P. 1
Análise Modal em uma viga bi-apoiada

Análise Modal em uma viga bi-apoiada

|Views: 1.438|Likes:
Publicado porvaninho
João 3: 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Giovanni 3: 16 Dio infatti ha tanto amato il mondo da dare il suo Figlio unigenito, perché chiunque crede in lui non muoia, ma abbia la vita eterna.

Jean 3: 16 Car Dieu a tant aimé le monde qu'il a donné son Fils unique, afin que quiconque croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle.

John III: Sic enim Deus dilexit mundum, ut Filium suum XVI unigenitum daret ut omnis qui credit in eum non pereat sed habeat vitam aeternam.

Juan 3: 16 Porque tanto amó Dios al mundo que dio a su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree no se pierda, mas tenga vida eterna.

John 3: 16 For God so loved the world that he gave his only begotten Son, that whosoever believes in him should not perish, but have everlasting life.

Johannes 3: 16 Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe.

John 3: 16 Jer Bog je tako ljubio svijet da je dao svog jedinog Sina, da tko god vjeruje u njega ne pogine, nego da ima vječni život.

John 3: 16 Sillä niin on Jumala maailmaa rakastanut, että hän antoi ainokaisen Poikansa, että jokainen, joka uskoo häneen, ei hukkuisi, vaan saisi iankaikkisen elämän.

約翰福音3:16神愛世人,甚至將他給他的獨生子,叫一切信他的,不至滅亡,反得永生。

요한 복음 3 : 그는 그를 멸망 치 않고 영생을 얻게하려 하심에서 누구든지 믿는, 그의 독생자를 주신 하나님 (16)는이 세상을 사랑했다.

ヨハネ3:神のために16は、そのように誰でも彼を信じることは滅びるが、永遠の命を持つべきではないことを、彼は彼のひとり子をお与えになったほどに、世を愛された。
يوحنا 3: 16 لأنه هكذا أحب الله العالم حتى انه اعطى ابنه الوحيد، أن كل من يؤمن أن له لا يموت، بل تكون له الحياة الأبدية.

Иохан 3: түүнийг мөхөхгүй, харин мөнх амьтай байх ёстой гэж үзэж байгаа хэн боловч тэр нь түүний цорын ганц Хүүгээ өгсөн Бурханд 16 ертөнцийг үнэхээр хайрласан.

یوحنا 3: 16 برای خدا عاشق جهان است که او تنها پسر مولود، که هر کس به او ایمان هلاک نگردد، بلکه حیات جاودانی.

Иоанна 3: 16 Ибо так возлюбил Бог мир, что отдал Сына Своего Единородного, дабы всякий верующий в Него, не погиб, но имел жизнь вечную.

Johannes 3: 16 Also hat Gott die Welt geliebt, dass er seinen einzigen Sohn hingab, damit jeder, der an ihn glaubt, nicht zugrunde geht, sondern das ewige Leben.

John 3: 16 Vì Đức Chúa Trời yêu thương thế gian đến nỗi đã ban Con Một của Ngài, hầu cho hễ ai tin Con ấy không bị hư mất mà được sự sống đời đời.

Yuhanna 3: O onu helak, ama hepsi sonsuz yaşama sahip olmamalıdır içinde kim inanıyor, onun biricik Oğlunu verdi Tanrı için 16 yüzden dünyayı ekledi.

Ιωάννης 3: 16 Για το Θεό τόσο αγαπούσε ο κόσμος που έδωσε τον μονογενή Υιό του, ότι όποιος πιστεύει σ 'Αυτόν δεν πρέπει να χαθεί, αλλά να έχει αιώνια ζωή.
João 3: 16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

Giovanni 3: 16 Dio infatti ha tanto amato il mondo da dare il suo Figlio unigenito, perché chiunque crede in lui non muoia, ma abbia la vita eterna.

Jean 3: 16 Car Dieu a tant aimé le monde qu'il a donné son Fils unique, afin que quiconque croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle.

John III: Sic enim Deus dilexit mundum, ut Filium suum XVI unigenitum daret ut omnis qui credit in eum non pereat sed habeat vitam aeternam.

Juan 3: 16 Porque tanto amó Dios al mundo que dio a su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree no se pierda, mas tenga vida eterna.

