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Regulamento Geral das Competições da CBF

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REGULAMENTO GERAL DAS COMPETIÇÕES ORGANIZADAS PELA CBF

CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO
ART. 1º - As competições, que envolvam clubes, organizadas pela CBF, reger-se-ão pelas normas gerais estabelecidas neste Regulamento, respeitadas as Normas Especiais peculiares a cada uma delas. § Único - O disposto neste Regulamento não se aplica às competições promovidas pelo Departamento de Categorias Especiais da CBF. ART. 2º - A denominação de cada competição organizada pela CBF constará de suas respectivas Normas Especiais. ART. 3º - As disposições relativas à forma de disputa das competições organizadas pela CBF, previstas nas Normas Especiais de cada competição não poderão ser alteradas após o início da competição. ART. 4º - Para uma associação disputar as competições organizadas pela CBF, é indispensável que satisfaça as condições previstas nas normas vigentes. ART. 5º- As associações que tenham concordado em participar de quaisquer competições organizadas pela CBF reconhecem a Justiça Desportiva como instância definitiva para resolver as questões entre si ou entre elas e a CBF. § Único - A associação que não cumprir o disposto neste artigo, ou que se valer de decisões estranha à Justiça Desportiva ficará automaticamente alijada das competições organizadas pela CBF, quaisquer que sejam elas, sem prejuízo das sanções previstas nas normas da CBF, da CONMEBOL e da FIFA, sendo o fato, de imediato, comunicado a CONMEBOL e à FIFA.

CAPÍTULO II
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DO TROFÉU E DOS TÍTULOS
ART. 6º - A nomenclatura e as normas com relação aos troféus e títulos constarão das Normas Especiais de cada competição.

CAPÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO, TABELA, LOCAL DE JOGOS E CONTAGEM DE PONTOS
ART. 7º - Todos os jogos das competições serão realizados em estádios aprovados pelas autoridades governamentais competentes e pela Federação em cujo território estejam localizados. § Único - Os estádios utilizados pelas associações durante as competições, deverão atender as exigências técnicas e de segurança. ART. 8º - Em todas as competições, as datas, horários e locais, constantes na tabela, poderão sofrer alterações: I) II) por determinação do Departamento Técnico da CBF; por acordo entre as associações disputantes, desde que não resulte em prejuízo de terceiros e que seja homologado pelo Departamento Técnico da CBF; em nenhuma hipótese haverá inversão do mando de campo.

III)

§ Único – A mudança do local de uma partida de um Estado para outro Estado, além dos requisitos dos itens II e III, só será possível se houver autorização do Presidente da Federação a que pertencer a Associação mandante e aquiescência do Presidente da Federação para onde se pretende realizar a partida, tudo com antecedência mínima de 10 (dez) dias. ART. 9º - As datas das partidas das competições organizadas pela CBF prevalecerão sobre quaisquer campeonatos ou torneios, salvo autorização expressa da CBF. § Único – O fato de uma ou mais equipes terem atletas convocados para as Seleções Brasileiras de Futebol, não assegurará o direito de alterar as datas das partidas. ART. 10 - As competições serão regidas pelo sistema de pontos ganhos, observando-se os seguintes critérios:
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deste artigo. dando ciência da decisão aos representantes das associações interessadas e ao árbitro da partida. realizarem jogos amistosos. observando que o mesmo deverá estar localizado. observando o disposto no art. 13 . conforme o estabelecido neste artigo.Competirá ao Departamento Técnico da CBF: I) II) III) elaborar as tabelas das competições. 3 . IV) V) § Único – A associação apenada com a perda do mando de campo.01 (um) ponto. entendendo-se como aprovados os que não forem objeto de restrições. em virtude de mau tempo ou por outro motivo de força maior. determinar a perda do mando de campo.Qualquer partida. ART. no mesmo horário e local. § 1º .I) II) por vitória . designando datas. 12 . indicado pelo Departamento Técnico da CBF. 11 . os jogos. 46. salvo determinação em contrário do Departamento Técnico da CBF. de ordem técnica. horários e locais das partidas. à vista das súmulas e dos relatórios dos árbitros. no curso destas. ART. tomar providências. em pelo menos. por empate . CAPÍTULO IV DO ADIAMENTO E DA SUSPENSÃO DAS PARTIDAS ART. decidir sobre os pedidos das associações participantes das competições para. aprovar.03 (três) pontos. necessárias à organização das competições. poderá ser adiada pelo Delegado da CBF. 150 km de sua sede. terá o estádio. ficará marcada para o dia seguinte. desde que este o faça até 02 (duas) horas antes do seu início.Quando a partida for adiada pelo Delegado da CBF. onde a partida será realizada. conforme o nº V. ou não.A forma de disputa e todos os demais assuntos específicos constarão das Normas Especais de cada competição.

