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01. Exercicios Atos Administrativos - FCC

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SIMULADO – DIREITO ADMINISTRATIVO – PROF.

JOÃO EUDES ATOS ADMINISTRATIVOS – PARTE I
1. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - Na matéria sobre os elementos do ato administrativo, pode-se dizer que (A) as competências são derrogáveis e não podem ser objeto de avocação. (B) basta apenas sua capacidade, seja o sujeito agente político ou pessoa pública. (C) a competência decorre sempre da lei, mas no âmbito federal pode ser definida por decreto. (D) o objeto será sempre lícito e moral, mas cabível ou não, certo ou incerto. (E) a finalidade é o efeito jurídico imediato que o ato produz, o objeto é o efeito mediato. 2. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - Considere os seguintes atos administrativos: I.O Secretário de Estado aprova o procedimento licitatório. II. O Senado Federal decide a respeito da destituição do Procurador Geral da República. III. A Administração Municipal faculta a proprietário de terreno a construção de edifício. Esses atos referem-se, respectivamente, à (A) aprovação, homologação e concessão. (B) homologação, aprovação e licença. (C) admissão, dispensa e permissão. (D) dispensa, homologação e autorização. (E) licença, dispensa e aprovação. 3. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 21ª Região/2003) - No que tange à anulação e à revogação dos atos adminis-trativos, considere o que segue: I.A incompetência relativa do agente ou a incapacidade relativa do contratante são causas de anulação. II. O recurso ex officio interposto pela autoridade que houver praticado o ato pode resultar na revogação. III.Os vícios resultantes de erro, dolo, simulação ou fraude são causas de revogação. IV. O pedido de reconsideração feito pela parte pode resultar na revogação. V. O recurso voluntário, interposto pela parte a quem tiver prejudicado o ato, e a avocação, são causas de anulação. Está correto APENAS o que se afirma em (A) I, II e IV. (B) I, II e V. (C) I, III e V. (D) II, III e IV. (E) III, IV e V. 4. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - O motivo, um dos requisitos do ato administrativo, pode ser conceituado como o (A) fim público último ao qual se subordina o ato da Administração, que é nulo na sua ausência. (B) objeto do ato, que deve coincidir sempre com a vontade da lei. (C) conteúdo intransferível e improrrogável que torna possível a ação do Administrador. (D) pressuposto de fato e de direito em virtude do qual a Administração age. (E) revestimento imprescindível ao ato, visto que deixa visível sua finalidade para ser aferida pelos administrados. 5. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - O Prefeito Totonho Filho, cumprindo todas as formalidades, desapropriou um imóvel para construir uma escola no local. Esse ato administrativo pode ser classificado como ato (A) de expediente. (B) vinculado. (C) de gestão. (D) complexo.

(E) de império. 6. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 24ª Região/2003) - Uma resolução é um ato administrativo que pode ser classificado como (A) permissivo, podendo ser interno ou externo, quanto aos efeitos. (B) ordinatório e seus efeitos são internos à Administração. (C) normativo, podendo ser interno ou externo, quanto aos efeitos. (D) enunciativo, podendo ser vinculado ou não, conforme a extensão de sua eficácia. (E) punitivo e seus efeitos podem ser a interdição de atividade ou a imposição de multa. 7. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRF 1ª Região) - No que tange a invalidação do ato administrativo é certo que (A) à Administração cabe revogar ou anular o ato, e ao Judiciário somente anulá-lo. (B) ao Judiciário cabe revogar ou anular o ato, e à Administração somente anulá-lo. (C) cabe tanto à Administração como ao Judiciário revogar ou anular o ato. (D) à Administração cabe somente a revogação do ato, enquanto que ao Judiciário apenas sua anulação. (E) ao Judiciário cabe somente a revogação do ato, enquanto à Administração apenas sua anulação. 8. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - No Direito brasileiro, a anulação, pelo Poder Judiciário, de um ato administrativo discricionário praticado pelo Poder Executivo, (A) apenas é possível com a concordância da Administração. (B) é possível, independentemente de quem a provoque ou da concordância da Administração. (C) não é possível. (D) apenas é possível por provocação da Administração. (E) apenas é possível por provocação do destinatário do ato. 9. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A motivação dos atos administrativos é apontada pela doutrina como elemento fundamental para o controle de sua legalidade. A Constituição Federal, por sua vez, previu expressamente a motivação (A) como necessária em todas as decisões administrativas dos Tribunais. (B) como necessária em todas as decisões políticas do Congresso Nacional. (C) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública. (D) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Direta, não se referindo à Indireta. (E) entre os princípios arrolados para toda a Administração Pública Indireta, não se referindo à Direta. 10. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) - A imposição, de modo unilateral pela Administração, de um ato administrativo a terceiros, independentemente da concordância destes, em tese (A) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-executoriedade. (B) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-tutela. (C) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, configurando exercício arbitrário das próprias razões. (D) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, configurando abuso de autoridade. (E) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro, correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar imperatividade. 11. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) - É INCORRETO afirmar que a anulação do ato administrativo (A) produz efeitos ex tunc, ou seja, retroativos. (B) está relacionada a critérios de conveniência e oportunidade. (C) é de competência tanto do Judiciário como da Administração Pública. (D) é cabível em relação aos beneficiários do ato ou terceiros, se ambos de boa-fé. (E) pressupõe que ele (ato) seja ilegal e eficaz, de natureza abstrata ou concreta.

(E) razoabilidade. (C) é providência que pode ser tomada facultativamente pela Administração. (E) I é correta. a liberdade do administrador. 15.O Poder Executivo ao vetar um projeto de lei pratica um ato político. enquanto a revogação é obrigatória. Conclui-se que APENAS (A) II e III são corretas. (E) pode ser efetuada a qualquer tempo. porque quanto à finalidade do ato. II. que somente pode ser realizada no prazo prescricional de 5 (cinco) anos a contar da edição do ato.O Poder Legislativo ao elaborar o regimento interno disciplinando o funcionamento do Plenário pratica um ato interna corporis. assim como os fins a atingir.A qualidade do ato administrativo que impele o destinatário à obediência das obrigações por ele impostas. (B) auto-executoriedade. (B) I e II são corretas. . (C) imperatividade. (C) o ato resultante de poder discricionário da Administração pode prescindir dos requisitos da forma e da competência.Considere as proposições que se seguem: I. III. (C) III é correta. (D) requisito do motivo.12. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) .No que tange ao ato discricionário. refere-se ao atributo da (A) tipicidade. (D) exigibilidade. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) . (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 4ª região/2001) . (B) a discricionariedade é sempre relativa ou parcial. para fins de invalidação do ato administrativo. 17. (E) as imposições legais absorvem. (D) diz respeito a razões de legalidade do ato administrativo. sem necessidade de qualquer apoio judicial. a autoridade está subordinada ao que a lei dispõe. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT/19ª Região) . ao passo que o ato revogado perde seus efeitos desde a origem. porque a ação deste está adstrita à norma legal. (E) atributo do sujeito. ao contrário da revogação. por exemplo.A circunstância de fato ou de direito que autoriza ou impõe ao agente público a prática do ato administrativo se refere ao (A) conceito do objeto.É INCORRETO afirmar que o conceito de ilegalidade ou ilegitimidade. (A) compreende à relegação dos princípios gerais de direito. diante da peculiaridade inerente à sua essência. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRF 1ª Região/2001) . ao passo que a revogação diz respeito apenas a atos discricionários. 16. 14. (B) diz respeito apenas a atos vinculados.O Poder Judiciário ao escolher um advogado ou membro de Ministério Público para compor o quinto constitucional pratica um simples ato administrativo. ao passo que a revogação é efetuada por motivos de conveniência e oportunidade. quase que por completo.A anulação de um ato administrativo diferencia-se de sua revogação porque (A) conduz à perda da eficácia do ato anulado desde o momento da anulação. (Analista Judiciário – Área Administrativa – TRE PI/2002) . 13. (D) II é correta. (C) elemento da finalidade. (D) ele é prescindível ao normal desempenho das funções administrativas. (B) tipo da forma. pode-se afirmar que (A) discricionários são os meios e modos de administrar.

(E) aplicar penalidades aos seus subordinados. (E) é possível desde que não se trate de ato praticado no exercício de competência exclusiva. (C) é possível desde que se trate de ato motivado. independentemente de sua concordância ou aquiescência. (D) inexistência de motivos. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . (C) produz efeitos administrativos mediatos.Para definir o ato administrativo é necessário considerar. (D) não é possível.TRF 5ª Região/2003) . (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) . 21. envolve o abuso de poder e respectivas espécies. (C) resolver conflitos de competências entre seus subordinados. (E) o destinatário será impelido à obediência das obrigações por ele (ato) impostas. se restringe somente à violação frontal da lei. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) . (B) rever atos praticados por seus subordinados.Se um agente público praticar um ato visando a fim diverso daquele previsto. (D) ele (ato) produzirá efeitos da mesma forma que o ato válido. dentre outros dados. (D) produz efeitos jurídicos imediatos. no Brasil. (D) delegar competência para seus subordinados editarem atos de caráter normativo. ao regime jurídico civil. o poder de (A) dar ordens aos seus subordinados. (B) é manifestação exclusiva do Poder Executivo.Um dos efeitos decorrente da presunção de veracidade do ato administrativo é o de que (A) haverá imposição a terceiros em determinados atos. (B) não há a inversão absoluta ou relativa do ônus da prova. O presidente do Banco Central expede orientação sobre o programa de desenvolvimento de áreas integradas do Nordeste. (C) ilegalidade do objeto. cabendo à Administração Pública demonstrar sua legitimidade.(B) (C) (D) (E) abrange o abuso por excesso de poder. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . sem necessidade de qualquer outro apoio. 19.O Secretário de Segurança Pública edita ato proibindo a venda de bebida alcoólica durante as eleições para mandatos políticos. assemelhando. 18. 22. na regra de competência.TRF 5ª Região/2003) NÃO é conseqüência do poder hierárquico de uma autoridade administrativa federal. (C) o Judiciário poderá apreciar ex officio a validade do ato. O Prefeito Municipal confere licença ou autorização para construção de um prédio comercial. explícita ou implicitamente. pelo Poder Judiciário. . se estende ao abuso por desvio de poder.Considere as espécies de ato administrativo: I. (Analista Judiciário – Execução de Mandados . a revogação. que (A) é sempre passível de controle privado. III. (E) desvio de finalidade. 23. tendo em vista o interesse público relevante. 20. tal ato estará maculado pelo vício de (A) incompetência do agente. de um ato administrativo discricionário praticado por autoridade do Poder Executivo (A) é amplamente possível. enquanto não decretada sua invalidade pela própria Administração ou pelo Judiciário. (B) é possível desde que o Judiciário venha a se manifestar por provocação da própria administração. II.se à lei. observadas as garantias processuais.TRF 5ª Região/2003) Segundo ensInamento doutrinário. (E) sujeita-se de regra. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) . (B) forma.

