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RELATÓRIO TÉCNICO - DENSIDADE ABSOLUTA OU MASSA ESPECÍFICA

RELATÓRIO TÉCNICO - DENSIDADE ABSOLUTA OU MASSA ESPECÍFICA

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PONTIFÍ CI A UNI VERSI DADE CATÓLI CA DE MI NAS GERAI S

CAMPUS POÇOS DE CALDAS

DENSIDADE ABSOLUTA
OU
MASSA ESPECÍFICA
CURSO ENGENHARI A CI VIL ± QUÍ MI CA EXPERI MENTAL
PROFESSORA: ANA PAULA BRESCANCI NI RABELO


CARLOS EDUARDO BARALDI


AGOSTO de 2010
Pági na | 2

SUMÁRI O

RESUMO PÁGI NA 3
OBJETI VO PÁGI NA 4
I NTRODUÇÃO PÁGI NA 5
MATERI AI S PÁGI NA 7
MÉTODOS PÁGI NA 9
RESULTADOS PÁGI NA 12
COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS COM A LI TERATURA PÁGI NA 14
CONCLUSÕES PÁGI NA 17
REFERÊNCI AS BI BLI OGRÁFI CAS PÁGI NA 18









Pági na | 3

RESUMO

O present e rel at óri o ref ere-se a um est udo experi ment al
real i zado no l aborat óri o de Quí mi ca da Facul dade Pont i f í ci a
Uni versi dade Cat ól i ca de Mi nas Gerai s, campus Poços de Cal das,
sob ori ent ação da prof essora Ana Paul a Brescanci ni Rabel o.
O experi ment o real i zado f oi sobre densi dade absol ut a ou
massa específ i ca, nesse est udo f oi usado o pri ncípi o de
Arqui medes.












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OBJETI VO

O obj et i vo dest e t rabal ho é det ermi nar experi ment al ment e a
massa específ i ca de um mat eri al sól i do (Cobre ± Cu), e a massa
específ i ca de um l íqui do (Água ± H
2
O) em sua t emperat ura
ambi ent e e depoi s em t emperat ura de 50ºC.









Pági na | 5

I NTRODUÇÃO

CONCEI TO DE DENSI DADE:
A densi dade absol ut a é def i ni da como a quant i dade de massa
em uma uni dade de vol ume:
ߩ ൌ
m
v

A massa específ i ca dos sól i dos e l íqui dos, segundo o
Si st ema Int ernaci onal de Uni dades é expressa em qui l ograma por
met ro cúbi co (kg/ m
3
). A massa especí f i ca absol ut a é uma
propri edade específ i ca, i st o é, cada subst ânci a pura t em uma
massa específ i ca própri a, que a i dent i f i ca e a di f erenci a das out ras
subst ânci as.
O Pri ncípi o de Arqui medes expl i ca que um f l uído em
equi l íbri o age sobre um sól i do nel e i merso (parci al ou t ot al ment e)
com uma f orça vert i cal ori ent ada de bai xo para ci ma, denomi nada
empuxo, apl i cada no cent ro de gravi dade do vol ume de f l uído
desl ocado, cuj a i nt ensi dade é i gual a do peso do vol ume de f l uído.
A massa específ i ca de um corpo sól i do pode ser def i ni da
como, a rel ação ent re a massa de um corpo sól i do e a massa de
um vol ume i gual de um l íqui do. A massa específ i ca rel at i va é
caract erí st i ca para cada sól i do, e depende basi cament e de doi s
f at ores: dos el ement os quí mi cos que const i t uem o corpo sól i do,
Pági na | 6

(composi ção quí mi ca) , e a manei ra como est es el ement os est ão
arranj ados dent ro da est rut ura.
Se mergul har no l íqui do um corpo sól i do de f orma e vol ume
i dênt i cos aos da porção l íqui da, não se al t eram as condi ções de
equi l íbri o para o l íqui do. Ent ão, as f orças hi drost át i cas, cuj a
resul t ant e é o empuxo, cont i nuarão a equi l i brar o peso do l íqui do
que agora f oi desal oj ado pel o sól i do. Na si t uação present e, porém,
o empuxo est ará agi ndo sobre o sól i do, equi l i brando o peso.
A det ermi nação da densi dade pel o Mét odo de Arqui medes
envol ve uni cament e medi das de massa. Em vi rt ude di sso, a massa
específ i ca pode ser det ermi nada com grande preci são e exat i dão,
em uma bal ança anal ít i ca.
Em pri ncí pi o, qual quer l íqui do pode ser empregado para
det ermi nação da densi dade. A água a ser ut i l i zada nas medi das de
massa específ i ca deve ser dest i l ada e recém-f ervi da. Como a
massa específ i ca da água vári a em f unção da t emperat ura, o val or
do cál cul o da massa específ i ca deve consi derar essas vari ações.





