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Principios Contabeis

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2. Que são princípios contábeis?

Princípios de contabilidade geralmente aceitos são os preceitos resultantes do desenvolvimento da aplicação prática dos princípios técnicos emanados da Contabilidade, de uso predominante no meio em que se aplicam, proporcionando interpretação uniforme das demonstrações financeiras. Os princípios contábeis permitem aos usuários fixar padrões de comparação e de credibilidade, em função do reconhecimento dos critérios adotados para a elaboração das demonstrações financeiras, aumentam a utilidade dos dados fornecidos e facilitam a adequação entre empresas do mesmo setor. Princípios contábeis podem ser conceituados como sendo as premissas básicas acerca dos fenômenos econômicos contemplados pela contabilidade, premissas que são a cristalização da análise e observação da realidade econômica. O campo de atuação preferencial da contabilidade é constituído pelas entidades, sejam elas de finalidade lucrativa ou não, e procura captar e evidenciar as variações ocorridas na estrutura patrimonial e financeira, em face das decisões da administração e também das variáveis exógenas que escapam ao controle e ao poder de decisão da administração. Note-se que, dentre as variáveis que mais têm preocupado os administradores, temos, de um lado, a inflação e, de outro, as próprias flutuações de preços atinentes especificamente a cada bem e serviço. No âmbito dessa complexa realidade, o observador analisa as características principais do sistema e chega a certas conclusões quanto ao seu funcionamento. Tais conclusões, se geralmente aceitas pela classe contábil, transformam-se em princípios, aos quais toda a prática contábil e principalmente os processos de auditoria devem ater-se. Por outro lado, o observador, uma vez verificada alteração profunda nas condições que o levaram a estabelecer a primeira série de princípios, tem a incumbência de proceder a uma nova análise da situação e modificar, adaptar ou mesmo substituir os princípios originais por outros mais concordes com a nova realidade. A função de observador é hoje desempenhada pelas entidades de classe, pelos comitês especialmente designados e, finalmente, pelas comissões especiais de conferências e convenções internacionais.

2.1. Quando um princípio é geralmente aceito? São duas as condições básicas a fim de que um princípio supere a fase de tentativa e se transforme em “geralmente aceito” e, portanto, incorporado à doutrina contábil: 1Deve ser considerado 2- Deve ser considerado útil. praticável pelo consenso profissional.

Note-se que a ordem de classificação não é o fruto do acaso: de fato, muitos contadores - com poder de decisão a respeito desses assuntos - atribuem mais importância à praticabilidade de um princípio do que à sua utilidade intrínseca. Algumas vezes, atribuiu-se ao termo “praticabilidade” um significado rígido, de forma que tudo o que não for praticável com extrema facilidade será considerado “impraticável” para efeitos contábeis. Ao continuar aceitando esse significado restrito, a teoria contábil não terá oportunidade de progresso rápido. Evidentemente, sempre que se quiser retratar a realidade com maior precisão, aumentarão as dificuldades práticas e os processos tenderão a ser mais complexos. É esse o caso típico dos processos de ajustamento de relatórios contábeis históricos em face das flutuações de preços. Alguns contadores não hesitaram em refutar a utilidade dos ajustamentos por considerá-los impraticáveis. Confundiram impraticabilidade com dificuldade. E houve o temor de que os ajustamentos substituíssem os relatórios históricos, sem deixar vestígios destes. Temor infundado, pois ninguém discute a utilidade desses relatórios para certas finalidades, principalmente fiscais. Por outro lado, algumas das tentativas visando ao ajustamento de dados históricos foram caracterizadas pela improvisação e pela falta de profundidade, pois seus autores tendiam, antes de mais nada, a um prestígio rápido e à notoriedade, aproveitando-se das condições existentes de inflação galopante em muitos países. Não se preocuparam com o problema geral da contabilidade, que é o da escolha de uma base de valor global e completa que se adapte a cada configuração isolada e passageira do mercado. Não se preocuparam tampouco, em estabelecer as bases teóricas, os objetivos visados pelos ajustamentos e, portanto, houve muita confusão quanto às bases de avaliação a serem adotadas e poucos resultados concretos.

2.2. Os princípios contábeis geralmente aceitos Os princípios contábeis geralmente aceitos são classificados em três categorias: (a) Postulados - referem-se ao ambiente sócio-político-econômico no qual a contabilidade é praticada. 1- Entidade (Entity). 2- Continuidade (Going-concern).

(b) Princípios - regras básicas para aplicação da contabilidade. 1- Custo com base de valor (Cost basic of valuation). 2- Realização (Realization). 3- Competência dos exercícios (Accrual basics of accounting).

verificar sua adequação às condições econômicas atuais: 2.4.5. completamente distintas das pessoas físicas (ou jurídicas) dos sócios.Uniformidade ou consistência (Consistency). as duas coisas se confundem. Analisaremos. 3.3.limitações e regras para aplicação dos postulados e dos princípios. se aceitarmos a hipótese de que a duração da empresa é indeterminada. a seguir. De fato. O postulado da entidade Pressupõe-se que a contabilidade é executada e mantida para as entidades como pessoas jurídicas. 2.Objetividade (Objetivity). embora materialmente. que tem grande validade do ponto de vista prático. O postulado da continuidade “A menos que haja boa evidência em contrário. e não o dono da empresa. muitas vezes. apresenta importantes conseqüências para a contabilidade.Denominador comum monetário (Stability of monetary unit). Como princípio geralmente aceito. pois consolida desse princípio continuará intacta através dos tempos. quando interessam os valores de liquidação do passivo e de realização do ativo. princípios e convenções. (c) Convenções . o significado de tais postulados. O princípio do custo como base de valor Talvez seja apropriado denominá-lo “ O princípio do custo histórico (original) como base de valor”. também. Esse postulado. a contabilidade assume que a empresa continuará operando por um período de tempo indeterminado”. é o caixa da firma que está desembolsando o dinheiro. pois são vários os conceitos de custo existentes. os elementos do ativo entram nos registros contábeis pelo valor pago para adquiri-los .Relevância ou materialidade (Materuality). Quando uma firma individual paga uma despesa. 2. a filosofia de avaliação de ativos pelos valores de entrada a ser adotada deverá ser oposta àquela que adotaríamos no caso de liquidação da empresa. refere-se ao custo original. 1. pois independe de critérios de valor. Esse princípio parece-nos de profunda validade. Na conceituação ortodoxa. 4. procurando. 2.Conservadorismo (Conservatism).4.

