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Exatas Handbook Matematica Fernando H. Ferraz www feferraz.net Algebra Elementar Simbologia A(e) v(ou) |(tal que) existe) niio existe) ¥ (qualquer que seja) B (vazio) Conjuntos Intersecao « (pertence) & (ndo pertence) >(contém) = (ndo contém) <(contido) &(ndo contido) ANB={x|xeAn xeB} Unido AUB={x|xeAv xeB} Diferenca A-B={x|xeAa x¢B) Complementar seBcAentéo C:=A-B Indice Algebra Elementar e Conjuntos Fungies Logaritmos ‘Trigonometria Progressoes Matrizes e Determinantes Sistemas Lineares Andlise Combinatéria Bindmio de Newton Nimeros Complexos Polindmios Geometria Anal Geometria Espacial Geometria Plana Logaritmos log.b =x Oea#leb>0 Decorréncias da definigio log,1 =0(V 00) log,b=log.ce>b=c(0< a¥1,b>0ec>0) Propriedades operatérias og,b + loge = log,be Tog.b— loge og, logb" = a. log logeb log,b Mudanga debase log.b los. ~ Tope 6 14 16 2 2B 24 26 29 32 39, B Trigonometria Raz6es Trigonomeéticas Seja um tridngulo retngulo, fixando um angulo agudo a, temos: ot 4 seno - &arazio entre o cateto oposto ao Angulo e a hipotenusa: b sena =2 a cosseno - Garazio entre 0 cateto adjacente 0 Angulo ea hipotenusa: oso. © a tangente -& arazio entre 0 cateto oposto ao Angulo ocateto adjacente ao angulo: b tga= 2 Fungdes Estudo da fungao Uma rlagio R: A B ser uma fang de A.em B, se -D(R)=A Cada elemento x € A se relaciona (forma par) comm fnico elemento B, Notagdo: f:A—> Bou y=fix) Fungiodo2°grau -£ RR, definida por f(x -D() =R - Coordenadas do vértice: yv -Sea>0,valorminimo=y,. -Sea<0, valorméximo=y,. Para lembrar.. Lembre-se da frase: “Corti, cal e tomei uma coca” corti - co/hip (cateto oposto/hipotenusa) = seno caf- ca/hip (cateto adjacente/hipotenusa) = cosseno coca - co/ca (cateto oposto por adjacente) = tangente Valores notaveis 30° 45° 60° I v2 Bw Sy 2 2 2 BB nee 1 cos 2 2 2 Bo a tg 3 1 a Transformag¢do de Arcos Arcos negativos: sen(-a)=-seno, tg(-a)=-tga cos(-2) =cosor Adi¢éo/Subtragao de arcos: sen(a+b)=sena.cosb+senb. cosa sen(a—b)=sena.cosb—senb.cosa cos(a+b)=cosa.cosb—sena.senb cos(a—b)=cosa.cosb+sena.senb tefa+by=_twa+teb tg(a—b)= tea-ted Tiga. ted Triga.tgb Arco dobro: sen(2a)=2.sena.cosa 2tga cos(2a)-cosa-senta 828) Taga Arco metade: sen(x/2) = /1=g0sx 3 TF cosx cos(x/2) = tf Egos x T-cosx tg@/2)= 4 V1 + cos x 13 De Itemos: a+ cox! sen'a + cos’ = 1 cotg’a + 1 = cossec’a tg’a + 1 =sec’a, De 2temos: s — sena. = tea = Cosa COB 1 SECU = Sogq, COSSCCH = Seng Triangulos Quaisquer Seja um triéngulo abc, qualquer: c Lei dos Senos: ab senA senB-— senC Leidos Cossenos: a? =b? +c? — 2be.cosA b?= a? +c? —2ac.cosB 2 =b? +a? — 2ab.cosC 1 PG (Progress6es Geométricas) ‘Termo geral asad Soma dos termos =4 Média da PG Sejauma PG(...a,b,¢, ) b=yace Escrevendo 3 termos consecutivos Cooxd xq) 15 Ciclo Trigonométrico 12 Matrizes Matriz m x6 uma tabela de nimeros reais, dispostos em mlinhas en colunas. By Ay Ay Ay M- Bar As yy a Onde a, indica a posigao de cada elemento, sendo i= linha ej=coluna, Casos Especiais Matriz quadrada:m=n Matriz linha: Matriz coluna:n=1 Wij. Matriz mula: a,= Adiga de matrizes Tendo as duas matrizes o mesmo nimero de linhas € colunas, soma-se cada elemento um