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MATERI AI S

BALANÇA ANALÍTI CA: A Bal ança Anal ít i ca é de
uso mai s rest ri t o, poi s preci sam de cui dados especi ai s
em sua mani pul ação, é uma bal ança de ext rema
preci são de medi das.
PROVETA: Usada para medi das não ri gorosas de
vol umes l íqui dos. As provet as apresent am capaci dade
que vari am de 10 a 2000 mL ou mai s. As de menor
capaci dade são graduadas em 0, 1 mL.
BALÃO VOLUMÉTRI CO: Usado para preparar
sol uções de concent ração ri gorosa e para medi r o
vol ume de l íqui dos. Assi m, como t odo o mat eri al de
medi da exat a, não devem ser aqueci do, nem i nt roduzi r
sól i dos no seu i nt eri or.
Os bal ões vol umét ri cos são de vi dro e as capaci dades mai s
f reqüent es são as de 50, 100, 250, 500 e 1000 ml .

PI SSETA: Seu uso dest i na-se em l aborat óri os para
descont ami nação, l avagem de mat eri ai s ou ut ensí l i os de
l aborat óri o em geral , t ambém para apl i cação em out ros
reci pi ent es quando a quant i dade a ser apl i cada não
i nt erf ere no resul t ado.
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SÓLI DO (METAI S) - COBRE: É um el ement o
quí mi co de sí mbol o - Cu. À t emperat ura ambi ent e o
cobre encont ra-se no est ado sól i do. Cl assi f i cado como met al de
t ransi ção. É um dos met ai s mai s i mport ant es i ndust ri al ment e, de
col oração avermel hada, dúct i l , mal eável e bom condut or de
el et ri ci dade. O cobre é ut i l i zado at ual ment e, para a produção de
mat eri ai s condut ores de el et ri ci dade (f i os e cabos), e em l i gas
met ál i cas como l at ão e bronze.
ÁGUA: É uma subst ânci a quí mi ca compost a de
hi drogêni o e oxi gêni o, sendo essenci al para t odas as
f ormas conheci das de vi da. Al gumas vezes, no uso
t ípi co, a água se ref ere apenas à sua f orma ou est ado l íqui do, mas
a subst ânci a t ambém possui um est ado sól i do, o gel o, e um est ado
"gasoso", mai s corret ament e denomi nado de vapor de água ou
vapor.
TERMÔMETRO: Os mai s conheci dos
t ermômet ros basei am-se no ef ei t o de di l at ação
est abel eci do na t ermodi nâmi ca. A di l at ação acont ece
quando uma barra l i gada a out ra de met al di f erent e são aqueci das
ou esf ri adas.

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MÉTODOS

MASSA ESPECI FI CA DE SÓLI DOS ( METAL - COBRE)
Para o cál cul o da densi dade absol ut a ou massa especi f i ca é
usado o mét odo de Arqui medes.
ߩ ൌ
m
v

Onde:
y M = massa
y V = vol ume
Para i sso t em que t er em mãos o val or da massa e o val or do
vol ume do met al .
Para obt er o val or da massa do met al , f oi usada uma bal ança
anal ít i ca, e assi m f oi ext raído o val or da massa do cobre.
Massa do Met al (Cobre ± Cu): 24, 98g ou 0, 02498kg.
Para obt er o val or do vol ume do met al , f oi usado provet a,
água e o met al .
Pri mei rament e f oi col ocado água na provet a, e f oi anot ado o
vol ume, que no experi ment o f oi i gual a 80, 0mL, depoi s f oi
i nt roduzi do o met al dent ro da provet a e com i sso o vol ume da água
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subi u para 82, 8mL. Para o cal cul o do vol ume f oi subt raído o val or
f i nal do val or i ni ci al .
volume ൌ valoi ϐinal Ȃ valoi inicial
volume ൌ ͺʹǡͺmL Ȃ ͺͲǡͲmL
Vol ume do Met al : 2, 80mL ou 0, 0000028m
3
.

