tamanho médio
de 2,2 cm, em que S pacientes apresentaram margens
comprometidas. Em um seguimento médio de S6
meses, nenhum destes pacientes apresentou
recorrência.
· 777 pacientes 7S (7,S%) tiveram margem cirúrgica +
2 pacientes (4%) desenvolveram recorrência local
· 713 pacientes com margem negativa
4 pacientes (0,S%) desenvolveram recidiva local
p (0, 003)
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Nargem positiva na peca cirúrgica
O estudo conclui que margem positiva
tem um risco aumentado de recidiva e
os pacientes devem ser seguidos
rigidamente porem nao esta indicada a
nefrectomia.
lgumas margens positivas podem ser
artefatos de técnica.
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Recidiva tumoral
Recidiva local após nefrectomia radical por
cancer renal ocorre em 2% dos casos e
aparece, em média, após 4S meses.
resseccao cirúrgica oferece S0% de
sobrevida em cinco anos.
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Nefrectomia e insuficiência renal
Se a nefrectomia for radical 60% a 70% vao
desenvolver algum grau de insuficiência renal se for
nefrectomia parcial somente 20% a 30%
desenvolvem algum grau de insuficiência renal
Se o paciente tiver hipertensao, diabete e
proteinúria o risco de desenvolver insuficiência
renal no pós operatório é maior
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Enucleacao
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
técnica para a
enucleacao consiste em
evitar sangramento
parenquimatoso, realizar
disseccao romba do
nódulo com cabo do
bisturi e hemostasia
através de uma "coroa"
de pontos ao invés de
pontos simples.
Enucleacao
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Recorrência local em 4 a
6%, multicentricidade em
10 a 20% e invasao de
capsula em 13% das lesoes
entre 3 e S cm.
comparacao de pacientes
com rim único submetidos a
conduta conservadora e
conduta radical mostra
taxas de sobrevida
semelhantes.
Linfadenectomia
linfadenectomia durante a nefrectomia
radical pode ser omitida quando
clinicamente nao se detecta
linfoadenomegalia
linfadenectomia retroperitoneal nao muda
o prognóstico e serve apenas para
estadiamento da doenca.
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Linfadenectomia
Nortalidade cirúrgica na linfadenectomia é
de 1%
Ouando linfonodos hilares estao
comprometidos pela neoplasia o beneficio
da linfadenecttomia de 1 a 3%
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Trombo na veia cava
S a 20% CCR apresentam trombo em
sitema venoso
Sobrevida de S anos sem metastases em
60%
Com evidencia de metastases 20%
O uso de interleucina e interferon nao
muda o prognóstico
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Trombo na veia cava
Deve ser operado. Se tiver ganglio
positivo o prognostico é muito ruim
(somente 10% sobrevive) se nao tiver
ganglio a sobrevida pode chegar a 60%
em S anos
Se depois de operado e retirado trombo
na cava tiver suspeita de ter sobrado
trombo pode ser feito uma ressonancia
magnética ou #ET CT
esões solidas renais
CCR Tratamento cirúrgico
Tratamentos alternativos:
- blacao percutanea
Crioterapia
Radiofrequência
Nicro ondas
Laser
H!FU (ultra sons focalizados de alta frequência)
· vantagem:
]Tratamento ambulatório
Reducao da morbilidade. Doentes elevado risco ( S)
- !ndicacoes:
Tumores pequenos em doentes idosos.
Pacientes com predisposicao genética para múltiplos tumores.
Tumor em rim único.
Tumores bilaterais.
- Contra·indicacoes:
Coagulopatias.
Expectativa de vida inf a 1 ano.
Netastases múltiplas.
esões solidas renais
CCR Tratamento alternativo
- Nefrectomia radical ?
- !munoterapia: !nterferon +!nterleucina
- Terapia alvo: Sunitinib / Sorafenib
- Ouimioterapia
#ouco utilizados
- Radioterapia
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Nefrectomia
Porque remover o tumor de rim em pacientes com
múltiplas metastases?
retirada do rim faz sangrar menos nao causa
obstrucao e muda a história natural da doenca
Por ser o rim uma grande fonte de fatores de
necrose que causam inibicao das drogras
imunoterapica. Removendo o rim e introduzindo
estas drogas a sobrevida aumenta em 6 meses.
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Nefrectomia
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Nefrectomia
Se tiver tumor de rim e doenca
metastatica e o doente estiver bem
deve ser feita a nefrectomia
Nefrectomia e interferom sobrevida
em 2 anos é de 12%. Somente
interferom a sobrevida em 2 anos é de
2%
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Em pacientes com estado geral ruim e metastases
em ganglios acima de 2 cm, necrosados ou
metastases em pulmao
Fazer sorafenid ou sunitinibe por 2 meses e vemos
se o paciente melhora. Se melhorar faz
nefrectomia. Se piorar (deteriorar) nestes dois
meses nao fazemos nada. O uso destes
medicamentos antes da cirurgia também diminui o
tamanho do tumor e testa a capacidade do tumor.
