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Estado social wikipédia

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Estado de bem-estar social

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Estado de bem-estar social (em inglês: Welfare State), também conhecido como Estado providência, é um tipo de organização política e econômica que coloca o Estado (nação) como agente da promoção (protetor e defensor) social e organizador da economia. Nesta orientação, o Estado é o agente regulamentador de toda vida e saúde social, política e econômica do país em parceria com sindicatos e empresas privadas, em níveis diferentes, de acordo com a nação em questão. Cabe ao Estado do bem-estar social garantir serviços públicos e proteção à população.[1]

Os Estados de bem-estar social desenvolveram-se principalmente na Europa, onde seus princípios foram defendidos pela social-democracia, tendo sido implementado com maior intensidade nos Estados Escandinavos (ou países nórdicos) tais como Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia),[2] sob a orientação do economista e sociologista sueco Ka Gunnar rl Myrdal. Ironicamente Gunnar Myrdal, um dos principais idealizadores do Estado de bem -estarsocial dividiu, em 1974, o Prêmio de Ciências Econômicas (Premio Nobel) com seu rival ideológico Friedrich August von Hayek, um dos maiores defensores do livre mercado, economista da Escola Austríaca.

Esta forma de organização político-social, que se originou da Grande Depressão, se desenvolveu ainda mais com a ampliação do conceito de cidadania, com o fim dos governos totalitários da Europa Ocidental (nazismo, fascismo etc.) com a hegemonia dos governos sociais-democratas e, secundariamente, das correntes euro-comunistas, com base na concepção de que existem direitos sociais indissociáveis à existência de qualquer cidadão.

Pelos princípios do Estado de bem-estar social, todo o indivíduo teria o direito, desde seu nascimento até sua morte, a um conjunto de bens e serviços que deveriam ter seu fornecimento garantido seja diretamente através do Estado ou indiretamente, mediante seu poder de regulamentação sobre a sociedade civil. Esses direitos incluiriam a educação em todos os níveis, a assistência médica gratuita, o auxílio ao desempregado, a garantia de uma renda mínima, recursos adicionais para a criação dos filhos, etc.

Esta noção de "racionalização" foi incorporada no conceito de "política social produtiva". O conceito de "políticas sociais produtivas" encontrou apoio nos movimentos de trabalhadores. como um meio para se obter a eficiência econômica. baseadas na observação de que os custos de reprodução e de criação de filhos estavam desigualmente distribuídos entre as classes sociais (Myrdal-Myrdal. Em 1932 o sociólogo e economista Social-democrata Gunnar Myrdal escreveu que as modernas políticas sociais diferiam totalmente das antigas políticas de auxílio à pobreza. 1987). Kulawik. 2003. especialmente na Suécia. a crise. também a esfera social deveria ser racionalizada através do uso de políticas sociais. incorporou-se no Socialismo Fabiano inglês. onde o conceito ressurgiu durante a Grande Depressão dos anos 30 (Andersson. Este discurso estruturou as idéias de intervenção estatal na economia como um processo de racionalização da reprodução da população e da esfera domicilar. 2001). Karlsson. Da mesma maneira que os mercados de trabalho e a mais ampla organização da produção poderiam ser racionalizadas mediante a utilização de regulamentações sociais para se obter um nível mais alto de produtividade. 1991. no Socialismo Funcional Sueco e no Marxismo Austríaco (Tilton. como políticas familiares. 2002). e modelou o discurso de uma crise social e nacional (Hirdman. sempre em benefício de maior eficiência nacional.Índice [esconder] 1 Origem 2 Evolução 3 Estado-providência 4 Efeitos sobre a pobreza 5 Gowtianismo 6 O Estado de Bem-Estar Social no Brasil 7 Referências 7. 1993).1 Bibliográficas 8 Ver também 9 Ligações externas [editar] Origem A idéia de usar a "política social". uma vez que eram investimentos e não custos. em termos de efeitos sociais da Grande Depressão e de desemprego em massa coincidiu com a "questão da população" e a queda dos índices de natalidade. Na Suécia. As políticas sociais modernas seriam eficientes e .