MASSA ESPECI FI CA DE LÍ QUI DOS (ÁGUA)
Para o cál cul o da densi dade absol ut a ou massa especi f i ca é
usado o Mét odo de Arqui medes.
ߩ ൌ
m
v

Onde:
y M = massa
y V = vol ume
Para i sso t em que t er em mãos o val or da massa e o val or do
vol ume do l íqui do.
Para obt er o val or da massa do l íqui do, f oi usado um bal ão
vol umét ri co com vol ume de 100, 0mL.
Pri mei rament e f oi pesado o bal ão vol umét ri co na bal ança
anal ít i ca e anot ado o peso i ni ci al que era de 60, 810g, l ogo depoi s
f oi col ocado no bal ão vol umét ri co o l íqui do (água) e com a bal ança
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anal ít i ca f oi novament e pesado o bal ão vol umét ri co e anot ado seu
peso f i nal que era de 160, 6307g.
massa ൌ valoi ϐinal Ȃ valoi inicial
massa ൌ ͳ͸Ͳǡ͸͵Ͳ͹g Ȃ ͸ͲǡͺͳͲg
Massa do Líqui do (Água ± H
2
O): 99, 8207g ou 0, 0998207kg.
Nest e caso não é necessári o cal cul ar o vol ume, poi s no
própri o bal ão vol umét ri co j á é dado o vol ume do l íqui do.
Vol ume do Líqui do: 100, 0mL ou 0, 0001m
3
.
Para cal cul ar a di f erença do resul t ado obt i do em sal a de aul a
com os resul t ados f orneci dos pel os l i vros, f oi usado as f ormul ar
abai xo:
E absoluto ൌ X Ȃ X tabelauo
y X = val ores obt i dos em sal a de aul a
y X t abel ado = val ores f orneci dos pel os l i vros

E ielǤ ൌ
E absoluto
X tabelauo


E poicentual ൌ E ielǤ ൈ ͳͲͲ



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RESULTADOS

y Massa Específ i ca
ߩ ൌ
m
v

y Peso Específ i co
peso especíϐico ൌ
m
v
ൈ g
y Massa Líqui do
massa liquiuo ൌ valoi ϐinal Ȃ valoi inicial
y Vol ume
volume ൌ valoi ϐinal Ȃ valoi inicial

Especi f i cação do Sól i do (Cobre ± Cu)
Temperat ura da Água - Ambi ent e
y Massa = 24, 98g ou 0, 02498kg.
y Vol ume = 2, 80mL ou 0, 0000028m
3
.
Resul t ado:
ߩ ൌ
m
v


ߩ ൌ
ͲǡͲʹͶͻͺ kg
ͲǡͲͲͲͲͲʹͺ m



ߩ ൌ ͺǤͻʹͳǡͶʹͺ kgȀm




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Especi f i cação do Líqui do (Água ± H
2
O)
Temperat ura da Água ± 25ºC
y Massa = 99, 8207g ou 0, 0998207kg.
y Vol ume = 100, 0mL ou 0, 0001m
3
.
Resul t ado:
ߩ ൌ
m
v


ߩ ൌ
ͲǡͲͻͻͺʹͲ͹ kg
ͲǡͲͲͲͳ m



ߩ ൌ ͻͻͺǤʹͲ͹ kgȀm



Especi f i cação do Líqui do (Água ± H
2
O)
Temperat ura da Água ± 50ºC
y Massa = 99, 8207g ou 0, 0998207kg.
y Vol ume = 100, 0mL ou 0, 0001m
3
.
Resul t ado:
ߩ ൌ
m
v


