Procedimento é o modo de realização do processo, é o chamado rito processual. TÍTULO I DO CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO (CONAT) Art.

1º O Contencioso Administrativo Tributário (CONAT), é órgão central, com sede em Fortaleza, integrante da estrutura da Secretaria da Fazenda, diretamente vinculado ao titular da Pasta, e terá a sua competência, estrutura e organização definidas na forma estabelecida no presente Decreto. CAPÍTULO I Contencioso Tributário é a Administração Pública que visa controle de legalidade sobre relação controversa, estabelecida e o particular, envolvendo a legislação tributária. atividade da exercitar um determinada entre o Fisco aplicação da

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DA COMPETÊNCIA DO CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO (CONAT) Art.2º Ao CONAT compete decidir, no âmbito administrativo, as questões decorrentes de relação jurídica estabelecida entre o Estado do Ceará e sujeito passivo de obrigação tributária, nos seguintes casos: I - exigência de crédito tributário; II - restituição de tributos estaduais pagos indevidamente; III - penalidades e demais encargos relacionados com os incisos anteriores. Parágrafo único. A competência prevista neste artigo fica restrita às situações oriundas de Autos de Infração. Art.3º Compete ao CONAT, na sua composição plena, editar provimento acerca de matéria processual. Art.4º A representação dos interesses do Estado, junto ao CONAT, compete à Procuradoria Geral do Estado, em consonância

Boa sorte!

PAT – PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO (Dec. N°25.468/1999) _______________________________ Processo é o conjunto de atos coordenados visando obter uma decisão sobre uma controvérsia, no âmbito judicial ou administrativo; obedece as regras previstas em lei.

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semestralmente. investir-se-ão. à homologação pelo Chefe do Poder Executivo. na função de presidente do Conselho de Recursos Tributários. III. Art.Conselho de Recursos Tributários: a) Conselho Pleno. temporariamente. expedindo os atos administrativos necessários. morte ou renúncia. II . a jurisprudência administrativotributária sumulada nos termos do inciso VI do artigo 11 deste Decreto.aplicar sanções administrativas disciplinares aos seus servidores.7º Compete ao presidente do CONAT: I . dentre os servidores integrantes do grupo ocupacional Tributação. Seção III Das Vice-Presidências do Contencioso Administrativo Tributário (CONAT) Art.Célula de Suporte ao Processo Administrativo Tributário.9º Compete aos vice-presidentes do CONAT: I .5º O CONAT compõe-se dos seguintes órgãos: I . treinamentos ou atividades similares que contribuam para o aperfeiçoamento dos servidores do órgão.Célula de Apoio Logístico. b) Câmaras de Julgamento. Parágrafo único. IV . V . para cumprir mandato de dois (2) anos. Os vice-presidentes do CONAT. em seus impedimentos ou afastamentos. XIV .8º O Contencioso Administrativo Tributário terá dois (2) vice-presidentes. II .decidir. ao Secretário da Fazenda. escolhido e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo dentre servidores integrantes do grupo ocupacional Tributação. de preferência em Direito.apresentar.representar o CONAT. da Constituição do Estado do Ceará. IX . de reconhecida experiência em assuntos tributários e de notória idoneidade moral.presidir as sessões do Conselho Pleno. X .Célula de Julgamento de 1ª Instância.submeter a despacho do Secretário da Fazenda o expediente que depender de sua decisão.exercer a superior administração do órgão. Parágrafo único. III . relatório das atividades do Contencioso Administrativo Tributário. VII . por intermédio do Secretário da Fazenda. Arrecadação e Fiscalização (TAF). graduado em curso de nível superior.submeter. quando da realização das sessões daqueles colegiados.conceder licença aos conselheiros. V .151. Seção II Da Presidência do Contencioso Administrativo Tributário (CONAT) Art. em efetivo exercício.designar os conselheiros para comporem as câmaras de julgamento.substituir o presidente do CONAT. automaticamente.solicitar ao Secretário da Fazenda a realização de cursos.Célula de Consultoria e Planejamento. Art. obedecidos os critérios estabelecidos no artigo 6º deste Decreto. sendo permitida uma única recondução por igual período. denominados Primeiro Vice-Presidente e Segundo Vice-Presidente. respectivamente. nas funções de presidente da Primeira e da Segunda Câmara de Julgamento do Conselho de Recursos Tributários. com mandatos iguais ao do cargo de presidente. a respeito da admissibilidade dos recursos especial e extraordinário. na forma que se dispuser em regimento. em despacho fundamentado. XI .Célula de Perícias e Diligências.representar o CONAT junto ao Comitê Executivo da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) .com o disposto no Art. observada a ordem de gradação 2 . Arrecadação e Fiscalização (TAF).designar servidores lotados no CONAT para cumprimento de tarefas específicas. O presidente do CONAT investir-se-á. IV . quando for o caso. VI . CAPÍTULO II DA ESTRUTURA E DA ORGANIZAÇÃO DO CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO (CONAT) Seção I Da Estrutura Art.exercer demais atribuições inerentes ao cargo. XII . inciso II. XIII . escolhidos e nomeados pelo Chefe do Poder Executivo.6º O CONAT será dirigido por um presidente. VII . VI.