verifica-se apenas uma “integração de fatores”. Este lucro é. isto é. 2. ressalvando-se. uma vez registrados. ainda a regra conhecida como “custo ou mercado. A realização ocorre quando bens ou serviços são fornecidos a terceiros em troca de dinheiro ou de outro elemento do ativo. em virtude de movimentos de preços ocorridos durante o tempo em que os ativos permaneceram estocados. pretendemos demonstrar que o não-reconhecimento de lucros (ou perdas) devidos às variações de preços de elementos de ativo nos “intervalos de espera” faz com que. Com esse exemplo. para todos os efeitos. restringe as possibilidades informativas da contabilidade. não vemos por que se deva negar o rigor conceitual da economia. conseqüêntemente. na realidade . no momento da “realização”.ou fabricá-los. Se antes da venda reconhecêssemos um “lucro realizável” de $30. O lucro só se realiza no ato da venda. isto é. por julgarem que o processo de produção adiciona valor aos fatores que estão sendo manipulados. pode-se também obter ganhos de caráter especulativo. e a receita e. considerado como operacional. Esse princípio tem sido um dos mais visados. Isso é tanto mais verídico. O princípio da competência dos exercícios . o que seria teoricamente o mais correto. 2. é incorreto. a contabilidade ortodoxa apura imediatamente um lucro bruto de $50. principalmente pelos economistas. para ser resposta. mas também de atividades de estocagem de fatores. quanto mais acentuadas as flutuações de preços que se verificarem numa economia.7. A não ser para aqueles elementos do ativo sujeitos à amortização. no ato da venda. o lucro (ou prejuízo) só ocorrem no ato da venda. mais tarde. Embora reconheçamos a dificuldade de apurar lucros antes que a venda se efetue. exija um desembolso de $130. pois se verificaram independentemente da vontade da administração. igual a diferença entre o custo original da mercadoria e o de reposição. mormente em períodos de acentuadas flutuações de preços. Além disso. ao passo que. sejam consideradas ganhos ou perdas operacionais. mesmo que a mercadoria vendida.6. Por outro lado. tais variações. somente $20 seriam considerados como lucro operacional corrente. a receita é reconhecida no período contábil em que é realizada. quando uma empresa comercial vende uma determinada mercadoria por $150 e esta lhe custou apenas $100. É evidente que a aplicação irrestrita desse princípio. depreciação ou exaustão. O princípio da realização Como norma geral. seu valor inscrito não é alterado. a administração pode auferir lucros não só de suas operações típicas. o que. contabilmente. o que for mais baixo” e os casos de reavaliação de ativo previstos pelas legislações de alguns países.

1. para avaliação de um certo bem.9. isto é. na prática. definindo mais precisamente seu significado. O princípio do denominador comum monetário Esse princípio contribuiu para a teoria sob um duplo aspecto: em primeiro lugar. e esta é uma realidade que a contabilidade não pode ignorar. Suponha-se que o contador. 2. No ato gerador da despesa é o serviço prestado pelos operários. sua aceitação implica não considerar a realidade dos fatos. o pagamento só seja efetuado nos primeiros dias de janeiro. A vulnerabilidade da premissa é manifesta. será considerada como despesa de dezembro. mesmo que. Quanto ao primeiro aspecto. independentemente das variações de seu poder de compra. que as receitas e os custos são atribuídos aos períodos de acordo com a real incorrência dos mesmos. O mínimo que se pode temer de relatórios contábeis que não levam em consideração as variações do poder aquisitivo da moeda é que eles. podem induzir os administradores menos avisados a políticas administrativas seriamente comprometedoras. e outro objetivo. a seguir. Através desse princípio. as convenções vêm restringir ou limitar.8. em resumo. a unidade monetária é. mesmo ponderável. O poder aquisitivo da moeda tem variado consideravelmente no Brasil. considerada um padrão uniforme e homogênea de mensuração. será relatado. entretanto. pela irrealidade dos resultados apresentados. e não quando são recebidos ou pagos em dinheiro.9. de acordo com a data do fato gerador. a folha de pagamento dos operários relativa ao mês de dezembro. pois a experiência de quase todos os países tem demonstrado que a unidade monetária está longe de representar um padrão uniforme e homogêneo de medida.Esse princípio demonstra. suponhamos. o conteúdo dos princípios. Que são convenções? Dentro da ampla margem de liberdade que os princípios permitam ao contador. . o contador deverá optar pela hipótese mais objetiva. ou mesmo modificar parcialmente. para efeitos contábeis. dispusesse de duas fontes: a fatura relativa à compra do bem e o laudo do maior especialista mundial em avaliação. parece-nos uma limitação inevitável do método contábil. o indicado na fatura. em segundo lugar. A convenção da objetividade Essa convenção pode ser explicada da melhor forma possível através do exemplo que. Entre um critério subjetivo de valor. 2. no registro das operações. quanto ao segundo. como valor de registro. e não o pagamento do salário. 2. Deverá escolher. a contabilidade só contempla aqueles fatos monetariamente avaliáveis.

freqüentemente. adotaremos o valor de mercado. principalmente de valor. ser lançada nos registros contábeis à medida de sua ocorrência. E. deverá ser usado sempre o mesmo método nos outros períodos. sempre que os empregados do escritório se utilizam de papéis e impressos da empresa.A finalidade dessa convenção é eliminar ou restringir áreas de excessivos liberalismo na escolha de critérios.professorleo.br/cursos/contabilidade/Cap_2. diminuição essa que poderia.9.9. o valor de mercado do inventário final de mercadorias for inferior ao valor de custo. pela irrelevância da operação. 2. Se. se o valor de mercado for inferior ao de custo. pois assim estaria sendo prejudicada a comparabilidade dos relatórios contábeis. Entretanto. essa adoção deve ser declarada como nota explicativa dos relatórios. É.htm . Notamos outra implicação da convenção na apuração de resultados. A convenção da relevância ou materialidade Essa convenção reza que. sempre que o contador se defrontar com a alternativa de atribuir valores diferentes a um elemento do ativo ou do passivo.3. Essa é uma convenção que modifica o princípio geral do custo como base de valor. for adotado o método FIFO para avaliação de estoques em lugar do LIFO (ambos atendem ao mesmo princípio geral. se houver a necessidade inadiável de se adotar outro critério.9. e a despesa só é apurada no fim do período por diferença de estoques. A convenção do conservadorismo Esta convenção manda que. 2. citada pelos contadores a seguinte máxima: “Considere para a despesa do exercício o maior montante possível. registra-se uma diminuição do ativo da empresa. a fim de evitar desperdício de tempo e de dinheiro. A convenção da uniformidade ou consistência A convenção da uniformidade ou consistência nos diz que. por motivos de precaução. A regra “Custo ou Mercado. “Custo como base de valor”).com.4. isto é. 2. Bibliografia: http://www. Em outras palavras. Se. o custo é a base de valor para a contabilidade. uma vez adotado determinado processo.2. teoricamente. por exemplo. ele não deverá ser mudado com demasiada freqüência. isto não é feito. por ser o mais baixo. de maneira a cientificar o leitor. por exemplo. dos dois o menor” está intimamente ligada ao conservadorismo. deverá ser escolhido o valor de mercado. devem-se registrar na contabilidade apenas os eventos dignos de atenção e na ocasião oportuna. Por exemplo. mas. mas atribua à receita o menor montante possível”. dentre os vários possíveis que podem atender a um mesmo princípio geral.