segundo a qual a Administração impõe suas determinações. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 21ª Região/2003) . (B) discricionário. se o fizer dentro do prazo legal para tanto. A vinculação está presente APENAS em (A) I. segundo a qual o fato alegado pela Administração é considerado absolutamente verdadeiro. tomando conhecimento de ilícito administrativo. V. II e III. (B) I. (E) homologatório. com certeza. à portaria e à resolução. Quando dizemos que a Administração.Um dos atributos do ato administrativo é a (A) exigibilidade. sob pena de condescendência criminosa. II. estamos nos referindo à atuação vinculada.Esses atos referem-se. à circular e à instrução. O Prefeito pode sancionar ou vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal. III e V. ao aviso e à portaria. 27. (A) ao alvará. III. enquanto que anulação produz efeito ex tunc. está obrigada a apurá-lo. (D) auto-executoriedade. 25. 26. 24. a anulação funda-se em razões de oportunidade e conveniência e decorre do processo judicial.Considere as afirmativas abaixo: I. II. desde que dentro da legalidade. (C) ao alvará. é legítimo. conforme à lei. o Prefeito escolheu a solução que mais lhe agradou e praticou o ato.Só pode praticar um ato aquele a quem a lei atribuiu competência para essa prática. (D) à ordem de serviço. (E) I e III. à instrução e ao aviso. (E) ao alvará. III e IV. (C) enunciativo. (D) I e II. (E) presunção de veracidade. (D) II. I. conforme a conveniência e oportunidade. segundo a qual a Administração faz cumprir suas determinações. chamada a opinar. Pelas indicações dadas. (Analista Judiciário – Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) . (B) II. informou ao M Prefeito Totonho Filho que ele poderia praticar certo ato com integral liberdade de atuação. sabe-se. à resolução e à circular. que são válidas. . (D) de mero expediente. devendo apenas observar os limites traçados pela legalidade. segundo a qual. se necessário.Em relação ao ato administrativo. segundo a qual a Administração executa unilateralmente suas determinações. até com o uso da força. o ato da Administração. IV e V. III. sua revogação é ato da própria Administração. (B) à resolução. até que se faça prova em contrário. (B) imperatividade. (E) III. respectivamente. (Analista Judiciário – Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) . (C) III. Está correto APENAS o que se afirma em (A) I. sua revogação funda-se na ilegalidade do ato e pode ser total ou parcial. (C) II. IV e V. IV. a revogação gera efeito ex nunc.A assessoria jurídica. (Analista Judiciário –Execuçao de Mandados – TRT 24ª Região/2003) . com imediatidade. (C) presunção de legitimidade. a anulação pode ser ato da própria Administração ou deriva de decisão judicial. que se tratava de um ato (A) de império. Dentre as alternativas possíveis.

A competência para a revogação do ato administrativo é (A) de seu autor e do Poder Judiciário. o juiz (A) não poderá anular.Um dos efeitos decorrente da presunção de veracidade do ato administrativo é o de que (A) haverá imposição a terceiros em determinados atos. independentemente de sua concordância ou aquiescência. (B) poderá anular o ato administrativo. (Analista Judiciário – Execução de Mandados – TRT 5ª Região/2003) . (B) "motivo é o pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato". (E) o Poder Judiciário pode examinar o ato discricionário. um juiz percebe que seus requisitos legais estão presentes. é INCORRETO afirmar que (A) não há um ato inteiramente discricionário. dado que todo ato administrativo está vinculado à lei. (B) está presente o juízo subjetivo do administrador quando da escolha da conveniência e da oportunidade. (E) não poderá anular nem revogar o ato administrativo. ante a inafastabilidade da jurisdição. mas poderá revogar o ato administrativo. Nessa hipótese. por discordar dos motivos de conveniência e oportunidade invocados pelo Administrador. 30. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . Contudo. somente mediante recurso.Ao analisar a validade de um ato administrativo discricionário. pelo menos no que respeite ao fim e à competência. inclusive apreciando os aspectos de conveniência e oportunidade. (E) de seu autor. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . apenas na hipótese de ato vinculado.No que diz respeito à discricionariedade. (D) "fim é o efeito jurídico imediato que o ato produz". verifica que a medida tomada pelo Administrador viola o princípio da proporcionalidade e que o mesmo efeito poderá ser obtido mediante medida menos gravosa para o particular. (C) "objeto é a finalidade a ser alcançada pelo ato". por ser discricionário. (C) a oportunidade e a conveniência do ato administrativo compõem o binômio denominado pela doutrina de mérito. tendo em vista o interesse público relevante. (E) "competência é o modo pelo qual o ato se exterioriza ou deve ser feito". (D) invalidação. (B) do superior hierárquico e do Poder Judiciário. representando a sede de poder discricionário. (C) o Judiciário poderá apreciar ex officio a validade do ato.13:14 31. (D) de seu autor ou de quem tenha poderes para conhecer de ofício ou por recurso. 33. (E) o destinatário será impelido à obediência das obriga-ções por ele (ato) impostas. 29. em razão de vício de forma. (D) ele (ato) produzirá efeitos da mesma forma que o ato válido. desde que agindo de ofício. 11/09/03 .Da apreciação da conveniência e oportunidade do ato administrativo pode resultar a (A) revogação. (D) poderá anular o ato administrativo. pois não cabe ao Judiciário analisar ato discricionário. (Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE BA/2003) . ante a inafastabilidade da jurisdição. (D) mérito é a indagação da oportunidade e da conveniência do ato administrativo. (C) poderá revogar o ato administrativo. (B) não há a inversão absoluta ou relativa do ônus da prova. (C) do superior hierárquico. (B) nulidade. ou as medidas excessivas desproporcionais. (C) anulação. enquanto não decretada sua invalidade pela própria Administração ou pelo Judiciário. (E) repristinação. 32. pois lhe é vedado agir de ofício. cabendo à Administração Pública demonstrar sua legitimidade.28. sem necessidade de qualquer outro apoio. . pode-se afirmar que (A) "sujeito é aquele a quem o ato se destina ou sobre quem ele versa".Quanto aos elementos do ato administrativo. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRE Acre/2003) . (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) .

E 11. (B) à resolução. III e V. D 23. D 19. II. B 13. IV e V. A 15. D 27. D ATOS ADMINISTRATIVOS – PARTE II 35. D 26. C 2. . adotou as providências necessárias para a venda de lotes no Município. E 16. E 20. E 30. IV e V. I. D 18. (A) o interesse público sobrepõe-se ao particular em razão da valorização da área e a motivação é sufi-ciente. à instrução e ao aviso. A 32. (D) é prerrogativa do Poder Executivo e seus órgãos. à portaria e à resolução. sua revogação funda-se na ilegalidade do ato e pode ser total ou parcial. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . ao aviso e à portaria. não está sujeito a qualquer controle. (D) II. II e III. II. (B) a Administração pode negar o benefício. (E) III.Em relação ao ato administrativo. B 6. Está correto APENAS o que se afirma em (A) I. B 7. à resolução e à circular. tem o direito subjetivo de exigir a edição do ato."X". C 12. na mesma oportunidade. Gabarito – Parte I 1. 36. (D) à ordem de serviço. (C) ao alvará. Nesse caso. D 4. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . a revogação gera efeito ex nunc. IV. D 34. A 21.34. é correto afirmar que (A) o ato vinculado. beneficiando-se da valorização decorrente da agregação de área.O Secretário de Segurança Pública edita ato proibindo a venda de bebida alcoólica durante as eleições para mandatos políticos. III. D 24. O ato foi justificado com a singela menção de um dispositivo legal e a expressão "notória urgência". B 22. a anulação pode ser ato da própria Administração ou deriva de decisão judicial. enquanto que anulação produz efeito ex tunc. (A) ao alvará. por ser decorrente do poder. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . preenchidos os requisitos. respectivamente. à circular e à instrução. O Prefeito Municipal confere licença ou autorização para construção de um prédio comercial. Esses atos referem-se. D 10. E 3. contíguo ao seu.Considere as espécies de ato administrativo: I. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 21ª Região/2003) . O presidente do Banco Central expede orientação sobre o programa de desenvolvimento de áreas integradas do Nordeste.No que tange à vinculação. A 5. (E) ela se confunde com a discricionariedade do ato administrativo. sua revogação é ato da própria Administração. D 28. D 25. 37. B 33. (C) o particular. III. A 29. A 8. não tendo aplicabilidade aos demais poderes. ainda que implementada a condição legal. a anulação funda-se em razões de oportunidade e conveniência e decorre do processo judicial. A 9. D 14. (E) ao alvará. (C) II. V. adquirindo um deles. (B) I. sendo irrelevante a distinção. B 17. Secretário Municipal de Habitação. III e IV. C 31.

Quando dizemos que a Administração. (D) o interesse particular confunde-se com o interesse público em razão da "notória urgência" para o interes-se municipal. (E) não é possível por se tratar de ato discricionário. estamos nos referindo à atuação vinculada. (D) inexistência de motivos. após dois anos de sua edição. 41. . (C) é possível. (B) é possível desde que o Judiciário venha a se manifestar por provocação da própria administração. (D) cobrança da dívida ativa da União. ocorrendo desvio de finalidade. (D) I e II. (B) II.É matéria que se encontra excluída da regra geral de auto-executoriedade dos atos administrativos a (A) aplicação de multas pelo descumprimento de posturas edilícias. (B) forma. (E) é possível desde que não se trate de ato praticado no exercício de competência exclusiva.Caso se detecte. (C) III. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) .Segundo ensinamento doutrinário. (E) desvio de finalidade. 40.Se um agente público praticar um ato visando a fim diverso daquele previsto. de um ato administrativo discricionário praticado por autoridade do Poder Executivo (A) é amplamente possível. (C) ilegalidade do objeto. praticado privativamente pelo Presidente da República. a revogação. porque era competente para a prática do ato. tomando conhecimento de ilícito administrativo. sua anulação pelo Poder Judiciário (A) não é possível em face do tempo decorrido desde sua edição. A vinculação está presente APENAS em (A) I. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 24ª Região/2003) . estava presente a adequação do ato ao seu fim legal e o objeto era possível. em tese. I. (D) não é possível. (B) não é possível. 39. (E) tomada de medidas preventivas de polícia administrativa. II. sob pena de condescendência crimino-sa. na regra de competência. 38.Considere as afirmativas abaixo. (Analista Judiciário –Área Judiciária – TRF 5ª Região/2003) . 42.Só pode praticar um ato aquele a quem a lei atribuiu competência para essa prática. uma ilegalidade em um ato administrativo discricionário. pelo Poder Judiciário.(Analista Judiciário – Área Judiciária –TRE Ceará/2002) . (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . no Brasil. (C) o Secretário Municipal não agiu com desvio de finali-dade ou de poder. está obrigada a apurá-lo.(B) o interesse particular sobrepõe-se ao interesse públi-co e apresenta falta de motivação. Estados ou Municípios. se o fizer dentro do prazo legal para tanto. tal ato estará maculado pelo vício de (A) incompetência do agente. (E) I e III. explícita ou implicitamente. (D) não é possível por se tratar de ato privativo do Presidente da República. sendo sim caso de revogação. III. (C) é possível desde que se trate de ato motivado. (B) demissão de servidor público estável. (E) o ato é legal porque o Secretário era competente. O Prefeito pode sancionar ou vetar o projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal. (C) aplicação de sanções pela inexecução de contratos administrativos.