sem. VI . sendo permitida a recondução por igual período. observado o critério de representação paritária. para: I .sumular. V . III . O Conselho de Recursos Tributários compõe-se de duas (2) câmaras de julgamento. §2º A indicação de que trata o caput deste artigo será feita através de lista que contenha o triplo das vagas destinadas a cada federação. escolhidos dentre pessoas graduadas em curso de nível superior de preferência em Direito de reputação ilibada e reconhecida experiência em assuntos tributários.10 deste Decreto.editar provimento. observado o critério de representação paritária.discutir e aprovar sugestões de modificação da legislação tributária material e processual. Seção V Das Câmaras de Julgamento do Conselho de 3 . observado o critério de representação paritária. a jurisprudência resultante de suas reiteradas decisões. um quarto das vagas será destinado aos julgadores de primeira instância. dentre os servidores ocupantes das funções de julgador de primeira instância. perito e consultor tributário. do Conselho de Recursos Tributários. em sessão plenária.praticar demais atos e exercitar atribuições inerentes às suas funções. sendo dois (2) conselheiros titulares e dois (2) suplentes. da agricultura e das micro e pequenas empresas do Estado do Ceará.conhecer e decidir sobre os recursos especial e extraordinário. Os conselheiros e suplentes representantes dos contribuintes serão indicados pelas federações do comércio. na forma estabelecida no Art. Art.presidir as sessões das câmaras de julgamento do Conselho de Recursos Tributários. órgão de instância superior do Contencioso Administrativo Tributário.assessorar o presidente do CONAT em assuntos de interesses do órgão. Os conselheiros titulares e suplentes representantes da Fazenda Estadual serão indicados em lista tríplice pelo Secretário da Fazenda. Seção IV Do Conselho de Recursos Tributários Art. Parágrafo único. terem direito a voto. III . compõe-se de dezesseis (16) conselheiros e igual número de suplentes.10.11. §1º Na composição dos conselheiros titulares representantes da Fazenda Estadual. a cada dois (02) anos. competindo ao Chefe do Poder Executivo escolher e nomear os conselheiros titulares e suplentes. Parágrafo único.12. obedecidos os critérios estabelecidos nos Arts. Art. IV . 6º e 10 desse Decreto. entretanto. Art. §2º Os conselheiros suplentes de que trata o caput deste artigo serão escolhidos.3º deste Decreto. §1º Cada uma das federações aludidas neste artigo terá direito a quatro (4) representantes no Conselho de Recursos Tributários. O Conselho de Recursos Tributários reunir-se-á.13.14. conforme o disposto nos Arts. §2º A composição do Conselho de Recursos Tributários será renovada.propor alteração ou reforma do Regimento do Conselho de Recursos Tributários. IV . denominadas Primeira Câmara de Julgamento e Segunda Câmara de Julgamento. na forma como dispuser o Regimento do Conselho de Recursos Tributários. §1º Os conselheiros titulares e suplentes terão mandato de dois (2) anos. Art. da indústria. II . semestralmente. Os vice-presidentes participarão das sessões do Conselho Pleno. preferencialmente. na forma do Capítulo X do Título II deste Decreto. escolhidos e nomeados pelo Chefe do Poder Executivo. Cada câmara de julgamento será integrada por oito (8) conselheiros titulares e igual número de suplentes. II . em até cinqüenta por cento (50%) de seus membros. O Conselho de Recursos Tributários.numérica das Câmaras. peritos e consultores tributários.deliberar sobre matéria administrativa de interesse do órgão. obedecidos os critérios legais de qualificação estabelecidos no Art. especialmente os de natureza processual.13 e 14 deste Decreto.

converter o julgamento em diligência.representar a CEJUL junto ao Comitê do CONAT. através da emissão de pareceres nos processos submetidos a julgamento em segunda instância. Junto a cada câmara de julgamento funcionará um Procurador do Estado. acerca da legalidade dos atos da administração pública.conhecer e decidir sobre a exigência do crédito tributário. Seção VI Da Célula de Julgamento de Primeira Instância (CEJUL) Art. à Fazenda Pública Estadual.66 deste Regulamento. À Célula de Julgamento de 1ª Instância (CEJUL) compete conhecer e decidir. As funções de orientador da Célula de Julgamento de 1ª Instância e de Julgador de 1ª Instância serão exercidas por servidores integrantes do grupo ocupacional Tributação. através dos julgadores de primeira instância. do presidente e dos vice-presidentes do CONAT.conhecer e decidir sobre pedidos de restituição de tributos estaduais recolhidos a maior ou indevidamente. III . no todo ou em parte.resolver as questões administrativas nas ausências simultâneas.19. São atribuições do julgador de primeira instância: I . As funções de orientador da Célula de Perícias e Diligências e perito serão 4 . graduados em curso de nível superior. III . à Fazenda Estadual. VI . Art. quando necessário. V . na forma como se dispuser em Regimento. II . Os Procuradores do Estado que funcionarem junto às câmaras de julgamento serão designados para participar das sessões do Conselho Pleno. observado o disposto no Art. Parágrafo Único.recursos de oficio interpostos por julgadores de primeira instância. II . ressalvadas as hipóteses de que trata o Art.sugerir às autoridades competentes. das decisões contrárias. mensalmente. relatório de suas atividades à presidência do CONAT. II .Recursos Tributários Art. Às câmaras de julgamento do Conselho de Recursos Tributários compete conhecer e decidir sobre: I . Parágrafo único. analisar. distribuir e controlar os processos submetidos a julgamento de primeira instância.representar administrativamente contra agentes do Fisco que.recorrer. À Célula de Perícias e Diligências (CEPED) compete trazer aos autos a verdade dos fatos sob contenda. nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. no todo ou em parte. São atribuições do orientador da CEJUL: I . a adoção de medidas administrativas ou judiciais que visem resguardar a Fazenda Pública Estadual de danos que possam ser causados por qualquer sujeito passivo de obrigações tributárias.receber. das decisões contrárias.recursos voluntários interpostos pelo sujeito passivo de obrigações tributárias e pelo requerente em Procedimento Especial de Restituição. de reconhecida experiência em assuntos tributários.16. competindolhe.59. IV .20. designado pelo Procurador Geral do Estado.analisar e discutir o cabimento dos pedidos de diligência e perícia solicitados pelos julgadores de primeira instância. Seção VII Da Célula de Perícias e Diligências (CEPED) Art. Art. por omissão ou ação dolosa ou culposa verificadas no processo tributário. e no primeiro caso. II .manifestar-se. designados pelo Secretário da Fazenda. Arrecadação e Fiscalização (TAF).15. I . IV .recorrer. causarem prejuízo ao Erário Estadual.18.17. em efetivo exercício. através da presidência do CONAT. IV .praticar demais atos inerentes às suas atribuições. Parágrafo Único. Art. de oficio. sobre a exigência do crédito tributário e do pedido de restituição de tributos estaduais.apresentar. de preferência em Direito. III . quando considerar cabível e oportuno aos interesses do Estado.

