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DOSAGEM DE CONCRETO

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ

CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
Autor: Téc. de laboratório -Idercio França das Neves -Técnico de Laboratório
Coautor: Eng. Ernesto Sperandio Neto - Professor de Mat. de Construção
FUNDAMENTOS BÁSICOS:
Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
Propor o estudo de uma dosagem de concreto; necessariamente existem cinco regras
fundamentais a conhecer:
1
o
Projeto estrutural
2
o
Os materiais disponíveis
3
o
Os equipamentos e mão-de-obra disponíveis
4
o
Buscar a melhor qualidade
5
o
O menor custo possível
CONCRETO:
O concreto é um material de construção utilizado desde a época do império
romano, era constituído por uma mistura homogênea de aglomerantes, cal, cinza
vulcânica, pozolana natural e água. Com estes materiais foram realizadas imensas
obras de engenharia.
PROPRIEDADES DO CONCRETO:
Concreto fresco - Trabalhabilidade
- Coesão dos materiais
Concreto endurecido

- Resistência mecânica
- Durabilidade
TRAÇO DE CONCRETO:
Traço é a quantidade de agregados, por unidade de cimento - em massa
- em volume
DOSAGEM RACIONAL DO CONCRETO:
Nas pequenas e, boa parte das médias construções, é usado o traço impírico
sendo a mistura do cimento, agregados e água sem nenhum critério científico. A rigor
não deveríamos chamar este procedimento de dosagem, pois na realidade neste caso
é simplesmente seguir receitas, ou seja, copiar do livro que foi editado com materiais de
características diferentes por se tratar de outras regiões, ou até de outros Países.
Dosar um concreto no laboratório consiste em determinar as quantidades
devidamente estudadas dos materiais envolvidos, sendo: cimento, água, agregados e
eventualmente aditivos, em proporções convenientemente adequadas, para dar as
propriedades exigidas, de maneira que os componentes desta mistura atendam
satisfatoriamente todos os fatores, tornando o concreto em estado duro com 0% de
vazios como uma pedra artificial.
Os principais requisitos são:
a) conforme as especificações do projeto e os meios disponíveis na obra, no estado
fresco, deve possuir trabalhabilidade adequada capaz de ser transportado, lançado,
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DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
e adensado, sem ocorrência de segregação, de acordo com as normas correntes da
boa execução de obras de concreto;
b) conforme as especificações do projeto, o concreto em estado endurecido deverá ter
resistência, durabilidade, permeabilidade, conforto térmico, estética etc; compatíveis
com as solicitações impostas pelas condições e variáveis que estará sujeita a obra
acabada;
c) finalmente, todas as propriedades do concreto, tanto no estado fresco como no
endurecido, devem ser conseguidas com o menor custo possível, para que
possamos tornar a obra economicamente viável e competitiva com outros materiais
alternativos para a sua execução.

1) CRITÉRIOS PRÁTICOS PARA ESTUDO DA DOSAGEM
a) DADOS DO PROJETO ESTRUTURAL NECESSÁRIOS PARA DOSAGEM
- Resistência característica do concreto (fck)
- Dimensões das formas das estruturas
- Menor dimensão da peça em planta
- Menor espessura da laje
- Menor espaçamento, distribuição, posicionamento das barras das armaduras
- Resistência específica referente aos esforços mecânicos
- Resistência a agentes externos
- Acabamentos específicos conforme estabelecido no projeto
- Outros aspectos especiais que poderão ser solicitados no projeto
a) TIPO E CLASSIFICAÇÃO DO CONCRETO COMPATÍVEL C/ PROJETO:
- Densidade → leve, média ou alta
- Resistência → baixa, media ou alta
- Granulometria → microconcreto, concreto normal, ciclópico e especial
- Plasticidade → úmido, semi plástico, plástico, fluído ou líquido
- Adequado ao conforto → térmico, acústico e estética
- Estanqueidade → tão denso, permeável quanto possível
- Concreto poroso para uma situação que necessite passagem de água
- Retração → a mínima possível
-Trabalhabilidade adequada as estruturas, tipo de mistura, transporte,
lançamento e adensamento
- Bombeado ou convencional
b) TRABALHABILIDADE, EM FUNÇÃO DAS ESTRUTURAS:
- Consistência (plasticidade) adequada
- Agregados → granulometria, forma e tamanho dos grãos
- Dimensões das peças de lançamento
- Menor afastamento e distribuição das barras das armaduras
Aditivos → superfluidificantes, fluidificantes, superplastificantes, plastificantes,
redutores, retardadores, aceleradores, incorporadores de ar, dispersantes etc.
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DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
- Processo de mistura
- Processo de transporte
- Processo de lançamento
- Tipo de adensamento
- Tipo de acabamento
- Teor de água, A% relação água materiais secos
Os fatores que afetam a trabalhabilidade podem ser relacionados em três classes:
- característica do próprio concreto, representadas pela consistência, que corresponde
ao grau de plasticidade da massa e pela sua capacidade de manter-se homogênea;
- condições de manipulação, envolvendo os tipos de equipamentos e sistemas de
trabalho adotados nas operações de produção, transporte e lançamento do concreto;
- condições de projeto, caracterizadas pelas dimensões dos elementos de construção e
afastamento das armaduras.
d) PARÂMETROS PARA DEFINIÇÃO DA PLASTICIDADE:
- Fator Água/Cimento
- Compacidade → Compactação ótima sem vazios
- Mobilidade → facilidade de escoar com coesão e viscosidade
- Relação água/materiais secos → (A%)
- Granulometria e forma do grão do agregado
- Tipo e finura do cimento.
- Dimensões das peças de lançamento
- Menor afastamento e distribuição das barras das armaduras
- Aditivos→ superfluidificante, fluidificantes, superplastificante, plastificantes,
retardadores, redutores de água etc.
- Tempo e temperatura
- Tipo de lançamento
- Tipo de adensamento
e) PLASTICIDADE APROXIMADA DO CONCRETO NAS ESTRUTURAS:
Peças estruturais
(mm)
Artefatos de concreto, tubos, blocos, bloquetes, poste, palanque e palito
0 a 10
Peças em Pré – moldadas, Vigas, laje, lajotas meio fio etc.
10 a 20
Lançamento pelo sistema forma deslizante
20 a 50
Fundações Armadas, Paredes e Pisos
50 a 120
Fundações Maciças e Infra-estrutura de Muro
30 a 100
Lajes, Vigas e Muros, Pilares
50 a 150
Massa
Inferior a 60
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Concreto para lançamento tipo bombeável
80 a 100 (mm)
Concreto para lançamento tipo convencional 50 a 80 (mm)
TOLERÂNCIA DA CONSISTÊNCIA DO CONCRETO (PLASTICIDADE) MEDIDA
ATRAVÉS DO ENSAIO DE ABATIMENTO DO TRONCO DE CONE ABNT– NBR 7223
CONSISTÊNCIA ABATIMENTO
(mm)
TOLERÂNCIA
(mm)
Muito baixa (quase seca) 0 a 30
t 5
Baixa plasticidade 30 a 80
t 10
Plástica 80 a 100
t 10
De plástica a fluida 100 a 200
t 20
Líquida
≥ 200 t 30
f) SISTEMA DE MISTURA DOS MATERIAIS:
A mistura ideal tem por objetivo a obtenção de um sistema homogêneo onde todos
os componentes do concreto estejam em contato entre si. Para o concreto encontrar-se
em boas condições de homogeneidade, a sua composição deverá ser a mesma em
qualquer ponto da massa, e também ter a integridade, isto é, a mistura deve ser tal que
todas as partículas sólidas estejam em contato com a água de amassamento.
Mistura - Manual através de pás enxadas, colher etc.
-Mecânica → Betoneiras
- Mistura por tombamento
- Mistura forçada
- Inclinada
- Hotizontal
- Verticais
g) TÉCNICAS E FORMAS DOS SISTEMAS DE TRANSPORTE:
Dentro da obra
- Horizontal → através de carrinho, jirica etc.
- Inclinado → processo de calhas e esteiras
- Vertical → guinchos, gruas e guindastes
Para obra
- Bombeamento → por pressão na tubulação
- Caminhões basculantes (em caso esporádico)
- Caminhão basculante especial
- Caminhão betoneira giratória (o mais correto)
OBS: Para todo o meio de transporte adotado, tomar as medidas preventivas no
sentido de manter a homogeneidade da mistura, evitando perdas sobre a
trabalhabilidade, hidratação, evaporação, absorção, ou até a saturação por água das
chuvas, trituração por choque brusco, perda ou aumento da plasticidade e segregação
do concreto.

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h) CRITÉRIOS DE LANÇAMENTO DO CONCRETO
O lançamento é o destino final do concreto onde ele permanecerá definitivamente.
Deve ser manipulado de modo que não haja segregação, dos seus componentes e
ainda que a argamassa se ponha em contato íntimo com o agregado graúdo, com as
armaduras e quaisquer outros elementos envolvidos, o que implica em uma plasticidade
adequada para tal fim. Os critérios principais são:
- Conforme projeto posicionamento das formas, limpeza, estanqueidade etc.
- Posicionamento das armaduras conforme o projeto.
- Condições de acesso ao local do lançamento
- Energia elétrica e água no local do lançamento
- Equipamentos suficientes, em condições e posicionados no local
- Orientação das técnicas corretas do processo de lançamento aos
operários programados para a execução do serviço.
- Efetivo de pessoal suficiente e treinados para a operação
- Plano de concretagem - Previsão do volume lançado por hora
- Previsão do tempo de lançamento
- Planejamento das camadas
- Planejamento da operação de vibração
- Planejamento da operação de acabamento
i) MÉTODOS DE ADENSAMENTO
O adensamento é a operação severa que elimina os vazios da massa de concreto
tornando-a mais compacta, mais densa, mais resistente, menos permeável e mais
durável. O processo de adensamento através de compactação, agitação, vibração
provoca a arrumação, acomodação dos componentes e a expulsão do ar. Portanto o
adensamento deverá ser bastante coerente e compatível com a trabalhabilidade,
plasticidade da mistura, geometria da peça e o espaçamento da armadura. Para cada
tipo de concreto e também o local aplicado, determina-se corretamente o método de
vibração utilizando os vibradores adequados.
Ao utilizar vibradores de agulha o processo de vibração é por imersão, e neste caso
alguns cuidados devem ser tomados:
- Aplicar o vibrador sempre na posição vertical
- Procurar aplicar o vibrador no maior número possível de pontos, que o seu raio de
ação atinja toda a área da massa do concreto, isto é, uma vez e meia o raio de
ação. (Consulte as tabelas do vibrador).
- Introduzir e retirar o vibrador lentamente, afim de que a cavidade deixada pela
agulha se feche novamente (no concreto de boa trabalhabilidade a cavidade vem
fechando simultaneamente na medida que vai tirando o vibrador)
- As camadas devem ter no máximo 50 cm de altura e menor que o comprimento da
agulha. Deve-se penetrar pelo menos 5 cm na camada anterior.
- Manter o vibrador em operação pelo menos 15 cm da lateral da forma.
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- Não vibrar em excesso. Parar quando a superfície se apresentar brilhante, é o
primeiro sinal que a pasta de cimento esta subindo para superfície, se insistir
ocorrerá segregação no concreto.
- Não vibrar a armadura para evitar deslocamento desta com o concreto, a qual
provocaria vazios e fissuras ao redor das barras de aço.
- O tempo de vibração, esta limitado entre 10 e 30 segundos, mais isto depende
muito da altura da camada, trabalhabilidade e plasticidade do concreto.

O processo de vibração produz uma distribuição de energia mecânica na massa do
concreto pois se opõe as ligações de contato, suprimindo o atrito interno, o que facilita o
adensamento provocado pelo peso próprio dos componentes. Este sendo muito maior
do que o ar, permite que o ar seja expulso.
Segundo POPOVICS:
- quanto maior a diferença entre a massa específica do agregado graúdo e a
argamassa mais úmido o concreto, maior a probabilidade de ocorrência de segregação
durante a vibração;
- o adensamento por vibração pode aumentar muito a resistência do concreto, através
da efetiva remoção do ar do concreto fresco de consistência mais rígida;
- o concreto vibrado pode ter uma granulometria mais grossa do que um concreto
adensando por um processo menos eficiente.
Adensamento
- Manual → Barras de aço, soquete de aço ou madeira etc.
- Mecânico
- Vibrador de agulha
- Vibrador de forma
- Vibrador de placa
- Réguas vibratórias
- Mesas vibratórias
- Centrifugação
- Eletromagnético
- A combustão
- Pneumático
- Ar comprimido
- Elétrico
RAIO DE ÁÇÃO EM RELAÇÃO AO DIÂMETRO DO VIBRADOR
AGULHA RAIO DE AÇÃO
Polegada Centímetro Centímetro
3/4 a 11/2 2 a 4 8 a 15
11/4 a 21/2 3 a 6 15 a 25
2 a 31/2 5 a 9 20 a 40
3 a 5 8 a 15 30 a 50
INFLUÊNCIA DA PORCENTAGEM DE VAZIO NA RESISTÊNCIA DO CONCRETO
Vazios 0 % 5 % 10 % 20 %
Resistência 100 % 90 % 70 % 50 %

j) ACABAMENTO DO CONCRETO NO ESTADO FRESCO:
O processo de execução do acabamento na superfície será iniciado assim que o
concreto inicia a pega e deverá terminar antes do final da pega. O objetivo é deixar
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a superfície lisa sem ondulações e sem rugosidade, principalmente quando se trata
de concreto aparente . Nos concreto bem argamassado e de boa trabalhabilidade
torna-se mais fácil efetuar o acabamento.
Equipamentos:
- Colher de pedreiro
- Desempenadeira em metal ou madeira,
- Réguas metálicas simples
- Régua vibratória, pavimentação, laje ou grandes blocos, entre outros.
l) APLICAÇÃO DE CURA NO CONCRETO:
A cura do concreto é uma operação final que consiste em evitar a fuga rápida da
água, a qual provoca a retração hidráulica nas primeiras idades do concreto, quando a
sua resistência ainda é baixa.
Antes do início de pega do cimento ocorre a chamada retração plástica, sendo
extremamente inconveniente porque resulta em muitas fissuras grandes, as quais
proporcionam danos ao concreto.
As fissuras aparecem devido a evaporação rápida da água quando a superfície do
concreto durante o período de pega e endurecimento ficar desprotegida, exposta ao
vento, ar seco, temperaturas elevadas e dos raios solares.
Depois do final da pega do cimento o concreto entra na fase de endurecimento,
passando a adquirir resistência e a partir deste momento ocorrem outros tipos de
retração:
- Autógena – em virtude da redução do volume da pasta, devido a saída rápida da
água e também pelas altas temperaturas logo após a pega do cimento;
- Hidráulica – devido a perda da água de amassamento que evaporou rapidamente;
- Térmica – em virtude da contração causada pelas temperaturas elevadas das
reações exotérmicas da hidratação do cimento logo após a pega do mesmo.
- Por carbonatação – em virtude da formatação de carbonato de cálcio por reação
da cal livre com dióxido de carbono do ar, Muito lenta, portanto pouco significativa.
Sendo a dosagem do concreto estudada com os materiais adequados, praticamente
quase todos os tipos de retração poderão ser evitados ou pelo menos amenizados.
Porém, é necessário efetuar corretamente um dos sistemas de cura no concreto.
Entretanto o milagre será concretizado e satisfatório se iniciado o processo de cura logo
após a pega e mantido no mínimo durante os 7 primeiros dias de idade do concreto, o
ideal é que estenda até 14 dias. Pode ser efetuado através dos métodos:
- Molhagem contínua da superfície do concreto;
- Proteção por tecidos de aniagem mantidos úmidos na superfície do concreto - pó
de serra, areia ou sacos vazios de cimento desde que mantidos úmidos poderão
ser utilizados para cura do concreto;
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DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
- Lonas plásticas ou papéis betumados impermeáveis, mantidos sobre a superfície
exposta e de cor clara para evitar aquecimento e retração térmica do concreto;
- Aplicação de produtos químicos através de emulsões que formam películas
impermeáveis sobre a superfície do concreto.
- Nas fábricas de pré-moldados de artefatos de concreto é bem aceito aplicar o
processo de cura a vapor, em torno de 24 hs obtém aproximadamente 80% da
resistência de 28 dias.
Nota: Cura úmida ou cura química; a finalidade é evitar a evaporação prematura da
água utilizada na mistura, a qual proporciona hidratação do cimento, tendo como
objetivo evitar fissuras por retrações, preservando a qualidade final para dar o máximo
de durabilidade ao concreto endurecido.
m) QUALIDADES DESEJÁVEIS
DO
CONCRETO ENDURECIDO



Resistência
- Compressão
- Tração
- Tração na flexão
- Aderência
- Cisalhamento
- Durabilidade
- Impermeabilidade
- Resistência ao desgaste
2) ANÁLISES PARA CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS:


Cimento

- Finura
- Tempo de pega
- Resistência a compressão
- Químicos
Água - Químico
- Qualidade
Aditivo - Qualidade
- Testes no concreto
Agregados
- Granulometria
- Teor de argila
- Teor de material pulverulento
- Impurezas orgânicas
- Massa específica aparente e absoluta
- Coeficiente de inchamento da areia
- Absorção
- Apreciação Petrográfica
- Reatividade Potencial
- Abrasão Los Angeles
3) TIPO E CARACTERÍSTICA DO CIMENTO PORTLAND

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DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
O cimento portland é um pó fino com propriedades aglomerantes hidráulico
aglutinantes ou ligantes, que endurece sob ação da água. Uma vez endurecido,
mesmo voltando à ação da água, o cimento portland resiste sem se decompor.
O cimento portland, misturado com água e outros materiais de construção tais
como a areia, a pedra e outros tipos de agregados, resultará em concreto para
construções de casas, edifícios, pontes, barragens, portos, aeroportos, túneis,
pavimentações de estradas e tantos outros.
Há tempos havia no Brasil, praticamente, um único tipo de cimento portland.
Com a evolução técnica, foram sendo fabricados vários novos tipos, sendo que a
maioria dos cimentos hoje existente no mercado servem para uso geral. Porém
alguns deles tem certas características e propriedades que os tornam mais
adequados para serem utilizados em concreto de determinadas construções.
Recomenda-se utilizá-lo corretamente. Para isto, é de fundamental importância
conhecer as suas característica e propriedades, podendo aproveitá-los da melhor
forma possível dentro das condições impostas na sua obra.
O cimento apareceu na Europa, precisamente na Inglaterra, em 1824, e foi
patenteado com o nome de cimento portland devido a um tipo de pedra muito
resistente de cor cinza chamada portland, no sul do referido País.
a) NOMENCLATURA DO CIMENTO PORTLAND REGIDO PELAS NORMAS DA ABNT
Nome técnico CP = Cimento Portland Sigla Classe Identificação do tipo e classe
Cimento porland comum
(NBR 5732)
Cimento portland comum CP 1
25 CO I – 25
32 CO I – 32
40 CO I – 40
Cimento portland comum com adição CP I –S
25 CP I – S-25
32 CP I – S-32
40 CP I – S-40
Cimento portland
composto
(NBR 11578)
Cimento portland composto com escória CP II –E
25 CP II – E-25
32 CP I – E-32
40 CP I – E-40
Cimento portland composto com pozolana CP II –Z
25 CP II – Z-25
32 CP II – Z-32
40 CP II – Z-40
Cimento portland composto com fíller CP II –F
25 CP II – F-25
32 CP II – F-32
40 CP II – F-40
Cimento portland de alto forno (NBR 5735) CP III
25 CP III – 25
32 CP III – 32
40 CP III – 40
Cimento portland pozolânico (NBR - 5736)
CP IV
25 CP IV – 25
32 CP IV – 32
Cimento portland de alta resistência inicial (NBR 5733) CPV-ARI-RS -- CPV-ARI-RS
Cimento portland de alta resistência inicial (NBR 5733) CP V – ARI -- CP V – ARI
Cimento portland resistente aos sulfatos (NBR 5737)
-
25
32
40
Siglas e classe dos tipos
originais acrescidos do sufixo
BC. Exemplo: CP I – 32RS, CP
III – 40BC etc.
Cimento portland de baixo calor de hidratação (NBR 13116)
-
25
32
40
Siglas e classe dos tipos
originais acrescidos do sufixo
BC. Exemplo: CP I – 32C, CP II
– F-32BC, CPIII – 40BC etc.
Cimento portland branco estrutural (NBR 12989) CPB
25 CPB – 25
32 CPB – 32
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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
40 CPB – 40
Cimento para poços petrolíferos (NBR 9831) CPP G
CPP – classe G
b) TIPO DE CIMENTO PORTLAND
Propriedade
TIPO DE CIMENTO PORTLAND - CP
Comum e
Composto
Alto Forno Pozolânico
Alta
Resistência
Inicial
Resistente
aos
sulfatos
Branco
Estrutural
Baixo Calor de
Hidratação
Resistência
À
Compressão Padrão
Menor nos
primeiros dias
e maior no final
da cura
Menor nos
primeiros dias
e maior no final
da cura
Muito maior
nos
primeiros dias Padrão Padrão
Menor nos
Primeiros dias
e padrão no
Final da cura
Calor gerado na
reação do cimento
Com água
Padrão Menor Menor Maior Padrão Maior Menor
Impermeabilidade Padrão Maior Maior Padrão Padrão Padrão Padrão
Resistência aos
Agentes agressivos
São: águas do mar
esgoto e poluição
Padrão Maior Maior Menor Maior Menor Maior
Durabilidade Padrão Maior Maior Padrão Maior Padrão Maior
C) APLICAÇÕES ADEQUADAS DOS DIFERENTES TIPOS DE CIMENTO PORTLAND
Aplicação Tipos de cimento portland
Concreto simples (sem armadura) Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-E, CP II-Z,) CP II-F), de Alto –
forno (CP III) e Pozolânico (CP IV)
Concreto magro (para passeios e enchimentos) Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), de Alto forno
(CP III) e Pozolânico (CP IV)
Concreto armado com função estrutural
Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), de Alto –
Forno (CP III), Pozolânico (CP IV), de Alta Resistência inicial (CP V – ARI,
CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB Estrutural)
Concreto protendido com protensão das barras antes do
lançamento do concreto
Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-Z, CP IIF), de Alta Resist. Inicial (CP
V– ARI, CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB) Estrutural
Concreto protendido com protensão das barras após o
endurecimento do concreto
Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), Alta Resist,
Inicial (CP V-ARI, CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB) Estrut.rural
Concreto armado para desforma rápida, curado por aspersão de
água ou produto químico
De Alta Resistência Inicial (CP V– ARI, CPV – ARI–RS), Comum (CP I, CP I-
S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), de Alto-Forno (CP III), Pozolânico
(CP IV) e Branco Estrutural (CPB Estrutural)
Concreto armado para desforma rápida, curado a vapor ou com
outro tipo de cura térmica
Comum (CP I, CPI-S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), de Alto forno
(CP III), Pozolânico (CP IV), de Alta Resistência nicial (CP V– ARI, CPV –
ARI–RS. (CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB Estrutural)
Elementos pré-moldados de concreto e artefatos de cimento
curados por aspersão de água
Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), de Alto-Forno
(CP III), Pozolânico (CP IV), de Alta Resistência Inicial (CP V–ARI, CPV –
ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB) Estrutural
Elementos pré-moldados de concreto e artefatos de cimento
para desforma rápida, curados por aspersão de água
de Alta Resistência Inicial (CP V-ARI, CPV – ARI–RS), Comum (CP I,
CPI-S), Composto (CP II-E, CP II-Z CP II-F) e Branco Estrutural (CPB)
Elementos pré-moldados de concreto e artefatos de cimento
para desforma rápida, curados a vapor ou com outro tipo de
cura trémica
Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), de
Alto-forno (CP III) Pozolânico (CP IV) e Branco Estrutural (CPB) Estrutural
Pavimento de concreto simples ou armado Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), de Alto-forno
(CP III) e Pozolânico (CP IV)
Pisos industriais de concreto Comum (CP I, CP I-S) Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), AF (CP III),
Pozolânico (CP IV) e de Alta Resistência inicial (CP V–ARI, CPV – ARI–RS)
Concreto arquitetônico Branco Estrutural (CPB) Estrutural
Concreto com agregados reativos Comum (CP I, CP I-S), Composto (CP II-E, CP II-Z, CP II-F), de Alto-Forno
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
(CP III) e Pozolânico (CP IV, CPV – ARI–RS)
Concretos para meio agressivo (água do mar e de esgotos)
AF (CP III) e Pozolânico (CP IV, CPV – ARI–RS) e Resistente aos Sulfatos
Grandes volumes chamado, Concreto – massa de Alto-Forno (CP III) e Pozolânico (CP IV) e de baixo Calor de Hidratação
d) QUADRO DE EXEGÊNCIAS FÍSICAS E MACÂNICAS DO CIMENTO PORTLAND
Tipo de
ciment
o
Portlad
Classe
Finura Tempo de pega Expansibilidade Resistência à compressão
Resíduo na peneira
de 0,075 mm
(%)
Área
específica
(m
2
/ kg)
Inicio
(h)
Fim
(h)
*
A frio
(mm)
*
A quente
(mm)
1 dia
(MPa)
3 dias
(Mpa)
7dias
(MPa)
28 dias
(Mpa)
91 dias
(MPa)
CP I
CP I -S
25
≤ 12,0
≥ 240
≥ 1 ≤ 10 ≤ 5 ≤ 5
-- ≥ 8,0 ≥ 15,0 ≥ 25,0
--
32 ≥ 260 -- ≥ 10,0 ≥ 20,0 ≥ 32,0
40 ≤ 10,0 ≥ 280 -- ≥ 15,0 ≥ 25,0 ≥ 40,0
CP II-E 25
≤ 12,0
≥ 240
≥ 1 ≤ 10 ≤ 5 ≤ 5
-- ≥ 8,0 ≥ 15,0 ≥ 25,0
--
CP II-Z 32 ≥ 260 -- ≥ 10,0 ≥ 20,0 ≥ 32,0
CP II-F 40 ≤ 10,0 ≥ 280 -- ≥ 15,0 ≥ 25,0 ≥ 40,0
CP III
**
25
≤ 8,0 -- ≥ 1 ≤ 12 ≤ 5 ≤ 5
-- ≥ 8,0 ≥ 15,0 ≥ 25,0 ≥ 32,0
32 -- ≥ 10,0 ≥ 20,0 ≥ 32,0 ≥ 40,0
40 -- ≥ 12,0 ≥ 23,0 ≥ 40,0 ≥ 48,0
CP IV
**
25
≤ 8,0 -- ≥ 1 ≤ 12 ≤ 5 ≤ 5
≥ 8,0 ≥ 15,0 ≥ 25,0 ≥ 32,0
32 ≥ 10,0 ≥ 20,0 ≥ 32,0 ≥ 40,0
CP V – ARI– RS
≤ 6,0 ≥ 300 ≥ 1 ≤ 10 ≤ 5 ≤ 5
≥ 11,0
≥ 24,0 ≥ 34,0 -- --
CP V – ARI ≥ 14,0
* Ensaios facultativos
** Outras característica podem ser exigidas, como calor de hidratação, inibição da expansão devida à
relação álcali-agregado, resistência a meios agressivos, tempo máximo de inicio de pega.
e) QUADRO DE EXIGENCIAS QUÍMICAS DO CIMENTO PORTLAND
Tipo de cimento portland Resíduo insolúvel
(%)
Perda ao fogo
(%)
Mgo
(%)
SO3
(%)
CO2
(%)
S
(%)
CP I
CP I-S
≤ 1,0
≤ 5,0
≤ 2,0
≤ 4,5
≤ 6,5 ≤ 4,0
≤ 1,0
≤ 3,0
--
--
CP II-E
CP II-Z
CP II-F
≤ 2,5
≤ 16,0
≤ 2,5
≤ 6,5 ≤ 6,5 ≤ 4,0 ≤ 5,0
--
--
CP III ≤ 1,5 ≤ 4,5 -- ≤ 4,0 ≤ 3,0 ≤ 1,0 (1)
CP IV (2) (3) (4) ≤ 4,5 ≤ 6,5 ≤ 4,0 ≤ 3,0 --
CP V-ARI-RS --
≤ 4,5 ≤ 6,5
--
≤ 3,0
-- CP V-ARI ≤ 1,0
≤ 3,5
≤ 4,5 (5)
(1) Facultativo.
(2) A atividade pozolânica do cimento, determinada conforme a NBR 5753, deve ser positiva
(3) A atividade do material pozolânico, determina conforme a NBR 5752, deve ser maior que 75%
(4) O teor de material pozolânico deve se determinado pelo ensaio de resíduo insolúvel.
(5) O teor de SO3 igual a 3,5% aplica-se quando C3 A ≤ 8,0 e 4,5 % quando C3 A ≥ 8,0%
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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
ENSAIOS FÍSICOS DO CIMENTO PORTLAND
(NBR 6156 - 6474 - 7215 - 7224 - 8809)
MATERIAL: CIMENTO PORTLAND MARCA ITAMBÉ CP I - S CLASSE - 32