a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes. A contabilidade da empresa registra somente os atos e os fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa e não os relacionados com o patrimônio particular de seus sócios. desde que a lei 6. o que não significa que são mais importantes do que os outros ou que existam somente os 7 (sete) definidos pela norma profissional citada. (Resolução CFC 750[1]). justamente com a certeza. Entidade Continuidade Oportunidade Registro pelo valor original Atualização monetária Competência Prudência PS: Em 29 de novembro de 2007 foi editada a Resolução CFC 1. seguida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que emitiu uma deliberação em 1986 (Deliberação 029/86). define os Princípios. A Resolução do CFC nº 750-93. . na aplicação dos Princípios Fundamentais de Contabilidade à situações concretas. Segundo a resolução do CFC o artigo 4º prerroga que o princípio da entidade reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial. que não mais os classifica em postulados. O Conselho Federal de Contabilidade definiu uma primeira versão em 1981. 6. Em 2008. classificando-os em postulados. o patrimônio da empresa jamais se confunde com o dos seus sócios. 5. Entidade A Contabilidade deve ter plena distinção e separação entre pessoa física e pessoa jurídica. princípios propriamente ditos e convenções. a Deliberação 029/86 da CVM foi revogada pela Deliberação 539/08. elementos que caracterizam o conhecimento científico. a essência das transações deve prevalecer sobre seus aspectos formais.Princípios fundamentais de contabilidade no Brasil No Brasil. mesmo que ambas sejam do mesmo grupo empresarial. 4. Em 1993.111/2007 que aprova o Apêndice II da Resolução CFC 750/93[1] e que trata sobre o "conteúdo e a abrangência dos Princípios Fundamentais de Contabilidade sob a perspectiva do Setor Público (Contabilidade Pública). como já dito. Além disso. 3. os princípios são objeto de regulamentação dos órgãos reguladores oficiais. ambas as entidades acordaram em declarar "Os princípios fundamentais da Contabilidade". passando a separá-los em Pressupostos Básicos e Características Qualitativas. 2. Os Princípios Fundamentais de Contabilidade são: 1. 7. é respeitada a individualidade. Os Princípios Fundamentais de Contabilidade devem ser obrigatoriamente observados no exercício da profissão contábil e constitui condição de legitimidade das Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). o método e a busca das causas primeiras. princípios e convenções.404/76 o incluiu como matéria legislativa a ser observada pelos agentes do mercado de capitais. que estão revestidos de universalidade e generalidade. Enfim. Não se misturam transações de uma empresa com as de outra.

Por conseqüência. o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários. mas numa unidade de natureza econômico contábil. na continuidade de suas operações. para que seus usuários. Manoel deve registrar os fatos contábeis de encerramento da empresa X. Obs. mas a recíproca não é verdadeira. Os contadores. São os casos de provisões como o de férias. e pelo seu valor total (totalidade). O Banco Central do Brasil é quem tem o poder de encerrar atividades das instituições financeiras que causem crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. e não pelo valor que se poderia obter se fossem vendidos no estado em que se encontram.[2] Continuidade Tal princípio diz que a empresa deve ser avaliada e escriturada na suposição de que a entidade nunca será extinta. também registrem esses fatos nas suas empresas em geral. contingências etc.Conselho Federal de Contabilidade. ainda. uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade. contemplando os aspectos físicos e monetários. Caso seja tratado um fato futuro. todos os gastos que foram necessários para colocar o bem em condições de gerar benefícios presentes ou futuros para a empresa. um conjunto de pessoas. Caso ocorra situação desfavorável a entidade poderá ser investigada pelo conselho de contabilidade. no caso de sociedade ou instituição. até circunstância esclarecedora em contrário. com base nessas informações. incluindo-se. Seus Ativos devem ser avaliados de acordo com a potencialidade que têm em gerar benefícios futuros para a empresa. os valores correspondentes devem ser convertidos à moeda nacional. A integridade dos registros é de fundamental importância para a análise dos elementos patrimoniais. Registro pelo Valor Original Determina que os registros contábeis sejam feitos no momento em que o fato ocorra (tempestividade) e pelo seu valor completo (integralidade). independentemente das causas que as originaram. caso ela efetue transações em moeda estrangeira. 13º salário. Devem ser feitas imediatamente e de forma integral. a vida da empresa é continuada going concern. poderão se haver ainda com punições previstas nos Códigos Penal (Código Penal). incluindo os das filiais. além das sanções profissionais previstas nas normas do CFC . os registros da contabilidade são efetuados com embasamento no valor de aquisição do bem ou pelo custo de fabricação (vide contabilidade de custos). O parágrafo único diz que o PATRIMÔNIO pertence à ENTIDADE. pois todos os fatos contábeis devem ser registrados. A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova ENTIDADE. Assim. nesta acepção. expressos em moeda corrente do país. com ou sem fins lucrativos. este Princípio determina que o registro seja feito no momento da transferência de propriedade. o registro deve ser feito caso exista como provar o seu valor.: No Brasil. As Demonstrações Contábeis não podem ser desvinculadas dos períodos anteriores e subseqüentes. sucursais e demais dependências de uma mesma entidade. . Oportunidade Refere-se ao momento em que devem ser registradas as variações patrimoniais. terminando suas atividades empresariais.independentemente de pertencer a uma pessoa. Os elementos patrimoniais devem ser registrados pela contabilidade por seus valores originais. podendo conseqüentemente ser encerrada. Portanto. Civil (Código Civil) e legislação tributária do Imposto de Renda. Exemplo: o contador Sr. as punições sobre erros e fraudes contábeis se concentram nos administradores e contadores (incluído aqui também os auditores externos). através da emissão da Nota Fiscal (oportunidade). de maneira íntegra e tempestiva. na data de sua ocorrência.

numa tentativa de normalizar e de se chegar a uma melhor forma de controlar o patrimônio de uma entidade. Também o art.282/10 Refere-se ao ajuste dos valores dos componentes patrimoniais. Sucede entretanto. hoje em dia no Brasil existe uma tensão no meio contábil. A antiga era "Princípio da Correção Monetária". no momento de sua ocorrência. A posição é antiga da classe contábil brasileira. que mesmo uma inflação baixa vai distorcer o real valor do patrimônio em poucos anos. mas é contestada ao não observar o padrão internacional. Considerando o patrimônio da entidade como objeto da contabilidade são identificados sete princípios da contabilidade que são: . no âmbito da Contabilidade gerencial e na análise de balanços em moeda constante. Este princípio está ligado ao registro de todas as receitas e despesas de acordo com o fato gerador. é fácil observar que o princípio da competência não está relacionado com recebimentos ou pagamentos. diversas opções foram efetuadas. diversos critérios foram desenvolvidos. Bibliografia: http://pt. essa informação poderá continuar a ser processada e fornecida aos gestores internos. com o advento do Plano Real (1994). os princípios são a exteriorização de critérios aceitos pela maioria dos contadores. Mas apesar da falta de base legal. Competência "As despesas e receitas devem ser contabilizadas como tais.730/89.º 7. essa resolução atende ao padrão internacional. devido à perda do poder aquisitivo num ambiente inflacionário. No Brasil. a atualização monetária não representa uma avaliação e sim apenas um ajuste dos valores originais. no período de competência. Ao longo dos anos. CFC 1. que podem decidir por comunicar seus resultados ao mercado. que reflitam a variação do poder aquisitivo da moeda. Serve também para homogeneizar as diversas contas das mais variadas espécies. independente de terem sido recebidas as receitas ou pagas as despesas. Na verdade. por causa da resolução que admite a correção monetária apenas se a inflação passar de um determinado patamar: se a inflação superar 100% (em 3 anos) haveria a atualização. Porém.404/76 já havia sido revogado pela Lei n. mas com o reconhecimento das receitas auferidas e das despesas incorridas em determinado período.=== Atualização Monetária === Princípio Revogado Pela Res. 185 da Lei 6. Assim. se a acharem relevantes. Portanto. independentemente de seu pagamento ou recebimento". que vetou a "correção monetária de balanços" houve a mudança da denominação do Princípio.org/wiki/Princ%C3%ADpio_cont%C3%A1bil PRINCÍPIOS CONTABEIS A contabilidade é uma ciência de caráter essencialmente prático.wikipedia. entre os órgãos reguladores (CFC e CVM) e a classe. mediante aplicação de indicadores oficiais. Assim.