ߩ ൌ
ͲǡͲ͹ͺͶͷ͸ kg
ͲǡͲͲͲͲͺ m



ߩ ൌ ͻͺͲǡ͹Ͳ kgȀm




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COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS COM A LI TERATURA

y VALORES OBTI DOS DA LI TERATURA
Massa Específ i ca do Líqui do (Água ± H
2
O)
Temperat ura da Água - 25ºC
1. 000, 00kg/ m
3
Massa Específ i ca do Líqui do (Água ± H
2
O)
Temperat ura da Água - 50ºC
987, 20kg/ m
3
Massa Específ i ca do Sól i do (Cobre ± Cu)
Temperat ura da Água - 25ºC
8. 920, 00Kg/ m
3
± 8. 960, 00kg/ m
3
y VALORES OBTI DOS EM SALA DE AULA
Massa Específ i ca do Líqui do (Água ± H
2
O)
Temperat ura da Água - 25ºC
998, 207kg/ m
3
Massa Específ i ca do Líqui do (Água ± H
2
O)
Temperat ura da Água - 50ºC
980, 70kg/ m
3
Massa Específ i ca do Sól i do (Cobre ± Cu)
Temperat ura da Água - 25ºC
8. 921, 428kg/ m
3

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y DI SCUSSÃO DOS RESULTADOS
1. Compare os val ores cal cul ados da densi dade com os val ores
t eóri cos. Em cada caso cal cul e o erro porcent ual . Expl i que o
porquê dest a di f erença nos val ores da densi dade.
Massa Específ i ca do Líqui do (Água ± H
2
O)
Temperat ura da Água - 25ºC
E absoluto ൌ ͻͻͺǡʹͲ͹kgȀm

Ȃ ͳǤͲͲͲǡͲͲkgȀm


E absoluto ൌ ͳǡ͹ͻ͵kgȀm


E ielǤ ൌ
ͳǡ͹ͻ͵kgȀm

ͳǤͲͲͲǡͲͲkgȀm


E ielǤ ൌ ͲǡͲͲͳ͹ͻ͵
E poicentual ൌ ͲǡͲͲͳ͹ͻ͵ ൈ ͳͲͲ
E poicentual ൌ ͲǡͳͺΨ
Massa Específ i ca do Líqui do (Água ± H
2
O)
Temperat ura da Água - 50ºC
E absoluto ൌ ͻͺͲǡ͹Ͳ kgȀm

Ȃ ͻͺ͹ǡʹͲ kgȀm


E absoluto ൌ ͸ǡͷͲ kgȀm


E ielǤ ൌ
͸ǡͷͲ kgȀm

ͻͺ͹ǡʹͲ kgȀm


E ielǤ ൌ ͲǡͲͲ͸ͷͺͶ
E poicentual ൌ ͲǡͲͲͳ͹ͻ͵ ൈ ͳͲͲ
E poicentual ൌ Ͳǡ͸ͷͺΨ
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Massa Específ i ca do Sól i do (Cobre ± Cu)
Temperat ura da Água - 25ºC
E absoluto ൌ ͺǤͻʹͳǡͶʹͺkgȀm

Ȃ ͺǤͻʹͲǡͲͲkgȀm


E absoluto ൌ ͳǡͶʹͺkgȀm


E ielǤ ൌ
ͳǡͶʹͺkgȀm

ͺǤͻʹͲǡͲͲkgȀm


E ielǤ ൌ ͲǡͲͲͲͳ͸
E poicentual ൌ ͲǡͲͲͲͳ͸ ൈ ͳͲͲ
E poicentual ൌ ͲǡͲͳ͸Ψ
2. Quai s os erros mai s comuns que podem ser comet i dos no uso
do bal ão vol umét ri co e provet a?
R: Di l at ação e cont ração provocadas pel a vari ação de
t emperat ura, cal i bração i mperf ei t a do aparel ho, l ei t ura errada
do vol ume do l íqui do.
3. Cert o l í qui do i nsol úvel na água t em densi dade i gual a
1, 200g/ mL. Esse l í qui do deve f l ut uar ou af undar na água?
R: Como a densi dade do l íqui do i nsol úvel é de 1, 200g/ mL e
por t ant o o l íqui do i nsol úvel é mai s denso que a água, esse
l íqui do deve af undar.
4. A densi dade depende da t emperat ura? Expl i que sua respost a.
R: Si m, com o aqueci ment o da água suas mol écul as ant es
af ast adas se aproxi mam aument ando assi m sua densi dade .
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CONCLUSÕES

Concl ui -se nesse experi mento que devemos tomar
mui to cui dado com a manut enção dos equi pament os, poi s
os val ores cal cul ados têm que ser de preci são mui t o al ta.
O cui dado com a l ei t ura do equi pament o t ambém é
mui to i mportando, poi s se a l ei t ura não for exata, também
haverá erro no cál cul o.
Not a-se que a t emperat ura da água i nfl uênci a
bast ant e em sua densi dade, tendo i sso em mente, é
possí vel cal cul ar massa especí fi ca de vári os sól i dos e
l íqui dos.