NBR-11579 Finura 0,075mm = 2,3 % NBR-11580 Água de consistência normal = 0,120 kg
Inicio da mistura = 07 hs 10 minutos
NBR – 11581 Tempo de pega Inicio de pega = 10 hs 44 minutos (inicio: 03:34 h)
Final de pega = 18 hs 26 minutos (fim: 11:16 h)
NBR-7224 Área específica = 2,63 m
2
/kg NBR – 6474 Massa específica = 3,10 kg/dm
3
NBR – 11582 Expansibilidade de Le Chatelier À quente = 1,2 mm À frio = 1,1 mm
NBR - 7215 RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO EM Mpa
Corpo de Prova
N
0
Idade de Ruptura
24 horas 3 dias 7 dias 28 dias 45 dias 60 dias
Cx-1 - 14.8 21.8 38.3 -- --
Cx-2 - 14.9 21.5 38.8 -- --
Cx-3 - 15.1 21.9 38.2 -- --
Cx-4 - 14.3 21.1 38.6 -- --
Média MPa -- 14,8 21,6 38,5 -- --
Desvio relativo máximo -- 3,4 2,3 0,8 -- --
OBS: Cimento aprovado para utilização em concreto
4) AGREGADOS PARA CONCRETO
a) INTRODUÇÃO
O agregado, um dos ingredientes mais importantes na elaboração da dosagem de concreto.
Sobretudo porque aproximadamente 70 à 80 % do volume do concreto é composto por
agregados, o que torna o custo mais baixo por unidade de volume, devido os mesmos serem
de menor custo que o cimento. A atuação dos agregados é de forma decisiva em certas
propriedades, entre as quais: redução de retração na pasta de cimento, aumento da resistência
ao desgaste, melhoria na trabalhabilidade entre outros.
b) DEFINIÇÃO
A NBR 9935 / 87 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), define o agregado
como material sem forma ou volume definido, geralmente inerte, de dimensões e propriedades
adequadas para produção de concreto e argamassa.
c) CLASSIFICAÇÃO
Os agregados destinados ao preparo do concreto poderão ser classificados pela origem,
dimensões das partículas e densidade aparente.
d) ORIGEM
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DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
- Os naturais de densidade média - serão encontrados na natureza já fragmentados sob a
forma partículada de agregado: areias de barranco, mina, rios, dunas, e mar, seixos rolados ou
pedregulhos extraídos das jazidas de rios, mar ou das jazidas de solo pedregulhoso.
- Os naturais de densidade leve - inorgânicos celular granulados constituídos da matéria
prima por fontes naturais como: pedra pomes, escória vulcânica ou tufo.
Nota: os agregados pesados não são encontrados na natureza já fragmentados.
- Os artificiais de densidade média - são aqueles que a matéria prima necessita ser triturada,
trabalhada enfim beneficiada de alguma maneira para chegar a forma das partículas dos
agregados miúdos e graúdos em condições apropriadas para utilização em concreto normal. Os
mais conhecidos são formados através da moagem a britagem de rocha estáveis.
- Os artificiais de densidade leve - encontram-se os agregados da família dos inorgânicos
leves celular granulados, obtidos por processos especiais de fabricação, através da expansão
de produtos por aquecimento em alto-forno e posteriormente processo de moagem para
adequar as condições de graduações necessárias para utilização em concreto leve, sendo:
vermiculita, escória de alto forno, argila, diatomita, cinzas volantes, (“fly – ash”), ardósia ou
folhelho. além de outros.
Nota: O isopor em forma de grão (pérola) de isopor cuja densidade absoluta ≅ 0,017 t/m
3
e a
densidade aparente ≅ 0,0074 t/m
3
pode ser considerado agregado para concreto leve não
estrutural, utilizado para enchimento.
- Os artificiais de densidades alta - são aqueles constituídos da matéria prima trabalhada,
triturada, beneficiada através da britagem para chegar a forma das partículas dos agregados
miúdos e graúdos em condições apropriadas para a utilização em concreto pesado. Os
minérios mais conhecidos são: barita, hematita, magnetita, entre outros.
e) DIMENSÕES
- Quanto a dimensões, os agregados são classificados em dois grupos. Os miúdos: areias
quartzosas, os graúdos: seixo rolado, cascalho, britas e os agregados pétreos de grandes grãos
de pedras ≥ 250 mm, entre 76 mm e 250 mm, conforme estabelecido especificações da ABNT-
NBR-7211 e 9935.
- Os agregados inorgânico leve, celular granulados, segundo as especificações Brasileira,
encontram-se em dois grupo: o grupo I, os miúdos cujos grãos passam pelo menos 98% na
peneira de 4,8 mm. No grupo II, os graúdos cujos grãos passam pelo menos 90% na peneira de
12,5 mm, conforme os limites estabelecidos através da ANBT-NBR-7213.
- Os agregados miúdos de densidade leve, média ou alta são: a areia de origem natural ou
artificial resultante do esmagamento a moagem de vermiculita expandida, rochas estáveis,
minério de bário além de outros ou a mistura de todos, cujos grãos passam pelo menos 95% na
peneira 4,8 mm conforme NBR-5734, a melhor definição é apresentada nas faixas dos limites
granulométricos estabelecidos para agregados miúdo: areia muito fina, fina, media ou grossa,
conforme as especificações da ABNT-NBR-7211 para agregados normal e pesado, quanto aos
agregados leve, conforme os limites estabelecidos através da NBR-7213.
- Agregados graúdos de densidade média ou alta será: pedregulho natural ou brita artificial
resultante do esmagamento a britagem de rochas estáveis, minério de bário entre outros ou a
mistura de todos, cujos grãos passam na peneira 152 mm e ficam retido pelo menos 95% na
peneira de 4,8 mm. A melhor definição é apresentada nas faixas de limites granulométricos
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estabelecidos para os agregados graúdos: Brita n
o
0, Brita n
o
1, Brita n
o
2, Brita n
o
3 e Brita n
o
4,
conforme ABNT-NBR 7211.
- Os agregados graúdos de densidade leve, pode ser: a vermiculita, escória de alto forno,
argila, diatomita, pedra pomes, entre outros produtos resultantes da expansão por aquecimento
e posteriormente moagem, cujos grãos ou a mistura de todos passam pelo menos 90% na
peneira de 12,5 mm, conforme limites estabelecidos na NBR-7213 para agregados leve.
- Os agregados leves naturais ou artificiais, de uma maneira geral, estão próximos dos miúdos,
tendo em vista que a ABNT estabelece pelo menos 90% do material passando pela peneira de
12,5 mm, o que torna na verdade um agregado médio. A pesar disto não podemos deixar de
cita-los como agregados graúdos.
f) CLASSIFICAÇÃO PELA DENSIDADE APARENTE SOLTA
- Agregados leves (de densidade aparente ≤ 1 t/m
3
), vermiculitas, argila expandida, escória
de alto forno, pedras-pomes escória vulcânica, etc
- Agregados médio (de densidade aparente ≥ 1 t/m
3
à ≤ 2 t/m
3
), areias quartzosas,
seixos, britas de calcário, gnaisses, granitos, basalto etc.
- Agregados pesados (de densidade aparente >2 t/m
3
), barita massa esp. δ ≥ 2.9 t/m
3
hematita δ ≥ 3,2 t/m
3
magnetita δ ≥ 3,3 t/m
3
.
g) OBTENÇÃO DOS AGREGADOS MIÚDOS NATURAIS
- Areia normal de origem natural - é o material encontrado na natureza em jazidas de
bancos formadas acima do leito do terreno, jazidas de mina formadas abaixo do nível do
terreno subterrâneas, jazidas de rio formada no leito, nas margens e no fundo dos rios, e
jazidas de mar e dunas formadas nas margens nas praias ou no fundo do mar. Todos estes
agregados miúdos naturais serão encontrados já fragmentados na forma de grãos em
condições de ser utilizados em concreto normal. Alguns, principalmente os de bancos e mina
que vem diretamente do solo, necessitam do processo mais enérgico de lavagem para eliminar
torrões de argila, teor de pulverulento e outras impurezas existentes, e posteriormente a
classificação. Todos os agregados miúdos naturais de densidade média antes da utilização
deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos
conforme a ABNT-NBR-7211.
- Areia leve de origem natural - são os agregados inorgânicos leve celular granulados,
constituídos por materiais da natureza: pedra pomes, escória vulcânica ou tufo. Os agregados
miúdos leve naturais antes da utilização deverão ser analisados em laboratório e submetidos a
classificação dos limites restabelecidos conforme a ABNT-NBR-7211 e 7213.
h) OBTENÇÃO DOS AGREGADOS MIÚDOS ARTIFICIAIS
- Areia normal de origem artificial é o material trabalhado obtido da pedra rocha estáveis por
redução do tamanho, processo de trituração provocado através de britagem, para chegarem a
forma das partículas dos agregados miúdos em condições apropriadas para a utilização em
concreto normal. Os agregados miúdos médios artificiais antes da utilização deverão ser
analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos conforme a
ABNT-NBR-7211.
- Areia leve de origem artificial é fabricada através dos agregados leve celular, granulados
de vermiculita entre outros. extraídos da natureza, preparados por expansão do produto através
do aquecido em alto-forno, e posteriormente passando por processos de redução de tamanho
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través de moagem para chegarem a forma das partículas dos agregados miúdos em condições
apropriadas para a utilização em concreto leve. Os agregados miúdos leve artificiais antes da
utilização deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites
estabelecidos conforme as especificações da ABNT-NBR-7213.
- Os agregados miúdos de origem artificiais de densidade alta são aqueles constituídos da
matéria prima triturada, beneficiada para chegarem a forma das partículas dos agregados
miúdos em condições apropriadas para a utilização em concreto pesado. Os minérios mais
conhecidos são: barita, hematita, magnetita etc. Os agregados miúdos tem distribuição
granulométrica para uso em concreto denso, próxima a zona 3 da NBR-7211.
i) OBTENÇÃO DO AGREGADO GRAÚDO NATURAL
- Pedregulho, seixo rolado ou cascalho são os nomes que poderão ser dados ao agregado
graúdo de origem natural médio, que pode ser encontrado na natureza em jazidas de rio
formadas no leito, no fundo ou nas margens dos rios, ou nas jazidas de solo pedregulhoso e
arenoso na superfície, ou em maior profundidade do terreno. Este tipo de jazida é muito comum
nas regiões de cerrados e desertos. Poderá obter cascalho de boa textura, resistente ao
desgaste, mas, exige uma atenção especial com o teor de argila que o material poderá trazer
na superfície das partículas.
- O fato é que os materiais encontrados, tanto na jazida de rio como na jazida de solo, é
retirado da natureza sem sofrer processo de benificiamento que altere suas características,
porque ele já vem fragmentado isto é, com as suas partículas definidas. O material extraído
através da jazida de rio, em alguns casos não necessita passar por tratamento, processo de
lavagem, apenas a classificação de tamanho. Quanto ao extraído através da jazida de solo,
geralmente necessita passar por um processo mais enérgico de lavagem para retirar o teor de
argila, pó e outras impurezas existentes que vêm envolvidas nas partículas dos grãos. Todos os
agregados, sem exceção, antes da utilização deverão ser analisados em laboratório e
submetidos a classificação dos limites estabelecidos conforme as especificações da ABNT-
NBR-7211
Nota: Os agregados graúdos de altas densidades (pesados) não são encontrados na
natureza prontos para ser usados. Ao alcance do nosso conhecimento até o momento
constatamos que todos os citados necessitaram de beneficamente para serem utilizados em
concreto. Assim sendo, não temos conhecimento de alguma publicação a respeito.
j) OBTENÇÃO DO AGREGADO GRAUDO ARTIFICIAL
- Os agregados de densidade média as rochas estáveis natural: pedra granito, basalto,
gnaisse, cálcario, arenito, além de outros, transformada em agregado graúdo, brita artificial,
através da redução de tamanho por processo de trituração esmagamento a britagem, para
chegarem a forma das partículas de agregados graúdos em condições apropriadas para a
utilização em concreto normal. Todos os agregados graúdos médio artificiais antes da utilização
deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos
conforme as especificações da ABNT-NBR-7211
- Os agregados leves preparados por expansão, calcinação e sinterização de produtos
como: escória de alto-forno, argila, diatomita, cinzas volantes (“fly-ash”) ardósia ou folhelho.
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Todos extraídos da natureza e passados por aquecimento através de alto-forno e
posteriormente a moagem transformado em forma de grãos poroso o agregado para concreto.
Nota: argila expandida formada em proporções variáveis de silicato de alumínio, óxidos,
ferro, magnésio e outros elementos que formam a argila que será aquecida acima de 1000
o
c
em fornos rotativos, e posteriormente, através de moagem transformado em forma do grão
poroso esferoidal.
- Os agregados pesado como: barita minério de bário, Hematita , magnetita, triturado,
britado constitui os agregados para chegarem a forma das partículas de agregados graúdos em
condições apropriadas para a utilização em concreto pesado. Os agregados pesados antes de
serem utilizados deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites
estabelecidos conforme as especificações da ABNT-NBR-7211
m) PROPRIEDADES DOS AGREGADOS DE DENSIDADE NORMAL
Os agregados naturais de densidade média têm forma de grãos cubóides de superfície
arredondada e lisa, apresentam baixos teores de absorção de água ótima trabalhabilidade, em
virtude da falta de aspereza e rugosidade dos grãos, se não tomar certos cuidados na
dosagem, no manuseio e lançamento, poderá apresentar problemas de aderência na pasta de
cimento e água.
Os agregados chamados artificiais de densidade média apresentam forma de grãos de
superfície angulosa, extremamente irregular, variam entre eles conforme a formação da rocha.
Apresentam maior teor de absorção de água, trabalhabilidade razoável e ótima aderência na
pasta de cimento e água .
Constatamos acima que a forma dos grãos tem efeitos importantes no que se refere a
plasticidade, trabalhabilidade, absorção de água e resistência ao cisalhamento.
Concreto com os dois tipos de agregados de densidade normal
DADOS
AGREGADOS
Natural seixo rolado Artificial brita de rocha
Plasticidade Maior Menor
Trabalhabilidade Maior Menor
Aderência na pasta Menor Maior
Absorção de água Menor Maior
Resistência a compressão Menor Maior
Nota: Os agregados extraídos das jazidas das praias praticamente não são utilizados no
preparo de concreto por serem muito finos e apresentarem alto teor de cloreto de sódio. O
mesmo ocorre com as areias de dunas próximas ao litoral.
Os agregados leves apresentados ao longo desta edição, poderão ser utilizados no
preparo de concretos leve não exposto ao tempo, destinado as estruturas que necessitem de
resistência sem carregamento ou para enchimento, isolantes térmicos ou acústicos. Portanto o
concreto leve possui todas estas qualidades além de outras. É um produto de custo mais alto
em relação ao concreto normal.
Os agregados médio utiliza-se em concreto normal de resistência baixa, média e alta
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Os agregados pesados serão utilizados no preparo de concreto pesado, o qual é
destinado para concretagem de estruturas de segurança máxima: paredes de usinas nucleares,
escudo biológico, blindagens, ou até nos locais com alto teores de poluição. Por ser apropriado
para ambientes de alto risco, é o produto de maior custo entre os de
5) ANÁLISES DOS AGREGADOS:
COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA (ABNT NBR 7217)
a) AMOSTRA: AREIA NATURAL PROCEDENTE DO RIO VERMELHO - ALEXANDRA - PR
PENEIRAS
(mm)
PESOS
( g )
PORCENTAGENS LIMITES DA ABNT – NBR 7211 (PORCENTAGENS ACUMULADAS)
RETIDA ACUMULADAS MUITO FINA FINA MEDIA GROSSA
9,5 0 0 0 0 0 0 0
6,3 29,30 2,93 2,93 0 - 3 0 - 7 0 - 7 0 - 7
4,8 28,90 2,89 5,82 0 - 5 0 - 10 0 - 11 0 - 12
2,4 319,3 31,93 37,75 0 - 5 0 - 15 0 - 25 0 - 40
1,2 172,1 17,21 54,96 0 - 10 0 - 25 10 - 45 30 - 70
0,6 128,3 12,83 67,79 0 - 20 21 - 40 41 - 65 66 - 85
0,3 132,6 13,26 81,05 50 - 85 60 - 88 70 - 92 80 - 95
0,15 100,0 10,00 91,05 85 - 100 90 - 100 90 - 100 90 - 100
Fundo 89,5 8,93 //////// 100 100 100 100
Total 1000 //////// 100,00 ////////////////// ////////////////// ////////////////// //////////////////
MÓDULO DE FINURA: 3,38 DIMENSÃO MAXIMA CARACTERÍTICA: 6,3 mm
NBR- 6458 NBR- 7251 NBR- 7218 NBR- 7220 ASTM –C 128 ASTM –C123 NBR – 6465
Massa Específica
Real
( kg/dm
3
)
Massa Unitária
( kg/dm
3
)
Torrões de Argila
( % )
Material
Pulverulento
( % )
Impureza
Orgânica
( p. p. m. )
Absorção
( % )
Abrasão
Los Ângeles
( % )
2,59 1,50 0,1 2,6 Menor 0,9 ----
LIMITES MÁXIMOS PERMITIDO NAS ESPECIFÍCAÇÕES DA ABNT – NBR – 7211
2,55 a 2,65 1,40 a 1,65 ≤ 3% ≤ 5 % ≤ 300 PP 0,3 a 2,0
b) AMOSTRA: BRITA I DA PEDREIRA BOSCARDIM
PENEIRAS
(mm)
PESOS
( g )
(%) PORCENTAGENS
Calculo
M. F
LIMITES DA ABNT - NBR 7211 (% ACUMULADAS)
RETIDA ACUMULADAS Graduação 0 Graduação 1 Graduação 2 Graduação 3 Graduação 4
76 0 0 0 0 -- -- -- -- 0
64 0 0 0 /////////// -- -- -- -- 0 - 30
50 0 0 0 /////////// -- -- -- 0 75 - 100
38 0 0 0 0 -- -- -- 0 - 30 90 - 100
32 0 0 0 /////////// -- -- 0 75 - 100 95 - 100
25 0 0 0 /////////// -- 0 0 - 25 87 - 100 --
19 92 1.84 1,84 1,84 -- 0 - 10 75 - 100 95 - 100 --
12,5 1143 22,86 24,70 /////////// 0 -- 90 - 100 -- --
9,5 2906 58,12 82,82 82,82 0 - 10 80 - 100 95 - 100 -- --
6,3 529 10,58 93,40 /////////// -- 92 - 100 -- -- --
4,8 110 2,20 95,60 95,60 80 - 100 95 - 100 -- -- --
2,4 162 3,24 98,84 98,84 95 - 100 -- -- -- --
Fundo 58 1,16 100,0 400 -- -- -- -- --
Total 5.000 MÓDULO DE FINURA : 6,79 DIMENSÃO MAXIMA CARACTERÍTICA : 19 mm
Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99
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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
NBR- 6458 NBR- 7251 NBR – 7810 NBR- 7218 NBR – 7219 NBR – 7220 ASTM - C 123 NBR – 6465
Massa Específica
Real
( kg/dm
3
)
Massa Unitária
( kg/dm
3
)
Massa Unitária
Compactada
(kg/dm
3
)
Torrões de
Argila
( % )
Material
Pulverulento
( % )
Impureza
Orgânica
( p. p. m. )
Absorção
( % )
Abrasão
Los Ângeles
( % )
2,70 1,40 1,51 0,0 0,6 --- 0,3 28,6
LIMITES MÁXIMOS PERMITIDO NAS ESPECIFÍCAÇÕES DA ABNT - NBR – 7211
2,55 a 3,00 1,25 a 1,85 1,30 a 2,00 ≤ 0,5 % ≤ 1 % --- 0,3 a 2,0 ≤ 50%
c) AMOSTRA: BIRTA II DA PEDREIRA BOSCARDIM
PENEIRAS
(mm)
PESOS
( g )
(%) PORCENTAGENS
Cálculo
M. F.
LIMITES DA ABNT - NBR 7211 (% ACUMULADAS)
RETIDA ACUMULADAS Graduação 0 Graduação 1 Graduação 2 Graduação 3 Graduação 4
76 0 0 0 0 -- -- -- -- 0
64 0 0 0 //////////// -- -- -- -- 0 - 30
50 0 0 0 //////////// -- -- -- 0 75 - 100
38 0 0 0 0 -- -- -- 0 - 30 90 - 100
32 0 0 0 //////////// -- -- 0 75 - 100 95 - 100
25 0 0 0 //////////// -- 0 0 - 25 87 - 100 --
19 7,606 76,06 76,06 76,06 -- 0 - 10 75 - 100 95 - 100 --
12,5 1,904 19,04 95,10 /////////// 0 -- 90 - 100 -- --
9,5 42,0 0,42 95,52 95,52 0 - 10 80 - 100 95 - 100 -- --
6,3 446,0 4,46 99,98 /////////// -- 92 - 100 -- -- --
4,8 0 0 100,00 100 80 - 100 95 - 100 -- -- --
2,4 0 0 100,00 100 95 - 100 -- -- -- --
Fundo 2 0,02 100,00 400 -- -- -- -- --
Total 10.00 MÓDULO DE FINURA : 7,72 DIMENSÃO MAXIMA CARACTERÍTICA : 25 mm
NBR- 6458 NBR- 7251 NBR – 7810 NBR- 7218 NBR- 7219
NBR - 7220
ASTM - C 123 NBR – 6465
Massa Específica
Real absoluta
( kg/dm
3
)
Massa Unitária
( kg/dm
3
)
Massa Unitária
Compactada
( kg/dm
3
)
Torrões de
Argila
( % )
Material
Pulverulento
( % )
Impureza
Orgânica
( p. p. m. )
Absorção
( % )
Abrasão
Los Ângeles
( % )
2,72 1,35 1,46 0,0 0,4 --- 0,3 28,6
LIMITES MÁXIMOS PERMITIDO NAS ESPECIFÍCAÇÕES DA ABNT - NBR – 7211
2,55 a 3,00 1,20 a 1,80 1,25 a 1,95 ≤ 0,5 % ≤ 1 % --- 0,3 a 2,0 ≤ 50%
Os materiais analisados são de densidade média, o miúdo de
origem natural, quanto ao graúdo de origem artificial pedra britada. Nas tabelas dos
ensaios já encontram-se os limites estabelecidos pelas especificações brasileira e
estrangeira. Assim sendo todos as análises para caracterização dos materiais
efetuados no laboratório, foram submetidos aos limites estabelecidos conforme a
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ANBT - BNR - 7211) e América Society For
Testing And Materials - ASTM.
d) DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DA AREIA
(ABNT - NBR 6467)
AMOSTRA: AREIA NATURAL PROCENDENTE DO RIO VERMELHO - PARANAGUA
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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
h = %
0 0,5 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 7,0 9,0 12,0
A) Peso do recipiente + amostra (kg) 26,000 24,650 23,750 23,000 22,250 22,400 22,100 22,550 23,300 25,400
b) Peso do recipiente (kg) 3,500 3,500 3,500 3,500 3,500 3,500 3,500 3,500 3,500 3,500
c) Peso da amostra (kg) 22,500 21,150 20,250 19,500 19,050 18,900 18,600 19,050 19,800 21,900
D) Volume do recipiente (dm
3
) 15,0 15,0 15,0 15,0 15,0 15,0 15,0 15,0 15,0 15,0
Y (kg / dm
3
) 1,50 1,41 1,35 1,30 1,27 1,26 1,24 1,27 1,32 1,46
Vh / Vs 1,0 1,07 1,12 1,18 1,22 1,24 1,27 1,26 1,24 1,15
C) Peso da amostra = Peso da amostra + recipiente – Peso do recipiente
Y = Peso unitário = Peso da amostra ÷ Volume do recipiente
Coeficiente de inchamento = Vh = Ys x 100 + h
Vs Yh 100
Onde:
h = umidade
Vh = Volume da areia úmida
Vs = Volume da areia seca
Vs = Volume da areia seca
Ys = Peso unitário da areia seca
Yh = Peso unitário da areia úmida
6) FIXAÇÃO DO FATOR ÁGUA / CIMENTO ADEQUADO:
fixação ou a escolha da relação água/cimento (a/c) do concreto deve ser feita sobre
os critérios de durabilidade, resistência e adensamento do concreto. E realizar estudo
especifico levando em consideração o grau de intensidade dos agentes agressivos
provocados pelas condições ambientais as quais o concreto será exposto. A partir
destes dados, adota-se a relação a/c e o tipo de cimento mais adequados ao ambiente,
proporcionando a qualidade útil e duradoura para a estrutura.
A escolha da relação a/c em função da resistência mecânica do concreto poderá
ser obtida na tabela III, Curva de Abrams, em função do fcj calculado e da resistência
do próprio cimento obtido no laboratório envolvido no estudo da dosagem, ou confiar
nos resultados fornecidos pelo fabricante que tem a responsabilidade de garantir o
produto, sendo em geral bastante confiáveis.
7) CONDIÇÕES
AMBIENTAIS'
Normal


