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FUNÇÕES DO DIRECTOR TÉCNICO

• Assegura e promove a colaboração com os


serviços sociais de outras instituições ou
entidades;
• Colabora na determinação da política da
instituição, nomeadamente na elaboração de
instrumentos de gestão;
• Colabora na fixação da política financeira e exerce
a verificação dos custos;
• Coordena a estrutura administrativa que permita
explorar e dirigir a instituição de maneira eficaz;
FUNÇÕES DO DIRECTOR TÉCNICO

• Estuda e define normas gerais e regras de


actuação do serviço social das instituições e
concede instrumentos de apoio técnico.
• Estuda, organiza e dirige as actividades da
instituição;
• Orienta, dirige e fiscaliza a actividade da
instituição segundo a legislação vigente e os
planos estabelecidos, a política adoptada e as
normas e regulamentos existentes;
• Participa nos processos de candidatura e de
admissão de utentes na instituição;
FUNÇÕES DO DIRECTOR TÉCNICO

• Coordena a gestão dos recursos humanos;


• Dirige os serviços, assumindo a responsabilidade pela
sua organização, planificação, execução, controlo e
avaliação;
• Planeia a aquisição e utilização mais conveniente da
mão-de-obra, equipamento, materiais, instalações e
capitais;
• Procede à analise de problemas sociais directamente
relacionados com os serviços das instituições.
OS DIREITOS E AS PRÁTICAS:
CONCEPÇÃO E GESTÃO DO ESPAÇO

• ESPAÇOS COM BARREIRAS • ESTABELECIMENTOS


ARQUITECTÓNICAS E LONGE ADAPTADOS OU DE RAÍZ
DAS LOCALIDADES QUE PROMOVAM A
• ESTABELECIMENTOS RELAÇÃO COM O EXTERIOR
DEMASIADO GRANDES, COM E PERMITAM A MOBILIDADE
LOTAÇÕES SUPERIORES A
TRINTA PESSOAS • ESTABELECIMENTOS DE
• QUARTOS COM MAIS DE DUAS PEQUENA DIMENSÃO OU
CAMAS POR CONJUNTOS DE
• AUSÊNCIA DE ESPAÇOS DE ESTABELECIMENTOS QUE
LAZER E CONVÍVIO FACILITEM A CONVIVÊNCIA
DIVERSIFICADOS E DE DE TIPO FAMILIAR
PEQUENA DIMENSÃO
OS DIREITOS E AS PRÁTICAS:
CONCEPÇÃO E GESTÃO DO ESPAÇO
• DECORAÇÃO HOMOGÉNEA • DECORAÇÃO
COM MATERIAIS FRIOS DIVERSIFICADA E
• AUSÊNCIA DE PARTICIPADA
SINALIZAÇÃO • EXISTÊNCIA DE
COMPREENSÍVEL SINALIZAÇÃO
• EXISTÊNCIA DE ZONAS COMPREENSÍVEL
VEDADAS AOS UTENTES • LIBERDADE DE
• EXISTÊNCIA DE MEIOS DE CIRCULAÇÃO
VIGILÂNCIA OU • OPÇÃO POR VIGILÂNCIA
RESTRIÇÃO DE
DISCRETA EM CASO DE
MOVIMENTOS
UTENTES DEMENTES
OS DIREITOS E AS PRÁTICAS:
ORGANIZAÇÃO
• AUSÊNCIA DE • ELABORAÇÃO DE UM
REGULAMENTO INTERNO REGULAMENTO INTERNO
OU INSUFICIENTE
DIVULGAÇÃO • PRÁTICA DE REGISTO
• ELABORAÇÃO DO ESCRITO DAS
REGULAMENTO SEM COMUNICAÇÕES
DISCUSSÃO COM OS INTERNAS,
UTENTES OU COM OS OCORRÊNCIAS,
TRABALHADORES RECLAMAÇÕES…
• AUSÊNCIA DE
ORIENTAÇÕES DE
SERVIÇO ESCRITAS
OS DIREITOS E AS PRÁTICAS:
ORGANIZAÇÃO
• AUSÊNCIA DE ESPAÇOS • PRÁTICA DE REUNIÕES
DE REUNIÃO ENTRE REGULARES DE
TRABALHADORES E ORGANIZAÇÃO E
DIRECÇÃO DISTRIBUIÇÃO DE
TRABALHO E
• AUSÊNCIA OU AVALIAÇÃO DA
INSUFICIÊNCIA DE ORGANIZAÇÃO E
DIVULGAÇÃO DAS FUNCIONAMENTO
DECISÕES TOMADAS
PELA DIRECÇÃO
OS DIREITOS E AS PRÁTICAS:
RELAÇÃO COM O UTENTE

• AUTORITARISMO • DEFINIÇÃO DE REGRAS


• INFANTILIZAÇÃO E DE FORMA
PROTECCIONISMO CONTRATUALIZADA
• SECRETISMO NO QUE • RESPEITO NA RELAÇÃO
SE REFERE ÀS FUNÇÕES E PROMOÇÃO DA
RESPONSABILIDADES AUTONOMIA
DOS DIVERSOS
PRESTADORES DE • TRANSPARÊNCIA NO
CUIDADOS PROCESSO DE GESTÃO
• VIOLAÇÃO DA • PROTECÇÃO DO
PRIVACIDADE E DO ESPAÇO PRIVADO
PUDOR
OS DIREITOS E AS PRÁTICAS:
RELAÇÃO COM O UTENTE

• VIOLAÇÃO DA • CUMPRIMENTO DO
CONFIDENCIALIDADE DEVER DE SIGILO
• GESTÃO DOS • APOIO À AUTO-
RENDIMENTOS DO
DETERMINAÇÃO DAS
UTENTE SEM O SEU
CONSENTIMENTO PESSOAS
• DEFINIÇÃO IRREGULAR • DEFINIÇÃO DAS
DAS COMPARTICIPAÇÕES
COMPARTICIPAÇÕES • GUARDA ZELOSA DA
• GESTÃO NEGLIGENTE CHAVE E OUTROS BENS
DA CHAVE OU BENS DO
UTENTE

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