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Cartaz AFRO IND Mapa

Cartaz AFRO IND Mapa

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FRANCESA

COSTA DO SERRA LEOA MARFIM

Mário Yoshida

África Antiga
I. Madeira I. Canárias C. Bojador
Trópico de Câncer

África – Demarcação de Fronteiras (1885, 1895, 1914 e 1924)
Mário Yoshida

ÁFRICA
MAR
40°E

África – demarcação de fronteiras (1885, 1895, 1914 e 1924)
ANGOLA MOÇAMBIQUE ÁFRICA SUDOESTE TRANSVAAL

OCEANO ATLÂNTICO

ESTADO LIVRE WITU DO CONGO

Equador

PORTUGUESA

OURO

GUINÉ ESPANHOLA

SULTANATO DE ZANZIBAR

OCEANO ÍNDICO

CONGO FRANCÊS

OCEANO ATLÂNTICO

CABINDA

ESTADO LIVRE DO CONGO

ORIENTAL BRITÂNICA

Equador

ANGOLA

ÁFRICA ÍNDICO ORIENTAL ZANZIBAR ALEMÃ ÁFRICA CENTRAL BRITÂNICA MOÇAMBIQUE

OCEANO

MADAGASCAR
SUAZILÂNDIA ZULULÂNDIA NATAL
Trópico de Capricórnio

ÁFRICA SUDOESTE

CIA. BRITÂNICA SUL-AFRICANA

MADAGASCAR
Trópico de Capricórnio

COLÔNIA DO CABO BASUTOLÂNDIA

BECHUANALÂNDIA BRITÂNICA

COLÔNIA DO CABO

REP. DA ÁFRICA DO SUL SUAZILÂNDIA NATAL BASUTOLÂNDIA

ESTADO LIVRE DE ORANGE

Ceuta

TOGOLÂNDIA

Aoulil Dyolof

IMPÉRIO SONGHAI
er

Rio Ni lo

YATENGA OUAGADUGU MAMPURSI DAGOMBA Equador

MA DA GA S

São Tomé e Príncipe

Rio

Congo

KITARA

Mogadíscio Melinde Mombaça Zanzibar OCEANO
Lago NIassa

ÁFRICA SUDOESTE

MADAGASCAR TRANSVAAL
SUAZILÂNDIA ZULULÂNDIA NATAL
Trópico de Capricórnio

OCEANO ATLÂNTICO

SUL-AFRICANA ÁFRICA REP. DA SUDOESTE

Lago Vitória

Fonte: DUBY, Georges. Grand atlas historique. Paris: Larousse, 2008. p. 258.

OCEANO ATLÂNTICO Estados vassalos do Império Otomano Deserto Floresta

LOANGO KAKONGO Luanda CONGO

COLÔNIA DO CABO BASUTOLÂNDIA

BECHUANALÂNDIA BRITÂNICA

ANGOLA COLÔNIA DO CABO

ÁFRICA DO SUL SUAZILÂNDIA NATAL

SULTANATO DE ZANZIBAR

Trópico de Capricórnio

OCEANO ATLÂNTICO

CABINDA

ÁFRICA SUDOESTE

BECHUANALÂNDIA

SUAZILÂNDIA

KOUBA LUNDA

MOÇAMBIQUE BASUTOLÂNDIA

ESTADO LIVRE DE ORANGE

LUBA

Lago Tanganica

Kilwa

ÍNDICO

NDONGO

ZonaAR livre trânsito M de 40 °E MARROCOS ESP. ME estabelecidaITpela Ata de Berlim D E
0°∞

Grã-Bretanha

MARAVI MONOMOTAPA Tete

MARROCOS

TUNÍSIA

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MARROCOS ESP. MARROCOS

0°∞

MAR

ÁFRICA SUDOESTE
ME

MADAGASCAR
Trópico de Capricórnio

Mandato TRANSVAAL 40 °E Francês SUAZILÂNDIA
DCOLÔNIA ITERR ÂNEO
ZULULÂNDIA NATAL

Espanha

SUL-AFRICANA ÁFRICA REP. DA SUDOESTE ÁFRICA Mandato Belga DO SUL

CIA. BRITÂNICA

UNIÃO BASUTOLÂNDIA DA ÁFRICA DO SUL

MADAGASCAR
SUAZILÂNDIA
Trópico de Capricórnio Alemanha

LUNDU Sofala Sena

Moçambique

ARGÉLIA
RIO DE OURO

1914
Trópico de Cânce r

Autogoverno turco
RIO DE OURO

TUNÍSIA

Herero
Trópico de Capricórnio

TOGOLÂNDIA

Ataque do Império Songhai por marroquino (1591) Rotas do comércio transsaariano Sultanatos árabes Possessões europeias Espanhol Português