- Variações de temperaturas
- Alto teor de umidade
- Semi-árido
Agressivo

- Árido
- Altos teores de poluição
- Água do mar
- Radioatividade
- Entre outros
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UMIDADE CRÍTICA 4,0%
INCHAMENTO MÉDIO 27 %
CURVA DE INCHAMENTO
1
1,1
1,2
1,3
1,4
1,5
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
UMIDADE DA AREIA %
Vh/Vs
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DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
8) TAMANHO MÁXIMO DOS AGREGADOS
TABELA I
ABNT E INT – INSTITUTO EXPERIMENTAL DOS CONCRETOS
Areia
≤ 4,8 mm
Brita 0 4,8 a 9,5 mm
Brita 1 9,5 a 19 mm
Brita 2 19 a 38 mm
Brita 3 38 a 76 mm
Pedra de mão >
76 mm
A escolha do tamanho máximo será feita tendo em vista as limitações dos
elementos geométricos das estruturas. Com muito "Bom Senso", deve-se procurar o
maior tamanho possível do agregado (superfície específica).
¹1/4 da menor dimensão da peça em planta
¹1/3 da menor espessura da laje
Dmáx '1,2 x ev (espaçamento vertical entre as armaduras)
¹ 0,8 x eh (espaçamento horizontal entre as armadura)
¹ 3/4 da menor distância entre as barras da armadura
¹1/3 do diâmetro da tubulação de bombeamento
TABELA II - Resumo dos resultados das análises dos materiais.
Materiais

Resistência à
Compressão
fc (MPa)
δ Massa
Especifica
absoluta
(kg/dm
3
)
PUS = Peso
Unitário Solto
(kg/dm
3
)
PUC = Peso
Unitário
Compactado
(kg/dm
3
)
Inchamento
da areia
(%)
Diâmetro
máximo
(mm)
Módulo
de
finura
Cimento 38 3,10 -- -- -- -- --
Areia -- 2,59 1,50 -- 25 4,8 2,80
Brita I -- 2,70 1,40 1,51 -- 19 6.70
Brita II -- 2,72 1,35 1,46 -- 25 7,88
9) CÁLCULO DO TRAÇO:
a) CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE DOSAGEM (fcj):
- Fixa a condição característica da obra pela resistência do concreto (fck) estipulada no
projeto, na idade de "f "dias (efetiva), definida pela expressão:

Fcj = fck + 1,65 x sd
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b) DESVIO PADRÃO DO CONCRETO:

definido pela expressão:
( )
1
2


·

n
m fc fci
sd
Cv =
sd
fcm
*100
onde:
sd = Desvio Padrão de Dosagem do Concreto
fci = Resistência individual de cada Exemplar
fcm = Resistência Média dos Exemplares
n = n
o
Total de Exemplares
Cv = Coeficiente de Variação do concreto em (%)
fc = Resistência à compressão do concreto
fcj = Resistência média à compressão na idade de j dias (efetiva) ou resistência de
dosagem
fck = Resistência característica do concreto à compressão
O valor do desvio padrão depende da condição específica da obra. Se não for
conhecido, segundo a ABNT poderão ser fixados inicialmente os desvios em função do
tipo e condições de controle a serem empregados:
CONDIÇÃO A
- Aplicável a concreto de classe C10 à C80 (fck 10 à 80 MPa)
- Cimento e agregado medido em massa
- Água medida em massa ou volume com dispositivo dosador
- Determinações precisas e freqüentes da umidade dos agregados
Proposta do sd = 4,0 MPa
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CONDIÇÃO B
- Aplicável a concretos de classe C10 à C20 (fck 10 à 20 MPa)
- Cimento em massa
- Agregado em volume
- Água em volume com dispositivo dosador
- Correção da umidade em pelo menos três vezes da mesma turma de concretagem
- Volume do agregado miúdo corrigido pela curva de inchamento
Proposta do sd = 5,5 MPa
CONDIÇÃO C
- Aplicável a concretos da classe C10 à C15 (fck 10 a 15 MPa)
- Cimento em massa
- Água em volume
- Umidade estimada
- Exige-se para esta condição o consumo mínimo de cimento = 350 kg/m
3
Proposta do sd = 7,0 MPa
CONDIÇÃO D
O desvio padrão (sd) poderá ser igual ao sd de 20 exemplares feito na obra
Condições ACI 214/86
Condição Sd
Condição A 2,8 a 3,5 Mpa
Condição B 3,5 a 4,2 Mpa
Condição C 4,2 a 4,9 Mpa
10) O EXERCÍCIO DE CÁLCULO DO TRAÇO DE CONCRETO

Concreto de fck = 15 MPa

a) fcj = fck + 1,65 x sd = 15 + 1,65 x 5,5 = 24,075 MPa

Logo: fcj = 24,1 MPa
e) Fator a/c = 0,60 Obtido na tabela III, em função do fcj calculado e da
resistência do cimento;
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f) Relação água/mistura seca (A%) calculado, ou obtido na tabela IV em função do
Diâmetro máximo do agregado graúdo (brita II) e do sistema de adensamento do
concreto;
g) AR incorporado no concreto, obtido também na tabela IV em função do diâmetro
máximo do agregado graúdo (brita II;)

e) Na tabela II, resumo dos resultados das característica dos materiais onde o
agregado graúdo (brita II) com diâmetro máximo = 25 mm;
f) Optamos pela dosagem de concreto aplicável com vibração moderada, sendo
diâmetro máximo =25mm, entrando com esses dados na tabela IV, tem-se A% e AR
g) Logo temos a relação água mistura seca A% = 8,5 e porcentagem de AR
INCORPORADO NO CONCRETO = 1,5 %
( vide tabela IV)
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TABELA III
25
5
1 5
2 5
3 5
4 5
5 5
0 , 3 0 0 , 3 5 0 , 4 0 0 , 4 5 0 , 5 0 0 , 5 5 0 , 6 0 0 , 6 5 0 , 7 0 0 , 7 5 0 , 8 0 0 , 8 5 0 , 9 0
Fa t o r á g u a / c ime n t o
R
e
s
i
s
t
ê
n
c
i
a

d
e

d
o
s
a
g
e
m

d
o

c
o
n
c
r
e
t
o

a
o
s

2
8

d
i
a
s

(
M
P
a
)
Fc ime n t o = 2 3 MPa
Fc ime n t o = 2 6 MPa
Fc ime n t o = 2 9 MPa
Fc ime n t o = 3 2 MPa
Fc ime n t o = 3 5 MPa
Fc ime n t o = 3 8 MPa
Fc ime n t o = 4 1 MPa
Fc ime n t o = 4 4 MPa
Fc ime n t o = 4 7 MPa
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TABELA IV - método do INT e ABCP
Diâmetro máximo
Da brita
(mm)
A% PARA ADENSAMENTO Porcentagem de
ar incorporado
(%)
Manual
(%)
Moderado
(%)
Enérgico
(%)
6,3 11,5 10,5 9,5 3,5
9,5 11,0 10,0 9,0 3,0
12,5 10,5 9,5 8,5 2,5
19,0 10,0 9,0 8,0 2,0
25,0 9,5 8,5 7,5 1,5
32,0 9,7 8,2 7,3 1,0
38,0 9,0 8,0 7,0 1,0
50,0 8,5 7,5 6,5 0,5
76,0 8,0 7,0 6,0 0,3
11) CÁLCULO DA RELAÇÃO (M) DOS AGREGADOS EM PESO

Denominado M → A + B sendo: (Areia + Brita)
TABELA – V
ABCP - PROPORCIONAMENTO DOS AGREGADOS GRAÚDOS
Britas utilizadas Proporção
B0, B1 B0 30% e B1 70%
B1, B2 B1 50% e B2 50%
B2, B3 B2 50% e B3 50%
B3, B4 B3 50% e B4 50%
12) ALTERNATIVAS PARA COMPOSIÇÃO DOS AGREGADOS (M) :
a) MÉTODO ATRAVÉS DA PORCENTAGEM DE VAZIOS:
A composição ideal dos agregados secos: misturas sucessivas; deverá ser
definida em laboratório através de ensaios para determinação da menor percentagem
de vazios entre os agregados. Consiste em determinar densidade aparente, no mínimo
de 5 misturas diferentes de agregados (areia + britas). A densidade aparente destas
misturas que proporcionar o maior valor, certamente é a mais homogênea, atingirá o
máximo de compacidade e consequentemente a menor porcentagem de vazios.
Nota: o mesmo método é muito empregado para a definição das composições em
dosagens de concretos especiais, onde não é possível utilizar a curva da granulometria.

Porcentagem de Vazios = (Massa específica - Massa Unitária)
x 100
Massa Específica
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MISTURA SUCESSIVA DOS AGREGADOS GRÁUDOS EM ESTADO SECO
MASSA UNTÁRIA DA MISTURA DE BRITA I + BRITA II
COLUNA → A B C D E F G
PORCENTAGEM DE BRITA I 30 35 40 45 50 55 60
PORCENTAGEM DE BRITA II 70 65 60 55 50 45 40
MASSA UNITÁRIA SOLTA (kg/cm
3
) 1,35 1,36 1,39 1,41 1,44 1,42 1,40
PORCENTAGEM DE VAZIOS (%) 50,2 49,8 48,7 48,0 46,9 47,6 48,3
% VAZIOS = MASSA ESPECÍFICA DA MISTURA - MASSA UNITÁRIA SOLTA DA MISTURA
x

100
MASSA ESPECÍFICA DA MISTURA
A = 2,71 - 1,35 x 100 = 50,2 % B = 2,71 - 1,36 x 100 = 49,8 % C = 2,71 - 1,39 x 100 = 48,7 %
2,71 2,71 2,71


D = 2,71 - 1,44 x 100 = 48,0 % E = 2,71 - 1,44 x 100 = 46,9% F = 2,71 - 1,42 x 100 = 47,6 %
2,71 2,71 2,71

G = 2,71 - 1,40 x 100 = 48,3 %
2,71
GRÁFICO N
O
1 MISTURA DE BRITA I + BRITA II
M
A
S
S
A


U
N
I
T
Á
R
I
A



S
O
L
T
A


k
g
/
d
m
3
1,46
1,45
1,44
1,43
1,42
1,41
1,40
1,39
1,38
1,37
1,36
1,35
1,34
BRITA I → % 30 % 35 % 40 % 45 % 50 % 55 % 60
% 70 % 65 % 60 % 55 % 50 % 45 % 40
BRITA II→
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Nota: Confirmou a estimativa da ABCP, tendo em vista a menor porcentagem de
vazios, portanto a melhor mistura obtido entre as britas: Brita I = 50% e
Brita II = 50%
MISTURA SUCESSIVA DE TODOS OS AGREGADOS EM ESTADO SECO
MASSA UNTÁRIA DA MISTURA DA AREIA + BRITA I + BRITA II
COLUNA → A B C D E F G
PORCENTAGEM DE AREIA (%) 30 35 40 45 50 55 60
PORCENTAGEM DE BRITA I + BRITA II (%) 70 65 60 55 50 45 40
MASSA UNITÁRIA SOLTA (kg/cm
3
) 1,51 1,55 1,60 1,65 1,73 1,68 1,62
PORCENTAGEM DE VAZIOS (%) 43,7 41,9 40,1 38,0 35,0 36,4 38,4
A = 2,67 - 1,51 x 100 = 43,4 % B = 2,67 - 1,55 x 100 = 41,9 % C = 2,66 - 1,60 x 100 = 39,9 %
2,67 2,67 2,66

D = 2,66 - 1,65 x 100 = 38,0 % E = 2,65 - 1,73 x 100 = 34,7% F = 2,64 - 1,68 x 100 = 36,4 %
2,66 2,65 2,64

G = 2,63 - 1,62 x 100 = 38,4 %
2,63
GRÁFICO N
O
2 MISTURA DOS AGREGADOS - AREIA + BRITA I + BRITA
M
A
S
S
A


U
N
I
T
Á
R
I
A



S
O
L
T
A


k
g
/
d
m
3
1,74
1,72
1,70
1,68
1,66
1,64
1,62
1,60
1,58
1,56
1,54
1,52
1,50
AREIA → 30 35 40 45 50 55 60
70 65 60 55 50 45 40
BRITAS →
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Nota: Tendo em vista a menor porcentagem de vazios, portanto a melhor mistura
obtido dos agregados miúdo e graúdos para utilização na dosagem, foi estabelecido:
areia = 50 % e britas = 50%.
b) MÉTODO ATRAVÉS DA MESCLA GRANULOMÉTRICA
Composição da mistura seca: processo da mescla granulométrica curva de
Füller, consiste traçar através de tentativas a granulometria contínua da mistura dos
agregados. O melhor ajuste das porcentagens de agregado miúdo e graúdo utilizado no
traço, proporcionará a curva granulométrica da mistura mais homogênea. O resultado
considerado ideal, será obtido através do processo gradativo em posicionar a curva
granulométrica da mistura (areia + brita), tangenciando o mais próximo possível da reta
iniciada em 0% das porcentagens acumuladas com a linha vertical correspondente ao
diâmetro máximo da granulometria do agregado mais grosso, (neste caso a brita II),
cujo diâmetro = 25mm, até 100% das porcentagens acumuladas correspondente a 0%
passando ou seja, o final da granulometria.
MESCLA GRANULOMÉTRICA DA MISTURA SECA DOS AGREGADOS
QUADRO N
o
1 - GRANULOMETRIA INDIVIDUAL DOS AGREGADOS
PENEIRA
Mm
AREIA BRITA I BRITA II MESCLA
% Acumuladas 50 % Estimado % Acumuladas 25 % Estimado % Acumuladas 25 % Estimado 0
38 0 0 0 0 0 0 0
32 0 0 0 0 0 0 0
25 0 0 0 0 0 0 0
19 0 0 1,8 0,5 76,1 19,0 19,5
12,5 0 0 24,7 6,2 95,1 23,8 30,0
9,5 0 0 82,8 20,7 95,5 23,9 44,6
6,3 2,9 1,5 93,4 23,4 99,9 25,0 51,8
4,8 5,8 2,9 95,6 23,9 100,0 25,0 52,0
2,4 37,8 18,9 98,8 24,7 100,0 25,0 68,6
1,2 55,0 27,5 100,0 25,0 100,0 25,0 77,5
0,6 67,8 33,9 100,0 25,0 100,0 25,0 84,0
0,3 81,1 40,6 100,0 25,0 100,0 25,0 90,6
0,15 91,1 45,6 100,0 25,0 100,0 25,0 95,6
Fundo 100 50,0 100,0 25,0 100,0 25,0 100,0
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D d Y Füller de contínua ta / 100 Re · −
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QUADRO N
o
2 - MESCLA DA MISTURA


P
A
S
S
A
N
D
O
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
%

A
C
U
M
U
L
A
D
A
S
Peneiras (mm) 0,15 0,3 0,6 1,2 2,4 4,8 6,3 9,5 12,5 19 25 32 38 50
A mescla granulométrica no item b. Foi efetuada com as mesmas porcentagens
da mistura que proporcionou a menor porcentagem de vazios obtida no processo das
misturas sucessivas no item a gráfico 2 da página 27. A finalidade de utilizar as
mesmas porcentagens dos agregados, foi para análises do comportamento da curva da
mistura caracterizada no processo anterior como a mais homogênea. Tendo em vista
que a curva da mescla se manteve tangencialmente sempre próximo da reta,
constatamos que os resultados comparativos entre os dois processos, foram coerentes.
c) PORCENTAGEM DE ARGAMASSA POR ESTIMATIVA:
Argamassa estimada para efeito de cálculo: se eventualmente for definido por
estimativa a porcentagem de argamassa, deve-se levar em consideração os resultados
das análises efetuadas em laboratório, para conhecimento das características dos
agregados, e acima de tudo ser bom conhecedor do manuseio de concreto. Outro fator
importante seria obter dados da utilização destes agregados em outras dosagens, as
referências de comportamento da possível aceitação dos referidos materiais utilizados
em outras oportunidades, tornaria a estimativa mais coerente e segura
OBS: Em todos os métodos adotados são indispensáveis os testes práticos de
dosagens experimentais em laboratório para os ajustes na dosagem final.
Foram apresentados 3 métodos para obtermos o TUPS, as fórmulas de cálculos
serão as mesmas nos itens A e B conforme 1
o
exemplo. Quanto ao item C, com
argamassa estimada será formula diferente, conforme mostra o 2
o
exemplo.
13) CÁLCULO DO TUPS – TRAÇO UNITÁRIO EM PESO SECO
C = Cimento A = Areia B = Brita Á/C = Água

EXEMPLO DE CÁLCULO DO VALOR DE (M) - TRAÇO BRUTO EM PESO

M = Fator Água/Cimento x 100 – 1 M = A/C x 100 -1 = 0,60 x 100 - 1 = 6,06
Relação Água/mistura seca (A%) A% 8,5
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
Relação de Cimento em peso no traço........................................... . = 1 kg
Relação de agregados em peso no traço (Areia + Brita) ............ .... = 6,06 kg
.
Fator Água/Cimento obtido na tabela III................................... ....... = 0,60 kg

