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Motores Síncronos:

Os Motores Síncronos convertem energia elétrica em


energia mecânica.
O enrolamento de campo alimentado por uma fonte CC
e normalmente localizado no ROTOR.
O enrolamentos da armadura são localizados no
ESTATOR e são alimentado por uma fonte CA.

Como o motor síncrono é idêntico fisicamente ao gerador


síncrono todas as equações desenvolvidas são válidas
(e.g. velocidade, potência, torque, etc.)

– p. 1/2
Princípios básicos:
1. Os enrolamentos da armadura são percorridos por correntes alternadas trifásicas;
~ S );
2. Essas correntes criam no estator um campo girante de amplitude constante (B
~ S ) interage com o campo produzido no rotor (B
3. O campo do estator (B ~ R ) induzindo
um torque mecânico.

– p. 2/2
Circuito equivalente:
Motor síncrono de pólos lisos:
.
I F jX S RA I A
RF

. .
VF LF EA Vt

V̇t = Ėa + Ra I˙a + jXS I˙a

– p. 3/2
Diagrama fasorial
.
VT

θ δ
.
. . jX S I A
I A EA
.
R AI A

(característica indutiva)

.
I A
.
θ VT
.
δ jX S I A

.
EA .
R AI A

(característica capacitiva)
– p. 4/2
Campos magnéticos no interior do MS para corrente
adiantada (caract. capacitiva)

0o


BM
. .
ER EM
c BF b
.
BS EA
.
I A

b´ c´

a
– p. 5/2
Motor síncrono de pólos salientes:
.
I F I
RF jX q RA q

. .
VF LF EA Vt q

circuito equivalente de eixo−q


.
jX d RA I d

.
0V Vt d

circuito equivalente de eixo−d

V̇t = Ėa + Ra I˙a + jXd I˙d + jXq I˙q


– p. 6/2
Diagrama fasorial I
.
I q

. δ .
I d θ VT
. .
I A
jX q I
. q

EA
.
d R AI A
q
.
jX d I d

(característica de operação indutiva)

– p. 7/2
Diagrama fasorial II
.
I A
.
I d

θ .
. jX d I d
. δ VT
I q

.
. jX q I q
d EA
.
R AI A

q
(característica de operação capacitiva)

– p. 8/2
Operação em regime permanente:
Característica τ x ω :

τind = kBR · BM sin δ

– p. 9/2
Potência ativa e reativa nos MS:
P mec P ele = 3 Vt I acos θ

GS Qele = 3 V t I a sin θ
τ mec ωmec

Potência ativa: Potência reativa:


 


 Pele = 3Vt Ia cos θ 

 Qele = 3Vt Ia sin θ
 
 (grandezas de fase)  (grandezas de fase)

 

 √  √



 Pele = 3VL Ia cos θ 


 Qele = 3VL Ia sin θ
 
(grandezas de linha) (grandezas de linha)
 

– p. 10/2
MS de pólos lisos
Considerando Ra ≈ 0 tem-se:

Vt E a
Pele = 3Vt Ia cos θ = 3 sin δ


XS



e,

 Vt
 Qele = 3Vt Ia sin θ = 3 (Vt − Ea cos δ)


XS

O torque induzido no MS pode ser calculado por:


Pmec Pele − Perdas
τind = =
ωm ωm

Desprezando as perdas e fazendo ωm = ωs tem-se:


Vt E a
τind =3 sin δ
ωs XS
– p. 11/2
MS de pólos salientes:
Considerando Ra ≈ 0 tem-se:
 
Vt E a 3 2 Xd − Xq
Pele =3 sin δ + Vt sin 2δ
Xd 2 Xd Xq
e,
 
Vt Xd − Xq
Qele =3 (Vt − Ea cos δ) + 3Vt2 sin2 δ
Xd Xd Xq

Sendo o torque induzido dado por:

Vt E a 2 
3 Vt Xd − Xq

τind = 3 sin δ + sin 2δ
ωs Xd 2 ωs Xd Xq

– p. 12/2
Variações de carga nos MS:

– p. 13/2
Variações na corrente de campo:

– p. 14/2
Correção de fator de potência:

O motor síncrono é usado para gerar potência reativa


para o sistema.
– p. 15/2
Condensador síncrono:
Condensador Síncrono é um motor síncrono projetado
para gerar/absorver apenas potência reativa em seus
terminais CA.

– p. 16/2
Partida de motores síncronos:
O torque (conjugado) induzido nos motores síncronos é
nulo fora da velocidade síncrona.

– p. 17/2
Técnicas de partida de MS.
1. Redução da velocidade do campo magnético girante
criado no estator;
utilização de inversores de freqüência.
2. Utilização de uma máquina motriz (motor de indução
ou motor CC) para acelerar o rotor do motor
síncrono até próximo da velocidade síncrona do
campo girante;
3. Utilização de enrolamentos amortecedores.

– p. 18/2
Enrolamentos amortecedores:

– p. 19/2
Torque nos enrolamentos amortecedores:

O torque produzido pelos enrolamentos amortecedores


é pulsante porém sempre na mesma direção

– p. 20/2

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