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REFERÊNCI AS BI BLI OGRÁFI CAS

ht t p: / / www. webcal c. com. br/
ht t p: / / al f aconnect i on. net / pag_avsf / l i q0102. ht m#LI Q010204
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SUM ÁRIO RESU MO OBJETIVO INTRODUÇÃO MATERIAIS MÉTODOS RESULTADOS CO MP A RA ÇÃ O D OS RE S ULTA DOS C O M A LITE RA TURA PÁGINA 3 PÁGINA 4 PÁGINA 5 PÁGINA 7 PÁGINA 9 PÁGINA 12 PÁGINA 14 PÁGINA 17 PÁGINA 18 CONCL USÕES REFERÊNCIAS BIBL IOGRÁFICAS Página | 2 .

Página | 3 . sob o rienta ção da p rof esso ra Ana Paula Bre scan cini Rabelo. ne sse e studo f oi u sado o prin cípio de Arqu imede s. O e xpe rimento realizado f oi sob re den sidade ab so lu ta ou ma ssa e spe cíf ica . ca mpu s Po ço s de Ca lda s.RESUMO O p re sente relató rio ref ere -se a u m e studo expe rimental realizado no laborató rio de Qu ímica da Fa culdade Pontif ícia Un iversidade Católica de Mina s Ge rais.

OBJETIVO O objet ivo de ste t rabalho é dete rmina r expe rimentalmente a ma ssa e spe cíf ica de u m material sólid o (Cob re ± Cu ). Página | 4 . e a ma ssa espe cíf ica de u m líquido (Água ± H 2 O) e m sua te mpe ratura a mbiente e depois e m te mpe ratu ra de 50º C.

que a identif ica e a dif eren cia da s out ra s sub stân cia s. cuja inten sidade é igual a do peso do vo lu me de f lu ído . A ma ssa e spe cíf ica de u m co rpo só lid o pode se r def ini da co mo . A ma ssa e spe cíf ica ab soluta é u ma prop riedade e spe cíf ica . aplicada no cent ro de gra vida de do volu me de f lu ído deslo cado.INTRODUÇÃO CONCEITO DE DENSIDADE: A den sidade ab soluta é def inida co mo a quantidade de ma ssa e m u ma unidade de volu me:  ˜ A ma ssa e spe cíf ica do s sólido s e líquidos. cada su bstân cia pura te m u ma ma ssa e spe cíf ica p rópria. A ma ssa e spe cíf ica relativa é ca ra cte rística para cada só lido. Página | 5 . e depe nde basica mente de do is f atores: do s e le mento s qu ímico s que constitue m o co rpo só lido. segundo o Siste ma Inte rna cional de Unidade s é e xp re ssa e m quilogra ma po r met ro cúbico (kg/ m 3 ). isto é. O Prin cípio de Arqu imede s e xplica que u m f luído e m equilíbrio age sobre u m só lido nele imerso (pa rcial ou tota lmente ) co m u ma f orça ve rtica l orientada de ba ixo pa ra cima . a rela ção ent re a ma ssa de u m co rpo sólido e a ma ssa de u m volu me igual de u m líquido. deno minada e mpu xo.