Se for feito esta opcao de tratamento antes da
cirurgia devemos fazer uma biópsia
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
No carcinoma de células claras o patologista
tem que prestar atencao no tipo celular
porque isto tem importancia a resposta da
interleucina e interferon se o paciente tiver
metastases
Se a maioria das células for de células claras
ele vai responder a interleucina. Se a
maioria das células for eusinofilica ou
papilifera ele nao vai responder a
interleucina
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
!nterleucina !!
Tratamento custoso e com muitos efeitos
colaterais. Nuitos tóxicos.
Para os pacientes que respondem a durabilidade da
resposta pode ser elevada.
Devem ser usado em um pequeno grupo de
pacientes. Tem que ter presenca do fator alveolar
e expressao da anidrase carbönica no anatomo
(histoquimica) patologico
Os pacientes devem ser jovens, sem doenca
cerebral. Nestes pacientes é o tratamento de
primiera linha com total remisao da doenca.
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
!nterleucina !!
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
!nterleucina !!
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Hoje em dia 3 drogas sao melhores que
interferom para tratamento dos cancer
metastatico renais
Sutent = sunitinibe
vastin=Bevacizumab
Temsirolimus
ESTS DROCS SÀO T!vS NOS
TUNORES DE CÉLULS CLRS POREN
POUCO T!vS NOS CRONOFOBOS E NOS
TUNORES PP!LÍFEROS
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Sutent = sunitinibe
Dose = S0 mg/dia vO por 4 semanas,
descansa uma semana
Boa aceitacao
Reducao maior que S0% da massa
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Sutent = sunitinibe
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
ntes do tratamento
pós tratamento
Netastases em ganglios em pacientes
com tumor de rim indicam péssimo
prognóstico. É bem pior do que se o
paciente tivesse metastase paro
pulmao.
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Netastases pulmonares
Ceralmente sao únicas
]ustifica fazer resseccao de metastases em tumor renal
se:
· Os pacientes forem jovens
· metastase for única
· For possivel fazer resseccao completa da metastase
· Paciente tiver bom estado geral
· Se for metastases que aparecem tardiamente após a
nefrectomia (12 meses ou mais)
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Netastases pulmonares
Se ja tiver metastase na hora que é feito o
diagnóstico de tumor renal é mau sinal
(este é um trabalho do Nemorial)
Ouando 3 dados sao favoraveis (1·pacientes
forem jovens, 2· metastase for única, 3·for
possivel fazer resseccao completa da
metastase a sobrevida em S anos é de 40%
e nestes casos justifica ser feito a cirurgia
para resseccao da metastase pulmonar
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor metastatico
Nao operar tumor renal e fazer
Seguimento
Tumores renais menores que 2 cm
Expectativa de vida menor que 10 anos
(idosos com mais de 7S anos)
Rim único
Falta de condicoes cirúrgicas boas
esões solidas renais
CCR Tratamento tumor · observacao
Temporizacao: Depende da agressividade
do tumor
Standard: semestrais por S anos, depois anuais
RX de tórax
Eco abdominal
TC e Cintigrafia óssea nas dúvidas
marcadores tumorais:
calcio, ferritina, renina, CE, enzimas hepaticas
esões solidas renais
CCR Follow up
Doentes submetidos a nefrectomia radical
por CCR considerar a possibilidade:
Tumor assincrono no rim contralateral (2%)
Bilateralidade tumoral (2%)
Nulticentricidade (2S%)
ssociacoes hereditarias (4%) - doenca de
von Hipplel· Lindau
esões solidas renais
CCR Follow up
É o segundo subtipo mais comum (10 a
1S%) e manisfesta·se como ¨Ball·type
lesions"
Exibem pouco realce após contraste
(aumento de 10 a 20 UH) sendo dificil de
diferenciar de alguns cistos simples
esões solidas renais
CCR subtipo papilar
O subtipo carcinoma papilifero mostra·se a
TC como massa hiperatenuante com leve
impregnacao homogênea (entre 10 a 20HU)
e acumulam o contraste mais lentamente,
sendo útil adquirir imagens tardias.
esões solidas renais
CCR subtipo papilar
Nódulo na fase pré-contraste têm densdade
nferor à do parênquma renal.
30UH
25UH
esões solidas renais
CCR subtipo papilar
Ìmpregnação fo homogênea e dscreta. O valor
máxmo de atenuação atngdo fo de 40 UH, que pode
ser consderado dscreta para um carcnoma renal.