no prazo de 24 (vinte e quatro) horas antes do início da partida. ganhadora. um relatório minucioso dos fatos. pelo escore de um a zero (1 x 0). que torne a partida impraticável ou perigosa.Nos casos previstos nos incisos deste artigo.Uma partida só poderá ser adiada. após 30 (trinta) minutos. poderá estender o prazo por mais 30 (trinta) minutos. Em caso de impedimento. acerca do adiamento. se era perdedora. será ela declarada perdedora. 5) procedimento contrário à disciplina por parte dos componentes das associações e / ou de suas torcidas. 14 . assim se procederá: 1) se a associação que houver dado causa à suspensão era na oca sião desta. fazendo chegar à CBF. a associação que houver dado causa à suspensão será declarada perdedora.O árbitro é a única autoridade para decidir. 2) se a partida estiver empatada. a partida interrompida poderá ser suspensa em definitivo se não cessarem.§ 2º . Ocorrendo o previsto nas alíneas 1.Quando a partida for suspensa por qualquer dos motivos previstos nos incisos deste artigo. 4 . com a maior urgência. interrompida ou suspensa quando ocorrerem os seguintes motivos: 1) falta de garantia. ART.O Delegado da CBF será o Presidente da Federação a qual couber a organização da partida. conforme designação sua. 2) § 3º . a partir de 02 (duas) horas antes do horário previsto para o início da partida. os motivos que deram causa a interrupção. 4) conflitos ou distúrbios graves. suas atribuições serão exercidas por um representante. suspender a partida em definitivo mesmo que o chefe do policiamento ofereça garantias. 4 e 5 do § 1º. o árbitro poderá a seu critério. a respeito da interrupção ou suspensão definitiva de uma partida. a adversária será vencedora prevalecendo o resultado constante do placar. pelo escore de um a zero (1 x 0). 3) falta de iluminação adequada. a ser comunicada à CBF. no momento da suspensão. § 1º . 1) Se o árbitro entender que o motivo que deu origem a paralisação da partida poderá ser sanado após os 30 (trinta) minutos previstos. 2) mau estado do campo. bem como. § 2º . no campo ou no estádio. no campo.

As partidas depois de iniciadas e que forem suspensas em definitivo. caberá ao Departamento Técnico da CBF marcar nova data para sua realização. § 1º . § 4º . ouvidas as associações interessadas. até o termino do 29º (vigésimo nono) minuto do 2º tempo. § 3º . prevalecendo o placar. dela podendo participar os atletas relacionados na súmula da partida suspensa. decidirá se a complementação da partida será realizada com portões abertos ou fechados.O pedido de impugnação à validade da partida ou de seu resultado será dirigido ao órgão competente da Justiça Desportiva. desde que nenhuma das associações tenha dado causa ao encerramento.O Departamento Técnico da CBF verificando que uma associação incluiu na relação. pelos motivos constantes dos incisos 1 à 5 do § 1º do artigo 14. atletas sem condição legal.As partidas não iniciadas e as que forem suspensas até o término do primeiro tempo. em data a ser marcada pelo Departamento Técnico da CBF. 15 . 16 – O pedido de impugnação da validade da partida ou de seu resultado será processado perante a Justiça Desportiva. desde que nenhuma das associação haja dado causa ao adiamento ou à suspensão em definitivo. do 2º tempo. desde que nenhuma associação tenha dado causa à suspensão. pelos motivos enunciados nos incisos do § 1º do artigo 14. CAPÍTULO V DA IMPUGNAÇÃO DA VALIDADE DA PARTIDA ART. serão complementadas no dia seguinte e caso tais motivos persistirem. efetuado o 5 . inclusive entre os substitutos. e dela poderão participar todos os atletas que tenham condições de jogo na data marcada para a realização da nova partida. exceto os que nela tiverem sido expulsos ou que tenham completado o número limite de cartões amarelos ou aqueles que foram substituídos. serão consideradas encerradas.A CBF. aos 30 (trinta) minutos ou após.Caso a partida não iniciada não possa ser jogada no dia seguinte. 4 e 5 do § 1º do artigo 14. § 2º . por persistirem os motivos que justificarem o adiamento. § 2º . serão jogadas integralmente no dia seguinte se houverem cessado os motivos que a adiaram ou suspenderam definitivamente.As partidas que forem suspensas em definitivo. § 1º .ART. . pelos motivos constantes dos incisos 1. na forma das disposições do CBDF. encaminhará a documentação ao órgão competente da Justiça Desportiva.

