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Fraturas Do Quadril

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FRATURAS DO QUADRIL: suprimento sanguineo: anel extracapsular na base do colo (Posterior: circ femoral medial; Anterior: circ femoral

lateral); Rr cervicais ascendentes (Superfície do colo, Anel intraarticular subsinovial); Ligamento redondo; FRATURA DA CABEÇA DO FÊMUR: rara, Tto cirurgico (fixação de parafusos) FRATURA DO COLO DO FÊMUR: dor, encurtamento e rotação externa, > em mulheres e com osteoporose; Radiografias (AP pelve, Pl do quadril acometido); Classificação: I. impactado em valgo; II. Complet a, sem desvio, sem alt trabeculado ; III. Desvio parcial; IV. Desvio total; Tto: fixação e imobilização (I e II); redução e fixação rigida (III e IV); Artroplastia: unipolar, bipolar; complicações (Infecção,PSA, idade, densidade óssea, NAV; FRATURAS TRANSTROCANTEREANAS: extracapsular (bom suprimento sanguíneo; não gera NAV); mecanismo: dor encurtamento; rotação externa; RX (AP; P); Criterios de instabilidade ( ma qualidade óssea; traço reverso; comunicação postero-medial e do trocanter maior) FRATURA COM TRAÇO REVERSO: I incompleta; II completa sem desvio ou desvio mínimo; III cominutiva, com > frag do peq troc, parede posterior cominuída, calcar dentro do canal; IV- cominutiva, cominuição posterior, calcar fora do canal; V- obliquidade inversa. Tto: CONSERVADOR (Mobilização precoce, analgésicos; aceita-se deformidade em varo, rotação externa, encurtamento; Tração mantém alinhamento; imobilização prolongada; complicações); CIRURGICO: Redução estável; Redução fechada; Osteotomiasestabilidade. FRATURAS DO FEMUR DISTAL: idoso (Trauma de baixa energia; Osso esponjoso); Fraturas supracondilianas (hiperextensão; extraarticular; Lesão vascular; unicondilares Varo/valgo; Fratura supraintercondiliana (multifragmentárias; ATLS A, B, C, D, E; avaliação secundária: Joelho a,c d,e,h; RX (AP,P); TC; RNM; Tto: CONSERVADOR: s/ desvio; gesso ignopedico; complicações- RA, consolidação óssea, PSA; CIRURGICO: Fixação estável, Conservar a vascularização, Mobilização articular precoce; Complicações Infecções, PSA, Consolidação viciosa; RA; fraturas da patela: Ossificação após 3 a; QC: dor, limitação funcional, hemartrose; RX (AP,P, axial); tto: CONCERVADOR: lesão <2mm de desvio; gesso ignomaleolar (seis semanas); CIRURGICO: Osteossíntese; Patelectomia (parcial, total); Complicações: RA; PSA; infecção; artrose pos traumática; Fraturas da tíbia proximal: lateral (> incidência); Correlação com meniscos e ligamentos; Mecanismo (Compressão axial + força em varo ou valgo; Lesão ligamentar); QC: dor, incapacidade funcional, hemartrose, deformidade e instabilidade) RX (AP, P, oblíquas int e ext); TC (planejamento cirurgico); RNM (lesões de lig); Tto: CONSERVADOR: desvio <4mm (complicações: RA, consolidação viciosa); CIRURGICO: Desvios articulares > 4 mm; Instabilidade articular; redução e fixação estável, conservar a vasculatura (Complicações- RA; PSA; instabilidade articular). ENTORSE DE TORNOZELO: Articulação talocrural (Tíbia distal maléolo medial, Fíbula distal maléolo lateral; Tálus; Ligamentos Tíbio-fibulares, Talo-fibulares- 70% das lesões, Calcâneo-fibulares, Deltóide -associada a lesões na sindesmose ou fratura fibular); Classificação: 1)AGUDA: Grau 1 (lesão de poucas fibras, pequeno edema, tornozelo estável); Grau 2 (lesão moderada, ligamento alongado, dor ininterrupta, edema moderado, perda parcial da estabilidade (Teste da gaveta anterior positivo));Grau 3 (entorse grave, ruptura total de um ou mais ligamentos, hematoma e edema extensos, incapacidade p deambular, mais de um teste de instabilidade positivo) 2)CRONICAS (Instabilidade): funcional (Entorses de repetição, dificuldade p deambular em terreno irregular, testes de instabilidade negativos); mecânica (Movimento anormal na articulação, testes de instabilidade positivos frouxidão ligamentar comprovada); diagnostico: Avaliação do mecanismo de trauma; Inspeção (Edema,Hematoma, Dificuldade para deambulação); Palpação; Testes de instabilidade (Gaveta anterior-LTFA; Inclinação do talus (estresse em varo)-LTFA e LCF; Teste para sindesmose- limitação de movimento: Diagnostico: Rx (AP com rot int e ext); RNM ecografia e TC; tto: CONSERVADOR: analgésicos tipóia, fisioterapia ; CIRURGICO: conservador sem resposta após 90 dias; INSTABILIDADE DO OMBRO: Ligamentos (toracoumeral e glenoumeral) ; fatores ativos: MR; kbça longa do bíceps; ação do serratil ant e trapézio; lesão de bankart (separação do lábio e ligamento glenoumeral inf ; lesão capsular com translocação anterior da kbça); DISPLASIA CONGÊNITA DO QUADRIL : definição: a cabeça femoral está completamente separada do acetábulo desde o nascimento, tanto no plano sagital como no coronal; 1/ 1000;

