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Manual Aplicacao Ciclo Introdutorio

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MANUAL DE APLICAÇÃO

CICLO INTRODUTÓRIO

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Manual de aplicação dos cursos do ciclo introdutório / [editor] Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. - Brasília : Ed. Auta de Souza, 1997. 276 p. : il. ; 23 cm. ISBN: 85-86104-04-3 1. Manual. 2.Ciclo introdutório de estudos. 3.Instrutores. 4. Planejamento. 5.Programa de aplicação dos cursos. I. Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. II. Título. CDD 133.9 CDU 135.9

MANUAL DE APLICAÇÃO
CICLO INTRODUTÓRIO

BRASÍLIA SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA "AUTA DE SOUZA" EDITORA AUTA DE SOUZA 1997

Copyright @ 1997 SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA "AUTA DE SOUZA" EDITORA "AUTA DE SOUZA" Capa: Alexandre Ribeiro Gonçalves Ilustração: Divino Cláudio dos Santos Revisão: Marivaine Ferreira Dias e Pedro Aganian Silva dos Santos Revisão Metodológica: Christine Garrido Marquez ISBN: 85-86104-04-3

Todo o produto desta obra é destinado à manutenção dos serviços assistenciais e de divulgação da Sociedade de Divulgação Espírita "Auta de Souza" QSD Área Especial nº 17, Taguatinga Sul - Distrito Federal

Impresso no Brasil

"Muito natural e louvável é, em todos os adeptos, o desejo, que nunca será demais animar, de fazer prosélitos. Visando facilitar-lhes esta tarefa, aqui nos propomos a examinar o caminho que nos parece mais seguro para atingir esse objetivo, afim de lhe pouparmos inúteis esforços." Allan Kardec

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............................3 .... 2............ 1.............................................................5 .......................3 .................................. 1............................SEPARAR O FALSO DO VERDADEIRO ........................................................O CENTRO ESPÍRITA E O ESTUDO ................................................. 21 23 23 26 28 28 29 29 30 31 4 ............................................................................................2 ............................................................ 3................. 3............................................. 2.......8 ......6 ..........O ESTUDO EM GRUPO .........2 ..................4 ...............................................OS CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO ...........................................PLANEJAMENTO .................. 4................................................................1 .............................................. 2...................................4 ...........A ESCOLA DO ESPIRITISMO ...... 18 2......................................................................................6 ...................7 .......................................................................................................................PORQUE ESTUDAR .5 ................................................................................ 1..........ALIAR O ESTUDO À PRÁTICA ....................OBJETIVOS ............... 3.........PALAVRAS DE KARDEC ................................................................ 3......4 ......................................................CURSOS REGULARES .......................................................................................................... 13 2 ... 1.............................................AMAI-VOS E INSTRUÍ-VOS .........................1 ......................................1 .... 2... 3 .........................NORMAS DOS CURSOS ..SUMÁRIO Apresentação .................................................... 1...........................................6 ..... 21 3............1 ...................................... CONTINUIDADE E METODOLOGIA ..O QUE ESTUDAR ........................ 4....2 ....................................................REUNIÃO DE INSTRUTORES ..................... 1..........NA ESCOLA DA ALMA ...........................................................JUSTIFICATIVA ........................................... 2.....................................O CICLO INTRODUTÓRIO ................................................................................................................................INSTRUÇÃO E EVANGELIZAÇÃO ..SERIEDADE...............CADERNO DE EXERCÍCIOS ............3 ....................... 29 4........................ESPECIALIZAÇÃO ........................A FORMAÇÃO DE INSTRUTORES ..........................................................................CONDUTA .............................................. 4.. 11 13 13 15 15 16 16 17 17 18 18 19 19 19 19 1 ....................4 ..............................................2 .............VANTAGENS DO ESTUDO PRÉVIO .................5 ..........3 ............................. 1................................... .....A ESCOLA DE MÉDIUNS ......................................... 1......................................................RECICLAGEM DE INSTRUTORES ....PREPARO DE INSTRUTOR ..................... 3.............................................................

...........CARTAZ ..........8 ....ANOTAÇÕES EM TORNO DA CORRENTE MAGNÉTICA ..1 ............................. 47 6.................................................................................5 ..................... 82 9....................................................................3 ............. 128 10.................... 138 11 .................................................5 ..................................................................................................................................DIVULGAÇÃO ......................................................................TÉCNICAS DE SENSIBILIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO ........... 119 10.......................................PLANO DE CURSO ...... 36 5.......................METODOLOGIA ............... 41 6 .................................. 79 9........................................................................... 195 12.......... 47 6................................CONTEÚDO DO CURSO ....................... 34 5......................4 ...............9 ...............................................................................PROGRAMA DO CURSO CORRENTE MAGNÉTICA ......1 .........RECURSOS DIDÁTICOS ... 67 7..............................................................................................................................3 .............3 ..............................REFORMA ÍNTIMA ..... 35 5..........PLANEJAMENTO ...2 .....QUADRO SINTÉTICO DO PROGRAMA DE APLICAÇÃO DOS CURSOS ....................... 67 8 ............4 ................................ENSINO SOCIALIZADO ...........................EXERCÍCIOS PRÁTICOS .............................................................................................ANOTAÇÕES EM TORNO DE ANDRÉ LUIZ .... 49 6.............................. 170 11...............................................................................................4 ........... 67 7.....................2 ..........4 .PLANO DE UNIDADE ...................3 ..........................................................................PLANO DE CURSO ..................................2 ........................................5 ..............................................................................................1 ............................................................. 120 10.......2 ..7 ..................... 61 7 ......................CONTEÚDO DO CURSO ...................................................PLANO DE UNIDADE ........................... 35 5...................TÉCNICAS DE DEBATE ........A OBRA DE ANDRÉ LUIZ EDITADA PELA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA .................NOÇÕES DE MEDIUNIDADE ............................................................................................................................. 135 10......6 .... 39 5..............................................TÉCNICAS DE TRABALHO EM GRUPO .............DA EQUIPE DE INSTRUTORES .................................................................O "NOSSO LAR"..............................................................................PROGRAMA DO CURSO PASSE ... 47 6.2 ........................................2 ..........................................5 ........................................................................... 208 12...1 ................................. 32 5.................................. 69 9 ... 163 11..IMPORTÂNCIA ..ENTREVISTANDO ANDRÉ LUIZ ......CONTEÚDO DO CURSO ....ASPECTOS GERAIS DA VIDA E OBRA DE ALLAN KARDEC ..TÉCNICAS DE ENSINO .....................................PLANO DE UNIDADE .......................................CONTEÚDO DO CURSO ...........................................MODELOS E FORMULÁRIOS .......................................................... 103 10. 197 12....................4 ...1 ....3 ...............MATERIAIS DIDÁTICOS DO CICLO INTRODUTÓRIO ........................................... 121 10..... 101 10......... 35 5..6 ......ASPECTOS PEDAGÓGICOS DO CICLO INTRODUTÓRIO ..A COLEÇÃO DE ANDRÉ LUIZ ....PLANO DE CURSO ...........................PLANO DE UNIDADE ..1 ....... 71 9...... 191 12 .................. 172 11..................................PROGRAMA DO CURSO NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA . 161 11...................................... 83 10 ............................................ 210 12.....................9 ..... VISTO PELA ÓTICA DA TERRA ..............3 ................... 32 5.....1 ..................................TRIAGEM E MATRÍCULA ....................... 105 10............................................................................................................2 ..................4 ...............................................................................................................................PROGRAMA DO CURSO NOSSO LAR .....CRITÉRIO DE PROMOÇÃO ... 134 10.......... 167 11.................7 .............8 .............................................................................................................................................. 71 9..........................................A INFLUÊNCIA DA OBRA DE ANDRÉ LUIZ NO DESENVOLVIMENTO DO ESPIRITISMO ............PLANO DE CURSO ................... 212 ........................................... 38 5.....................................

............ 231 13.......................................PASSE ................................................................................ 238 13.............................................................................2 ..................... 231 13............... 252 259 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......CORRENTE MAGNÉTICA ..................4 ...........................................13 ...GABARITOS DOS EXERCÍCIOS DOS CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO 13......... 267 ..............................................................................................................................................1 .......................................NOSSO LAR ......NOÇÕES BÁSICAS ...3 ......

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APRESENTAÇÃO O emérito codificador do Espiritismo. Quem quiser com eles instruir-se tem que com eles fazer um curso. universidade de formação de nossa alma. cujos gabaritos encontram-se relacionados no final deste Manual. Estes cursos teórico-práticos são ministrados acompanhados dos respectivos Cadernos de Exercícios. preparação da equipe e apoio pedagógico na aplicação dos estudos iniciais na instituição espírita.. nos esclarece: “[. Allan Kardec.” A Casa Espírita.NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA. NOSSO LAR. deverá escolher seus professores e trabalhar com assiduidade. enriquecida com importantes pesquisas doutrinárias. PASSE e CORRENTE MAGNÉTICA . em sua Introdução. trazendo algumas sugestões de técnicas de ensino que norteiem o instrutor na dinamização da aula. Os cursos do Ciclo Introdutório de Estudos Espíritas. necessita contar com a sua equipe de instrutores . para ministrar os conhecimentos doutrinários.. mas.. exatamente como se procedem entre nós.preparada e séria . no O Livro dos Espíritos. Aborda os aspectos pedagógicos do Ciclo Introdutório. composto da série de quatro cursos . O presente MANUAL DE APLICAÇÃO DO CICLO INTRODUTÓRIO destina-se a tal mister: servir aos instrutores como um roteiro..] O mesmo ocorre em nossas relações com os Espíritos. através dos cursos regulares. O instrutor encontra a programação detalhada destes estudos. visam a preparação e integração na Escola de Médiuns e trabalhos da Casa Espírita. .

esperando contribuir na melhoria do ensino doutrinário.A Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza traz a sua colaboração. aplicado aos estudos na Casa Espírita. Muita paz! Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza .

que julgáveis o nada.. Em verdade vos digo: os que carregam seus fardos e assistem os seus irmãos são bem-amados meus." [. sede os vencedores da impiedade. 107. de modo a elucidar recalques. meditai sobre as coisas que vos são reveladas. Espíritas ! amai-vos. ed. Sinto-me por demais tomado de compaixão pelas vossas misérias. Esse ou aquele cooperador que desistam de aprender. que também o sopro dos Espíritos dissipe os vossos despeitos contra os ricos do mundo. 130-131). reencetando tarefas. equaciona como problemas obsessivos as conjunturas em que padecem trânsfugas da responsabilidade.]" (André Luiz. cativos da vida.. amai. . Assim como o vento varre a poeira. porquanto se acham sujeitos a provas mais perigosas do que as vossas. pela vossa fraqueza imensa. não mistureis o joio com a boa semente. Bebei na fonte viva do amor e preparai-vos.. repetindo experiências para a libertação. não raro. Eis que do além-túmulo. 1. vendo o céu. p. Jesus-Cristo é o vencedor do mal. livres e alegres.].O Espírito de Verdade.. que compreendeis as trevas das vossas inteligências. não afasteis o facho que a clemência divina vos coloca nas mãos para vos clarear o caminho e reconduzir-vos.O Evangelho segundo o Espiritismo. p.. Estou convosco e meu apóstolo vos instrui. as utopias com as verdades. este o primeiro ensinamento..JUSTIFICATIVA 1. 1861). o Espiritismo dispõe de vigorosos recursos para a edificação do templo da educação. distonias que repontam desde os primeiros dias da conjuntura carnal.. vozes vos clamam : “Irmãos ! nada perece. 2 . 166). No Cristianismo encontram-se todas as verdades. a se fixarem no carro somático para complexas provas ou expiações. instruí-vos. (Paris. "ESPIRITISMO E EDUCAÇÃO . muito miseráveis. para deixar de estender mão socorredora aos infelizes transviados que. que são. Crede. condenam-se fatalmente às atividades de subnível [. a fim de serdes os artífices da vossa imortalidade. 1860).PORQUE ESTUDAR "[. jornadeando com o espírito através dos tempos. ed. . Nos domínios da mediunidade. 8. da cultura e da experiência aos . incorporando novos conhecimentos.O Espírito da Verdade (Paris. são de origem humana os erros que nele se enraizaram. oferecendo os instrumentos do conhecimento e da serenidade. caem nos abismos do erro. porquanto penetra nas raízes da vida. a lançar-vos um dia.. ao regaço de vosso Pai.Doutrina eminentemente racional. A educação encontra no Espiritismo respostas precisas para melhor compreensão do educando e maior eficiência do educador no labor produtivo de ensinar a viver. agora travestidos em roupagem nova. no seio dAquele que vos criou fracos para vos tornar perfectíveis e que quer modeleis vós mesmos a vossa maleável argila. neuroses. este o segundo.1 . filhos perdidos." (Kardec. Instruí-vos na preciosa doutrina que dissipa o erro das revoltas e vos mostra o sublime objetivo da provação humana.AMAI-VOS E INSTRUÍ-VOS "Homens fracos.1 . Considerando os fatores preponderantes como os secundários que atuam e desorganizam os implementos físicos e psíquicos.] em qualquer setor de trabalho a ausência de estudo significa estagnação.

onde poderemos encontrar a fonte principal de ensino que nos oriente para a iluminação? Poderemos obtê-la com as mensagens de nossos entes queridos. da parte de todos quantos militam nas suas fileiras. porquanto.O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita. representando o núcleo mais importante das energias evolutivas. A direção do Espiritismo. Estudos espíritas. enquanto que o avanço moral jamais será excessivo. como estamos examinando os valores propriamente do mundo. . porém. ou apenas com o fato de guardarmos o valor da crença no coração? -Numerosos filósofos hão compendiado as teses e conclusões do Espiritismo no seu aspecto filosófico. Aliás.reiniciantes do sublime caminho redentor. A necessidade imediata dos arraiais espiritistas é a do conhecimento e aplicação legítima do Evangelho. cuja obra exige de cada um sacrifícios e renúncias santificantes. Os escritores e os cientistas doutrinários poderão movimentar seus conhecimentos na construção de novos enunciados para as filosofias terrestres. mas não fornecem as luzes interiores. p. precário e perecível. O trabalho de cada um na iluminação de si mesmo deve ser permanente e metodizado. Teorias e fenômenos inexplicáveis sempre houve no mundo. antes de qualquer esforço humano.A alma humana poder-se-á elevar para Deus tão-somente com o progresso moral. o Espiritismo em seus valores cristãos não possui finalidade maior que a de restaurar a verdade evangélica para os corações desesperados e descrentes do mundo. porém. sem os valores intelectivos? . para a iluminação do íntimo. ambos são classificados como adiantamento moral e adiantamento intelectual. na sua feição de Evangelho redivivo. considerar a superioridade do primeiro sobre o segundo. é firme e imperecível. sendo justo. Só o trabalho de auto-evangelização. engrandecer e redimir o espírito. só tendes no mundo o Evangelho do Senhor. mas. pertence ao Cristo e seus prepostos. devemos reconhecer que ambos são imprescindíveis ao progresso. A palavra dos guias e mentores do Além ensina. 173). esse é o esforço. na repetição das experiências. podereis guardar os mais elevados princípios de crença no vosso mundo impressivo. depois de vossa edificação com . somente conseguidas à custa de grande esforço e trabalho individual. porquanto a parte intelectual sem a moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda. .Nos trabalhos espiritistas. no laborioso aprendizado da vida. científico e religioso. Os fenômenos acordam o espírito adormecido na carne. ". No círculo acanhado do orbe terrestre. que nenhum roteiro doutrinário poderá ultrapassar. mas a obra definitiva do Espiritismo é a da edificação da consciência profunda no Evangelho de Jesus Cristo. Todavia.” (Joanna de Ângelis.A propaganda doutrinária para a multiplicação dos prosélitos é a necessidade imediata do Espiritismo? -De modo algum. mas não pode constituir elementos definitivas de redenção. Só o esforço individual no Evangelho de Jesus pode iluminar. desejosos de luz e de evolução. O plano invisível poderá trazer-vos as mensagens mais comovedoras e convincentes dos vossos bem-amados. através dos quais os tornam homens voltados para Deus. todavia. o bem e o próximo. em particular. junto de vossa personalidade. a realização do mecanismo doutrinário em ação.

Sim. Uma pausa para a prece e singelo texto para vigilância espiritual. a fim de melhor entendermos os quesitos preciosos da existência...O CENTRO ESPÍRITA E O ESTUDO "Os nossos amigos espirituais sempre nos ensinaram a considerar os Centros Espíritas como a Escola mais importante de nossa alma. instruí-vos.. 80-81). 204. perg. as leis preponderantes da Causalidade. porque é no Templo Espírita . O consolador. hoje como sempre é de imensurável significação. Programa de vivência que nós estamos tentando conhecer e tanto quanto possível aplicar na Doutrina Espírita. de modo a podermos dirimir equívocos e dúvidas. p. ed. no dia reservado ao Culto Evangélico do Lar. 219).O QUE ESTUDAR "No que diz respeito à Doutrina Espírita.O ESTUDO EM GRUPO "P . procurando agir em grupo. 1. ed. 1. Definiu-lhe a validade o Espírito de Verdade. procurando imprimir naquelas mentes. Um quarto de hora. A terra e o semeador.. constituiu um grupo de doze companheiros para debater os assuntos relativos à doutrina salvadora do Cristianismo. simultâneamente. todo o programa que ainda hoje é programa para nossa vida. 218. 15..3 . todos podem realizar curso inadiável para promoção espiritual na escola terrestre. O estudo do Espiritismo. no lapidar conceito exarado em "O Evangelho Segundo o Espiritismo": "Espíritas! Amai-vos.5 . sempre que possível. intransferíveis." (Joanna de Ângelis. Uma noite por semana para o estudo espírita." (Emmanuel. portanto. depois de quase vinte séculos. dedicado ao estudo. Celeiro de bênçãos. p. no campo de nossas lides e lutas cotidianas. êste o segundo. diuturnamente.o exemplo do Mestre. alcançareis aquela verdade que vos fará livres. Um conceito espírita como glossário para cada dia. êste o primeiro ensinamento. cabe-nos a todos o dever de mergulhar o pensamento nas fontes lustrais do conhecimento. 6.O estudo em grupo é hoje um método muito divulgado. Uma nótula retirada do contexto luminoso da Codificação para estruturar segurança em cada 24 horas. que o Espiritismo hoje restaura. 1. o próprio Jesus desistiu de agir sozinho.Tanto para os Jovens como para os adultos o estudo em grupo é o mais eficiente até porque nós não podemos esquecer que na base do Cristianismo. Pequena página para reflexão. como currículo educativo. Ele reconheceu a sua missão divina." Estudar sempre e incessantemente a fim de amar com enobrecimento e liberdade. vamos dizer.. Este método é vantajoso para o adolescente ? R . diariamente." (Emmanuel. colocando balizas demarcatórias no campo das conquistas pessoais. 33).4 .

E a vida em equipe é disciplina produtiva. à frente do Universo e da Vida. 1. . nós vamos encontrar os estudos e os raciocínios adequados à nossa necessidade de vivência em paz no mundo com a vivência igualmente do Amor uns para com os outros. 17-19)..] Somos trazidos à escola espírita.. Quem aspire a entesourar os valores da própria emancipação íntima. não podemos menosprezar as lições em torno da paciência. das instituições que visam à especialização profissional e científica. que nós não podemos esquecer : "Amai uns aos outros como eu vos amei.NA ESCOLA DA ALMA "Levantam-se educandários em toda a Terra.. como sejam o alimento ao faminto e o remédio ao doente. ed. na atualidade. porque. Portanto um Templo Espírita é uma Universidade de formação espiritual para as criaturas humanas. Ao lado. Trabalhar para servir sempre mais. empresta a maior importância ao Templo Espírita.. ed. que realmente são importantes. na permuta de experiências e na aquisição de conhecimento. se é possível sanar as deficiências do corpo pelas doações da beneficência..] Estamos defrontados no Espiritismo por uma tarefa urgente: desentranhar o pensamento vivo de Allan Kardec dos princípios que lhe constituem a codificação doutrinária. Estabelecimentos para a instrução primária. De modo que.". que são atitudes da alma que nós não teremos sem estudar. Destacar a obra e olvidar-nos. "[. nós aprendemos Ciências que vão aperfeiçoar os nossos recursos intelectuais. p. porém.. p.. sem raciocinar. Aprender para trabalhar. com esquecimento de nós mesmos. em favor de todos. a fim de auxiliarmos e sermos auxiliados. encontramos no templo espírita a escola da alma. em torno da tolerância. tanto quanto ele..que nós recebemos de outros e podemos doar de nós mesmos os valores que servirão a cada um de nós para a vida eterna. a luz do espírito não se transmite nem por imposição. ao estudo da Química. para a melhoria da nossa vida interior. no Centro Espírita. orientado segundo os preceitos do Evangelho. [. nós damos tanta importância ao Estudo da Matemática. universidades para o ensino superior.. Capacitemo-nos de que o estudo reclama esforço de equipe. não alcançaremos a libertação verdadeira sem abolir o cativeiro da ignorância no reino do espírito. E forçoso será observar que o conhecimento é um tipo de aquisição que exige de nós caridade para conosco." (Emmanuel. [. segundo o ensinamento de Jesus. deve e precisa estudar. Por exemplo.] Estudar para aprender. e por isso o Espírito de Emmanuel. nem por osmose. Estude e viva. 5.. buscou desentranhar o pensamento vivo do Cristo dos ensinamentos contidos no Evangelho.. que nos orienta as atividades desde 1931. Mas. porque o Templo Espírita revive as casas do Cristianismo simples e primitivo em que os nossos corações se reúnem em torno dos ensinamentos do Cristo. 115).6 . Kardec. 6. numa Faculdade de ensino superior que nos merece o máximo acatamento. Entrevistas." (Emmanuel e André Luiz. Estude e viva.] Efetivamente. ensinando a viver [. Compreender que realização e educação solicitam entendimento e apoio mútuo..

Em mediunidade. 388).ESPECIALIZAÇÃO ". e temos de considerar que a mediunidade somente agora começa a aparecer no conjunto dos atributos do homem transcendente.8 . 6.. 20-22). cumprir o dever de dedicar-se à assistência. em favor dos irmãos menos felizes. A especialização na tarefa mediúnica é mais que necessária e somente de sua compreensão poderá nascer a harmonia na grande obra de vulgarização da verdade a realizar. 1. deverá sair da generalidade para produzir o útil e o agradável. amanhã será ajudado. devemos submeter-nos aos mesmos princípios. Conduta espírita. em faculdade. nas organizações geniais que raramente surgem na Terra. na esfera de suas possibilidades individuais. 15." (Emmanuel e André Luiz. Não esquecer que o seu auxílio ao grupo deve ser tão substancial e tão importante quanto o auxílio que o grupo está prestando a você. Quem ajuda hoje. ainda não apareceu. visitando e distribuindo auxílios a enfermos e lares menos aquinhoados. O homem enciclopédico.Nos trabalhos mediúnicos temos que considerar.ALIAR O ESTUDO À PRÁTICA "Pelo menos uma vez por semana.7 . 1. senão em gérmen.. esteja ela constituída no templo doutrinário ou em seu culto doméstico de elevação espiritual. Estude e viva.Pense no valor de sua cooperação na melhoria e no engrandecimento da equipe de que participa. O consolador. no círculo de obrigações que lhe competem na vida. perg. 53)..O homem do mundo. p." (André Luiz. p. ed. . os imperativos da especialização ? . ed. (Emmanuel. igualmente. ed. 15.

O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá.. Esse curso teria a vantagem de fundar a unidade de princípios. Toca ao leitor separar o bom do mau. começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o desenvolvimento das idéias. 35). colocamo-nos nas fileiras.]. em meio de uma aluvião de outras extravagantes ? Demais. de fazer adeptos esclarecidos. 48). O Espiritismo.. livres de prevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado. capazes . Que adiantará aquele que. dirigir a um sábio perguntas acerca de uma ciência cujas primeiras palavras ignore ? Poderá o próprio sábio. pois. que der. que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande. ininteligível. como nenhuma outra ciência. exatamente como se procede entre nós. uma questão. Os que desejem tudo conhecer de uma ciência devem necessariamente ler tudo o que se ache escrito sobre a matéria. 58. perseverantes. ou. CONTINUIDADE E METODOLOGIA "Dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência ." (Kardec.. p. como as apologias. deverá escolher seus professores e trabalhar com assiduidade. Quem. 74. 58. Não nos cabe ser juiz e parte e não alimentamos a ridícula pretensão de ser o único distribuidor da luz. a fim de poderem julgar por comparação. visto não querermos. e o que principalmente convém é encará-lo pelas suas conseqüências. não preconizamos. mas. O livro dos espíritos.1 . ed. O livro dos médiuns. "Acrescentamos que o estudo de uma doutrina.. ser aprendido a brincar. só pode ser feito com utilidade por homens sérios. por maior que seja sua boa-vontade. como primeira condição. dispor-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode. p. o que haja de principal.2 .SEPARAR O FALSO DO VERDADEIRO "Isto pelo que nos diz respeito." (Kardec. 2. ao acaso. p. dar-lhe resposta satisfatória ? A resposta isolada. o verdadeiro do falso. O mesmo ocorre em nossas relações com os Espíritos. por isso mesmo. Trazendo nossa pedra ao edifício. entende com todas as questões que interessam a Humanidade. [.2 . Quem quiser com eles instruir-se tem que com eles fazer um curso. Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodicamente.. Devem mesmo ler o pró e o contra. influenciar a opinião que dela se possa formar. será forçosamente incompleta e quase sempre. por complexa. O livro dos médiuns." (Kardec. sucede freqüentemente que. ed.PALAVRAS DE KARDEC 2. pelo menos. quando propostas ao acaso e à queima-roupa. Será de admirar que muitas vezes não se obtenha nenhuma resposta sensata a questões de si mesmas graves. não se limitando a um único autor.SERIEDADE. de nenhum modo. também já o dissemos. qual a Doutrina Espírita. inteirar-se dos diferentes sistemas. seriamente queira conhecê-lo deve. exige a solução de outras preliminares ou complementares. 31). para ser elucidada. nem criticamos obra alguma. toda uma filosofia.CURSOS REGULARES "Um curso regular de Espiritismo seria professado com o fim de desenvolver os princípios da Ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios.3 . as críticas. tem imenso campo. ou parecerá absurda e contraditória. ed. 2. Por esse lado.

ed. 44).] O meio..4. de se obviar a este inconveniente.." (Kardec.3 . ed. 28. encontrar. p.. consiste em se começar pela teoria..Poupar decepções "[.5 .os médiuns perfeitamente compenetrados do importante papel que representam na família humana e cheios dessa seriedade." (Kardec. p.4.] Mas. 18). 2.." (Kardec. Considero esse curso como de natureza a exercer capital influência sobre o futuro do Espiritismo e sobre suas conseqüências.. Aí todos os fenômenos são apreciados. 2.onde a escola de médiuns? Existe? Porventura os homens que têm a boa vontade de estudar convosco os mistérios do Criador. 58.6 .. que dá uma idéia da grandeza da nossa Doutrina?" (FEB. O livro dos médiuns. pois. precisamos dos elementos constitutivos dela. Esse o método que seguimos em as nossas lições e pelo qual somente temos que nos felicitar.2 .A ESCOLA DO ESPIRITISMO "Este trabalho que não dissimulamos. p.de espalhar as idéias espíritas e de desenvolver grande número de médiuns.VANTAGENS DO ESTUDO PRÉVIO 2. ed. para a propaganda. encontram em vós os instrumentos disciplinados . por experiência e.Começar pela teoria "[..1 . p. Se é fazer escola procurar nesta ciência o fim útil e proveitoso para a humanidade." (Kardec. 44). de modo que o estudante vem a conhecê-los. 45). 342). ed.] Este caminho ainda oferece outra vantagem: a de poupar uma imensidade de decepções àquele que queira operar por si mesmo. Obras póstumas.. preparando os seus Espíritos para o ressurgir da outra vida. A prece segundo o Evangelho. Precavido contra as dificuldades.] Falamos. assim. Mas uma tal . 58. a saber em que condições podem produzir-se e quais os obstáculos que podem. é por experiência que dizemos consistir o melhor método de ensino espírita em se dirigir.4 . O livro dos médiuns..A ESCOLA DE MÉDIUNS "[.. 2. levantará mais de uma crítica da parte daqueles a quem desagrada a severidade dos princípios. antes à razão do que aos olhos. 2.. também. 2.4.. muito simples. explicados. a lhes compreender a possibilidade. ed. 58. O livro dos médiuns.O melhor método "[. aliás. já nos acusam de querermos fazer escola no Espiritismo. nós teríamos o direito de nos sentirmos envaidecidos com a acusação. ele saberá manter-se em guarda e evitar a conjuntura de adquirir a experiência à sua própria custa. aquele que ensina. Pergunto: . bem como dos que vendo as coisas de um outro ponto de vista. 25. p.

que a teriam criado sem a nossa intervenção.4. aspiramos apenas o modesto título de propagandista. Se um nome é necessário. felizes de nos colocarmos sob sua bandeira. senão o bom senso das massas e a sabedoria dos bons Espíritos.escola não necessita de outro chefe. jan. com o que concordam todos quanto temos necessidade de esperanças e de consolações. 1861. v. Eis porque declinamos da honra de a ter fundado. p. ao contrário.1). sentindo-nos. n. ." (Revista Espírita. escreveremos em seu frontespício: ESCOLA DO ESPIRITISMO MORAL E FILOSÓFICO.1 .

e preferindo. exatamente como se procede entre nós. que cabedal enorme de conhecimentos e de experiências carregariam para sempre!” (Reformador. vivenciasse seus ensinos. versem temas fundamentais da Doutrina Espírita. ed. mas. não se cansando de repetir estudos para fixar o aprendizado. ou parecerá absurda e contraditória. treva presente. Se a grande maioria dos espiritistas se dedicasse ao estudo aprofundado e constante da Doutrina e. Conduta espírita. "Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodicamente. Que adiantará aquele que. 31). Desobsessão. 1988. dar-lhe resposta satisfatória ? A resposta isolada.1 . p. 74 ed. n.A FORMAÇÃO DE INSTRUTORES 3. para entrar em seguida nos setores práticos. p. É imprescindível que os lidadores encarnados estudem também.. dirigir a um sábio perguntas acerca de uma ciência cujas primeiras palavras ignore ? Poderá o próprio sábio.. “Consagrar diariamente alguns minutos à leitura de obras edificantes.] Alguns minutos diários dedicados ao estudo sério de determinada matéria. 15 ed. Imaginemos a norma aplicada ao campo dos estudos espíritas. O mesmo ocorre em nossas relações com os Espíritos. Aprende mais.O estudo "[. Disciplinar-se na leitura. mar.1908." (Kardec. ao acaso.1 . começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o desenvolvimento idéias. “Os benfeitores desencarnados e os espíritos familiares estudam sempre a fim de se tornarem mais úteis na obra da educação e do consolo junto da humanidade terrestre. esquecendo os livros de natureza inferior. 229).3 . por alimento da própria alma.” (André Luiz. Luz ausente. no que concerne a horários e anotações. ao cabo de alguns anos pode converter uma criatura dedicada e perseverante em uma autoridade no assunto. ao mesmo tempo. em particular no que diga respeito à mediunidade. os que. em esforço perseverante durante toda a vida. deverá escolher seus professores e trabalhar com assiduidade. Teoria meditada. quem estuda melhor.. 12.1. p. p. 137-139).” (André Luiz. por maior que seja a sua boa-vontade.. ação segura.9).. será forçosamente incompleta e quase sempre.PREPARO DO INSTRUTOR 3. Quem quiser com eles instruir-se tem que com eles fazer um curso. . O livro dos espíritos. acima de tudo. melhorando por si mesmo o próprio aproveitamento. Digerir primeiramente as obras fundamentais do Espiritismo. por isso mesmo ininteligível. que der.

p. 230). "A AUTO-EDUCAÇÃO é um processo de busca da perfeição. quiçá mais sofrimentos. "Aspiras à posse do conhecimento espírita evangélico? Iniciemos o aprendizado pela reforma íntima. 15. com mais trabalho.1. segundo aqueles que julgam ser inatingível a perfeição humana. como empenho na afirmação de uma consciência sempre mais esclarecida e reta. visando à libertação do ciclo das reencarnações. A auto-educação. não são para o nosso mundo. com a disciplina dos sentimentos egoísticos e inferiores. Jesus não exigia uma igualdade de perfeição com Deus. ed. mais repetições. a exortação do Mestre torna-se muito clara.. Hoje.2 . perder tempo irrecuperável é retardamento da chegada. No portal da luz. Como iniciar o trabalho de iluminação da nossa própria alma? . de outro modo poderá esbarrar sempre com o fantasma do personalismo. em detrimento de sua missão. Deter-se na caminhada." (Emmanuel. o programa a ser cumprido. ed. 7:3-5). Para nós. "Qual a maior necessidade do médium? . não se trata de um processo ilusório. Mas sabem também que não estaremos eternamente limitados às formas de vida da Terra. Descobri-lo e estabelecer as vias de acesso para alcançá-lo depende de nós. Se não podemos atingir a perfeição relativa ao nosso Orbe em uma só vida.” (Mateus. Os espiritistas sabem que a perfeição.3.. como a felicidade. quando tens no teu uma trave? Hipócrita. 15). pois. pois. e não vês a trave no teu olho? Ou como dizes a teu irmão: Deixa-me tirar-te do teu olho o argueiro. corresponde ao esforço que o aprendiz emprega para melhorar-se e engrandecer-se espiritualmente. O caminho para o Alto acha-se perfeitamente identificado pelos estudiosos com boa vontade.Esse esforço individual deve começar com o auto-domínio.A primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes de se entregar às grandes tarefas doutrinárias. 387. mais esforços. com o trabalho silencioso da criatura por exterminar as próprias paixões. e então verás como hás de tirar o argueiro do olho de teu irmão. por extensão. As vidas sucessivas são meios de aperfeiçoamento do Espírito. O Consolador indica-nos as metas. Disse Jesus: "O reino de Deus está dentro de vós". tira primeiro a trave do teu olho. A auto-educação é o meio para isso. espíritas. o caminho da evolução. ensino aplicável a todos nós.Reforma íntima “Porque vês tu. 3. . teremos outras oportunidades. Ao exortar os seus discípulos a se tornarem perfeitos como o Pai Celestial. Indicava somente o dever do aperfeiçoamento. sob a luz da Doutrina Espírita. perg." (Emmanuel. O consolador. os caminhos. o argueiro no olho do teu irmão. Nosso dever é o de aproveitar ao máximo cada encarnação.

1988. nos dias de aproveitamento positivo." (Joanna de Ângelis.3 . o pensamento reto dirigirá a ação. 1908.. a felicidade que buscas. tanto quanto respeito e disciplina na consecução das próprias tarefas. Observar rigorosamente o horário das sessões. numa visão mental abrangente e segura de auto-educação. Nas atividades cristãs que a Doutrina Espírita desdobra o servidor é sempre convidado a um trabalho eficiente. agindo com acerto para encontrares mais tarde.]. 3. não pode prescindir de planejamento. aliando humildade e energia. mar. pois que a realização não deve ser temporária nem precipitada. muitas vezes. Espírito e vida. Programar para agir é condição de equilíbrio.]. A improvisação é responsável por muitos danos.PLANEJAMENTO "A obra do bem em que encontras empenhado.Seria ideal que não se passasse nenhum dia em nossa vida sem que algum proveito espiritual fosse acrescentado ao nosso patrimônio. p.. Improvisar é recurso de emergência. Todavia o delineamento nos serviços que devem avançar pelo tempo.CONDUTA 3." (Reformador. Para agires no bem. como a Doutrina dos Espíritos. 9-10). e. Com ela se desdobra vasto programa de vida em que o ideal precederá a realização. . Planejar-agindo é servir-construindo [..2 . observa e experimenta. n. Daí a importância da escolha de uma diretriz. p.Disciplina "Ser atencioso. no trabalho libertador avança. Planifica tudo que possa fazer e que esteja ao teu alcance. mesmo que haja dias de crises nos quais as perdas sejam consideráveis. qualquer recurso positivo constitui-se material excelente de rápida aplicação. sereno e compreensivo no trato com os enfermos encarnados e desencarnados. com atenção e assiduidade[. Somente a forja do bom exemplo plasma a autoridade moral. que corresponda a um ideal capaz de satisfazer às mais belas aspirações das almas propensas ao bem. Nem a precipitação geradora de muitos insucessos. Estuda e examina. mas de molde a atender com segurança. 3. a idéia justa se transformará em fato. Nem o estudo demorado. A perseverança no bem fará a reversão das perdas. no qual aplicas o tempo.]. fugindo à ação.3.116-117). na realização superior. E isso sabemos ser perfeitamente possível.. a velhice do corpo ou a fase da juventude não são os elementos essenciais na determinação do aproveitamento espiritual. tem regime prioritário [. resoluto..1 . No homem que se fixa num ideal edificante..

ed." (André Luiz. 3.] Observemos a folhinha. 54).3. Muito natural que a ausência não justificada do companheiro a três reuniões consecutivas seja motivo para que se lhe promova a necessária substituição. Desobsessão. da Doutrina que abraça e da coletividade a que deve servir.3. Conduta espírita. atendendo a todas as obrigações com o necessário equilíbrio.. O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas. ao invés da primeira pessoa do singular.2 .. p. Verbo sem disciplina gera males sem conta. 60-62). "Entrar pontualmente no templo espírita para tomar parte das reuniões. usando simplicidade e precatando-se contra a formação da dúvida nos ouvintes.” (André Luiz. O dever. nunca estabelecer paralelos ou confrontos suscetíveis de humilhar ou ferir. desistindo da exibição de quaisquer objetos.3 .Freqüência "Assiduidade é lição que colhemos na escola da Natureza. confiando na pontualidade das estações. 219). Somos todos necessitados de regeneração e de luz. ed.]Ordem mantida.. ed. Conduta espírita.. lealmente cumprido. Conduta espírita. 49). 12. O templo é local previamente escolhido para encontro com as Forças Superiores:" (André Luiz. Cada pregação deve harmonizar-se com o entendimento do auditório. estejamos atentos às obrigações que os Benfeitores Espirituais depositam em nossas mãos e nas quais não devemos falhar. comentando as lições sem fugir ao assunto em pauta.. "Na casa assistencial de caráter espírita. silenciando exibições de conhecimentos.. p. 15." (André Luiz. p.[. ed. p. preferir o uso de verbos e pronomes na primeira pessoa do plural. Sempre que possível. 15.Seriedade . Lavradores enriquecem os celeiros da Humanidade." (André Luiz. com quem distribui avisos e exortações.. [. 23-24). 40). p. sem provocar alarido ou perturbações. Conduta espírita. construções ou medidas que expressem supérfluo ou luxo. p. alimentar a simplicidade doutrinária. 15. a fim de que não se isole da condição dos companheiros naturais do aprendizado. 3. ed. 15. “Calar qualquer propósito de destaque. Conduta espírita... rendimento avançado. e ajustar-se à Inspiração Superior. ed. todos os dias.. 15. "Situar em posições distintas as próprias tarefas diante da família e da profissão.” (André Luiz. mantém a saúde da consciência. Respeitando pessoas e instituições nos comentários e nas referências.

276). 31). Dignidade e respeito para com todos.. como primeira condição. dispor-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode.. 35). ed. p. 12. Conversação construtiva. em meio de uma aluvião de outras extravagantes ? Demais. O Espiritismo. 6.] Dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência .. o Evangelho segundo o Espiritismo. “Acrescentemos que o estudo de uma doutrina. só pode ser feito com utilidade por homens sérios. dos tesouros do coração. p.] Autoridade fundamentada no exemplo. Brandura e firmeza. 58. distribui sem nunca empobrecer-se. ed...” (Emmanuel e André Luiz.” (Kardec. Desobsessão. 107.] Pregai pelo exemplo da vossa fé.INSTRUÇÃO E EVANGELIZAÇÃO ... Pregai pelo exemplo das vossas obras para lhes demonstrardes o merecimento da fé. também já o dissemos. infinita.. Estude e viva.3..]” (Kardec. O livro dos médiuns.]. perseverantes. Quem mais deu e quem mais dá sobre a Terra é Jesus-Cristo. que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande.. e o que principalmente convém é encará-lo pelas suas conseqüências. Hábito de estudo e oração.. 59-60). pois. p. Será de admirar que muitas vezes não se obtenha nenhuma resposta sensata a questões de si mesmas graves. Pregai pela vossa esperança firme.” (Kardec. 74. qual a Doutrina Espírita. O Evangelho segundo o Espiritismo. toda uma filosofia..“[.] Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más [...] Tua prosperidade brilha nos exemplos de fraternidade com que dignificas a vida. 53). nas demonstrações de altruísmo com que suprimes a crueldade. ed.. 3. O livro dos espíritos. ed.” (Kardec. nos testemunhos de fé renovadora com que levantas os tíbios ou nos atos de humildade com que desarmas a delinqüência. para a incutirdes nos homens. cuja riqueza verte. "[. O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá. p. Quem. exige a solução de outras preliminares ou complementares. sucede freqüentemente que. ser aprendido a brincar. entende com todas as questões que interessam a Humanidade. tem imenso campo.” (André Luiz. livres de prevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado [. ed. p... para ser elucidada. quando propostas ao acaso e à queima-roupa. "[. como nenhuma outra ciência. Reparte com o próximo os valores que transportas no espírito Aquele que verdadeiramente serve. para lhes dardes a ver a confiança que fortifica e põe a criatura em condições de enfrentar todas as vicissitudes da vida. 107.4 . por complexa. “[.Exemplo “[.. 3. Afeição sem privilégios.. 305)..4 . uma questão. p. ed. Sinceridade e entendimento. seriamente queira conhecê-lo deve.

a floração infanto-juvenil .3. Quem evangeliza. é luz no caminho dos homens. escravo das paixões. Há lutas de destruição em toda parte.4. . evitando os lamentáveis erros transatos. no entanto. [. vigoroso e libertador. nas diversas expressões em que se manifesta. p. com sua fauce hiante. estamos convocando os obreiros de boa vontade para a tarefa divina de evangelizar.4. é de relevância. Terapêutica de emergência. liberando crianças e jovens que se arrojam na desabalada correria da loucura. 21-24).. porém. Evangelizemos nossos lares. na Terra. pondo em ruínas as velhas construções do materialismo. padece a hipertrofia dos sentimentos. prosseguem gerando infortúnio e dor.. ao primitivismo. enquanto o monstro da guerra. [. persiste em devorar vidas. conforme ocorrera antes. qual ocorria naqueles dias em que veio Jesus para dar início à Era do Espírito Imortal. meus filhos. Evangelho é sol nas almas. A oração em conjunto torna o lar um santuário de amor onde os Espíritos mais nobres procuram auxiliar mais e mais. Hoje. 3. A opressão e a força mudaram de mãos. liberta para a Vida feliz. por isso mesmo. porém..” (Diversos Espíritos. a destruição do instituto da família. Quem educa.] Ao Espiritismo cabe a honrosa tarefa de trazê-Lo de volta. é elo abençoado para união perfeita. As vozes do além-túmulo que Lhe obedecem ao comando. doando à nossa família a bênção de hospedarmos o Cristo de Deus em nossas casas.. o século chamado das luzes.. embora o espaço de dois mil anos que os separam. 2.assume a grandeza de um desafio que nos cumpre aceitar. em desolador retorno à barbárie. pode-se adicionar àquelas condições negativas.] A tarefa da educação. oferece meios para que a mente alargue a compreensão das coisas e entenda a vida. cria os valores ético-culturais para uma vivência nobre e ditosa.. promovem.Nosso papel perante a evangelização "Ao término do século XX. entre outras lamentáveis ocorrências. enquanto que a da evangelização é de urgência salvadora.rodas do progresso do amanhã que avançam pelos pés do presente . atuante e dócil.2 . parecendo anunciar o fim dos tempos da ética e da civilização. ensejando compreensão nova da vida e da realidade do ser imortal. ed. para conduzir com segurança e sabedoria.1 .. uma clarinada de despertamento. Neste sublime cometimento. O homem. dobrando os talentos de luz que ali são depositados. conjugando esforços em ambos os lados da vida. a grassar avassaladora.Desafio de urgência "Estes são como aqueles tempos. Quem instrui.