o e mpu xo e sta rá agindo sob re o sólido . cu ja re sultante é o e mpu xo. A água a se r utilizada na s medida s de ma ssa e spe cíf ica de ve se r de stilada e re cé m -f ervida. cont inuarão a equilib rar o pe so do líquido que agora f oi desalo jado pelo sólido. e a maneira co mo e ste s ele mento s e stão arranjado s dent ro da e st rutu ra. Em virtude disso. Página | 6 . equilib rando o pe so. En tão. Em p rin cípio . a ma ssa espe cíf ica pode se r dete rminada co m grande pre cisão e e xat idão.(co mpo sição qu ímica ) . e m u ma balan ça analít ica. po ré m. Co mo a ma ssa e spe cíf ica da água vá ria e m f unção da te mpe ratu ra. A determina ção da den sidade pelo Mét odo de Arquimede s envolve unica mente med ida s de ma ssa. não se altera m a s condiçõe s de equilíbrio para o líquido. qualque r líquido pode se r e mpregado pa ra determina ção da den sidade. o valo r do cálculo da ma ssa e spe cíf ica d e ve conside ra r e ssa s varia çõe s. a s f orça s h idro stática s. Se me rgulha r no líqu ido u m corpo sólido de f orma e volu me idêntico s ao s da po rção líquida. Na situa ção p re sente.

M ATERI AIS BALANÇA ANALÍTICA : A Balan ça An alít ica é de uso mais re st rito. Página | 7 . As de menor capa cidade são graduada s e m 0. ta mbé m para ap lica ção e m out ro s re cipiente s quando a quantidade a se r aplicada não interf ere no re sultado. co mo todo o mate rial de medida e xata . Os balõe s volu mét rico s são de vid ro e as capa cidade s mais f reqüentes são a s de 50. PROVETA: Usada pa ra med ida s não rigoro sa s de volu me s líquido s. não de ve m se r aque cid o. pois p re cisa m de cu idados e spe ciais e m sua manipula ção.1 mL. 100. é u ma balan ça d e ext re ma pre cisão de medida s. BALÃO VOLUMÉTRICO: U sado para prepa rar solu çõe s de con cent ra ção rigo ro sa e p ara medir o volu me de líqu ido s. ne m int rodu zir sólido s no seu inte rio r. PISSETA: Seu u so de stina -se e m lab orató rio s pa ra desconta mina ção. 50 0 e 1000 ml. la vage m de mate riais ou uten sílio s de laborató rio e m ge ral. As p ro veta s ap re sen ta m capa cidade que va ria m de 10 a 2000 mL ou mais. 250. Assim.

sendo e ssen cial para toda s a s f orma s conhe cida s de vida . de colo ra ção a ve rmelhada. no u so típico .Cu. pa ra a produ ção de mate riais conduto re s de e letricidade (f ios e cabo s). e u m e stado "ga so so ". Página | 8 . e e m liga s metálica s co mo latão e b ron ze. a água se ref ere apenas à sua f orma ou e stado líquido. o gelo. Algu ma s veze s. A d ilat ação a conte ce quando u ma barra ligada a out ra de metal dif erente são aq ue cida s ou esf riada s.SÓLIDO (METAIS) . O cob re é utilizado atualmente. dú ct il. TERMÔMETRO: Os mais conhe cido s termô met ro s ba seia m-se no ef eito de dilata ção estabele cido na te rmod inâ mica .COBRE: É u m e le mento químico de símbolo . À te mpe ratu ra a mbiente o cob re en cont ra -se no e stado sólido . maleá vel e bo m conduto r de eletricidade. É u m do s metais mais importantes indu strialmente. mais correta mente deno mina do de vapo r de água ou vapo r. ÁGUA: É u ma sub stân cia química co mposta de hidrogênio e o xigênio . ma s a sub stân cia ta mbé m po ssui u m e stad o sólido . Classif icado co mo metal de tran sição .

98g ou 0.0 mL.  ˜ Onde: y y M = ma ssa V = volu me Para isso te m que te r e m mão s o valo r da ma ssa e o va lor do volu me do metal. f oi usada u ma balan ça analít ica.COBRE) Para o cá lculo da den sidade ab solut a ou ma ssa e spe cif ica é usado o método de Arquimede s.02498 kg. água e o metal. Para obte r o va lor do volu me do meta l. depois f oi introdu zido o meta l dentro da p ro veta e co m isso o volu me da água Página | 9 . Ma ssa do Metal (Cob re ± Cu ): 24.MÉTODOS MASSA ESPECIFICA DE SÓL IDOS ( METAL . Para obte r o va lor da ma ssa do meta l. f oi usado pro veta. Prime ira mente f oi colo cado água na p roveta. que no e xpe rimento f oi igual a 80 . e a ssim f oi e xt ra ído o valo r da ma ssa do cob re. e f oi anotado o volu me .