40UH
esões solidas renais
CCR subtipo papilar
Nódulo sóldo na USG
Nódulo pouco vascularado ao dopller
Nódulo sóldo com dscreto realce
Smula lesão cístca hperdensa
esões solidas renais
CCR subtipo papilar
Este aspecto é
muto sugestvo
de R paplar
Os R paplares representam cerca
de 15% dos tumores cortcas
esões solidas renais
CCR subtipo papilar
O tpo paplar geralmente
apresenta mpregnação
homogênea ou perférca pelo
meo de contraste, tpcamente
dscreta exbndo pouco realce
após contraste (aumento da
atenuação de 10 a 20 UH)
tornando dfícl o dagnóstco
dferencal com csto smples.
esões solidas renais
CCR subtipo papilar
CCR PapiIar são típicamente hipovascuIares com
impregnação periférica e homogénea.
esões solidas renais
CCR subtipo papilar
esões solidas renais
Carcinoma dos ductos coletores
Subtipo muito raro e agressivo dos CCR
!dade média S0 anos
Clinica: hematúria franca e dor no flanco
Origem na porcao distal dos ductos
coletores nas piramides renais
Padrao de crescimento infiltrativo e devido a
sua origem medular é identificado com uma
¨Bean·type lesion
esões solidas renais
Carcinoma dos ductos coletores
maioria destes tumores ja
apresentam metastases a distancia na
altura do diagnóstico
Dois tercos dos pacientes morrem em
2 anos
esões solidas renais
Carcinoma renal medular
Subtipo histológico
muito raro de CCR (>
1%)
Origem no epitélio dos
calices ou próximo da
papila renal, com
crescimento infintrativo
¨Bean·type lesion"
esões solidas renais
Carcinoma renal medular
Exclusivamente em doentes com anemia
falciforme
Ocorre em doentes mais jovens. Nao ha
doentes com mais de 40 anos, sendo a
maioria homen com 24 naos ou menos
Principalmente ocorre no rim direito
Tem a triade classica: hematúria, dor
lombar e massa papavel
Extremamente agressivos.
maioria tem metastases no diagnóstico
para figado, pulmao, ganglios linfaticos nao
regionais(epiplóicos, hilos pulmonares e
cervicais)
Sobrevida média de semanas
!nvade ganglios linfaticos regionais, veia
renal e veia cava inferior, figado e tecidos
moles peri·renais ou retroperitoneais
esões solidas renais
Carcinoma renal medular
Doenca metastatica é estatisticamente a
neoplasia renal mais comum
Em autópsias 48% dos doentes falecidos
tem metastases renais
O rim e o quinto local mais comum de
metastizacao hematogênica
Os tumores que freqüentemente dao
metastases para o rim sao: pulmao, mama,
gastrintestinais e melanoma
s metastases renais ocorrem tardiamente
no curso de uma doenca neoplasica
conhecida
esões solidas renais
Metastases renais de outros orgãos
Na TC, as lesoes metastaticas sao
tipicamente pequenas, multifocais e
bilaterais, com um padrao de crescimento
infiltrativo ¨Bean·type lesion
Facilmente identificaveis após injecao de
contraste, visto que o realce das lesoes é
muito menor que o parênquima normal.
Raramente com uma lesao exofitica solitaria
(indistinguivel do CCR)
esões solidas renais
Metastases renais de outros orgãos
esões solidas renais
Metastases renais de outros orgãos
Metástases renas geralmente são
blateras e perférca
esões solidas renais
Metastases renais de outros orgãos
Netastases de tumor de pulmao
esões solidas renais
Metastases renais de outros orgãos
O rim nao possui tecido linfatico
intrinseco, raramente é o primeiro ou
único local de doenca linfoproliferativa
té 1/3 dos doentes falecidos com
linfoma, tem evidencia de doenca
renal.
Pode atingir o rim via hematogênica
ou através do seio renal, por via per·
renal ou via linfatica
esões solidas renais
inIomas
O sistema genito·urinario é sitio freqüente de
disseminacao extra·nodal do linfoma nao·
Hodgkin, havendo envolvimento renal na
maioria dos casos.
Depósitos linfomatosos aparecem na TC
como massas relativamente homogêneas e
hipoatenuantes em relacao ao córtex normal.
impregnacao diminuida auxilia no
diagnóstico diferencial com carcinoma.
esões solidas renais
inIomas
Sintomas do linfoma renal incluem dor
lombar (6S%), hematúria (S0%) e febre
(30%)
s cinco formas mais comuns de
acometimento renal sao: multinodular
(60%), infiltrativo (20%), nodular (10·
20%), peri·renal (raro), e acometimento
renal por contigüidade do retroperitönio
(2S·30%).
esões solidas renais
inIomas
manifestacao é variada:
· lesoes múltiplas (S0·60%)
· lesao solitaria (10·2S%)
· extensao direta de adenopatia
retroperitoneal (2S·30%)
· envolvimento preferencial do espaco
perinéfrico (<10%)
· infiltracao difusa de um ou ambos os rins.