por meio de pareceres e informações. na ausência do Procurador do Estado ou quando solicitado.26. À Célula de Consultoria e Planejamento (CECOP) compete prestar assessoria técnica e jurídica.participar das sessões das câmaras de julgamento. São atribuições do orientador da CEPED: I . São atribuições do perito do CONAT: I .proceder à inscrição no Cadastro de 5 .colaborar na elaboração dos relatórios mensais e semestrais do CONAT. distribuir e despachar os processos com os consultores tributários. Arrecadação e Fiscalização (TAF). em efetivo exercício.acompanhar o cumprimento das metas e resultados.representar a CECOP junto ao Comitê do CONAT. previamente.representar a ‘CECOP junto ao Comitê do CONAT. indicados pelo Secretário da Fazenda. V . aos demais setores componentes do CONAT. II .emitir pareceres nos processos em tramitação no CONAT. V . Seção IX Da Célula de Suporte ao Processo Administrativo-Tributário (CEPAT) Art. Art.25. o expediente submetido a despacho da presidência do CONAT. e no primeiro caso. de preferência em Direito.representar a CEPED junto ao Comitê do CONAT. VI . IV . com inscrição regular no Conselho Regional de Contabilidade (CRC).22. Parágrafo Único.apresentar. Art. II .elaborar calendário de reuniões do Comitê do CONAT.prestar assessoramento técnico à presidência do CONAT e aos demais setores componentes do Órgão. As funções de orientador da Célula de Consultoria e Planejamento e de consultor tributário serão exercidas por servidores integrantes do grupo ocupacional Tributação. quando solicitadas. por meio de laudo pericial. e.praticar demais atos inerentes às suas atribuições.controlar.21.praticar demais atos inerentes às suas atribuições. graduados em Ciências Contábeis. III .redigir minutas de provimentos e de anteprojetos relativos às normas processuais. IV . distribuir e despachar processos. no primeiro caso. relatórios de suas atividades à presidência do CONAT. V . VI . nomeado pelo Chefe do Poder Executivo.analisar o processo em função da solicitação de perícia ou diligência.24. V . IX .realizar perícia na escrita fiscal e contábil do contribuinte.apreciar. Art. São atribuições do orientador da CECOP: I . IV . os quesitos formulados pelos órgãos julgadores e pelos Procuradores do Estado. IV . II .promover saneamento em processos administrativo-tributários e em procedimentos especiais de restituição.definir metas de trabalho. III . Art.prestar esclarecimentos junto às câmaras de julgamento. graduados em curso de nível superior.realizar demais diligências. mensalmente. VIII .responder. VI . e comprovada experiência em assuntos contábeis. III . designados pelo Secretário da Fazenda. À Célula de Suporte ao Processo Administrativo-Tributário (CEPAT) compete encaminhar e executar as seguintes tarefas: I .prestar informações de natureza processual tributária ao público interno e externo. III .exercidas por servidores integrantes do grupo ocupacional Tributação.controlar. VII . em efetivo exercício. II.23. nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. de reconhecido saber e assuntos tributários.praticar demais atos inerentes às suas atribuições.dilatar prazo para manifestação de laudo pericial. Seção VIII Célula de Consultoria e Planejamento (CECOP) Art. II .participar da elaboração do ementário. Arrecadação e Fiscalização (TAF). São atribuições do consultor tributário: I .

promover a integração dos membros da equipe.27.promover a racionalização dos trabalhos.conceder dilatação dos prazos para efeito de impugnação ou recurso. II . quando necessário. III .receber e protocolizar documentos e processos.receber. de preferência em Administração. sempre que necessário.praticar demais atos inerentes ao processo e à atividade logística. São atribuições do orientador da CEAPL: I . e estabelecer controle sobre sua tramitação.providenciar a publicação de ementários. TÍTULO II DO PROCESSO CAPÍTULO I 6 .encaminhar. distribuir e controlar os processos submetidos a julgamento em primeira e segunda instâncias. Art. súmulas.expedir despachos de saída de processos. III . Art. IX . V . A Célula de Apoio Logístico será orientada por servidor integrante do grupo operacional Tributação. VI .estabelecer itens de controle sobre os trabalhos. X . preparar. tipificados na Lei nº8. Parágrafo Único. VI . IV. VII . III .28. VII .controlar e encadernar Diários Oficiais e outros documentos. II . para o setor competente cópia das decisões definitivas proferidas nos processos relativos a fatos que se constituam crimes contra a ordem tributária.elaborar e ler as atas das sessões de julgamento. V . licenças e afastamento de servidores. IV .representar a CEAPL junto ao Comitê do CONAT. XI . VI .Devedores Inadimplentes do Estado do Ceará (CADINE).29. À Célula de Apoio Logístico (CEAPL) compete desenvolver as seguintes tarefas: I .declarar a ocorrência ou não da revelia. alimentar o sistema de acompanhamento e encaminhá-los aos setores competentes. graduado em curso de nível superior. parcelados ou transitados em julgado que estiverem em seu poder.praticar demais atos inerentes às suas atribuições. Seção X Da Célula de Apoio Logístico (CEAPL) Art. lavrando o respectivo termo. VI .elaborar relatório mensal de trabalho. DAE.elaborar e divulgar a pauta de julgamento em 2ª Instância. IV .proceder à intimação da parte.representar a CEPAT junto ao Comitê do CONAT.contar os prazos referentes aos processos. III . conforme o caso.emitir Documento de Arrecadação Estadual. II .secretariar as sessões de julgamento. Arrecadação e Fiscalização (TAF).137. V .requisitar e controlar os materiais de consumo e permanente. VIII .registrar. indicado pelo Secretário da Fazenda e designado pelo Chefe do Poder Executivo. conforme o caso. de 27 de dezembro de 1990. IX . provimentos e outros atos. São atribuições do orientador da CEPAT: I .praticar demais atos inerentes à sua atividade.devolver ao setor competente processos pagos.reiniciar a contagem dos prazos para efeito de impugnação ou recurso.cadastrar os processos por meio do sistema informatizado disponível no CONAT. em efetivo exercício. lavrar despachos e termos pertinentes. IV . resoluções.atender e orientar o cliente sobre o andamento do processo. V .elaborar relatório de trabalho. controlar e informar sobre a situação dos servidores do CONAT. dos sujeitos passivos relativos aos processos com decisão transitada em julgado e não pagos. mensalmente. X . VII .preparar edital de convocação do Conselho Pleno.controlar escalas de férias.encaminhar processos à Procuradoria Geral do Estado. XII . VIII . de reconhecida experiência em assuntos administrativos e tributários.