mas que pautou toda a segunda metade do século XX. contra o desejo dos liberais e fundame ntalistas de livre mercado. É um sistema em crise nos dias de hoje. mas filho directo da crise de 1929 (Grande Depressão). 1991). 40% do PIB vai para políticas sociais. Hoje. Myrdal.produtivas devido à sua ação profilática e preventiva. escreveu um artigo intitulado Qual é o custo da Reforma Social. Estes conceitos de Myrdal sustentaram a defesa retórica de um Estado de bem-estar social que se expandiu. direcionada para evitar o surgimento de problemas nos organismos político-sociais. onde desenvolvia sua argumentação e atacava os críticos das despesas sociais. que viam as políticas sociais como "custos" e não com "investimentos" (Myrdal. sendo destinadas e evitar o surgimento de bolsões de pobreza e a criar maiores riquezas. . 1932b. Uma das ideias fundamentais deste pensame nto é a igualdade de oportunidades. Ryner. vai criar a Lei de Wagner onde prevê o aumento da intervenção pública nessas áreas. Entre os seus objectivos há dois essenciais: a garantia do bom funcionamento do mercado segundo o pensamento de Adam Smith e a defesa dos direitos dos cidadãos na saúde. que elaborou nos seus ensaios a ideia de que o Estado também deve intervir na economia para corrigir os prejuízos que possam haver para os seus cidadãos. A Social-Democracia sueca era totalmente orientada para uma maior eficiência dos mercados e via nas políticas sociais um meio de obter não só a segurança social dos indivíduos. jurista alemão. retornando dos Estados Unidos. Nesse sentido as novas políticas sugeridas por Myrdal contrastavam fortemente com as antigas políticas de "remediar a pobreza".[3] [editar] Evolução Hoje em dia existe na Europa. educação e alimentação. no mundo ocidental. Wagner. na Europa. o Estado Providência. 1979. no final desse século. mas sobretudo a organização eficiente da produção (Stephens. É nos anos 30 que se implementa o Welfare State depois de algumas experiências anteriores. mas eram uma questão vital para o próprio desenvolvimento econômico e tinham como objetivo principal o aumento do PIB. Ao longo do tempo vão desenvolver políticas públicas.[3] Contra as recomendações dos que pregavam uma "maior economia orçamentária" para sair da Grande Depressão. 2002). Myrdal argumentava que as políticas sociais não eram meramente uma questão de redistribuição de renda. dizendo que se não houver um aumento de administração não há crescimento económico. aumentando o -se orçamento do Estado para essas áreas. Esta ideia remonta a meados do século XIX e. O "Welfare state" teve a origem no pensamento keynesiano e surgiu como resposta para o que se vivia na Europa. resultado da segunda metade da II Guerra Mundial. onde tornou-se um admirador do New Deal. Von Stein alertava para o perigo de uma reforma social que não fossem feitas as reformas necessárias. outro pensador. Jonung. da (antiga) escola de Estocolmo. A sua origem vem de Lorenz Von Stein.

como se pode ver nas políticas de Franklin Roosevelt 3. 2. o Estado de bem-estar social expande-se. Os Neoliberais argumentam sobre o Estado Providência que este é antieconómico já que desvia investimentos. Isso vai levar a que Margaret Thatcher diga que o Estado deixou de ter condições económicas para sustentar um Estado Providência e vai retirar os vários direitos que os cidadãos tinham adquirido ao longo de várias décadas. chega a hora de intervir através da criação de emprego. O modelo tinha sido bem sucedido na Suécia e seria aplicado de uma forma generalizada. impulsionada por Otto Von Bismarck que vai resultar na política central da Alemanha do pré I Guerra Mundial e depois da própria República de Weimar. leva a ineficácia e ineficiência do aparelho estatal e. por isso. elemento destabilizador da economia dos EUA. Expansão: nos pós-II Guerra Mundial. criticando as políticas de privatização total. Esta crise era um facto inegável e daí vão surgir duas correntes explicativas: Explicação liberal: esta teoria defendia que se está a viver uma crise de governabilidade e a razão é o excesso de democracia. Experimentação: esta fase coincide com o alargamento do direito de voto e o aparecimento de segurança social. é a negação da liberdade e da propriedade privada. . Quando a política não resulta o Estado intervém e tenta resolver a situação para agradar a ambas as partes. de controlo público sobre as empresas e sobre a economia. Consolidação: o Estado não poderia ficar indiferente àquilo que se passava e. provoca improdutividade. Já os Neo -marxistas argumentam que o Estado está a viver uma crise fiscal derivada de um excesso de produção e quem se apropria dos resultados de produção é o proprietário capitalista. Falam igualmente de uma crise de legitimidade. deixando o proletariado sem lucro e sem dinheiro para pagar impostos a fim de manter o estado viável. Para chegar ao Governo. os politólogos vão definir três fases de implementação do Estado Providência: 1. Explicação de Esquerda: há uma sobrecarga do Estado porque existem vários grupos que lutam pelo poder e pelo controlo da economia. o patronato e o Estado. despoletando os gastos públicos. Até aos anos 80 o processo produziu os 30 Gloriosos anos de crescimento económico e estava a ganhar o confronto com o Liberalismo capitalista. o mediador. É a base da política de Cavaco Silva ou Bagão Félix. no fundo. modelo em crise após os problemas financeiros de 1973 e pela guerra do Vietname. cada grupo promete cada vez mais.Analisando a intervenção do Estado na sociedade francesa e inglesa. Patrocinava um acordo social em três partes: o proletariado (representado pelos sindicatos).