aum, Propriedades associativa: (A+B) +C=A+(B+C) comutativa:A+B=B+A elemento neutro: +0 =0-+A=A 16 Relacdes Trigonométricas Fundamentais sena cosa, tga cotga, seca cosseca, A partir desse hexégono, podemos retirar todas as relagdes trigonométricas fundamentais. Notemos as seguintes propriedades: 1) Somamos 0 quadrado de dois vértices dos tridngulos azuis (tendo que a reta base do segmento de reta formado por esses dois vertices deve ser paralela ao eixo tg-cotg) e igualamos 4 *ponta’ do triangulo. 2) Seguindo as setas, igualamos o primeito vértice & razio dos dois vértices seguintes. 10 Progressées PA (Progessées Aritmméticas) ‘Termo geral a=as@-De Soma dos termos Média da PA ‘Tendo-se uma PA(...,a,b,¢,..) Reescrevendo3 termos consecutivos PACKED) 14 elemento oposto: A+ (-A)=0. ‘Multiplicagao de um numero real por uma matriz Multiplica-se todos os elementos da matriz pelo nimero real Multiplicagao de duas matrizes Dadas duas matrizes Ae B, 0 produto AB s6 existe seo niimero de colunas de A for igual ao mimero de linhas deB, pois édo tipo mxmeB édotipon xp. © produto AB & uma matriz, que tem 0 nimero de linhas de A e 0 némero de colunas de B, pois C= AB & do tipom xp. Ainda pela definigdo, deve-se obter cada dda matriz.AB da seguinte forma: (1) Toma-sea linha ida matriz A. (U1) Toma-se a coluna kda matriz.B. (IID) Coloca-se a linha i de A na ‘vertical’ ao lado da colunakde B. (IV) Calcula-se os 1 produtos dos elementos que ficaram lado a lado, (V)Somam-se esses n produtos, obtendo ¢,. Jemento 6, Propriedades associativa: (AB).C =A. (BC) distributiva din: (A+B).C—AC+AB distributiva desq.:A.(BHC)=AB+AC ‘Transposta de uma matriz 17 Determinantes do produto de matrizes Sendo A e B matrizes quadradas de mesma ordem entio: de B)— det det | Determinante deinversa de uma matriz: aT det" =a Obs.: uma matriz A s6 é inver detA0. ivel se, € somente se, 21 Determinantes Determinante de matriz de ordem2 iF b ed Determinantede matrizdeordem’ an & An Ar KS ay Yn by yy) a JK KS fy, ly, yy By) Sy Repetimos a dias primes cofunas a9 ado do determinante ¢ a seguir multiplicamos os elementos na diregio das flechas. Os produtos dos elementos indicados pelas flechas azuis sio somados e os dos elementos indicados pelas flechas vermelhas sido Sibunion, Bat a rig de Sams, 96 ade pra determinantes de ordem 3. =ad-be ‘Menor complementar Se a, é um elemento da matriz A de ordem n, entio o menor complementar do elemento a, & 0 determinante «que se obtém retirando-se a linha i ea coluna j da matriz A. Indicamos o menor complementar do elemento a, por M,. Complemento algébrico ou cofator Indica-se por A, e€ dado por: A= CD?.M, 19 Analise Combinatoria Fatorial nl=n.(n-1).(1-2)..3.2.19n.(n-D! 1 or=t Principio multiplicative Sc um evento A pode ocorrer de m manciras distintas € a seguir, um evento B pode ocorrer den maneiras, distintas, entdo o mimero de probabilidades de ocorrer A seguido de B & m vezes n. Arranjos simples Sio agrupamentos onde a ordem com que os elementos participam é considerada © ndo existe repetigao de elementos. E dado pela fétmula: 0 Gape Permutagses simples Sio arranjos onde n= p, P, A, Combinagies simples Sao agrupamentos onde no importa a ordem dos elementos. 