uma vez que esses negócios se renovam por meio de seu ciclo de operações e investimentos. pois todas as empresas que sofreram algum tipo de autuação certamente deixaram de obdecer a um ou mais dos Principios Fundamentais da Contabilidade Vamos a eles: 1) Principio da Entidade O principio da entidade faz referencia ao patrimônio que sera administrado. avaliado.Principio da Continuidade 3 . nesse mesmo patrimônio e. sucursais e demais dependencias de um a mesma entidade. 4) Principio do Registro pelo Valor Original Este principio reza que os elementos patrimoniais devem ser registrados pelo valor origianados nas transações com os agentes externos a entidade e em moeda corrente do País. 3) Principio da Oportunidade A integridade dos registros é de fundamental importãncia para a anlise dos elementos patrimoniais. o patrimônio dos sócios não se confunde com o da empresa (entidade).Principio da Atualização Monetária 6 . não s elevando em conta os valores futuros de entradas ou de saidas. Qualquer variação patrimonial devera ser reconhecida no momento d esua ocorrencia e não do momento da entrada dos elementos patrimoniais. pois todos os fatos contabeis devem ser registrados.Principio da Oportunidade 4 .Principio da Prudencia O estudo destes principios é de relevante importãncia para a execução de trabalhos que envolvam a contabilidade. constituindo-se em elemento autonomo em relação aos detentores do capital aplicado.Principio do Registro pelo valor original 5 . incluindo os das filiais. Este principio tem muito a ver com o da Tempestividade pois implica registrar os fatos contabeis quando eles acontecem. como se diz com frequencia.Principio da Competência 7 . estudado.1 . 2) Principio da Continuidade Os procedimentos contabeis devem considerar a continuidade dos negócios da entidade.Principio da Entidade 2 . É por este motivo que a receita federal solicita aos contribuintes duas declarações de renda: uma da pessoa fisica e outra da pessoa juridica. .

inclusive para fisn societários". 6) Principio da Competência Por este principio entende-se que as receitas e as despesas devem ser consideradas para a apuração do resultado do periodo a que se referirem e no momento de sua ocorrencia. Para a determinação do resultado do periodo a realização da receita deve ser reconhecida quando bens ou serviços são transferidos a terceiros. indice este calculado com base no IGPM . A resolução do CFC 900/01 estabelece a aplicação deste principio quando a inflação acumulada no triênio atingir 100%. 5) Principio da Atualização Monetária Deverão ser reconhecidas as variações do poder aquisitivo da moeda nacional nos registros contabeis das entidades e por consequencia s nas demonstrações contabeis. Esta resolução também determina que o IGPM sera usado compulsóriamente e devera se amplamente divulgado nas demonstrações contábeis. É muito comum a aplicação do regime de caixa e não o principio de competencia em entidades. A falta de aplicação do principio da atualização monetária traz uma perda na qualidade e utilidade das demonstrações contabeis.Quando as transações forem realizadas em moedas estrangeiras as mesmas deverão ser convertidas para a moeda corrente em nosso país para a efetivação de seu registyro contabil. A legislação fiscal veio coibir esta atualização a partir de 01/01/1996 por meio do artigo 4 da lei 9249 de 26/12/1995. ainda que estando a inflação estavel.Indice Geral de preços do Mercado. Não importa momento que a receita foi recebida ou o momento em que a despesa foi paga. . As despesas devem ser registradas dentro do periodo e quando são consumidas. " Fica vedado a utilização de qualquer sistema de correção monetária de demonstrações financeiras. Certamente os indices de rentabilidade em relação ao patrimonio liquido estarão irremediavelmente prejudicados.

303/01 e lei 9249/95. uma necessidade de um maior .valdecicontabilidade. Entende-se que há.Código de Ética Profissional do Contabilista . A não obediência as estas leis acarretara multas e processos judiciais.valdecicontabilidade.Resoluções 750/93.br/index.cnt. Bibliografia: http://www. .htm ABORDAGEM AOS PRINCÍPIOS CONTÁBEIS AMERICANOS VERSUS BRASIL Resumo Este artigo como é de caráter conceitual.clubes e em empresas que são dispensadas da escrituração contabil e comercial. avaliando suas normas usadas nas demonstrações contábeis. Considerações Finais É evidente que os principios fundamentais da contabilidade devem ser observado por todos os profissionais que militam na atividade contabil. Este tipo de regime é muito aplicado em entidades com finalidades ideiais tais como: associações de caridade.Leis 6406/76.htm?http %3A//www. 7) Principio da Prudência O principio da prudencia deve ser observado quando surgirem duvidas sobre a correção dos valores a serem registrados. Entretanto mesmo que por facilidade deverão observar os principios fundamentais da contabilidade e. entre estes o principio da competencia.Pelo regime de caixa interessa somente o momento do recebimento da receita ( entrada de dinheiro) e do pagamento da despesa (saida de dinheiro). pois sua inobservãncia constitui infração as seguintes leis . religiosas. alterada pela lei 10.br/meus_servicos/contabilidade/leg_contabil/principio s/principios. 774/94. Devemos reconhecer o menor valor para o ativo e o maior valor para o passivo. é comum os contabilistas usarem este regime para escrituração. não efeutando os registros contabeis em bases de regime de caixa. As microempresas por serem dispensadas de escrituração para fins fiscais pela receita federal. observou-se e refletiu a abordagem dos princípios Contábeis Norte-Americanos versus Brasil.cnt.

onde os gestores e as entidades com fins ou sem fins lucrativos devem aprimorar seus conhecimentos sobre os aspectos de maior relevância referente à prática da contabilidade interna aplicadas nas empresas. não permitindo a dedutibilidade fiscal da . suas aplicações. despertando assim o interesse de vários investidores e bancos estrangeiros pelo Brasil. movimentações econômicofinanceiro devem seguir as exigências dosprincípios e normas contábeis impostas pelos governantes através de leis. Baseando-se nas informações pesquisadas foi percebido que no Brasil existem menos princípios do que nos Estados Unidos da América. criou-se a Lei nº. Por que a Contabilidade é uma ferramenta de suma importância como instrumento de informação e gestão econômico-financeira para os investidores e credores.404/76 ( Lei das Sociedades Anônimas ) inovando a época na criação de registros auxiliares para atender as exigências fiscais. vinculada com aLegislação (Tributária e Societária trabalhando em conjunto). no período de 1970 a 1975. buscando inovações para expandir seu patrimônio econômico. os Princípios e normas americanos são elaborados por pessoas que realmente conhecem o assunto na teoria e na prática. O Brasil experimentou taxas elevadasde crescimento econômico do PIB ( produto interno bruto ). resoluções e decretos de forma clara e concisa para que os leitores ao analisar e estudar esse conteúdo entenda que se trata de um assunto que o levara a um profundo conhecimento científico ligado à normalização que devem ser seguidas pelas empresas no mercado atual competitivo e globalizado em que vivemos.1) Em 1976.aprofundamento de pesquisa para explorar mecanismos que sejam úteis aos interesses não só do Brasil. delimitando a saúde da empresa. mas também de outros países. Introdução Abordamos neste trabalho. são elaboradas por legisladores que são pessoas ligadas ao governo e bacharéis em Direito (que só conhecem as leis na teoria e não as praticam para ver seus resultados). nem sempre estava de acordocom a teoria contábil. visando ganhar muito dinheiro com os recursos variados existentes no país. social e intelectual em conjunto com seus usuários internos e externos. foi criada a CVM ( comissão de valores mobiliários) inspirada no modelo americano SEC ( Securities and Exchange Commission ) para monitorar os mercados de capitais. com o desenvolvimento dosmercados de capitais e com a reforma bancaria. Contabilidade no Brasil A Contabilidade no Brasilteve inicio na década de 70com o elevado crescimento da economia do país.p. De acordo com Niyama (2007. A Contabilidade das empresas é a principal linguagem dos negócios. um estudo sobre as normas e princípios contábeis que regem e determinam a Contabilidade no Brasil e nos Estados Unidos. observando os princípios contábeis geralmente aceitos para escrituração de firmas mercantis. O texto acima nos revela que CVM foi criada para controlar as ações das empresas no mercado financeiro brasileiro. registros. que determinavamprocedimentos contábeis a serem seguidos pelas organizações. já no Brasil. através de Leis. Com isso o governo se viu obrigado a promover uma maxidesvalorização cambial de nossa moeda em 30% em apenas 1 dia. para estruturar e registrar da melhor maneira os fatos que afetam o patrimônio das entidades. suas ações estejam interligadas com a ética para que sirvam de modelo paraprofissionais de vários paises. 6.