John 3: 16 For God so loved the world that he gave his only begotten Son, that whosoever believes in him should not perish, but have everlasting life.

Johannes 3: 16 Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe.

John 3: 16 Jer Bog je tako ljubio svijet da je dao svog jedinog Sina, da tko god vjeruje u njega ne pogine, nego da ima vječni život.

John 3: 16 Sillä niin on Jumala maailmaa rakastanut, että hän antoi ainokaisen Poikansa, että jokainen, joka uskoo häneen, ei hukkuisi, vaan saisi iankaikkisen elämän.

約翰福音3:16神愛世人,甚至將他給他的獨生子,叫一切信他的,不至滅亡,反得永生。

요한 복음 3 : 그는 그를 멸망 치 않고 영생을 얻게하려 하심에서 누구든지 믿는, 그의 독생자를 주신 하나님 (16)는이 세상을 사랑했다.

ヨハネ3:神のために16は、そのように誰でも彼を信じることは滅びるが、永遠の命を持つべきではないことを、彼は彼のひとり子をお与えになったほどに、世を愛された。
يوحنا 3: 16 لأنه هكذا أحب الله العالم حتى انه اعطى ابنه الوحيد، أن كل من يؤمن أن له لا يموت، بل تكون له الحياة الأبدية.

Иохан 3: түүнийг мөхөхгүй, харин мөнх амьтай байх ёстой гэж үзэж байгаа хэн боловч тэр нь түүний цорын ганц Хүүгээ өгсөн Бурханд 16 ертөнцийг үнэхээр хайрласан.

یوحنا 3: 16 برای خدا عاشق جهان است که او تنها پسر مولود، که هر کس به او ایمان هلاک نگردد، بلکه حیات جاودانی.

Иоанна 3: 16 Ибо так возлюбил Бог мир, что отдал Сына Своего Единородного, дабы всякий верующий в Него, не погиб, но имел жизнь вечную.

Johannes 3: 16 Also hat Gott die Welt geliebt, dass er seinen einzigen Sohn hingab, damit jeder, der an ihn glaubt, nicht zugrunde geht, sondern das ewige Leben.

John 3: 16 Vì Đức Chúa Trời yêu thương thế gian đến nỗi đã ban Con Một của Ngài, hầu cho hễ ai tin Con ấy không bị hư mất mà được sự sống đời đời.

Yuhanna 3: O onu helak, ama hepsi sonsuz yaşama sahip olmamalıdır içinde kim inanıyor, onun biricik Oğlunu verdi Tanrı için 16 yüzden dünyayı ekledi.

Ιωάννης 3: 16 Για το Θεό τόσο αγαπούσε ο κόσμος που έδωσε τον μονογενή Υιό του, ότι όποιος πιστεύει σ 'Αυτόν δεν πρέπει να χαθεί, αλλά να έχει αιώνια ζωή.

More info:

Published by: vaninho on Sep 16, 2010
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/05/2015

pdf

text

original

Universidade Federal de Santa Catarina

Análise Modal Experimental

Relatório do Experimento 1

Aluno: Giovanni Bratti, Eng.

Professor: Roberto Jordan, Dr.Eng.

1 de setembro de 2010

1. INTRODUÇÃO

1

Introdução
O relatório a seguir apresenta um experimento realizado numa viga

bi-apoiada, na qual foi realizada uma análise modal experimental. Este tipo de experimento é comumente utilizado para a obtenção de parâmetros modais de estruturas, tais como autovetores “formas modais”, frequências naturais “autovalores” e fatores de amortecimento, para serem então utilizados em programas computacionais de engenharia, tais como Elementos Finitos, e permitir que projetos confiáveis de estruturas possam ser realizados. A estrutura experimentada foi excitada por um martelo de impactação, e com um transdutor de captação de respostas (acelerômetro), sinais de resposta da estrutura foram lidos por um sistema de aquisição de sinais, e funções resposta em frequência foram medidas. Um programa computacional realizou uma técnica de análise, no qual, através das curvas medidas, foram obtidos os parâmetros modais da estrutura. Os resultados obtidos experimentalmente foram comparados com os resultados obtidos a partir de um desenvolvimento analítico apresentado na Seção 2, onde então uma validação da análise foi realizada.