Gráfico n
o
2 - Mescla a composição ideal dos agregados - Areia = 49,8 %
- Britas = 50,2 %
A) Método da mistura sucessiva dos agregados, opção da menor porcentagem de vazios
B) Método da mescla granulométrica da mistura dos agregados, opção do melhor ajuste
da curva através da reta contínua de Füller.
C) Método de argamassa estimada para base do início de cálculo
1
o
EXEMPLO: MÉTODOS E CÁLCULOS PARA OBTER O TUPS
Proporção de Areia A = (M) Relação (Areia + Brita) x composição ideal da Areia
100
Proporção da Areia A = 6,06 x 49,8
= 3,02 kg
100
Proporção das Britas B = (M) Relação (Areia + Britas) x composição ideal da Brita
100
Proporção das Britas B = 6,06 x 50,2
= 3,04 kg
100
Tabela V (ABCP) mistura ideal entre Brita I e Brita II 50% de cada
Proporção de Brita I = 3,04 x 50 = 1,52 kg Brita II = 3,04 x 50 = 1,52 kg
100 100
TUPS: C = 1 kg A = 3,02 kg BI = 1,52 kg BII = 1,52 kg A/C = 0,60 kg
2
o
EXEMPLO: MÉTODO E CÁLCULOS PARA OBTER O TUPS
Argamassa estimada descrito no item C
M = Traço Bruto em peso
- Relação de Cimento = 1,0 kg
- Relação de Agregados = 6,06 kg
- Relação de Água = 0,60 L/kg
Argamassa estimada para base de cálculo = 57 %
Argamassa: (Cimento + Areia) para fck = 15 MPa no mínimo = 45 %.
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Argamassa = (Cimento + Agregados) x argamassa estimada = (1+ 6,06) x 57 = 4,02
100 100
Relação: Argamassa = 4,02 kg Agregado = 6,06 kg
Cimento =....................................1,00 kg
Areia (seca) = Argamassa – Cimento = 4,02 – 1,00 = 3,02 kg
Britas (seca) = Agregados – Areia = 6,06 – 3,02 = 3,04 kg
Tabela V (ABCP) mistura ideal no caso de BI = 50% e BII = 50%
Proporção de Brita I = 3,04 x 50 = 1,52 kg Brita II = 3,04 x 50 = 1,52 kg
100 100
Nota: Nos Itens: a, b, c, foram apresentados três sistemas para obter o TUPS. O
principal objetivo é facilitar os cálculos, portanto utilizamos em todos os métodos o
mesmo valor de A/C e do A%. Assim sendo, o valor de (M) foi mantido em todos os
métodos.
LOGO: TUPS - TRAÇO UNITÁRIO DOS MATERIAIS EM PESO SECO
CIMENTO AREIA BRITA I BRITA II ÁGUA/CIMENTO
1 : 3,02 : 1,52 : 1,52 : 0,60
14) VERIFICAÇÃO DO TEOR GLOBAL DOS MATERIAIS
Argamassa : (Cimento + Areia + Água)
% de argamassa = Cimento + Areia + Água
x 100
Cimento + Areia + Brita I + Brita II +Água
argamassa = 1 + 3,02 + 0,60 x 100 = 462 = 60,3 %
1 + 3,02 + 1,52 + 1,52 + 0,60 7,66
Cimento = 100 = 100 = 100 = 13,1%
C + Ar + BI + BII + Ág 1+ 3,02 + 1,52 + 1,52 + 0,60 7,66
Areia = Areia x 100 = 3,02 x 100 = 302 = 39,4%
C + Ar + BI + BII + Ág 1 + 3,02 + 1,52 + 1,52 + 0,60 7,66
Brita I = Brita I x 100 = 1,52 x 100 = 152 = 19,8 %
C + Ar + BI + BII +Ág 1 + 3,02 + 1,52 + 1,52 + 0,60 7,66
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Brita II = Brita II x 100 = 1,52 x 100 = 152 = 19,8%
C + Ar + BI + BII + Ág 1 + 3,02 + 1,52 + 1,52 + 0,60 7,66
Água = Fator Água/Cimento x 100 = 0,60 x 100 = 60 = 7,9%
C + Ar + BI + BII + a/c 1 + 3,02 + 1,52 + 1,52 + 0,60 7,66
15) CT = CONSUMO TEÓRICO DE CIMENTO PARA 1m
3
DE CONCRETO
% ar = porcentagem de ar incorporado = 1,5 x 1000 = 15 litros
100
CT = (1000 - % ar) = 1000 - 15 = 985 = 306,85 kg/m
3
1 + a + BI + BII + A/C 1 + 3,02 + 1,52 + 1,52 + 0,60 3,21
δ c δ ar δ bI δ bII δ ag 3,10 2,59 2,70 2,72 1,00
LOGO: CT= Consumo Teórico de Cimento =306,85 kg/m
3
Densidade = Peso ÷ volume Peso = Volume x Densidade Volume = Peso ÷ Densidade
UNIDADES LINEARES 1mm = 0,001m 1cm = 10 mm 1dm = 10 cm 1m = 10dm
UNIDADES DE SUPERFÍCIE 1mm
2
= 0,000001 m
2
1cm
2
= 100mm
2
1dm
2
= 100cm
2
1m
2
= 10.000cm
2
UNIDADES DE VOLUME 1mm
3
= 0,00000001 mm 1cm
3
= 1000 mm 1dm
3
= 1000cm 1m
3
= 1000 dm
1m
3
= 1000 litros 1dm
3
= 1 litro 1dm
3
= 0,001m
3
1litro = 0,001 m
3
LEGENDA
DAS
UNIDADES
Milímetro
Linear
mm
Quadrado
mm
2
Cubico
mm
3
Centímetro
Linear
cm
Quadrado
cm
2
Cubico
cm
3
Decímetro
Linear
dm
Quadrado
dm
2
Cubico
dm
3
Metro
Linear
m
Quadrado
m
2
Cubico
m
3
16) PESO DOS MATERIAIS SECOS PARA 1m
3
DE CONCRETO
Peso do Cimento = CT x 1 Peso da Areia = CT x A Peso da Brita = CT x B Peso da Água = CT x A/C
Peso do cimento = 306,85 x 1 = 306,85 (kg/m
3
)
Peso da areia (seca) = 306,85 x 3,02 = 926,69 (kg/m
3
)
Peso da brita I = 306,85 x 1,52 = 466,41 (kg/m
3
)
Peso da brita II = 306,85 x 1,52 = 466,41 (kg/m
3
)
Peso da água = 306,85 x 0,60 = 184,11 (kg/m
3
)
Densidade do concreto = Peso do cimento + Peso da areia + Peso das britas + Peso da água
Densidade do concreto = 306,85 + 926,69 + 466,41 + 466,41 + 184,11 = 2.350 kg/m
3
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17) VOLUME ABSOLUTO DOS MATERIAIS SECOS P/ 1m
3
DE CONCRETO
V =
(
Peso do Cimento
+
Peso da Areia
+
Peso da Brita
+
Peso da Água
+
AR x 1000
)

δ
Massa Esp. Cimento
δ
Massa Esp. Areia
δ
Massa Esp. Brita
δ
Massa Esp. Água 100
Volume absoluto de cimento = 306,85 ÷ 3,10 = 98,98 (litros/m
3
)
Volume absoluto da areia (seca ) = 926,69 ÷ 2,59 = 357,80 (litros/m
3
)
Volume absoluto da brita I = 466,41 ÷ 2,70 = 172,74 (litros/m
3
)
Volume absoluto da brita II = 466,41 ÷ 2,72 = 171,47 (litros/m
3
)
Volume absoluto da água = 184,11 ÷ 1.00 = 184,11 (litros/m
3
)
Volume absoluto de % Ar = 1,5 x 1000 ÷ 100 = 15,00 (litros/m
3
)
Σ = 1000 (litros/m
3
)
Somatória = 98,98 + 357,80 + 172,74 + 171,47 + 184,11 + 15,00 = 1000 (litros/m
3
)
1m
3
DE CONCRETO EM VOLUME ABSOLUTO = 1000 dm
3
= 1000 Litros
NOTA: VOLUME ABSOLUTO É O VOLUME DO PRODUTO SEM VAZIOS
18) VOLUME APARENTE DOS MATERIAIS SECOS P/ 1m
3
DE CONCRETO
Expressão: (Unidade)
Sacos de cimento.................. = CT ÷ 01saco de 50 kg
Volume aparente da areia(seca) = Peso da Areia ÷ PUS = Litros ÷ 1000 = m
3
Volume aparente da brita I = Peso da Brita I ÷ PUS = Litros ÷ 1000 = m
3

Volume aparente da brita II = Peso da Brita II ÷ PUS = Litros ÷ 1000 = m
3
Volume da água = Peso da Água ÷ δ Ág = Litros ÷ 1000 = m
3

Sacos de cimento.................. = 306,85 ÷ 50 = 6,13 sacos
Volume aparente da areia(seca) = 926,69 ÷ 1,50 = 618 Litros ÷ 1000 = 0,618 m
3
Volume aparente da brita I = 466,41 ÷ 1,40 = 333 Litros ÷ 1000 = 0,333 m
3
Volume aparente da brita II = 466,41 ÷ 1,35 = 345 Litros ÷ 1000 = 0,345 m
3
Volume da água = 184,11 ÷ 1.00 = 184 Litros ÷ 1000 = 0,184 m
3
NOTA: VOLUME APARENTE É O PRODUTO SOLTO COM VAZIOS
19) COMFIRMAÇÃO DO TUPS - TRAÇO UNITÁRIO EM PESO SECO

C =
Peso do cimento
A =
Peso da Areia
B =
Peso da Brita
A/C =
Peso da água
Peso do cimento Peso do cimento Peso do cimento Peso do cimento
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Cimento = 306,85 = 1
306,85
Areia = 926,69 = 3,02
306,85
Brita I = 466,41 = 1,52
306,85
Brita II = 466,41 = 1,52
306,85
Água = 184,11 = 0,60
306,85

COMFIRMAÇÃO DO TUPS:

Cimento Areia Brita I Brita II Água/Cimento
1 : 3,02 : 1,52 : 1,52 : 0,60
20) PADIOLAS, CORRIGIDO EM FUNÇÃO DA UMIDADE DA AREIA
FÓRMULAS DE CÁLCULOS:
A B C D E
Cimento 50 kg Cimento 50 kg Cimento 50 kg Cimento 50 kg Cimento 50 kg
(Psa) = Peso seco
da areia
50 x A
(Pha) = Peso úmido
da areia
50 x A x (100 + h)
100
(Vha) = Volume úmido
da areia
50 x A x (100 + h)
100 .
PUS Areia
(HT) = Altura total da
padiola de areia
50 x A x (100 + h)
100 .
PUS Areia .
(35 x 40)
(H) = Quantidade
e altura da
padiola de
areia
H = HT Altura total
N
O
(Psb)= Peso seco
da brita I
50 x B
Sem correção de (h)
(Psb) = Peso seco
da brita I
50 x B
(Vsb) = Volume seco
da brita I
50 x B
PUS Brita
(HT) = Altura total da
padiola de brita I
50 x B
PUS Brita
(35 x 40)
(H) = Quantidade
e altura da
padiola de
brita I
H= HT Altura total
N
O
(Psb)= Peso seco
da brita II
50 x B
Sem correção de (h)
(Psb) = Peso seco
da brita II
50 X B
(Vsb) = Volume seco
da brita II
50 x B
PUS Brita
(HT) = Altura total da
padiola de brita II
50 x B
PUS Brita
(H) = Quantidade
e altura da
padiola de
brita II
H= HT Altura total
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(35 x 40)
N
O
(AC) Água Corrigida = (50 x A/C) – [50 x A x (100 + h) - (50 x A)]
100
- Areia h = 4% (estimativa de umidade media previsto na ABNT)
- A = TUPS da areia
- B = TUPS da Brita
- AC = Água corrigida em função da umidade da areia
- A/C = Fator Água/Cimento (Proporção da Água em peso p/ 1kg de Cimento)
- PUS = Peso Unitário Solto dos agregados
- HT = Altura total da padiola
- H = Altura das padiolas de agregados ≤ 30 cm
- N
O
= Número inteiro de padiolas por agregado
PADIOLAS' medidas padrão ANBT' L=35cm, C=40cm e H ≤ 30 cm
Área da base da padiola = (L x C) = 35 x 40 = 1400 cm
2
Volume = área da base x altura
CÁLCULOS DA ALTURA DIMENSÕES E QUANTIDADES DAS PADIOLAS:

AREIA:
A) (Psa) Peso seco da areia para 50 kg de cimento = 50 x A = 50 x 3,02 = 151 kg
B) (Pha) Peso úmido da areia para 50 kg de cimento = Psa x 100 + h = 151 x 100 + 4 = 157,0 kg
100 100
C) (Vha) Volume úmido da areia para 50 kg de cimento. V = P = Pha = 157,0 = 104,7 litros
D PUS 1,50
D) (HT) Altura total da padiola de areia = Volume úmido da areia x 1000 = 104,7 x 1000 = 74,8 litros
Área da base da padiola (35x40)
E) (H) Altura e quantidade das padiolas de areia úmida = HT= Altura total = 74,8 = 24,9 < 30 cm
N
O
3

BRITA I:
A) (Psb) Peso seco da brita para 50 kg de cimento = 50 x BI = 50 x 1,52 = 76,0 kg
B) A brita sem a correção de umidade, para calculo consideramos o peso seco
C) Vsb) Volume seco da brita para 50 kg de cimento. V = P = Psb = 76,0 = 54,3 Litros
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D PUS 1,40
D) (HT) Altura total da padiola de brita = Volume seco da brita x 1000 = 54,3 x 1000 = 38,8litros
Área da base da padiola (35x40)
E) (H) Altura e quantidade das padiolas de brita seca = HT= Altura total =38,8=19,4 cm < 30 cm
N
O
2
BRITA II:
A) (Psb) Peso seco da brita para 50 kg de cimento = 50 x BII = 50 x 1,52 = 76,0 kg
B) A brita sem a correção de umidade, para calculo consideramos o peso seco
C) Vsb) Volume seco da brita para 50 kg de cimento. V = P = Psb = 76,0 = 56,3 Litros
D PUS 1,35
D) (HT) Altura total da padiola de brita = Volume seco da brita x 1000 = 56,3 x 1000 =40,2litros
Área da base da padiola (35x40)
E) (H) Altura e quantidade das padiolas de brita seca = HT= Altura total = 40,2=20,1cm < 30 cm
N
O
2
AC = ÁGUA CORRIGIDA EM FUNÇÃO DA UMIDADE DA AREIA:
a) AC = (50 x A/C) – [(50 x A x 100 + h) – (50 x A)]
100
AC = (50 x 0,60) – [(50 x 3,02 x 100 + 4) - (50 x 3,02)] = 24,0 Litros
100
21) RESULTADOS CORRIGIDOS PELA UMIDADE DA AREIA
CIMENTO 1 SACO 50 kg
Areia úmida 4% 3 (35 x 40 x 24,9

) h cm V
areia
104,7 (litros)
Brita I 2 (35 x 40 x 19,4 ) h cm V
brita 54,3
(litros)
Brita II 2 (35 x 40 x 20,1 ) h cm V
brita 56,3
(litros)
Água V
água 24.0 litros
V
água
24,0 (litros)
22) DOSAGEM EXPERIMENTAL DO CONCRETO EM LABORATÓRIO
Dosagem experimental testado na betoneira, para verificação da HOMOGENEIDADE,
TRABALHABILIDADE, PLASTICIDADE, E RESISTÊNCIA do concreto.
A plasticidade do concreto fresco será medido através do ensaio de Slump teste na
forma tronco cônico, (dimensões externas) base < superior = 0,10 m, base >inferior =
0,20 m sendo a altura h = 0,30m.
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Moldagem com amostra do concreto fresco, será efetuado em forma cilíndrica de
diâmetro = 0,10m e altura h = 0,20m, (dimensões internas).Após concreto endurecido,
será determinado a resistência a compressão axial, em idades estabelecidas, conforme
normas da ABNT e projeto da obra.
Vol. do tronco cone = π x h (R
2
+ r
2
+ R* r) = 3.1416 x 0,30 (0,10
2
+ 0,0 5
2
+ 0,10 x 0,0 5)
3 3
logo volume = 0,00 5498 m
3
Área da forma = π x d
2

= 3.1416 x 0,10
2
= 3,1416 x 0,01 = 0,007854 m
2


4 4 4
Volume da forma = área x altura = 0,007854 x 0,20 = 0,001571 m
3
Volume de 1 corpo de prova, na forma c/ dimensões (0,10 X 0,20) m= 0,001571 m
3
Vol. do tronco cone de Slump p/ o ensaio de plasticidade do CON= 0,005498 m
3
Volume do concreto para 6 CP de (0,10* 0,20) m = 6 x 0,001571 = 0,009426 m
3
Volume do concreto fresco dosado na betoneira = soma do vol. do tronco cone
de Slump, com os 6 CPde (0,10 x 0,20)m = 0,005498 + 0,009426 = 0,014924 m
3
Onde:
Cimento para 1.0 m
3
de concreto = 306,85 kg/m
3
Cimento para 0,014924 m
3
de concreto = X kg
Portanto: Logo:
1.0 m
3
______________306,85 kg X = 0,014924 x 306,85 = 4.579 kg
0,014924 m
3
_________ X kg 1.0
Areia seca para 1.0 m
3
de concreto = 926,69 kg/m
3

Areia seca para 0,014924 m
3
de concreto = X kg
Portanto: Logo:
1.0 m
3
______________926,69 kg X = 0,014924 x 926,69 = 13,830 kg
0,014924 m
3
_________ X kg 1.0
Brita I seca para 1.0 m
3
de concreto = 466,41 kg/m
3

Brita I seca para 0,014924 m
3
de concreto = X kg
Portanto: Logo:
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DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
1.0 m
3
______________466,41 kg X = 0,014924 x 466,41 = 6,961 kg
0,014924m
3
__________ X kg 1.0
Brita II seca para 1.0 m
3
de concreto = 466,41 kg/m
3

Brita II seca para 0,014924 m
3
de concreto = X kg
Portanto: Logo:
1.0 m
3
______________466,41 kg X = 0,014924 x 466,41 = 6,961 kg
0,014924m
3
__________ X kg 1.0
Água para 1.0 m
3
de concreto = 184,11 kg/m
3

Água para 0,014924 m
3
de concreto = X kg
Portanto: Logo:
1.0 m
3
_______________184,11 kg X = 0,014924 x 184,11 = 2.748 kg
0,014726m
3
__________ X kg 1.0
Seqüência dos materiais dosados para um volume = 0,014924 m
3
de concreto fresco

Cimento = 4.579 kg
Areia seca = 13,830 kg
Brita I seca = 6,961 kg
Brita II seca = 6,961 kg
Água = 2.748 kg
23)Sendo necessário correção da plasticidade uma vez definido o fator água/cimento,
não deverá mudar o mesmo, tendo em vista que é a partir do a/c que determina-se a
resistência do concreto.
Assim sendo para cada kg de água adicionamos X de cimento. No exemplo desta
dosagem se fosse necessário efetuar a correção, para cada 0,100 kg de água adiciona-
se 0,166 kg de cimento.
Sendo: cimento = ∆ água = 0,100 kg = 0,166 kg
a/c 0,60 kg
24) DOSAGEM CORRIGIDO DEVIDO AO INCHAMENTO DA AREIA
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a) TUPS - TRAÇO UNITÁRIO EM PESO SECO
Cimento Areia Brita I Brita II Água/Cimento
1 : 3,02 : 1,52 : 1,52 : 0,60
b) TUVI - TRAÇO UNITÁRIO EM VOLUME INCHADO (VI)
Nota: Porcentagem de inchamento da areia = 27%

- TUVS da brita I = TUPS = 1,52 = 1,09 litros
Peso Unitário Solto (PUS) 1,40
- TUVS da brita II = TUPS = 1,52 = 1,13 litros
Peso Unitário Solto (PUS) 1,35
- Correção do fator água / cimento para areia úmida
Cimento unidade = 1 kg
TUPSA = TRAÇO UNITÁRIO EM PESO SECO DA AREIA
TUPHA = TRAÇO ÚNITÁRIO EM PESO ÚMIDO DA AREIA
Nota: areia com 4% de umidade (h)
TUPHA = TUPSA x 100 + h = 3,02 x 100 + 4 = 3,14 ⇒ areia + água (kg)
100 100
F. água/cimento p/ areia úmida = a/c- (TUPHA -TUPSA) = 0,60 -(3,14 - 3,02) = 0,48 l/kg
Portanto: O novo a/c corrigido p/ areia úmida = 0,48 litros de água para 1kg de cimento
LOGO: TUVI – TRAÇO UNITÁRIO EM VOLUME INCHADO
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PUS
Inchamento
TUPS areia da TUVI ÷
,
`

.
| +
× · −
100
% 100
Litros areia da TUVI 56 , 2 50 , 1
100
27 100
02 , 3 · ÷
,
`

.
| +
× · −
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
Cimento Areia Brita I Brita II A/C
1 : 2,56 : 1,09 : 1,13 : 0,48
C) DOSAGEM EM VOLUME CORRIGIDO EM FUNÇÃO DA PORCENTAGEM
DE INCHAMENTO DA AREIA, PARA 01 SACO DE 50 kg DE CIMENTO
Peso do cimento = Peso do cimento x 1 kg
Volume da areia inchada = Peso do cimento x TUVI da areia
Volume da brita = Peso do cimento x TUVS da brita
Volume da água = Peso do cimento x A/C Corrigido
Peso do cimento = 50 x 1 = 50,00 kg
Volume da areia = 50 x 2,56 = 128,00 litros
Volume da brita I = 50 x 1,09 = 54,5 litros
Volume da brita II = 50 x 1,13 = 56,5 litros
Volume da água = 50 x 0,48 = 24,00 litros
d) CÁLCULOS DAS PADIOLAS DOS AGREGADOS C/ AREIA INCHADA
PADIOLAS'medidas padrão da ANBT' L= 35cm, C= 40cm e H ≤ 30 cm
Área da base da padiola = (L x C) = 35 x 40 = 1400 cm
2

Volume = área da base x altura
HT = Altura total da padiola

H = Altura da padiola dos agregados

N
O
Número inteiro de padiolas por agregados
- AREIA
(HT) =Altura total = Volume da areia inchada em litros = 128,0 x 1000 = 91,4cm
Área da base da padiola em cm
2
(35 x 40)
(H) =Altura e quantidade das padiolas de Areia = HT = 90,0
= 30,5 cm ≤ 30cm
N
O
3
- BRITA I
(HT) = Altura total = Volume da brita em litros = 54,5 x 1000 = 38,9 cm
Área da base da padiola cm
2
(35 x 40)
(H) =Altura e quantidade das padiolas de Brita = HT = 38,9 = 19,5 cm < 30cm
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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
N
O
2
- BRITA II:
(HT) = Altura total = Volume da brita em litros = 56,5 x 1000 = 40,4 cm
Área da base da padiola cm
2
(35 x 40)
(H) =Altura e quantidade das padiolas de Brita = HT = 40,4= 20,2 cm < 30cm
N
O
2
e) QUANTIDADES E DIMESÕES DAS PADIOLAS DOS AGREGADOS
Saco de cimento = 50 kg 01 Saco
Padiola de Areia c/ 25 % de inchamento 3 (35 x 40 x 30,5) cm 128,0 Litros
Padiola de Brita I = 2 (35 x 40 x 19,5) cm 54,5 Litros
Padiola de Brita II = 2 (35 x 40 x 20,2) cm 56,5 Litros
Litros de água = 24,0 litros Litros
LAUDO DE DOSAGEM RACIONAL DO CONCRETO
CARACTERÍTICAS DOS MATERIAIS
MATERIAIS