Zimbábue KALAHARI Hottentots

CA

DA GA S

SUAZILÂNDIA

Trópico de Capricórnio

Trópico de Capricórnio

Conexão Editorial

Conexão Editorial

Famílias Linguísticas Indígenas Famílias Linguísticas Indígenas
70° 60° 50°

40°

OCEANO ATLÂNTICO

Equador

10°

Após 1530, os indígenas passaram a ser responsabilidade ÁFRICA BECHUANALÂNDIA ÁFRICA BECHUANALÂNDIA SUDOESTE SUDOESTE da Igreja católica, que tinha como objetivo SUAZILÂNDIA SUAZILÂNDIA catequizá-los. Nesse processo “civilizatório”, os UNIÃO BASUTOLÂNDIA UNIÃO BASUTOLÂNDIA traços culturais indígenas começaram a ser apagados, DA ÁFRICA DA ÁFRICA LEGENDA DO SUL DO SUL suas línguas foram substituídas e suas formas de organização Mandato Francês Zona de livre trânsito Espanha Mandato Belga Grã-Bretanha estabelecida pela Ata de Berlim social, abandonadas. Ao longo de toda nossa história colonial, Estado Livre do Congo Autogoverno turco Mandato Britânico Itália o indígena esteve ou na ponta da espada dos colonizadores, que o via como mão de obra para os engenhos e cidades, ou sob o processo Há cerca de 40 mil anos, povos vindos Portugal da Alemanha França Bélgica LEGENDA civilizatório da Igreja. No início do século XIX, o Brasil se consolidou Ásia se distribuíram pelo continente, desenvolvendo Mandato Francês Zona de livre trânsito Espanha Mandato Belga Grã-Bretanha como nação. Nesse processo, a imagem do indígena foi apropriada pela estabelecida pela Ata de Berlim diferentes formas de organização social. Eles alcançaram literatura, mas autores como José de Alencar e Gonçalves de Magalhães não Estado Livre do Congo Autogoverno turco Mandato Britânico Itália níveis de sofisticação nunca vistos na Europa e estabeleceram representavam o nativo como um indivíduo real e sim como um ser ideal, com A demarcação de fronteiras acabou unindo grupos étnicos diferentes, cada um com uma culturas riquíssimas que, apesar de distintas entre si, podem Alemanha costumes que não eram os seus e longe de suas tradições. França Portugal Bélgica organização espacial, leis e costumes próprios. A aglutinação desses grupos desestruturou-se ser agrupadas segundo as línguas que falam e os muitos traços Durante o século XX os indígenas continuaram vítimas da ganância. Fazendeiros por completo. culturais que dividem. interessados em expandir suas propriedades em áreas ocupadas por tribos partiam para o confronto armado direto, massacrando aldeias inteiras. Os Tupi apresentam variação entre as diversas nações que os compõem, A demarcação de fronteiras acabou unindo grupos étnicos diferentes, cada um com uma Hoje, vivem no território brasileiro cerca de 460 mil indígenas, em 225 sociedades como os Guarani e os Tembé, e fazem parte das primeiras levas a organização espacial, leis e costumes próprios. A aglutinação desses grupos desestruturou-se outros quase 200 mil indivíduos em cidades, havendo grupos reconhecidas, e ocuparem a América do Sul e, por isso, foram os primeiros a fazer contato por completo. que ainda não foram contatados. com os portugueses, no século XVI. Os Jê foram os últimos grupos a ocupar A partir da década de 1940, surgiram iniciativas com o objetivo de recuperar a região. Os diversos povos dessa família, como os Xavante e os Bororo, o legado indígena e proteger as tribos remanescentes, como a criação da trouxeram a prática do cultivo do milho e do feijão. Pelo hábito de perfurarem primeira reserva indígena, o Parque Indígena do Xingu, e, em 1967, da o lábio inferior e as orelhas com ornamentos de madeira conhecidos como Fundação Nacional do Índio (Funai), que passou a definir as políticas botoques, foram chamados de botocudos. de proteção às comunidades indígenas. Atualmente, diversas organizações não governamentais lutam pela preservação da Os Karib geralmente vivem em tribos pequenas e criam laços de cultura e da história e pela aplicação de leis criadas com parentescos fortes em torno do líder fundador da aldeia. Agricultores o intuito de oferecer aos povos indígenas espaços e caçadores, esses povos, como os Arara e os Katuena, vivem e meios para o exercício da cidadania sem nas regiões mais interioranas do Brasil e foram contatados descaracterizar sua cultura.
CA MA