(A) os motivos alegados pela Administração integram a validade do ato e vinculam o agente. de modo unilateral pela Administração. de um ato administrativo a terceiros. (C) não pode ser cassada pela Administração. independentemente de quem a provoque ou da concordância da Administração. em caráter privativo. (E) pode ter sua concessão negada. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-tutela. que para isso se interesse.No Direito brasileiro. um bem público. (D) permissão. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRT 19ª Região/2003) . ou seja. (B) apenas é possível por provocação da Administração. (A) não é possível. (B) autorização. (C) apenas é possível por provocação do destinatário do ato. (E) homologação. 47. em tese (A) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. 48. se ambos de boa-fé. configurando abuso de autoridade. (C) é de competência tanto do Judiciário como da Administração Pública. sob argumentos de conveniência e oportunidade. de um ato administrativo discricionário praticado pelo Poder Executivo. 49.A circunstância de fato ou de direito que autoriza ou impõe ao agente público a prática do ato administrativo se refere ao . de natureza abstrata ou concreta. (C) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) . retroativos. (E) é possível. configurando exercício arbitrário das próprias razões. (B) produz efeitos ex tunc. (B) não é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (E) os motivos alegados pela Administração não podem ser apreciados pelo Poder Judiciário. (C) todo ato administrativo deve conter motivo.É INCORRETO afirmar que a anulação do ato administrativo (A) está relacionada a critérios de conveniência e oportunidade. (Analista Judiciário –Área Judiciária –TRE PI/2002) . (D) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (D) pode ser revogada pelo Poder Judiciário. (E) pressupõe que ele (ato) seja ilegal e eficaz. pelo Poder Judiciário. (D) é cabível em relação aos beneficiários do ato ou terceiros. (B) todo ato administrativo deve conter motivação.O ato administrativo. (C) concessão. segundo o qual a Administração Pública outorga a alguém. (B) não pode ter sua concessão sujeita ao controle juris-dicional. (D) os objetivos perseguidos pelo ato não precisam decorrer dos motivos alegados.43. 46. a juízo da Administra-ção. (E) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro.A doutrina aponta a licença como exemplo de ato administrativo vinculado.Pela teoria dos motivos determinantes. independentemente da concordância destes. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) . caracteriza-se como (A) licença. (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) . vinculado ou discricionário. o direito de prestar um serviço público ou usar. É coerente com essa posição afirmar que uma licença (A) envolve direito subjetivo do interessado ao exercício da atividade licenciada. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar imperatividade. a anulação. (D) apenas é possível com a concordância da Admi-nistração. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-executoriedade.A imposição. 45. 44. (Analista Judiciário – Área Judiciária – TRF 1ª Região/2001) . (Analista Judiciário – Área judiciária –TRT 20ª Região/2002) .

independentemente de sua concordância. de tal modo que a autoridade poderá optar por uma dentre várias soluções possíveis.A Administração Pública executar seus próprios atos.TRT 21ª Região/2003) . é (A) compatível com o regime constitucional brasileiro e corresponde ao atributo dos atos administrativos dito auto-executoriedade.TRT 21ª Região/2003) . (B) auto-executoriedade e à legalidade. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . colocando a primeira entre os atos punitivos e a segunda para atender a necessidade do serviço público. mesmo nos limites traçados pela lei. respectivamente.Quanto à discricionariedade e à vinculação é correto afirmar que (A) o ato administrativo é discricionário quando a lei não deixa opções. (B) tipo da forma. (D) requisito do motivo. Determinados atos administrativos que se impõem a terceiros. direito à edição do ato administrativo. porque os primeiros são editados por razões de conveniência e oportunidade e os segundos por força de ato normativo. (E) os atos regrados diferenciam-se dos vinculados. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . revela sempre uma das formas de arbitrariedade. diante de um poder vinculado. e pela própria Administração indepen-dente de provocação. II.(A) conceito do objeto. estabelecendo que diante de determi-nados requisitos a Administração deve agir de tal ou qual forma. 54.Tendo em vista a invalidação do ato administrativo. Esses resultados dizem respeito ao requisito (A) da forma e do motivo. implicando em liberdade de atuação. mediante provocação. (B) o particular tem. (D) a discricionariedade. 51. e pelo Judiciário quando houver razões de ilegalidade. (D) da finalidade para ambos os casos. (Técnico Judiciário – Área Administrativa .A demissão e a remoção ex officio foram definidos pela lei. 53. (C) o ato é vinculado quando a lei deixa certa margem de liberdade de decisão diante do caso concreto. mediante provocação. sujeitando-se a autoridade omissa à correção judicial.TRT 21ª Região/2003) . 50. respectivamente. e pelo Judiciário independen-te de provocação. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . (B) do motivo para ambos os casos.TRT 21ª Região/2003) . respectivamente. à (A) imperatividade e à tipicidade. (E) tipicidade e à imperatividade. (C) do objeto para ambos os casos.Considere os seguintes atributos do ato administrativo: I. (C) revogação do ato administrativo é obrigatória pela própria Administração. (B) compatível com o regime constitucional brasileiro e corresponde ao atributo dos atos administrativos dito presunção de veracidade. . (C) elemento da finalidade. (B) anulação pode ser feita pela própria Administração. (C) exigibilidade e à legalidade. (Técnico Judiciário – Área Administrativa . 52. é correto afirmar que a (A) anulação é ato privativo do Judiciário enquanto que a Administração só pode revogar o ato adminis-trativo. (E) anulação pode ser feita pelo Judiciário. O ato administrativo deve corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptas Na produzir determinados resultados. Esses atributos dizem respeito. (E) do sujeito e da finalidade. (D) legalidade e à presunção de legitimidade. seja por ilegalidade ou por interesse público. (D) revogação do ato administrativo é facultativa tanto pela Administração quanto pelo Judiciário. (E) atributo do sujeito. sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário.

(C) objeto. (E) finalidade.(C) incompatível com o regime constitucional brasileiro. sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário (A) não é compatível com o Direito Administrativo bra-sileiro. (E) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. 55. nem para ato discricionário. consistente na prerrogativa da Administração Pública de impor unilateralmente as suas determinações. (C) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (D) discricionário. configurando violação do princípio da separa-ção de Poderes. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) . 58. (D) motivo. válidas. (B) só é possível após esgotada a via administrativa.A apreciação. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-tutela.O atributo do ato administrativo.Quando a lei deixa certa margem para atividade pessoal do administrador na escolha da oportunidade ou da conveniência do ato. por violar a garantia de acesso ao Judiciário. configurando exercício arbitrário das próprias razões. (E) é possível se se tratar de ato vinculado. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 19ª Região/2003) . (D) incompatível com o regime constitucional brasileiro. tanto para ato vinculado. (D) tipicidade. mas não se se tratar de ato discricionário. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . pelo Poder Judiciário. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar imperatividade. como para ato discricionário. (E) atípico. por violar o princípio da igualdade. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRF/2001) . (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . 60. desde que provocada pela própria Administração. (E) presunção de legitimidade. é conhecido por (A) exigibilidade. (D) é compatível com o Direito Administrativo brasileiro. (B) imperatividade. (C) não é possível. tanto para ato vinculado. como para ato discricionário. de um ato administrativo discricionário praticado pelo Poder Executivo (A) só é possível se não afetar direitos adquiridos.A possibilidade de a Administração pôr em execução seus próprios atos.No Direito brasileiro. (C) vinculado. (B) arbitrário. desde que dentro da legalidade. (D) é possível. correspondendo ao atributo dos atos administrativos que a doutrina usa chamar auto-executoriedade. (B) não é compatível com o Direito Administrativo bra-sileiro. a exemplo da determinação de mão única ou mão dupla de trânsito numa via pública. 57. mas não se se tratar de ato vinculado. 59. da legalidade de um ato administrativo (A) é possível se se tratar de ato discricionário. (B) é possível. . (C) auto-executoriedade. (Técnico Judiciário – Área Administrativa – TRT 20ª Região/2002) . a revogação. (B) forma. 56. (E) compatível com o regime constitucional brasileiro e corresponde ao atributo dos atos administrativos dito imperatividade. nem para ato vinculado. está presente o ato administrativo (A) de gestão. pelo Poder Judiciário.Os pressupostos de fato e de direito que servem de fundamento ao ato administrativo correspondem ao seu requisito dito (A) agente.