Para obte r o va lor da ma ssa do líquido . Para o calculo do volu me f oi subt ra ído o valo r f inal do valo r inicial.  ˜ Onde: y y M = ma ssa V = volu me Para isso te m que te r e m mão s o valo r da ma ssa e o va lor do volu me do líqu ido. f oi usado u m ba lão volu mét rico co m volu me de 100 . MASSA ESPECIFICA DE L ÍQUIDOS (ÁGUA) Para o cá lculo da den sidade ab soluta ou ma ssa e spe cif ica é usado o Método de Arquimede s.0000028 m 3 .810g.0 mL. Prime ira mente f oi pe sado o balão volu mét rico na balan ça analít ica e anotado o pe so inicial que era de 60. ˜‘Ž—‡ ˜ƒŽ‘” ‹ƒŽ ˜ƒŽ‘”‹‹…‹ƒŽ   ˜‘Ž—‡ Volu me do Meta l: 2.subiu pa ra 82. logo depois f oi colo cado no balão volu mét rico o líq uido (água ) e co m a balan ça Página | 10 .80 mL ou 0.8 mL.

6307g . Volu me do L íquido: 100 . pois no próp rio balão volu mét rico já é dado o volu me do líqu ido .analít ica f oi nova mente pe sado o balã o volu mét rico e anotado seu peso f inal que era de 160.0 mL ou 0. Para ca lcula r a dif eren ça do re sultado obtido e m sala de aula co m o s re sultado s f ornecido s pelo s livro s.82 07g ou 0.0998207kg .000 1 m 3 . ƒ••ƒ ƒ••ƒ ˜ƒŽ‘” ‹ƒŽ ˜ƒŽ‘”‹‹…‹ƒŽ ‰ ‰ Ma ssa do L íquido (Água ± H 2 O): 99. Ne ste ca so não é ne ce ssá rio ca lcula r o volu me. f oi u sado a s f ormu lar abaixo: ƒ„•‘Ž—–‘  –ƒ„‡Žƒ†‘ y y X = valo re s obt ido s e m sala de aula X tabelado = va lore s f ornecido s pelo s livro s ”‡Ž ƒ„•‘Ž—–‘ –ƒ„‡Žƒ†‘ ’‘”…‡–—ƒŽ ”‡Ž  Página | 11 .

Ambiente y y Ma ssa = 24.98g ou 0.  Re su ltado :  ˜ ‰  ‰  Página | 12 . Volu me = 2.0000028 m 3 .02498 kg.RESULT ADOS y Ma ssa Espe cíf ica  ˜ y Pe so Espe cíf ico ’‡•‘‡•’‡…í ‹…‘  ˜ ‰ y Ma ssa L íquido ƒ••ƒŽÀ“—‹†‘ ˜ƒŽ‘” ‹ƒŽ ˜ƒŽ‘”‹‹…‹ƒŽ y Volu me ˜‘Ž—‡ ˜ƒŽ‘” ‹ƒŽ ˜ƒŽ‘”‹‹…‹ƒŽ Espe cif ica ção do Sólido (Cob re ± Cu ) Te mpe ratu ra da Água .80 mL ou 0.

 Re su ltado:  ˜ ‰  ‰  Página | 13 .0001 m 3 .0001 m 3 .0998207kg.0 mL ou 0. Volu me = 100.8207g ou 0.0998207kg. Volu me = 100.0 mL ou 0.  Re su ltado:  ˜ ‰  ‰  Espe cif ica ção d o L íquido (Água ± H 2 O) Te mpe ratu ra da Água ± 50º C y y Ma ssa = 99.Espe cif ica ção d o L íquido (Água ± H 2 O) Te mpe ratu ra da Água ± 25º C y y Ma ssa = 99.8207g ou 0.