2

Formulação Analítica
Para obter a formulação analítica do experimento realizado, que tinha

como estrutura física uma viga bi-apoiada, considerou-se um modelo idealizado conforme indicado na Fig. 1 e suas propriedades constantes. A partir do Método de Sistemas Contínuos, da teoria de vibrações[1], tem-se que a equação diferencial parcial que descreve o movimento da viga

1

2. FORMULAÇÃO ANALÍTICA

Figura 1: Modelo idealizado do experimento com a viga bi-apoiada.

em flexão (equação da onda) é dada por ∂ 4 v(x, t) 1 ∂ 2 v(x, t) = 4 ∂x4 a ∂t2 sendo : a4 : Rigidez de flexão por massa por unidade de comprimento, dada por a4 = EI/m; E : Módulo de elasticidade do material; I : Momento de inércia de área, dado por I = bh3 /12; (1)

2

2. FORMULAÇÃO ANALÍTICA

v(x, t) : Deslocamento transversal de um ponto x da viga no instante t. Tendo em vista que a Eq. (1) é de quarta ordem, verifica-se a necessidade de quatro condições de contorno espaciais para a solução de v(x, t), onde neste caso são dadas por v(0, t) = 0 M (0, t) = EIvxx (0, t) = 0 v(L, t) = 0 M (L, t) = EIvxx (L, t) = 0 Aplicando o método da separação de variáveis através de v(x, t) = X(x)T (t) a equação da onda resulta em − X (IV ) T = ou 1 XT a4 (4) (3) (2)

X (IV ) 1T =− 4 =λ X a T

(5)

Usando a mesma separação de variáveis, as condições de contorno dadas na Eq. (2) nos fornecem v(0, t) = X(0)T (t) = 0 =⇒ = =⇒ = =⇒ = =⇒ =
logo logo logo logo

X(0) = 0 X (0) = 0 X(L) = 0 X (L)= 0. (6)

M (0) = EIX (0)T (t) = 0 v(L, t) = X(L)T (t) = 0

M (L) =EIX (L)T (t) = 0

Analisando a Eq. (5), podemos solucionar a equação diferencial ordiná-

3

2. FORMULAÇÃO ANALÍTICA

ria na seguinte forma X (IV ) − λX(x) = 0, mais as condições de contorno dadas na Eq. (6), em x = 0 e x = L. Este problema só admite soluções triviais(nulas) para λ ≤ 0. Portanto, para λ > 0, tem-se a proposta de solução √ √ √ √ 4 4 4 4 X(x) = C1 cosh( λx) + C2 senh( λx) + C3 cos( λx) + C4 sen( λx), (8) em que a segunda derivada é dada por √ √ √ √ 4 4 X (x) =C1 λ cosh( λx) + C2 λ senh( λx) √ √ √ √ 4 4 − C3 λ cos( λx) − C4 λsen( λx). (7)

(9)

Aplicando, respectivamente, a primeira e a segunda condição de contorno da Eq. (6), tem-se X(0) = 0 X (0) = 0 = C1 + C3 ⇒ = 0, √ √ = C1 λ − C3 λ= 0. ⇒ (10) (11)

Este sistema e C1 e C3 só fornece valores não nulos para estas constantes √ se λ = 0, o que implicaria em uma solução trivial para o problema, portanto não desejada. Em consequência, tem-se C1 = C3 = 0. Portanto a solução fica na forma √ √ 4 4 X(x) = C2 senh( λx) + C4 sen( λx). (12)

Aplicando agora a terceira e a quarta condição de contorno da Eq. (6), respectivamente, tem-se X(L) = 0 X (L) = 0 √ √ 4 4 = C2 senh( λL) + C4 sen( λL) ⇒ = 0, √ √ √ √ 4 4 = C2 λ senh( λL) − C4 λsen( λL)= 0. ⇒ (13) (14)

4

2. FORMULAÇÃO ANALÍTICA

Este sistema em C2 e C4 só vai possuir uma solução não trivial (sendo que esta significaria C2 = C4 = 0, ou seja, solução nula) se os coeficientes de C2 e C4 formarem uma matriz singular, ou seja, com determinante nulo. Esta última condição nos leva à equação √ √ √ 4 4 − 2 λ senh ( λL)sen( λL) = 0. Fazendo √ (15)

√ λ = 0 ou senh ( 4 λL) = 0 ter-se-ia a mesma solução, já √ descartada, λ = 0. Assim sendo, resta apenas considerar sen( 4 λL) = 0, o que fornece
4

λn L = nπ

,

n = 1, 2, 3, ...