Envolvimento bilateral foi encontrado em 7S% dos
casos a autópsia.
esões solidas renais
inIomas
Histologia:
· LNH: linfoma gdes. céls. + comum
· !DS: linfoma peq. céls. + comum
Os doentes com linfoma renal quase
sempre tem evidencia de doenca
noutros locais
A diferenciacao com carcinoma de
células renais na TC é muito dificil se
surgir com uma massa solitaria
esões solidas renais
inIomas
Diagnóstico por imagem:
US: Hipoecóico - pode simular cisto
TC:
·Nassas renais bilaterais (40·60%),
· !nfiltracao por linfonodos retroperitoniais do hilo
ou capsula renal (2S%)
· Nassa renal solitaria (1S%),
· Envolvimento difuso (10%),
· !so/hipodenso c/ realce minimo (10·20UH)
esões solidas renais
inIomas
Diagnóstico por imagem:
RN:
· T1: iso a discreto sinal
· T2: sinal
· Ninimo realce pelo Cadolineo d+3
esões solidas renais
inIomas
O linfoma quando acomete o rim pode
apresentar·se como lesao única,
lesoes múltiplas ou lesao de carater
infiltrativo produzindo um aumento do
tamanho renal.
esões solidas renais
inIomas
1/3 dos pacentes falecdos de lnfoma têm evdenca de nfltração renal.
Pode atngr o rm por va: hematogênca, lnfátca, através do seo renal ou va
per-renal. A T, surge com um massa de densdade de tecdo mole, com
realce homogéneo, mas menos ntenso que do parênquma adjacente
esões solidas renais
inIomas
50 a 60% múltplas massas blateras
20% rns aumentados pela nfltração lnfomatosa dfusa
esões solidas renais
inIomas
Massas apresentam menor ntensdade de mpregnação
por contraste que o tecdo renal poupado.
Massa se estende para o espaço perrrenal. A extensão
perrrenal é mas evdente a esquerda.
esões solidas renais
inIomas
Freqüentemente infiltra o rim via
seio renal e/ou compromete o espaco
peri·renal
Seo renal
Per-renal
esões solidas renais
inIomas
Núltiplas massas renais
Se os achado imagiológicos
sao tipicos, a diferenciacao
com CCR nao se coloca
Nas raras ocasioes em que
surge como massa renal
solitaria ou exibe
caracteristicas pouco
habituais, a diferenciacao
com CCR é dificil e a
biópsia guiada por imagem
pode ser diagnóstica
esões solidas renais
inIomas
Padrão nfltratvo assocada.
esões solidas renais
inIomas
Adenomegala com padrão nfltratvo assocada.
esões solidas renais
inIomas
Calcificacoes tumorais, trombose da veia renal e cava
inferior sao incomuns.
Nefromegalia sem distorcao do formato dos rins
resulta de infiltracao intersticial difusa, mais comum
no linfoma de Burkitt.
esões solidas renais
inIomas
Tratamento
Ouando ha suspeita de linfoma renal pode
ser realizada apenas biópsia da lesao
Caso seja confirmado o diagnóstico de
linfoma deve ser indicado tratamento
quimioterapico
esões solidas renais
inIomas
Tratamento
Existe também a possibilidade de realizacao
de radioterapia em baixas doses para
complementar o tratamento local. dose
maxima segura para se irradiar o rim é de
3000 rads, a fim de se evitar uma fibrose
intensa do parênquima com perda de sua
funcao
esões solidas renais
inIomas
Urotélio: epitélio que recobre o trato
urinario, do sistema coletor renal até a
uretra
O tumor de bexiga é menos agressivo
seguido de tumor da pelve e do ureter
que é o mais agressivo.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
Protótipo das ¨Bean·type lesion"
Neoplasia do urotélio mais comum e a
segunda neoplasia renal
Tem origem na pélvis renal,
infundibulo e regioes caliciais
maioria sao tumores papilares de
baixo grau e superficiais
Os tumores mais agressivos (1S% dos
casos podem disseminar por extensao
mucosa, via hematogênica para
pulmao e osso e linfatica
É freqüentemente multifocal com
tumores sincrones e metacrones -
fazer vigilancia clinica e radiológica
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
Fatores de Risco:
Consumo de cigarros
Exposicao a agentes ocupacionais (2·
naftilamina, benzidina).
!ngestao excessiva de analgésico
contendo fenacetina (fator de risco =
4-10 vezes),
Nefropatia insterticial dos Balkans
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
Epidemiologia
!ncidência: Representa entre 4% e 3% das
neoplasias que atingem os rins
Corresponde a menos de 1% dos tumores
urogenitais
idade média dos pacientes envolvidos é
de 6S anos
Predomina em homens, na proporcao de
3:1 em relacao as mulheres.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
História Natural
sobrevida de S anos é de 6S% a 82%
para os tumores localizados, de 2S% para
os tumores localmente avancados e de S%
para os tumores metastaticos.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
História Natural
Disseminam·se por contigüidade, invadindo
parênquima renal e gordura peri·piélica, por
via linfatica, envolvendo os linfonodos
regionais ou por via hematogênica,
atingindo ossos (40%), figado (36%),
cérebro (8%) e pulmao (4%)
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
Carcinoma urotelial do trato alto
Recorrência no ureter distal de 16 a S8%.
