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PRÉ-JULGAMENTO: Essa é a tendência de tirar conclusões antecipadas e de achar
que o orador, devido à sua aparência ou ao modo como inicia sua fala, realmente
nada tem a dizer.

CONCLUSÕES PRECIPITADAS: Nós já decidimos que o material é muito vulgar, muito
difícil ou muito “qualquer outra coisa” e desligamos nossa audição e apenas estamos
sentados lá.

SUPOSIÇÃO: Nós supomos que as outras pessoas pensam, sentem e falam da mesma
maneira que nós.

MENTE FECHADA: Quando se supõe que a resposta já é conhecida ou que se o que
o orador irá dizer, a mente se fecha para ouvir eficazmente.

FALTA DE ATENÇÃO: A maioria das pessoas fala a uma velocidade de 125 palavras
por minuto, enquanto a maioria de nós ouve ou pensa entre 500 a 1000 palavras por
minuto. Nós utilizamos “o tempo de sobra” para pensar em outras coisas.

OUVIR O QUE DESEJAMOS: Nós ouvimos o que queremos ouvir e interpretamos como
melhor se ajusta aos nossos desejos ou necessidades.

SIGNIFICADOS DIFERENTES: As palavras nem sempre têm o mesmo significado para
pessoas diferentes.

FALAR MUITO: É difícil aprender alguma coisa quando é só você que fala.

FALTA DE EMPATIA: Não conseguimos ver as coisas do ponto de vista de outras
pessoas.

TEMOR: A outra pessoa pode estar certa e nós podemos estar errados.

Mais alguns erros de comunicação

- O hábito de interromper ou falar ao mesmo tempo que a outra pessoa.

- A preocupação de mostrar que se tem cultura.

- A vontade de querer dominar a conversa e o assunto.

- A falta de seqüência na conversação.

- O vício de querer fazer graça.

- O espírito de contradição.

- A falta de calma na apresentação dos argumentos.

- Trazer à baila assuntos pessoais em detrimento dos de ordem geral.

- Falar alto demais.

- Falar baixo demais, dificultando a recepção.

- Falar depressa demais a ponto de cansar rapidamente o ouvinte.

mecatrônica

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- Falar aos arrancos, num vaivém de palavras.

- Falar fazendo pausas enormes.

- Falar iniciando ou terminando a frase pela palavra NÃO.

- Falar sem fazer pausa, perdendo o fôlego ou tornando incompletas certas palavras
por falta de respiração.

- Falar trocando o “L pelo R”. Ex: ‘framengo’, ‘fruminense’, ‘Cráudio’.

- Falar, não terminando as frases ou mutilando as palavras. As idéias ficam sem sen-
tido.

- Falar sem tornar claros os encontros consonantais ou omitindo um de seus compo-
nentes. Ex.: ‘pograma’, ‘poblema’.

- Falar sem qualquer modulação na voz, mantendo-se numa só tonalidade (tom
monocórdio), produzindo monotonia.

- Falar anasaladamente.

- Falar com voz estridente.

- Falar segurando canetas ou óculos, procurando um derivativo para encobrir a pró-
pria intranqüilidade.

- Falar sem saber o que fazer com as mãos.

- Falar usando cacoetes contínuos: piscar continuamente, endireitar a gravata com
gesto brusco, roer ou tirar o esmalte da unha com os dentes.

- Falar repetindo redundantemente: ‘Entendeu?’, ‘Né?’, ‘Compreendeu?’ (vícios de
linguagem)

- Falar, falar e não conseguir dizer nada.

- Falar cuspindo.

- Falar segurando o paletó ou batendo leve e alternadamente nos braços das pessoas.

- Falar encostando-se próximo ao rosto de quem ouve, forçando-o a dar contínuos
passos para trás, enquanto o transmissor continua nessa caminhada pouco agradável.

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