(Defensor Público – Maranhão/2003) . (C) vício de forma e desvio de finalidade. em que pese fosse legalmente exigida. O segundo foi praticado tendo seu agente visado a fim diverso daquele previsto. coisas ou atividades sujeitas à ação do Poder Público. (D) a lei estabelece os requisitos e condições de sua realização. . (D) inexistência de motivos e desvio de finalidade. 63. (C) se destinam a dar andamento aos processos e papéis que tramitam nas repartições públicas. mesmo que argüidos de vícios ou defeitos que os levem à invalidade. sen-do ato vinculado.Suponha que uma lei preveja a possibilidade de revogação de uma licença para construir. na regra de competência. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) Em matéria de atos administrativos. (C) tipicidade. (E) impropriedade conceitual. Essa lei seria vista doutrinariamente como contendo uma (A) regra conceitualmente adequada. (E) decorrem da parcial conveniência e oportunidade. correspondem ao requisito denominado (A) finalidade (B) motivo. sendo ato vinculado. a criação. (E) não é possível. posto que a licença. (B) auto-executoriedade. sendo ato vinculado. (B) regra conceitualmente adequada. (C) presunção de legitimidade.Dois atos administrativos foram praticados com vícios. pode ser livremente des-feita por motivos de conveniência e oportunidade. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) Os atos de império podem ser conceituados como sendo todos aqueles que (A) a Administração pratica usando de sua supremacia sobre o administrado ou servidor e lhes impõe obrigatório atendimento. 62. explícita ou implicitamente. podendo utilizá-la apenas sobre o servidor. 65. (Técnico Judiciário – Área Judiciária e Administrativa – TRF 4ª Região/2001) A imediata execução ou operatividade dos atos administrativos. O primeiro não continha motivação. (D) só é possível para atos de caráter normativo. sen-do ato discricionário. 64. pode ser livremente desfeita por motivos de legalidade. (D) impessoalidade. posto que a licença. (D) regra conceitualmente adequada. modificação ou comprovação de situações jurídicas concernentes a pessoas. sendo ato discrionário. conforme definição do Direito brasileiro. (E) ilegalidade do objeto e incompetência. respectivamente. são. mediante livre conveniência do administrador. diz respeito ao atributo da (A) imperatividade. (B) a Administração pratica sem usar de sua supremacia sobre os destinatários. mas de livre escolha pelo administrador. (D) razoabilidade. posto que a licença. Os vícios acima caracterizados. (Defensor Público – Maranhão/2003) . (A) ilegalidade de objeto e vício de forma. posto que a licença. não pode ser livremente des-feita por motivos de conveniência e oportunidade. 61. (E) indisponibilidade. não pode ser livremente desfeita por motivos de conveniência e oportunidade. (B) inexistência dos motivos e incompetência. posto que a licen-ça. pode ser livremente desfeita por motivos de legalidade.(C) só é possível se o ato não houver exaurido seus efeitos. (E) objeto. (C) impropriedade conceitual.

(E) do Presidente da República exonerando o Ministro de Estado. (Gestor do MARE/1999) NÃO constitui ato administrativo a decisão (A) da Câmara dos Deputados. seja revogado pela Administração por razões de conveniência e oportunidade PORQUE a revogação dos atos administrativos opera efeitos ex tunc. nada obsta que um ato administrativo. Tal procedimento (A) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. 45. 54.66. B A D D E D 38. 58. decide aplicar-lhe e executar diretamente a pena. 57. 50. Para respondê-la assinale. 49. mas a Segunda não for uma justificativa correta da primeira. d) se as duas assertivas forem verdadeiras. e) se a primeira asserção for uma proposição verdadeira e a Segunda uma proposição incorreta.Como regra. Gabarito – Parte II 35. C E D B A 40. . fundamentando-se na presunção de legalidade dos atos administrativos. também aplicáveis no âmbito administrativo. D C A D C E 39. fundamentando-se na autoexecutorie-dade dos atos administrativos. 67. aprovando seu regimento interno. 66. fundamentando-se na autotutela dos atos administrativos. 51.Determinada autoridade administrativa presencia a prática de um ato ilícito por parte de um cidadão. (D) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. 64. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . 69. c) se as duas asserções forem verdadeiras e a Segunda for uma justificativa correta da primeira. 68. 55. (C) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. e) vício de forma. que já tenha exaurindo seus efeitos. decretando o "impeachment" do Presidente da República. E D D B D E3 36. (D) do Senado Federal. 68. c) inexistência dos motivos. 48. Sendo assim. a) se a primeira asserção for uma proposição incorreta e a Segunda uma preposição verdadeira. 41. (B) dos Presidentes dos Tribunais do Poder Judiciário. A falta de motivação de um ato que devesse ser motivado é corretamente enquadrada na hipótese de a) desvio de finalidade. b) incompetência.a Lei nº 4. C D A A E E 37. 47. 59. (E) viola as disposições constitucionais acerca do devido processo legal. fundamentando-se na imperatividade dos atos administrativos. b) se tanto a primeira como a Segunda forem proposições incorretas. tratando-se de autoridade competente. 53. 42. na folha de respostas. 61. 46. 60. E A E D C ATOS ADMINISTRATIVOS – PARTE III Instruções: A questão de números 69 apresenta uma sentença com duas asserções. aprovando as contas dos responsáveis por valores públicos. (Defensor Público – Maranhão/2003) . concedendo férias aos Juízes. 44. passível de san-ção no âmbito administrativo. 67. (B) é compatível com o ordenamento constitucional brasileiro. 52. 43. 63. d) ilegalidade do objeto. (C) do Tribunal de Contas.717/65 classifica os vícios dos atos administrativos conforme as alternativas abaixo. 56. 65. (Juiz de Direito Substituto – TJ RN/2002) . 62.

por expressa previsão legal. embora típica manifestação de vontade administrativa. os vícios ditos (A) desvio de finalidade e incompetência. não necessita de motivação. (E) se estão presentes os motivos de conveniência e oportunidade para a prática do ato. (C) quais os meios a serem utilizados para a prática do ato. (D) pode ocorrer apenas em razão de desvio de finalidade. assinale a assertiva correta. b) A declaração de nulidade não pode retroagir para atingir direito adquirido. (A) se as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira. cabe reexame necessário.Exclui-se das possíveis manifestações da discricionariedade administrativa a competência para o agente público decidir (A) se o ato deverá ou não ser praticado. (E) não pode ocorrer Instruções: A questão de número 72 contém duas afirmações. (C) pode ocorrer apenas em razão de ilegalidade do abjeta. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . caracterizam. e) Da sentença proferida em ação popular e que declara procedente a nulidade de ato administrativo lesivo ao patrimônio público. em respeito ao poder discricionário. devesse ser motivado.A revogação de um ato administrativo discricionário pelo Poder Judiciário (A) pode ocorrer apenas em razão de vicio de forma (B) pode ocorrer apenas em razão de vicio de competência do agente. (D) se a primeira é falsa e a segunda é verdadeira. (Juiz Substituto – TJ PI/2001) .A ausência de motivação em um ato administrativo que. 72. (D) se os requisitos legais para a prática do ato serão ou não observados. a qualquer tempo. ainda que outros motivos de fato existam para justifica-lo (C) os motivos invocados para a prática do ato administrativo fazem parte do mérito da ato e não podem ser apreciados judicialmente (D) a finalidade de interesse público a que visa o agente com a prática do ato administrativo pare sanar eventual vício de forma do ato ou de competência relativa do agente (E) o desatendimento ao interesse público pode ser invocado pelo Poder Judiciário para a anulação do ato administrativo. 73. na folha de respostas.70. e a prática de ato administrativo visando-se a fim diverso daquele previsto explicitamente na regra de competência. (A) todo ato administrativo deve ter sua motivação expressamente prevista na lei (B) a inexistência dos motivos explicitados pelo agente para a prática do ato administrativo invalida o ato. (B) se as duas são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira. 75. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . quando proclamada pela própria Administração Pública. (Juiz Substituto – TRF 5ª Região/2001) . Assinale. (Juiz Substituto – TJ RN/1999) . 71. só produz efeitos a partir de sua publicação. respectivamente. (B) o momento da prática do ato. d) A declaração de nulidade. segundo a classificação do direito positivo brasileiro. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . . (C) se a primeira é verdadeira e a segunda é falsa.A revogação e a nulidade do ato administrativo são temas sempre presentes no controle jurisdicional da Administração Pública.Os atos administrativos discricionários podem ser revogados pela Administração. por motivo de conveniência ou oportunidade. Diante disso. a) O mandado de segurança é o recurso processual cabível para atacar a revogação do ato administrativo desde que presente o direito líquido e certo da parte impetrante. (E) se as duas são falsas. sendo o ato de revogação excluído da apreciação judicial PORQUE não há direitos adquiridos em face de atos administrativos discricionários. c) A revogação.Segundo a teoria dos motivos determinantes. 74.

77. (E) inexistência dos motivos e desvio de finalidade. (D) a possibilidade de anular seus próprios atos. dizem respeito. e pode revogar.(B) ilegalidade do objeto e inexistência dos motivos. declaratórios e concessivos. Atribuição de diplomas. quando ilegais. (B) a faculdade de requerer ao Poder Judiciário a auto-executoriedade de seus atos. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . permissivas e ablatórias. (D) não pode anulá-los. de que se valem os órgãos colegiados para manifestar suas deliberações em assuntos da respectiva competência ou para dispor sobre seu funcionamento. (D) aos avisos. (A) no que diz respeito à finalidade do ato. e em sentido amplo há discricionariedade. existem fórmulas I. . (E) os atos vinculados são praticados quando esteja o administrador diante de conceitos plurissignificativos ou pragmáticos. III. mas pode anulá-los. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) .Analise. nem revogá-los. (C) às notificações. outro. ablatórios e permissivos. às circulares e às súmulas. em sentido restrito. respectivamente. com que os agentes públicos procedem as neces-sárias comunicações de caráter administrativo ou social. concessivos e autorizatórios. (Promotor de Justiça – MP SE/2002) . (B) às intimações. mas não revogar o primeiro. (E) aos ofícios. respectivamente. (Promotor de Justiça Substituto – MP PE/2002) . (A) decretos restritivos. (B) na discricionariedade a administração está colocada diante de conceitos unissignificativos ou teoréticos. os seguintes atos administrativos: I. III. (D) resoluções constitutivas. (C) inexistência dos motivos e incompetência. o que não ocorre quanto a vinculação.Compreende-se entre as prerrogativas da Administração Pública (A) o foro privilegiado para discutir a legalidade de seus atos. (C) pode anulá-los e revogá-los. (D) diante de conceitos indeterminados. 76. às medidas provisórias e às instruções normativas. (E) o direito de revogar seus próprios atos. urbanística e para funcionamento de bancos. 80. (D) vício de forma e desvio de finalidade.Considere dois atos administrativos: um.Em matéria de vinculação e discricionariedade a doutrina entende que. mas não anular o segundo. no tocante ao seu conteúdo. 78. 79. No que se refere à tipologia procedimental esses atos denominam-se. (Procurador Judicial do Município de Recife/2003) . autorizatórias e constitutivas. que já tenha exaurido seus efeitos. (B) regulamentos punitivos. segundo as quais os chefes do Poder Executivo veiculam atos administrativos de suas respectivas competências.Licença ambiental. (E) pode anular. títulos honoríficos e subsídios a fundo perdido. revogando igualmente os efeitos por eles já produzidos. (C) em relação ao sujeito do ato. (C) a imprescindibilidade da licitação para a celebração de contratos. aos decretos e às resoluções. a discricionariedade dispensa a interpretação e a subsunção.Considerando a exteriorização dos atos administrativos. (E) deliberações constritivas. medalhas. É usual a doutrina afirmar que a própria Administração (A) não pode revogá-los. Cassação da carteira de habilitação para dirigir e desapropriação de imóvel. mas pode revogá-los. (A) aos correios eletrônicos (e-mail) oficiais. porque aquele tem ampla liberdade de decisão. que tenha sido praticado de modo vinculado. II. (C) provimentos ablatórios. (B) não pode anulá-los. aos regimentos e aos regulamentos. às portarias e aos decretos legislativos. Esses casos. II. existe vinculação. este é sempre discricionário.

(Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . Os vícios acima caracterizados. como a vinculados. 84. sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário. sendo ato discricionário. (D) imperatividade e a auto-executoriedade dos atos administrativos. (A) ilegalidade de objeto e vício de forma. pois tais atributos não se aplicam a atos discricionários. em todos os casos. são. (Procurador do Estado – 3ª Classe – Maranhão SET/2003) . (D) nenhuma lei poderá fixar prazo para que a Administração anule seus atos.impondo-os a terceiros independentemente da concordância destes últimos. (E) é possível socorrer-se do Poder Judiciário para a anulação ou revogação de um ato administrativo antes mesmo de esgotada a via administrativa.Um dos traços mais característicos da Administração Pública é (A) a prevalência do interesse público sobre o interesse privado. como reflexo da anulação. 85. por parte da Administração. (C) imperatividade e a auto-tutela dos atos administrativos. (B) auto-tutela e a auto-executoriedade dos atos administrativos. respectivamente. (B) inexistência dos motivos e incompetência. discricionariamente. É harmônico com esse entendimento afirmar-se que (A) a revogação de um ato administrativo está ligada ao poder discricionário da Administração. quando eivados de vícios que os tornem ilegais. pois tais atributos não se aplicam a atos discricionários. igualmente está adstrito à observância dos direitos adquiridos. ao decidir pela revogação de um ato administrativo. respeitados os direitos adquiridos. mas contém impropriedade. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . pode ser livremente desfeita por motivos de legalidade. posto que a licença. (E) ilegalidade do objeto e incompetência. . atributos aplicáveis tanto a atos discricionários. pode ser livremente desfeita por motivos de conveniência e oportunidade. não pode ser livremente desfeita por motivos de conveniência e oportunidade. (C) impropriedade conceitual. em que pese fosse legalmente exigida. (Técnico Judiciário – Área administrativa TRE Acre/2003) . (B) o Poder Judiciário. (D) inexistência de motivos e desvio de finalidade. o Supremo Tribunal Federal fixou o entendimento de que a Administração pode anular seus próprios atos.Dois atos administrativos foram praticados com vícios. pois tais atributos não se aplicam a atos discricionários. sendo ato vinculado. 82. na regra de competência. (E) auto-tutela e imperatividade dos atos administrativos. posto que a licença. e ressalvada. Essa lei exprime. O primeiro não continha motivação. (E) a possibilidade de o Poder Judiciário rever qualquer ato administrativo. (C) a reserva constitucional de isonomia entre os interesses públicos e os privados. (Defensor Público – 1ª Classe – Maranhão Set/2003) . Prevê ainda que tais atos possam ser postos em execução pela própria Administração. certos atos administrativos. como vinculados. a apreciação judicial.Determinada lei prevê que autoridade do Poder Executivo possa editar. a (A) auto-executoriedade e a auto-tutela dos atos administrativos. mas contém impropriedade. conforme definição do Direito brasileiro. respectivamente. por motivo de conveniência ou oportunidade. (D) o uso legal da arbitrariedade pelo Administrador na prática do ato administrativo. Essa lei seria vista doutrinariamente como contendo uma (A) regra conceitualmente adequada.81. mas contém impropriedade. porque deles não se originam direitos. sendo ato vinculado.Na Súmula no 473. (C) o destinatário do ato anulado nunca fará jus a indenização. ou revogá-los. (B) o monopólio da prática dos atos administrativos pelo Poder Executivo. (C) vício de forma e desvio de finalidade. O segundo foi praticado tendo seu agente visado a fim diverso daquele previsto. atributos aplicáveis tanto a atos discricionários. explícita ou implicitamente.Suponha que uma lei preveja a possibilidade de revogação de uma licença para construir. (B) regra conceitualmente adequada. posto que a licença. 83.

86. (E) impropriedade conceitual. por danos morais. pode ser livremente desfeita por motivos de legalidade. (E) pode ser feita pela própria Administração. Caso tal motivo não corresponda à realidade. os quais poderiam ter sido produzidos independentemente do motivo apontado. verifica-se que APENAS a (A) I e II estão corretas. mesmo que a autoridade possa voltar a praticá-lo independentemente do motivo apontado. e INCORRETO dizer que (A) pode ser sempre delegada. indica como motivo de sua decisão a prática de atos de improbidade pelo servidor. mantidos todavia seus efeitos. sendo considerado lícito. II. (C) A revogação do ato administrativo produz efeitos ex nunc (D) A validade do ato está vinculada aos motivos indicados no fundamento. não pode ser livremente desfeita por motivos de conveniência e oportunidade. posto que a licença. (E) III está correta. posto que a licença. (D) é inderrogável pela vontade da Administração. sendo ato discricionário.Analise as assertivas a seguir: I. (C) só pode ser feita pelo Poder Judiciário. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) .(D) regra conceitualmente adequada. 88. (Assessor Jurídico – Tribunal de Contas do Piauí/2002) . 89. O controle interno exercido pela Administração decorre do poder de autotutela. mediante a provocação de qualquer interessado. de ofício ou mediante a provocação de qualquer interessado. de ofício ou mediante a provocação de qualquer interessado. mediante a provocação da própria Administração. . (A) O ato administrativo pode ser anulado pela própria Administração. (B) pode ser avocada. já que um servidor ocupante de cargo em comissão pode ser exonerado livremente pela autoridade competente. (B) II e III estão corretas. a autoridade. na esfera cível. (C) I está correta. Com relação às afirmações acima. sendo ato vinculado.Suponha que uma autoridade administrativa resolva exonerar um servidor ocupante de cargo em comissão. (D) só pode ser feita pelo Poder Judiciário.Em relação à competência para a prática de atos administrativos. (E) mantido. mesmo que não fosse obrigada a tanto. 90. (C) decorre sempre de lei. No ato de exoneração. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . mediante a provocação de qualquer interessado.A revogação de um ato administrativo de caráter normativo geral (A) não é possível. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . (E) Os atos administrativos ordinários emanam d poder hierárquico. (Procurador do Estado – 3ª Classe – PGE Bahia – Novembro/2002) . Os atos administrativos discricionários são insuscetíveis de controle judicial. III. ou pelo Poder Judiciário. (B) O objeto é elemento sempre vinculado do ato administrativo. (B) mantido. (C) invalidado. (D) II está correta . (B) só pode ser feita pela própria Administração. O controle judicial dos atos da Administração está condicionado à exaustão das vias administrativa. desde que autorizada por lei. (E) é improrrogável pela vontade dos interessados. ainda que a lei não exija motivação. (D) mantido.Assinale a afirmativa INCORRETA. respondendo porém a autoridade que o praticou. o ato de exoneração deverá ser (A) invalidado. 87. respondendo porém a autoridade que o praticou por ilícito administrativo.

de competência exclusiva do Poder Judiciário. b) ato administrativo que não chega a entrar no mundo jurídico por falta de um elemento essencial e que. (E) o requisito "auto-executoriedade" consiste na possibilidade de imediata execução. em que a vontade de um é instrumental em relação a de outro. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . como da Administração. (B) o atributo "objeto" diz respeito à criação. 95. de competência tanto do Poder Judiciário. de competência tanto do Poder Judiciário. (B) revogação. c) ato administrativo que embora padeça de graves vícios na sua formação é passível de ser objeto de convalidação.Ato administrativo inexistente é: a) ato administrativo que não foi praticado. cabendo ao Poder Judiciário apenas a anulação. d) ato praticado com defeito de forma. de competência exclusiva da Administração.O desfazimento de um ato administrativo discricionário. a (A) anulação pode ser feita pela Administração Pública. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . . (D) revogação. c) aquele que depende da manifestação de vontade de um órgão colegiado. (D) o atributo "finalidade" corresponde ao objetivo de interesse público a ser atingido. sejam eles singulares ou colegiados. não é passível de convalidação. cuja vontade se funde para formar um ato único. d) aquele que depende da manifestação de vontade de um ou mais órgãos colegiados. (C) anulação e a revogação podem ser realizadas pelo Poder Judiciário. (E) anulação. em razão da constatação de desvio de finalidade. b) aquele que resulta da manifestação de dois ou mais órgãos. caracteriza-se como (A) anulação. podendo ser ratificado pela autoridade superior. sendo reservada à Administração Pública a competência para a rescisão. sem necessidade de prévia apreciação judicial. 92. (B) revogação e a anulação são da competência da Administração Pública.No que diz respeito à invalidação dos atos administrativos. 93. 94. (Subprocurador – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . de competência exclusiva da Administração. e) ato praticado com defeito de competência. como da Administração. anulação e rescisão são da competência comum da Administração Pública e do Poder Judiciário.91. sendo a revogação privativa do Poder Judiciário.Dentre os componentes necessários à formação do ato administrativo. em conseqüência. (Auditor – Tribunal de Contas do Estado de Sergipe – Janeiro/2002) . (A) o requisito "motivo" corresponde à situação de direito ou de fato que determina ou autoriza a realização do ato. que edita o ato principal. (C) o requisito "imperatividade" impõe a coercibilidade para o cumprimento ou execução do ato. e) aquele que resulta da manifestação de dois ou mais órgãos.Ato administrativo complexo é: a) aquele que versa sobre questões de difícil alcance. (D) anulação. modificação ou comprovação de situações jurídicas concernentes a pessoas ou coisas. (D) anulação pode ser feita pela Administração Pública. (E) revogação. (Procurador do Estado do Rio Grande do Norte/2001) . sendo reservada ao Poder Judiciário a competência para a rescisão.