6 $28. cuidados de saúde e outros aspectos da rede de segurança social. os mercados dirigem as atividades específicas do dia-a-dia da vida econômica.9 $23. despesas sociais em percentagem do PIB para alguns estados membros da OCDE. mas a própria mutação demográfica na Europa não ajuda a resolver a problemática do Estado Providência.0 32.180 França 28.9 $29.990 Alemanha 27. A direita diz que não há dinheiro e é preciso patrocinar reformas.5 34. A tabela abaixo mostra. com e sem educação pública.520 Suíça 26.7 $25.Hoje em dia o futuro do Estado Providência é incerto.9 38.4 33. o PIB per capita (PPC US$) em 2001: Nação Despesas de Bem-Estar (% do PIB) omitindo educação Despesas de Bem-Estar (% do PIB) incluindo educação[4] PIB per capita (PPC US$) Dinamarca 29. A esquerda diz que dinheiro há.350 Bélgica 27. em primeiro lugar.2 32.2 37.000 Suécia 28.4 31. ele está é mal distribuído. enquanto que os governos regulamentam as condições sociais e proporcionam pensões de reforma.100 Áustria 26. Estamos a viver em plena crise e aparecem já algumas reformas que tentam resolver problemas como a segurança social.[4] e o segundo. [editar] Estado-providência Este conceito de economia mista surgiu na Europa no final do século XIX e foi introduzido nos EUA nos anos 30 do século XX.730 .4 $26. Na moderna concepção de Estado-providência.2 $24.2 $25.

mas o "como investir" tem grande influência nos resultados obtidos: .3 27.6 $24.990 Espanha 19.5 $32.370 Eslováquia 17.130 Japão 16.8 23.8 N/A $53.1 25.4 $34.Finlândia 24.5 25.2 $29.340 Islândia 19.8 25.9 $24.190 Itália 24.8 18.620 Polônia 23. dentre aqueles países que investiram um grande percentual do seu PIB em políticas sociais.160 Portugal 21. todos eles obtiveram um IDH elevado (acima de 80%).670 Grécia 24.8 23.3 $24.160 Austrália 18.3 28.1 $27.5 $18.320 Irlanda 13.0 22.1 N/A $14.1 11.3 $27.450 Reino Unido 21.9 18.4 $17.8 19.720 Hungria 20.9 33.780 República Tcheca 20.8 32. A relação não é dir eta: nem sempre o país que mais investiu em políticas sociais é o melhor colocado no IDH.1 N/A $12.0 N/A $9.150 Nova Zelândia 18.0 $15.960 Canadá 17.430 Países Baixos 24. o que indica que não só o "investir" é importante.130 Estados Unidos 14.9 N/A $11.8 $19.6 25.090 É interessante comparar-se a percentagem do PIB de cada país que é investida em políticas sociais com seus respectivos Índices de Desenvolvimento Humano.5 $25.4 28.6 $25.410 México 11.430 Coreia do Sul 6.3 $20.2 $29. Observa-se claramente que.150 Luxemburgo 20.440 Noruega 23.8 N/A $8.