Reservas Indígenas Atuais

Trópico de Capricórnio

Os Povos da América

OCEANO PACÍFICO
Trópico de C apricórn io
Fonte: SIMIELLI, M. Elena. Geoatlas. São Paulo: Ática, 2006.

20°

LEGENDA Tupi Jê Aruaque Karib Cariri

somente no século XVII. O primeiro contato entre indígenas e europeus, apesar de ter parecido amistoso, foi responsável pela morte de milhares de nativos, em consequência das doenças trazidas pelos colonizadores.

MA

DA GA

DO SUL

DA GA S

Trópico de Capricórnio

SC

UNIÃO BASUTOLÂNDIA DA ÁFRICA DO SUL

COMORES ANGOLA RODÉSIA NIASSALÂNDIA UNIÃO BASUTOLÂNDIA DO NORTE DA ÁFRICA DO SUL RODÉSIA MOÇAMBIQUE

ANGOLA

RODÉSIA MOÇAMBIQUE DO SUL

AR

RODÉSIA DO NORTE

NIASSALÂNDIA

Fonte: África. Madri: Edições Del Prado.

40°L

INDÍGENAS
MA

MA

ÁFRICA BECHUANALÂNDIA SUDOESTE

OCEANO ATLÂNTICO

CABINDA

DA GA

SC

(Para debate em classe, adapte a linguagem destas propostas ao nível de seus alunos.)

COMORES

Fonte: África. Madri: Edições Del Prado.

CABINDA

TOGOLÂNDIA

As colonizações da África e da América ocorreram em um mesmo período histórico. Pesquise e compare a colonização portuguesa no Brasil com o processo de colonização europeia da África. Comente sobre o tratamento dado às diferentes populações nativas nos dois casos e à exploração diferenciada dos recursos naturais nos dois continentes.

Atividade 1

Estado Livre do Congo Mandato Britânico A demarcação de fronteiras acabou unindo grupos étnicos diferentes, cada um com uma organização Autogoverno turco costumes próprios. A aglutinação desses grupos desestruturou-seItália completo. espacial, leis e por
SUDÃO ANGLOEGÍPCIO
ERITREIA

