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SEIOS PARANASAIS

SEIOS PARANASAIS

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Diagnostico Diferenciais de Sinusite e Osteoma 2 doencas muito comuns nos seios paranasais.
Diagnostico Diferenciais de Sinusite e Osteoma 2 doencas muito comuns nos seios paranasais.

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SEIOS PARANASAIS

1° CASO Congestão Nasal e Desconforto Geral
IDENTIFICAÇÃO: Mulher branca do interior do estado de Rio de Janeiro, Professora de uma creche, 33 anos. QUEIXA PRINCIPAL: Desconforto geral, congestão nasal, cefaléia. HISTORIA DA DOENÇA ATUAL: Quadro clinico de 15 dias de evolução com desconforto geral, tosse não produtiva e congestão nasal. Faz sete dias consultou médico em um Posto de Saúde periferia que fez diagnóstico de gripe. Paciente foi medicada com AINES, hidratação oral, vitamina C, repouso, sem melhoria depois de três dias. Agora retorna ao Pronto Atendimento novamente por notar congestão nasal persistente, rinorréia esverdeada, picos de febre e cefaléia frontal. HISTORIA PATOLÓGICA PREGRESSA: Doenças comuns da infância. HISTORIA SOCIAL: Financeiramente estável, casada faz dois anos, não fuma, não consome álcool. HISTORIA PROFISSIONAL: Trabalha faz cinco anos como professora uma creche na Zona Norte do Rio de Janeiro, formada em pedagogia. EXAME FÍSICO: Altura 1.68, peso 59 kg, T° 39,1 C, FR = 20, FC = 87, TA = 124 / 66. Congestão nasal evidente, sem dispnéia, rinorréia esverdeada abundante. Leve fotofobia sem outras alterações visuais, otoscopia sem alterações, canal orofaríngeo sem alterações, dor na palpação de seios frontais e maxilares. Ausculta cardíaca rítmica sem sopros. Murmúrio vesicular adequado sem ruídos adventícios. Abdome compressível sem dor ou viceromegalias. Pulsos periféricos simétricos, sincrônicos e palpáveis. Resto do exame físico normal. QUAL O DIAGNOSTICO Clinica? Pela história clinica de sintomas respiratórios altos, evolução natural da patologia que não melhora com recomendações médicas e os sinais achados na nova avaliação orientam para um quadro de sinusite aguda. Sinusite é a segunda infecção mais comum das vias aéreas superiores. Pode ser causada por vírus, bactérias ou alergias. Os seios paranasais são formados por um grupo de cavidades aeradas que se abrem dentro do nariz e se desenvolvem nos ossos da face. Estas cavidades têm comunicação com as cavidades nasais. As causas mais comuns que podem

desencadear a sinusite são: a gripe, alergia, desvio do septo nasal e más condições climáticas. DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS? a) Resfriado Comum → Infecção mais comum das vias aéreas superiores, O principal agente causador do resfriado comum é o rinovírus. Mas existem vários outros vírus capazes de provocar esta doença, como o vírus parainfluenza, o adenovirus e o vírus sincicial respiratório. b) Gripe → Doença causada por um tipo específico de vírus, denominado influenza. Ao contrário do resfriado comum, a gripe não se restringe apenas às vias aéreas superiores, podendo atingir as vias aéreas inferiores.

QUAL A CONDUTA? Paciente com sintomas de vias aéreas superiores com prévio tratamento médico sem melhoria. Agora esta com cefaléia e febre, sendo necessário investigar um pouco mais seu quadro para iniciar rapidamente o tratamento adequado. a) Analgesia para controlar a febre e o desconforto geral. b) Hemograma que reporta leucocitose moderada com desvio a esquerda. c) Tomografia de Seios da Face com acentuado espessamento mucosos nos seios frontal, maxilar e esfenoidal à direita, pequeno espessamento no maxilar e de algumas células etmoidais à esquerda. Obliteração dos recessos frontal e esfenoetmoidal esquerdo e meato médio ipsilateral. Estrutura óssea perissinusal integra. INTERPRETAÇÃO DAS AJUDAS DIAGNÓSTICAS? Hemograma com aumento de leucocitose e produção de células imaturas na torrente sanguínea indica uma infecção aguda. Tomografia evidencia acumulo de muco nos seios paranasais com preferência no lado esquerdo. Edema mucoso produz obstrução das vias de drenagem dos seios que posteriormente e infectado por vírus ou bactérias. Uma estrutura óssea perissinusal integra apóia a teoria de um quadro agudo, já que sem fosse um quadro crônico as paredes ósseas apresentariam um espessamento. EVOLUÇÃO Inicia-se terapia antimicrobiana por 7 dias com amoxicilina * 1000mg / dia, descongestionante nasal, AINES * 500mg / 8 hrs, hidratação oral, repouso. Paciente com evolução favorável e não apresento complicações. QUESTÕES PARA REFLEXÃO O diagnostico de sinusite e puramente clínico. Em 1997, a Academia Americana de Otorrinolaringologia propôs a denominação de rino-sinusite em vez de sinusite, atendendo à contigüidade e à relação embriológica das mucosas nasais e sinusais.