A respeito do controle administrativo a Administração Pública pode APENAS (A) I e III. (B) os despachos. os ofícios e as decisões padronizadas. (E) retirada do ato por caducidade e a renúncia do beneficiário. III e IV. válido e eficaz.Revogar seus próprios atos por motivo de conveniência ou oportunidade. 100.TRE-PE/2004) . são atos administrativos de hierarquia interna. (Técnico Judiciário – Adm .Revogar seus próprios atos. válido e ineficaz.Considere os seguintes atos administrativos: I. que preenche os requisitos legais. IV. não significando concordância com o seu conteúdo.discricionário pelo qual se exerce o controle.Considere as ações abaixo. imperfeito. as portarias e as homologações. (E) perfeito. a (A) recusa do beneficiário e o cumprimento dos efeitos do ato. . II. do ato administrativo caracteriza a homologação. (B) imperfeito. (B) I e III. caracteriza o visto. perfeito. 97. válido e eficaz. inválido e eficaz. (E) as autorizações. inválido e eficaz. o direito à prestação de um serviço público diz respeito à admissão. as instruções e as resoluções. imperfeito.Considere: O ato administrativo unilateral I. depois do recesso parlamentar. (B) II e IV. respeitados os direitos adquiridos. respeitados os direitos adquiridos. respectivamente. (A) perfeito. inválido e ineficaz.TRE-PE/2004) . (D) I.Ato que permite a contratação do vencedor da licitação. II e IV.e vinculado pelo qual a Administração Pública.96.TRE-PE/2004) . I.e vinculado pelo qual a Administração reconhece ao particular. quando portadores de vícios. (C) recusa do beneficiário e a renúncia do beneficiário. negociais e normativos. válido e ineficaz. válido e eficaz. (D) mera retirada do ato e o desaparecimento do objeto da relação jurídica. (Analista Judiciário – Adm .Revogar seus próprios atos. (C) as licenças. (Analista Judiciário – Jud . perfeito.pelo qual a autoridade competente atesta a legitimidade formal de outro ato jurídico.Anular seus próprios atos por questão de conveniência ou oportunidade.Dentre outras. respectiva. Os atos administrativos I e II são. V.Anular seus próprios atos. 98. perfeito. (D) as permissões. III. II. (A) os punitivos. reconhece a legalidade de um ato administrativo diz respeito à aprovação. (C) perfeito. (C) I e IV. (E) IV e V. quando eivados de vícios que os tornem ilegais. (D) imperfeito. são corretos APENAS os itens (A) III e IV.Dentre outros. as renúncias administrativas e os regimentos. IV. (Analista Judiciário – Jud . sempre a posteriori. inválido e ineficaz. quando portadores de vícios que os tornem ilegais. ainda que ele não tenha promovido a competente garantia. sem o prévio concurso. respectivamente. as dispensas e as deliberações. Nesses casos. (D) III e IV. (B) renúncia do beneficiário e a recusa do beneficiário. inválido e ineficaz.mente. mesmo que sanáveis. (Advogado – DESENBAHIA/2002) .Ato que permite a nomeação de um funcionário para cargo de provimento efetivo para os serviços da Câmara Municipal. são causas determinantes da extinção dos atos administrativos eficazes e ineficazes. a priori ou a posteriori. (C) II e V. III. (E) II.TRE-PE/2004) . II. 99.

mas com efeito declaratório. (D) havendo consolidação pelo decurso do tempo.O ato administrativo. em princípio. considere as assertivas: I. 98. que pode ser utilizada a critério do administrador.significativos. . E 100. à invalidação não se deve proceder. E 73. porque quando se trata de atos inválidos está presente outra categoria. (B) exigibilidade. embora com efeito declaratório. enquanto os pragmáticos poderiam levar à discricionariedade.Em matéria de discricionariedade e vinculação. 81. que não prescindem de valoração.O ato vinculado não pode ser praticado quando esteja o administrador diante de conceitos unis. (B) a invalidação deve ocorrer. abrangendo as polícias judiciária e legislativa. A 89. 79. (B) I. C 72. no sentido de limitar a ocorrência do abuso de direito. tendo a decisão função constitutiva. D 94. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) .No que se refere à invalidação do ato administrativo. não alcançando efeitos já consumados. C A E A A 74. B 96. (C) o Judiciário pode revogar atos administrativos desafinados com o Direito.O ato discricionário pode existir diante de conceitos teoréticos ou unissignificativos. conceitos empíricos e. 80. D 88. B 102. D D B B B ATOS ADMINISTRATIVOS – PARTE IV 103. tão logo perfeito. sempre que haja vício no ato administrativo. (E) embora existente ato inválido. 85. E 78. B 71. (D) poder de polícia administrativa. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) . A isso a doutrina denomina de (A) auto-executoriedade. 75. III e IV. é certo que (A) a Administração pode anular atos administrativos inconvenientes e inoportunos. portanto. (C) I. inclusive na esfera administrativa. de conceitos teoréticos. (Analista Judiciário – Jud – TRT 2ª R/2004) . 91. 93. tendo a sentença função declaratória. C 90. E 77. embora com efeito constitutivo.Em matéria de anulação e revogação dos atos administrativos. (C) há hipóteses em que situações passadas não podem ser reconstituídas por obstáculos de outras normas jurídicas. (E) III e IV. Gabarito – Parte III 69. 104. sem necessidade de qualquer ato normativo ou reclamo administrativo. Conclui-se serem corretas APENAS (A) I e II. B D A A E A 70.A discricionariedade está alojada nos conceitos pragmáticos. B 76. A 95. C 84. A 82. 86. que não se inverte mesmo quando contestado em juízo ou fora dele. 87.Os conceitos teoréticos. ou seja. sendo que esse atributo está presente em todas as modalidades de ato. 102. 97. B 101. (B) o Judiciário pode anular atos administrativos com vício de ilegalidade. 92. E 83. (E) presunção juris tantum. (C) poder extroverso. a revogação. (D) II e III. desencadeia a obrigatoriedade de respeito por todos.Adm – TRT 2ª R/2004) . 99. II.101. conceitos unissignificativos proporcionariam vinculação completa. de atos surgidos como viciados. se tal ato não tiver contaminado novas relações jurídicas surgidas. fica a invalidação obstada. mas essa possibilidade não aparece nos atos ampliativos de direito e também nos atos certificatórios. tendo a sentença função condenatória. II e IV. III. (Técnico Judiciário . é INCORRETO afirmar que (A) o ato anulatório só atinge atos válidos. IV.

II. (E) equivoca-se a autoridade pois apenas os atos vinculados dispensam motivação. (B) equivoca-se a autoridade. dado o caráter discricionário do ato. sob pena de nulidade. (C) inadequadamente invocada. com relação a terceiros. poderia.00. considere: I. (Adaptada) Considere o enunciado abaixo para responder às duas próximas questões:Para contratar. posto que todo ato administrativo deve ser motivado.Jud – TRT 3ª R/2004) . 107. (D) caducidade e cassação. posto que todo ato administrativo deve ser motivado.O atributo do ato administrativos que impõe. o ato de permissão de uso de bem público imóvel destinado à exploração de parque de diversões. (Analista Judiciário . 106. a autoridade administrativa competente decide revogá-los de ofício. e uma obra no valor de R$ 20. tal noção foi (A) adequadamente invocada. mas com efeito suspensivo. que posteriormente converteu-se em casa de jogos clandestinos. correspondem.(D) a Administração pode revogar atos administrativos com vício de ilegalidade. respectivamente. sendo a presunção de veracidade o mecanismo que melhor se aplica à situação. reconsiderar a decisão de seu subordinado. o atendimento ao comando do ato. (C) anulação e contraposição. uma sociedade de economia mista federal decide pela inexigibilidade de licitação por motivo do valor. 105. Em sua defesa. respectivamente. à . tornou-se incompatível com aquele tipo de uso. (A) configura-se propriamente hipótese em que a motivação é dispensada. sendo a presunção de legalidade o mecanismo que melhor se aplica à situação. independentemente de sua concordância.000. em nome da imperatividade dos atos administrativos. invocando nulidade nos contratos assim celebrados. tal autoridade não o motiva.Adm – TRT 23ª R/2004) . a compra de materiais de escritório.Em decorrência da nova lei de zoneamento do Município de Caldeira do Alto. (B) contraposição e revogação. (D) equivoca-se a autoridade. as empresas que haviam sido contratadas recorrem ao Presidente da República que. Posteriormente. Todavia. (D) inadequadamente invocada.No que diz respeito à extinção dos atos administrativos. sendo autoridade hierarquicamente superior ao dirigente da sociedade de economia mista.666/93.Jud – TRT 3ª R/2004) . sendo a auto-executoriedade o mecanismo que melhor se aplica à situação. pois a desnecessidade de motivação não decorre necessariamente da natureza discricionária do ato. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 23ª R/2004) .Quanto ao emprego da noção de imperatividade dos atos administrativos na situação proposta. (E) inadequadamente invocada.Quando o destinatário descumprir condições que deveriam permanecer atendidas a fim de poder continuar desfrutando da situação jurídica. (E) invalidação e cassação. (Analista Judiciário . tendo a decisão função constitutiva.000. 108. (E) tanto o Judiciário como a Administração podem anular e revogar atos administrativos. a exemplo da licença para funcionamento de um restaurante. sendo a autotutela o mecanismo que melhor se aplica à situação. sob pena de ser considerado anulável. e o atributo que diz respeito à conformidade do ato com a lei. no valor de R$ 12. à (A) convalidação e renúncia. correspondem. pelo regime da Lei no 8. (B) inadequadamente invocada. alegando tratar-se de ato discricionário o ato de revogação. tendo a decisão função constitutiva. (C) equivoca-se a autoridade.Quanto à ausência de motivação do ato em questão. (Analista Judiciário .00. Estas situações que acarretam a extinção do ato administrativo mediante retirada. mas com efeito condenatório.