Memórias de um suicida.” (Yvonne A. São como anjos-tutelares que sobre vós." (Bezerra de Menezes. n. p.] O estudo aqui é feito de forma bem objetiva. São às vezes. 20. Há um grito que ressoa pelo infinito! Pai. O mundo que eu encontrei. guardando nossas mentes e nossos corações na bênção dos ensinos sublimes.] .” (Luiz Sérgio. já glorificados pela observação da Lei que infringistes. se debruçarão.3 . 3. recebendo.4. de sua cátedra de Amor. Os tempos são chegados. estendem-se. ed. à procura da evolução espiritual. 18. muitas vezes comprovado nos testemunhos santificantes. mai. conduzindo uma Família humana integrada nos princípios da vida em hosana ao seu Criador. como que passaporte para outra localidade espiritual. sois entregues em nome do Pastor Celeste. ed. novamente para este asilo. o programa a ser tratado.. Pereira.Aqui tendes os vossos educadores. que nada têm de convencidos nem ares de superioridade. Conclamamos os corações de boa vontade: Evangelizem. Estamos na Terra mas alistamo-nos nas fileiras do Cristianismo para erguermos bem alto a bandeira da luz do Mestre Divino: “Amai-vos uns aos outros como vos tenho amado. 422-423). Sabemos que a Terra é um formoso Educandário e o Mestre Divino.Evangelizemos nossas crianças. então. lições longas que levam horas e horas e são dadas com a observação do fenômeno que se quer aprender. os desesperados suplicam luz.. Evangelizemo-nos. Evangelizemos. os corações aflitos pedem amparo. . em todos os dias de vossa vida. em virtudes e méritos. neste momento. a serenidade e o caminho do amor nobre. quando. Evangelizemos nossos companheiros de trabalho. p. pelo perdão constante. voltardes da Terra. exemplifica pela assistência constante. 27). como sobre vossos destinos.. Reformador. 9). somente através do Evangelho vivido à luz da Doutrina Espírita encontrará o homem a paz. Os mestres. socorre-nos! Filhos. pelo exemplo na conduta nobre. peçamos ao Pai inspiração e prossigamos para o alto porquanto somente Cristo com o Seu saber e o Seu coração de luz poderá iluminar nossos caminhos. espíritos forasteiros do infinito em busca de novas experiências.. acompanham os alunos e dão lições de acordo com os problemas que aparecem. Filhos.O evangelizador no plano espiritual “[. 1934. Acendamos a luz dos ensinos divinos para que a Terra se torne um sol radioso no infinito. amparando-vos na espinhosa jornada! Acompanhar-vos-ão." Evangelizemos.. a um passado remoto. As credenciais dos mestres a quem. a partir deste momento. 1990. onde reapanhareis o fio normal da rota evolutiva interrompida pelo suicídio. "[. e só darão cumprida a nobre missão de que se incumbiram junto de vós. p..

5 . as aulas de práticas assistenciais ou outros assuntos relacionados ao processo pedagógico. "Renovar as matérias tratadas nos programas de evangelização.3." (Emmanuel e André Luiz. 3. p.] Não esquecer que o seu auxílio ao grupo deve ser tão substancial e tão importante quanto o auxílio que o grupo está prestando a você. 6. . "[. na permuta de experiências e na aquisição de conhecimento. com esquecimento de nós mesmos. p..] Capacitemo-nos de que o estudo reclama esforço de equipe. através de reuniões de reciclagem programada.. 53). os instrutores aprimorem seus conhecimentos e métodos empregados na educação das almas...] Somos trazidos à escola espírita. O Espiritismo progride sempre. "[. Destacar a obra e olvidar-nos.. segundo as orientações atualizadas. E a vida em equipe é disciplina produtiva." (Emmanuel e André Luiz.REUNIÃO DE INSTRUTORES A reunião de instrutores visa o planejamento e detalhamento das ações pertinentes ao funcionamento dos cursos... Compreender que realização e educação solicitam entendimento e apoio mútuo. buscando sanar. fomentando a troca de experiências e conhecimentos. gerando estímulos e vencendo obstáculos.. 15. 6. todo e qualquer problema ou dificuldade que porventura venha a ser escolho ao seu funcionamento normal.. Nesta reunião são avaliados os cursos. ed. em conjunto. a fim de auxiliarmos e sermos auxiliados. Estude e viva. ed. vez por outra. 21-22). [. Estude e viva.]:" (André Luiz. Dedicar atenção constante à melhoria dos processos pedagógicos [. p.RECICLAGEM DE INSTRUTORES Mister faz-se que. Conduta espírita. ed...6 . em favor de todos.141).

. ed. 15. Roteiro. 5.2 . 4. Obras póstumas..3 .. p.... em favor de todos.1.. ed. p. Obras póstumas. 4. ed. 4. p.1."[.2....1 .2. Entrevistas." (Kardec..] fundar a unidade de princípios [. ed. 342)..1."[." (Emmanuel e André Luiz.1." (Emmanuel. o processo libertador das consciências. 91). 2.] Capacitemo-nos de que o estudo reclama esforço de equipe. E a vida em equipe é diciplina produtiva. ed.1. não sendo permitida a entrada após o mesmo.NORMAS DOS CURSOS 4.1 . Estude e Viva.. acima de tudo. 159)... 342).] Esclarecendo o erro religioso."[. em qualquer obrigação a cumprir.7 . a fim de que a visão do homem alcance horizontes mais altos.]" (Kardec. 342). 4. revivendo agora o Cristianismo puro.."[. sustentem estudos sistemáticos. ed." (Emmanuel e André Luiz.. Obras póstumas." (Emmanuel. 25."O Espiritismo é. 114). p...1. Entrevistas. 4.Aprovação . Obras póstumas. que as instituições espíritas..1. O consolador. “Tanto quanto possível.3 ." (Emmanuel. p."[."[... assim.] desenvolver grande número de médiuns. destinados a clarear o pensamento religioso e traçar diretrizes à vida espiritual. p.8 . ed.] revive as casas do Cristianismo simples e primitivo em que os nossos corações se reúnem em torno dos ensinamentos do Cristo.Horário A porta será fechada no horário combinado para o início das aulas." (Emmanuel.1 . no lugar do compromisso a que você deve atender. 6. 115)... 18).1. 4. 4. 25. 21). Estude e viva. e revelando a verdadeira luz [.4 .1.] considerar os Centros Espíritas como a escola mais importante de nossa alma...4 . capazes de espalhar as idéias espíritas [.. onde quer que se encontre. para a melhoria da nossa vida interior."[. ed. 6. ed.5 .O CICLO INTRODUTÓRIO 4..OBJETIVOS 4."[.6 .] com o fim de desenvolver os princípios da Ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios.” (André Luiz.].. 4. ed.1. 5.. p. 4. 353).]" (Kardec.9 .] fazer adeptos esclarecidos.10 . perg. p. p. esteja presente pelo menos dez minutos antes. 4.. 25.2 ... 25.. 4.. 6."[. ed. p. Sinal verde.] Justo. com esquecimento de nós mesmos. 342)." (Kardec.

Pereira. respondíamos timidamente..3.Curso Noções Básicas de Doutrina Espírita Visa propiciar os conhecimentos básicos do Espiritismo. p. “A um sinal de irmão Sóstenes. 210). objetivam propiciar ao aluno o conhecimento do Espiritismo e a sua preparação prévia.4 . 4. e trabalhar para merecer. Estude e viva.” (Ivone A. Nossos nomes. Pereira. ao lado da tribuna de honra.. 483).2. p. 4. de duração semestral.2.Tarefa semanal Ler os textos da aula e responder às questões correspondentes no Caderno de Exercícios. 4...1 .OS CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO Os cursos do Ciclo Introdutório.. 4. como que secretariava a reunião.2 .]. 4.Curso Nosso Lar .. 4. despertando o neófito para as verdades espirituais e sua aplicação prática.]. Celeiro de bênçãos. E.” (Ivone A. Memórias de um suicida.Serão aprovados para o curso subsequente os alunos que alcançarem freqüência regular nas 19 aulas teórico-práticas [máximo de 3 faltas] e nenhuma ausência nas aulas de práticas assistenciais sendo que. 18.3. para efeito de avaliação e acompanhamento no curso.5 . “Para cada médium urge o dever de estudar para discernir.As aulas As aulas serão teórico. proferido pela voz possante de um adjunto que. “Estudar sempre e incessantemente a fim de amar com enobrecimento e liberdade.” (Emmanuel e André Luiz.2 . ed... 33). ressoavam.Freqüência Serão anotadas as presenças às aulas.3 . ouvindo que nos chamavam. iniciou-se a chamada dos pacientes. nestas. p. “E quando reprovados repetiríamos a experiência até concordar plenamente o tema com a verdade que esposávamos [. o aluno poderá repor a aula que justificadamente não compareceu. quais colegiais bisonhos[.2. ed.” (Joanna de Ângelis. p. ed. para integração na Escola de Médiuns e nas atividades da instituição. um a um. Memórias de um suicida. ministrados seqüencialmente na Casa Espírita. 6. 18.práticas e de práticas assistenciais. 420). registrados no volumoso livro de matrícula onde os assináramos à chegada.

3 . "Renovar as matérias tratadas nos programas de evangelização. 141). ed. destinado à fixação do conteúdo doutrinário ministrado nas aulas. interpretações e manual de aplicação. capazes de atuar na Casa Espírita." (André Luiz.4 .. narrada no livro Nosso Lar.3. narradas no livro Desobsessão por Corrente Magnética: pesquisa bibliogáfica.Curso Corrente Magnética Visa identificar a fundamentação doutrinária desse eficiente método desobsessivo. 15. Conduta espírita. O Espiritismo progride sempre. relatos. compreendendo as condições gerais da vida no além-túmulo. 4.CADERNO DE EXERCÍCIOS Cada curso do Ciclo Introdutório é acompanhado de um Caderno de Exercícios. p. segundo orientações atualizadas. 4. .Objetiva estudar a experiência vivida por André Luiz no plano espiritual. editado pela Federação Espírita Brasileira.4 . de autoria do Espírito André Luiz e psicografia de Francisco Cândido Xavier. 4. de publicação da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza.3.Curso Passe Objetiva formar passistas esclarecidos. no tratamento e prevenção das doenças obsessivas. sua utilidade e aplicação.

e. Programa de vivência que nós estamos tentando conhecer e tanto quanto possível aplicar na Doutrina Espírita. Caminho espírita.Estudo em grupo grupo.3 . As aulas serão realizadas. que o Espiritismo hoje restaura. São aquelas que destinam-se ao conhecimento doutrinário.1 . o próprio Jesus desistiu de agir sozinho.5 .Cursos teórico-práticos Os estudos do Ciclo Introdutório. assim organizadas: * 14 aulas teóricas. A terra e o semeador. na Doutrina Espírita. no campo de nossas lides e lutas cotidianas. 5. 2. 144). p..4. vamos dizer. "[. Ele reconheceu a sua missão divina.1. serão ministrados sob a forma de cursos teórico-práticos. todo o programa que ainda hoje é programa para nossa vida. de duração semestral.METODOLOGIA 5.1. * 01 aula inaugural. sendo o curso constituído de 19 aulas curriculares. procurando imprimir naquelas mentes. visando a reforma . 6.Das aulas 5.Das aulas teóricas íntima. 5.Duração dos cursos As aulas serão semanais.. com a valorização do estudo em "Tanto para os jovens como para os adultos o estudo em grupo é o mais eficiente até porque nós não podemos esquecer que na base do Cristianismo. 80-81). depois de quase vinte séculos.2 . * 03 aulas especiais. * 01 aula de avaliação e encerramento.1.." (Emmanuel.1. ed." (Autores diversos. 5. a estudar instruindo-nos. ed. pela mesma razão.. preferencialmente. constituiu um grupo de doze companheiros para debater os assuntos relativos à doutrina salvadora do Cristianismo.1 . com início das aulas em fevereiro e agosto e término em junho e dezembro. com duração de 120 minutos.1 . advertiu-nos Jesus de que apenas o conhecimento da verdade nos fará livres. procurando agir em grupo.ASPECTOS PEDAGÓGICOS DO CICLO INTRODUTÓRIO 5.1. p. visando a formação doutrinária dos trabalhadores.] somos chamados.4 .

4 .4.Das aulas de práticas assistenciais São aquelas consagradas ao exercício da caridade. 6.1. a fim de que o trabalho de equipe possa oferecer ao próximo todo o rendimento de que sejamos capazes na edificação do bem. A terra e o semeador. quanto à realidade da vida em si. conhecimento dos alunos.Culto no Lar 2º . etc.4.4.Da aula inaugural É aquela destinada à apresentação do curso..Livre (planejamento a critério do instrutor). ed.“[.Livre (planejamento a critério do instrutor).1. Mais luz. Os instrutores deverão enfatizar a importância do estudo. Estão assim organizadas: Curso Noções Básicas de Doutrina Espírita : 1º . . 5.5 .Posto de Assistência 3º . pois refletirá na sua continuidade.Das aulas especiais São aquelas que atendem às confraternizações.Campanha de Fraternidade Auta de Souza 2º . comemorações. tais como: aniversário do Centro Espírita. as normas e a disciplina do curso. p.3 . 42). 80).. sendo realizadas em horário ou dia diferenciado do das aulas curriculares.Livre (planejamento a critério do instrutor) Curso Passe : 1º .. encontros espíritas. dia das mães.1. 4..4. 5. 5.2 . ed. idéias tão sólidas quanto possíveis. e deverá ser muito bem preparada.” (Batuíra.1.” (Emmanuel..Posto de Assistência 2º . 5. etc. com uma programação específica vinculada à prática. avaliando a participação e o aproveitamento dos alunos. Curso Nosso Lar : 1º . p. bem como a sua promoção para os cursos seguintes.Da aula de encerramento e avaliação É aquela que finaliza o curso.] ministrar conhecimentos práticos em torno da vida prática. “Insistamos na confraternização permanente de nossas energias.

averiguarmos quem somos. infringíamos. donde viemos e para onde iremos.Jesus no Lar 3º . porém a dificuldade está precisamente em cada um conhecer-se a si mesmo. Memórias de um suicida. como se diria na linguagem terrena. pois. Pereira.. fora do santuário. teria que temer o olhar de alguém. p.” (Yvonne A. Foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim precisava de reforma. 18. O livro dos espíritos. interrogai-vos sobre o que tendes feito e com que objetivo procedestes em tal ou tal circunstância. porém. “Havia. Em vez. Aquele que. Memórias de um suicida.2 . de preferência na crosta da Terra e nos domínios inferiores do nosso Instituto. o qual se resumia no ensaio da aplicação. porque.]. Nas aulas de Campanha de Fraternidade Auta de Sousa.” (Yvonne A. perg.Livre (planejamento a critério do instrutor). 468). “Conhecemos toda a sabedoria desta máxima. grande força adquiriria para se aperfeiçoar. “Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal? Um sábio da antigüidade vo-lo disse: “Conhece-te a ti mesmo”. orientado para a prática da observância das Leis da Providência.Curso Corrente Magnética : 1º . do recinto da Escola. que havia séculos. interrogava a minha consciência. Posto de Assistência. Qual o meio de consegui-lo? Fazei o que eu fazia. tinha por mentor o lente Souria-Omar e desenvolvia-se. todas as noites. “.Visita a Hospital 2º . 919). 453). dos valores adquiridos durante os estudos e observações dos cursos anteriormente mencionados. ed. crede-me. primeiramente.Nenhuma tentativa para o reerguimento moral será eficiente se continuarmos presos à ignorância de nós mesmos! Será indispensável.. quando vivi na Terra: ao fim do dia. censuraríeis. na vida prática. geralmente.. rogando a Deus e ao seu anjo de guarda que o esclarecessem. um terceiro curso. de nos instruírem para uma “prática profissional”. 72.. Culto no Lar e Jesus no Lar. 5.” (Kardec.. feita por outrem. p. a vós mesmos perguntas. ed. ao entrar de novo no mundo dos Espíritos. os instrutores devem explicar os objetivos e o funcionamento dessas atividades. sobre se obrastes alguma ação que não ousaríeis confessar. Deus o assistiria. porém. Pereira. se ninguém tivera motivo para de mim se queixar. evocasse todas as ações que praticara durante o dia e inquirisse de si mesmo o bem ou o mal que houvera feito. bem como realizar a prática assistencial junto aos alunos. onde nada pode ser ocultado?” . sobre se fizestes alguma coisa que. passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever. 18. isto é.REFORMA ÍNTIMA Propiciar a reforma íntima de tantos quantos atendemos em nossas escolas. ed. a fim de que nos convençamos do valor da nossa própria personalidade e à sua elevação nos dediquemos [. esse terceiro aprendizado. Perguntai ainda mais: “Se aprouvesse a Deus chamar-me neste momento. Dirigi.

a chave do progresso individual. As respostas vos darão." (Emmanuel. contra vós mesmos. finalmente.. 18. os alunos que alcançarem freqüência regular no curso. programadas pela direção da área doutrinária da Casa Espírita (reunião e reciclagem).Avaliar semanalmente as aulas. mediante triagem feita pelos instrutores. depois contra o vosso próximo e. 5.Fazer o registro de freqüência dos alunos em todas as aulas. Memórias de um suicida. "[.CRITÉRIO DE PROMOÇÃO Serão promovidos para o curso subsequente. era antes fotografada: as imagens emitidas por nossos pensamentos. Pereira.. ou a indicação de um mal que precise ser curado.Realizar planejamento prévio das aulas. 5. conforme formulário de matrícula (vide modelo).5 . utilizando o controle de freqüência (vide modelo).. 6 . porquanto a simples ficha de entrada não soluciona o problema do aproveitamento. [. O livro dos espíritos. perg. 5.. 5. ou o descanso para a vossa consciência. "[.6 .Participar das reuniões de avaliação e treinamento de instrutores.. ambos tendo as seguintes atribuições: anexo).. p.RECURSOS DIDÁTICOS .TRIAGEM E MATRÍCULA A matrícula dos alunos novatos será realizada nos meses de janeiro e fevereiro (até a 1ª quinzena). 57-58). portanto. utilizando formulário próprio (vide 2 .Registrar no campo próprio do formulário de controle de freqüência os resultados de cada aluno. p.3 . seriam captadas por processos que na ocasião escapavam à nossa compreensão. 33. 3 . sem assiduidade às lições. incluindo as de práticas assistenciais. 229). portanto.. 5 .] Desde.4 . 16. Fonte viva. que nos matriculavam."Examinai o que pudestes ter obrado contra Deus. O conhecimento de si mesmo é. 1 . apenas abusa do estabelecimento de ensino que o acolheu." (Yvonne A. ed.EQUIPE DE INSTRUTORES Para cada curso será designado um 1º e um 2º instrutor.] Nossa identidade. éramos separados do elemento feminino. ao final do semestre. ed. e julho.Fazer avaliação geral do curso.." (Kardec. 919). no ato das respostas às perguntas formuladas.] O aluno matriculado na escola. utilizando o verso do formulário de plano de aula (vide modelo). ed. portanto.. 4 .

os recursos didáticos podem ser definidos como "os vários tipos de componentes do ambiente da aprendizagem que dão origem à estimulação para o aluno. fitas de áudio e vídeo. p.5 11 83 % através do gosto % através do tato % através do olfato % através da audição % através da visão Retemos: 10 20 30 50 70 90 % do que lemos % do que escutamos % do que vemos % do que vemos e escutamos % do que ouvimos e logo discutimos % do que ouvimos e logo realizamos Dessa forma.] Recurso didático é. 2 .2 . não têm a mesma graduação de importância. 5. audição e paladar.Conceito "Segundo Gagné (1).Como se realiza a Aprendizagem.5. pois. imagens e fatos para o campo de consciência..6. In:_.5 3. In:_. 1971.6.247. a utilização de recursos didáticos é fator de fundamental importância 1 . Robert. demonstrações." (Recursos didáticos.Finalidade Pesquisas feitas pela Socondy-Vacuum Oil Co. temos que buscar integrá-los." . São Paulo: Pioneira.77-76. onde então eles se transmutam em idéias claras e inteligíveis. p. visão. livros. gravuras. podemos considerar os recursos de ensino não só o próprio professor mas também. [. fotografias.1 . sons. tato.Rio de Janeiro: Ao: Livro Técnico. Eles auxiliam na transferência de situações.p. apesar de estarem diretamente ligados ao processo ensino-aprendizagem. Para tanto." De acordo com a definição acima. 2). olfato. Studies (2) relativas ao aprendizado constataram que: A observação da tabela leva-nos a concluir que os nossos cinco sentidos. todos os componentes que o auxiliam na transmissão do conhecimento. Antônio Vieira de.GAGNÉ.CARVALHO. todo e qualquer recurso utilizado no contexto de um método ou técnica de ensino visando estimular o aluno e objetivando o aprimoramento do processo ensino-aprendizagem. experiências. cartazes etc. para alcançar maior efetividade na assimilação da mensagem transmitida.Treinamento de Recursos Humanos. Não podemos nos esquecer que os recursos didáticos são instrumentos complementares que ajudam a transformar as idéias em fatos e em realidades.. tais como: mapas. 1988. Aprendemos: 1 1.

. conceituar e ilustrar o que está sendo exposto verbalmente. . Aproximar o aprendiz da realidade.Método de ensino Somente oral Somente visual Oral e visual simultaneamente Dados retidos Dados retidos depois de 3 horas depois de 3 dias 70 % 72 % 85 % 10 % 20 % 65 % e excelente aliado para todos aqueles que exercem a tarefa de ensinar e divulgar uma mensagem. auxiliar na fixação do conteúdo apresentado. p. auditivos e audiovisuais. favorecer o processo ensino-aprendizagem na retenção e na assimilação do conteúdo transmitido. despertar e prender a atenção do aprendiz. . . . reduzir o nível de abstração. não havendo uma que seja unanimimente aceita. economizar esforços na compreensão de fatos. A finalidade dos recursos didáticos é a de melhorar a qualidade de transmissão e recepção das mensagens e tornar os conteúdos ministrados mais facilmente assimiláveis. tornar o ensino dinâmico.Objetivos . os cartazes e as gravuras. .6. o rádio e as gravações.] buscando nesse particular os recursos didáticos suscetíveis de reafirmarem a seriedade e o critério . Para melhor entendimento. facilitar a percepção e a compreensão dos fatos e conceitos em estudo." 5. . . facilitar o relacionamento e a comunicação da escola/instituição com a comunidade e melhorar o conhecimento de sua realidade. .. auxiliar na formação e retenção da idéia transmitida. . dando-lhe noções mais exatas dos fenômenos ou fatos em estudo. Somente através de seu uso adequado é que se irá sensibilizar e despertar o aprendiz para o conteúdo ministrado. motivar e incentivar os alunos para as atividades de aprendizagem. .. . e os audiovisuais o cinema e a televisão. aprimorando o processo ensino-aprendizagem." (Recursos didáticos. na apreensão de uma mensagem. adotaremos a seguinte classificação dos recursos audiovisuais: "Aperfeiçoar os métodos de ministração do ensino doutrinário [.Classificação Várias formas de classificação são encontradas para os recursos didáticos.3). conceitos e informações. Tradicionalmente os recursos são definidos em três tipos principais: recursos visuais. . estimular a participação do público. 5.6. concreto e mais próximo da realidade. Os recursos visuais incluem as projeções. criar oportunidades para manifestação de aptidões e de desenvolvimento de habilidades específicas com o manuseio de equipamentos e elaboração de materiais por parte do aprendiz. os auditivos.4 .3 .

7. e a primeira parte do livro "Caderno de Exercícios dos cursos Nosso Lar e Corrente Magnética".7. de publicação da Federação Espírita Brasileira. no mesmo volume pelo respectivo Caderno de Exercícios.1 . publicado pela Editora Auta de Souza. Recursos AudiovisuRecursos Auditivos Recursos Visuais Dispositivos com Som Vídeo Cassete Televisão Rádio Discos Fita Magnética Gravador Quadro de Giz Cartaz Flip-Chart Imantógrafo Álbum Seriado Gráficos Mapas Gravuras Mural Didático Flanelógrafo Varal Didático Retroprojetor Dispositivos "Slides" Episcópio Painel de Projeção Diorama (Recursos didáticos. 5).1.Para o curso Nosso Lar Serão utilizados pelos alunos o livro "Nosso Lar". 5. Conduta espírita. acompanhado. 15.7.Para o curso Passe Será utilizado o livro "Passe".1.Para o curso Noções Básicas de Doutrina Espírita Será utilizado o livro "Curso Noções Básicas de Doutrina Espírita".1 . a serem utilizados pelos alunos são os seguintes. p.MATERIAIS DIDÁTICOS DO CICLO INTRDUTÓRIO 5.Para os alunos Os materiais didáticos do Ciclo Introdutório.1.seguro de aproveitamento na elaboração de programas. 5.. órgão da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. 141)." (André Luiz. 5. do respectivo Caderno de Exercícios.7. publicado pela Editora Auta de Souza. ed.7. .3 . acompanhadas. publicado pela Editora Auta de Souza.2 . o qual contém os textos doutrinários que compõem as 14 aulas teóricas. conforme os cursos abaixo: 5. p.

interpretações e manual de aplicação e a segunda parte do livro "Caderno de Exercícios dos cursos Nosso Lar e Corrente Magnética". e contendo maiores especificações sobre o conteúdo e as atividades previstas para cada uma das unidades didáticas arroladas no plano de curso e suas subunidades. Esses três tipos de planos são.4 . pesquisa bibliográfica.8. três fases do mesmo planejamento . metódico e orientado por propósitos definidos.8.1 . de modo a tornar o ensino seguro. mais restrito e particularizado.” (Didática Geral.2 .5. para fazer a devida cobertura do programa de atividades. prejudicando o andamento do processo ensino-aprendizagem.PLANEJAMENTO 5. na realidade. um remédio se impõe : o planejamento do ensino. Plano de aula.Para o curso Corrente Magnética Será utilizado o livro "Desobsessão por Corrente Magnética". confusa e sem seqüência. os instrutores encontrarão como roteiro e apoio esta obra "Manual de aplicação dos cursos do Ciclo Introdutório. relatos. 5. * a improvisação dispersiva. sintético.2 . 12). Este garante a contínua melhoria e vitalização do ensino (combate a rotina) e assegura a progressão metódica e bem calculada do trabalho docente em vista de objetivos definidos (contra improvisação dispersiva) O planejamento é a previsão inteligente e bem calculada de todas as etapas do trabalho escolar e a programação racional de todas as atividades. 5. abrangendo numa visão de conjunto todo o trabalho a ser feito durante o ano escolar ou enquanto durar o curso (semestral. Plano de unidade didática.Conceito “O ensino para ser eficaz tem que ser inteligente. restringindo-se à cada unidade didática por sua vez. econômico e eficiente.7. Consiste principalmente na distribuição. 5. ambos publicados pela Editora Auta de Souza.Para os instrutores Para ministrar as aulas dos cursos do Ciclo Introdutório. Todo planejamento se concretiza num programa definido de ação. sem inspiração e sem objetivos.8.1.7. mais específico. dentro dos prazos estabelecidos. reduzindo o seu rendimento a níveis ínfimos são: * a rotina. Para esses males. trimestral ou mensal).Tipos de planos de ensino O plano de curso. p. que constitui um roteiro seguro para conduzir progressivamente os alunos aos resultados desejados. publicado pela Editora Auta de Souza. no balizamento e na cronometragem do trabalho. Os dois grandes males que desvitalizam o ensino. prevendo desenvolvimento do conteúdo e das correspondentes atividades dentro do âmbito de cada aula a ser ministrada na seqüência de cada unidade.

tendendo a uma progressiva particularização do conteúdo e do método de trabalho. 13-14). à medida que se aproxima o momento de sua ativa execução na sala de aula ou nos laboratórios e oficinas da escola. .” (Didática Geral. p.

MODELOS E FORMULÁRIOS .

E. Nosso Lar Passe Corrente Magnética OUTRAS OBSERVAÇÕES ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ Data da conclusão ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ Encaminhamento para outras atividades: ___________________________________________ .B.D.FORMULÁRIO DE MATRÍCULA E TRIAGEM Curso: _________________________________________________ Data: ____ /____ /____ DADOS PESSOAIS Nome: ______________________________________________________________________ Endereço: __________________________________________________ CEP: ____________ Profissão: ___________________________________ Estado Civil: _____________________ Escolaridade: ( ) Primário ( ) 1º Grau ( ) 2º Grau ( ) 3º Grau Cursos: _____________________________________________________________ Problemas: ( ( ( ) Saúde ________________ ( ________________ ( ( ) Vícios ________________ ________________ ) Espiritual ) Relacionamento Familiar ) Financeiro ) Outros ________________ DADOS FAMILIARES Cônjuge Espírita: ( ) Sim ( ) Não Religião _____________________________ Filhos: Nº __________ Todos participam da Evangelização ou Mocidade ( ) Alguns participam da Evangelização ou Mocidade ( ) Nenhum participa da Evangelização ou Mocidade ( ) Realiza o Culto no Lar ?: ( ) Sim ( ) Não Há quanto tempo? _________________ Dia: ________________ Horário: ________________ VIDA ESPÍRITA Religião Anterior: _____________________________________________________________ Quando iniciou na Doutrina Espírita ?: ____________________________________________ Trabalha mediúnicamente ( ) Já trabalhou mediúnicamente ( ) Onde ?: _____________________________________________________________________ HISTÓRICO Ciclo Introdutório ( ( ( ( ) ) ) ) N.

.

PLANO DE AULA OBJETIVOS COMPLEMENTARES CURSO: INSTRUTOR: TEMA: AULA Nº DATA: / ATIVIDADE RECURSOS PROVIDÊNCIAS / CONTEÚDO TEMPO .

A aula esteve ao nível mental da turma ? sim não parcialmente Observações : _____________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 3 .O objetivo foi alcançado ? sim não parcialmente Observações : __________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 2 .Mantive o controle da turma em todos os momentos ? sim não parcialmente Observações : _____________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 5 .A aula foi exposta integralmenrte de acordo com o planejamento ? sim não parcialmente Observações : ______________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 4 .AVALIAÇÃO SEMANAL DAS AULAS ( ANEXO AO PLANO DE AULA ) CURSO : INSTRUTORES : AULA Nº : 1 .Auto avaliacão : .O material didático foi adequado à turma ? mente Observações : sim não parcial- ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 6 .

.

Experiência didática do professor. O ensino socializado oferece oportunidades para os alunos desenvolverem suas potencialidades e." (Técnicas de ensino. Estrutura do ensino e tipo de aprendizagem envolvida.TÉCNICAS DE ENSINO "A escolha da técnica mais adequada à transmissão de determinado conteúdo está submetida primeio aos objetivos educacionais que se deseja alcançar em esse conteúdo: aquisição de algum conceito ou comportamento. há enriquecimento de experiências e reestruturação sócio-pessoal. . devem ser observados. pois. 4-5). p. tais como: . Condições do espaco físico." (Técnicas de ensino.6 . Uma das características do ensino socializado é o atendimento do rítmo próprio do aluno. . . Neste capítulo sugerimos algumas. Ele pensa e age não apenas em função de suas necessidades e emoções.1 . A criatividade das pessoas pode inventar muitas outras. Tipos de alunos. 1 . no trato com os colegas. o que possibilita ao professor manter grupos diferenciados na sala de aula. 6. a troca de idéias e a cooperação oportunizam crescimento. ainda. como primeiro objetivo. O grupo favorece o desenvolvimento psicológico do indivíduo. como dinamizador. Mas. outros aspectos antes da escolha da técnica. . aprenderem a conhecer e aceitar suas próprias limitações e as dos demais. à integração dos membros do grupo. p.ENSINO SOCIALIZADO "O ensino socializado possibilita aos alunos a interação e coesão com outros indivíduos. Cabe ao professor. de suas motivações. organizar as situações de ensino-aprendizagem.APRESENTAÇÃO . Tempo disponível. 6. prever os meios de trabalho e controlar o resultado. 4-5).TÉCNICAS DE SENSIBILIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO “Todas as atividades e técnicas desenvolvidas no grupo visarão. de seus valores. ouvir e coordenar suas ações com as do outro e a crescer no plano humano.2 . mas aprende a pensar. Experiências do aluno. quando. . Todavia existem técnicas específicas para isto. então.

dependendo do tamanho do grupo. formando dupla com o número par seguinte. O professor ou coordenador do grupo se apresenta. para a fixação dos nomes. troca de idéias. . esta apresentação desfaz o clima de massificação a que estamos habituados. Além de servir para quebrar o gelo da comunicação inicial. troca de informações. destaca-se a presença de cada pessoa. são feitas 3 ou 5 perguntas à pessoa. Como aparece no gráfico. É muito útil. o círculo externo voltado para dentro. 4) Cada dupla dialoga (entrevista recíproca. dizendo seu nome e algumas informações iniciais. em rodízio. o interno voltado para fora. especialmente nas reuniões iniciais SEQÜÊNCIA DA TÉCNICA 1) Os membros do grupo estão sentados em círculo. bate-papo informal) durante 2 minutos (mais ou menos. 3) As duplas sentam de frente. os números ímpares formam um círculo concêntrico interno.Esta técnica é conveniente num grupo novo. o uso do crachá. dos objetivos e do tempo disponível). O coordenador pede que todos perguntem . Na apresentação.QUEM É VOCÊ? Cada membro do grupo diz o seu nome. com seu valor individual e sua dignidade. 2. nas primeiras reuniões. por simples e breve que seja. que não sejam os mesmos a perguntar. Em seguida convida os presentes a fazerem o mesmo. 3. fator básico na integração das pessoas. de maneira breve e informal.DUPLINHAS ROTATIVAS A técnica se presta magnificamente para criar rapidamente o clima de comunicação e integração num grupo. Depois de cada apresentação. 2) Feita a contagem. e onde todos se sentem apenas como número e como insignificante anônimo.

6. 4) Não deve preocupar certo clima de estranheza ou de brincadeira no início. 7) Completada a volta.TÉCNICAS DE TRABALHO EM GRUPO 1 . Logo em seguida as duplas começam a gostar. reconstitui-se o grande círculo.5) Cada 2 minutos. a participação. a um sinal convencional.PAINEL INTEGRADO O Painel Integrado é uma das técnicas mais dinâmicas.. 8. 2) Possibilitar a contribuição de todos no estudo ou debate de uma idéia ou de um tema. 3) O mesmo vale para o roteiro acima. os membros do círculo externo avançam um lugar. ed. é bom que as cadeiras sejam dispostas em círculo antes da chegada. O acúmulo de explicações verbais dispersa e tumultua o grupo." (Andreola. 6) A nova dupla dialoga dois minutos. Assim até completar a volta. 2) Convém que a técnica esteja representada graficamente no quadro verde ou num cartaz. 5 ou . e passa-se à avaliação do exercício. tanto para intercâmbio de idéias. No fim lamentam a brevidade do tempo. especialmente se iniciante.3 . Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. 33-35). É interessante que os participantes posssam dizer livremente suas impressões. PRECAUÇÕES ÚTEIS 1) Se o grupo não está integrado e habituado a trabalhos grupais. como para a participação e integração de todos os membros de um grupo. OBJETIVOS 1) Promover a comunicação. a cooperação e a integração de todos os membros do grupo. 4 . DESENVOLVIMENTO 1ª etapa: 1) Divide-se o grupo em equipes com número igual de participantes ( 3. p.

3) Cada equipe estuda ou discute o tópico que lhe coube. Convém entregar uma ficha. pois deverão relatar na etapa sequinte. 2) Integração e participação de todos no grupo. 5) Planejamento das próximas atividades 2 . dirigidas ao professor. conforme o tamanho do grupo). Pode ser usada com proveito para vários fins. 2) Cada participante recebe um número ou código distintivo. no Colégio N. conjuntas ou alternativas: 1) Avaliação global do trabalho realizado nas etapas anteriores. que poderá servir para as seguintes atividades. conclusões ou soluções) a que chegaram as equipes na etapa anterior. 3) Estudo dos vários aspéctos de um tema. da Glória. apenas. se foi solicitada. respostas. conferencista ou coordenador da reunião. 3º etapa: Assembléia. Todos anotam. A comunicação verbal. 3) Perguntas complementares. 2ª etapa: 1) Os que têm o mesmo número ou o mesmo código. 4) Revisão dos vários pontos de um programa. formam novas equipes.6. 2) Relatório da síntese elaborada na segunda etapa. . e cria-se a confusão na etapa seguinte. é facilmente esquecida. 2) Cada qual relata o resultado (informações. OBJETIVOS 1) Ampla troca de informações e conhecimentos entre todos os membros de um grupo.DE CASA-EM -CASA ( PAINEL MÚLTIPLO) A técnica foi aplicada pela primeira vez com um grupo de alunas do Magistério.S. 4) Comentários finais do coordenador da reunião. de Porto Alegre.

DESENVOLVIMENTO 1) Apresentação do tema a ser estudado. 3) 1ª etapa: EM CASA: Cada grupo pesquisa. 3ª etapa: DE-NOVO-EM-CASA: Cada grupo. elabora a questão que lhe coube. estuda. 2) Formação dos grupos e distribuição das questões para cada grupo. 2ª etapa: DE CASA-EM-CASA: Cada grupo envia representantes para todos os outros grupos. de posse de . a fim de buscar as respostas das várias questões. de novo reunido. ao mesmo tempo fica alguém no grupo para fornecer aos outros a própria resposta.

seguindo a ordem das fichas que receberam. Convida. na ficha que lhes é entregue. em seguida. pode-se propor na ficha apenas a . [. Todavia. Poderão seguir-se perguntas ou debates em torno do tema exposto. VARIAÇÕES E APLICAÇÕES DA TÉCNICA 1) Tratando-se de crianças. avaliação do trabalho feito.MINI-AULA OU AULINHA OBJETIVO Esta é outra técnica destinada a quebrar a monotonia da aula expositiva.todas as respostas. numeradas segundo a seqüência lógica do tema. 4ª etapa: ASSEMBLÉIA FINAL: Perguntas e esclarecimentos complementa- res. cabendo-lhes o papel de ler aos colegas a parte que lhes pertence. Programação da próxima tarefa.. escritos em fichas. com alunos mais adiantados. DESENVOLVIMENTO 1) O tema desenvolvido é subdividido numa série de itens (possivelmente um para cada aluno ou membro do grupo). elabora a própria síntese e faz seu estudo final. Conclusão. promovendo maior interesse e participação dos alunos. os membros do grupo.] 6 . o professor ou coordenador da reunião faz a apresentação do tema e uma rápida introdução ao mesmo. 3) O professor ou coordenador dará o fecho final.. a fazerem a exposição do mesmo. convém que os itens já estejam devidamente redigidos. 2) Distribuídas as fichas.

3) Valorizar a contribuição de todos. ou usando a resposta por eles pesquisada. Comunica-se que sobre o tema todos deverão trazer a própria contribuição: as idéias pesquisadas num livro. aperfeiçoar idéias ou conclusões. e dar um tempo “X” para procurarem a resposta. dependendo da complexidade das questões. distribuir questões sobre o mesmo. pondo em evidência a importância do mesmo. para expor sua parte. etc. 7 . 2) Amadurecer.questão. 3) Pode-se também apresentar o tema. conforme a importância do assunto e o tamanho do grupo. 4) Integrar os membros de um grupo em torno de um tema comum. O tempo de preparação pode ocupar alguns minutos. o resultado de uma entrevista.PAINEL PROGRESSIVO OBJETIVOS 1) Aprofundar o estudo de um tema. Passa-se em seguida à apresentação do tema. o resumo de um artigo de revista. ou então o período de uma aula. indicar as fontes de pesquisa. dois ou três minutos. 4) As “aulinhas” poderão apresentar também variações nas técnicas e no material de apresentação de cada expositor. pedindo que eles a exponham com as próprias palavras. Cada qual terá um. através das “aulinhas”. 2) Outra maneira para realizar a “aulinha” podia ser a seguinte: Apresenta-se aos alunos o tema da aula seguinte. uma notícia de jornal. DESENVOLVIMENTO 1) Pequenos grupos de 2 ou 3 estudam ou debatem o tema durante um tempo .

Se parar na mão de alguém que já respondeu. assembléia geral. 4) Passa-se ao “jogo da caixinha”.. 2 a 2. 3) Divisão em 4 grupos. 3) Proporcionar intercâmbio de informações. tomar decisões pessoais. entrega do texto para estudo. 5) A caixinha prossegue.PAINEL REGRESSIVO 1) É o processo inverso do anterior. o que está com a caixinha extrai um bilhete. Liga-se uma música. . Tem um minuto para responder. e apresentação do tema (aula expositiva). quem responde é o colega que o antecede. No início. etc. servindo-se.. e discutem os resultados anteriores. para nova síntese. 8 . A caixinha vai passando a roda. Quando pára a música. chegando a uma síntese mais perfeita. o grupo se subdivide em dois. como aplicação do estudo feito. DESENVOLVIMENTO o tema. 3) Avisa-se que em seguida passará uma caixinha com perguntas. Se não responder perde pontos ou paga prenda. 2) Na 2ª etapa. O trabalho pode encerrar-se com uma tarefa individual ou a dois. 2) Estimular a participação de todos no grupo. 3) Levar cada membro do grupo a assumir responsabilidade. 9 . querendo. Por enquanto é dado um tempo “X” (determinar) para leitura do texto. do texto. 1) Encaminhada a sessão. 4) Divisão em 8 grupos. tirar conclusões. 2) As equipes se juntam. o professor ou explicitador apresenta rapidamente 2) É distribuído ao grupo um texto sobre o tema para ser estudado e discutido. 4) Finalmente. OBJETIVOS 1) Individualização progressiva de uma tarefa 2) Tornar uma idéia concreta. formando grupos de 4 ou 6. comunicação e integração do grupo. assembléia geral.CAIXINHA DE PERGUNTAS OBJETIVOS 1) Motivar o estudo de um texto ou tema. 3) Juntam-se de novo as equipes. de 2 em 2.previsto. aplicando-a a situações existenciais de cada pessoa.