Além disso, a presença de sinusite isolada é extremamente rara e habitualmente precedida de rinite Atualmente, a tomografia computadorizada (TC) é considerada o exame padrão para avaliar as cavidades paranasais, já que permite uma avaliação pré-cirúrgica endonasal, mapeamento de estruturas ósseas, evidencia de variantes anatômicas. Os sinais na TC da sinusite aguda incluem espessamento das mucosas, velamento dos seios, níveis hidroaéreos. No entanto, tais alterações podem ser vistas em tantos como 50% dos pacientes submetidos a TC ou RM por outras razões e, portanto, falta de diagnostico especificidade para a doença sinusal Além disso, o aparecimento de imagem, muitas vezes, não corres-ponde a gravidade da doença. Por estas razões, o diagnóstico de sinusite aguda deve descansar em clínicas ao invés de achados radiológicos. O American College of Radiology atualmente não recomenda imagem para o diagnóstico de sinusite aguda, sem complicações. Os raios x de seios da face (Caldwell, Waters, Lateral e Submental) é um exame barato, rápido, mas pode perder imagens médicas pela limitação da técnica. Podem ser úteis para investigar sinusite aguda nos lugares onde não se tem uma tomografia computadorizada disponível. A ressonância magnética (RM) tem a vantagem da ausência de radiação ionizante e permite uma melhor diferenciação das estruturas solidas do que a TC. Esta indicada em na fase aguda quando se procura uma complicação neurológica, encefálica. Fora da fase aguda, a RM pode ser útil no diagnóstico de sinusite fúngica. As complicações da sinusite podem ser orbitárias (celulite periorbitárias e intra-orbitarias) e intracranianas (trombose venosa, meningite e abscesso parenquimatoso). A complicação orbitaria é mais comuns. O resfriado comum é uma doença benigna. Tende a melhorar espontaneamente em 5 a 7 dias. Entretanto, algumas vezes o resfriado comum pode complicar-se e evoluir para uma infecção bacteriana. O tratamento visa ao controle dos sintomas. Uma medida muito útil é a ingestão de grandes quantidades de líquidos, para ajudar a eliminar as secreções. Além disto, é importante usar roupas leves e ficar em ambientes com boa ventilação. Em caso de febre, devem-se usar medicamentos antitérmicos. A aplicação de gotas de soro fisiológico no nariz pode auxiliar a aliviar a obstrução nasal. Ao contrário do resfriado comum, na gripe ocorre febre alta, de até 40ºC, e calafrios. Além disto, outras partes do corpo podem ficar doloridas, podendo ocorrer dor de cabeça, dor no corpo e nas articulações. Também é comum haver intolerância à luz e lacrimejamento. O acometimento das vias aéreas superiores é percebido pela presença de coriza, tosse, dor de garganta e obstrução nasal. Além disto, as vias aéreas inferiores também podem ser atingidas, o que resulta em tosse e dificuldade para respirar.

Fig. 1

Fig. 2

Fig. 3 Fig. 4 TC de seios da face, cortes axiais. Espessamento mucoso nos seios frontal esquerdo (fig. 1), maxilar ipsilateral (fig. 3) e de algumas etmoidais à esquerda (fig. 2). Pequeno espessamento mucoso no maxilar esquerdo (fig. 4).

Fig. 5

Fig. 6

Fig. 7

Fig. 8

TC de seios da face cortes sagitais. (fig. 5) Espessamento mucoso do seio maxilar direito, (fig. 6) Mínimo assentamento mucoso no seio maxila esquerdo. (fig. 7) Nota-se velamento parcial do seio frontal direito. (fig. 8) Moderado compromisso dos seios esfenoidais e algumas células etmoidais.

