O TEXTO ARGUMENTATIVO

Princípio que sustenta a tese

Apresentação da Tese

Conclusão

Tomei uma decisão importante: não vou redigir nenhum texto argumentativo, porque não tem valor algum para mim. Sei que essa atitude poderá ser mal interpretada e provocar represálias. Estou certo, porém, de que me irão compreender, quando analisarem as minhas razões. Como sabem, sou péssimo aluno – candidato certo à reprovação. Não será portanto, a falta desse exercício que me irá reprovar. Por outro lado, tais subtilezas não se coadunam com o meu tipo de inteligência. Não me venham dizer que esse tipo de exercício será útil para a minha formação. Suponhamos que realmente me decida a escrever o tal texto argumentativo. Que significado terá? Nenhum, pois irei fazer uma redacção que nada representará para mim. Dirão alguns: "Se não redigires esse texto, todos seremos prejudicados...". Ora, todos sabemos que cada qual deve assumir a responsabilidade dos seus actos. Com duas palavras provo isso ao professor e, portanto, ninguém sairá prejudicado. Em suma, como já estou reprovado, como não vou fazer uso desse conhecimento, como não quero perder tempo com escritas que não me interessam e que, aliás, não serão úteis para a minha formação, como ninguém ficará prejudicado com a minha decisão, não vou escrever um texto que não tem valor para mim.
Texto adaptado do livro de Wiadimír Oííveira, Português em dinâmica de grupo

Introdução

Conectores do discurso (itálico)

Argumentos a favor

Desenvolvimento

Contraargumentos

Enumeração dos argumentos e conclusão

Texto Argumentativo

Introdução: apresentação do tema ou assunto, anunciando (eventualmente) o ponto de vista que se vai defender.

Desenvolvimento: apresentação de argumentos (pró e contra), exemplos, provas, referências a autores, experiências, etc.

Conclusão: síntese do raciocínio anteriormente desenvolvido e reforço do ponto de vista pessoal.

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