Organização dos grupos. ed.Permitir o intercâmbio do grande grupo. Preparação .10 minutos ..Tempo .50 minutos .GRUPOS PARTICIPATIVOS CARACTERÍSTICA . Dinamizar o grande grupo. ou distribuir material mimeografado. p.O orientador poderá fazer uma breve exposição do assunto aos grupos.90 minutos divididos em: . DESENVOLVIMENTO . relator e crono- metrista. Enquanto o sorteado busca a resposta todo mundo pensa. ASSUNTO . . para que deles se retire o assunto para discussão. fazendo com que todos os componentes conheçam o trabalho realizado pelos demais grupos. Escolher elementos para os papéis de coordenador. Avaliação .O valor da técnica está em que todos são intensamente envolvidos em cada resposta. Plenário . REALIZAÇÃO . OBJETIVOS . 7 . permitindo que os assuntos sejam discutidos em profundidade.20 minutos .Esta dinâmica permite a participação de todos os integrantes do grande grupo. Dividir o grande grupo em pequenos grupos de 6 a 8 pessoas. 8. fica atento para o resultado.” (Andreola.10 minutos PREPARAÇÃO . 42-53). ou livro texto. . Realização . Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. treinando todos para uma discussão aprofundada. procura no texto.

O grupo poderá discordar do relato. 4º ETAPA . pros- @ ** ** ** ** B @@ @ @@ & @@ @@ $$ $ $$ * $$ $$ A & && $ && && && D C segue a discussão. incluindo o relato feito e partindo das conclusões elaboradas pelo grupo visitante.O coordenador levará o grupo a analisar o trabalho realizado nos aspectos @ # X # $ # * # & # . o relator volta ao grupo de ori- gem. o relator do grupo A vai para o grupo B. o C vai para o D e assim por diante. incluindo o enriquecimento feito pelo grupo visitante.O grupo. Após. b) A que conclusões o grupo chegou.1ª ETAPA . Assim. se reune e discute o assunto proposto durante 15 minutos.O grupo já dividido.O relator de cada grupo se dirigirá ao grupo seguinte e fará uma apresentação dos fatos discutidos em seu grupo inicial.Os grupos voltam ao plenário e cada relator apresentará um resumo do trabalho. completá-lo ou acrescentar novas idéias. O coordenador do grupo poderá complementar as conclusões dos grupos. PLENÁRIO AVALIAÇÃO . explicando: a) Como se desenvolveu a discussão. o do grupo B vai para o C. 2ª ETAPA . estabelecendo conclusões. após ouvir a comunicação do relator vindo do outro grupo. 3º ETAPA .

Permitir que os componentes dos grupos trabalhem cooperativamente. Os assuntos podem ser oferecidos em forma de roteiros elaborados pelo orientador e trabalhados em estudo dirigido. organizando. AVALIAÇÃO . a unidade completa. para cada grupo. Quando a unidade estiver completa o professor faz as retificações necessárias e a apreciação do trabalho. os grupos apresentam ao plenário um resumo da sua subunidade de trabalho. estudo dirigido. ou apenas dadas as indicações bibliográficas para que os grupos elaborem a pesquisa. 4.TÉCNICA DE EXPOSIÇÃO MISTA . pesquisa e discussão. 8 . d) apresentarem conclusões satisfatórias sobre os assuntos. d) O orientador sintetiza no quadro de giz cada subunidade apresentada pelos grupos. DESENVOLVIMENTO: a) Iniciar o método. 9 . através de uma exposição geral sobre a unidade de estudo e o tema a ser trabalhado. Oferecer aos alunos oportunidades de tornarem-se trabalhadores independentes e confiantes em suas possibilidades (auto-confiantes). motivando a classe. permitindo-se que todas as dúvidas sejam levantadas. distribuir uma subunidade de estudo ou tema. através da exposição. b) obtiverem participação integral do grupo. entre alunos e professor ou entre grupos de alunos entre si. OBJETIVOS : 1.Nesta técnica o trabalho é realizado cooperativamente. c) Após. b) Dividir os alunos em grupos e. Ensinar a estudar. Propiciar o trabalho cooperativo entre o coordenador e os participantes. 2.TÉCNICA COOPERATIVA CARACTERÍSTICA . Após cada apresentação discute-se o tema.A técnica será considerada satisfatória se os alunos trabalharem cooperativamente. O trabalho será considerado satisfatório se os grupos: a) obedecerem o tempo previsto na realização das tarefas. 3. assim. obedecendo a ordem lógica da unidade. c) realizarem o intercâmbio entre os grupos com sucesso.de desenvolvimento da técnica e aprofundamento do assunto.

OBJETIVOS . AVALIAÇÃO . anotar. sinteticamente. c) Treinar o aluno a ouvir. E. na qual foram debatidos vários assuntos. OBJETIVOS : a) Evitar que fiquem dúvidas sobre o assunto. que serão discutidas pelo grande grupo. apostilas ou bibliografia sobre o assunto. exposto pelo professor. como terceira etapa.Tempo: 60 minutos. Após. 10 . um resumo escrito de uma aula ou reunião. DESENVOLVIMENTO: a) O professor fará uma exposição sobre o tema ou apenas sobre as partes essenciais do mesmo. b) Permitir a melhor organização e o estudo aprofundado do tema através das bibliografias ou textos dados. 1ª ETAPA . DESENVOLVIMENTO .Elaborar. partindo dos vários assuntos estudados na aula. até resultar na elaboração de uma redação única desses assuntos. possivelmente geradas na aula expositiva. cada grupo apresenta suas respostas ou parte delas. solicitando aos grupos que anotem as respotas corretas. serão distribuídos à classe textos sobre o assunto ou a bibliografia para ser estudada. b) Apresentarem e discutirem corretamente os estudos efetuados pelos grupos.A técnica será considerada satisfatória se os alunos: a) Demonstrarem ter aprofundado os conhecimentos já adquiridos. no máximo). apresentar-se-á um questionário para ser respondido e discutido com o grande grupo. c) O coordenador distribui os questionários.SÍNTESE CARACTERÍSTICAS . .Reflexão. que podem ser respondidos individualmente ou em pequenos grupos(4 ou 5 alunos.CARACTERÍSTICAS : Consiste em uma mistura de estudo dirigido e exposição. d) Após. b) Segue-se uma distribuição de textos. para que os alunos façam o estudo aprofundado do tema exposto. e) Seguindo cada apresentação. O tema será . o coordenador fará as observações necessárias. inicialmente. pesquisar e expor um determinado assunto.Essa técnica consiste em o coordenador orientar os grupos na elaboração de uma síntese.

. AVALIAÇÃO . ou mesmo como estudo dirigido. OBJETIVOS: a) Facilitar a integração e o auxílio mútuo entre os evangelizandos que trabalham em grupo. 2ª ETAPA . 1ª ETAPA . sem receio. b) elaborarem. a fim de redigir-se uma síntese.Ao fim de uma aula ou reunião. de maneira lógica.Esquematização Organizar um plano de redação.Distribuir aos educandos. harmônica e bem apresentada. etc. discutindo-as nos grupos. depois. em plenário. 11 . simples.Tempo: 50 minutos.Esta técnica é utilizada quando se deseja verificar assimilação de conteúdos.Apresentação Ao término das correções cada sercretário apresenta o trabalho ao seu grupo para aprovação e. que serão divididos em grupos de acordo com a sugestão abaixo. irão debater o assunto de tal forma que. clara. uma redação sobre o assunto dissertado. de forma grupal ou individual. c) realizarem o trabalho no tempo previsto na técnica.QUEM ME AUXILIA? CARACTERÍSTICAS . A redação final deve ser curta. selecionando as idéias que surgiram da reflexão. As duplas formadas pelos números A1 e B2. lógica. A5 e B6. A3 e B4. explicarão o texto para os .Redação O grupo escolhe um secretário que vai redigir o tema com auxílio dos outros componentes. onde foram discutidos vários assuntos. 4ª ETAPA . as idéias apreendidas no texto.A dinâmica será considerada satisfatória se os alunos: a) retirarem do tema as idéias principais. DESENVOLVIMENTO . um ou dois textos de apoio para leitura e interpretação individual. possibilitando maior raciocínio acerca de determinado assunto. Os grupos serão formados e dedicarão alguns minutos para a reflexão sobre o tema e relacionar as idéias que irão compor a redação.. c) Testar o nível de apredizagem. os alunos que estão na equipe A. 3ª ETAPA . estimulando-os a aprender. de modo a formar uma seqüência lógica e abrangente. b) Desenvolver a auto-confiança ao expor. pode ser realizada essa dinâmica.

C5. C3. Nessa etapa.. D4. Os alunos que permaneceram nos lugares e que. compões as equipes B e D..Procede-se a nova formação de grupos da seguinte maneira: As novas equipes discutem os textos uma vez que todos já tomaram conhecimento do seu texto e do texto da outra equipe. explicam o texto para os das equipes C e A.A seguir.) explicarão o texto para os da equipe D (D2. 2ª ETAPA .). etc . Os componentes da C (C1. faz-se uma troca de lugares entre as equipes: os alunos da equipe A trocam de lugar com os da equipe C. 0 A 10 9 E 10 7 7 5 5 C 3 3 B 1 1 8 8 6 6 4D 4 2 2 . 9 7 5 3 1 A 9 7 5 3 1 C 10 8 6 4 2 D 10 8 6 4 2 B 3ª ETAPA . os quartetos elaboram uma síntese do assunto. etc.9 7 5 3 1 C 9 7 5 3 1 A 10 8 6 4 2 D 10 8 6 4 2 B da equipe B... D6.

o evangelizador pode dar uma aula para esclarecer as dúvidas. cooperativamente.” (Técnicas de ensino. 3) Passa-se a palavra ao grande grupo. faz-se uma auto e hétero-avaliação de cada subgrupo. 3) Debate amplo de idéais. OBSERVAÇÃO: . em forma de assembléia. p. 2) Flexibilidade mental: ver um tema sob muitos ângulos. 8-9. . Se julgar necessário. 2) Constituição de dois minigrupos: de 3 a 5 membros cada um: para assumirem as posições a favor e contra a idéia em discussão. a fim de unir fortes e fracos. ou então para um debate mais amplo.Em plenário. com o auxílio do orientador. 6. 38-40).4ª ETAPA . . 2) Concluído o debate. elaboram as conclusões finais. 3) Um moderador para acompanhar os debates. 19-20. 14-15.PAINEL DUPLO OBJETIVOS 1) Desenvolvimento do raciocínio. b) Solicitar que reúnam-se em duplas as pessoas que possuam o mesmo nú- mero. em grupo. DESENVOLVIMENTO 1) Os dois grupos debatem o tema proposto. 4) Exercitar a cabeça fria PREPARAÇÃO 1) Apresentação da idéia ou situação a ser discutida.O coordenador pode relacionar as duplas.4. da seguinte maneira: a) Confeccionar cartões numerados e ditribuí-los aos evangelizandos. para uma avaliação. sem que os evangelizandos percebam.TÉCNICAS DE DEBATE 1 . entender o ponto de vista dos outros. VARIAÇÃO . . AVALIAÇÃO . c) realizarem a técnica dentro do tempo estipulado. b) estudarem o texto e explicarem corretamente aos alunos do grupo. os grupos expõem as sínteses e.A dinâmica será considerada satisfatória se os alunos: a) trabalharem. É aconselhável o coordenador avaliar a dinâmica com os evangelizandos. durante o tempo previsto. da organização lógica do pensamento.

G. com o objetivo de exercitar a flexibilidade e a capacidade para entender os outros. A inutilidade de certas discussões deve-se. O painel duplo educa para o debate.VARIAÇÃO E APLICAÇÕES DA TÉCNICA Para determinados temas.O. a esta falta de flexibilidade e empatia. as pessoas que assumem posições radicais. 2 .V. tanto menos ouvem seus interlocutores.G. pode-se inverter os papéis dos subgrupos: quem defendia passa a atacar. É um interessante exercício de acrobacia mental. útil para desenvolver a flexibilidade e agilidade do pensamento. (grupo de verbalização e grupo de observação) OBJETIVOS . muitas vezes. quanto mais discutem. quem atacava passa a defender.

O. pode subdividir-se em pequenos grupos. Cria-se assim uma interação bastante rica entre os membros do G. vários bilhetes. e toca adiante. As folhas circulam entre os membros do G.O.O. 3) Os números ímpares dispõem-se no círculo interno: G. Cada um anota em sua folha as observações que lhe ocorrem.V. 7) O G.: circulam no G.JÚRI SIMULADO É uma técnica que se presta para mútiplas aplicações. realiza o debate.O. 2) Para dinamizar a discussão.O.1) Discutir amplamente um tema. O G. em forma de pergunta. f) Antes da avaliação. No alto escreve-se. 4) Desenvolver a capacidade para o debate. apresentando as observações feitas. o aspecto a ser observado. 3) Para dinamizar o trabalho do G. APLICAÇÕES E VARIAÇÃO DA TÉCNICA 1) A Técnica pode servir tanto para iniciar o estudo de um tema. já pesquisado anteriormente. 4) O G. 5) O G.V. diposto em círculo.V. pode-se usar vários subsídios técnicos tais como: a) Distribuir fichas. . contendo sugestões de itens a observar. através de outras técnicas e atividades. para cada membro do G. d) Pode-se também fornecer uma ficha padronizada. podem fazer uma auto-avaliação. que deverá ser depois ampliado e aprofundado. com tarefas diversificadas para os membros do G. transforma-se em G. pode-se inverter as posições: o G. e vice-versa.: sugere-se em cada ficha um dos vários aspectos que podem ser observados. e) Outra variação: antes de passar a palavra ao G. b) Distribuir no G. DESENVOLVIMENTO 1) Apresentação do tema ao grupo.V.O.O. acompanha o mesmo desempenhando tarefas de observação. 5) Integrar os membros de um grupo. 2) Enumeram-se os membros do grupo. 6) Encerra-se a discussão. organiza-se com as lideranças convenientes para um bom debate. onde as observações individuais são reunidas em relatórios. 2) Esclarecer os múltiplos aspectos do mesmo.O.V. 6) Descobrir e analisar aspectos de integração num grupo.O. 3 . os membros do G.O. várias folhas tamanho <<ofício>>.O. Cada um escreve sua observação. faz a avaliação do trabalho. 3) Aprofundar o conhecimento de um assunto. como também para coroar o estudo de um tema.O. c) Outra forma para dinamizar o G. o G.O. 7) Desenvolver liderança.

redigindo noticiários e crônicas.OBJETIVOS 1) Motivar o estudo de um tema. 55-59). para serem expostos no jornal mural. Todos precisarão estudar muito bem a história de Napoleão e de sua época. Mas pode aplicar-se muito bem em outros campos. advogado de defesa. os outros membros do grupo desempenham diversos papéis como os de repórteres de jornal. Um personagem da História é “acusado”.S. tornando-o empolgante. realizando entrevistas. réu. Aparecida de Nova Prata(RS) aplicou-a com muito sucesso numa sessão comemorativa do dia da árvore. outros poderão redigir manifesto a favor ou contra. ed. . promotor público. Juiz. 3) Flexibilidade mental. jurados. para poderem desempenhar seu papel na sessão do júri.O método acima prevê a conversa informal entre duas pessoas. p. APLICAÇÕES E VARIAÇÕES DA TÉCNICA A técnica é muito aplicada em cursos de direito. PERSONAGENS . O júri simulado é a culminância de todo este trabalho. 1) O júri desenvolve-se através de várias sessões. Nos intervalos.TÉCNICA DA CONVERSA CARACTERÍSTICAS . Em torno disto girou um debate interessantíssimo sobre o valor da árvore. do tipo: “Você condena ou absolve? Por quê?” (Andreola. Um grupo de alunos do 1º grau da Escola N. 2) A técnica segue todos os passos de uma sessão do tribunal do júri. DESENVOLVIMENTO 1) O tema ou problema a ser debatido deve ter sido planejado e estudado com antecedência pelo grupo.. Um dos alunos era “acusado” de ter quebrado o galho de uma árvore da praça. reportagens. e o respeito pelo meio ambiente. 4 . 2) Exercitar o debate de idéias. Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. 4) Ver um problema sob vários ângulos ou pontos de vista. rádio e televisão. testemunhas. Conhecemos ótimas aplicações a para História. advogado de acusação. 2) Alguns “peritos” poderão fazer sondagens de opinião pública. 8. onde os alunos ensaiam as lides da magistratura. por exemplo: Napoleão.

tornando mais dinâmica a apresentação. As perguntas serão feitas após o término do diálogo. possam transmitir esses assuntos. Durante a conversa anotará os pontos que desejar melhor esclarecimento. c) Possibilitar a divisão do assunto entre duas pessoas. que deverão ser pessoas entendidas no assunto. será uma classe. dois dialogadores e a platéia. seguindo um roteiro pré-estabelecido. DISPOSIÇÃO DOS GRUPOS 1ª ETAPA . participar da conversa.utilizando-se de perguntas e respostas sobre um tema previamente combinado. DESENVOLVIMENTO Os participantes desta técnica são: coordenador. c) A platéia. b) Permitir que pessoas que conheçam determinados assuntos mas não sejam oradoras. Escolhem os responsáveis pela conversa. ou entre dois alunos. no caso. fazendo perguntas aos dois dialogadores. OBJETIVOS a) Possibilitar aos participantes a compreensão objetiva de um tema.O professor e a classe determinam o tema a ser estudado. conhecedores do tema proposto Deverão conhecer profundamente o tema. sem interferir. a fim de que sejam abordados aspectos importantes do assunto. apreciando o confronto de idéias entre especialistas. em conversa informal. conversar com voz clara e audível para toda a platéia. posteriormente. Deverá fazer um levantamento junto à platéia. previamente preparados. Escolhem o coordenador. Esta técnica poderá ser realizada convidando-se dois especialistas em algum assunto. sobre os pontos de maior interesse ou dúvida e organizar uma agenda para os dialogadores. individualmente ou por grupo. a fim de orientá-lo quanto aos interesses e necessidades do grupo. A platéia poderá. Cada um deste elementos desempenha tarefas específicas. que pode ser o professor ou um aluno. b) Os conversadores ou dialogadores serão 2 educandos ou 2 especialistas. A conversa será informal mas. mas dar respostas diretas e simples de modo a serem bem compreendidas pela platéia. Não devem fazer discursos. Este irá ela- . a) O coordenador pode ser o professor ou um educando.

p. GRUPO GRANDE DIALOGADORES COORDENADOR PLATÉIA 2ª ETAPA . faz a primeira pergunta que será discutida entre conversadores. enquanto a classe se mantém atenta. (Técnicas de Ensino. PLATÉIA . A platéia poderá ir anotando. 16-19). individualmente ou em grupos os pontos de maior interesse ou de dúvidas.O coordenador inicia a técnica fazendo breve referência sobre o assunto e apresenta os dialogadores ao grupo. Em seguida. GRUPO PEQUENO COORDENADOR DIALOGADORES Se o grupo for pequeno a platéia pode colocar-se em semicírculo.borar o roteiro para o diálogo. através de perguntas. o coordenador vai apresentando a agenda de questões que será debatida entre os especialistas. E assim.

folhetos. p..IMPORTÂNCIA Os cursos deverão ser amplamente divulgados dentro e fora da Casa Espírita pelos mais variados meios (cartazes.1 .2 . etc. ed. Conduta espírita.7 . anúncios em jornais. "Divulgar. conceitos e páginas das obras fundamentais do Espiritismo. convites. televisão.DIVULGAÇÃO 7. 65). LOCAL: ENDEREÇO: INÍCIO DO CURSO: 67 . rádios." (André Luiz. 7. convidando novos alunos aos estudos espíritas.CARTAZ Apresentamos abaixo um modelo sugestivo de cartaz que poderá ser utilizado na divulgação dos cursos do Ciclo Introdutório. 15. televisão. em cada programa de rádio. A base é indispensável em qualquer edificação. out-door. ou programas outros de expansão doutrinária.

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Plano de curso .O "Nosso Lar".Plano de unidade .Gabarito do caderno de exercícios Passe -Noções de mediunidade .Conteúdo do curso .A obra de André Luiz editada pela FEB . o plano de curso e o plano de unidade (com os objetivos gerais e específicos.Plano de unidade .Conteúdo do curso .QUADRO SINTÉTICO DO PROGRAMA DE APLICAÇÃO DOS CURSOS O programa visa orientar os instrutores na ministração dos cursos do Ciclo Introdutório.A influência da obra de André Luiz no desenvolvimento do Espiritismo .Plano de unidade .Conteúdo do curso . conteúdo e bibliografia). onde encontrarão o conteúdo.8 .Plano de curso .Plano de curso .Conteúdo do curso .Entrevistando André Luiz .A coleção de André Luiz .Plano de curso . básica e específica para cada curso. conforme visualização nos quados abaixo: Nosso Lar .Aspectos gerais da vida e obra de Allan Kardec .Anotações em torno da Corrente Magnética .Gabarito do caderno de exercícios Noções Básicas de Doutrina Espírita .Gabarito do caderno de exercícios . visto pela ótica da Terra .Plano de unidade .Gabarito do caderno de exercícios Corrente Magnética . além de riquíssima pesquisa doutrinária.Anotações em torno de André Luiz .Exercícios práticos .

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CURSO NOÇÕES BÁSICAS De Doutrina Espírita .

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ed. Grande número de seus antepassados se tinham distinguido na advocacia. Rivail realizou seus primeiros estudos em Lião. pelo professor-filantropo João Henrique Pestalozzi.. sempre tão exato em suas informações. 76. O. sempre compenetrado de seus deveres e responsabilidades. Bem cedo. católica. juiz.NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA 9. julgou. Anna Blackwell descreve a Sra. Seus padrinhos foram Pierre Louis Perrin e Suzanne Gabrielle Marie Vernier.2 . 9. elegante e afável.1. de honra e de integridade. 3. v. situada na extremidade S. Stans e Berthoud. que na época não fazia parte de Lião. residente à rua Sala. o menino se revelou altamente inteligente e perspicaz observador. 29-31).1 . sendo educado dentro de severos princípios de honradez e retidão moral. E que a mãe de Rivail era natural de Bourg (ou Bourg-en-Bresse). in-8).1. Conforme o assinalam os Registros de Batismo da paróquia Saint-Denis en Bresse.ASPECTOS GERAIS DA VIDA E OBRA DE ALLAN KARDEC 9. ed. .. do lago Neutchâtel e na foz do Thiele. de nobres e dignas tradições. erradamente . Sirand. Duhamel como uma mulher notavelmente bela. e que devido a isso o Sr. domiciliados na mesma cidade onde nascera a mãe de Rivail. nasceu na cidade de Lião (França). Allan Kardec. Descendente de antiga família lionesa. seus pais o enviam a Yverdon (ou Yverdun).1. 32). O futuro Codificador do Espiritismo recebeu um nome querido e respeitado. conforme assinala o registro civil. a quem o filho Quérard. Com a idade de dez anos. foram seus pais Jean-Baptiste Antoine Rivail. mundialmente conhecido pelo pseudônimo ALLAN KARDEC. p. cujo apostolado pedagógico já se revelara em Neuhof. que Rivail também nascera em Bourg e daí tê-lo inscrito em sua “Bibliographie de l'Ain” (1851. sede do Departamento de Ain. no tomo XII de sua obra “La France Littéraire” (1859-1864).Formação escolar de Rivail “Conforme nos conta Henri Sausse.” (Wantuil e Thiesen. Allan Kardec. n. na magistratura e até mesmo no trato dos problemas educacionais. 3. É de se presumir que a inflência paterna e materna tenha sido das mais benéficas na sua infância. constituindo-se em fonte de nobres sentimentos. v. prendada. no dia 11 do vindemiário do ano XIII do calendário republicano. p. I. denotando franca inclinação para as ciências e para os assuntos filosóficos. sua cidade natal.9 . homem de leis. mas se achava sob a jurisdição da diocese lionesa. em 1805. às 19 horas do dia 3 de outubro de 1804. salienta José Maria devotava profundo afeto. e todo um passado de virtudes. Rivail foi batizado pelo padre Barthe a 15 de junho de 1805 na igreja Saint-Denis de la Croix-Rousse.Nascimento e progenitores “Hippolyte Léon Denizard Rivail. a fim de completar e enriquecer sua bagagem escolar no célebre Instituto de Educação ali instalado. e Jeanne Louise Duhamel.” (Wantuil e Thiesen. cidade suíça do cantão de Vaud.1. ou seja. que remonta ao século XV. A.

I . como reencarnação de “um dos mais lúcidos discípulos do Cristo. “a grande voz do Consolador prometido ao mundo pela misericórdia de Jesus-Cristo”. embora despontassem. como que a impedir que a Humanidade mergulhasse em trevas permanentes. p..A mesma obra. logo adiante. IV . v.4 . segundo a expressão kantiana. “de toda a sua perfectibilidade possível. Allan Kardec. 9. XII .Soluções dos Exercícios e Problemas do “Tratado Completo de . de que a influência pestalozziana sobre Rivail não foi absorvente. XI . L. III . o nosso pequeno esforço.Manual dos Exames para os Certificados de Capacidade. Dentre eles sobressaiu a figua luminosa de Pestalozzi. Não nos esqueçamos. ilustrando-lhe a mente pela instrução e consolidando-lhe as luzes do espírito pela educação. “Pestalozzi foi o guia seguro que levou o menino Denizard Rivail ao desenvolvimento.” (Wantuil e Thiesen. Rivail [. ed. aqui e ali. Este. X .Pestalozzi e Rivail "Reconhecemos que Hyppolyte Léon Denizard Rivail reencarnou com missão definida.Os Três Primeiros Livros de Telêmaco.1.]. entretanto. sujeito a todas as vicissitudes do caminho.1 .Discurso Pronunciado por Ocasião da Distribuição dos Prêmios de 14 de agosto de 1834.Programa dos Estudos segundo o Plano de Instrução de H-L-D. na implantação de idéias e conceitos novos.] dedicar-se de corpo e alma à codificação do Espiritismo científico. não houve propriamente acaso no encontro dos dois grandes missionários do progresso. podendo falir diante dos chamamentos do mundo ou sucumbir ao peso da oposição ferrenha dos que se acomodavam a preceitos e idéias estratificados no tempo.9. O século XIX vivia sob o império do materialismo. 25-26). opostos à educação tradicional e formalista daqueles tempos.. Ambos retornaram ao mundo com a tarefa específica de educar.3 .. sob o título: Curso Completo Teórico e Prático de Aritmética. VII . José Herculano Pires.Curso Prático e Teórico de Aritmética. Rivail pôde [. VI .Fertilidade pedagógica “Apresentamos.1. No dizer do douto e saudoso confrade Prof.. vultos marcantes de alta espiritualidade. Estava determinado esse reencontro pela Espiritualidade Superior. Rivail. V . 3.Memória sobre a Instrução Pública. D.Gramática Francesa Clássica de acordo com um novo plano..Plano Proposto para a Melhoria da Educação Pública. II . na afirmativa reveladora de Emmanuel.Memória a respeito desta questão: Qual o Sistema de Estudos Mais em Harmonia com as Necessidades da Época? IX .Escola de Primeiro Grau.” A nosso ver. que se tornou o “pai espiritual” de Rivail. filosófico e religioso. trazia consigo rica bagagem de conhecimentos intelectuais e morais. conforme a expressão de Emmanuel. relativamente às obras de H. VIII .

Votando cérebro e coração às atividades educacionais.1. Vol. em diversos pontos. 3. Como se vê. com o talento e capacidade que lhe sobejavam. Vol. se não fora constantemente solicitado para os problemas de subsistência material. I XVIII .Projeto de reforma referente aos Exames e aos Educandários para mocinhas. 56). que por várias vezes o obrigaram a desviar-se dos seus mais caros ideais. v.1. o conde de Gasparin.Curso de Cálculo Mental. 2. a Europa inteira tinha as atenções gerais convergidas para o fenômeno das chamadas “mesas girantes e dançantes”. L.Catecismo Gramatical da Língua Francesa. Arago. então o mais ilustre representante da teologia e da filosofia católicas. a não ser o grande físico inglês Faraday. para os alemães. e. de . II XIX . às Comissões encarregadas da reforma do ensino e à Universidade. secundária e até mesmo superior. sobretudo pelo seu valor prático.Tratado de Aritmética. Babinet e alguns outros eminentes homens de ciência. os quais. em estabelecimentos públicos. Rivail. table-moving.Ditados da Primeira e da Segunda Idade. o marquês de Mirville.183-187). para os franceses.Ditados Normais dos Exames. XVII .Da diversão aos estudos sérios “A princípio. considerado “o maior acontecimento do século” pelo Rev. ele teria deixado obra maior.mo Padre Ventura de Raulica. ed. v.Gramática Normal dos Exames. XIV . da “escola ativa”.Programas dos Estudos de Instrução Primária.” (Wantuil e Thiesen.Programa dos Cursos Usuais de Física.. para os ingleses. 9.Ditados da Primeira e da Segunda Idade. algumas de suas obras foram adotadas pela Universidade de França. em explicá-las. Em toda palestra havia sempre uma referência às mesas fantásticas: table volante ou table tournante. 1.6 . bem poucos se importavam em descobrir-lhes as causas. p. XV . o abade Moigno. 3. XXII . 9. nota-se que o autor se adiantara de muitos anos aos processos pedagógicos então em voga. não foi pequeno o número de livros escolares publicados pelo insigne discípulo de Pestalozzi. XX . ed.As “mesas girantes e dançantes”: “Em 1853. Allan Kardec. o sábio químico Chevreul. Química. Nos planos e projetos apresentados aos membros do Parlamento. XVI . tischrüeken.. os magnetistas e outros observadores supunham que tudo fosse conseqüência da ação de um fluido magnético ou elétrico ou de um outro qualquer. aproximando-se. D.5 . p. beneficiaram a estudantes e mestres. XXI . XIII . Astronomia e Fisiologia. (Wantuil e Thiesen. a maioria dos acadêmicos olhando os fenômenos com superioridade e desdém.Aritmética” de H. Allan Kardec. Destinados à instrução primária. A imprensa informava e tecia largos comentários acerca das estranhas manisfestações. acreditamos que.

para todos os tempos. se quiseres sair-te bem. o Sr. ouviu tudo o que o amigo lhe contava e respondeu. Segundo ele. Neste último caso. pareceu duvidar. pode perfeitamente atuar sobre os corpos inertes e fazer que eles se movam”. Rivail elevou uma prece ao Criador. e só admitindo por válida uma explicação quando ela resolvia todas as dificuldades do problema. outro te substituiria. E mais: por um de seus pés. mas recomendo-te discrição. “o fluido magnético.1. Nunca elaborando teorias preconcebidas. Partilhava do mesmo pensamento. 9. utilizando-se da “cesta”. em circunstâncias diferentes seria confirmado. Fortier. v. Mas o Espírito da Verdade lhe respondeu: “Confirmo o que foi dito. como verdadeiro homem de razão científica: “Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar. interrogadas. Ampara-me nos momentos difíceis e. faça-se a tua vontade! Está nas tuas mãos minha vida. p. possuidor daquela lógica austera e daquele senso que abriga o espírito de entusiasmos desarrazoados e de negações a priori. a médium Srta.” A tarefa agora é bem maior. transmitiu a Rivail a primeira revelação positiva da missão que teria de desempenhar. porquanto os desígnios de Deus não assentam na cabeça de um homem”.” (Wantuil e . sem nenhuma tendência ao espírito de sistema. que desde os 19 anos de idade se interessava pelos estudos de “magnetismo animal” e que aceitaria o fluidismo mesmeriano. Tomarás mais tarde conhecimento de coisas que te explicarão o que ora te surpreende. Em fins de 1854. por outros médiuns. 3.61-62). Japhet.propriedades desconhecidas. ed. o Prof. Rivail começou a tecer com os fatos. dispõe do teu servo. tudo envidarei para corresponder aos teus desígnios. fato que mais adiante. sem compreender a razão de sua escolha para missionário-chefe de uma doutrina que revolucionaria o pensamento científico. o Professor Denizard Rivail. as forças. O “discípulo de Pestalozzi” aceita as funções de “missionário do Consolador”. (Wantuil e Thiesen. a grande obra da Terceira Revelação. respondiam qual se fossem seres inteligentes. lhe trouxe a estranha nova: as mesas também “falavam”. dá-me as forças físicas e morais que me forem necessárias. talvez me traiam. com o teu auxílio e dos teus celestes mensageiros. e com mais clareza. a minha boa-vontade não desfalecerá. permita que eu não veja no caso mais do que um conto da carochinha”. e daí. que é uma espécie de eletricidade. porém. Allan Kardec. visto que traria consequências de alcance mundial. Humilde. E à imitação da Virgem Maria. 2. ditavam até magníficas composições literárias e musicais. de gravíssima responsabilidade e de suma relevância.7 . como podes falir. nestes termos: “Senhor! pois que te dignaste lançar os olhos sobre mim para o cumprimento de teus desígnios. em casa do Sr.O Missionário-chefe da Doutrina Espírita “Em 1856. Supre a minha deficiência. magnetizador com quem Rivail mantinha relações. considerados ridículos ou vulgares pela maioria. isto é. naturalmente. nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. a 30 de abril. Até lá. como ele próprio o confessa em sua obra “O que é o Espiritismo”. Não te esqueças que podes triunfar. Rivail. ter também aceito esta primeira explicação para as “mesas girantes”. filosófico e religioso. Reconheço a minha fraqueza diante de tão grande tarefa. É uma página emocionante da história da vida de Rivail.. Roustan.

v. de todas as partes.Thiesen. mas os bons escritores são raros". como um monumento edificado sobre areia movediça.8 .1865 . os esclarecimentos necessários para vos consolidar. 8. ed.600 examinadas e classificadas.. das quais 3.9 .141).139).1.) “[.” (“O livro dos médiuns”. Desse número. não deixar de pedir. Allan Kardec. mais tarde um fato brutal ou uma demonstração irrefutável virá afirmar-vos a sua autenticidade. essa obra tomou novo título: “O Evangelho segundo o Espiritismo) XI Coleção de composições (preces) inéditas. 3. há uma recomendação.1. porque não vos são demonstradas clara e logicamente. Efetivamente. como na Terra. que lhe remeteram.” (RS.] Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade. nunca demais repetida. Allan Kardec. ao passo que se rejeitardes hoje algumas verdades. v. 1863.Conselhos dos Espíritos “Durante toda a sua existência. Luis deu aos membros da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas: “Por mais legítima que seja a confiança a vós inspirada pelos Espíritos que presidem aos vossos trabalhos." (Wantuil e Thiesen. maio) que tem mais de 3. sobre trinta só achara cinco ou seis de real valor.em diante. ed. v. Quanto aos manuscritos e trabalhos de grande fôlego. E ele comenta: “No mundo invisível.69-70). não faltam escritores. uma só teoria errônea.” (Wantuil e Thiesen. quando vos dedicardes aos vossos estudos: tudo pesar e amadurecer. ed.1.1. 2. extraídas de “O .O esforço de Kardec "Allan Kardec faz em 1863 uma análise geral das comunicações mediúnicas que lhe vinham às mãos.As obras espíritas de Allan Kardec I O Livro dos Espíritos II Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas III O Que é o Espiritismo IV Carta sobre o Espiritismo V O Livro dos Médiuns VI O Espiritismo na sua expressão mais simples VII Viagem Espírita em 1862 VIII Resposta à mensagem dos espíritas lioneses por ocasião do Ano Novo IX Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas. 9.000 são de uma moralidade irreprochável. desde que uma resposta vos pareça duvidosa ou obscura. p. p. p. ou Primeira Iniciação X Imitação do Evangelho segundo o Espiritismo (Da 2a ed . que sempre deveis ter presente no pensamento. Kardec orientou-se por este conselho que o Espírito de S... Diz então (RS. embora apenas cem sejam de mérito excepcional..10 . que desmoronaria ao primeiro sopro da verdade. submeter ao controle da mais severa razão todas as comunicações que receberdes.. 230). sobre essa teoria poderíeis edificar um sistema completo. considera publicáveis menos de trezentas. Allan Kardec. 1859. 9. 3. 2. 3. 2.

Allan Kardec. e ele nem chegou a formular os “Princípios fundamentais da Doutrina Espírita reconhecidos como verdades definitivas”.] Segundo informa Henri Sausse. v.Desencarnação de Allan Kardec “[.666 metros quadrados de terreno. Paris. p. extraídas de “O Evangelho segundo o Espiritismo” XIV Estudo acerca da poesia medianímica XV Caracteres da Revelação Espírita XVI A Gênese XVII Obras Póstumas XVIII Revista Espírita (“Revue Spirite’). na velhice. v. deveriam transformar em casa de retiro onde pudessem ser recolhidos. os defensores indigentes do Espiritismo”. 9. 3. fulminado pela ruptura de um aneurisma. 3. não só porque esteve sob a direção de Kardec até 1869. quando. ed. como também porque as suas páginas expressam o pensamento e a ação do Codificador do Espiritismo. após sua desencarnação. . ao atender um caixeiro de livraria. entre onze e doze horas.. que o esgotamento de sua constituição física lhe vedava. Interromperam-se-lhe os planos que tinha em mente. pode aqui figurar. conforme já havia declarado pela “Revue Spirite”. passagem Sainte-Anne (II arrodissement et mairie de la Banque). Tendo essa compra esgotado seus recursos. na Avenida Ségur.Evangelho segundo o Espiritismo” XII O Céu e o Inferno. em Paris. ou a Justiça Divina segundo o Espiritismo XIII Coleção de Preces Espíritas. in-8o.1. nutria a doce esperança de retirar-se a uma delas. ele contraiu com o Crédit Founcier empréstimo de 50. Embora seja uma publicação periódica.000 francos para fazer contruir nesse terreno seis pequenas casas. Allan Kardec. Desencarnou Allan Kardec aos 31 de março de 1869.” (Wantuil e Thiesen. O excesso de cerebração continuada. Domiciliado à rua Sainte-Anne.. com o produto das suas obras pedagógicas. 3. tendo parado no título. Allan Kardec havia comprado. ed. estava ele ultimando os preparativos de mudança. “desde os primeiros anos de Espiritismo... nessa relação de obras. na Vila Ségur. 59. com jardim. p.11 . Jornal de Estudos Psicológicos. com a idade de 65 anos incompletos.119). veio-lhe cortar em meio o fio da existência.” (Wantuil e Thiesen. 2. fundada em 1º de janeiro de 1858 por Allan Kardec.15-19). a qual. atrás dos Inválidos. caiu pesadamente ao solo. 3.

2 .O CONSOLADOR PROMETIDO 3.5 .5 .3 .O ESPIRITISMO NO BRASIL 4ª AULA: ESPÍRITO.2 .5 .O ESPÍRITO 4.3 .O PERISPÍRITO 4.6 .4 .2 .ANTECEDENTES HISTÓRICOS 3. PERISPÍRITO E CORPO 4.6 .O PROCESSO DA REENCARNAÇÃO 5.A COMUNIDADE DOS ESPÍRITOS PUROS 2.A IMORTALIDADE DA ALMA 5ª AULA: REENCARNAÇÃO 5.3 .A INTELIGÊNCIA SUPREMA 1.A EXISTÊNCIA DE DEUS 1.4 .2 .ATRIBUTOS DA DIVINDADE 1.DEUS E JESUS 3ª AULA: DOUTRINA ESPÍRITA E ALLAN KARDEC 3.SINOPSE DA VIDA DE ALLAN KARDEC 3.7 .3 .JUSTIÇA DIVINA 5.1 .6 .4 .1 .O ESQUECIMENTO DO PASSADO 5.5 .CRENÇA NA VIDA FUTURA 6ª AULA: DESENCARNAÇÃO 6.O TIPO MAIS PERFEITO 2.PROCESSO DA DESENCARNAÇÃO .MISSÃO DE JESUS 2.1 .1 .A MENTE PATERNAL DE DEUS 1.2 .O DIVINO LEGADO 2.1 .ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2.OBJETIVOS DA REENCARNAÇÃO 5.2 .5 .CONCEITO 6.O CORPO FÍSICO 4.6 .A NATUREZA DIVINA 1.1 .A MÃE SANTÍSSIMA 2.O COMPLEXO HUMANO 4.CONCEITOS 5.ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO 4.7 .OS ENSINOS DE JESUS 2.6 .OS TRÊS ASPECTOS DA DOUTRINA ESPÍRITA 3.2 .O ESPIRITISMO: TERCEIRA REVELAÇÃO 3.9.CONTEÚDO DO CURSO 1ª AULA: DEUS 1.AMAR A DEUS 2ª AULA: JESUS 2.4 .4 .8 .A PROVIDÊNCIA DIVINA 1.3 .

AÇÃO DA PRECE 12.A GRANDE FAMÍLIA UNIVERSAL 7.1 .3 .1 .DIVERSAS CATEGORIAS DE MUNDOS 7.4 .5 .A IMPORTÂNCIA DO LAR 11.6 .TIPOS DE OBSESSÃO 9.POR QUE OS ESPÍRITAS NÃO TEMEM A MORTE? 7ª AULA: PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS 7.MISSÃO DOS PAIS 11.6 .3 .TIPOS DE DESENCARNAÇÃO 6.REGRA UNIVERSAL DE PROCEDER 10.OS DEFEITOS 10.EDUCAÇÃO MEDIÚNICA 8.4 .5 .3 .ILUMINAÇÃO INTERIOR 10.A VIDA NO ALÉM 6.4 .3 .EFICÁCIA DA PRECE 12.CAUSAS DA OBSESSÃO 9.MANEIRA DE ORAR .2 .A PRECE 12.1 .1 .2 .4 .1 .A ESCOLA DA ALMA 11.DEFINIÇÃO 9.PROCESSO DA OBSESSÃO 9.1 .OBJETIVO DA MEDIUNIDADE 8.2 .7 .4 .CONCEITOS 8.5 .AS VIRTUDES 11ª AULA: O LAR 11.3 .3 .O MÉDIUM 8.2 .A FUNÇÃO DA FAMÍLIA 11.COMO CONHECER-SE A SI MESMO 10.2 .3 .6 .RESPONSABILIDADE DOS FILHOS 11.A MAIOR NECESSIDADE DO HOMEM 10.TIPOS DE MEDIUNIDADE 9ª AULA: OBSESSÃO 9.MEIOS DE EVITAR A OBSESSÃO E SEU TRATAMENTO 10ª AULA: CONHECIMENTO DE SI MESMO 10.4 .PROBLEMAS NO LAR 12ª AULA: A PRECE E O CULTO DO EVANGELHO NO LAR 12.A DESTINAÇÃO DA TERRA 8ª AULA: MEDIUNIDADE 8.2 .6.5 .6 .MUNDOS HABITADOS 7.4 .A FORMAÇÃO DA FAMÍLIA 11.5 .NOSSO COMPORTAMENTO DIANTE DA DESENCARNAÇÃO 6.SÍNTESE DOS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA PRÁTICA MEDIÚNICA COM JESUS 8.