Fig. 9

Fig.10

Fig. 11

TC de seios da face, cortes coronais uma vez mais evidenciando espessamento mucos nos seios esfenoidais (fig. 9), frontal direito (fig. 10), e maxilares (fig. 11).

Fig. 12

Fig. 13

Raios X da face com velamento parcial do seio maxilar direito; espessamento da mucosa ou seio maxilar esquerdo. As incidências utilizadas para avaliação são Waters (fig. 12), Caldwell (fig.13) e lateral ou perfil.

2° CASO Cefaléia e Obstrução Nasal
IDENTIFICAÇÃO: Home adolescente de 14 anos de idade, etnia negra quem nasceu e reside na cidade do Rio de Janeiro. QUEIXA PRINCIPAL: Cefaléia, obstrução nasal de longa data. HISTORIA DA DOENÇA ATUAL: Paciente com quadro clinico de 6 meses de evolução com cefaléia hemicraneana esquerda leve, posteriormente surge sensação de obstrução nasal ipsilateral. Paciente consulta otorrinolaringolista quem inicia estudos para o paciente. HISTORIA PATOLÓGICA PREGRESSA: Doenças comuns da infância. HISTORIA SOCIAL: Depende financeiramente de seus pais, não fuma, não consume bebidas alcoólicas nem psicoativas. HISTORIA PROFISSIONAL: Estudante de secundaria, com desempeno adequado. Jogador de Vôlei de seu escola. EXAME FÍSICO: Altura 1.76 m, peso 61 kg, T° 36.3 C, FR = 17, FC = 81, TA = 114 / 72. Congestão nasal escassa, sem dispnéia no momento. Sem alterações visuais, otoscopia sem alterações, canal orofaríngeo sem alterações, Auscultação cardiorrespiratória dentro de limites normais. Abdome desprezível e indolor, não apresenta viceromegalias. Pulsos periféricos simétricos, sincrônicos, Pares craniais sem déficit motor ou sensitivo. Não apresenta lateralização. HIPÓTESES DIAGNOSTICAM: a) Sinusite Crônica → Processo inflamatório de pelo menos um dos seios paranasais. Caracteriza-se pela persistência dos sinais e sintomas da sinusite por mais de 12 semanas como rinorréia purulenta, congestão nasal, tosse, secreção posterior, halitose, dor de garganta varia com a faixa etária e intensidade do quadro. b) Desvio do Septo Nasal → Estrutura ósteo-cartilaginosa que divide o nariz em duas metades, orienta o fluxo aéreo, faz parte da área da válvula nasal (1) e, por conseqüência, auxilia o nariz na execução de suas funções de aquecer, umidificar, filtrar, auxiliar na olfação e participar da fonação. c) Osteoma → Os osteomas são os tumores benignos mais freqüentes dos seios paranasais, apresentam crescimento lento e são em sua maioria assintomáticos. Apresenta discreta predominância no sexo masculino 1,5 e sua incidência é maior na 4ª década de vida.