Por isso de ser retirado o ureter distal
Nulticêntrico no mesmo lado 1S a 44%
!ncidência de tumor bilateral 2 a S%. Por
isso faz acompanhamento
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
Carcinoma urotelial do trato alto
Recorrência na bexiga S0%. %. Por isso faz
acompanhamento
Possibilidade de doenca sistêmica se for de
alto grau, se tem ganglio, invadir a gordura,
ter invasao angiolinfatica
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
7% dos tumores renais
Tipo histológico:
- Células de transicao: 8S%
- Pavimento celular : 1S% (associados a
litiase e infeccao crönica)
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - diagnostico
Diagnóstico
- Sintomas:
Hematuria.
Lombalgia / cólica renal (raro)
Secundarios a metastizacao
· Citologia oncótica
citologia oncótica em urina obtida diretamente do
ureter é positiva em 42% dos pacientes com tumor
de via excretora.
1. Exames Basicos
Hematológicos: hemograma, creatinina,
fosfatase alcalina, transaminases
Urina: sedimento, citológico
Ultrassom do trato urinario
Urografia excretora
Pielografia ascendente
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - diagnostico
2. Exames Opcionais
Ureteropieloscopia
Biópsia endoscópica
ngiografia renal
3. tualmente
urotomografia é o exame de escolha
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - diagnostico
Diagnóstico por imagem:
UCE:
· Defeitos de enchimento no sistema
coletor e bexiga
USC:
· vegetacoes na parede vesical
· Nassas hipoecóicas ~ ao parênquima do rim
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - diagnostico
Diagnóstico por imagem:
TC:
· S2% acuracia
· Defeitos de enchimento fixos no sistema
coletor
· Nassa sólida no seio renal com expansao
centrifuga
· Calcificacao rara (2%),
· Lesao hipovascular
· pós contraste a massa sofre realce, embora
em um grau menor que do parênquima normal
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - diagnostico
Tem que pensar em tumor de vias excretora
toda vez que na TC o tumor tiver próximo ao
seio renal. Este tumor na tomografia é mais
invasivo do que expansivo.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - diagnostico
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
UCE Ureteroscopia
Se tiver suspeita de tumor de via
excretora deve ser feito cistoscopia e
pielografia.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
Hematúra macroscópca a esclarecer
Podemos perceber uma lesão nfltratva oblterando a gordura do
seo renal e dstorcendo os cálces. Um dos cálces apresenta tecdo
neoplásco em seu nteror (seta).
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
Reconstrução trdmensonal durante a fase arteral da
admnstração do meo de contraste. Podemos
observar que a lesão do rm dreto é hpovascular
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
Reconstrução trdmensonal da fase excretora, onde o
aspecto dstorcdo dos cálces pode ser mas bem
observado.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
Pela localação central
destas massas na fase
cortcal e nefrográfca é
dfícl a dferencação do
parenquma medular
normal.
A fase excretora permte a
dentfcação:
Hdrocalectasas
Amputação de cálces
Dstensão calcal pelo tumor
(oncocálces)
álces não opacfcados pela
nfltração
cortcal
nefrográfca
excretora
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
!ode afectar sistêma coIector.
Agresivos podem afetar o seio e
parénquima renaI
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal -diagnostico
Neoplasa urotelal (carcnoma das células de transconas)
Lesão é hpovascular e não deforma o contorno renal.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - estadiamento
Tumor #rimario (T)
TX · Tumor primario nao classificado
TO · Sem tumor primario
Ta · Carcinoma papilar nao·invasivo
Tis · Carcinoma ¨in situ¾
T1 · Tumor com invasao da submucosa
T2 · Tumor com invasao muscular
T3 · Tumor invade gordura peri·piélica ou
parênquima renal
T4 · Tumor invade estruturas adjacentes a
pélvis ou rim
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - estadiamento
Linfonodos Regionais (N)
NX · Linfonodos regionais nao classificados
N1 · Netastase em um linfonodo com
diametro < 2 cm
N2 · Netastase em um ou mais linfonodos
com diametro entre 2·S cm
N3 · Netastases em um ou mais linfonodos
com diametro > S cm
Netastases a Distancia (N)
NX · Netastases a distancia nao
classificadas
NO · Sem metastases a distancia
N1 · Netastases a distancia
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - estadiamento
Netastase linfonodal em tumores de ureter e
pélvis renal ocorre em 23,2% dos casos, sendo
mais freqüente em tumores > pT3 e de alto
grau. sobrevida cancer especifica aos cinco
anos é de 8S% quando a metastase linfonodal
esta ausente e de 1S% quando presente
Pelo exposto acima deve ser feito
lifadenectomia em tumor de ureter. Se for no
ureter baixo fazer nos ganglios iliacos. Ureter
usperior nos glanglios perei renal.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - metastases
Nefroureterectomia com cistectomia
perimeatica
- ]ustificativa
Elevada probabilidade de recorrência no
ureter restante (16 a S8%)
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - tratamento
Paciente que fez a nefroureterectomia tem
chance de 3 a S % de ter tumor do outro
lado no ureter e de ter tumor de bexiga é
de S0%
Ouase metade (44%) dos pacientes
submetidos a nefroureterectomia apresenta
recorrência vesical, que em 36% sao
tumores superficiais e em 31% de alto grau.