Segundo Niyama (2007. define os Princípios. 9. que estabelecem Normas gerais de Direito Financeiro para a elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. elementos que caracterizam o conhecimento científico.320 de 17 de março de 1964. Em 1993.perda cambial. Resolução CFC 750. provocando assim uma distorção no balanço das empresas. sendo politicamente fraca a influência de órgãos de classe ou institutos representativos da profissão contábil para determinar os procedimentos contábeis aplicados às categorias empresariais por isso as exigências e opressões recai sobre os profissionais da área contábil. enão as do CFC. 3) As Normas Brasileiras de contabilidades editadas pelo CFC ( que è o órgão representativo da classe contábil brasileira criada pelo Decreto-Lei nº. O IBRACON(Instituto dos Auditores independentes do Brasil ) tem a responsabilidade de definir modelos e padrões de pareceres deauditoria. dos estados. De acordo com o autor acima. o auditor deveria mencionar se a posição econômico-financeiro dos relatórios contábeis estava em conformidade com os princípios geralmente aceitos. as Normas e os Princípios são editadas e criadas pôr órgãos governamentais. ao analisar as demonstrações financeiras das empresas. pela não observância aos princípios fundamentais de contabilidades e as NBC. que estão revestidos de universalidade e generalidade. Em 1996 o governo proibiu pela medida provisória. depois veio em 1946. A legislação que trata de Contabilidade Pública brasileira é a Lei nº. Os Princípios Fundamentais de Contabilidade devem ser obrigatoriamente observados no exercício da profissão contábil e constitui condição de legitimidade das Normas Brasileiras de .295/46 ) não tem força legal e. portanto. determinando e criando as demonstrações contábeis complementares em moeda depoder aquisitivo para as companhias abertas. pg. dos municípios e do distrito federal. determinandoque o prejuízo fosse amortizado em 5 anos. A primeira escola a ministrar curso de contabilidade no Brasil foi a Fundação Escola de Comercio Álvares Penteado ( FECAP ) em 1906 na cidade de São Paulo. núcleo de pesquisa nos moldes norte-americanos. por intermédio de inúmeras portarias. A Secretária do tesouro Nacional tem a função de disciplinar padrões de contabilidade para uniformização e consolidação de balanços públicos. O ordenamento jurídico brasileiro sobre Contabilidade é amplo e muito variado.qualquer tipo de indexação nas demonstrações financeiras. não recaindo sobre as empresas já que estão sujeitas a observância de normas legais e regulamentares prescritas á elas. Segundo Niyama (2007 ) A CVM 1987 editou a instrução 64. à instalação do curso de Ciências Contábeis e Atuariais na Faculdade de Ciências Econômicas e administrativas da USP. classificando-os em postulados. princípios propriamente ditos e convenções. 4. Dividindo a Contabilidade em Empresarial e Pública. embora os profissionais da área contábil possam ser punidos pelo Conselho Federal de Contabilidade. com forte influência da escola Italiana. O CFC definiu a primeira versão junto com o CVM que emitiu uma deliberação em 1986.

não podem ser desvinculadas dos períodos anteriores e subseqüentes. Não se mistura transações de uma empresa com as de outra. Também conhecidos como Princípios contábeis Geralmente aceitos. sucursais e demais . O patrimônio da empresa jamais se confunde com os dos seus sócios. todos os fatos devem ser registrados.em gerar benefícios futuros para empresa. na aplicação dos Princípios Fundamentais de Contabilidade às situações concretas. Segundo as Resoluções CFC 750/93 Os Princípios Fundamentais de Contabilidade são: 1 Entidade 2 Continuidade 3 Oportunidade 4 Registro pelo Valor Original 5 Atualização Monetária 6 Competência 7 Prudência Segundo a Resolução CFC 750/93 Entidade A contabilidade deve ter distinção e separação entre pessoa física e pessoa jurídica. Além disso. mesmo que sejam do mesmo grupo empresarial é respeitada a individualidade. incluindo os das filiais. os Princípios Fundamentais de contabilidade representam a essência das doutrinas e teorias relativas à Ciência da Contabilidade. sendo imutáveis no tempo e espaço.contabilidade (NBC). a essência das transações deve prevalecer sobre seus aspectos formais. a vida da empresa é continuada going cocem. até esclarecedora em contrário. Segundo a Resolução CFC 750/93 Oportunidade A integridade dos registros é de fundamental importância para a analise dos elementos patrimoniais. Seus ativos devem ser avaliados de acordo com potencialidade. na continuidade de suas operações. Segundo a Resolução CFC 750/93 Continuidade A empresa deve ser avaliada e escriturada na suposição de que a entidade nunca será extinta. as Demonstrações Contábeis são estáticas. A contabilidade da empresa registra somente os atos e os fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa e não com os de seus sócios.

dependências de um a mesma entidade. da transferência de propriedade. expressos em moeda corrente do país. efetuando o pagamento no ato ou assumindo o compromisso de pagar mais adiante. devido à perda do poder aquisitivo num ambiente inflacionário. A Atualização Monetária representa apenas um ajuste dos valores originais mediante aplicação de indicadores oficiais. juros devidos. Está relacionado com o reconhecimento das receitas realizadas e das despesas incorridas em determinado tempo. Ex: venda á prazo Quando ocorrer a existência de uma exigibilidade sem o desaparecimento de um bem concomitante de um bem ou direito. Ex: perda de dívidas. . A despesa é considerada incorrida quando: Ocorrer o consumo de um bem ou direito: Ex: desgastes de máquinas. Segundo a Resolução CFC 750/93 Atualização Monetária Este princípio refere-se ao ajuste dos valores dos componentes patrimoniais. através da emissão da Nota Fiscal (oportunidade) e pelo seu valor total (totalidade). Pelo aumento natural dos bens ou direitos. Este princípio implica registrar os fatos contábeis quando eles acontecem. independente de terem recebidas as receitas ou pagas as despesas. que reflitam a variação do poder aquisitivo da moeda e serve para homogeneizar as diversas contas das mais variadas espécies. Segundo a Resolução CFC 750/93 Registro pelo valor original Este princípio determina que o registro seja feito no momento em que o fato ocorra ( tempestividade ). Segundo a Resolução CFC 750/93 Competência Este princípio está ligado ao registro de todas as receitas e despesas de acordo com o fato gerador. A receita é considerada realizada: No momento em que há a transferência do bem ou serviços para terceiros. Ex: juros de aplicações financeiras. Os registros da contabilidade são executados com embasamento pelo valor de aquisição do bem ou pelo custo de fabricação. no período da competência.Caso a empresaefetuetransações em moeda estrangeiras os valores correspondente devem ser convertidos em moeda nacional. No recebimento efetivo de doações e subvenções. incluindo os gastos necessários ao termino doproduto para que ele fique no nível adequado para gerar benefícios presentes e futuros para a empresa.