LÍBIA

ARGÉLIA
0°∞

DO CABO BASUTOLÂNDIA Mandato Britânico
LÍBIA REINO DO EGITO
R MA

LEGENDA Estado 1924 Livre do Congo
r Trópico de Cânce

EGITO

Zona de livre trânsito estabelecida pela Ata de Berlim
MARROCOS ESP.
0°∞

BECHUANALÂNDIA BRITÂNICA

Itália

COLÔNIA DO CABO

NATAL

Bélgica França
Espanha Mandato Belga

ESTADO LIVRE DE ORANGE

Grã-Bretanha
40 °E

BASUTOLÂNDIA

Portugal

Mandato Francês

GÂMBIA GUINÉ PORTUGUESA

1914 1924 ARGÉLIA ARGÉLIA A África é o terceiro GÂMBIAGUINÉ mais extenso (depois da Ásia e das Américas) e o segundo mais continente REINO Atividade 2 LÍBIA DO RIO DE IMPÉRIO SOMALILÂNDIA RIO COSTA COSTA ÁFRICA populoso da TerraIMPÉRIO SOMALILÂNDIA com cercaDEde 900 milhões de pessoas. O continente africano é também o mais pobre: dos trinta LÍBIA (depois da Ásia) PORTUGUESA NIGÉRIA EGITO OURO A África livre foi o berço da humanidade e de muitas DA DA SERRA LEOA SERRA OURO LEOA DO DO EQUATORIAL OURO OURO ETIÓPIA países mais pobres do mundo (com mais problemas de subnutrição, analfabetismo, baixaETIÓPIA expectativa de vida etc.), pelo menos 21 são africanos. LIBÉRIA LIBÉRIA civilizações culturalmente diversas e ricas. com uma A demarcação de fronteiras acabou unindo grupos étnicos diferentes, cada umCompare a situação CAMARÕES SOMÁLIA SOMÁLIA CAMARÕES O subdesenvolvimento, os conflitos entre povos e as desigualdades sociais internas são o resultado das modificações introduzidas pelos colonizadores europeus, a ITALIANA ITALIANA GUINÉ GUINÉ UGANDA UGANDA ÁFRICA das populações africanas livres com a dos africanos depois de Equador Equador ÁFRICA ESPANHOLA ESPANHOLA organização espacial, leis e costumes ORIENTAL ERITREIA ERITREIA SUDÃO QUÊNIA SUDÃO maior das quais foi transformar o continente todo em uma imensa áreaOCIDENTAL FRANCESA produtora de matérias-primas. Essa situação desastrosa foiÁFRICA OCIDENTALpelos países ocidentais e pelo próprios. A aglutinação desses grupos desestruturou-se incentivada FRANCESA GÂMBIA GÂMBIA BRIT. CONGO CONGOANGLORUANDAcinco séculos de dominação europeia (três séculos de escravidão OCEANO OCEANO ANGLOÁFRICA NIGÉRIA BELGA BELGA porGUINÉ completo. URUNDI bloco socialista durante a guerra fria, pois todo GUINÉ o mundoCOSTA DO NORTEmatérias-primas africanas para estimular o seu próprio desenvolvimento. desejava as EQUATORIAL EGÍPCIO IMPÉRIO SOMALILÂNDIA EGÍPCIO IMPÉRIO ÍNDICO ÍNDICO PORTUGUESA PORTUGUESA COSTA ÁFRICA SOMALILÂNDIA ÁFRICA absoluta e dois de exploração econômica). NIGÉRIA TANGANICA OCEANO OCEANO DO DA DA NIGÉRIA SERRA LEOA SERRA LEOA FRANCESA DO EQUATORIAL ORIENTAL As instituições financeiras internacionais, por sua vez, evitaram investir na África e eternizaram a falta de condições em termosOURO saúde e educação, de DO SUL ATLÂNTICO ATLÂNTICOOURO ETIÓPIA ETIÓPIA ALEMÃ LIBÉRIA LIBÉRIA (Para debate em classe, adapte a linguagem CAMARÕES SOMÁLIA SOMÁLIA ANGOLA mantendo as populações sem capacidade para evitar a fome, resolver seus conflitos e promover o desenvolvimento. CAMARÕES ANGOLA destas propostas ao nível de seus alunos.) ITALIANA RODÉSIA RODÉSIA GUINÉ GUINÉ NIASSALÂNDIA NIASSALÂNDIA ÁFRICA ITALIANA
ÁFRICA OCIDENTAL FRANCESA
NIGÉRIA DO NORTE NIGÉRIA DO SUL ÁFRICA EQUATORIAL FRANCESA

TUNÍSIA MARROCOS ÁFRICA OCIDENTAL FRANCESA

MARROCOS ESP.

MAR

40°E

MAR

ME

DITE RR

ÂNEO

SUDÃO ANGLOEGÍPCIO EGITO

ERITREIA

Portugal MARROCOS

TUNÍSIA

ME

DITE RR

ÂNEO França

Alemanha
r

Bélgica

Trópico de Cânce

r

Trópico de Cânce

CABINDA

RODÉSIA MOÇAMBIQUE DO SUL

ÁFRICA SUDOESTE

CONGO RODÉSIA BELGA DO SUL

ÁFRICA BECHUANALÂNDIA ORIENTAL ALEMÃ SUAZILÂNDIA

OCEANO ÍNDICO

AR

DO NORTE

ESPANHOLA

DO NORTE

R

UGANDA

ORIENTAL BRIT. MOÇAMBIQUE

Equador

ESPANHOLA

UGANDA

OCEANO ATLÂNTICO

CABINDA

CONGO BELGA

QUÊNIA

Equador

RUANDAURUNDI
TANGANICA

OCEANO ÍNDICO

R

Fonte: Site da FUNAI.