Ligamentos tibiofibulares ); R-x (AP; p); RNM (ligamentos);Tratamento: 1)CONCERVADOR: grau 1 e 2; funcional (RICE); Imobilização (bota gessada); 2) CIRURGICO: grau 3; reparo de ligamentos rompidos; lesões crônicas mecânicas (Enxertos tendinosos); complicações: imobilização (RA); cirúrgico (infecção; Necrose de pele; Deiscência de sutura; RA); FRATURA DE TORNOZELO: 1) LATERAIS (WA;WB; WC); 2) MEDIAIS (eversão- WA WB; inversão- WB WC); tto: CONSERVADOR (WA e WB, s/ desvio do maléolo medial; fraturas redutíveis e estáveis; complicações RA, sd compartimental, dor persistente) CIRURGICO (WC, c/ desvio do maléolo medial; incongruência articular; lesões de sindesmoses; complicações- necrose de pele, infecção, RA, dor persistente). FRATURAS EXPOSTAS é a solução de continuidade no tecido ósseo, onde seu foco comunica-se com o meio externo (contaminado) associado a lesão de partes moles e causada por trauma de alta energia; seqüência- Tíbia > Fêmur > Úmero. ATLS (1ª atenção é a ressuscitação , seguida de estabilização clínica.- ABCDE); Procedimentos com relação a abordagem da vítima ( A- Desobstrução de vias aéreas,DÇ CV, desfibrilação; Reanimação cardio-pulmonar; Imobilização; Cuidados com os Ferimentos; B- estado de consciência da vítima; C- CONTROLE DE HEMORRAGIAS: Elevar membro; comprimir o local da ferida com gase, manter a vitima agasalhada compressão de vs sg; CI fazer torniquete- faixas de smarth, desapertar a cada 10min; D; E); Imobilização: Alivia a dor, evita agravar as lesões; comprimir Sangramentos. CLASSIFICAÇÃO DAS FRATURAS EXPOSTAS: Parâmetros (contaminação; desvitalizaçao, fragmento, historia, lesão associada, mecanismo, partes moles, tipo e traço de fratura, vascularização); Tipo I: Ferida da pele em até 1 cm, contaminação mínima, lesão de dentro para fora; Tipo II: Ferida na pele entre 1 e 10 cm, esmagamento moderado, contaminação moderada; Tipo III Ferida maior que 10cm, extensa lesão de partes moles, contaminação significativa. Trauma de alta energia (III A: Fratura segmentar e por projeto de arma de fogo (PAF) ou ocorridas no campo, incluem neste grupo, III B: Lesão extensa não permitindo cobertura óssea, III C: Fratura com lesão arterial que necessita reparo cirúrgico). Avaliação Secundária: Perfusão, sensibilidade e motricidade; RX; TC; TTO CIRÚRGICO: Operar antes das 5 horas; Cirurgia: 1 Assepsia; 2 Desbridamento; 3 - irrigação c/ solução de ringer lactato ou SF (lavar a ferida); 4- Estabilização; Segunda Visão: 48 horas ( Qualidade da cobertura, tensão da sutura, hemodinâmica estável); REABILITAÇÃO: Curativos diário; Controle radiológico; Vigilância intensiva; Fisioterapia; Carga parcial ou total. PRINCIPIOS DA DOENÇA DO OMBRO: Anatomia: MR- supra e infra espinhal, subescapular e redondo menor; vascularizado pela a supraescapular e circunflexa (Post e inf); fç: estabilidade, mobilidade, nutrição; A articulação do ombro é caracteristicamente frouxa o que lhe confere grande amplitude de movimentos; RX P (escapula acrômio e túnel do supraespinhoso); do espaço subacromial (formato do acrômio; tendinite; bursite; ruptura do MR); Classificação de Neer: Fase I Edema e hemorragia reversíveis, jovens, devido a um excesso do uso do MS no esporte ou no trabalho (LER); Fase II Fibrose e tendinite do MR, idade entre 2545 anos; Fase III Ruptura completa do MR, com alterações ósseas típicas ao Rx simples; idade acima dos 40-50 anos; QC: dor (pior a noite, com movimento, irradia para face anterior do braço); crepitaçao; ruptura da bursa subacromial; sinal do braço caído; diagnostico: historia, anamnese, ex. físico, teste de xilocaina; RX (AP, AXIAL) artrografia, ecografia, RNM ; Tto Conservador: alivio da dor (analgésico, aines); estiramento capsular; reforço muscular; cirúrgico: acromioplastia; bursectomia; ressecçao da clavicula distal; reparo do MR; TENDINITE CALCARIA DO OMBRO: Depósito de sais de Ca no mm MR; fases: I) precalcifica (aspecto granulomatoso); II) calcifica: aspecto pastoso; III) pos calcifica: reabsorção do deposito de Ca; QC: dor pulsátil localizada na inserção supraespinhal, ocorre durante movimento de rotação, Formas mais graves - até 2 ª 3%; Fatores geográficos e étnicos; QC: RN (Assimetria dos membros e excesso de rotação externa dos membros; Desproporção da bacia e encurtamento MMII; Manobra de Ortolani - Posição supina; Exame no leito; Joelhos flexionados a 90 graus, Coxas aduzidas, rodadas internamente; Ressalto: sensação tátil de click; Manobra de Barlow: Dois tempos: criança posicionada em supino; Coxofemorais fletidas em 90 graus; joelhos totalmente fletidos; Dedo médio do examinador é colocado sobre o grande trocanter; As coxas são levadas em abdução média,