Ex: baixa de mercadoria do estoque quando ocorre a venda. será escolhido a opção que diminui ou aumentar menosvalor do patrimônio Líquido. p. Uma vez que a SEC reconhece os pronunciamentos do FASB como sendo de uso obrigatório. Ex: contingências trabalhistas. 92) O FASB é financiado por intermédio de contribuição voluntária de empresas de auditorias. México. ele constitui-se na principal entidade responsável pela emissão de padrões para a preparação das demonstrações financeiras e pela determinação dos USGAAP nos Estados Unidos. Reino Unido. Japão. quando se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos outros princípios. que é a comissão de valores mobiliários norte-americana. o formato e o conteúdo das demonstrações financeiras das companhias abertas são regulados pela SEC. Segundo a Resolução CFC 750/93 Prudência Este princípio tem duas alternativas. . França. da mesma forma como eram reconhecidas às opiniões do APB antes de 1973. Canadá. Segundo Niyama (2007. "Nunca antecipar lucros e sempre prever possíveis prejuízos". organizações de investidores e credores. Deixar de existir o valor do bem ou direito pela sua transferência de propriedade para um terceiro. A AAPA ( Associação Americanade Contadores Públicos ) fundada em 1887 é o primeiro organismo profissional representando os contadores. Segundo Paulo Lauriano US GAAP é a sigla utilizada para identificar a expressão United States Generally Accepted \accounting Principles e significa Princípios Contábeis Geralmente Aceitos nos Estados Unidos da América. para a quantificação da variação patrimonial. Irlanda e Estados Unidos. Alemanha. Contabilidade nos Estados Unidos A historia da Contabilidade norte-americana revela no seu início forte influência da escola inglesa. Não obstante o fato de que a SEC tenha delegado muitas de suas responsabilidades ao FASB.Comitê de Padrões de Contabilidade Internacional foi constituído no ano de 1973 através de um acordo feito entre organismos profissionais de Contabilidade da Austrália.Ocorrer um surgimento de uma obrigação ( exigibilidade ) sem o correspondente aumento dos bens ou direitos. O IASC . ela freqüentemente acrescenta outras solicitações. de forma similar à CVM brasileira. mas cada contribuição é limitada para assegurar a independência quanto a qualquer tipo de influência. será adotado o menor valor para os bens ou direitos e o maior valor para as obrigações ou exigibilidades. De acordo com Niyama (2007) Nos Estados Unidos da América. Países Baixos. indivíduos.

historicamente a maioria dos membros do conselho foi anteriormente auditora. que exigem informações transparentes e comparáveis nas demonstrações financeiras. que criaram uma espécie de estrutura conceitual básica usada pelo conselho para o estabelecimento de padrões de contabilidade. comandada por 19 curadores. e empresas de contadores públicos nacionais e regionais. os quais são revisados e cancelados pelo FASB . American lnstitute of Certified Public Accountants (AICPA) O instituto americano dos contadores públicos certificados (AICPA) possui um comitê técnico sênior denominado Comitê Executivo de Padrões da Contabilidade (AcSEC).desenvolver. O AcSEC está autorizado a formular padrões de contabilidade. da academia. et al ( O Conselho de Padrões de Contabilidade Financeira (FASB). para auxiliar os participantes nos mercados de capitais e outros usuários na tomada de decisões econômicas. nela o IASC foi estabelecido como uma entidade independente. cujos membros componentes devem ser totalmente desvinculados do mercado de capitais.promover o uso e a aplicação dessas normas. Em maio de 2000. porque. denominados SFAS. Já os guias de auditoria e contabilidade (Industry audit and accounting guides) orientam os auditores no exame . guias de auditoria e de contabilidade. um conjunto único de normas contábeis globais de alta qualidade. Antes de emitir um novo pronunciamento (SFAS). •II . funcionária de grandes corporações mundiais e servidoras governamental. criado em 1973.Os SOPs fornecem orientação para a contabilidade financeira e emissão de relatórios. os membros do IASC incluíram todas as entidades de profissionais contábeis que são membros da Federação Internacional de Contadores . todos os membros do AcSEC são contadores certificados (CPAs) e membros do AICPA. os objetivos do IASC são: •"I . Além disso. A base conceitual para os USGAAP está incluída nos pronunciamentos conceituais do FASB. foi aprovada. analistas. o FASB freqüentemente trabalha. Esse comitê é composto de 15 membros voluntários. Todavia. Esses padrões de contabilidade são elaborados através do trabalho de comitês do AICPA e de forças-tarefa. no interesse público. é exigido conhecimento. essa assessoria prepara uma proposta de padrões de contabilidade e a disponibiliza para comentários públicos. Esse instrumento confere ao público uma oportunidadepara comentar sobre o projeto antes de ser finalizado e emitido como um pronunciamento do FASB. uma nova constituição. O comitê emite pronunciamentos de posição (SOPs). para o desempenho dessa função. bem como a representar o AICPA em matérias da contabilidade. Após receber os comentários públicos e ouvir suas opiniões. Segundo Paulo Schmidt. caracteriza-se por ser uma entidade independente.IFAC. Com base nessa constituição. em termos de estrutura organizacional. •III .promover a convergência entre as normas contábeis locais e as normas internacionais de contabilidade. com uma força-tarefa compota de contadores públicos (CPAs) representativos da indústria. com representantes da indústria.Entre 1983 e 2001. acadêmicos e usuários das demonstrações financeiras para desenvolver um memorando de discussão.