Massa Esp.
Absoluta
(kg/dm
3
)
Pus - Peso
Unitário
(kg/dm
3
)
Puc – Peso
U. Compactado
(kg/dm
3
)
Torrões
de argila
(%)
Material
Pulverulento
(%)
Impureza
orgânica
< 300 PP
Absorção
de umidade
(%)
Modulo
de
Finura
Diâmetro
Máximo
(mm)
AREIA 2,59 1,50 -- 0,08 2,8 menor 0,51 2,80 4,8
BRITA N
O
1 2,70 1,40 1,51 -- 1,1 -- 0,54 6,70 19
BRITA N
O
2 2,72 1,35 1,40 -- 0,5 -- 0,58 7,88 25
CIMENTO 3,10 Marca: Itambé Tipo: CP I – S Classe: 32
ADITIVO -- Marca: --------------------- Finalidade: ------------------------------------------------------------------
C A R A C T E R Í T I C A S DO C O N C R E T O
fck
Mpa
15
sd
MPa
5,5
fc 28
MPa
24,1
Adensamento
Mecânico
Vibradores
Lançamento
Convencional
Guindaste ou Grua
Plasticidade
(mm)
60 a 80
T r a ç o Para 1m
3
de concreto Porcentagens dos materiais D i m e n s õ e s
Das padiolas
(cm)
Materiais

Bruto
(kg)
Unitário
(kg)
U n i d a d e s Total
(%)
Arg.
(%)
Ar / Br
(%)
Britas
(%)
(kg) Litros m
3
Cimento 1 1 306,85 6,13 sacos 13,1
60,3 49,8
--- 50 kg
Areia
6,06
3,02 926,69 618 0,618 39,4 --- 3 x 35 x 40 x 30,5
Brita n
o
1 1,52 466,41 333 0,333 19,8
39,7 50,2 100
2 x 35 x 40 x 19,5
Brita n
o
2 1,52 466,41 345 0,345 19,8 2 x 35 x 40 x 20,2
Aditivo -- -- -- -- -- ------------------- -------
Água 0,60 184,11 0,184 7,9 ------------------- 24,0 litros
Densidade do concreto 2.350 kg / m
3
Ordem de colocação dos materiais na betoneira:
- Parte da água
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CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II
- Aproximadamente metade da brita
- Toda a areia
- Todo o cimento
- Restante da brita
- Restante da água (adicionando gradativamente, observando a plasticidade)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
a) L. A Falcão Bauer - Materiais de Construção 1
b) Jose D. Alves - Materiais de Construção
c) ABCP - Associação Brasileira de Cimento Portland
d) IBC – Instituto Brasileiro do Concreto
e) INTEC – Instituto de Pesquisa e Assessoria Tecnológica da PUC-PR

NORMAS TECNICAS:

a) ACI - American Concrete Institute
b) ASTM – Américan Society for Testing Material
c) ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
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Propor o estudo de uma dosagem de concreto; necessariamente existem cinco regras fundamentais a conhecer: 1o Projeto estrutural 2o Os materiais disponíveis 3o Os equipamentos e mão-de-obra disponíveis 4o Buscar a melhor qualidade 5o O menor custo possível CONCRETO: O concreto é um material de construção utilizado desde a época do império romano, era constituído por uma mistura homogênea de aglomerantes, cal, cinza vulcânica, pozolana natural e água. Com estes materiais foram realizadas imensas obras de engenharia. PROPRIEDADES DO CONCRETO: Concreto fresco Concreto endurecido - Trabalhabilidade - Coesão dos materiais - Resistência mecânica - Durabilidade

TRAÇO DE CONCRETO: Traço é a quantidade de agregados, por unidade de cimento - em massa - em volume

DOSAGEM RACIONAL DO CONCRETO: Nas pequenas e, boa parte das médias construções, é usado o traço impírico sendo a mistura do cimento, agregados e água sem nenhum critério científico. A rigor não deveríamos chamar este procedimento de dosagem, pois na realidade neste caso é simplesmente seguir receitas, ou seja, copiar do livro que foi editado com materiais de características diferentes por se tratar de outras regiões, ou até de outros Países. Dosar um concreto no laboratório consiste em determinar as quantidades devidamente estudadas dos materiais envolvidos, sendo: cimento, água, agregados e eventualmente aditivos, em proporções convenientemente adequadas, para dar as propriedades exigidas, de maneira que os componentes desta mistura atendam satisfatoriamente todos os fatores, tornando o concreto em estado duro com 0% de vazios como uma pedra artificial. Os principais requisitos são: a) conforme as especificações do projeto e os meios disponíveis na obra, no estado fresco, deve possuir trabalhabilidade adequada capaz de ser transportado, lançado,
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e adensado, sem ocorrência de segregação, de acordo com as normas correntes da boa execução de obras de concreto; b) conforme as especificações do projeto, o concreto em estado endurecido deverá ter resistência, durabilidade, permeabilidade, conforto térmico, estética etc; compatíveis com as solicitações impostas pelas condições e variáveis que estará sujeita a obra acabada; c) finalmente, todas as propriedades do concreto, tanto no estado fresco como no endurecido, devem ser conseguidas com o menor custo possível, para que possamos tornar a obra economicamente viável e competitiva com outros materiais alternativos para a sua execução. 1) CRITÉRIOS PRÁTICOS PARA ESTUDO DA DOSAGEM a) DADOS DO PROJETO ESTRUTURAL NECESSÁRIOS PARA DOSAGEM - Resistência característica do concreto (fck) - Dimensões das formas das estruturas - Menor dimensão da peça em planta - Menor espessura da laje - Menor espaçamento, distribuição, posicionamento das barras das armaduras - Resistência específica referente aos esforços mecânicos - Resistência a agentes externos - Acabamentos específicos conforme estabelecido no projeto - Outros aspectos especiais que poderão ser solicitados no projeto a) TIPO E CLASSIFICAÇÃO DO CONCRETO COMPATÍVEL C/ PROJETO: - Densidade → leve, média ou alta - Resistência → baixa, media ou alta - Granulometria → microconcreto, concreto normal, ciclópico e especial - Plasticidade → úmido, semi plástico, plástico, fluído ou líquido - Adequado ao conforto → térmico, acústico e estética - Estanqueidade → tão denso, permeável quanto possível - Concreto poroso para uma situação que necessite passagem de água - Retração → a mínima possível -Trabalhabilidade adequada as estruturas, tipo de mistura, transporte, lançamento e adensamento - Bombeado ou convencional b) TRABALHABILIDADE, EM FUNÇÃO DAS ESTRUTURAS: - Consistência (plasticidade) adequada - Agregados → granulometria, forma e tamanho dos grãos - Dimensões das peças de lançamento - Menor afastamento e distribuição das barras das armaduras Aditivos → superfluidificantes, fluidificantes, superplastificantes, plastificantes, redutores, retardadores, aceleradores, incorporadores de ar, dispersantes etc.
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- Processo de mistura - Processo de transporte - Processo de lançamento - Tipo de adensamento - Tipo de acabamento - Teor de água, A% relação água materiais secos Os fatores que afetam a trabalhabilidade podem ser relacionados em três classes: - característica do próprio concreto, representadas pela consistência, que corresponde ao grau de plasticidade da massa e pela sua capacidade de manter-se homogênea; - condições de manipulação, envolvendo os tipos de equipamentos e sistemas de trabalho adotados nas operações de produção, transporte e lançamento do concreto; - condições de projeto, caracterizadas pelas dimensões dos elementos de construção e afastamento das armaduras. d) PARÂMETROS PARA DEFINIÇÃO DA PLASTICIDADE: - Fator Água/Cimento - Compacidade → Compactação ótima sem vazios - Mobilidade → facilidade de escoar com coesão e viscosidade - Relação água/materiais secos → (A%) - Granulometria e forma do grão do agregado - Tipo e finura do cimento. - Dimensões das peças de lançamento - Menor afastamento e distribuição das barras das armaduras - Aditivos→ superfluidificante, fluidificantes, superplastificante, plastificantes, retardadores, redutores de água etc. - Tempo e temperatura - Tipo de lançamento - Tipo de adensamento e) PLASTICIDADE APROXIMADA DO CONCRETO NAS ESTRUTURAS:
Peças estruturais Artefatos de concreto, tubos, blocos, bloquetes, poste, palanque e palito Peças em Pré – moldadas, Vigas, laje, lajotas meio fio etc. Lançamento pelo sistema forma deslizante Fundações Armadas, Paredes e Pisos Fundações Maciças e Infra-estrutura de Muro Lajes, Vigas e Muros, Pilares Massa

(mm) 0 a 10 10 a 20 20 a 50 50 a 120 30 a 100 50 a 150 Inferior a 60

Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO

Versão: 0

Data: 08/10/99

colher etc. a mistura deve ser tal que todas as partículas sólidas estejam em contato com a água de amassamento. hidratação. e também ter a integridade.Mistura forçada - Inclinada Hotizontal Verticais g) TÉCNICAS E FORMAS DOS SISTEMAS DE TRANSPORTE: Dentro da obra - Para obra - - Horizontal → através de carrinho.Mistura por tombamento -Mecânica → Betoneiras . evitando perdas sobre a trabalhabilidade. isto é. perda ou aumento da plasticidade e segregação do concreto.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Concreto para lançamento tipo bombeável Concreto para lançamento tipo convencional 80 50 a a 100 (mm) 80 (mm) TOLERÂNCIA DA CONSISTÊNCIA DO CONCRETO (PLASTICIDADE) MEDIDA ATRAVÉS DO ENSAIO DE ABATIMENTO DO TRONCO DE CONE ABNT– NBR 7223 CONSISTÊNCIA Muito baixa (quase seca) Baixa plasticidade Plástica De plástica a fluida Líquida ABATIMENTO (mm) TOLERÂNCIA (mm) 0 30 80 100 ≥ a 30 a 80 a 100 a 200 200 ± 5 ± 10 ± 10 ± 20 ± 30 f) SISTEMA DE MISTURA DOS MATERIAIS: A mistura ideal tem por objetivo a obtenção de um sistema homogêneo onde todos os componentes do concreto estejam em contato entre si. Mistura . Para o concreto encontrar-se em boas condições de homogeneidade. . Inclinado → processo de calhas e esteiras Vertical → guinchos. trituração por choque brusco. ou até a saturação por água das chuvas. gruas e guindastes Bombeamento → por pressão na tubulação Caminhões basculantes (em caso esporádico) Caminhão basculante especial Caminhão betoneira giratória (o mais correto) OBS: Para todo o meio de transporte adotado. Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . jirica etc. tomar as medidas preventivas no sentido de manter a homogeneidade da mistura.Manual através de pás enxadas. a sua composição deverá ser a mesma em qualquer ponto da massa. evaporação. absorção.

Deve-se penetrar pelo menos 5 cm na camada anterior. isto é. determina-se corretamente o método de vibração utilizando os vibradores adequados. .Conforme projeto posicionamento das formas. O processo de adensamento através de compactação. mais densa.Orientação das técnicas corretas do processo de lançamento aos operários programados para a execução do serviço.Energia elétrica e água no local do lançamento . Para cada tipo de concreto e também o local aplicado. Deve ser manipulado de modo que não haja segregação. plasticidade da mistura. agitação.Procurar aplicar o vibrador no maior número possível de pontos. menos permeável e mais durável. Portanto o adensamento deverá ser bastante coerente e compatível com a trabalhabilidade. com as armaduras e quaisquer outros elementos envolvidos.Condições de acesso ao local do lançamento . estanqueidade etc. e neste caso alguns cuidados devem ser tomados: .Aplicar o vibrador sempre na posição vertical . que o seu raio de ação atinja toda a área da massa do concreto.Posicionamento das armaduras conforme o projeto.Previsão do volume lançado por hora . .As camadas devem ter no máximo 50 cm de altura e menor que o comprimento da agulha. . uma vez e meia o raio de ação.Planejamento da operação de acabamento i) MÉTODOS DE ADENSAMENTO O adensamento é a operação severa que elimina os vazios da massa de concreto tornando-a mais compacta. o que implica em uma plasticidade adequada para tal fim. acomodação dos componentes e a expulsão do ar.Planejamento das camadas .Manter o vibrador em operação pelo menos 15 cm da lateral da forma. .Planejamento da operação de vibração . vibração provoca a arrumação. geometria da peça e o espaçamento da armadura. Ao utilizar vibradores de agulha o processo de vibração é por imersão.Equipamentos suficientes. Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . dos seus componentes e ainda que a argamassa se ponha em contato íntimo com o agregado graúdo. em condições e posicionados no local . mais resistente.Introduzir e retirar o vibrador lentamente. .Efetivo de pessoal suficiente e treinados para a operação .Previsão do tempo de lançamento . Os critérios principais são: . (Consulte as tabelas do vibrador). afim de que a cavidade deixada pela agulha se feche novamente (no concreto de boa trabalhabilidade a cavidade vem fechando simultaneamente na medida que vai tirando o vibrador) .Plano de concretagem . limpeza.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II h) CRITÉRIOS DE LANÇAMENTO DO CONCRETO O lançamento é o destino final do concreto onde ele permanecerá definitivamente.

soquete de aço ou madeira etc.Pneumático . suprimindo o atrito interno. o que facilita o adensamento provocado pelo peso próprio dos componentes.o adensamento por vibração pode aumentar muito a resistência do concreto. esta limitado entre 10 e 30 segundos.Não vibrar em excesso.Elétrico . a qual provocaria vazios e fissuras ao redor das barras de aço. . O processo de vibração produz uma distribuição de energia mecânica na massa do concreto pois se opõe as ligações de contato.Manual → Barras de aço.Eletromagnético . é o primeiro sinal que a pasta de cimento esta subindo para superfície. . O objetivo é deixar Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .Réguas vibratórias . Parar quando a superfície se apresentar brilhante. através da efetiva remoção do ar do concreto fresco de consistência mais rígida. permite que o ar seja expulso. mais isto depende muito da altura da camada.Vibrador de agulha . Adensamento .Não vibrar a armadura para evitar deslocamento desta com o concreto.quanto maior a diferença entre a massa específica do agregado graúdo e a argamassa mais úmido o concreto.O tempo de vibração.A combustão .Centrifugação RAIO DE ÁÇÃO EM RELAÇÃO AO DIÂMETRO DO VIBRADOR AGULHA Polegada 3/4 a 11/2 11/4 a 21/2 2 a 31/2 3 a 5 Vazios Resistência Centímetro 2 a 4 3 a 6 5 a 9 8 a 15 0% 100 % 5% 90 % RAIO DE AÇÃO Centímetro 8 a 15 15 a 25 20 a 40 30 a 50 10 % 70 % 20 % 50 % INFLUÊNCIA DA PORCENTAGEM DE VAZIO NA RESISTÊNCIA DO CONCRETO j) ACABAMENTO DO CONCRETO NO ESTADO FRESCO: O processo de execução do acabamento na superfície será iniciado assim que o concreto inicia a pega e deverá terminar antes do final da pega.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II .Vibrador de forma . trabalhabilidade e plasticidade do concreto. .Mesas vibratórias .Ar comprimido . . Segundo POPOVICS: . Este sendo muito maior do que o ar.Vibrador de placa .o concreto vibrado pode ter uma granulometria mais grossa do que um concreto adensando por um processo menos eficiente. maior a probabilidade de ocorrência de segregação durante a vibração.Mecânico . se insistir ocorrerá segregação no concreto. .

Régua vibratória. Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . l) APLICAÇÃO DE CURA NO CONCRETO: A cura do concreto é uma operação final que consiste em evitar a fuga rápida da água. . devido a saída rápida da água e também pelas altas temperaturas logo após a pega do cimento.pó de serra.Colher de pedreiro . . . . Entretanto o milagre será concretizado e satisfatório se iniciado o processo de cura logo após a pega e mantido no mínimo durante os 7 primeiros dias de idade do concreto. Equipamentos: .Desempenadeira em metal ou madeira. As fissuras aparecem devido a evaporação rápida da água quando a superfície do concreto durante o período de pega e endurecimento ficar desprotegida. Depois do final da pega do cimento o concreto entra na fase de endurecimento. a qual provoca a retração hidráulica nas primeiras idades do concreto.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II a superfície lisa sem ondulações e sem rugosidade. laje ou grandes blocos. praticamente quase todos os tipos de retração poderão ser evitados ou pelo menos amenizados. Antes do início de pega do cimento ocorre a chamada retração plástica. passando a adquirir resistência e a partir deste momento ocorrem outros tipos de retração: . quando a sua resistência ainda é baixa. Nos concreto bem argamassado e de boa trabalhabilidade torna-se mais fácil efetuar o acabamento. é necessário efetuar corretamente um dos sistemas de cura no concreto.Molhagem contínua da superfície do concreto. Pode ser efetuado através dos métodos: .Por carbonatação – em virtude da formatação de carbonato de cálcio por reação da cal livre com dióxido de carbono do ar.Autógena – em virtude da redução do volume da pasta. pavimentação. entre outros. Muito lenta. ar seco.Réguas metálicas simples . sendo extremamente inconveniente porque resulta em muitas fissuras grandes. portanto pouco significativa. o ideal é que estenda até 14 dias. temperaturas elevadas e dos raios solares. as quais proporcionam danos ao concreto.Térmica – em virtude da contração causada pelas temperaturas elevadas das reações exotérmicas da hidratação do cimento logo após a pega do mesmo.Proteção por tecidos de aniagem mantidos úmidos na superfície do concreto . exposta ao vento.Hidráulica – devido a perda da água de amassamento que evaporou rapidamente. Sendo a dosagem do concreto estudada com os materiais adequados. . principalmente quando se trata de concreto aparente . Porém. areia ou sacos vazios de cimento desde que mantidos úmidos poderão ser utilizados para cura do concreto.

Nas fábricas de pré-moldados de artefatos de concreto é bem aceito aplicar o processo de cura a vapor.Químicos Água Aditivo . m) QUALIDADES DESEJÁVEIS DO CONCRETO ENDURECIDO Resistência .Durabilidade . mantidos sobre a superfície exposta e de cor clara para evitar aquecimento e retração térmica do concreto.Impurezas orgânicas .Aplicação de produtos químicos através de emulsões que formam películas impermeáveis sobre a superfície do concreto.Teor de argila .Resistência a compressão . a qual proporciona hidratação do cimento. .Abrasão Los Angeles 3) TIPO E CARACTERÍSTICA DO CIMENTO PORTLAND Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .Químico .Tração na flexão .Aderência . .Qualidade .Cisalhamento .Compressão . tendo como objetivo evitar fissuras por retrações. a finalidade é evitar a evaporação prematura da água utilizada na mistura.Impermeabilidade .Teor de material pulverulento . em torno de 24 hs obtém aproximadamente 80% da resistência de 28 dias.Testes no concreto Agregados .Absorção .Finura . Nota: Cura úmida ou cura química.Lonas plásticas ou papéis betumados impermeáveis.Coeficiente de inchamento da areia .Granulometria .Resistência ao desgaste 2) ANÁLISES PARA CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS: Cimento .Qualidade .Tempo de pega .Apreciação Petrográfica . preservando a qualidade final para dar o máximo de durabilidade ao concreto endurecido.Reatividade Potencial .Tração .Massa específica aparente e absoluta .PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II .

O cimento apareceu na Europa. Exemplo: CP I – 32RS. Com a evolução técnica. Exemplo: CP I – 32C. CPIII – 40BC etc. pavimentações de estradas e tantos outros. barragens. sendo que a maioria dos cimentos hoje existente no mercado servem para uso geral. misturado com água e outros materiais de construção tais como a areia. CPB – 25 CPB – 32 Cimento portland composto com escória Cimento portland composto (NBR 11578) CP II –E Cimento portland composto com pozolana CP II –Z Cimento portland composto com fíller CP II –F Cimento portland de alto forno (NBR 5735) Cimento portland pozolânico (NBR . podendo aproveitá-los da melhor forma possível dentro das condições impostas na sua obra. Uma vez endurecido. O cimento portland. um único tipo de cimento portland. Recomenda-se utilizá-lo corretamente. CP III – 40BC etc. Há tempos havia no Brasil. Siglas e classe dos tipos originais acrescidos do sufixo BC. que endurece sob ação da água. portos.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II O cimento portland é um pó fino com propriedades aglomerantes hidráulico aglutinantes ou ligantes. a pedra e outros tipos de agregados.5736) (NBR 5733) (NBR 5733) CP III Cimento portland de alta resistência inicial Cimento portland de alta resistência inicial CP IV CPV-ARI-RS CP V – ARI - Cimento portland resistente aos sulfatos (NBR 5737) Cimento portland de baixo calor de hidratação (NBR 13116) Cimento portland branco estrutural (NBR 12989) CPB Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . resultará em concreto para construções de casas. precisamente na Inglaterra. Para isto. em 1824. e foi patenteado com o nome de cimento portland devido a um tipo de pedra muito resistente de cor cinza chamada portland. aeroportos. no sul do referido País. o cimento portland resiste sem se decompor. mesmo voltando à ação da água. pontes. CP II – F-32BC. é de fundamental importância conhecer as suas característica e propriedades. praticamente. Porém alguns deles tem certas características e propriedades que os tornam mais adequados para serem utilizados em concreto de determinadas construções. foram sendo fabricados vários novos tipos. túneis. a) NOMENCLATURA DO CIMENTO PORTLAND REGIDO PELAS NORMAS DA ABNT Nome técnico CP = Cimento Portland Cimento portland comum Cimento porland comum (NBR 5732) Cimento portland comum com adição CP I –S Sigla CP 1 Classe 25 32 40 25 32 40 25 32 40 25 32 40 25 32 40 25 32 40 25 32 --25 32 40 25 32 40 25 32 Identificação do tipo e classe CO I – 25 CO I – 32 CO I – 40 CP I – S-25 CP I – S-32 CP I – S-40 CP II – E-25 CP I – E-32 CP I – E-40 CP II – Z-25 CP II – Z-32 CP II – Z-40 CP II – F-25 CP II – F-32 CP II – F-40 CP III – 25 CP III – 32 CP III – 40 CP IV – 25 CP IV – 32 CPV-ARI-RS CP V – ARI Siglas e classe dos tipos originais acrescidos do sufixo BC. edifícios.

Composto (CP II-Z. CP II-F). AF (CP III). Comum (CP I. CP I-S). CPI-S). CP I-S). curado a vapor ou com outro tipo de cura térmica Elementos pré-moldados de concreto e artefatos de cimento curados por aspersão de água Elementos pré-moldados de concreto e artefatos de cimento para desforma rápida. curado por aspersão de água ou produto químico Concreto armado para desforma rápida. CP II-Z CP II-F) e Branco Estrutural (CPB) Comum (CP I. de Alto-Forno (CP III).rural De Alta Resistência Inicial (CP V– ARI. CP I-S). Pozolânico (CP IV).) CP II-F). de Alto-forno (CP III) e Pozolânico (CP IV) Comum (CP I. CP I-S). CP I-S).PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II 40 G CPB – 40 CPP – classe G Cimento para poços petrolíferos (NBR 9831) CPP b) TIPO DE CIMENTO PORTLAND TIPO DE CIMENTO PORTLAND . de Alto forno (CP III) e Pozolânico (CP IV) Comum (CP I. Pozolânico (CP IV) e Branco Estrutural (CPB Estrutural) Comum (CP I.CP Alta Resistente Pozolânico Resistência aos Inicial sulfatos Muito maior nos primeiros dias Propriedade Comum e Composto Alto Forno Branco Estrutural Baixo Calor de Hidratação Menor nos Primeiros dias e padrão no Final da cura Menor Padrão Maior Resistência À Compressão Calor gerado na reação do cimento Com água Impermeabilidade Resistência aos Agentes agressivos São: águas do mar esgoto e poluição Durabilidade Padrão Menor nos Menor nos primeiros dias primeiros dias e maior no final e maior no final da cura da cura Menor Maior Maior Menor Maior Maior Padrão Padrão Padrão Padrão Padrão Maior Padrão Menor Padrão Padrão Maior Maior Padrão Menor Padrão Maior Maior Padrão Maior Padrão Maior C) APLICAÇÕES ADEQUADAS DOS DIFERENTES TIPOS DE CIMENTO PORTLAND Aplicação Concreto simples (sem armadura) Concreto magro (para passeios e enchimentos) Concreto armado com função estrutural Concreto protendido com protensão das barras antes do lançamento do concreto Concreto protendido com protensão das barras após o endurecimento do concreto Concreto armado para desforma rápida. CP II-Z. CP I-S) Composto (CP II-E. CP II-F). CP II-F). Composto (CP II-E. de Alta Resistência Inicial (CP V–ARI. CP II-Z. Comum (CP I. CPV – ARI–RS. CP II-Z. CP II-Z. CPV – ARI–RS). Composto (CP II-E. CPV – ARI–RS) Branco Estrutural (CPB) Estrutural Comum (CP I. Composto (CP II-E. CP II-Z. de Alto forno (CP III). Pozolânico (CP IV). CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB) Estrut. CP II-F). Composto (CP II-E. CP II-Z. Composto (CP II-E. Composto (CP II-E. de Alto – Forno (CP III). CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB) Estrutural de Alta Resistência Inicial (CP V-ARI. CP II-Z. Composto (CP II-E. CP II-F). CP II-F). de Alta Resistência inicial (CP V – ARI. Composto (CP II-E. Composto (CP II-E. de Alta Resistência nicial (CP V– ARI. CP I-S). de Alto – forno (CP III) e Pozolânico (CP IV) Comum (CP I. CP II-Z. CP IIF). de Alto-Forno Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . de Alto-forno (CP III) Pozolânico (CP IV) e Branco Estrutural (CPB) Estrutural Comum (CP I. CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB) Estrutural Comum (CP I. Inicial (CP V– ARI. CP II-F). Pozolânico (CP IV) e de Alta Resistência inicial (CP V–ARI. curados por aspersão de água Elementos pré-moldados de concreto e artefatos de cimento para desforma rápida. de Alta Resist. CP II-Z. CP I-S). CP II-F). CP I-S). CPI-S). (CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB Estrutural) Comum (CP I. Composto (CP II-E. Alta Resist. CPV – ARI–RS) e Branco Estrutural (CPB Estrutural) Comum (CP I. CP II-F). CP IS). Pozolânico (CP IV). CP II-Z. CP II-Z. CP II-F). Inicial (CP V-ARI. de Alto-Forno (CP III). CP I-S). Composto (CP II-E. CPV – ARI–RS). curados a vapor ou com outro tipo de cura trémica Pavimento de concreto simples ou armado Pisos industriais de concreto Concreto arquitetônico Concreto com agregados reativos Tipos de cimento portland Comum (CP I.