23 Teorema de Laplace © determinante de uma matriz quadrada de ordem n(ni>1), é igual & soma dos produtos dos elementos de uma fila (inha ou coluna) pelos seus respectivos cofatores, Propriedades dos determinantes - - Trocando-se a posigao de duas filas paralelas de uma ‘matriz, seu determinante nao se altera em médulo, apenas trocando de sinal, - Se duas filas paralelas de uma matriz so iguais, entao seu determinante énulo. - Multipticando-se (ou dividindo-se) uma fila qualquer de uma matriz por um numero, seu determinante fica ‘multiplicado (ou dividido) poresse nimero. - Sendo A, uma matriz quadrada de ordem n, e a 0 um, ‘niimero real, entdo: det(a..A) =a". det A - Se uma fila de uma matriz é formada por somas de duas parcelas, entio seu determinante ¢ igual & soma de outros dois determinantes: 0 primeiro formado com as primeiras parcelas © 0 segundo formado com as segundas parcelas, inalteradas as demaisfilas. - Teorema de Jacobi: um determinante nao se altera quando se soma a uma de suas filas uma outra fila paralela previamente multiplicada por uma constante. 20 Bindmio de Newton Numero binomial n al Gs)" @ pre Binomais complementares (2) € (2) sto binomias complementares se fp T=] Igualdade de binomiais (5)-G) @ pk ou ptk=n ‘Tridingulo de Pascal 1 1 1 1 2 1 1 3 3 1 1 4 6 4 1 1 5 0 10S 1 6 1s 20 1S) 6 1 1 ny on @ @ @) Gd) G) Propriedades -Asoma dos binomiais de uma linha é igual a 2n, onde n 60 “tumerador” dos binomiais, 24 Sendo A uma matriz do tipo m x n, a transposta de A. que se indica por A’, & a matriz do tipo m x m que se obtém trocando as linhas por colunas da matriz A. Isto é,a "linha de’ éigual I" colunade A, a2" linha de A’ igual a2*colunadeA e assim sucessivamente Propriedades (Ay=a (A+By (a.Ay~a.W' (ABy=B'.A Matriz Identidade 1,=(@)maonde a, I (sei=j)ea,O(seixj) Propriedade ALI=1.AA Inversio de matrizes A matriz inversa da matriz quadrada A, se existr, seré indicada por A” esera tal que: ALAT=A" A=1, Propriedades (y'=a (ay'=(a"y (ABy'=B".A" 18 Sistemas lineares Todo sistema com uma ou mais equacdes do tipo: Lk, Okt aT FAS D Regra de Cramer Um sistema linear de m equagdes a n inedgnitas, pode ser resolvido pela regra de Cramer: stema possivel e determinado. D,=.. = D,,.=0, sistema possivel e indeterminado -SeD= 0e(D, #0 04D, #0 ou... D,, #0) 0 sistema ¢ impossivel. Sistemas lineares homogéncos © sistema linear que possui os termos independentes de todas as suas equagdes iguais a Para um sistema linear homogéneo teremos: D0, o sistema admitira uma tinica solugdo que sera (0;0;0;..,0), chamada solugao trivial. = Se D= 0, 0 sistema ser possivel e indeterminado admitindo infinitas solugdes. 22 = Relagiio de Stifel: a soma de dois binomiais “vizinhos” de uma mesma linha & igual a0 binomial situado mediatamente abaixo do segundo nimero somado, (-Gi dG. Binémio de Newton ear e(Q)e (Gere ere eet obs.: 0 desenvolvimento (x + a)" & formado de n + I termos. Termo Geral Qe ‘a1 Tepresenta 0 termo de ordem p + 1 do desenvolvimento de (x +). 25 Polinémios PQx)=ax' tax" +. bax ta, Polinémio identicamente nulo > P(a)=0,0 a a.