O tempo médio da recorrência é de 14
meses.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal - tratamento
1. Tratamento Basico
Ouimioterapia com N·vC (4·6 ciclos)
seguida de resseccao cirúrgica de lesoes
residuais.
2. Tratamento Opcional
Ouimioterapia com N·vC (4·6 ciclos)
seguida de radioterapia em lesoes residuais
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
Tratamento das metastases
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal
Tratamento das metastases
0390 (s) Produ9o Dos0 Ciclos
Ef0i9os
Cola90rais
Pri3cipais
M-VAC
Metotrexate Metotrexate 30 mg/m2 EV
dias 1,15,22,
repetido a cada
28 dias
Leucopenia,
Anemia,
Plaquetopenia,
Sintomas
digestivos
Vinblastina Velban 3 mg/m2 EV
dias 2,15,22,
idem
Constipacão
intestinal
Doxorubicina
Adriablastina
Dosorrubicina
30 mg/m2 EV dia 2, idem
Insuficiência
cardiaca
Cisplatina
Platiran
Cisplatina
70 mg/m2 EV dia 2, idem
Insuficiência
renal Surdez
Fatores de prognóstico:
Prognostico é dado pelo:
- Estadiamento
- Crau
- !nvasao microvascular
!gual fatores prognósticos da bexiga
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal Iatores prognostico
Fatores de prognóstico:
Estadio TNN e grau
- Ta e T1 Tumor superficial bem ou
mediamente diferenciado da pelve renal e do
ureter: cura > 30%
(7S% dos tumores de pélvis manifestam·se
sob forma de lesoes de baixo grau)
- Tumor T2 mediamente ou pouco diferenciado
: probabilidade de cura: 1S%
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal Iatores prognostico
Fatores de prognóstico:
- Paciente do mesmo estadio se tiver infiltracao
microvascular a sobrevida em 10 anos é de
20% e se nao tiver é de 80%
- presenca de neoplasia vesical concomitante
(cerca de 17% dos pacientes ) é responsavel
por uma sobrevida S0% menor
- Netastases a distancia = mau prognóstico
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal Iatores prognostico
Fatores de prognóstico:
- Tumor de via excretora normalmente é tumor
de células transicionais (30%). Raramente
pode ser adenocarcinoma ou carcinoma
epidermóide (10%) sendo que estes têm pior
prognóstico
- Presenca de carcinoma ¨in situ" local (dobra
as chances de recorrência).
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal Iatores prognostico
Todo paciente deve ser seguido após
o tratamento com cistoscopia porque
somente 40% dos pacientes estao
livres de doenca na bexiga em S anos.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal seguimento
parecimento de tumor na bexiga
O tumor deve ser ressecado
Se o tumor for múltiplo, de alto grau, maior
que 3 cm, se tiver carcinoma in situ, e se for
recorrente no tempo e no espaco devemos
fazer BCC
Se o tumor nao se enquadrar nestas
caracteristicas nao é necessario fazer BCC
BCC reduz a probabilidade de recidiva do
tumor na bexiga de 70% para 30% nos
casos em que ele é indicado.
esões solidas renais
Carcinoma do urotelio renal seguimento
Adenoma renal Adenoma renal ·· É um tumor originario do É um tumor originario do
túbulo contornado proximal muito túbulo contornado proximal muito
semelhante ao adenocarcinoma e se semelhante ao adenocarcinoma e se
caracteriza pela ausência de metastases e caracteriza pela ausência de metastases e
pelo tamanho, geralmente menor que 3 cm. pelo tamanho, geralmente menor que 3 cm.
Este tumor é mais freqüentemente Este tumor é mais freqüentemente
detectado em pecas de cirurgia ou de detectado em pecas de cirurgia ou de
necropsia, com uma incidência que varia necropsia, com uma incidência que varia
entre 7% e 23% das autópsias em adultos. entre 7% e 23% das autópsias em adultos.
Nao ha critérios histológicos, histoquimicos Nao ha critérios histológicos, histoquimicos
ou de microscopia eletrönica que ou de microscopia eletrönica que
diferenciem, com seguranca, o adenoma do diferenciem, com seguranca, o adenoma do
adenocarcinoma. adenocarcinoma.
Lesoes sólidas renais · benignas
denoma renal
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma mesoblastico congênito
!ncidência:
· Tu sólido renal neonatal + comum
· 3% tu renais na infancia
· 30% no 1º ano de vida
· N>F
Histologia:
· Céls. musculares lisas
· fibroblastos imaturos
Tto e prognóstico:
· Nefrectomia ampla
· excelente prognóstico
Diagnóstico por imagem:
UCE:
· Nassa renal s/ calcificacao,
· distorce sistema coletor
US:
· Nassa solida hipoecogenica
· hemorragias + cistos + necrose
TC:
· Nassa hipodensa
· realce homogêneo
· hemorragia + necrose
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma mesoblastico congênito
Ultrassonografia renal direita - corte longitudinal. Nassa
heterogênea renal direita, mal delimitada, ocupando os
tercos médio e inferior, medindo cerca de 3,8 x 3,4 cm,
associada a colecao liquida espessa perirrenal compativel
com hematoma subcapsular.