00 (um mil reais) e o processo obedecerá às disposições do CBDF.Novos contratados poderão participar desde que tenham seus contratos registrados na CBF. § 3º . § 2º . devendo a Federação no mesmo dia comunicar por fax.O resultado de uma partida em que uma associação for penalizada com a perda de 05 (cinco) pontos. o número do Registro na CBF. § 1º .O recebimento da ficha de inscrição. de acordo com o constante no “caput” deste artigo. o número da carteira expedida pela Federação e a data do término do contrato. telex ou E-mail o pedido à CBF e remetê-lo no dia seguinte. e de acordo com os prazos constantes das Normas Especiais de cada competição. § 3º .As associações remeterão ao Departamento Técnico da CBF uma relação de seus atletas profissionais e não-profissionais.pagamento da taxa de R$ 1. § 1º . não implica em que os atletas tenha condição de jogo se não estiverem regularmente registrados na CBF. 6 . § 4º . CAPÍTULO VI SEÇÃO I DA CONDIÇÃO DE JOGO DOS ATLETAS ART. 17 – As Associações só poderão inscrever para qualquer competição organizada pela CBF os atletas cujos contratos estejam devidamente nela registrados até a data do limite final de inscrição para o respectivo evento.A relação constante do parágrafo 1º do Artigo anterior deverá conter a indicação nominal dos atletas e o nome pelo qual são conhecidos (apelido). quando profissional.A relação deverá ser protocolada na Federação. ART.Somente terão condição de jogo os atletas que estiverem nas condições previstas nas norma legais e regulamentares. de forma datilografada. de acordo com os prazos previstos nas Normas Especiais de cada competição. de acordo com os prazos constantes das Normas Especiais de cada competição. 18 .000. que contenha a assinatura de cada um. não será computado para qualquer efeito.

As associações poderão incluir até 02 (dois) atletas estrangeiros profissionais nos jogos das competições.A assinatura da súmula deverá ser feita. devendo a respectiva Federação adotar o procedimento estabelecido no parágrafo anterior. caso já tenha atuado no campeonato. após se identificarem perante o representante da CBF e um dos componentes da equipe de arbitragem (árbitro. 20 . 301 do Código Brasileiro Disciplinar de Futebol (CBDF). deverá ser protocolada na Federação.Os atletas de cada equipe. 22 . No caso de perda ou extravio. § Único – Até completarem 20 (vinte) anos. § Único . sob pena de aplicação das sanções do art.A identificação será feita pela exibição da carteira expedida pela respectiva Federação. e não participar da partida. desde que como substituto (Regra 3). 04 (quatro) atletas nãoprofissionais poderão participar das partidas das competições.O atleta que assinar a súmula na qualidade de substituto (Regra 3). 18 e seus parágrafos.O atleta inscrito por uma associação não poderá competir por outra. árbitros assistentes ou árbitro reserva). Art. não tenha sido apenado na competição.A comunicação posterior de novos contratados. observando o disposto no Art. 21 . na mesma competição. § 1º . 7 . dentre os relacionados na súmula.Nas partidas das competições é vedada a participação de atletas não-profissionais quando completarem 20 (vinte) anos . deverão assinar a súmula correspondente.§ 2º . no prazo previsto nas Normas Especiais de cada competição. ART. por documento de identidade expedido por órgão público oficial do país. obedecendo as mesmas condições exigidas no parágrafo anterior. ART. primeiramente pelos atletas da associação que tenha o mando de campo. 45 (quarenta e cinco) minutos antes da hora marcada para o início da partida. ART. § 2º . 19 . poderá transferir-se para participar das partidas da mesma ou outra SÉRIE.

tiver um ou mais atletas contundidos. as duas serão declaradas perdedoras pelo escore de 1 x 0 (um a zero).Se uma partida teve início e uma das equipes ficar reduzida a menos de 07 (sete) atletas. ART. sem que o atleta tenha sido reincorporado a sua equipe. 23. findo os quais. 25 . 24 . a equipe adversária estiver vencendo a partida. § Único . 8 .A equipe que ficar reduzida a menos de 07 (sete) atletas. procedendo-se na forma prevista no Parágrafo 3º do Art. a perda da cota da renda que lhe caberia. O resultado da partida será mantido se no momento do encerramento. § 2º . sem prejuízo das sanções previstas neste Regulamento e na legislação disciplinar desportiva.Se o fato previsto no parágrafo anterior ocorrer com ambas as associações. dando causa a suspensão definitiva ou a não realização da partida.Os documentos da partida serão encaminhados ao órgão competente da Justiça Desportiva para verificação da ocorrência de infração disciplinar. Caso contrário. sujeitará a associação respectiva. por quaisquer das associações disputantes. dará o árbitro como encerrada a partida. ART. poderá o árbitro conceder um prazo de até 10 (dez) minutos para o seu tratamento ou recuperação. atuando apenas com 07 (sete) atletas.Nenhuma partida das competições poderá ser disputada com menos de 07 (sete) atletas. perderá ela os pontos para a adversária. a associação regularmente presente será declarada vencedora pelo escore de 1 x 0 (um a zero).SEÇÃO II DO NÚMERO DE ATLETAS ART. § 1º . que será imediatamente recolhida à Tesouraria da CBF.Esgotado o prazo previsto neste artigo. Parágrafo Único . o resultado será de 1 x 0 (um a zero). 23 .Sempre que uma equipe. § 3º .Na hipótese do não atendimento do previsto neste artigo. o árbitro aguardará até 20 (vinte) minutos após a hora marcada para o início da partida.