6 .MALEFÍCIOS DO ÁLCOOL 13.JESUS EM CASA 13ª AULA: VÍCIOS 13.12.5 .6 .4 .8 .AS DROGAS E A OBSESSÃO 13.1 .2 .1 .CENTRO ESPÍRITA .3 .5 .VÍCIOS MORAIS 13.CULTO DO EVANGELHO NO LAR 12.O FUMO 13.CONSEQÜÊNCIAS DA EMBRIAGUEZ 13.TÓXICOS 13.2 .7 .A IMPORTÂNCIA DE UM LAR COM CRISTO 14ª AULA: CARIDADE E O CENTRO ESPÍRITA 14.O LENTO SUICÍDIO 13.CARIDADE 14.

Identificar o estudo regular e sistemático da Doutrina Espírita. 3 . 2 .9. despertando para as verdades espirituais e sua aplicação prática. desenvolvendo os princípios da ciência e propagando o gosto pelos estudos sérios.Propiciar conhecimentos básicos da Doutrina Espírita. PROGRAMA GERAL 82 . OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 . 01 Inaugural. 01 Encerramento. capazes de propagar as idéias espíritas.Fazer adeptos esclarecidos. 3 .Preparar os alunos para integração na escola de médiuns e nos institutos.3 .PLANO DE CURSO CURSO: Noções Básicas de Doutrina Espírita DURAÇÃO: 1 Semestre PERÍODO: DIA: HORÁRIO: Nº DE AULAS: Total: 19 Aulas : 14 Teóricas.Adquirir freqüência regular na Casa Espírita. 03 Especiais 2 Aulas de Práticas Assistenciais: 1º Campanha de Fraternidade Auta de Souza 2º Livre (A critério do instrutor) OBJETIVOS GERAIS: 1 . nos seus vários aspectos.Propiciar a unidade de princípios. 2 .

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CURSO NOSSO LAR .

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A luz que. Assim digo porque quando estava psicografando o “Missionários da Luz”. sem saber se está certo. associados ao autor. que Emmanuel. Falou-me que projetavam trazer-nos páginas que nos dessem a conhecer aspectos da vida que nos espera no “outro lado”. Levou vários dias parado. Contava-me histórias interessantes e muitas vezes relacionou recordações do Segundo Império. conversando.1 .” (Suely C. em 1943.1 . . que André Luiz está representando um círculo talvez vasto de entidades superiores. também personalidade da época referida.10 . Assim decorreram quase dois anos. do mesmo trabalho. "Desde então. aos trabalhos de André Luiz. me rodeia me amedronta. Vejo. 97-100). Dentro de algum tempo. informou-me Emmanuel. por mais de uma vez. Reconhecendo a minha indigência. Em psicografando o capítulo Reencarnação. entretando. disse-me ele a propósito de “algumas autoridades espirituais” que estavam desejosas de algo lançar em nosso meio. intimamente. desde fins de 1941. ouço. Achava estranho o cuidado dele. vivo sempre com a angústia de quem se sente indigno e incapaz. acreditando. contudo. e.ANOTAÇÕES EM TORNO DE ANDRÉ LUIZ 10. ao lado de Emmanuel. houve um dia em que o trabalho se interrompeu. Contato com o médium Chico Xavier “Noto. vi Emmanuel e Bezerra de Menezes. Testemunhos de Chico Xavier.NOSSO LAR 10. podes crer. se dedica. disse-me Emmanuel que estava o companheiro treinando para se desincumbir de tarefa projetada e. tenho medo de tantas responsabilidades e rogo a Jesus me socorra. Cada dia que passa. que haviam sido realizadas algumas reuniões para o exame de certas teses que André Luiz deveria ou poderia apresentar ou não no livro. Participava de nossas preces.1. que depois se revelou por André Luiz. o que me faz acreditar tenha sido ele. por vezes. de fato. perdia tempo comigo. André Luiz. o interesse e a estima. e me movimento. familiarizei-me com esse novo amigo. Isto é o que eu acredito. não tem o nosso amigo trazido a sua contribuição direta. afetuosamente. Depois. mais observo que a luz é luz e que minha sombra é sombra. antes do “Nosso Lar”. porque no meio destas realizações eu estou como “um batráquio na festa”. mas. com objetivo de despertamento. Por essa época. decorrido algum tempo. desde então. fiscalizando ou amparando o trabalho.Surge André Luiz. p. no círculo destes trabalhos. via sempre aquele “cavalheiro espiritual”. quando o trabalho teve reinício. onde me concentrasse. vejo que o esforço de Emmanuel e de outros amigos nossos concentrou-se nele. segundo creio." "Esta é a razão pela qual. iniciava o trabalho com “Nosso Lar" . Schubert.

Se se deixasse empolgar. depois. É por isso que não podemos apresentar o médico terrestre e o autor humano.. revestidos da matéria física. sem que isto invalide em nada a força do seu discurso ou a sua autenticidade.. em repórter da vida além-túmulo. Está cônscio de que não será fácil falar aos homens. muitas vezes. quem sabe. André Luiz foi o escolhido para transmitir os novos ensinamentos. nem perturbar a lavoura verde. o anonimato é filho do legítimo entendimento e do verdadeiro amor. cognominado repórter do Além “[. já que ele era ali. como um recurso de escritor.] Por que razão Emmanuel não escreveu. Para redimirmos o passado escabroso. igualmente. não devem ofender os que plantam a distância.. Quando escreve “Nosso Lar” tem um prazo e um limite dos assuntos. inclusive a do próprio nome. que ele." (André Luiz. um conjunto de outras experiências. necessitou despojar-se de todas as convenções. Muitas são as dificuldades que ele vai enfrentar.Quem é André Luiz? Emmanuel traz-nos os seguintes esclarecimentos acerca do pseudônimo de André Luiz: “Embalde os companheiros encarnados procurariam o médico André Luiz nos catálogos da convenção. ed. 9). p.André Luiz. 10. Funciona o esquecimento temporário como bênção da Divina Misericórdia. absolutamente de acordo com a orientação segura e sábia de Emmanuel e Bezerra. ora escolhendo palavras. Por trazer valiosas impressões aos companheiros do mundo. André sabe que as novas a serem lançadas no meio dos encarnados têm que ser dosadas e viriam progressivamente. E o fez. ele mesmo.2 . teria Emmanuel e Bezerra ao seu lado. envolvidos ainda nos velhos mantos da ilusão. Nosso Lar.1. André precisou. encontramos o autor a lutar contra a falta de termos adequados. ora fazendo comparações. cerrar a cortina sobre si mesmo. que foi médico na Terra? Quais os motivos que teriam levado à escolha de André Luiz? Quais os critérios adotados para essa escolha? A verdade é que houve atenta. mas sim o novo amigo e irmão na eternidade. A forma da narrativa foi planejada. as transforma em suas. Outros livros viriam e cada um trataria de aspectos específicos. André Luiz corporifica o aprendiz. meticulosa e completa preparação.3 . E ambos trabalhando de conformidade com altas autoridades espirituais. Se ele fosse um iniciante em Doutrina Espírita. das realidades do plano espiritual. Conta as suas próprias experiências ou. 21. vigilantes. que se torna. Por vezes. de traduzir em nossa pobre linguagem toda a grandeza e complexidade da Vida . na tentativa. para não ferir corações amados. previamente estipulados. ainda em flor.1. enfim. MÉDIUM de outros Espíritos mais elevados. também ele.10. nem por isso haveria o perigo de prejudicar o trabalho. em seus livros. Os que colhem as espigas maduras. visando facilitar o entendimento. Precisará adotar terminologia que expresse essa realidade e. modificam-se as tabelas da nomenclatura usual na reencarnação. tais livros? Ou Bezerra de Menezes.

expressar na estreiteza da linguagem humana toda a magnífica visão da continuidade da Vida e da luta ingente do homem em sua escalada evolutiva. que.Estrutura Geográfica III . em nosso plano cinzento de vida. involuntária mas progressivamente. Religiosa --- . Vamos tentar.Verdadeira que estua no Universo. jungido à pragmática da ortodoxia dominante. FEB.6 Artística Filosófico-Doutrinárias I . no dizer dos nossos Maiores. essa obra lembra-nos que “a idéia nova.Estrutura Organizacional 2. do Espírito de André Luiz. pelos caminhos dos milênios. sem pretensões.4 Educacional 2. Mostrando ângulos inusitados da vida e revelando-nos verdades científicas ponderáveis. com outros quinze. Para facilitar a inteligência do nosso trabalho e racionalizar-lhe o estilo expositivo. Política 2. numa verdadeira revolução do pensamento. recebida por Francisco Cândido Xavier. neste livro. integra a coleção científico-filosófica. 101-102). oferece ao esforço de redenção humana. e consegue.(Ed. Civil ---- { 3. VISTO PELA ÓTICA DA TERRA "Inquestionavelmente. de alguns enfoques do livro “Nosso Lar”. que os Altos Planos da Vida.1 Social 2. outrossim. a obra de André Luiz projeta-se no cenário do pensamento contemporâneo. E não só isto. Schubert. em seu esforço de doação. nesta curva augusta de sua trajetória evolutiva. essa mensagem precursora. que ESQUEMA EXPOSITIVO Introdução Infra-Estrutura Atividades 1. que se filtra de mais Alto. limitada apenas. o melhor que pode. pela nossa capacidade de entender. . na mensagem inicial.2 . que marca limite à revelação.5 Científica 2. com o aval de sua responsabilidade. cada vez mais.” (Suely C. por misericórdia infinita de Deus. Rio). registra. aqui. 10. Testemunhos de Chico Xavier. rumo às luzes do futuro. Ele tenta. em qualquer campo chega sempre do Alto e é recebida pela intuição do gênio”. Daí a ciência dita oficial ir confirmando. observaremos o seguinte: "O autor espiritual André Luiz.3 Cultural 2. segundo “A Grande Síntese”. p.O "NOSSO LAR". ao conceito científico-filosófico.é exatamente a nossa mentalidade e condições éticas. uma abordagem em síntese. como sublimada revelação científico-filosófica.Histórico II . pois. Impõem-se.2 Econômica 2.

que é um livro que. de Ruth Montegomery. as que resultem. Onde se congregam. que. . encontramos livros que se aproximam. Porém. desse surpreendente plano de vida.daí “Nosso Lar” ser. do Irmão Jacob (Frederico Figner).enquanto que nada ou quase nada informa das esferas mais elevadas. nenhum no estilo dos de André Luiz. para receber.HISTÓRICO “Nosso Lar”. se analisadas com coerência e meditadas com bom senso. situada sobre a cidade do Rio de Janeiro. alicerçado em bases científico-filosóficas. vasado numa linguagem castiça. misturavam-se as notas primitivas dos silvícolas do país e as construções infantis de suas mentes rudimentares”. segundo consta dos arquivos. Vale Owen. pelos idos dos primeiros tempos pós-descobrimento. isto é. . “No Limiar do Etéreo”. mas não rivalizam. do amor. I . nos ensina morrer. colônia espiritual de transição. Não obstante. desencarnados no Brasil. com justa causa. vibrações delicadas e nobres. . e no mais seguro e efetivo cristianismo como os da literatura brasileira espírita. é indispensável dar alguma coisa” em troca. edifícios de fino lavor. A cidade era mais um departamento do Umbral. sobre a vida e os costumes nessa Colônia Espiritual. de Helen Greaves e “A Vida nos Mundos Invisíveis”. tais como “A ´Vida Além do Véu”. Na literatura brasileira.. “Testemunhos de Luz”. produto do trabalho. ligavam-se aos núcleos da evolução terrestre . nos permitem um entendimento.. É evidente que não poderemos colher todos os esclarecimentos e informações que desejaríamos. no espaço que dispomos. Os trabalhos primordiais foram desanimadores. principalmente nos de língua inglesa. todas as moradias. no século XVI”. vida intraduzível na pobreza da linguagem de nós encarnados. elas se reportam apenas às esferas espirituais mais próximas da Terra. As informações colhidas ao longo das páginas desse livro. também. da renúncia. e não poderia ser diferente. de Anthony Borgia. do processo lógico dessas informações. instrui e encanta. as notícias recebidas de André Luiz. da abnegação. Se “nada na vida existe sem preço. procuramos reunir informações esparsas ao longo de diversos capítulos. quanto possível de alguns problemas que nos aguardam do outro lado do véu. contamos. A riqueza de detalhes que nos oferece André Luiz.. como ilações. e.. como. G. em um estilo científico-filosófico. com “Voltei”. Os anais da Colônia registram que “a princípio. de J. com relativa riqueza de detalhes. até então. ao que sabemos. tanto mais clara. “é antiga fundação de portugueses distintos. “A Vida no Além Túmulo”. para ver a possibilidade de compor um panorama mais nítido. Artur Findlay. ainda. Todavia. no Ministério do Esclarecimento . do Rev. pois a evolução não se faz por fora da nossa participação. (o grifo é nosso).fornece “somente algumas ligeiras notícias aos espíritos sequiosos dos nossos irmãos na senda da realização espiritual”. bem como as que ficam nas entrelinhas e. nas colônias espirituais desse nível. igualmente. hoje. Na literatura de outros países. enorme e exaustiva foi a luta. mesmo para os espíritos mais fortes. não tínhamos da vida. “as regiões da mente pura”. “No início da Colônia. dentro das nossas possibilidades. para tentarmos uma visão.

rumo ao céu . sob a égide do Cristo. ainda. parecia banhada de luz alvacenta.ESTRUTURA GEOGRÁFICA E URBANA Como vimos. Forrava-se o solo de vegetação. adornando o verde de cambiantes variados. substâncias mais delicadas. . enfeitadas de árvores frondosas. a medida que melhora o nível evolutivo da Crosta. que começa na crosta terrestre. melhorada cópia da Terra. Cores mais harmônicas. Alinhavam-se a espaços regulares. filosóficos e outros da Terra. entre árvores frondosas”... É uma zona obscura. O Umbral é uma faixa que envolve o planeta. a se erguerem retilíneas lembrando lírios gigantescos. rigorosamente cumprido e sentido como fator de libertação espiritual. “onde se concentra tudo o que não tem utilidade para a vida superior . fundamentalmente. como que amortalhada em neblina espessa. André nos oferece algo específico. a Colônia Espiritual “Nosso Lar” está sediada. de quando em quando. Hoje. informa André Luiz que ela visa. e que.. em continuidade à planície onde a Colônia repousava. exibindo formas diversas. pelo aprendizado e pelo trabalho. cercadas de muros de heras.” Que diferença das vias públicas das cidades da Terra! Estas ruidosas. paisagem. Aves de plumagem policromas cruzavam os ares e. Destacavam-se. face ao grau de desenvolvimento que alcançou essa Colônia.. sua influência nos processos artísticos. aqui examinaremos como zona geográfica. mas há uma razoável felicidade. sobre a cidade do Rio de Janeiro. atmosfera de profunda tranqüilidade espiritual . André Luiz oferece-nos subsídios interessantes a respeito da estrutura geográfica e urbana de “Nosso Lar”. trepidantes . aqui e ali. poluídas. onde rosas diferentes desabrochavam. Quase tudo. Não é estância de espíritos vitoriosos. agora. é mais intensa e extensa do que se possa pensar.propriamente. zona de refazimento e instrução”. Grandes árvores. No capítulo VII. À pequena distância.” Argüido sobre as finalidades dessa importante Colônia Espiritual. Ar puro. a libertação espiritual pela educação. quando descreve: . debruçado às janelas espaçosas(do hospital). Todos os departamentos pareciam cultivados com esmero. sobretudo. em faixa espiritual de certa altitude. Vastas avenidas. Impressionava-me.“Deleitava-me. os aspectos da natureza..“Impressionou-me o espetáculo das ruas. superior à da Terra. É um estágio em nossa laboriosa caminhada para o Alto. II .. quando não totalmente escura. alteavam-se graciosos edifícios. porque não lhes falta o pão santificante do trabalho redentor. para além das faixas umbralinas. científicos. “Nosso Lar” não é a única Colônia existente nos planos espirituais vizinhos da Terra. contemplando os horizontes vastos.. Surpreendido identificava animais domésticos. inquestionável destino de todos. pomares fartos e jardins deliciosos. algumas casinhas encantadoras. pousavam agrupadas nas torres muito alvas. Nenhum sem flores à entrada. como segue: . quanto à estrutura urbana. No capítulo VIII.. Desenhavam-se montes coroados de luz.

Entretanto. mas atende às exigências expositivas deste trabalho.” III . é integrada pelas infra-estruturas Política. que nem mesmo alguns dias de estudo oferece ensejo à visão detalhada de um só deles”. mas seus titulares. Se aplica perfeitamente ao “Nosso Lar” o conceito de Estado. entre as religiões dominantes e os poderes temporais. a infra-estrutura Religiosa se desdobra em atividades Filosófico-Doutrinárias. de uma estrutura racionalmente abrangente. ao longo da História. de . Educacional. com ocupações especializadas dentro do respectivo Ministério. com extensão e verticalidade que não se conhece exemplo na Terra. organicamente entendida. paisagem por vezes escura e úmida. considerando que a administração. verificando-se até uma certa subordinção. que os problemas administrativos propriamente e os problemas espirituais não são atividades estanques ou dissociadas como se verifica na Terra. todavia. e ter por programa central . Infra-Estrutura Política A Colônia é dirigida por uma Governadoria e o seu Titular é coadjuvado por diversos Ministérios. Não se trata. de “A Grande Síntese”. simplistamente. de importância fundamental. em todos os níveis. num total de setenta e dois (72). “enormes células de trabalho ativo. não é uma teocracia. É certo que os assuntos espirituais. É preciso entender. 1.ESTRUTURA ORGANIZACIONAL A estrutura organizacional desse plano de vida.” Passemos agora ao exame da infra-estrutura organizacional e suas atividades. orientados. a estrutura proposta. nos seus atos públicos e privados.o que se reflete. tendo por tarefa substancial a formação do homem pela sua educação integral. em “Nosso Lar”. bem como as respectivas atividades.que os raios do sol aquece de muito longe . como seria de desejar. Econômica. mas é indispensável a reforma do homem íntimo. Cultural. por interesses subalternos recíprocos. o Governo da Colônia. com os inconvenientes e prejuízos que essa forma de governo se nos apresenta na Crosta. e cuja primeira função é a de ser um instrumento das ascenções humanas”. em número de seis(6).. Civil e Religiosa. Os Ministérios. o Governo da Colônia. cada um por doze (12) Ministros. como vimos no esquema inicial. seguindo a linha do nosso esquema expositivo. . são espíritos de esmerada formação cristã. a infra-estrutura Civil se subdivide em atividades de ordem: Social.“Deus e o conhecimento da ordem divina. positivamente. Este fato corrobora a velha tese de que os problemas da convivência social não se resolvem. para melhor inteligência da matéria. que compõe o estafe . onde é conjugado ao fenômeno basilar do ser . previsto no capítulo XCVII. A infra-estrutura Política é integrada pelo que poderíamos chamar. e a vivência espiritual é uma atividade fim. pelo menos de alguns de seus aspectos..orgãos diretivos (atividades meios) e executivos (atividades fins). visto pela ótica do Direito Público Constitucional. sobrelevam em importância os primeiros. Científica e Artística.a evolução. em linguagem de disciplina acadêmica. apesar de se constatar nesta uma certa promiscuidade. tão só a força de leis e regulamentos. responsáveis pela Alta Administração. é uma atividade meio.

trabalham em irrepreensível coordenação de sintonia. Evidente. concepções. são valorizados mediante estudos. que suporta um esforço permanente de evolução. com vistas ao aprimoramento de suas tarefas junto à coletividade. no mundo. Lembramos aos nossos leitores que. hospitais. servirá no futuro de paradigma a nossa civilização na Terra. daremos subsídios para um melhor entendimento do ângulo moral do . com ordem. sem que seus raios iniciais partam de cima”. prados. a exemplo dos que desempenham atividades em todos os setores de “Nosso Lar”. através de uma infra-estrutura organizacional que compreende . embasados no mais legítimo enfoque cristão. espaço rural com o seu componente agrícola e zoológico (animais domésticos). Nenhuma condição de destaque é concedida aqui a título de favor. conforme as circunstâncias. Os titulares dos Ministérios. forçando o conceito. acrescentando que “nenhuma organização útil se materializa na crosta terrena. que “a organização em ministério é mais expressiva. “A lei do trabalho é rigorosamente cumprida” e vivida como fator propulsivo nesse contexto. repartições públicas. serviços de água. (não no sentido de igrejas dogmáticas). como. num total de 7 dias. se identifica por sua mentalidade. A equipe direcional. não só às futuras reencarnações. lazeres e intercâmbios sociais. que inspira todos os setores de atividade dessa magnífica civilização espiritual que. Diz André Luiz. jardins. rios. isto sim. de diversos níveis hierárquicos. de comunicação (apesar de audição e visão à distância de alguns). à pag. vias públicas. do Esclarecimento. como na Terra.” São os seguintes os seis Ministérios: da Regeneração. A semana de trabalho é de 48 horas no mínimo. câmaras de retificações. bosques.escolas. A jornada de 12 horas ocorre apenas nos casos especiais. poderíamos denominar de Organização de Estado. áreas de lazer. que corporifica o pensamento político no bom sentido. universidades. o que representa uma jornada de 8 a 12 horas. do Auxílio. como escreve André Luiz com muita propriedade. como definição de espiritualidade. sua atividade e influência na vida da Colônia. como temos na Terra. a partir do III Milênio. O Evangelho do Cristo é a Carta Magna por excelência. pois. da Comunicação. prédios públicos. “costumam excursionar noutras esferas. nos serviços sacrificiais. em linguagem e sentido econômico. habitações. cuja remuneração é duplicata e até triplicada. Nos trabalhos administrativos a Governadoria serve-se da colaboração de três mil funcionários que. . podendo atingir. praças.direto do Governador. gabinetes transformatórios. procede do Plano Superior. até 72 horas. mas para a ascenção (de uma minoria) a planos mais altos. hierarquia e competência. logradouros. A chamada iniciativa privada. quando focalizarmos os aspectos filosóficos da remuneração. fábricas. 55. com um para descanso e lazer. A instituição é eminentemente substanciosa. não existe em “Nosso Lar”. renovando energias e valorizando conhecimento”. Existe. A ação administrativa se exerce. etc. da Elevação e da União Divina. uma organização pública que. na hipótese da semana de 6 dias. objetivando preparar seus membros. estamos certos. adiante. “toda manifestação de ordem. de energia. trabalhos. por exemplo. no que concerne à ordem e à hierarquia. Por esta informação estaremos em condições de formar alguma idéia da complexidade da máquina administrativa. em todos os níveis. de transporte (apesar da volitação de uma minoria). comportamento ético e objetivos. templos.

meio circulante. a categoria . a determinado lar. i. neste lar.1 . o Ministério da Elevação pede renúncia e iluminação. os trabalhos na Comunicação exigem alta noção da responsabilidade individual. Não querer trabalhar é catalogado como enfermidade. que é “o padrão de pagamento”. Toda a família trabalha.Atividade Social Uma amostra do intenso esforço que exige o trabalho assistencial. No conceito da Colônia: “Não é propriamente moeda. unidade de valor.A infra-estrutura civil.desenvolvido. Estes socorros iniciais são complementados. os campos de Esclarecimentos requisitam grande capacidade de trabalho e valores intelectuais profundos. “intensifica o rendimento do trabalho em todos os setores do esforço construtivo”. e sendo transferível em determinada circunstância. a exemplo do que se faz em algumas atividades na Terra. antes do compromisso de trabalho do espírito em tratamento. ficando dispensado o serviço externo. os deveres no Ministério da Regeneração constituem testemunhos pesadíssimos. e se efetiva através de hospitais. Anote-se que a música. além do Socorro médico-hospitalar. O trabalho é visto como específico certeiro às enfermidades da alma e como elemento propulsor nos caminhos da evolução. Infra-Estrutura Civil . dosado segundo o nível de evolução. O Sistema Previdenciário é modelar. se subdivide nas atividades principais. o que nos dá uma idéia da importância do serviço maternal. mas ficha de serviço individual. podemos entrever nas seguintes informações: “As tarefas de Auxílio são laboriosas e complicadas. são contadas em dobro.. numa sociedade organizada sobre princípios de solidariedade integral como essa. nos melhores moldes didáticos e pedagógicos. objetiva e eficaz. visando. de maneira direta. até que novo destino se lhe seja oferecido. Só não trabalham os convalescentes. sem ser moeda no sentido que se dá na Terra. Como é fácil entender. da assistência psíquico-profilática. numa etapa de franca convalescença. como vimos. 2. que desenvolveremos a seguir: 2. ao longo de um trabalho que se estende. câmaras de retificação. as atividades da União Divina requerem conhecimento justo e sincera aplicação do amor universal”. é. Quando o Ministério de Auxílio confia crianças. mediante o chamado Bônus-Hora. com eficiente e progressiva assistência espiritual intensiva. O trabalho é remunerado. as horas de serviço. de certa forma. não cabe espaço ao egoísmo desintegrador. com os melhores recursos humanos e técnicos. e.salário e consequências espirituais. funcionando como valor aquisitivo”. propriamente (nos primeiros tempos) até ao lar ou onde o espírito neófico ficará domiciliado em caráter permanente.

Nesta área de atividade. em provação ou expiação.. tem no amor a base profunda”. como em tudo em “Nosso Lar”.um programa extraordinário de conscientização crística. condições indispensáveis de responsabilidade. que enfrenta o nosso profissional. num sublime binômio. Casos existem. contidas no capítulo XVIII: “. Estamos mergulhados num oceano de vida. se não catalogar. em espírito e verdade. e. Todos nos movemos nele e sem ele não teríamos existência”. pela profilaxia do Umbral.1.. na compreensão e adaptação à nova vida. ainda. em nossa modesta capacidade de análise. é a vivência do ideal crístico. nas variadas esferas da vida. Destaquemos algumas informações. muito vulnerável da nossa ciência médica na Terra. no Umbral ou em zonas purgatoriais ou infernais de trevas densas. se faz em circunstâncias menos laboriosas ou mais tranquilas do que a grande maioria.. que abre ao conhecimento humano vastos horizontes. com olhos de ver. O verme. que lhe outorga responsabilidade e benemerência. como não é difícil entender. para esta afimativa de André Luiz: . Atentemos. que passaram. . Outros espíritos existem.assim. 2. abnegação.A Alimentação Sobre esta matéria. numa missão de legítimo sacerdócio. lucidez. pois ninguém faz jus a essa sagrada investidura. rapidamente. sustentado pelo . que requer um condicionamento especial. conjugado no seu trabalho ciência e religião (a religião cósmica). não importa o grau intelectual. . Tudo se equilibra no amor infinito em Deus. que procurasemos entender. Pode. espírito de renúncia e a indispensável bagagem científica. cuja recuperação do traumatismo da morte. O médico é como que o arauto da vida.“Todo o sistema de alimentação.espiritual do reeducando. Estamos nos referindo ao grande número de espíritos que integram uma faixa média predominante numericamente. quanto mais evoluído o ser. André Luiz nos revela enfoque de extraordinária importância. Os espíritos rebeldes ou aqueles ainda presos aos instintos mais primários e chocantes e de difícil recuperação. com recursos inimagináveis para o nosso estágio evolutivo na Crosta. Evidentemente que terão um aprendizado mais produtivo. o homem e nós (os espíritos) dependemos absolutamente do amor. a idéia matriz.. em menor número. o animal. O diagnóstico que é um dos pontos. num trabalho laborioso de educação e recuperação pela dor.a misericórdia Divina os mantém segregados em faixas de sofrimento. com vistas aos cometimentos do futuro. Não se trata de figura de retórica. Voltam à Crosta em processo de reencarnação compulsória. Estes nem chegam a ser recolhidos ao “Nosso Lar”. o tratamento ir direto às causas do mal. não luta com as deficiências e incertezas.Nosso irmão talvez ainda ignore que o maior sustentáculo das criaturas é justamente o amor. A medicina é muitíssimo menos complexa. mais sutil o processo de alimentação. ou que tenham vindo direto ao “Nosso Lar”. aliás. aquém ou além desta faixa. mas fato real da vida. de inacreditáveis e revolucionárias implicações científico-filosóficas. em sua ficha pessoal.1 .

Há uma convergência de conceitos.. no seu livro "Einstein.. centro da rotação eletrônica. porque o conteúdo do Universo é Infinito e o Infinito irradiando finitos não diminui”. qual o figurais. menores. nem colidem com o bom senso. Quando imaginais uma partícula mínima. Max Planck. não o encontrareis. através do pensamento de vultos eminentes da Física Teórica. composto e decomponível. vórtices são os centros e os satélites contidos no núcleo. por muito que procureis o último termo. compacta..assim. tais como Einstein. diríamos e como veremos.“Planck e Bohr. ao infinito. para pensarmos em termos de vibração.. não diminui o seu conteúdo na razão direta de sua irradiação. que nos levará.Este processo seria impossível se o átomo fosse uma partícula material. sem nada perder do seu conteúdo. no século XX: .“. 113/114). antecipando-se à Física Teórica. Assim. Estes conceitos não ferem a lógica. “A Grande Síntese”. Dilui-se. através de longos decênios de experiências de laboratório. (pág. em consonância com ela. Mas. Mas. O átomo é um vórtice. para maior inteligência do assunto:. nunca vos encontrareis em face de uma partícula sólida. ontem. sobre o átomo. de Pietro Ubaldi.“Ainda quando decompuserdes a matéria naquilo que vos parecer serem os últimos elementos.. prolonga-se ao infinito. interior a este. encontraremos estas elucidações." Às páginas 165 e 167. provaram que um átomo pode irradiar energia através de 30 anos ou mais.amor infinito de Deus imanente e transcendente.. entre o pensamento científico e a revelação. uma função imaterial do cosmos”. que “o núcleo. que é movimento. na substância não exsite matéria. não é o último termo (. o Enigma da Matemática": . Passemos uma rápida revista no que diz “A Grande Síntese”. hoje. é sempre um vórtice imaterial de velocidade. ainda. que consideramos a maior análise científico-filosófica produzida pelo pensamento ocidental. no sentido comum. perguntaríamos nós? Da substância Divina. E movimento do que. e assim ao infinito. uma vez que a matéria quantitativa perde o seu conteúdo à medida que irradia. porque ele não existe. o nosso conceito generalizado de matéria. confortando o que transcrevemos acima. a uma justificativa da tese de André Luiz que . vórtices são o elétron e o núcleo. nas suas revelações em torno do átomo. Escreve Humberto Rohden. com o entendimento que se tem. esclarece. como se vê. Diz esse livro. no sentido em que a compreendeis. naturalmente.. Panck e Bohr. animada de velocidade. Hoje. desdobrando os conceitos acima.. sobre o átomo e verificaremos a convergência impressionante com o pensamento de Einstein. pelo menos. E a decomposição dos vórtices. apenas há movimento”. Niels Bohr e outros “o átomo não é uma partícula material. se o átomo é um processo funcional no cosmos.. nunca tendes aí um corpo. acrescentando que “o núcleo é a semente ou o gérmen da matéria”. em que rodopiam unidades vertiginosas.) ele é um sistema planetário da mesma natureza e forma do atômico. mas um processo funcional do Universo. o núcleo não é o último termo. em semelhantes sistemas menores e interiores”. indivisível.

em última análise. numa tentativa elementar.1. define o fluido cósmico como “plasma divino ou hausto do Criador. subjacente e absoluta. graduada às nossas condições e necessidades. Levantamos. . confortadas pela Física Teórica contemporânea. há casas residenciais e apartamentos. se possível. Se a matéria é apenas a manifestação do pensamento Divino. Móveis quase idênticos aos terrestres. Donde a ilação final: . O assunto não é fácil. que aquece o universo inteiro. André Luiz.podemos finalmente. com lógica e sem figura de retórica..1. com a maior clareza a comprovação e verticalidade da tese. apenas. I Parte).e que ela não existe como a entendemos. quer dizer que a alimentação em última análise é a materialização do amor Divino.“Ambiente simples e acolhedor. o problema. concluir que a matéria é manifestação da vibração do pensamento Divino. numa coesão de caloroso afeto. que. a matéria física (realidade relativa) é apenas manifestação. Como na Terra. o que diz com o endosso da ciência e da revelação. em cuja profundidade encontramos um oceano de pura consciência. nos parâmetros do nosso nível humano. um piano de notáveis proporções. até atingirmos. sem falarmos da matéria mental. 2. no infinito do tempo e do espaço. com hálito de vida eterna. em “Nosso Lar”: . vista acima. substância primordial onde vibram e vivem constelações e sóis. em frequência de amor. Quando André Luiz escreve que “todos nos movemos nele (no amor) e sem ele não teríamos existência”.Deus é amor e com amor e por amor vivifica e mantém o Universo. e o amor. descansando sobre ele grande harpa talhada. como contribuição ao seu entendimento. e as digressões de “A Grande Síntese”. Procuraremos estabelecer a conexão entre essa teoria da matéria. deixa intendível. da imaterialidade da essência divina. mundos e seres” (Cap. da substância absoluta. Prossigamos em nosso raciocínio. sem maiores veleidades.” A organização doméstica é muito rica de encantos. aquém. . envolve toda a criação universal do macrocosmo ao microcosmo. pois envolve problema substancial. em “Evolução em Dois Mundos”. encara a “matéria” como “uma realidade relativa que repousa sobre uma outra. em linhas nobres e delicadas. na simplicidade destas modestas considerações. demonstrando pequeninas variantes. tudo vive e se alimenta da substância do amor Divino. objetos em geral. donde não ser possível analisá-lo com profundidade. e além deste. Por tudo isto. com potencialidade energética infinita:Fluido Cósmico ou Hálito Divino”. ensina que todo o sistema profundo tem no amor a base profunda. e do nosso nível evolutivo. Quadros de sublime significação espiritual. que nos mantém a vida.Lar André nos descreve um lar típico. Em “Mecanismos da Mediunidade”.2 .

O matrimônio realizado na base do mais puro amor. A distribuição (Circulação) aos vários setores da sociedade (mercado). no sentido de uma antecipação ao da Terra. . pois não buscamos uma análise econômica das relações desse conglomerado espiritual.. As núpcias por amor. sem maiores amplitudes.. Circulação e Consumo. . segundo André. . . fundaremos aqui. remate final do aprendizado decorrente desse importante ato da vida do espírito. a se materializar na Terra.Casamento e Sexo Nesse Plano de Vda.. Vejamos:-”É curioso. principalmente. que predispõe o meio. há o casamento. O casamento no plano espiritual não é um simples consenso... tais como alimentação. embora todos sejam sagrados”. evidente que segundo as peculiaridades próprias. pois verifica-se o próprio convívio conjugal. crendo que voltaremos à Terra precisamente daqui a uns trinta anos”. de dever e de provação.. mesmo porque.3 . o noivado é muito mais belo na espiritualidade. com os subsídios que se nos oferecem.” “-Como não? Vive o amor sublime no corpo mortal ou na alma eterna? Lá no círculo terrestre o amor é uma espécie de ouro abafado nas pedras brutas. ( escreve referindo-se à vida espiritual ou a Terra). se processam pela combinação vibratória.de amor. 2. reiteramos. ainda.1. em “Nosso Lar”. a que se afeiçoam os manuais da Ciência Econômica. é de inspiração apenas informativa. No capítulo XLV.Atividades Econômicas Esta exposição não seguirá uma linha ortodoxa de moldes técnicos. objetivando uma visão panorâmica. também aqui. Não existem véus de ilusão a obscurecer-nos o olhar.” E conclui a entidade espiritual:-”. o problema é colocado de maneira. indispensáveis à solução de necessidades ou processos retificadores. pela afinidade máxima e completa.2. O exame de todas as informações examinadas nos levam a conclusão lógica que existe o consórcio na Vida Espiritual. como uma etapa preparatória do casamento na Terra. “Há quatro tipos de casamentos.encontrarmos noivados. de fraternidade. com vistas a compromisso futuro. Nossa abordagem. a economia. um enfoque mais informativo.2 . distingue-se dos demais. face aos elementos de que dispomos. nossa casinha de felicidade. sem preocupações de normas didáticas. dentro em breve. em termos de bens de consumo imediato. a indústria de transformação se diria na Terra) que produzem o essencial. Existe a área rural (setor primário) e fábricas (setor secundário.. verdadeiramente espiritual. vestuário e outros de indispensável necessidade. porém. Como acontece na Terra. ficaria limitado esse propósito.. assinala três momentos ou estágios fundamentais: Produção.observei intrigado. onde se efetuará o reencontro das almas. mais explícita. que representam “ simples conciliações.

em que o poder mental e as condições espirituais se elitizam no bom sentido. como vimos. principalmente na área urbana. que administra a Colônia em todas as suas atividades. O Setor Terciário.. sujeito à manipulação fluídica. o “ do et des”. com a devida discreção. porém. “O celeiro fundamental é propriedade coletiva. de sucos. o processo e relacionamento na atividade econômica se . trocas e serviços. de amor. Um fato nos cabe observar. a exemplo da Terra. o egoísmo usurpador. calçados. Todos cooperam no engrandecimento do patrimônio comum e dele vivem. fogem a esses hábitos e necessidades. como à comunicação e ao transporte. existe uma zona rural. segundo uma mentalidade bem afastada da nossa na Crosta. desejamos sublinhar um aspecto que se reputa. Examinaremos a seguir. mas existe uma circulação de bens. em torno de 10% da população. interfere a competição. Não existe um comércio em sentido de troca. para não chocar os menos realizados. como os que matizam de luzes inconfundíveis. a lei do mais forte. etc). que é o alimento predominante. a exemplo da Crosta.onde se efetua o consumo. Conseqüentemente. no transporte de passageiros. sem o que seria impossível uma convivência e consenso humanos. tanto no que diz respeito à alimentação. essa notável morada de espíritos em esforço ascencional.” Essas são as grandes linhas gerais da economia que. Desejamos nos referir aos fundamentos ético-cristãos que alicerça essa sociedade de almas. por aproximação. ao vestuário. que uma faixa alta.. assim. a exemplo do aeróbus. de paz e de justiça. Seja visto. a deslealdade. nesta. como etapa final da atividade econômica. importante e que representa a viga mestra de sustentação do Sistema. e atividades que examinaremos nas linhas a seguir. Todavia. de barganha e de lucro.. é feita através dos recursos de transportes. como preocupação permanente e diretora em espírito e verdade. visando fornecer ao Setor Secundário os recursos para a produção. em suas fábricas (industrialização). alguns dos seus itens mais importantes. ao que poderíamos chamar. ligada principalmente ao Ministério da União Divina. e vestuário (roupas. onde. ou de prestação de serviços. um Setor Secundário e um Setor Terciário (de prestação de Serviços) da Economia. fundamentalmente. No Setor Primário. com as devidas peculiaridades. por lhe ser um plano de vida muito próximo. oferece uma complexidade de atos e fatos.. muito mais aperfeiçoados. tais como os aspectos financeiros de intercâmbio. existir. regidos por normas e princípios próprios e válidos. principalmente. Governo. o relacionamento legal do trabalho. de Poder Público. como os demais. um Setor Primário.totalmente entregue. que constituem sua atividade econômico-administrativa. assemelhados aos da Terra. com sua produção. A produção de vestuário e alimentação elementares pertence a todos em comum. o hedonismo avassalador. Verifica-se. nos alimentos servidos nos hospitais especialmente.

objetivando um processo de justiça distributiva.2. O valor da casa própria é de trinta mil bônus-hora. se for portador de bens financeiros ( bônus-hora-auxílio) estes reverterão ao patrimônio comum. com justa causa e inteiro critério. entre nós. Ensina o texto em exame. não como um fim. em romagem reencarnatória. mas é “uma ficha de serviço individual”.1 . na base da remuneração percebida.. quando detentor da propriedade de um lar. a propriedade aqui é relativa . maquiavelicamente. pela competição lesiva. A unidade monetária. injusto e lesivo à grande maioria. a legalidade ou moralidade dos meios.2. Veja-se o que instrui o texto: . pelo menos no mundo ocidental.O Problema da Herança O Espírito que regressa à Terra. nesta. conceito. do mais forte pelo dolo. pela usura. da forma como está regulamentada na sociedade capitalista. como ainda o é e será por muito tempo.A Moeda Circulante Em “Nosso Lar” o trabalho. em proporções que o valor nominal traduz com relativa aproximação.O Calendário e o Tempo O problema tempo no Plano Espiritual é um problema transcendente. assinalados. Porém. tal como acontece na Terra. sem... uma moeda escritural. ela não tem a conotação que se dá no mundo ocidental especialmente. ser transferida a benefício de terceiro.”.3 . referindo-se ao Bônus-Hora: .. no . podendo. com muito mais razões. pela fome insaciável de lucro a qualquer preço.A Propriedade Sobre este assunto. de certa forma.“Não é propriamente moeda. uma conta corrente. mas como uma aferição de valores meritórios. 2. mas ficha de serviço individual. é remunerado. pela fraude. tem como padrão de referência o Bônus-Hora. aos pensadores na Terra.2. funcionando como valor aquisitivo”. ser moeda (dinheiro) no sentido específico que se empresta.108). no entanto..2 .“. . em certas circunstâncias. ficando a crédito do possuidor o mérito pessoal.é oportuno lembrar que. 2. como também na aquisição de bens duráveis e de consumo. aqui.. Como se vê.realizam de maneira muito diferente dos da Terra. em “Nosso Lar”. pode legá-lo aos familiares que ficam (pg. não tem um curso forçado como meda corrente.2. o que se consegue com 3 anos e cinco meses de trabalho. A propriedade de bens imóveis não passa disto. que lastreia o meio circulante. em tempo da Terra. . 2. não importando. que.aliás muito curioso para nós que estamos presos ao conceito predominante de propriedade. em planos mais elevados. predominante. em vias de regra. se realiza segundo outra sistemática. 2.4 . As construções em geral representam patrimônio comum.

que informa a excelência da ação cultural. aprofundar a matéria no seu ângulo filosófico. mas deve guardar-lhe as devidas percepções e dimensionamento. com os dias e as noites marcando a conta do tempo”. dos quais só progressivamente. se divorcia. preleções.Atividade Científica O aspecto científico do Espiritismo . Queremos nos referir à notável preleção de Veneranda. também. dentro dos parâmetros que comporta a nossa evolução mental. lhe proporcionou um amadurecimento mental indispensável às suas extraordinárias experiências posteriores. num trabalho ativo de purgação que. Apenas. nas faixas de sofrimento da zona umbralina. encontra. com locais. de evolução. como a que anotamos à página 157. cingido aos calendários próprios. o homem as mesmas leis de gravitação que controlam a Terra. 2. palestras. lembramos que lá como aqui na Terra. recursos materiais . ainda que diverso em alguns dos seus processos. 2.4 . a orientação educacional preconizada e oferecida a pais.que a nosso ver está colocado com toda a clareza e segurança na obra monumental de que Allan Kardec foi o iluminado codifica- . que preside ao esforço do programa educacional. e outros. ou melhor. Sem querermos dizer que a dor seja o único caminho de libertação. no seu caráter misericordiosamente construtivo. Nesse sentido podemos exemplificar.5 .3 . tais como à assistência a adultos. que sua obra nos oferece uma visão emocionante. ligado à atividade econômica.“Na moradia de continuidade para a qual se transfere. de que não se pode divorciar. em termos de trabalho educacional. desempenha o seu papel.Atividade Cultural Na Colônia a cultura se processa num intenso e extenso trabalho. à medida que sobe na faixa da Espiritualidade Maior.Atividade Educacional A técnica fundamental. pois. e diversificada segundo a melhor técnica didática. sempre dirigida ao aperfeiçoamento espiritual. aliás o que não é difícil entender. nos diversos educandários. sobre o Pensamento. “Evolução em Dois Mundos” registra estes esclarecimentos: . através de cursos. o tempo. que pode ser admirado sobre outros ângulos ( pgs. tem por alicerce fundamental o Amor e a Justiça.178 a 181). com programas didáticos e pedagógicos adequados às respectivas faixas etárias. nessa faixa de vida espiritual.Isto tudo é compreensível face a proximidade da vida na Crosta. 2. integralmente. inquestionavelmente. com dilatada abrangência. com a experiência de oito anos do próprio André Luiz.esforço de entender e definir. Outros exemplos podemoso citar. . escola ativa. a jovens e a crianças. como fator econômico. Um trabalho desejamos destacar. Não cabe neste item.