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma mesoblastico congênito
Estudo com Doppler colorido do rim direito - discreto
aumento da vascularizacao no interior da massa renal.
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma mesoblastico congênito
·D: Tomografia computadorizada do abdome (fases córtico·
medular e excretora) - rim direito com dimensoes aumentadas a
custa de massa sólida comprometendo o pólo inferior e terco
médio, sem sinais de ruptura capsular, promovendo compressao
com obliteracao parcial do grupamento calicinal inferior deste rim,
além de impressao extrinseca com deslocamento anterior da
pelve e do ureter proximal.
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma mesoblastico congênito
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma mesoblastico congênito
Caracteriza·se por uma massa renal
formada por múltiplos cistos nao·
comunicantes.
É uma tumoracao rara
!ncidência:
< 4 anos 73% em homens
> 4 anos 83% em mulheres
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma cistico multilocular
O nefroma multilocular cistico é uma lesao benigna que
ocorre tipicamente em meninos abaixo dos três anos de
idade ou em mulheres na meia·idade.
Diagnóstico por imagem:
UCE:
· Distorcao calicinal
·US:
· Cistos agrupados separados por septos espessos
TC:
· Nassa cistica c/ atenuacao H2O
RN:
· Nassa cistica c/ T1 · T2
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma cistico multilocular
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma cistico multilocular
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma cistico multilocular
Histologia:
· Septos - mesênquima indiferenciado
+
elementos glomerulotubulares
primitivos /
blastema metanéfrico
·Cistos · céls. Cubóides
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma cistico multilocular
Diagnostico diferencial
Carcinoma de células renais.
Cisto renal septado.
Nefroma multilocular cistico.
Rim displasico segmentar.
bscesso renal.
Tumor de Wilms.
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma cistico multilocular
Tratamento e prognóstico:
· Nefrectomia com excelente prognóstico
Lesoes sólidas renais · benignas
Nefroma cistico multilocular
!ncidência:
2º tu renal benigno + comum
3·7% dos tu renais
!dade média - 6Sa
N : F - 1,6:1 a 2,S:1
Sabe·se que 4 a 13% dos oncocitomas sao
multicêntricos.
sobrevida após tratamento cirúrgico em S
anos é de 100%.
Lesoes sólidas renais · benignas
Oncocitoma
Cerca de 3S% dos oncocitomas sao
unilaterais, 6% múltiplos e 10% estao
associados a carcinoma de células claras
té 1/3 dos oncocitomas podem estar
associados a tumores de células renais de
modo que nem o exame radiológico
(existência de presenca de cicatriz central
porem que nao é patognomönica) e nem a
biópsia exclui a possibilidade de ter
carcinoma renal associado.
Lesoes sólidas renais · benignas
Oncocitoma
ssociacao dos oncocitomas com
tumores de células claras pode variar
de 7 a 30%
É recomendando, portanto, a
realizacao de resseccao da lesao renal
contra·lateral quando o paciente tem
tumor bilateral e foi operado um lado
(diagnóstico de oncocitoma) tendo
também tumor no outro rim
Lesoes sólidas renais · benignas
Oncocitoma
Lesao sólida benigna sem gordura mais
freqüente (S%)
Descobertos incidentalmente apesar das
grandes dimencoes na altura do diagnóstico
(até 2S cm)
Tumor solitario (multifocalidade e
bilateralidade podem ocorrer)
Nesmo os de grande dimensoes realcam de
forma em TC, exepto a cicatriz central , se
presente( diagnóstico diferencial com
necrose central nos CCR)
Calcificacoes sao raras
Lesoes sólidas renais · benignas
Oncocitoma
Lesoes sólidas renais · benignas
Oncocitoma
Oncocitoma
(cicatriz centraI estreIada).
CICTRIZ NÃO É ES!ECIFIC DE ONCOCITOM
Lesoes sólidas renais · benignas
Oncocitoma
Lesoes sólidas renais · benignas
Oncocitoma
Nao existem caracteristica de imagem
tipicas que diferencie oncocitomas de
pequenos carcinomas de células renais
Nesmo a cicatriz central nao permite a
diferenciacao adequada
Lesoes sólidas renais · benignas
Oncocitoma
Incidência:
Freqüência na populacão e de 5 a 12°
dependendo da idade.
-Tu renal benigno ¹ comum
-90° unilateral
-10° multiplos e bilateral
- Esclerose tuberosa (80° c/ AM)
Histologia:
- Cels. musculares lisas ¹ gordura ¹ vasos
sangüineos
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Doenca quase que exclusiva do rim. Caso
muitos raros sao descritos no figado e no
mediastimo.