quando ainda não iniciada a partida. visando facilitar o trabalho da arbitragem CAPÍTULO VIII DA ORDEM E DA SEGURANÇA DAS PARTIDAS ART. observando-se o seguinte: 9 . 26 . observado o disposto quanto ao uso de publicidade.Os atletas serão identificados por numeração obrigatória de 01 (um) a 18 (dezoito).não será necessário o atendimento do transcrito no presente parágrafo. se a associação já indicou seus uniformes. compete: I . 27 . § 3º.Em todas as partidas.À Federação responsável pela organização da partida. usará o uniforme número 01 (um) a associação colocada a esquerda da tabela. salvo acordo entre as associações disputantes. a associação deverá comunicar à CBF. § 2º . crachás e jalecos. esta será efetivada pela associação visitante. enviando desenho ou foto dos uniformes: 1) . e de 12 (doze) a 18 (dezoito) para os substitutos (Regra 3). § 1º . que deverá usar camisas. calções e meiões de cores diferentes do adversário.As associações deverão usar nas competições os uniformes previstos em seus Estatutos.CAPÍTULO VII DO UNIFORME ART. sendo destinados os números de 01 (um) a 11 (onze) para os que iniciarem a partida. além das demais medidas de ordem administrativa e técnica indispensáveis à segurança do espetáculo e à sua normalidade.caso tenha ocorrido alguma alteração nos uniformes. 2).cumprir e fazer cumprir as determinações quanto à limitação de pessoas nos arredores do campo de jogo. permitindo o acesso. Se houver a necessidade de troca de uniforme. por ter o mando de campo. obedecendo o prazo constante deste parágrafo. exclusivamente de credenciados identificados por braçadeiras. conforme o caso.As associações deverão indicar o primeiro e o segundo uniformes de suas equipes até 72 (setenta e duas) horas antes da primeira partida da associação.

bem como pela integridade física dos espectadores e demais pessoas que neles compareçam. num total de 40 (quarenta). antes da hora marcada para o início da partida.providenciar para que o policiamento do campo seja feito exclusivamente por policiais fardados.zelar pelos estádios. num total e 30 (trinta). permanecendo nas áreas especialmente designadas atrás das balizas. sendo expressamente proibida a presença de seguranças de clubes no campo de jogo. com locais adequados em áreas isoladas das cadeiras especiais. no máximo 05 (cinco). repórteres ou qualquer outra pessoa.Compete ao árbitro.observar que. utilização de no máximo 02 (dois) por órgão de divulgação. mais 04 (quatro) pessoas 10 . além dos 07 (sete) atletas suplentes. VI – informar à CBF. II . no máximo 02 (dois) por emissora. 28 . no máximo 01 (um) por emissora. todas as pessoas credenciadas estejam nos locais reservados para sua permanência. ART. b) se repórter de campo.providenciar para que. c) se operador de equipamento de transmissão. III . IV . 15 (quinze) dias antes do início das competições. para o credenciamento e fiscalização de acesso dos profissionais escalados para cada partida.fazer convênios com as associações de classe representativas de fotógrafos. II . repórteres ou jornalistas.Durante as partidas.providenciar para que todos os estádios sejam equipados com tribunas de imprensa ou. na falta delas. Art. para o trabalho dos jornalistas especializados. só poderão estar. somente os atletas e os árbitros poderão permanecer dentro do campo de jogo. ficando responsável ainda por quaisquer danos que lhes forem causados. d) se fiscais ou representantes da Federação local. atendidas as peculiaridades do local da partida. aos árbitros assistentes e árbitro reserva.a) se fotógrafo ou cinegrafista. ainda em relação à normalidade das competições: I . no local designado ao banco de reservas. V . sendo proibida a entrada de dirigentes. os impedimentos à utilização dos estádios para as partidas em sua jurisdição. 29 .