com mobilidade normal. Tto Incruento: Aparelhos Dinâmicos: Suspensório de Pavlik (ate o 6ºmes. limpeza articular. Tamanho do pé é menor. ETIOLOGIA: 1) fatores intrinsecos 1) Alterações histológicas musculares (Perdas das estrias musculares em graus variados. QC tardio: Encurtamento aparente do membro conhecido como sinal de Nelaton . Fatores extrínsecos: 1) da pressão intrauterina posicionando o pé em equinovarosupinado. redução incruenta. PE TORTO CONGENITO: Definição . reduz facilmente em poucas semanas. Assimetria das pregas inguinal. recidivas pos cirurgias. diagnostico Alterações básicas ( Eqüinismo do retro-pé. obter aspecto anatômico e estético normais. são rígidos sem pregas ou dobras cutâneas. Tto cirúrgico (cças 9m -3anos artrrografia.nota-se um pé rígido. Pctes com mielomeningocele. anestesia geral.supinação da mão. 2) Parada do Desenvolvimento.Pés não tratados ou pés rígidos. cças 3 -6 anos ostectomia. osteossintese. varocalcâneo. Varismo e supinação do ante-pé. tração previa. Intensas contraturas das partes moles. manipulação e tração longitudinal. adução e supinação do médio. 2) Oligoidrâminios Classificação: Postural : devido ao posicionamento dentro do utero. controle com USG . Nota -se que a cabeça femoral entra no acetábulo se estiver luxada. Tentativa de correção . é exercida uma força no grande trocanter. tecnica de Mckay (incisao de cincinatti) . Tenotomia do psoas ilíaco. tamanho e diâmetro das fibras. Método de Ponseti Colocação de gesso até a base da coxa. abeertura da cápsula. Varismo acentuado do calcâneo. artrogripose . Hipotrofia do Membro inferior. Tto: Objetivos (Correção de todas as deformidades. ccas >7anos cirurgia de chiari). Conservador: Iniciona 1ª sem de vida. gesso trocado semanal// até 5ºmes. Tendão de Aquilis muito tenso à palpação. aplicar força no polegar e luxar a cabeça do fêmur . Proeminência do grande trocanter do lado afetado. A segunda parte do exame consiste em movimento de pronação da mão do examinador. Redução de fibras dos músculos gêmeos e solear. Uso de calçados normais). não Há rigidez. incluindo cápsula e ligamentos. Borda lateral encurvada. Trocas a cada cinco dias.É uma deformidade Complexa que compromete as Estruturas ósseas e partes moles caracterizada clinicamente por equino do retropé. do ângulo TC (ângulo de Kite). tenotomia do adutores (p/ ccas > 3meses) . Cirúrgico Precoce: resistentes ao tto conservador. idiopático: são rígidos não reduz com manipulação. hipoplasia do núcleo femural de ossificação (tríade de putt). 3) Anomalias nas inserções tendinosas. antepé e cavo. Atrofia da musculatura da perna. Cavo plantar acentuado). Pés flexíveis. p/ ccas < 3meses). teratológicos: secundários ao mielomeningocele e artrogripos. Com Indicações (Pés tenotomia do tendão de Aquiles. diagnostico: fora do quadrante inferior interno de ombredane índice acetabular > 30º.

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