Poder ser maligno o que é muito raro pp/ a
variante chamada epitelióide (1S casos
descritos)
Tem crescimento hormönio dependente -
hormönio feminino· (predominancia em
mulheres e raro antes da puberdade).
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
80% sao esporadicos, tipicamente achados
incidentais em doentes assintomaticos de
pequenas dimensoes e bem definidos
Nais freqüente em mulheres na idade media
Esclerose tuberosa é responsavel por 20%
dos angiomiolipomas (freqüentemente
múltiplos bilaterais de maiores dimensoes
com propensao ao crescimento e susgiendo
em idade mais jovens)
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
17% dos angomolpomas
estão assocados a
esclerose tuberosa
ESLEROSE TUBEROSA
Doença de Bournevlle
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Doença genétca.
aracterada por defcênca mental,
eplepsa, , per-unguete e cstos
sebáceos (prncpalmente per-nasas)
Assocada a angomolpoma blateral.
ESLEROSE TUBEROSA
Doença de Bournevlle
Tipicos: gordura predomina
tipicos (S%): sem gordura, simula
carcinoma ( Também esta descrito casos
de CCRs com gordura)
Complicacao: dor e hemorragia
espontanea subcapsular ou retroperitoneal
(lesoes >4,0cm recomenda·se resseccao
eletiva ou embolizacao).
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Diagnóstico por imagem:
UCE:
· Nódulos radiotransparentes
US:
· Nódulos hiperecóicos
TC:
· Nódulos com densidade de gordura
· ~S% sem gordura detectavel pela TC
· realce variavel
RN:
· Nódulos com sinal variavel
· Seqüências c/ supressao de gordura -queda do
sinal
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Ultra-som
T
0 a12 UH
Radologsta deve nformar se o
angomolpoma e > que 4 cm e se têm
aneursmas > 5 mm pelo rsco de rutura
·Nódulo hiperecogênico
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
identificacao de gordura na
TC é definitivo para o
diagnóstico de NL
Se tiver sangramento pode ser
dificil identificar gordura
Nos angiomiolipomas o grau de cada
componente é variavel: algumas vezes
o componente de gordura é
abundante, porém, em outras
é escassa (em S% destes tumores
nao se consegue identificar gordura) o
que dificulta o diagnóstico radiológico.
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Ausencia de sinais radiológicos de gordura
O que fazer?
AL CO ÍNA
GORURA!!!!
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
tualmente em angiomiolipomas com
mais de 4 cm devemos pedir para o
radiologista fazer angiotomografia
para ver se tem aneurisma acima de S
mm. Em aneurisma com mais de S
mm a sensibilidade é de 100% e
especificidade de 8S% para ruptura.
Pré contraste
Pós contraste
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Radologsta deve nformar se o angomolpoma é > que 4 cm e se
têm aneursmas > 5 mm pelo rsco de ruptura.
Nestes casos deve ser feto tratamento crúrgco aberto ou por
embolação como no caso.
Tratamento
O tratamento dos angiomiolipomas da esclerose
tuberosa acima de 4 cm pode ser é feito com
embolizacao dos angiomiolipómas, cirurgia e
atualmente uso de sirolimus que é uma
perspectiva.
Se for operar o tratamento deve sempre que
possivel ser conservador (nefrectomia parcial,
enucleacao )
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Tratamento
Os angiomiolipomas podem causar a sindrome de
Wunderlich que é um sangramento retroperitoneal
grave causado por ruptura de pequenos ou grandes
aneurismas.
gravidez pode predispor ao sangramento assim
como o tamanho tem relacao com o sangramento
sendo que em angiomiolipomas com tamanho
superior a 4 cm S0% sangram e inferior a 4 cm
somente 0 a 13% sangram.
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Tratamento
Conservador até 4 cm (risco de
sangramento de 0 - 13%)
cima de 4 cm (risco de sangramento é de
S0%)
· Operar
· Embolizar
· sirolimus
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Embolizacao
10% apresentaram complicacao
17% recorrência dos sintomas dor ou
hemorragia
14% repetiram a embolizacao
16% foram submetidos a cirurgia após
embolizacao por abscesso febre hemorragia
ou dor.
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Sirolimus
Dose 0,2S mg/m2 de superficie corporal.
dose é ajustada dosando o sirolimus no sangue
até que atinja um nivel entre 1 a S ng por mililitro.
Se o tamanho do angiomiolipoma nao diminuir em
10% em 2 meses a dose é aumentada até que se
consiga um nivel de sirolimus no sangue entre S a
10 ng por milimetro.
Se em 4 meses nao houver reducao de 10% a
dose é aumentada até que se consiga um nivel de
sirolimus no sangue entre 10 a 1S ng por mililitro.
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Lesoes sólidas renais · benignas
ngiomiolipoma (NL)
Uso de Sirolimus

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