=a=0 Polinémios idénticos AQ) =B(X) @ A(@)=B(a), ¥ a. Grau deum polindmio E 0 maior expoente de x, com coeficiente nao nulo, que aparece em P(x) gr(P) ou 8P SeP(x)=0, nao se define gr(P). Divisio de polindmios AG) LB@ RE) Q&) Temos que: AQ) = BE) QQ) + RE) (desde que gr(R) z=[2]. (cos +i. send) Operagées na Forma Trigonométrica Multiplicacio 2,2, p,pilcos(@ + 0,)+i.sen(0,+0,)] Divisio &. Ertoos(0 1 8,) +i. sen(0 0] Potenciagio Z'=p" .[cos(n0) +i. sen(n0)] 28 Geometria Analitica Distincia entre dois pontos d= Vy (Ax? + (Ay? Ponto médio wee) Baricentrodotridngulo o (Ste tpts) Area do Triangulo Xn Ya AjL.méd]% Ya Xe Ye I Alinhamento de trés pontos Se A, Be C sio colineares, detS = 0. Onde $ é a ‘matriz formada com as coordenadas dos trés pontos. Equasio geraldareta axe byte 32 Numeros Complexos Unidade Imagingria Defini¢o de nimero complexo Zaatbi onde: a R,a=partereal bE R,b=coeficiente dap. imaginaria i=unidade imaginaria mimeros imaginarios puros: Sao os complexos ondea=0eb#0 mimeros reais: Sao os complexos onde b= 0. Conjugado de um nimero complexo Dado um complexo: z =a + b i, definimos como seuconjugado:[ 7: Igualdade de Complexos Iguala-se a parte real com a outra parte real e 0 coeficiente da parte imagindria com o coeficiente da outra parte imaginaria. 26 Teorema de D’ Alambert Um polindimo P(x) € divisivel por x —a, se e somente se, Pla)=0. Teorema fundamental da algebra Toda equagdo algébrica de grau n, onde n > 0, admite pelomenos uma raiz complexa. ‘Teorema da decomposigio P(x)=axx' Fax" +... bax +a, pode ser fatorado em: P(x) = a(x). (=). (XT) Onde Ty Ty. T, S40 as. raizes de P(x). Muttiplicidade de uma raiz Se P(x) = =)". Q(x) © Qi) #0, ento F é uma raiz com multiplicidade m de P(x)=0. Teorema das raizes complexas Seja P(x) um polinémio de grau n, onde n> 1, com coeficientes reais, se P(z) =0, entdo P(Z)=0, onde z= a +bieZ ~a-bi(comac Reb R*) Relagdes de Girard Sejaax'tax" +..bax tn Futaba ty te 30 Obtendo eq, geral pelo determinante xl Xi Yel |=0-ax+by+e=0 xyl Equagio reduzida raxtby +e=0>y= dy bax 8% = inclinagdo -oeficiente linear: ordenada do ponto em que a reta (nao vertical) intercepta o eixo das ordenadas. 33 Propriedade do lugar geométrico A soma das distincias de qualquer ponto_da elipse aos focos F, ¢ F,éconstante ¢ igual ao segmentoA,A, PE + PF,=2a Hipérbole F,eF, focos O->centro A.A, eixoreal ou transverso B,B, > eixoimaginario 2 distancia focal 2a medida do eixoreal 2b— medida do eixo imagindrio § — excentricidade relagionotivel 37 [Observagio: Na equagao de uma circunferéncia, temas, necessariamente: + Os coeficientes de x? e y* s Jem sinal e nao nulos. Se 0 coeficiente de x? for diferente de 1, deve-se dividir toda a equacio por ele. }* Nao pode existir termo x.y na equagio. /* © termo independente p é tal que: Re=a+b—p>0 (suma circunferéncia o raio é sempre positive) Posigses relativas entre reta e circunferénci «Reta ecircunfréncia secantes: R 35 Geometria Espacial Esfera a - S=4.0.R B.A V-n.RH |S, (Grea lateral) = 2..R. HI S, (drea total) = 2aR(R +H) 7 q Secctiomeridiana LF © o retingulo resultante da intersecgao do cilindro com um plano que contém os centros das bases. Quando ocilindro é eqtiilitero H = 2R; neste caso a secgio meridiana éum quadrado. 