com a seguinte destinação: I .a 3ª via.31. inscrições no CNPJ. sem rasuras. localidade.indicação expressa dos dispositivos legais e regulamentares infringidos e dos que cominem a respectiva pena pecuniária.tipo: 1.momento da lavratura. ou ainda. quando for o caso. cabendo. entrelinhas ou borrões e deverá conter os seguintes elementos: I . com indicação do Núcleo de Execução (NEXAT) ao qual se encontra subordinado. devidamente designado por ato administrativo expedido por autoridade competente. CPF. III . Título I. em anexo ao auto de infração. órgão emitente. o mês e o ano da autuação. que adotará as providências cabíveis.descrição clara e precisa do fato que motivou a autuação e das circunstâncias em que foi praticado e. o registro dos fatos e elementos contábeis e fiscais. firma ou razão social. XI . V .33. IX . RG. de 31 de julho de 1997. CGF.30. se necessário à melhor elucidação da ocorrência. preenchido todos os seus campos. sem retenção. X . CAE.número e data de emissão do ato designatório da ação fiscal. discriminado por tributos ou multa. XII . contraditório e ampla defesa. também.assinatura do contribuinte autuado ou responsável.37 da Constituição Federal de 1988. quando for o caso. verdade material.a 2ª via.569. inclusive com indicação da base de cálculo. VI . processo. o dia.valor total do crédito tributário devido. II . XIV . VII . comunicará o fato ao órgão fazendário competente. §3º O servidor fazendário que tiver conhecimento de infração à legislação tributária estadual e não for competente ou estiver impedido para formalizar a exigência. 2. seu mandatário ou preposto. O auto de infração será numerado e emitido por meio de sistema eletrônico de processamento de dados. XVI . XIII . será lavrado em três (3) vias. assinalando a hora. quando for o caso.número. pelos princípios da celeridade. a retenção de mercadoria tida como em situação irregular. §2º O ato designatório de que trata o parágrafo anterior será dispensado para as hipóteses de fiscalização procedida no trânsito de mercadorias. XV .DOS PRINCÍPIOS GERAIS DO PROCESSO – ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO Art. Além dos princípios elencados no Art. município. II . Capítulo VI do Decreto nº24.identificação do autuado.a 1ª via. fotocópia de documentos comprobatórios da infração. VIII .número do Certificado de Guarda de Mercadorias (CGM).32.identificação da autoridade designante. economia processual. IV . III . CAPÍTULO II DA CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO Seção 1 Do Auto de Infração Art.circunscrição fiscal do autuado. sujeito passivo. com o registro do nome. com retenção. inclusive. o processo administrativo-tributário pautar-se-á. §1º A ausência das indicações referidas nos 7 .assinatura e identificação funcional dos fiscais autuantes. O auto de infração a que se refere o artigo anterior. domicílio fiscal.prazo em que o crédito tributário poderá ser recolhido com multa reduzida. simplicidade.número e data do processo. na forma definida no Livro Quarto.período fiscalizado. Art. Art. Toda infração à legislação tributária será apurada e formalizada através de auto de infração. bem como os meses e exercícios a que se refere. §1º O auto de infração somente será lavrado por servidor fazendário com competência para o exercício da fiscalização dos tributos estaduais.

em seu sistema informatizado. seu mandatário ou preposto. IV. livros.38. Art. retenção de mercadorias encontradas em situação fiscal irregular. Art.35.AR . deverão ser mencionados no formulário “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES”. §4º Excepcionalmente. não sendo o autuado cientificado do auto de infração por qualquer outra forma. V.37. Todo contribuinte. Art. Aplica-se ao processo administrativotributário. desde que os prazos eventualmente suprimidos sejam reabertos.82.34.2º deste Decreto o rito ordinário. Art. e arquivos eletrônicos. todos os documentos. que registrará. desde que o relato do auto de infração seja claro e preciso. Parágrafo único. A representação de que trata este artigo será conferida por meio de instrumento procuratório firmado pela parte. 8 . papéis. §1º Em caso de recusa ou impossibilidade do autuado. é chamada de defesa ou reclamação. São partes no processo administrativotributário o Estado do Ceará. terá a sua tramitação controlada pelo CONAT. também. mediante juntada dos documentos necessários à apuração da liquidez e certeza do crédito tributário. inclusive a indicação dos meses e exercícios a que se refere a ação fiscal. todas as ocorrências e informações a ele relativas. serão observadas as regras contidas no Art. O processo administrativo-tributário. na forma do §4º do Art. em apor “ciente” no auto de infração. começa a fase litigiosa do processo fiscal.36. Formalizada a exigência do crédito tributário. §2º A ausência da indicação referida no inciso XIV não ensejará nulidade. tem capacidade para postular junto ao CONAT. _____________________________________ Impugnação é quando o particular não concorda com a exigência fiscal. aguardando o pagamento ou a impugnação. os quais não tenham sido mencionados no auto de infração. o auto de infração que lhe deu origem permanecerá no órgão fazendário no prazo previsto na legislação. Parágrafo único. Seção II Da Formação do Processo Art.incisos II. Apresentado-se a impugnação.aos autos da ação fiscal. CAPÍTULO III DAS PARTES PROCESSUAL E DA CAPACIDADE Art. A ciência do auto de infração será firmada pelo autuado no próprio documento. O processo de apuração do crédito tributário formaliza-se na repartição fazendária do domicilio do autuado. III. 5 CAPÍTULO IV DO PROCEDIMENTO Art. Sempre que necessário. §5º Poder-se-á emitir o auto de infração na forma manual até que seja inserido em sistema informatizado o controle de todas as ações fiscais. responsável ou interessado. a partir do recebimento até a decisão definitiva. organizando-se com folhas numeradas e rubricadas. Aos processos administrativo-tributários decorrentes de atraso de recolhimento de tributos estaduais. ou o requerente no procedimento especial de restituição. a que se refere o item I do Art. nas hipóteses de caso fortuito ou de força maior. não ensejará a nulidade do mesmo.39. VII e XIII não ensejará a nulidade do auto de infração. §3º Considera-se cientificado o autuado na data da juntada do aviso de recepção . o auto de infração poderá ser lavrado manualmente.41.42. A impugnação. §2º A contagem do prazo para impugnação do auto de infração ou pagamento do crédito tributário terá início no primeiro dia útil seguinte à ciência firmada pelo autuado. §3º A inobservância do disposto no inciso XVI. aplicar-seá o procedimento sumário.46 deste Decreto. o sujeito passivo da obrigação tributária. descumprimento de obrigações acessórias e ao procedimento especial de restituição. VI. em qualquer fase do processo. Art. Art. A parte comparecerá ao CONAT pessoalmente ou representado por advogado legalmente constituído.40.