951 +0.001 11 Luxembourg 0.951 .955 15 Spain 0.002 +0.001 19 Liechtenstein 0.002 +0.002 +0.963 8 France 0.002 +0.001 +0.956 14 Austria 0.001 +0.960 12 Finland 0.971 2 Australia 0.001 +0.955 17 Belgium 0.001 13 United States 0.955 +0.003 +0.003 +0.970 3 Iceland 0.964 7 Sweden 0.002 16 Denmark 0.960 +0.001 9 Switzerland 0.961 +0.003 +0.900 Ver artigo principal: Anexo:Lista de países por Índice de Desenvolvimento Humano Posição País IDH Dado de 2007 [5] Mudança comparada aos dados de 2006 [5] 1 Norway 0.960 10 Japan 0.953 18 Italy 0.002 +0.003 6 Netherlands 0.004 +0.966 5 Ireland 0.965 +0.001 +0.969 4 Canada 0.959 +0.Índice de Desenvolvimento Humano Muito Elevado > 0.

903 36 Czech Republic 0.004 +0.903 37 Barbados 0.944 25 Greece 0.001 +0.909 +0.947 23 Singapore 0.002 +0.005 +0.007 35 United Arab Emirates 0.944 24 Hong Kong 0.004 +0.Posição País IDH Dado de 2007 Mudança comparada aos dados de 2006 20 New Zealand 0.920 31 Kuwait 0.937 27 Israel 0.947 22 Germany 0.003 [editar] Efeitos sobre a pobreza A evidência empírica sugere que os impostos e as transferências de renda podem reduzir consideravelmente a pobreza na maioria dos países.910 34 Portugal 0.004 +0.935 28 Andorra 0.001 +0.004 +0.002 +0.934 29 Slovenia 0.005 +0.003 +0.942 +0.929 30 Brunei 0.002 +0.004 26 South Korea 0.002 +0.914 33 Qatar 0. cujo bem-estar dos estados comumente constituem pelo menos um quinto do PIB.003 +0.902 +0.001 +0.916 32 Cyprus 0.950 21 United Kingdom 0.[6][7] .903 38 Malta 0.002 +0.

5 6.0 19.2 1.8 10.9 3.2 Reino Unido 16.8 14.7 12.4 3.8 Noruega 9.8 Alemanha 15.5 4.9 16.7 14.1 11.7 12.A.9 9.5 17.País Taxa de pobreza absoluta (limiar fixado em 40% da renda média E.3 9.8 6.9 17.4 5.1 Suíça 12.2 15.1 Austrália 23.9 França 36.3 19.1 [editar] Gowtianismo .0 Países Baixos 22.1 Dinamarca 26.8 8.4 4.3 18.8 6.5 3.5 Finlândia 11.1 Bélgica 26.7 5.)[6] Taxa de pobreza relativa[7] Pré-transferência Pós-transferência Pré-transferência Pós-transferência Suécia 23.2 9.1 Itália 30.1 7.8 21.5 11.8 4.7 5.2 4.1 Canadá 22.U.4 8.0 11.7 9.1 9.3 11.4 4.7 16.7 17.2 Estados Unidos 21.

However. . the United States also had a low unemployment rate and a high GDP growth rate. certain studies indicate there is no association between economic performance and welfare expenditure in developed countries. however. which spends relatively little on social welfare (less than 17 per cent of GDP). Furthermore. therefore only treating the symptoms rather than the cause. at least in comparison to other developed countries (its growth rate. in The Real Worlds of Welfare Capitalism. For example. further U. where Norway for example has significantly higher GDP per capita.[20] and that there is no evidence for the contention that welfare states impede progressive social development. It may be better to integrate the material in those sections into the article as a whole. such as GDP per capita. it has more TVs per capita.[22] The United States also had led some welfare states in the ownership of consumer goods. led most welfare states on certain economic indicators. the United States.[26] Marxists further argue that welfare states and modern social democratic policies limit the incentive system of the market by providing things such as minimum wages. (August 2010) Critics of the welfare state argue that such a system will make citizens dependent on the system and less inclined to work.[24] and more radios per capita. until the Financial crisis of 2007 2010 which brought a significant fall in GDP.[25]. socialists believe there will be no need for a welfare state. is lower than many welfare states which grow from a lower base and may benefit from recent economic liberalizations. Goodin et al. for which it had been historically used in Germany by Bismarck along with his anti-socialist laws. which has a high commitment to welfare provision.S. However. E. compared to some welfare states.[22] Until the recession of 2008 brought about a significant rise in unemployment in the USA.[23] more personal computers per capita. socialists believe social programs are an attempt to "patch up" the ineffective capitalist market economy. GDP per capita is sometimes 20-30% higher than that of welfare states).[21] compares the United States..Criticisms The examples and perspective in this section may not represent a worldwide view of the subject. Socialists criticize welfare state programs as concessions made by the capitalist class in order to divert the working class and middle class away from wanting to pursue a completely new socialist organization of the economy and society. R. By implementing public or cooperative ownership of the means of production. Please improve this article and discuss the issue on the talk page. with other countries which spend considerably more. with the notable exception of Scandinavian countries. (October 2009) This article's Criticism or Controversy section(s) may mean the article does not present a neutral point of view of the subject. This study claims that on some economic and social indicators the United States performs worse than the Netherlands.