Ao praticar os atos discricionários. No entanto. corresponde ao atributo denominado motivo. justiça. conveniência. (D) presunção de legitimidade. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . 109. segundo critérios de oportunidade. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRF 4ª R/2004) . 111. é correto afirmar que dos instrumentos . (B) auto-executoriedade. quando se tratar de ato vinculado. como seu atributo. nem escolher a melhor oportunidade. (A) não dá margem a qualquer apreciação subjetiva.No que diz respeito aos atos administrativos. o dever de motivá-los. conteúdo ou o modo de realização do ato administrativo. mas não permite que o poder Público sujeite o administrado à execução forçada. impõe ao particular o fiel cumprimento deste. (D) tipicidade e à auto-executoriedade. à (A) tipicidade e à presunção de legitimidade. permite a imediata execução do ato. (E) presunção de veracidade e à exigibilidade. (C) a discricionariedade não se manifesta no ato em si. (C) será parcialmente liberado ao administrador. (Técnico Judiciário .A respeito da discricionariedade e vinculação dos atos administrativos. possibilita ao administrador uma apreciação subjetiva. possibilita a execução deste. tratando-se de atos vinculados praticados de acordo com as exigências e requisitos previstos em lei. (E) tipicidade e à presunção de legitimidade. que determina ou autoriza a realização do ato.(A) finalidade e à forma. o administrador pode adotar uma ou outra solução. próprios da autoridade. 110. tendo em vista o bem comum.Adm – TRT 23ª R/2004) . (E) não é totalmente livre. (B) motivação e à presunção de legitimidade. sob os aspectos da competência e finalidade. e o atributo pelo qual o ato administrativo pode ser posto em execução pela própria Administração Pública.Adm – TRT 23ª R/2004) . (Técnico Judiciário . mesmo que atue nos claros da lei ou do regulamento e não desatenda as regras que bitolam sua prática. embora discricionário. 113. como requisito do ato. em decorrência do princípio da publicidade. (E) a situação de direito ou de fato. o poder de ação administrativa. dizem respeito. mas no poder de a Administração praticá-lo pela maneira e nas condições que repute mais conveniente ao interesse público. (D) presunção de veracidade e à forma. porque não definidos pelo legislador.O atributo pelo qual os atos administrativos devem corresponder a figuras definidas previamente pela lei como aptos a produzirem resultados. 112. porque. quando a lei utilizar noções precisas. requisito de validade do ato. apenas quanto aos requisitos da imperatividade e do motivo. (D) quando a lei descrevê-lo mediante vocábulos unissignificativos. não podendo a Administração decidir sobre a conveniência de sua prática. independentemente de determinação judicial. (C) exigibilidade e à imperatividade. (E) o poder discricionário da Administração não alcança a liberdade de escolha. (C) tipicidade é requisito do ato segundo o qual este deve corresponder a figuras definidas previamente pela lei. a lei impõe restrições. (C) imperatividade e à presunção de legitimidade. (Analista Judiciário – Jud/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . (B) somente poderá ser livremente exercido pelo administrador quanto ao mérito e a forma. (B) auto-executoriedade e à tipicidade. (D) os atos vinculados são automáticos. respectivamente. haja vista que a finalidade deverá atender apenas ao interesse público secundário. a (A) imperatividade.A respeito de invalidação dos atos administrativos. (B) não há por parte da Administração. nem o seu destinatário. é correto afirmar que (A) a Administração Pública não tem qualquer liberdade de atuação. equidade. sem necessidade de intervenção do Poder Judiciário.

(B) requisito ou elemento mediante o qual o ato administrativo pode ser posto em execução pela Administração. (E) atributo pelo qual os atos administrativos se impõem a terceiros. (Técnico Judiciário – Jud-Adm/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) A imperatividade corresponde ao (A) atributo pertinente ao objeto ou conteúdo que proporciona a produção de efeito jurídico imediato do ato administrativo. por motivo de conveniência ou oportunidade. o agente público competente praticou ato administrativo. quando eivados de vícios que os tornam ilegais. por sua vez. em todos os casos. no tocante a direitos originários de atos nulos.responder a figuras definidas previamente pela lei. já a anulação decorre de ilegalidade.666/93 revogou parcialmente a Súmula no 473. independentemente de sua concordância. (Auditor – TC-PI/2005) .se a responsabilidade de quem lhe deu causa. ocorre a não observância do requisito de validade do ato administrativo denominado (A) finalidade. por sua vez. a anulação será declarada por decisão judicial. (E) a revogação pelo Judiciário é ato vinculado. é materialmente inexistente ou juridicamente inadequada ao resultado obtido. (D) forma. promovendo. (C) é possível que a Administração. o agente público foi induzido . (B) a revogação é ato vinculado. (D) para que o contratado receba indenização pelo que houver executado. (Técnico Judiciário – Jud-Adm/Sem Esp – TRF 4ª R/2004) . 117. por razões de conveniência e oportunidade. praticado apenas pela Administração. quando presentes questões de justiça e interesse público. (B) esse dispositivo da Lei no 8. assim dispõe: “A nulidade não exonera a Administração do dever de indenizar o contratado pelo que este houver executado até a data em que ela for declarada e por outros prejuízos regularmente comprovados. a anulação do ato administrativo somente poderá ser efetuada pela Administração. e ainda assim tenha de indenizar o contratado. declare a nulidade de um contrato administrativo. a anulação é da competência exclusiva do Poder Judiciário. (C) a revogação somente poderá ser praticada pela Administração em decorrência de vício por ilegalidade. (Procurador – TC-PI/2005) . de ofício.Alegando a ocorrência de determinado fato.Quando a matéria de fato ou de direito. em que se fundamenta o ato. ao tratar da declaração de nulidade dos contratos administrativos. (C) elemento pelo qual o ato administrativo se amolda à situação de fato que impõe a sua prática. (B) competência. (E) objeto. em contrapartida. (D) requisito pelo qual o ato administrativo deve cor.” Já o parágrafo único do art. (D) a revogação deverá ser praticada pela Administração quando presentes razões pertinentes ao desvio da finalidade. que gere indenização ao contratado. contanto que não lhe seja imputável.A Súmula no 473 do Supremo Tribunal Federal é assim enunciada: “A Administração pode anular seus próprios atos.(A) a revogação é ato discricionário pelo qual a Administração extingue um ato válido. podendo ser feita pela Administração como também pelo Poder Judiciário. ou revogá-los. (C) motivo. gerando efeitos retroativos. da Lei no 8. porque deles não se originam direitos. 59.” Interpretando-se esses textos. já a anulação pela Administração Pública constitui forma de invalidação em decorrência de excesso do poder. quando presentes razões de conveniência e justiça. respeitados os direitos adquiridos e ressalvada. Entretanto. a apreciação judicial. tendo em vista razões de conveniência e oportunidade. (E) a declaração de nulidade de um contrato administrativo.666/93 é inconstitucional. 116. 115. deve ser feita por via judicial. 114.666/93. conclui-se que (A) a Lei no 8. a Administração terá de revogar o contrato eivado de nulidade.

As constantes ausências imotivadas de Manoel Tadeu ao serviço. forma e competência. 121. 118. analista judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. o que enseja (A) nulidade. desde que o ato tenha sido lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. por ter ocorrido o vício de vontade denominado erro. (C) nulidade. sob a argumentação de que a maioria das ausências foi motivada por problemas de saúde de sua mãe. . que pode ser invocada em Ação Popular. por inexistência de motivos. (B) quando os pressupostos legais autorizadores do ato não estão presentes. (B) anulável. por desvio de finalidade. não ocorreu. quais sejam lesividade ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. (C) imperatividade e presunção de legitimidade. Publicada no Diário Oficial a penalidade. (E) quando a medida tomada é desproporcionalmente gravosa. (B) motivo e auto-executoriedade. por falta de motivação. Esse ato é (A) anulável. fatos esses que sequer foram alegados e nem mesmo provados no decorrer do processo administrativo instaurado para apurar aquelas faltas. hierarquia e presunção de veracidade. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. Manoel recusou. (C) nulo. (Procurador do Estado de São Paulo/2002) .Entende-se que o Poder Judiciário pode analisar o mérito de ato administrativo discricionário (A) sempre que o desejar. (E) presunção de legitimidade. na regra de competência. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. (B) finalidade. motivação. a lei não autorizaria a prática do ato. cuja declaração pode ser pleiteada por meio de Ação Popular. (D) nulo. explícita ou implicitamente. à moralidade administrativa. imperatividade e auto-executoriedade.a erro e o fato alegado. que visa a anular o ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. na verdade. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. (C) finalidade. (Analista Judiciário – Jud – TRT 22ª R/2004) .São atributos do ato administrativo: (A) formalidade. Conseqüentemente. 119. 120.Determinado ato administrativo foi editado visando a fim diverso daquele previsto. em razão da inafastabilidade do controle jurisdicional. (D) veracidade e motivo. moralidade e economicidade. insuficiente para esclarecer os reais motivos de conveniência e oportunidade. a ser ajuizada pelo Ministério Público. (Procurador – TC-PI/2005) . levaram o seu superior imediato a aplicar-lhe a pena de suspensão de 15 (quinze) dias. (E) tipicidade e vinculação. Na ausência desse fato. (D) se a motivação é deficiente. (D) legalidade. não concordando em cumprir a penalidade aplicada. estarão sendo INOBSERVADOS os seguintes atributos do correspondente ato administrativo: (A) coercibilidade e finalidade. (Procurador do Estado de Pernambuco/2004) . imperatividade e presunção de executoriedade. tendo em vista os fins visados. à moralidade administrativa. (B) nulidade por desvio de finalidade. à moralidade administrativa. (C) na hipótese de haver sido praticado por autoridade incompetente. ainda que não tenha havido lesividade ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. ainda que não haja desvio de finalidade.se a cumprir aquela sanção. (D) nulidade. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. não afetando a validade do ato em si. passível de convalidação do ato pela retificação do mesmo. por ter ocorrido o vício de vontade denominado dolo. à moralidade administrativa. à moralidade administrativa. mesmo que tenha havido lesividade ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. (E) nulo. (E) nulidade somente no que concerne às conseqüências do desvio de poder.