39 Elipse FF, focos O- centro A,A, > cixomaior BB, > eixomenor 2c distancia focal 2a—> medida do eixo maior 2b» medida do eixo menor £ — excentricidade oe relagdo notavel: Equagao reduzida x-x)P (yy? para o cixo principal oor OS paralelo ao eixo x . . para o cixo principal Gant , GayP =1 paralelo ao eixo y Cone reto S=a.R.g S,=AR(R +8) Seco meridiana tridngulo resultante da interseegao do cone com um plano que contém o vértice do cone € 0 centro da base Obs.: 0 cone eqiilétero & aquele em que g = 2R; neste caso a secgao meridiana & um ttiangulo eqiiilétero. 0 =2aR rad] ou [0 g 40 Equagio da reta, dado um ponto ¢ o coeficiente angular Hy —yp= mlx =X) Posiso relativa de duas retas Se duasretas res sdo paralelas m,—m, Se duas retas re s sdo perpendiculares m, Distancia de ponto a reta Dado oponto P(x,y,),earetar:ax tby +o=0: _ lab.) bab Equacio da circunferéneia y, (x-aP + (y— bP = RE -2ax-2by+p=0 CAlculo do centro edo raio we+yioda) x22. y+p=0 Jog Tend com sinal trocado} = C(a;b) 34 p (termo indenpendente) => p = a? +b? R? Equagio reduzida (xx) (y-y,)t 1 para o cixo real = OB paralelo a0 eixo x 2 , para o eixo real Baw _ GOS 21 paralelo a0 sixo y Propriedade do lugar geométrico A diferenga da distincia de qualquer ponto da hipérbole aos focos F, F, éconstante ¢ igual ao segmentoA,A, PF, +PF,=2a 38 Paralelepipedo retingulo £ um prisma de seis faces, todas retangulares. AABC ~ AMNP => > 2aboe =, | [= rHQaBO-, xy Zz per(AMNP) Hoy ‘iea(AABC) _ y= h area(AMNP) Aplicagées Sendo M e N pontos médios: M B 47 Propriedades angulares Soma dos ngulos internos = 180° ‘Soma dos dngulos externos = 360° Teorema do angulo extemno: “Cada angulo extemno igual & soma dos dois internos nao adjacentes.” Segmentos notaveis altura - Angulo de 90° em relagdo a base, unindo ao Angulo oposto. bissetriz - divide o ngulo em duas partes. mediatriz - perpendicular ao meio do segmento. ‘mediana - une © ponto médio a0 Angulo oposto. tos notiiveis Ortocentro _Intersecgdo das alturas Incentro Intersecgao das bissetrizes Circuncentro Intercegdo das mediatrizes Baricentro _Interseceo da medianas Classificagao Eqiilétero 3 Iados iguais: 3 angulos de 60° Isésceles 2 lados iguais, angulos da base com medidas iguais, Escaleno _lados todos diferentes Retingulo 1 angulo reto Acutingulo 3 ngulos agudos Obtusingulo 1 Angulo obtuso, 2 agudos. 44 ABCD: Trapézio Me N: pontos médios. MN = ABCD (base média) Propriedades do baricentro do tri_ngulo A Ks |AG=2GM a oN (387 26n Poe \eG= 26° pc ah=be t= mn m san 48 ‘Tetraedro regular uma pirdmide de base tridngular regular; todas as quatro faces sio tridngulos eqiiléteros. 42 Tangéncias Retas e circunferéncias - Sio tangentes quando tem um sinico ponto em commum, - O raio tragado no ponto de tangéncia é perpendicular & retatangente, - De um ponto externo a uma circunferéncia & possivel ‘ragar duas tangentes de comprimentos iguais: PT, = PT, = O centro da circunferéncia tangente aos lados de um Angulo se encontra na bissetriz desse Angulo. —~T, \ Teens cunferéncias tangentes - Siotangentes quando témum tinico ponto comum. - 0 ponto de tangéncia ¢ os dois centros sempre esto sobre amesma reta Teorema de Tales wea a x oe