who likewise must take care of them. 2010. and thus is a violation of his property rights or his liberty.2% of GDP in 2007)[31]. but that as a matter of opinion has been expanded to provide a larger number of people with more money than the country can ideally afford. English political writer Hilaire Belloc makes his case for the natural instability of pure capitalism and discusses how (as he believes) attempts to reform capitalism will lead almost inexorably to an economy where state regulation has removed the freedom of capitalism and thereby replaced capitalism with what he calls the Servile State. Some feel that this argument is demonstrably false: the benefits system in the UK provides individuals with considerably less money than the national minimum wage. goods. the only solution being a socialist economic system. the welfare state may leads to a kind of serfdom where one group works to support another group that does not work. the Servile State shares with ancient slavery the fact that positive law (as opposed to custom or economic necessity by themselves) dictates that certain people will work for others. Ergo. According to Belloc. A third criticism is that the welfare state allegedly provides its dependents with a similar level of income to the minimum wage. even though assistance is only legally available to those unable to work. Critics argue that fraud and economic inactivity are apparently quite common now in the United Kingdom and France[ itation needed]. such as accommodation costs which usually make the overall benefits much higher than basic figures show. Some c conservatives in the UK claim that the welfare state has produced a generation of dependents who. rely solely upon the state for income and support. services.[29][30] A fourth criticism of the welfare state is that it results in high taxes. resulting in capitalists have little incentive to invest.[citation needed] In April. taxing profits and reducing the reserve army of labor. This is usually true. although people on welfare often find that they qualify for a variety of benefits. including benefits in-kind. . in essence.[27] Another criticism characterizes welfare as theft of property or forced labor (i. according to Belloc. social welfare policies cripple the capitalist system and its incentive system. wherein every human being owns his body. and owns the product of his body's labor (i. even if the mechanism was legally established by a democratically elected assembly.unemployment insurance. It follows that the removal of money by any state or government mechanism from one person to another is argued to be theft of the former person's property or a requirement to perform forced labor for the benefit of others. or money).e. This criticism is based upon the classical liberal human right to obtain and own property. land. The welfare state in the UK was created to provide certain people with a basic level of benefits in order to alleviate poverty. instead of working. as evidenced by places like Denmark (tax level at 48.[28] In his book. The Servile State.9% of GDP in 2007)[31] and Sweden (tax level at 48.e. slavery). the Associated Press reported that 47% of US households will pay no federal income taxes at all for 2009.

Professors Louis Kaplow and Steven Shafell published two papers. Anything which is supplied free at the point of consumption would be subject to artificially high demand. without recourse to state authority.A fifth criticism of the welfare state is the belief that welfare services provided by the state are more expensive and less efficient than the same services would be if provided by private businesses. fairly generally. arguing that any social policy based on such concepts as justice or fairness would result in an economy which is Pareto inefficient. In 2000. it creates dependence to the state. Some socialist anarchists believe that while social welfare gives a certain level of independency from the market and individual capitalists. which is the institution that. according to Noam Chomsky.[33] . The most extreme criticisms of states and governments are made by anarchists. Nonetheless. whereas resources would be more properly allocated if provision reflected the cost. supports and protects capitalism in the first place. according to this view. who believe that all states and governments are undesirable and/or unnecessary."[32] Some socialist anarchists believe in stopping welfare programs only if it means abolishing government and capitalism as well. on so-called 'welfare state measures'" and "Anarchists propose other measures to deal with these problems. "social democrats and anarchists always agreed.

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