0 48.0 ≥ 10.0 ≥ 14.0 ≤ 3.0 15.0 40.0 Tempo de pega Área específica (m2 / kg) ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ 240 260 280 240 260 280 -Inicio (h) ≥ 1 Fim (h) * ≤ 10 Expansibilidade A frio (mm) * ≤ 5 A quente (mm) ≤ 5 1 dia (MPa) ---------Resistência à compressão 3 dias (Mpa) ≥ 8.0 32.0 32.0 ≤ 10. inibição da expansão devida à relação álcali-agregado.0 ≤ 12.0 15.5 ≤ 4.0 ≤ 3. O teor de SO3 igual a 3.0 * Ensaios facultativos ** Outras característica podem ser exigidas.0 25.0 20.0 ≥ 8.0 40.0% Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .0 ≥ 10.5 Mgo (%) ≤ 6.0 ≤ 4.0 ≤ 8. determina conforme a NBR 5752.0 ≤ 4.0 2.0 32.5 SO3 (%) ≤ 4.5 -≤ 6.0 25.0 -≥ 300 ≥ 1 ≥ 1 ≤ 12 ≤ 10 ≤ 5 ≤ 5 ≤ 5 ≤ 5 ≥ 11. e) QUADRO DE EXIGENCIAS QUÍMICAS DO CIMENTO PORTLAND Tipo de cimento portland CP I CP I-S CP II-E CP II-Z CP II-F CP III CP IV (2) (3) CP V-ARI-RS CP V-ARI Resíduo insolúvel Perda ao fogo (%) ≤ 1.0 ≥ 15.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Concretos para meio agressivo (água do mar e de esgotos) Grandes volumes chamado.0 ≤ 4.075 mm (%) ≤ 12.0 2.0 ≥ 34.0 40.0 40.0 ≤ ≤ ≤ ≤ ≤ 5.5 (4) -- (%) ≤ 2.0 32.0 ≤ 5.5 ≤ 6.0 ≥ 12.0 23.0 ≥ 10.0 ≤ 4. CPV – ARI–RS) AF (CP III) e Pozolânico (CP IV.0 20.0 -- (1) (2) (3) (4) (5) Facultativo.0 ≤ 6.0 e 4. determinada conforme a NBR 5753. CPV – ARI–RS) e Resistente aos Sulfatos de Alto-Forno (CP III) e Pozolânico (CP IV) e de baixo Calor de Hidratação d) QUADRO DE EXEGÊNCIAS FÍSICAS E MACÂNICAS DO CIMENTO PORTLAND Tipo de ciment o Portlad CP I CP I -S Finura Resíduo na peneira de 0. Concreto – massa (CP III) e Pozolânico (CP IV.5 ≤ 4.0 ≥ 15.5 ≤ 4.5 1.0 -≤ 3.0 25.0 20.5 ≤ 6.0 25.5 % quando C3 A ≥ 8.0 28 dias (Mpa) ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ 25.0 ≤ 3.5 ≤ 6.5 16.5% aplica-se quando C3 A ≤ 8. resistência a meios agressivos. deve ser positiva A atividade do material pozolânico.0 ≤ 3.0 ≥ 8.0 -- ≥ 1 ≤ 12 ≤ 5 ≤ 5 ≤ 8. deve ser maior que 75% O teor de material pozolânico deve se determinado pelo ensaio de resíduo insolúvel.0 20.0 32. A atividade pozolânica do cimento.0 ≥ 10.0 (1) -- ≤ 1. tempo máximo de inicio de pega.5 (5) CO2 (%) ≤ 1.0 ≥ 24. como calor de hidratação.0 ≤ 10.0 -91 dias (MPa) -- Classe 25 32 40 CP II-E 25 CP II-Z 32 CP II-F 40 25 CP III 32 ** 40 CP IV 25 ** 32 CP V – ARI– RS CP V – ARI ≥ 1 ≤ 10 ≤ 5 ≤ 5 -≥ ≥ ≥ ≥ ≥ 32.0 ≥ 8.0 15.0 40.0 S (%) ----≤ 1.0 7dias (MPa) ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ ≥ 15.5 ≤ 4.0 25.

aumento da resistência ao desgaste.3 0.1 mm NBR-11579 Finura 0. A atuação dos agregados é de forma decisiva em certas propriedades.S CLASSE .4 À COMPRESSÃO EM Idade de Ruptura 7 dias 28 dias 21.8 14.6 21.2 mm À frio = 1. d) ORIGEM Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .10 kg/dm3 NBR – 11582 Expansibilidade de Le Chatelier À quente = 1. geralmente inerte. dimensões das partículas e densidade aparente.6 38. entre as quais: redução de retração na pasta de cimento.5 2.8809) MATERIAL: CIMENTO PORTLAND MARCA ITAMBÉ CP I . Sobretudo porque aproximadamente 70 à 80 % do volume do concreto é composto por agregados.3 21. devido os mesmos serem de menor custo que o cimento.7215 RESISTÊNCIA Corpo de Prova N0 Cx-1 Cx-2 Cx-3 Cx-4 Média MPa Desvio relativo máximo 24 horas --3 dias 14.120 kg Inicio da mistura = 07 hs 10 minutos NBR – 11581 Tempo de pega Inicio de pega = 10 hs 44 minutos (inicio: 03:34 h) Final de pega = 18 hs 26 minutos (fim: 11:16 h) NBR-7224 Área específica = 2.63 m2/kg NBR – 6474 Massa específica = 3.075mm = 2.3 % NBR . melhoria na trabalhabilidade entre outros.6474 .1 14.2 21. b) DEFINIÇÃO A NBR 9935 / 87 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).5 38. o que torna o custo mais baixo por unidade de volume.3 14.9 15.7224 .8 Mpa 45 dias ------60 dias ------- OBS: Cimento aprovado para utilização em concreto 4) AGREGADOS PARA CONCRETO a) INTRODUÇÃO O agregado.8 3.8 21.32 NBR-11580 Água de consistência normal = 0.7215 .8 38.9 38. c) CLASSIFICAÇÃO Os agregados destinados ao preparo do concreto poderão ser classificados pela origem. um dos ingredientes mais importantes na elaboração da dosagem de concreto.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II ENSAIOS FÍSICOS DO CIMENTO PORTLAND (NBR 6156 . de dimensões e propriedades adequadas para produção de concreto e argamassa.1 38. define o agregado como material sem forma ou volume definido.

. magnetita. dunas. conforme as especificações da ABNT-NBR-7211 para agregados normal e pesado. diatomita. seixos rolados ou pedregulhos extraídos das jazidas de rios. rochas estáveis. utilizado para enchimento. . média ou alta são: a areia de origem natural ou artificial resultante do esmagamento a moagem de vermiculita expandida. Nota: O isopor em forma de grão (pérola) de isopor cuja densidade absoluta ≅ 0. ardósia ou folhelho. quanto aos agregados leve. . A melhor definição é apresentada nas faixas de limites granulométricos Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . entre outros.8 mm conforme NBR-5734. encontram-se em dois grupo: o grupo I.encontram-se os agregados da família dos inorgânicos leves celular granulados. Nota: os agregados pesados não são encontrados na natureza já fragmentados.Os agregados inorgânico leve.são aqueles que a matéria prima necessita ser triturada. e) DIMENSÕES . os graúdos cujos grãos passam pelo menos 90% na peneira de 12. . segundo as especificações Brasileira.serão encontrados na natureza já fragmentados sob a forma partículada de agregado: areias de barranco. minério de bário entre outros ou a mistura de todos.Os agregados miúdos de densidade leve. a melhor definição é apresentada nas faixas dos limites granulométricos estabelecidos para agregados miúdo: areia muito fina. Os mais conhecidos são formados através da moagem a britagem de rocha estáveis. fina. hematita. . obtidos por processos especiais de fabricação. cujos grãos passam pelo menos 95% na peneira 4. Os minérios mais conhecidos são: barita. minério de bário além de outros ou a mistura de todos. escória de alto forno. os miúdos cujos grãos passam pelo menos 98% na peneira de 4.017 t/m3 e a densidade aparente ≅ 0. No grupo II. mar ou das jazidas de solo pedregulhoso. cascalho. britas e os agregados pétreos de grandes grãos de pedras ≥ 250 mm. os graúdos: seixo rolado. cujos grãos passam na peneira 152 mm e ficam retido pelo menos 95% na peneira de 4. os agregados são classificados em dois grupos.são aqueles constituídos da matéria prima trabalhada. conforme os limites estabelecidos através da NBR-7213.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II .Os artificiais de densidade leve . através da expansão de produtos por aquecimento em alto-forno e posteriormente processo de moagem para adequar as condições de graduações necessárias para utilização em concreto leve. argila. mina. conforme estabelecido especificações da ABNTNBR-7211 e 9935.8 mm.8 mm. celular granulados. cinzas volantes. triturada. escória vulcânica ou tufo.Os artificiais de densidades alta .Os naturais de densidade média .Quanto a dimensões. rios.inorgânicos celular granulados constituídos da matéria prima por fontes naturais como: pedra pomes. e mar.Agregados graúdos de densidade média ou alta será: pedregulho natural ou brita artificial resultante do esmagamento a britagem de rochas estáveis. .Os artificiais de densidade média .5 mm. trabalhada enfim beneficiada de alguma maneira para chegar a forma das partículas dos agregados miúdos e graúdos em condições apropriadas para utilização em concreto normal. . (“fly – ash”). além de outros. entre 76 mm e 250 mm.0074 t/m3 pode ser considerado agregado para concreto leve não estrutural. sendo: vermiculita. Os miúdos: areias quartzosas.Os naturais de densidade leve . beneficiada através da britagem para chegar a forma das partículas dos agregados miúdos e graúdos em condições apropriadas para a utilização em concreto pesado. conforme os limites estabelecidos através da ANBT-NBR-7213. media ou grossa.

. granulados de vermiculita entre outros.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II estabelecidos para os agregados graúdos: Brita no0. escória vulcânica ou tufo. granitos. etc . escória de alto forno. jazidas de rio formada no leito. tendo em vista que a ABNT estabelece pelo menos 90% do material passando pela peneira de 12. de uma maneira geral. vermiculitas. entre outros produtos resultantes da expansão por aquecimento e posteriormente moagem.5 mm. g) OBTENÇÃO DOS AGREGADOS MIÚDOS NATURAIS . pode ser: a vermiculita.Agregados leves (de densidade aparente ≤ 1 t/m3 ). processo de trituração provocado através de britagem. e posteriormente passando por processos de redução de tamanho Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . Alguns.Os agregados leves naturais ou artificiais. constituídos por materiais da natureza: pedra pomes. . britas de calcário. Brita no2. Brita no1. Todos os agregados miúdos naturais de densidade média antes da utilização deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos conforme a ABNT-NBR-7211.Agregados médio (de densidade aparente ≥ 1 t/m3 à ≤ 2 t/m3 ).Areia normal de origem natural . principalmente os de bancos e mina que vem diretamente do solo. Os agregados miúdos leve naturais antes da utilização deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites restabelecidos conforme a ABNT-NBR-7211 e 7213.5 mm. pedras-pomes escória vulcânica. teor de pulverulento e outras impurezas existentes. gnaisses. escória de alto forno. seixos. e posteriormente a classificação. e jazidas de mar e dunas formadas nas margens nas praias ou no fundo do mar.é o material encontrado na natureza em jazidas de bancos formadas acima do leito do terreno.Areia leve de origem artificial é fabricada através dos agregados leve celular. Os agregados miúdos médios artificiais antes da utilização deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos conforme a ABNT-NBR-7211. Todos estes agregados miúdos naturais serão encontrados já fragmentados na forma de grãos em condições de ser utilizados em concreto normal. extraídos da natureza. . h) OBTENÇÃO DOS AGREGADOS MIÚDOS ARTIFICIAIS .9 t/m3 hematita δ ≥ 3.Areia leve de origem natural . . cujos grãos ou a mistura de todos passam pelo menos 90% na peneira de 12. δ ≥ 2. pedra pomes. jazidas de mina formadas abaixo do nível do terreno subterrâneas. argila. para chegarem a forma das partículas dos agregados miúdos em condições apropriadas para a utilização em concreto normal. Brita no3 e Brita no 4. necessitam do processo mais enérgico de lavagem para eliminar torrões de argila. A pesar disto não podemos deixar de cita-los como agregados graúdos. . conforme ABNT-NBR 7211. diatomita.são os agregados inorgânicos leve celular granulados.Agregados pesados (de densidade aparente >2 t/m3). o que torna na verdade um agregado médio. argila expandida. areias quartzosas. conforme limites estabelecidos na NBR-7213 para agregados leve. estão próximos dos miúdos. barita massa esp.Areia normal de origem artificial é o material trabalhado obtido da pedra rocha estáveis por redução do tamanho. f) CLASSIFICAÇÃO PELA DENSIDADE APARENTE SOLTA . nas margens e no fundo dos rios. basalto etc. preparados por expansão do produto através do aquecido em alto-forno.2 t/m3 magnetita δ ≥ 3.Os agregados graúdos de densidade leve.3 t/m3.

Este tipo de jazida é muito comum nas regiões de cerrados e desertos. magnetita etc. pó e outras impurezas existentes que vêm envolvidas nas partículas dos grãos. ou nas jazidas de solo pedregulhoso e arenoso na superfície. transformada em agregado graúdo. mas. cálcario. ou em maior profundidade do terreno. gnaisse. exige uma atenção especial com o teor de argila que o material poderá trazer na superfície das partículas. sem exceção. . próxima a zona 3 da NBR-7211. antes da utilização deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos conforme as especificações da ABNTNBR-7211 Nota: Os agregados graúdos de altas densidades (pesados) não são encontrados na natureza prontos para ser usados. hematita. Quanto ao extraído através da jazida de solo. brita artificial. Os agregados miúdos leve artificiais antes da utilização deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos conforme as especificações da ABNT-NBR-7213.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II través de moagem para chegarem a forma das partículas dos agregados miúdos em condições apropriadas para a utilização em concreto leve. Poderá obter cascalho de boa textura.Os agregados de densidade média as rochas estáveis natural: pedra granito. argila. diatomita. resistente ao desgaste. . para chegarem a forma das partículas de agregados graúdos em condições apropriadas para a utilização em concreto normal. arenito. apenas a classificação de tamanho. Assim sendo. que pode ser encontrado na natureza em jazidas de rio formadas no leito. além de outros. porque ele já vem fragmentado isto é. no fundo ou nas margens dos rios.Os agregados miúdos de origem artificiais de densidade alta são aqueles constituídos da matéria prima triturada. Os agregados miúdos tem distribuição granulométrica para uso em concreto denso. beneficiada para chegarem a forma das partículas dos agregados miúdos em condições apropriadas para a utilização em concreto pesado. cinzas volantes (“fly-ash”) ardósia ou folhelho. com as suas partículas definidas. processo de lavagem. O material extraído através da jazida de rio. geralmente necessita passar por um processo mais enérgico de lavagem para retirar o teor de argila. j) OBTENÇÃO DO AGREGADO GRAUDO ARTIFICIAL . i) OBTENÇÃO DO AGREGADO GRAÚDO NATURAL .Pedregulho. Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . Todos os agregados graúdos médio artificiais antes da utilização deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos conforme as especificações da ABNT-NBR-7211 .O fato é que os materiais encontrados. tanto na jazida de rio como na jazida de solo. em alguns casos não necessita passar por tratamento. calcinação e sinterização de produtos como: escória de alto-forno. seixo rolado ou cascalho são os nomes que poderão ser dados ao agregado graúdo de origem natural médio. é retirado da natureza sem sofrer processo de benificiamento que altere suas características. Todos os agregados. basalto. Os minérios mais conhecidos são: barita.Os agregados leves preparados por expansão. Ao alcance do nosso conhecimento até o momento constatamos que todos os citados necessitaram de beneficamente para serem utilizados em concreto. através da redução de tamanho por processo de trituração esmagamento a britagem. não temos conhecimento de alguma publicação a respeito.

média e alta Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . ferro. trabalhabilidade razoável e ótima aderência na pasta de cimento e água . O mesmo ocorre com as areias de dunas próximas ao litoral. magnésio e outros elementos que formam a argila que será aquecida acima de 1000oc em fornos rotativos. isolantes térmicos ou acústicos. óxidos. triturado. em virtude da falta de aspereza e rugosidade dos grãos. variam entre eles conforme a formação da rocha. magnetita. Os agregados pesados antes de serem utilizados deverão ser analisados em laboratório e submetidos a classificação dos limites estabelecidos conforme as especificações da ABNT-NBR-7211 m) PROPRIEDADES DOS AGREGADOS DE DENSIDADE NORMAL Os agregados naturais de densidade média têm forma de grãos cubóides de superfície arredondada e lisa. britado constitui os agregados para chegarem a forma das partículas de agregados graúdos em condições apropriadas para a utilização em concreto pesado. Portanto o concreto leve possui todas estas qualidades além de outras. extremamente irregular. Hematita . Apresentam maior teor de absorção de água. trabalhabilidade. através de moagem transformado em forma do grão poroso esferoidal. se não tomar certos cuidados na dosagem. . Constatamos acima que a forma dos grãos tem efeitos importantes no que se refere a plasticidade. poderão ser utilizados no preparo de concretos leve não exposto ao tempo. Concreto com os dois tipos de agregados de densidade normal AGREGADOS DADOS Natural seixo rolado Artificial brita de rocha Plasticidade Maior Menor Trabalhabilidade Maior Menor Aderência na pasta Menor Maior Absorção de água Menor Maior Resistência a compressão Menor Maior Nota: Os agregados extraídos das jazidas das praias praticamente não são utilizados no preparo de concreto por serem muito finos e apresentarem alto teor de cloreto de sódio. apresentam baixos teores de absorção de água ótima trabalhabilidade. Nota: argila expandida formada em proporções variáveis de silicato de alumínio. É um produto de custo mais alto em relação ao concreto normal. Os agregados leves apresentados ao longo desta edição. Os agregados médio utiliza-se em concreto normal de resistência baixa.Os agregados pesado como: barita minério de bário. no manuseio e lançamento. poderá apresentar problemas de aderência na pasta de cimento e água. absorção de água e resistência ao cisalhamento. destinado as estruturas que necessitem de resistência sem carregamento ou para enchimento.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Todos extraídos da natureza e passados por aquecimento através de alto-forno e posteriormente a moagem transformado em forma de grãos poroso o agregado para concreto. e posteriormente. Os agregados chamados artificiais de densidade média apresentam forma de grãos de superfície angulosa.

ALEXANDRA .55 a 2.100 --9.40 a 1.3 529 10.4 1.8 2.6 100.84 1.93 2.100 25 0 0 0 /////////// -0 0 .93 17.65 70 .100 95 .100 95 .65 0 29.100 -12.PR PENEIRAS (mm) PESOS (g) PORCENTAGENS RETIDA ACUMULADAS LIMITES DA ABNT – NBR 7211 (PORCENTAGENS ACUMULADAS) MUITO FINA FINA MEDIA GROSSA 9.NBR 7211 (% ACUMULADAS) M.3 132. m.16 100.3 172.100 100 ////////////////// 0 0 .5 6.79 DIMENSÃO MAXIMA CARACTERÍTICA : 19 mm Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .3 NBR.10 0 . p.40 60 . blindagens.10 80 .8 110 2.50 0.100 100 ////////////////// 0 0 .7 0 .86 24.88 90 .89 31.84 1.45 41 .0 ≤ 3% ≤ 5% ≤ 300 PP b) AMOSTRA: BRITA I DA PEDREIRA BOSCARDIM PENEIRAS PESOS (%) PORCENTAGENS Calculo LIMITES DA ABNT .7220 ASTM –C 128 ASTM –C123 Material Impureza Absorção Pulverulento Orgânica (%) (%) ( p.30 90 .20 95.15 0 .100 32 0 0 0 /////////// --0 75 . ou até nos locais com alto teores de poluição.1 2.7 0 .25 10 .84 -0 . o qual é destinado para concretagem de estruturas de segurança máxima: paredes de usinas nucleares.10 0 .59 2.6 0.84 95 .25 21 .100 -19 92 1.24 98.85 80 .12 0 .0 89.6458 Massa Específica Real ( kg/dm3 ) 2.12 82.30 28.79 81.100 38 0 0 0 0 ---0 . é o produto de maior custo entre os de 5) ANÁLISES DOS AGREGADOS: COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA (ABNT NBR 7217) a) AMOSTRA: AREIA NATURAL PROCEDENTE DO RIO VERMELHO .25 87 .100 ----Fundo 58 1.70 /////////// 0 -90 . F (mm) (g) RETIDA ACUMULADAS Graduação 0 Graduação 1 Graduação 2 Graduação 3 Graduação 4 76 0 0 0 0 ----0 64 0 0 0 /////////// ----0 .10 75 .75 54.65 0.100 100 ////////////////// mm 0 0 .100 95 .100 --6.93 //////// 0 2.05 91.5 0 .5 1000 0 2.100 95 . ) 1.93 5.21 12.11 0 .5 1143 22.84 98.3 4.7251 Massa Unitária ( kg/dm3 ) DIMENSÃO MAXIMA CARACTERÍTICA: 6.3 a 2.3 0.82 37.26 10.0 400 -----Total 5.1 128.38 NBR.40 /////////// -92 .40 30 .100 ---4.30 50 0 0 0 /////////// ---0 75 .90 319.82 0 .00 8.83 13.82 82.15 Fundo Total NBR.70 66 .3 0 .20 50 .7 0 .6 Menor 0.7218 Torrões de Argila (%) 0 0 .96 67.92 90 . escudo biológico.000 MÓDULO DE FINURA : 6.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Os agregados pesados serão utilizados no preparo de concreto pesado.100 100 ////////////////// NBR – 6465 Abrasão Los Ângeles (%) ---- MÓDULO DE FINURA: 3.58 93. Por ser apropriado para ambientes de alto risco.5 2906 58.4 162 3.85 85 .60 80 .95 90 .60 95.5 0 .100 ---2.05 //////// 100.00 NBR.2 0.9 LIMITES MÁXIMOS PERMITIDO NAS ESPECIFÍCAÇÕES DA ABNT – NBR – 7211 1.