3 . certo que não é possível ultrapassar certos limites de conhecimento sem purificação moral.. contudo. cantado por duas mil vozes. na manifestação desse “oceano eterno . não pode enquadrar-se nos limites estreitos dos horizontes terrenos. Por aqui não se equilibram. a arte santificada. E explica: . que resumimos a seguir: . colocando-se em sintonia com o pensamento Divino que se derrama majestoso por sobre toda a carne. enquanto perseveram em semelhante estado de alma”.6 . evangelizando-lhe a alma e projetando-o à condição de mensagem cósmica que. a vós homens. Considerações.“Temos em “Nosso Lar”. há pequenos grupos para o culto da música fina e multidões para a música regional.dor. o que nos atesta a vinculação indissolúvel dessa trilogia. por excelência”. os que estimam o veneno psicológico. constitui um bloco monolítico de sabedoria. e tal a importância desta infra-estrutura. que nos fazem compreender a responsabilidade que envolve a todos os que assumem compromisso no terreno das realizações culturais.“ O Grande Coro do Templo da Governadoria.“Na Terra. e os cânticos dos anjos se lhes associam. destacando seus aspectos artísticos. começando pelo terreno da música. Descreve ambiente encantador e refere-se à música ligeira à entrada de notável parque. no sentido mais universalista possível. é que os escritores de má fé.Atividades Artísticas No Capítulo intitulado “No Campo da Música”. sentimos como que uma convocação aos homens de boa vontade. nos descreve a cerimônia deslumbrante de um culto público do Evangelho. Nós vos convidamos.no trabalho de André Luiz recebe um enfoque impressionante. uma enorme vantagem. temos certas manifestações que atendem ao gosto pessoal de cada grupo dos que ainda não podem entender a arte sublime. André Luiz registra algumas informações sobre as atividades artísticas em “Nosso Lar”. mas no centro. para se compenetrarem e meditarem na grandeza histórica e transcendente do momento. André Luiz registra no capítulo XVII. que é significativo lembrarmos a afirmação do Espírito de Verdade. no que concerne à literatura. iniciou a festividade com maravilhoso hino. da filosofia e da religião. temos a música universal e divina. Ali. com a filosofica e a religião. de Allan Kardec: “As grandes vozes do Céu ressoam como sons de trombetas. no Prefácio de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. se verifica ao contrário”. através da ciência.“Nas extremidades do campo. Nestas palavras do Espírito de Verdade. quando despida dos prejuizos que a vida terrena lhe empresta. No capítulo XLII. anotando através da palavra do seu cicerone: . . são conduzidos imediatamente para as zonas obscuras do Umbral.. nestes termos: . para o divino concerto”. A festividade excedia a tudo que eu pudesse sonhar em beleza e deslumbramento. nem mesmo no Ministério da Regeneração.aliando-se aos meninos cantores das escolas do Esclarecimento. 2. Instrumentos musicais de sublime poder vibratório embalavam de melodias a paisagem odorante”.Infra-Estrutura Religiosa A religião.

a glória imensa de ser útil. de esperança. o missionário revelacionista teria de dar à sua obra a marca da fraternidade. não podia deixar de ser o amor.] Até o surgimento do “Nosso Lar”. e outros.. ainda. um tanto vagas. 3. Por sua natureza revelacionista. não é. o trabalho. que sensibiliza e encanta. n. o dinheiro fácil. 19. v. de realismo. diversificados horizontes do Mundo Espiritual. podemos referir os seguintes: A volta ao plano do recomeço com objetivo retificativo. todavia. vieram dar ao após-morte um novo sentido. incompletas. a riqueza fácil. o maior sustentáculo da criatura é o amor.1 . [. em que reside “a suprema equação da Vida Eterna”. 37-56). a tônica da obra de André Luiz. mares e habitações. nas linhas de um pensamento positivo como força espiritual realizadora. de grandeza. a riqueza mal havida." (Anuário Espírita.A INFLUÊNCIA DA OBRA DE ANDRÉ LUIZ NO DESENVOLVIMENTO DO ESPIRITISMO "A importância social e doutrinária da obra literária do Espírito de André Luiz. enriquecendo o contexto doutrinário. inerente a todos os domínios universais. jardins e educandários. os laços da alma prosseguem através do infinito. 10. Além desses aspectos da “geografia espiritual”. as idéias com relação à vida no Plano Espiritual eram. onde se valoriza a ação mental.de sabedoria”. Entre os temas mais afins com as atividades filosófico-doutrinárias que se destacam neste livro.Atividades Filosófico-Doutrinárias Esta passagem segue de perto os padrões do estilo da filosofia oriental. magníficos. suficientemente avaliada pela comunidade espírita. . tal a dificuldade de estabelecer uma linha de demarcação entre elas. na verdade. imprecisas. como uma simbiose indissolúvel. hospitais e pomares e outros detalhes próprios do plano terráqueo. 19. o amor renúncia. o dever. Tendo como supervisor do seu admirável trabalho uma entidade do porte moral e cultural de Emmanuel. que fascina e emociona.3 . p. almas gêmeas. Campos e florestas. a reencarnação compulsória. e na solução do problema fundamental da iluminação das consciências.. 1982. por revelar a plenitude da Sabedoria Divina. A infra-estrutura Religiosa se desdobra em atividades filosóficas e doutrinárias. os valores do tempo. constituída de mensagens e livros psicografados pelo querido e respeitado médium Francisco Cândido Xavier. os que não cooperam não recebem cooperação. “Nosso Lar” descortina aos estudiosos da Terra os amplos. todos encontramos no caminho os frutos do bem ou do mal que semeamos. que veremos.

4 . p. pois há grande avidez de conhecimento dos livros de André Luiz. como autêntica revelação dentro da Revelação. construtiva. 8-9). objeto de estudo sério e efetivo nas maiores universidades do mundo. hospitais. casas de amparo à criança. Fica aqui consignada. serão. Precisamos providenciar a tradução desses livros para o inglês.A OBRA DE ANDRÉ LUIZ EDITADA PELA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA . Já afirmamos uma vez na RIE e agora repito: As academias do futuro estudarão a obra de André Luiz com aquela atenção e com aquele respeito que merecem as verdadeiras obras de revelação científica.A influência dos livros de André Luiz tem sido de tal sorte benéfica. “Novos Rumos à Experimentação Espírita”. um grande espaço teria de ser colocado à disposição do pesquisador. asfixiada nos limites cinzentos de um materialismo inconseqüente. 18. a título de registro e endossada por mim a seguinte previsão: . para que lhe fosse possível enumerar. nos seguintes termos: .” Em depoimento ao jornal “O Clarim”.A COLEÇÃO DE ANDRÉ LUIZ "No contexto da Doutrina Espírita. que numerosas instituições beneficentes têm sido criadas na Terra. v. out. escrínio de sabedoria e revelações surpreendentes. sob o estímulo das notícias que o querido Espírito tem transmitido através das mãos abençoadas de Chico Xavier.1991. maravilhosas atualizações do Espiritismo. amplos horizontes a caminho das sinfonias do futuro. brilhante autor dos livros “Teoria Corpuscular do Espírito”. no plano do conhecimento humano. 10. obtida por via mediúnica. e consideradas como a mais perfeita informação acerca da natureza do homem e da sua vida após a morte do corpo físico.“Como simpatizante da linha científica do Espiritismo.“Nós entendemos que a obra de André Luiz. com o aval de sua autoridade de emérito pesquisador. n. de Matão. Já estamos atrasados. hoje tão focalizada pela Parapsicologia. Hernani Guimarães Andrade.5 . o que antes declarara à “Revista Internacional de Espiritismo”. lá fora. referindo-se à obra de André Luiz. abrindo à ciência contemporânea. psicografadas por Francisco Cândido Xavier. para a solução do problema da natureza do homem. especialmente no Brasil. e um dos mais brilhantes estudiosos do Espiritismo pelo seu ângulo científico. Se fôssemos ralacionar todos os núcleos assistenciais. clínicas psiquiátricas. cujos 60 anos de mandato mediúnico. edificante. p. 18. “Parapsicologia Experimental” e “A Matéria Psi”. ao adulto e ao idoso e organizações profissionalizantes. futuramente. o País está festejando com muito carinho e respeito. um dos fundadores do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas. 10. voltou a declarar o ilustre homem de ciência. escreve: . 130-131). São Paulo. encaramos a obra de André Luiz. considero a maior contribuição deste século. para quem tem “olhos de ver”.” (Anuário Espírita.As obras de André Luiz. de Emmanuel e outras são magníficas. tal as perspectivas que descerra. pelo menos parte das obras editadas sob a generosa inspeção de André Luiz e do seu intérprete: Chico Xavier. 1981." (Chico Xavier: 60 anos de mediunidade.

já havia previsto esta reação. não só do conhecimento do médium." (Nosso Lar. que não estariam em condiçõem mentais de suporter a luz dos novos horizontes. o que em nosso caso.6 .A surpresa. sem antes. submeter essa produção a acurado teste. sem os homens e apesar dos homens. a perplexidade e a dúvida são de todos os aprendizes que ainda não passaram pela lição. muito acima de nosso alcance. o que publica o "Reformador". O inabitual. com o aval de Wantuil de Freitas e de outros valores. nesse sentido. Na opinião de pessoas eruditas que os têm lido.] A Direção da Federação Espírita Brasileira. soube sentir o alcance e a grandeza da mensagem que o Plano Maior vinha de nos oferecer. Seus ensinos científicos estão acima. como da maioria dos médicos dos nossos dias. Seja visto. que se abriam aos espíritas. de março de 1947. entretanto. com o escrúpulo e a responsabilidade que é linha própria de sua atuação doutrinária."[. quando escreveu: "." 10."Essa coleção de André Luiz trata de complexos problemas de ciências médicas. temerosos das idéias novas. em sua lucidez de experiente Instrutor Espiritual. tal seu caráter de doutrina. eminentemente evolutiva. causa surpresa em todos os tempos. não se aventurou. Contra o trabalho desse Espírito. é preciso que se saiba. referindo-se a certas pessoas. Aliás.Certamente que numerosos servirão ao contato de detrminadas passagens das narrativas.ENTREVISTANDO ANDRÉ LUIZ (*) Na presente entrevista com os diretores deste Anuário . presente em quase todos os meios espíritas. hoje consagrado pelo consenso geral. a FEB. não faltou a reação da ortodoxia impenitente. ed. foram sempre considerados absolutamente certos." E continua: ".. VIDA NO ESPAÇO . e não ousamos imprimir os livros antes de pedir a Professores da Universidade do Brasil que examinassem por nós tais problemas. certo que o Espiritismo não pode permanecer cristalizado no século passado. do pensamento renovador." Na época do lançamento editorial dos primeiros livros de André Luiz. "com os homens. providencialmente. no que pese a "zona lúcida mental estreita". que nos dá bem uma medida da preocupação e da responsabilidade da FEB: . no dizer de Paul Gibier. Emmanuel. em nome de uma pseudo pureza doutrinária. temerariamente. o Espírito de André Luiz respondeu às perguntas formuladas de números ímpares através do médium Waldo Vieira e às de números pares através do médium Francisco Cândido Xavier. com aquele zelo peculiar que devota às coisas da Doutrina. à publicação dessa obra. se aplicaria a certos confrades. Porém.. em "Análise das coisas". esses livros constituem a coleção de maior valor científico que o mundo já recebeu por via mediúnica. Minuciosamente examinadas. da FEB). ela manifestou sua desconformidade.

Rio [de Janeiro]:FEB. n. e zonas inferiores. 10. Capa de Cecconi. 1991. destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Narra experiência pessoal. 18. Objetiva evidenciar a oportunidade de trabalho dos médiuns. (Série André Luiz. (Série André Luiz. Retrata as condições da vida além-túmulo. doutrinação. o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. Ditado pelo Espírito André Luiz. Francisco Cândido. mas estudados. afeiçoando-nos. evitando as surpresas negativas no Plano Espiritual. calúnia e pavor da morte. Em 50 capítulos. Pelo Espírito André Luiz. 281 p. aurindo-lhe a seiva com lógica viva. objetivando comprovar a eternidade do Espírito. Nosso Lar. música.[. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se. Através de 51 capítulos. com os pressentimenos sutis da intuição. 24.] Os livros de André Luiz não devem ser apenas lidos. ed. 131-133)." (Anuário Espírita. remuneração de serviço. meditados com os olhos da alma. a padrões mais altos de entendimento e proporcionando-nos descortinios mais amplos. Francisco Cândido. Capa de Cecconi. analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual. 1991.Relação das Obras "XAVIER. 1981. Os mensageiros.5. Alerta aos médiuns quanto à necessidade da prática dos ensinamentos na esfera íntima.. pelas sendas da evolução sem limites. lei de causa-e-efeito. ed. aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. na prática da disciplina para o auto-aperfeiçoamento. 2). XAVIER. Rio [de Janeiro]:FEB. 268 p. apresenta as experiências da vida comum de servidores do Espiritismo. p. 1). 39. assim. elucidando temas como: culto doméstico.1 . 18.. v. 122 . culto familiar. Testifica que a morte física descortina a vida espiritual em contínua evolução.

XAVIER. 5). XAVIER. Revela a tarefa dos Espíritos missionários. Ditado pelo Espírito André Luiz. 347 p. No mundo maior. templos e lares. temas como: a continuação do aprendizado na vida espiritual. Analisa temas como: aborto. Francisco Cândido. Francisco Cândido. ed. Fornece notícias das zonas de erraticidade que envolvem a crosta terrestre. buscando equilíbrio e evolução. 253 p. (Série André Luiz. Objetiva mostrar que a morte não modifica “milagrosamente” o homem. Francisco Cândido. (Série André Luiz. 304 p. Através de 20 capítulos. 23. evitando o quanto possível 123 . no cumprimento das leis divinas. 1991. Ditado pelo Espírito André Luiz. ed. Série André Luiz. utilizando a forma romanceada para narrar o socorro imediato prestado aos infelizes pelos trabalhadores invisíveis. Confirma que. Rio[de Janeiro]:FEB. Capa de Cecconi. analisa experiências dos Espíritos na vida espiritual. no Plano Espiritual. Focaliza aspectos da vida no Plano Espiritual e do intercâmbio entre desencarnados e encarnados. Missionários da luz. Rio[de Janeiro]:FEB. epilepsia. daí a necessidade do esforço próprio na luta pelo auto-aperfeiçoamento. 4). ed. o perispírito como organização viva. na renovação incessante da vida. Obreiros da vida eterna. 1989. visando fornecer esclarecimento sobre o desequilíbrio da vida mental e os respectivos tratamentos a nível espiritual. Apresenta 20 capítulos. Capa de Cecconi. esquizofrenia e mongolismo. que é fruto de si mesmo. Rio[de Janeiro]:FEB. através do raciocínio científico. 17. abordando. Objetiva demonstrar que a morte física não é o fim. desvendando os segredos da reencarnação. especialmente durante o repouso do corpo carnal. Capa de Cecconi. com suas instituições. moldando as células materiais. Comprova que ninguém morre e que o aperfeiçoamento prossegue em toda parte. lutando contra a treva e o sofrimento. XAVIER. 17. Ditado pelo Espírito André Luiz. Apresenta o trabalho dos obreiros de Jesus na assistência cristã. abrem-se novos campos de trabalho. através de processos reencarnatórios. 1991. 3). a reencarnação orientada pelos Espíritos Superiores e diversos aspectos das manifestações mediúnicas. renovando as criaturas na busca da Divindade.

conhecimento. Através de 59 capítulos. 1992. Rio[de Janeiro]:FEB. Focaliza a senda evolutiva do ser além do corpo físico. serviço e aprimoramento no templo do próprio ‘eu’ . ed. Demonstra que a conquista da perfeição é “obra de esforço. Francisco Cândido. Objetiva mostrar a vida comum das almas que aspiram à vitória sobre si mesmas. 154 p. 7). Francisco Cândido. elevação. Agenda cristã. aborda assuntos como: amor ao próximo. prática do bem e vigilância. 21.a loucura. (Série André Luiz. mas ressalta a supremacia da terapêutica do amor. ed. Rio[de Janeiro]:FEB. 14.” XAVIER. Objetiva esclarecer que “a cada um será dado de acordo com suas obras”. Ditado pelo Espírito André Luiz. esforço próprio. XAVIER. 8). Capa de Cecconi. 263 p. Objetiva trazer a palavra amiga do Plano Espiritual a todos os corações. Destaca o impositivo do respeito ao corpo físico e o serviço incessante no bem. (Série André Luiz. disciplina. Testifica a misericórdia divina concedendo a todos oportunidades de estudo e trabalho na jornada de libertação das trevas no rumo da luz. aproveitando o tempo para a aquisição do progresso moral. Pelo Espírito André Luiz. (Série André Luiz. Analisa a situação dos perseguidores invisíveis com seus planos para envolver os incautos. assim como os processos dolorosos da licantropia e a missão do amor. Ditado pelo Espírito André Luiz. 6). ociosidade. Rio[de Janeiro]:FEB. Capa de Cecconi. elucida aspectos científicos do trabalho intercessório realizado pelos Espíritos Superiores no Plano Espiritual. Entre a Terra e o Céu. Capa de Cecconi. orientando sobre a solução de problemas como: o coração aflito 124 . 14. Revela a importância do conhecimento científico. 1981. Libertação. Orienta a conduta do homem com base nos ensinos evangélicos. o suicídio e os extremos desastres morais. concitando à prática verdadeira da moral cristã. Apresenta 40 capítulos. Francisco Cândido. ed. Através de 20 capítulos sob forma romanceada. aproveitamento do tempo. 266 p. XAVIER. 1990.

Analisa a questão da mediunidade. 1989. 1991. 10). Descreve as regiões inferiores da esfera espiritual. 9). conflitos da emoção. 19. apresenta estudos de casos reais. sobre as bases redentoras do Cristo. 1991. Ditado pelo Espírito André Luiz. Ditado pelo Espírito André Luiz. preparativos a para reencarnação. efeitos físicos. “exigindo trabalho infatigável no bem. elucidando temas como: assimilação de correntes mentais. repetindo com Jesus: “A cada qual segundo suas obras. passes e psicofonia. Nos domínios da mediunidade. forças viciadas. 11.em prece. 273 p. (Série André Luiz. Waldo. 11). objetivando ressaltar a importância da sintonia do pensamento. VIEIRA. Através de 20 capítulos. Francisco Cândido.” XAVIER. Enfatiza a importância da reencarnação como estágio sagrado de recapitulações das experiências. ed. após a morte do corpo físico. demostrando que as possibilidades de hoje vinculam a alma às sombras de ontem. Capa de Cecconi. Capa de Cecconi. enfatizando a “necessidade de valorização dos recursos que o mundo nos oferece para a reestruturação do nosso destino. para a construção do amanhã. Ditado pelo Espírito André Luiz. Ação e reação. Salienta a responsabilidade e perseverança na prática do bem para que a mediunidade cumpra seu papel na redenção da humanidade. embates do pensamento. ed. oferecendo orientações sobre assuntos como: débito aliviado. XAVIER. Evolução em dois mundos. 285 p." XAVIER. com embasamnto científico. Rio[de Janeiro]:FEB.(Série André Luiz. Francisco Cândido. Apresenta 30 capítulos. estudando os mecanismos da mediunidade nos planos físico e espiritual. objetivando mostrar o sofrimento a que se projeta a consciência culpada. 125 . o engano da posse e provações no lar. Francisco Cândido. 14. (Série André Luiz. 219 p. lei de causa-e-efeito. Capa de Cecconi. Rio[de Janeiro]:FEB. Atesta a Justiça Divina. Rio[de Janeiro]:FEB. o desvario do ciúme. ed. resgates coletivos e valor da oração.

átomo. consta de 20 capítulos. contém 20 capítulos. traz. dividido em duas partes: a primeira. evolução e hereditariedade. VIEIRA. Waldo. ideoplastia. tratando de temas como: alimentação dos desencarnados. Capa de Cecconi. em 26 capítulos. evolução e sexo. Mecanismos da mediunidade. Através de linguagem científica. (Série André Luiz. entre outros. 12). objetivando aliar o conceito rígido da ciência e a mensagem consoladora de Jesus rediviva pelo Espiritismo. Rio[de Janeiro]:FEB. onda mental. a segunda. demonstrando que além dos conhecimentos necessários surge o impositivo da disciplina e da moral evangélica como fatores de aprimoramento e felicidade da criatura em trânsito para a realidade maior. 12. química nuclear. Francisco Cândido.” XAVIER. Apresenta estudo científico. e que da imobilidade do sepulcro se reerguerá para o movimento triunfante. 126 . matrimônio e divórcio. Pelo Espírito André Luiz. ed. Ressalta a importância da mediunidade com Jesus. subdivididos em vários itens como: fluido cósmico. tranportando consigo o céu ou o inferno que plasmou em si mesmo. "Esclarece que o homem não está sentenciado ao pó da Terra. mecanismo da mente e simbiose espiritual. Apresenta o estudo e a explicação espírita da mediunidade à luz da Ciência. envolvendo conhecimentos de física e biologia. Objetiva oferecer aos médiuns e interessados os recursos preciosos para o conhecimento de si mesmos e os mecanismos que envolvem o fenômeno mediúnico. conceito sobre energia. 188 p.Estuda a “evolução filogenética” do ser. aborto criminoso e invasão microbiana. reflexos condicionados. 1991. psicometria e obsessão. existência da alma.

Waldo. é dom inefável que cabe a todos louvar com gratidão a Deus pela oportunidade da reencarnação. Lembra que a existência física. Waldo. Objetiva afirmar a aplicação da lei de causa-e-efeito na retificação do caminho evolutivo. amor e consciência. il. cuidados com a alimentação. superação de impedimentos. educação mediúnica. liberdade e compromisso. 1991. Veicula conceitos da Espiritualidade Superior. Capa de Jô. Capa de Cecconi. 15). alcoolismo. Sexo e destino. Apresenta uma síntese sobre o tratamento da obsessão. 15. XAVIER. que dizem respeito a: sexo e destino. em família e no cotidiano. manisfetações. Waldo. Preceitua a necessidade de aperfeiçoamento. 13). Coletânea de mensagens esclarecedoras. (Série André Luiz. Conduta espírita. Ditado pelo Espírito André Luiz. ressaltando que o exemplo digno é a base para toda e qualquer realização respeitável. psicografada por Waldo Vieira e a segunda por Francisco Cândido Xavier. em torno de sexo e destino. Objetiva esclarecer aos que se interessam pelo socorro aos obsedados que a desobsessão é trabalho de amor conjugado ao conhecimento dos princípios da Doutrina Espírita. escritos de forma objetiva. Aborda de forma romanceada. Fotos de Maria A. 155 p. aborda o comportamento do espírita em várias situações nas atividades doutrinárias. Ditado pelo Espírito André Luiz. XAVIER. ed. indica o roteiro para a vivência espírita com bom senso e discernimento. Rio[de Janeiro]:FEB.VIEIRA. 11. 357 p. VIEIRA. até o encerramento da reunião. passes. 1991. Francisco Cândido. 248 p. culpa e resgate. da infância à velhice. (Série André Luiz. aborda temas que orientam os trabalhadores desde o preparo para uma reunião ao despertar. Através de 73 capítulos ilustrados. lar e reencarnação. Gonçalves. pontualidade. Rio[de Janeiro]:FEB. 15. Apresenta 28 capítulos divididos em duas partes: a primeira. Rio[de Janeiro]:FEB. temas nascidos na realidade cotidiana. P. (Série André Luiz. Através de páginas contendo diretrizes cristãs para o burilamento das atitudes. Francisco Cândido. ed. Pelo Espírito André Luiz. 127 . ed. Desobsessão. VIEIRA. Capa de Cecconi. 14). 1990.

84-85. 19929. em matéria de povoamento. p. Capa de Cecconi. 93-96). XAVIER. objetivando demonstrar que a vivência dos habitantes do Além está relacionada com sua condição mental. (Série André Luiz. Através de 26 capítulos. é preciso considerar que as ciências aplicadas à 128 . 16). deparam-se com o amparo dos amigos espirituais." (O livro espírita na FEB: catálogo geral.que se desenvolvem. para socorrer as vítimas da desorientação espiritual e para a defesa e conservação de si mesmo. numa linguagem romanceada. Rio[de Janeiro]:FEB. ed. ainda que de dimensões desconhecidas? “Certo. observando-se que alta percentagem ainda se encontra nos estágios primários da razão e sendo esse número possível de alterações constantes pelas correntes migratórias de Espíritos em trânsito nas regiões do Planeta. Apresenta o retrato espiritual da criatura ao desencarnar. 80. em torno da Terra. pergunta-se: o nosso planeta dispões de recursos para a manutenção e sustentação de uma comunidade de número ilimitado de indivíduos. incentivando a renovação por intermédio do estudo. entretanto. Considerando-se que as criaturas dos reinos vegetal e animal. ajustada às leis de Deus. permitindo traçar novas diretrizes. não é justo conceituar os problemas da vida física fora de peso e medida. ou a despensa celeste do nosso domicílio cósmico se destina a uma sociedade de proporções limitadas. as esferas de trabalho e evolução que rodeiam a Terra estão muito longe de quaisquer perspectivas de saturação. Ditado pelo Espírito André Luiz. desencarnados.” 2. preparando-os para rever sua vida e desvendar as tramas do passado. A quantidade de Espíritos que vivem nas diversas esferas do nosso Planeta tende. nas circunvizinhanças da Terra? “Será lícito calcular a população de criaturas desencarnadas em idade racional. que. progresso e realização. Francisco Cândido. 87-89. deste e de outros planos. do trabalho. para mais de vinte bilhões. nos círculos de trabalho. atualmente. 1. Ensina a prática do auto-exame na certeza de que a vida continua plena de esperança e trabalho. Qual a quantidade aproximada. de habitantes espirituais . 19.” 3. a aumentar ou diminuir? “Qual acontece na Crosta Planetária.em idade racional .Alerta sobre a gravidade do assunto. 244 p. salientando que cada templo espírita deve possuir a sua equipe de servidores da desobsessão. traz a história de personagens reais. absorvem elementos de economia planetária. E a vida continua. nos limites do orbe terreno. presentemente.

considerando-se a possibilidade de migrações de entidades de categoria até mesmo criminosa. pergunta-se: a . Espíritos Superiores têm saído da Terra. nos últimos séculos. A técnica não se relaciona com a moral. nos vários domínios da natureza. Espíritos originários da Terra.” 7. transitoriamente.” orbes? 4. de vez que muitos Espíritos Superiores se reencarnam no planeta terrestre a fim de colaborarem na educação da Humanidade e criaturas inferiores costumam aí sofrer curtos ou longos períodos de exílio das elevadas comunidades a que pertencem. b) Isso é perfeitamente compreensível. por muitos e muitos séculos ainda. Os maiores criminosos do mundo podem viajar num jato sem que isso ofenda os preceitos científicos. Quanto a companheiros de evolução retardada. pelos vínculos que possui com a ignorância e com a delinqüência.os Espíritos. têm emigrado. Espíritos originários de outras plagas costumam estagiar na Terra em encarnações de exercício evolutivo? “Isso acontece com freqüência. sim.” 6. em seu desenvolvimento evolutivo. expressando região inferior da Espiritualidade. como parece ser o caso dos imigrantes da Capela? “Esses processos de locomoção. Onde começa o Umbral? “A rigor. à indústria e à produção. principalmente os que se fizeram necessitados de corretivo doloroso por delitos conscientemente praticados. a determinados orbes? b .” 5. necessariamente. para outros “Seja de modo coletivo ou individual. inteligências individuais? “a) Em seu desenvolvimento. ou entre dois ou mais sistemas solares. começa em nós mesmos. são numerosos. assegurarão conforto e sustento a bilhões de Espíritos encarnados na Terra. desde que o homem se disponha a trabalhar.na imensidão dos espaços que separam dois ou mais corpos celestes vivem. pela cultura e pelo sentimento. também. compatíveis com a elevação que alcançaram. Considerando-se a enorme distância geométrica existente entre dois ou mais orbes de um sistema solar. em todos os tempos. à certa raça ou família. no rumo de esferas enobrecidas. sofrem temporária segregação em planos regenerativos.” . basta lembrar os milhares de criaturas que atendem aos interesses de um país ou de outro nas extensões do oceano. qual acontece com a pessoa que em determinada fase de experiência física se vincula. ligam-se. o Umbral. porquanto. em muitos casos.técnica.” 8. a queda moral de alguém tanto se verifica na Terra quanto em outros domicílios do Universo. Quais os processos de locomoção utilizados nas migrações interplanetárias. no plano espiritual. com os recursos existentes no Planeta.

Os perispíritos das entidades espirituais. e por que não? O órgão sexual é tão digno quanto o olho e como não se deve atribuir ao olho os horrores da guerra. com segurança. por enquanto. como acontece nos caminhos da Humanidade. na terminologia terrestre. o órgão sexual nào pode ser responsável pelo vício. que mundos existem nos quais as funções reprodutoras não são compreensíveis. se verificaram no espaço do território hoje conhecido como sendo o Estado da Guanabara.” 16. relações essas nas quais se pede morigeração ou equilíbrio.” nação? 13.” SEXO 10. reclamando educação dos recursos do sentimento e das manisfestações afetivas. que o Espírito. para sempre. Espíritos sensuais mantêm atividades de natureza sexual após a desencar- “Aos milhões. que se localizam nas vizinhanças da Terra. somente. conservam o órgão do aparelho sexual humano? “Sim. à vida na Terra? “Em muitos outros orbes. Os Espíritos conservam.” 11. Como explicar os homosexuais? . mas podemos informar que as primeiras fundações da cidade de “Nosso Lar” por Espíritos pioneiros da evolução brasileira. Onde se situa “Nosso Lar”? “Não possuímos termos terrestres para falar em torno da geografia no plano espiritual. porém.” 14. de O Livro dos Espíritos afirmaram. Por que a disciplina sexual é recomendada pelo Plano Espiritual Cristão? “Claramente que a disciplina sexual é recomendável em qualquer plano da vida. tanto se reencarna no corpo de formação masculina quanto no corpo de formação feminina. para que a degradação não arruíne os valores do Espírito.” 12. As funções reprodutoras do sexo se destinam.9. compreendendo-se.” 15. Há alguma relação entre sexo e mediunidade? “Tanto quanto a que existe entre mediunidade e alimentação ou mediunidade e trabalho. as condições de masculino e feminino? “Respondamos com os orientadores espirituais de Allan Kardec que na questão 201.

uma única existência. participando da formação de casais freqüentemente diversos. compreendendo-se que existem esferas sublimes nas quais a reencarnação. causa de conflitos.” 22. como recurso educativo.” 17. uma doença humana?) “Ainda aqui. O Espírito desencarnado também está sujeito a crises prolongadas de ciú- “Como não? A desencarnação é um acidente no trabalho evolutivo. como aleijados e cegos não se encontram na inibição ou na sombra para serem deliqüentes. o problema se relaciona . merecendo o respeito geral no trabalho ou na provação que estagia. Lembremo-nos de que se a cegueira fosse condição da maioria dos Espíritos reencarnados na Terra. somente. O adultério é. como explicar o ciúme? “O ciúme é característico de nossa própria animalidade primitiva. bastaria para libertar o Espírito das necessidades da escola terrena? “Cabe-nos aguardar o apoio mais amplo da medicina à sáúde humana. como pode renascer em condições transitórias de mutilação ou cegueira.” mes? 18. em regime de inversão sexual. quando da volta dos cúmplices ao Plano Espiritual? “Sim. o homem que pudesse enxergar seria positivamente considerado minoria e exceção.” REENCARNAÇÃO 21. importando anotar. A reencarnção é lei imperativa em todos os orbes do Universo? “Mais razoável dizer que a reencarnação é princípo universal. de 500 anos. Isso não quer dizer que os homosexuais ou intersexos estejam nessa posição.num futuro não muito distante .“Devemos considerar que o Espírito se reencarna. tantas vezes. animalidade em nós é a explicação. com vista à longevidade.” 19. cega o indivíduo? (A paixão é. por exemplo.a média da vida humana na crosta. Compete-nos entender que cada personalidade humana permanece em determinada experiência. do ponto de vista educacional. Se vivemos tantas vezes. em matéria de libertação espiritual. Como explicar a paixão que. Se a medicina da Terra aumentar . ainda. sempre. sem constituir por si qualquer solução aos problemas da alma. sombra que a educação dissipará.” 20. que o conceito de normalidade e anormalidade são relativos. entretanto. já atingiu características inabordáveis ao conhecimento humano atual. endereçados ao escândalo e à viciação.

presididas por Espíritos elevados. também procedem a execuções de programas para a reencarnação de tarefeiros determinados em suas organizações?” “Sim. junto da Humanidade. Sabemos que outras civilizações terrenas se desfizeram em épocas remotas. quando a Terra se tornar um centro de solidariedade e de cultura. como elemento indispensável de experiências e estudos? “Digamos. a existência física de cinqüenta anos vale muito mais que o tempo correspondente a cinco séculos. pela má conduta. não mais se encontra sujeito ao processo de reencarnação. por medida educativa. Recordemos o próprio Jesus. Assim ocorre porque o íntimo de cada um prevalece sobre o rótulo que caracterize a pessoa no ambiente humano.” 28. Diante do perigo atual de uma conflagração atômica. estão sujeitas a represálias da parte de organizações espirituais interessadas na ignorância humana? “Natural que assim seja. mesmo as dos indivíduos vinculados a condições inferiores. com mais propriedade. Quando a pessoa se decide ao burilamento próprio. onde e quando deseje em auxílio voluntário aos semelhantes. corresponde à terrena? “Não. sem orientação no aprimoramento moral de si mesma.” 25. pode. Se um Espírito encarnado com propósito cristão pode. A duração média de vida dos encarnados racionais de outros orbe. Essas etapas de tempo variam de mundo a mundo.” 23.” 27. em meio inferior. é de se perguntar se um Espírito encarnado sob os vínculos de organizações ainda não cristianizadas no Espaço. é de se perguntar: estamos às . transformar-se num instrumento ostensivo do programa do bem? “Perfeitamente. principalmente se a criatura ainda permanece fronteiriça à animalidade. seja dispensado o processo de reencarnação. por parte dos administradores espirituais? “Há renascimentos quase automáticos. com ânimo e decisão. conquanto prossiga livre para se reencarnar. transformar-se num instrumento das trevas.com a vontade acima do tempo.” 26. É de se esperar que nos próximos milênios. Reencarnações de Espíritos de ordem superior. são objeto de um planejamento detalhado. Todas as reencarnações. mais dilatado e complexo o planejamento da reencarnação. que o Espírito. como. também. As organizações espirituais que pautam as suas atividades dentro de programas alheios aos princípios cristãos. entendendo-se que quanto mais importante o encargo do Espírito a corporificar-se. alcançando a sublimação.” 24.” ATUALIDADES 29.

1992. podemos andar irresponsáveis ou desatentos. Edifiquemos o mundo melhor. confiança.? “Sim. 29. De todas as calamidades. coletivamente. etc. Convençamo-nos de que o bem vive para o mal como a luz para a sombra. Realizemos o melhor ao nosso alcance. Se a ciência humana se servir de seus recursos. a civilização sempre surgiu em novos surtos de força para burilamento geral. Uma cidade arrasada num cataclismo não significa a destruição de um povo inteiro. devemos afastar quaisquer idéias sinistras da cabeça popular carecedora de harmonia e esperança para evoluir e servir. costumes. p. ao influxo da Providência Divina. diante da Infinita Bondade. v. Quanto mais dilatados o serviço e a fraternidade. Amemo-nos uns aos outros. a fim de sermos amparados e auxiliados por ele. Ainda mesmo que a Terra se desintegrasse numa catástrofe de natureza cósmica.” (ANUÁRIO ESPÍRITA. E assim nos exprimindo. Não.” 31. sejam quais forem as circunstâncias. entretanto. 29. temos feito por merecer longas aflições e duras provas na Terra. maiores as possibilidades do homem nas conquistas do Espaço Cósmico. ainda mesmo quando pareça o contrário. pondo em risco a estabilidade do Planeta. é de se esperar esteja a Humanidade da Terra sujeita a uma intervenção direta da parte de outros planetas? “Nossa confiança na Sabedoria da Providência Divina deve ser completa. conseguirá o homem aportar a outros corpos de nosso sistema solar? “Ninguém pode traçar fronteiras às conquistas da ciência humana. a pretexto de contar com Jesus. temos feito por merecer longas aflições e duras provas na Terra. em nos considerando coletivamente. progresso. e confiemos na palavra fiel do Cristo que prometeu amparar-nos e auxiliar-nos “até o fim dos séculos”. a educação e concórdia na Terra. não nos propomos afirmar que.” 30. Deus e a Vida não deixariam de existir.” 32.145-152) . otimismo.portas da Nova Jerusalém ou no começo de um novo fim? “Na condição de espíritas-cristãos encarnados e desencarnados pensemos no futuro da Humanidade em termos de evolução. sua história. n. Justo que. Habitantes de outros orbes conhecem a Humanidade terrena. Forçoso trabalhar e cumprir as obrigações que a vida nos trace. começando em nós mesmos. Diante dos progressos alcançados pela ciência.

O sonho 37 .Elucidações de Clarêncio 5ª AULA 15 .Encontro singular 36 .7 . Convocados à luta 42. As trevas 45. Em conversação 44.CONTEÚDO DO CURSO 9ª AULA 31 .No bosque das aguas 11 .No gabinete do ministro 14 .Novas perspectivas 8ª AULA 27 .Curiosas observações 34 .Em casa de Lísias 18 .Com os recém. No campo da música 46. O culto familiar 14ª AULA 49.Problema de alimentação 10 .Notícias do plano 4ª AULA 12 . Sacrifício de mulher 13ª AULA 47.O bônus hora 7ª AULA 23 .O caso Tobias 11ª AULA 39.Oração coletiva 04 .A visita materna 16 .A preleção da ministra 38 .Amor. Regressando à cas 1ª AULA 01 . A palavra do governador 12ª AULA 43. enfim 28 .Continuando a palestra 22 .A jovem desencarnada 20 . colherá 41.Em serviço 29 .O trabalho.O médico espiritual 2ª AULA 05 .10.Explicações de lísias 08 . Quem semeia. Ouvindo a senhora Laura 40. A volta de Laura 48.vampiro 32 .Saber ouvir 24 .Generoso alvitre 26 .O Impressionante apelo 25 .Precioso aviso 07 .O umbral 13 .Confidências 17 .Noções de lar 21 .Recebendo assistência 06 .Clarêncio 03 . alimento das almas 6ª AULA 19 .Nas zonas inferiores 02 .chegados do Umbral 10ª AULA 35 .A visão de Francisco 30 .Notícias de Veneranda 33 .Organização de serviços 3ª AULA 09 .Herança e eutanásia .

de ESPIRITUALIDADE.. em verdade.10. diante da própria consciência. p. (André Luiz.. 40.” (André Luiz. 01 Inaugural. de psicografia de FranciSco Cândido Xavier e publicação da Federação Espírita Brasileira. em qualquer escola religiosa. embora mutuamente ligadas ao planeta. reconhecendo-se tal qual é. ed. de há muito desejamos trazer ao nosso círculo espiritual alguém que possa transmitir a outrem o valor da experiência própria.Demonstrar que a reencarnação é oportunidade valiosa dada ao homem para que possa progredir." (André Luiz. nas esferas invisíveis ao olhar humano. ed. 3 . devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo. Nosso Lar. 2 .PLANO DE CURSO CURSO: Nosso Lar DURAÇÃO: 1 Semestre PERÍODO: DIA: HORÁRIO: Nº DE AULAS: Total: 19 Aulas : 14 Teóricas. que os passos do cristão. PROGRAMA GERAL . ed. em nosso campo doutrinário.. 03 Especiais 2 Aulas de Práticas Assistenciais: 1º Posto de Assistência 2º Livre (A critério do instrutor) OBJETIVOS GERAIS: 1 .Trazer ao conhecimento dos encarnados as condições gerais da vida no além-túmulo.Guardar a experiência dele no “livro da alma”: “[. mas. 01 Encerramento. 9). Nosso Lar. 40. 3 .. Nosso Lar. 10). 40. do ESPIRITISMO e do ESPIRITUALISMO. mas sim o novo amigo e irmão na eternidade”. muito mais. precisamos. mas precisa saber aproveitá-la dignamente. 11). p.Apresentar “não o médico terrestre e autor humano. 2 .] Ela diz bem alto que não basta à criatura apegar-se à existência humana.Conhecer a experiência de André Luiz no Plano Espirutual narrada no livro Nosso Lar. irrevogavelmente...Compreender que por intermédio da desencarnação o homem encontrar-se-á. p. “. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 .8 . e que. com todos os detalhes possíveis à legítima compreensão da ordem que preside o esforço dos desencarnados laboriosos e bem-intencionados..