providenciar com a devida antecedência. As bolas deverão ser devolvidas. 01 (um) médico e 01 (um) massagista ou enfermeiro.credenciadas pelas associações disputantes: 01 (um) treinador. sendo 01 (uma) atrás de cada meta.não iniciar as partidas se não forem rigorosamente cumpridas as disposições contidas no presente regulamento. abaixo relacionados: a) maleta de primeiros socorros. ao clube mandante do jogo. É proibida a presença de dirigentes no banco de reservas. rigorosamente. c) material adequado a ser utilizado para remover atletas com suspeita de fratura da coluna. da International Board.manter no local da partida. que deverá obedecer. III . até o seu final. em conformidade com o disposto na Regra II da International Board. as disposições da Regra I.utilizar 06 (seis) gândulas com idade até 15 (quinze) anos. o material e os equipamentos de primeiros socorros. bem como a colocação das redes da meta. no final do jogo. Caso a CBF não defina a marca da bola a ser usada.providenciar para que. 07 (sete) bolas novas da marca determinada pela CBF. IV .Os delegados dos jogos estão obrigados a proporcionar todas as garantias para o fiel cumprimento destas instruções. reservando-se a CBF a qualquer tempo o direito de fazê-lo. 11 . III . caberá a Federação a qual a associação detentora do mando de campo fizer parte efetuar a definição.manter no local das competições. IV . 02 (duas) em cada lado do campo e 01 (uma) em jogo. d) 04 (quatro) sacos de areia de 30 x 14 cm para imobilização do pescoço e extremidades. aos 13 (treze) minutos de intervalo. com o tamanho suficiente para transportar um atleta deitado. 30 . ou transporte semelhante. e) ambulância. a marcação do campo do jogo. especialmente treinados para a reposição de bola.Compete à associação que tiver mando de campo: I . ART. b) maca portátil de campanha. 31 . os atletas de ambas as equipes se apresentem para o segundo tempo da partida. 01 (um) preparador físico. ART. II .

entre os pertencentes à Comissão de Árbitros da CBF e à Federação. depois de suas identificações. comunicando. já se encontrarem na sede onde a partida será realizada. por ofício.O árbitro só dará início à partida. telex. árbitros assistentes e árbitro reserva designados pela Comissão de Arbitros da CBF.O árbitro e os árbitros assistentes designados para uma partida deverão 5 (cinco) horas antes do horário previsto para seu início. árbitros assistentes e árbitro reserva será feita pela Comissão de Árbitros da CBF. exclusivamente. Parágrafo único . obrigatoriamente. caberá ao Delegado da CBF. a iniciativa da designação do árbitro e dos árbitros assistentes substitutos. 34 . ART. Caso a comunicação não seja efetuada. ao se apresentarem para o exercício de suas funções. que serão escolhidos. através do árbitro reserva. 12 . § 2º . ART. telegrama. o equipamento na forma estabelecida pela Comissão de Árbitros da CBF. deverão estar regularmente uniformizados e conduzindo. dentre os pertencentes à Listas de Árbitros da CBF e à Federação local.Nenhuma partida deixará de ser realizada pelo não comparecimento do árbitro. comunicar ao Delegado da CBF.A indicação do árbitro.A apresentação . após cientificar as associações interessadas. em tempo hábil. telefone ou fax. invalida a designação mencionada no parágrafo anterior. 35 – A Comissão de Árbitros da CBF dará ciência da designação do árbitro. § 1º . 36 . dos árbitros assistentes e árbitro reserva.CAPÍTULO IX DA ARBITRAGEM ART. 33 . para que a partida se efetue.A arbitragem das partidas das competições ficará a cargo dos árbitros pertencentes à Lista de Árbitros da CBF.Competirá ao Delegado da CBF providenciar os substitutos. 32 . dos árbitros assistentes e árbitro reserva às Federações onde os mesmos exerçam suas funções. após verificar pessoalmente terem os atletas das equipes disputantes assinado a súmula da partida. ART. horário e associações participantes. local. ART. aprovada anualmente pela Diretoria da CBF. no local da partida. Parágrafo único .Os árbitros da Listas de Árbitros da CBF. do árbitro.

a relação dos atletas que tenham cometido falta disciplinar. 39 . está sujeito ao exame de controle da dopagem.O árbitro que deixar de observar os artigos 36 e 37 estará automaticamente impedido de atuar em qualquer outra partida da competição. pelo Departamento Técnico da CBF ou pelo órgão da Justiça Desportiva. ART. fornecidos pela CBF.O árbitro deverá anexar à súmula as relações apresentadas pelas associações contendo as escalações das equipes. 38 . que por sua vez.não serão considerados o envio ou a entrega de relatórios extras após as súmulas terem sido protocoladas na CBF. ou enviá-los por SEDEX diretamente ao Departamento Técnico da CBF no dia seguinte à partida. I .O árbitro da partida. 37 . na sua Federação. O exame terá seu custo deduzido da renda bruta da partida.o árbitro ou quem por ele for designado. ao capitão de cada equipe.O árbitro fica proibido de iniciar ou reiniciar a partida em estádios que tenham cronômetros ostensivos em funcionamento. dentro de 24 (vinte e quatro) horas. independentemente das sanções previstas na legislação desportiva. em modelos próprios.§ Único . na súmula. CAPÍTULO X DA REPRESSÃO À DOPAGEM ART. ART. 40 . os remeterá à CBF. integral ou parcialmente.Qualquer atleta que tenha disputado a partida. entregará após o término da partida. o árbitro deverá elaborar a súmula e seus relatórios técnico e disciplinar. salvo se disserem respeito a fatos ocorridos após a saída do árbitro de seu vestiário. ART. § Único . após colher suas assinaturas. observadas as normas da legislação em vigor.Logo após a realização da partida. no local destinado aos atletas expulsos. em envelopes fechados e lacrados. sem abri-los. e entregá-los no primeiro dia útil após a realização da partida. II . 13 . ou se solicitado pela Comissão de Árbitros da CBF. ao expulsar um atleta do banco de suplentes deverá relacioná-lo.