00 --0.8 2.40 1.0 0.7218 Torrões de Argila (%) NBR.0 0.06 -0 .30 90 .100 42. d) DETERMINAÇÃO DO INCHAMENTO DA AREIA (ABNT .51 0.00 1.3 ≤ 28.NBR – 7211 1.00 MÓDULO DE FINURA : 7.100 -0 0 100.55 a 3.4 --- 0.98 /////////// -92 .0 4.6 50% LIMITES MÁXIMOS PERMITIDO NAS ESPECIFÍCAÇÕES DA ABNT .30 a 2.00 100 80 .95 --0.25 87 7.3 ≤ 28.52 0 .100 .00 400 ---10.100 -0 0 100. ) --0 0 75 .100 95 .00 100 95 .100 95 .52 95.7211) e América Society For Testing And Materials .35 1.72 2.10 80 .46 99.6 50% LIMITES MÁXIMOS PERMITIDO NAS ESPECIFÍCAÇÕES DA ABNT .PARANAGUA Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .3 a 2.100 95 .42 95.ASTM.6458 Massa Específica Real absoluta ( kg/dm3 ) ASTM .06 76.7220 Impureza Orgânica ( p. o miúdo de origem natural. foram submetidos aos limites estabelecidos conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ANBT . quanto ao graúdo de origem artificial pedra britada.00 1. m. F.0 0.100 --2 0.55 a 3.0 ≤ 0.72 DIMENSÃO MAXIMA CARACTERÍTICA : NBR.7251 Massa Unitária ( kg/dm3 ) NBR – 7810 Massa Unitária Compactada ( kg/dm3 ) NBR.0 ≤ 0.3 a 2.100 .5 % ≤ 1% c) AMOSTRA: BIRTA II DA PEDREIRA BOSCARDIM PENEIRAS PESOS (mm) (g) (%) PORCENTAGENS RETIDA ACUMULADAS Cálculo M.10 75 .30 .70 2.85 1.3 4.02 100.100 .100 95 1.100 --------- NBR.BNR .NBR 7211 (% ACUMULADAS) Graduação 0 Graduação 1 Graduação 2 Graduação 3 Graduação 4 76 64 50 38 32 25 19 12. p.6458 Massa Específica Real ( kg/dm3 ) NBR.C 123 Absorção (%) NBR – 6465 Abrasão Los Ângeles (%) 2.NBR – 7211 1.C 123 Absorção (%) NBR – 6465 Abrasão Los Ângeles (%) 2.5 6.NBR 6467) AMOSTRA: AREIA NATURAL PROCENDENTE DO RIO VERMELHO .25 a 1.10 /////////// 0 -90 .PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II NBR.4 Fundo Total 0 0 0 0 ---0 0 0 //////////// ---0 0 0 //////////// ---0 0 0 0 ---0 0 0 0 //////////// --0 75 0 0 0 //////////// -0 0 . ) ASTM .100 ------25 mm 0 .04 95. LIMITES DA ABNT .20 a 1.25 a 1.80 1.06 76.100 446.5 % ≤ 1% Os materiais analisados são de densidade média.7218 Torrões de Argila (%) NBR – 7219 Material Pulverulento (%) NBR – 7220 Impureza Orgânica ( p.7219 Material Pulverulento (%) NBR .5 9. Nas tabelas dos ensaios já encontram-se os limites estabelecidos pelas especificações brasileira e estrangeira.606 76. Assim sendo todos as análises para caracterização dos materiais efetuados no laboratório.904 19. p. m.6 --- 0.46 0.7251 Massa Unitária ( kg/dm3 ) NBR – 7810 Massa Unitária Compactada (kg/dm3) NBR.

0 1.4 7) CONDIÇÕES AMBIENTAIS  Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 .500 21. adota-se a relação a/c e o tipo de cimento mais adequados ao ambiente.050 15.900 15.27 1.500 19.24 3.15 4. Normal “ “ Agressivo .650 23.500 15.1 Ys = Peso unitário da areia seca Yh = Peso unitário da areia úmida 1 6) FIXAÇÃO2 DO3 FATOR5 ÁGUA 7/ CIMENTO ADEQUADO: 0 1 4 6 8 9 10 11 12 13 fixação ou a escolha da relação água/cimento (a/c) do concreto deve ser feita sobre os critérios de durabilidade.35 3.500 22.0 22.800 15.Semi-árido .0 7.150 15.500 18.0 1. em função do fcj calculado e da resistência do próprio cimento obtido no laboratório envolvido no estudo da dosagem.0 1.Árido .0 1. Curva de Abrams. resistência e adensamento do concreto.0 2.500 15.Radioatividade .600 15.26 3.000 22.Altos teores de poluição .PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II 0 0.5 da amostra = Peso da amostra + recipiente – Peso do recipiente Peso Y = Peso unitário = Peso da amostra ÷ Volume do recipiente Coeficiente de inchamento = Vh = Ys x 100 + h Vs Yh 100 1.5 1.750 23.0 1.26 1.500 19.07 1.27 3.550 9.500 19.500 18.Entre outros Data: 08/10/99 UMIDADE DA AREIA % 1.41 3.0 25.000 24.0 23.24 1. E realizar estudo especifico levando em consideração o grau de intensidade dos agentes agressivos provocados pelas condições ambientais as quais o concreto será exposto.900 15.50 3.300 12.400 26. sendo em geral bastante confiáveis. proporcionando a qualidade útil e duradoura para a estrutura.3 Onde: Vh/Vs h = umidade 1.Água do mar . ou confiar nos resultados fornecidos pelo fabricante que tem a responsabilidade de garantir o produto.2 Vh = Volume da areia úmida Vs = Volume da areia seca Vs = Volume da areia seca 1.22 1. A partir destes dados.500 19.0 1.0 1.27 3.0 h=% A) Peso do recipiente + amostra (kg) b) Peso do recipiente (kg) c) Peso da amostra (kg) D) Volume do recipiente (dm3) Y (kg / dm3) Vh / Vs UMIDADE CRÍTICA INCHAMENTO MÉDIO 5.250 15.Alto teor de umidade .250 22.32 3.050 15.46 1. A escolha da relação a/c em função da resistência mecânica do concreto poderá ser obtida na tabela III.0 1.0 1.0 1.500 20.100 3.0 1.0 4.0 3.0% 27 % CURVA DE INCHAMENTO C) 1.400 22.Variações de temperaturas .500 21.18 1.12 1.24 1.30 3.

35 --1.51 1.5 mm Brita 1 9. Materiais ↓ Cimento Resistência à Compressão fc (MPa) δ Massa Especifica absoluta (kg/dm3) PUS = Peso Unitário Solto (kg/dm3) PUC = Peso Unitário Compactado (kg/dm3) Inchamento da areia (%) Diâmetro máximo (mm) Módulo de finura Areia Brita I Brita II 38 ---- 3.40 1. definida pela expressão: Fcj = fck + 1.59 2.8 mm Brita 0 4.46 -25 --- -4.50 1.8 19 25 -2.2 x ev (espaçamento vertical entre as armaduras)  0.10 2.80 6.Fixa a condição característica da obra pela resistência do concreto (fck) estipulada no projeto.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II 8) TAMANHO MÁXIMO DOS AGREGADOS TABELA I ABNT E INT – INSTITUTO EXPERIMENTAL DOS CONCRETOS Areia ≤ 4. Com muito "Bom Senso".70 7.88 9) CÁLCULO DO TRAÇO: a) CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE DOSAGEM (fcj): . 1/4 da menor dimensão da peça em planta 1/3 da menor espessura da laje Dmáx 1.65 x sd Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .5 a 19 mm Brita 2 19 a 38 mm Brita 3 38 a 76 mm 76 mm Pedra de mão > A escolha do tamanho máximo será feita tendo em vista as limitações dos elementos geométricos das estruturas.8 x eh (espaçamento horizontal entre as armadura)  3/4 da menor distância entre as barras da armadura 1/3 do diâmetro da tubulação de bombeamento TABELA II . na idade de "f "dias (efetiva).Resumo dos resultados das análises dos materiais.72 -1.70 2.8 a 9. deve-se procurar o maior tamanho possível do agregado (superfície específica).

Se não for conhecido.Determinações precisas e freqüentes da umidade dos agregados Proposta do sd = Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO 4.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II b) DESVIO PADRÃO DO CONCRETO: definido pela expressão: sd = ∑( fci − fc m ) n −1 2 Cv = sd *100 fcm onde: sd = Desvio Padrão de Dosagem do Concreto fci = Resistência individual de cada Exemplar fcm = Resistência Média dos Exemplares n = no Total de Exemplares Cv = Coeficiente de Variação do concreto em (%) fc = Resistência à compressão do concreto fcj = Resistência média à compressão na idade de j dias (efetiva) ou resistência de dosagem fck = Resistência característica do concreto à compressão O valor do desvio padrão depende da condição específica da obra.Água medida em massa ou volume com dispositivo dosador .0 MPa Versão: 0 Data: 08/10/99 . segundo a ABNT poderão ser fixados inicialmente os desvios em função do tipo e condições de controle a serem empregados: CONDIÇÃO A .Aplicável a concreto de classe C10 à C80 (fck 10 à 80 MPa) .Cimento e agregado medido em massa .

1 MPa e) Fator a/c = 0.2 a 4.Umidade estimada .Exige-se para esta condição o consumo mínimo de cimento = 350 kg/m3 Proposta do sd = 7.Correção da umidade em pelo menos três vezes da mesma turma de concretagem .8 a 3.9 Mpa 10) O EXERCÍCIO DE CÁLCULO DO TRAÇO DE CONCRETO Concreto de fck = 15 MPa a) fcj = fck + 1.2 Mpa 4.Cimento em massa .65 x sd = 15 + 1.Aplicável a concretos da classe C10 à C15 (fck 10 a 15 MPa) . em função do fcj calculado e da resistência do cimento.5 MPa CONDIÇÃO D O desvio padrão (sd) poderá ser igual ao sd de 20 exemplares feito na obra Condições ACI 214/86 Condição Condição A Condição B Condição C Sd 2.5 = 24.075 MPa Logo: fcj = 24.65 x 5.5 Mpa 3.5 a 4.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II CONDIÇÃO B .Volume do agregado miúdo corrigido pela curva de inchamento Proposta do sd CONDIÇÃO C .0 MPa = 5.Aplicável a concretos de classe C10 à C20 (fck 10 à 20 MPa) .Agregado em volume .Água em volume . Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .Cimento em massa .60 Obtido na tabela III.Água em volume com dispositivo dosador .

obtido também na tabela IV em função do diâmetro máximo do agregado graúdo (brita II. f) Optamos pela dosagem de concreto aplicável com vibração moderada. g) AR incorporado no concreto. ou obtido na tabela IV em função do Diâmetro máximo do agregado graúdo (brita II) e do sistema de adensamento do concreto.5 % ( vide tabela IV) Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . entrando com esses dados na tabela IV.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II f) Relação água/mistura seca (A%) calculado. resumo dos resultados das característica dos materiais onde o agregado graúdo (brita II) com diâmetro máximo = 25 mm. tem-se A% e AR g) Logo temos a relação água mistura seca A% = 8.5 e porcentagem de AR INCORPORADO NO CONCRETO = 1.) e) Na tabela II. sendo diâmetro máximo =25mm.

4 0 0 .7 0 0 .3 5 0 .3 0 0 .8 5 0 .5 0 0 .6 5 0 .7 5 0 .8 0 0 .PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II TABELA III 55 45 35 25 15 5 0 .9 0 Fa to r á g u a /c im e n to F c im e n to = 2 3 M Pa F c im e n to = 2 6 M Pa F c im e n to = 2 9 M Pa F c im e n to = 3 2 M Pa F c im e n to = 3 5 M Pa F c im e n to = 3 8 M Pa F c im e n to = 4 1 M Pa F c im e n to = 4 4 M Pa F c im e n to = 4 7 M Pa Resistência de dosagem do concreto aos 28 dias (MPa) 25 .4 5 0 .5 5 0 .6 0 0 .

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II TABELA IV .5 10.5 10.0 10.5 9.Massa Unitária) x 100 Massa Específica Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .0 Porcentagem de ar incorporado (%) 3.0 2.0 0. B1 B0 30% e B1 70% B1.5 7.3 11.PROPORCIONAMENTO DOS AGREGADOS GRAÚDOS Britas utilizadas Proporção B0.0 1.5 2.5 1.0 10.0 8.5 0.0 9.0 9.método do INT e ABCP Diâmetro máximo A% PARA ADENSAMENTO Da brita Manual Moderado Enérgico (mm) (%) (%) (%) 6. Consiste em determinar densidade aparente.0 8. no mínimo de 5 misturas diferentes de agregados (areia + britas).0 9.5 9.5 3. onde não é possível utilizar a curva da granulometria.5 9.0 12. deverá ser definida em laboratório através de ensaios para determinação da menor percentagem de vazios entre os agregados.5 8. Nota: o mesmo método é muito empregado para a definição das composições em dosagens de concretos especiais.5 6. B4 B3 50% e B4 50% 12) ALTERNATIVAS PARA COMPOSIÇÃO DOS AGREGADOS (M) : a) MÉTODO ATRAVÉS DA PORCENTAGEM DE VAZIOS: A composição ideal dos agregados secos: misturas sucessivas.5 7.0 9.0 50. Porcentagem de Vazios = (Massa específica .0 7. A densidade aparente destas misturas que proporcionar o maior valor.3 11) CÁLCULO DA RELAÇÃO (M) DOS AGREGADOS EM PESO Denominado M → A + B sendo: (Areia + Brita) TABELA – V ABCP .0 8. certamente é a mais homogênea.5 11.0 9.0 6.5 19.3 38.7 8.2 7.5 32. B2 B1 50% e B2 50% B2.0 25.5 76. atingirá o máximo de compacidade e consequentemente a menor porcentagem de vazios.0 1. B3 B2 50% e B3 50% B3.0 8.5 8.0 7.

36 1.71 .1.41 1.37 1.42 1.1.35 1.44 1.71 .7 % 2.71 .36 1.3 % 2.45 1.1.MASSA UNITÁRIA SOLTA DA MISTURA x 100 MASSA ESPECÍFICA DA MISTURA A = 2.71 .71 B = 2.38 1.39 1.71 .44 x 100 = 46.8 % 2.34 % 30 % 70 % 35 % 65 % 40 % 60 % 45 % 55 Versão: 0 % 50 % 50 % 55 % 45 % 60 % 40 Data: 08/10/99 Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO .1.1.71 G = 2.35 MISTURA DE BRITA I + BRITA II BRITA I → BRITA II→ 1.43 1.40 1.2 % 2.6 G 60 40 1.40 48.71 GRÁFICO NO 1 MASSA UNITÁRIA SOLTA kg/dm3 1.41 1.44 x 100 = 48.71 C = 2.71 D = 2.35 x 100 = 50.71 E = 2.39 1.40 x 100 = 48.9 F 55 45 1.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II MISTURA SUCESSIVA DOS AGREGADOS GRÁUDOS EM ESTADO SECO MASSA UNTÁRIA COLUNA → PORCENTAGEM DE BRITA I PORCENTAGEM DE BRITA II MASSA UNITÁRIA SOLTA (kg/cm3) PORCENTAGEM DE VAZIOS (%) DA MISTURA DE BRITA I + BRITA II A B C D E 30 35 40 45 50 70 65 60 55 50 1.7 48.71 F = 2.46 1.39 x 100 = 48.3 % VAZIOS = MASSA ESPECÍFICA DA MISTURA .1.1.42 x 100 = 47.42 47.0 46.71 .0 % 2.71 .8 48.44 50.36 x 100 = 49.6 % 2.2 49.9% 2.

68 x 100 = 36.67 .74 1.65 F 55 45 1.73 x 100 = 34.67 E = 2.4 % 2.51 x 100 = 43.9 % 2.7 41.0 35.0 A = 2.1 38.73 PORCENTAGEM DE VAZIOS (%) 43.64 GRÁFICO NO 2 MISTURA DOS AGREGADOS .1.62 1.66 1.66 G = 2.70 1.51 1.65 .1.56 1.66 F = 2.4 C = 2.52 AREIA → BRITAS → 1.66 .67 D = 2.62 x 100 = 38.58 1.4 G 60 40 1.55 1.1.9 40.60 1.65 x 100 = 38.50 30 70 35 65 40 60 45 55 50 50 55 45 60 40 Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .1.67 .66 .55 x 100 = 41.4 % 2. portanto a melhor mistura obtido entre as britas: Brita I = 50% e Brita II = 50% MISTURA SUCESSIVA DE TODOS OS AGREGADOS EM ESTADO SECO MASSA UNTÁRIA DA MISTURA DA AREIA + BRITA I + BRITA II A B C D E COLUNA → PORCENTAGEM DE AREIA (%) 30 35 40 45 50 PORCENTAGEM DE BRITA I + BRITA II (%) 70 65 60 55 50 MASSA UNITÁRIA SOLTA (kg/cm3) 1.63 B = 2.62 38.60 1.4 % 2.1.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Nota: Confirmou a estimativa da ABCP.1.72 1.65 1.64 .0 % 2.9 % 2.1.AREIA + BRITA I + BRITA MASSA UNITÁRIA SOLTA kg/dm3 1.64 1.63 . tendo em vista a menor porcentagem de vazios.7% 2.54 1.68 36.68 1.60 x 100 = 39.

8 30.0 100.0 95.0 51.9 100.GRANULOMETRIA INDIVIDUAL DOS AGREGADOS PENEIRA Mm 38 32 25 19 12. consiste traçar através de tentativas a granulometria contínua da mistura dos agregados.0 25.0 84.7 6.9 25.0 25.1 100 MESCLA 0 50 % Estimado % Acumuladas 25 % Estimado % Acumuladas 25 % Estimado 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1.0 18.8 0.2 0. cujo diâmetro = 25mm.5 76.0 90.8 55.0 25. o final da granulometria.5 6.5 9.0 25.0 67. b) MÉTODO ATRAVÉS DA MESCLA GRANULOMÉTRICA Composição da mistura seca: processo da mescla granulométrica curva de Füller. portanto a melhor mistura obtido dos agregados miúdo e graúdos para utilização na dosagem.15 Fundo AREIA % Acumuladas 0 0 0 0 0 0 2.0 25.0 52.3 4.0 100.4 99.0 25.8 81.0 100.4 23.6 1.0 77.5 100.0 R ta co tín a e n u d F e üller −Y =10 0 d/D BRITA I BRITA II Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .9 5.0 25.6 0.7 100.6 23.5 33. será obtido através do processo gradativo em posicionar a curva granulométrica da mistura (areia + brita).6 27.8 2.6 50.0 100.0 0 82. O melhor ajuste das porcentagens de agregado miúdo e graúdo utilizado no traço.0 19.8 20.0 25.9 44.0 100.3 0.0 100.0 25.1 19.0 25.0 25. foi estabelecido: areia = 50 % e britas = 50%.0 68.9 98.6 45. até 100% das porcentagens acumuladas correspondente a 0% passando ou seja.8 37.5 23.8 2.9 95.5 0 24.1 23.6 100.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Nota: Tendo em vista a menor porcentagem de vazios.9 100.5 93.7 95. tangenciando o mais próximo possível da reta iniciada em 0% das porcentagens acumuladas com a linha vertical correspondente ao diâmetro máximo da granulometria do agregado mais grosso.0 40.0 25. MESCLA GRANULOMÉTRICA DA MISTURA SECA DOS AGREGADOS QUADRO No 1 . O resultado considerado ideal.2 95. proporcionará a curva granulométrica da mistura mais homogênea. (neste caso a brita II).8 24.6 100.0 100.1 91.4 1.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II QUADRO No 2 .5 12.8 6. 13) CÁLCULO DO TUPS – TRAÇO UNITÁRIO EM PESO SECO C = Cimento A = Areia B = Brita Á/C = Água EXEMPLO DE CÁLCULO DO VALOR DE (M) .60 x 100 .6 1. tornaria a estimativa mais coerente e segura OBS: Em todos os métodos adotados são indispensáveis os testes práticos de dosagens experimentais em laboratório para os ajustes na dosagem final.2 2. Outro fator importante seria obter dados da utilização destes agregados em outras dosagens.TRAÇO BRUTO EM PESO M = Fator Água/Cimento x 100 –1 Relação Água/mistura seca (A%) M = A/C x 100 -1 = 0.3 0. A finalidade de utilizar as mesmas porcentagens dos agregados. e acima de tudo ser bom conhecedor do manuseio de concreto.MESCLA DA MISTURA 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 PASSANDO Peneiras (mm) 0. Foram apresentados 3 métodos para obtermos o TUPS. com argamassa estimada será formula diferente. constatamos que os resultados comparativos entre os dois processos.3 9.5 19 25 32 38 50 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 % ACUMULADAS A mescla granulométrica no item b.06 A% 8. conforme mostra o 2o exemplo.4 4.1 = 6. foram coerentes.5 Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . as fórmulas de cálculos serão as mesmas nos itens A e B conforme 1o exemplo. Quanto ao item C. as referências de comportamento da possível aceitação dos referidos materiais utilizados em outras oportunidades. para conhecimento das características dos agregados.15 0. Tendo em vista que a curva da mescla se manteve tangencialmente sempre próximo da reta. c) PORCENTAGEM DE ARGAMASSA POR ESTIMATIVA: Argamassa estimada para efeito de cálculo: se eventualmente for definido por estimativa a porcentagem de argamassa. deve-se levar em consideração os resultados das análises efetuadas em laboratório. foi para análises do comportamento da curva da mistura caracterizada no processo anterior como a mais homogênea. Foi efetuada com as mesmas porcentagens da mistura que proporcionou a menor porcentagem de vazios obtida no processo das misturas sucessivas no item a gráfico 2 da página 27.

opção da menor porcentagem de vazios B) Método da mescla granulométrica da mistura dos agregados......02 kg Brita II = 3....52 kg A/C = 0...52 kg 100 TUPS: C = 1 kg A = 3...PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Relação de Cimento em peso no traço.. = 6.... Fator Água/Cimento obtido na tabela III..Mescla a composição ideal dos agregados .04 kg 100 Tabela V (ABCP) mistura ideal entre Brita I e Brita II 50% de cada Proporção de Brita I = 3.......06 x 50. C) Método de argamassa estimada para base do início de cálculo 1o EXEMPLO: MÉTODOS E CÁLCULOS PARA OBTER O TUPS Proporção de Areia A = (M) Relação (Areia + Brita) x composição ideal da Areia 100 Proporção da Areia A = 6... ......0 kg ........60 kg Gráfico no 2 .. ..Relação de Cimento = 1. = 0...06 x 49... Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 ....Relação de Agregados = 6.....60 kg BI = 1.......... .....8 = 3..04 x 50 = 1....52 kg 2o EXEMPLO: MÉTODO E CÁLCULOS PARA OBTER O TUPS Argamassa estimada descrito no item C M = Traço Bruto em peso .06 kg ....2 % A) Método da mistura sucessiva dos agregados....Relação de Água = 0..... = 1 kg Relação de agregados em peso no traço (Areia + Brita) ..2 = 3.....52 kg 100 BII = 1.60 L/kg Argamassa estimada para base de cálculo = 57 % Argamassa: (Cimento + Areia) para fck = 15 MPa no mínimo = 45 %.04 x 50 = 1.8 % .........Britas = 50...06 kg .Areia = 49..02 kg 100 Proporção das Britas B = (M) Relação (Areia + Britas) x composição ideal da Brita 100 Proporção das Britas B = 6.... opção do melhor ajuste da curva através da reta contínua de Füller.