Confrontação da Despesa. Regime de Competência = Realização da Receita e Confrontação da Despesa. Paul Grady descreveu os princípios por objetivos. que se apliquem a mais de uma atividade. As provisões e reservas de contingência não deverão ser indevidamente utilizadas como meio de reduzir. Para cada objetivo e princípio descritos por Paul Grady foi colocado o princípio contábil correspondente. As vendas. no começo e no final do período ou períodos. Princípio A 5. receitas e estoques não devem ser antecipados nem sub ou superavaliados. Deduz-se que deve haver um corte de documentação para os inventários e passivos decorrentes de custos e despesas. a manutenção e as despesas. Conseqüentemente. ou de transferi-lo de um exercício para outro. bem como fornecem padrões de contabilidade para problemas específicos em uma empresa em particular. As atividades desenvolvidas pelo comitê são freqüentemente relacionadas a empresas específicas ou com um escopo bem delimitado. Conservadorismo. são passíveis de identificação. os estoques. as despesas e os lucros e perdas sejam contabilizados de forma tal que os resultados das operações do período ou períodos abordados sejam razoavelmente refletidos. Princípio A 2. normalmente. Realização da Receita. Conservadorismo. os custos de venda. tais como fatores de tempo ou de uso. Princípio A 4. Objetivo A. e foi inserido em negrito no texto. Princípio A1. no Brasil. deverão ser distribuídos de acordo com bases de incidência de custos adequadas. os estoques. Em seu texto.e na apresentação das demonstrações financeiras das entidades em segmentos específicos. de forma arbitrária. Deverão ser confrontados de forma adequada os custos de venda e as despesas com as vendas e as receitas do período. Confrontação da Despesa. Princípio A 3. Custo como base de Valor. o estoque. ao contrário do que ocorre na maioria dos projetos do FASB. deve haver adequado corte de documentação. Que as vendas. De acordo com Niyama ( 2007 ) Principais Órgãos Norte-Americanos que emitiram pronunciamentos Técnicos e Padrões de Contabilidade. as receitas. 1-THE COMMITTEE ON ACCOUNTING PROCEDU-RE ( Comitê de Princípios Contábeis) 2-THE ACCOUNTING PRINCIPLES BOARD (Junta de Princípios Contábeis) 3-THE FINANCIAL ACCOUNTING STANDARS BOARD ( junta de Princípios e padões Contábeis) Encontramos no livro Inventário dos princípios contábeis escrito por Paul Grady. Deverão ser feitos os débitos apropriados por depreciação e exaustão do imobilizado e para amortização de outros custos diferidos. um apanhado dos principais critérios contábeis americanos. Deverá ser feita uma correta distribuição de custos entre o imobilizado. Custo como Base de Valor. . e os custos mais comuns. Os custos diretos. que possuem um escopo mais amplo. Confrontação da Despesa. Os boletins de prática da AcSEC fornecem geralmente a orientação bem definida dos assuntos contábeis. no começo e no fim do período ou períodos em questão.

Princípio A 8. aprovado pelos acionistas. de fato. Há convicção de que todos os resultados não operacionais constarão da demonstração do resultado do período. a composição do capital. O montante de qualquer crédito por reavaliação será classificado em separado. Os lucros em suspenso deverão representar o saldo acumulado de lucros periódicos menos às distribuições efetivas de dividendos ou bonificações. Objetivo B. Deve-se divulgar as despesas com aluguel sob contratos importantes de arrendamento a longo prazo e capitalizar os que de fato constituam compras de bem do imobilizado a prestação. A estrutura e apresentação das contas e das demonstrações financeiras de uma empresa têm por finalidade a observância das exigências estatutárias e dos contratos sociais das referidas empresas. Qualquer que tenha sido a origem do excedente de capital. o qual estabelece um novo valor que será à base de registro contábil (reorganização). como patrimônio líquido. Legislação Societária. Se não tiverem sido seguidos uniformemente os princípios contábeis. Princípio B 2. Princípio B 5. Qualquer modificação do capital investido. deverá ser divulgado o efeito eventual da mudança. Confrontação da Despesa. a não ser que tais restrições sejam expressas nas demonstrações financeiras. por meio de um ato formal. Princípio B 3. Princípio A 9. o capital investido pelos acionistas é o elemento básico das empresas. Que seja contabilizado o aumento de capital pelos acionistas mediante contribuição em ativos ou em lucros acumulados de forma correta. exceto para o estorno da reavaliação. que provoquem distorções nas referidas demonstrações. prejuízo de qualquer natureza. a não ser que sejam de tamanha magnitude. e não estará disponível para nenhum débito. distribuição de dividendos que exceda os lucros acumulados e aquisição de ações a serem mantidas em tesouraria. Princípio B 6.Princípio A 6. Legislação Societária. Consistência. quando mediante um ato formal a empresa tiver mudado. Confrontação da Despesa. comparativamente às receitas e despesas oriundas das operações normais. bem como refletir as relações financeiras significativas. Princípio A 7. mas apresentados a parte das operações normais e usuais. deverá ser registrado corretamente. Caso haja duas ou mais classes de ações. Não deverão ser misturados os lucros acumulados com o capital investido que exceda o valor nominal ou o valor declarado das ações. deve-se registrar a parte do capital correspondente a cada uma delas e informar a respeito dos direitos e preferências sobre os dividendos e o capital em caso de liquidação. Os lucros e perdas não recorrentes e os ganhos extraordinários deverão ser reconhecidos no período em que ocorrem. resultante de déficit operacional. Legislação Societária. Princípio B 1. . devendo sua identidade ser mantida intacta. Princípio B 4.. Do ponto de vista financeiro. Legislação Societária. Legislação Societária. As contas de déficit acumulado podem ser eliminadas contra as contas de capital investido. ele não deverá ser apropriado na conta de resultados do ano ou acumulado. quando da determinação dos resultados do período. Os lucros acumulados podem ser reduzidos mediante transferências para as contas de capital investido. Pode-se considerar que o montante total não sofre restrições quanto à distribuição de dividendos. Confrontação da Despesa e Custo Como Base de Valor. Legislação Societária. Legislação Societária.

patentes. Os itens pagos antecipadamente devem ser passíveis de débito a períodos futuros. O disponível deverá ser dividido entre itens isentos de restrição e os submetidos à restrição. ser apresentado à parte. Custo como Base de Valor. haja uma apresentação correta e fidedigna da situação financeira da empresa tanto no começo como no final do período. . Os investimentos em títulos. Deverá ser criada uma provisão ou feita uma apropriação ou estimativa adequada para se poder debitar às operações o investimento em ativos depreciáveis durante a vida estimada dos mesmos. normalmente. Legislação Societária. Que sejam registrados os ativos investidos na empresa pelos acionistas (contribuição sob forma de propriedade ou de lucros acumulados) e pelos credores. Princípio C 2. o que for menor. essa vida útil é consideravelmente mais longa. As contas a receber deverão ser reduzidas por meio de estimativas de provisão. normalmente. devendo a inclusão destas últimas. debitando-se quaisquer itens menores a despesas do exercício. no prazo de um ano ou dentro do ciclo normal das operações de determinado negócio. O custo da construção compreende custos diretos e indiretos incorridos. a longo prazo. deverá ser revelado seu montante global. O custo dos terrenos deve. de administração. o custo compreende custos diretos mais indiretos e deverá ser divulgada a base de sua determinação (por exemplo: UEPS. PEPS ou custo médio). quando forem considerados. Os custos dos itens intangíveis. . deverão ser apresentados em separado. Confrontação da Despesa. as despesas operacionais e a manutenção. Legislação Societária. Deverão ser amortizados os itens de vida limitada contra os lucros. As apropriações acumuladas menos a quantidade correspondente à baixa de bens deverão ser apresentadas como deduções do ativo imobilizado. Deverão ser estabelecidos padrões ou critérios que possibilitem fazer distinções congruentes entre o imobilizado. cujo montante deve ser suficiente para cobrir as contas consideradas incobráveis e outros prejuízos. Os estoques deverão ser lançados pelo custo ou preço de mercado. juros e impostos. para que o imobilizado represente o custo dos bens em uso. assim como das modificações nelas ocorridas durante o período ou períodos abordados. nem seu valor passível de realização. isso se consegue com uma listagem dos bens possuídos que devam ser considerados como imobilizado. as contas a receber de empregados. despesas de engenharia. Confrontação da Despesa. em separado. tais como descontos e despesas como dívidas. Custo como Base de Valor. de maneira correta. Legislação Societária. Legislação Societária. durante seus períodos de vida estimada. direitos de autor. a saber. Princípio C 4. Legislação Societária. Confrontação da Despesa. Princípio C 5. de supervisão. Deverá ser divulgada a política referente à amortização de intangíveis de prazo ilimitado. Que se informe a respeito da situação das opções de venda de ações concedidas a empregados ou a outras pessoas. para que. em relação ao passivo e ao patrimônio líquido. Objetivo C. Princípio C 1. Os itens classificados como ativo circulante não deverão ser lançados por mais do que se espera realizar. em caso de liquidação. Os itens classificados como imobilizado deverão ter expectativa de pelo menos um ano de vida útil para a empresa e. Os investimentos em subsidiárias deverão serseparados dos outros. Deve ficar claro que as demonstrações da situação financeira ou os balanços não têm por finalidade mostrar o valor presente do bem para a empresa. Quando se conhecerem suas cotações de mercado. Deverão ser apresentados. Os itens que já não estejam sendo usados deverão ser eliminados por meio de um débito à depreciação ou às despesas. Princípio C 3. pesquisa e desenvolvimento (quando diferidos) e fundo de comércio. normalmente deverão ser lançados pelo custo. funcionários ou empresas coligadas. no ativo circulante. Em geral. O imobilizado deve ser contabilizado pelo custo de aquisição ou construção. ser justificada por sua natureza.Princípio B 7.