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CURSO PASSE .

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retifica o teu caminho. Segue-me!. e a ignorância reclama perdão e auxílio para que se desfaça. importa considerar que. purifica o sentimento e o raciocínio. o passe é transfusão de energias físio-psíquicas. . conservando a receptividade edificante. enganos e excessos. pois. Se a moléstia. és portador da necessidade e do sofrimento. sob as diretrizes dos benfeitores desencarnados. 6.. suscetíveis de te vincularem à elevação e à melhoria dos companheiros da Terra. gastos de forças e não deves provocar o dispêndio de energias do Alto. no passe balsamizante. humilha-te. p. porque. inflama o teu coração na confiança positiva e. Esquece os males que te apoquentam. para que recebas remédio e assistência.11 .. porém. tão só porque os teus caprichos e melindres pessoais estejam feridos.. 133-134). O mal é sempre a ignorância.PASSE 11. dentro da qual o companheiro do bem cede de si mesmo em teu benefício. ed. “Na expansão dos recursos medianímicos que te enriquecem a experiência. de conformidade com as letras sagradas.] Estendes mãos fraternas. O passe exprime. Não abuses. sobretudo daqueles que te auxiliam.. guardar as vantagens do passe que. o coração e o cérebro. desculpa as ofensas de criaturas que te não compreendem.NOÇÕES DE MEDIUNIDADE 11. em substância. com esforço da limpeza interna. No clima da prova e da angústia. é ato sublime de fraternidade cristã.1 . Ninguém deita alimento indispensável em vaso impuro. recordando que alguém vai arcar com o peso de tuas aflições. não te despreocupes das faculdades edificantes. recolhe-te à boa vontade. Não tomes o lugar do verdadeiro necessitado. sedentos de alívio. foge ao desânimo destrutivo e enche-te de simpatia e entendimento para com todos os que te cercam.1 . a tristeza e a amargura são remanescentes de nossas imperfeições. um amigo se converte no instrumento da Infinita Bondade. centraliza a tua expectativa nas fontes celestes do suprimento divino. operação de boa vontade. Ajuda o trabalho de socorro aqui mesmo. Se necessitas de semelhante intervenção. 8:17).” (Mateus. Na esfera da prece e do amor.O passe “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças. as tuas melhoras resultam da troca de elementos vivos e atuantes. [.. com infantilidade e ninharias. “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças”. em favor dos que te procuram. Não furtes. os braços prestimosos ao trabalho de cooperação espontânea junto daqueles que o senhor te confiou na intimidade doméstica.1. considerando igualmente o sacrifício incessante de Jesus por nós todos. Se pretendes. Trazes detritos e aflições e alguém te confere recursos novos e bálsamos reconfortantes. também. Meu amigo. no serviço do passe. em favor da nossa própria tranqüilidade. (Emmanuel.

repre- .] Tarefa mediúnica..” (Emmanuel. construindo e servindo sempre. que o homem espera habitualmente pelas entidades protetoras em horas de prova e sofrimento.. tanta vez esquecidas.” (Emmanuel. Seara dos médiuns. enriquecendo todos os seus valores no capítulo da virtude e da inteligência. através dos quais o Senhor se manifesta. dentro dela. 382). 2. sem educar e sem edificar. 11. da humildade e do serviço. 11. patrimônio da alma imortal.. elemento renovador da posição moral da criatura terrena. surge em último lugar.2. é consagração do trabalhador ao ministério do O fenômeno. em que possas mostrar os teus préstimos diante daqueles que te partilham a luta.3 . porém. aprendendo. 53-56). A missão mediúnica. movimentando a nossa própria iniciativa. Sendo luz que brilha na carne. onde quer que te encontres. ao encontro da Espiritualidade Superior. 101).Tarefa mediúnica bem. antes de tudo. compreendendo-se que semelhante faculdade é característica de todas as criaturas.2 .A mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda carne e prometida pelo Divino Mestre aos tempos do Consolador.1. se tem os seus percalços e as suas lutas dolorosas. em paz. “[.Definição “Qual a verdadeira definição de mediunidade? . a mediunidade é atributo do Espírito.] Podes traduzir a mensagem do Senhor. p.Mediunidade 11. porque somente assim serás suporte firme da luz e chama da própria luz.. da renúncia e da paciência. no fundo. ed.Em torno da mediunidade “Ser médium não é simplesmente fazer-se veículo de fenômenos que transcendem a alheia compreensão. da prudência e da lealdade.1. do devotamento e da correção.2.Atende às faculdades múltiplas pelas quais se evidencie a bondade dos mensageiros divinos. porque. desse ou daquele fenômeno que muitas vezes espantam ou comovem. quando o nosso dever mais simples é o de seguir. porque acima dos médiuns dessa ou daquela entidade espiritual. mas não desdenhes essas outras mediunidades. estendendo para nós todos a bênção da vida melhor. perg. permanecem a consciência e o coração devotados ao Supremo Bem. Acontece. ed.2 .1.2. amando. Acima de tudo. para arremessar-se ao estudo e ao trabalho quase sempre com extremas dificuldades de aproveitamento das lições que o visitam.. é uma das mais belas oportunidades de progresso e de redenção concedidas por Deus aos seus filhos misérrimos.1 . 11. 99.” (Emmanuel.1. p. O consolador. é indispensável entendamos na faculdade mediúnica a possibilidade de servir. sempre que se encontre ligada aos princípios evangélicos na sua trajetória pela face do mundo. 15. Mediunidade e sintonia. [.. no terreno firme do bem. atualmente em curso na Terra.

todavia.4 . com severidade e nobreza. “É justo considerarmos todos os homens como médiuns? . 11. É certo que essas tarefas reclamam sacrifícios e se constituem. porquanto é preciso renuncieis à própria personalidade.1 . Faz-se. necessário que busqueis cumprir.O Medianeiro 11. aos desejos e aspirações de ordem material. e esse atributo do Espírito representa. para que a vossa felicidade se concretize.Mensagem aos médiuns “Venho exortar a quantos se entregaram na Terra à missão da mediunidade. p. porém. afirmando-lhes que. a alvorada de novas percepções para o homem do futuro.1. portanto. O consolador. mantendo a vossa consciência serena. e muito se pedirá aos que muito receberam.” (Emmanuel.” (Emmanuel...1. é ser médium do Eterno Bem. (Emmanuel. temos de reconhecer que no campo imenso das potencialidades psíquicas do homem existem os médiuns com tarefa definida. medianeiro. pelo avanço da mentalidade do mundo.1. compreendam a extensão dos seus sagrados deveres para a obtenção do êxito no seu elevado e nobilitante trabalho. fé ativa e devotamento ao próximo. quando. as criaturas humanas verão alargar-se a janela acanhada dos seus cinco sentidos.1. privilégio que cada um de nós pode usufruir. é ele o trabalhador que faz jus ao acréscimo de misericória prometido pelo Mestre a todos os discípulos de boa-vontade. sob a inspiração de Jesus Cristo. pela fração de certeza que vos foi outorgada. 7. Mediunidade e sintonia.. perg. Faz-se mister que todos os Espíritos. ainda. p.ed. p.” (Emmanuel. [.3. esse posto é o da renúncia. 51). da abnegação e dos sacrifícios espontâneos.Definição “[.senta caridade operante. ed. vindos ao planeta com a incumbência de operar nos labores mediúnicos. que instituiu o “amemo-nos uns aos outros”. se o operário busca a substância evangélica para a execução de seus deveres. em todos os dias da vida. 11. muitas vezes. se não quiserdes tombar na luta. qual Jesus se dedicou a nós.. precursores das novas aquisições humanas. o que seria crestar com as vossas próprias mãos as flores da esperança numa felicidade superior. 15. Mediunidade e sintonia. 64).2 .] Ser medianeiro das forças elevadas que governam a vida é sintonizar-se com a onda renovadora do Evangelho.. de provações ásperas. transformando-nos em socorro e bênção para os demais. Emmanuel. nas mais variadas posições evolutivas..Todos os homens têm o seu grau de mediunidade. as vossas obrigações. 11. a vossa responsabilidade é grande. Na atualidade. E dar utilidade à própria vida. que ainda não conseguimos alcançar! Pesai as conseqüências dos vossos mínimos atos. Médiuns! A vossa tarefa deve ser encarada como um santo sacerdócio.] Médium quer dizer intérprete. ainda em vossa época. 383).Reforma íntima .3. 94-96).3 .

O consolador. 15. portanto. O consolador.. onde a luz da comprovação e da referência é a que nasce do entendimento e da aplicação com Jesus Cristo.. 411). 15. perg. Só a aplicação com o Divino Mestre prepara no íntimo do trabalhador a fibra da iluminação para o amor. O médium sem Evangelho pode fornecer as mais elevadas informações ao quadro das filosofias e ciências fragmentárias da Terra. defendendo a verdade sem transigir com os princípios no momento oportuno. ed. pois. 392).] O médium tem obrigação de estudar muito. cooperando eficazmente com os Espíritos sinceros e devotados ao bem e à verdade. levantar-se para a defesa da sua tarefa de amor. mas não poderá ser um apóstolo pelo coração.” (Emmanuel. com o qual o missionário deve estar plenamente identificado para a realização sagrada da sua tarefa. no esforço educativo de si mesmo.” (Emmanuel. um agente de experiências do invisível. 15. igualmente.“Qual a maior necessidade do médium? . observar intensamente e trabalhar em todos os instantes pela sua própria iluminação. não se constitui tão-somente da movimentação das energias psíquicas em suas expressões fenomênicas e mecânicas. ed. O apostolado mediúnico. “ [. de outro modo poderá esbarrar sempre com o fantasma do personalismo. na tolerância esclarecida.. perg. sabendo. porque o médium evangelizado sabe cultivar a humildade no amor ao trabalho de cada dia.. Somente desse modo poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que lhe foi confiada. pode ser um profissional de nomeada. e da resistência contra as energias destruidoras.. “Onde a luz definitiva para a vitória do apostolado mediúnico? . ed. .A primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes de se entregar às grandes tarefas doutrinárias. porque exige o trabalho e o sacrifício do coração. 387). na significação da vida. em detrimento de sua missão. perg. O consolador.” (Emmanuel.Essa claridade divina está no Evangelho de Jesus.

EXTERIORIZAÇÃO DO PENSAMENTO 4.2 .1 .1 .VELOCIDADE DO PENSAMENTO 4.3 .CASO: DESENCARNAÇÃO DE DIMAS 3ª AULA: CENTROS DE FORÇA 3.PENSAMENTO E VIRTUDE 4.TERMINOLOGIAS 3.MEDIUNIDADE CURADORA E MAGNETISMO 2ª AULA: O HOMEM E SEUS CORPOS 2.3 .AURA 4.CASO: CONCENTRAÇÃO 5ª AULA: PRECE 5.O FLUIDO HUMANO X O FLUIDO ESPIRITUAL 1.2 .6 .A PRECE DE ISMÁLIA 6ª AULA: O PASSE 6.7 .PENSAMENTO E DISTÂNCIA 4.AÇÃO DO PENSAMENTO 4.PENSAMENTO 4.4 .CONTEÚDO DO CURSO 1ª AULA: MAGNETISMO E FLUIDO 1.10 .O HOMEM E SEUS CORPOS 2.PASSE 6.1 .1 .8 .MAGNETISMO E ESPIRITISMO 1.11.TIPOS DE MAGNETISMO 1.ATUAÇÃO DO PENSAMENTO NOS CENTROS DE FORÇA 4.2 .3 .4 .7 .11 .CASO: DESEQUILÍBRIO DO CENTRO DE FORÇA 4ª AULA: PENSAMENTO E AURA 4.DUPLO ETÉRICO 2.PORQUÊ APLICAR O PASSE 6.QUEM APLICA O PASSE 6.A IMPORTÂNCIA DA PRECE 1.3 .PENSAMENTO E VONTADE 4.6 .1 .O QUE É PRECE 5.IDÉIAS E EMOÇÕES 4.5 .2 .AÇÃO MAGNÉTICA 1.2 .1 .OS CENTROS DE FORÇA E OS PLEXOS 3.2 .CASO: AÇÃO MAGNÉTICA DA PRECE .12 .4 .4 .5 .RECEPÇÃO E TRANSMISSÃO DE FLUIDOS .MAGNETISMO E FLUIDO 1.9 .2 .PENSAMENTO E FÉ 4.PERISPÍRITO 2.3 .

6.5 - AMBIENTE PROPÍCIO PARA O PASSE 6.6 - COMO COMEÇAR E COMO TERMINAR 6.7 - CASO: SERVIÇOS DE PASSE NA CABINE

7ª AULA: QUALIDADES MORAIS DO PASSISTA

7.1 - CONDUTA DO PASSISTA 7.2 - INFLUÊNCIA DAS QUALIDADES MORAIS DO PASSISTA 7.3 - RESPONSABILIDADES DO MÉDIUM 7.4 - PREPARO DO PASSISTA 7.5 - CASO: PASSE, CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO

8ª AULA: CASO: SEXO, ÁLCOOL E GLUTONARIA
8.1 - SEXO 8.2 - ÁLCOOL 8.3 - GLUTONARIA 8.4 - CONSIDERAÇÕES FINAIS DE ALEXANDRE

9ª AULA: TÉCNICAS DO PASSE I

9.1 - PASSES TRANSVERSAIS 9.2 - PASSES ROTATÓRIOS 9.3 - PASSES PERPENDICULARES 9.4 - PASSES LONGITUDINAIS E DE GRANDES CORRENTES 9.5 - IMPOSIÇÃO DE MÃOS 9.6 - AUTO-PASSE 9.7 - OS CINCO TEMPOS DO PASSE

10ª AULA: TÉCNICAS DO PASSE II

10.1 - O PASSE A DISTÂNCIA 10.2 - VIBRAÇÃO 10.3 - SOPRO OU INSUFLAÇÃO QUENTE 10.4 - SOPRO OU INSUFLAÇÃO FRIA 10.5 - CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SOPRO 10.6 - A ÁGUA FLUIDA

11ª AULA: CASOS DE PASSE

11.1 - CASO: DESEQUILÍBRIO EMOTIVO E NUVEM NEGRA NO CORAÇÃO 11.2 - CASO: AUTO-DOMÍNIO E NUVEM NEGRA NO FÍGADO

12ª AULA: CASOS DE PASSE

12.1 - CASO: PENSAMENTO E ACIDENTE CIRCULATÓRIO 12.2 - CASO: A DÉCIMA VEZ

13ª AULA: CASOS DE PASSE

13.1 - CASO: GRAVIDEZ SACRIFICIAL E NUVEM PARDACENTA NO ORGÃO GERADOR 13.2 - CASO: PROBLEMAS DE UM GESTANTE

14ª AULA: OS CURSOS NO PLANO ESPIRITUAL

14.1 - AS ESCOLAS 14.2 - OBJETIVOS DOS CURSOS 14.3 - MATRÍCULA E CONTROLE DE PRESENÇA DOS ALUNOS 14.4 - A ESCOLHA DOS INSTRUTORES 14.5 - ESTUDOS E TRABALHOS EM GRUPO 14.6 - OS PRECEPTORES 14.7 - A PROMOÇÃO PARA OUTROS CURSOS OU COLÔNIAS MAIS ELEVADAS 14.8 - APROVEITAMENTO DO TEMPO 14.9 - REPOUSO 14.10 - OS CURSOS MINISTRADOS 14.11 - METODOLOGIA DOS CURSOS 14.12 - AVALIAÇÕES E EXAMES

11.3 - PLANO DE CURSO
CURSO: O Passe DURAÇÃO: 1 Semestre PERÍODO: DIA: HORÁRIO: Nº DE AULAS: Total:

19 Aulas : 14 Teóricas, 01 Inaugural, 01 Encerramento, 03 Especiais 3 Aulas de Práticas Assistenciais: 1º Culto no Lar 2º Posto de Assistência 3º Livre (A critério do instrutor)

OBJETIVOS GERAIS: 1 - Identificar no passe uma eficiente terapêutica exemplificada por Jesus; 2 - Compreender o mecanismo de ação, os tipos e as técnicas do passe; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 - Formar “técnicos” esclarecidos para o auxílio magnético.

PROGRAMA GERAL

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nos dois.: .TEMA EVANGÉLICO .Percepção de fluidos. só luz fraca acesa. Obs. . com voz agradável. procurando realçar detalhes da paisagem. numa distância de 22cm. antecipadamente. AULA: O PASSE EXERCÍCIO PRÁTICO: EXERCITAR A SENSIBILIDADE DAS MÃOS . pausadamente. devagar. EXERCÍCIO PRÁTICO: MEDITAÇÃO . poderão relatar suas experiências. olhos fechados. ou pedirá alguém que o faça. . destacando as duas ações combinadas. toda a passagem descrita. mais ou menos intensa variando de um para outro. procurando sentir o toque no duplo. uma passagem evangélica pequena. etc. no desconhecimento das realidades do Mundo Espiritual.11.Procurando sentir o duplo-etérico do companheiro. em um companheiro.Depois de conhecer a localização dos centros de força.O instrutor irá relatando a passagem. AULA: PENSAMENTO E AURA EXERCÍCIO PRÁTICO: EXPULSÃO E ABSORÇÃO DE ENERGIAS . passando a mão espalmada. alunos em posição de interiorização. Por exemplo: “A cura do leproso”. cada um relata o que sentiu. . sem tocar. “Entrada de Jesus em Jerusalém”.O instrutor fará uma prece. . .5 .O instrutor escolherá.EXERCÍCIOS PRÁTICOS AULA: O HOMEM E SEUS CORPOS EXERCÍCIO PRÁTICO: Prece em benefício de todos os que desencarnam. em volta do corpo. Os dois sentirão quando o centro de força for localizado. no seu livro Cromoterapia.Ambiente preparado. cada chacra.Terminado o exercício. . . os alunos assentados eretos. a uns cinco centímetros de distância do corpo.Segundo René Nunes. sentimos sua vibração. Ou usar o texto evangélico inserto na apostila. procurar localizar. Passar as mãos sobre as mãos do companheiro.Ambiente preparado. AULA: OS CENTROS DE FORÇA EXERCÍCIO PRÁTICO: LOCALIZAÇÃO DO CENTRO DE FORÇA . quando localizamos o centro de força.Após o exercício. percorrendo com as mãos. descrevendo todos os acontecimentos do relato com riqueza de detalhes.

AULA: CASO: DESEQUILÍBRIO EMOTIVO E NUVEM NEGRA NO CORAÇÃO E AUTODOMÍNIO E NUVEM NEGRA NO FÍGADO EXERCÍCIO PRÁTICO: .Fazer uma vibração em benefício de pessoas enfermas.Treinar os cinco tempos do passe. até que todos compreendam bem. os cinco tempos do passe.Encerrar a aula com uma prece em favor dos que ainda se mantém presos aos vícios.Treinar.Treinar o passe e o auto-passe todo final de aula.. .Nas primeiras vezes.Estudar o passe aplicado por Anacleto em cada um dos casos . AULA: TÉCNICAS DO PASSE .O instrutor explicará que não haverá incorporação. cada um relatará sua experiência. AULA: SEXO.fluidos percorrendo o corpo.Treinar os cinco tempos do passe. . .Ainda das experiências do companheiro acima citado. ÁLCOOL. .I EXERCÍCIO PRÁTICO: OS CINCO TEMPOS DO PASSE .vibração. discutindo cada etapa. . . cada um. e sentir a presença dos mentores e o passe propriamente dito. . só os alunos.Após esta fase os alunos podem dar passes uns nos outros treinando a captação de energias.Após o exercício. . AULA: TÉCNICAS DO PASSE .Na penumbra.pensamento. procurará sentir a presença do espírito. GLUTONARIA E BACÍLOS PSÍQUICOS EXERCÍCIO PRÁTICO: . com luz fraca. .observar as emoções. . após uma prece de rogativa à presença dos bons espíritos. só como encenação até que se capte o mecanismo. as pessoas podem sentir a vibração do chacra no centro da palma da mão ou nas pontas dos dedos.II EXERCÍCIO PRÁTICO: MAGNETIZAÇÃO A DISTÂNCIA . . sem mentalizar a presença dos mentores. AULA: QUALIDADES MORAIS DO PASSISTA EXERCÍCIO PRÁTICO: SINTONIZAÇÃO COM O MENTOR .

.AULA: CASO: GRAVIDEZ SACRIFICIAL E NUVEM PARDACENTA NO ORGANISMO GERADOR E PROBLEMAS DE UMA GESTANTE EXERCÍCIO PRÁTICO: . .Estudar o passe aplicado por Alexandre no primeiro caso.Estudar o passe aplicado por Anacleto.Treinar os cinco tempos do passe. . no primeiro caso. AULA: PENSAMENTO E ACIDENTE CIRCULATÓRIO E A DÉCIMA VEZ EXERCÍCIO PRÁTICO: .Treinar os cinco tempos do passe. e o aplicado por Clarêncio no segundo.

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CURSO CORRENTE MAGNÉTICA .

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” (Henriques.1 . os vomitivos ou purgantes. Pinel é um dos precursores da Psiquiatria moderna. e morreu em Paris a 25 de outubro de 1826.ANOTAÇÕES EM TORNO DA CORRENTE MAGNÉTICA 12. a 20 de abril de 1745. em alguns casos.O grande inovador: Pinel “Até o século XVIII . p. os métodos de terapia para esses pacientes começaram a modificar-se a partir dos trabalhos realizados por Pinel. podemos considerar que o trabalho pioneiro de Pinel preparou o caminho para a compreensão que mais tarde a Doutrina Espírita viria trazer ao estudo dos distúrbios mentais. se encontravam relegadas. médico francês.1. mostrando que tais enfermidades decorriam de alterações patológicas do cérebro.1. nasceu em Saint`André D' Alayrac. provenientes de “alterações patológicas do cérebro”. volume 16). perguntas nº 456. ramo da medicina a que se dedicou após a tragédia de um amigo seu que. 20-21). como freqüentemente conduzem a sua ação de maneira bem mais intensa do que podíamos imaginar (Livro dos Espíritos.1.2 . 457) .1 . Chefiou os serviços médicos do manicômio de Bicêtre a partir de 1793. até o seu tempo. Proibiu a prática de tratamentos antiquados como a sangria.12 . (Enciclopédia Mirador Internacional. vejamos: “Pinel. Embora nos dias atuais ainda encontremos situações de grande incompreensão no tratamento dos portadores de distúrbios psíquicos e que se encontram retidos em manicômios.1 . em sua maioria. Mandou que fossem libertados pacientes que. evidenciando que tais enfermidades não eram. veio revelar aos homens de boa vontade que os Espíritos não só influenciam a vida dos homens. por ignorância.Aspectos históricos 12.Allan Kardec: uma nova luz “Se aceitarmos que a providência divina atua constantemente para auxiliar o progresso da humanidade.1. Pinel retirou as doenças mentais do terreno das superstições e crendices a que. Tarn. fugiu para a floresta onde foi devorado por lobos. Para se instruir traduziu obras de medicina e deu aulas de matemática. tendo enlouquecido. Na Salpêtrière prosseguiu a adoção de métodos humanitários que o tornaram um pioneiro da psicoterapia moderna. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. se achavam acorrentados há vinte ou trinta anos. À frente dos serviços médicos do hospício de Bicêtre revolucionou os métodos de tratamento dos doentes mentais. com a publicação de O Livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857. as pessoas que se viam às voltas com distúrbios mentais eram tratadas. Em 1795 passou a ocupar idêntico posto no hospital da Salpêtrière. de maneira que hoje podemos considerar cruel. Allan Kardec.CURSO CORRENTE MAGNÉTICA 12.1. Senão. 12.

a epidemia estendeu-se às mães de família e às senhoras idosas. atingirem os encarnados revela-se em todos os livros que veio a publicar e foi tema de muitos artigos incluídos na Revue Spirite. situada na Alta Savóia. num dos quais o Sr. assinalam o reaparecimento do flagelo com nova intensidade. etc. custou a vida de um. demos um relato circunstanciado e uma apreciação da epidemia demoníaca de Morzine. Vários jornais. e demonstramos a ineficiência dos meios empregados para a combater. Annecy. bem como a nossa correspondência particular. ali ficou um mês sem se alimentar. março e maio de 1863. morreu de esgotamento. ainda não cessou a sua devastação. desde que a Savoie lhe pertence.. Constant. situados entre as montanhas da Haute-Savoie. e quando as moças retornam à casa recaem no mesmo estado de sofrimento. inspetores dos hospícios de alienados. entre outras análises. as curas foram pouco numerosas. O Governo francês. Editora Edicel) Kardec. contudo. No texto que iremos reproduzir a seguir (Revista Espírita de 1864. etc.1. Aí ficou evidenciada a impotência dos métodos religiosos tradicionais e da ciência oficial frente à enfermidade. vítima da imaginação ferida. O Magnétiseur. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. 225. agosto. a diferenciação entre a patologia material e espiritual. declarava que o pequeno número de . janeiro. inanição. reina no burgo de Morzine e nos casebres vizinhos. pág. 21-22). publicado em Genève pelo Sr. comenta sobre a necessidade de se conhecer a causa para bem combater os sintomas e identifica as razões pelas quais no atendimento aos “possessos de Morzine” tanto falharam a medicina como a religião tradicionais. preocupou-se com o caso. Thoron. Lafontaine. também. editada sob a sua direção.3 . tinha havido uma espécie de parada. de grande valor para quantos se interessam pelas afecções mentais. Esse infeliz meteu-se no estreito espaço entre o fogão e a parede. Posto o mal jamais tenha cessado completamente. Tomaram algumas medidas. em seu número 15 de maio último.Novos detalhes sobre os possessos de Morzine “Na Revista Espírita de dezembro de 1862. jornal do magnetismo animal. Entre os episódios e comentários feitos por Kardec.” (Henriques. entre outras coisas. Faz. Mas os resultados dessas tentativas não foram satisfatórios. haver atingido as crianças e as mocinhas. mau grado o tratamento médico. desde 1857. inicialmente. Enviou ao local homens especializados. existe um especialmente interessante para as nossas reflexões por se tratar de um processo de obsessão coletiva ou uma “epidemia” de obsessões que atingiu os moradores de uma pequena cidade francesa. inteligentes e capazes. faz este relato: “A epidemia demoníaca que. Depois de.A sua preocupação com o assunto e com a possibilidade de os Espíritos sofredores.1. Haute-Savoie. Poucos homens lhe sentiram a influência. de onde dizia não poder sair. fevereiro. tentaram o deslocamento e transportaram as moças doentes para Chambéry. Morzine. 12. Os enviados do Governo francês fizeram relatórios. a fim de estudar a natureza e observar a marcha da doença. vingativos ou perseguidores. p.

alguns tinham ido à força. em geral. A boa gente da aldeia esperava maravilhas dessa visita. os policiais deram mão . tinham sido atingidas pela doença. Estava a cavalo. o número das vítimas foi crescendo. isto durou horas. das quais fizemos um relato em nosso jornal. Em vão prodigalizaram preces e exorcismos. Tinham procurado reunir os doentes na Igreja. Então foi uma cena verdadeiramente infernal. As possessas. e. atribuído pelos bons camponeses de Morzine e. em particular. Apenas acabou de entrar. e quando o prelado quis fazer o crisma. o prelado aproximou-se da aldeia. acompanhado por grande número de padres. por seus guias espirituais. ao poder do demônio. que há cinco anos não eram atingidas. finalmente. saltavam em todos os sentidos. injuriavam. quando os obrigam a entrar numa igreja. tanto para crismar os habitantes que ainda não haviam recebido esse sacramento. injuriando-o. os possessos foram tomados de convulsões as mais violentas. diz uma testemunha ocular. anunciou. a desordem redobra. Ele apeou-se à porta do templo e entrou com dignidade. Bispo de Annecy. quanto para ensinar os meios de vencer a terrível doença. Tiveram que as arrastar para junto do altar. em moças e senhoras que me haviam trazido em 1858 e 1859. se possível. o que é mais desagradável. pelas quatro horas. de perturbações do estômago e gestos da mais impressionante ginástica. que em diversas épocas.curas realizadas naquela população eram devidas ao magnetismo por mim empregado em Genève. que não sofreram outros ataques enquanto moravam longe das influências prejudiciais do contágio e dos Espíritos feridos de sua terra. o flagelo que. 1º de maio e eis as circunstâncias que a marcaram. em vão levaram os doentes para hospitais de várias cidades distantes. Nossos leitores sabem que o flagelo. Ela ocorreu sábado. cerca de setenta. o furor redobrou. 30 de abril e domingo. acompanhadas de gritos.Desde que o bispo pisou em terras de Morzine -. Não obstante. que nada tinham de humano. ataca mocinhas. de que os doentes se tornam culpados. Mas em Morzine o horrível mal não cessou de fazer devastações entre essa população infeliz: ao contrário. continuou a avançar para a Igreja. No sábado. as que eram mantidas na Igreja soltavam gritos e urros. Conseguimos curar vários desses doentes. cuja imaginação é mais viva. baldos de meios. se encarniça contra a sua presa. quiseram tentar um grande golpe: Monsenhor Maguin. que iria a Morzine. com um único rapaz. O próprio Bispo empalideceu ao ouvir os urros que acolheram a sua chegada. sete ou oito homens tiveram que reunir esforços para vencer a resistência de algumas. vítimas do mais medonho paroxismo dessas crises horríveis”. Enfim. rugiam. se manifesta naqueles que são tomados por convulsões violentas. e as únicas curas constatadas são as operadas por nós. “sentindo que ele se aproximava. . mau grado a vociferação de alguns doentes que haviam escapado das mãos de seus guardas para se atirarem à sua frente. sem falar dos juramentos e de outros processos escandalosos. sofreram a sua volta e viram-se diversas. Todas as moças.

H. ao menos aqueles poderão compreender que possa haver algo fora do organismo. Que há para admirar? Tudo revela uma causa moral. Isso prova superabundantemente que não procuram onde é preciso. a menos que não sejam diabos. a ciência falha. Ora. que não podia imaginar tão grande. C. Talvez no próximo número digamos tudo quanto para nós eles representam de penoso. ou é vencida por seus inimigos.eis uma confissão de impotência. e enviam homens que só acreditam na matéria. os alienistas não são mais especialistas que os cirurgiões. mas sem lhes esconder a profunda impressão de estupor que havia experimentado em presença de um mal. Terminou confessando que não se tinha sentido bastante forte para conjurar a chaga que tinha vindo curar e prometendo voltar. Então os diabos são os mais fortes. arquejantes. onde não lhe puderam trazer três doentes. A última resistiu a todos os esforços. Se se querem médicos especialistas. se for demonstrado que é uma afecção mental. Mas como estabelecer sua especialidade numa afecção cuja natureza não se conhece. em casos semelhantes. O mais claro de tudo isto é que nada do que empregaram deu resultado e não terão melhor resultado enquanto . que os escolham entre os espiritualistas e não entre os materialistas. Mas aqui. Saiu da aldeia deixando aos habitantes boas palavras. é que não está no caminho certo. vencido de fadiga e de emoção ele teve de renunciar a lhe impor as mãos: saiu da igreja trêmulo. Allan Kardec comenta: “A ciência aí se perde . sem poder chamá-los à razão. Se desta vez. em que categoria serão tomados? Entre os alienistas? Muito bem. ao menos munido de poderes maiores. Os choques constantes. o que é que farão os médicos? Já os enviaram e muito capacitados! Dizem que vão mandar especialistas. conseguiram arrastar duas. Não fazemos hoje nenhuma reflexão: limitamo-nos a relatar esses fatos deploráveis. procuram na matéria e aí nada encontram. com espuma na boca. Duvidamos muito que desta vez haja sucesso. desequilibrado. Mas os próprios alienistas fracassaram: nem estão de acordo quanto à causa nem quanto ao tratamento. e na qual a ciência se perde? Concebe-se a especialidade dos oculistas para as afecções dos olhos. blasfêmias nos lábios. O Bispo devia partir às quatro horas. provam uma de duas coisas: ou que ela não está certa. até junto do Bispo. enquanto estas se agitavam sob sua bênção. às sete da noite ainda estava na Igreja. Mas já empregaram este meio sem sucesso. as pernas cheias de contusões recebidas das possessas. A religião não foi mais feliz: usou suas munições contra os diabos. o que é uma grande verdade. Então. dos toxicologistas nos casos de envenenamento. Lafontaine” Após transcrever esse relato. É verdade que lhes vão juntar uma força armada.forte. desde que a ciência aí se perde.

Ora. p. e não numa teoria preconcebida. sobre este que se deve agir. observados nos doentes daquela localidade. demônios. tendo completa analogia com os fatos de Morzine.estudo atento dos sintomas demonstra com verdadeira evidência estar na ação do mundo invisível sobre o mundo visível. isto é. o que faz alhures poderia ser feito em Morzine. de onde é lógico concluir seja a mesma causa. por isto mesmo que pertencem à humanidade. sobre o físico e a moral.2 . mas muito positivo para os que constataram a existência do mundo espiritual e a presença de seres invisíveis em torno de nós. Daí uma porção de afecções que não têm sede no organismo. e contra as quais a ciência falha pela razão de que se ataca o efeito e não a causa. povoam o espaço. Absurdo para os que nada admitem fora do mundo tangível. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. o querido Espírito de todos quanto labutam na Doutrina. o Espiritismo reconheceu que o mundo invisível é composto de almas ou Espíritos dos homens que viveram na Terra e que após a morte. Sua ação sobre os homens se exerce. é então. sem exorcismos. que se pode designar pelo nome de patologia espiritual. mas Espíritos imperfeitos. se age sobre os vermes. muitos se comprazem. em vida. Se assim é perguntarão por que os meios espirituais empregados pela Igreja são ineficazes? Eis a razão: A Igreja acredita nos demônios. sem medicamentos e sem polícia. também ensinou sobre o tema no livro Loucura Sob Novo Prisma que escreveu quando encarnado (Editora FEESP) do qual selecionamos um trecho para a nossa análise: . estão submetidos à lei do progresso e se podem melhorar. em fazer o mal. Mas. numa categoria de seres de uma natureza perversa e voltados eternamente ao mal. Com essa idéia ela não procura melhorá-los. ainda. de subjugação e de possessão. como entre os homens. loucuras aparentes. por isso imperfectíveis. 22-27) 12. o foram em casos particulares de que falamos. As crises são efeitos consecutivos. isto é. É um novo ramo da patologia. Todos os sintomas. a diferença está nos números. ação que é a fonte de mais afecções do que se pensa. Numa palavra. dos que se compraziam.” (Gilson de Mendonça Henriques. Ao contrário. Dirão que o sistema é absurdo.1. A ação de um ser invisível malévolo foi constatada numa porção de casos isolados. Não são. refratárias a qualquer medicação. levada ao mais alto grau. o sistema é baseado na experiência e na observação. desde que libertaram os doentes atingidos pelo mesmo mal. ao mesmo tempo. é o que o Espiritismo designa pelo nome de obsessão. a causa é o ser obsessor. pois. Aliás. desde que os efeitos são semelhantes. sem exceção. nesses números há os bons e maus. como nas convulsões ocasionadas pelos vermes. no sentido da Igreja. após a morte. A experiência ensina a distinguir os casos desta categoria dos que pertencem à patologia orgânica.Obsessão ou loucura? “Bezerra de Menezes.

até hoje. seu gerador ou secretor. Quando é conseqüente da afecção do cérebro. no caso da loucura. o que prova que o cérebro não é o órgão do pensamento . glândula secretora do pensamento. com fatos de rigorosa observação: 1º. que suas perturbações. como dar-se-á o da cegueira. que o pensamento é pura função da alma ou espírito. sem a mínima lesão cerebral. Feito isto. Este caso de lesão cerebral explica a loucura. Neste ligeiro trabalho. Quando resulta de algo que afeta a faculdade pensante. por igual.” . quando o olho. os homens da ciência têm. portanto. tem o caráter imaterial e fluídico. uma vez que o cérebro padeça de lesão orgânica que o torne instrumento incapaz da boa transmissão. assim. é efeito de um estado patológico do cérebro. e prova mais que. dar-se-á o caso da loucura. órgão do pensamento. também. mesmo quando a alma esteja no pleno exercício daquela faculdade. que lhe perturba a transmissão. com que designei a que representa o primeiro caráter. em larga escala1 . emana viciado da fonte. que julgam ser uma lei natural. proponho-me. origem natural do pensamento que. para outros. menos que tudo. 3º. que a loucura perfeitamente caracterizada. nem os segundos explicam sua maneira de compreender a ação do cérebro. para uns. inteligentes.alienação mental -. pela razão de ser o cérebro instrumento das manifestações. a que chamarei . Nem os primeiros. que demonstrarei. a preencher essa lacuna.e. dos produtos da faculdade pensante. designaria esta segunda espécie pela denominação de loucura por obsessão3 . de que toda a perturbação do estado fisiológico do ser humano procede invariavelmente de uma lesão orgânica. instrumento da visão. embora esteja são o instrumento da transmissão. fazendo-a desordenadamente. Toda a questão se resume em provar-se fundamentalmente: que há loucos cujo cérebro não apresenta lesão orgânica de qualidade alguma. 2º. mas eu demonstrarei. embora em perfeito estado se ache a fonte do pensamento. quer em relação à sua perturbação. resultante da ação fluídica de Espíritos inimigos sobre a alma ou Espírito encarnado no corpo. Efetivamente.loucura -.isto é. sofrer lesão que tolha a passagem do raio luminoso. pode-se dar e dá-se mesmo. podendo ser. Em oposição à denominação de loucura científica2. por isso.científica . por ação fluídica de influências estranhas. além do mais.porque é a conhecida pela Ciência. tem o caráter material ou orgânico. o mau estado desta determina a alienação. como verdade incontroversa. em tese.“Levados pelo princípio. assim como o mau estado do instrumento de transmissão determina o que chamamos . e. conhecida pelo nome de . embora possam elas concorrer para o caso. que a alienação mental. quer em relação à função em geral. mas um fenômeno mórbido de duplo caráter: material e imaterial. demonstrando. fica perfeitamente claro que a loucura não é um caso patológico invariável em sua natureza. não dependem de lesão do cérebro.

A leitura das obras que relatam sua passagem entre nós. Queria parar e descer. Braços intangíveis tutelavam-lhe a sublime excursão. Tais perturbações hoje constatadas nas inquietantes influências que atingem coletivamente grandes contingentes humanos. quando. 28-30). 1963..e essa afirmação do ilustre sábio é robustecida pela observação de outros não menos considerados do mundo científico. Está. Bezerra de Menezes. Para que o leitor. encontrarão nos padrões da desobsessão coletiva ensinada por Eurípedes Barsanulfo um meio rápido e eficiente para beneficiar as multidões de aflitos que procuram os centros espíritas nos dias de hoje. avistou um homem que meditava. subia. tenha idéia da grandeza espiritual de Barsanulfo. Envergava forma leve. diz Dr. não canso de repetir.” (Henriques. viu a si próprio em prodigiosa volitação. o Apóstolo da Caridade “Na apresentação desse trabalho disse que havia tomado conhecimento do método de desobsessão coletiva por corrente magnética em Palmelo. Cap. plena de episódios memoráveis. 27. sob o título “Visão de Eurípedes”: “Começara Eurípedes Barsanulfo. (1..Eurípedes Barsanulfo. 12.2 e 3: Grifos do autor). Subia sempre. em admirável desdobramento. Respirava outro ambiente. que há dois casos bem distintos de loucura . envolvido por doce luz. É essa última que mais diretamente interessa aos estudiosos e trabalhadores da Doutrina Espírita. quando. Como que magnetizado pelo desconhecido.3 . As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. de loucura sem a mínima lesão cerebral . viajou. Como nos mostra Bezerra de Menezes. Reparava na formosa paisagem. a loucura ocasionada por lesão cerebral e aquela em que não se encontra nenhuma causa física a justificá-la. reavendo o veículo carnal. no livro A Vida Escreve. certa feita. mais adiante. a observar-se fora do corpo físico. entretanto. à maneira de pássaro teleguiado. no Estado de Minas Gerais. pelas próprias características dos tempos em que vivemos..1. respirando num oceano de ar mais leve ainda. .. p. mas não conseguia. não longe. Embora inquieto. Viajou. tanto do ponto de vista científico oficial como à luz dos ensinamentos oferecidos pelos bons Espíritos. subia. discípulo de Eurípedes Barsanulfo que o havia exemplificado. alimenta nossa alma com seus exemplos edificantes. junto a Jerônimo Candinho.Na mesma Introdução. em Sacramento. subia. reproduziremos a seguir o relato feito pelo Espírito Hilário Silva através da psicografia de Francisco Cândido Xavier. existe. o apóstolo da mediunidade. grande missionário da Doutrina Espírita. por ele observados.. certamente buscando a confirmação da ciência oficial à sua tese: “O célebre alienista Esquirol atesta a existência de casos.. 2º Edição.ou que há loucura de duas espécies. pois. por se identificar com os quadros que Allan Kardec definiu como “obsessão”. à noite. Ed. verificado que há loucura com e sem lesão cerebral. Àqueles que não conhecem a vida e a obra desse. até que se reconheceu em campina verdejante. FEB. como que arrastado pela vontade de alguém num torvelinho de amor. aproximou-se. recomendo que o façam. “Aí está. e portanto.