QUAL A CONDUTA? Paciente masculino em segunda década da vida, esportista, sem antecedentes patológicos ou familiares de importância. Com cefaléia e obstrução nasal ipsilateral esquerda, se solicita tomografia computadorizada de seios da face que reporta: Volumosa formação expansiva com densidade cálcica, de contornos lobulados, com epicentro no seio frontal esquerdo, estendendo-se ao seio frontal direito. A lesão se insinua pelo canal frontonasal esquerdo e acomete algumas células etmoidais deste lado, acarretando retenção de material com densidade de partes moles nos seios frontais. Hemograma sem alterações. Paciente saudável, sem alterações respiratórias nem cardiovasculares não precisa de raios x de tórax ou eletrocardiograma para uma eventual cirurgia. INTERPRETAÇÃO DAS AJUDAS DIAGNÓSTICAS? TC de seios da face identificou uma lesão expansiva com densidade cálcica com epicentro no seio frontal o que significa que apresenta uma patologia de crescimento relativamente rápido com características ósseas com origem no seio frontal esquerdo e projeta-se para o seio frontal direito e células etmoidais à esquerda. Hemograma corrobora que não e um quadro infeccioso. EVOLUÇÃO O paciente foi submetido à cirurgia através do acesso cirúrgico externo por rinofrontotomia lateral esquerda com extensão supraorbitária sob anestesia geral, sendo o tumor ósseo fragmentado com uma broca de motor pneumático com exérese total da lesão. O exame anatomopatológico confirmou a suspeita de osteoma. O paciente evoluiu sem evidências de recorrência da lesão. QUESTÕES PARA REFLEXÃO Trata-se de um tumor ósseo de crescimento lento que geralmente é um achado ocasional em exames de imagem solicitados por outros motivos. Quando sintomático cursa principalmente com cefaléia e dor facial, seguidos de rinorréia, obstrução nasal, sinusite secundária e, mais raramente, epistaxe. Pode também apresentar crescimento anterior com deformidade estética da face por vezes, lesões grandes podem passar despercebidas até atingirem grandes proporções. Sua incidência varia de 0,43% a 3%, sendo localizados geralmente no seio frontal (5780%) seguidos dos seios etmoidais (16-25%) e mais raramente nos seios maxilares e esfenoidais . Sua incidência é maior nas 3ra e 4ta décadas de vida, porém pode ser encontrado em qualquer idade. Apresenta discreta predominância no sexo masculino O tratamento dos osteomas nasossinusais ainda é uma questão controversa na literatura. Existem autores que advogam uma conduta expectante quando assintomático e tratamento cirúrgico quando sintomáticos. Outros acreditam que dependendo da localização destes tumores eles devam ser sempre operados em função das potenciais complicações acima descritas. Os raios x convencionais (RX) de seios de face geralmente mostram apenas opacificação de um ou mais seios da face em tumores, retardando o diagnóstico correto. Em alguns casos podem ser observados deslocamentos do septo e de outras estruturas ósseas, sugerindo presença de uma massa tumoral. Nos tumores ósseos e odontogênicos, entretanto, são de grande utilidade, oferecendo uma visão global da lesão e muitas vezes permitindo inferir seu diagnóstico como osteomas, displasia

fibrosa, doença de Paget e cistos odontogênicos. Permite ainda, observação de erosão óssea nos processos neoplásicos avançados. A tomografia computadorizada (TC), em suas incidências coronais e axiais, permite avaliar tanto estruturas ósseas como partes moles e tumorais, quanto a sua extensão e invasão de estruturas adjacentes, sendo o método de escolha para diagnóstico e estadiamento. A janela óssea mostra com precisão o deslocamento e/ou erosão das partes ósseas, que constituem a estrutura básica das cavidades rinosinusais e da base do crânio. A injeção intravenosa de contraste permite aumentar a sensibilidade do método ao distinguir partes moles da lesão tumoral, contudo é limitada em tumores pouco captantes, que permanecem com atenuação muito semelhante às secreções retidas nas cavidades sinusais. A ressonância magnética (RM) permite a visualização da massa em qualquer plano, sem exposição à radiação e sem os artefatos de técnica produzidos por restaurações dentárias. Embora perca para a TC na avaliação das estruturas ósseas, a RM é superior quanto à visualização de partes moles, sendo indicada nos casos de limitação da TC, se é ou não tumor (e principalmente quando existem dúvidas com relação ao comprometimento de partes moles adjacentes como órbita, encéfalo e músculos), permitindo a diferenciação entre massa tumoral e secreções.

Fig. 14

Fig.15

Fig. 16

Fig. 17

Fig. 18

Fig. 19

Figuras 14 – 19; TC de seios da face, cortes axiais sem contraste, onde se observa massa de osso polipóide fazendo protrusão para os seios frontais (fig. 14 – 16) e de células etmoidais à esquerda (fig. 17 – 18), adicionalmente pode-se visualizar discreto espessamento mucoso nos seios frontais.

Fig. 20

Fig. 21

Fig. 22

Figuras 20 – 22; TC de seios da face, cortes sagitais. A lesão se insinua pelo canal frontonasal esquerdo e acomete algumas células etmoidais deste lado, acarretando retenção de material com densidade de partes moles nos seios frontais.

Fig. 23

Fig. 24

Fig. 25

Figuras 23-25; TC de seios da face, cortes coronais sem contraste. Os seios da face e um dos exames que precisa dos três cortes tomográficos AXIAIS, CORONAIS e SAGITAIS para poder caracterizarem e delimitar às lesões que afeitam esta região.

Alfredo Altuzarra Noriega. Medico Pós-graduando 2do. Ano da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Imagens cedidas por Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. BIBLIOGRAFIA: 1.
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