30°

Pano

Escolha um dos grupos indígenas existentes no Brasil e aponte as mudanças e permanências culturais que ocorreram com esse grupo após a colonização. Descreva como foi a interação desse grupo indígena com os diversos grupos de invasores (colaboração ou enfrentamento) e como essas interações afetaram seu modo de vida de modo positivo ou negativo.
(Para debate em classe, adapte a linguagem destas propostas ao nível de seus alunos.)

Atividade 1

Procure em jornais, em revistas, em livros e na internet as mais variadas informações atuais sobre os indígenas brasileiros. Quais situações envolvendo tribos indígenas são divulgadas nos meios de comunicação? Como os indígenas são vistos? Que opiniões os articulistas acrescentam às notícias?
(Para debate em classe, adapte a linguagem destas propostas ao nível de seus alunos.)

Atividade 2

Tucano

A Constituição Federal do Brasil garante ao indígena uma série de direitos, como, por exemplo, o artigo 231: “São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.” Pesquise sobre outros direitos dos indígenas e faça um comparativo entre o que a Constituição Brasileira garante como direito e a situação real dos indígenas atualmente.
(Para debate em classe, adapte a linguagem destas propostas ao nível de seus alunos.)

Atividade 3

Grupos isolados ou não classificados em famílias

MA DA GA S

Elmina Fernando Pó

Gallas

MOÇAMBIQUE

MOÇAMBIQUE ESTADO LIVRE OCEANO WITU CIA. BRITÂNICA DO CONGO ÍNDICO MADAGASCAR

RODÉSIA ESTADO LIVRE ÁFRICA ÍNDICO DO CONGODO SUL ÁFRICA BECHUANALÂNDIA ORIENTAL ZANZIBAR SUDOESTE ALEMÃ ÁFRICA de Capr Trópico icórnio SUAZILÂNDIACENTRAL ANGOLA BRITÂNICA UNIÃO BASUTOLÂNDIA DA ÁFRICA MOÇAMBIQUE DO SUL

RODÉSIA MOÇAMBIQUE DO SUL

Trópico de Capricórnio

CA R

CA R

BENIN

KOROROFA

ADAL

Lagos

KAFFA

ANGOLA

GUINÉ FRANCESA

COSTA DO SERRA LEOA MARFIM

ANGOLA CAMARÕES

Equador

ANGOLA

RODÉSIA DO NORTE

NIASSALÂNDIA

Fonte: África. Madri: Edições Del Prado.

MALI

Ouaddai

Darfur

OCEANO ATLÂNTICO

SULTANATO DE ZANZIBAR

COSTA OCEANO DO ATLÂNTICOOURO LIBÉRIA

COSTA DO CABINDA DAOMÉ

ÁFRICA ETIÓPIA SERRA OCEANO LEOA COSTA ORIENTAL DO LIBÉRIA MARFIM ATLÂNTICO ALEMÃ COSTA CAMARÕES COMORES ÁFRICA DO ANGOLA GUINÉ GUINÉ RODÉSIA ORIENTAL NIASSALÂNDIA OURO PORTUGUESA Equador ESPANHOLA DO NORTE BRITÂNICA CONGO FRANCÊS MOÇAMBIQUE OCEANO

DAOMÉCABINDA PROTETORADO DA COSTA DO NÍGER

OCEANO ATLÂNTICO

CABINDA

TANGANICA

Fonte: África. Madri: Edições Del Prado.