(16)

ou então

n4 π 4 λn = 4 L

,

n = 1, 2, 3, ...

(17)

√ Com sen( 4 λL) = 0, voltando para as Eq. (13) e Eq. (14), obtém-se C2 = 0. Portanto, as autofunções ficam simplesmente na forma Xn (x) = sen nπx L , n = 1, 2, 3, ... (18)

Na solução de T (t) deve-se buscar a equação T + λa4 T = 0 a partir da Eq. (5), sendo que substituindo-se o valor de λ tem-se n4 π 4 a4 T (t) + T (t) = 0, L4 cuja solução fornece n2 π 2 a2  n2 π 2 a2  Tn (t) = D1n cos  t + D2n sen  t . L2 L2
   

(19)

(20)

Assim, a autofuncao de x e de t, ligada a cada autovalor λn , é dada por nπx vn (x, t) = sen L n2 π 2 a2  n2 π 2 a2  D cos   t + D2n sen t . 1n L2 L2
    

(21)

5

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

Finalmente, tem-se a solução final admitindo a série

v(x, t) =
n=1

vn (x, t),

(22)

em que os valores de D1n e de D2n são obtidos em função das distribuições iniciais e de deslocamento transversal de velocidade transversal dos pontos da viga(condições iniciais). Do desenvolvimento acima percebe-se que existem várias formas da viga vibrar livremente, que são as formas dos modos de vibração, dadas pelas funções Xn (x), apresentadas na Eq. (18). A cada uma destas formas existe uma frequência natural de vibração, ωn , que é o multiplicador da variável t nas Eq. (20) e Eq. (21), ou seja, a frequência natural é dada por: n2 π 2 a2 ωn = L2 (23)

Na Seção 4 são apresentados os resultados obtidos experimentalmente com os obtidos através dos cálculos das formulações analíticas aqui desenvolvidas, usando para isso as propriedades da estrutura medida, que são: L = 0.800mm, b = 0.056mm, h = 0.005mm, E = 210GPa (Aço) e ρ = 7800kg/m3 .

3

Descrição do Experimento
O experimento teve por objetivo realizar uma análise modal experi-

mental de uma viga bi-apoiada ilustrada pela Fig. 2, obtendo com isso, na faixa de frequência de 0 a 512Hz, os modos de vibração e suas respectivas frequências naturais. Para isso, foram utilizados os seguintes equipamentos de medição/programa: • 1 Acelerômetro PCB-Piezotronics
6

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

Figura 2: Ilustração da viga experimentada.

Modelo:352A21 Série:86995 Sensibilidade:0.942 mV/ms−2 . Para mais detalhes, ver Anexo A. • 1 Martelo de Impactos PCB-Piezotronics Modelo:086c05 Série:19347 Sensibilidade:0.23 mV/N. Para mais detalhes, ver Anexo B. • 1 Cabo de medição com conector BNC-UNF 10-32 (Para o acelerômetro). • 1 cabo de medição com conector BNC-BNC (Para o martelo). • 1 Analisador de Sinais LMS Scadas Programa: LMS Test.Lab versão 8A Módulos: Impact Testing e Modal Analysis. • 1 Microcomputador Intel Dual-Core com 2GB de memória RAM.
7

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

A cadeia de instrumentos e aparelhos utilizados é ilustrada na Fig. 3, onde observa-se que a viga possui condições de contorno bi-apoiado próximas das extremidades, e observa-se também que no meio da viga possuem duas pequenas chapas transversais à viga que não são levadas em consideração na análise modal.

Figura 3: Cadeia de instrumentos e aparelhos.