assim como das Normas Especiais de cada competição organizada pela CBF. antes. 43 . só poderá ser realizada mediante prévia e expressa autorização da CBF. 42 . “d” e “e” do artigo 43 deste Regulamento serão aplicadas independentemente das sanções disciplinares cominadas pelo Código Brasileiro Disciplinar de Futebol CBDF. em qualquer de suas fases. ART.A aplicação das penalidades previstas nas letras “a”.CBDF. c) multa. por mais de 10 (dez) minutos.As associações disputantes autorizam a CBF a promover as competições. escudos e uniformes. atletas e empregados da associação visitante. ao árbitro. 41 . respeitada a legislação que regula a matéria. ART. sujeitará o infrator às seguintes penalidades: a) advertência. 45 . ART.A agressão física. as infrações disciplinares serão processadas e julgadas na forma prevista no Código Brasileiro Disciplinar de Futebol . Parágrafo único . 44 . e) desligamento da competição. utilizando os seus nomes. implicará no remanejamento da tabela da competição.As penas estipuladas nas letras “c”. 46 .A inobservância ou descumprimento das normas deste Regulamento. para efeito da 14 . tentada ou consumada.CAPÍTULO XI DO TELEVISIONAMENTO DOS JOGOS ART. ou qualquer ocorrência que der causa à suspensão ou interrupção da partida. dirigentes. aos árbitros assistentes e árbitro reserva. direta ou por video-tape. CAPÍTULO XII DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES ART.Independentemente das sanções de natureza regulamentar expressamente estabelecidas neste Regulamento. das partidas das competições. ART. “b” e “d” do artigo 43 será de competência do Departamento Técnico da CBF.A transmissão. d) perda do mando de campo. durante e após a partida. b) repreensão escrita.

§ Único . bem como o número de minutos imputados a cada uma infratora. se apenado com multa. II. ART. § Único . não podendo em nenhum caso ser um atleta impedido de participar de mais de uma partida.se estava vencendo ou se havia empate. até 05 (cinco) minutos antes da hora marcada para o início da partida. em favor da adversária.Perde a condição de jogo para a partida oficial subsequente do mesmo campeonato ou torneio o atleta advertido pelo árbitro. no momento da recusa.se era perdedora. 47 . a partida não disputada em consequência da expulsão. será considerada perdedora da partida pelo escore de 1 x 0 (um a zero). ainda que permaneça em campo. 51 .Se os fatos mencionados neste artigo forem imputáveis à associação visitante. salvo motivo de força maior. 48 . ficará sujeita a multa nos termos do art. aplicada pelo Departamento Técnico da CBF. plenamente comprovado.perda do mando de campo por 01 (uma) partida da associação local.Caberá ao árbitro da partida. ART. 49 . for absolvido pela Justiça Desportiva no processo disciplinar competente. sendo o atleta suspenso. especificar as associações responsáveis pelos atrasos para o início e reinicio das partidas.A associação que não apresentar sua equipe em campo. depois de advertida pelo árbitro e após 05 (cinco) minutos se recusar a continuar competindo. ART.A associação cuja equipe. salvo motivo justificado e assim reconhecido pela CBF. sofrerá as seguintes punições: I .A associação infratora ficará ainda impedida de participar das competições subsequentes organizadas pela CBF. independentemente da seqüência dos jogos previstos na tabela da competição. houver satisfeito o pagamento. ART. ou. deduzir-se-á. em seu relatório. estará ela sujeita às mesmas sanções previstas para a associação visitada. no momento da recusa. Art. da pena imposta. a cada série de 03 (três) advertências (cartões amarelos). Parágrafo Único . § Único . 50 . salvo se antes da realização desta.O atleta que for expulso de campo ou do banco de suplentes ficará automaticamente impedido de participar da partida subsequente.Se o julgamento ocorrer após o cumprimento ou impedimento. 15 . será mantido o escore desse momento.A associação que deixar de comparecer a qualquer partida das competições. 303 do CBDF.

