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LucVan Campenhoudt MANUAL DE INVESTIGACAO 3 EM CIENCIAS — | Sa TRAJECTOS 1. ANTES DE SOCRATES —INTRODUGAO ‘AQESTUDO DA FILOSOFIAGREGA José Trindade Santos 2. HISTORIA DA FILOSOFIA — PERIODO cRIsTA0. Fernand Van Steenberghen 3, ACONDICAOPOS-MODERNA Tean-Frangofs Lyotard 4, METADIALOGOS Grogory Bateson 5, BLEMENTOS DE FILOSOFIA DA CIENCIA Ludovie Geymonat 6. DO MUNDO FECHADO AO UNIVERSO INFINITO Alexandre Koyrt 7, GROGRAFIA HUMANA —TEORIAS ESUAS APLICACOBS MG. Badford ¢ W. A. Kent 8, OS GREGOS RO IRRACIONAL BR. Dodds 9, OCREPGSCULO DA DADEMEDIA EMPORTUGAL Anignio José Saraiva 10, ONASCIMEINTO DEUMANOVA FISICA 1. Bernard Cohen 11, ASDEMOCRACIAS CONTEMPORANEAS ‘Avend Lijphert 12, ARAZAO NAS COISAS HUMANAS Herbert Simon 13, PRE-AMBULOS — OS PRIMEIROS: PASSOS DO HOMEM ‘Yves Coppens 14, OTOMISMO. F. Van Stecnberghen 15, O LUGAR DA DESORDEM Raymond Bondon 16, CONSENSO ECONFLITO Seymour Martin Lipset 17, MANUAL DEINVESTIGAGAO TEM CHENCIAS SOCIAIS Raymond Quivy ¢ Lue Van Campenkoudt 18. NAGGES ENACIONALISMO mest Geliner 19, ANGOSTIA ECOLOGICA BO FUTURO Eco Figuciedo 20, REFLEXES SOBRE A REVOLUGAO NABUROPA Ralf Dahrendorf 21, ASOMBRA —ESTUDOSOBRE. ‘ACLANDESTINIDADE COMUNISTA José Pecheeo Pereira 22, DO SABER AO FAZER: PORQUE: ‘ORGANIZARA CIENCIA Joie Caraga 23, PARA UMA HISTORIA CULTURAL E,H. Gomtrich 24, AIDENTIDADBROUBADA José Carlos Gomes da Silva 25, AMETODOLOGIA DA ECONOMIA, ‘Mark Blaug 26, A YELHA BUROPA EA NOSSA. ‘Sacques Le Goff 27. ACULTURADA SUBTILEZA — ASPECTOS DA FILOSOFIA ANALITICA, M, S. Lowrengo 28, CONDIQGES DA LIBERDADE, Ennest Geliner 29, TELEVISAO, UM PERIGO PARA ADEMOCRACIA, Karl Popper e John Condy 30, RAWLS, UMA TEORIA DA JUSTICA BOS SEUS CRITICOS Chandran Kukathas e Philip Pettit 31, DEMOGRAEIA EDESENVOLVIMENTO: BLEMENTOS BASICOS Adelino Torres "32, OREGRESSO DO POLITICO Chantal Moutfe. 33, AMUSA APRENDI A ESCREVER Bric A. Havelock 34, NOVAS REGRAS DOMETODO SOCIOLOGICO, Anthony Giddens 35, AS POLITICAS SOCIATS EM PORTUGAL Henrique Medina Careira 36, AECONOMIA PORTUGUESA DESDE 1960 Tos da Silva Lopes. 37, IDENTIDADENACIONAL Anthony D, Sraith 38, COMO REALIZAR UM PROIECTO DEINVESTIGAGAO. Judith Bell 39, ARQUEOLOGIA —UMA BREVE inerRoDUGAO Paul ah 40, PRATICAS EMETODOS DE INVESTIGACAO EM CIENCIAS SOCIAIS Lae Albarll, Fogoise Dignffe, Jeen-Pieme iernaux, Christan Maroy, Danille Rugooy «Flete de Sint Georges A «REPUBLICA VELBA» (1910-1917) ENSAIO ‘Vaseo Pulido Valente 42, 0S NOVOS MEDIA EO ESPAGO PUBLICO Rogrio Santos aL RAYMOND QUIVY LUC VAN CAMPENHOUDT MANUAL DE INVESTIGACAO EM CIENCIAS SOCIAIS TRADUGAO JOAO MINHOTO MARQUES, MARIA AMALIA MENDES E MARA CARVALHO REVISAO CIENTIFICA RUI SANTOS DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA. gradiva ‘Pitulo original francés: Manuel de recherche en sciences sociales © Dunod, Paris, 1995 so: Jodo Minhoto Marques, Maria Amdlia Mendes e Maria Carvalho Revisio cientifica: Rui Santos Capa: Armando Lopes Fotocomposigio: Gradiva Impressio ¢ acabamento: Manuel Barbosa & Filhos, L.* Reservados os direitos para Portugal por: Gradiva — Publicagoes, L.* Rua Almeida e Sousa, 21, r/c, esa, ~ 1399-041 Lisboa Telefs. 21 397 40 67/8 — 21 397 13 57 — 21 395 34.70 Fax 2) 395 34 7! — Email: geral@gradiva.mail.pt URL: hiupyAvww.gradiva.pt 42 edigio: Outubro de 2005 Depésito legal n.° 233 090/2005 gradiva Editor: Guilherme Valente \ Visite-nos na Intemet : http Wwwegradiva.pt Indice Prefacio 4 2.° edic OBJECTIVOS E PROCEDIMENTO. 1. Os objectivos .. 1.1. Objectivos gerais 1.2.Concepgio didéctica 1.3. «lnvestigagiion em «eiéneias» soci 2. O procedimento 2.1.Problemas de método (0 caos original. comegar mal) 2.2. As etapas do procedimento Primeira etapa APERGUNTA DE PARTIDA Objectives ... 1. Uma boa forma de actuar 2. Os critérios de uma boa pergunta de partida 2,1. As qualidades de clareza 2.2.As qualidades de exequibi 2,3.As qualidades de pertinéncia + Resumo da primeira etapa + Drabathi ieagiio n? Traba 0 de aplicagto n.° 1: formulagéo de wna pergunta ac 3. & se ainda tiver reticéncias... ll 15 1s 17 19 20 20 24 31 32 34 35 37 38 44 45 45