.02 100 100 Relação: Argamassa = 4.02 + 1. c.....66 Brita I x 100 C + Ar + BI + BII +Ág = 1..1% C + Ar + BI + BII + Ág 1+ 3.52 : 0.. LOGO: TUPS ...52 kg 100 Nota: Nos Itens: a.60 1 + 3. o valor de (M) foi mantido em todos os métodos.52 + 0.02 + 0.02 kg Agregado = 6.52 + 1.60 14) VERIFICAÇÃO DO TEOR GLOBAL DOS Argamassa : (Cimento + Areia + Água) % de argamassa = argamassa = Cimento = Areia = Brita I = Cimento + Areia + Água Cimento + Areia + Brita I + Brita II +Água x 100 MATERIAIS x 100 1 + 3..04 x 50 = 1.60 7..3 % 100 = 100 = 100 = 13...52 : 1.. foram apresentados três sistemas para obter o TUPS.60 7....TRAÇO UNITÁRIO DOS MATERIAIS EM PESO SECO CIMENTO AREIA BRITA I BRITA II ÁGUA/CIMENTO 1 : 3..4% C + Ar + BI + BII + Ág 1 + 3..52 kg 100 Brita II = 3.06) x 57 = 4.02 + 1.02 + 1.60 7.02 : 1.00 kg Areia (seca) = Argamassa – Cimento = 4.. Assim sendo.02 – 1.60 = 462 = 7...52 + 1.02 x 100 = 302 = 39..52 + 0...66 60.02 = 3.52 x 100 = 152 = 19..02 kg Britas (seca) = Agregados – Areia = 6..52 + 0..52 + 1..52 + 1.52 + 0..66 Areia x 100 = 3.04 x 50 = 1.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Argamassa = (Cimento + Agregados) x argamassa estimada = (1+ 6.... portanto utilizamos em todos os métodos o mesmo valor de A/C e do A%.1.02 + 1. b.66 Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . O principal objetivo é facilitar os cálculos..06 – 3.8 % 1 + 3..00 = 3.04 kg Tabela V (ABCP) mistura ideal no caso de BI = 50% e BII = 50% Proporção de Brita I = 3.06 kg Cimento =.

350 kg/m3 Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .41 184.69 + 466.52 x 100 = 152 = 19.000cm2 1m3 = 1000 dm 1litro = 0.41 + 466.11 = 2.02 1.60 7.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Brita II = Brita II x 100 C + Ar + BI + BII + Ág = 1.001 m3 Cubico mm3 Cubico cm3 Cubico dm3 LEGENDA DAS UNIDADES Linear m Quadrado m2 Cubico m3 16) PESO DOS MATERIAIS SECOS PARA 1m3 DE CONCRETO Peso do Cimento = CT x 1 Peso da Areia = CT x A Peso da Brita = CT x B Peso da Água = CT x A/C Peso do cimento Peso da areia (seca) Peso da brita I Peso da brita II Peso da água = = = = = 306.85 306.000001 m2 0.15 = 985 = 306.52 + 1.00 LOGO: CT= Consumo Teórico de Cimento =306.52 + 1.52 + 0.10 2.66 Água = Fator Água/Cimento x 100 C + Ar + BI + BII + a/c 15) CT = CONSUMO TEÓRICO DE CIMENTO PARA 1m3 DE CONCRETO % ar = porcentagem de ar incorporado = 1.52 1.60 3.66 = 0.60 7.85 926.69 466.11 (kg/m3) (kg/m3) (kg/m3) (kg/m3) (kg/m3) Densidade do concreto = Peso do cimento + Peso da areia + Peso das britas + Peso da água Densidade do concreto = 306.60 = = = = = 306.00000001 mm 1000 litros 1cm = 10 mm 1cm2 = 100mm2 1cm3 = 1000 mm 1dm3 = 1 litro Milímetro Quadrado mm2 Centímetro Quadrado cm2 Decímetro Quadrado dm2 Metro Volume = Peso ÷ Densidade 1dm = 10 cm 1dm2 = 100cm2 1dm3 = 1000cm 1dm3 = 0.85 kg/m3 Densidade = Peso ÷ volume UNIDADES LINEARES UNIDADES DE SUPERFÍCIE UNIDADES DE VOLUME 1mm = 1mm2 = 1mm3 = 1m3 = Linear mm Linear cm Linear dm Peso = Volume x Densidade 0.9% 1 + 3.02 + 1.02 + 1.001m3 1m = 10dm 1m2 = 10.52 + 0.8% 1 + 3.72 1.85 kg/m3 1 + a + BI + BII + A/C 1 + 3.60 x 100 = 60 = 7.52 + 1.001m 0.85 306.52 0.41 + 184.5 x 1000 = 15 litros 100 CT = (1000 % ar) = 1000 .59 2.85 306.70 2.41 466.85 306.85 + 926.21 δ c δ ar δ bI δ bII δ ag 3.52 + 0.02 + 1.85 x x x x x 1 3.

80 (litros/m3) 2.69 = 466. Cimento + Peso da Areia + Peso da Brita + Peso da Água + AR x 1000 δ Massa Esp..74 (litros/m3) 2.00 (litros/m3) Σ = 1000 (litros/m3) Somatória = 98.98 (litros/m3) 2.59 = 357..41 ÷ Volume absoluto da brita II = 466. Areia δ Massa Esp.11 ÷ Volume absoluto de % Ar = 1....41 ÷ Volume absoluto da água = 184.10 = 98. Água 100 ) Volume absoluto de cimento = 306.11 (litros/m3) 100 = 15.00 = 184.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II 17) VOLUME ABSOLUTO DOS MATERIAIS SECOS P/ 1m3 DE CONCRETO V = (Peso do Cimento δ Massa Esp.00 = 6...11 1000 1000 1000 1000 = 0...80 + 172...98 + 357.41 = 466.47 + 184.85 ÷ Volume absoluto da areia (seca ) = 926.... Brita δ Massa Esp.. = Volume aparente da areia(seca) = Volume aparente da brita I = Volume aparente da brita II = Volume da água = Sacos de cimento.11 + 15.333 m3 = 0.41 = 184.5 x 1000 ÷ 3.618 m3 = 0.74 + 171.184 m3 NOTA: VOLUME APARENTE É O PRODUTO SOLTO COM VAZIOS 19) COMFIRMAÇÃO DO TUPS ....47 (litros/m3) 1.35 1...50 1.85 = 926.70 = 172.13 sacos = 618 Litros ÷ = 333 Litros ÷ = 345 Litros ÷ = 184 Litros ÷ = 306.40 1......72 = 171....345 m3 = 0..00 = 1000 (litros/m3) 1m3 DE CONCRETO EM VOLUME ABSOLUTO = 1000 dm3 = 1000 Litros NOTA: VOLUME ABSOLUTO É O VOLUME DO PRODUTO SEM VAZIOS 18) VOLUME APARENTE DOS MATERIAIS SECOS P/ 1m3 DE CONCRETO Expressão: Sacos de cimento.....69 ÷ Volume absoluto da brita I = 466. Volume aparente da areia(seca) Volume aparente da brita I Volume aparente da brita II Volume da água (Unidade) CT ÷ 01saco de 50 kg Peso da Areia ÷ PUS = Litros ÷ 1000 = m3 Peso da Brita I ÷ PUS = Litros ÷ 1000 = m3 Peso da Brita II ÷ PUS = Litros ÷ 1000 = m3 Peso da Água ÷ δ Ág = Litros ÷ 1000 = m3 ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ 50 1..TRAÇO UNITÁRIO EM PESO SECO C = Peso do cimento A = Peso da Areia Peso do cimento Peso do cimento B = Peso da Brita Peso do cimento A/C = Peso da água Peso do cimento Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Cimento = 306. PUS Areia .02 306.60 20) PADIOLAS.60 306.11 = 0.52 306.85 COMFIRMAÇÃO DO TUPS: = 466.85 Cimento Areia Brita I Brita II Água/Cimento 1 : 3.52 : 0.41 = 1.52 306.85 = 1 306.85 = 184. (35 x 40) (HT) = Altura total da padiola de brita I NO (H) = Quantidade e altura da padiola de brita I H= HT Altura total (Psb)= Peso seco da brita I (Psb) = Peso seco da brita I 50 x B (Psb)= Peso seco da brita II 50 x B Sem correção de (h) 50 x B PUS Brita (Vsb) = Volume seco da brita II 50 x B PUS Brita (35 x 40) (HT) = Altura total da padiola de brita II NO (H) = Quantidade e altura da padiola de brita II H= HT Altura total (Psb) = Peso seco da brita II 50 x B 50 X B 50 x B PUS Brita Versão: 0 50 x B PUS Brita Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Data: 08/10/99 .85 = 466. PUS Areia (Vsb) = Volume seco da brita I 50 x A x (100 + h) 100 .85 Areia Brita I Brita II Água = 926.02 : 1. CORRIGIDO EM FUNÇÃO DA UMIDADE DA AREIA FÓRMULAS DE CÁLCULOS: A Cimento 50 kg (Psa) = Peso seco da areia B Cimento 50 kg (Pha) = Peso úmido da areia C Cimento 50 kg (Vha) = Volume úmido da areia D Cimento 50 kg (HT) = Altura total da padiola de areia E Cimento 50 kg (H) = Quantidade e altura da padiola de areia H = HT Altura total 50 x A 50 x A x (100 + h) 100 Sem correção de (h) 50 x A x (100 + h) 100 .52 : 1.69 = 3.41 = 1.

0 = 104.(50 x A)] 100 - NO Areia h = 4% (estimativa de umidade media previsto na ABNT) A = TUPS da areia B = TUPS da Brita AC = Água corrigida em função da umidade da areia A/C = Fator Água/Cimento (Proporção da Água em peso p/ 1kg de Cimento) PUS = Peso Unitário Solto dos agregados HT = Altura total da padiola H = Altura das padiolas de agregados ≤ 30 cm NO = Número inteiro de padiolas por agregado L=35cm.52 = 76. V = P = Pha = 157.02 = 151 kg B) (Pha) Peso úmido da areia para 50 kg de cimento = Psa x 100 + h = 151 x 100 + 4 = 157.7 x 1000 = 74.9 < 30 cm NO 3 BRITA I: A) (Psb) Peso seco da brita para 50 kg de cimento = 50 x BI = 50 x 1.3 Litros Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 . C=40cm e H ≤ 30 cm PADIOLAS medidas padrão ANBT Área da base da padiola = (L x C) = 35 x 40 = 1400 cm2 Volume = área da base x altura CÁLCULOS DA ALTURA DIMENSÕES E QUANTIDADES DAS PADIOLAS: AREIA: A) (Psa) Peso seco da areia para 50 kg de cimento = 50 x A = 50 x 3.0 = 54.50 D) (HT) Altura total da padiola de areia = Volume úmido da areia x 1000 = 104.7 litros D PUS 1.8 = 24. V = P = Psb = 76. para calculo consideramos o peso seco C) Vsb) Volume seco da brita para 50 kg de cimento.8 litros Área da base da padiola (35x40) E) (H) Altura e quantidade das padiolas de areia úmida = HT= Altura total = 74.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II (35 x 40) (AC) Água Corrigida = (50 x A/C) – [50 x A x (100 + h) .0 kg B) A brita sem a correção de umidade.0 kg 100 100 C) (Vha) Volume úmido da areia para 50 kg de cimento.

(dimensões externas) base < superior = 0. V = P = Psb = 76.3 24. E RESISTÊNCIA do concreto.8litros Área da base da padiola (35x40) E) (H) Altura e quantidade das padiolas de brita seca = HT= Altura total =38. base >inferior = 0.4 ) h cm 2 (35 x 40 x 20. TRABALHABILIDADE.1 ) h cm Vágua 24.20 m sendo a altura h = 0.7 (litros) 54.35 D) (HT) Altura total da padiola de brita = Volume seco da brita x 1000 = 56.0 litros Vareia Vbrita Vbrita Vágua 50 kg 104. para calculo consideramos o peso seco C) Vsb) Volume seco da brita para 50 kg de cimento.3 Litros D PUS 1.0 Litros 100 21) RESULTADOS CORRIGIDOS PELA UMIDADE DA AREIA CIMENTO Areia úmida 4% Brita I Brita II Água 1 SACO 3 (35 x 40 x 24.4 cm < 30 cm NO 2 BRITA II: A) (Psb) Peso seco da brita para 50 kg de cimento = 50 x BII = 50 x 1.3 x 1000 = 38.3 56.02)] = 24.8=19.1cm < 30 cm NO 2 AC = ÁGUA CORRIGIDA EM FUNÇÃO DA UMIDADE DA AREIA: a) AC = (50 x A/C) – [(50 x A x 100 + h) – (50 x A)] 100 AC = (50 x 0.0 = 56. PLASTICIDADE.02 x 100 + 4) .0 kg B) A brita sem a correção de umidade.52 = 76. A plasticidade do concreto fresco será medido através do ensaio de Slump teste na forma tronco cônico. Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .60) – [(50 x 3. para verificação da HOMOGENEIDADE.3 x 1000 =40.9 ) h cm 2 (35 x 40 x 19.40 D) (HT) Altura total da padiola de brita = Volume seco da brita x 1000 = 54.0 (litros) (litros) (litros) 22) DOSAGEM EXPERIMENTAL DO CONCRETO EM LABORATÓRIO Dosagem experimental testado na betoneira.2litros Área da base da padiola (35x40) E) (H) Altura e quantidade das padiolas de brita seca = HT= Altura total = 40.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II D PUS 1.2=20.30m.(50 x 3.10 m.

014924 m3 de concreto = X kg Portanto: 1.Após concreto endurecido.001571 m3 Volume de 1 corpo de prova. do tronco cone de Slump.20m.0 m ______________926.014924 m3 de concreto = X kg Portanto: Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Logo: Versão: 0 Data: 08/10/99 .007854 m2 4 4 4 Volume da forma = área x altura = 0.20 = 0.0 m ______________306.014924 x 926.0 m3 de concreto = 466.0 m3 de concreto = 926.10m e altura h = 0.69 kg 0.014924 m3 Onde: Cimento para 1.20) m= 0. (dimensões internas).00 5498 m3 Área da forma = π x d2 = 3.01 = 0. com os 6 CPde (0. em idades estabelecidas.102 + 0.102 = 3.85 kg 0.005498 + 0.1416 x 0.001571 m3 Vol.0 52 + 0.830 kg 1.0 5) 3 3 x logo volume = 0.41 kg/m3 Brita I seca para 0.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Moldagem com amostra do concreto fresco.014924 m3_________ X kg 3 Logo: X = 0.85 kg/m3 Cimento para 0.10 x 0. do tronco cone = π h (R2 + r2 + R* r) = 3.1416 x 0.009426 = 0.005498 m3 Volume do concreto para 6 CP de (0.007854 x 0.85 = 4. conforme normas da ABNT e projeto da obra.30 (0.20) m = 6 x 0.20)m = 0. Vol.0 Brita I seca para 1.10 x 0.014924 m3_________ X kg 3 Logo: X = 0.10 X 0.009426 m3 Volume do concreto fresco dosado na betoneira = soma do vol.0 Areia seca para 1.014924 x 306. será determinado a resistência a compressão axial. do tronco cone de Slump p/ o ensaio de plasticidade do CON= 0.014924 m de concreto = X kg Portanto: 1. será efetuado em forma cilíndrica de diâmetro = 0.69 kg/m3 3 Areia seca para 0.1416 x 0.10* 0.579 kg 1.0 m3 de concreto = 306.001571 = 0.69 = 13. na forma c/ dimensões (0.

961 kg 1.166 kg a/c 0. No exemplo desta dosagem se fosse necessário efetuar a correção.100 kg de água adicionase 0.0 Seqüência dos materiais dosados para um volume = 0.579 kg 13.014924m3__________ X kg 3 = 466. para cada 0.0 m _______________184.41 kg 0.0 m ______________466.014924 m3 de concreto = X kg Portanto: 1. tendo em vista que é a partir do a/c que determina-se a resistência do concreto.0 m3 de concreto = 184.11 = 2.0 m3 de concreto Brita II seca para 0.41 = 6.748 kg 23)Sendo necessário correção da plasticidade uma vez definido o fator água/cimento.014924m3__________ X kg X = 0. não deverá mudar o mesmo.60 kg 24) DOSAGEM CORRIGIDO DEVIDO AO INCHAMENTO DA AREIA Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .41 kg 0.961 kg 2.014924 x 184.41 = 6.41 kg/m3 = X kg Logo: X = 0.014924 m3 de concreto fresco Cimento Areia seca Brita I seca Brita II seca Água = = = = = 4.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II 1.961 kg 1.0 Água para 1.0 Brita II seca para 1.748 kg 1.11 kg 0.014924 x 466.166 kg de cimento. Sendo: cimento = ∆ água = 0.014924 x 466.0 m3______________466.830 kg 6.11 kg/m3 Água para 0.014924 m3 de concreto Portanto: 1.961 kg 6.100 kg = 0. Assim sendo para cada kg de água adicionamos X de cimento.014726m3__________ X kg 3 Logo: X = 0.

48 litros de água para 1kg de cimento LOGO: TUVI – TRAÇO UNITÁRIO EM VOLUME INCHADO Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .40 TUPS = 1.60 b) TUVI .(TUPHA -TUPSA) = 0.14 .02 : 1.60 -(3.TRAÇO UNITÁRIO EM PESO SECO Cimento Areia Brita I Brita II Água/Cimento 1 : 3.02) = 0.48 l/kg Portanto: O novo a/c corrigido p/ areia úmida = 0.02 x 100 + 4 = 3.Correção do fator água / cimento para areia úmida Cimento unidade = 1 kg TUPSA = TRAÇO UNITÁRIO EM PESO SECO DA AREIA TUPHA = TRAÇO ÚNITÁRIO EM PESO ÚMIDO DA AREIA Nota: areia com 4% de umidade (h) TUPHA = TUPSA x 100 + h = 3.09 litros Peso Unitário Solto (PUS) 1. água/cimento p/ areia úmida = a/c.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II a) TUPS .3.TUVS da brita II = .52 = 1.56 Litros  100  .52 : 0.14 ⇒ areia + água (kg) 100 100 F.13 litros Peso Unitário Solto (PUS) 1.02 ×   ÷1.35 .TUVS da brita I = TUPS = 1.TRAÇO UNITÁRIO EM VOLUME INCHADO (VI) Nota: Porcentagem de inchamento da areia = 27% − TUVI da areia = TUPS  100 + % Inchamento  ×   ÷ PUS 100   − TUVI  100 + 27  da areia = 3.50 = 2.52 : 1.52 = 1.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II Cimento Areia Brita I Brita II A/C 1 : 2.5 litros = 56.5 litros = 24. PARA 01 SACO DE 50 kg DE CIMENTO Peso do cimento Volume da areia inchada Volume da brita Volume da água Peso do cimento Volume da areia Volume da brita I Volume da brita II Volume da água = = = = = = = = = 50 50 50 50 50 Peso do cimento Peso do cimento Peso do cimento Peso do cimento x x x x x 1 2.4cm Área da base da padiola em cm2 (35 x 40) (H) =Altura e quantidade das padiolas de Areia = HT = 90.56 1.AREIA (HT) =Altura total = Volume da areia inchada em litros = 128.BRITA I (HT) = Altura total = Volume da brita em litros = 54.48 x x x x 1 kg TUVI da areia TUVS da brita A/C Corrigido = 50.5 cm < 30cm Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .09 1.00 litros d) CÁLCULOS DAS PADIOLAS DOS AGREGADOS C/ AREIA INCHADA PADIOLASmedidas padrão da ANBT L= 35cm.5 x 1000 = 38.00 litros = 54.9 = 19. C= 40cm e H ≤ 30 cm Área da base da padiola = (L x C) = 35 x 40 = 1400 cm2 Volume = área da base x altura HT = Altura total da padiola H = Altura da padiola dos agregados NO Número inteiro de padiolas por agregados .13 0.48 C) DOSAGEM EM VOLUME CORRIGIDO EM FUNÇÃO DA PORCENTAGEM DE INCHAMENTO DA AREIA.0 x 1000 = 91.5 cm ≤ 30cm NO 3 .00 kg = 128.13 : 0.9 cm Área da base da padiola cm2 (35 x 40) (H) =Altura e quantidade das padiolas de Brita = HT = 38.09 : 1.56 : 1.0 = 30.

9 ------------------2.8 39.50 -0.60 Densidade do concreto Ordem de colocação dos materiais na betoneira: .2 cm < 30cm NO 2 e) QUANTIDADES E DIMESÕES DAS PADIOLAS DOS AGREGADOS Saco de cimento = Padiola de Areia c/ 25 % de inchamento Padiola de Brita I = Padiola de Brita II = Litros de água = 50 kg 3 (35 x 40 x 30.54 6.72 3.40 1.08 2.618 466.8 menor 0.5 Litros 56.5) cm 2 (35 x 40 x 20.7 50.5 -0.5 2 x 35 x 40 x 19.11 0.10 -- 1.8 39.70 19 1.52 6.59 2.70 2.Parte da água Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .8 -------------------7.Finalidade: -----------------------------------------------------------------CARACTERÍTICAS DO C O N C R E T O sd fc 28 Adensamento Lançamento Plasticidade MPa MPa Mecânico Convencional (mm) 5. Ar / Br Britas (%) (%) (%) (%) 13.Peso Unitário (kg/dm3) Puc – Peso U.5 24.4 --19.2) cm 24.88 25 Marca: Itambé Tipo: CP I – S Classe: 32 Marca: --------------------.0 Litros 54.52 Aditivo -Água 0.41 333 0.13 sacos 926. Compactado (kg/dm3) Torrões de argila (%) Material Pulverulento (%) 2.2 100 19.345 ---184.333 466.0 litros ↓ Traço Bruto Unitário (kg) (kg) Cimento 1 1 Areia 3.69 618 0.3 49.1 -0.40 -0.8 1.0 litros 01 Saco 128.06 Brita no 2 1. Absoluta (kg/dm3) Pus .51 2.4= 20.80 4.5) cm 2 (35 x 40 x 19.41 345 0.BRITA II: (HT) = Altura total = Volume da brita em litros = 56.35 1.85 6.51 -1.02 Brita no 1 1.5 2 x 35 x 40 x 20.1 --60.5 Litros Litros LAUDO DE DOSAGEM RACIONAL DO CONCRETO CARACTERÍTICAS MATERIAIS DOS MATERIAIS Impureza orgânica < 300 PP Absorção de umidade (%) Modulo de Finura Diâmetro Máximo (mm) ↓ AREIA BRITA NO 1 BRITA NO 2 CIMENTO ADITIVO fck Mpa 15 Materiais Massa Esp.5 x 1000 = 40.350 kg / m3 Dimensões Das padiolas (cm) 50 kg 3 x 35 x 40 x 30.2 ------24.4 cm 2 Área da base da padiola cm (35 x 40) (H) =Altura e quantidade das padiolas de Brita = HT = 40.58 7.184 Porcentagens dos materiais Total Arg.1 Vibradores Guindaste ou Grua 60 a 80 Para 1m3 de concreto Unidades (kg) Litros m3 306.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II NO 2 .

Restante da brita .Restante da água (adicionando gradativamente.PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I E II .Aproximadamente metade da brita .Associação Brasileira de Cimento Portland d) IBC – Instituto Brasileiro do Concreto e) INTEC – Instituto de Pesquisa e Assessoria Tecnológica da PUC-PR NORMAS TECNICAS: a) ACI . observando a plasticidade) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS a) L. A Falcão Bauer . Alves .Materiais de Construção c) ABCP .American Concrete Institute b) ASTM – Américan Society for Testing Material c) ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas Arquivo: DOSAGEM DE CONCRETO Versão: 0 Data: 08/10/99 .Materiais de Construção 1 b) Jose D.Todo o cimento .Toda a areia .

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