Deverá ser registrado todo o passivo conhecido. do patrimônio líquido. Princípio D 5. Conservadorismo. 8. Legislação Societária. contas ou documentos a pagar a funcionários e contas e documentos a pagar a subsidiárias. contidas nas normas de auditoria geralmente aceitas. Legislação Societária . Princípio E 4. Os relatórios para investidores deverão ser feitos segundo a base da entidade. de maneira a construir um consórcio de interesses. Objetivo E. supõe-se que as demonstrações consolidadas tenham um significado maior que as demonstrações individuais. os impostos de renda e outros impostos acumulados. Legislação Societária. seja no início. Deverá ser demonstrada a natureza do passivo e o montante específico até o qual ele representa um gravame preferencial sobre o ativo. Entidade. Deverá ser apresentada informação sobre a natureza e o valor dos ativos hipotecados ou onerados. tomado em conjunto com a demonstração do ativo. independentemente de se poder ou não determinar seu montante exato. Deverá ser divulgado o passivo contingente cuja importância assim o exija. Custo como Base de Valor. Princípio D 6. constam dos capítulos 7. Princípio D 3. As normas contábeis geralmente aceitas para elaboração de relatórios. As contas das subsidiárias ou divisões consolidadas que operam no estrangeiro deverão ser convertidas para a moeda nacional. FAS 52. Quando há uma matriz e uma ou mais subsidiárias. Princípio D 1. 9 e 11 das Exposições sobre Procedimentos de Auditoria n° 33. Deverá ser descrito o passivo a longo prazo e mencionadas as datas de vencimento e as taxas de juros. às taxas apropriadas. aplicáveis às demonstrações contábeis. a terceiros. Princípio E 3. a contas a pagar (talvez compreendendo folhas de pagamento). Legislação Societária. Que sejam registrados de maneira correta todos os passivos conhecidos. Princípio D 2. deverá ser divulgada a natureza dos itens no contexto do resumo do passivo ou em nota explicativa. Legislação Societária. Princípio D 4. Legislação Societária. de forma tal que o resumo dos mesmos. Princípio E 1. Deverão ser apresentados em conta à parte os documentos a pagar a bancos. Legislação Societária. Legislação Societária. Princípio E 2. seja no fim do exercício. a nova entidade herda as bases de responsabilidade contábil das entidades constituintes. Deverão ser classificados e detalhados à parte os lucros diferidos. apresente razoavelmente a situação financeira da empresa. Se este não puder ser quantificado razoavelmente. As demonstrações financeiras deverão ser feitas de conformidade com as normas aplicáveis à elaboração de relatórios. Conservadorismo.Princípio C 6. O passivo circulante deverá incluir os itens a pagar no prazo de um ano ou no final do ciclo de operações adotado como critério para classificação do ativo como circulante. Quando duas ou mais entidades anteriormente independentes fundem-se ou de alguma outra forma se combinam. Legislação Societária. Objetivo D.

. pois cada órgão representante das entidades ligadas ao desenvolvimento dos princípios contábeis tem objetivos diferentes. os investidores. Contabilidade internacional avançada: combinação de negócios. procurando observaras vantagens e desvantagens da harmonização contábil. em primeiro lugar.com/publicações LAURIANO.org/wiki/ Normas brasileiras de contabilidade.br/index. d)As demonstrações financeiras buscam atender. b)Sólido mercado de capitais. portal razão contábil: critérios internacionais e o cpc. Referências: SCHMIDT. IAS. IASB. classificar os sistemas contábeisde cada país é muito complexo. evidenciada a de natureza fiscal. como fonte de captação de recursos.revistarazãocontabil. c)Pouca interferência governamental na definição de práticas contábeis. consolidação das demonstrações financeiras. b) Forte interferência do governo no estabelecimento de padrões contábeis..2005.São Pulo:Atlas. cultural e econômico de cada país.Conclusão e Recomendações Abordam-se as diferenças entrea Contabilidade do Brasil X Estados Unidos da América está associada ao ambiente político.São Paulo:Atlas.6. equivalência patrimonial. A contabilidade no Brasil: a) Profissão contábil fraca e pouco atuante. A contabilidade no EUA: a)Existência de uma profissão contábil forte e atuante.2004. Pocket Guide – PwC – A disposição no site: www. Conversão de demonstrações contábeis: FASB. contempla as normas Brasileiras. Recomenda-se um estudo científico da teoria e da prática relacionada às Normas e Princípios Contábeis Americanos e Brasileiros para observar as divergências de ambos..com. José Hernandez. social. sendo a contabilidadeproduto dessa complexa interação.php?option=com_contemt&task=view&i.pwc. Paulo. PEREZ JUNIOR. USGAAP. Disponível em: http://www.ed. em vez de recursos provenientes de mercados de capitais como fonte de captação nas empresas. d) Importância de bancos e outras instituições financeiras ( inclusive governamentais ). internacionais e Norte-americanas de contabilidade. Paulo._ em 26/08/2008 Obtido em http://pt. c) As demonstrações financeiras buscam atender primeiramente os credores e o governo em vez dos investidores.wikipedia.

webartigos. São Paulo:Atlas. Ao usar este artigo. BOAVENTURA. evidenciarão segundo FASB e IASB.ed. causas das diferenças internacionais. tese. harmonização contábil internacional. 1.2004.com/articles/10544/1/Abordagem-aos-Principios-ContabeisAmericanos-Versus-Brasil/pagina1. estudo comparativo entre países. Contabilidade internacional. Jorge Katsumi.NIYAMA.com Fonte: http://www. Metodologia da pesquisa: monografia.webartigos.4 reimp.São Paulo:Atlas. divergências nos critérios de reconhecimento e mensuração. mantenha os links e faça referência ao autor: Abordagem aos Princípios Contábeis Americanos Versus Brasil publicado 28/10/2008 por José Ronaldo Santos em http://www. dissertação.html#ixzz0yDYXFxtK . Edivaldo M.2007.

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