o não-recolhimento do imposto no prazo regulamentar. ou pela declaração de recusa firmada por servidor da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). empregado ou assemelhado. por publicação no Diário Oficial do Estado e. §3º Incluem-se no procedimento sumário as infrações decorrentes do descumprimento de obrigações acessórias.1º da Lei nº12.em se tratando de regime normal de recolhimento. considera-se atraso de recolhimento de tributos: I . o não recolhimento do imposto. por antecipação ou nas entradas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. IV . reputando-se válidos os que. quando as notas fiscais estiverem escrituradas no Livro Registro de Entradas de Mercadorias. quando for o caso.009. bem como as hipóteses de embaraço à fiscalização. preencham sua finalidade essencial. o não recolhimento do imposto estimado. endereço e identidade.45. §2º A obrigação acessória. caso em que será assegurada a participação do contribuinte ou responsável ou do requerente.em se tratando de microempresas e empresas de pequeno porte.§1º Para fins do disposto neste Decreto e no inciso II do Art. 825 do Decreto nº24. nos prazos estabelecidos na legislação de regência. pela seguinte forma.em relação aos regimes especiais de recolhimento com base em estimativa prévia do valor do imposto a recolher. ou do seu advogado. V . seu representante. o fato de o contribuinte lançar em seu livro Registro de Apuração de ICMS o valor do respectivo tributo e não o recolher no prazo regulamentar. Far-se-á a intimação sempre na pessoa do autuado e do fiador.569/97.por carta. no prédio em que funcionar o órgão responsável pela intimação. Art. Art. pelo simples fato de sua inobservância. Os despachos de mero expediente independem de intimação. a intimação será comprovada pela assinatura do intimado na via do documento que se destina ao Fisco. na forma e nos prazos estabelecidos na legislação tributária. III . preposto. CAPITULO V DOS ATOS E TERMOS PROCESSAIS Seção I Da Forma e dos Atos Processuais Art.46. realizados de outro modo.43. Parágrafo único. Intimação é o ato pelo qual se dá ciência a alguém dos atos e termos do processo. ou quando não se efetivar pelas formas 9 . nos prazos regulamentares. podendo ser firmada por mandatário.por servidor fazendário. §2º No caso de recusa por parte do intimado em apor nota de “ciente” no respectivo documento. III . §3º Quando feita na forma prevista no inciso II.nos casos de cobrança do ICMS.44. sempre que se encontrar à parte em lugar incerto e não sabido. Os atos e termos processuais independem de forma determinada. ressalvado o disposto no Art. o não recolhimento do imposto nos prazos regulamentares. I . no Interior. de 25 de setembro de 1992. mediante entrega de comunicação subscrita por autoridade competente.873 do Decreto nº24. §4º Far-se-á a intimação por edital. II . ou do requerente em procedimento especial de restituição.nas hipóteses de regime especial de tributação conforme Art.569/97. converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária. no respectivo aviso de recebimento. preposto ou advogado regularmente constituído nos autos do processo. Os atos serão públicos. §1º Quando feita na forma estabelecida no inciso I deste artigo. na Capital. a intimação será comprovada pela assinatura do intimado. exceto quando o sigilo se impuser por motivo de ordem pública. com aviso de recebimento. relativas à não apresentação dos documentos de apuração e informação do ICMS. o servidor fazendário intimante declarará essa circunstância e colherá as assinaturas de duas testemunhas. valendo assim como intimação. para que faça ou deixe de fazer alguma coisa. Seção II Das Intimações Art. senão quando a lei expressamente exigir. II . por afixação em local acessível ao público. identificandoas pelo nome legível e completo.por edital.

a identificação do sujeito passivo da obrigação tributária ou do requerente no procedimento especial de restituição. considera-se: I . o empregado ao qual são atribuídos poderes de representação para praticar atos ou efetivar negócios concomitantemente à realização dos serviços ou das tarefas que lhe são cometidas. II . b) emissão de parecer técnico pelo consultor tributário. §1º Não havendo prazo especialmente previsto. mediante diligência realizada no domicilio fiscal do contribuinte e na residência de qualquer um dos sócios responsáveis pelo estabelecimento.vinte (20) dias. §6º A intimação por carta poderá ser realizada sem necessidade da observância da forma indicada no inciso I deste artigo. d) manifestação. II . ou liquidação do crédito tributário no processo de procedimento sumário. para os fiscais autuantes encaminharem à autoridade competente o auto de infração com os documentos que lhes devam acompanhar. a critério do chefe imediato. da autoridade a quem deve ser dirigida a impugnação ou o recurso e do endereço da repartição.dez (10) dias.na data da juntada ao processo do documento destinado ao Fisco.indicadas nos incisos I e II deste artigo. sem prejuízo de outros especialmente previstos: I . Seção III Dos Prazos Art.sessenta (60) dias. §2º Antes de seus vencimentos e a requerimento da parte interessada. para fins de ciência do fato.três (3) dias. para: a) apresentação de impugnação. de recurso voluntário.mandatário. c) interposição do recurso especial ou liquidação do crédito tributário. §10º Para efeito do disposto no caput deste artigo. como funções ou encargos permanentes. sobre o recurso especial. contados da data de distribuição do processo. sem necessidade da observância das normas indicadas nos incisos I e II deste artigo. expedir-se-á notificação da decisão final do processo. quando for o caso. se realizada por edital.quinze (15) dias. VI . b) manifestação do autuado sobre o laudo pericial. III . §9º Ao fiel depositário. a exigência tributária e o recurso cabível. contados da data de distribuição do processo ao perito responsável. contados da data de distribuição do processo. de recurso voluntário. II . farse-á a intimação por edital. §7º Considerar-se-á feita a intimação: I . ou liquidação do crédito tributário no processo de procedimento ordinário. 10 . IV .trinta (30) dias. se realizada por carta. quando for o caso. através de instrumento próprio.o resultado do julgamento contendo. para a realização de perícia. a pessoa investida de poderes outorgados pelo mandante. b) intimação das decisões proferidas pelo órgão. III .CONAT. recursos ou manifestação sobre o laudo pericial. se realizada por servidor fazendário. contados da data de distribuição do processo.47. V . §8º A intimação válida deverá conter: I . conforme o caso. pela parte recorrida. III . para: a) julgamento em primeira instância. os prazos para impugnação. Os atos processuais realizar-se-ão nos seguintes prazos. contados da data do “ciente” ou da recusa do autuado. serão dilatados em dez (10) dias. prorrogáveis em até trinta (30) dias. para: a) realização de diligências. que estes se encontram em lugar incerto e não sabido. o ato processual será praticado no prazo de cinco (5) dias.a indicação do prazo.na data da juntada ao processo do aviso de recebimento. §5º Constatando-se. para a apresentação de defesa. II .preposto.cinco (5) dias após a data de sua publicação ou afixação. a critério e por despacho do orientador da CEPAT ou do Presidente do Contencioso Administrativo Tributário . juntamente com a do seu advogado.