salvo motivo de força maior. CAPÍTULO XIII DAS DISPOSIÇÕES FINANCEIRAS SEÇÃO I DAS DEDUÇÕES E DIVISÃO DA RENDA ART.A renda bruta das partidas. independentemente das sanções de competência da Justiça Desportiva. exceto se ocorrer na última rodada na Fase em disputa quando se aplicará o disposto no § 1º deste artigo. 26% f) 1 % (um por cento) da arrecadação total destinado à Federação das Associações de Atletas Profissionais . 16 . e suas demais partidas constantes da tabela serão canceladas. os resultados de suas partidas serão anulados. destinado à CBF. que será 11% recolhido pela Federação que sediar a partida . destinado à Federação local. terá o seu líquido destinado conforme especificado nas Normas Especiais de cada competição: a) aluguel de campo. e) folha de pessoal (quadro móvel). 15% c) seguro de público pagante.Se uma associação abandonar ou for desligada da competição disputada em diferentes Fases. § 1º . g) 5 % (cinco por cento) da renda bruta. após deduzidas as porcentagens do INSS e as constantes da relação abaixo.ficará impedida de participar das competições subsequentes e responderá pelos prejuízos financeiros que causar às suas adversárias. será considerada perdedora pelo escore de 1x0 ( um a zero ). nos termos da legislação em vigor. b) despesas administrativas da Federação local. não prevalecendo para qualquer efeito. § 2º . d) impostos e taxas locais. h) 5 % (cinco por cento) da renda bruta.FAAP.A associação que não se apresentar em campo após 20 (vinte) minutos da hora marcada para o início da partida. independentemente das sanções de competência da Justiça Desportiva. 52 . depois de seu início. na Fase em disputa.

o percentual de 5 % (cinco por cento). excetuando-se as despesas com arbitragem que serão cobradas de acordo com as disposições da Comissão de Arbitragem da CBF. na forma das normas da Comissão de Arbitragem. § 3º . 53 . Assistentes e Reservas). j) despesas de arbitragem: As taxas de arbitragens fixadas pela CBF serão pagas pelas associações mediante dedução da renda bruta de cada partida. cujo valor constará das Normas Especiais das competições.Não poderão ultrapassar em 15 % (quinze por cento) da renda bruta. descontará da renda bruta. não poderá ultrapassar 26 % (vinte e seis por cento) da renda bruta. Também serão deduzidas da renda bruta de cada partida as comprovadas despesas dos árbitros relativas a transporte. § 2º . § 1º . “c”. que deverá ser pago ao coordenador designado pela CBF. ART. sob pena da Federação devolver em dobro a quantia retida.Nenhuma Federação poderá reter da cota de cada associação qualquer quantia que não sejam aquelas descriminadas no presente Regulamento ou por documentos de decisões judiciais. § 4º . não podendo repassá-la ao clube visitante. após os descontos legais. terão descontados outros 5 % (cinco por cento) da receita bruta que lhes for destinada.A Federação local. 17 .As associações que fizeram acordo de parcelamento referente aos débitos existentes com o INSS até outubro de 1992. k) prêmio relativo ao Seguro de Vida e Acidentes Pessoais para os integrantes da arbitragem (Árbitros. as despesas com o exame anti-doping e o prêmio relativo ao Seguro de Vida e Acidentes Pessoais para os integrantes da arbitragem.i) o custo da coleta do material para exame anti-doping. não cabendo à CBF qualquer responsabilidade no tocante a tais gastos. com os acréscimos legais. após a partida. correspondente a contribuição do INSS. as despesas destinadas para os incisos “a”. “b”.Qualquer despesa acima do permitido neste artigo será de responsabilidade exclusiva da associação que tiver o mando de campo.O total das despesas determinadas por este artigo. “d” e “e”. da CBF. hospedagem e alimentação. nas partidas realizadas em sua jurisdição. § 1º .

As despesas de arbitragem e exame anti-doping. 54 . a Federação deverá recolher a contribuição em duas guias. será a esta enviado pela Federação administradora da partida.O déficit apurado nas partidas. será paga pela Federação local que debitará o montante ao seu filiado. 55 . devendo encaminhar os respectivos comprovantes à CBF. § 3º .A Federação local será responsável pelos descontos referidos no caput deste artigo. de acordo com o borderô. acompanhado dos comprovantes de recolhimentos previdenciários e cheque nominativo referente ao Seguro de Público Pagante e participação de 5% (cinco por cento) da renda bruta para a CBF. hipótese em que sofrerá o desconto adicional de 5 % (cinco por cento) da receita bruta destinada a sua associação.O não recolhimento da contribuição e dos valores objeto de parcelamento. e legislação subsequente. § 6º . que obedecerá modelo fornecido pela CBF. ART.O boletim financeiro de cada partida. de 1991. § Único .212. mencionando numa a contribuição normal da partida e na outra guia a contribuição referente ao parcelamento da associação. Parágrafo único .Ao Chefe da Delegação visitante caberá prestar à Federação local informações sobre a situação de sua associação. será coberto pela Federação local. que debitará 50% (cinquenta por cento) do montante a cada filiado.No caso de desconto duplo.O déficit apurado nas partidas em estádios neutros. por qualquer motivo. § 4º . com relação aos descontos acima referidos. se descontará só 5 % (cinco por cento) ou se tem acordo de parcelamento. não sendo pagas imediatamente após a realização das partidas.§ 2º . entre associações de Federações distintas. por parte da Federação. Art. no prazo legal. até 10 (dez) dias após realização da mesma. isto é. 18 . obrigando-se a repassar os respectivos valores ao INSS. O não cumprimento. implicará na aplicação das sanções previstas no CBDF.O não cumprimento do disposto nos parágrafos anteriores sujeitará as associações infratoras e a Federação local às penalidades previstas na Lei. será coberto pela Federação local. que debitará ao seu filiado o respectivo montante. entre associações da mesma cidade. sujeitará a Federação local as sanções previstas na Lei nº 8. no prazo legal. § 5º .