Antes de iniciar a aquisição dos sinais, foram realizados alguns ajustes nas configurações do módulo Impact Testing do programa LMS Scadas. Abaixo é destacado alguns dos principais ajustes: • Nomeação do arquivo (projeto), AME_viga_25082010; • Associação dos canais com os transdutores a serem utilizados (Transdutor de força do Martelo de impacto no canal de entrada 1 e acelerômetro no canal de entrada 2); • Ajuste das sensibilidades dos transdutores;
8

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

• Ajuste da direção dos sinais/tipo de transdutor (-z para a força; -z para acelerômetro; ambos do tipo ICP); • Ajuste do ganho (range dinâmico) para permitir que a faixa dinâmica utilizada pelo sistema de aquisição seja distribuída de acordo com a intensidade do sinal medido; • Ajuste dos parâmetros de aquisição: – Faixa de frequência de 0 até 512 Hz; – Número de linhas espectrais de 2048 linhas; – Resolução na frequência de 0, 25 Hz; – Tempo de aquisição de 4s; – Trigger com o sinal do martelo com um nível de ≈7mV em slopeup e um pré-trigger de ≈0,01s; – Janela force (também chamada transiente) para o sinal da força, com um cutoff de 4,5% (percentual do sinal que é captado pela janela); – Janela exponencial para o sinal de aceleração, com um decaimento de 10%; – Número de amostras para a média igual a 3 de medições por ponto; • Ajuste para que a função resposta em frequência (inertância) instantânea, função resposta em frequência média, coerência e a o sinal no tempo para a força e aceleração fossem visualizados, e que a função resposta em frequência média fosse salvas; Nas Fig. 4 e Fig. 5 são mostrados alguns dos parâmetros acima citados que foram configurados no módulo Impact Testing do TEST. LAB.
9

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

Figura 4: Ajustes do parâmetros dos canais no TEST.LAB.

Figura 5: Parâmetros configurados no TEST.LAB.

Para medir os pontos de resposta e excitação, a viga foi dividida em 34 pontos, identificados na Fig. 6 junto com suas cotas, onde foi excitada em diferentes pontos através do martelo de impacto, e a resposta foi obtida através do acelerômetro num ponto fixo da estrutura (ponto 3), afastado de 0,1m do apoio da esquerda, ponto este escolhido estrategicamente para

10

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

fugir das primeiras linhas nodais. Como pode ser visto na Fig. 6, os pontos de medição estão distribuídos em duas linhas ao longo da viga, cuja finalidade foi de tentar captar os modos de flexão e alguns modos de torção.

Figura 6: Ilustração dos pontos medidos e suas coordenadas, e as dimensões da viga em metro, cuja espessura é de 0,005m.

Devido a viga ter condição de contorno bi-apoiada, como pode ser observado na Fig. 6, os pontos 1,18,17 e 34 não foram excitados por serem pontos de deslocamento nulo. Assim, todos os demais pontos foram impactados, onde para cada impactação, foi medida a resposta no acelerômetro fixado no ponto 31 . Desta maneira, foram obtidas 30 funções resposta em frequência. Após serem feitos os ajustes no módulo Impact Testing, realizou-se uma verificação do sinal de força com relação ao tipo de ponteira do martelo. Segundo Jordan[2], o nível de densidade espectral de potência (PSD) da força não deve cair mais que 10dB na faixa de frequência de interesse com relação ao valor inicial. Assim, utilizando uma ponteira de borracha, constatou-se que a PSD da força num nível de 10dB abaixo do valor inicial (f = 0Hz), a frequência era de 200Hz, o que era inapropriado para a faixa de interesse (512Hz). Utilizando uma ponteira de Nylon, verificou-se que na frequência de 512Hz a queda era menor que 10dB (Fig. 7), o qual estava de acordo com o indicado.
Os pontos que foram impactados estavam localizados na parte superior da viga, já o ponto de resposta na parte inferior da viga.
1

11

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

Figura 7: Autospectrum do sinal de força.

Feitas estas etapas, uma geometria simplificada da estrutura em análise foi construída no programa (Fig. 8), conforme os pontos ilustrados na Fig. 6, e posteriormente os dados medidos foram associados à esses pontos para construção das formas modais.

Figura 8: Modelo simplificado da estrutura em análise.

Terminada a etapa de ajustes e verificação dos sinais/funções, foram realizadas as medições das inertâncias, onde é ilustrado uma etapa da medição na Fig. 9.
12

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

Figura 9: Tela de visualização das FRFs, fase, autospectrum, coerência e sinais no tempo.