chamando o feito à ordem para fins de regularização do processo. ou referente a formalidade cuja observância só à parte contrária interesse. ser observado o prazo cabível. §2º É considerada autoridade impedida aquela que: I . III .esteja afastada das funções ou do cargo. §3º . devendo.52.A reabertura de prazo não elide a redução da multa nos termos da legislação pertinente. devendo a nulidade ser declarada de ofício pela autoridade julgadora. Sempre que a autoridade saneadora observar a concessão de prazo inferior ao regularmente previsto para impugnação. Art. na primeira oportunidade que tiver para falar nos autos. sanando. §11 Quando puder decidir no mérito a favor da parte a quem aproveite. Os prazos serão contínuos.não disponha de autorização para a prática do ato. §1º Apresentada a impugnação ou o recurso no prazo concedido ao autuado. Art.49. II . no prazo legal. §9º A nulidade de qualquer ato só prejudicará os posteriores que dele sejam conseqüência ou dependam. conceder dilatação de prazo para impugnação o diretor do NEXAT onde se originou o processo administrativotributário. §6º Não se tratando de nulidade absoluta. Em nenhum caso.51. a autoridade declarará os atos a que ela se estende.§3º Poderá. ou com preterição de quaisquer das garantias processuais constitucionais. Seção IV Das Nulidades Art. antes do encaminhamento do processo 11 . também. §7º Nenhuma das partes poderá argüir nulidade a que haja dado causa. Art. direta. §8º Não será declarada a nulidade de ato processual que não houver influído na apuração dos fatos ou na decisão da causa. desde que dele participe uma autoridade com competência plena e no efetivo exercício de suas funções. para efeito do disposto no caput deste artigo. mesmo que inferior ao previsto para o rito.54. de impugnação ou de recurso a órgão fazendário incompetente para apreciar o processo prejudicará o direito da parte. a autoridade julgadora não pronunciará a nulidade. O diretor do NEXAT onde se formalizou o processo administrativo-tributário ou o orientador da CEPAT.pratique ato extemporâneo ou com vedação legal. considera-se sanada se a parte a quem aproveite deixar de argüí-la na primeira ocasião em que se manifestar no processo. ou para a qual tenha concorrido. a partir daí. de ofício. Art.50. a irregularidade. ser concedida pelo Orientador da CEPED. §4º A participação de autoridade incompetente ou impedida não dará causa à nulidade do ato por ela praticado. §10 No pronunciamento da nulidade. Art. §3º Considera-se ocorrida a preterição do direito de defesa em qualquer circunstância em que seja inviabilizado o direito ao contraditório e à ampla defesa do autuado. a devolução total do prazo correto. excluindo-se de sua contagem o dia do início e incluindo-se o dia do vencimento. fazendo-se. ora previsto para o rito.48. §1º Considera-se autoridade incompetente aquela a quem a legislação não confere atribuições para a prática do respectivo ato. recurso ou liquidação de crédito tributário.53. também. Art. Os prazos só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal na repartição em que tramite o processo ou deva ser praticado o ato. indireta e fundacional darão prioridade aos atos e procedimentos solicitados pelo CONAT. deverá proceder à imediata reabertura do prazo respectivo. §4º A dilatação do prazo para manifestação sobre laudo pericial poderá. §5º Nenhum ato será declarado nulo se da nulidade não resultar prejuízo para as partes. a apresentação. assim. Os órgãos da Administração Pública Estadual. São absolutamente nulos os atos praticados por autoridade incompetente ou impedida. a imediata remessa ao CONAT. desde que não contestado. §2º Considera-se reabertura. será considerada sanada a irregularidade.

c) pela decadência. juntamente com o auto de infração a que deram origem. quando: I . §2º O dever previsto neste artigo não abrange a prestação de informações ou a exibição de documento. CAPÍTULO VII DA SUSPENSÃO DO PROCESSO Art. A autoridade julgadora indeferirá. e) pela anistia. oficio ou profissão. Suspende-se o processo pela morte ou perda da capacidade processual do impugnante ou requerente no procedimento especial de restituição.19 deste Decreto. quando o crédito tributário se referir apenas à multa.para julgamento em primeira instância.64. Das decisões proferidas em primeira instância. ou caso de prova em contrário. A prova pericial consiste em exame. é defeso à autoridade competente praticar qualquer ato no processo.58. Todos os meios legais são hábeis para provar a verdade dos fatos em litígio. a legitimidade da parte e o interesse processual. livro ou coisa.56. Extingue-se o processo: I . CAPÍTULO VI DAS PROVAS Art. deverá adotar as providências preliminares objetivando sanar as irregularidades passíveis de reparação. b) quando não ocorrer a possibilidade jurídica. ouvir pessoas para esclarecimento dos fatos. a respeito dos quais o informante esteja legalmente obrigado a guardar sigilo em razão do cargo. somente poderá ser requerida juntada de documento. podendo.59. ressalvados aqueles de natureza urgente. b) com a extinção do crédito tributário.63. função. objeto de recurso de oficio. Na apreciação da prova. que estejam ou devam estar na sua guarda. podendo determinar a realização de perícias ou diligências que entender necessárias. observado o disposto no inciso II do Art. contrárias ao autuado ou ao requerente. Art. d) pela remissão. no caso de recusa injustificada. de forma fundamentada. perícia ou qualquer outra diligência. devidamente comprovada. livro ou coisa. ou terceiro. os fatos a serem provados pela exibição. III . de oficio ou a requerimento da parte. na impugnação ou na interposição de recurso.61. ministério. CAPITULO VIII DA EXTINÇÃO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO Art. Parágrafo único. Art. II . II . Art. quando confirmada em última instância a decisão parcialmente condenatória de primeiro grau. f) com a extinção do crédito tributário. a fim de evitar dano irreparável. juntar aos autos os documentos extraídos do sistema informatizado da SEFAZ.62. §1º Os órgãos do CONAT podem ordenar que a parte. Todos têm o dever de colaborar com o CONAT para o descobrimento da verdade material. do recorrente. pelo pagamento. Os levantamentos fiscais realizados pelos agentes do fisco deverão ser entregues ao CONAT. ou do seu representante legal. presumindo-se verdadeiros. a este caberá. CAPÍTULO IX DOS RECURSOS Art. pelo pagamento. promovendo-se a imediata intimação do sucessor para integrar o processo. também.57. Parágrafo único. na forma impressa e em meio magnético. o pedido de diligência ou perícia.sem julgamento de mérito: a) quando a autoridade julgadora acolher a alegação de coisa julgada.for desnecessária em vista de outras provas já produzidas. caberá recurso voluntário para o Conselho de Recursos 12 . Durante a suspensão. objeto de recurso de oficio. Salvo motivo de força maior. vistoria ou avaliação. no todo ou em parte. Encontrando-se o processo concluso ao julgador de primeira instância.a verificação for impraticável.55. Art 60.a prova do fato não depender do conhecimento especial de técnico. exibam documento. Art.com julgamento de mérito: a) quando confirmada em última instância a decisão absolutória de primeiro grau. a autoridade julgadora formará livremente o seu convencimento. Art.