junto à Administração Pública. (B) manifestação bilateral da vontade da Administração Pública. corresponde à (A) norma concreta. respectivamente. a necessidade de utilização pública do bem. (C) somente poderá pleitear indenização. a invalidação da revogação. discricionário e precário. 125. (D) auto-executoriedade. No dia seguinte. para tanto. no dia 15 de agosto do mesmo ano. Diante disso. ou por quem esteja no exercício da função administrativa. Diante do fato narrado.No dia 13 de agosto de 2004.cial.tude da teoria dos motivos determinantes. ou de quem a represente. Referida atitude comprovou que os pres. de livre nomeação e exoneração. que tem por finalidade criar. compulsoriamente. sem que a Administração tenha dado qualquer destinação ao bem em questão. revogou referido ato administrativo. Tendo em vista tal fato. (C) conjugação de vontades do Estado. vinculado e precário. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . produzindo efeitos jurídicos imediatos. à vinculação e à discricionariedade do ato administrativo. em visita de rotina.supostos fáticos da revogação eram inexistentes. (E) presunção de veracidade. ou por quem o represente. O atributo do ato administrativo que possibilitou a apreensão dos gêneros alimentícios em questão pela Administração Pública. emanada do Estado. autorizou Marcos Sobrinho a utilizá-lo privativamente. em razão do instituto da “Verdade Sabida”. sem a necessidade de intervenção judicial. denomina-se (A) legalidade. uma vez que a autorização é ato administrativo bilateral.A conceituação de ato administrativo em face do Estado Democrático de Direito. (B) nada poderá fazer. e de Josimar para o cargo de Assistente do Diretor Geral. a observância a direitos e obrigações pelo administrado. (E) poderá requerer. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . confiscou imediatamente referidos produtos e os incine. 124. suscetível de ser contrastada pelo Poder Judiciário. objetivando determinar. considere as seguintes situações: . (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . (D) manifestação unilateral da vontade da Administração Pública. podendo sofrer o controle judicial quanto à discricionariedade e ao mérito. (B) eficiência. alegando. objetivando criar.122. em vir. obtida a partir do conjunto principiológico constante na Constituição Federal. pelos prejuízos porventura suportados. passível de apreciação de ofício pelo Poder Judiciário.O órgão da prefeitura responsável pela fiscalização de bares e restaurantes verificou. mediante plena observância da lei para que produza os correspondentes efeitos.Os atos de nomeações de Márcio para cargo de Analista Judiciário por aprovação em concurso público. tendo como finalidade criar ou extinguir direitos e obrigações. lotados no Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. (E) regra ditada unilateral ou bilateralmente pelo Estado. (Analista Judiciário – Adm – TRT 22ª R/2004) . a Administração Pública concedeu autorização a Elisabete para utilizar privativamente determinado bem público. e do administrado.rou. (C) imperatividade. ou de quem lhe faça as vezes. por meio de Alvará. que um estabelecimento estava servindo a seus clientes alimentos com data de validade expirada. correspondem. Posteriormente. em ação judi. modificar ou declarar as correspondentes relações jurídicas. sujeita apenas à apreciação judicial quanto ao mérito. extinguir ou declarar relações jurídicas entre o Estado e o administrado. (D) poderá pleitear a invalidação da revogação. modificar. sob o regime de direito público e não se sujeita ao controle judicial. Elisabete (A) terá que acatar a decisão da Administração Pública. 123. sob o regime de direito público e privado. já que a autorização é ato unilateral.

Atos expedidos pela Diretoria de Material e Patrimônio do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. como forma de atos gerais ou individuais. (C) II. (E) resoluções. que constituem requisitos do ato. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . a autoridade administrativa está subordinada ao que a lei dispõe. 126. ou seja. mesmo quando parcialmente subordinado à lei. às seguintes espécies: (A) instruções. II. à forma e à finalidade. inclusive do Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. respectivamente. se o interessado recorreu de um ato administrativo e este esteja sob apreciação de autoridade superior. também. aquela que praticou o ato não terá competência para revogá-lo. (B) os atos vinculados podem ser revogados.I. como requisitos ou elementos do ato.Em matéria de revogação dos atos administrativos.Com relação aos atos administrativos. haja vista que os efeitos deles decorrentes são estabelecidos pela lei. para o ato discricionário.significativos. a apreciação judicial. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) .Atos emanados de autoridades outras que não o Chefe do Executivo. (C) a revogação não pode ser praticada quando estiver exaurida a competência relativamente ao objeto do ato. posto que o motivo.A vinculação poderá ser parcial ou total. votos. e também poderá apreciá-los posteriormente. III. respeitados os direitos adquiridos e ressalvada. deverão ser valorados pelo administrador público.mente porque neles se apresentam os aspectos pertinentes à conveniência e oportunidade. Os atos administrativos referidos em I. se o ato já exauriu. instruções e circulares. tendo como objetivo disciplinar matéria de suas compe. objetivando transmitir ordens uniformes aos seus subordinados.Atos que se revestem como fórmula de expedição de normas gerais de orientação interna. precisa. (D) pareceres. aplicável. porque. portarias e ofícios. (C) despachos. emanados do Diretor Geral do Tribunal Regional do Trabalho da 22a Região. quanto à competência. (D) II e III. (E) a Administração pode revogar seus próprios atos por motivo de conveniência e oportunidade. (D) a revogação não pode alcançar os intitulados meros atos administrativos. (B) que admitem uma única solução. e a administração tem a liberdade para apreciar esses aspectos no momento da edição do ato. (E) III. é INCORRETO asseverar: (A) não podem ser revogados os atos que exauriram os seus efeitos. 127.A discricionariedade é sempre relativa e parcial. 128. como a revogação opera efeitos para o futuro. atestados. não possibilitando a mínima liberdade de atuação do administrador. como requisitos do ato. é correto afirmar que o administrador estará conceitos jurídicos (A) que possibilitam soluções diversas ou plurissignificativos. a finalidade e o objeto. como para qualquer ato vinculado. ofícios e circulares. razões pelas quais existirá sempre uma diminuta margem de liberdade. em todos os casos. avisos e ordens de serviço. a fim de prescreverem o modo pelo qual seus subordinados deverão dar andamento aos seus serviços. É correto o que se contém APENAS em (A) I. II e III corres.tências específicas. finalidade e imperatividade. unis. (B) I e III. impedindo que o ato continue a produzir efeitos. não haverá razão para a revogação. a exemplo das certidões. alvarás e avisos. considere: I. III. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 22ª R/2004) . II.pondem.Para a realização administrativos vinculados.Tanto a discricionariedade como a vinculação são parciais quanto à motivação. dos atos diante de . (B) decretos.

133. é correto afirmar: (A) Denominam-se atos complexos aqueles que resultam da manifestação de dois ou mais órgãos.No que se refere aos requisitos ou elementos do ato administrativo. (B) anulação. (E) o ato administrativo só pode ser anulado por ação judicial. que não admitem solução única. sendo vedado à Administração Pública fazê-lo diretamente. (D) incumbe exclusivamente à Administração Pública a revogação do ato administrativo legal e eficaz. (C) a revogação pode ser declarada tanto pela Administração Pública quanto pelo Poder Judiciário. pois há presunção de que o ato foi praticado conforme a lei.É certo Direito Administrativo a auto-executoriedade afirmar que no . (B) incumbe exclusivamente à Administração Pública a revogação do ato administrativo legal e eficaz. (C) a sua imediata execução é autorizada. (D) portadores de decisões indiferentes ou unissignificativos. (E) não se permite que a Administração possa anular o ato. (B) Consideram-se atos perfeitos aqueles que ainda não exauriram os seus efeitos. 134. a cargo do interessado. (D) a prova do vício formal ou do controle quanto ao mérito não é admitida. e obrigatória para os outros atos. (Técnico Judiciário .Dentre os atributos do ato administrativo. embora tenham completado o ciclo de formação. (C) Nos denominados atos de gestão.No que se refere à revogação e à anulação do ato administrativo. segundo o qual (A) a irreversibilidade do ato administrativo é produzida judicialmente. (B) a ausência do motivo ou a indicação de um motivo simulado não bastam para invalidar o ato administrativo. Essa afirmação contém conceito relacionado com a (A) revogação. é correto afirmar que (A) a revogação pressupõe sempre a existência de um ato ilegal e ineficaz. o que produzirá efeito ex nunc. o que produzirá efeito ex tunc. mas sempre dependem de apreciação judicial para tornaremse exeqüíveis.Sobre a classificação dos atos administrativos. por motivo de conveniência e oportunidade.Adm – TRT 8ª R/2004) . (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 15ª R/2004) . (Analista Judiciário – Jud/Adm – TRT 15ª R/2004) . 131. (Técnico Judiciário . 130. (D) a motivação é sempre desnecessária para os atos vinculados e discricionários. 129.Um ato administrativo perfeito pode ser extinto. (Analista Judiciário – Adm – TRT 8ª R/2004) .(C) teotéricos. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 8ª R/2004) . a Administração Pública lança mão de sua supremacia sobre os interesses dos particulares. (E) plurissignificativos ou que admitem mais de uma solução. cujas vontades se unem para formar um ato único. (C) convalidação. (E) São denominados atos compostos aqueles que necessitam da manifestação de vontade de um único órgão. destaca-se o da presunção de legitimidade. é certo afirmar que (A) o motivo é o resultado que a Administração Pública quer alcançar com a prática do ato.Adm – TRT 8ª R/2004) . (B) existe a presunção de que os fatos afirmados pela Administração efetivamente ocorreram. 132. (E) invalidação. pois lhe é vedado o controle da legalidade. (E) o motivo é o pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato administrativo. cabendo prova em contrário. (D) São considerados atos imperfeitos aqueles inaptos a produzir efeitos jurídicos. (D) conversão. quando provocado. (C) o motivo e a motivação se confundem porque têm os mesmos significados e efeitos.

127. 121. (D) discricionário e ex officio. (C) confere à Administração a prerrogativa de tomar uma decisão executória sem necessitar da intervenção do Judiciário. 134.O novo Chefe do Poder Executivo Estadual. 125. (Analista Judiciário – Jud/Exec Mand – TRT 9ª R/2004) . B C C D B D 105. estará praticando ato administrativo (A) de império e enunciativo. (B) existe em todos os atos administrativos. D A E A C 108. (B) vinculado e composto. após cinco dias da posse. 136. 109. B D B D A D 106. C E E A D C 107. ao praticar ato que não se inclui nas suas atribuições legais. (C) complexo e regulamentar. inclusive afastando o controle judicial a posteriori. A D C C B E 104. 122. como as penalidades administrativas. nomeado em comissão há mais de 10 (dez) anos. preteriu o requisito do ato administrativo denominado (A) forma. não importando a sua espécie. 113. caso não adotada de imediato. 126. (D) só é possível quando expressamente prevista em lei e se trata de medida urgente que. 135. (D) motivo. 117. 128.José Augusto. 120. 124. ao exonerar o Assessor Especial do Governador. 116. (E) é uma prerrogativa da Administração Pública pela qual os atos administrativos impõem obrigações a terceiros. 135. por ser da própria natureza da execução desses atos pela Administração Pública. possa causar prejuízo maior para o interesse público. Gabarito – Parte IV 103. 133. (E) objeto. 114. (C) competência. 110. analista judiciário do Tribunal Regional do Trabalho da 9a Região. independentemente de sua concordância. 112. (E) de gestão e constitutivo. 118. (B) finalidade. (Analista Judiciário – Jud – TRT 9ª R/2004) . 123.(A) é um requisito do ato administrativo em que a Administração se utiliza de meios indiretos de coerção. sendo vedado o emprego da força. 130. 136. C E B E A . 115. 111. 129. 119. 132. 131.

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