Com todos os 30 pontos medidos (2-16, 19-33), através do módulo Modal Analysis, foi realizada a análise das formas modais e as respectivas frequências naturais. Para realizar esta análise, o programa carregou todas as FRFs medidas, fazendo uma espécie de soma das curvas. Assim, foram geradas equações em que o programa comparou com as curvas medidas quais eram as possíveis soluções. Num processo iterativo, as soluções foram se repetindo e a estimativa do erro foi caindo, e então o programa indicou que a solução correspondeu a um possível modo real de vibração da estrutura. Estes prováveis modos de vibração são indicados por um "s", conforme pode ser visualizado na curva de estabilização ilustrado na Fig. 10.a e na curva de indicação de modos (Fig. 10.b) que acontece quando a queda da curva em azul coincide com o pico da curva em vermelho. Analisando a Fig. 10.a, verifica-se que o programa indica com "s"alguns pontos que não coincidem com os picos da curva soma (curva vermelha), indicando que estes pontos correspondem aos modos computacionais, que
13

3. DESCRIÇÃO DO EXPERIMENTO

Figura 10: (a)Curva de Estabilização (de 0-200Hz). (b)Curva de indicação de Modos.

são caracterizados por elevados fatores de amortecimento e baixas constantes modais. Então, para determinar quais são os modos reais de vibração da estrutura, cabe ao operador clicar sob os "s"que coincidem com os picos da curva soma para que assim sejam extraídos os parâmetros modais
14

4. ANÁLISE DOS RESULTADOS

da viga. Depois de todo este processamento, pôde-se então gerar a curva modal synthesis, curva azul apresentada na Fig. 11.

Figura 11: Curva de Síntese Modal.

4

Análise dos Resultados
Através da formulação analítica apresentada na Seção 2, utilizando o

programa computacional MATLAB, as formas modais e as respectivas frequências naturais foram calculadas para os cinco primeiros modos de flexão, utilizando para isso, as propriedades da estrutura2 . As comparações dos valores das frequências naturais calculadas pelo método analítico com as obtidas experimentalmente, são apresentadas na Tabela 1 e suas formas modais na Fig. 12. Como foram medidas duas linhas de pontos, tornou-se possível a obtenção experimental de dois modos de torção, onde as frequências naturais
Um detalhe que deve ser notado é que na estrutura física existiam duas chapas transversais próximas ao meio da viga(Fig. 2), as quais não foram levadas em consideração na formulação analítica.
2

15

4. ANÁLISE DOS RESULTADOS

Deslocamento Transversal

1 0.5 0 −0.5 −1 0 0.1 0.2 0.3 0.4 Comprimento 0.5 0.6 0.7 0.8

Deslocamento Transversal

1 0.5 0 −0.5 −1 0 0.1 0.2 0.3 0.4 Comprimento 0.5 0.6 0.7 0.8

Deslocamento Transversal

1 0.5 0 −0.5 −1 0 0.1 0.2 0.3 0.4 Comprimento 0.5 0.6 0.7 0.8

Deslocamento Transversal

1 0.5 0 −0.5 −1 0 0.1 0.2 0.3 0.4 Comprimento 0.5 0.6 0.7 0.8

Deslocamento Transversal

1 0.5 0 −0.5 −1 0 0.1 0.2 0.3 0.4 Comprimento 0.5 0.6 0.7 0.8

Figura 12: Cinco primeiros modos de vibração de flexão da viga. (a)Analítico (curva em azul). (b)Experimental (superfície em marrom).

são apresentados na Tabela 2 e as formas modais na Fig. 13 e Fig. 14. Verificando a Fig. 10, observa-se que nas frequências de ≈ 121 e 126Hz
16

4. ANÁLISE DOS RESULTADOS Tabela 1: Comparação dos valores de frequências naturais de flexão obtidas. Modo 1 2 3 4 5 fn Analítico [Hz] 18,38 73,53 165,43 294,10 459,54 fn Experimental [Hz] 17,78 69,32 155,12 264,17 413,45 Erro [%] -3,27 -5,72 -6,23 -10,18 -10,03

Tabela 2: Comparação dos valores de frequências naturais de torção obtidas. Modo 1 2 fn Experimental [Hz] 220,00 335,14

Figura 13: Primeira forma modal de torção.