Choras pelos descrentes do mundo? Enlevado. os templos do mundo. Grossas lágrimas banhavam-lhe o rosto. não sofro pelos descrentes aos quais devemos amor. desceu. Era madrugada.. sem repouso sequer de um dia. Mas desejando certificar-se de que era ouvido Eurípedes reiterou: . sem comunicar a ninguém a divina revelação que lhe vibrava na consciência. na literatura e nas artes.. no curso de quase vinte séculos. Viu. desceu... Traspassado de súbito sofrimento. e ficou em silêncio.. Baixou a cabeça. responde em voz dulcíssima: . iremos transcrever trecho do depoimento dado pelo Dr. Choro por todos os que conhecem o Evangelho. o missionário de Sacramento notou que o Cristo lhe correspondia agora ao olhar. e a mensagem d‘Ele a ecoar entre os homens. lhe atiram incompreensão e sarcasmo.Não. porém.. Afagar-lhe as mãos ou estirar-se à maneira de um cão leal aos seus pés. Recordou. que Jesus também chorava.. começou a chorar.. por ser um depoimento dado pelos bons Espíritos e endossado pela mediunidade fiel de Francisco Cândido Xavier.. Mas. após um instante de atenção. Levantou-se e não mais dormiu. desejou fazer algo que pudesse reconfortar o Amigo Sublime. incapaz de voltar ou seguir adiante. suplicante: . Ofuscado pela grandeza do momento. reconheceu-se na presença do Cristo... Mas estava como que chumbado ao solo estranho. Recordou as lições do Cristianismo. no entanto.. sentindo-se como intruso. as homenagens prestadas ao Senhor.. entregou-se aos necessitados e aos doentes. com o objetivo de evidenciar a utilização das correntes magnéticas nos trabalhos de desobsessão realizados por Eurípedes Barsanulfo. que escolhemos. por ver-lhe o pranto. servindo até à morte.Algo lhe dizia no íntimo para que não avançasse mais. E num deslumbramento de júbilo. E.Senhor.. humilde. Thomaz Novelino e publicado .. ante a dor que a resposta lhe trouxera. esmagado pela honra imprevista. quando adquiriu coragem e ergueu os olhos. Abriu a boca e falou. por que choras? O interpelado não respondeu. os tormentos do Cristo.” Não há quem não se comova ante esse relato. mas não o praticam. na Terra. a se perpetuarem nas criaturas que até hoje. E acordou no corpo de carne. entre tantos outros.. Eurípedes não saberia descrever o que se passou então. meu filho.... Como se caísse em profunda sombra.. não se conteve. Nessa linha de pensamento. E desde aquele dia.

tão popular quanto carinhoso. Esse tratamento. Jerônimo Candinho. 98. iniciada sempre pelo Pai Nosso e rematada por oração improvisada de adoração e evocação. E continua: .Jerônimo Candinho: um pioneiro “Para os que não conhecem Jerônimo Candinho. o mestre dirigia profunda e sentida prece. Edições Correio Fraterno.). fundador do Educandário Pestalozzi. por um coração magnânimo. “Jerônimo Cândido Gomide nasceu em Sacramento. mudou-se com a família para aquele Estado. na cidade de Sacramento” (pág. 91 e 92). Aluno muito estimado de Eurípedes Barsanulfo. 94). também. editado pelo Instituto de Difusão Espirita. época em que seu pulso de moço idealista se conduzia.4 . Jerônimo Cândido Gomide (Seu Candinho). Terminada a oração. onde montou um armazém de secos e molhados e. desde a década de 1920. MG. formando a corrente5. que pouco antes de desencarnar alertou-o sobre o trabalho que deveria desenvolver em Goiás. nas proximidades de Santa Cruz de Goiás. lhe envolvia o físico atlético de uma aura singular. Conforme conta Agnelo Morato.. (4 e 5: Grifos do autor).1. em 1919. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. retemperou suas energias com a fibra de forte. de autoria de Corina Novelino.” (Henriques. no ano de 1888 (. conhecido e lembrado no apreço de sertanejos do Brasil Central. Verdadeiro desbravador do Estado de Goiás. Dentro de suas propriedades iniciou-se. o Homem e a Missão. foi aluno do Colégio Allan Kardec fundado por Barsanulfo e conta sobre suas memórias: “Os trabalhos espíritas se realizavam duas vezes por semana e à noite. cujo pai foi aluno de Eurípedes e do Colégio Allan Kardec. e suas atividades espíritas devem permanecer em nossa lembrança como lição de tenacidade e otimismo” (pág. “Seu Candinho”. 32-33). sob sua inspiração. sentava-se de mãos dadas. de autoria de Agnelo Morato. acima desse local. colaborou intensamente no programa administrativo do Colégio “Allan Kardec”. 12. construiu o Centro Espírita Luz da Verdade. p. utilizaremos trechos do livro De Sacramento a Palmelo. no centro do Salão. Logo construiu o Sanatório Espírita e fundou o Colégio Eurípedes Barsanulfo. De pé. Em 1936 adquiriu a propriedade “Fazenda Palmela”.” Esse depoimento corrobora a afirmativa de Jerônimo Candinho que sempre declarou haver aprendido com Barsanulfo o método de desobsessão que empregava em Palmelo. Eurípedes saía de sua mesinha e vinha ocupar o seu lugar na corrente de concentração4 e dos médiuns que formavam círculo. Orgulhava-se por ter sido discípulo de Eurípedes Barsanulfo. Thomaz Novelino. Após a leitura de um trecho de uma obra da doutrina. por orientação direta de Eurípedes Barsanulfo. a formação do que mais tarde seria a cidade de Palmelo.no livro Eurípedes.. em Franca. pág.

Acaso não podiam ter nos esperado só um pouquinho? Mais tarde Jerônimo explicou: . 5 minutos a mais ou a menos não faziam diferença. 93 e 94).5 . Em todas as iniciativas a que se entregou no sertão de Goiás. a inspirar-lhe e dar-lhe bom ânimo no seu propósito de ensinar e esclarecer consciências à Luz d’O Evangelho Segundo o Espiritismo (pág. então: Em grande salão adornados com retratos de Eurípedes Barsanulfo e Bezerra de Menezes. A nossa curiosidade estava aguçada. bem antes do horário marcado! Eis o que vimos. 33-35). “Seu Candinho” mantinha posição de conselheiro e amigo de todos e o único templo religioso ali existente era o Centro Espírita Luz da Verdade." (Henriques. Aproximamo-nos do local supondo-nos no horário. sentiu constantemente a presença e a cobertura desse Apóstolo do Brasil Central6. tomava lugar Jerônimo Candinho. orientava-se por suas convicções”(pág.Um grande momento “Agora que já se disse algo sobre Eurípedes Barsanulfo e Jerônimo Candinho. já que para nós.1. Os bancos situados ao seu lado esquerdo estavam ocupados por médiuns do sexo feminino (aproximadamente 40).1 . Conforme contamos na apresentação deste trabalho. preparando o nosso coração e a nossa mente para os benefícios do momento? No dia seguinte lá estávamos nós.1. Isto entretanto não nos livrou de receber uma grande lição. indicando-nos a hora em que deveríamos comparecer. Os . Apressamos o passo e oh! que decepção: enquanto subíamos as escadas que levavam ao recinto. fez um gesto de desculpas e fechou a porta! Voltamos encabulados para o hotel em que nos hospedávamos. De longe podíamos ver a porta aberta e a suave movimentação dentro do prédio. mas também advertir a quantos possamos sobre a sua importância: o valor da pontualidade. dirigido por ele.5. 12. 94) (6: refere-se a Eurípedes Barsanulfo) (Grifos do autor). pude observar os bancos colocados ao longo de duas paredes.“Até 1956 a Cidade Espiritista do Brasil Central não possuía cadeia nem destacamento policial. útil para o resto de nossa vida e que temos procurado não só colocar em prática.Desobsessão Coletiva em Palmelo: 12. estabeleceu-se entre nós uma forte simpatia. prontos e compenetrados. no que diz respeito ao tratamento coletivo das obsessões. iremos relatar o que presenciamos em nossa primeira visita a Palmelo. àquela época. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. p.Será que o irmão já pensou que os Espíritos trabalhadores do bem também têm horário e muitas obrigações a cumprir? Será que devem ficar nos aguardando ou devemos nos esforçar para chegar cedo. O tratamento dos obsediados do Sanatório. o coração batia mais forte. No vértice formado por elas. ao encontrarmo-nos com Jerônimo. um auxiliar de Candinho olhou-nos. Candinho recomendou-nos que fôssemos ao Sanatório para observar os trabalhos de desobsessão. num meio hostil e reacionário.

escolhido por ele naquele momento.1. dos pacientes que receberiam o tratamento. Pacientes foram colocados à frente dos médiuns. repetida algumas vezes.” (Henriques.2 . como veremos adiante.5. Por todo o ambiente o vozerio das lamentações e a inquietação desconcertante dos doentes. A retirada das entidades se verificava após cada uma das “passagens”. percorreram os caminhos indicados por Kardec. o que mais tarde viria compreender. No desdobrar da reunião. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. Jerônimo. Jerônimo e um médium vidente destacado para auxiliá-lo. então. p. consecutivamente.do lado direito. de um trecho de O Evangelho Segundo o Espiritismo que antecedia ao início das atividades. Sua atitude. atentos. usando a expressão “passem”. emudecidos. para esse efeito. identificando como espiritual e combatendo com discernimento a causa dos males que afligiam os que a eles chegaram perturbados. Alguns deles se encontravam sob o controle de auxiliares fortes e preparados. o que não impedia. que algumas mulheres rasgassem suas vestes. no salão. Os obsediados acalmaram-se e podia-se ouvir o som produzido pelo voar de um inseto que circulava procurando saída. 38-39). Tranqüilo. procuravam observar a natureza das entidades sofredoras ali trazidas e o comportamento ou reações dos médiuns que compunham a corrente. por sua vez. Jerônimo recomendou que se iniciasse nova leitura do texto do Evangelho. Eurípedes Barsanulfo e Jerônimo Cândido Gomide realizaram o sonho que Pinel acalentava ao reformular os terríveis processos de tratamento dispensados aos pacientes de Bicêtre e Salpêtrière. usando o dirigente. Podíamos observar que ali estavam reunidos obsediados dos tipos mais diversos: eram homens e mulheres desfigurados exteriorizando na face a angústia e o desespero que os dominavam. a corrente mento-eletromagnética. deram-se as mãos formando. Impressionante! Os loucos ou os semiloucos. . Segundo fomos esclarecidos. aliviados. nos moldes da “corrente de força” descrita por André Luiz. após atender ao cumprimento desses detalhes preparatórios. 12. no livro Missionários da Luz. A um sinal feito por Candinho iniciou-se a entrada. entretanto. a expressão de comando “sigam”. entre ligeiros intervalos. Fez-se silêncio. Com o início da leitura o ambiente turbilhonado modificou-se surpreendentemente. p.Cenas comovedoras “Pudemos observar que os médiuns. dessa operação mento-eletromagnética resulta que os espíritos obsessores são conduzidos à colônia espiritual a qual se liga o grupo de trabalho encarnado. por médiuns do sexo masculino (cerca de 30). Por vezes o auxiliar solicitava a repetição da “passagem” e em outras destacava algum enfermo para posterior atendimento individual. Mas antes. 36-37). repetida algumas vezes. o término da leitura feita por um dos presentes.” (Henriques. disciplinadamente regressavam às suas acomodações de internos. atuava em ação sincronizada com os trabalhadores encarnados. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. passou a comandar a passagem dos espíritos sofredores pela corrente mediúnica. reconfortados. Todos aguardavam. como percebemos. entrava em perfeita sintonia com a direção espiritual dos trabalhos que.

Desobsessão por Corrente Magnética X Desobsessão por doutrinação verbal 10ª AULA Cap.6: etiologia) 3ª AULA Cap. IX . X .Choque anímico Cap.Corrente Magnética dos Magnetizadores X Corrente Magnética desobsessiva 11ª AULA Cap. XVII . VIII .Ambientes 9ª AULA Cap. IV .Passe espírita e Corrente Magnética desobsessiva 12ª AULA Cap.2 . VI . I .CONTEÚDO DO CURSO 1ª AULA Cap.Terapêutica básica e Corrente Magnética 5ª AULA Cap.Evangelização Espírita-Cristã e desobsessão por Corrente Magnética Cap.Obsessão e desobsessão por Corrente Magnética (até item 4. IV . XII .Origem desso nosso aprendizado Cap. XV .Desobsessão por Corrente Magnética e ação dos Espíritos superiores Cap.Mecanismos da obsessão e da desobsessão por Corrente Magnética 8ª AULA Cap.Sensações e percepções dos médiuns . III .Obsessões epidêmicas Cap. XIII .Obsessão e desobsessão por Corrente Magnética (até item 4. II . VII .7: epidemologia) 4ª AULA Cap. V .Magnetismo e desobsessão por Corrente Magnética Cap.A equipe mediúnica na desobsessão por Corrente Magnética 7ª AULA Cap. XI . XVI .As multidões 2ª AULA Cap.12.Justificativa e mecanismos de ação da Corrente Magnética 6ª AULA Cap. XIV .

Contradições. XVIII.13ª AULA Cap. dúvidas e esclarecimentos 14ª AULA Amai-vos e instruí-vos .

12.3 - PLANO DE CURSO
CURSO: Corrente Magnética DURAÇÃO: 1 Semestre PERÍODO: DIA: HORÁRIO: Nº DE AULAS: Total: 19 Aulas : 14 Teóricas, 01 Inaugural, 01 Encerramento, 03 Especiais 3 Aulas de Práticas Assistenciais: 1º Culto no Lar 2º Posto de Assistência 3º Livre (A critério do instrutor) OBJETIVOS GERAIS: 1 - Identificar as bases doutrinárias e a comprovação prática da Corrente Magnética; 2 -Comprovar a eficiência, a utilidade, a praticidade e a necessidade do método desobsessivo por Corrente Magnética; 3 - Compreender que a Corrente Magnética pode ser aplicada na desobsessão, curas físicas e psíquicas, vibração e no combate e prevenção da epidemia obsessiva; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 - Formar a unidade de princípios em torno do trabalho da Corrente Magnética através do estudo da obra "Desobsessão por Corrente Magnética", de publicação da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza.

PROGRAMA GERAL

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(g)..verdade e) .3 .( V ).Que se lance o olhar sobre as obras da criação .Os homens podem compreender a natureza íntima de Deus (errada) 1. finito em todas as suas perfeições e não pode ser diferente disso. ( F ).(c).Deus é imutável.. (b). (b). (a).4 .. ( V ).. (b).13 ...QUESTÕES REFERENTES AO TEMA DEUS: 1. (b).1 .GABARITO DO CADERNO DE EXERCÍCIOS DO CURSO NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA 1 . relativamente justo e bom. ( V ).1 . 1. ( V ). (d).6 . ( F ).( V ).2 . ( F ). (c). (a) . ( F ). ( F ).3 .GABARITOS DOS CADERNOS DE EXERCÍCIOS DOS CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO 13.(b). 1.2 .5 . (e)..QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: DOUTRINA ESPÍRITA E ALLAN KARDEC 3.pôde fazer alguma coisa 1. ensinando aos homens a Boa Nova” 2.Providência b) .4 . 2. Procurará a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá”. de Deus.a escolher 3 .“Num axioma a que aplicais às vossas ciências.5 .1 .“Dar cumprimento às profecias que lhe anunciaram o advento.(d).Pai c) . ( V ). ( f). (b).coração f) -Deus 1. ( F ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: JESUS 2. 1. (a).adoração d) . 2. (a). 2. .1 .( V ).a) . (a).a). tem uma causa . (errada) e).7 .a) . (a). (b). efeito.. Não há efeito sem causa. (a).Pelas cerimônias e rituais exteriores 2 .

PERISPÍRITO E CORPO 4. 4 . Igonorância.Jesus.2 . (e). Predominância da matéria sobre o espírito.3 . desejo do bem Têm propensão para o mal. Leon Denis.3 .5 . (i). (d).2 .(f).As alternativas “b”.4 .1 . (c). Alexandre .O QUE É O ESPIRITISMO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO O LIVRO DOS MÉDIUNS O LIVRO DOS ESPÍRITOS O LIVRO DOS ESPÍRITOS REVISTA ESPÍRITA A GÊNESE OBRAS POSTUMAS O CEU E O INFERNO 3.a) b) c) d) e) certa errada certa certa errada 4.2 .“c” e “d” são verdadeiras 4. 4. (h).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: REENCARNAÇÃO 5.Religião Ciência Filosofia 3.4 .3 .Não têm nenhuma influência com a matéria Predominância do Espírito sobre a matéria.6 .1 .4 . orgulho. (g). egoísmo e todas as paixões lhes são consequentes.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: ESPÍRITO. (b).Espíritos Deus perfeição livre arbítrio eterna transitória perispírito 4.1 .3.5 5 . (a).

( F ).6 .3 . tratos comerciais ou comentários impróprios nos enterros que comparecer. 6 . 6.( V ). pois elas não existem.a) . comumente expresso no oferecimento de coroas de flores.. a alma não é uma abstração. quando chamado a isso.5 . o que muito é para fixar as idéias sobre a sua individualidade.5. A lembrança dos que nos são caros repousa sobre alguma coisa de real. ela tem um corpo etéreo que a define ao pensamento.Para os Espíritas.justiça de Deus . b) .. apenas uma vida e é por isso que não se lembra das vidas passadas.2 . ( V ). se desimanta dos condicionamentos .. (c).( F ).(c). Desterrar de si quaisquer conversações ociosas. tendo. mas só é completa por ocasião do nascimento. estão ao redor de nós.4 . 5.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA : PLURALIDADE DOS MUNDOS HABI- ... cessação da vida. passar para o mundo espiritual. em vez de perdidos nas profundezas do Espaço.mudar de plano . (a). (d)... (b).2 . (e). ou discorrer sem afetação. (d). (e).. Transformar o culto da saudade. Além disso.Deixar a carne. lhes altere as enfermidades ou as virtudes b) . (b). 6.libertação do corpo somático. Não se nos representam mais como chamas fugitivas que nada falam ao pensamento. 7 .Proceder corretamente nos velórios. revelação . ( V ). sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência humana. liberdade de ação de consciência e atavismos materiais c) . ( V ). tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte. em donativos às instituições assistenciais. calando anedotário e galhofa em torno da pessoa desencarnada. (a). ( V )..1a) .4 .3 .a ruptura dos laços que os retinham cativos 6.O espírito é criado no momento da criação do corpo. b) . fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados. ( V ).5 -a) . aptidões e percepções. por isso. (g). fim. o mundo corporal e o mundo espiritual identificam-se em perpétuas relações assistindo-se mutuamente. porém sob uma forma concreta que antes no-los mostra como seres viventes. sem espírito sectário. sejam elas pessoais ou gerais.(f).A união começa na concepção. 6. o arrependimento 5. 5.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: DESENCARNAÇÃO 6. Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar. 5.. ( F ).O fim da vida animal ou vegetal.

Os mundos regeneradores servem de transição entres os mundos de expiação e os mundos felizes. “Que vos direi dos mundos de expiações que já não saibais.Destinados às primeiras encarnações da alma humana. indica que a Terra é um mundo primitivo.4 . sujeito às vicissitudes de que libertos só se acham seres completamente desmaterializados. onde exclusivamente reina o bem. asilo.Sírios c) ..1 . ( F ) 8. nem as noções do justo e do injusto. mas serão operosos e sinceros.1 . tarefas doutrinárias.Nesse mundo renovado. 8.mediúnica . ( V ).3 . fantasma do personalismo . infância carente ou velhice abandonada. a paz inalterável instituirá um progresso sem temores e uma civilização sem maldade.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: MEDIUNIDADE 8. 7.Capela d) .Provas e expiações 7.TADOS 7..2 . na solidão e no silêncio dos sentimentos em penitência. muitos corações sangrarão no sacrifício de missões ásperas. mas fraternos e dóceis à inspiração superior. progresso. redenção. portanto. viciações letais ou mendicância. Por algum tempo.2 .Terra . porém.. por isso.Que diversos são os mundos que servem de escola. Nesses mundos. Os habitantes do planeta estarão muito longe da angelitude.5 .. (f). A subsistência exigirá esforços titânicos na agricultura danificada e no trato exaustivo das águas despoluídas.(c).Regeneração b) . A alma penitente encontra neles a calma e o repouso e acaba por depurar-se.a) .. mas sem nenhuma beleza. O homem lá é ainda de carne. em grande número dos seus habitantes. habitação para os Espíritos. Ainda tem que suportar provas.. Deus b) evangelizar-se a si mesmo. mas não haverá penúria nem fome. um tanto sofredores e endividados para com a Eterna Justiça. Seus instintos não têm a abrandá-los qualquer sentimento de delicadeza ou benevolência.3 . (d).. (b).( F ).. São de certo modo rudimentares os seres que os habitam.. 8 .a) . sem as pungentes angústias da expiação..mundo de provas e expiações caminhando para mundo de regeneração. 7. Revestem a forma humana. e existem em vários graus de progresso. destinado a encarnação dos Espíritos que acabaram de sair das mãos do Criador. ( V ).. Onde o bem sobrepuja o mal Habitações de Espíritos depurados. pois basta observeis o em que habitais? A superioridade da inteligência. ainda não existe a felicidade perfeita. dolorosas . 7. (e). mas a aurora da felicidade. mas não existirá desespero nem prostituição. A força bruta é entre eles a única lei.. As qualidades inatas que eles trazem consigo constituem a prova de que já viveram e realizaram certo progresso”. (a).

Através da desobsessão. devemos dirigir nossos esforços para nos aperfeiçoarmos. em utilizá-las como agentes do nosso aperfeiçoamento moral.fascinação.2 . se ninguém tivera motivo para queixar-se de si. rogando a Deus e ao seu .. vigiar os nossos atos impulsivos.. Vontade e prece. médium 8. além de obtermos com o seu apoio espiritual mais amplos horizontes ao entendimento da vida e recursos morais inapreciáveis para agir diante do próximo. Educação do pensamento e da palavra. empeços abscuros.observação atenta de nós mesmos..QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: CONHECIMENTO DE SI MESMO 10..3 .(pessoal) 10 . esquecer. desaparecem doenças fantasmas..QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: OBSESSÃO 9. Culto no Lar. interrogar a consciência.num grau qualquer.subjugação.falantes .Ao fim do dia. 9. 9. b) . com a disciplina dos sentimentos egoísticos e inferiores.Conhecer a si mesmo 10.3 -a) .4 . as emoções..c) . b) .. disciplinar as impressões. “d”. 10.As alternativas “a”.a) ..1 . esquecimento próprio. as exigências materiais ao necessário.. a fazer o sacrifício do “eu”.4 . passar revista do que fez e perguntar a si mesmo se não faltou a algum dever.2 .com o autodomínio. que é o remédio moral específico. Passe.escreventes 9 . d) . Cursos.obsessão simples. Jesus.a) .1.Fortalecimento da alma.. a desprender-nos de todo o sentimento de egoísmo . Auto-educação. excitando-nos em dominá-las. insucessos.auto-obsessão.videntes . 9.. Aquele que todas as noites evocasse todas as ações que praticara durante o dia e inquirisse de si mesmo o bem ou o mal que houvesse feito. b) .. com o trabalho silencioso da criatura por exterminar as próprias paixões. e “e” são verdadeiras. Água fluidificada.audientes . com desapego e compreensão.inspirados . regular a vida física . c) .

e assim serão atendidas. produzindo natural condição de entendimento. germinam-lhe no ser os primeiros pensamentos e as primeiras esperanças. 10. 11 . (a). Na tépida estrutura do ninho doméstico.Estudo em família. b) primeiras imagens de Deus e da vida c) organização de origem divina . 12. O conhecimento de si mesmo é. ( V ). ( V ). A sua presença produz sinais evidentes de paz. de alegria.Identifiquemos no lar a escola viva da alma. (h). a chave do progresso individual. 11.4 . (f).1 .3 . 11. (d).Cristo.2 . ( F ). e aqueles que antes esperimentavam repulsa pelo ajuntamento doméstico descobrem sintomas de identificação. (g).. (d). O Espírito. (n). os miasmas da intolerância.(e).anjo de guarda que o esclarecessem. (o). 10. 12 . As cargas de vibrações deletérias. (l). (c). . quando retorna ao Plano Físico. precisamos conceber mergulhados no fluido universal. (j). os tóxicos nauseantes da ira. ao suave-doce contágio do seu amor. Esse fluido recebe da vontade uma impulsão. (b).4 . porque Deus o assistiria. (p).a) instruir e educar . portanto. (i). (b).5 . todos os seres.Na prece devemos pedir aos Espíritos que sejam satisfeitas todas as nossas vontades. instrumentos necessários ao nosso próprio aprimoramento. (i). (h). tal qual nos achamos.(pessoal). e se modificam as expreessões da desarmonia e do desconforto. (j). (a). (f). neste mundo.Para aprendermos o que ocorre em tal circunstância. vê nos pais as primeiras imagens de Deus e da vida. grande força adquiriria para se aperfeiçoar. as palavras azedas vão rareando.5 . Permite ampla compreensão dos ensinamentos de Jesus e a prática destes nos ambientes em que vivemos. que ocupa o espaço. (e). porém. necessidade de auxílio mútuo.( F ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: O LAR 11. encarnados e desencarnados. lar poderá edificar o homem. ( V )... Cristo no lar significa comunhão da esperança com amor. de refazimento. 11. modifica a paisagem espiritual do recinto. dentro da atmosfera. (g).(m). 12. (a).3 .1 . (c)..QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: PRECE E O CULTO DO EVANGELHO NO LAR 12.2 . 11. quando adentra pelo portal do lar.

(cmo). 14. causa dano a sí próprio. ( 2 ).4 . pretende gozá-la desfrutando a maior soma possível de prazeres.( V ). quer desencarnadas. e) rebelde. onde as almas dedicadas ao Bem estarão sempre presentes.1 Os vícios são um lento suicídio. que desejam desunião e a discórdia.O Evangelho de Jesus. ( F ). Deus . neste afã.amor. ( V ). indulgência. eu farei a caridade por ti” 14.Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver na família humana. ( V ).4 . e. As pessoas habituadas a orações. (b).1 . (cma). ( V ).4 .. minha filha. (e). ( 6 ). benevolência.3 a) egoísmo.5 . (cmo). quer encarnadas. ( V ).a) piedade . d) desânimo.(c). 13. (a). ( 3 ).2 . A presença de Espíritos iluminados no lar afasta aqueles de índole inferior. (cmo).( 5 ).3 .2 . ao estudo e a clarividência cristã.“Fique tranquila. O ambiente torna-se posto avançado da luz. 13.Antídoto contra problemas do lar Evangelização da família e dos filhos Paz e conforto Incompreensões que se agravam Enfermidades Perigo iminente Agressividade ou loucura Enfermidades 14 . ( F ). (d). perdão.. 14. anjos . 13..QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: VÍCIOS 13. ( 8 ). ( 1 ). tornam-se mais sensíveis e mais passíveis às inspirações dos Espíritos Mentores. (cma). (cma). c) indisciplina.5 . 14.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: CARIDADE E O CENTRO ESPÍRITA 14. b) vaidade. (cmo). ( 7 ). 12. O homem quer salvar a sua vida. ( 4 ). (cmo). 13 . ( F ). 13. aniquilando e destruindo a vida. isto é..

( 1 ).(pessoal). 2: CLARÊNCIO 2. 14. 13.Foi nesse instante que as neblinas espessas se dissiparam e alguém surgiu.3. ou corpo espiritual. o corpo físico.4.6 .. manifestação divina ao homem. com a morte.. destes pequeninos . 3: ORAÇÃO COLETIVA . CAP. a 14. O homem é formado de tríplice aspecto: o corpo. onde a caridade era exercitada na sua pureza.GABARITO DO CADERNO DE EXERCÍCIOS DO CURSO “NOSSO LAR” . CAP.10 . 1. fixou nos meus os grandes olhos lúcidos e falou: _ Coragem. 2.1. das misérias ocultas . (a). 14. 2.. Esse algo é a fé.7 . 1: NAS ZONAS INFERIORES 1. carreira incessante das águas. 2. Porque verificou que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual. 2. (d). mas permanecera com seu perispírito. (b). Inclinou-se.2. c) ( X ) “Não adestrará orgãos. 1. o perispírito e o Espírito.2. 14. ( 3 ). ( 5 ).mim b) vossos irmãos . 14. Um velhinho simpático lhe sorriu paternalmente.(c).Na casa dos Apóstolos em Jerusalém. Problema religioso. ( 2 ).... CAP. 3 e 4) 1.2 . secundários.1.(pessoal). infortúnio .4.( V ) ..( F ).QUESTÕES REFERENTES A 1a AULA (CAPÍTULOS 1. meu filho! O Senhor não te desampara. filosóficos. ( 4 ). (Resposta pessoal).As questões “a” até “j” são pessoais. políticos e científicos. emissário dos Céus.8 . 2. no cristianismo primitivo.3.9 . sentindo todo o sofrimento que passara no umbral..” 1. ( F ) . 3. André Luiz perdera...

3. AULA ( CAPÍTULOS 5. ( c ). 4. CAP. 6: PRECIOSO AVISO 6. Não falar excessivamente de si mesmo. 3.2. pensamentos novos e disciplinar os lábios. as marcas de suas ações inferiores.5. ( V ). Conforto inesperado envolveu-o a alma. ( F ). A melodia renovou-lhe as energias profundas e a prece coletiva. Confia no Senhor e em nossa dedicação fraternal.3. 5. ( X ) Ocupações incessantes em variado campo de trabalho.1. que naquele momento oraram ao Coração Invisível do Céu. ( F ). esforço necessário. ( V ). equilíbrio. porque muitos de nós outros já perambulamos igualmente nos teus caminhos”. lembranças mesquinhas . em que ele reconheceu a extensão de suas leviandades de outros tempos e a sua posição de suicida inconsciente. comente a própria dor. Conforto. CAP. ( 3 ). enfermidade mental e enfermidade. 4. Aproveita os tesouros do arrependimento.4. Esperança. QUESTÕES REFERENTES A 2a. CAP. operou em André Luiz completa transformação.1. ( 2 ). ( 1 ). André Luiz se deparou com outro sistema de verificação das faltas cometidas na Terra: a lei de causa e efeito. sem esquecer que a aflição nos resolve problemas. 4: O MÉDICO ESPIRITUAL 4.Não encontrou os tribunais de tortura. 5. 7. de Allan Kardec e outras.2.1. Através das vibrações mentais dos habitantes da Colônia. mas deparou-se com a própria consciência. (Pesquisa). “Acalma-te. ( 4 ).2. A lei de ação e reação não desaparece no plano espiritual. ( a ). 3. 3. padecimentos. embora tardio. ) 5. (Resposta pessoal). 6. ( V ).1. Sossega a alma perturbada. 5: RECEBENDO ASSISTÊNCIA 5. ( V ).3. 3. em Nosso Lar. 6. no corpo espiritual. 6.3. 4. ( F ). pois.4.2. guarda a bênção do remorso. 4. Sugestão: Pesquise na obra A Gênese. ( b ). 8. guardando os Espíritos.

6. que venceram os potenciais de substâncias inferiores. na movimentação do qual se preparam. ( X ) A morte do corpo conduz.1. Forrava-se o solo de vegetação.4. ( 1 ). montes coroados de luz. “Quase tudo era melhorada cópia da Terra.Desejar ( vontade ativa ). a solidariedade fraterna. 9. 7.1. cores mais harmônicas.Almas fortes . ( MU ).Todos reconheceram que a suposta impertinência do Governador representou medida de elevado alcance para nossa libertação espiritual. os planos material e espiritual”. CAP. 7.1. “Nosso Lar” é antiga fundação de portugueses distintos.. graciosos edifícios.3. pomares fartos e jardins deliciosos. substâncias mais delicadas. ( V ). ( V ).3. estudam-se soluções para todos os processos que se prendem ao sofrimento”. 8.2.4. ( 2 ).3. ( 4 ). a caminho da perfeição.” 7. no século XVI.. . 10 e 11 ) 9. ( V ). 9. .4. 8. o amor espiritual. ( V ). “Nesta zona. CAP. quando lá (na Europa) se empregava a violência. ( MA ). Grandes árvores.” _ Como não? Pensa que está esquecido?!. aves de plumagens policromas cruzavam os ares”. ouvem-se rogativas.Merecer ( merecimento justo ). organizam-se turmas de socorro aos habitantes do Umbral. todas as expressões de vida. com a diferença de que em “Nosso Lar” foi empregado o serviço perseverante.2. 1 .6. ( ME ).. 8. casinhas encantadoras.recebem o serviço como patrimônio sagrado.3. CAP. materiais. Copiaram o modelo europeu. 2 . (Resposta pessoal) QUESTÕES REFERENTES A 3a AULA ( CAPÍTULOS 9. 8: ORGANIZAÇÃO DE SERVIÇOS 8.deitam-se para se queixarem aos que passam. ( 3 ). selecionam-se preces. (MEL).2. a escravidão. 8. 7. a guerra. 7: EXPLICAÇÕES DE LÍSIAS 7. O atual. ( F ). ( MR ). preparam-se reencarnações terrenas. 9: PROBLEMAS DE ALIMENTAÇÃO 9. Almas débeis . desencarnados no Brasil. ou aos que choram na Terra.Saber desejar ( trabalho persistente ) e 3 . ( C ) . ( MC). atende-se a doentes..

cada um. ( b ). do cumprimento dos programas de serviços do Pai. 12. QUESTÕES REFERENTES A 4a AULA ( CAPÍTULOS 12.4. 10. 13. 11: NOTÍCIAS DO PLANO 11. 13 e 14) 12. nobres.3. Providência Divina. b) ( Resposta pessoal). ( a ). ( d ). companheiros. em substâncias alimentícias. pela observação de nossas condutas pessoais. e) Governadoria. 12. O médium viciado. 10. etc. a) Ministérios.4. A água não somente carreia os resíduos dos corpos. ( X ) No Bosque das Águas. b) Aeróbus.2.4. Perversas. CAP. ( c ). pensamento. 11. d) Auxílio. perversas. amarguras. a) ( Resposta pessoal). número.1. Normal. 10. ódios e ansiedade dos homens. generosas. colônias de regeneração. 12: O UMBRAL 12.9.2. CAP. CAP. casa material.3. ( c ). plano de elevação. benção de vida.2. c) Regeneração.5. alma. Almas irresolutas e ignorantes. g) Música. com maus pensamentos. maior é o seu potencial de magnetização. 9. ( d ).“O dever cumprido é uma porta que atravessamos ao Infinito. 11. atmosfera íntima. 10. ( e ). Organizados. 12. 10. ( e ). Ministério. mas também as expressões da vida mental. Regeneração e do Auxílio. transmitirá os fluídos que lhe são peculiares. f ) Trabalho. ( Resposta pessoal). 10: NO BOSQUE DAS ÁGUAS. .1. ( a ). Quanto maior é a espiritualização do magnetizador. CAP. Sim. rumo ao continente sagrado da união com o Senhor”. 13: NO GABINETE DO MINISTRO . ( b ).1.

( F ). era fraco e mantinha ligações clandestinas fora do lar.3.4. em tua ternura filial. 15. pois permanecia inativo nas zonas compactas do Umbral entre a indiferença e a revolta.1. ganhando tempo e proveito”. o pai de André Luiz. ( V ). 1o com 2o. preciosa bênção de acréscimo da misericórdia divina. proporcionando receituário gratuito a mais de seis mil necessitados. minhas experiências. b) a Providência. 16: CONFIDÊNCIAS 16. amor divino. ( João 5:17) 14. 3o com 1o. 14. b) Recolhimento. experiência humana. 14: ELUCIDAÇÕES DE CLARÊNCIO 14. em meu carinho.3. ( V ).1. d) Mães. 16 e 17) 15.2. ( V ). c) Satisfação dos meus caprichos. ( F ). e) Dor.Sua mãe e outros amigos.3. amemo-nos.2. Chamava dois a dois para que os pareceres fornecidos a qualquer interessado servissem igualmente a outros. 13. 15. chorou de alegria. CAP. c) Alegria. profundas sonolências. ( F ). assim atendendo a necessidades de ordem geral. ( V ).1. Que ele evitasse as queixas e agradecesse ao Pai a bênção desta aproximação. ( V ). Porque apesar das aparências externas.2. pai de André Luiz. Compreendeu com humildade a lição de Clarêncio e colocou-se pronto para qualquer trabalho em “Nosso Lar”. 15: A VISITA MATERNA 15. incessantemente. Filho. ( V ). amor divino. brincadeira. . CAP. a) Fluidos carnais. pela primeira vez. Não era o único homem desencarnado a reparar os próprios erros.3. 15. Sentiu-se radiante e. 13.2. 16. atitude mental. ( X ) “Meu Pai obra até hoje e eu obro também”. nem ela era a única mãe a sentir-se distante dos entes amados. 16. que precisava ser ajudado. 2o com 3o. Laerte. Foi dita em relação ao Sr. 16. 14.1. em que ele plantou a semente da simpatia. ( F ). a) Encarnação. CAP. Laerte. QUESTÕES REFERENTES A 5a AULA ( CAPÍTULOS 15.13.

1. a) Neurastenia. ( 5 ). .Dna. 18: AMOR. Que Jesus aconselhava-nos a nos alimentarmos uns aos outros no campo da fraternidade e da simpatia. g) Laços afetivos. ( 4 ).4.1. ( 2 ). que se misturam automaticamente às substâncias alimentares. a) Amor. o gesto afetuoso. a luz da compreensão.2. ( 1 ).2. Laura. o interesse fraternal constituem sólidos alimentos para a vida em si. Cegueira da alma. 19. a bondade recíproca.3. coragem. 18. renitente vaidade humana. ( 5 ). mais tarde. .Mãe de Lísias e tia de Eloísa. ( 6 ). 18. 17: EM CASA DE LÍSIAS 17. ( 4 ). . ( 3 ). 17. a confiança mútua. CAP. Laura . inquietação.4. ( 4 ).Eloísa . . Laura que morava no Rio de Janeiro. CAP. 19. egoísmo. O homem encarnado saberá.3. 20 e 21) 19. O sexo é manifestação sagrada do amor universal e divino. 18.4. f ) Pão. ( 3 ). e) Companheiros. ( 1 ).16. sublimes transportes de júbilo e reconhecimento.Maria da Luz . Porque ela estava nervosa e abatida e esses sentimentos emitem fluidos pesados e venenosos.2. A permuta magnética é o fator que estabelece ritmo necessário à manifestação das criaturas. quando encarnada. 17. ALIMENTO DAS ALMAS 18. 19. 19: A JOVEM DESENCARNADA 19. 18. . fluídos pesados e venenosos b) Tuberculose.Amiga confidêncial de Eloísa. que a conversação amiga.Arnaldo . c) Terra. e) ( X ) Todas as alternativas estão corretas. b) Alimentação. ( 1 ).Sobrinha de Dna. mas é apenas uma expressão isolada do potencial infinito.5. ( 2 ).Visitante na casa de Dna. QUESTÕES REFERENTES A 6a AULA ( CAPÍTULOS 19.1. otimismo. Profunda e misteriosa alegria. ( 3 ).André Luiz . ( 2 ). d) Planta. 19.Noivo de Eloísa. CAP. .

Para valorizar os serviços maternais.1. . ( 5 ). O resultado desse esforço da maioria era uma prece quase perene. c) Sacrificiais. ( V ).3. CAP. 22.1. As demais.2. ( 3 ). 24. ( 1 ). domínios emocionais das recordações. QUESTÕES REFERENTES A 7a AULA ( CAPÍTULOS 23. a) Bônus-hora.1. 22: O BÔNUS-HORA 22. ( 2 ). 25 e 26) 23. ( 5 ).3. Submetidos a determinadas operações psiquicas. 20. ( F ). monstros do ciúme e do egoísmo. CAP.1.Experiência.3.Educação. ( 6 ). esposa missionária.2. 22. . irmã. CAP. ( V ). 21. ( Resposta pessoal). ( 1 ). 21. 20. parentes terrenos. ( 7 ). ( 4 ). trezentos anos de memória integral. . b) Trabalho. 21: CONTINUANDO A PALESTRA 21. ( 6 ). . e) Merecimento. somente a alma muito segura de si recebe tais atributos como realização espontânea. O compromisso entre todos os habitantes equilibrados da colônia era o de não emitirem pensamentos contrários ao bem. Porque nos falta preparação espiritual. ( 8 ).2. passes no cérebro. ( 9 ). 20: NOÇÕES DE LAR 20. 23: SABER OUVIR 23.Extensão de possibilidades. sentimento.20. 21.3. Lar terrestre. CAP. ( F ).2. moldar o terreno dos sentimentos.Enriquecimento de bênçãos divinas. . Com justiça. É preciso ser mãe. ( 2 ). vaidade pessoal. 23. preparação conveniente. ( 4 ). não raro. d) Espiritual. 23. tendem ao desequilíbrio e à loucura. ( 3 ). raciocínio . 22.

24. começando pelo da Regeneração.24.1. 28. 26. 25. 26. 26: NOVAS PERSPECTIVAS 26. 24: O IMPRESSIONANTE APELO 24.2.3. 27.2. nem a atmosfera de cima. emitidos pelos parentes encarnados. e) Cristo. ENFIM 27. desagradável exalação ambiente. ( F ).1. Rafael 26. Que André Luiz não deslizasse na nova posição que o Ministro Clarêncio lhe ofereceu de visitas aos Ministérios. 25. b) Paulo de Tarso.3. CAP. CAP.1. mas ao aprendizado e serviço útil. Mas que ele mergulhasse no trabalho na primeira oportunidade que tivesse. a analisar e ter curiosidade. 29. c) Rafael. Que ele não se limitasse a observar. Ele estava convicto de que iria. CAP. 25: GENEROSO ALVITRE 25.2. nos primeiros tempos de morada em “Nosso Lar”.3. ( V ). QUESTÕES REFERENTES A 8a AULA ( CAPÍTULOS 27. 27: O TRABALHO. Tobias. CAP.3. Genésio. vaidade e egoísmo feroz. c) ( X ) Angústia 27.4. Numerosas filas de camas bem cuidadas. e) ( X ) As alternativas “c” e “d” estão corretas.2. 24. Isso se deu devido as ponderações da mãe de Lísias. dor e desolação.1. Devido a carga de pensamentos sombrios. ( V ). Estão localizadas nas vizinhanças do Umbral. não às visitas de observações. Os necessitados que aí se reúnem não toleram as luzes. oriunda das emanações mentais dos que ali se congregavam. ( V ). ( Resposta pessoal). André Luiz. d) Clarêncio. c) ( X ) a) Curiosidade. o orgulho criminoso. e 30) 27. As tendências mesquinhas do homem. . 26. 25.

5. . b) Não. Umbral. CAP. ( F ). Desde esse dia Francisco melhorou bastante. 30. ( c ). Admitiam somente o nada. ( d ). ( F ). avareza e propósitos de dominação.2.3.3. ( e ). ( a ). CAP. 28. ( F ). Dor. cheia de angustia.2. ( F ). 28: EM SERVIÇO 28. Dormem longos anos. 28.São aqueles que acreditavam que as mercadorias terrestres teriam o mesmo valor nos planos do Espírito. 31: VAMPIRO 31.1. 33 e 34) 31. 29: A VISÃO DE FRANCISCO 29. Amália e Cacilda entraram em luta judicial com Edelberto e Agenor. reduzindo suas crises. argumentando que se tratava de um dos mais fortes vampiros .1.1. ( V ). a) Sim. imprevidentes. ( V ). em virtude dos grandes patrimônios materiais que o Pai deixou. ( V ). 29. 28. ( b ). Ajoelhou-se diante do enfermo. ( b ). CAP. c) ( X ) 12 horas diárias. O diretor dos sentinelas das Câmaras de Retificação impediu a entrada da portadora dos pontos negros. 27. ( f ). 31. CAP. desolação. tomou-lhe as mãos.1. d) ( X ) Emanações mentais dos pacientes. 30. concurso da providência. 30: HERANÇA E EUTANÁSIA 30. recolhera-se ao hospício. Acumular moedas nos cofres ou valores nos bancos. ansioso. em pesadelos sinistros. encarnada.2. ( F ). ( V ).Não aceitaram o Senhor. QUESTÕES REFERENTES A 9a AULA ( CAPÍTULOS 31. 30. que estão mais espaçadas.6.27. 32. descuidadosos de si mesmos 27. ( c ). chorando muito.Crentes negativos . A mãe de Paulina. Contrabandistas na vida eterna .2. São negociantes imprevidentes. a imobilidade e a vitória do crime. e beijou-lhe a face. Esqueceram de cambiar as posses materiais em créditos espirituais.4. ( a ). como se tivesse a transmitir vigorosos fluidos vitais. ( d ). 29. c) A de comparecer feliz e honrado perante a sua mãe e os benfeitores que havia encontrado no Ministério do Auxílio.