207kg / m 3  Ma ssa Espe cíf ica do L íqu ido (Água ± H 2 O) Te mpe ratu ra da Água .960.70kg/ m 3  Ma ssa Espe cíf ica do Sólido (Cobre ± Cu ) Te mpe ratu ra da Água .25 º C 8.50 º C 980.25 º C 1.428 kg/ m 3 Página | 14 .00kg/ m 3  Ma ssa Espe cíf ica do L íqu ido (Água ± H 2 O) Te mpe ratu ra da Água .50 º C 987.00 kg/ m 3 y VAL ORES OBTIDOS E M SALA DE AULA  Ma ssa Espe cíf ica do L íqu ido (Água ± H 2 O) Te mpe ratu ra da Água .20kg/ m 3  Ma ssa Espe cíf ica do Sólido (Cobre ± Cu ) Te mpe ratu ra da Água .COMPARAÇ ÃO DOS RESUL TADOS COM A LITERATURA y VAL ORES OBTIDOS DA L ITERATURA  Ma ssa Espe cíf ica do L íqu ido (Água ± H 2 O) Te mpe ratu ra da Água .25 º C 998.000 .25 º C 8.00Kg/ m 3 ± 8.921.920.

50 º C ƒ„•‘Ž—–‘ ƒ„•‘Ž—–‘ ‰    ‰  ‰  ‰  ‰  ”‡Ž ”‡Ž ’‘”…‡–—ƒŽ ’‘”…‡–—ƒŽ  Página | 15 .25 º C ƒ„•‘Ž—–‘ ƒ„•‘Ž—–‘ ‰    ‰  ‰  ‰  ‰  ”‡Ž ”‡Ž ’‘”…‡–—ƒŽ ’‘”…‡–—ƒŽ   Ma ssa Espe cíf ica do L íqu ido (Água ± H 2 O) Te mpe ratu ra da Água . Em cada ca so ca lcule o e rro porcentual. E xplique o porquê de sta dif eren ça no s va lore s da densidade .  Ma ssa Espe cíf ica do L íqu ido (Água ± H 2 O) Te mpe ratu ra da Água . Co mpa re o s valo re s calculado s da den sidade co m o s valo re s teórico s.y DISCUSSÃO DOS RESUL TADOS 1.

4.25 º C ƒ„•‘Ž—–‘ ƒ„•‘Ž—–‘ ‰    ‰  ‰  ‰  ‰  ”‡Ž ”‡Ž ’‘”…‡–—ƒŽ ’‘”…‡–—ƒŽ  2.200g/ mL e por tanto o líquido in solú vel é ma is de nso que a água. le itura e rrada do volu me do líqu ido. A den sidade depende da te mpe ratu ra? Explique sua re spo sta. Ce rto lí qu ido in solú ve l na água te m densidade igual a 1. Página | 16 . calib ra ção impe rf eita do aparelho. R: Sim. e sse líqu ido de ve af undar. co m o aque cimento da água suas molé cu la s ante s af astadas se apro xima m au mentando assim sua den sidade . Esse lí quido de ve f lutuar ou afundar na água? R: Co mo a den sidade do líquido in solú vel é de 1 . Ma ssa Espe cíf ica do Sólido (Cobre ± Cu ) Te mpe ratu ra da Água . Quais o s erro s ma is co mun s que pode m se r co metido s no u so do balão vo lu mét rico e pro veta? R: Dilata ção e contra ção p ro vo cada s p ela va ria ção de te mpe ratura. 3.200g/ mL.

também haverá erro no cálculo. Nota-se que a temperatura da água influência bastante em sua densidade. tendo isso em mente. O cui dado com a leitura do equipamento também é muito importando. pois se a leitura não for exata. Página | 17 . é possível calcular massa específica de vários sólidos e líquidos. pois os valores calculados têm que ser de precisão muito alta.CONCLUSÕES Concl ui-se nesse experimento que devemos tomar muito cuidado com a manutenção dos equipamentos.

iq m.f eirade cien cia s.b r/ http://alf aconne ction.a sp Página | 18 .b r/ sala 19/texto74.ht m#L IQ010204 http://lqe s.unica mp.REFERÊNCI AS BIBLIOGRÁFICAS http://www.b r/ ma ssa -cin zenta/pe so -ma ssa -ou densidade/ http://www.o rg http://www.net/pag_a vsf /liq0 102. web ca lc. co m/f isica/ me ca nica/h idro statica http://www. cimento ita mbe.b r/ http://pt. co m. wikipedia. co m. colada web. co m.

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