§2º Deve o recorrente fundamentar seu recurso explicitando o nexo de identidade entre as decisões tidas como divergentes. quanto às suas admissibilidades.72. §1º O recurso deverá ser instruído com cópia de decisão tida como divergente ou indicação precisa da publicação idônea. à Fazenda Estadual. Recurso Voluntário é interposto pelo contribuinte contra as decisões de 1ª Instância favoráveis ao Fisco. aquelas que reduzirem de qualquer forma o crédito tributário. A jurisprudência administrativo-tributária será submetida. Art. O Conselho de Recursos Tributários. as absolutórias e declaratórias de nulidades ou de extinção do processo tributário. de Câmara diversa ou do próprio Conselho Pleno.000) Unidades Fiscais de Referência (UFIRs). Art. em sessão plenária. nos termos do inciso VI do Art. Art. deve esse órgão julgador apresentar o Recurso de Ofício. Art. CAPÍTULO X DA SÚMULA Art. de Câmara diversa ou do próprio Conselho Pleno.68. conforme o caso. Havendo interposição simultânea dos recursos especial e extraordinário. à homologação do Chefe do Poder Executivo. Art. §1º Consideram-se decisões contrárias. Os recursos especial e extraordinário deverão ser dirigidos ao Presidente do Conselho de Recursos Tributários. em caso de divergência entre a resolução recorrida e outra da mesma Câmara. no todo.69. assim definida no Regimento do Conselho de Recursos Tributários ou. Quando as decisões a que se referem o artigo anterior forem contrárias.Tributários.65. Art. do valor exigido pelo auto de infração.71. §2º Consideram-se decisões contrárias. que decidirá.73. assim como condensar as reiteradas decisões proferidas em processos administrativotributários e em procedimento especial de restituição. desde que o valor originário. Qualquer dos membros do Conselho de Recursos Tributários poderá propor a revisão da 13 . em parte. no todo ou em parte. quando tiverem apreciado matéria semelhante. quando a decisão é desfavorável à Fazenda. à Fazenda Estadual. caberá a apreciação. seja inferior a cinco mil (5.a Câmara de Julgamento tenha deixado de apreciar matéria de fato ou de direito analisada pelo julgador de primeira instância. na hipótese daquela ser contrária.contrárias. Art. mediante despacho fundamentado. nos prazos de dez (10) ou vinte (20) dias. em primeiro plano.70. devidamente comprovado. ficando suspenso o recurso remanescente até decisão final do anterior. no todo.11 deste Decreto. Caberá recurso extraordinário da decisão da Câmara de Julgamento para o Conselho Pleno. Não serão objeto de recurso as decisões de primeira instância: I .a decisão da Câmara de Julgamento não tenha sido unânime. procederá à edição de súmulas para dirimir conflitos de entendimentos nas câmaras de julgamento e na instância singular. e II . ou qualquer índice oficial que a substitua.67.cuja extinção se der pelo pagamento. à Fazenda Estadual. desde que cumulativamente: I . deverá o julgador de primeira instância interpor recurso de oficio para o Conselho de Recursos Tributários. II . ainda. à decisão de primeira instância. por intermédio do Secretário da Fazenda. exigido no auto de infração. Recurso de Ofício. Recurso Especial ocorre em caso de divergência entre a resolução recorrida e outra da mesma Câmara. no todo ou em parte. do recurso que primeiro for protocolizado no setor competente do CONAT. vigorando a partir da publicação no Diário Oficial do Estado. quando tiverem apreciado matéria semelhante. Caberá recurso especial das decisões das Câmaras de Julgamento para o Conselho Pleno. observado o disposto no Art. Art.66 deste Decreto. indicação expressa do número da resolução divergente.66. à Fazenda Pública Estadual. será apreciado em 2ª instância administrativa por órgão colegiado.

a documentação probante de suas alegações.76. Art. 14 . §3º Formaliza-se a exigência do crédito tributário pela intimação regularmente feita ao sujeito passivo. por escrito. Parágrafo único. cinco (5) decisões aprovadas nas Câmaras de julgamento. Parágrafo único. procedendo-se. II .a qualificação do autuado. III . a partir da efetivação do depósito. em qualquer fase do processo. O órgão fazendário ao receber a impugnação deverá juntá-la ao processo de apuração do crédito tributário com os documentos que a acompanham e encaminhá-la ao CONAT. O processo administrativo-tributário e o procedimento especial de restituição são gratuitos e não dependem de garantia de qualquer espécie. CAPÍTULO XII DO PROCEDIMENTO CONTRADITÓRIO E DA FORMAÇÃO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO Art. a sua revogação ou modificação. IV . Parágrafo único. o representante da Procuradoria Geral do Estado. para elidir a incidência de atualização monetária.75. extraordinariamente.80.exposição de motivos. da multa integral. se indicado. A impugnação deverá conter: I .ter legitimidade para propô-la.78. constarão do pedido a formulação dos quesitos e a completa qualificação do assistente técnico. seu mandatário ou preposto. CAPÍTULO XI DA GRATUIDADE DO PROCESSO E DO REGIME PROCESSUAL Art. bem como para efeito de liberação de mercadorias apreendidas. no mínimo. o total atualizado do valor do crédito tributário exigido pelo auto de infração. Instaura-se a relação contenciosa administrativa pela impugnação à exigência do crédito tributário ou pela revelia.jurisprudência compilada em súmula. §4º O impugnante poderá depositar em dinheiro. seu mandatário ou preposto não implica confissão do ilícito nem sua recusa irá agravá-lo. na impugnação ou no recurso. também.Quando o autuado indicar assistente técnico. Considerar-se-á revel o autuado que não apresentar impugnação no prazo legal. dos juros e demais acréscimos legais.81. Os critérios estabelecidos para a homologação de súmulas serão. reunidos em sessão plenária. A edição de súmula dar-se-á a partir da provocação de quaisquer dos membros do Conselho de Recursos Tributários. São condições indispensáveis à propositura da edição de súmulas: I . vedada a reabertura de fases preclusas.47 deste Decreto. Art. §1º A assinatura do auto de infração pelo contribuinte autuado ou responsável. pelo voto de três quartos dos seus componentes.Quando requerida a prova pericial.77. CAPÍTULO XIII DO PROCEDIMENTO ESPECIAL DE RESTITUIÇÃO Seção I Das Disposições Preliminares Art.as razões de fato e de direito em que se fundamenta. se for o caso. A revelia não impedirá a presença da parte no feito. III . §2º . no prazo estabelecido no parágrafo primeiro do Art. §2º O crédito tributário será composto pelo valor do tributo. O procedimento especial de restituição reger-se-á pelo disposto neste Decreto. que o receberá no estado em que se encontrar. §1º . deverá este ser intimado para prestar compromisso perante o Orientador da Célula de Perícias e Diligências. A modificação ou a revogação de súmula será procedida pelos mesmos critérios estabelecidos para a sua anterior homologação. II . com direito a manifestação escrita e sustentação oral. V . Parágrafo único. Art. Tem legitimidade para participar da sessão extraordinária.estar o pedido acompanhado de. por número nunca inferior a três quartos de seus componentes.74. Art. adotados para a sua modificação ou revogação.a indicação das provas cuja produção é pretendida.79. Art.a indicação da autoridade julgadora a quem é dirigida.