Figura 14: Segunda forma modal de torção.

existem dois indicativos de modos. Segundo o Prof. Jordan, esses dois valores são referentes ao primeiro modo de flexão de cada chapa transversal à viga. Pode-se observar na Tabela 1 e na Fig. 15 que o erro percentual cresce
17

4. ANÁLISE DOS RESULTADOS

“em módulo” até o quarto modo.

12 10 |Erro| [%] 8 6 4 2 1

2

3 Modo

4

5

Figura 15: Erro percentual entre a frequência natural analítica com a experimental.

O erro percentual apresentado na Fig. 15, pode estar relacionado com a diferença que existe entre o modelo real e o analítico. Como comentado anteriormente, existem duas chapas acopladas no centro da viga, ilustradas na Fig. 16a, que não foi levada em consideração nos cálculos analíticos, e outro detalhe que deve ser verificado é que, a viga real está apoiada com apoios distanciados de 0.800m, porém, além desse apoios, a viga possui um comprimento excedente, como pode ser observado na Fig. 16b. Esses dois detalhes podem ser os principais responsáveis pela discrepância dos resultados obtidos, onde, devido à adição de massa, os valores de frequência naturais se tornam mais baixos. Uma pequena fração de massa adicionada à estrutura também está associada com a massa do acelerômetro fixado à
18

4. ANÁLISE DOS RESULTADOS

viga. a Fig. 17 apresenta um fotografia do experimento realizado.

(a) Detalhe das chapas acopladas à viga.

(b) Detalhe do comprimento excedente à viga.

Figura 16: Detalhes que não são considerados no modelo analítico.

19

5. CONCLUSÕES

Figura 17: Fotografia do experimento realizado.

5

Conclusões
Através das comparações realizadas na Seção 4, pode-se verificar a va-

lidade do modelo analítico, que representou bem as formas modais e as respectivas frequências naturais da viga bi-apoiada. Pode-se observar que os valores das frequências naturais experimentais tiveram valores menores que os valores analíticos. Estas diferenças podem ser explicadas devido ao fato de a viga real ter uma quantidade de massa maior que a calculada analiticamente. Algumas dificuldades foram encontradas na realização do experimento, dentre as quais, se citam: escolha de sensores adequados (tal como o tipo de ponteira do martelo), habilidade em operar o programa de medição, manter coerência nas impactações realizadas, habilidade para que não houvesse duplo impacto nas marteladas, dentre outras. Este trabalho é de fundamental importância no fato de o aluno estar verificando a validade a teoria de vibrações aprendida na sala de aula e também com relação as dificuldades e os detalhes do experimento em que o estudante deve estar atento para que tenha resultados coerentes.
20

Referências
[1] JORDAN, R. Apostila de fundamentos de vibrações. UFSC, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica, 2009.
(Citado na página 1)

[2] JORDAN, R. Apostila de analise modal experimental. UFSC, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica, 2010.
(Citado na página 11)

ANEXO A -- Especificações do Acelerômetro

DATASHEET

352A21 Accelerometer
Specification: Performance
Sensitivity ( +/-15% ) Measurement Range Frequency Range (+/-5%) Frequency Range (+/-10%) Frequency Range (+/-3dB ) Resonant Frequency Broadband Resolution (1 to 10KHz) Non-Linearity [1] Transverse Sensitivity

English
10mV/g +/-500 g pk 1.0 to 10K Hz 0.7 to 13K Hz 0.3 to 20K Hz >=50 KHz 0.002g rms <=1% <=5%

SI
1.0mV/(m/s2) +/-4900 m/s2 pk 1.0 to 10K Hz 0.7 to 13K Hz 0.3 to 20K Hz >=50 KHz 0.02 m/s2 rms <=1% <=5%

Environmental
Overload Limit (Shock) Temperature Range (operating) Temperature Response +/-10K g pk -65 to 250℉ See Graph +/-98K m/s2 pk -54 to 121℃ See Graph