R

ig io N

HAUSSA

ETIÓPIA

ESTADO LIVRE WITU DO CONGO

OCEANO ÍNDICO

TOGOLÂNDIA

ESTADO LIVRE DO CONGO

ÁFRICA ÍNDICO ETIÓPIA ORIENTAL ZANZIBAR ALEMÃ ÁFRICA CENTRAL BRITÂNICA

OCEANO

TOGOLÂNDIA

Diara

Agades

Bilma BORNOU

LIBÉRIA
GUINÉ FRANCESA

COSTA DO OURO

COSTA DO DAOMÉ

Lagos
CAMARÕES

ETIÓPIA

Gao

FUNG

COSTA DO SERRA LEOA MARFIM

Equador

DAOMÉ PROTETORADO DA SERRA LEOA COSTA COSTA DO NÍGER DO GUINÉ LIBÉRIA PORTUGUESA MARFIM COSTA CAMARÕES DO GUINÉ GUINÉ OURO PORTUGUESA SENEGAL ESPANHOLA CONGO GÂMBIA FRANCÊS

ETIÓPIA
VE E RM O LH

SOMALILÂNDIA

TOGOLÂNDIA

C. Branco Arguin

Teghazza

GÂMBIA

TOGOLÂNDIA

Idjil

S

A

A

R

A

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MAHDI

SENEGAL

GÂMBIAMARROCOS

Ceuta (ESP.) SENEGAL

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ARGÉLIA
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ME

DITE RR

MAHDI
ÂNEO

40 °E

40 °E
O LH

Mário Yoshida

Túnis Argel TUNÍSIA Melilla ARGÉLIA Mar Mediterrâneo MARROCOS Trípoli Cairo

Oran

A África é o continente habitado há mais tempo e foi lá que a espécie humana surgiu, há 2,5 milhões de anos. O Egito foi o primeiro estado africano, há cerca de 5000 anos, mas outros reinos e cidades-estados evoluíram no continente, ao longo dos séculos. O processo de ocupação territorial, exploração econômica e domínio político da África por potências europeias começa no século XV. Por meio de trocas com alguns chefes locais, os europeus induziram a captura de milhões de africanos, que os exportavam como escravos para vários pontos do mundo. Desenvolveram um negócio próspero e lucrativo que martirizou a África. A escravidão privou o continente africano da melhor parte de sua população – a que se encontrava na idade mais produtiva – durante cinco séculos.

Ceuta (ESP.) MARROCOS

Mellila(ESP)
ARGÉLIA

ME

DITE RR

ÂNEO

1885
Trópico de Cânce r
R MA VE E RM O LH

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ME

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MARROCOS ESP. MARROCOS

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GUINÉ PORTUGUESA

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1895
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r Trópico de Cânce
R MA VE HO EL RM

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0°∞

1914
Trópico de Cânce r
R MA E RM VE

MARROCOS

TUNÍSIA

ME

DITE RR

ÂNEO

0°∞

MAR

RIO DE OURO

LÍBIA
ME

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RIO DE OURO

EGITO

LÍBIA

MAR

REINO DO EGITO

1924
Trópico de Cânce r
R MA E RM VE O LH

ERITREIA

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1885
r Trópico de Cânce

MARROCOS ARGÉLIA TUNES ÁFRICA OCIDENTAL FRANCESA
GÂMBIA GUINÉ RIO DE PORTUGUESA

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EGITO

SERRA LEOA

OURO

MAHDI ÁFRICA ORIENTAL BRITÂNICA

SENEGAL
Equador

LIBÉRIA

COSTA DO OURO

NIGÉRIA DO NORTE NIGÉRIA DO SUL

SUDÃO ANGLOÁFRICA EGÍPCIO EQUATORIAL EGITO
FRANCESA

ERITREIA

1895

ÁFRICA OCIDENTAL FRANCESA
COSTA DO OURO

GÂMBIA

SUDÃO

GUINÉ ESPANHOLA ROYAL NÍGER COMPANY

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MAHDI

IMPÉRIO SOMALILÂNDIA r Trópico de Cânce DA ETIÓPIA
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GÂMBIA GUINÉ PORTUGUESA

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ÁFRICA EQUATORIAL

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IMPÉRIO SOMALILÂNDIA DA ETIÓPIA
QUÊNIA
SOMÁLIA ITALIANA
Equador

UGANDA ÁFRICA

CONGO BELGA

ORIENTAL ERITREIA BRIT.

Equador

ÍNDICO SOMALILÂNDIA

OCEANO

GUINÉ ESPANHOLA

CAMARÕES
UGANDA

CONGO BELGA

RUANDAURUNDI

OCEANO ÍNDICO

Mário Yoshida

0°∞

0°∞

MAR

40 °E

0°∞

MAR

40 °E

0°∞

MAR

40 °E

r Ma Ve elh rm o

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