. apesar dos protestos do Governador. Chorou em silêncio. êxito. c) Escravidão. Desistiu de todas as festividades com que se pretendia comemorarar. entrando em luta franca com as trevas umbralinas. 34.. a) Facilitavam o trabalho b) Suportam cargas pacientemente e fornecem calor nas zonas onde se faça necessário.2.que até então já tinha visto. 33: CURIOSAS OBSERVAÇÕES 33.1. da reconciliação. 32: NOTÍCIAS DE VENERANDA 32. 31. d) Mal. b) Curiosidade. gastando interesse espiritual. o acontecimento. e quem os ouve. 34: COM OS RÉCEM-CHEGADOS DO UMBRAL 34. afirmando que não o merecia. ( F ). concordou de imediato. por devorarem as formas mentais odiosas e perversas. 35: ENCONTRO SINGULAR 35. CAP. 33. CAP.3. e) ( X ) As alternativas “b” e “d” estão corretas. . ( a ). Evangelho. 32.1. 32. e) ( X ) As respostas “a” e “c” estão corretas.2. 37 e 38) 35. CAP. o troféu aos arquivos da cidade. c) São excelentes auxiliares dos Samaritanos. Ficou envergonhado. b) ( X ) A mãe de André Luiz. mais tarde. 34. 33. “_ André.1. o tesouro. ( c ). ( X ) Por amor ao grupo de corações bem-amados que domoram na Terra. 35. 33.2.2. meu amigo.3. 34. d) ( X ) As alternativas “b”e “c” estão corretas. 36. QUESTÕES REFERENTES A 10a AULA ( CAPÍTULOS 35. Insucessos. CAP. a) Samaritanos. 31. você esqueceu que estávamos providenciando alívio a doentes e pertubados? Que proveito lhe advém de semelhantes informações? Os dementes falam de maneira incessante. e) Dementes. ações dignas.1. ( b ). raciocínio e sentimento ao bem.3. ( V ). Entregou. pode não estar menos louco”. em seguida. ( V ). honra legítima. jamais comentando a honrosa conquista.3.

38: O CASO TOBIAS 38. ( e ). 39. ( Resposta pessoal). c) Provação. “b” e “d”estão corretas. “O matrimônio espiritual realiza-se. sublimes construções espirituais. ( e ). a) Tempo. CAP. CAP.4. o gesto de amor ao desiludido. 37.3. ( 2 ). ao lado dele? 38. ( 3 ). 39: OUVINDO A SENHORA LAURA 39.4.1. ( c ). como se fossem entes malditos.2. ( c ).3. serviço útil. d) Dever. funciona como criada de sua casa. transformam-se em celeiros de bênçãos do Eterno. ( b ). bênçãos de trabalho espiritual. as Forças Divinas. Instituíssem elementos de respeito e consideração ao mérito do trabalhador.1. b) Fraternidade. palavras. olhar de compreensão. ( 1 ). . em látegos de tormento e remorso. ( b ). paz da consciência. 35. CAP. 36. ( b ). ( a ). representando os demais simples conciliações indispensáveis à solução de necessidades ou processos retificadores. 37. 36. alma com alma. minha neta? Que papel é o seu na vida? Você é leoa ou alma consciente de Deus? Pois nossa irmã Luciana serve de mãe a seus filhos. Nos primeiros. são serviços divinos que nunca ficarão. 36: O SONHO 36. esperança.2. valor essencial do aproveitamento justo. perdoa realmente.1. suporta a bílis do seu marido e não pode assumir o lugar provisório de companheira de lutas.3. 38. “_ Que é isso. nos segundos. ( a ). a) Amor. e) ( X ) As alternativas “a”. b) Verbalmente. 38. b) Entretenimento. promessa evangélica. é jardineira de seu jardim. 38. ( c ). ( d ). ( e ). ( d ). 41 e 42) 39. embora todos sejam sagrados”.35. CAP. a) Prato de sopa ao faminto.2. QUESTÕES REFERENTES A 11 AULA ( CAPÍTULOS 39. pesados fardos de outras eras. ( d ). 37: A PRELEÇÃO DA MINISTRA 37. 37. o bálsamo ao leproso.2. ( a ).1. 40.

3. camadas sombrias. 42.39. c) André Luiz. c) Tobias. verdadeiramente. simplesmente porque se esquivam à fraternidade legítima. ( V ). sem qualquer alívio espiritual. Aproximou-se dela para reconfortá-la e Elisa. visitas aparentemente casuais. b) André Luiz. 43: EM CONVERSAÇÃO 43. luz do espírito. ( F ).2. 43.1.3. ( F ). bem fizermos a nossa parte. a) Existências humanas. ( V ).1. lhe agradeceu por ter dado o consolo da amizade sincera. 41. QUESTÕES REFERENTES A 12a AULA ( CAPÍTULOS 43.4. ao contato dos elementos de perversão. ( F ).1. 39. com excessão dos espíritos nobres e sábios que lhes integram os quadros de serviço. ( V ). d) Helvécio. 41. 42. 40. f) Salústio. CAP. 40. São incontáveis as criaturas que padecem longos anos. finalidade definida. preventiva. a) Governador. CAP. ( V ). situação. . ( F ).2. b) Organizaçòes coletivas. Senhor fará o resto. ( F ). contagioso. medida primordial. b) Lísias.2. 40. d) Tobias. que constituiam-se de núcleos de esforço ativo. 42: A PALAVRA DO GOVERNADOR 42. quando há muito ninguém lhe falara assim. comovida. CAP. vibrações destrutivas da Terra. e) Narcisa.1. 45 e 46) 43.3. 44. CAP. 40: QUEM SEMEIA COLHERÁ 40. Nos aguarda alguma tarefa. Sexual. esperança e otimismo. Que André Luiz lembrasse de sua tarefa assumida nas Câmaras de Retificação. 41: CONVOCADOS À LUTA 41. entendimento fraterno. dia e noite. Sementes da Divindade. Núcleos poderosos de centralização das forças do mal. a) Benevenuto. 43.2.

CAP. Ajudar o progresso de seu pai e da duas mulheres infelizes ligadas ao passado do Sr. 45.1. exílio amarguroso. “c “ e “d” estào correspondentes com a frase. ( S ). ( F ). d) Tobias. CAP. ( Resposta pessoal) . CAP. Laerte. 46: SACRIFÍCIO DE MULHER 46. 45. 46. ( S ). ( e ). enfermidade. pensamentos. d) ( X ) As altenativas “b” e “c” estão corretas.1. ( Resposta pessoal). sofrer-lhe-á. oferece diariamente na tristeza. 45.2. Alimento do amor. f ) ( X ) As alternativas “a”. André Luiz.3.4. ( V ).5. e) Lísias. possibilidades de fracasso. ambiente. vibração geral. no mundo. ( c ). 45. 47: A VOLTA DE LAURA 47. Eloisa. Leis sociais. 47. núcleos de força viva. 46. g) Genésio. CAP. b) Absoluta falta de autodomínio. Laerte. “b”. viverá daquilo que cultiva.1. ( F ). a) Imprevidência. ( a ). 45. 46. a) Laura. QUESTÕES REFERENTES A 13a AULA ( CAPÍTULOS 47 e 48) 47. compreendido por nós outros.3. . Proteção Divina e em nós mesmos.44. 46. 44: AS TREVAS 44. ( V ). 45: NO CAMPO DA MÚSICA 45. fator ponderável.1. Não concordou. manancial. b) Lascínia. e que reencarnaram mais tarde como suas filhas. ( S ).2. ( V ).2. ( b ). 44. f ) André Luiz. probabilidades de êxito. espiritualização.6. achando tal atitude sem necessidade imediata.2.4. ( d ). c) Eloisa. Clarêncio. ( S ). 45.

substância dos bons exemplos. ( Resposta pessoal). 49. ( d ). ( V ). ( X ) Dna. constituída de centenas de enfermos nas Câmaras de Retificação e estendia-se à comunidade universal. O exemplo dado pela sua mãe adotando as mulheres infelizes como filhas do coração. 48. Desprendem-se do corpo e vive.47. Sim.1. 50. 48.1.2. ( X ) renúncia. 49: REGRESSANDO À CASA 49.3. QUESTÕES REFERENTES A 14a AULA ( CAPÍTULOS 49 e 50) 49. 50: CIDADÃO DE “NOSSO LAR” 50.4. verdadeiros milagres de felicidade e compreensão. são as mais nobres. A demora nas tentações complexas do egoísmo.2. recomendando aos cooperadores técnicos da reencarnação o máximo cuidado no trato com os ascendentes biológicos que vão entrar em função para constituir o novo corpo. 50. Proceder como a abelha. da Ministra Veneranda que trabalhava a séculos pelo grupo espiritual ligado .2. 47. mel da sabedoria. ( F ). ( b ). 48. ( F ). d) ( X ) As alternativas “a” e “c” estão corretas. ( V ). 47. ( e ). CAP. ( c ). ( f ). CAP. 49.3. 48: O CULTO FAMILIAR 48. CAP.1. sim. Laura 48. ( g ).5. Começou a ponderar o alcance da recomendação evangélica e refletiu com mais serenidade. 48.5. ( F ). 50. ( V ).4. o gabinete da Governadoria forneceu uma nota no Ministério do Auxílio . temporariamente a vida espiritual. Amemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. ( Resposta pessoal).3. ( a ).5. Sim ( X ) O culto doméstico do Evangelho com suas supremas alegrias é realizado no ambiente familiar na Colônia Nosso Lar.3. 50. 50.4. Sua família não era apenas uma esposa e três filhos na Terra. Era.

b) ( X ). b) Mente. b) Cardíaco. b) espiritual.( Pessoal ). 3. f) Gástrico.1 . b).4 .a) Perispírito. ( F ).a) Fé. 4. 2. 1.5 . (a).2 . 4.1 . 3. 4. h) Perispírito.3 . 9. c) Vocal. d) Duplo etérico.1 .5 . (d). c) Laríngeo. de Narcisa. f) Frontal ou cerebral. Frontal.1 . b) Duplo etérico. ( V ).( Pessoal ). ( Resposta pessoal).4 . g) Genésico. c) humano.2 .a) humano espiritual.a) Laríngeo. 2.3 .c) ( X ). 50.3 .( F ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: PENSAMENTO E AURA 4. b) Mentalmente. Hilda que vencera o dragão do ciúmeinferior.GABARITO DO CADERNO DE EXERCÍCIOS DO CURSO PASSE 1. e) Genésico. 2. 1. ( V ).(g).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: CENTROS DE FORÇA 3. ( F ). .ao coração. d) Circuito fechado. d) Cardíaco. ( V ). de Dna. 3. (c). d) Centros de força.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: O HOMEM E SEUS CORPOS 2.d) ( X ). (e). c) Coronário. c) Passe. e) Perispírito. 1.b) ( X ). 2. e) Esplênico. ( V ).2 . (b). c) Perispírito. g) Esplênico. g) Perispírito.a) Laríngeo. 2. ( V ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: MAGNETISMO E FLUIDO 1. ( V ). d) Gástrico. i) Duplo etérico.( V ).2 . d) prece.a) Coronário.6. f) Duplo etérico.3 . e a fraternidade dos demais amigos da Colônia. (f).

.” Desencarnados: “respeito geral” 4. b) Amor: “carregamos” nosso pensamento de irradiações benfasejas Ódio: “carregamos” nosso pensamento de irradiações meléficas “setimento é força que se irradia”. (a).” “Aí temos. a aura humana. enobrecedores ou deprimentes. expressas no pensamento. sendo o seu gerador o primeiro beneficiado ou prejudicado.”.(e). através de cores e imagens. ( F ). de raios. “Observava-se apreciável instabilidade de pensamento. d) “Desenvolvimento mental sem correspondência equilibradora na bondade é quase sempre caminho aberto a terríveis precipícios” 4.8 . carregadas de emoção (sentimento). captamos e emitimos força. A expectativa ansiosa dos presentes perturbava a corrente vibratória. mesmo os mais secretos. velocidade eletrônica e ritmo vibratório.” 4.12 . porque possui peso específico determinado. ( V ).(Pessoal) 4. todos os nossos sentimentos e pensamentos. sonoridade. ( V ).11 .” 4.“sendo constituída por vibrações das diferentes camadas do perispírito. mas não somente o delimita.4 a) São as forças ideais. força viva que carrega as forças ideais do pensamento. peculiar a cada indivíduo” “atmosfera carregada de eletricidade e magnetismo. ( V ).(d) ( X ) 4.2 . c) Pelo poder do pensamento agragamos e desagregamos formas mentais. É a aura humana.”.4.“É assim que o campo de forças da própria aura delimita o mundo individual de cada espírito.b) ( X ). Ela retrata “todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objetivos e escolhas.Encarnados: “irrequietos em demasia”.Nela se refletem “todos os nossos estados de consciência” . “os mais novos em conhecimentos doutrinários exibiam enorme irresponsabilidade.6 . (d).10 .7 . ondas e vibrações.5 . traduzindo cargas de ativo poder.” 4. Nela “todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as idéias se evidenciam”. como também o caracteriza. que podem ser maléficas ou benéficas.1 . nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais. 5.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: AÇÃO DA PRECE 5. (c). 5. E ainda “retrata.9 -(Pessoal) 4. densidade própria e condições peculiares de coloração. (b).( F ).

com o reconhecimento de nossa desvalia”. 6.2 a) “Descem sobre a fronte humana. Já na sala do passe. com reverência e submissão. é aí. depois. por vezes em regiões muitíssimo afastadas de nós.” b) “No encerramento. g) Confiança.6 a) Atitude de “oração. provenientes do radium que se desintegra incessantemente no solo. 5.(b). pedindo a assistência espiritual. pois “o pensamento influi de maneira decisiva. (d). mas ainda sem a presença de pacientes. e) Aura.” 6. sem nos referirmos aos raios solares. Representam raios de . experimenta o homem a atuação dos raios magnéticos exteriorizados pelos vegetais. oriundos de estrelas e planetas amplamente distanciados da Terra.3 . “substâncias renovadoras. c) Sorver.” d) “Em cada segundo.5 . após ser atendido o último paciente. b) Expulsão.1 . razão por que.4 a) “As sessões de passes devem sempre começar com a preparação dos passistas”.( F ).4 . “cada um deles desligar-se dos problemas do cotidiano e. alcançam os habitantes da Terra pelos pés”. deve-se fazer uma prece. na doação de princípios curadores.3 . f) Pensamento. ( V ). ( V ). e os de várias expressões emitidos pela água e pelos metais.” b) magnetismo espiritual c) Luminosas chispas comunicando vigor e refazimento. bilhões de raios cósmicos. desta forma. tanto quanto nos seja possível. um minucioso autopasse.” b) Atitude de confiança. d) Energia e luz.5.7 a) “raios de espécie múltipla”. diante das Leis Divinas” 6. entre as paredes respeitáveis da nossa escola da fé viva. que nos cabe situar o ministério da desobsessão. ( V ). que a ciência terrestre mal começa a conhecer. (c). executando-se.“No templo espírita. 6. os instrutores desencarnados conseguem localizar recursos avançados do plano espiritual para o socorro a obsidiados e obsessores. caloríficos e luminosos. em cada minuto.( Pessoal ). c) “em sentido horizontal. deve-se repetir o autopasse e fazer-se uma prece de agradecimento final. ( F ). ( V ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: O PASSE 6.a) Oração. pelos irracionais e pelos próprios semelhantes.” b) “Os raios gama.” 6.. (a). 6. “atitude de segurança íntima.” 6. atingir o estado de harmonia psíquica adequado. André. cada um de nós recebe trilhões de raios de vária ordem e emitimos forças que nos são peculiares que vão atuar no plano da vida.

( F ). o neófito. à irritação. 7. 7.1 . Energia e luz.3 . utilizando-lhe a boa vontade e enriquecendo-lhe o próprio valor” . ( F ). ( V ). (a). e) Fluido mentomagnético 6. desde a cabeça até o fígado enfermo.” O fígado demonstrava “ dilatação característica das pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca. impondo a destra sobre a fronte da médium. em que nossa amiga se envolveu no reduto doméstico.8 .6 . produzidas através da absorção de forças que não lhe pertence.(c). (d). trabalhando sob enorme perturbação. (b). da qual a icterícia é a conseqüência. Rendendo-se.5 .” 7. 7. descendo em fios tenuíssimos. semi-espiritual ou humano espiritual. (b). A senhora exibiu inequívoca expressão de alívio. desarvorada. (e).4 .a) Prece. adquiriu renitente hepatite.“o que se justifica.(Reflexão) 7.” c) “Conrado.a) ( X ). ( V ).(c).espécie múltipla. O colédoco interdito facilitava o diagnóstico.7 . 6.” b) “Nasceu de terrível acesso de cólera. A bile comprimida atingira os vasos e assaltava o sangue. Notamos que o córtex encefálico se revestiu de substância luminosa que. (d).9 a) “A senhora aguardando o concurso de Clara. em virtude da assistência prestada pelos benfeitores de nossos círculos de ação ao servidor humano.2 . ainda incompleto no terreno das qualidades desejáveis. Ligeiro exame da conjuntiva ocular confirmava-me a impressão. c) Cérbro.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: QUALIDADES MORAIS DOS PASSISTAS 7. alcançou o campo visceral. As células hepáticas pareceram-me vasta colméia.” d) (Pessoal) 7.“as autoridades de nosso meio designam entidades sábias e benevolentes que orientam. depois de prometer que voltaria ao tratamento. comunicou-lhe radiosa corrente de forças e inspirou-a a movimentar as mãos sobre a doente. com o ventre volumoso e o semblante dolorido. sustentava-se dificilmente de pé. 7. (a). retirando-se visivelmente satisfeita. A vesícula congestionada impeliu-me a imediata inspecção do intestino. d) Magnetização mista. indiretamente. na expressão fisionômica. b) Alimentação.

2 a) Transversal b) Longitudinal c) Prependicular d) Imposição de mãos 9.c) ( X ). e) Transversais. de cujo interior escapavam certos vapores muito leves.” b) Sopro quente: “O sopro quente é um passe de concentração de fluidos que apresenta forte ação cicatrizante sobre os tecidos da região onde é aplicado. g) Imposição de mãos. (f). cólicas e dores localiza- . 8. (h).3 . (b).2 a) ‘Semelhava-se-lhe o corpo a um tonel de configuração caprichosa. ( F ).2 .3 . (a).4 a) (Pessoal) b) (Pessoal) 9.1 a) “sintonia entre aquele que o administra e aquele que o recebe. b) Perpendiculares. cuja força estará na razão de vossa intenção.” b) “prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora. 10.” 10.” Sopro frio: “O sopro frio é um passe dispersante de fluidos que também apresenta uma ação revitalizante dos tecidos que constituem o sistema nervoso central.( F ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: SEXO.” 10. Via-se-lhe a dificuldade para sustentar o pensamento com relativa calma. (d). (g).1 . Por tal meio podereis neutralizar o mau fluido que a envolve. c) Rotatórios.(e). 9.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: TÉCNICAS DO PASSE I 9.1 . hematomas.3 .QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: TÉCNICAS DO PASSE II 10. ÁLCOOL E GLUTONARIA 8. 8.” Sopro frio: “tem de ser aplicado diretamente sobre o paciente e depois porque o ar deve ser expelido dos pulmões aos pouquinhos. ( V ). d) Longitudinais lentos.a) Auto-passe.“Pelo pensamento podeis levar-lhe uma salutar corrente fluídica.” c) Sopro quente: “inflamações. f) Longitudinais rápidos.a) Sopro quente: “O sopro quente é executado enchendo-se completamente os pulmões e depois soprando-se todo o ar com a boca bem aberta. torções. (c). aumentada pelo número.” b) (Pessoal) c) (Pessoal) 8. mantendo-se a boca quase totalmente fechada. mas incessantes.8.

das em geral”. “ingurgitamentos, nas obstruções, asfixias, dores de estômago, cólicas hepáticas ou nefríticas, enxaquecas, afecções glandulares, dores de ouvido, surdez, etc., tendo grande efeito sobre as articulações, sobre o alto da cabeça, o cerebelo, as têmporas, os olhos, as orelhas, o epigastro, o baço, o fígado, os rins, a coluna vertebral e o coração.” Sopro frio: “em casos de desmaios, crises nervosas, incorporações indesejáveis”. “dores de cabeça, convulsões, agitações febris, ataques nervosos.” 10.4 - ( F ); ( V ); ( F ); ( V ); ( V ). 10.5 - “Compreenderá, então, que a água, como fluido criador, absorve, em cada lar, as características mentais de seus moradores. A água, no mundo, meu amigo, não somente carreia os resíduos dos corpos, mas também as expressões de nossa vida mental. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas e, quando em movimento, sua corrente não só espalhará bênçãos de vida, mas constituirá igualmente um veículo da Providência Divina, absorvendo amarguras, ódios e ansiedades dos homens, lavando-lhes a casa material e purificando-lhes a atmosfera íntima.” 10.6 - (d); (e); (a); (f); (c); (b). 10.7 - “Na fluidificação espiritual o recipiente com água é simplesmente posto sobre uma mesa, ou outro móvel qualquer, num ambiente em que se faz a leitura de uma página evangélica, seguida de uma prece em que se pede aos Espíritos superiores que fluidifiquem aquela água, dizendo-se sempre a finalidade a que se destina.”. 10.8 - “tuas necessidades físio-psíquicas; saúde e equilíbrio; frente de tuas orações, espera e confia.” “orvalho do plano divino; com raios de amor; sublime ensinamento do copo de água fria.” 11- QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: DESEQUILÍBRIO EMOTIVO E NUVEM NEGRA NO CORAÇÃO E AUTO-DOMÍNIO E NUVEM NEGRA NO FÍGADO. 11.1 - ( F ); ( F ); ( V ); ( V ); ( V ). 11.2 - e) ( X ). 11.3 - a) “No círculo dos conflitos dessa natureza, vem lutando, desde ontem, dentro de si mesmo, para acomodar-se a certas imposições de origem humana que lhe são necessárias ao aprendizado espiritual, e, no esforço mental gigantesco, ele mesmo produziu pensamentos terríveis e destruidores, que segregaram matéria venenosa, imediatamente atraída para o seu ponto orgânico mais frágil, que é o fígado.” b) “Ele, porém, está em prece regeneradora e facilitará nosso serviço de socorro, pela emissão de energias benéficas. Não fosse a oração, que lhe renova as forças reparadoras, e não fosse o socorro imediato de nossa esfera, poderia ser vítima de doenças mortais do corpo.” c) “determinaria movimentos destruidores para os glóbulos vermelhos do sangue, complicaria as ações combinadas da digestão e perturbaria, de modo fatal, o

metabolismo das proteínas.” d) “Na luta titânica em que se empenha consigo mesmo, a vontade firme de acertar é a sua âncora de salvação.” 11.4 - Longitudinal. : “Surpreendido, observei que a nuvem, de escura, se fizera opaca, desfazendo-se, pouco a pouco, sob o influxo vigoroso do magnetizador em missão de auxílio. O fígado voltou à normalidade plena.” 12- QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: PENSAMENTO E ACIDENTE CIRCULATÓRIO E A DÉCIMA VEZ 12.1 - a) “Identificava perfeitamente o estado pré-agônico, em todas as suas expressões fisico-espirituais. A alma confusa, inconsciente, movimentava-se com dificuldade, quase que totalmente exteriorizada, junto do corpo imóvel, a respirar dificilmente. Enquanto Alexandre se inclinava paternalmente sobre ele, observei que estávamos diante de uma trombose perigosíssima, por localizar-se numa das artérias que irrigam o córtex motor do cérebro.” b) “Antônio vive no círculo de pensamento muito desregrados, apesar do bom coração. E hoje trouxe para o leito de repouso tantas preocupações descabidas, tanta angústia desnecessária, que as suas criações mentais se transformaram em verdadeiras torturas, permanecendo-lhe o cérebro sob a ameaça de um derramamento mortífero.” c) (Pessoal) 12.2 - ( V ); ( F ); ( V ); ( V ). 12.3 - a) “Conforme observa, estamos diante dum caso gravíssimo. É preciso muito critério na escolha do doador de fluidos.” b) (Pessoal) c) Sim. “Precisamos de alguém suficientemente equilibrado no campo mental.” 12.4 - b) ( X ). 13- QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: GRAVIDEZ SACRIFICIAL E NUVEM PARDACENTA NO ÓRGÃO GERADOR E PROBLEMAS DE UMA GESTANTE 13.1 - a) “Profunda anemia invade-lhe o organismo. Em regime de subalimentação, em virtude das dificuldades naturais que a rodeiam de longo tempo, a gravidez constitui para ela um processo francamente doloroso. O marido é parcamente remunerado e a esposa é obrigada a vigílias, noite a dentro, a fim de auxiliá-lo na manutenção do lar.” b) “Há seis dias permanece desalentada, aflita. Dentro de algum tempo, o esposo deve resgatar um débito significativo, faltando-lhe, porém, os recursos precisos. A pobre senhora, contudo, além de suportar a carga de pensamentos destruidores que vem produzindo, é compelida a absorver as emissões de matéria mental doentia do companheiro, que se apoia na coragem e resignação da mulher.” c) “A prece, porém, não representa para este coração materno tão somente um refúgio. A par de consolações espontâneas, ela recolhe forças magnéticas de substancial

expressão que a sustentam no presente drama biológico.” d) “(Pessoal) 13.2 - Porque os passes rotatório apresentam tem por efeito concentrar os fluidos na região em que é aplicado. 13.3 - ( F ); ( V ); ( V ). 13.4 - (b); (c); (a) 13.5 - (Pessoal) 13.6 - (Pessoal)

9.4 - GABARITO DO CADERNO DE EXERCÍCIOS DO CURSO “CORRENTE MAGNÉTICA”
1ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 1, 2 e 3. 1 - Cap. 1: ORIGEM DESSE NOSSO APRENDIZADO 1.1 - ( Resposta pessoal ). 1.1 - ( F ); ( V ); ( V ); ( F ). 1.3 - ( Resposta pessoal ). 2 - Cap. 2: EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA-CRISTÃ E DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 2.1 - a) ( X ); b) ( X ) 2.2 - ( Resposta pessoal ). 3 - Cap. 3: AS MULTIDÕES 3.1 - ( d ); ( a ); ( b ); ( c ). 3.2 - ( Resposta pessoal ). 3.3 - espíritas; podemos nos distanciar do povo; espiritismo. 2ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 4 (1ª PARTE)

4 - Cap. 4: OBSESSÃO E DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 4.1 a) - obsessão; conhecimento; b) obsessão; fluídicos; mediúnicos; morais; c) demonstrar; explicar; corrente magnética; estudo. 4.2 - ( 1 ); ( 4 ); ( 2 ); ( 5 ); ( 3 ). 4.3 - ( Resposta pessoal ). 4.4 - ( Resposta pessoal ). 4.5 - ( 4 ); ( 5 ); ( 1 ); ( 7 ); ( 6 ); ( 2 ); ( 3 ). 4.6 - ( F ); ( V ); ( F ); ( V ); ( V ). 3ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 4 (2ª PARTE) 4 - Cap. 4 (2ª parte): OBSESSÃO E DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 4.7 - mental; cérebro; síndrome; enfermidade; difícil. 4.8 - ( 2 ); ( 8 ); ( 9 ); ( 5 ); ( 1 ); ( 3 ); ( 10 ); ( 4 ); ( 7 ); ( 6 ). 4.9 - a) ( X ); b) ( X ); d) ( X ). 4.10 a) Obsessão; b) Loucura c) Epilepsia a) Ovóides b) Bacilos psíquicos c) Nuvens negras d) Vampiros e) Hipnotismo a) ( Resposta pessoal ). b) ( Resposta pessoal ). c) ( Resposta pessoal ).

4.11 -

4.12 -

4ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 5 5 - Cap. 5: TERAPÊUTICA BÁSICA E CORRENTE MAGNÉTICA 5.1 - ( Resposta pessoal ). 5.2 - d) ( X ) Cursos.

5.3 - a) Desenvolvimento mediúnico; b) Cursos. 5.4 - ( e ); ( g ); ( f ); ( a ); ( b ); ( d ); ( j ); ( h ); ( c ). 5ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 6 6 - Cap. 6: JUSTIFICATIVA E MECANISMOS DE AÇÃO DA CORRENTE MAGNÉTICA 6.1 a) A idéia fixa da senhora. b) Eles alimentam suas idéias impedindo que lhes cheguem as boas influências, obstando a cura da enferma. c) Porque por elas produz-se uma magnetização mental, levando à enferma a salutar corrente fluídica, a qual poderia neutralizar o mal fluido que a envolvia; reunindose cinco ou seis Espíritas sinceros todos os dias, durante alguns instantes, rogando assistência à enferma. d) A melhora manifetou-se após quinze dias. 6.2 - ( V ); ( V ); ( F ); ( V ). 6.4 - ( c ); ( e ); ( d ); ( b ); ( a ). 6.5 - a) ( CR ); b) ( CC ); c) ( CM ). 6.6 - a) Circular; b) Paralela; c) Linear. 6.3 - a) Emissão; b) Expulsão; c) Recepção; d) Absorção. 6.7 - a) vontade; corrente desobsessiva; dínamo que produz a energia mental; a vontade consciente de cada medianeiro. b) pensamento coletivo; número de vontades idênticas; muito maior de força; neutralizar a ação dos maus espíritos.” 6ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 7 7 - Cap. 7: A EQUIPE MEDIÚNICA NA DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 7.1 - ( F ); ( V ); ( V ); ( F ); ( V ). 7.2 - ( e ); ( c ); ( a ); ( d ); ( b ). 7.3 - ( X ) Médiuns psicofônicos. 7.4 - ( Respostas pessoais ).

( Explicação pessoal ). 8. abrigou a sugestão de beber. Pode então ser muito considerável o número dos indivíduos atacados.7 .Cap. b) Sintonia perfeita.“Só a radical mudança de comportamento do obsidiado resolve. nova tomada de força. 8. c) ( PC ). c) Vontade. Quando sobre uma localidade se lança uma revoada de maus Espíritos. ( d ).. o problema da obsessão. 8ª AULA .a) ( PE ). .1 .QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 9 e 10 9 . Mas. ( b ). desviando sua atenção da leitura. epidêmico. c) Mente. 7.“São as mais das vezes individuais a obsessão e a posessão. b) Passistas.3 . 8.Cap. obsessão. d) Paciente. ( V ). sobre este que se deve agir. simultaneamente.a) Irradiação enfermiça. 9: OBSESSÕES ESPIDÊMICAS 9.( c ).7. ( F ). “O pensamento se lhe transmuodu rápido. é como se uma tropa de inimigos a invadisse. 8: MECANISMOS DA OBSESSÃO E DA DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 8.” 9. vários. e) ( PC ).a) Espírito. b) ( PC ).a) Videntes ou clarividentes. ( F ). ( V ).2 .2 . c) Ação mental. d) ( PE ).” (p. convicto de que se inclinava para um trago de uísque exclusivamente por si. 7.( V ). ser obsessor.QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 8 8 .1 .5 . não raro são epidêmicas. em definitivo.6 .” 7ª AULA .. ( a ).a) A partir do momento em que.4 . 208) b) Sim. nas convulsões ocasionadas por vermes. b) Efeitos consecutivos.

gratidão dos trabalhadores da verdade.Elementos espirituais.4 .2 . com a vigilância de sentinelas eficientes. 9. 3) A influência moralizadora dos conselhos que se lhes dá.Cap. ( a ).( Pessoal ). b) . ( F ). 2) Ascendência moral exercida sobre o Espírito Obsessor. Segunda faixa: encerra o grande número de entidades que serão atendidas. 11.5 a) Perispírito.” 11.“O magnetismo é força preponderante em nossos serviços.9.4 . 10.1 .( X ) Corrente Magnética desobsessiva.2.( Pessoal ).1 . protegendo toda a casa. ( F ).( c ). ( b ). ( V ).( V ).3 . 9. ( d ). Terceira faixa: é mais vasta. 9. 10: AMBIENTES 10.Cap. c) Morzine. ( a ).7 . 11.6 . 11: DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA E AÇÃO DOS ESPÍRITOS SUPERIORES 11. que sobre ele dá a superioridade moral. preces e ternuras.QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 11 e 12 11 . d) Centro Espírita. a) .4 . 11. 10. vontade.3 .3 .5 .Nos vossos esforços. ( e ). 9ª AULA . ( b ). pela autoridade. 10. .a) ( Resposta pessoal ). b) Exorcismo.a) ( c ).Primeira faixa: guarda os servidores encarnados e desencarnados. 10 . evitando que a turba compacta venha a invadir o ambiente. valores positivos.( Pessoal ). 9.1) Ação fluídica que liberte o perispírito do doente da pressão do Espírito malévolo. b) São atendidas em regime de divisões especiais.( Pessoal ).

( c ).QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 13 e 14 13 .3 . ( i ).Cap.1 . 11ª AULA . . pois trata-se de uma ação mental e não física. b) ( DDV ).2 . c) Espiritual. 10ª AULA . 14. ( b ). d) ( DDV ). f) faixas luminosas. ( F ). e) ( DCM ). 13: MAGNETISMO E DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 13. ( e ).a) Humano. 13.4 . b) assepsia. ( g ). ( V ). ( a ). g) som e imagem.QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 15 15 .Cap.3 . 12. ( V ). ( a ). 12.e) ( X ) As alternativas”b” e “c” estão corretas. ( V ). 12. ( d ). ( V ).11. ( d ). c) ( DDV ).( f ). ( h ). 12: DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA X DESOBSESSÃO POR DOUTRINAÇÃO VERBAL 12. ( V ). ( F ). d) hipnose.( F ).a) Formar uma rede de forças positivas.2 .2 a) ( DCM ). ( F ).6 - a) arquitetos espirituais.( resposta pessoal ). ( c ).Cap.1 . 12 .( F ). c) psicoscópio.1 . 15 . 14. 14: CORRENTE MAGNÉTICA DOS MAGNETIZADORES X CORRENTE MAGNÉTICA DESOBSESSIVA 14.Cap. ( V ).1 .( f ). ( e ). ( V ). e) redes luminosas. b) Não. capaz de operar a vigilância indispensável à realização do trabalho.b) ( X ). 14 . ( F ). b) Misto. ( b ). ( F ).PASSE ESPÍRITA E CORRENTE MAGNÉTICA DESOBSESSIVA 15.

a)1º . 16. toque direto. d) Jesus. c) Sensações objetivas... 15. b) “1º . ( c ). ( f )..( d ). b) Desejo de ajudar. d) Fase de recepção. dispensa. amparo.Despertamento e desintoxicação fuídica e mental.( X ) Emissão e recepção. ( e ). acendrado amor aos semelhantes.Comprimento de onda da radiação luminosa do atuante. c) ( Resposta pessoal ). 16.O estudo antecipado das condições psíquicas .1 . 16. ( V ).15. indiferença.” “2º . ( F ). 15. b) ( Resposta pessoal ). ( g ). .2 - a) Estudo.. b) ( Resposta pessoal ).a) Ter grande domínio sobre si mesmo.. ( b ). 16. com este ou aquele médium.6 . ( a ). 17: SENSAÇÕES E PERCEPÇÕES DOS MÉDIUNS 17. e menor as condições de auxílio. c) Constituição humana. c) ( Resposta pessoal ). 17. e) Sensações subjetivas.Cap.3 .. bocejo contínuo. 2º .5 . f) Fase de absorção.Aplicação do passe.” “3º . ( h ). respiração ofegante. 17 .Capacidade de absorção do atuado.438-439). b) Fase de expulsão.O poder e a qualidade das radiações da Corrente Magnética .( X ) Alexandre (Mentor).Conforme a fixação e poder mental das falanges de Espíritos a serem socorridos . alta compreensão da vida.3 . gesticulação violenta.QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 16 e 17 16 .Cap. fé vigorosa e profunda confiança no Poder Divino.2 . não se processará com a eficiência devida. espontâneo equilíbio de sentimentos.4 .2 a) Medo. 12ª AULA .4 . 16: CHOQUE ANÍMICO 16.( V ).” (p. 16.1 a) Fase da emissão.

DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS 18. ( V ).( c ).QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 18 18 .Cap.( F ).1 . ( b ). ( a ). . 18: CONTRADIÇÕES.2 . ( V ). ( V ). ( d ).13ª AULA . 18.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. 1981. 05. Dinâmica de grupo : jogo da vida e didática do futuro. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. ANDREOLA. 18. relatos. Uberaba : CEC. 2. 8. 1976. São Paulo : IDE. 09. 10. 19. ed. ed. 11. 29. Nos domínios da mediunidade. Uberaba : CEC. 03. ed. 07. _____. 1979. Nosso Lar. Petropólis : Vozes. 1991. Maurício Neiva (Coord. Rio de Janeiro : FEB. . BATUÍRA. ANUÁRIO ESPÍRITA. 1996. 1992. 21. 1973. n. Balduíno A.). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. _____. 1972. Sinal verde. 02. 06. 12. 12. 1991. ANDRÉ LUIZ. São Bernardo do Campo : GEEM. São Paulo : IDE. 19. Brasília: SDEAS. Mais luz. ed. 08. ed. Rio de Janeiro : FEB. _____. ed. 2. São Paulo : IDE. ed.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 01. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 8. 4. 18. 15. v. 1982. Conduta espírita. _____. n. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. n. ed. Caminho espírita. 1976. 1992. _____. CRISPIM. Psicografia de Waldo Vieira. Desobsessão por corrente magnética: pesquisa bibliográfica. interpretações e manual de aplicação. 29. v. Rio de Janeiro : FEB. 04. v. Desobsessão. _____. Rio de Janeiro: FEB. AUTORES DIVERSOS. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

EMMANUEL . Emmanuel. Brasília : Vínculos Fraternais. 23. 15. 6. Rio de Janeiro : FEB. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.. _____. 1973. ed. Seara dos médiuns.13. 1985. 20. 6. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Roteiro. 2. Araras : IDE. _____. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Psicografia de Francisco Xavier. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Mediunidade e sintonia. 1991. 1983. 3. ed. 18. 14. _____. 15. 1991. 6. O consolador. 19. _____. A prece segundo o Evangelho. Araras : IDE. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. ed. Rio de Janeiro : FEB. No portal da luz. 5. 2. 25. 1986. 27. Rio de Janeiro : FEB. 1989. 1987. Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. 17. Brasília : FEB. ed. Matão: O CLARIM. Chico Xavier : 60 anos de mediunidade. 24. 21. 1987. 1982. ed. 22. Rio de Janeiro : FEB. 1993. Salvador : LEAL. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Fonte viva. 1986. Rio de Janeiro : FEB.ed. ed. Gilson de Mendonça. ed. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. 16. 1974. 2. 6. 16. . 28. ANDRÉ LUIZ. Estude e viva. _____. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 1984. _____. (apostila). ed. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. _____. A terra e o semeador. out. São Paulo : FEESP. FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Terapêutica de emergência.ed. ed. Segue-me!. [199-]. _____. 28. 26. 14. ed. São paulo : CEU. Araras : IDE.. _____. Rio de Janeiro : FEB. DIDÁTICA geral. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Rio de Janeiro : FEB. EMMANUEL. ed. DIVERSOS ESPÍRITOS. Entrevistas. HENRIQUES. 1988.

45. jan. Brasília : FEB. Rio de Janeiro : FEB. 1986. Rio de Janeiro : FEB. v. 33. Rio de Janeiro : FEB. 2.1 . Suely Caldas. ed. ed. 37. KARDEC. (apostila). 1994. 31. 1982. Francisco. v. n. Estudos espíritas. 1982. Memórias de um suicida. ed. WANTUIL. O livro dos médiuns. Rio de Janeiro : FEB. 25. 3. 1994. 35. Rio de Janeiro : FEB. ed. 1990. 43. THIESEN. 1861. Brasília : FEB. Testemunhos de Chico Xavier. 1988. TÉCNICAS de ensino. Salvador : LEAL. JOANNA DE ÂNGELIS. Yvonne A. ed. _____. 1974. ed. Zêus . Rio de Janeiro : FEB. Psicografia de Divaldo Pereira Franco. 20. 46. O mundo que eu encontrei. 34. l990. 1974. Rio de Janeiro : FEB. Rio de Janeiro : FEB. Allan. Rio de Janeiro : FEB. Rio : SABEDORIA. Brasília : EDICEL. Allan Kardec : meticulosa pesquisa biobibliográfica. Brasília : RECANTO. Obras póstumas. _____.1934. 1987. 58. ed. 39. ed. 2. O Evangelho segundo o Espiritismo. PEREIRA. 1991. Psicografia de Divaldo Pereira 30. Franco. v. _____. _____. 38. (apostila). 1993. O livro dos espíritos. [199-]. 42.1908. 36. ed. Psicografia de Alayde de Assunção e Silva. Rio de Janeiro : FEB. 47. 1995. [199-]. 1988. 41. RECURSOS didáticos. 3. ed.29. Rio de Janeiro : FEB. Psicografia de Divaldo Pereira Franco. Allan Kardec : meticulosa pesquisa biobibliográfica. 2. 32. 3. _____. 44. mai. LUIZ SÉRGIO. mar. REVISTA ESPÍRITA. Celeiro de bênçãos. n. _____. 18.1. O LIVRO espírita na FEB : catálogo geral. _____. 1967. Espírito e vida. REFORMADOR. . Allan Kardec : meticulosa pesquisa biobibliográfica. 33. v. _____. 40. Rio de Janeiro : FEB. n. SCHUBERT. 4. Rio de Janeiro : FEB. 107.

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EM BUSCA DA VERDADE Pelas vias da razão e do coração. . este livro é mais um roteiro luminoso para todos os sinceros buscadores da Verdade. trazendo para os interessados a prática e os fundamentos doutrinários e científicos deste fabuloso e abrangente processo de tratamento que. aliviará a humanidade encarnada e desencarnada da pior doença de todos os tempos: A OBSESSÃO. quando generalizado.EDIÇÕES AUTA DE SOUZA DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA É o primeiro volume de uma série que pretende editar. elevando a inteligência e o sentimento.

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