Electrical
Excitation Voltage Constant Current Excitation Output Impedance Output Bias Voltage Discharge Time Constant Setting Time (within 10% of bias) Spectral Noise (1Hz) Spectral Noise (10Hz) Spectral Noise (100Hz) Spectral Noise (1 KHz ) Spectral Noise (10 KHz) 18 to 30 VDC 2 to 20 mA <=300 ohm 7 to 11 VDC 1.0 to 3.5 sec. <3 sec. 800ug/√Hz 250ug/√Hz 60ug/√Hz 20ug/√Hz 10ug/√Hz 18 to 30 VDC 2 to 20 mA <=300 ohm 7 to 11 VDC 1.0 to 3.5 sec. <3 sec. 2 7840 (um/s )/√Hz 2450 (um/s2)/√Hz 2 590 (um/s )/√Hz 196 (um/s2)/√Hz 2 98 (um/s )/√Hz

Physical
Sensing Element Sensing Geometry Housing Material Sealing Size (H * L* W) Weight Electrical Connector Electrical Connection Position Mounting Ceramic Shear Titanium Epoxy 0.14 *0.45 *0.25 in 0.02 oz 3-56 Coaxial Jack side Adhesive Ceramic Shear Titanium Epoxy 3.6 *11.4 *6.4 mm 0.6 gm 3-56 Coaxial Jack side Adhesive

www.mingschin-tech.com

DATASHEET

All specifications are at room temperature unless otherwise specified. In the interest of constant product improvement, we reserve the right to change specifications without notice. Optional Versions ( Optional versions have identical specificaitons and accessories as listed for standard model except where notd below.More than one option maybe used.) HT – High temperature, extends normal operation temperatures Temperature Range ( Operating ) -65 to 325℉ -54 to 325℃

Notes
[1] Zero-based,least-squares,straight line method.

www.mingschin-tech.com

ANEXO B -- Especificações do Martelo de Impactação

Model Number

086C05
ECN #: 12958

ICP ® IMPULSE HAMMER
mV/lbf [mV/N] ±lbf pk [±N pk] Hz Hz Hz Hz % kHz 5,000 1,700 250 150 <±1 ≥28 18 to 30/2 to 20 <100 8 to 12 2,000 [1] [1] Quartz/Epoxy 0.70 [0,32] 1.0 [2,5] 0.25 [0,63] 9.0 [22,7] BNC/Bottom of Handle 6.9 [196] [2] [1] [2] [1] [2] [1] [2] [1] 1 [0,23] 5,000 [22 000] (±15%)

Revision: D

DYNAMIC PERFORMANCE Voltage Sensitivity Measurement Range (for ±5V output) Frequency Range (-10 dB) Hard Tip (084B03) Medium Tip (084B04) Soft Tip (084B05) Super Soft Tip (084A50/51) Amplitude Linearity Resonant Frequency ELECTRICAL Excitation Voltage/Constant Current Output Impedance Output Bias Discharge Time Constant MECHANICAL Sensing Element/Sealing Hammer Mass Head Diameter Tip Diameter Hammer Length Electrical Connector Mass of Extender Mass (084A09) VDC/mA ohms VDC sec material/type lb [kg] in [cm] in [cm] in [cm] type/location oz [gm] NOTES: [1] Typical. [2] Varies depending on test structure. These values are from hitting a stiff, steel mass. Hammer did not have extender mass attached.

SUPPLIED ACCESSORIES: Model 084A50/084A51 Super Soft Tip (1) Model 084B05 Soft Tip (1) Model 084B04 Medium Tip (1) Model 084B03 Hard Tip (1) Model 085A10 Tip Cover (4) Model 085A08 Tip Insert (4) Model 084A09 Extender, Steel (1) Model 081B05 Mounting Stud (2) Case (1) NIST Traceable Calibration Certificate

Phone (888) 684-0013 Fax (716) 685-3886 3425 Walden Avenue, Depew, New York 14043
Drawn: DD032 Rev.G 2/16/99 Date: Eng: Date: Sales: Date:

All specifications are at room temperature unless otherwise specified.

E-Mail: svssales@pcb.com
Appd: Date: Spec Number:

In the interest of constant product improvement, we reserve the right to change specifications without notice.

ICP® is a registered trademark of PCB Piezotronics, Inc.

15275

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->