pactuados entre Federações e Governos Estaduais.Nas partidas em que a renda for dividida os convênios.Para a adoção do expresso no Parágrafo 2º. CBF ou Administradoras do Estádio). estas últimas específicas para cada jogo. Municipais e/ou entidades privadas.Os ingressos para os jogos das competições serão padronizados pelas Federações. 54 e 55. contratos ou outros instrumentos. só poderá ser feita se houver comum acordo entre as associações disputantes da partida.É proibida a expedição de ingressos gratuitos ou convites. mesmo que a renda seja do mandante.Qualquer promoção reduzindo o preço dos ingressos de uma partida. há necessidade da observância das disposições dos artigos 52. respeitando os convênios em vigor reconhecidos pela CBF. 56 . deste artigo. somente poderão ser aplicados com a concordância da Associação visitante. Os convidados deverão portar ingressos que constarão obrigatoriamente do borderô financeiro e debitados às entidades autoras dos convites (Clubes. Federações.SEÇÃO II DA EXPEDIÇÃO E DA VENDA DE INGRESSOS ART. 53. 59 . deste Regulamento. § 1º . 60 . ART.O acesso das autoridades aos estádios dar-se-á mediante a apresentação de credenciais. ART. 19 . sendo que o preço mínimo para arquibancada constará das Normas Especiais de cada competição. e seus parágrafos. § Único . salvo as emitidas pela FIFA. § 2º . 58 . 57 . § 3º .As credenciais ou documentos expedidos por quaisquer outras entidades não autorizarão o ingresso de seus portadores nos estádios.O preço do ingresso será fixado pela Federação local e homologado pelo Departamento Técnico da CBF.A associação visitante terá o direito de adquirir a quantidade de ingressos correspondente a 10% (dez por cento) da capacidade do estádio. tipo NOTA FISCAL ou similares. ART. ART. expedida pela CBF ou pelas Federações locais. desde que se manifeste até 48 (quarenta e oito) horas antes da realização da partida.

quando a renda for dividida. 67 . 63 . ART. 65 . CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS ART.A associação que tiver o mando de campo. cabendo à Federação local facilitar por todos os meios a fiscalização.03. ART. ART. terá prioridade na escolha do vestiário a ser utilizado. 61 . existir local reservado para os sócios. 64 .Fica reservado à CBF o direito de autorizar a inclusão dos jogos das competições em prognósticos de concurso esportivo. onde não exerce qualquer poder de polícia. 68 – É proibido a venda de bebidas alcóolicas nos estádios onde serão realizadas as partidas das competições promovidas pela CBF e as demais servidas somente em copo de plástico.Os sócios das associações participantes das competições pagarão ingresso em todas as partidas. 66 . 28. de qualquer natureza. a cobrança fica a critério das associações .2001 /MCFS 20 .Se no estádio onde a partida for realizada. deles será cobrado o valor igual ao preço de uma arquibancada. no interior dos estádios. nos estádios.ART.Compete às Federações. ART. ART. zelar pelos estádios. ART.A CBF nenhuma responsabilidade tem pela eventual ocorrência de danos. § Único . ART. mesmo acompanhados dos responsáveis. No caso de renda do mandante.A entrada de menores de 12 (doze) anos. § Único . será disciplinada pelo Juizado de Menores da cidade onde a partida for realizada.A expedição e venda dos ingressos estarão sujeitas à ação fiscalizadora do INSS e dos representantes das associações disputantes. 69 – Os casos omissos ou que venham gerar dúvidas serão resolvidos pelo Departamento Técnico da CBF. 62 . com jurisdição no local da partida. **** Atualizado em. em estádios neutros. cabendo às autoridades policiais locais a prestação do serviço de segurança pública.O Departamento Técnico da CBF expedirá as instruções que se fizerem necessárias à boa e fiel execução deste Regulamento.

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