com visto do órgão fazendário competente. tidos como indevidamente recolhidos ao Erário Estadual poderão ser restituídos. da multa.comprovante original do recolhimento. II .documento fiscal emitido para a operação ou prestação. II .82. II e III do parágrafo anterior poderão ser apresentados em cópias. §6º A restituição será efetivada em moeda corrente ou crédito fiscal.a importância a ser restituída será atualizada monetariamente pelos mesmos critérios aplicáveis à cobrança do crédito tributário. na mesma proporção. para efeito deste artigo. o qual será devolvido ao requerente após a solução do pleito.folhas dos livros fiscais onde a ocorrência foi consignada. as penalidades pecuniárias e seus acréscimos legais.a restituição total ou parcial de imposto dá lugar à restituição. Seção III Da Extinção do Procedimento Especial de Restituição Art. IV . aquele que provar ter assumido o encargo ou no caso de tê-lo transferido a terceiro. ao procedimento especial de restituição. Seção II Da Formação do Procedimento Especial de Restituição Art. no todo ou em parte. Parágrafo único. no que couber. §2º O requerimento deverá estar instruído com os seguintes documentos. a requerimento do interessado. dos juros e demais acréscimos legais recolhidos. as disposições constantes do Art. também. §3º Os documentos exigidos nos incisos I. estar por este expressamente autorizado a pleitear a restituição do tributo recolhido. III. bem como as atualizações monetárias oriundas de auto de infração. Aplica-se ao procedimento especial de restituição. alusivas ao fato. conforme o caso. Os princípios que norteiam o processo administrativo tributário aplicam-se.esclarecimentos circunstanciados da restituição pleiteada. quando for o caso: I. indicando os dispositivos da legislação em que se fundamenta.observando-se as determinações contidas na legislação tributária. §1º O requerimento de que trata o caput deste artigo deverá conter: I . total ou parcialmente procedente.83.identificação do interessado II . com indicações. §5º Julgado definitivamente o pedido. 15 . §4º Entende-se por interessado. se for o caso. mediante carimbo. sendo instaurado o devido processo legal para a apreciação do pedido. na impossibilidade de serem anexados os originais.63 deste Decreto. Os tributos estaduais.auto de infração. observar-se-á o que se segue: I .

VI. o processo administrativo tributário pautar-se-á. envolvendo a aplicação da legislação tributária. as questões decorrentes de relação jurídica estabelecida entre o Estado e sujeito passivo de obrigação tributária.Ampla defesa a) Os itens de I a VII não são princípios Processo Administrativo Tributário b) Apenas o item III não é princípio Processo Administrativo Tributário c) Apenas o item V não é princípio Processo Administrativo Tributário d) Apenas o item II não é princípio Processo Administrativo Tributário do do do do PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO 1 – Assinale a alternativa correta: O CONAT compõe-se dos seguintes órgãos: I .4 – Assinale a alternativa incorreta. estabelecida entre o Fisco e o particular. II e IV estão corretas b) Apenas a II e IV estão corretas c) Apenas a IV está correta d) I.Verdade material VI . d)A representação dos interesses do Estado. II . IV .Inverdade material IV . Compete ao CONAT decidir.Célula de Apoio Logístico.37 da Constituição Federal de 1988.Contraditório VII .Célula de Julgamento de 1ª Instância. no âmbito administrativo.Célula de Perícias e Diligências. b)Restituição de tributos estaduais pagos indevidamente. c)Penalidades e demais encargos relacionados com os incisos I e II do Art.Célula de Consultoria e Planejamento. escolhido e nomeado pelo: a)Secretário da Justiça b)Chefe do Poder Executivo c)Conselho de Recursos Tributários d)Chefe do Poder Legislativo 16 . a)Processo b)Procedimento c)Contencioso Tributário d)Nenhuma das alternativas anteriores 3 .Conselho de Recursos Tributários: Conselho Pleno e as Câmaras de Julgamento. V e VI estão corretas 2 . II. a) Apenas a I. 2º. IV. nos seguintes casos: a)Exigência de crédito tributário. III. pelos princípios: I .468/1999.O CONAT será dirigido por um presidente.Célula de Suporte ao Processo Administrativo Tributário.É a atividade da Administração Pública que visa exercitar um controle de legalidade sobre determinada relação controversa. também. do Decreto nº 25.Da celeridade II – Simplicidade III . V.Economia processual V . 5 – Assinale a alternativa correta: Além dos princípios elencados no Art. III.

procedimento especial de restituição a) Somente o item I está correto b) Somente o item II está correto c) Somente o item III está correto d) Os itens de I a IV estão corretos 8 – Não extingue o Processo Administrativo Tributário.descumprimento de obrigações acessórias IV .468/1999. a)Recurso Voluntário b)Recurso Especial c)Recurso de Ofício d)Decisão Interlocutória 10 – Assinale a alternativa incorreta: a)O processo administrativo tributário e o procedimento especial de restituição são gratuitos e não dependem de garantia de qualquer espécie b)Instaura-se a relação contenciosa administrativa pela impugnação à exigência do crédito tributário ou pela revelia c)Contribuinte.br 17 . não tem capacidade para postular junto ao Contencioso Administrativo Tributário. do Dec. responsável ou interessado. 7 – Assinale a alternativa correta: Aplicar-se-á o procedimento sumário ou Rito Sumário a (ao): I .6 – Assinale a alternativa incorreta: a)Toda infração à legislação tributária será apurada e formalizada através de auto de infração b)O auto de infração somente será lavrado por servidor fazendário com competência para o exercício da fiscalização dos tributos c)O ato designatório não será dispensado para as hipóteses de fiscalização procedida no trânsito de mercadorias.com. a) A morte ou a perda da capacidade processual do impugnante ou requerente no procedimento especial de restituição b) A decadência c) A Remissão d) A anistia. que adotará as providências cabíveis. de Câmara diversa ou do próprio Conselho Pleno. 25. d)O servidor fazendário que tiver conhecimento de infração à legislação tributária estadual e não for competente ou estiver impedido para formalizar a exigência. quando o crédito tributário se referir apenas à multa 9 .atraso de recolhimento de tributos estaduais II .82. comunicará o fato ao órgão fazendário competente. INTRA Instituto Tributário de Ensino a Distância www. senão.Ocorre em caso de divergência entre a resolução recorrida e outra da mesma Câmara.retenção de mercadorias encontradas em situação fiscal irregular III . na forma do §4º do Art.intra-ead. quando tiverem apreciado matéria semelhante. através de um Advogado d)O Recurso Voluntário é interposto pelo contribuinte contra as decisões de 1ª Instância favoráveis ao Fisco e será apreciado em 2ª instância administrativa por órgão colegiado Agradecemos a sua opção.

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